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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2019
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2019
2019-01-09/2019-12-18
RC 04.30
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, na EB2,3 D. Martinho Vaz de Castelo Branco, na Póvoa de Santa Iria, União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, pelas 9h30, do dia 2019/04/30
2019-04-30/2019-04-30
001
Ordem do dia
2019-04-30/2019-04-30
002
Ata em minuta da reunião 2019/04/30
2019-04-30/2019-04-30
003
Ata da Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira de 2019/04/30
2019-04-30/2019-04-30
Ata da Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira de 2019/04/30
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Ata da Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira de 2019/04/30
Description details
Record not reviewed.
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Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2019/RC 04.30/003
Title type
Atribuído
Production dates
2019-04-30
to
2019-04-30
Extents
1 Ficheiros
Scope and content
Assuntos apresentados antes da ordem do dia:
Aod 1 - Intervenção do Sr. Presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa - Pág. 8
Aod 2 - Informações do Sr. Presidente - Orçamento Participativo; gala de Medalhas de Mérito Municipal - Págs. 9 e 10
Aod 3 - Informação da Srª Vereadora Helena Pereira de Jesus - Laço Azul Humano - Pág. 11
Aod 4 - Informação do Sr. Vereador Jorge Zacarias - Assembleia Municipal Jovem - Pág. 12
Aod 5 - Informação da Srª Vereadora Manuela Ralha - Exposição Traços do Rio - Pág. 13
Aod 6 - Resultados desportivos - Págs. 14 e 15
Aod 7 - Informações do Sr. Vereador António Félix - Feira das Tertúlias; Feira Ibérica de Turismo da Guarda - Pág. 16
Aod 8 - Informação do Sr. Vice-Presidente - Exposição comemorativa dos 60 anos dos SMAS - Págs. 17 a 19
Aod 9 - Filmagem da reunião de câmara por vereador - Págs. 20 e 21
Aod 10 - Descentralização de competências na área da educação - Págs. 22 a 24
Aod 11 - Fortes e fortins das Linhas de Torres Vedras - Forte da Casa - Págs. 25 a 27
Aod 12 - Mobilidade na Póvoa de Santa Iria - Ciclovia - Págs. 28 a 30
Aod 13 - Impactos da urbanização Vila Rio - Póvoa De Santa Iria - Págs. - 31 a 44
Aod 14 - Mouchão da Póvoa - Págs. 45 a 48
Aod 15 - Comunidade avieira da Póvoa de Santa Iria - Págs. 49 a 51
Aod 16 - Publicação - Vila Franca de Xira Saber Mais Sobre - Sobreiro do Palácio do Sobralinho - Pág. 52
Aod 17 - Iluminação na Rua General Humberto Delgado - Bom Retiro - Vila Franca de Xira - Pág. 53
Aod 18 - Rua Van Zeller Palha - Suspensão de lugares de estacionamento - Povos - Vila Franca de Xira - Pág. 54
Aod 19 - Áreas de Reabilitação Urbana - Pagamento de IMI de casas devolutas - Págs. 55 e 56
Aod 20 - Ligações da rede Wi-Fi - Págs. 57 e 58
Aod 21 - Brasão da Fábrica Dos Atanados - Povos - Vila Franca de Xira - Pág. 59
Aod 22 - Ponte de Vila Franca de Xira - Págs. 60 a 66
Aod 23 - Questões relacionadas com o período antes da ordem do dia e pontos em que se pretende intervir na ordem do dia - Pág. 67
Assuntos Ordem do Dia
1 - Ata nº 7/2019, da reunião de câmara ordinária de 2019/04/03 - Pág. 68
2 - Protocolo de cooperação no âmbito da responsabilidade social - Págs. 69 a 72
3 - Carta de Compromisso atinente à "Rede de Municípios Embaixadores da Vacinação" - Pág. 73
4 - Dia Municipal do Bombeiro 2019 - Atribuição de apoio financeiro destinado à aquisição de equipamento de socorro - Págs. 74 e 75
5 - Dia Municipal do Bombeiro 2019 - Atribuição de subsídio referente a despesas logísticas - Pág. 76
6 - Dia Municipal do Bombeiro 2019 - Atribuição de medalhas de bons serviços municipais - Pág. 77
7 - Plano Operacional Municipal de Vila Franca de Xira - 2019 - Pág. 78
8 - Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal - Pág. 79
9 - Legislação-síntese e editais - Pág. 80
10 - Pagamentos autorizados - Pág. 81
11 - Balancetes - Pág. 82
12 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 83
13 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Áreas de reabilitação urbana - Pág. 84
14 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares - Pág. 85
15 - Estágio curricular - Curso profissional de Técnico de Proteção Civil - Pág. 86
16 - Alteração ao loteamento denominado por Pontinha ou Torre, titulado pelo alvará de loteamento nº 3/07, de 14/11 - Lote 1 - Págs. 87 e 88
Suspensão da reunião - Pág. 89
17 - Alteração ao loteamento denominado por Quinta da Senhora da Graça e Choupal, titulado pelo alvará de loteamento nº 5/91, de 22/11 - Pág. 90
18 - Open Nacional de Grappling - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo - Pág. 91
19 - Prémio Literário "Alves Redol" - Prazo de candidatura - Pág. 92
20 - Abertura de procedimento disciplinar
Período de intervenção do público - Pág. 93
Quinta do Alferes - Lotes 604 e 679 - São João dos Montes - Pág. 94
Quinta Municipal da Piedade - Póvoa de Santa Iria - Págs. 95 a 97
Distribuição de documento sobre uma situação de despedimento - Págs. 98 e 99
21 - Ata em minuta da reunião - Pág. 100
Transcription
ORDEM DO DIA
Pág. 1
Interessado Local
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
1 Ata nº 7/2019, da reunião de câmara ordinária de 2019/04/03 Aprovação
2 Protocolo de cooperação no âmbito da responsabilidade social Sociedade Central de
Cervejas e Bebidas, SA
Aprovação
3 Carta de Compromisso atinente à “Rede de Municípios Embaixadores da Vacinação” Ratificação
PROTEÇÃO CIVIL
4 Dia Municipal do Bombeiro 2019 - Atribuição de apoio financeiro destinado à aquisição
de equipamento de socorro
Associação Humanitária
de Bombeiros Voluntários
de Vila Franca de Xira
Aprovação
5 Dia Municipal do Bombeiro 2019 - Atribuição de subsídio referente a despesas
logísticas
Associação Humanitária
de Bombeiros Voluntários
de Vila Franca de Xira
Aprovação
6 Dia Municipal do Bombeiro 2019 – Atribuição de medalhas de bons serviços municipais Aprovação
7 Plano Operacional Municipal de Vila Franca de Xira – 2019 Conhecimento
GESTÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E JURÍDICA
. Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
8 Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal Conhecimento
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, na EB2,3 D. Martinho Vaz de Castelo Branco, na
Póvoa de Santa Iria, União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, pelas 9h30, do dia 2019/04/30
Designação
Assunto
ORDEM DO DIA
Pág. 2
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, na EB2,3 D. Martinho Vaz de Castelo Branco, na
Póvoa de Santa Iria, União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, pelas 9h30, do dia 2019/04/30
Designação
Assunto
9 Legislação-síntese e editais Conhecimento
10 Pagamentos autorizados Conhecimento
11 Balancetes Conhecimento
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
12 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
Conhecimento
13 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Áreas de
reabilitação urbana
Conhecimento
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
14 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Conhecimento
. Outros assuntos
15 Estágio curricular – Curso profissional de Técnico de Proteção Civil Escola Profissional
Gustave Eiffel
Aprovação
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
16 Alteração ao loteamento denominado por Pontinha ou Torre, titulado pelo alvará de
loteamento nº 3/07, de 14/11 - Lote 1
Torres do Palácio –
Investimento Imobiliário,
Ldª
Sobralinho Aprovação
17 Alteração ao loteamento denominado por Quinta da Senhora da Graça e Choupal,
titulado pelo alvará de loteamento nº 5/91, de 22/11
FECAR – Sociedade de
Construções, Ldª
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 3
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, na EB2,3 D. Martinho Vaz de Castelo Branco, na
Póvoa de Santa Iria, União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, pelas 9h30, do dia 2019/04/30
Designação
Assunto
EDUCAÇÃO E DESPORTO
18 Open Nacional de Grappling - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo Federação Portuguesa de
Lutas Amadoras
Aprovação
CULTURA E TURISMO
19 Prémio Literário "Alves Redol" - Prazo de candidatura Aprovação
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
20 Abertura de procedimento disciplinar Aprovação
21 Ata em minuta da reunião Aprovação
EI. Livro —
-- 001
1 Reunião de 2019/04/3042g_ /V’ Ata n2
MUNICÍPIO DE VILA FFjANCA DE XIRA
CÂMARA MUNCIPAL
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA E PÚBLICA DE 2019/04/30
Aos trinta dias do mês de abril de dois mil e dezanove, pelas 09h30, na EB2,3
D. Martinho Vaz de Castelo Branco, na Póvoa de Santa Iria, União das Freguesias de
Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, reuniu a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira,
sob a presidência do Sr. Alberto Simões Maia Mesquita, Presidente da Câmara
Municipal, estando presentes os Srs. Vereadores:
• Regina Célia Gonçalves Agostinho Janeiro;
• José António da Silva de Oliveira;
• Nuno Miguel Marques Libório;
• Helena Margarida Mendes Pereira de Jesus;
• Maria Manuela Pacheco Ralha;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
• António José Sequeira Félix;
—
• Jorge Manuel Nunes Zacarias;
• Maria Luísa Duarte da Silva Fajardo;
• Carlos Miguel Vilar Patrão.
Estiveram ausentes as Sr Vereadoras Maria de Fátima Pires Antunes e Cláudia Sofia
Oliveira Martins, tendo sido substituídas pelo Sr. Jorge Manuel Nunes Zacarias e pela
Sr Maria Luísa Duarte da Silva Fajardo.
A reunião foi secretariada por Fernando Paulo Serra Barreiros, Diretor do
Departamento de Gestão Administrativa, Financeira e Jurídica, assessorado por Paula
Cristina Correia Antunes, Assistente Técnica.
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado:
rosto
FI. Livro_____________
ah FLAta 002
Reunião de 2019/04/30
Município ÀI Proc2
___________________
de ‘11
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PRESENÇAS DO PESSOAL DIRIGENTE E TÉCNICOS
GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA
• Chefe do Gabinete
Dr. Renato Gonçalves
GABINETE DE APOIO À VEREAÇÃO
• Adjunta
Dr Andreia Revez
• Secretário
Osvaldo Pires
• Assessoria
Luís Carvalho
José António Silva
Dr Mafalda Ramos
DIVISÃO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO E IUVENTUDE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Anabela Pereira
DIVISÃO DE INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA
• Chefe da Divisão
Eng Clemente Rocha
DIVISÃO DE AUDITORIA E QUALIDADE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr. Dinis Piriquito
SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTEÇÃO CIVIL
• Coordenador Municipal
Dr. António Carvalho
SERVIÇO MÉDICO-VETERINÁRIO MUNICIPAL
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Ana Leonardo
DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E IURÍDICA
Divisão de Recursos Humanos
•Chefeda Divisão
Dr.PauloAlenquer
técnicos 1/3
EI. Livro --
EL Ata 003
Reunião de 2019/04/30
Município
Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n____________
Câmara Municipal
DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Arqt2 Bruno Vitorino
Divisão de Planeamento e Ordenamento do Território
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Urb Ricardo Ramalho
DEPARTAMENTO DE OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng2 Vítor Viçoso
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E DESPORTO
Divisão de Desrorto e Lazer
• Chefe da Divisão
Dr.Vítorrélix
DEPARTAMENTO DE CULTURA E TURISMO
• Diretor, em regime de substituição
Dr. Alexandre Sargento
—
Divisão de Turismo
• Chefe da Divisão
Dr Maria João Carraça
DEPARTAMENTO DE HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
• Diretora, em regime de substituição
Dr Ana Carla Costa
Divisão de Saúde e Solidariedade
• Chefe da Divisâo, em regime de substituição
Dr Cláudia Prazeres—
DEPARTAMENTO DE AMBIENTE E GESTÃO DO ESPAÇO PÚBLICO
• Diretora, em regime de substituição
Arqt Catarina Conde
—
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO
Divisão Administrativa e Financeira
• Chefe da Divisão
Dr? Teresa Botelho
técnicos 2/3
_____
FI. Livro______________
IN Reuno de 2619/04/30
Município
Proc
___________________
Vila Franca de Xira / Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Divisão de Gestão Comercial e Atendimento
—
.Chefe da Divisão
Dr Vanessa Cirilo
Divisão de Águas e Saneamento
.Chefeda Divisão
Eng9 António Novais
Divisão de Proietos e Cadastro
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng Maria Raquel Borda d’Água
—
Divisão de Qualidade, Ambiente e Equipamentos
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng Vitória Simões
OUTRAS PRESENÇAS
• Presidente da junta de Freguesia da União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria
eFortedaCasa
técnicos 3/3
FI. Livro —
RAta 005
8 1 Reunião de 2019/04/30
Município J\IV Proc2
____________________
de 11VVila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INTERVENÇÃO DO SR. PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DA UNIÃO DAS
FREGUESIAS DE PÓVOA DE SANTA IRIA E FORTE DA CASA
Interveio o Sr. Presidente, dando início à reunião de câmara, cumprimentando
todos os presentes e dando um cumprimento e agradecimento muito especial ao
diretor do agrupamento de escolas, Dr. Pedro Ferreira, por receber a câmara
municipal na escola D. Martinho Vaz de Castelo Branco, referindo que se tem, por
hábito, nestas reuniões descentralizadas, procurar ir a algumas escolas, e
agradece o facto de esta escola receber a reunião.
Prosseguiu, cumprimentando o Sr. Presidente da Junta de Freguesia da União das
Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, bem como aqueles que
acompanham a reunião em casa, via lnternet, passando de imediato a palavra ao
Sr. Presidente da junta, Jorge Ribeiro, para dar a saudação ou colocar alguma
questão que queira.
Tomou a palavra o Sr. Presidente da junta, dando os bons dias a todos, ao diretor
do agrupamento e a todos os que acompanham a reunião via Internet, dizendo que
não tem questões para colocar, porque a relação que tem com a câmara municipal
é permanente, o contacto é diário, mas queria, naturalmente, saudar a todos,
dando as boas vindas à cidade da Pávoa de Santa Iria, freguesia da Póvoa de Santa
Iria e Forte da Casa, dizendo ainda que é sempre importante ter na freguesia o
executivo da câmara municipal, desejando que os trabalhos decorram de uma
forma profícua, a bem daquilo que é o desenvolvimento do concelho,
particularmente desta freguesia.
aod 1
El. Livro
_____________
006
Reunião de 2019/04/30
À \1 Proc2
____________________
de jVila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DO SR. PRESIDENTE - ORÇAMENTO PARTICIPATIVO; GALA DE
MEDALHAS DE MÉRITO MUNICIPAL
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que dará algumas informações, duas, depois
passará à Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, ao Sr. Vereador Jorge Zacarias,
Sr Vereadora Manuela Ralha, Sr. Vereador António Félix, e, por último, ao Sr. Vice-
Presidente, António Oliveira.
Assim, sobre o Orçamento Participativo 2019, iniciou-se no dia 15 de abril, e
decorre até ao dia 15 de junho, a fase de recolha de propostas, promovida pela
câmara municipal, incidindo esta fase com o OPG - Orçamento Participativo Geral,
e o OPE - Orçamento Participativo Entidades, com a afetação de 1 milhão de euros
para a concretização do projetos que venham a ser propostos e escolhidos pelos
cidadãos. No OPG e no OPE há uma verba global atribuída de 900 000,00€,
distribuída de forma igual por cada uma das vertentes, bem assim como a restante
verba destinada ao OPJ - Orçamento Participativo Jovem, que terá, neste caso, uma
afetação de 100 000,00€.
Quanto ao OPJ 18, o executivo tem a satisfação de informar que na primeira edição
desta vertente participaram mais de 1 700 alunos das escolas do concelho. No
período de votação, que decorreu entre 20 e 29 de março, das 50 propostas
apresentadas 26 seguiram para a fase de votação, e nestas propostas vencedoras
encontram-se diversos investimentos, nas áreas da informática e da tecnologia,
mas também melhoramentos nos espaços e dos equipamentos escolares, bem
como renovação de salas de aulas.
Foi, sem dúvida, um enorme êxito a introdução do OPJ, e a câmara municipal
agradece a participação de todos os alunos, quer na apresentação de propostas,
quer no processo de votação, bem como o envolvimento do corpo docente em todo
este processo.
Depois, sobre a gala de atribuição de Medalhas de Mérito Municipal, como já é do
conhecimento de todos vai-se realizar esta noite, na Sociedade Euterpe
Alhandrense, sendo uma iniciativa que encerra o programa das comemorações dos
45 anos do 25 de Abril de 1974.
Conforme decisão unânime desta câmara municipal serão homenageadas 45
aod 2 1/2
FI. Livro --
1
FI.Ata 007
Reunião de 2019/04/30
Município Proc
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
personalidades e entidades do concelho, distribuídas por valor desportivo, valor
cultural, mérito municipal e medalha de honra. Esta gala terá início às 21h00, e
conta também com atuações do Conservatório Regional Silva Marques e Orquestra
de Vialonga, sendo que será certamente um momento alto nas comemorações, e
conta-se, naturalmente, com a presença de todos.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, após o período do público, dizendo,
relativamente à documentação que o Sr. Presidente distribuiu nas pastas dos
vereadores, que há duas coisas que não têm horas. Pensa que se calhar foram só
distribuídas aos vereadores, são duas exposições, e se se vai distribuir então que
se ponham as horas das inaugurações das exposições, nas duas, os Traços do Rio e
adaágua.
Só está a dizer isto porque, atempadamente, pensa que se pode resolver quando
se tiver uma distribuição.
Disse o Sr. Presidente que a da água já se estava a prever a questão da
manifestação nacional.
Continuou a Sr Vereadora, pedindo ao Sr. Presidente para não lhe dar a volta, pois
o Sr. Vice-Presidente já lhe escreveu a hora. A própria já disse hoje que só a
verdade é revolucionária, é às 16h00.
Esclareceu a Sr Vereadora Manuela Ralha que às 16h00 é a dos Traços do Rio.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que o Sr. Vice-Presidente escreveu-lhe 16h00,
está a partir desse pressuposto.
Referiu o Sr. Presidente que era às 15h30 a dos SMAS, e o Sr. Presidente dos SMAS
já fez um ajuste.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que pensa que se estão a
gastar dinheiros públicos para informar a população, pelo que a sua sugestão é no
sentido de informar melhor, para que toda a gente saiba.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que é às 16h00, exatamente, e estava a ver,
mas não está, efetivamente, pelo que agradece à Sr Vereadora pela sua
perspicácia. Tanto uma exposição como outra são às 16h00.
aod 2 2/2
_____
FI. Livro
______________
RAta -008
A Reunião de 2019/04/30
Murcípio Proc2
__________________
Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
Assunto PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
—
INFORMAÇÃO DA SR VEREADORA HELENA PEREIRA DE JESUS
— LAÇO AZUL
HUMANO
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, cumprimentando, na pessoa do
Sr. Presidente, todos os presentes, e também aqueles que seguem a reunião via
on-line, dando nota que abril assinala também o mês da Prevenção dos Maus-
Tratos na Infância, e a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das
Crianças e jovens, em articulação com as Comissões de Proteção de Crianças e
jovens — CPCJ, de todo o país, está a dinamizar diversas atividades que visam a
sensibilização para esta questão, que culminam, no dia de hoje, 30 de abril, em
Laços Azuis Humanos por todo o país.
A CPCJ de Vila Franca de Xira vai esta tarde juntar-se a todas as outras CPCJ a nível
nacional, e fazer o Laço Azul Humano na praça Afonso de Albuquerque, em Vila
Franca de Xira, pelas 14h00, associando-se a este momento.
Esta atividade conta com 28 agentes da PSP de Vila Franca de Xira para fazerem o
rebordo do laço, e com 120 crianças do CBEI para preenchimento do laço.
A campanha do Laço Azul iniciou-se em 1989, no estado americano da Virgínia, por
iniciativa de uma avó, Bonnie Finney, que amarrou simbolicamente uma fita azul à
antena do seu carro, procurando alertar outros elementos da comunidade para os
maus-tratos infligidos às crianças.
aod 3
FI. Livro --
009
Reunião de 2019/04/30
Município
Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DO SR. VEREADOR JORGE ZACARIAS - ASSEMBLEIA MUNICIPAL
JOVEM
Interveio o Sr. Vereador Jorge Zacarias, dando os bons dias e cumprimentando, na
pessoa do Sr. Presidente, a todos os presentes, e também a todos aqueles que
seguem a reunião via on-line, dizendo que queria dar informações sobre a
Assembleia Municipal Jovem, que se vai realizar no próximo dia 8 de maio, pelas
15h00, na Escola Secundária Alves Redol, sendo este ano o tema “As Alterações
Climáticas, Reverter o Aquecimento Global”, contando a iniciativa com a
participação das ES Soeiro Pereira Gomes, Bom Sucesso, Pedro Jacques de
Magalhães, Professor Reynaldo dos Santos, Escola Secundária Alves Redol, EB2,3
de Vialonga, Escola Secundária do Forte da Casa, Escola Básica e Secundária Dom
Martinho Vaz de Castelo Branco, e a Escola Básica Dom António de Ataíde. Para
além destes estabelecimentos do ensino público, conta ainda com o colégio José
Álvaro Vidal e o Centro de Formação Profissional de Alverca, do IEFP. Também
participa na Assembleia Municipal Jovem a Escola Profissional de Hotelaria e
Turismo de Lisboa, com o polo da Póvoa de Santa Iria.
Paralelamente à sessão, estará patente uma exposição de fotografias a cargo dos
alunos da EB2,3 de Vialonga, da Escola Secundária Alves Redol, Professor Reynaldo
dos Santos e Centro de Formação Profissional de Alverca, do IEFP.
aod 4
Ai FI.Livro --
O flI1 RAta -. 010J.JV\ Reunião de 2019/04/30
Município
Proc2
____________________
Vila Franca de Xira Deliberação n9____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DA SR VEREADORA MANUELA RALHA - EXPOSIÇÃO TRAÇOS DO RIO
Interveio a Sr Vereadora Manuela Ralha, dando os bons dias e cumprimentando,
na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes e todos os que seguem a reunião
via on-line, cumprimentando ainda, de forma muito especial, todo o corpo docente
e discente e todos os alunos deste estabelecimento de ensino, que foi o último
local onde a própria lecionou, antes do que lhe aconteceu.
Quer dar conta que inaugura, no próximo dia 4 de maio, sábado, pelas 16h00, a
exposição de longa duração Traços do Rio, que estará patente no núcleo
museológico “A Póvoa e o Rio”, na Póvoa de Santa Iria.
Esta exposição resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Vila Franca de
Xira e a Associação Cultural dos Avieiros da Póvoa de Santa Iria, que procuram
revelar ao público o novo olhar sobre a comunidade Avieira da Póvoa de Santa Iria.
Traços do Rio apresenta um conjunto de fotografias de Miguel Mestre, que através
da sua lente dá a conhecer a forte ligação entre o rio as gentes que nele procuram
o seu sustento, através da pesca.
Interveio o Sr. Presidente, dando os cumprimentos ao artista Miguel Mestre.
aod 5
FI. Livro
_____________
W AtI RAta 011
/1 U JJ Reunião de 2019/04/30
Município T AU Proc2
__________________
de j
Vila Franca de Xira Deliberação I1_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
RESULTADOS DESPORTIVOS
Interveio o Sr. Vereador António Félix, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes, bem como todos aqueles que assistem à reunião
em casa, via lnternet, dizendo que iria começar pelos resultados desportivos,
referindo ao Sr. Vereador Carlos Patrão que hoje começa exatamente pelo atleta
de que tantas vezes fala nestas reuniões de câmara.
Interrompeu o Sr. Presidente, dizendo que muito justamente.
Prosseguiu o Sr. Vereador António Félix, referindo que diria também muito
justamente, agradecendo ao Sr. Presidente.
Disse o Sr. Vereador Carlos Patrão que é o Sr. Vereador António Félix que se
esquece.
Continuou o Sr. Vereador António Félix, mencionando que não se esquece, até
porque é do seu clube, e passa até a curiosidade, o próprio faz este ano 25 anos de
sócio, não se esquece, mas, de facto, no passado fim de semana Pany Varela
sagrou-se campeão europeu de clubes de futsal ao serviço do Sporting, na
competição que decorreu em Almaty, no Cazaquistão, tendo esta vitória
internacional sido mais um marco para o desporto português, no caso ao serviço do
Sporting Clube de Portugal. A decisão foi no dia 28, e o Sporting bateu o Kairat
Almaty por 2-1, na final.
Contudo, não foi apenas Pany Varela que se revelou e teve resultados fantásticos
neste fim de semana. João Pereira, do Sport Lisboa e Benfica, classificou-se no B
lugar na World Triathlon Series, na modalidade de triatlo, obviamente, na categoria
de elite masculinos, que se realizou na ilha Bermuda, no dia 27 de abril.
Também no triatlo, Gabriela Ribeiro, atleta do Alhandra Sporting Club, em
representação da equipa nacional foi 2 classificada na Taça da Europa de Triatlo,
na categoria de juniores femininos. Merecem destaque nesta prova outras atletas
também do Alhandra Sporting Club, que participaram, nomeadamente Inês Rico,
que foi 8 classificada, em juniores femininos, Ana Ramos, 27 classificada, em
elite femininos, e Diogo Gonçalves, 46 classificado, em juniores masculinos. A
competição realizou-se na Quarteira, nos dias 27 e 28 de abril.
Também no triatlo, Alexandre Nobre, atleta da Associação Portugal Talentus, de
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Alverca, em representação da seleção nacional classificou-se em 16 lugar na Taça
da Europa, na categoria de elite masculinos, também na Quarteira.
Finalmente, merece referência, no que diz respeito a resultados desportivos, a
equipa sénior masculina de hóquei em patins do Futebol Clube de Alverca, que
subiu à 2 divisão nacional, vencendo o penúltimo jogo, nesta luta pela subida.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, dando os bons dias a todos,
começando por se congratular pelas palavras do Sr. Vereador António Félix, que
desta vez não se esqueceu do nosso campeão. Pensa que sim, pensa que merece,
bem como todos os outros a que o Sr. Vereador fez referência, obviamente, que
também merecem, sendo um grande orgulho para o concelho ter atletas de
excelência, atletas com esta capacidade.
O Sr. Presidente tomou a palavra, após a discussão do ponto 20, referindo que o Sr.
Vereador Carlos Patrão falou de Pany Varela, e o que o próprio diz é “grande Pany
Varela, campeão europeu”. O próprio, não sendo do Sporting, é português, e ficou
muito satisfeito com o êxito que o Pany Varela e os seus companheiros, colegas de
equipa, conseguiram, e o próprio clube.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DO SR. VEREADOR ANTÓNIO FÉLIX — FEIRA DAS TERTÚLIAS; FEIRA
IBÉRICA DE TURISMO DA GUARDA
Interveio o Sr. Vereador António Félix, referindo que irá decorrer, no próximo fim
de semana, a Feira das Teitúlias, que terá a sua segunda edição. Esta Feira das
Tertúlias Tauromáquicas do concelho de Vila Franca de Xira tem a sua segunda
edição nos dias 3, 4 e 5 de maio, na praça de touros Palha Blanco e na zona
envolvente. —
Depois do enorme sucesso da primeira edição, este ano o programa surge
reforçado, com mais um dia e novos momentos, dedicados à animação e à
promoção da gastronomia local, estando também enriquecidas as vertentes
positivas e de intercâmbio entre as tertúlias tauromáquicas participantes.
Destaca, a este nível, a feira de trocas de espólio, a realizar no dia 4, sábado.
Esta iniciativa é promovida pela Associação de Tertúlias Tauromáquicas do
concelho, pela câmara municipal, pela junta de freguesia e Santa Casa da
Misericórdia de Vila Franca de Xira.
Finalmente, Vila Franca de Xira vai marcar presença na Feira Ibérica de Turismo da
Guarda. Prosseguindo a sua estratégia de promoção turística, Vila Franca de Xira
vai voltar a estar presente nesta feira, cuja sexta edição irá decorrer no próximo
fim de semana também, de 2 a 5 de maio.
A Feira Ibérica de Turismo da Guarda é atualmente o mais importante certame
dedicado ao turismo numa perspetiva ibérica, recebendo expositores de toda a
península. Tal como já aconteceu em 2018, cuja participação teve um balanço
muito positivo, Vila Franca de Xira estará presente com stand próprio, promovendo
os seus diversos fatores de atratividade turística, nos quais se incluem a
gastronomia local e o vinho Encostas de Xira.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DO SR. VICE-PRESIDENTE - EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DOS 60
ANOS DOS SMAS
Interveio o Sr. Vice-Presidente, cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente,
todos os presentes, desejando um bom dia, assim como a quem segue a reunião
via lnternet, referindo-se à inauguração da exposição comemorativa dos 60 dos
SMAS, dizendo que os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Vila
Franca de Xira comemoram 60 anos de existência em 2019. No âmbito do
programa comemorativo desta efeméride, inaugura no próximo dia 10 de maio, na
Fábrica das Palavras, em Vila Franca de Xira, uma exposição retrospetiva destes 60
anos de história.
Os SMAS prestam um serviço fundamental, imprescindível a toda a população do
concelho, serviço esse cuja qualidade ao longo dos anos tem sido por diversas
vezes assinalada, por entidades independentes, como excelente, sendo algo que
deve orgulhar a todos, e que importa, sem dúvida, reconhecer.
Deixa assim o convite para a inauguração desta exposição, assim como para a
sessão solene, a realizar no próximo dia 10 de maio, pelas 15h30, na Fábrica das
Palavras.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, reiterando os cumprimentos a todos
os presentes, dizendo que crê que quando o Sr. Presidente do conselho de
administração dos SMAS dá a conhecer que no dia 10 de maio, para além da
inauguração da relevante exposição dos 60 anos de manutenção dum serviço
público, que é garantir o abastecimento de águas às populações, faz também às
15h00 uma iniciativa de evocação dessa mesma efeméride, não terá havido
qualquer tipo de intenção, e não quer seguramente acreditar que foi com qualquer
tipo de intenção, para fazer coincidir isso com a manifestação nacional convocada
pela Frente Comum e pelos sindicatos do STAL, até porque a mesma existe
também, em termos de calendário, na opinião pública, agendada há bastante
tempo, e coincide, do ponto de vista das horas.
Crê que valeria a pena os responsáveis da câmara municipal refletirem um pouco
sobre isto, porque com esta situação está-se a impedir, naturalmente, a
participação na manifestação nacional, e os vereadores da CDU, enquanto eleitos
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na câmara municipal, teriam e terão todo o gosto em fazer parte da exposição e da
efeméride de comemoração dos 60 anos, onde se está a cuidar da nossa, que é a
água de todos, mas também não podem deixar de manifestar, duma forma muito
solidária, objetiva e prática, a solidariedade para com esta manifestação nacional,
que visa exatamente coisas tão relevantes como o aumento de salários, a
valorização de carreiras, a contagem efetiva do tempo de serviço, a revogação do
SIADAP e a defesa dos serviços públicos.
Fazem um apelo derradeiro ao Sr. Presidente, para que a tempo e horas se possam
criar condições, do ponto de vista da organização, da iniciativa que aos membros
da CDU diz respeito, para se poder fazer com que não haja coincidência nas horas,
porque nas datas, mesmo que exista, pode coexistir, se se tiver isso em linha de
conta.
Após a discussão do ponto 20, interveio o Sr. Presidente, referindo que
compreende o alcance social da questão, que tem a ver com a manifestação
nacional e a celebração dos 60 anos dos SMAS, mas teme que seja difícil de
resolver.
Tomou palavra o Sr. Vice-Presidente, dizendo que sublinha as palavras do Sr.
Presidente, a preocupação do mesmo, e do Sr. Vereador Nuno Libório, e já se tinha
conhecimento, num fax que chegou no dia 24 de abril, da representação sindical
no âmbito da câmara municipal e dos SMAS, o pré-aviso. Contudo, recorda que na
última assembleia municipal, realizada no Sobralinho, já houve oportunidade de
dizer publicamente o dia e a hora, e de se ter feito publicamente o convite a todos
para estarem presentes.
—
Como os Srs. Vereadores concordarão, foram desenvolvidos vários contactos com
diversas entidades para estarem presentes, em que se teve o grato prazer, já, de
terem confirmado a sua presença, e dado o tempo que estas iniciativas, como se
deve concordar, levam a montar, em todas as suas estruturas, neste momento
está-se numa situação difícil, quando se teve conhecimento, no dia 24 de abril,
oficialmente, pelo STAL, pois foi quando chegou esta comunicaçâo.
No entanto tentar-se-á, de toda a maneira possível, criar o mínimo de obstáculos
ao direito de participação, e todas as atitudes do executivo, até à presente data,
são de total concordância com todas as iniciativas que têm sido colocadas, não
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criando a elas qualquer obstáculo, parecendo que não há qualquer dúvida nesse
capítulo.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, agradecendo ao Sr. Vice-Presidente e dizendo
que, como se acabou de referir, e aliás o próprio já tinha também falado com o
mesmo, tentar-se-á, neste contexto, criar as condições para não criar dificuldades
a algum trabalhador que seja necessário para este momento, esta celebração de
60 anos dos SMAS, que é um momento bastante importante, em que,
efetivamente, se vão convidar muitas personalidades, que já aceitaram, e agora é
difícil estar a alterar tudo. No entanto, ver-se-á o que é possível resolver, apesar da
dificuldade. —-----
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
FILMAGEM DA REUNIÃO DE CÂMARA POR VEREADOR
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dando os bons dias ao Sr. Presidente, Srs
e Srs. Vereadores, Sr. Presidente da junta, Jorge Ribeiro, diretor do agrupamento
de escolas, Professor Pedro Ferreira, todos os trabalhadores da autarquia, os que
dão apoio direto à reunião de câmara, os que transmitem on-line, os que
proporcionam Internet, os que estão presentes, diferentes chefias, que permitem
dar o apoio ao executivo nas questões que os vereadores colocam, que,
naturalmente, não têm toda a informação, mas também os jornalistas, que
permitem que o resto do concelho e fora dele se saiba o que se vai passando a
nível democrático no concelho.
Continuou, mencionando que não era o que tinha preparado, mas pensa que é de
valorizar, percebeu que há uma novidade na reunião de câmara, há um vereador
que tem uma câmara de filmar para si, não sabe se foi o presidente da câmara, se
a câmara municipal que comprou, se foi o próprio, e gostaria de saber, para os
membros da CDU perceberem, também, aqui alguma equidade, e naturalmente
porque têm direito a ter essa informação.
Valoriza esta novidade, de uma câmara municipal que até há ano e meio, ou um
ano atrás, não transmitia as reuniões on-line, neste momento já não transmite
apenas on-line para o seu site, mas também on-line para outros sites,
nomeadamente partidários.
Após a discussão do ponto 20, interveio o Sr. Presidente, referindo que aquilo que
pedia à Coligação Mais é que houvesse maior discrição, para que não houvesse
nenhum embaraço, da pessoa que anda a filmar, num ou outro caso, poder estar a
perturbar os trabalhos.
O que diz à Sr Vereadora Regina Janeiro é que não vê que não haja possibilidade
de qualquer força política poder filmar, através do telemóvel ou seja como for, as
reuniões de câmara. Esta é uma matéria que vem já de há muito tempo a esta
parte, de vários mandatos, pelo menos 3, que se lembre, até aos nossos dias, e o
que lhe parece é que sobre estas matérias deve haver alguma discrição, destas
filmagens assim, com zoom, porque, em boa verdade, com os telemóveis, etc., não
há ninguém que não tenha possibilidade de filmar este ou aquele aspeto dum
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evento, uma reunião de câmara, neste caso.
Se houve uma autorização específica, não houve, as coisas aconteceram de uma
forma natural, pareceu que, democraticamente, não havia nenhuma questão a
colocar, mas se da parte dos membros da CDU houver alguma questão, que isto
tenha de ser votado em reunião de câmara, faz-se uma proposta nesse sentido.----
Tendo a Sr Vereadora Regina janeiro questionado quem é que pagou, respondeu o
Sr. Presidente que foi a Coligação Mais.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que era só isso que queria saber.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, pedindo desculpa e referindo que não
percebeu, desenvolveu mais o tema, sendo que a Coligação Mais, desde sempre,
se quer ter imagens do seu trabalho político tem que usar meios próprios.
Terminou, dizendo à Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que aquilo que solicita
é aquilo que está a acontecer, alguma discrição na captação de imagens.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
DESCENTRALIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS NA ÁREA DA EDUCAÇÃO —
Interveio a Sr? Vereadora Regina janeiro, referindo que se está numa escola, a
escola é o espaço por excelência para aprender, costuma dizer que cada vez que
entra numa escola sai sempre mais rica, porque, independentemente daquilo que
se vá lá fazer, aprende-se sempre.
Portanto, até pela congruênCia das intervenções dos membros da CDU, e até
porque sabem que há novidades, gostariam que o Sr. Presidente partilhasse com
os mesmos, naquilo que diz respeito à descentralização de competências na área
da educação, quais são as verbas de financiamento que já recebeu, a que já teve
acesso por parte da tutela, e que possa, naturalmente, partilhar com este órgão.--
Era apenas esta a questão, descentralização de competências da educação e as
verbas.
Após a discussão do ponto 20, interveio o Sr. Presidente, dizendo que se
receberam uns mapas, que não são os definitivos, em que o valor, e até tem
presente o número exato, é de 10 336 490,94€. Esses mapas exigem o finalizar de
um trabalho que se está a fazer com os agrupamentos de escolas, para se ter
certeza destes valores, nas contas da autarquia, para as despesas correntes e para
as despesas que são necessárias fazer, não se estando a falar, naturalmente, de
requalificação das escolas.
Interrompeu a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que se está a falar de
investimento.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que se está a falar das questões de
investimento, de algumas despesas que são necessárias fazer no dia a dia das
escolas, e da avaliação que se fez este valor chega. No entanto, só se quer sobre
isto estar completamente tranquilo, depois do trabalho que vai ser finalizado com
os agrupamentos de escolas, para se terem certezas absolutas, até porque os
mapas, aqueles que foram enviados à câmara municipal, sâo mapas provisórios,
não são definitivos. —
Deste modo, é um trabalho que se tem vindo a fazer, vão-se continuar a fazer
algumas reuniões com o pessoal não docente, no sentido de lhes explicar o que é
que se pretende realizar, O próprio ministério já informou quais são, no seu
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entender, as escolas que têm prioridade de intervençâo, de requalificação.
Assim, ver-se-á como é que esse processo vai evoluir, porque, como se sabe, da
análise que se pediu aos técnicos do DOVI — Departamento de Obras, Viaturas e
lnfraestruturas, de avaliação das necessidades de requalificação de todas as
escolas que não são da competência da câmara municipal, o valor a que se chegou
é de 27 milhões de euros, o que é muito dinheiro. Efetivamente a câmara
municipal não tem condições de o suportar, de acordo com o seu orçamento, nem
é isso que está em causa, mas terá condições de resolver, caso o Ministério da
Educação queira, com a câmara municipal, avançar com a contratualização de
contratos-programa para, como noutras situações, avançar com as obras, e ter-se-
á disponibilidade para o efeito.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que o Sr. Presidente tinha dito
aos membros da CDU que precisava de 700 funcionárias. A uma das perguntas que
fizeram, quais são as necessidades, o Sr. Presidente disse que só em termos de
funcionárias eram 700. Verdade?
Respondeu o Sr. Presidente que são à volta de 600.
Prosseguiu a Sr Vereadora, dizendo que tinha feito a conta a 700, mas faz a 600.
Assim, 600x1 000,00€ (em média, porque há que pagar todos os descontos, pois
há diferentes níveis) x14, dá 8,4 milhões de euros, e o Sr. Presidente está a dizer
que 10 milhões de euros chegam, para custos correntes.
Tomou de novo a palavra o Sr. Presidente, dizendo que são as contas que se
fizeram, mas evidentemente, como acabou de referir, e reforça, está-se a fazer há
meses um trabalho com os agrupamentos. Aliás, às vezes ouve os seus colegas na
Associação Nacional de Municípios Portugueses, e vê que da parte de alguns este
trabalho com os agrupamentos é inexistente.
Quando se avançou com este processo consultaram-se os agrupamentos e tentou-
se perceber qual era a opinião dos mesmos sobre esta matéria, porque são aqueles
que têm uma importância decisiva para que todo este processo corra bem. Foi na
base disso que se foi fazendo o trabalho.
Como já disse, os mapas que enviaram à câmara municipal são provisórios, têm o
valor que têm, e das contas que o executivo fez o valor chega. Agora, há mapas
definitivos, há questões que os agrupamentos também estão a informar, para que
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se possa informar o Ministério da Educaçáo, dizendo que o valor que enviou, por
isto ou por aquilo, não chega, fundamentando, obviamente, não é só dizer que não
chega, é o porquê. Tem que se fundamentar, como é evidente, e duma forma
fundamentada informar o Ministério da Educação que o valor que vai enviar não é
suficiente.
Contudo, como diz, do ponto de visto do executivo chegará, mas é um processo
que ainda não está completamente fechado.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
FORTES E FORTINS DAS LINHAS DE TORRES VEDRAS - FORTE DA CASA
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que ficou surpreendida com a
intervenção do Sr. Presidente da junta, mas é porque de certeza que tem a
informação toda, está, como disse, com o Sr. Presidente todos os dias, contudo,
como é público e reafirma, os vereadores da CDU todas as sextas-feiras, antes das
reuniões descentralizadas, fazem visitas às freguesias, e tiveram oportunidade de
ir ao Forte da Casa e visitar as linhas e os fortins das Linhas de Torres Vedras.
Se para o Sr. Presidente da junta não é uma preocupação, para os membros da
CDU é, e não pode deixar de o manifestar, até porque, como não está com o Sr.
Presidente todos os dias tem de aproveitar estes momentos para poder saber o
que se passa. Ficaram preocupados, é um espaço que está aberto, mas também é
público que é um espaço que na maior parte dos dias não tem uma única visita.---
Só por si seria preocupante, e têm falado disto em relação a outras matérias, ainda
recentemente falaram sobre o 25 de Abril, e só se pode saber para onde é que se
vai se se souber de onde é que se vem e onde é que se está. Como é que se passa
a história do concelho às gerações vindouras? Como é que se dinamizam estes
espaços que existem, porque às vezes há espaços que não existem? Aqui,
efetivamente, existe, e questiona como é que se consegue dinamizar o espaço,
para que os mais novos, pelo menos, está aberto a toda a gente, mas pelo menos
os mais novos, conheçam aquilo que é a história, o nome até da terra onde vivem
ou onde estudam.
Depois, ficaram ainda mais preocupados com o estado da zona envolvente, aquilo
que parece, pelo menos para quem olha, que terá sido um parque infantil, neste
momento está abandonado, os bancos de jardim estão destruídos, há ferros
torcidos, e diria aliás que toda a envolvente com alguma facilidade pode provocar
um incidente, a alguém mais distraído ou a uma criança que corre mais e anda
mais à vontade.
Aquilo não tem relva, tem ervas muito altas, e preocupou-os o facto de nem ser
dinamizado, ser pouco visitado, e, acima de tudo, a envolvente, que torna o espaço
pouco apelativo, pelo que gostariam de saber se o Sr. Presidente tem ou não
alguma situação pensada ou o que é que está previsto para que esta questão
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atinja aquilo que a própria crê que é o grande objetivo, que é a conservação das
ruínas do forte.
Era apenas esta a questão, o forte e a dinamização e conservação do espaço
envolvente.
Após a discussão do ponto 20, interveio o Sr. Presidente, referindo que, como a Sr
Vereadora deve ter reparado, fizeram-se ali grandes investimentos, e estão
previstos outros mais. No entanto, a Sr Vereadora colocou uma questão que tem a
ver, julga o próprio, com o centro interpretativo, e depois passa a palavra à Sr
Vereadora Manuela Ralha para também informar do que se está a fazer e do que
se pretender fazer a esse nível.
Por outro lado deu instruções, e o Sr. Vereador António Félix está a trabalhar nesse
sentido, que o parque infantil que foi destruído, foi retirado, foi vandalizado, seja
substituído, não por um idêntico àquele que existia, mas outro, que se vai lá fazer,
com outras características, mais modernas, mais adequadas, infantojuvenil, mas
não sabe se se vai conseguir este ano. De qualquer modo, disse ao Sr. Vereador
António Félix para avançar com os procedimentos necessários para o efeito.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, dizendo que, relativamente ao
forte do Forte da Casa, ao ex-libris do Forte da Casa, já respondeu algumas vezes,
quando o Bloco de Esquerda a questionou, e a resposta que tem não vem
acrescentar muito mais, vem dizer, em primeiro, que a câmara municipal tem tido
várias reuniões com o Sr. Presidente da junta de Freguesia da União das Freguesias
de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, e desde logo identificaram-se alguns
problemas, o que fez com que a gestão do espaço do centro interpretativo em si,
que estava inicialmente atribuído, no mandato anterior, à união de freguesias,
tivesse passado para as competências da câmara municipal novamente.
Depois, colocou-se uma pessoa, um vigilante-rececionista com formação na área,
no centro interpretativo, para tentar incrementar.
Por fim, aquilo que já respondeu algumas vezes é que se fez uma candidatura ao
programa Valorizar, do Turismo de Portugal, no sentido de fazer um incremento, e
não só no centro interpretativo, desde logo com mesas interativas, trazendo, no
fundo, a exposição para o século XXI, para também motivar os miúdos. Hoje em dia
sabe-se que os museus e os centros interpretativos não podem ser estáticos, têm
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que ter dinâmica, que ter dinamismo, embora o vigilante seja uma pessoa muito
dinâmica nesse aspeto, e haja muitas visitas guiadas ao centro interpretativo
através do serviço educativo, que faz várias iniciativas, desde logo com a escola. --
No projeto Walk the (Global) WaIk, que a câmara municipal tem em parceria com
AlDGlobal, há também projetos com a Escola Secundária do Forte da Casa, com o
centro interpretativo em parceria, e vão surgir agora mais, estando-se à espera
desta candidatura muito especificamente, que venha o resultado da mesma, no
sentido de se poder incrementar aquela exposição e trazer o centro interpretativo
mais próximo dos interesses, até das camadas mais jovens.
Por outro lado, fizeram-se mais 3 candidaturas na Associação Rota Histórica das
Linhas de Torres, à qual Vila Franca de Xira pertence, com os concelhos de Arruda,
Mafra, Torres Vedras, Sobral e Loures, no sentido de fazer acessibilidades aos
fortes, baterias e caminhos, preservá-los, fazer acessibilidade comunicacional, e
também pôr outras estruturas que indiquem onde estão estes monumentos, que
muitas vezes passam despercebidos, para além da limpeza que se faz, também no
sentido de os identificar melhor, pois não se pode continuar a identificá-los da
forma como se identificavam, porque na maior parte dos sítios o vento leva-as,
estando muito sujeitas a vandalismo.
Resumindo, neste momento está-se à espera do resultado destas 3 candidaturas
para se poder passar ao investimento que se pretende nos fortes, sobretudo agora.
Se já se tinha interesse em incrementá-los, agora, sendo monumentos nacionais,
muito mais.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que os membros da CDU. através
da Sr Vereadora Regina janeiro, fizeram um conjunto de observações, percebe
que nesta altura estão a despontar as ervas, que com o sol e a água é só crescer, e
que se haverá de ir lá dar, com certeza, uma mãozinha no centro, mas quer-lhe
parecer que aquilo que é mais urgente resolver são as questões daqueles 2 ou 3
bancos que estão no antigo parque infantil, que estão numa situação dalgum
perigo, urgindo, eventualmente, retirá-los de lá, para que não representem depois
perigo para as crianças ou para os idosos.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MOBILIDADE NA PÓVOA DE SANTA IRIA - CICLOVIA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que, como é do conhecimento de
todos, incluindo da população da Póvoa de Santa Iria, a mobilidade é um problema
central para o desenvolvimento sustentado da Póvoa, e com esta afirmação o que
os membros da CDU querem continuar a defender é exatamente a necessidade de
promoção de uma política que incentive cada vez mais os modos de mobilidade,
designadamente aqueles que assentem em modalidades alternativas ao uso do
transporte individual.
Há quem lhe chame modos suaves de mobilidade e transporte, não se prendem
com a caracterização ou com os conceitos, o que consideram, para simplificar, é
que se deverá ainda dar cada vez mais incremento às ciclovias, aos passeios sem
barreiras, às necessidades de requalificação do espaço público, ao fim e ao cabo, à
garantia duma mobilidade sustentada e universal para todos.
A ser assim, haver-se-á de conquistar um dia destes, atingir-se-á, porque têm o
entendimento que algumas das obras que têm vindo a ser feitas nos últimos
tempos, no município, são de grande valor, um grande alcance no sentido de
atingir este grande objetivo.
Há um ponto que os faz divergir relativamente ao Partido Socialista, é que, tendo
em conta estas necessidades de mobilidade, também têm de se ter em conta as
necessidades das populações, envolvendo a sua opinião, garantindo a sua
participação, mas também, e ao mesmo tempo, garantir e integrar as
características urbanísticas das zonas residenciais.
Chamam à colação este assunto porque faz exatamente hoje, ou no presente mês,
6 meses da suspensão da obra de construção da ciclovia na Póvoa de Santa Iria,
nomeadamente na urbanização da Quinta da Piedade. Em outubro do ano passado
a obra foi suspensa para reavaliação a pedido dos moradores, e eventual alteração
das suas características, tendo em conta, não só as expectativas da população,
mas fundamentalmente alguns constrangimentos da urbanização da Quinta da
Piedade.
De uma forma muito objetiva gostariam de perguntar ao Sr. Presidente o seguinte:
Foi efetuado o levantamento das necessidades de estacionamento destas zonas?
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Se foi, a que conclusão se chegou? Que tipo de propostas de expansão de mais
parques está em cima da mesa, para contribuir para um melhor ordenamento e
oferta de estacionamento na urbanização Quinta da Piedade, já de si com
características muito próprias, e há muito necessitada do reforço da oferta de
estacionamento automóvel, sem prejuízo de algumas medidas de criação de
parques, que vieram a aliviar elevada pressão no estacionamento? Quanto ao
projeto em si, o projeto da ciclovia, houve ou não houve reformulação? Se houve,
de que modo é que ela atendeu às principais preocupações, e suscitadas
particularmente pelas populações? Até à data da suspensão, como é óbvio porque
é uma opinião, e não é uma opinião, é um acesso à informação, quanto é que
custou esta obra? Quanto é que a mesma custará, de acordo com o projeto?
Não é para os membros da CDU o mais relevante, mas, atendendo à característica
deste processo e, acima de tudo, alguma polémica que na opinião que têm poderia
e deveria ter sido evitada a tempo e horas, solicitam também cópia deste projeto. -
Após a discussão do ponto 20, interveio o Sr. Presidente, referindo, relativamente
às questões de mobilidade, que o Sr. Vereador Nuno Libório chamou de
mobilidades alternativas, e parece-lhe interessante o termo, aquilo com que o
executivo se compromete é o que está a fazer. Comprometeu-se em suspender a
continuidade, num determinado troço, da ciclovia, para estudar alternativas, por
um lado, de eventual possibilidade de alteração do troço, e criar condições para
encontrar bolsas de estacionamento. É nisso que se tem estado a trabalhar, e não
é, como o Sr. Vereador deve calcular, simples, dum momento para o outro, ter tudo
pronto. Neste momento tem-se, praticamente, quase tudo pronto, e está-se em
condições de chamar as pessoas para uma reunião, após as eleições, para não
haver conflitos e más interpretações, para que, efetivamente, o trabalho a que o
executivo chegou seja apresentado, e dizer-lhes o que é que se vai fazer.
Esse levantamento de zonas de estacionamento em alguns casos é com mais
lugares de estacionamento, em outros com menos lugares de estacionamento,
porque, como se sabe, o território não é muito generoso, pela ocupação que houve,
num determinado contexto, na Quinta da Piedade. O território foi ocupado com
muitos prédios naquela urbanização, sem, eventualmente, se cuidar, mas também
é verdade, e é justo que se diga, com o rigor que as coisas têm que ser ditas em
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termos de apreciação, que naquele tempo não havia tanto carro, não havia tantas
necessidades de estacionamento.
O que é um facto é que as pessoas, também, muitas das vezes, com a pressa do
dia a dia, principalmente de manhã, para irem para as suas ocupações, às vezes
não põem o carro nas garagens, ou, por outro lado, as garagens às vezes são
ocupadas para outras coisas que não propriamente para parquear as viaturas, e
tudo isto faz com que as necessidades de estacionamento sejam muitas, e nunca
se vai conseguir resolver. Não vale a pena ter ilusões à volta desta matéria, não há
espaço, a menos que se encontrem outras soluções de autossilos e outras
questões desse tipo.
Por isso, apesar das dificuldades encontraram-se algumas bolsas de
estacionamento interessantes, mas não se conseguirá nunca ter estacionamento à
porta de cada um. Isso nunca se conseguirá, as pessoas também têm de ter
alguma compreensão, no sentido de poderem deixar o carro um bocadinho ou um
pouco mais longe da sua residência. Esta compreensão também é necessária para
que as coisas possam correr melhor.
A câmara municipal vai apresentar, por um lado, uma alteração ao troço da
ciclovia, uma interligação que já está pensada desde o início deste processo, de
relação com a EN1O e com as bolsas de estacionamento. É isto que se vai mostrar
às pessoas que enviaram os abaixo-assinados, que vieram a reuniões de câmara
também colocar as questões que entenderam.
Quanto aos custos da suspensão, crê que não haverá custos associados a esta
suspensão. De qualquer modo não está seguro disso, não consegue agora dizer se
há custos, se não há custos. Crê que não há, mas vai saber e depois dirá ao Sr.
Vereador, porque, honestamente, não consegue dizer se vai haver ou não vai
haver. Crê que não haverá, mas é provável que possa haver algum custo.
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ii RAta 028
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
IMPACTOS DA URBANIZAÇÃO VILA RIO - PÕVOA DE SANTA IRIA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que vai terminar colocando mais
algumas preocupações, que crê que serão partilhadas, não só pelo Sr. Presidente
da junta, mas também por toda a população, designadamente aquela que começa
a perceber aqueles que serão os previsíveis impactos da urbanização Vila Rio, na
zona ribeirinha da Póvoa de Santa Iria.
Já começaram os aterros para a construção das obras de urbanização na Vila Rio,
na zona ribeirinha, e hoje, com aqueles aterros, é cada vez mais visível aquele que
será o impacto imediato entre a construção de 606 fogos e aquele que é um
espaço que, na opinião dos membros da CDU, deveria ser mantido a todo o custo,
e a ser urbanizado para usos menos pressionáveis do ponto de vista da oferta de
habitação.
Isto, que é só a maior das urbanizações nos últimos anos aprovada pela câmara
municipal, quando for uma realidade, traduzir-se-á, no mínimo, em 1 200 novos
habitantes, e, também no mínimo, 1 200 novas viaturas automóveis.
Há algumas questões que gostariam de colocar à câmara municipal: Como é que a
câmara municipal pretende resolver o impacto sobre as acessibilidades, quando a
EN1O, hoje, e há muitos anos, já está completamente saturada? Obviamente, não
obstante o grande apoio que dão ao desenvolvimento dessa obra, não será a
estrutura ciclável que está em construção na EN1O que resolverá os problemas de
mobilidade que hoje existem ao longo desta estrada, seja no troço classificado,
seja no troço desclassificado.
Quais são as infraestruturas de educação, de desporto e de cultura, que irão servir
estes novos habitantes? Só a título informativo, releu o protocolo que foi aprovado
em 2013, e o protocolo de 2013 remete para a câmara municipal, exatamente de
forma penosa do ponto de vista financeiro, a responsabilidade para a construção
de todas estas infraestruturas.
Pergunta também à câmara municipal, duma forma muito direta, pois 1 200 novos
habitantes justificarão seguramente, pelo menos, a criação de uma rede escolar:
Para quando é que a mesma está para se construir?
Ainda, quando é que se iniciará a compatibilização desta urbanização com a
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construção do novo viaduto? A propósito disto, também aludindo e recordando o
mesmo protocolo, a câmara municipal assume a responsabilidade pela
disponibilização gratuita, a favor do promotor, dos terrenos para a construção do
viaduto, e assumiu a responsabilidade financeira para comparticipar, em pelo
menos 350 000,00€, num custo máximo, que será suportado pelo promotor, de
2 650 000,00€. Portanto, é um peso pesado também para a responsabilidade da
câmara municipal.
Mais relevante ainda, como é que tudo isto será enquadrado com a manutenção ou
compatibilização com a instalação fabril da Greif, porque não há terrenos, e os que
existem estão hoje ocupados?
Por fim, onde é que serão realizadas as festas da Póvoa de Santa Iria? Neste
momento o aterro ou a dimensão do aterro atingiu a área que esteve projetada
para utilização para campo de festas, no âmbito do plano de urbanização há
também a disponibilização de cerca de 5 00Dm2 para exatamente se construir uma
área afeta a esse fim, mas, até lá, questiona como é que esta situação irá ser
resolvida.
Após a discussão do ponto 20, interveio o Sr. Presidente, referindo que já se falou
várias vezes desta matéria, e quer dizer ao Sr. Vereador Nuno Libório que lá se
está outra vez a falar dos estacionamentos. Há, neste momento, uma alteração
interessante, do passe metropolitano, das pessoas estarem a utilizar menos os
veículos automóveis, as suas viaturas.
Se se verificar, e é um exercício em que foi chamado à atenção pelo Sr. Vice
Presidente, que mora na Póvoa de Santa Iria, onde há uma grande incidência sobre
as questões do estacionamento, normalmente, em muitos arruamentos da Póvoa
de Santa Iria, nalgumas zonas, havia poucos carros estacionados porque as
pessoas utilizavam a sua viatura para irem para os seus empregos, para as suas
ocupações. Hoje em dia esses espaços que estavam vazios neste momento estão
preenchidos, porque as pessoas começaram a utilizar o passe Navegante
Metropolitano. Isto revela que a dimensão ambiental/social do passe
metropolitano, do passe único, está a começar a surtir efeito. Se o Sr. Vereador lhe
perguntar se resolve de todo, responderá que não resolve, mas minimiza, se as
pessoas começarem a utilizar mais o transporte ferroviário para irem,
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principalmente para Lisboa, para outros locais. As pessoas faziam contas, o passe
custava, em alguns casos, mais de 100,00€, neste momento custa 40,00€, e se
calhar, com as contas que se fazem, começa a ser estimulante, em termos
económicos, não utilizar o carro. Evidentemente que só com o tempo é que se vai
avaliar se isto tem um impacto tão importante ou não, mas começa a ter.
Quer dizer ao Sr. Vereador Nuno Libório que, como conhece bem este processo da
Vila Rio, também sabe que é um processo muito antigo, e houve, também da parte
da CDU, num determinado contexto, uma possibilidade de documentos que
chegaram à câmara municipal, de se avançar com uma urbanização naquela zona.
Isto quer dizer que não parece que não seja tão consensual assim, porque num
determinado contexto também a CDU, pelo menos, pensou estudar ou estudou
esta possibilidade, que depois não teve sequência e foi recuperada pelo Partido
Socialista.
Em termos de zonas de cedência, se se verificar, na planta-síntese, está lá um
espaço para zona escolar, pelo que também se pensou que havia necessidade da
construção de uma escola, tendo em vista o número de pessoas que ia para ali
habitar, sobretudo muitas crianças que certamente iam para ali com as suas
famílias. Portanto, há lá um espaço que está previsto para o efeito, não sabe se é
5 000m2 ou 2 50Dm2, não tem presente.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que são 5 000m2.
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que a zona para as festas é mais, são
12 000m2, salvo erro.
Assim, esse espaço existe, tendo em vista a necessidade, porque a urbanização
não vai acontecer de um dia para o outro, vai-se fazendo. A escola só terá sentido
ser construída quando não houver capacidade nas outras escolas do agrupamento
de escolas da Póvoa de Santa Iria, mas está lá o espaço.
Quanto às questões das zonas desportivas e de lazer, foram construídas, e podem
vir a ser ampliadas, naquilo que foi a requalificação da zona ribeirinha, do parque
linear ribeirinho da Póvoa de Santa Iria, que agora teve sequência, até ao limite do
território do concelho, na fronteira com o concelho de Loures. Há muitas zonas
para lazer, também zonas de caráter desportivo, e há um aspeto que é preciso ter
em consideração, a grande parte, uma parte importante, do parque linear
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ribeirinho, pertencia ao urbanizador ou ao proprietário daqueles terrenos onde
agora vai ser desenvolvida a Vila Rio. Se não fosse, de facto, a negociação que foi
feita, não se teria tido a possibilidade de ter desenvolvido aquilo em tempo
oportuno, tendo em vista as candidaturas aos fundos comunitários, e para isso,
como o Sr. Vereador sabe, uma das questões essenciais era que estivesse claro na
candidatura a titularidade do terreno onde ia ser desenvolvida a requalificação da
zona ribeirinha.
Aqueles, salvo erro, 23 hectares, não tem a certeza, mas é um valor apreciável,
foram cedidos no âmbito desta urbanização, se assim não fosse ter-se-ia muita
dificuldade, em tempo oportuno, de conseguir apresentar a candidatura e ela ter
sido desenvolvida. Este é um aspeto, e é fácil de compreender que, se não fosse
esta possibilidade, desta urbanização, dificilmente se teria condições para avançar,
num momento próprio, com o parque linear ribeirinho, onde, como o Sr. Vereador
também sabe, as pessoas fazem a sua marcha, andam de bicicleta, tendo a Praia
dos Pescadores possibilidade de desenvolver desporto, com zonas de lazer.
Quanto a impactos, obviamente que toda aquela zona, que foi votada ao abandono
durante décadas, estava abandonadíssima. Não estava abandonada, estava
abandonadíssima, com todo o saneamento a descarregar ali. Em termos
ambientais, também este processo exigiu que fosse feita uma alteração profunda,
e hoje já se conseguiram resolver alguns problemas graves em termos ambientais,
que lá existiam. Poderá, efetivamente, haver alguns impactos, mas não se têm os
impactos que se tinham duma zona absolutamente abandonada, degradada,
absolutamente degradada, e através deste projeto conseguiu-se, a par e passo, ir
resolvendo. Criaram-se melhores condições para a comunidade Avieira, construiu-
se também, no âmbito deste processo, um bairro para os Avieiros, criando-se uma
vivência, em termos sociais, completamente distinta do que se tinha.
Crê que tudo o que já se fez tem beneficiado em muito a população, que hoje tem
um acesso ao rio que não tinha, até porque não era apetecível vir para uma zona
absolutamente degradada, com o saneamento, os esgotos, a despejarem
diretamente para aquela zona.
No que respeita ao viaduto, é uma questão que ficou, da responsabilidade da
câmara municipal, de encontrar as soluções para o efeito, é nisso que se está a
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trabalhar, inclusivamente vai em breve marcar uma reunião com a Greif, para
estudar questões que têm a ver com a própria empresa, mas também esta, para
ver se se consegue encontrar uma solução. Aliás, tendo em vista as dificuldades de
espaço ali para o novo viaduto, desde já está-se a pensar estudar outra zona mais
adequada, mas é uma matéria que se está a pensar fazer.
No que diz respeito aos protocolos existentes, também é verdade que esta
empresa, a Teixeira Duarte, tem obrigações que se prendem, por exemplo, com a
ligação da Póvoa até Alverca através duma via, que é a V42, sendo que, se o
próprio tem presente, pois não tem tudo presente, é tanta coisa e nem sempre
está a olhar para esses processos, como é evidente, a obrigação da TDVia, da
Teixeira Duarte, é a colocação das cargas para fazer a via, fazer o projeto para a
construção dessa mesma via, e depois será a câmara municipal a fazer a via
propriamente dita. São tudo situações que estão expectantes para se irem
resolvendo.
O Sr. Vereador dir-lhe-á porque é que não está feito, e o que responde é que não
está feito porque não é possível fazer tudo, de acordo com a velocidade que se
desejaria. Aliás, esta V42 será a via estruturante de ligação ao nó dos Caniços, que
vai aliviar bastante e ser uma alternativa ao troço da EN1O, entre os Caniços, a
rotunda dos Caniços, por essa zona, e também Alverca, na zona de ligação à OGMA
e à própria estação dos caminhos de ferro.
Se o Sr. Vereador lhe perguntar se vai ter impactos, vai, mas, ponderando uma
coisa e ponderando outra, crê que vale a pena melhorar consideravelmente todo
aquele território, porque de outra forma iria ficar ali também mais umas décadas
abandonado, sem proveito para ninguém.
Assim, é aquilo que pode dizer sobre esta matéria, sendo provável que ainda não
tenha respondido completamente como o Sr. Vereador desejaria.---—
Ainda lhe falta responder a uma questâo, das festas da Póvoa, tem falado com o
Sr. Presidente da junta, e já se fixaram duas ou três possibilidades de fazer as
festas. já manifestou ao Sr. Presidente da junta qual é a opinião da câmara
municipal sobre as festas, crê que podem aproveitar do muito que já se fez
naquela zona, em baixo, mas o Sr. Presidente da junta, dos três cenários de que se
estiveram a conversar, vai-lhe dizer o que é que pretende, para também a própria
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e Fl.Ata O3Reunião de 2019/04/30
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câmara municipal poder ajudar, para que as festas da Póvoa tenham o mesmo
brilho que sempre tiveram.
Assim, sobre esta matéria é o que quer dizer.
Perguntou o Sr. Vereador Nuno Libório se o Sr. Presidente lhe permite só que
coloque uma ou duas questões.
—
Respondeu o Sr. Presidente que com certeza.
—
Continuou o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo ainda que é só sobre este
assunto.
—
Pediu o Sr. Presidente ao Sr. Vereador para então lhe dizer o que é que pretende,
sendo que hoje é um dia especial.
Interveio o Sr. Vereador, dizendo que crê que vale a pena aproveitar a
oportunidade de ter um bocadinho mais de tempo.
Assim, começava exatamente sobre esse protocolo, em que na câmara municipal,
por maioria, com os votos contra dos membros da CDU, aprovaram-se,
efetivamente, como o Sr. Presidente disse, dois protocolos, um para a criação da
acessibilidade através de viaduto, a servir diretamente a futura urbanização, e um
outro protocolo para, não como o Sr. Presidente disse, e pede desculpa estar a
retificá-lo, subsidiar a construção da V42, mas antes para fazer a delimitação em
termos de ordenamento do território do canal rodoviário, e reserva e
disponibilização dos terrenos assim que a operação de loteamento esteja
aprovada.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que não revisita há muito tempo esses
documentos, mas tem de memória algo, em como punha lá os aterros necessários
para a carga.
Retomou a palavra o Sr. Vereador, mencionando que até pode ser assim, mas,
efetivamente, esse pormenor, de grande relevo, não está considerado no protocolo
de que o próprio tem conhecimento, é reserva de terrenos só, mas obviamente
dependente, naturalmente, da primeira cláusula, que é a autorização de ocupação
no âmbito da operação de loteamento. Agora, tudo o mais é da responsabilidade
da câmara municipal, mas é só para precisar, para não ficar também a ideia.
Disse o Sr. Presidente que o terreno também é deles.
Continuou o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que sim, mas também faz parte do
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canal de servidão rodoviária e ferroviária estipulada pelo Plano Diretor Municipal.
Portanto, é para perceber, às vezes, quando se faz determinado tipo de críticas, e
não é porque mova aos membros da CDU alguma coisa contra alguém,
designadamente contra este promotor, mas há regras, e o Plano Diretor Municipal
é um instrumento eficaz para se definir aquilo que pode e aquilo que não pode
acontecer, do ponto de vista da ocupação e do uso do solo.
Assim, esta área nunca poderia servir, por exemplo, para uma ocupação de
natureza urbanística parecida ou idêntica àquela que se está agora a apreciar,
como também, e o Sr. Presidente permitir-lhe-á que lhe faça esta pequena
observação, muito às vezes se fala de que esta operação de loteamento veio
permitir a criação do parque urbano da Póvoa de Santa Iria, e os membros da CDU
acrescentam que ainda bem que ele existe. É um parque de lazer que serve a
Póvoa de Santa Iria, o Forte da Casa, todos os habitantes do concelho de Vila
Franca de Xira, e não só, dos melhores parques que se têm nesse momento na
Área Metropolitana de Lisboa, mas antes de ser parque era uma zona de infiltração
máxima, é área de jurisdição portuária, e é uma área inundável, portanto, em
nenhuma circunstância, quer com o PDM de 1993, quer com o PDM já aprovado
pelo Partido Socialista, quer com o futuro PDM, se poderia criar qualquer tipo de
condição para edificabilidade naquela zona.
Portanto, esta cedência, que acabou por acontecer no âmbito duma operação de
loteamento, não significa mais do que a tradução daquilo que efetivamente acabou
por acontecer, e que ainda bem que aconteceu.
O Sr. Presidente dir-lhe-á que os terrenos não eram públicos, eram privados, e
vieram à posse do município para utilização privada no âmbito duma contrapartida,
e isso é outra questão, mas também, para não se ficar com a ideia que às vezes se
tenta transmitir, de que houve alguma intenção benemérita do promotor
imobiliário, porque efetivamente não houve, aquilo que ele fez era uma obrigação
legal, decorrente desta operação ou doutra qualquer operação de loteamento
nesta mesma área. Só lhe faltou acrescentar uma situação, é que é uma zona
inapta ou muito condicionada à construção, portanto, nada daquilo que hoje está a
acontecer poderia acontecer na zona do parque urbano, ao contrário do que foi
feito com a alteração da delimitação das áreas inundáveis, exatamente para área
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de implantação onde vão nascer os 606 fogos.
—
Isso agora era outra conversa, o Sr. Presidente às vezes não gosta que os membros
da CDU se recordem de alguns factos históricos que aconteceram no concelho,
mas sobre isso também queria dizer algo, porque este assunto até já foi discutido
no contexto do órgão autárquico da freguesia, e até gerou alguma polémica entre
a bancada da CDU e o Sr. Vice-Presidente. Crê que não há mal nenhum em haver
polémicas, divergências de opinião, é muitas das vezes no confronto das ideias que
se apura, não só uma opinião, como se tomam as melhores decisões, mas o Sr.
Presidente, hoje, disse exatamente aquilo que efetivamente foi o que aconteceu, e
o próprio queria registar isso, para que não haja, a partir da intervenção do Sr.
Presidente, mais nenhuma tentação por parte dos seus vereadores, do P5, de
quererem colocar sobre a CDU responsabilidades que nunca existiram.
—-
Tendo o Sr. Vice-Presidente se manifestado, continuou o Sr. Vereador, dizendo que
é uma coisa impressionante, gera um certo desconforto, e, sinceramente, ainda
haverá um dia que consiga compreendê-lo.
Pediu o Sr. Presidente ao Sr. Vereador para terminar.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que tenta sempre terminar, mas
gera risota por parte de alguns dos seus companheiros, e enfim, as ações ficam
para quem as pratica. Não se ri de nenhuma intervenção, pode não gostar de
nenhuma delas mas tenta não se rir, por uma questão de respeito, que foi aquilo
que lhe ensinaram.
Dirigindo-se ao Sr. Vice-Presidente, referiu que sim, e que escusa de estar com os
apartes, porque também tem boa audição.
—
Continuou, mencionando, quanto à ocupação que estava prevista no PDM de 1993,
que era uma unidade diversificada de ocupação.
—
Interrompeu o Sr. Presidente, referindo que deu oportunidade ao Sr. Vereador para
esclarecer algumas questões.
Respondeu o Sr. Vereador que queria ajudar, contribuir, com o conhecimento de
causa da bancada da CDU.
Disse o Sr. Presidente que está a ouvir o Sr. Vereador com toda a atenção,
Pediu o Sr. Vereador Nuno Libório ao Sr. Presidente que então o deixe terminar,
pois garante que aquilo que vai dizer é rigoroso.
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Interveio o Sr. Presidente, mencionando que aquilo que o Sr. Vereador está a fazer
é uma segunda intervenção, mas que continue.
Prosseguiu o Sr. Vereador, referindo que existiu, no âmbito do Plano Diretor
Municipal de 1993, uma unidade de ocupação diversificada, como o Sr. Presidente
se recordará, houve, inclusivamente, uma tentativa de elaboração de um plano de
pormenor. Para toda esta área, efetivamente, até à zona de Alverca, existia um uso
diversificado de atividades, designadamente da área económica, mas por razões
ambientais e dúvidas próprias criadas dentro da gestão CDU, esses planos
acabaram por ser abandonados, porque a CDU fez uma reflexão séria sobre as
atividades que faziam sentido no âmbito da ocupação de um território que achava,
e continua a achar, que é estratégico.
Portanto, nunca aprovou, nem nunca aprovará, nenhuma edificação que fira a
sustentabilidade económica, mas, fundamentalmente, os valores ambientais em
presença, que existem naquele local.
O Sr. Presidente, para justificar esta operação de loteamento, acredita que as
medidas conquistadas com a adesão e utilização massiva do passe social
metropolitano poderão trazer consequências para esta e para outras urbanizações,
e é bom que assim seja, os membros da CDU acreditam que assim será, mas não
deixa de ser crível esta constatação, de que 1 200 viaturas aparecerão de imediato
no âmbito da ocupação, mesmo que prevista por 4 fases, dentro desta
urbanização, no contexto duma utilização familiar.
Assim, está-se a falar de um acrescento de pressão urbana e urbanística para a
qual a câmara municipal deve ter responsabilidade.
Depois, e mesmo para terminar, deve dizer que agora o caminho está mais fácil
para o promotor, porque a câmara municipal assumiu a responsabilidade de quase
4 milhões de euros para fazer esse parque urbano, que ainda bem que existe,
assumiu a responsabilidade para encontrar terrenos para a construção de um
viaduto que ainda não existe, se calhar pondo em perigo até a própria manutenção
da Greif, como o Sr. Presidente, de certa forma, já deu a entender, que o melhor
será estudar outra alternativa. A câmara municipal já assumiu o compromisso que
vai ser a dona da obra para a construção desse viaduto, o que quer dizer que
quando a empreitada for lançada tem de ter, no mínimo, os 2 650 000,00€ para
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avançar com a obra, e a promotora TDV1a pagará em função da rentabilidade
comercial, que é aquilo que está definido neste mesmo protocolo. Portanto, o
caminho está muito fácil para este promotor, seja a TDVia ou outra qualquer TDVia,
e é isso que os membros da CDU não gostariam que acontecesse.
O Sr. Presidente interveio, referindo que apetecia dizer ao Sr. Vereador que
também para o promotor José Maria Duarte Júnior foi tudo muito fácil, para fazer
tudo aquilo que fez na Quinta da Piedade, e que fez com que haja dificuldades de
estacionamento.
Quer evitar este tipo de conversas, mas o Sr. Vereador obriga-o a dizê-las. O Sr.
Vereador refere a zona onde o parque linear ribeirinho se desenvolveu e foi
requalificado, considera-o, e a CDU, através da sua pessoa, o que o próprio regista,
um dos melhores parques urbanos da Área Metropolitana de Lisboa,
provavelmente do país, aliás foi premiado internacionalmente, mas só foi possível
construir porque se aproveitaram avisos e candidaturas que na altura estavam
disponíveis de fundos comunitários, e teve que se apresentar uma declaração, em
como os terrenos estavam disponíveis e eram da câmara municipal. A questão é
exatamente essa, ou se aproveitava aquela oportunidade ou não se tinha o parque
linear ribeirinho como se tem hoje. Isso é incontestável.
Que isso foi feito no âmbito duma negociação apertada, difícil, que veio várias
vezes a reunião de câmara, é verdade, agora, o promotor da urbanização
naturalmente que negoceia com a câmara municipal para se encontrar o equilíbrio
e as formas daquela urbanização poder ser boa para todas as partes. Quando um
privado quer investir no concelho têm que se criar as condições para que ele
invista, mas, ao fim e ao cabo, também possa responder a algumas necessidades
que, de acordo com uma iniciativa urbanística, possa resolver, em termos de
acessibilidade, etc.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, pedindo ao Sr. Presidente para fazer só uma
perguntinha.
Perguntou o Sr. Presidente como é que se vai acabar esta conversa, ao que o Sr.
Vereador respondeu que acaba já.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que tenta fechar o processo, ao que o Sr.
Vereador disse que é só uma perguntinha.
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O Sr. Presidente interveio novamente, referindo que esta conversa e este diálogo
dava horas, e efetivamente as pessoas certamente que querem ouvir outro tipo de
coisas, mas o Sr. Vereador que lhe diga.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que o Sr. Presidente vai-lhe deixar
que faça esta perguntinha, ao que o Sr. Presidente respondeu que então faça, se o
próprio souber responder.
Continuou o Sr. Vereador, referindo que com a exceção da 3 fase da Quinta da
Piedade, que é a zona do Casal da Serra, e independentemente de juízos de
opinião que à luz de passados mais de 30 anos se possam fazer sobre estas
matérias, pergunta ao Sr. Presidente se aquilo que agora vai dizer é ou não é
rigoroso. A pergunta é esta: É ou não é verdade que os loteamentos de que o Sr.
Presidente acabou de falar são anteriores à existência duma câmara municipal
eleita democraticamente, portanto, anteriores a 1976?
Respondeu o Sr. Presidente que, assim como o Sr. Vereador disse há pouco, é
irrelevante.
Perguntou o Sr. Vereador Nuno Libório se é irrelevante.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que é irrelevante, vai explicar porquê, e um
dia poderão visitar a ocupação que os Srs. Vereadores da CDU queriam fazer,
desde a Póvoa até ao Forte da Casa, até Alverca. Estava lá, era uma coisa
monstruosa, no entanto arrepiaram caminho, mas também podiam ter arrepiado
caminho na Quinta da Piedade. Não o fizeram, está lá o que está, e agora são as
dificuldades de encontrar estacionamento, as dificuldades de se querer ter
mobilidade alternativa, e depois as pessoas dizem que lhes estão a tirar o
estacionamento, são essas coisas todas.
—
Assim, há todo um contexto, e nestas matérias muitas das vezes também se tem
de olhar o que é que fizemos, o que é que deixámos fazer, etc., pois lembra-se
bem o que é que lá estava, aquilo era uma coisa duma dimensão imensa, e ainda
bem que se calhar retrocederam.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que naturalmente.
O Sr. Presidente interveio, dizendo que retrocederam, mas também podiam ter
retrocedido na Quinta da Piedade.
Terminou, referindo que irá responder às questões levantadas pelo Sr. Vereador
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Mário Calado, e o que diz ao Sr. Vereador Nuno Libório é que foi uma boa conversa.
Disse a Sr? Vereadora Regina janeiro que não acabou.
Respondeu o Sr. Presidente que ainda bem, para as pessoas que estão a ver. As
pessoas que estão a ouvir dizem “bom, há outras coisas que os outros vereadores
perguntaram, e aqueles dois estão ali, fixados naquilo”.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que só no final, ao que o Sr. Presidente disse
também que só no final.
Interveio de novo a Sr Vereadora, após a intervenção do público, dizendo que
costuma dizer, e reafirma, que só a verdade é revolucionária, pelo que não
consegue, nunca, afastar-se da verdade, e procurará dar apenas factos. Sobre a
Quinta da Piedade, os primeiros alvarás são de 72, 73, antes do 25 de Abril de
1974, ou seja, havia um direito adquirido.
O PDM é de 1993, e foi aprovado por unanimidade, é outro facto, e aliás, até o
Partido Socialista ganhar as eleições todos os vereadores, de todas as forças
polfticas na câmara municipal, tinham pelouros, todos, foi uma alteração que
aconteceu apenas após a vitória do Partido Socialista na câmara municipal.
Reafirma também que, com todos os defeitos que a Quinta da Piedade pode ter, e
está-se a falar de um projeto, ou de uma urbanização que dista no tempo até hoje
cerca de 30 anos, é também, ainda hoje, a urbanização do concelho que mais
respostas sociais tem, instalações para pessoas portadoras de deficiência,
instalações para os bombeiros, escolas, terceira idade, primeira infância. Isto são
factos, não há como desmentir.
Sistematicamente quer-se comparar, quando se tem algum interesse, que confessa
não consegue perceber porquê, e continua a não perceber porque é que se está a
comparar sempre uma urbanização que se constrói, ou a que se dá autorização
para construir, em 2019, numa fase em que o Tejo, infelizmente, já não serve como
meio de transporte das mercadorias que se construíam no concelho ao longo do
rio, porque era aí que existiam as fábricas, e essas fábricas estão desativadas.
Está-se a comparar aquilo que hoje pode ser entendido, à luz de todo o
desenvolvimento urbanístico da Europa, e do próprio país, e podem-se ir buscar
programas comunitários, dos primeiros, como por exemplo o Programa Polis, que
foi dos primeiros, e que diz, claramente, que as cidades têm de estar viradas para
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o rio e não contra os rios. Contudo, o que se está a construir ou a permitir construir
é uma parede, que vai criar um obstáculo da ligação novamente da Póvoa ao rio,
um crime que existiu no início do século XX, no final do século XIX, fruto, única e
exclusivamente, da instalação da indústria à beira do rio, porque era aí que se
escoavam as mercadorias.
Ao comparar coisas que distam 30 anos no tempo, não respeitando todas as
evoluções que passaram à volta, confessa que a sua dificuldade é única e
exclusivamente entender porque é que se faz esta comparação. Com que intenção
se faz esta comparação?
Relativamente às filas de trânsito, o Sr. Presidente disse que tem falado com o Sr.
Vice-Presidente, que mora na Póvoa, e convida-o a ir com a própria, a sair da
autoestrada na Póvoa, porque ainda hoje teve oportunidade de ver os quilómetros
de fila que estavam para sair da Póvoa. Ainda hoje viu, o Sr. Presidente estava a
dizer que confiava na palavra do Sr. Vice-Presidente, pensa que também confia na
da própria, e, mais do que confiar, pede-lhe para ir consigo um dia.
Até tinha pensado, antes do período antes da ordem do dia, sinceramente, e não
está a brincar, está a falar a sério, depois não escreveu e passou-lhe, sugerir que
se fizesse, à saída da Póvoa, aquilo que o Sr. Presidente fez, e na sua opinião bem,
junto à saída do Bom Sucesso, de quem vem para a autoestrada. Que se ponham
polícias sinaleiros, e há muito tempo que não via polícias sinaleiros, mas fica muito
contente, porque pensa que se está, efetivamente, a dar um contributo para a
resolução do problema do trânsito em Alverca.
Contudo, a Póvoa não está melhor, vão-se ter 1 200 pessoas, no mínimo 600 fogos,
porque se está a partir do pressuposto que apenas duas pessoas por casa têm
fogos, quando hoje não se sabe qual é a realidade.
Se o Sr. Presidente está tranquilo com esta decisão, se pensa que todas as
medidas vão ser acauteladas de forma a não prejudicar ainda mais quem vive na
freguesia da Póvoa, os membros da CDU não estão. A postura que têm, ao longo
deste ano e meio, tem sido de construção e ajudar a construir, e já ajudaram, em
diferentes momentos, o que até o Sr. Presidente já referiu, numa crítica
construtiva, de ajudarem a fazer melhor para bem das populações. Se o Sr.
Presidente considera que está tudo salvaguardado, que a defesa dos interesses
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das populações está salvaguardada, não deixarão de intervir sobre esta matéria,
porque não estão de acordo, e, naturalmente, não podem concordar.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que sobre esta questão já teceu as
considerações que achava oportunas, de qualquer modo o que ali está previsto não
é nenhuma parede, são edifícios que estão separados, e há grandes canais de
observação, que permitirão às pessoas continuarem a ter acesso visual ao rio.
Pode informar que é uma situação semelhante à que existe no Parque das Nações,
na fronteira entre Loures e Lisboa. É uma situação relativamente semelhante.
A CDU fará aquilo que entender, em termos políticos, relativamente a esta matéria,
está-se convicto que esta solução é equilibrada, que vem permitir e permitiu,
sobretudo, aquilo que já lá está feito, que doutro modo dificilmente se conseguiria.
Quanto ao futuro, cá se estará, uns provavelmente ainda nestas funções, outros
ainda vivos, espera, para verificarem como é que toda aquela zona vai nascer,
como é que se vai desenvolver, e o que é que as pessoas pensam do que foi feito.-
Sobre as comparações de uma coisa para outra, aquilo que quer dizer é que se
poderiam, apesar de tudo, ter anulado alvarás, Já aqui se anularam alvarás, poder-
se-ia ter anulado, e aliás com o mesmo promotor, José Maria Duarte Júnior. Está-se
a lembrar de um, mas há mais.
Provavelmente, se a situação era assim tão incomodativa poder-se-ia ter anulado o
alvará. É evidente que anular um alvará traz condições tremendas e difíceis, muito
complicadas, reconhece isso, mas poderia ter acontecido e poder-se-ia ter
repensado a própria urbanização. Contudo, foi o que foi.
—
O executivo PS pensa que a Vila Rio vai trazer ali uma outra modernidade, outra
atratividade das pessoas da Póvoa para aquela zona, com o comércio que se vai ali
estabelecer, que vai atrair ainda mais pessoas para ali, não só do concelho, como
de outras partes, doutros concelhos vizinhos, e cá se estará para ver se
efetivamente foi uma má opção ou foi uma boa opção.
Parece-lhe que é uma opção equilibrada, que vem ao encontro de muitas das
questões que se têm vindo a falar ao longo de muitos anos, pois não se está a falar
de agora, está-se a falar de há muitos anos. Foram ouvidas todas as opiniões e
muitas delas foram incluídas no processo final, e julga que está acautelada a
maioria das preocupações que a COU colocou.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MOUCHÃO DA PÓVOA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dando os bons dias e cumprimentando, na
pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, não sem antes fazer uma referência
especial à presença do Sr. Presidente da Junta de Freguesia da Póvoa de Santa Iria
e Forte da Casa, seu antigo colega de função.
Prosseguiu, mencionando que vai fazer a abordagem a uma questão, mais uma
vez, que é de facto muito preocupante, e que as pessoas da Póvoa, mas pensa que
duma forma geral todos os habitantes do concelho, tomarão como uma sua
preocupação.
Está a falar do mouchão da Póvoa, e recorda, duma forma muito breve ou o mais
breve que lhe for possível, estando sempre a retomar este tipo de situações porque
tem dificuldade em desligar do facto de ter sido presidente de junta e agora estar
aqui nesta função, mas há uma ligação normal, tendo em conta os assuntos de que
foi tendo conhecimento, e que foi, à medida do possível, tentando tratar à sua
maneira e à maneira da então responsabilidade que tinha na junta de freguesia.
Enquanto presidente de junta, e em reuniões de câmara como aquela que está a
ocorrer, lembra-se de ter sido até, diria mesmo, maltratado, e até responsabilizado,
pelo facto de ter acontecido o que aconteceu àquele mouchão, e de nada ter feito
para o contrariar, como se fosse possível a um presidente de junta mudar alguma
coisa de que a natureza se estava a apossar, da forma que todos conhecem.
Lembra isso com alguma tristeza, e recorda também que, por via disso e dessa
polémica então suscitada, visitou o mouchão da Pávoa, entrou lá mesmo com um
barco, com um amigo pescador da Póvoa, que toda a gente deve conhecer,
principalmente da Póvoa, e não vai dizer o nome mas é uma pessoa muito popular
e conhecida. Esse amigo levou-o ao mouchão da Póvoa, e teve oportunidade até de
fazer lá um pequeno vídeo, que depois também teve oportunidade, e fé-lo com
todo o prazer, de oferecer esse pequeno vídeo que fez nesse dia ao Sr. Presidente
e às forças polfticas representadas nesta câmara municipal.
Nessa altura aquilo que existia era um rombo com cerca de 80m, 90m de
comprimento, não tinha mais, hoje a situação é aquela que se sabe, e
naturalmente que na sexta-feira, no dia em que os membros da CDU fizeram a
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RAta 043
M RÃ Reunião de 20 19/04/30
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visita, mais uma vez, à freguesia da Póvoa, tiveram aquela conversa que sempre
têm com a população, e neste caso com os pescadores e a sua associação. De
facto, esta continua a ser uma preocupação muito grande dos povoenses, e
sobretudo dos pescadores, pois sentem aquilo um pouco mais, até pela vida que
têm, pela ligação que têm ao Tejo e àquela zona do território do concelho de Vila
Franca de Xira.
Portanto, a questão que gostaria de colocar é que pensa que há um ano, em abril,
o Sr. Presidente terá dito ou dado notícias que as obras iriam arrancar em abril de
2018, mas tinha sido uma informação antes, e a verdade é que passaram 3 anos e
tal desde este acontecimento nefasto no concelho, e aquilo que conhecem é a
situação que é a atual, nada mudou, nada se alterou, nada acontece.
Depois também de quase um ano sobre a visita do Sr. Ministro do Ambiente, e
estando tudo na mesma, a situação aliás piorou, por informação dos pescadores, e
pensa que até o Sr. Presidente já tinha dado conta também disso numa anterior
reunião, o rombo do dique já chegou à zona a montante do mouchão.
Para os membros da CDU não há nenhuma dúvida sobre a propriedade daquele
espaço, para os mesmos é do domínio público marítimo, é do Estado, e a questão
que se coloca agora é se há alguma perspetiva de quando é que a obra irá
acontecer, que informações é que o Sr. Presidente tem, pois é uma situação, na
sua opinião, já insustentável. Não sabe, mas tem até já um bocadinho de vergonha
de falar destes assuntos, porque pensa que é uma coisa absolutamente
inacreditável, tendo em conta o estado a que aquele mouchão chegou.
Assim, pergunta ao Sr. Presidente quais são as últimas notícias que tem acerca
deste assunto, e para quando é que está então previsto que a obra se inicie ali
naquele mouchão, tão importante para o concelho de Vila Franca de Xira.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, após a discussão do ponto 20, dizendo que o Sr.
Ministro, numa audição que foi feita há pouco tempo na Assembleia da República,
referiu que este foi um processo que não correu bem, são aquelas coisas mal
amadas, e por muito bem-intencionado que por vezes se é, às vezes não se
consegue evitar que as coisas não corram bem, que foi o caso.
O Sr. Ministro do Ambiente veio a Vila Franca de Xira, no ato de consignação, dizer
publicamente que o processo ia avançar e que as obras iam começar, sendo que o
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próprio, a convite do Sr. Ministro, acompanhou-o, e disse-lhe, na altura, “muitos
parabéns por ter conseguido resolver este assunto”. Passou-se 1 semana, 2, 1
mês, 3, 4, e nada, a única coisa que lá estava era a montagem de um escritório da
empresa que ia fazer a obra. Ainda andou a pedir a um dos senhores que lá está,
com uma oficina de reparação de automóveis, que tirasse os carros que estavam lá
já há muito tempo, e foi a única coisa que aconteceu até aos dias de hoje.
O Sr. Ministro, na audição, e ao próprio, já disse que efetivamente teve que se
fazer um novo projeto e lançar novo concurso, e é aquilo que pode dizer.
Lamentam todos, e é o primeiro a lamentar, juntando-se a todos aqueles que
acham que é uma situação que devia ter sido evitada, sendo que a pior coisa que
pode haver é um espaço que não tem dono, que ninguém trata dele, e há décadas
que anda assim. Isto se calhar serve de reflexão, para perceber se às vezes, com o
grande afã ambiental e ecológico, se está a passar ao lado de possibilidades de
poder utilizar aqueles mouchões como eles já tiveram utilidade há cento e tal anos,
ou há talvez menos, em termos agrícolas, e outros fatores que poderiam
perfeitamente manter toda a zona do valado, evitando que houvesse aquilo que foi
o rombo desse mesmo valado, dessa mesma zona de proteção.
Aquilo tem um sistema de comportas muito engenhoso em termos de engenharia
hidráulica, e quando funcionava evitava que houvesse este tipo de problemas.
Essas comportas e esse sistema deixou de funcionar, agora está-se perante uma
situação grave, que provavelmente se evitava se lá estivesse alguém a utilizar o
mouchão para atividades agrícolas ou outras, com o bom senso que se tem de ter,
porque no passado houve para ali ideias que não eram absolutamente aceitáveis,
muitas que não eram aceitáveis, mas havia outras que provavelmente tinham
sentido e evitariam que isto que está a acontecer acontecesse. Havia alguém que,
diariamente, tinha obrigação de andar a ver como é que o sistema de comportas
estava a funcionar.
Assim, a única coisa que quer dizer ao Sr. Vereador Mário Calado é que lamenta
profundamente o que está a acontecer, e o Sr. Ministro, de acordo com aquilo que
disse ao próprio, referiu que é a situação que tem entre mãos das que mais
preocupações lhe tem dado, porque confiou num determinado projeto, em que foi
lançado um concurso, considerando (como às vezes o próprio considera sobre o
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que lhe é proposto, pois não tem a obrigação de tecnicamente perceber de tudo,
tem algumas ideias, mas não tem condições de, tecnicamente, dizer que este
projeto não está bem, ou coisa que o valha) que o projeto estava em condições de
poder avançar para um concurso para fazer a obra. Não estava. —
Na última reunião da assembleia municipal, crê que foi a última, aprovou-se, por
unanimidade, salvo erro, uma proposta para apurar responsabilidades do que é
que aconteceu, foi enviada para todas as entidades que estavam também referidas
na própria proposta, e espera, sinceramente, que um dia se saiba o que é que
aconteceu, e quem é o responsável por isto. É, diga-se, uma situação de caráter
ambiental muito grave, e espera que um dia essa matéria seja apurada, para evitar
situações futuras.
Interveio ainda o Sr. Vereador Mário Calado, mencionando que ouviu com toda a
atenção as explicações que o Sr. Presidente deu.
Referiu o Sr. Presidente que não foram propriamente explicações.
Prosseguiu o Sr. Vereador, dizendo que não, foram constatações também, de que
nada avança naquele particular, mas não tem nenhuma dúvida que o Sr.
Presidente sempre que tiver oportunidade pressionará, tanto quanto possível, junto
do Ministério do Ambiente, para a resolução daquele assunto. Aquilo que gostava
de pensar, e que todos gostavam de pensar, não só a CDU, mas com certeza toda
esta câmara municipal, é que eventualmente ainda este ano acontecesse algo
naquele mouchão.
É essa a perspetiva que gostaria de deixar, se de todo em todo é possível fazer
alguma pressão, ou outro tipo de pressão qualquer, e se calhar uma pressão
popular exerceria com certeza, ou teria, melhores resultados. Se calhar um dia ter-
se-á que caminhar para aí, porque aquilo que se está a perceber é que se vai de
projeto em projeto até à destruição final do mouchão, o que é lamentável.
Assim, espera que o Sr. Presidente, sempre que tenha oportunidade, junto do Sr.
Ministro faça ver da importância e da urgência em resolver aquele assunto.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
COMUNIDADE AVIEIRA DA PÓVOA DE SANTA IRIA
Interveio a Sr Vereadora Luísa Fajardo, dando os bons dias e cumprimentando, na
pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes e quem está a seguir a reunião on
line, dizendo que no seguimento da visita que os membros da CDU fizeram à
freguesia da Póvoa antes desta reunião passaram na comunidade Avieira, para
conhecerem melhor o trabalho realizado, bem como pela associação.
Em primeiro lugar, é preciso valorizar o esforço desta comunidade para dar a
conhecer as suas tradições avieiras, o que faz com grande dedicação e empenho,
sendo de lamentar os furtos que têm vindo a acontecer no local, incluindo alguns
atos de vandalismo.
Também é preciso olhar com mais atenção para os problemas que afetam esta
comunidade, como por exemplo é preciso saber quando serão efetuadas as
dragagens ao rio, que são da responsabilidade da administração central, APL.
Neste sentido, perguntam se já há alguma informação sobre essa iniciação.
Depois, questionam que tipo de soluções estão pensadas, como as instalações da
porta de maré, junto à rampa de varadouro, para garantir o acesso às
embarcações.
Interveio o Sr. Presidente, após a discussão do ponto 20, referindo que o Sr.
Vereador Mário Calado falou sobre a comunidade Avieira, que neste momento está
com um problema grave, pois o seu presidente está com um problema de saúde
complicado, e foi por isso mesmo que se adiou a inauguração daquilo que a Sr
Vereadora Manuela Ralha há pouco referiu, da exposição Traços do Rio.
Traços do Rio tem muito a ver com a comunidade Avieira, queria-se muito que o
seu presidente estivesse presente, e no dia 28, em que estava prevista a
inauguração, estava a caminhar para Fátima numa questão de fé, para que a
situação de saúde que tem possa não ter as consequências graves que poderá vir
a ter.
Sobre os Avieiros já falou na anterior questão, levantada pelo Sr. Vereador Rui Rei,
e pede perdão, não é Rui Rei, pede desculpa ao Sr. Vereador Nuno Libório, pois não
só o nome é tão diferente, como as personalidades.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que ainda por cima já não é a primeira vez que o
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Município ÃI Proc2
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de 7 VIVila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
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Sr. Presidente o faz.
Respondeu o Sr. Presidente que não sabe porquê.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que em psicologia chama-se um ato falhado,
e é preocupante. —
Interveio o Sr. Presidente, referindo que não sabe porquê, mas é porque,
provavelmente, tanto um como outro são extremamente interventivos, e ficava-se
por aqui.
Assim, a questão dos Avieiros foi melhorada consideravelmente com todas aquelas
construções que ali se fizeram, para terem melhores condições para guardarem os
apetrechos de pesca, bem como a melhoria considerável da sua própria via,
porque antigamente, num passado longínquo, viviam nos barcos, num passado
também não menos longínquo viviam em barracas ao pé do rio, e hoje vivem num
bairro com todas as condições de dignidade, que todas as pessoas merecem.
Também foi fruto deste trabalho de requalificação da zona ribeirinha que tudo isto
aconteceu.
O Sr. Vereador falou também de furtos, e vai-se avaliar, e não foi o Sr. Vereador,
pede desculpa, foi a Sr Vereadora Luísa Fajardo que falou destas coisas.
Continuou, mencionando que se vai informar a PSP desse facto.
A Sr Vereadora falou ainda nas questões de dragagem do rio, mas chega-se às
dragagens e há muita conversa também pelo meio, porque a APA - Agência
Portuguesa do Ambiente, principalmente, tem exigências enormes para que se
possa fazer uma dragagem, que é responsabilidade da mesma. Como os meios
financeiros não abundam, terá de ser a câmara municipal a fazer.
No âmbito do troço do parque linear ribeirinho Moinhos da Póvoa e Ciclovia do Tejo
fizeram-se lá dragagens, que estavam previstas no projeto, mas vieram logo
inspetores, e não se sabe se se vai pagar uma coima ou não, porque disseram que
a câmara municipal está a fazer dragagens sem licença. A licença estava no
próprio projeto que foi para a aprovação da APA, pelo que estava implícito que a
licença estava, mas enfim, são situações que às vezes não se compreendem bem.
Contudo, ver-se-á como é que isso tudo se resolve.
Foi-lhe já dito, quanto ao acesso às embarcações, relativamente à rampa que lá
existe, que eventualmente deverá ser melhorada, ver-se-á se é possível.
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Município proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
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Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que, de facto, é uma pena que por
20 ou 25 metros não tenha sido possível aquela rampa chegar até mais para o lado
sul, tendo em conta que quando a maré está vazia a rampa não tem
absolutamente utilidade nenhuma. Com mais 15 ou 20 metros eventualmente teria
uma maior utilidade durante uma boa parte das marés.
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Município / 4— Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PUBLICAÇÃO - VILA FRANCA DE XIRA SABER MAIS SOBRE
- SOBREIRO DO PALÁCIO
DO SOBRALINHO
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, chamando à atenção para uma questão,
sobre uma publicação que encontrou do município, Vila Franca de Xira Saber Mais
Sobre, que na sua página 57 diz que no Palácio do Sobralinho, e Sobralinho
significa um pequeno montado, existe o maior sobreiro português, com SOm de
altura, e provavelmente o maior sobreiro do mundo.
De facto é extraordinário que existam monumentos naturais destes no concelho, é
uma grande riqueza, mas há outros em Portugal que reivindicam o mesmo
estatuto, de terem o maior sobreiro do mundo.
Disse o Sr. Presidente que foi porque ainda não viram o do nosso concelho.
Prosseguiu o Sr. Vereador, dizendo que seria de investigar de facto, tirar isto a
limpo.
Respondeu o Sr. Presidente que nem que se tenha de pôr uma ramada.
Retomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que se vai dar adubo para
crescer mais uns metros.
Tendo o Sr. Presidente dito que o do concelho é o maior, continuou o Sr. Vereador,
dizendo que é o maior, espera-se que sim, mas deixa este apontamento.
Interveio ainda o Sr. Presidente, após a discussão do ponto 20, referindo que a
página 57 duma publicação que o próprio não sabe qual é fala que o concelho tem
o maior sobreiro do país. Não sabe se é assim, se não é, há outros que reivindicam
também que têm maiores que o nosso, não sabe, mas, já agora, vai tentar saber se
é assim ou não. Vai-se medir, não com uma fita métrica, mas com um aparelho
adequado, para ver se efetivamente o sobreiro do concelho é o mais alto do país,
se não é.
Seja maior, ou não, é uma espécie frondosa, importante, que se tem de preservar.
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1 4 rãode
2Ol2O4O
Município
- ‘ft AU Proc2
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de v 1 tiVila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ILUMINAÇÃO NA RUA GENERAL HUMBERTO DELGADO - BOM RETIRO - VILA FRANCA
DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que gostaria de trazer uma
questão de que tomou conhecimento há relativamente pouco tempo, que em Vila
Franca de Xira, mais concretamente no bairro do Bom Retiro, na rua General
Humberto Delgado, num troço da estrada nacional que liga Vila Franca de Xira a
Arruda dos Vinhos, a iluminação pública não funciona, no troço que é paralelo à
escola Dr. Sousa Martins, e que esta situação de falta de iluminação se agrava
quando não há escola. Nos períodos em que não há escola a iluminação da escola
diminui ou é mesmo apagada, e isso causa ali um problema de falta de iluminação,
tanto mais que há uma curva perigosa, e julga que seria de ver o que é que se
passa com essa iluminação, para que se possa resolver o mais rapidamente
possível.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão do ponto 20, dizendo que o Sr.
Vereador falou de falta de iluminação no bairro do Bom Retiro, salvo erro na rua
Humberto Delgado, e junto às escolas, o Sr. Vice-Presidente tomou nota, e vai-se
tentar, junto da EDP, resolver o mais depressa possível.
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RAta
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Reunião de 2019/04/30
Município Y\I Proc2
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de 1VVila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RUA VAN ZELLER PALHA
— SUSPENSÃO DE LUGARES DE ESTACIONAMENTO
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POVOS - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que gostaria de trazer uma
questão relativamente a Vila Franca de Xira, que se passa na rua Van Zeller Palha,
em Povos, em que, na sequência das obras de reabilitação que estão a ser
desenvolvidas vão ser suspensos, julga que durante um mês, os lugares de
estacionamento.
Acontece que nessa rua há pessoas portadoras de deficiência física, que se
deslocam em cadeira de rodas, e o Bloco de Esquerda gostaria de saber se estão
previstas rampas temporárias ou medidas que possam garantir a mobilidade
destas pessoas, porque estão bastante preocupadas com o que se vai passar e
perguntam se, na sequência destas obras, e da supressão, mesmo que temporária,
dos lugares de estacionamento, vão ter de chamar os bombeiros sempre que
precisarem de entrar e sair da sua casa.
O Sr. Presidente interveio, depois da discussão do ponto 20, mencionando que o Sr.
Vereador falou numa questão que é importante, das obras na rua Van Zeilar Palha,
em Povos, em que se vai suspender durante algum tempo o estacionamento, O Sr.
Vereador colocou uma questão das pessoas com deficiência, que o Sr. Vice
Presidente vai analisar com os serviços.
—
Disse o Sr. Vice-Presidente que já se está em reunião com a fiscalização e o
empreiteiro.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA - PAGAMENTO DE IMI DE CASAS DEVOLUTAS
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo-se às ARU — Áreas de Reabilitação
Urbana, e aos regulamentos de reabilitação urbana, que dizem que as casas que
estão na situação de devolutas há mais de um ano deveriam ser taxadas com o
triplo do IMI das outras habitações.
O Bloco de Esquerda tem informação, por pergunta colocada à Autoridade
Tributária, de que o município de Vila Franca de Xira não fez essa sinalização à
Autoridade Tributária, e gostaria que se confirmasse ou desmentisse se é mesmo
assim, pois no caso de ser verdade não encontra nenhuma justificação para que
seja assim.
Considera que, de facto, a questão da habitação devoluta, dos fogos devolutos no
concelho, é grave, sabe-se no estado em que estão algumas das cidades do
concelho, nomeadamente Vila Franca de Xira, a vila de Alhandra, e também a
parte mais antiga da Póvoa de Santa Iria. Portanto, de acordo até com
levantamentos da própria câmara municipal estará a falar de cerca de 3 500
edifícios nesta situação, e considera que isto merece uma atenção redobrada,
tanto mais que o próprio município, na pessoa do Sr. Presidente, defendeu esta
medida.
Numa entrevista ou reportagem dum jornal local, de 22 de dezembro de 2015, o
Sr. Presidente diz, na conferência de imprensa de apresentação do programa, “está
francamente otimista de que os bancos também ajudarão os proprietários a
recuperar as suas casas (aí o próprio não está tão otimista) e não podemos
continuar com atitude de degradação, sem que os proprietários cuidem do que é
seu. Se deixarem ao abandono serão prejudicados e é preciso dar uma pedrada no
charco”.
Está totalmente de acordo com estas afirmações do Sr. Presidente, tirando a parte
de que os bancos vão ajudar, e gostava que o mesmo informasse o Bloco de
Esquerda, então, porque é que isto não está a ser aplicado.
Interveio o Sr. Presidente, após a discussão do ponto 20, referindo que,
efetivamente, deu instruções aos serviços para começarem a colocar em todas as
casas devolutas avisos, dizendo que se não se tomar conta daquilo que é dos
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Câmara Municipal
respetivos proprietários o IMI irá ser aumentado, de acordo com aquilo que está
estipulado.
Tem que se ver, e não tem a certeza, se há alguma interligação do regulamento
municipal com a Autoridade Tributária, mas vai saber, de qualquer modo
brevemente o Sr. Vereador vai ver aí muitos cartazes, que o próprio já tinha pedido
para se fazerem, sobre a necessidade de reabilitar determinado tipo de fogos, de
casas, se não os proprietários vão ter penalizações.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
LIGAÇÕES DA REDE Wl-Fl
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo uma questão que já trouxe várias
vezes à reunião, sobre as ligações à rede Wi-Fi municipal. Tanto quanto sabe, e até
por conversas que tem tido com a pessoa que é responsável por esta área na
câmara municipal, já há uma solução técnica que garante, tanto o registo dos
utilizadores, como a dispensa do pré-registo, pelo que, de certa forma, encontrou-
se uma solução técnica que vai ao encontro daquilo que o Bloco de Esquerda já
propôs em reunião de câmara, que é acabar com o pré-registo, e simultaneamente
garantir que todas as ligações que são feitas através da rede do município são
rastreáveis, para garantir a lei da rastreabilidade de acessos à lnternet.
Se assim é, então o Bloco gostaria de saber o que é que se passa, e quando é que
se vai, de facto, acabar com o pré-registo e pôr isto a funcionar.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão do ponto 20, referindo que aquilo
que o Sr. Vereador disse é que já tinha tratado disso com o engenheiro informático
da câmara municipal, Clemente Rocha, e se já tratou disso com ele, está tratado.--
Contudo, não sabe se o Sr. Vereador António Félix quer acrescentar mais alguma
coisa. — —
Interveio o Sr. Vereador António Félix, mencionando que pode acrescentar. Assim,
face àquilo que foi aqui dito, até porque, como todos sabem, tecnicamente não é a
sua área, costuma dizer que gosta muito de falar das áreas em profundidade que
conhece e que domina, e neste caso não é uma área que domine, se o Sr. Vereador
já falou com alguém sobre este assunto, lá saberá o que é que tratou. A única coisa
que tem a dizer, de facto, é que para se poder pôr em prática esta solução ainda
vai demorar, diria, 2 a 3 meses, até porque também terá de vir a reunião de
câmara uma deliberação a anular a deliberação que foi tomada, a propor uma nova
forma de registo.
Como o Sr. Vereador sabe, algum tipo de registo vai ter que ser feito,
nomeadamente através do cartão do telemável, até porque tem de ficar registado
qual foi o telemóvel que teve acesso, pois na eventualidade de haver necessidade
das forças policiais fazerem uma investigação pelo facto de ter havido um qualquer
tipo de invasão através do sistema da câmara municipal, terá de haver um registo.
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Contudo, de facto, esse registo vai ser muito mais fácil do que é na atualidade, se
for feito via cartão do telemável, e é essa solução que se está a trabalhar, para
implementar, que deverá levar 2 a 3 meses, seguramente, ainda.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
BRASÃO DA FÁBRICA DOS ATANADOS - POVOS - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo-se a uma denúncia que fez na
última reunião de câmara, sobre o desaparecimento do brasão da fábrica dos
Atanados, em Povos, Vila Franca de Xira. —
Consultou um blogue que tem algum estatuto, em termos de conservação do
património em Portugal, que é o Ruin’Arte, onde leu, e vai citar o que é que lá está
escrito “nas duas últimas décadas a Fábrica dos Atanados foi vítima, além do
abandono e suas erosivas consequências, de uma completa espoliação de todo o
seu património, crimes perpetrados por simples vândalos, e por quadrilhas
internacionais, tendo chegado a pedra de armas (o tal brasão) a ser recuperado
pela polícia judiciária em solo espanhol”.
De facto, é preciso perceber o que é que aconteceu, porque sabe-se que foi
roubado, agora há esta novidade neste blogue, que pensa que é um blogue que
tem alguma credibilidade, e pensa que era importante o município perceber, de
facto, o que é que aconteceu àquele brasão, porque, sendo privado ou não, é
património do concelho e deve ser restituído ao concelho.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, após a intervenção do público, pedindo
desculpa por tomar a dianteira, mas houve uma questão que colocou que não foi,
de facto, esclarecida, a do brasão da Fábrica dos Atanados.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PONTE DE VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo-se a uma situação que gostaria de
denunciar, que se prende com um certo abandono e atos de vandalismo na ponte
de Vila Franca de Xira, e tem até fotografias que pode fazer chegar ao executivo,
mas não teve tempo de as imprimir para distribuir.
Num dos pilares que está do lado da Lezíria a porta de acesso à estrutura está
aberta. Neste momento, já há atos de vandalismo lá dentro, e pensa que isso pode
pôr em causa até a própria estrutura da ponte, pelo que se deveriam tomar
medidas sobre este assunto, para evitar que se produzam ali mais atos de
vandalismo sobre a ponte.
Não pode deixar também de falar que, de facto, o nome da ponte não casa bem
com Vila Franca de Xira, e ainda há dias viu um vídeo sobre a alteração do nome
da ponte, porque o nome da ponte já foi mudado. Em 2 de dezembro de 1974 o
nome da ponte foi mudado para “Ponte 28 de Setembro”. Não foi propriamente um
ato administrativo ou feito às escondidas das pessoas, porque pode-se consultar
um vídeo que foi recentemente disponibilizado pelos arquivos da RTP, e a praça
Afonso de Albuquerque estava cheia de pessoas, havia a banda de música, a
fanfarra dos bombeiros, discursos na varanda da câmara municipal, e fez-se a
alteração do nome.
O nome voltou a ser revertido para Marechal Carmona, e não foi propriamente na
sequência do 25 de novembro, foi um governo da AD. Há quem defenda que foi um
governo da AD que fez a reversão do nome, dizendo que o município não tinha
competências para tirar um fascista como o Marechal Carmona do nome da ponte.-
Esta questão incomoda-o um bocado, incomoda o Bloco de Esquerda, porque
ultimamente tem assistido a uma certa senha revisionista da história, os mesmos
que voltaram a pôr lá Marechal Carmona são os que agora dizem que o Vox não é
um partido fascista, que o regime salazarista não era fascista, que o verdadeiro dia
da liberdade é o 25 de novembro. Tem-se assistido a isto um pouco a nível
nacional e até localmente. Tem-se assistido a este tipo de discursos e de ataques
àquilo que é o sentido da democracia, dos valores do humanismo e dos valores da
liberdade.
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Por isso, pensa que era um ato de coragem e de justiça retirar dali o nome de um
dos maiores mentores do fascismo em Portugal, e o seu maior protetor, pessoa,
aliás, que não fez absolutamente nada para que a ponte viesse para Vila Franca de
Xira. O nome dele só lá está para ser uma homenagem ao fascismo, mais nada,
porque não teve nada a ver com a vinda da ponte para Vila Franca de Xira. Ao
contrário do que muitos possam pensar, o Marechal Carmona não foi nenhum herói
de guerra, num esteve em guerra nenhuma. É marechal também para homenagear
quem fez favores ao regime fascista, porque a única coisa notável que o Marechal
Carmona fez foi apoiar tudo o que era reviralho contra a República, pois era uma
espécie de procurador, que fazia acusação contra os militares que se iam
revoltando contra a República. Apoiou sempre tudo o que era reviralho contra a
República.
Pensa que está na altura de acabar com esse nome na ponte, e não é fazer
nenhum revisionismo histórico, aliás, já houve, no concelho, instituições e
monumentos que também mudaram de nome e não houve estas polémicas, não
houve problema nenhum.
A Biblioteca Dr. Vidal Baptista mudou de nome para biblioteca de Vila Franca de
Xira, e, que saiba, entre as forças políticas que estão representadas na câmara
municipal não levantou nenhum problema. O Dr. Vidal Baptista merecia o nome na
biblioteca, porque em 1947 Vila Franca de Xira tinha uma biblioteca pública, e há
muitas terras neste país que só no século XXI é que tiveram biblioteca pública,
como por exemplo a cidade de Bragança.
Fica-se por aqui na sua intervenção, e pede desculpa se se empolgou um pouco
mais com esta história do Marechal Carmona e da ponte de Vila Franca de Xira.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que a sua preocupação, a preocupação
daqueles que o acompanham, é aquilo que o Sr. Vereador Carlos Patrão disse no
início da sua intervenção relativamente à ponte Marechal Carmona, que tem a ver
com a preservação da estrutura da ponte. Essa deve ser a grande preocupação
que se tem de ter, sem dúvida absolutamente nenhuma.
Aquilo que o Sr. Vereador colocou é um alerta, que agradece, e que se acompanha,
principalmente o Sr. Presidente, relativamente a algumas questões que têm a ver
principalmente com a iluminação pública da ponte, que o Sr. Vice-Presidente
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poderá também desenvolver, se assim o entender, relativamente às reuniões que
se têm tido com a lnfraestruturas de Portugal.
Quanto à mudança do nome, é uma questão que sugere que o Bloco de Esquerda
coloque na Assembleia da República, que é o sítio indicado. Efetivamente, se se vai
por aí, há tantos topónimos que também colocam algumas dúvidas, sobre a
pertinência deles ou não, e que existem um pouco por todo o concelho,
nomeadamente na Póvoa de Santa Iria.
Quanto ao estar agora a tratar duma coisa dessas, foi num determinado contexto
histórico que uma ou outra situação foi mudada, agora, voltar a esse tema nesta
altura, 45 anos depois do 25 de Abril, sinceramente, não pondo em causa aquilo
que o Sr. Vereador referiu, e o seu empolgamento, aquilo que refere, que é a
opinião do Bloco de Esquerda, que no ponto de vista dos membros do P5 é muito
respeitável, a menos que haja sobre esta matéria algo que venha da Assembleia da
República, não lhe parece que haja na câmara municipal condições, agora, de estar
a alterar seja o que for.
Contudo, se tudo se encaminhar nesse sentido cá se estará para o efeito.
Quer ainda dizer que a Biblioteca Vidal Baptista estava num determinado edifício, e
deixou de estar, num determinado contexto, passando para um edifício que hoje é
o museu municipal, onde também esteve a biblioteca. Depois, a câmara municipal
fez obras num edifício, o antigo matadouro, onde criou uma biblioteca, a Biblioteca
de Vila Franca de Xira, onde havia uma sala com o nome de Vidal Baptista.
Contudo, Vidal Baptista também foi vereador do Estado Novo, nem tudo era mau, e
se se vão analisar estas coisas desta forma, Vidal Baptista foi vereador desta
câmara municipal no Estado Novo, e não crê que fosse má pessoa, pelo contrário,
foi um homem que muito fez pela cultura do país, nomeadamente no concelho.
Por exemplo, na nova biblioteca de Vila Franca de Xira, a Fábrica das Palavras,
pode muito bem acontecer recuperar aquilo que acontecia na outra biblioteca, uma
sala com o nome de Vidal Baptista, não há problemas absolutamente nenhuns,
pois pensa que é justo, e apesar de ser uma pessoa que esteve a trabalhar no
tempo do Estado Novo, como vereador desta câmara municipal, isso não é óbice
nenhum de agora se poder, efetivamente, reparar a memória dum homem tão
importante na cultura do concelho, e fazer aquilo que se fez na anterior biblioteca,
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que tinha lá uma sala com o nome dele. Pode-se fazer isso na nova biblioteca.
Pensa que sobre esta questão tem que se ter alguma tranquilidade, pelo menos o
próprio procura ter. Também se mudaram ruas com grande importância, avenidas,
no concelho, e também pode questionar porque é que se mudou o nome dessas
ruas, mas foi isso que aconteceu, foi isso que, num determinado contexto, as
pessoas acharam que deveria ser.
Assim, estar a tentar alterar este estado de coisas, sinceramente, não lhe parece,
com todo o respeito pelo que o Sr. Vereador Carlos Patrão acabou de dizer, a
menos que a Assembleia da República assim o entenda, até porque o Governo é
sustentado por dois partidos políticos, duas forças polfticas, e certamente que é
fácil apresentar uma proposta nesse sentido e alterar-se. Se assim for, cá se estará
para resolver aquilo que a Assembleia da República entender.
Sobre uma iniciativa da câmara municipal, nem sabe, tão pouco, e pensa que não é
possível que seja a câmara municipal a mudar o nome da ponte. Pode fazer uma
recomendação, mas, em termos formais, tem dúvidas que o possa fazer.
Por isso, provavelmente vai-se continuar a falar destas matérias, também já disse,
por alguma ironia ou graça, que se tinha de apear a estátua do Marquês de
Pombal, porque ele fez coisas interessantes, mas também fez coisas do “arco da
velha”, como se sabe. A inquisição foi muito aplaudida e apoiada por ele, e
milhares e milhares de pessoas tiveram que fugir para outros países, infelizmente
para a Holanda, com grande benefício para os holandeses e com prejuízo para
Portugal, em termos económicos e sociais.
A história tem destas coisas, faz parte da nossa história, Portugal é dos mais
antigos do mundo, sua história é a sua história, não se pode alterar, nem se deve.
Fizeram-se coisas extraordinárias, fizeram-se coisas menos boas, é o produto de
tudo que faz com que se esteja hoje aqui, e é o produto do 25 de Abril que faz com
que se esteja hoje aqui, a falar com esta tranquilidade sobre estas matérias, que
têm uma dimensão que não lhe parece muito importante, no contexto daquilo que
setemquefazer.
De qualquer modo, o Bloco de Esquerda tem todo o direito de continuar a
pressionar para que a ponte mude de nome. Fará as iniciativas que entender, e cá
se estará para conversar sobre isto.
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Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, apos a discussão do ponto 20, referindo,
quanto à questão colocada pelo Sr. Vereador do Bloco de Esquerda, Carlos Patrão,
em relação à ponte de Vila Franca de Xira, e aos atos de vandalismo, que o que
poderá informar é o que já trouxe à câmara municipal nas últimas reuniões, é que
tanto o próprio, como o Sr. Presidente, tiveram uma reunião na câmara municipal,
uma das últimas reuniões com a lnfraestruturas de Portugal para tratar de vários
assuntos, e, mais uma vez, a ponte, a nível de iluminação pública, está sempre em
cima da mesa.
Esta é uma situação que já se traz há algum tempo com a lnfraestruturas de
Portugal, porque a ponte é da sua responsabilidade, a nível de estrutura e
iluminação, sendo que a entidade já reconheceu, perante a câmara municipal, a
sua falha, e não se pode ter receio de expor a situação, com a manutenção da
iluminação pública. Através da câmara municipal o próprio transmitiu ao Sr.
Presidente do conselho de administração anterior, e atual, que a câmara municipal
estaria na disposição de assumir a iluminação pública no seu sistema de
iluminação pública da rede concelhia, desde que fosse entregue devidamente
aprovada pela EDP.
Isto foi o que já disse, tem-no exposto na câmara municipal, e por alguma razão se
entendeu não receber a iluminação, nem se poderia fazer doutra forma, pois antes
de a câmara municipal assumir essa responsabilidade tem de existir uma
fiscalização prévia por parte da EDP, se se enquadra ou não no contrato de
concessão e está de acordo com as regras definidas pela EDP. Teve-se
conhecimento há pouco tempo que a EDP já transmitiu um orçamento à
lnfraestruturas de Portugal para a manutenção, e nem é manutenção, aquilo tem
de ser tudo novo. Toda a rede tem que ser feita de novo, toda a iluminação, e
sendo a própria EDP a executar logicamente que estará, logo à partida, aprovado,
e depois chegar-se-á ao patamar de, com o auto da EDP, recebê-la.
Sabe-se que neste momento aquela obra é avultada, à semelhança da câmara
municipal também a lnfraestruturas de Portugal esteve à espera do seu plano
aprovado de execução de infraestruturas a nível nacional, onde está a iluminação
da ponte.
Colocou-se uma questão ultimamente, numa reunião que se teve na câmara
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municipal, para quando, que é o que interessa, sabendo-se previamente que o
trabalho ainda tem de ser executado pela EDP. Está-se a insistir, e prevê que no
segundo semestre o trabalho será adjudicado. É a informação que se tem, pese
embora o desagrado que se está sempre a demonstrar, salvo erro, das 48
luminárias que estão desligadas, a montante e a jusante da ponte.
Tem aqui um cuidado, pela câmara municipal, pois está-se sempre a falar a nível
de iluminação pública e nunca das infraestruturas da ponte. Tem que se ter muito
cuidado com esta situação, porque compete à lnfraestruturas de Portugal a
responsabilidade da infraestrutura. Assim, são duas situações diferentes.
Disse ainda o Sr. Vereador Carlos Patrão que em relação à ponte e à iluminação o
Sr. Vice-Presidente fez uma explanação do ponto de situação, que o Bloco de
Esquerda muito agradece, e sobre a questão das portas arrombadas de acesso aos
pilares julga que se deveria fazer qualquer coisa, porque, de facto, vai potenciar
atos de vandalismo, que até podem pôr em causa a própria segurança da ponte.----
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que a lnfraestruturas de Portugal tem
conhecimento dessa situação, inclusivamente através de ofícios, porque
telefonemas, como se costuma dizer, leva-os o vento, e por escrito as coisas ficam.
Interveio ainda o Sr. Vereador Carlos Patrão, após a intervenção do público,
referindo, sobre a ponte e as considerações que o Sr. Presidente fez, que vai dar
dois apontamentos, que julga que se devem dar.
Em primeiro, o Sr. Presidente já várias vezes fez este exercício, de comparar de
certa forma o Dr. António Vidal Baptista com o Marechal Carmona.
Respondeu o Sr. Presidente que não foi essa a sua intenção.
Prosseguiu o Sr. Vereador, referindo que sabe, e vai fazer esta crítica,
evidentemente, apenas para contra-argumentar, e para que o Sr. Presidente veja
da bondade também dos seus argumentos. Não é mais do que isso.
Disse o Sr. Presidente que não está a fazer comparações de espécie nenhuma.
Continuou o Sr. Vereador, mencionando que não pretende, com esta crítica que vai
fazer, fazer qualquer juízo de valor sobre as convicções políticas do Sr. Presidente. -
Sobre o Marquês de Pombal, gostaria de dizer que, comparar um general a um
marechal de opereta como o Marechal Carmona, com a pessoa que reconstruiu
Lisboa, ou com o Dr. Vidal Baptista, a quem se deve o grande mérito de ter feito
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uma biblioteca pública em Vila Franca de Xira, não estão, de facto, na mesma
linha. Pensa que era justo fazer-se a homenagem de atribuir ao Dr. Vidal Baptista o
nome na sala, que já teve na biblioteca, e deveria haver um nome para ele na nova
biblioteca.
Isto é para se ver que o que move o Bloco de Esquerda ou move o Carlos Patrão
não tem nada a ver com as convicções políticas do Dr. Vidal Baptista, é a questão
de que não se deve ostentar na toponímia uma pessoa que, de facto, foi um dos
principais culpados por haver um regime fascista em Portugal, durante 48 anos.
já agora, também um bocadinho à boleia disto, pensa que também José António
Veríssimo merecia a sala na nova biblioteca, porque também teve uma sala na
mesma biblioteca, e pensa que os dois merecem ter o seu nome na nova
biblioteca, até porque o José António Veríssimo foi o primeiro presidente da câmara
após o 25 de Abril, e é uma das pessoas que aparece no vídeo do arquivo da RTP,
sobre a mudança do nome da ponte.
Pensa que também merece essa justa homenagem, e, já que ninguém o fez, isto
também é um bocado a sua homenagem ao 12 de Maio, hoje, já que se está muito
próximo dessa data histórica, que convém sempre recordar, sendo, de certa forma,
uma homenagem que também faz ao 12 de Maio: Retirar o nome do número dois
do fascismo nacional da ponte de Vila Franca de Xira, e restituir o nome do José
António Veríssimo na biblioteca de Vila Franca de Xira, bem como do Dr. Vidal
Baptista, a quem se deve o facto de se ter tido uma biblioteca pública em 1947,
muito antes, se calhar, da maior parte dos municípios neste país.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
QUESTÕES RELACIONADAS COM O PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E PONTOS
EM QUE SE PRETENDE INTERVIR NA ORDEM DO DIA
Interveio o Sr. Presidente, referindo que há pouco tempo até ao período da ordem
do dia, mas como hoje ela também é pouco extensa e os pedidos de intervenção
são poucos, haverá oportunidade de falar com mais desenvolvimento nas questões
que foram colocadas no período antes da ordem do dia.
Após responder à questão colocada pelo Sr. Vereador Carlos Patrão, sobre a ponte
de Vila Franca de Xira, referiu que se falará depois do resto das questões, e que
dará de imediato início à ordem do dia, que não é muito extensa, ao contrário do
que é habitual, tendo três pedidos de intervenção.
Assim, há pedidos de intervenção nos pontos 2, 4 e 16, estando todos os outros
que não mencionou aprovados por unanimidade.
Quer apenas, sobre o ponto 3, mencionar que a Sr Vereadora Fátima Antunes não
está porque lhe pediu que o fosse representar na assinatura da carta de
compromissos relativamente à rede de municípios embaixadores da vacinação,
quetambémvemnoponto3.
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Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2 -
Câmara Municipal
Assunto: ATA N 7/20 19, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA E PÚBLICA DE
2019/04/03
Presente para aprovação a ata n9 7/2019, da reunião de câmara ordinária e pública
de 2019/04/03, com dispensa da sua leitura, por ter sido previamente distribuída a
todos os membros.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n2 7/2019, da reunião de câmara
ordinária e pública de 2019/04/03, não tendo participado na votação os Srs.
Vereadores Jorge Zacarias e Luísa Fajardo, por não terem estado presentes.
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Câmara Municipal
Assunto: PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO NO ÂMBITO DA RESPONSABILIDADE
SOCIAL
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2019/04/23, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
minuta do protocolo de colaboração a celebrar e outorgar com a SCC — Sociedade
Central de Cervejas e Bebidas, SA, no quadro da responsabilidade social
empresarial, que define a atribuição de um apoio financeiro, de escopo e fim social,
a conceder pela sociedade, no ano de 2019, num valor pecuniário de 100 000,00€,
a aplicar no Programa de Apoio Alimentar do Concelho, destinado a apoiar as
famílias socialmente vulneráveis.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que gostaria de colocar uma
questão, porque há este contributo anual da Central de Cervejas, no âmbito de um
protocolo de responsabilidade social com a câmara municipal, mas o Bloco de
Esquerda também não esquece aquela isenção da Derrama que foi dada há uns
anos atrás a esta empresa, que retirou do orçamento da câmara municipal uns
milhões de euros.
Sabe que decorre ou decorreu um processo por causa desta situação, e gostava de
ouvir o executivo fazer algum ponto de situação sobre isso, porque pensa que esse
valor continua a ser devido, e foi muito injusta essa isenção de Derrama aplicada a
esta empresa, que é uma das maiores do país. Pensa que tinha a obrigação de
pagar a Derrama, e são medidas destas, avulsas, pontuais e cirúrgicas, que têm
destruído o tecido económico e social do país, com grandes empresas a fugir para
paraísos fiscais, a colocarem as suas sedes até em países na União Europeia, que
funcionam como paraísos fiscais, como a Holanda e o Luxemburgo.
Com medidas destas também, e essas feitas em Portugal. não sabe se a pedido.
mas certamente a pedido, alguém deve ter pedido a isenção da Derrama, depois
são os eleitos, localmente, que têm de resolver os problemas, e não são estes
100 000,00€ de responsabilidade social que vão apagar da memória este desvio de
fundos do orçamento de Vila Franca de Xira.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que são duas coisas diferentes. Aquilo
que o Sr. Vereador diz tem toda a razão e, mais uma vez, o próprio socorre-se da
Assembleia da República, que faça uma legislação ou altere a legislação, no
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Reunião de 2019/04/30
Município Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
sentido de que estas coisas não possam acontecer. Esses 3 milhões de euros, mais
de 3 milhões de euros, continuam a fazer muita falta, porque se podia ter feito algo
que neste momento estava ao serviço da população e não está. Evidentemente
que a câmara municipal avançou com um processo, que está a decorrer, e ver-se-á
se efetivamente ganha essa ação, mas já vão anos e anos.
—
De qualquer modo, como o executivo acredita naquilo que a justiça sobre esta
matéria possa analisar, apesar dos anos que já passaram, há de haver um
momento em que este processo deve ter fim. Esses 3 milhões de euros, e não sabe
se são 3,6 milhões de euros, mas são mais de 3 milhões de euros, de facto faziam
bastante jeito para a câmara municipal investir em muitos domínios, a bem da
população do concelho.
Isto tem que acabar, se bem que há uma informação que recebeu, que para este
tipo de operações o Governo vai avançar com uma iniciativa para que não
aconteçam mais. É uma informação, não consegue confirmá-la em concreto, mas,
se assim for, é uma boa notícia. Se assim não for, pensa que a Assembleia da
República deve fazê-lo e já o podia ter feito. Não sabe porque é que não o fez,
provavelmente alguma força política com assento na Assembleia da República já
terá feito essa iniciativa e não teve acolhimento, mas não tem memória disso.
Sobre esta questão está absolutamente de acordo e subscreve tudo o que o Sr.
Vereador disse, mais entusiasmo, menos entusiasmo, em termos do princípio
daquilo que disse estão de acordo, isto não deve ser feito à custa do esforço do
orçamento dos municípios. Não pode, não deve, é errado, e o Estado tem que
encontrar outras soluções. Se quer dinamizar a economia não pode ser desta forma
e através das finanças deste ou daqueLe município.
Quanto à outra questão que vem na ordem do dia, essa é uma responsabilidade
social que a Central de Cervejas tem vindo a fazer ao longo de muitos anos a esta
parte, e não tem uma coisa a ver com a outra.
A Central de Cervejas agiu no quadro daquilo que o Estado lhe permitiu, outra
questão é a responsabilidade social, e pensa que muitas empresas do país,
nomeadamente do concelho, também deviam ter esta postura, porque se poderia
ir mais longe nas questões que têm a ver com a responsabilidade social, e algumas
empresas, do seu ponto de vista, até o poderiam fazer.
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I
FI. Livro
FLAta 068
Reunião de 2019/04/30
Município
Proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
A Central de Cervejas tem feito isto com a câmara municipal, em prol daqueles que
mais necessitam em termos sociais, é uma medida de grande alcance social, que o
executivo considera importante, e que vem à consideração da câmara municipal.--
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que crê que a isenção terá
sido nos termos do IMT, não foi da Derrama.
Respondeu o Sr. Presidente que sim.
Prosseguiu o Sr. Vereador, dizendo que são coisas completamente distintas.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que a situação teve a ver com uma
alteração social da própria empresa.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que teve a ver com a mudança da titularidade de
dono de empresa, do capital social da empresa, na altura era de um grupo, passou
para outro grupo, não consegue agora precisar exatamente a nacionalidade.
Respondeu o Sr. Presidente que também não consegue dizer exatamente.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que o valor de que se está a falar
é de 2,8 milhões de euros.
Referiu o Sr. Presidente que pensa que é mais.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que nào, foram 2,8 milhões de euros, a
câmara municipal, sob proposta dos vereadores da CDU, no ano seguinte, no ano
económico seguinte, intentou uma ação em tribunal. Crê que o Sr. Presidente já
terá dito que a mesma tinha transitado para outra qualificação jurídica, não
consegue agora precisar o termo, até porque é leigo na matéria, mas que as
notícias ou a sustentação jurídica que estava a ser produzida pelo tribunal em
questão não estava a ser suficientemente favorável à câmara municipal,
infelizmente, dizem os próprios.
Portanto, é necessário também precisar esta questão, a Derrama é paga como
contribuição líquida de mais-valia económica gerada pela empresa com sede fiscal
no concelho de Vila Franca de Xira, o IMT, o código do CIMI, é uma coisa
completamente distinta. Sobre essa matéria não é porque fiquem contentes com o
resultado, mas, infelizmente, deve dizer ao Sr. Presidente que da parte do grupo
parlamentar do PCP em todas as sessões legislativas tem havido, exatamente,
entre outras, essa proposta, porque pensa que é altamente penalizador para os
municípios que sejam objeto desta situação de isenção.
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RAta 069
Reuniâo de 2019/04/30
Município A Proc2
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de
Vila Franca de Xira ( Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal
Isto não retira valor à preocupação expressa de acordo com as anteriores
intervenções, mas era importante também precisar, para se saber exatamente do
queseestáaquiafalar.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que vai procurar, na próxima oportunidade, dar
uma informação mais precisa sobre o ponto de situação, em termos da alteração
que o processo teve, para estarem todos situados. Não tem de memória todos
esses pormenores, e agradece ao Sr. Vereador Nuno Libório ter referido, pois
houve questões que colocou que centraram a informação que verdadeiramente
deveria ser prestada.
—
Assim, vai tentar, junto da advogada da câmara municipal, pedir informação, para,
de uma forma mais detalhada, poder informar a câmara municipal sobre o assunto.
Sobre a questão de fundo, já o Sr. Vereador Carlos Patrão referiu também, disse
que não devia acontecer, e espera que rapidamente as iniciativas que o PCP tem
feito tenham vencimento um dia, porque muito vinham a ajudar a que estas
situações não aconteçam e têm acontecido várias vezes. Esta é com maior
expressão, mas têm acontecido várias vezes, basta o capital social duma empresa
se transferir, ou coisa que o valha, e tem direito a uma isenção. Isto é muito
desconfortável, porque está-se a contar com um determinado valor orçamental, e
depois esse valor orçamental é diminuído, assim.
Lembra-se que nessa altura a única coisa, e com grande insistência da parte da
câmara municipal, que deixaram, foi que aquilo fosse pago ou devolvido em suaves
prestações mensais, porque se fosse tudo de uma vez era muito complicado.
De seguida passou à votação do ponto, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
—
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
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FI. Livro
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1
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Município EJ v Proc — --
Vila Frar de Xira t “ Y Deliberação n 282
Câmara Municipal
Assunto: CARTA DE COMPROMISSO ATINENTE À “REDE DE MUNICÍPIOS
EMBAIXADORES DA VACINAÇÃO”
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2019/04/23, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para ratificação da
minuta da carta de compromisso, que efetiva a integração do município na “Rede
de Municípios Embaixadores da Vacinação”, outorgada pelo município, pela
Direção-Geral da Saúde, pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do
Tejo e pelo Agrupamento de Centros de Saúde Estuário do Tejo.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
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03 vacinaçâo
El. Livro
— -.W FI.Ata 071
A tj Reunião de 2019/04/30
Município !A!V\ Proc2
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de AliVila Franca de Xira / Deliberaçao n 283
Câmara Municipal
Assunto: DIA MUNICIPAL DO BOMBEIRO 2019 - ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO
DESTINADO À AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTO DE SOCORRO - ASSOCIAÇÃO
HUMANITÁRIA DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VILA FRANCA DE XIRA
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2019/04/23, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
atribuição de um apoio financeiro, na modalidade de subsídio e no valor de
40 000,00€, à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vila Franca de
Xira, destinado a apoiar a aquisição de equipamento para a prestação de socorro,
no âmbito do Dia Municipal do Bombeiro 2019.
—
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que o Bloco de Esquerda
congratula-se pelo apoio que foi dado à corporação de bombeiros de Vila Franca de
Xira, pela aquisição deste equipamento de desencarceramento, e questiona
também se as outras corporações do concelho têm este tipo de equipamento, e, de
certa forma, que lhe seja aqui dito se este equipamento depois é partilhado pelos
outros ou se os outros também têm este tipo de equipamento.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que a câmara municipal, no mandato
anterior, recuperou uma tradição, que era, no Dia Municipal do Bombeiro, apoiar
com um valor de 40 000,00€ a aquisição duma viatura, para a corporação que
organiza o Dia Municipal do Bombeiro. Inclusivamente havia duas corporações que
ficaram afetadas pela interrupção, já se resolveu isso também, porque se entendeu
que, de facto, é justo fazê-lo, tendo em vista o trabalha social, humanitário, que os
bombeiros prestam.
—
Resolvida que está, em muitos casos, em algumas corporações, a questão da
necessidade de mais ambulâncias, foi solicitado que esse valor podia ser para
aquisição de outro tipo de equipamento, neste caso de desencarceramento. Muitas
corporações já têm este equipamento, outras não terão, mas, de um modo geral,
todas estão bem equipadas.
—
Portanto, a câmara municipal vai continuar a fazê-lo, no Dia Municipal do
Bombeiro, e a comemoração vai ser no dia 19 de maio.
Também se avançou, no mandato anterior, que esta era uma decisão até ao final
do mandato anterior, que também teve continuidade para o mandato atual.
Crê que este equipamento vai ser bastante importante para a corporação dos
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19. Livro —
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8 I À Reunião de 2019/04/30
Município fjI’ roc2
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de 11VVila Franca de Xira 1 Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
bombeiros voluntários de Vila Franca de Xira e, na organização, quando há um
acidente com alguma expressão logicamente que ninguém deixa de resolver um
problema grave não emprestando, naquele momento, os equipamentos que são
necessários. Hoje em dia as corporações de bombeiros do concelho, muito fruto da
experiência que se tem da formação conjunta, dissiparam algumas dificuldades
que havia no passado, que hoje não existem. Assim, esta troca ou pedidos de
utilização deste ou daquele equipamento hoje em dia é muito normal, e crê, neste
momento, que para os Srs. Comandantes e Srs e Srs. Presidentes de direção essas
questões não se colocam, é normal e natural.
Por isso, é o que pode dizer ao Sr. Vereador Carlos Patrão sobre a questão.
manifestando, naturalmente, nesta ocasião, a homenagem da câmara municipal às
bombeiras e bombeiros do concelho, por aquilo que diariamente fazem em prol da
população.
Não havendo mais nenhuma questão, colocou o ponto à votação, perguntando
quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade. -
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
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FI. Livro --
Ii RAta - 073
111 Reunião de 2019/04/30
Município cbç J1I proc2
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Vila Frar de xira Deliberação n’ü -
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Câmara Municipal
1. Assunto: DIA MUNICIPAL DO BOMBEIRO 2019 - ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIO
REFERENTE A DESPESAS LOGÍSTICAS - ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DE BOMBEIROS
VOLUNTÁRIOS DE VILA FRANCA DE XIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 31/19, de
11/04, do Serviço Municipal de Proteção Civil, para aprovação da atribuição de um
subsídio, no valor de 3 500,00€, à Associação Humanitária de Bombeiros
Voluntários de Vila Franca de Xira, para fazer face a despesas decorrentes do
lanche oferecido aos bombeiros e restantes participantes, no âmbito da
organização do Dia Municipal do Bombeiro 2019.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 31/19, de 11/04, do
Serviço Municipal de Proteção Civil, documento que se dá por inteiramente
reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
05 lanche
FI. Livro —
1 QIU
Município AU Proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n’ 285
Câmara Municipal
Assunto: DIA MUNICIPAL DO BOMBEIRO 2019 — ATRIBUIÇÃO DE MEDALHAS DE
BONS SERVIÇOS MUNICIPAIS
Presente a proposta do Sr. Vereador António Félix, datada de 2019/04/10,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata,
para aprovação da atribuição de medalhas de bons serviços municipais, nos termos
do n2 6, do artigo 42, do Regulamento de Insígnias e Medalhas Municipais, por
ocasião das comemorações do Dia Municipal do Bombeiro 2019.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Vereador
António Félix.
06 medalhas
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FiAta
- 075
Reunião de 2019/04130
1. Assunto: PLANO OPERACIONAL MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA -2019
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação Interna n9 36/19, de
15/04, do Serviço Municipal de Proteção Civil, para conhecimento do Plano
Operacional Municipal de Vila Franca de Xira, para o ano de 2019.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 36/19, de 15/06, do
Serviço Municipal de Proteção Civil, documento que se dá por Inteiramente
reproduzido nesta parte da ata
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador Ant6nio Félix submete o assunto à reuniâo de câmara
para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
Proc2
________
Deliberação n2
07 P014
FI. Livro —
ah FLAta 076
* Reunião de 619Io4/3oMunicípio
‘1 2W Proc2
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de (
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO PRESIDENTE NA ÁREA DE PESSOAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 2472/19, de 22/04, do
DGAFJ/DRH, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente na área de
pessoal, no período compreendido entre 2019/04/09 e 2019/04/18.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 2472/19, de 22/04, do DGAFj/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a), do n2 2, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: O Sr. Presidente submente o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
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FI. Livro — -
RAta 07?
Reunião de 2019/04/30
MUnICÍpIO Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: LEGISLAÇÃO—SÍNTESE E EDITAIS
Foi dado conhecimento do que de seguida se indica:
1. Dos diplomas publicados em Diário da República com interesse para a
administração local:
Despacho n2 3991/2019, de 10 de abril, II série, referente à ratificação da
celebração do contrato interadministrativo de cooperação entre a SGAI, a PSP e a
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira;
Decreto-Lei n2 49/2019, de 15 de abril, 1 série, que determina a cessação de
vigência de decretos-leis publicados entre os anos de 1981 e 1985;
Portaria n2 114/2019, de 15 de abril, 1 série, referente à regulamentação do
Programa de Estágios Profissionais na Administração Local, adiante designado por
PEPAL;
Decreto-Lei n9 54/2019, de 18 de abril, 1 série, que estabelece as normas a que
deve obedecer a realização do XVI Recenseamento Geral da População e do VI
Recenseamento Geral da Habitação;
Declaração de Retificação n9 20/2019, de 22 de abril, 1 série, que retifica a Portaria
n2 114/2019, da Administração Interna, sobre regulamentação do Programa de
Estágios Profissionais na Administração Local, adiante designado por PEPAL,
publicada no Diário da República, 1 série, n2 74, deis de abril;
Portaria n 120/2019, de 22 de abril, 1 série, relativo à aprovação dos novos
modelos dos cadernos eleitorais constantes dos anexos 1 a V da presente Portaria. -
2. Dos editais publicados entre 2019/04/10 e 2019/04/18, que constam da lista
anexa, a qual se dá por inteiramente reproduzida nesta parte da ata.
Tomado conhecimento.
—
09 sint edit
El. Livro —
1
Município VI Proc9
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento dos pagamentos autorizados pelo Sr. Presidente,
pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador António Félix, no período
compreendido entre 2019/04/10 e 2019/04/22, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do n9 1, do artigo 359, do anexo 1, da Lei
n9 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
10 pagamentos
FI. Livro
______________
1
Reurãode O1WO4/3O
Município V) JV\ lO2
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Vila Franca de Xira t V Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
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Câmara Municipal: ----—-— —
Dotações Orçamentais 34 500 470,96€
Dotações não Orçamentais 2 750 937,59€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 4 349 918,11€
Dotações não Orçamentais 505 672,59€
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
11 balancetes
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FI. Livro —
19 Reunode 2oio
Município A1 Proc2
___________________
de 1’Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DE DIREITO DE PREFERÊNCIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 148/19, de
17/04, do DGAFJ/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício do direito de preferência, no período compreendido
entre8el7deabril.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 148/19 de 17/04, do
DGAFj/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29 e 3Q2 da Lei n9 31/2014, de 30 de maio. —
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus submente o assunto à reunião
de câmara para conhecimento.
—
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
—
12 SOP
FI. Livro --
ai FLAta - 081
A I\ 1 Reunião de 2O1/04/3O
Município Proc2 26/15 RU-REURBde
Vila Franca de Xira ‘ 1’ Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DE DIREITO DE PREFERÊNCIA-ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA —
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 215/lg, de
17/04, da EMRU, para conhecimento do despacho do Sr. Presidente, datado de
2019/04/09, relacionado com o não exercício do direito legal de preferência,
previsto no artigo 58 do Decreto-Lei n 307/2009, de 23 de outubro, com a sua
atual redação, que aprovou o Regime Jurídico da Reabilitação Urbana (RJRU),
referente às áreas de reabilitação urbana do concelho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 215/19, de 17/04, da
EMRU, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
13 EMRU
FI. Livro -W Fl.Ata 082
1 Reunião de 2019/04/30
Município
Proc2
___________________
de IIIVI
Vila Franca de Xira V Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 11/19, de
17/04, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice-
Presidente, no período compreendido entre 2019/04/05 e 2019/04/16, no âmbito
do licenciamento de obras particulares previstas no Regime Jurídico de
Urbanização e Edificação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 11/19, de 17/04, do
DPGU/SAPRE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata. — —
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
14 DPGU
FI. Livro —
083
Reunião de 2019/04/30
Município Proc2
—de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n’
- 286
Câmara Municipal
1. Assunto; ESTÁGIO CURRICULAR - CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE
PROTEÇÃO CIVIL— ESCOLA PROFISSIONAL GUSTAVE EIFFEL
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 2219/19, de 08/04, do
DGAFj/DRH, para aprovação da minuta do Contrato de Formação em Contexto de
Trabalho/Estágio, a celebrar com a Cooptécnica — Gustave Eiffel — Cooperativa de
Ensino e Formação Técnico Prôfissional, C.R.L., para realização de um estágio
curricular, com a duração de 475 horas, no Serviço Municipal de Proteção Civil,
pelo aluno do curso profissional de Técnico de Proteção Civil, Rafael Simões
Coelho, não tendo qualquer encargo financeiro, sendo o orientador do estágio o
Coordenador Municipal de Proteção Civil, Dr. António José de jesus Carvalho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informaçâo n2 2219/19, de 08/04, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. —
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do
Sr. Presidente.
15 Eiffel
FI. Livro —
RAta” 084
Reunião de 2019/04/30
Município Proc2 1/02 LOTEPDMde /
Vila Franca de Xira Deliberação n2 - -
Câmara Municipal
1. Assunto: ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO DENOMINADO POR PONTINHA OU TORRE,
TITULADO PELO ALVARÁ DE LOTEAMENTO N 3/07, DE 14/11 - LOTE 1 —
SOBRALINHO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n 379/19, de 11/04, do
DPGU/DGA, para aprovação da alteração ao loteamento denominado por Pontinha
ou Torre, lote 1, titulado pelo alvará de loteamento n2 3/07. de 14/11, sito no
Sobralinho, União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, nos termos
do previsto na alínea a), do n2 1, do artigo 23, do Regime jurídico da Urbanização
e Edificação, findo o prazo legal de discussão pública, sem que tenha havido
reclamaçôes, solicitada pela Torres do Palácio — Investimento Imobiliário, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação n9 379/19, de 11/04, do DPGU/DGA,
planta de localização e planta de síntese — Telas finais, documentos que se dão por
inteiramente reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que bem sabe que esta é uma
alteração ao loteamento, que ele já foi aprovado há algum tempo, de qualquer
forma é um loteamento que tem um grande impacto sobre o Palácio do Sobralinho,
e julga que este é aquele tipo de loteamentos que não deveria ter sido feito. Aliás,
até estranha como é que este loteamento teve parecer favorável da divisão do
património.
—
Por isso, tendo em conta estas questões, o Bloco de Esquerda vai-se abster na
votação desta alteração do loteamento.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que, como o Sr. Vereador deve
calcular, este loteamento teve todos os pareceres que eram necessários ter,
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El. Livro
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FI.Ata
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A Reunião de 2019/04/30
Município (1 I\ A Proc 1/02 LOTEPDMde JV1
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal
também esse a que aludiu, e também tem a dizer que houve uma preocupação,
que a densidade e volumetria do loteamento fosse relativamente baixa, como o Sr.
Vereador conhece, sendo que a câmara municipal também não iria permitir um
loteamento com prédios de muitos andares.
Crê que, apesar de tudo, o enquadramento que é feito teve em consideração
justamente a preservação do Palácio do Sobralinho.
Aí estão um pouco em desacordo, que efetivamente ali, naquele espaço, não se
deveria fazer nada, pela proteção do Palácio do Sobralinho, pois considera que as
distâncias que existem são suficientes e o enquadramento parece-lhe razoável.
Deste modo, não está muito de acordo com aquilo que o Sr. Vereador referiu, mas
éoqueé.
Terminou, questionando ao Sr. Vereador e ao Sr. Vice-Presidente se há mais
alguma questão.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que nâo.
Prosseguiu o Sr. Presidente, colocando o ponto à votação, perguntando quem vota
contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por maioria, com a abstenção
do Sr. Vereador Carlos Patrão, do Bloco de Esquerda.
7. Deliberação: Deliberado, por maioria, com a abstenção do membro do Bloco de
Esquerda, em conformidade com a proposta do Sr. Vice-Presidente.
16 Pontinha 2/2
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El. Livro —
RAta 086
4 Reunião de 2019/04/30
Município
Proc9
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Vila Franca de Xira /j Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Às 10h51, após a discussão e votação do ponto 16 da ordem do dia, interveio o Sr.
Presidente, referindo que apesar de não estar presente o diretor do agrupamento
de escolas não queria deixar de agradecer o amável café que proporcionou, e dará
5 minutos, um pouquinho de tempo de suspensão da reunião de câmara, para
tomar o café tranquilamente.
Após a suspensão reiniciou os trabalhos, com a discussão, em privado, do ponto
20, dando continuidade à reunião de câmara com as respostas às questões que
foram colocadas no período antes da ordem do dia.
resp aod
19. Livro
—
FLAta 087
2 Reunião de 2019/04/30Município Proc2 89-025 LOTE
de 1 111
—
Vila Franca de Xira / Deliberação flQ____________
Câmara Municipal
1. Assunto: ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO DENOMINADO POR QUINTA DA SENHORA
DA GRAÇA E CHOUPAL, TITULADO PELO ALVARÁ DE LOTEAMENTO N 5/91, DE
22/11 - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n 398/19, de 11/04, do
DPGU/DGA, para aprovação da alteração ao loteamento denominado por Quinta da
Senhora da Graça e Choupal, titulado pelo alvará de loteamento n2 5/91, de 22/11,
sito em Alverca do Ribatejo, União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e
Sobralinho, nos termos do previsto na alínea a), do n2 1, do artigo 23, do Regime
jurídico da Urbanização e Edificação, findo o prazo legal de discussão pública, sem
que tenha havido reclamações, solicitada pela Fecar — Sociedade de Construções,
Ld.
—
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação n2 398/19, de 11/04, do DPGU/DGA,
planta de localização e planta de síntese — Telas finais, documentos que se dão por
inteiramente reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
17 Choupal
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FI. Livro
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088
Reunião de cT19/04/30
Município Proc —
de
Vila Franca de Xira Deliberação n’____________
Câmara Municipal
1. Assunto: OPEN NACIONAL DE GRAPPLING - CONTRATO-PROGRAMA DE
DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 153/19, de
22/04, do DED/DDL, para aprovação da minuta do contrato-programa de
desenvolvimento desportivo a celebrar com a Federação Portuguesa de Lutas
Amadoras, que define as condições de apoio logístico na organização do Open
Nacional de Grappling, a realizar no dia 18 de maio.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 153/19, de 22/04, do
DED/DDL, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
18 Grappling
FI. Livro —W RAta 089
Reunião de 2019/04/30
Município Proc2 DCTAE.00DB.108.
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao r1 290
Câmara Municipal
1. Assunto: PRÉMIO LITERÁRIO ‘ALVES REDOL” - PRAZO DE CANDIDATURA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 163/19, de
22/04, do DCT/DBA, para aprovação, no âmbito do prémio literário “Alves Redol”,
do prazo de entrega das inscrições e apresentação dos trabalhos concorrentes,
bem como da data, hora e local da cerimónia de entrega de prémios, e do prazo e
o local para a devolução dos trabalhos recebidos, nos termos previstos nas alíneas
a) e b), do artigo 8, do regulamento.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 163/19, de 22/04, do
DCT/DBA, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
19 Alves Redol
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FI. Livro —
/ 1 Reunodei&I.9/O4/3O
Murcípio 7 IV Proc2
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2______________
Câmara Municipal
Pelas 12h35, após as respostas às questões colocadas no período antes da ordem
do dia, interveio o Sr. Presidente, dando a palavra ao público presente,
prosseguindo-se posteriormente com questões relacionadas com o período antes
da ordem do dia e a aprovação da ata em minuta.
publico
El. Livro —
092
Reunião de 2019/04/30
Município
/ Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
QUINTA DO ALFERES - LOTES 604 E 679 - SÃO JOÃO DOS MONTES
Tomou a palavra o munícipe, Sr. Francisco José Santos Ventura, dando as boas
tardes ao Sr. Presidente, Srs. Vereadores e a todos os que o estão a ouvir, dizendo
que vem fazer uma pergunta ao Sr. Presidente, pois já esteve a falar com o
arquiteto, a entregar a documentação, e gostava de saber a opinião do Sr.
Presidente relativámente ao lote 604, como herdeiro, e ao lote 679, da Quinta do
Alferes, em São João dos Montes.
O lote 604 continua a ter carros velhos sem rodas, óleos no chão, tudo de qualquer
maneira e feitio, a GNR passa, desdobra as matrículas, que estão pintadas, para
ver se consegue tirar fotografias, para saber de quem são os carros sem rodas.
Aquilo está ali que é uma vergonha, nada se faz, e é lixo por tudo quanto é sítio.
Se houver herdeiros terá que tomar posição em tribunal com isto, se não houver
herdeiros será a câmara municipal a tomar a responsabilidade daquilo que está a
acontecer ali, que é uma vergonha.
já entregou documentação, que o Sr. Presidente pediu, ao arquiteto, e gostava de
ter uma resposta, pois pensa que já há tempo suficiente para lha darem.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que já se responderá ao munícipe.
Retomou a palavra o munícipe, agradecendo.
Interveio o Sr. Presidente, passando a palavra ao Sr. Vice-Presidente para
responder ao munícipe.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, referindo que o munícipe expôs a situação
dos lotes 604 e 679 da Quinta do Alferes, e o próprio leu o processo, após o
atendimento na câmara municipal. Perante o que o munícipe expôs em relação ao
lote 604 foi acionada a fiscalização, considerando que é uma AUGI, assim como as
forças da autoridade, e deu indicações para marcar uma reunião com o munícipe,
para falar com o mesmo, porque há outras situações que agora não poderá expor.-
Tomou a palavra o munícipe, dizendo que pediu uma reunião no dia 4 de abril, com
o Sr. Presidente, e até hoje ainda está à espera dela.
Interveio o Sr. Presidente, sugerindo que o munícipe e o Sr. Vice-Presidente
conversem, para o Sr. Vice-Presidente poder dizer ao munícipe aquilo que não deve
dizer aqui. Assim, o Sr. Vice-Presidente já falará com o munícipe.
publico 1
FI. Livro
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Fl.Ata 093
Reuniãode2Ol9/04/30
Município IA I\J\ Proc2
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de NU
Vila Franca de Xira
“lv Deliberação n
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
QUINTA MUNICIPAL DA PIEDADE - PÓVOA DE SANTA IRIA
Interveio o munícipe, o Sr. António Diamantino Nabais, dando as boas tardes ao Sr.
Presidente e a todos os presentes, fazendo um convite para se fazer uma visita à
Quinta Municipal da Piedade, e pedindo ainda ao Sr. Presidente para imaginar que
entra do lado nascente, ao lado do centro de saúde, e que se vai deparar com uma
situação que se arrasta há meses, se não há mais de um ano, que é o estado em
que se encontra, quanto a pintura, o bloco anexo ao palácio, que serve, no 1
andar, de apoio sanitário à biblioteca, e no rés do chão à área infantojuvenil.
Aquelas paredes estão completamente deploráveis em termos de pintura, de que
necessitam urgentemente, e urgentemente é uma maneira de dizer, porque já há
muitos meses, como diz, talvez há mais de um ano, que se encontram naquela
situação. Pode-se questionar se falar nisso aqui vale a pena, responderá que não, e
já falou, mas, como não manda, falou e não resolveu nada, e não falou aqui,
evidentemente.
Também nesse local há uma porta que não é utilizada, porque não há necessidade,
que tem a pedra cimeira da abertura a degradar-se. Curiosamente também há
meses, mais de um ano, se calhar, o que vai caindo dessa pedra cimeira vai-se
acumulando no passeio, sendo uma coisa que necessita de urgência.
Ainda, naquele local há uma microfila, normalmente chamada de árvore da
borracha, que tinha uma placa a identificá-la, e isso era importante porque, como é
sabido, é uma árvore que está classificada como interesse público. Numa altura ou
no dia em que foi limpo aquele espaço a placa desapareceu, e aproveita para dizer
que a outra árvore, com as mesmas características, embora mais nova, porque
esta tem 167 anos, a outra tem 127, é a que fica do lado direito do palácio, junto
ao que era dantes o lagar, e uma placa aí também fica bem colocada.
Pensava ficar por aqui, se calhar não iria falar, mas fala, naquilo que o Sr.
Presidente se calhar já está até à espêra que fale, mas muito rapidamente. Trata-
se da velha história da Lapa do Senhor Morto e do Oratório de São Jerónimo.
Durante muitos anos o próprio, na assembleia municipal, ia falando no assunto,
sabe que havia recetividade da parte da câmara municipal para se resolver o
problema, agora, os responsáveis é que têm passado ao lado, a assobiar para o
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FI. Livro —
FLAta _091
Reunião de 2019/04/30
Município
Proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
lado e a não ligar nenhuma.
O que é curioso é que, nem a insistência sua e da câmara municipal, nem o facto
de ter dado uma entrevista a jornais, nomeadamente o Público, nem
inclusivamente uma entrevista na Wl, no espaço, sensibilizou essas pessoas para
resolverem aquele problema.
Portanto, gostaria de saber, quanto a isso, se há alguma perspetiva, sendo que o
Sr. Presidente tinha dito, no último mandato, que pensava que este ano o problema
estava resolvido. Não ficou, a culpa não é do Sr. Presidente, de qualquer modo
deixa a questão.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que o munícipe colocou uma série de
questões, umas de grande importância, outras de relativa importância, mas que,
ao mesmo tempo, têm importância. Há questões de reparações, pinturas, porta
degradada e, sobretudo, da sinalização, de placas que desapareceram.
A Sr Vereadora Manuela Ralha interveio, dizendo que as placas das árvores é com
o Departamento de Ambiente e Gestão do Espaço Público, e vão ser substituídas. --
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que essa é uma resposta que não agrada a
ninguém, a começar pelo próprio, mas enfim.
Depois, antes de passar de novo a palavra à Sr Vereadora Manuela Ralha, quer
dizer ao munícipe, sobre a Lapa do Senhor Morto, que se vai no terceiro projeto, e
já se gastaram milhares de euros, por exigências da entidade, não porque a
câmara municipal não se tenha, ao longo destes anos, interessado pelo processo, e
não é por não ter investido valores muito apreciáveis.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, mencionando que, efetivamente,
é a única área de competência da cultura na Quinta da Piedade, para além da
galeria da biblioteca, mas, como o Sr. Presidente disse, e muito bem, este é um
processo que já se arrasta, como o Sr. António Nabais sabe, há muito tempo,
infelizmente, já se vai no terceiro projeto, que sucessivamente é chumbado pela
DGPC - Direção-Geral do Património Cultural. A câmara municipal já gastou, e diria
mais que o Sr. Presidente, centenas de milhares de euros em projetos, porque
estes projetos são muito caros, parecendo-lhe que agora, finalmente, se pode
avançar para um novo projeto, com a garantia de que não irá ser chumbado.
Está-se a terminar, nesta fase ainda, toda a parte burocrática relativamente ao
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FI. Livro --
1 /1 iiNX ão’o!o
Município
‘9 Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
pagamento de eventuais indemnizações quanto ao projeto anterior, que foi
rejeitado, porque a câmara municipal teve de o pagar e que o terminar. O
Departamento de Obras, Viaturas e lnfraestruturas, e muito bem, tem estado a
tratar do processo para terminar, e já está a decorrer a feitura dum novo projeto
para, desta vez, ver se a DGPC aprova. Não sabe, e vai dizer uma coisa que só
vincula a própria, não vincula este executivo, se a DGPC está à espera que aquilo
caia definitivamente para permitir, efetivamente, um projeto.
Agora, não se pode permitir é que as câmaras municipais continuem a gastar
milhares de euros do erário público, ou centenas de milhares de euros do erário
público, a fazer o seu melhor, porque os executivos passados tentaram fazer o
melhor, criando projetos ou mandando fazer projetos para dar a dignidade àqueles
dois monumentos, que merecem. Não se pode, continuamente, a andar a gastar o
dinheiro do erário público porque a direção-geral não aprova ou, no seu entender,
não cumpre as regras que impõe. Tem de haver um final deste processo, porque
para a câmara municipal está a ser muito penoso, não só em termos patrimoniais,
como em termos de dignidade, havendo aqui uma questão que se tem de resolver
rapidamente.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que sobre as outras questões que não
têm esta dimensão vai-se tentar resolver.
Terminou, agradecendo ao munícipe por ter vindo.
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Reunião de 2019/04/30
Município Proc
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
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DISTRIBUIÇÃO DE DOCUMENTO SOBRE UMA SITUAÇÃO DE DESPEDIMENTO
O munícipe, Sr. Abílio Augusto Cupertino, interveio, dando as boas tardes a todos
os eleitos desta grande assembleia, dizendo que o seu nome é Abílio Augusto
Cupertino e vai pedir autorização ao Sr. Presidente para o deixar, efetivamente,
fazer a distribuição de umas coisas que traz, a respeito do seu filho, que se chama
Ricardo Seco Cupertino.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo ao munícipe para fazer o favor de distribuir.
Deixa-o distribuir os documentos que tem, mas também tem a dizer que é matéria,
como o munícipe teve ocasião, há pouco, de lhe explicar lá fora, quando a reunião
de câmara foi interrompida, que se tem todo o gosto em ouvir, mas não se pode
resolver, porque é uma situação que tem a ver, única e exclusivamente, com a
junta de freguesia.
Prosseguiu o munícipe, dizendo “ótimo”, e que já vai distribuir, mas, como está
limitado, não se pode pronunciar. Foi a razão de não ter colocado, na ficha, a cruz
no quadrado do som, porque, na realidade, como isto não vai terminar da melhor
maneira, pensa o próprio, prefere assim. Como disse, está limitado nas suas
palavras, ainda não está autorizado a manifestar-se, o que alguém de direito lhe
vai dar, tanto ao próprio, como ao seu filho.
Interrompeu o Sr. Presidente, referindo que a gravação não tem som, mas vai ter
ata.
Continuou o munícipe, dizendo que com certeza, só não tem é som.
Referiu ainda o Sr. Presidente que é a mesma coisa que o som. —
Interveio o munícipe, referindo que a ata é pública.
—
Tomou de novo a palavra o Sr. Presidente, mencionando que se está perante um
ato público e questiona se esta é uma questão que está em tribunal.
Respondeu o munícipe que ainda não está.
—
Referiu o Sr. Presidente que irá estar, e sugere ao munícipe que só diga aquilo que
pensa que deve dizer, porque a reunião é pública, vai estar em ata, apesar de a
gravação não ter som. Não ter som é irrelevante para este caso. Só queria sugerir
que, efetivamente, o munícipe se circunscrevesse ãquilo que acha que deve dizer.
Prosseguiu o munícipe, referindo que, no seu entendimento, e na qualidade de pai
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El. Livro
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RAta 097
Reunião de 209/04/30
Município A’J Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
e de político há mais de 30 anos, está convencido que, tanto homens, como
mulheres, tenham coração. Não é necessário ter um coração grande, mas ter
coração, pelo que, ao fazer as coisas ao de leve, diz o próprio, que não devia dizer
isto, aos anos que anda na política, e o Sr. Presidente e quase todas as pessoas da
mesa o conhecem, questiona se não há diálogo sobre as pessoas, se não havia
alternativas em fazer um despedimento desta natureza.
O próprio, após 15 dias, após o despedimento, teve uma reunião com o Sr.
Presidente da união de freguesias, deram um abraço um ao outro, o tal “abraço de
traição”, possivelmente, pois o seu filho já estava despedido. Como tal, a toda esta
assembleia que está a representar, efetivamente, um dos bons concelhos do país,
que tanto fala e tanto tem escrito no apoio aos deficientes, aos mais necessitados,
e não só, o que diz, muito sinceramente, é que é uma pessoa sem coração ou,
possivelmente, alguém o rodeia que por vezes é muito perigoso. Pede imensa
desculpa, já foi também presidente, e muitos anos, e, na realidade, pode-se ser
envolvido através daqueles que nos rodeiam.
Disse o Sr. Presidente que o munícipe tinha de resolver esta questão no âmbito da
assembleia de freguesia e não aqui. De qualquer modo, que faça o favor de
distribuir o documento que tem, por compreensão ao assunto que é, mas,
efetivamente, aqui não se pode ajudar grande coisa.
Terminou o munícipe, agradecendo e distribuindo o documento pelos Srs.
Vereadores.
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ri. Livro -
Reu&âo de 2019/04,30
Município Proc°
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—Vila Franca de Xira Deliberação n° 6
Câmara Municipal
Assunto: ATA EM MINUTA DA REUNIÃO
Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensa da sua leitura.
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Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presente reunião de
câmara.
—
21 ata minuta
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FI. Livro
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e Fl.Ata O93Reunião de 2019/04/30
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
Encerramento às 13h08.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2019/05/29, não tendo
participado na votação a Sr Vereadora Fátima Antunes e o Sr. Vereador Vítor
Cartaxo, por não terem estado presentes, tendo sido dispensada a sua leitura, por
ter sido previamente distribuída a todos os membros.
E , Fernando Paulo Serra Barreiros,
Diretor do Departamento dç Gptão Administrativa, Financeira e Jurídica, a
subscrevi.
O Presidente da Câmara Munici aI,
Al%Xquita
encerra