Auto cível de embargo, em que é autor Joaquim António Rodrigues Lusitano

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Auto cível de embargo, em que é autor Joaquim António Rodrigues Lusitano
 

Auto cível de embargo, em que é autor Joaquim António Rodrigues Lusitano

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Reference code

PT/MVFX-ARQ/AJUD/JAVFX01/002/00001

Title type

Atribuído

Production dates

1812-10-21  to  1812-11-06 

Dimension and support

9 fl.; 18 p.; papel

Extents

14 Ficheiros

Scope and content

O capitão Joaquim António Rodrigues Lusitano, morador na Vila de Alhandra, é possuidor de umas casas altas na praça da mesma vila, que confinam pela parte do norte com o quintal das casas do capitão João de Almeida Sousa, onde há uma fresta de cantaria junto à sua parede, onde o seu vizinho coloca uma trave. O autor do processo, Joaquim António Rodrigues, apresenta uma petição ficando o seu vizinho sujeito a demolição, feita à sua custa. Deste pedido de petição resulta de uma vistoria/embargo à dita trave, participando nesse embargo o escrivão Cristovão Pereira Botto, e o Alcaide de Alhandra, José Francisco. A 22 de outubro de 1812, Joaquim António Rodrigues nomeia para seu procurador, na causa do embargo, o Dr. António José de Matos Garrido. É juiz almotacé Estevão Pinto, e escrivão, Cristovão Pereira Botto. Foi solicitado que a trave fosse retirada do sítio, desobstruindo a fresta, fazendo o capitão João de Almeida Sousa, o quarto que pretendia no sítio da fresta para o lado do sudoeste, de forma porém que a mesma fresta ficasse desimpedida de qualquer obstáculo, ou a luz que por ela recebe o quarto do suplicante, o capitão Joaquim António Rodrigues, cujo quarto ou casa presentemente lhe serve de adega. O suplicante devia ssim arranjar e consertar as referidas fresta e parede.

Description physical location

sala 1

Language of the material

Português