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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2019
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2019
2019-01-09/2019-12-18
RC 05.15
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
2019-05-15/2019-05-15
001
Ordem do Dia , Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira do dia 2019/05/15
2019-05-15/2019-05-15
002
Ata em minuta
2019-05-15/2019-05-15
003
Ata da reunião de câmara de 2019/05/15
2019-05-15/2019-05-15
Ata da reunião de câmara de 2019/05/15
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Ata da reunião de câmara de 2019/05/15
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Record not reviewed.
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Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2019/RC 05.15/003
Title type
Atribuído
Production dates
2019-05-15
to
2019-05-15
Extents
1 Ficheiros
Scope and content
Ordem do dia - Pág. 1 a 6
Rosto - Pág. 7
Técnicos - Pág. 8 a 10
aod 1 - Período antes da ordem do dia - Informações de interesse do Sr. Presidente - Pág. 11
aod 2 - Período antes da ordem do dia - Informações de interesse da Srª Vereadora Manuela Ralha - Pág. 12
aod 3 - Período antes da ordem do dia - Informações de interesse da Srª Vereadora Fátima Antunes - Pág. 13
aod 4 - Período antes da ordem do dia - Resultados desportivos - Pág. 14 e 15
aod 5 - Período antes da ordem do dia - Descentralização de competências na área da educação - Pág. 16 a 32
aod 6 - Período antes da ordem do dia - Interrupção da reunião de câmara - Pág. 33 a 35
aod 7 - Período antes da ordem do dia - Contagem de tempo - Regularização de precários - Pág. 36
aod 8 - Período antes da ordem do dia - Proposta sobre a opção gestionária- Pág. 37
aod 9 - Período antes da ordem do dia - Situação de família monoparental - Pág. 38 e 39
aod 10 - Período antes da ordem do dia - Circulação rodoviária na EN10 - Obras - Pág. 40 e 41
aod 11 - Período antes da ordem do dia - Utilização de transportes na Área Metropolitana de Lisboa - Pág. 42 e 43
aod 12 - Período antes da ordem do dia - Corte de mato ou ervas nos passeios - Quinta dos Fidalgos - Vila Franca de Xira - Pág. 44
aod 13 - Período antes da ordem do dia - Buraco na rua Comendador Miguel Esguelha - Vila Franca de Xira - Pág. 45
aod 14 - Período antes da ordem do dia - Luta dos trabalhadores da Sociedade Central de Cervejas - Pág. 46
aod 15 - Período antes da ordem do dia - Processo de execução fiscal nº 529/14 - Pág. 47
aod 16 - Período antes da ordem do dia - Marina da União Desportiva Vilafranquense - Vila Franca de Xira - Pág. 48
aod 17 - Período antes da ordem do dia - Registo Civil de Vila Franca de Xira - Cartão de Cidadão - Pág. 49
aod 18 - Período antes da ordem do dia - Obras de ampliação do edifício da vidreira - Vila Franca de Xira - Pág. 50
aod 19 - Período antes da ordem do dia - Publicação dos estudos de salvaguarda dos núcleos antigos - Pág. 51
aod 20 - Período antes da ordem do dia - Estudo da Escola da Armada - Vila Franca de Xira - Pág. 52
aod 21 - Período antes da ordem do dia - Situação dos sem-abrigo no concelho - Pág. 53 e 54
aod 22 - Período antes da ordem do dia - Elevadores da estação de comboios de Vila Franca de Xira - Pág. 55
aod 23 - Período antes da ordem do dia - Questões relacionadas com o período antes da ordem do dia e pontos em que se pretende intervir na ordem do dia - Pág. 56
1 - Ata nº 8/2019, da reunião de câmara ordinária de 2019/04/17 - Pág. 57
2 - Atribuição de apoio financeiro extraordinário às Freguesias, destinado à realização de despesas de capital e investimento - Pág. 58 a 68
3 - Protocolo de cooperação relativo à afetação de recursos humanos à CPCJ de Vila Franca de Xira - Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens - Pág. 69
4 - Protocolo relativo a estágios curriculares na área da consultoria de gestão no turismo ISCAD - Instituto Superior de Ciências da Administração - Pág. 70
5 - Isenção do pagamento de taxas de emissão de licenças de ruído e licença para realização de espetáculos desportivos e de divertimentos públicos nas vias, jardins e demais lugares públicos - Desfile da banda de música, no dia 1 de maio - Ateneu Artístico Vilafranquense - Pág. 71
6 - Isenção do pagamento de taxas de emissão de licenças de ruído e licença para realização de espetáculos desportivos e de divertimentos públicos nas vias, jardins e demais lugares públicos - III Encontro de Orquestras Juvenis, no dia 12 de maio - Ateneu Artístico Vilafranquense - Pág. 72
7 - Isenção do pagamento de taxas de emissão de licenças de ruído - Associação de Estudantes da Escola Secundária Alves Redol - Pág. 73
8 - Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal - Pág. 74
9 - Legislação-síntese e editais - Pág. 75
10 - Pagamentos autorizados - Pág. 76
11 - Balancetes - Pág. 77
12 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 78
13 -Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Áreas de reabilitação urbana - Pág. 79 a 81
14 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares - Pág. 82 e 83
15 - Concurso externo de ingresso para provimento de um lugar de especialista de informática, grau 1, nível 2 (carreira não revista) - Recrutamento excecional - Pág. 84
16 - Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de reservas de recrutamento - Relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (auxiliar de ação educativa) - Pág. 85
17 - Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (área de apanhador/tratador de animais) - Pág. 86
18 - Atribuição de medalhas de bons serviços municipais aos trabalhadores com 40 anos de serviço - Pág. 87
19 - Atribuição de medalhas de bons serviços municipais aos trabalhadores da Câmara Municipal e dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento - Pág. 88
20 - Alteração ao mapa de pessoal de 2019 da Câmara Municipal - Pág. 89 a 97
21 - Alteração ao Regulamento do Parque de Estacionamento do Hospital de Vila Franca de Xira - Pág. 98 a 113
22 - Alteração ao Regulamento dos Horários de Funcionamento dos Estabelecimentos de Venda ao Público e Prestação de Serviços do Município de Vila Franca de Xira - Pág. 114 a 116
público - Pág. 117
público 1 - Quinta do Alferes - São João dos Montes - Pág. 118 e 119
público 2 - Rede ciclovias - Póvoa de Santa iria e Forte da Casa - Pág. 120 e 121
público 3 - Recolha de animais abandonados - Bairro Novo da Figueira - Sobralinho - Pág. 122 e 123
público 4 - Obra clandestina em pombal - Povos - Vila Franca de Xira - Pág. 124 a 129
público 5 - Danos provocados em viatura e pedras soltas em andaimes - Pág. 130 a 132
público 6 - Estacionamento - AUGI Fonte do Vale - Vialonga - Pág. 133 a 135
23 - Regulamento de Isenção de Impostos Municipais do Município de Vila Franca de Xira - Publicitação de início de procedimento e participação procedimental - Pág. 136
24 - Resolução do contrato de cedência e revogação do direito de superfície celebrado entre o Município e João Manuel Soares Mendes e sua esposa, Lina Sofia Fernandes Sequeira Mendes - Pág. 137
25 - Constituição de compropriedade ou aumento de compartes - Carvalheira - Calhandriz - Pág. 138
26 - Constituição de compropriedade ou aumento de compartes - Faias ou Atanázio - São João dos Montes - Pág. 139
27 - Aumento de compropriedade do lote 144 da Fonte Santa - Parcela 2 - Vialonga - Pág. 140
28 - Aumento de compropriedade do lote 179 da Fonte Santa - Parcela 2 - Vialonga - Pág. 141
29 - Aumento de compropriedade do lote 234 da Fonte Santa - Parcela 2 - Vialonga - Pág. 142
30 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote B3, do loteamento da Arroteia - Alverca do
Ribatejo - Pág. 143
31 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 8, do loteamento do Pinhal das Areias - Alverca do Ribatejo - Pág. 144
32 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 38, do loteamento dos Enxordeiros - Alverca do Ribatejo - Pág. 145
33 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 96, do loteamento da Fonte Santa - Vialonga - Pág. 146
34 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 72, do loteamento do Casal do Freixo - Vialonga - Pág. 147
35 - 3ª alteração ao loteamento da Quinta da Ponte, titulado pelo alvará de loteamento nº 2/2015-AUGI, de 25/03 - S. João dos Montes - Pág. 148
36 - Alteração ao estudo do loteamento da Quinta do Serpa - Parcela 1 - Vialonga - Pág. 149
37 - 2ª alteração ao loteamento da Quinta da Coutada, titulado pelo alvará de loteamento nº 2/2011-AUGI, de 04/05 - Vila Franca de Xira - Pág. 150
38 - Substituição de tampa de caixa de visita na rede pluvial - Rua 1º de Dezembro - Vila Franca de Xira - Isenção do pagamento da taxa de condicionamento de trânsito - Pág. 151
39 - Estabilização e contenção da encosta do Monte Gordo - Quinta de Santo Amaro - Vila Franca de Xira - Auto de vistoria e receção definitiva parcial - Pág. 152
40 - Escola Dr. Vasco Moniz - Conclusão dos arranjos exteriores e campo desportivo coberto - Vila Franca de Xira - Auto de vistoria para efeitos de liberação de caução - Pág. 153
41 - Requalificação da EN10 - Rede estruturante ciclável e pedonal - Póvoa de Santa Iria/Forte da Casa/Alverca do Ribatejo - 1ª fase - Revogação da nomeação do coordenador de segurança em obra e nomeação de novo coordenador de segurança de obra - Pág. 154
42 - Reabilitação/ampliação da EB1 nº 1 de Vialonga - Processo de revisão de preços definitivo - Pág. 155
43 - Seminário do Conselho Municipal de Educação - Protocolo - Agrupamento de Escolas do Forte da Casa - Pág. 156
44 - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo - 6º Prémio de Ciclismo de Alverca - Pág. 157
45 - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo - Torneio Internacional de Andebol Cidade de Alverca - Pág. 158
46 - Contrato de patrocínio desportivo referente ao Campeonato do Mundo de Seniores de Danças Desportivas - Pág. 159
47 - Programa Férias Desportivas 2019 - Pág. 160 e 161
48 - Prémio Carlos Paredes 2019 - Júri - Pág. 162
49 - Exposição "e não sei se o mundo nasceu" - Fernando Namora, 100 anos - Catálogo - Preço de venda ao público - Pág. 163
50 - Salão de Artesanato 2019 - Organização e procedimentos - Pág. 164
51 - Salão de Artesanato 2019 - Constituição da comissão coordenadora - Pág. 165
52 - Protocolo de parceria no âmbito do Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social Integrado do concelho de Vila Franca de Xira - Pág. 166
53 - Projeto da alteração ao Regulamento Municipal do Cemitério de Vila Franca de Xira - Publicitação de início de procedimento e participação procedimental - Pág. 167
54 - Proposta - Suspensão do pagamento de portagens no sublanço entre Alverca e Vila Franca na Autoestrada do Norte - Pág. 168 a 175
55 - Ata em minuta da reunião - Pág. 176
Encerra - Pág. 177
Related material
Vídeo da reunião de câmara:
https://www.youtube.com/watch?v=mZo-TwrbPPI&feature=youtu.be
Transcription
ORDEM DO DIA Pág.1
‘k9 wwwcm-vfxira.pt
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2019105115
Assunto
Objetivo
Designação Interessado Local
ADMINISTRAÇAO MUNICIPAL
1 Ata n2 8/2019, da reunião de câmara ordinária de 2019/04/17 Aprovação
2 Atribuição de apoio financeiro extraordinário às Freguesias, destinado à realização de Aprovação
despesas de capital e investimento
3 Protocolo de cooperação relativo à afetação de recursos humanos à CPCJ de Vila Comissão Nacional de Aprovação
Franca de Xira Promoção dos Direitos e
Proteção das Crianças e
Jovens
4 Protocolo relativo a estágios curriculares na área da consuitoria de gestão no turismo ISCAD - Instituto Superior Aprovação
de Ciências da
Administração
APOIO AO MUNÍCIPE E ATIVIDADES ECONÓMICAS
5 Isenção do pagamento de taxas de emissão de licenças de ruído e licença para Ateneu Artístico Ratificação
realização de espetáculos desportivos e de divertimentos públicos nas vias, jardins e Vilafranquense
demais lugares públicos - Desfile da banda de música, no dia 1 de maio
6 Isenção do pagamento de taxas de emissão de licenças de ruído e licença para Ateneu Artístico Ratificação
realização de espetáculos desportivos e de divertimentos públicos nas vias, jardins e Vilafranquense
demais lugares públicos - lii Encontro de Orquestras Juvenis, no dia 12 de maio
7 Isenção do pagamento de taxas de emissão de licenças de ruído Associação de Estudantes Ratificação
da Escola Secundária
Alves Redol
Câmara MuniciPal ORDEM DO DIA Pág.2
www.cm-vfxira.pt
Reuniâoordinárla e pública da Câmara Municipal deVila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2019105115
Assunto
Objetivo
Designação Interessado Local
GESTÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E jURIDICA
Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
8 Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal Conhecimento
9 Legislação-síntese e editais Conhecimento
10 Pagamentos autorizados Conhecimento
11 Balancetes Conhecimento
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
12 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Conhecimento
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
13 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Conhecimento
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Áreas de
reabilitação urbana
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
14 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Conhecimento
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Outros assuntos
15 Concurso externo de ingresso para provimento de um lugar de especialista de Aprovação
informática, grau 1, nível 2 (carreira não revista) — Recrutamento excecional
ORDEM DO DIA Pág.3
wwwcm-vfxira.pt
- Reunião ordináda e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xlra, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas gh3ar
do dia 2019105115
Assunto
Objetivo
Designação Interessado Local
16 Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de reservas de Aprovação
recrutamento — Relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para
assistente operacional (auxiliar de ação educativa)
17 Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de Aprovação
emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (área de
apanhador/tratador de animais)
18 Atribuição de medalhas de bons serviços a trabalhadores com 40 anos de serviço Aprovação
19 Atribuição de medalhas de bons serviços municipais aos trabalhadores da Câmara Aprovação
Municipal e dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento
20 Alteração ao mapa de pessoal de 2019 da Câmara Municipal Aprovação
21 Alteração ao Regulamento do Parque de Estacionamento do Hospital de Vila Franca de Escala Vila Franca — Aprovação
Xira Sociedade Gestora do
Edifício, SA g
—22 .A.ltomçao ao Rogulamsna do Horirio& de Funcionamentn doe Cdabelecimpntpc do .Aprovoçgo
Vonda ao Dúblico e Drctrp de $anyiço do Munictpio d° Vila nnci do Xira
23 Regulamento de Isenção de Impostos Municipais do Município de Vila Franca de Xira — Aprovação
Publicitação de início de procedimento e participação procedimental
24 Resolução do contrato de cedência e revogação do direito de superfície celebrado Aprovação
entre o Município e João Manuel Soares Mendes e sua esposa, Una Sofia Fernandes
Sequeira Mendes
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANIST1CA
25 Constituição de compropriedade ou aumento de compartes — Carvalheira Manuel Caetano Pinto, Calhandriz Aprovação
cabeça de casal de
herança
CâmaraMufflcipat ORDEM DO DIA Pág.4
www.cm-vfxira.pt
Reunião ordinária e pública’da Câmara Municipal de la Franca de’Xira;no Salão Nobre dos Paços do Municípie pelas 9h30,
do dia 2019/05/15
Assunto
Objetivo
Designação Interessado Local
26 Constituição de compropriedade ou aumento de compartes — Faias ou Atanázio Pedro Miguel Neves 5. joão dos Aprovação
Santos Montes
27 Aumento de compropriedade do lote 144 da Fonte Santa — Parcela 2 Miguel Ãngelo Ferreira Vialonga Aprovação
Fausto e jéssica Andreia
Batista Silveira
28 Aumento de compropriedade do lote 179 da Fonte Santa — Parcela 2 Ana Paula Lamancha Vialonga Aprovação
29 Aumento de compropriedade do lote 234 da Fonte Santa — Parcela 2 Ana Paula Lamancha Vialonga Aprovação
30 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 83, do loteamento Samuel Ferreira Alverca do Aprovação
da Arroteia Alexandre Figueiredo, Ribatejo
cabeça de casal de
herança
31 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 8, do loteamento do Guilherme Simões de Alverca do Aprovação
Pinhal das Areias Almeida Ribatejo
32 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 38, do loteamento Graziela Alves dos Santos Alverca do Aprovação
dos Enxordeiros Ribatejo
33 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 96, do loteamento Norberto Ribeiro Vialonga Aprovação
da Fonte Santa
34 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 72, do loteamento Isabel Clarisse Baptista Vialonga Aprovação
do Casal do Freixo Cipriano Graça de
Carvalho
35 3 alteração ao loteamento da Quinta da Ponte, titulado pelo alvará de loteamento n2 5. joão dos Aprovação
2/2015-AUGI, de 25/03 Montes
36 Alteração ao estudo do loteamento da Quinta do Serpa — Parcela 1 Vialonga Aprovação
4LcâmaraMunaL ORDEM DO DIA
— w’.,cm-vtxira,pt
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xlra, no Salão Nobre
do dia 2019105115
2 alteração ao loteamento da Quinta da Coutada, titulado pelo alvará de loteamento
n9 2/2011-AUGI, de 04/05
Substituição de tampa de caixa de visita na rede pluvial — Rua l de Dezembro —
Isenção do pagamento da taxa de condicionamento de trânsito
Estabilização e contenção da encosta do Monte Gordo — Quinta de Santo Amaro — Auto
de vistoria e receção definitiva parcial
Escola Dr. Vasco Moniz — Conclusão dos arranjos exteriores e campo desportivo
coberto — Auto de vistoria para efeitos de liberação de caução
Requalificação da EN1O — Rede estruturante ciclável e pedonal — Póvoa de Santa
Iria/Forte da Casa/Alverca do Ribatejo — IA fase — Revogação da nomeação do
coordenador de segurança em obra e nomeação de novo coordenador de segurança
em obra
EDUCAÇÃO E DESPORTO
Seminário do Conselho Municipal de Educação — Protocolo
Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo — 6Q Prémio de Ciclismo de Alverca
Assunto
Objetivo
Designação Interessado Local
Pág. 5
dos Paços do Município, pelas 9h30,
OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
37
38
39
40
41
42
43
44
45
Reabilitação/ampliação da EB1 n9 1 de Vialonga — Processo de revisão de preços
definitivo
Vila Franca de Aprovação
Xi ra
Vila Franca de Aprovação
Xi ra
Vila Franca de Aprovação
Xi ra
Vila Franca de Aprovação
Xira
Aprovação
Vialonga Aprovação
Aprovação
Aprovação
Aprovação
Águas do Tejo Atlântico,
SA
Alves Ribeiro, SA
HCI - Construçôes, SA
Rioboco, SA
NOW XXI — Engenharia e
Construções, Ld
Agrupamento de Escolas
do Forte da Casa
Futebol Clube de Alverca
União Juventude de
Alverca
Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo — Torneio Internacional de Andebol
Cidade de Alverca
eCâmara MunicipaLde Vila Franca de Xirawwwcm-vfxira.pt ORDEM DO DIA Pág. 6
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipalde Vila Franca de Xira, no Salão Nobre. dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2019/05/15
Assunto
Objetivo
Designação Interessado Local
—
46 Contrato de patrocínio desportivo referente ao Campeonato do Mundo de Seniores de
Danças Desportivas
Programa Férias Desportivas 2019
CULTURA E TURISMO
Prémio Carlos Paredes 2019 -Júri
Exposição “e não sei se o mundo nasceu” — Fernando Namora, 100 anos — Catálogo —
Preço de venda ao público
Salão de Artesanato 2019 - Organização e procedimentos
Salão de Artesanato 2019 - Constituição da comissão coordenadora
HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
Protocolo de parceria no âmbito do Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social
Integrado do Concelho de Vila Franca de Xira
AMBIENTE E GESTÃO DO ESPAÇO PÚBLICO
Proieto da alteração ao Regulamento Municipal do Cemitério de Vila Franca de Xira —
Publicitação de início de procedimento e participação procedimental
Alhandrense
Aprovação
Aprovação
Aprovação
Aprovação
Aprovação
Aprovação
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
54 Proposta - Suspensão do pagamento de portagens no sublanço entre Alverca e Vila
Franca na Autoestrada do Norte
Aprovação
Sociedade Euterpe
47
48
49
50
51
52
53
Aprovação
ViJa Franca de
Xi ra
Aprovação
55 Ata em minuta da reunião Aprovação
M. Livro -
RAta 001
,/t—_. iÂf Reunião de 2019/05/15
Ata n 10/20 19
MUNICÍPIO DE VILA FR\\NCA DE XIRA
CÂMARA MUNICIPAL
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA E PÚBLICA DE 2019/05/15
Aos quinze dias do mês de maio de dois mil e dezanove, pelas 09h30, no Salão Nobre
dos Paços do Município, reuniu a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, sob a
presidência do Sr. Alberto Simões Maia Mesquita, Presidente da Câmara Municipal,
estando presentes os Srs. Vereadores:
• Regina Célia Gonçalves Agostinho Janeiro;
• José António da Silva de Oliveira;
• Nuno Miguel Marques Libório;
• Helena Margarida Mendes Pereira de Jesus;
• Maria Manuela Pacheco Ralha;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
• António José Sequeira Félix;
• Maria de Fátima Pires Antunes;
• Vítor Manuel da Silva Cartaxo;
• Rui Miguel Borrega Perdigão.
Estiveram ausentes os Srs. Vereadores Cláudia Sofia Oliveira Martins e Carlos Miguel
Vilar Patrão, tendo sido substituídos pelos Srs. Vítor Manuel da Silva Cartaxo e Rui
Miguel Borrego Perdigão.
A reunião foi secretariada por Fernando Paulo Serra Barreiros, Diretor do
Departamento de Gestão Administrativa, Financeira e Jurídica, assessorado por
Leopoldino Filipe Nunes Barata, Assistente Técnico.
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado:
rosto
I
II Livro —
FI.Ata 002
Reunião de 2019/05/15
Município
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PRESENÇAS DO PESSOAL DIRIGENTE E TÉCNICOS
GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA
• Chefe do Gabinete
Dr. Renato Gonçalves
• Adjuntos
Dr Filomena Serrazina
Jorge Zacarias
GABINETE DE APOIO À VEREAÇÃO
• Adjunto
Dr. Luís Vasconcelos
• Secretário
Osvaldo Pires
• Assessoria
Dr Diana Serpins
Dr Mafalda Ramos
DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Susana Santos
DIVISÃO DE INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA
• Chefe da Divisão
Eng2 Clemente Rocha
DIVISÃO DE AUDITORIA E QUALIDADE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr. Dinis Piriquito
DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA. FINANCEIRA E jURÍDICA
Divisão de Recursos Humanos
• Chefe da Divisão
Dr. Paulo Alenquer
DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
• Diretora, em regime de substituição
Arqt Teresa Laranjeira
Divisão de Planeamento e Ordenamento do Território
técnicos 113
FI. Livro______________
NAta 003
Reunião de 2019/05/15
Município
Proc
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Urb Ricardo Ramalho
DEPARTAMENTO DE OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
• Diretora, em regime de substituição
Eng Sofia Galhofas
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E DESPORTO
Divisão de Educação
• Chefe da Divisão
Dr. Pedro Montes
Divisão de Desporto e Lazer
• Chefe da Divisão
Dr. Vítor Félix
DEPARTAMENTO DE CULTURA E TURISMO
• Diretor, em regime de substituição
Dr. Alexandre Sargento
Divisão de Turismo
• Chefe da Divisão
Dr Maria João Carraça
DEPARTAMENTO DE HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
• Diretora, em regime de substituição
Dr Ana Cana Costa
Divisão de Saúde e Solidariedade
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Cláudia Prazeres
DEPARTAMENTO DE AMBIENTE E GESTÃO DO ESPAÇO PÚBLICO
• Diretora, em regime de substituição
Arqt Catarina Conde
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO
Divisão Administrativa e Financeira
• Chefe da Divisão
Dr Teresa Botelho
Divisão de Gestão Comercial e Atendimento
técnicos 2/3
FI. Livro —
1
/‘fl O\
____________
Município AU Proc2
___________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
• Chefe da Divisão
Dr Vanessa Cirilo
Divisão de Águas e Saneamento
• Chefe da Divisão
Eng9 António Novais
Divisão de Qualidade, Ambiente e Equipamentos
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng Vitória Simões
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/1 (À I\JA Reunião de 2019/05/15
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Câmara Municipal
Assunto: PERíODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DE INTERESSE DO SR. PRESIDENTE
Interveio o Sr. Presidente, dando início à reunião de câmara, cumprimentando
todos os presentes e todos os que seguem a reunião via lnternet, referindo que
começará por dar algumas informações, falando, rapidamente, sobre as
comemorações do Dia Municipal do Bombeiro.
Assim, no próximo dia 19 de maio, domingo, a Câmara Municipal de Vila Franca de
Xira volta a homenagear todos os bombeiros do concelho, assinalando o Dia
Municipal do Bombeiro, em cerimónia a realizar em Vila Franca de Xira, com início
no quartel dos bombeiros voluntários de Vila Franca de Xira, a partir das 10h30. O
programa inclui entrega de condecorações municipais e intervenções oficiais, e um
desfile apeado e motorizado.
Também se vai realizar, no dia 23 de maio, a 8 edição do Salão de Automóveis e
Motociclos Clássicos de Vila Franca de Xira, no pavilhão multiusos. A mostra,
organizada pela câmara municipal, pode ser visitada até 26 de maio.
Mais uma vez se vão ter carros muito interessantes, com especial destaque para a
presença dum Alba de 1951, proveniente do Museu do Caramulo. O Alba foi um
carro produzido pela indústria portuguesa, e há muito poucos veículos, muito
poucos mesmo, pena foi que efetivamente esta produção automóvel em Portugal
não tivesse tido continuidade. Há também uma viatura muito interessante que vai
estar em exposição, que é um veículo de marca Bentley.
No âmbito deste Salão de Automóveis e Motociclos Clássicos vai realizar-se o 3
Rally Histórico do Vale do Tejo, organizado pelo Clube Português de Automóveis
Antigos, assinalando o arranque para a segunda prova do Campeonato de Portugal
de regularidade histórica, no dia 24 de maio, pelas 9h00, a partir do parque urbano
do Cevadeiro.
Por último, e da sua parte, no dia 28 de maio vai realizar-se o Seminário Municipal
de Educação, na Escola Básica e Secundária D. Martinho Vaz de Castelo Branco, na
Póvoa de Santa Iria. É mais uma edição do Seminário Municipal de Educação,
subordinado ao tema “Educação 4.0: (Per)cursos profissionais”.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DE INTERESSE DA SR VEREADORA MANUELA RALHA
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à Sr Vereadora Manuela Ralha, que
falará sobre a exposição de Fernando Namora 100 anos e o Dia Internacional dos
Museus”.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, cumprimentando, na pessoa do
Sr. Presidente, todos os presentes, todos os técnicos e dirigentes, assim como
todas as pessoas que seguem a reunião via on-line, dizendo que no âmbito da
celebração do Dia Internacional do Museu e da Noite dos Museus, a 18 de maio, a
câmara municipal vai realizar um programa integrado de iniciativas que dão corpo
ao tema deste ano “Os museus como centros culturais”.
A programação decorre em Vila Franca de Xira, no Museu do Neo-Realismo, no
museu municipal, núcleo-sede, no núcleo do Mártir Santo e Casa-Museu Mário
Coelho, bem como na Povoa de Santa Iria, no núcleo a Póvoa e o Rio. Projeção de
cinema, visitas livres às exposições, visitas guiadas e oficinas educativa, são as
componentes desta oferta cultural.
No dia 18 de maio o Museu do Neo-Realismo e o museu municipal, em Vila Franca
de Xira, terão as suas portas abertas até às 23h30.
“E não sei se o mundo nasceu — Fernando Namora 100 anos”, é o nome da
exposição que inaugura no próximo dia 18 de maio, sábado, pelas 16h00, no
Museu do Neo-Realismo, com a curadoria do Professor Doutor António Pedro Pita,
incidindo a mostra sobre a vida e obra do médico, ficcionista e poeta, Fernando
Namora, um dos autores portugueses mais traduzidos em todo o mundo.
O pendor neorrealista da obra de Fernando Namora revela-se, sobretudo, a partir
da publicação do romance Fogo na Noite Escura, de 1943, onde começam a ganhar
visibilidade as preocupações comuns daquele movimento.
A sua obra constitui-se assim como um legado de grande importância para o
neorrealismo português, e para a pluralidade de linguagens estéticas e artísticas,
que também caracterizam bem a própria missão do Museu do Neo-Realismo.
A exposição é de entrada livre, e estará patente ao público até 17 de novembro.---
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• /rN
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DE INTERESSE DA SR VEREADORA FÁTIMA ANTUNES
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à Sr Vereadora Fátima Antunes, que
falará sobre a Caminhada pela Mudança Global e a inauguração do Festival da
Juventude.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, cumprimentando, na pessoa do
Sr. Presidente, todos os presentes, e os que seguem a reunião em casa, via
Internet, dizendo que decorrem hoje duas iniciativas ligas à juventude, que vão
marcar esta tarde em Vila Franca de Xira.
Numa iniciativa conjunta do município de Vila Franca de Xira e da Aidglobal, tem
início às 14h00 de hoje a concentração de participantes na Caminha pela Mudança
Global, com partida às 14h00 do Jardim Municipal Constantino Palha. Espera-se
uma participação de cerca de 1 000 jovens nesta iniciativa, que vai percorrer
diversas ruas da cidade.
Às 15h30 esta caminhada passa pelo largo da câmara municipal, juntando-se a ela
o presidente da câmara municipal e outros elementos do executivo municipal,
seguindo em direção ao parque urbano.
Às 16h00 de hoje tem também início ou será feita a abertura oficial do Festival da
Juventude, evento que vai decorrer entre hoje e 18 de maio, no parque urbano e no
pavilhão multiusos.
O Festival da juventude, além dos concertos a realizar na sexta-feira e no sábado,
à noite, que são direcionados para o público juvenil, assenta também na
divulgação das ofertas educativas e profissionais, com a participação dos
agrupamentos de escolas do concelho, escolas profissionais, o IEFP, algumas
instituições do ensino superior, empresas e instituições do movimento associativo,
que marcam a presença na zona dos expositores.
Será assim mais um fim de semana fortemente dedicado à camada mais jovem da
população.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESULTADOS DESPORTIVOS
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra ao Sr. Vereador António Félix, para
informar dos resultados dos clubes e, sobretudo, dos atletas do concelho.
O Sr. Vereador António Félix interveio, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes, bem como todos aqueles que assistem a esta
reunião de câmara via lnternet, dizendo que, como tem sido apanágio nas últimas
semanas, estas duas últimas semanas, desde que se teve a última reunião de
câmara, foram pródigas em excelentes resultados desportivos relativamente a
atletas e clubes do concelho.
Assim, Gabriela Ribeiro, atleta do Alhandra Sporting Club, em representação da
equipa nacional foi 3? classificada na Taça da Europa de Triatlo, na categoria de
elite femininos. Merecem também destaque outros atletas do clube que
participaram, nomeadamente, Inês Rico, que foi 17 classificada, igualmente em
elite femininos. De salientar que ambas as atletas são ainda da categoria júnior. A
competição realizou-se em Sines, no dia 11 de maio.
Também nesta competição, Alexandre Nobre, atleta da Associação Portugal
Talentus de Alverca, também em representação da equipa nacional, classificou-se
em 59 lugar na Taça da Europa de Triatlo, na categoria de elite masculinos.
Mudando de desporto, e no futebol, a equipa júnior de futebol de 11, do União
Desportiva Vilafranquense, garantiu a subida à 1? Divisão Nacional, ao vencer o
Amora na última jornada do campeonato.
Também no futebol, a equipa sénior masculina de futebol de 11 do União
Desportiva Vilafranquense classificou-se em 2 lugar, na série C, do Campeonato
de Portugal, o que lhe garantiu a presença, pelo segundo ano consecutivo, no play
off de acesso à II Liga Profissional de Futebol.
Na natação, a equipa de natação adaptada do Alhandra Sporting Club esteve a um
excelente nível no Campeonato Nacional de Verão, com a conquista de 7
medalhas, 6 de ouro e 1 de prata. Merecem destaques individuais os títulos de
campeões nacionais de Camila Neves, nos 50 e 100 metros livres, 100 metros
costas e 100 metros bruços, na categoria de S113, e Diogo Marques, nos 100 e 200
metros livres, na categoria de S114. A competição disputou-se na piscina dojamor,
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em Oeiras, nos dias 11 e 12 de maio.
Finalmente, a equipa de Karaté da S&iedade Euterpe Alhandrense, Composta por
Alexandra Contins, Beatriz Mendes, Beatriz Olhos e Joana Garrancho, classificou-se
em 32 lugar no Campeonato Nacional de Clubes, na categoria de kumite cadetes
femininos. A competição realizou-se em Portimão, nos dias 11 e 12 de maio.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
DESCENTRALIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS NA ÁREA DA EDUCAÇÃO
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, dando os bons dias ao Sr. Presidente, Srs
e Srs. Vereadores, a todos os trabalhadores do município, que acompanham as
reuniões de câmara e se encontram a dar apoio aos eleitos, mas também, através
deles, cumprimenta esta grande massa de trabalhadores que faz com que o
concelho funcione, o público e as pessoas do concelho, a população, os munícipes
presentes (há muita forma de os tratar), mas também todos aqueles que em casa
vão acompanhando o desenvolvimento dos trabalhos.
Continuou, mencionando que vai voltar a falar dum tema de que o Sr. Presidente,
provavelmente, estará muito cansado e saturado, mas, como para a própria o mais
importante do mundo são as crianças, e as crianças e os jovens, não deixará de
falar da descentralização de competências. Não é porque seja teimosa, é porque
tem uma convicção profunda de que a descentralização de competências, ou os
direitos das crianças e jovens do concelho, não estão salvaguardados.
Quer colocar algumas perguntas, o que quer dizer que, naturalmente, depois das
respostas poderá ter necessidade de voltar a intervir.
Como primeira pergunta: O Conselho Municipal de Educação está a reunir? Está a
reunir com regularidade? Alguma vez se discutiu, num ponto, a descentralização
de competências? Se sim, quer ter acesso a todas as atas.
Como segunda questão, no dia 21 de outubro de 2017, data da primeira reunião de
câmara deste mandato, o Sr. Presidente trouxe, e muito bem, a representação do
município em todas as entidades públicas e privadas. Nesse documento disse que
iria estar presente em todos os conselhos gerais das escolas.
Neste sentido, quer-lhe perguntar a cluantos conselhos gerais de escolas foi e a
quais foi. Gostava também de saber outra coisa sobre os conselhos gerais, e os
conselhos gerais dos agrupamentos, que lhe permitam que diga,
independentemente da sua opinião, e a sua opinião não é igual à da lei, são o
árgão máximo da gestão duma escola. Ao contrário de todos os sftios, onde as
pessoas são eleitas pelos próprios, os eleitos da câmara municipal são eleitos pela
populaçâo, e em todo o lado quem elege são os próprios, os diretores das escolas
são eleitos por alguém que já foi eleito, portanto, independentemente da sua
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opinião, o conselho geral é o órgâo máximo de qualquer agrupamento de escolas,
e reafirma.
Interveio novamente, após a interrupção da reunião para resolver um problema
técnico, de interrupção na transmissão on-line, dizendo que passa à frente os
cumprimentos, já estando justificada esta falha, e referindo que na sua intervenção
dizia, tal como Fernando Pessoa afirmou, que o melhor do mundo são as crianças,
e naturalmente que a descentralização de competências, tendo em conta que é
uma convicção profunda por parte dos eleitos da CDU, não é boa para as crianças
do concelho, ou seja, as questões não estão todas salvaguardadas para que resulte
o melhor para as crianças e jovens, sendo sempre esse o objetivo do poder público,
defender os interesses das populações, neste caso em concreto das crianças e
jovens.
Portanto, considerando que não está tudo salvaguardado continuarão a intervir até
que tudo seja esclarecido, pelo que voltam à descentralização de competências.----
Tinha perguntado, e volta a perguntar, se o Conselho Municipal de Educação tem
reunido, com que regularidade, e se em algum conselho municipal se discutiu a
transferência de competências. Para além de sugerir que as atas de qualquer
órgão público devam ser públicas e devam estar num sítio da lnternet, tendo em
conta que não estão, os membros da CDU pediam para terem acesso às atas do
Conselho Municipal de Educação, sugerindo que estas sejam públicas e
consultáveis por toda a gente.
Dizia também que no dia 21 de outubro de 2017, a primeira reunião de câmara
deste mandato, o Sr. Presidente trouxe, e bem, aquilo que é a decisão sobre a
representação do município em todas as entidades públicas e privadas, e nesta
altura optou por estar presente em todos os conselhos gerais dos agrupamentos.
Naturalmente que até viam com bom grado esta situação, era sinal que se estaria
a dar importância àquilo que a lei diz, independentemente da sua opinião, porque
os conselhos gerais dos agrupamentos, hoje, são o órgão máximo do agrupamento,
são estes os órgãos, inclusive, que têm a capacidade de eleger o diretor da escola.
Tinha pois visto com bom grado que o Sr. Presidente desse essa importância
política a este bem tão essencial que é a escola. Como sugeriu, optou, votou, para
estar presente em todos os conselhos gerais dos agrupamentos de escolas do
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concelho, a própria estava a perguntar-lhe em quantos conselhos gerais participou,
e em que agrupamentos.
Depois, queria perguntar se em algum conselho geral, neste tal órgão máximo,
alguma vez foi agendada ou discutida a transferência de competências.
Também disse no início que são questões, e naturalmente que com as respostas
pode ou não haver necessidade de voltar a intervir.
Queria também, se em algum deles foi discutida a descentralização de
competências, enquanto um ponto com a importância que tem, que lhes fosse
facultada a ata.
Ainda, sobre a transferência de competências, os membros da CDU souberam que
o Ministério da Educação, durante o mês de abril, enviou um ofício a todos os
municípios com a estimativa dos montantes a transferir. Nesse ofício, e de acordo
com o n2 4 do artigo 50 e n2 2 do artigo 69, os municípios têm direito a
pronunciar-se. Vai voltar a dizer, os municípios têm direito a pronunciar-se,
portanto, o legislador não quis que fosse o presidente da câmara, nem quis que
fosse o vereador com competência, o legislador quis que fossem os municípios.
Tendo em conta que não houve nenhuma deliberação no órgão câmara municipal,
pergunta se a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira não se pronunciou, se se
pronunciou, é obrigada a trazer a reunião para ratificação e, naturalmente, querem
ter acesso a esta pronúncia.
Também gostava de voltar à reunião de câmara anterior, onde já não houve
condições para discutir a descentralização de competências, onde foi apenas
enunciado pelo Sr. Presidente que o Ministério da Educação propunha transferir
para o município 9 milhões de euros na área da educação, para dar resposta a um
leque imenso de questões. Tendo em conta que o Sr. Presidente, também
publicamente, tem vindo a dizer que só para os auxiliares das escolas, são 600, há
uma conta muito prática, muito básica, é simples, como todos sabem,
independentemente do ordenado há uma série de encargos com todos os
trabalhadores, e a 1 000,00€ por mês, por trabalhador, porque se está a falar de
chefes de secretaria, auxiliares de ação educativa, trabalhadores das secretarias,
dá 8,4 milhões de euros.
Tendo em conta que o Ministério diz que transfere 9 milhões de euros, e está a
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utilizar as expressões ou os números dados pelo Sr. Presidente na última reunião
de câmara, há 15 dias, quer saber como é que a câmara municipal vai pagar a
água, a luz, o gás, a limpeza, os produtos de limpeza, todo o papel, o sistema de
hardware e software, e tudo aquilo que se sabe que existe para que uma escola
possa funcionar. Como é que, nestes 9 milhões de euros, se vai conseguir pagar
tudo?
Depois, pode-se pronunciar a seguir, e pronunciar-se-á na altura certa, mas há uma
questão que, independentemente dos membros da CDU a estarem a colocar há
cerca dum ano, ainda não foi respondida: Tendo em conta que estes 600
trabalhadores são cerca de mais um terço dos funcionários do município, como é
que os recursos humanos da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira se vão
adaptar a esta nova estrutura? Este também é um número que ainda não lhes foi
facultado.
—
Souberam também que o Sr. Presidente tem estado a ir às escolas falar sobre a
transferência de competências, e anunciou o despedimento de trabalhadores não
docentes.
Referiu o Sr. Presidente que isso é mentira.
Continuou a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que naturalmente o Sr.
Presidente compreenderá que não colocam em reunião nada por invenção.
Disse o Sr. Presidente que é uma grosseira mentira, portanto, a Sr Vereadora que
não insista.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que o Sr. Presidente tinha a
resposta tão na ponta da língua, que já sabia que a própria a ia colocar.
Respondeu o Sr. Presidente que é claro que sabe, não é ingénuo, já anda há anos
nisto. Tem os papéis todos, e já responde, mas a Sr Vereadora que continue.
Continuou a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que os membros da CDU foram
contactados por muitos trabalhadores.
Tendo o Sr. Presidente falado, disse a Sr Vereadora que o Sr. Presidente já a
interrompeu três vezes. Quis o legislador que as reuniões de câmara tivessem um
período antes da ordem do dia, onde os vereadores possam colocar questões, onde
possam ser respondidas, e o Sr. Presidente está sistematicamente a interrompê-la.
Disse o Sr. Presidente que tem de interromper, porque é o próprio que dirige a
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reunião de câmara. De qualquer modo, já avisou a Sr Vereadora que tudo aquilo
que disse relativamente à última fase da sua intervenção são mentiras, não da
parte da Sr Vereadora, mas de quem lhe disse. Portanto, se quiser continuar a
insistir numa mentira, que continue. Agora, fica ao critério da Sr Vereadora.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que crê que o Sr.
Presidente é o único que tem capacidade para dirigir os trabalhos, crê que tem de
haver respeito entre todos, e o que está a acontecer é que está a colocar uma
questão, e o Sr. Presidente interrompeu-a quatro vezes sobre a questão que está a
colocar. Quer dizer que todos os trabalhadores que estão precários nas escolas é
para compensar a falta de trabalhadores, que infelizmente o Ministério da
Educação há muitos anos não coloca nas escolas do concelho. É isto que quer
dizer, chamar à atenção que as pessoas não estão lá porque ...
Referiu o Sr. Presidente que não foi nada disso que a Sr Vereadora disse.
Pediu a Sr Vereadora ao Sr. Presidente para a deixar acabar a intervenção, por
favor, O Sr. Presidente disse-lhe, quando colocou a questão do despedimento dos
trabalhadores não docentes, que era mentira, já não está a colocar isso, está só a
relembrar porque é que há trabalhadores precários nas escolas. Isto é verdade, e
estão todos de acordo.
Disse o Sr. Presidente que vá por aí, aíjá começam.
Continuou a Sr Vereadora, pedindo que o Sr. Presidente, por muito que fique
incomodado com aquilo que a própria coloca, a deixe terminar, para bem da
democracia, para bem dos trabalhos. O Sr. Presidente sabe perfeitamente que a
própria não inventou esta história e, como sabe que não inventou esta história,
poderá falar assim para quem acha que a inventou, para a própria não pode,
porque, naturalmente, está nesta reunião para defender os interesses dos
munícipes de Vila Franca de Xira, e as pessoas contactam os vereadores da CDU.--
Perguntou o Sr. Presidente se não seria interessante ouvir o que o próprio tem para
dizer, dos vários momentos em que já disse à 5r Vereadora que aquilo que está a
dizer não corresponde minimamente à verdade, pois se calhar seria importante
ouvi-lo e não continuar a insistir em mentiras, mas, se quiser continuar, que faça o
favor.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina Janeiro, pedindo que se repare que a última
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frase que disse foi “é importante relembrar que os auxiliares precários que estão
nas escolas é porque o Ministério
Referiu o Sr. Presidente que não foi isso que a Sr Vereadora disse no início.
Respondeu a Sr Vereadora que isso já foi no início, o Sr. Presidente interrompeu-a
seis vezes, e já não está nesse registo. — —
Disse o Sr. Presidente que interrompe as vezes que entender, quando está em
causa o bom nome do presidente da câmara.
Retomou a palavra a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que depois da sétima
vez que o Sr. Presidente a interrompeu não está a dizer que o Sr. Presidente disse.
Tendo o Sr. Presidente falado de novo, continuou, pedindo-lhe desculpa mas
dizendo que já chega, já não está a dizer...
Referiu o Sr. Presidente que não chega não, e se a Sr Vereadora quiser continuar a
insistir em mentiras, vai interromper as vezes que quiser.
Continuou a Sr? Vereadora, dizendo que mudou o discurso à terceira interrupção, o
Sr. Presidente já a interrompeu oito, ou seja, depois de ter mudado o discurso o Sr.
Presidente interrompeu-a, continuou a interromper cinco vezes.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que vai interromper as vezes que
entender, porque o que está aqui em causa é o bom nome do presidente da
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. Como tal, pede desculpa, mas não pode
deixar passar isso em branco.
Disse a Sr Vereadora que os eleitos da CDU estão na reunião para defenderem os
interesses da população, e não poderão deixar de colocar as questões.
Referiu o Sr. Presidente que mesmo as mentiras.
Pediu a Sr Vereadora Regina Janeiro ao Sr. Presidente para a deixar terminar, e
perguntando-lhe se já viu bem, pois isto não está a ser bonito, não está a ser
democrático. Depois o Sr. Presidente, quando os membros da CDU dizem que
conduz as reuniões utilizando a autoridade, não há democracia, não percebe isso,
mas disse agora, três vezes de seguida, que interrompe quando quiser. -—
Respondeu o Sr. Presidente que é claro.
Interveio novamente a Sr Vereadora Regina Janeiro, pedindo, por favor, que o Sr.
Presidente valorize a democracia.
Referiu o Sr. Presidente que é uma das prerrogativas que o presidente tem,
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interromper a reunião de câmara.
Continuou a Sr Vereadora, dizendo que então o que se está a querer é bloquear a
intervenção dos eleitos da CDU, não se calará, e vai voltar.
Interveio o Sr. Presidente, referindo à Sr Vereadora que intervenha, no
alinhamento daquilo que pretende dizer, mas não diga coisas que não são
verdadeiras, porque não é que esteja a acusá-la de estar a mentir, nada disso, está
a dizer-lhe que foi informada, e aquilo que a informaram foi uma falsidade
absolutamente intolerável. É isso que está a dizer, e se a Sr Vereadora estivesse
no lugar do próprio certamente também reagiria da mesma forma como o próprio
está a reagir, se o seu bom nome estivesse em causa. Ora que essa é boa!
Terminou, pedindo à Sr Vereadora que faça o favor de continuar.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que gostava que o Sr.
Presidente tentasse, se fosse possível da parte do mesmo, não interromper mais
vez nenhuma.
Disse o Sr. Presidente que vai tentar.
Continuou a Sr Vereadora, voltando só a afirmar que todos os trabalhadores que
estão nos agrupamentos é porque o Ministério da Educação não contrata
trabalhadores há muitos anos. Foi isto que disse, ou seja, é impossível a escola...---
Referiu o Sr. Presidente que não foi isso que a Sr Vereadora disse.
Prosseguiu a Sr? Vereadora, mencionando, à nona vez que o Sr. Presidente a
interrompe, que já lhe disse que abandonou a outra questão à segunda ou à
terceira vez. Pede-lhe, por favor, que a deixe terminar, isto não é bonito para quem
está a ver, ou na reunião, ou em casa. Pede, por favor, que se eleve a discussão.
Disse o Sr. Presidente que provavelmente não é bonito, mas as pessoas também
têm de perceber que esta discussão tem que ser elevada, séria e não recorrer a
mentiras.
Prosseguiu a Sr Vereadora, dizendo que é impossível o funcionamento dos
agrupamentos sem estes trabalhadores, que infelizmente são precários.
O Sr. Presidente interveio, no final da reunião, referindo, relativamente a esta
questão da educação, que não começou bem esta reunião, mas estava um
bocadinho exasperado com esta matéria, porque chegou à Sr Vereadora uma
informação que não é correta, para não dizer outro termo mais forte.
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Assim, esteve numa reunião na escola Alves Redol, a pedido da direção, para falar
com o pessoal não docente, e explicar-lhe o que é que ia acontecer em termos da
sua transferência para a câmara municipal. Explicou, espera que tenha sido bem
explicado, e pensa que foi, até porque esteve ontem a falar com a direção da
escola, e aquilo que disse é confirmado pela direção da escola.
Aquilo que disse foi muito claro, explicou quando é que esta transferência se ia
fazer, explicou um ou outro aspeto que lhe pediram para clarificar e esclarecer, e
depois houve questões que têm a ver com as pessoas que estão, algumas, a
trabalhar a horas, numa situação de precariedade. Aquilo que disse é que a câmara
municipal ia cumprir os rácios que estão estabelecidos em termos de legislação.----
Essa é uma matéria que o Ministério da Educação tem de resolver, e não a câmara
municipal, que irá analisar, no âmbito dos mapas finais que o Ministério vai enviar,
para que haja uma pronúncia final sobre esta questão. A autarquia vai analisar,
mas essa é uma situação que o Ministério tem que referir.
Aquilo que disse às pessoas é que efetivamente deveriam, junto do Ministério,
colocar essas questões, tendo a diretora dito também que já tinha feito algumas
iniciativas nesse sentido.
Foi ontem confrontado, e depois dará à Sr Vereadora cópias, com um e-mail que
lhe chegou do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e
Regiões Autónomas, cujo assunto diz “Despedimento anunciado pela Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira dos trabalhadores que terminam contrato a 31 de
agosto, nas escolas municipalizadas a partir de setembro”.
Isto é assumir algumas dores de alguém, que não sabe de quem, mas enfim, e vai
ler, porque é importante que se saiba:
“A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira vai receber a gestão das escolas e dos
trabalhadores não docentes a partir de setembro de 2019, no âmbito da
municipalização de serviços. Sucede que muitos trabalhadores não docentes
terminam os seus contratos a 31 de agosto de 2019.
O Sr. Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira tem circulado pelas
escolas avisando estas trabalhadoras que não estarão em funções no dia 1 de
setembro”.
Aquilo que diz é que isto é uma autêntica mentira, pois aquilo que fez foi o que
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acabou de dizer, e pensa que esta relação institucional entre o sindicalismo e as
câmaras municipais, seja com quem for, tem que ser numa base de respeito, uma
base de boa-fé, e não desta forma. Isto é uma mentira pegada, não andou a
circular em coisa nenhuma, fez aquela reunião que fez e ponto final.
De seguida, prosseguiu com a leitura: “Importa lembrar o Sr. Presidente da Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira que estas trabalhadoras estão contratadas para
que a portaria de rácios seja cumprida, importa que o Sr. Presidente da Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira compreenda que sem estas trabalhadoras em
funções, no dia 1 de setembro, muitas são as escolas sem condições mínimas para
abrir no próximo ano letivo.
—
Importa também que o Ministro da Educação articulou com as câmaras municipais
que vão receber as escolas e os não docentes, e que impeça que este
despedimento anunciado suceda.
Importa que exista um despacho claro, que defina que as escolas que vão receber
os trabalhadores não docentes os devem manter em funções após 31 de agosto,
tendo em conta que são trabalhadores que estão a cumprir a portaria de rácios.
O Ministério da Educação não pode lavar as mãos desta situação, com o argumento
de que agora estes trabalhadores estão sob a gestão da Câmara Municipal de Vila
Franca de Xira.
Tomemos como exemplo o agrupamento de escolas do Forte da Casa, tem 17
trabalhadores a meio-tempo, 3,5 horas, e 7 trabalhadores a 7 horas. O contrato
termina no último dia do ano letivo, 21 de junho, repetindo uma vergonha anual, as
segundas têm contrato terminado a 31 de agosto.
—
Embora este agrupamento seja o mais atingido pela precariedade, outras escolas
de Vila Franca de Xira têm cenários idênticos, com condições em que abrirão estas
escolas no início do ano letivo.
—
Uma coisa é certa, a concretizar esta medida, esta é uma das primeiras
consequências da municipalização, os trabalhadores contratados a prazo são
despedidos, por estarem em terra de ninguém, ou seja, ninguém quer assumir a
responsabilidade desta matéria. Caso suceda, tem dois culpados, o Ministério da
Educação e a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira(...)”.
Referiu o Sr. Presidente que esta conversa é absolutamente inaceitável, mas enfim,
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édavida.
De seguida, prosseguiu com a leitura: “Uma coisa também é certa, este sindicato,
em conjunto com os trabalhadores não docentes de Vila Franca de Xira, lutarão,
quer junto do Ministério da Educação, quer junto da Câmara Municipal de Vila
Franca de Xira, para que este cenário não se concretize.
Assim, importa que todas as entidades nos informem das medidas que vão tomar,
ou não, para que tal cenário não se concretize”.
Continuou o Sr. Presidente, referindo que há coisas com as quais está de acordo,
agora, não está de acordo é com mentiras, e a Sr Vereadora que espere, que o
deixe ir até ao fim, para sair desta reunião mais aliviado, e que a sua alma fique
mais tranquila.
Este documento foi enviado ao Sr. Primeiro-Ministro, foi enviado à Sr Secretária de
Estado da Administração Pública, foi enviado ao Sr. Ministro da Educação, à Sr
Secretária de Estado-Adjunta da Educação, com conhecimento aos grupos
parlamentares da Assembleia da República, conhecimento aos grupos municipais
da assembleia municipal de Vila Franca de Xira, e não foi enviado para o próprio.
É uma falta de respeito tremenda, é uma falta de respeito, o próprio não faz isto a
ninguém, mesmo com aqueles que não gosta, mas tem obrigação institucional de
trabalhar como deve ser. Os seus gostos pessoais não contam, conta é que
efetivamente tem de se ter uma relação institucional adequada, isto não é assim. --
Assim, ontem mesmo enviou um e-mail para o sindicato, com conhecimento a
todas estas pessoas também, com o assunto: “Despedimento anunciado pelo Sr.
Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira aos trabalhadores que
terminam contrato a 31 de agosto nas escolas municipalizadas, a partir de
setembro”, que lerá de seguida:
—
“Ao ter tido conhecimento do e-mail que Vs Exs remeteram a diversos órgãos e
entidades, nomeadamente Sua Ex, o Primeiro-Ministro, (e por aí fora, aquilo que já
referiu), representados no órgão deliberativo do município, sobre o assunto acima
referido, não posso deixar de manifestar a minha mais veemente repulsa pelo
conteúdo do mesmo, por ser totalmente falso, e o seu teor, e pela má-fé de que o
mesmo se encontra instruído, uma vez que foi dado conhecimento a diversos
órgãos e entidades exceto ao titular do cargo da entidade que pretendem atingir
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na referida missiva.
—
O município de Vila Franca de Xira pauta a sua ação pela defesa dos postos de
trabalho e pela defesa dos direitos laborais dos trabalhadores, que salvaguardou e
alargou em sede de ACEEP, subscrito pelo STAL e pelo SINTAP. Por essa razão
rejeitamos totalmente as acusações imputadas no referido ofício eletrónico.
Ao contrário de outros, assumimos a causa das 35 horas semanais de trabalho,
pelo que não recebemos de ninguém lições sobre a defesa dos direitos dos
trabalhadores.
O presidente da câmara municipal afirmou e afirma que receberá todos os
trabalhadores dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas, que o
Ministério da Educação venha a integrar no âmbito da transferência de
competências, de acordo com o previsto no Decreto-Lei n2 21/2019, de 30 de
janeiro, estando disponível para alargar a todo o pessoal não docente os benefícios
já acordados em sede de ACEEP. — —
Refiro ainda, para que não fiquem quaisquer dúvidas, que o Ministério cumprirá os
rácios constantes na legislação em vigor aplicável.
Mais se informa que a reunião agendada para o próximo dia 24 de maio, que eu já
tinha marcado há algum tempo, com Vs Exs, encontra-se desmarcada.
Com a expressão dos melhores cumprimentos, Alberto Mesquita”.
Continuou, dizendo que isto começa mal, mas não há nada que comece mal que
não se possa recompor. Contudo, começa mal, porque não é assim que isto se
trata, pois, efetivamente, por uma pessoa qualquer ter dito nem sabe bem o quê, e
essa informação ter sido veiculada da forma como está a ser veiculada, é uma
coisa duma falta de consideração, duma falta de respeito e duma falta de atitude
institucional, que se tem de manter, que tem tido com todos os sindicatos, e nunca
aconteceu uma coisa destas.
Está perplexo, pensa que não é assim que se trabalha, pois podem-se ter todas as
razões do mundo, mas tem de haver respeito, e estes senhores desrespeitaram o
presidente da câmara municipal e, em conformidade, toda a câmara municipal,
porque não é isso. Dão conhecimento a tudo, não dão conhecimento ao visado, por
amor de Deus!, e depois, ainda dizendo que o presidente da câmara anda a
alarmar as pessoas e a veicular que as pessoas vão ser despedidas.
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Não foi isso que disse, não disse nada disto, disse que se ia cumprir o rácio e que
efetivamente era de toda a justiça que este processo se resolvesse, mas este
processo tinha que ser resolvido através do Ministério da Educação, como é
evidente. Disse mais ou menos isto, não consegue dizer palavra por palavra.
Por isso é que pede à Sr Vereadora que considere a sua atitude de interrupção,
etc., pois está indignado com isto, mas também lhe passa depressa. Dá com força,
mas também lhe passa depressa. Não é forma de trabalhar, não está habituado a
trabalhar assim.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que pensa que vale a pena
arrumar este assunto, e que não vale a pena voltar, a parte desagradável já foi
demasiado grande.
Os membros da CDU foram contactados por várias pessoas, não foi uma, e o Sr.
Presidente que pense que pode não ter sido explícito o suficiente, O Sr. Presidente
já trabalhou por conta de outrem, e sempre que uma empresa é absorvida por
outra isso gera dúvidas nos trabalhadores, pelo que o Sr. Presidente pense nisso.---
Disse o Sr. Presidente que isso é verdade.
Prosseguiu a Sr Vereadora, dizendo que o Sr. Presidente pode acreditar, ou pensa
a própria que pelo menos pode ficar com a dúvida, se foi explícito o suficiente para
as pessoas entenderem o que estava a dizer.
Considera que, em vez do Sr. Presidente pensar logo que as pessoas estão aqui
com toda a maldade a colocar as questões, se calhar ainda bem que lhe colocou a
questão, porque permitiu que desse a sua opinião e esclarecesse. Não há nada que
pudesse justificar, e pede desculpa, aquela atitude do Sr. Presidente, pois até lhe
está a dar a oportunidade que esclareça. Se não tivesse trazido o assunto iriam
continuar todos, se calhar, a poder dizer “à boca pequena”, o que seria muito
menos honesto para com o Sr. Presidente, do que a própria confrontá-lo no sítio
certo.
Agora, está-se a falar de pessoas, provavelmente muitas, como todos sabem,
humildes, que não percebem o que é isto da transferência de competências. Como
o Sr. Presidente sabe, hoje em dia só há 3 carreiras na administração pública, ou se
é assistente técnico, assistente operacional ou técnico superior, e é natural que as
pessoas hoje estejam com uma série de receios. Não é contra, são as dúvidas que
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as pessoas têm, e o Sr. Presidente pode não ter sido suficientemente explícito.
Só pensa que não vale a pena reagir com isso da forma como o Sr. Presidente está
a reagir, e reagiu com a própria, porque se tem a obrigação da elevação do
discurso, de responder por cima, e não de responder à letra. Costuma usar uma
frase do Dalai Lama, que segue sempre, que é, “no dia que isto for olho por olho,
acabamos todos cegos”, pelo que não se tem que dar a outra face, mas não se
pode responder à letra, senão isto agrava a situação.
Era só o que queria dizer, não quer mais falar sobre o assunto.
O Sr. Presidente interveio de novo, referindo que está absolutamente disponível
para falar com este sindicato, não agora, porque ainda não está em condições para
o fazer.
Disse a Sr Vereadora que o sindicato não, alguém lhe foi dizer também.
Respondeu o Sr. Presidente que não, o sindicato poderia ter telefonado ao próprio,
poderia ter mandado um e-mail, e perguntar se a informação que tem era correta
ou não. Faz aqui juízos de valor na base de informações mentirosas, pelo que está
no mesmo rol, pois tem a certeza absoluta daquilo que disse. Alguém quer, através
disso, embrulhar tudo isto e encontrar aqui uma solução, de uma estratégia que
está montada, e agora escolheram o próprio, mas com o próprio bateram em má
porta. Se o tratarem com respeito, retribui a dobrar, se não o respeitarem, é claro
que tem de reagir, que Diabo! É só isto. — —
É o primeiro a querer encontrar soluções para proteger todos os trabalhadores, em
particular os precários, porque já o demonstrou nesta câmara municipal. Portanto,
desculpem-lhe, mas não lhe venham agora com outras manobras de diversão.
Havia uma pessoa, que considerava muito, que disse que “quem não se sente, não
é filho de boa gente”, e é assim, como aliás devem ser todos, com certeza.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que o que vai dizer vale o que vale,
mas inscreve-se um pouco na última parte da intervenção da Sr Vereadora Regina
janeiro. Pode até ter havido alguma má interpretação dalguma coisa que o Sr.
Presidente possa ter dito, e aliás, quanto ao que o próprio vai dizer, os seus
colegas vereadores da CDU não têm conhecimento, mas, por acaso, na semana
passada vinha de ir buscar o seu neto ao inglês, ao Largo da Estação, e no
regresso, por detrás do Palácio da justiça, naquele bocadinho que é a Travessa da
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justiça, foi abordado por uma senhora, que felizmente faz parte do quadro da
escola Álvaro Guerra, e que lhe disse que gostava de falar com o próprio, e
disponibilizou-se para tal.
O que a senhora lhe transmitiu foi, e diz com toda a clareza, mais ou menos isto:
“Olhe, o Sr. Presidente esteve a falar com os funcionários, as pessoas estão muito
preocupadas, porque pensam que (...)“. Isto foi o que a senhora lhe transmitiu, e
pode ter havido, de tacto, alguma dificuldade de interpretação daquilo que terá
sido dito ou ouvido. Os seus camaradas da vereação não têm conhecimento desta
conversa, que agora aproveitou para esclarecer exatamente porque pode ter
havido alguma dificuldade de entendimento, e normalmente, quando as pessoas
ouvem falar nisto ficam logo muito apreensivas, mas foi isto, exatamente, que a
senhora lhe transmitiu, uma senhora que, por acaso, faz parte do quadro da escola.
O Sr. Presidente tomou a palavra, mencionando que teve oportunidade de dizer
que uma das preocupações que as pessoas tinham, esclareceu claramente, ficam
no mesmo agrupamento de escolas, não há, da parte da câmara municipal, a
tentação de dizer “falta ali gente, agora saem daqui 2 ou 3, vão para ali”, e andar a
rodar com pessoas, não é isso que se vai fazer.
Uma das grandes preocupaçôes das trabalhadoras, que eram praticamente só
senhoras, era justamente saber para onde é que iam, e aquilo que explicou, aliás, é
que se alguém manifestar interesse de ir para outro agrupamento é uma matéria
que é tratada com a direção da escola e com a câmara municipal, mas se for
pedido pelo trabalhador. Caso não haja nenhuma situação destas, as pessoas ficam
no local onde sempre estiveram. Aliás, a gestão daquelas pessoas, a gestão do
pessoal no dia a dia, por deliberação do próprio, se isso avançar, como espera que
sim, vai continuar da competência da direção dos agrupamentos. A câmara
municipal o que praticamente vai fazer é tratar dos vencimentos, porque os
vencimentos dos docentes é com a secretaria da escola, os dos não docentes é
com a câmara municipal. —
As questões de caráter disciplinar, etc., são situações que são reportadas da
direção à câmara municipal, um pouco como acontece hoje com as trabalhadoras
da câmara municipal que estão nas escolas do primeiro-ciclo e do pré-escolar,
onde a relação que existe é uma relação com quem está a coordenar as escolas,
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etc.
Passa-se uma coisa que não é muito lógica hoje em dia, mas é aquilo que está na
legislação, que é o facto do presidente da câmara homologar a classificação de
serviço de pessoas que praticamente não conhece. Está lá, na escola, cruza-se com
elas de vez em quando, não sabe se trabalham bem, se trabalham mal, quem sabe
disso são os professores, que são a hierarquia mais próxima. Ora, tem de confiar
naquilo que lhe dizem, se a pessoa tem uma boa prestação de serviço, homologa.
Não vai dizer “essa não”, “essa não, porquê?”, é uma coisa um bocado tonta, pelo
que há aqui especificidades, em que às vezes se deveriam encontrar outras
soluções. Na sua opinião, sinceramente, quem deveria homologar as classificações
de serviço eram as direções das escolas, e depois mandarem para a câmara
municipal, mas pronto, está assim, há muito tempo que está assim, e não é agora,
por causa desta alteração que se perspetiva, que vai ser diferente.
De qualquer modo, a preocupação com essa senhora, e outras, foi clara, aquilo que
aqui se tem é outra coisa, é a questão dos precários. Aquilo que referiu é que se
vão cumprir os rácios, de acordo com a legislação, e o Ministério da Educação tem
até 31 de agosto que se pronunciar sobre esta matéria, não é o presidente da
câmara. O presidente da câmara não tem nada que se pronunciar, quem tem que
se pronunciar é o Ministério da Educação, e depois cá se estará para conversar.
Sobre o Conselho Municipal da Educação, se tem reunido, o que diz é que por
acaso reuniu ontem, esteve-se nesta mesma sala a tratar de uma série de
assuntos importantes, alguns deles daqueles que se têm vindo a tratar, no âmbito
também do decreto-lei setorial da educação.
Quer ainda dizer que há cerca dum ano que se anda a fazer este trabalho, e ao
longo do tempo, as dúvidas que havia, foram-se desvanecendo. Se as dúvidas
estão todas desvanecidas, se alguns batem muitas palmas a esta decisão, pode
haver uma situação ou outra, agora, nas reuniões que tem havido o próprio disse
claramente que, se se acha que este é um processo a não ter em linha de conta, a
câmara municipal não continua as reuniões. Se se acha que vale a pena continuar
a analisar este processo, então as reuniões vão continuar.
Portanto, na segunda reunião ou terceira, não pode precisar, colocou esta situação
aos diretores e diretoras dos agrupamentos. Vale a pena continuar? Há dúvidas?
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“Se acham que é útil continuarmos a conversar, vamos continuar a conversar, se
acham que não é útil, as reuniões acabam agora”.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que não foi isso que perguntou.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que está o próprio a dizer.
Respondeu a Sr Vereadora que está bem, mas não é isso.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que já lá vai, dizendo que, efetivamente,
por unanimidade, todos consideraram que era útil continuar a conversar.
Depois, e para terminar este ponto, pois já são quase 14h00, vai só responder às
questões da Sr Vereadora, ficando as outras para a próxima reunião de câmara.
Assim, no que concerne à questão dos conselhos gerais, alguns diretores têm
promovido, nas reuniões dos conselhos gerais, estas questões sobre a
transferência de competências. Os conselhos gerais, na maioria dos casos, para
não dizer todos, têm conhecimento, através de algumas reuniões que houve, e
provavelmente, se calhar, indo buscar as atas desses conselhos gerais certamente
se consegue perceber o que é que aconteceu.
Se quisesse, por inerência, pertencia a todos os conselhos gerais, o que
humanamente não é possível.
Disse a Sr Vereadora que não é por inerência.
Respondeu o Sr. Presidente que por inerência pode.
Interveio de novo a Sr Vereadora Regina janeiro, pedindo desculpa, mas dizendo
que não, tem que ser deliberação em reunião de câmara.
Respondeu o Sr. Presidente que foi deliberado em reunião de câmara, onde o
próprio está, mas é verdade que humanamente não consegue ir a todas, pelo que
há técnicos que estão identificados também nessa deliberação de câmara, que têm
esses conselhos gerais, e quando há necessidade o próprio vai às escolas e vai
falar com quem é necessário falar. — —
Depois, sobre as questões de atas do conselho municipal, elas existem, e vai pedir
aos serviços que lhas façam chegar.
Também, para a pronúncia definitiva está-se à espera dos montantes, das
estimativas, e sobretudo da resposta a algumas questões que se colocaram, e por
isso não consegue dar um dado para além daquele que já deu.-—
Quanto aos recursos humanos, em termos da orgânica da câmara municipal, vão
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ter que ser alterados, e não só, na área da educação também vai ter de haver
alterações, pelo que, como disse, a alteração ao mapa de pessoal vai ter que vir
mais do que uma vez a reunião, certamente, para fazer face a estas alterações.
Agora, é só quando a pronúncia for definitiva, enquanto não for não se vai alterar a
orgânica da câmara municipal, sem se saber exatamente o que vai acontecer.
Na questão dos trabalhadores é diferente, na medida em que se tinham de ter
condições para que essa transferência se pudesse efetivar. Relativamente à
adaptação da orgânica da câmara municipal, essa pode ser mais tarde, mas
também se faz com bastante rapidez.
Assim, poder-se-á voltar a este tema, mas crê, em termos gerais, que respondeu a
tudo.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
INTERRUPÇÃO DA REUNIÃO DE CÂMARA —
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo estar sem sinal. Deixou de
aparecer no ecrã, e o que pergunta é se houve interrupção na transmissão para
casa. —
Tendo-lhe sido dito que houve, continuou, questionando se não se faz ideia de
onde foi, referindo ainda que vai ter de voltar a fazer a sua intervenção de início.
Pede desculpa, mas quer que a sua intervenção seja transmitida, e pensa que o Sr.
Presidente compreenderá.
Disse o Sr. Presidente que não se quer que quem siga a reunião pela lnternet não
tenha possibilidade de ouvir integralmente aquilo que a Sr Vereadora quer
colocar. Portanto, vai-se demorar mais um pouco, mas vale a pena voltar. Antes
disso quer ter a certeza que não vai haver interrupções novamente, sendo que
tudo o que se disse até aqui não foi audível. —.
Perguntou a Sr? Vereadora Regina Janeiro se se começa do zero.
Respondeu o Sr. Presidente que não, da parte do executivo entende que são coisas
da tecnologia, que às vezes têm estas dificuldades. Agora, a Sr Vereadora,
naturalmente, começará do ponto onde iniciou. Relativamente ao executivo, é uma
pena que não se tenha ouvido, sobretudo algumas das questões de que se falou,
mas é da vida, o que pode acontecer é no final da reunião voltar a dar as
informações dadas no início, uma vez que não foram audíveis externamente.
Assim, questiona se agora já está tudo bem, tendo-lhe sido respondido que ainda
não.
Prosseguiu, mencionando que pensa que estas situações podem acontecer, como
já aconteceram num momento ou outro, com o prejuízo de algumas das matérias
não serem audíveis por quem está a seguir fora do âmbito deste espaço, e não vê
de que modo se tenha de estar à espera que o sistema esteja resolvido.
Perguntou a Sr Vereadora Regina janeiro se pode fazer uma sugestão, tendo o Sr.
Presidente dito que se deixe esperar mais 2 ou 3 minutos.
Continuou a Sr Vereadora, dizendo que era só para ajudar, para poupar tempo,
propondo que o Sr. Presidente pusesse a votação todos os pontos em que ninguém
quer intervir, por exemplo. —
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Referiu o Sr. Presidente que pensa que é uma boa sugestão se estiverem todos de
acordo, mas depois tinha que se seguir a ordem do dia logo de imediato, não é
estar a ver metade da ordem do dia. Aquilo que sugere é que se entre na ordem do
dia e depois, quando terminar a ordem do dia, se passe para o período antes da
ordem do dia, para a situação técnica estar resolvida. Se não houver condições de
resolver o problema esta reunião termina.
Assim, vai interromper a reunião 10 minutos, o que dá para se ir beber um café, e
daqui a 10 minutos volta-se.
Interveio de novo, após a interrupção, perguntando se se está em condições de
começar, e dizendo que se teve um problema técnico, que já está resolvido, o som
não estava a ser audível externamente ao espaço onde todos se encontram, no
Salão Nobre da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, e por isso fez-se um
espaço para o problema ser resolvido.
Tinha dado algumas informações no início, de que vai só falar muito rapidamente,
que têm a ver com a comemoração do Dia Municipal do Bombeiro, no dia 19 de
maio, organizado pelos bombeiros de Vila Franca de Xira. Também falou sobre o
Salão de Automóveis e Motociclos Clássicos, que vai na sua oitava edição, sendo
que, agregado a este 8 salão, há o 3 Rally Histórico do Vale do Tejo, organizado
pelo Clube Português de Automóveis Antigos, e todas estas iniciativas acontecem
no Parque Urbano do Cevadeiro.
Falou ainda sobre o Seminário Municipal de Educação, que se realiza no próximo
dia 28 de maio, na escola básica e secundária, onde se vai falar sobre “Educação
4.0: (Per)cursos profissionais”.
A Sr Vereadora Manuela Ralha falou sobre a inauguração da exposição Fernando
Namora 100 anos, bem assim como sobre o Dia Internacional dos Museus.
A Sr Vereadora Fátima Antunes falou de uma iniciativa muito importante que vai
acontecer hoje à tarde, a caminhada para a mudança global, e da inauguração do
Festival da juventude. Assim, estarão nesta praça e, em caminhada, irão para o
Cevadeiro muitas centenas de jovens, com uma preocupação, que é de todos, a
melhoria das condições climáticas do planeta. —
Por último, o Sr. Vereador António Félix falou de excelentes resultados desportivos,
que os clubes do concelho, e sobretudo os seus atletas, tiveram no último fim de
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semana e noutros dias passados, realçando os resultados da União Desportiva
Vilafranquense no futebol, da sua equipa sénior ter passado, pela segunda vez
consecutiva, para o play-off para subida de divisão, e espera que assim aconteça. -
Depois, os juniores deste clube passaram também para o Campeonato Nacional.
Houve também uma série de outros resultados muito importantes, na área do
triatio, e outras modalidades, que depois serão, obviamente, referenciadas, como é
costume, junto dos respetivos clubes e dos atletas.
Continuou, mencionando que nisto se ocupou meia hora do tempo da reunião que
estava previsto para o período antes da ordem do dia, e quando se detetou a
dificuldade técnica estava no uso da palavra a Sr Vereadora Regina Janeiro, a
quem agora pede para retomar, não naquilo que estava a dizer, mas para iniciar a
sua intervenção, quando a reunião de câmara foi suspensa.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CONTAGEM DE TEMPO - REGULARIZAÇÃO DE PRECÁRIOS
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo, por falar em precários, que o
Sr. Presidente permita que lhe recorde a regularização dos precários na Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira. A legislação enquadrante da regularização dos
precários dizia que o tempo de serviço deveria ser contado, os membros da CDU
foram contactados por vários trabalhadores, e o que é verdade é que este tempo
de serviço dos trabalhadores não foi contado.
Não tem dúvidas que o Sr. Presidente lhe vai responder que quando se pagar esta
contagem de serviço vão receber na totalidade, pois é, mas e o IRS descontável
será à altura que deviam ter recebido, ou à altura que vão receber? Os valores são
completamente diferentes, e quanto mais se atrasa, mais penalizados serão todos
os trabalhadores. Portanto, naturalmente que, se não se tiver isso em conta, e se
não se regularizar o mais rapidamente possível a contagem, estes trabalhadores
serão, e muito, afetados no âmbito do IRS.
O Sr. Vereador António Félix, que sabe tudo sobre números, está-lhe a dizer que
não, e depois há de lhe dizer as percentagens que se descontam, de acordo com o
valor que se recebe.
Respondeu o Sr. Vereador António Félix que quando a Sr Vereadora quiser.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que não é quando quiser, mas o Sr. Vereador
que continue, o Sr. Presidente está a conduzir os trabalhos.
Pediu o Sr. Presidente à Sr Vereadora para continuar.
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Câmara Municipal
Assunto: PERIODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PROPOSTA SOBRE A oPçÃo GESTIONÁRIA
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que os membros da CDU já
colocaram a situação há cerca de 2 meses, pelo que gostavam de saber como é
que está a proposta que trouxeram à câmara municipal sobre a opção gestionária.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SITUAÇÃO DE FAMÍLIA MONO PARENTAL
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que quer colocar ao Sr.
Presidente uma situação particular, uma situação social, dum munícipe que apelou
à ajuda da câmara municipal, que está desde março a enviar e-mails e continua
sem resposta.
Está a colocar com todo o à-vontade, sem colocar nomes, porque todos aqui sabem
que houve um e-mail que foi enviado para conhecimento de todos. Portanto, não é
um assunto secreto.
Há uma criança com 16 anos, que tem um problema de autismo, é de uma família
monoparental, onde não existe ajuda de mais ninguém. Esta mãe vive sozinha com
uma criança, naturalmente que todos compreenderão que tem de trabalhar, e a
partir das 15h00 há ou não há resposta do concelho? Se não há resposta, o que é
que se está a fazer para que se encontre alguma solução? Ou entâo, que se
responda que não há solução. Agora, como é que uma mãe com esta situação, e
crê que qualquer um, homem ou mulher, se consegue pôr no papel desta mãe,
pode fazer para trabalhar, tendo em conta a situação que tem, que o filho tem
apenas escola até às 15h00.
Num concelho que se tem defendido, e bem, que seja inclusivo, com todos os
problemas que se continuam a ter, que continuam a ser muito graves, mas
valorizando o trabalho que tem vindo a ser feito, nenhum dos presentes consegue
dormir descansado com esta informação.
Portanto, que se responda aqui e se responda à mãe, e se criem condições para
que haja respostas. — —
Tomou a palavra o Sr. Vereador Rui Perdigão, dizendo que já por um vereador,
nesta reunião, foi mencionando este assunto, duma mãe que tem um filho autista,
que tem que trabalhar, e porque a CERCI de Alverca encerra às 15h00 não sabe o
que há de fazer à vida, pelo que, ou deixa o emprego e fica em casa com a criança,
e depois, em vez de ser uma pessoa dependente, é um agregado familiar.
A pessoa queixa-se de não ter respostas, de várias entidades, concretamente da
CPCJ — Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, e o Bloco de Esquerda quer
também saber, se for possível, qual o motivo por, durante tanto tempo, não ter
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FI. Livro
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RAta 033
/zj 11l\ À Reunião de 2019/05/15
Município
proc2
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de 1’ / AliVila Franca de Xira 1 ‘ Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
havido qualquer resposta a esta situação, e o que é que é possível fazer para haver
resposta da CPCj a esta pessoa. Pode ser um caso singular, desconhece, mas
também pode ser um caso paradigmático, de outros mais exemplos que ainda não
se tenham feito chegar a conhecimento. —
Relativamente às CERCI do concelho, o Bloco de Esquerda indaga a câmara
municipal se tem conhecimento de outros casos semelhantes, pessoas que estejam
na mesma situação desta pessoa, que se queixou, e o que é que é possível fazer
para melhorar a estrutura de apoio social a estes casos, e para que as CERCI do
concelho prolonguem o seu horário.
Do ponto de vista do Bloco de Esquerda é importante que as pessoas possam
manter a sua vida ativa na sociedade, e que haja estruturas que possam prestar
este auxílio, com pessoas e técnicos capazes de lidar com esses casos.
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FI. Livro
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RAta 034
44 Reunião de 2019/05/15
Município proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CIRCULAÇÃO RODOVIÁRIA NA EN1O - OBRAS
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dando os bons dias a todos, aqueles que se
encontram na reunião da câmara municipal, assim como todos os que
acompanham a reunião via Internet, dizendo ao Sr. Presidente que os membros da
CDU irão colocar dois assuntos, em que, dizendo respeito à circulação rodoviária na
EN1O, não se pode subentender ou entender desta intervenção que estão a pôr, ou
em causa a importância das obras, por um lado, ou a necessidade das mesmas
decorreremembomritmo.
Perguntou o Sr. Presidente se esse assunto tem a ver com a moção.
Respondeu o Sr. Vereador que não tem a ver com o ponto que está agendado.
Referiu o Sr. Presidente que, se tivesse, discutia-se tudo nesse momento.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libário que é claro, ficava prejudicado,
naturalmente,masnãotem.
Pediu o Sr. Presidente ao Sr. Vereador para continuar.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que não tem, tem a ver com duas
obras da responsabilidade da câmara municipal, em que, como estava a dizer, não
está em causa a importância ou relevância dessas obras. Aliás, recorda que até as
votaram e saudaram pela sua relevância, mas antes tem a ver com a necessidade
da câmara municipal, como dona de obra, refletir sobre o impacto da obra em si
mesmo, junto da circulação, no sentido de evitar os constrangimentos que os
membros da CDU têm vindo a registar nos últimos dias.
Começavam pela obra que está a acontecer há alguns dias na rotunda de Alverca,
para a implantação da base e da estrutura figurativa de um avião, ou mesmo de
um avião, no sentido de comemorar a presença da Força Aérea em Alverca do
Ribatejo e no concelho de Vila Franca de Xira.
Como disse, e repete, esta obra é registada com agrado por todos, incluindo pela
CDU. Finalmente a Infraestruturas de Portugal deu o seu aval positivo para a
realização deste monumento, acontece que, na opinião que têm, devem ser
evitados os constrangimentos que hoje acontecem, no sentido de garantir, na
medida do que é possível, a fluidez de uma das rotundas que tem, no concelho de
Vila Franca de Xira, uma das maiores intensidades de tráfego, para além dos
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FI. Livro
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Fl.Ata 035
Reunião de 2019/05/15
Município ProcQ
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de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n_____________
Câmara Municipal
horários normais de maior confluência de trânsito para a Ai.
Não são técnicos, nem querem entrar em discussões que não dominam, mas,
sendo a câmara municipal dona da obra, fica a simples recomendação: Que se
avalie da possibilidade desta obra poder realizar-se também, ou preferencialmente,
fora das horas de maior intensidade de tráfego na cidade de Alverca. Pode ser
realizada em período noturno ou fora das horas da principal intensidade do tráfego,
para que se dê como concluída e, fundamentalmente, não crie mais
constrangimentos àqueles que obrigatoriamente são gerados pela intensidade do
tráfego.
Outra questão tem a ver também com uma obra da responsabilidade da câmara
municipal, a construção da ciclovia na ENiO.
Mantêm as dúvidas que têm e apreensões, como já foi dito na reunião anterior,
pelo Sr. Vereador Mário Calado, sobre a importância ou necessidade daquele abate
desmesurado de árvores, mas não é hoje esse o assunto que também os preocupa.
Preocupa-os o facto de, para a obra se realizar, estar-se a desviar trânsito da EN1O
para os arruamentos da urbanização da Quinta da Piedade, arruamentos estes que
não têm as características, dimensões ou a função, para receberem o acréscimo de
trânsito que têm vindo a receber, pelo menos desde ontem, que foi quando lhes
chegou esta chamada de atenção.
Não têm dúvidas nenhumas que obras desta envergadura têm os seus impactos,
mas também não têm dúvidas nenhumas que uma melhor avaliação e ponderação
desses impactos poderão resultar em benefícios, no sentido de atenuar esses
constrangimentos.
São duas simples recomendações, a bem da circulação do trânsito na EN1O.
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FI. Livro --
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Reurão de 2019/05/15
Município 7 Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
UTILIZAÇÃO DE TRANSPORTES NA ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libário, referindo um último assunto, que tem a ver
com a importância duma decisão histórica que se tomou, também na Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira, a utilização de transportes na AML - Área
Metropolitana de Lisboa.
Desde logo, começam por saudar também a iniciativa que o município de Loures,
conjuntamente com os municípios da Área Metropolitana de Lisboa, realizou na
semana passada, no sentido de vincar a importância deste processo do passe
intermodal, mas também, e sobretudo, da exigência de investimentos em modos
de transporte pesados, que sirvam os concelhos que ainda não têm, ou Metro, ou
comboio, e, fundamentalmente, se criem ainda mais e melhores condições na
utilização dos transportes públicos, desde logo o reforço da oferta.
Sobre a competência da câmara municipal, como também já foi reconhecido por
todos, o município de Vila Franca de Xira está a desenvolver um significativo
esforço financeiro para comparticipar e financiar este processo, mas também é
preciso que faça, dentro dos prazos que estão definidos dentro da Área
Metropolitana de Lisboa, o levantamento do futuro mapeamento da rede de
transportes no concelho de Vila Franca de Xira.
Dito de outro modo, é preciso garantir que a Área Metropolitana de Lisboa, a curto
prazo, disponha da informação necessária para se perceber onde é que hoje não
existem carreiras que assegurem a ligação entre as freguesias no concelho de Vila
Franca de Xira, onde é que existem sobreposições entre o modo rodoviário ou o
modo ferroviário, onde é que é preciso qualificar a oferta, garantindo mais
horários, mais máterial circulante, e mais trabalhadores para as empresas públicas
de transportes.
Portanto, é todo um mapeamento que tem de ter, obrigatoriamente, até no âmbito
do contrato de concessão, e de delegação de competências para a AML, a opinião
fundamentada da câmara municipal.
A pergunta que os membros da CDU fazem ao Sr. Presidente é se esse trabalho
está feito, e em que ponto é que pode partilhar com os mesmos, porque não
tiveram oportunidade, ou de o conhecer, ou de participarem no seu conteúdo.
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FI. Livro
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1 /
Reuão de
Murcípio
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Vila Franca de Xira / / Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Para terminar, dá alguns dados da importância da adesão do município de Vila
Franca de Xira, e desta decisão histórica que abrange também o todo nacional.
Assim, há a redução significativa dos títulos de transporte, para 550 000 passes
vendidos, em média, na AML, passando a abranger o número impressionante de
900 000 residentes e 70% do território, que até então estavam fora desta
intermodalidade de passe social.
Em termos quantitativos, outro dado bastante relevante é que, desde que se
iniciou a venda dos passes, a 21 de março, através do Portal Viva, e a 26 de março,
nos operadores, na ferrovia e rodovia, e também na rede Multibanco, foram
adquiridos, até ao dia 5 de abril, mais 411 títulos de transporte, novos passes, o
que quer dizer que houve um acréscimo de 195 000 passes, representando um
crescimento superior a 30%, no âmbito desta comparação homóloga.
Está a ser um êxito, há que consolidar este êxito, muitos destes 195 000 passes
são seguramente do concelho de Vila Franca de Xira, mas há que continuar a
trabalhar, e continuar a trabalhar é reforçar os meios de transporte disponíveis.
Hoje, e muito justamente, muitos utentes dos transportes públicos queixam-se de
que os comboios estão sobrelotados, e que é preciso reforçar as carreiras
rodoviárias, a bem dum sistema que não pode voltar para trás, antes pelo
contrário, é preciso fazer avançar com ele.
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FI. Livro
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RAta 0a8
Reunião de 2019/05/15
Município Proc2
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de 1Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
—
CORTE DE MATO OU ERVA NOS PASSEIOS
- QUINTA DOS FIDALGOS
- VILA FRANCA
DEXIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dando os bons dias e cumprimentando, na
pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, bem como quem ouve e vê a reunião
em casa.
Rapidamente, colocará duas questões relacionadas com Vila Franca de Xira, e uma
é que há cerca de duas ou três reuniões atrás, na câmara municipal, lembrou a
necessidade de se cortar o mato ou a erva que assola os passeios nas ruas António
Feliciano de Sousa e Condes de Pombeiro, junto às instalações da ABEl, na Quinta
dos Fidalgos.
De facto, a erva ou o mato, se se quiser, já atinge quase um metro para lá dos
limites do passeio, para dentro da via de circulação automóvel, e mesmo do lado
do passeio da instalação da ABEl há até umas caixas de contadores, aquelas
casetas que lá estão, em que a erva já ultrapassa o muro que lá está.
Portanto, era bom que se pudesse dar um jeito naquela zona, à semelhança do que
já aconteceu anteriormente.
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El. Livro —
lI
1 Reurão d Oi9/O5/15
Município / IV Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
BURACO NA RUA COMENDADOR MIGUEL ESGUELHA
- VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que na rua Comendador Miguel
Esguelha, em Vila Franca de Xira, há um buraco, no limite da zona de circulação
automóvel com o passeio, aquele piso que está lá cinzento-escuro, onde as
pessoas estão a passar, o passeio mesmo, já com quase meio metro de largura,
podendo ocasionar ali um acidente, sobretudo com pessoas que tenham alguma
idade.
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FI. Livro —
1 A 1 Reuno d
Município ) Proc2
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n9____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
LUTA DOS TRABALHADORES DA SOCIEDADE CENTRAL DE CERVEJAS
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que gostaria de falar da Sociedade
Central de Cervejas, uma instituição, empresa, com enorme importância no
contexto do concelho, em que já por mais do que uma vez foi relevada a sua
importância, o que ninguém pode negar, até no aspeto social.
Contudo, os membros da CDU gostariam, também por isso, de expressar a
solidariedade em relação aos trabalhadores da Sociedade Central de Cervejas, pela
luta que estão atualmente a desenvolver pela atualização dos seus salários, contra
o coartar de direitos que lhes têm sido sonegados, e também relativamente à
precariedade que se regista naquela instituição.
Reconhecendo, naturalmente, a importância da Sociedade Central de Cervejas no
concelho, registam isto com algum desagrado, e apelam que de facto haja,
socialmente, em relação aos seus trabalhadores, uma maior atenção, no sentido de
melhorar a situação que atualmente têm.
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FI. Livro
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RAta 041
/ Reunião de 2019/05/15
Município /
Proc9
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de /Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PROCESSO DE EXECUÇÃO FISCAL N 529/14
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que hoje está a ser muito rápido,
ainda bem, e não vai entrar em pormenores sobre os e-mails que todos conhecem,
pelo menos o Sr. Presidente e os vereadores da câmara municipal, mas fala
também da exposição dum munícipe relativamente ao processo de execução fiscal
n2529/14.
Sem entrar, como dizia, em muitos pormenores, incomoda aos membros da CDU e
incomoda o próprio, de sobremaneira, porque se está a falar de execução fiscal por
cerca de 129,00€ ou 130,00€, de alguém que tem problemas, com certeza,
familiares, dificuldades que gostaria de não ter, que vê depois uma execução fiscal
trazer-lhe ou agravar-lhe ainda mais os problemas da sua vida.
Assim, o que os incomoda mais é eventualmente aquilo que senhor também faz
sentir, que é a imagem que aquela família tem junto das outras famílias, dos
colegas do seu filho, e estas coisas, psicologicamente também afetam bastante
qualquer pessoa, e gostariam, se fosse possível, da parte do Sr. Presidente ou de
quem o mesmo achar por bem, se não se importar, que houvesse algum
esclarecimento acerca desta matéria.
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FI. Livro
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• / Reu&âo dMunicípio V ) ÃU Proc2
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de / /Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MARINA DA UNIÃO DESPORTIVA VILAFRANQUENSE - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Vftor Cartaxo, dando os bons dias a todos os presentes e a
quem acompanha a reunião on-line, dizendo que queria colocar uma questão sobre
a marina da UDV — União Desportiva Vilafranquense, a marina de Vila Franca de
Xira, se o Sr. Presidente pode dar mais alguns pormenores de como é que está a
situação, tendo em conta a ameaça da empresa que montou a estrutura.
Gostariam de saber se já houve alguma execução fiscal, se se está a ter cuidado
com aquela situação, tendo em conta que é uma infraestrutura que apoia muito a
dinamização turística do concelho.
aod 16
FI. Livro —1 1
Município 7 np
Vila Franca de Xira / 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REGISTO CIVIL DE VILA FRANCA DE XIRA-CARTÃO DE CIDADÃO
Interveio o Sr. Vereador Vítor Cartaxo, referindo que gostaria de falar duma
situação sobre a qual, nos últimos meses, têm chegado aos membros da CDU
algumas queixas, que é o que se está a passar no Registo Civil, em Vila Franca de
Xira, para se tratar do Cartão de Cidadão.
São filas enormes, às 7h00, e hoje constatou isso, já está a escada de acesso ao
edifício cheia de pessoas, às 10h30 já não há senhas para atendimento das
pessoas, perdendo-se meio-dia para tratar do cartão e outro meio-dia para recolher
o cartão.
É um alerta que deixam aqui, no sentido de ver se há alguma possibilidade de se
alterar esta situação.
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FI. Livro -
II ti Iii toeioigtt
Município ‘V-7 Proc
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Vila Franca de Xira
‘ t Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
OBRA DE AMPLIAÇAO DO EDIFÍCIO DA VIDREIRA - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, dando os bons dias, referindo que começa
por um assunto que o Bloco de Esquerda outrora trouxe a reunião de câmara, e de
certo modo é só para fazer notar que consultou o processo das obras de ampliação
do edifício da vidreira, em Vila Franca de Xira, e verificou que a operação
urbanística foi indeferida, por desconformidade com o plano de ordenamento do
território.
Também notou que, quer os serviços do município da divisão do património, e da
DGPC
— Direção-Geral do Património cultural, indeferiram a mesma pretensão,
invocando até o teor do estudo de salvaguarda do núcleo antigo.
Por conseguinte, apela, nesta ocasião também, que o município faça uso do artigo
552 do Regime jurídico da Reabilitação Urbana, uma vez que o edifício está em
mau estado de conservaçâo, e notifique o proprietário a executar as devidas obras
de conservação, já que não poderá ter outro tipo de obras, de acordo com a sua
pretensão, que era edificar com 5 pisos.
aod 18
FI. Livro
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045
A 1 Reunião de 2049/05/15
Município
Proc2
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de AliVila Franca de Xira t Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PUBLICAÇÃO DOS ESTUDOS DE SALVAGUARDA DOS NÚCLEOS ANTIGOS
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que o Bloco de Esquerda pretende
que o município publique no portal da Internet os estudos de salvaguarda dos
núcleos antigos, os 4, Alverca, Alhandra, Vila Franca de Xira e Póvoa de Santa Iria.
Não estão disponibilizados, e também já solicitou há algum tempo, requereu ao
município, por e-mail, o estudo de salvaguarda de Alverca, que até agora ainda não
houve possibilidade de lho fazerem chegar, todavia presume que seja um
documento que está em PDF, e não vê que haja dificuldade em enviá-lo.
Contudo, uma vez que tem informação que, como se viu no assunto que
mencionou anteriormente, foi determinante para o deferimento ou não duma
operação urbanística, é também útil para os técnicos que queiram executar o seu
trabalho cabalmente, até por questões de transparência e disponibilidade da
informação ao público. Assim, é sempre útil estar essa informação disponível.
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FI. Livro
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FI.Ata 048
Reunião de 2019/05/15
Município / 1 Proc2
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de /Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ESTUDO DA ESCOLA DA ARMADA - VILA FRANCA DE XIRA
—
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo-se à Escola da Armada, de Vila
Franca de Xira, referindo que o Bloco de Esquerda soube, através da comunicação
social, que a câmara municipal mandou executar, e tem na sua posse, um estudo
de requalificação urbana, que contém também uma espécie de análise swot para
ali, atendendo aos pontos positivos, pontos negativos, e surpreendeu um pouco ao
Bloco de Esquerda a comunicação social ter tido conhecimento antecipado deste
plano, em relação aos vereadores.
Não sabe se haverá aqui algum equívoco, ou o que é que se passou, mas o Bloco
de Esquerda não tem este estudo que foi mencionado, e pretende que ele seja
distribuído pelos vereadores, porque é um assunto que recorrentemente vem a
reunião, para ser deliberado, por diferentes motivos, e tem a sua relevância, à
escala do concelho.
Assim, pretende que esse estudo seja divulgado, e que chegue à sua posse.
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FI. Livro
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RAta 047
Reunião de 2019/05/15
Município
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SITUAÇÃO DOS SEM-ABRIGO NO CONCELHO
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigâo, referindo que uma preocupação que o Bloco
de Esquerda tem é também o combate à pobreza extrema que existe no concelho,
sendo que tem conhecimento de que existem 65 pessoas sem-abrigo, segundo
informação de pessoas que trabalham no terreno, no concelho, e que prestam
auxílio a essas pessoas.
Este número discorda e está bastante acima daquele que é declarado pelo
município, pelo que não sabe quais são os critérios, ou os porquês desta
desconformidade de casos, entre quem está no terreno, contacta diretamente com
as pessoas e sinalizou estes números, e o município.
Também existem 20 famílias que estão em situação de carência.
Existem, nalguns concelhos do país, núcleos de planeamento e intervenção sem-
abrigo, para municípios que têm números inferiores a este, de 20, em relação a
sem-abrigos, e o Bloco de Esquerda coloca a hipótese do município ponderar a
criação dum núcleo destes, verificar se valerá a pena, e se pode trazer realmente
esses benefícios.
O Bloco também pretende algumas soluções simples para estas pessoas, porque
fazem a sua vida na rua, não têm abrigo, até por uma questão de higiene e de
saúde públicas, pois precisam de tomar banho, de lavar roupa.
A solução que o Bloco ponderou para isto também não é novidade nenhuma,
porque já existe, não são coisas que esteja a inventar, já existem em alguns locais,
é poder fazer uso dos balneários das piscinas municipais, disponibilizando as casas
de banho, os balneários, os duches, e também colocando lá máquinas de lavar
roupa para que essas pessoas possam lavar a sua roupa, bem como a colocação de
cacifes, chamados cacifes solidários. Todos já conhecem a situação de Lisboa,
existem alguns dispersos, onde as pessoas sem-abrigo podem guardar os seus
pertences, em vez de andarem acantonados e arrumados pelas fachadas dos
edifícios e essas coisas.
Esta era a solução que o Bloco de Esquerda pretenderia, e que propõe para esse
efeito.
O Bloco também teve conhecimento que houve um plano nacional de vacinação de
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RAta 048
8h j Reunião de 2019/05/15
Município
Proc2
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Vila Franca de Xira 7 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
pessoas sem-abrigo, e que o município não enviou a informação à entidade
responsável. Pretende saber o porquê, se foi por desconhecimento, se o município
não foi informado que teria de fazer isso, ou o que é que ocorreu relativamente a
isso.
Depois, porque se está a falar em água, banhos públicos, há o caso de alguns
tanques, do estado de conservação de alguns lavadouros.
Disse o Sr. Presidente que já se entendeu o princípio e aquilo que o Sr. Vereador
está a colocar, e agradecia que concluísse, por favor. O Sr. Vereador está
entusiasmado por uma área, que também preocupa a todos, mas, se puder
entretanto terminar, o próprio agradecia.
Prosseguiu o Sr. Vereador Rui Perdigão, mencionando que não é bem entusiasmo,
e vai mesmo concluir, mas o que diz ao Sr. Presidente, com todo o respeito, é que
a morosidade da reunião não é por sua causa, como sabe.
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/ AR Reurão de 2019/05/15Município 2 Proc -Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ELEVADORES DA ESTAÇÃO DE COMBOIOS DE VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que o Bloco de Esquerda quer
trazer novamente a questão do funcionamento dos elevadores da estação de
comboios de Vila Franca de Xira, que estão sistematicamente, talvez cronicamente,
avariados. Ainda ontem assistiu a pessoas a transportarem crianças pelas escadas
acima, a pedirem ajudas a outrem, com carrinhos de bebés, pelo que, se calhar, o
que se pode ali fazer é substituir aqueles elevadores, porque são os únicos que
têm maior quantidade de avarias nas estações de comboios do concelho.
O Bloco também pretende saber se tem havido reuniões entre a câmara municipal
e a lP — lnfraestruturas de Portugal ou a CP, para encontrar uma solução para isto. -
O próprio pondera a colocação de rampas, pois costuma dizer que as rampas não
avariam, dão para todas as situações.
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FI.Ata 050
Reunião de 2019/05/15
Município
Proc2
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Vila Franca de Xira /
‘1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
QUESTÕES RELACIONADAS COM O PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E PONTOS
EM QUE SE PRETENDE INTERVIR NA ORDEM DO DIA
Interveio o Sr. Presidente, referindo que vai passar de imediato à ordem do dia, e
depois, no final da discussão, passar-se-á às respostas às questões que foram
colocadas no período antes da ordem do dia. —
Gostaria de dizer que, relativamente à ordem do dia, há pedidos de intervenção
nos pontos 2, 13, 14, 20 e 21, sendo que o ponto 22 é retirado.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que, em todo o caso, os membros da CDU pedem
para dizer só uma coisa, na altura.
Respondeu o Sr. Presidente que podem, com certeza. Podem falar, a questão é que
efetivamente há que aprimorar a redação num ou outro ponto, e é melhor retirar.
De qualquer modo pode-se naturalmente falar sobre o ponto, e inclui então o ponto
22 nestes pedidos de intervenção. —
Depois, há ainda os pontos 47 e 54.
Assim, vai repetir, são os pontos 2, 13, 14, 20, 21, 22, 47 e 54, e todos os outros
pontos que não referiu estão aprovados por unanimidade.
aod 23
FI. Livro
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Município AU Proc°
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de 7.
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_-
Câmara Municipal
Assunto: ATA N 8/2019, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA E PÚBLICA DE
2019/04/17
Presente para aprovação a ata n9 8/2019, da reunião de câmara ordinária e pública
de 2019/04/17, com dispensa da sua leitura, por ter sido previamente distribuída a
todos os membros.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n9 8/2019, da reunião de câmara
ordinária e pública de 2019/04/17, não tendo participado na votação o Sr. Vereador
Rui Perdigão, por não ter estado presente.
01 ata 8
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FI. Livro
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RAta 052
Reunião de 2019/05/15
Município VU Proc2
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de
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n 294
Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO EXTRAORDINÁRIO ÀS FREGUESIAS,
DESTINADO À REALIZAÇÃO DE DESPESAS DE CAPITAL E INVESTIMENTO
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2019/05/09, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
atribuição de um apoio financeiro extraordinário a todas as freguesias integradas
na circunscrição territorial, no ano civil e financeiro em curso e nos anos de 2020 e
2021, no montante global de 100 000,00€, a conceder em igual proporção e no
valor unitário de 16 666,66€, por freguesia, respeitante à realização de despesas
de capital e investimento no âmbito da aquisição de equipamento e maquinaria,
destinados à prossecução de competências municipais delegadas nos domínios da
gestão e garantia da manutenção de espaços verdes e execução da limpeza das
vias e espaços públicos, a pagar até 31 de dezembro, em cada um dos anos,
mediante fatura comprovativa da aquisição, ou documento legal e fiscalmente
equivalente, bem como da remessa à assembleia municipal, para efeitos de
ratificação, propondo-se que a deliberação a tomar pela assembleia municipal
retroaja e reporte os seus efeitos jurídicos à data da aprovação em reunião da
câmara, no caso o dia 15 de maio de 2019, nos termos do disposto da alínea a), do
n22, do artigo 156, e n2s 1, 3 e 5, 1 parte, do artigo 164, ambos do Código do
Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n° 4/2015, de 7 de
janeiro, estando o município dispensado e excluído do âmbito de aplicação da Lei
dos Compromissos e Pagamentos em Atraso, aprovada pela Lei n° 8/2012, de 21
de fevereiro, na redação vigente, e bem assim do âmbito de aplicação do Decreto-
Lei n° 127/2012, de 21 de julho, na redação em vigor, a qual consagra os
procedimentos necessários à execução da mencionada lei, conforme o disposto nos
n2s 5 e 6, do artigo 88°, da Lei do Orçamento do Estado para 2019, aprovada pela
Lei n° 71/2018, de 31 de dezembro.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que o que se está a discutir é
um ponto que se chama atribuição de ãpoio financeiro extraordinário às freguesias,
destinado à realização de despesas de capital e investimento, e é importante esta
contextualização porque as pessoas não têm acesso à ordem de trabalhos.
O orçamento da câmara municipal é de 66 646 000,00€, a que depois se juntam 22
milhões do saldo de gerência, e o que se está a votar é a transferência de
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100 000,00€, o que dá 16 666,66€ para cada uma das uniões de freguesia, ou seja,
na totalidade, não neste ponto, mas das transferências da câmara municipal, o
valor que é transferido para as freguesias é cerca de 3,4% do orçamento
municipal.
É importante dizer que este valor está definido para o que é, pelo que o que se
está a dizer é que este valor é para despesas de capital e investimento, no âmbito
de equipamentos e maquinaria, os 16 000,00€, para gestão e garantia de
manutenção de espaços verdes, execução da limpeza das vias e espaços públicos,
e mais, pode apenas ser pago até ao dia 31 de dezembro, perante a exibição, a
remessa, de fatura comprovativa da aquisição dos bens de capital e investimento.-
Depois, a transferência é muito baixa, não sabe se será a mais baixa do país, mas
é a mais baixa de toda a área metropolitana. A Associação Nacional de Municípios
Portugueses diz que as câmaras municipais transferem para as freguesias em
média 8%, há exemplos muito perto que transferem 13%, 10%, Vila Franca de Xira
transfere apenas 3,4%, mas está-se a dizer que cada uma das freguesias, para
todas estas competências que são municipais, vão ter apenas mais 16 666,00€,
16 500,00€ se se quiser, ou 16 700,00€, isso também não tem preocupação.
Naturalmente que o voto da CDU vai ser favorável, mas os seus membros não
podem deixar de reafirmar que consideram que este ato da câmara municipal
quase que faz às juntas aquilo que o poder central faz à câmara municipal, aquilo a
que chamam a intromissão naquilo que são as responsabilidades de cada um,
porque os eleitos das freguesias e o executivo da junta foram eleitos exatamente
no mesmo dia e no mesmo ato eleitoral que os eleitos da câmara municipal. Esta
coisa de a câmara municipal ter a obrigação de tutelar as juntas, porque não são
responsáveis por aquilo que fazem, é uma situação que os incomoda, ou seja, a
junta tem de ter dinheiro para comprar e só depois de comprar é que pode mandar
a fatura. As juntas têm de ter 16 000,00€ para comprarem uma varredoura,
comprarem qualquer tipo de maquinaria, têm de ter dinheiro para comprar, para
executar uma responsabilidade que é da câmara municipal, e que é transferida
para as juntas.
Portanto, consideram, claramente, que este valor é muito insuficiente, como já
disse, o voto vai ser favorável, mas crê que para a qualidade de vida da população
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do concelho seria de todo aconselhável que esta verba fosse aumentada. No
respeito que todos têm de ter pela autonomia dos diferentes órgãos, consideram
que, comparando com o resto do país (e o Sr. Presidente com alguma frequência o
faz, com a área metropolitana e o resto do país, pelo que crê que não levará a mal
poder também fazer esta comparação), é uma verba muito inferior.
Não deixarão de continuar a propor o reforço destes meios, a defender o reforço
destes meios, e a preocupação central que têm, como já disse e reafirma, é a
qualidade de vida da população do concelho. Não votarão contra, votarão a favor,
conscientes que estão que este valor não resolve, nem de perto, nem de longe, os
problemas existentes.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que ainda bem que os membros da
CDU votam a favor, pois é, de facto, uma ajuda importante para as juntas de
freguesia.
Quanto a ser o valor mais baixo, e a média do país ser 8%, podia dizer que há
municípios que é de 0%, sendo que, quando às vezes aqui se fazem comparações
de outro tipo, curioso agora é os Srs. Vereadores estarem a fazer comparações.
Contudo, não vem mal ao mundo fazer comparações, têm que se fazer para realçar
um aspeto ou outro.
Aquilo que quer dizer à Sr Vereadora Regina janeiro é que este trabalho de
descentralização de competências para as juntas de freguesia é um trabalho que
se tem vindo a fazer com todos os Srs. Presidentes de junta, e sobre esta matéria
há sempre dois pontos de vista, quem recebe e quem disponibiliza. Contudo, têm-
se conseguido encontrar os consensos possíveis para que as juntas de freguesia
possam trabalhar e desenvolver o seu trabalho. Não tem dúvidas nenhumas,
porque o executivo tem os valores, sabe os valores que tem com as empresas que
trabalham com a câmara municipal, com as empresas que trabalham com as
juntas de freguesia, e sabe que, efetivamente, os meios financeiros que são
disponibilizados são suficientes.
Que as juntas de freguesia gostariam de ter mais, com certeza que sim, que a
câmara municipal gostaria de ter mais meios financeiros disponibilizados pela
administração central, com certeza que sim. Portanto, nestes pontos de vista, da
câmara municipal, de acordo com aquilo que foi aprovado são os meios financeiros
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adequados para que as juntas de freguesia desenvolvam o seu trabalho, com a
qualidade que é necessária, em prol da população do concelho. Este apoio
extraordinário era um apoio que não existia. A Sr Vereadora dir-lhe-á que é pouco,
mas em relação ao que havia, que era zero, é muito, por isso, também tem que se
verificar a evolução que estes processos têm.
Naturalmente, como já tem dito uma vez ou outra, estas questões são dinâmicas,
até porque se está numa fase também de transferência de competências para as
autarquias. já teve oportunidade de falar com os Srs. Presidentes de junta sobre
esta matéria, e vai ter uma outra reunião, quando se tiver uma comparação do que
é a transferência de competências e a descentralização de competências que hoje
se tem. Depois disso conversarão, e os executivos e as assembleias de freguesia,
sobre essa matéria, tomarão as decisões que acharem as mais adequadas. Quanto
àquelas que não aceitarem, aquilo que já tem dito em reuniões, já há mais de um
ano a esta parte, é que, se não aceitarem, mantém-se o figurino que existe e vai-
se continuando a trabalhar, para que as juntas tenham as condições para o efeito.-
Para terminar, o que diz à Sr Vereadora é que a exigência do controlo e
transparência é cada vez maior, e a câmara municipal não pode transferir verbas
sem fundamentação adequada, e a fundação adequada é a fatura. Inclusivamente,
já disse a alguns Srs. Presidentes de junta que, como este apoio é até ao final do
mandato, se quiserem adquirir meios com outra expressão podem efetivamente
contar com este apoio até ao final do mandato e fazerem a aquisição, encontrando
soluções de aquisição com as empresas que bem entenderem. Assim, continuar-se-
á a conversar com os Srs. Presidentes de junta, dando-lhes as condições
adequadas para poderem desenvolver o seu trabalho.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que fica muito contente com a
frase do Sr. Presidente, da vida ser dinâmica, o mundo pula e avança, vão
evoluindo todos e todos se vão adaptando. Fica contente, e isso é o central, na
opinião da própria, da intervenção do Sr. Presidente. Diz que não alterará de
futuro, pelo que há uma esperança, mas gostava de partilhar com o Sr. Presidente
uma coisa e que o mesmo partilhasse com a própria outra coisa.
Gostava de dizer que a Câmara Municipal de Loures passa para as juntas de
freguesia 14 milhões de euros, correspondendo a 10% do orçamento, e gostava
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que o Sr. Presidente lhe dissesse apenas qual é o município que passa 0% para as
freguesias. Pode-lhe dar só um exemplo? Só lhe pede um. Partilhou com o Sr.
Presidente um exemplo objetivo, e pede-lhe só um.
Respondeu o Sr. Presidente que há municípios que o que fazem é contratualização
sobre determinado tipo de tarefas a executar, que não é a mesma coisa que
transferência de competências. Há muitos modelos ao nível do país, e isso tem
também a ver, muitas das vezes, com a dimensão, as características dos
municípios e os meios financeiros disponíveis, porque, efetivamente, está-se a falar
de Vila Franca de Xira, de Loures e outros municípios com capacidade financeira
para o efeito, já para não falar em Lisboa, que então é um caso à parte. Há muitos
modelos, e pode-se tentar encontrar uma relação sobre essa matéria, mas sabe,
por aquilo que ouve, que há municípios que não têm este tipo de transferência de
competências como Vila Franca de Xira tem, nomeadamente na Área Metropolitana
de Lisboa, e sabe-se que assim é.
Aquilo que quer dizer à Sr Vereadora é que Loures faz o que pensa que deve
fazer, Vila Franca de Xira faz aquilo que pensa que deve fazer, porque é a resposta
que os Srs. Vereadores lhe dão quando o próprio faz comparações negativas, O
que é bom num determinado sítio é mau aqui, já têm tido esta conversa, e agora
devolve a mesma coisa, porque há, de qualquer modo, determinadas nuances
políticas, que fazem com que as coisas também tenham determinada evolução. A
Sr Vereadora sabe isso muito bem, sabe muito bem o que é que acontece nas
assembleias municipais de Loures, nas reuniões de câmara de Loures, pelo que há
equilíbrios de caráter político que se têm de fazer, dentro do quadro democrático,
como é evidente, que muitas vezes fazem com que estes valores sejam diferentes,
de acordo com isso tudo. Sobre isso também não vai comentar mais nada, porque
pensa que a Sr? Vereadora percebeu justamente o que o próprio quer dizer.
A câmara municipal tem esta relação com as juntas de freguesia, tem sido uma
relação boa, adequada, mas isso não quer dizer, como aliás já referiu, que as
coisas não possam evoluir, assim os Srs. Presidentes de junta, as juntas de
freguesia e as juntas de freguesia o queiram, porque há também algumas
descentralizações que as próprias juntas não querem. Ora, ao não quererem,
também não podem receber uma coisa que não querem.
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Deste modo, há aqui questões de evolução que se têm de ter em atenção em cada
momento. A câmara municipal vai fazer o caminho que é necessário fazer, e
depois, em cada momento, estar-se-á presente para se discutir o resultado desse
mesmo caminho.
A Sr Vereadora Regina janeiro interveio, referindo que fica o registo que o Sr.
Presidente não lhe conseguiu dar um exemplo, naturalmente que vai procurar e
dar-lhe-á mais tarde, mas queria apenas chamar à atenção do Sr. Presidente que
não se está a falar de transferência de competências, mas sim de delegação de
competências.
Questionou o Sr. Presidente o que é que isso acrescenta para a coisa.
Respondeu a Sr Vereadora que não é um preciosismo, é um termo completamente
diferente, transferência de competências só se faz através de legislação, o que o
Sr. Presidente está a dizer é que a competência legal é sua, mas delega noutro
para a fazer em seu nome, e que a financia. O Sr. Presidente, ainda por cima, foi
vereador da educação, sabe que esta é uma discussão que há muita tempo há
necessidade dos municípios reafirmarem, até para dizerem que aceitam
competências muitas das vezes do poder central, mas que são delegadas e não
que são transferidas. Assim, tem-se estado a falar sobre isso.
O Sr. Presidente foi para os equilíbrios políticos que a Câmara Municipal de Loures
tem que fazer, tendo em conta o facto de não ter uma maioria absoluta, como o
próprio também não tem, só que conseguiu consolidar a maioria absoluta depois
das eleições e a situação em Loures não foi favorável nesse sentido. Não discutirão
a Câmara Municipal de Loures, é dado objetivo, e mesmo quando havia uma
situação de equilíbrio, como o Sr. Presidente sabe, a Câmara Municipal de Loures
transferia, em muito, muito mais para as freguesias do que a Câmara Municipal de
Vila Franca de Xira. Desta forma, não é justo dizer-se que com base no resultado
eleitoral há uma maior transferência de verbas através da delegação de
competências.
Terminou, mencionando que já disse que os membros da CDU votavam
favoravelmente.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo, para terminar, da sua parte, sobre este
assunto, e se a Sr Vereadora quiser intervir com certeza que intervirá, que quer
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recordar que no mandato anterior a transferência de competências para as juntas
de freguesia era metade dos 10%. Aquilo que disse é pois uma questão normal, em
termos de democracia, de equilíbrios de caráter político que muitas das vezes se
têm de fazer para se poder trabalhar. No mandato anterior eram 5%, agora são
10%. Porque é que isto aumentou? Com certeza que a Sr? Vereadora, melhor que o
próprio, saberá porque é que aconteceu esta alteração.
Retomou a palavra Sr Vereadora, referindo que dos 5 e 10% não se está a falar
em Vila Franca de Xira, está-se a falar em Loures, e sim, porque a Câmara
Municipal de Loures o reconheceu, para as freguesias terem determinadas
competências.
Tendo o Sr. Vereador António Félix se manifestado, continuou a Sr Vereadora,
dizendo que, passando este momento cómico, vai dizer que este ano a Câmara
Municipal de Loures atribuiu um carro para cada freguesia fazer a recolha de
monos, e este é um problema objetivo. —
Perguntou o Sr. Presidente na base do quê.
Continuou a Sr Vereadora, referindo que o que interessa ao executivo é rir, não é
a melhor qualidade de vida da população. Por acaso pensa que é surreal estar-se a
rir desta questão, e acha mesmo, hoje, nesta reunião, das 10 vezes que a própria
foi interrompida quando estava a intervir, e das gracinhas e sorrisos que estão a
acontecer, sendo que, já agora, dum lado e do outro da reuniâo.
O Sr. Presidente está a conduzir os trabalhos, tem toda a legitimidade, mas não
deixa de ser falta de respeito pelo órgão. O Sr. Presidente está a permitir, e depois
que não diga que são os membros da CDU. O Sr. Presidente está a permitir, a
própria não interferirá, mas uma câmara municipal reconhecer que para uma
freguesia desempenhar melhor aquilo que são as suas responsabilidades é
necessário aumentar a verba, é rir, por isso é que anda aqui a brincar às
freguesias. É por isso que a verba transferida para as freguesias, e o Sr. Presidente
que lhe desculpe, num orçamento do tamanho do que Vila Franca de Xira tem, é
4%. O Sr. Presidente sente-se bem com isto? Sente-se bem em saber que as ruas
do concelho estão cheias de lixo? Sente-se bem em saber que não há recolha de
lixo? Sabe bem o mato que se vê pelas freguesias? O Sr. Presidente fica contente
com isso? Pensa que não fica contente com isso, e o que a própria está a defender
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são interesses do município, mas aqui é gargalhada e anedota.
Respondeu o Sr. Presidente que não, não é gargalhada, nem anedota.
Interveio novamente a Sr Vereadora, pedindo desculpa ao Sr. Presidente mas
dizendo que está toda a gente a rir porque há uma câmara municipal que tem mais
respeito pelas pessoas, quando o Sr. Presidente não lhe conseguiu dar um exemplo
duma câmara municipal que transferia menos que o próprio. Que se seja sério, e
quer ainda dizer que a população que assiste, a que está presente tem a
capacidade de ver, não imagina as piadas que acontecem na reunião, paralelas,
que não tem capacidade de ouvir.
Considera lamentável, muito lamentável, que se esteja a gozar com um vereador
enquanto está a intervir. Depois, quando os membros da CDU falam na falta de
democracia do órgão, o Sr. Presidente fica muito ofendido e leva a mal, quando
falam de falta de democracia, dos comportamentos e daquilo que é, efetivamente,
a condução dos trabalhos em algumas situações, e não é em todas. Pensa que o
Sr. Presidente é a pessoa que faz o maior esforço para que este tipo de situações
não aconteça, mas as pessoas que estão em casa não percebem aquilo que os
membros da CDU têm que ouvir.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que ninguém é santo, e não vem mal ao
mundo que de vez em quando, dentro de uma determinada plataforma de
elevação, as pessoas não o possam fazer. O próprio vê coisas na Assembleia da
República que até fica arrepiado por aquilo que lá ouve, de ofensas pessoais,
coisas do “arco da velha”, que achava que na casa da democracia não deveriam
acontecer, mas acontecem, e coisas mesmo pesadas. Aqui, o que aconteceu foi
que a Sr Vereadora não quer reconhecer que este aumento que a Câmara
Municipal de Loures fez foi na sequência de pressão polftica que houve. Não quer
reconhecer isso, mas pronto, fica assim, não tem problema nenhum, o que fica é
que a Sr Vereadora foi chamar a Câmara Municipal de Loures para a conversa, e
aquilo que lhe diz é que no mandato anterior a verba era metade do que é hoje.
Quanto ao porquê, se calhar é pelas razões que a Sr Vereadora acabou de dizer,
nada mais que isso.
Interveio ainda a .Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que o que disse foi que
dava um exemplo em concreto e o Sr. Presidente que lhe trouxesse outro. O Sr.
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Presidente, como foi incapaz de lhe dar outro exemplo, reagiu como reagiu.
Interveio de novo o Sr. Presidente, dizendo “Meu Deus”, e referindo que se está a
falar de política, está-se a discutir polftica.
Disse a 5r Vereadora que se estão a discutir opções políticas.
Continuou o Sr. Presidente, referindo que quando a Sr Vereadora chama para a
liça, para a conversa, Loures, logicamente que o próprio tem que reagir, porque se
não falasse de Loures, respondia-lhe como respondeu, sem mais. A Sr Vereadora é
que trouxe para a conversa o exemplo de Loures, e está-lhe a dizer, efetivamente,
o que é que aconteceu. O que aconteceu é uma situação que considera normal em
termos de democracia. Há um partido que diz “se isto não for assim, chumbamos a
proposta”, pelo que naturalmente que há a necessidade de encontrar equilíbrios
para que a câmara municipal possa trabalhar.
É isto, acontece em muitíssimas câmaras municipais deste país, muitíssimos
municípios do país, e, provavelmente, se calhar quem ganha não teria de ter
necessidade de fazer estes equilíbrios, se calhar era uma coisa que um dia tinha
que se repensar, pois muitas das vezes quem ganha não consegue governar,
porque as oposições não deixam. Esta era uma outra reflexão que se tinha de
fazer, e muitas das vezes, para poder governar, têm que se encontrar soluções, o
que a Câmara Municipal de Loures fez, e bem, do seu ponto de vista. Está a ser o
mais sincero possível, e com toda a abertura de espírito, agora, é verdade que no
mandato anterior era metade deste valor. É só isto e mais nada.
A Sr Vereadora Regina Janeiro interveio, mencionando que a Câmara Municipal de
Loures não tinha maioria absoluta no mandato anterior.
Disse o Sr. Presidente que conseguiu encontrar uma solução, curiosamente com o
PSD.
Continuou a Sr Vereadora, dizendo que não tinha maioria absoluta no mandato
anterior, e na Câmara Municipal de Loures também não existem dois partidos,
existem três. Portanto, também não são os votos que o Sr. Presidente está a
querer insinuar que são os únicos que decidem. Mesmo indo aos 5% que a Câmara
Municipal de Loures passava no mandato anterior, se o Sr. Presidente quiser fazer
essa discussão, em Vila Franca de Xira continua-se a não chegar aos 4%.
Crê que o Sr. Presidente, no fundamental, está de acordo com a própria, que todos
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querem servir o melhor possível as populações, há problemas quotidianos, da vida
das populações, que podiam ser resolvidos se se delegassem competências e se
transferissem as verbas necessárias. Crê que estão de acordo com isto. O Sr.
Presidente deu a própria abertura de evoluir no próximo ano, de se continuar a
evoluir, de se assumirem os erros e continuar a melhorar, pelo que não percebe.
Um dia gostava de saber como é que esta câmara municipal funcionaria se não
houvesse telemóveis e SMS, por acaso gostava, para perceber que tipo de
informação é que se conseguiria ter.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que se pode fazer uma coisa, faz-se como
no Texas, que deixam as pistolas à porta. Portanto, toda a gente deixa os
telemóveis à porta.
Continuou a Sr Vereadora, dizendo que não vale a pena.
Sobre democracia, pensa que quem ganha sem ter maioria absoluta não tem que
ter direito a decidir sozinho, a própria defende este sistema democrático, e
defende a construção de equilíbrios, o que é diferente de criar condições de que
alguns votem sempre connosco, e não vai falar mais. É outra coisa, efetivamente
elogia aqueles que não têm maioria absoluta nas urnas mas que conseguem fazer
uma gestão eficaz, para a melhoria da qualidade de vida das suas populações,
graças ao seu bom senso, tal como o Sr. Presidente acabou de elogiar o Sr.
Presidente Bernardino Soares.
O Sr. Presidente tomou de novo a palavra, mencionando que é pessoa por quem
tem muita consideração e estima.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que sabe.
Continuou o Sr. Presidente, referindo que política é uma coisa, em termos pessoais
é outra, e considera-o bastante.
A Sr Vereadora Regina janeiro interveio ainda, dizendo que crê que o Sr.
Presidente também tem um grande respeito político pelo Sr. Presidente Bernardino
Soares.
Respondeu o Sr. Presidente que também tem, assim como julga que o Sr.
Presidente Bernardino Soares também o tem pelo próprio. Aliás, têm falado de vez
em quando ao telefone, sobre várias coisas, na medida em que os municípios não
são estanques, e há matérias que dizem respeito aos diversos municípios.
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Câmara Municipal 1
Obviamente que se tem de conviver com eles, quer se queira, quer não, é assim,
mas quer-se, de facto, independentemente das diferenças políticas, isso não
impede, tendo-se a obrigação de resolver situações que são boas para ambas as
partes, e para as populações.
Concluiu, referindo que sobre esta matéria já se falou, até mais do que o ponto
propriamente dito, e pondo o mesmo à consideração, perguntando quem vota
contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
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Município ÂI Proc2
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Vila FraJa de Xira Deliberação n2 295
Câmara Municipal
Assunto: PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO RELATIVO À AFETAÇÃO DE RECURSOS
HUMANOS À CPCJ DE VILA FRANCA DE XIRA
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2019/05/09, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
minuta do protocolo de colaboração a celebrar e outorgar, entre o município e a
Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e jovens,
atinente à constituição de uma parceria destinada à afetação de recursos humanos
à Comissão de Proteção de Crianças e jovens de Vila Franca de Xira, revogando
expressamente, por substituição, a deliberação tomada pela câmara municipal na
sua reunião pública ordinária de 2018/12/19, sob o ponto 39 da respetiva ordem do
dia.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
03 CNPDPCJ
FI. Livro --1 Reunião de O19/O5/15
Município AV Proc .de 1
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2 -
Câmara Municipal
Assunto: PROTOCOLO RELATIVO A ESTÁGIOS CURRICULARES NA ÁREA DA
CONSULTORIA DE GESTÃO NO TURISMO
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2019/05/09, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
minuta do protocolo a celebrar e outorgar entre o município e a SESC — Sociedade
de Estudos Superiores e Culturais, SA, entidade titular do ISCAD — Instituto Superior
de Ciências da Administração, no âmbito da realização de estágios curriculares em
contexto real de trabalho, respeitantes ao Curso Técnico Superior Profissional de
Consultoria de Gestão no Turismo, que decorrerá nas instalações da Escola
Secundária Alves Redol, em Vila Franca de Xira.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
04 ISCAD
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FLAta 085
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Município 1 Proc9 450.10.215
de 1 /Vila Franca de Xira Deliberaçao n 297
Câmara Municipal
1. Assunto: ISENÇÃO DO PAGAMENTO DE TAXAS DE EMISSÃO DE LICENÇAS DE RUÍDO
E LICENÇA PARA REALIZAÇÃO DE ESPETÁCULOS DESPORTIVOS E DE
DIVERTIMENTOS PÚBLICOS NAS VIAS, JARDINS E DEMAIS LUGARES PÚBLICOS -
DESFILE DA BANDA DE MÚSICA, NO DIA 1 DE MAIO - ATENEU ARTÍSTICO
VILAFRANQUENSE
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 88/19, de
30/04, do DAMAE/AE, para aprovação da ratificação do despacho que autorizou a
isenção do pagamento de taxas de emissão de licença de ruído e emissão de
licença para realização de espetáculos desportivos e de divertimentos públicos nas
vias, jardins e demais lugares públicos, ao Ateneu Artístico Vilafranquense, no valor
de 22,08€, ao abrigo do n2 5, do artigo g, do Regulamento e Tabela de Taxas e
Preços em vigor, para a realização de um desfile da sua banda de música, por
algumas artérias da cidade de Vila Franca de Xira, no dia 1 de maio de 2019.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 88/19, de 30/04, do
DAMAE/AE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr? Vereadora Helena Pereira de Jesus submete o assunto à reunião
de câmara para ratificação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus.
05 Ateneu
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FLAta 066
Reunião de 2019/05/15
Município Proc2 450.10.215
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n - 298
Câmara Municipal
1. Assunto: ISENÇÃO DO PAGAMENTO DE TAXAS DE EMISSÃO DE LICENÇAS DE RUÍDO
E LICENÇA PARA REALIZAÇÃO DE ESPETÁCULOS DESPORTIVOS E DE
DIVERTIMENTOS PÚBLICOS NAS VIAS, JARDINS E DEMAIS LUGARES PÚBLICOS - III
ENCONTRO DE ORQUESTRAS JUVENIS, NO DIA 12 DE MAIO - ATENEU ARTÍSTICO
VILÀFRANQUENSE
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 89/19, de
06/05, do DAMAE/AE, para aprovação da ratificação do despacho que autorizou a
isenção do pagamento de taxas de emissão de licença de ruído e emissão de
licença para realização de espetáculos desportivos e de divertimentos públicos nas
vias, jardins e demais lugares públicos, ao Ateneu Artístico Vilafranquense, no valor
de 22,08€, ao abrigo do n2 5, do artigo 92, do Regulamento e Tabela de Taxas e
Preços em vigor, para a realização do III Encontro de Orquestras juvenis, no dia 12
de maio, na Praça Afonso de Albuquerque, em Vila Franca de Xira.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 89/19, de 06/05, do
DAMAE/AE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: —
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus submete o assunto à reunião
de câmara para ratificação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sø Vereadora Helena Pereira de Jesus.
06 orquestras
El. Livro
______________
RAta -
- 067
Reunião de 2019/05/15
Município À Proc2 450.10.215
Vila Frar de Xira Deliberação n 299
Câmara Municipal
1. Assunto: ISENÇÃO DO PAGAMENTO DE TAXAS DE EMISSÃO DE LICENÇAS DE RUÍDO
- ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESCOLA SECUNDÁRIA ALVES REDOL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 90/19, de
07/05, do DAMAE/AE, para aprovação da ratificação do despacho que autorizou a
isenção do pagamento de taxa de emissão de emissão de licença de ruído, à
Associação de Estudantes da Escola Secundária Alves Redol, no valor de 15,32€, ao
abrigo do n9 5, do artigo 92, do Regulamento e Tabela de Taxas e Preços em vigor,
para a realização de uma festa para angariação de fundos, nos dias 4 e 5 de maio,
no Pavilhão José Mário Cerejo, sito no Jardim Constantino Palha, em Vila Franca de
Xira.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 90/19, de 07/05, do
DAMAE/AE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus submete o assunto à reunião
de câmara para ratificação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus.
07 Alves Redol
Proc0
_________
Deliberação n2
1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO PRESIDENTE NA ÁREA DE PESSOAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação flQ 2768119,
DGAFJ/DRH, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
pessoal, no período compreendido entre 2019/04/26 e 2019105/03.—
de 06/05, do
na área de
3. Informações/pareceres: Anexa-se Informação n 2768/19, de 06/05, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por Inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a), do n2 2, do artigo 35Q, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: O Sr. Presidente submente o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
-
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
Município
de
Vila Franca de Xlra
Câmara Municipal
FI. Livro_-
Fl.Ata . . 068
Reunião de 2019105115
4,
08 despachos
El. Livro —
FLAta 069
Reunião de 2019/05/15
Município AU proc
_____________________
de
‘ 7Vila Franca de Xira Deliberaçao n2
Câmara Municipal
Assunto: LEGISLAÇÃO—SÍNTESE E EDITAIS
Foi dado conhecimento do que de seguida se indica:
1. Dos diplomas publicados em Diário da República com interesse para a
administração local:
Lei n2 30/2019, de 23 de abril, 1 série, que introduz restrições à publicidade dirigida
a menores de 16 anos de géneros alimentícios e bebidas que contenham elevado
valor energético, teor de sal, açúcar, ácidos gordos saturados e ácidos gordos
transformados, procedendo à 14 alteração ao Código da Publicidade, aprovado
pelo Decreto-Lei n2 330/90, de 23 de outubro;
Portaria n2 125-A/2019, de 30 de abril, 1 série, referente a procedimento concursal;
Decreto-Lei n2 57/2019, de 30 de abril, 1 série, de 30 de abril, que concretiza a
transferência de competências dos municípios para os órgâos das freguesias;
Decreto-Lei n2 58/2019, de 30 de abril, 1 série, que concretiza o quadro de
transferência de competências para os órgãos municipais no domínio do transporte
turístico de passageiros e do serviço público de transporte de passageiros regular
em vias navegáveis interiores;
Lei n2 31/2019, de 3 de maio, 1 série, que regula a utilização de dispositivos digitais
de uso pessoal e permite a fotografia digital nas bibliotecas e arquivos públicos.
2. Dos editais publicados entre 2019/04/22 e 2019/05/07, que constam da lista
anexa, a qual se dá por inteiramente reproduzida nesta parte da ata.
Tomado conhecimento.
09 sínt edit
FI. Livro --
Ii Fl.Ata 070
A 1 Reunião de 2019/05/15
Município
Proc2
___________________
Vila Franca de Xira / Deliberação ri2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento dos pagamentos autorizados pelo Sr. Presidente,
pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador António Félix, no período
compreendido entre 2019/04/23 e 2019/05/07, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do n2 1, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
10 pagamentos
_____
FI. Livro --
to’Je 20i!ZL
Município Á\J V ‘ Proc
___________________
Vila Franca de Xira II Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
Câmara Municipal:
Dotações Orçamentais 31 683 274,60€
Dotações não Orçamentais 3 035 531,44€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 3 833 435,41€
Dotações não Orçamentais 636 468,97€
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
11 balancetes
FI. Livro
____________
1 (vX
____________
Murcípio proc2
___________________
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DE DIREITO DE PREFERÊNCIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 171/19, de
06/05, do DGAFJ/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício de direito de preferência, no período compreendido
entre 2019/04/17 e 2019/05/06.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 171/19, de 06/05, do
DGAFj/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29 e 3Q2 da Lei n 31/2014, de 30 de maio. --
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus submente o assunto à reunião
de câmara para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
12 SOP
FI. Livro — -
FI.Ata 073
Reunião de 2019/05/15
Município Proc2 26/15 RU-REURB
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DE DIREITO DE PREFERÊNCIA - ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 238/19, de
07/05, da EMRU, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente, no período
compreendido entre 2019/04/22 e 2019/05/07, relacionados com o não exercício
do direito legal de preferência, previsto no artigo 58 do Decreto-Lei n9 307/2009,
de 23 de outubro, com a sua atual redação, que aprovou o Regime Jurídico da
Reabilitação Urbana (RjRU), referente às áreas de reabilitação urbana do concelho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 238/19, de 07/05, da
EMRU, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, dizendo que é mencionado, no quadro
anexo, a existência de um imóvel na rua Alves Redol, pelo valor de 2 700,00€, e
que a câmara municipal não exerceu o direito de preferência. Portanto, se o valor
estiver correto, pergunta porque é que o município não aproveitou, na rua Alves
Redol, esta “pechincha”.
O Sr. Presidente interveio, referindo que, dito dessa forma, até parece que a
câmara municipal o deveria ter feito.
Disse o Sr. Vereador Rui Perdigão que só está a perguntar.
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que está bem, mas a pergunta não é
ingénua, e, como não é ingénua, quer dizer ao Sr. Vereador que a câmara
municipal prefere que a economia local, os proprietários, desenvolvam o seu
próprio trabalho. Se a câmara municipal fosse exercer o direito de preferência às
13 EMRU 1/3
FI. Livro
_____________
€1 /L Reurãod 203.9/05/15
Município V / Proc2 26/15 RU-REURBde
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
centenas ou milhares de situações que lhe aparecem, o orçamento não chegava
para tudo, mas não é só exercer o direito de preferência, é depois reabilitar o
edifício em causa.
Evidentemente que há um caso ou outro em que a autarquia já exerceu o direito
de preferência, mas o que se prefere é que sejam os proprietários a fazê-lo e,
através disso, que a requalificação e regeneração urbana dê os seus passos. Foi
por isso que não se exerceu esse direito de preferência, nem está a ver
exatamente onde é. É na rua Palha Blanco, mas nem sequer está a ver o edifício
que é. De qualquer modo, como há pessoas que estão muito interessadas em
reabilitar, há muitas coisas que estão a chegar ao urbanismo neste sentido, o que
se deve fazer é ajudá-las, sendo que muitas das vezes o exercício de direito de
preferência vai criar algumas complicações, que não se desejam. Portanto, esta é a
explicação que pode dar, em termos de princípio, não do edifício em si.
Interveio de novo o Sr. Vereador Rui Perdigão, mencionando, sobre o juízo de falta
de ingenuidade, que a pergunta não tem nada implícito. O Bloco de Esquerda leu
os documentos e viu um valor de 2 700,00€ pelo imóvel, sobre o qual o município
não exerceu o direito de preferência. É um valor baixo, 2 700,00€, e queria saber
se, de facto, o imóvel teria este valor, e porque é que o município não optou,
porque pensa que é uma “pechincha”. Se soubesse teria se calhar comprado, não
sabe, é por isso, e há muitos municípios que exercem o direito de preferência, do
ponto de vista do objetivo estratégico da área de reabilitação urbana.
já vieram a reunião de câmara, quando eram votados, o Bloco de Esquerda votou a
maior parte dos casos pelo não exercício do direito de preferência, e não quer dizer
que defenda que se deve exercer por sistema, mas, pontualmente, conforme o
interesse dos casos, pode ser exercido, e se houver oportunidades destas, pensa
que para o município é um bom negócio.
O Sr. Presidente interveio novamente, dizendo que poderá haver mais alguma
informação adicional ao porquê da decisão.
Disse o Sr. Vereador Rui Perdigão que tão pouco conhece o imóvel em causa.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que o imóvel praticamente está em ruína, de
modo que a sua reabilitação é importante para aquele proprietário, sem dúvida, O
próprio não sabe o que é que o proprietário quer fazer dele, se é para habitação
13 EMRU 2/3
_____
FI. Livro
____________
4 FLAta - 075
Reunião de 2019/05/15
Município 7 ¾? J Proc 26/15 RU-REURBde 4Vila Franca de Xlra Deliberação n2___________
Câmara Municipal
própria, se é para aluguer, se é para venda, não faz Ideia, mas quer dizer ao Sr.
Vereador que as questões destas dinâmicas são Importantes e a câmara municipal
deve apoiar os propdetários nestas Iniciativas, não se metendo pelo meio, e
depois, eventualmente, não ter condições no imediato de reabilitar o edifício,
ficando numa situação pior do que aquela que tem hoje.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
13 EMRU 313
FI. Livro
_____________
RAta O75
4
e
Reunião de 2019/05/15
Município /cu—.1 Proc2
____________________
de /
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna 12/19, de
03/05, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice-
Presidente, no período compreendido entre 2019/04/17 e 2019/05/02, no âmbito
do licenciamento de obras particulares previstas no Regime jurídico de
Urbanização e Edificação:
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 12/lg, de 03/05, do
DPGU/SAPRE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, dizendo que quer só um esclarecimento. É
mencionada a emissão dum alvará de obras de alteração do parque de
estacionamento do lote 59, na urbanização da Malvarosa, e a questão é saber em
que consistem as obras de alteração deste lote, se for possível esclarecer neste
momento.
Interveio o Sr. Presidente, passando a palavra ao Sr. Vice-Presidente.
O Sr. Vice-Presidente interveio, cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente,
todos os presentes, e também aqueles que seguem a reunião via Internet,
referindo que esta questão resume-se à requalificação de instalações na zona do
parque de estacionamento onde estão as floreiras. É a retirada daquelas floreiras,
para uma requalificação e aumento da bolsa de estacionamento, assim como das
garagens que se encontram na parte inferior. Era uma situação que já se previa
14 OPGU 1/2
_____
FI. Livro
______________
h RAta 075B\4jjjg5I /1 Reunião de 2019/05/15
Município / procQ
____________________
de
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
que se executasse há muito tempo, mas só agora é que existiriam condições.
Concluiu, dizendo que, dentro de várias insistências que a câmara municipal tem
vindo a fazer, e pensa que o Sr. Vereador Rui Perdigão conhece as floreiras que
estão naquele parque de estacionamento, que são de elevado porte, conseguiu-se
aumentar a capacidade de estacionamento naquela zona, desafogando também
toda a parte superior
Prevê-se também terminar uma obra que já se encontrava iniciada e que vai
acabar no piso inferior, já tinha sido começada, estava ali, tinha sido suspensa, e,
tendo a câmara municipal falado com o empresário, este foi o momento de
terminar a obra, aumentando todas as bolsas de estacionamento naquela zona.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
14 OPGU 2/2
FI. Livro
1
____________
Município AU Proc2 --
de 1Vila Franca de Xira Deliberação n*____________
Câmara Municipal
1. Assunto: CONCURSO EXTERNO DE INGRESSO PARA PROVIMENTO DE UM LUGAR DE
ESPECIALISTA DE INFORMÁTICA, GRAU 1, NÍVEL 2 (CARREIRA NÃO REVISTA) -
RECRUTAMENTO EXCECIONAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n 2623/19, de 02/05, do
DGAFj/DRH, para aprovação do recrutamento excecional do candidato posicionado
a seguir na lista unitária de ordenação final do concurso externo de ingresso para
especialista de informática, grau 1, nível 2 (carreira não revista), para estagiário da
referida carreira.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n9 2623/19, de 02/05, do DGAFj/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
15 informática
FI. Livro —
1
____________
Município 1 ÃU V Proc2
_____________________
de 1V —
Vila Franca de Xira 1 Deliberaçao n2_- -
Câmara Municípal
1. Assunto: ABERTURA DE PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A CONSTITUIÇÃO DE
RESERVAS DE RECRUTAMENTO - RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR
TEMPO INDETERMINADO PARA ASSISTENTE OPERACIONAL (AUXILIAR DE AÇÃO
EDUCATIVA)
2. Resumo: Presente o processo instruídp com informação n2 2651/19, de 02/05, do
DGAFj/DRH, para aprovação, nos termos do disposto no n2 1, do artigo 42, do
Decreto-Lei n2 209/2009, de 3 de setembro, conjugado com os n9s 3 e 4, do artigo
3Q2, da Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas, e de acordo com o n2 6, do
artigo 3Q2, da Portaria n2 125-A/2019, de 30 de abril, da abertura de um
procedimento concursal para a constituição de reservas de recrutamento, na
categoria de assistente operacional, área de auxiliar de ação educativa, com
possibilidade de admissão de candidatos sem vínculo de emprego público
previamente constituído.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 2651/19, de 02/05, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
16 auxiliar educ
FI. Livro
_____________
7, Fl.Ata 078
Reunião de 2019/05/15
Município Proc2 -— -
de
Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
1. Assunto: ABERTURA DE PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA A
CONSTITUIÇÃO DE RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO
INDETERMINADO PARA ASSISTENTE OPERACIONAL (ÁREA DE
APANHADOR/TRATADOR DE ANIMAIS)
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n9 2613/19, de 30/04, do
DGAFJ/DRH, para aprovação, nos termos do disposto no n2 1, do artigo 49, do
Decreto-Lei n9 209/2009, de 3 de setembro, conjugado com os n2s 3 e 4, do artigo
3Q2, da Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas, da abertura de um
procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego
público por tempo indeterminado, para o preenchimento de um posto de trabalho
previsto no mapa de pessoal do corrente ano, de assistente operacional (área de
apanhador/tratador de animais), com possibilidade de admissão de candidatos sem
vínculo de emprego público previamente constituído.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n9 2613/19, de 30/04, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
17 animais
FI. Livro —
079
Reunião de 2019/05/15
Município Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2 303
Câmara Municipal
Assunto; ATRIBUIÇÃO DE MEDALHAS DE BONS SERVIÇOS MUNICIPAIS AOS
TRABALHADORES COM 40 OU MAIS ANOS DE SERVIÇO
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2019/05/09, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação, em
conformidade com o n2 2, do artigo 3°, do Regulamento Administrativo de Insígnias
e Medalhas Municipais, em vigor, da atribuição da medalha, em ouro, de bons
serviços municipais, aos trabalhadores da câmara municipal e dos Serviços
Municipalizados de Água e Saneamento com 40 ou mais anos de serviço, cujo
nome consta do anexo documental à presente proposta, reconhecendo a sua
carreira, assiduidade, dedicação e zelo em prol do município e do serviço público,
durante quatro décadas.
—
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
-
18 40 anos
FI. Livro
_____________
Fl.Ata .080
Reunião de 2019/05/15
Município Ii1IV’ Proc2
____________________
de /
Vila Franca de Xira Deliberação n 34
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DE MEDALHAS DE BONS SERVIÇOS MUNICIPAIS AOS
TRABALHADORES DA CÃMARA MUNICIPAL E DOS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE
ÁGUA E SANEAMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 2699/19, de 03/05, do
DGAFj/DRH, e deliberação tomada pelo Conselho de Administração dos Serviços
Municipalizados de Água e Saneamento, em 2019/04/24, para aprovação da
atribuição de medalhas de bons serviços municipais aos trabalhadores da câmara
municipal e Serviços Municipalizados de Água e Saneamento, que ao longo de 10,
20 e 30 anos de serviço, bem como os que têm 40 ou mais anos de serviço,
manifestaram assiduidade, dedicação e zelo em prol do município.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação n9 2699/19, de 03/05, do
DGAFj/DRH, e deliberação do Conselho de Administração dos SMAS, de 2019/04/24,
documentos que se dão por inteiramente reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
19 medalhas
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EI. Livro —
FLAta 081
Reunião de 2019/05/15
Município
Proc
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n -
Câmara Municipal
1. Assunto: ALTERAÇÃO AO MAPA DE PESSOAL DE 2019 DA CÂMARA MUNICIPAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação nQ 2738/19, de 06/05, do
DGAFj/DRH, para aprovação da alteração ao mapa de pessoal de 2019 da câmara
municipal, e posterior remessa à assembleia municipal para aprovação nos termos
da lei.
3. Informaçóes/pareceres: Anexa-se informação flQ 2738/19, de 06/05, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que o que se traz neste ponto é
uma alteração do mapa de pessoal. A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira tem
atualmente 932 postos de trabalho, e o Sr. Presidente traz a proposta de
introdução de 695 novos postos de trabalho, aumentando-se em mais de 60% o
número de trabalhadores.
Diz-se também, no ponto 3 do documento, “considerando as necessidades
permanentes de cada serviço, a consolidação de mobilidades intercategorias, bem
como a transferência de competências para os órgãos municipais no domínio da
educação e da saúde”. Assim, quer saber, destes 695 postos de trabalho, quantos
são atualmente trabalhadores do município, para perceber qual é o aumento do
número de trabalhadores na Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. Depois do
Sr. Presidente responder a isto continuaria com a sua intervenção, se o mesmo não
se importasse.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que, essencialmente, a Sr Vereadora já
referiu qual é a intenção. A intenção é aumentar Consideravelmente o número de
lugares no mapa de pessoal, e a parte principal é, desde já, ter condições, se a
20 mapa pessoal 1/9
FI. Livro
Fl.Ata 1182
/dL Reunião de 2019/05/15
Municipio
UV’ Proc2
___________________
de / AU
Vila Franca de Xira L ‘ 7 Deliberação n2
Câmara Municipal
tendência provisória passar a definitiva relativamente à questão da área da
educação. A câmara municipal tem de estar preparada, não é não ter lugares para
acomodar as pessoas que vêm das escolas. É uma questão de cautela, e não é só
de cautela, é resolver as coisas em tempo oportuno, para que não haja nenhuma
dificuldade.
Relativamente à consolidação de muitas das mobilidades, era necessário criar os
lugares para o efeito e, salvo-erro são à volta de 60 pessoas ou coisa que o valha.
Depois, há mais uns quantos lugares que são necessários para suprir algumas
questões que são colocadas em diversos serviços.
Com tudo isto junto, e não tem de memória, estar-se-á a falar de alguns 60 e tal
lugares. O restante é a entrada do pessoal não docente, que vem dos
agrupamentos de escolas.
Assim, crê que terá respondido àquilo que a Sr Vereadora perguntou.
Interveio a Sr? Vereadora Regina janeiro, dizendo que se vai então tentar
organizar, para que toda a gente perceba.
Estão a pedir aos membros da CDU para incluírem 695 postos de trabalho, já estão
na câmara municipal 60, são pessoas que vão alterar a sua carreira, e espera-se,
naturalmente, que todas para melhor, felizmente a lei do trabalho não permite
piorar, e depois diz-se que há mais 60 como necessidade. Então, 120 serão
efetivamente para a câmara municipal, o que dará, de 695 menos 120, 575
lugares.
Disse o Sr. Presidente à Sr Vereadora que pensa que as contas não estão bem.
Respondeu a Sr Vereadora Regina janeiro que são 695 menos 120.
Disse o Sr. Presidente que a Sr Vereadora tem de tirar àqueles que vêm das
escolas os tais à volta de 60 e tal, 70. É isso que tem de retirar, não lhe parece que
essas contas que a Sr Vereadora está a fazer estejam bem.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina Janeiro, pedindo ao Sr. Presidente que a ajude
no raciocínio, para a própria perceber. O Sr. Presidente diz que é preciso criar 695
novos lugares, e a própria vai dizer de outra forma, que dos 695, efetivamente, não
é tudo entradas novas, 60 já estão na câmara municipal.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que vai dizer, para ajudar, que para a área da
saúde são 28 lugares, e para a área da educação 598, salvo-erro. A Sr Vereadora
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tem que fazer as contas desta forma, 28 mais 598 dará o restante, que são
consolidações de mobilidades e outras questões de necessidades inadiáveis em
algumas áreas de serviço.
—
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que então vão entrar, novos,
626. são 598 mais 28, e não sabe se se vai aqui socorrer ao especialista em
números.
Disse o Sr. Presidente à Sr Vereadora que recorra ao Sr. Vereador António Félix.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, referindo que o próprio se riu, e então agora
a Sr Vereadora Regina Janeiro que faça.
Disse o Sr. Presidente ao Sr. Vereador António Félix que assim também não ajuda
nada.
Respondeu o Sr. Vereador António Félix que é a vida.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que o Sr. Vereador já apanhou
a expressão do Sr. Presidente, “É da vida”.
Disse o Sr. Presidente que é uma boa expressão.
Prosseguiu a Sr Vereadora, mencionando que pensa que não está a errar nas
contas, mas só não erra quem não faz.
Disse o Sr. Presidente que, quanto às contas, mais coisa menos coisa, não lhe
parece relevante, mas a Sr Vereadora que diga, pois o próprio ainda não atingiu a
questão.
Continuou a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que a si parece-lhe, e pede
desculpa, pois parece que quanto mais perguntas faz, mais confusão lhe faz, e
precisa de perceber.
Entrarão 626 novos trabalhadores, que vêm, quer da área da educação, quer da
área da saúde, os membros da CDU ainda não conhecem as pronúncias que a
câmara municipal fez, não conhecem as propostas que vieram dos diferentes
ministérios sobre o número de funcionários, e entáo, dos 695, menos os 626, 69
são então, crê que não novas entradas, ou serão, entre os 69, novas entradas e
mobilidade. É isto?
Respondeu o Sr. Presidente que será, são abertos para permitir a consolidação de
mobilidades.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que percebeu, 60 pessoas são
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intermobilidades, os outros lugares serão para suprir necessidades, ou seja, são 9
pessoas para suprir necessidades, hoje. O que está a tentar perceber é se em
setembro não se está a fazer uma nova revisão ao mapa de pessoal, porque os
membros da CDU, hoje, têm consciência que os 598 das escolas não chegam, e a
câmara municipal estará a contratar a prazo muitos trabalhadores, que, já agora,
gostaria de saber quantos são, se o Sr. Presidente pode partilhar com os membros
daCDU.
O que se está a dizer é que a câmara municipal vai receber uma competência, ou
duas, neste caso, saúde e educação, que virão 626 trabalhadores, e perguntam se
nesta alteração estão contempladas alterações necessárias à unidade orgânica que
gere os recursos humanos, estando-se a falar, volta a dizer, de mais cerca de 60%
a 70% de trabalhadores no município. Questionam se a câmara municipal está
salvaguardada, naturalmente, quando vierem estes trabalhadores, o que, já agora,
pensa que deveria ser público, são 4 técnicos superiores, 31 coordenadores
técnicos, 91 assistentes técnicos, 1 encarregado geral operacional, 18
encarregados operacionais, 547 assistentes operacionais e 3 chefes de serviço de
administração escolar.
É isto que a câmara municipal está a contratar, responsabilidades que, na sua
grande maioria, como se percebe, até hoje não eram da câmara municipal, e
questionam quem assumirá aumentos salariais, subidas na carreira, para todos
estes trabalhadores. Gostavam de saber os encargos a mais que se vão ter com
estes trabalhadores, porque esperam, naturalmente, que o próximo Orçamento do
Estado traga aumento salarial para todos, e isto implicará também que os
trabalhadores, estes tais 600 e tal novos, venham a ter aumentos salariais. Quem
assumirá os aumentos salariais, as progressões na carreira destes funcionários?---
O Sr. Presidente sabe a opinião dos membros da CDU de princípio, vão reafirmá-la
sempre que considerarem necessário, e volta a dizer, porque querem o melhor das
crianças e jovens do concelho, que a falta de auxiliares é claramente uma situação
que os preocupa. Não vão votar contra, mas consideram que a informação tem um
problema inicial, que é a falta de informação. Precisam, para decidir, de mais
informação, e se o Sr. Presidente lhe disser que o vereador dos recursos humanos,
o Sr. Presidente, têm a informação toda e sabem a informação toda, porque estão
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na câmara municipal o dia todo, partilham essa informação, discutem, de certeza,
diz a própria, pensa que sim, darão orientação política aos técnicos, e os membros
da CDU entendem, mas para um vereador que não está a tempo inteiro, ler o
documento que lhes foi enviado não é suficiente para a tomada de posição.
Com esta leitura conseguem perceber quais são as categorias, não conseguem
perceber quantos existem na saúde e quantos são necessários, quantos existem na
educação e efetivamente quantos são necessários, bem como qual é o aumento e
os encargos necessários para esta transferência de competências. Estão com uma
preocupação muito grande e central, que têm colocado desde o primeiro minuto na
transferência de competências, volta reafirmar, com a unidade orgânica que gere
os trabalhadores, que processa vencimentos, as faltas, as férias, as baixas, as
licenças, toda a ligação, e questionam, se se aumentar 60%, 70% ou 65% o
número de trabalhadores, quais são os reflexos que estarão nesta unidade
orgânica.
Não têm esta informação, mas volta a dizer que não é por falta desta informação
que votarão contra, porque estão conscientes que em setembro tudo tem que
estar resolvido, pois o que é fundamental é que a abertura do ano letivo corra nas
melhores condições.
Pedem, no entanto, que, de futuro, tal como já o fizeram em situações de
urbanismo, por exemplo, os informem com mais detalhe, para que a tomada de
posição dos mesmos possa ser naturalmente mais consciente. já disse que não
votarão contra, mas vão-se abster.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que as preocupações da Sr Vereadora são
legítimas, também são as do executivo, e o que os divide é o princípio, não são as
questões operacionais, as questões operacionais vão-se resolvendo, vai-se
conversando e tentando encontrar os consensos possíveis. Quanto às questões de
princípio, essas dividem e vão dividi-los sempre, pois há uma perspetiva
centralizadora e há outra perspetiva descentralizadora. Aí não há nada a fazer, e
aquilo que quer dizer é que este documento que agora vem à consideração da
câmara municipal é no sentido de precaver aquilo que é necessário fazer para
lançar o ano letivo sem perturbações, como a 5r Vereadora Regina janeiro referiu,
o que também é preocupação do executivo.
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Poderá fazer chegar outras informações que a Sr Vereadora solicitou, e quer ainda
dizer que este número não é um número que venha por encanto, porque apeteceu
pôr este número, como se deve calcular, é o número que veio dos mapas que,
tanto a saúde, como a educação, nos respetivos ministérios, enviaram. Por isso é
que é 598 e não é outro mais redondo, porque se foi ao pessoal não docente que
cada agrupamento tem. Não se vão colocar mais lugares, porque a informação que
se tem é esta, mas há outras questões que a Sr Vereadora referiu que se vão ter
de resolver, no âmbito, não só de recursos humanos, mas também na área da
educação. Há alterações que se vão ter de fazer para fazer face a este novo
desafio que se tem pela frente.
Tem-se vindo a falar, e o próprio gostaria de falar destas coisas na resposta que
tem tudo a ver com as questões que a Sr Vereadora Regina janeiro colocou no
período antes da ordem do dia, pelo que se ficava por aqui para depois poder, com
mais algum detalhe, falar sobre isso.
Aquilo que aqui se coloca é um número de trabalhadores, em várias categorias que
o ministério enviou, e se há outras necessidades de alterar o mapa de pessoal,
com certeza que vai haver, não tem dúvidas absolutamente nenhumas, não se
consegue acertar uma coisa destas à primeira. Agora, o que se tem não são só as
questões da acomodação no mapa de pessoal da câmara municipal, das pessoas
que vêm das escolas e dos centros de saúde, é também a necessidade de alterar a
própria orgânica.
Está-se numa situação que é excecional, porque normalmente faz-se uma
alteração anual e não mais que isso. Aqui vão-se ter de fazer as alterações
necessárias para ir resolvendo os problemas que vão surgindo, na medida em que
os mapas definitivos ainda não foram enviados, tendo em vista a necessidade de
responder a algumas matérias que são necessárias para a câmara municipal.
De qualquer modo este é um trabalho que tem de ser feito agora, como a Sr
Vereadora Regina janeiro reconheceu e, inclusivamente, apesar de os membros da
CDU estarem contra quanto ao processo, também têm a atitude construtiva de não
quererem inviabilizar o mapa de pessoal, pois o início do ano letivo poderia ter
complicações caso esta alteração não fosse aprovada. Está-se num passo
relativamente à acomodação dos trabalhadores. Depois, à medida que se forem
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trabalhando estas matérias e se for finalizando a informação que é necessário o
executivo ter, certamente trará a reunião de câmara, eventualmente, mais
alterações ao quadro de pessoal.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que fica mesmo muito satisfeita
e gostava de sublinhar as últimas palavras do Sr. Presidente, a atitude construtiva
que crê que os membros da CDU têm tido, não só em relação a esta questão, mas
em relação a todas as outras. Há certas situações em que são obrigados a votar
contra, por princípio, mas nunca votarão contra o progresso e contra o
desenvolvimento.
Disse o Sr. Presidente que são compreensíveis e justificáveis.
Prosseguiu a Sr Vereadora, agradecendo e dizendo que houve alturas em que não
entendeu isso, não da parte do Sr. Presidente, mas de outras partes. Portanto, fica
muito contente, mesmo muito, que tenha este registo e realmente respeite aquilo
que é o trabalho dos vereadores da CDU. É essa atitude construtiva que
continuarão a ter, mas, naturalmente, se eventualmente a CDU e o Bloco de
Esquerda quisessem votar contra, como já aconteceu em situações de princípio,
elas não deixam de passar.
Também estão conscientes que o peso da responsabilidade que têm, que foi o peso
que o povo lhes deu, não é o peso que têm na decisão. De qualquer das formas,
mesmo considerando que não inviabilizam absolutamente decisão nenhuma, têm
tido sempre esta atitude construtiva, e só votam contra quando efetivamente lhes
parece que o que está em causa é o interesse público e o interesse da população. --
Depois, é como o Sr. Presidente disse, por norma o quadro de pessoal vem uma
vez por ano à reunião de câmara, mas, se não está em erro, está-se na segunda
revisão.
Esclareceu o Dr. Paulo Alenquer que não, é a primeira.
Prosseguiu a Sr Vereadora, mencionando que se aprovou com o orçamento e está
se então na primeira, o ano passado é que também se tiveram que fazer várias,
fruto das mobilidades intercarreiras e da regularização de precários.
Disse o Sr. Presidente que também por causa dos auxiliares de ação educativa, etc.
Interveio a Sr Vereadora, dizendo que o ano passado sim, porque se aumentou.---
Continuou, referindo que na opinião dos membros da CDU a casa deve começar a
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construir-se pelas fundações, e se todas as questões que têm vindo a colocar sobre
a transferência de competências tivessem sido resolvidas a tempo, e não é da
parte do Sr. Presidente, é da parte da tutela, se tivesse efetivamente clarificado a
tempo a forma como iria fazer transferência de competências, não se estava a
construir o telhado, estavam-se a construir as fundações duma casa. Não, está-se a
construir o telhado e ter-se-ão que construir depois as paredes, as janelas, as
portas, e só por último as fundações.
Não tem qualquer tipo de dúvida que o Sr. Presidente lhe trouxe os números que
os diferentes ministérios enviaram para a câmara municipal, mas, tal como dizem
desde a primeira hora, infelizmente o poder local não pode elogiar, de honestidade,
o poder central, porque tem sido enganado muitas das vezes, e o Sr. Presidente
sabe, sabe que o poder central muitas vezes engana o poder local.
Desde o início, se o Sr. Presidente se lembrar, quando se iniciaram as discussões
sobre as transferências de competência, a própria questionava: São quantas
pessoas? Quais são os encargos? O que é que isso afetará na orgânica da câmara
municipal? Assim, há mais de um ano que os membros da CDU, nesta câmara
municipal, estão a tentar que a tutela diga aquilo que vai transferir, a forma como
vai transferir, mas continuam sem as respostas, e como não têm acesso à
pronúncia, não sabem, tão pouco, o que o Sr. Presidente disse. O que têm feito
sobre descentralização de competências, as questões que tem colocado, vêm-lhes
dar razão, há muita coisa por fazer, em setembro sentir-se-ão ainda muito mais
dificuldades, voltar-se-á a ter que fazer alteraçâo, mas crê que o ideal era ter
começado pelas fundações, pela reestruturação dos serviços municipais. Crê que o
ideal teria sido esta forma, e depois então as diferentes ramificações.
Sobre uma adjetivação que o Sr. Presidente utilizou, e a forma como a câmara
municipal tem estado hoje na reunião sobre esta matéria, a própria não utilizou
nenhuma adjetivação, mas o que diz ao Sr. Presidente é que a CDU, na Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira, defende tanto a centralização como 77% dos
municípios portugueses, porque apenas 23% dos municípios portugueses é que
aceitaram a totalidade da descentralização de competências, tal como a Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira fez.
Se o Sr. Presidente quiser chamar a atitude da CDU de centralizadora, em Vila
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Franca de Xira, a própria dirá então que todos os municípios, que não os 70 que
aceitaram em 308, são centralizadores. Sabe que o Sr. Presidente não disse isto
com esta intenção, e sabe perfeitamente que a CDU, tal e qual como pensa que
ainda o Partido Socialista, pelo menos fazia parte do programa da campanha do
anterior governo, deste Governo aliás, defende a regionalização, portanto, nunca
teve uma perspetiva centralizadora.
O que a CDU defende são os interesses da população, e defende uma
descentralização feita com base numa regionalização, uma descentralização feita
com base numa descentralização de competências, que seja clara e objetiva, e que
não crie, efetivamente, os impactos que aqui hoje se estão a votar. Está-se a votar
este quadro de pessoal, sabendo-se que haverá, obrigatoriamente, mais uma
alteração, pelo menos mais uma, e diria que se calhar não será uma, serão mais
duas ou três alterações que este ano virão a acontecer. É isto que a CDU defende,
na boa gestão daquilo que se tem que fazer, que é a gestão das pessoas e bens
públicos.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que para essa gestão é preciso
efetivamente fazer as alterações que são necessárias, e é isso que se está a fa2er
aqui, independentemente daquilo que os divide, não é isso. Aquilo que se tem que
fazer, a cada momento, é encontrar as soluções para que as coisas funcionem
convenientemente, é nesse sentido, e também que as expectativas que foram
criadas a muitos trabalhadores, da consolidação de mobilidades, possam evoluir.
Um dos fatores essenciais desta alteração é justamente acomodar lugares para
esses trabalhadores, e agora, depois da aprovação deste processo irá analisar e
certamente, depois da análise da hierarquia direta, dará sequência aos pedidos
que lhe chegarem.
Concluiu, colocando o ponto à consideração, perguntando quem vota contra, quem
se abstém, concluindo que é aprovado por maioria, com a abstenção da Sr e Srs.
Vereadores da CDU.
7. Deliberação: Deliberado, por maioria, com a abstenção dos membros da CDU, em
conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
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1. Assunto: ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO DO PARQUE DE ESTACIONAMENTO DO
HOSPITAL DE VILA FRANCA DE XIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 351/19, de
07/05, do DGAFj/DAJ, para aprovação da alteração ao Regulamento do Parque de
Estacionamento do Hospital de Vila Franca de Xira, solicitada pela Escala Vila
Franca — Sociedade Gestora do Edifício, SA, e posterior remessa à assembleia
municipal para aprovação nos termos da lei.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 351/19, de 07/05, do
DGAFj/DAj, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. — —
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que tudo leva a crer aos membros
da CDU que a maioria na câmara municipal, a maioria PS, PSD, prepara-se para
desperdiçar a segunda oportunidade, em menos de um ano, para alterar o
Regulamento do Parque de Estacionamento do Hospital de Vila Franca de Xira,
mesmo sabendo que está a contrariar a expectativa e necessidades dos utentes e
dos trabalhadores do hospital.
A CDU volta a insistir com a proposta que fez mais ou menos há cerca de um ano
atrás, que é muito simples, é a proposta de eliminação da possibilidade do parque
ser pago. Entre outras correções a acrescentar qualidade a este regulamento, esta,
sem dúvida nenhuma, seria muito bem-vinda, pois corresponde a uma expectativa
muito justa por parte de quem trabalha e de quem necessita de utilizar esta
unidade hospitalar
Queriam lamentar-se, mas não se ficam apenas pela constatação do lamento, que
a subscrição de mais de 2 300 assinaturas, a partir dum abaixo-assinado
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desencadeado pelo PCP, e entregue na reunião de câmara de 27 de junho, onde se
colocava, entre outras questões, o fim do pagamento deste estacionamento, não
tenha levado a maioria da câmara municipal, o presidente da câmara, e quem o
acompanha politicamente, a reconsiderar a sua posição. A posição do PS e do PSD,
pelo que tudo indica, mantém-se ao lado do favor prestado ao privado.
Isto quer dizer que com uma decisão deste tipo a câmara municipal, ou aqueles
que votarem, só estão a contribuir para a expansão da área de negócio do privado,
que tem uma parceria público-privada - PPP, sendo este um bom exemplo do pior
que acontece e do que se representa nas PPP, na área da saúde.
Infelizmente, nos últimos 2 dias, nada tendo a ver com o que se passa no concelho,
tiveram a notícia de um suposto, maior e inaceitável escândalo à volta da
transformação da área da saúde, como fator de negócio para alguns. O Partido
Socialista ou o PSD bem podem argumentar que nada poderiam fazer sobre esta
matéria, mas também sabem que isso não é verdade.
Como demonstraram, na reunião de câmara de 27 de junho, há norma habilitante
para impedir este pagamento, e está a falar do Decreto-Lei n2 81/2016, de 20 de
abril. Portanto, havendo norma legal para impedir este pagamento, o que lhes
colocam é uma proposta de decisão política, ou seja, a maioria P5 e PSD não a
quer tomar para não ferir a sensibilidade, expansão e rentabilidade do negócio do
privado. Isto faz com que P5 e PSD se coloquem do lado do privado, que faz do
setor da saúde um negócio, e vira as costas aos utentes e aos trabalhadores do
Serviço Nacional de Saúde.
Não têm dúvidas sobre esta matéria, da parte dos mesmos tudo farão para
extinguir esta e todas as PPP na área da saúde, e em todas as áreas sociais ou de
natureza constitucional que, pela sua necessidade, têm que ser obrigatoriamente
assumidas pelo Estado. O Serviço Nacional de Saúde tem todas as condições para
assumir a sua responsabilidade, até porque com dinheiros públicos paga e
contratualiza tudo o que é depois gerido pelo privado no hospital de Vila Franca de
Xira. O privado recebe dinheiros públicos, fazendo da saúde uma fonte de
rendimento, e na opinião que têm nada é de mais errado e contraproducente, até
para a própria manutenção e reforço do Serviço Nacional de Saúde como sistema
universal tendencialmente gratuito e de qualidade.
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A CDU vota contra esta proposta de alteração do regulamento do parque de
estacionamento porque fica mesmo muito aquém do necessário e do que deveria
ser feito. Ao mesmo tempo, apesar de não quererem, nem deverem, confundir
assuntos e naturezas, esperam que a curto prazo, em outra sede, no Governo, não
se renove o contrato da parceria público-privada com este grupo, que faz do
hospital de Vila Franca de Xira um belo negócio, de que é exemplo o
estacionamento que o PS e o PSD se propõem perpetuar.
—
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que o Bloco de Esquerda defende a
separação clara das águas, e tal como os privados costumam contestar muito a
presença do Estado na economia e essas coisas, que o Estado está presente em
todo lado, é omnipresente, também convém dizer que é bom que o privado esteja
fora do Estado, começando desde logo pela Assembleia da República.
Vindo ao ponto da questão mais concreto, que é das alterações ao regulamento, o
Bloco discorda delas, atendendo a que há avenças de 5, 10, 15 dias, e parece-lhe
descabido que o pagamento possa obrigatoriamente ser feito até ao 3O dia.
Parece-lhe também exagerado que as avenças mensais tenham de ser pagas até
ao 3 dia. Se se pode pagar a renda duma casa até ao 8 dia do mês, não percebe
porque é que não se pode pagar o parque de estacionamento até esse mesmo dia.
Por outro lado, também não percebe qual é a intenção, porque antes, para que a
avença não fosse cancelada por falta de pagamento, havia muitos motivos, como o
ir de férias. Mediante informação da entidade responsável do estacionamento a
pessoa, informando a sua ausência por vários motivos, não teria a avença
cancelada, mas a alteração que se pretende é muito restritiva, porque só não será
cancelada no caso de baixa clínica ou licença paternal. Procuram-se restringir os
casos em que a avença não é cancelada, sendo que, se o próprio for de férias, não
está a usufruir do serviço mas tem que pagar a mensalidade do estacionamento, é
uma renda a troco de nada, e sabe-se lá se, por informação da entidade gestora,
ainda vão alugar aquilo ao dia, pois há gente para tudo.
Desta forma, o Bloco de Esquerda vai votar contra estas alterações.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que perguntava ao Sr. Vereador Nuno Libório
quantos estacionamentos do Serviço Nacional de Saúde conhece que não sejam
pagos. Que o próprio saiba, pelo menos na Área Metropolitana de Lisboa ou na
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grande Lisboa não conhece nenhum. Pode haver, depende da dimensão do
hospital. Agora, lembra-se muito bem do que era o Hospital de Santa Maria no
passado, uma confusão do tamanho do mundo, e sabe como é que o problema foi
resolvido, e bem, para que as pessoas pudessem, de facto, ter acesso ao hospital.-
Esta questão do estacionamento é a possibilidade de rotatividade, para as pessoas
poderem ir ao hospital tratar do que têm a tratar, virem-se embora e o
estacionamento ser ocupado por outra pessoa. É isso que acontece, como
acontece com os parcómetros, como em muitas situações em que a rotatividade
de estacionamento é absolutamente imprescindível, senão as pessoas não têm
espaço para estacionar.
É isto que se tem em Vila Franca de Xira, não é mais, nem menos, que a
generalidade do que acontece nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde.
Portanto, se alguém está a fazer negócio, não lhe parece que as coisas possam ser
vistas desta forma, está-se é a encontrar uma solução que permita às pessoas
terem acesso ao hospital duma forma mais cómoda, mais adequada, e têm, para
isso, que pagar um valor
Quer ainda dizer ao Sr. Vereador que foi convidado, com outros presidentes de
câmara, para ir à Assembleia da República a uma audição sobre as PPP, e foi o
único que apareceu, por este motivo ou por aquele só apareceu o próprio, e fê-lo
com toda a convicção, todo o respeito e consideração pelas pessoas, e enfim,
fizeram-lhe as perguntas todos os partidos que entenderam fazer.
Dum modo muito sintético, dirá aquilo que disse lá, com toda a convicção daquilo
que está a dizer, em termos de princípio não tem nada contra as PPP, logo que
estas PPP prestem um serviço de qualidade, de prestação de serviços de saúde de
qualidade às populações, e estejam enquadradas no âmbito do Serviço Nacional de
Saúde, que é o caso de Vila Franca de Xira.
Quer dizer mais outra coisa, é que todos os vereadores conhecem o que era o
hospital antigo, não pela prestação de serviço de quem lá trabalhava, médicos,
enfermeiros e outros trabalhadores ligados à área da saúde, porque esses foram
todos transferidos para este hospital, mas o que é um facto é que a qualidade de
serviço prestado pelo hospital, hoje, é consideravelmente melhor daquilo que se
tinha com o hospital antigo. As instalações já não ofereciam as condições para o
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efeito, não havia equipamento para fazer determinado tipo de exames, as pessoas
tinham que ir de ambulância para Lisboa para fazerem um exame que agora fazem
com recursos a equipamento de grande qualidade, dos nossos dias, pelo que a
população de Vila Franca de Xira conquistou um direito a uma prestação de
serviços de qualidade, que não tinha.
Chegados aqui, duas coisas podiam acontecer, uma era continuar naquele hospital
mais não sabe quantos anos, pois era um processo, como todos se recordarão, com
décadas. A necessidade de construir um hospital novo tem décadas. Depois,
chegou-se à conclusão, das muitas reflexões que se fizeram, políticas, que se tinha
de encontrar uma solução rápida, de ter um outro hospital. Essa solução aconteceu
num determinado contexto, que tem a ver com a concessão, através de PPP, para
a construção deste hospital.
Esteve muito envolvido neste processo, não nas questões de caráter clínico, nada
disso, não tinha competência para tal, mas nas questões que tiveram a ver com as
obras de acesso, nas conversas com os outros municípios cuja população se serve
deste hospital, e quer dizer que, desde o início deste processo, todos os Srs.
Presidentes de câmara desses 5 municípios, de várias cores políticas, estiveram de
acordo que era necessário aproveitar esta oportunidade, pois se não se fizesse ia-
se adiar, por não sabe quantas mais décadas, a construção do novo hospital.
Chegados aqui, compreendendo as questões que os Srs. Vereadores colocam, há
momentos na vida em que se tem que decidir, naquilo que parece melhor para a
população, e foi o que fizeram todos os municípios, mais Vila Franca de Xira,
porque esteve muito envolvida no processo. Aquilo que quer dizer é que o hospital
de Vila Franca de Xira é considerado, em termos de equipamento hospitalar médio,
um dos melhores do país, e estes são os factos, as pessoas, quando lá vão, o que
querem é ser bem servidas. É evidente que um ou outro aspeto poderão não correr
bem, mas na generalidade correm bem, e o hospital é reconhecido como um
excelente hospital.
Diz ainda mais, se não houvesse hospital o problema que aconteceu relativamente
à Legionella tinha tido uma expressão trágica muito maior, porque o antigo
hospital não tinha condições e capacidade para resolver o problema das muitas
dezenas, centenas de pessoas, que num determinado contexto recorreram ao
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hospital de Vila Franca de Xira. Este hospital teve a capacidade, no primeiro
momento, do embate deste processo, de estar à altura duma dificuldade, que é
rara, felizmente que é rara, uma tragédia como foi a questão da Legionella. Se não
se tivesse este hospital certamente as dificuldades tinham sido muito maiores.
Por isso, uma vez que os Srs. Vereadores trouxeram para a colação a questão das
PPP, quer também expressar que, efetivamente, respeitando e tendo em
consideração questões de princípio, e até ideológicas, sobre a saúde, pensa que há
momentos na vida em que se têm de tomar as atitudes que são as mais adequadas
em prol da população. Foi o que se fez aqui, em Vila Franca de Xira, fez-se em
Arruda, que era PSD na altura, fez-se na Azambuja, fez-se em Alenquer e fez-se em
Benavente, todas as cores políticas, e foi uma atitude adequada, foi a atitude
certa, senão hoje não se estava a falar disto, estava-se a falar era da necessidade
de ter um novo hospital.
Pensa que, politicamente, se tomou a atitude certa, e era o que, em termos de
reflexão, queria dizer, sendo que o ponto em si é a expressão menor de tudo isto.--
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que o ponto em si é para votar contra.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que sabe.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que são questões de princípio, são
questões ideológicas, são questões de política nacional, que os divergem, mas
também há questões de natureza financeira. Ouvindo o Sr. Presidente a falar, crê
que não se terá dado conta, mas acabou de passar um atestado de menoridade ao
Serviço Nacional de Saúde. Quem é que garante ao Sr. Presidente, ao Partido
Socialista, e a todos aqueles que acompanham esta deriva para as parcerias
público-privadas, que o Ministério da Saúde, a Administração Regional de Saúde, os
profissionais públicos de saúde, não teriam todas as condições para, no mínimo,
desempenhar com idêntica qualidade na prestação de serviços clínicos aquilo que
hoje se faz com a parceira público-privada? Que garantia é que o Partido Socialista
tem para passar este atestado de menoridade ao Serviço Nacional de Saúde?
Efetivamente, do ponto de vista financeiro, o Sr. Presidente que não se deixe iludir
com os balanços dos relatórios e contas, porque se fizer uma análise detalhada
nesse capítulo, e aos relatórios e contas divulgados publicamente pelo grupo que
faz a gestão desta unidade hospitalar, verifica que não tem um balanço negativo,
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antes pelo contrário, introduziu-se na área da saúde para fazer negócio, e a sua
entrada na gestão público-privada no hospital de Vila Franca de Xira dá-lhe lucro.
Aí, de facto, os membros da CDU têm uma visão oposta e reafirmam-na, a saúde
não é para gerar lucro, a saúde deverá ser um serviço universal, tendencialmente
gratuito, e que sirva as necessidades das populações.
—
Fazer comparações também com o hospital antigo, o Hospital Reynaldo dos
Santos, de Vila Franca de Xira, ou é não querer, e o Sr. Presidente que lhe permita
esta afirmação, ver a efetiva realidade, ou é querer misturar aquilo que não é
misturável. Obviamente que no antigo Hospital Reynaldo dos Santos não se
assegurava o cumprimento daquilo que era necessário assegurar, não pela falta de
qualidade dos trabalhadores da saúde, mas fundamentalmente pela falta de
instalações e de meios ao serviço do Serviço Nacional de Saúde.
Quando o Sr. Presidente diz, com muito lamento, que provavelmente, se não
tomasse a decisão que tomou há uns anos atrás, de avançar para esta parceria
público-privada, hoje não se estaria a falar do que se está a falaro partido do Sr.
Presidente, o Partido Socialista, assim como os “nossos amigos” da direita,
bloquearam durante anos a fio, na Assembleia da República, várias propostas, não
só do grupo parlamentar do PCP, mas também do grupo parlamentar do PCP, para
inclusão de obras e reforço de investimentos na área da saúde, designadamente
para o PIDAC privilegiar a construção do hospital de Vila Franca de Xira.
Durante anos a fio esta decisão de investimento público foi bloqueada, mas, num
ápice, o mesmo Partido Socialista, o tal que bloqueou o investimento público, foi
quem teve a grande generosidade de abrir as portas aos privados para a entrada
no Serviço Nacional de Saúde, aliás, como também o fez em Vila Franca de Xira.
Vai recordar que os terrenos foram cedidos gratuitamente para a utilização, hoje
privada, da unidade hospitalar, terrenos estes avaliados em mais de 2 milhões de
euros, a empreitada de construção das infraestruturas rodoviárias custou à câmara
municipal, numa divisão depois proporcional para todos os municípios abrangidos,
mas onde se incluiu a entrada imediata financeira da câmara municipal, mais de 2
milhões de euros, fez o desvio das linhas de água da EPAL e das adutoras
principais, com um custo superior a 500 000,00€, e assumiu as infraestruturas de
águas e de saneamento, através dos serviços municipalizados.
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Tendo o Sr. Presidente se manifestado, perguntou o Sr. Vereador se não está a
dizerverdade.
Referiu o Sr. Presidente que não foi a câmara municipal, foi a EPAL.
Continuou o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que não, o Sr. Presidente que
desculpe mas foi a câmara municipal que pagou o desvio da adutora da EPAL. Para
além disso, assumiu a comparticipação com as infraestruturas de águas e
saneamento. Portanto, está-se a falar, seguramente, de cerca de 5 milhões de
euros que foram dados para esta iniciativa privada, a partir dos dinheiros públicos,
só da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.
É o mesmo grupo em que, quando se fala dos trabalhadores e da sua capacidade,
aqueles que têm contratos individuais de trabalho com o grupo MelIo são obrigados
a prestar as 40 horas, quando as 35 horas já estão consagradas no universo do
Serviço Nacional de Saúde. Portanto, do que se está a falar é de negócio, e do que
se está a falar é numa situação altamente penalizadora, que vai prejudicar ainda
mais a perpetuação desta PPP, do serviço e da existência de um Serviço Nacional
de Saúde, que foi e é uma das melhores conquistas do 25 de Abril.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando, relativamente às questões que o Sr.
Vereador Rui Perdigão colocou, que se está a falar de questões de pormenor, e
também na intervenção do mesmo o alinhamento com o PCP é conhecido, no
quadro da discussão daquilo que tem havido na Assembleia da República são
conhecidas as diversas posições, mas quer dizer, e reafirma, aquilo que disse há
pouco, pensa que se tem de ter a coragem, em determinados momentos, de tomar
as decisões que se têm que tomar, em prol do benefício da população. Foi isso que
os 5 municípios fizeram, aproveitando uma janela de oportunidades que apareceu.
Quer ainda dizer que há municípios que, não querendo aproveitar, por questões de
princípio, estas oportunidades, ainda hoje estão à espera da construção dum
hospital. Assim, pergunta: O que é que as populações desses municípios pensam?
Pensam que devem esperar mais décadas para ter um hospital novo, ou que,
efetivamente, se tivesse aparecido uma oportunidade, como aquela que apareceu
em Vila Franca de Xira, não seria de aproveitar?
Esta é a reflexão que deixa, compreendendo as razões, as questões ideológicas e
de princípio, que foram colocadas.
—
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O que diz é que se se voltasse atrás não sabe se não se deveria ter feito o que se
fez, senão a população certamente, não diz toda, mas grande parte, não perdoaria
de não se ter aproveitado a opção que surgiu, que hoje em dia é considerada uma
boa opção. É o que lhe apraz dizer sobre a matéria, e passaria à votação.
Interveio ainda o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo, acerca da parceria e da
necessidade, que o hospital custou cerca de 100 milhões de euros, mais coisa
menos coisa, e o Estado, no cumprimento da sua missão, de prestar o Serviço
Nacional de Saúde, universal, facilmente tem os 100 milhões de euros, não é assim
uma quantia insuportável para o Estado, e o que diz é fora de populismo, porque
quando a Caixa Geral de Depósitos conseguiu libertar milhares de milhões de euros
em indivíduos sem garantias, é porque havia dinheiro, e agora vai-se ter que repor.
Os 2 mil milhões de euros que existem de buraco na Caixa Geral de Depósitos
davam para construir 10 hospitais de Vila Franca de Xira.
—
Portanto, não havia, neste caso, qualquer necessidade de estabelecer uma
parceria público-privada, porque o Estado não tinha necessidade disso, como não
há noutros casos, e já nem quer falar da primeira, que é da ponte Vasco da Gama,
em que até hoje a Lusoponte ficou com as receitas todas, e entrou com 80 milhões
de euros. O Estado também não tinha 80 milhões de euros para a fazer!
O que está em causa também é esse princípio, é que não há necessidade de estar
a entregar uma parte do setor da saúde, que é extremamente relevante para as
pessoas, todos, um dia, precisam de ir ao médico, ao hospital, e eles sabem disso,
é como pão para a boca. Estão-se a entregar, no fundo, receitas a uma entidade,
não havendo necessidade, e depois há conflitos de interesse, O grupo MelIo
também tem interesses na área da saúde, e estar também no público faz a gestão
do público da forma como mais lhe convém economicamente.
É o que tem a dizer acerca deste caso, o hospital é importante, havia dinheiro, não
havia necessidade disto, e o reflexo, uma consequência notória que isto não está a
servir plenamente as necessidades das populações, é que se tem, se for preciso, o
parque de estacionamento, em parte, não utilizado, e depois tem-se a quantidade
de carros espalhados ao longo do viaduto, por aí fora, com as consequências que
issotraz.
O Sr. Presidente interveio, dizendo ao Sr. Vereador António Félix que se num
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minuto conseguir referir que as questões que têm a ver com a Caixa nada têm a
ver com aquilo de que se está aqui a falar, agradecia.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, mencionando, rapidamente, que queria
explicar ao Sr. Vereador Rui Perdigão que não se pode misturar a questão da Caixa
Geral de Depósitos com este tipo de questões, porque, ao falar nos 2 mil milhões
de euros da Caixa, provavelmente o Sr. Vereador não saberá o que é o colapso
financeiro duma sociedade, não faz a mínima ideia de quais são os reflexos que
isso tem a todos os níveis. Do que se está a falar é da possibilidade de haver um
colapso da Caixa Geral de Depósitos e o reflexo que isso teria em todas as famílias.
Estar a misturar os 2 mil milhões de euros que tiveram de ser injetados na Caixa
para garantir a sustentabilidade financeira da instituição com os 100 milhões de
euros que seriam necessários para construir o hospital de Vila Franca de Xira,
pensa que é algo que não se pode fazer, são coisas completamente diferentes, tal
como não se arranjam facilmente 100 milhões de euros, como o Sr. Vereador deve
calcular. Para arranjar 100 milhões de euros têm que se pagar, é um aumento da
dívida pública.
Depois, dizer-se que a Caixa emprestou dinheiro sem garantias, não é verdade,
todos os empréstimos que a Caixa faz ou qualquer banco faz têm garantias, o que
acontece é um processo de desvalorização dos ativos que foram dados como
garantia, que não permitem que o montante que foi disponibilizado face àquele
momento, neste momento valha exatamente aquilo pelo qual foi disponibilizado.
Está-se a falar de coisas que são meramente financeiras, que aconteceram na
sociedade que teoricamente é mais evoluída em termos de democracia, do mundo,
que são os Estados Unidos, em que aconteceu exatamente a mesma coisa, da
crise. Aliás, foi lá que começou a crise de que o Sr. Vereador já ouviu variadíssimas
vezes falar, do subprime, e o subprime é que cada vez que se tem um ativo vai-se
ao banco, esse ativo valorizou, pede-se mais dinheiro ao banco, mas há um
momento em que esse ativo desvaloriza, passa a valer metade, e todo o dinheiro
que o banco emprestou o ativo já não cobre.
Assim, estar a misturar uma coisa que é a gestão dum sistema financeiro
internacional, no qual Portugal também está incluído, pois pertence à comunidade
europeia, e todas estas questões respondem ao Banco Central Europeu, é estar um
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pouco a misturar coisas que não são misturáveis, diria que é “misturar alhos com
bugalhos”.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Rui Perdigão, dizendo que está a falar,
essencialmente, também dos impostos, os impostos estão tão misturados, que vão
para tanto lado, inclusivamente, se calhar, em vez de irem para o hospital, vão
para tapar essas coisas. Se o Berardo estivesse na reunião, o próprio questiona se
o Sr. Vereador sabe como é que o Berardo respondia, seria ah!ah!ah! Não está a rir
do Sr. Vereador, o que está a dizer é que as garantias que dão são garantias da
sorte que se tem visto, é que quando vão prestar contas à Assembleia da
República afinal as garantias não existem, é tudo papel molhado.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, pedindo desculpa, mas dizendo que o Sr.
Presidente deixou isto entrar na alta política, e a alta política depois tem destas
coisas, que é justificar o que é isso do banco colapsar. Porque é que o banco
colapsou? Tem que se ir à origem, pois se não se for à origem continuam-se a dizer
estas frases e as pessoas não percebem.
Disse o Sr. Presidente que uma das pessoas que pode responder com muita
objetividade é o joe Berardo.
Respondeu a Sr Vereadora que já aqui foi utilizada a sátira, o Sr. Presidente ouviu.
Disse o Sr. Presidente que não ouviu, pelo que estava a fazer não conseguiu ouvir. -
Continuou a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que pensa mesmo que às vezes
não se tem consciência que o nosso voto permite determinado tipo de políticas e
determinados Joes Berardos, porque, se não se perceber isto, não se percebe o que
é a política e o que é a democracia. Porque é que o banco público colapsou ou
esteve à beira de colapsar? Permitido por quem? Porque é que são os nossos
impostos que pagam as dívidas dos bancos, e não são os nossos impostos que
pagam a construção dos hospitais? Porque é que se recebem 10 milhões de euros
por dia da União Europeia e pagam-se 20 milhões de euros? Porque é que quem
define os gestores dos bancos portugueses é a União Europeia e não é Portugal? Se
se quiser misturar tudo, então que se vá à origem. Agora, utilizar frases feitas, que
o banco estava à beira de colapsar e foi preciso injetar dinheiro, como se fosse a
prioridade os bancos e não fosse a saúde da população, então que se vá à política,
que se vá ao debate político.----—
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Crê que não foi com esta intenção, mas o que o Sr. Vereador Rui Perdigão aqui
colocou foi muito justo, que é de que o dinheiro dos impostos serve para pagar as
dívidas dos bancos, mas não serve para construir hospitais públicos. Foi isto que
aqui foi colocado, e a resposta que veio foi que o banco público colapsou ou estava
à beira de colapsar.
—
Pede desculpa ao Sr. Vereador António Félix, que pode dizer que não, a gravação
está feita, e a própria tomou nota da frase que o Sr. Vereador disse, que foi
exatamente o único motivo que a levou a intervir. Portanto, se não se for à origem
das questões, então continuam-se a dizer umas frases, que depois não têm
consequências. — ——-- — —
Interveio o Sr. Presidente, referindo que a desgraça está feita, não sabe se se vai
conseguir, com esta reflexão, ajudar alguma coisa, já dará 30 segundos ao Sr.
Vereador António Félix, para corrigir uma coisa, mas aquilo que quer dizer é que
essa é uma matéria importante, mas não foi por isso que o Estado não conseguiu
fazer os investimentos que devia ter feito. Agora, o que é um facto é que se fosse o
Governo a fazer este hospital provavelmente não custava 100 milhões de euros,
custava 200 milhões de euros.
Há dúvidas? O próprio tem dados sobre isso, pelo que essas matérias também têm
que ser consideradas. Pode-se ter a opinião que se quiser, no entanto o próprio
sente-se muito confortável, cada vez que vai ao hospital. Felizmente que não, mas
já tem ido com familiares e amigos àquele hospital, sente-se lá bem, é bem tratado
e é isso que lhe interessa enquanto cidadão. Quanto ao resto, “Ah, eu não vou ali,
porque é uma PPP”. é claro que ninguém vai fazer uma coisa dessas, quer é que o
filho seja tratado convenientemente e quer o problema resolvido.
Para Vila Franca de Xira esta foi a solução adequada, mas isto não põe em causa
em nada o Serviço Nacional de Saúde, na medida em que este hospital funciona
enquadrado justamente no Serviço Nacional de Saúde. A concessão que está feita
é em cada momento, com se sabe, ter que ser renovada ou nâo, através de
concurso, depois ver-se-ão as necessidades que o próprio hospital tem ou se,
eventualmente, a PPP se extingue e passa para o Serviço Nacional de Saúde.
Se passar para o Serviço Nacional de Saúde é uma solução também interessante,
na medida em que se assim não fosse não se tinha nenhum hospital do Serviço
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Nacional de Saúde. Se isto se reverter, ter-se-á, eventualmente, através de uma
PPP, um hospital do Serviço Nacional de Saúde, o que é curioso.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, referindo que são só 30 segundos, e que a
Sr Vereadora pode ouvir as gravações que quiser, mas a questão que colocou ao
Sr. Vereador Rui Perdigão foi se sabia o que era o colapso no sistema financeiro,
não disse que o sistema estava a colapsar. Depois, se o sistema financeiro
colapsasse não havia saúde, nem havia nada para ninguém, acabava tudo, e se os
Srs. Vereadores têm dúvidas, que procurem, porque já há vários exemplos de
sistremas financeiros por esse mundo fora que colapsaram, e os Srs. Vereadores
vão ver o que é que aconteceu a seguir. É muito fácil, é procurarem, informarem-
se, sendo que houve muitos sistemas financeiros no mundo que já colapsaram, e
depois que procurem o que é que aconteceu a seguir.
Interveio ainda a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que vai também tentar
ser muito curta. Assim, responsabiliz-se quem colapsou, não se responsabilize a
população portuguesa. Crê que todos aprenderam isso, não é justo que se peça, e
crê, diz a própria, não sabe, que o Partido Socialista não defenderia um regresso da
Troika ao país, nem que se penalizasse a população portuguesa como foi
penalizada.
—
Disse o Sr. Presidente que sobre a Troika também podem falar, e sobre as
responsabilidades de se ter ido para um resgate. Também se poderia falar muito
sobre isso.
Respondeu a Sr Vereadora que está completamente à-vontade para falar.
Disse o Sr. Presidente que não sabe.
Referiu o Sr. Vereador António Félix que se calhar não.
Continuou a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que a própria, a CDU e o PCP
estão completamente à vontade. —
Referiu novamente o Sr. Vereador António Félix que se calhar não.
Disse o Sr. Presidente que não estão não.
Perguntou a Sr Vereadora Regina janeiro: Então, geriram o país?
Respondeu o Sr. Presidente que, na Assembleia da República, com os partidos da
oposição, votaram contra o PEC4.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que o PEC já foi uma imposição.
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Respondeu o Sr. Vereador António Félix que não foi não, e pode explicar.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que não, e já que a Sr Vereadora quer ir
para a conversa, então o próprio retribui que, efetivamente, aquilo que aconteceu
com a entrada da Troika neste país foi porque uns, por umas razâes, outros por
outras, que não sabe quais são, chumbaram o PEC4. A Espanha não o fez, não teve
resgate, Itália também não.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que foi porque não “meteu” dinheiro na banca.---
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que a Itália não, Espanha também não, não
houve resgate, e resolveram os problemas duma maneira completamente
diferente do que em Portugal.
—
A Sr Vereadora Regina janeiro interveio de novo, mencionando que por acaso
pensou que os fantasmas estivessem enterrados, percebeu agora que não.
Disse o Sr. Presidente que é a realidade.
Continuou a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo-se ao que fez o Governo, na
altura, perante a situação difícil que o país atravessava, dizendo ainda que pensou
que o Sr. Presidente já tivesse enterrado esse fantasma.
Interrompeu o Sr. Presidente, dizendo que nem nunca ia enterrar.
Continuou a Sr Vereadora, mencionando que aquilo que o Governo fez foi cortar
diretamente nos direitos de quem trabalha, no salário de quem recebe o seu
ordenado. Pede desculpa ao Sr. Presidente e, sinceramente, pensa que é a
primeira vez que cai mesmo, e que efetivamente percebe o que é que vai em
algumas cabeças, sendo que queria esclarecer uma situação.
Tendo o Sr. Presidente se manifestado, referiu a Sr Vereadora que não é ser
português, o Sr. Presidente é militante do Partido Socialista e está a defender o
Sócrates. Pede desculpa, mas as coisas têm nome, o Sr. Presidente está a defender
aquele governo.
—
Disse o Sr. Presidente que os eleitos do PCP, com a atitude que tomaram, puseram
o país de “pantanas”.
—
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que sabia que o Partido
Comunista Português tinha uma grande responsabilidade, ou seja, nos seus 13 ou
14 deputados consegue influenciar e tomar decisões na Assembleia da República.--
Respondeu o Sr. Presidente que esses, mais não sabe quantos, deram a maioria
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para chumbar o PEC4.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que pensa que se o partido do Sr.
Presidente soubesse, ou se os dirigentes do seu partido soubessem que estava a
dizer isto agora, não sabe se ficariam muito contentes.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, pedindo desculpa e referindo à Sr Vereadora
que não tem coleiras, pensa pela sua cabeça. Em primeiro lugar está o próprio,
enquanto cidadão, depois está o seu partido, e se o seu partido acha algo com que
o próprio não está de acordo, não tem de estar de acordo, e não está, sobre esta
matéria está muito convicto daquilo que está a dizer, até ao fim da sua vida. A
história haverá de analisar estas questões.
Continuou a Sr Vereadora, mencionando que o PEC4, por ser 4, quer dizer que já
todos tinham visto restringida uma série de direitos, na educação, na saúde, nos
ordenados, estavam com muitas dificuldades e descobriu-se agora que afinal o
Partido Comunista Português tem esta capacidade.
Depois, tinha pedido para intervir, nunca pensou que o Sr. Presidente era capaz de
dizer o que disse, mas tinha pedido para intervir porque o Sr. Presidente, quando
dá os exemplos, pensa que a questão do Partido Comunista Português e dos eleitos
da CDU aqui representados tem alguma coisa a ver com a PPP do hospital de Vila
Franca de Xira.
Gostava que d Sr. Presidente percebesse que é uma questão de princípio,
defendem o Serviço Nacional de Saúde, defendem o Serviço Nacional de Saúde
como está definido na Constituição da República Portuguesa, aquela que surgiu
após o 25 de Abril de 1974. Como o Sr. Presidente sabe, as PPP traduzem-se em
obrigações e em compensações financeiras, e se um grupo económico “agarra”
num hospital, não “agarra” num hospital para ter prejuízo, “agarra” num hospital
para ter benefício.
Como não tem a capacidade do Sr. Presidente de adivinhação, porque consegue
adivinhar qual é o sentido de voto da CDU, consegue adivinhar como é que seria o
hospital se fosse gerido publicamente, dir-lhe-á apenas que comparar um hospital
que todos, infelizmente, tiveram de utilizar, com este hospital, e dizer que a
diferença entre o hospital tem a ver com a gestão, para a própria é, no mínimo,
surpreendente, para não utilizar outro tipo de expressões.
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Câmara Municipal
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que não disse isso, ao que a Sr Vereadora
respondeu que disse, e insinuou.
—
Referiu o Sr. Presidente que o que disse foi que as condições e melhoria do
equipamento vieram beneficiar, e disse mais, que a maioria dos enfermeiros,
médicos, etc., foi transferida para lá, pelo que não é uma questão de capacidade e
qualidade clínica.
Prosseguiu a Sr Vereadora, referindo que como nenhum dos membros da CDU
tem a capacidade de adivinhar, não são capazes de dizer que, se o hospital de Vila
Franca de Xira fosse gerido publicamente, teria ou não a mesma qualidade na
resposta.—
—
Depois, há outra questão que o Sr. Presidente colocou, “a talho de foice”,
naturalmente, e não foi o central na intervenção, mas, para que não reste qualquer
tipo de dúvidas, valorizam e muito o trabalho prestado por todos os trabalhadores
do Serviço Nacional de Saúde, do auxiliar, da pessoa à secretaria, do enfermeiro e
do médico, pelo que as questões que colocaram, que são questões de princípio, em
defesa do Serviço Nacional de Saúde, de qualidade e universal para todos, são
questões completamente diferentes daquilo que foi a resposta do Sr. Presidente.
Assim, é só para clarificar a dúvida que têm, e como não têm essa capacidade de
adivinhação gostavam, efetivamente, que todos os hospitais deste país fossem
públicos, que toda a gente tivesse acesso a uma saúde, a instalações dignas, com
trabalhadores que tenham os seus direitos para, naturalmente, também eles
poderem prestar o melhor serviço à população.
Respondeu o Sr. Presidente que está de acordo com isso, com o que a Sr
Vereadora acabou de referir, mas a complementaridade também ajuda, que é isto
que aqui se tem.
De seguida colocou o ponto à consideração da câmara municipal, perguntando
quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por maioria, com
os votos contra do Bloco de Esquerda e da Sr e Srs. Vereadores da CDU.
7. Deliberação: Deliberado, por maioria, com os votos contra dos membros da CDU e
do membro do Bloco de Esquerda, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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ti Fl.Ata 106
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Município IA IV\ Proc2 —de AU
Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
1. Assunto: ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO DOS HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DOS
ESTABELECIMENTOS DE VENDA AO PÚBLICO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO
MUNICÍPIO DE VILA FRANCA DE XIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 353/19, de
08/05, do DGAFJ/DAj, para aprovação, após consulta pública, da alteração ao
Regulamento dos Horários de Funcionamento dos Estabelecimentos de Venda ao
Público e Prestação de Serviços do Município de Vila Franca de Xira, e posterior
remessa à assembleia municipal para aprovação nos termos da lei.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 353/19, de 08/05, do
DGAFj/DAj, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus submete o assunto à reunião
de câmara para aprovação.
O Sr. Presidente interveio, mencionando que não sabe se é o Sr. Vereador Nuno
Libério que quer intervir neste ponto, e se é rápido ou dará a palavra ao público.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libério, referindo que é rápido, os membros da CDU
iriam votar a favor desta proposta de alteração, à partida nada os fará alterar o
sentido de voto, sem prejuízo de haver, como o Sr. Presidente disse, um
aclaramento ou melhor exposição das competências, para que a câmara municipal
assuma para si uma maior e melhor superintendência, de, nas questões de
compatibilização entre os ruídos suscetíveis de incomodidade junto de populações
residentes, poder tomar iniciativa de restrição dos horários. É disto que se trata.
Correto?
Respondeu o Sr. Presidente que sim.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libério, dizendo que basicamente é isto, mas
colocavam outra questão, que é uma questão de fundo, e crê que haverá toda a
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oportunidade para ser considerada pela câmara municipal. Pensam que devem ser
criadas restrições, no sentido da abertura de grandes superfícies comerciais ao
domingo ter essas mesmas restrições, com exceção das que vendem bens ou
serviços de caráter urgente, por exemplo, na área da saúde, ou favoreçam até o
descanso semanal, cinemas, cafés, restaurantes, etc.
Esta medida de restrição das grandes superfícies comerciais ao domingo faz parte
de um apelo que cada vez tem maior significado na sociedade portuguesa. É um
apelo que há muito tempo é feito pelo Conselho Económico e Social — CES, pelas
recentes declarações da igreja católica, e recorda as intervenções do Bispo do
Porto, que não foram contestadas pela estrutura religiosa, antes pelo contrário,
pelas próprias estruturas sindicais, o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio,
Escritórios e Serviços de Portugal — CESP, da CGPT, o Sindicato dos Trabalhadores e
Técnicos de Serviços, Comércio, Restauração e Turismo
— Sitese, da UGT, para
além, obviamente do PCP.
Esta situação de abertura das grandes superfícies comerciais ao domingo não
promove o aumento de salário, promove exatamente a desregulaçâo dos horários
de trabalho, o prejuízo da compatibilização da vida profissional com a vida familiar,
promove a ganância por parte dos grandes grupos económicos.
Não têm uma posição irredutível ou fechada sobre esta matéria, restrições são isso
mesmo, pode haver situações de exceção, momentos em que, pela natureza da
época ou fatores de natureza pública, se justifique a abertura desses mesmos
estabelecimentos durante determinados períodos do ano.
Quer terminar dizendo que Portugal é dos poucos países da Europa onde isto ainda
acontece, sendo que não faz sentido absolutamente nenhum que, por exemplo, no
primeiro dia de janeiro, no 25 de Abril, no 1 de Maio, as superfícies comerciais
possam estar abertas. Dizem-no, mas, fundamentalmente, dizem os trabalhadores
que estão envolvidos nestas obrigações contratuais. Por isso, se não se avançar
com essa proposta os membros da CDU tomarão a iniciativa de colocar à
consideração da câmara municipal exatamente isso, no sentido do reforço do
instrumento da restrição deste regulamento.
Colocava pois a questão à consideração do executivo municipal, sobre o que é que
pensa que poderá ser mais correto, se tomam a iniciativa ou podem assumi-la
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como um todo defendido pela câmara municipal.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que vai solicitar à Sr? Vereadora
Helena Pereira de jesus que, no quadro desta proposta que agora foi retirada para
melhor aclaramento, as questões que foram colocadas pelo Sr. Vereador Nuno
Libório sejam analisadas juridicamente, para ver se se podem acomodar ou não, e
também relativamente àquilo que a própria lei determina para esta matéria.
Portanto, far-se-á esse exercício.
Retomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que se o Sr. Presidente
estiver de acordo, amanhã ou o mais tardar na 6? feira apresentarão aquilo que o
próprio disse, duma forma mais rigorosa, para justificar estas propostas por parte
dos vereadores da CDU.
Respondeu o Sr. Presidente que fará parte dum ponto da próxima reunião de
câmara, espera, e podem enviar, se bem que a ata é um documento que serve
como requerimento também.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que sim, está bem, mas enviarão na
mesma.
7. Deliberação: Retirado da ordem do dia.
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Pelas 12h35, após a discussão do ponto 22, interveio o Sr. Presidente, dando a
palavra ao público presente, prosseguindo posteriormente com a discussão dos
restantes pontos da ordem do dia.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
QUINTADOALFERES-SÃDjOÃODDSMONTES
Tomou a palavra a munícipe, Sr Clotilde Fernandes Ferreira, dando as boas tardes
e agradecendo a oportunidade que lhe dão, referindo que a pergunta que queria
fazer é se a câmara municipal continua empenhada na resolução da Quinta do
Alferes, que é um ponto delicado que a liga à câmara municipal.
Questiona se há alguma coisa de novo na situação daquela resolução, bem como,
entretanto, como não tem obtido qualquer tipo de informações, precisava
exatamente de saber se o Sr. Presidente tem algo mais a informá-la.
Entretanto, aproveita a oportunidade, se lhe for permitido, para pedir uma reunião
com a Arqt Teresa Laranjeira, atendendo a que lhe deram a informação de que é
quemestáligadaaoassunto.
interveio o Sr. Presidente, mencionando que o Sr. Vice-Presidente já tomou nota e
vai marcar a reunião, sem prejuízo do próprio poder também estar presente.
Contudo, esta questão é com o Urb Ricardo Ramalho, que pensa até que já terá
falado com a munícipe uma vez ou outra, mas não sabe.
Respondeu a munícipe que ainda não teve oportunidade.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que a munícipe vai falar com o Urb Ricardo
Ramalho, que lhe conseguirá, sobre esta matéria, explicar tudo isto.
Quanto ao ponto da situação, é o que já referiu, está-se a trabalhar no início da
segunda revisão do PDM, e sobre o compromisso que assumiu com os proprietários
pode passá-lo a escrito, e aliás pensa que até já passou.
Respondeu a munícipe que sim.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que o compromisso que assumiu é no sentido
de que, quando houver reuniões com as entidades que se têm de pronunciar sobre
esta matéria, os proprietários serão convidados, se a CCDR também o permitir, e
crê que sim. De qualquer modo, na discussão que vai haver os proprietários irão, e
o Urb Ricardo Ramalho verá qual é a melhor forma, apresentar uma exposição
sobre esta questão, que constará do processo da revisão do PDM, que possa ser
mais uma fundamentação para se conseguir resolver o problema que ali se tem
relativamente às 17 casas, em que agora apareceu mais uma no perímetro desta
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Aquilo que disse é aquilo que se mantém, a câmara municipal vai-se esforçar para
resolver o problema, mas agora tem que se aguardar. Este é um processo que é
demoroso, vai demorar pelo menos um ano, ano e picos, e é aquilo que pode dizer.
Quanto à reunião, vai-se marcar.
Interveio a munícipe, agradecendo.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
REDE DE CICLOVIAS - PÕVOA DE SANTA IRIA E FORTE DA CASA
Tomou a palavra o munícipe, Sr. Fábio Alexandre Pinho Marques Rodrigues, dando
os bons dias e dizendo que a sua questão passa por tentar perceber, tendo em
conta as redes de ciclovias feitas na EN1O, especialmente entre a Póvoa de Santa
Iria e o Forte da Casa, se essa é uma medida a nível da sustentabilidade, e, se
realmente for, onde é que está a coerência entre o abate de árvores, ou seja, a
destruição do meio ambiente e uma rede de ciclovias, para tentar que as pessoas
tentem andar mais e abdicar um pouco dos carros.
Se for uma medida sustentável, gostaria de perceber onde é que estaria a
coerência entre esse abate de árvores e a criação destas redes.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que se está num processo de tentar encontrar
soluções para aquilo que a câmara municipal considera que é uma preocupação
dos nossos dias, que é a mobilidade suave para todos. Resolveu-se efetivamente
fazer uma requalificação da EN1O, desde a Póvoa de Santa Iria até Alverca, que é
onde se está a trabalhar. Para se conseguir ter esta mobilidade suave e criar
condições para a ciclovia, tem que se encontrar espaço que não se tem, e está-se
a fazer aquilo que é um mal necessário, que é abater algumas árvores.
Essas árvores, não só ali, como em muitos locais do território, causam problemas
nas vias, nos passeios, fazem com que pessoas que andam de cadeira de rodas,
carrinhos de bebés, etc., tenham muita dificuldade em circular, porque as raízes
destroem os passeios, destroem canalizações, já que num determinado contexto
plantaram-se algumas árvores e, com o tempo, veio-se a verificar que não eram as
espécies adequadas.
É evidente que foi tudo feito com boa intenção, algumas têm muitas décadas, mas
hoje em dia, tendo em vista o conhecimento técnico que existe, vai-se adequar a
plantação de árvores de acordo com os espaços e espécies que se têm de plantar.
O que está previsto nesta requalificação é que se vão plantar cerca de 500 árvores,
substituindo, mas não no mesmo local, isso não tinha sentido, pois, como já referiu,
tem que se encontrar espaço para a construção da ciclovia, em zonas limítrofes, e
vão-se plantar, nesta operação, as cerca de 500 árvores.
Compreende a pergunta do munícipe e a aparente incoerência, como referiu, sobre
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aquilo que se quer requalificar, em que depois se andam a abater árvores, mas o
abatimento de árvores não é porque se queira, não é por capricho, é porque,
inclusivamente, pelo estado fitossanitário de algumas mais tarde ou mais cedo
tinham que se abater, e vão-se plantar muito mais árvores. Depois, só se retiram
as árvores minimamente necessárias, as que se podem manter naturalmente que
se vão manter.
Assim, espera, quando a obra estiver pronta, que se possa encontrar por aí com o
munícipe, e este dizer-lhe “eu tinha ra2ão” ou, pelo contrário, “foi uma boa solução
e estou satisfeito”. Espera que seja assim, vai-se esperar, de qualquer modo fica o
apontamento do munícipe e agradece-lhe por ter vindo falar com a câmara
municipal.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
RECOLHA DE ANIMAIS ABANDONADOS - BAIRRO NOVO DA FIGUEIRA - SOBRALINHO
Tomou a palavra a munícipe, Sr Vitória Maria Correia Nunes, dando os bons dias e
dizendo que apresentou um caso à câmara municipal por causa da recolha de
animais abandonados. Há uma cadela que já tinha sido referenciada o ano passado
ou há 2 anos, não pode precisar, o animal realmente tornou-se muito selvagem, e
agora, no Bairro Novo da Figueira, no Sobralinho, tentou-se com que o animal
desse a mão para que fosse recolhido.
A própria disse à câmara municipal que essa cadela teve 9 cães, e a autarquia teve
a gentileza de lhe mandar uma carta a dizer que a recolha de cachorros no Bairro
da Figueira, no Sobralinho, seria em breve, mas até à data nada, e já lá vai um mês
e tal. Os animais estão com 4 meses, estão numa situação péssima, têm pulgas,
carraças, estando a viver num terreno anexo às casas dos moradores. À noite já
não deixam ninguém dormir, pois dormem de dia e à noite fazem o barulho que
querem e estragam as hortas do bairro.
Assim, gostaria que o Sr. Presidente tivesse uma atitude positiva na recolha destes
animais, sendo que ontem um animal já grande que lá está, abandonado, provocou
um acidente, teve polícia, teve ambulância, porque a pessoa ia de mota e o animal
atravessou-se à frente. Não viu, foi o que lhe disseram, porque os animais são
todos abandonados no bairro, um bairro que fica um pouco na serra, em que são
gatos, cães, aquilo é uma selva.
Gostaria pois que o Sr. Presidente tomasse atenção.
Terminou, agradecendo imenso e desejando os bons dias.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo à Sr Vereadora Fátima Antunes que se vá
recolher a ninhada e a própria cadela, dando-lhe a palavra para dar informação
sobre este assunto.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, mencionando que essa cadela
está sinalizada e, quanto à questão das ninhadas, o que acontece é que a cadela
não tem sido fácil de capturar, já se têm feito várias tentativas e não se consegue
capturar. Relativamente às ninhadas, tem-se, quase sempre, o canil sobrelotado, e
tem que se dar prioridade também aos casos que entretanto vão surgindo. A
informação que tem dos serviços é que para a semana está planeada a recolha dos
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cachorros. Ultimamente têm aparecido muitos, e têm que se criar também
condições no canil para os receber.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que se está numa situação, que é a
necessidade de esterilização dos animais, das cadelas, neste caso.
A munícipe já não está presente, de qualquer modo fica a resposta, que se vai
tentar tratar disto o mais depressa possível.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
OBRA CLANDESTINA EM POMBAL - POVOS - VILA FRANCA DE XIRA
Tomou a palavra o munícipe, Sr. José António da Silva Vergas, dando os bons dias e
pedindo desculpa ao Sr. Presidente, em primeiro lugar, por tê-lo abordado na rua
sobre o assunto de que vem falar, pois não sabia que não gostava que o
abordassem na rua.
Interveio o Sr. Presidente, perguntando se disse que não gostava de ser abordado
na rua.
Respondeu o Sr. José Vergas que ouviu dizer isso às pessoas, que não perguntasse
nada ao Sr. Presidente na rua, porque não gosta.
Disse o Sr. Presidente que é o que lhe fazem todos os dias.
Respondeu o munícipe que não sabia, e está a pedir desculpa por isso.
Referiu o Sr. Presidente que há muita coisa que se diz.
Continuou o Sr. José Vergas, mencionando que o Sr. Presidente sabe qual é o seu
assunto, que demora há 3 anos, uma obra clandestina que o estorva todos os dias.
Escreveu uma carta registada para o urbanismo, outra ao Sr. Presidente, outra ao
Sr. Vice-Presidente, e não recebeu respostas de ninguém.
Perguntou o Sr. Presidente se é o tal pombal.
Respondeu o munícipe que é o tal pombal, a parede que lá está prejudica-o todos
os dias, aquela senhora e aquele senhor têm, dentro do urbanismo, quem os
defende há 15 anos, não é há 15 dias, é há 15 anos.
O outro assunto demorou 10 anos para resolver, teve de vir a este mesmo sítio
para ser resolvido, e agora continua na mesma. Quer saber como é, pois tem
outras linhas, para outros lados, e não queria dizer mal da Câmara Municipal de
Vila Franca de Xira, nem do partido em que votou durante 43 anos, que nunca mais
votou, nem nunca mais vai votar na vida, mas pronto, vai a outro assunto.
Marcou uma reunião com o Sr. Vereador do desporto, e qual foi o seu espanto
quando este lhe disse que não tinha nada que marcar uma reunião com ele,
porque os pombos não eram nenhum desporto.
O próprio perguntou se não era, pois chegou a ser diretor da coletividade, que
recebia um dinheiro da junta de freguesia, da câmara municipal, porque era um
desporto, e a câmara municipal emprestava a camioneta à coletividade.
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Contudo, o pior não está aí, o pior vai sair agora, é que disse àquele senhor, o Sr.
Vereador do desporto, se era preciso vir para aqui fazer uma greve para a porta da
câmara municipal, e vem, se for preciso, e a resposta desse senhor foi que não
viesse em cuecas para não se constipar, mas esse senhor não estava a falar com o
pai, nem com ninguém da família, é preciso atenção.
Ainda por cima foi gozado, com esta idade, 67 anos, sendo que o Sr. Bruno Vitorino
levou uma planta falsa para pôr aquele senhor contra si. Tem a sua planta, a planta
do Vilafranquense, e se for preciso vai à junta de freguesia buscar a planta da
junta, em como a sua é que é a verdadeira.
O que o Sr. Bruno Vitorino lhe disse foi outro gozo: “Então, o senhor agora está a
voar onde, se Vila Franca de Xira não tem coletividade?” Respondeu que estava a
voar em Alhandra, e disseram-lhe: “Então, vá lá para Alhandra à procura dum
terreno para pôr o seu pombal, e escusa de andar a chatear a cabeça à gente”.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que já falou com o munícipe, e não é uma
pessoa fácil, tem um feitio muito particular.
Respondeu o Sr. José Vergas que é muito nervoso.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que tem o coração muito ao pé da boca.
Disse o munícipe que nunca fez mal a ninguém, ao que o Sr. Presidente respondeu
que não é isso que está em causa, mas o munícipe reconhece que às vezes é
preciso estar com muita atenção ao que diz.
Interveio o Sr. José Vergas, dizendo que não ofende ninguém.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, pedindo ao munícipe que o deixe ir até ao fim,
e depois dirá “tem razão”, e o próprio até pensa que tem razão. Quem não
conhece o munícipe até pode ter dele um determinado pensamento, que é errado,
mas como entra por ali dentro, pelo bazar de porcelana, parte aquilo tudo,
logicamente que a conversa não é fácil.
Disse o munícipe que é muito sofrimento.
Respondeu o Sr. Presidente que sabe que é muito sofrimento, mas que não
acrescente mais sofrimento ao sofrimento.
Assim, a conversa com o Sr. Vereador, pelos vistos, segundo que o Sr. José Vergas
diz, não terá corrido bem, mas o Sr. Vereador também não tem grandes condições
de resolver isto, na medida em que é, eminentemente, uma questão urbanística.--
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Referiu o munícipe que ninguém diz o contrário.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que o Sr. José Vergas entrou e disparou, o Sr.
Vereador olhou para aquilo e tentou ver de que maneira é que podia abrigar-se dos
tiros, e depois a conversa deu no que deu, mas o Sr. Vereador António Félix vai
dar, sobre esta matéria, a sua versão, o que é que aconteceu efetivamente.
Relativamente à parede, esperava que já estivesse demolida.
Interveio o munícipe, mencionando que há 3 anos.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que estava na expectativa de que fosse
demolida. —
Portanto, o que diz ao Sr. Vice-Presidente é que só resta uma atitude, que é a
demolição coerciva daquilo para que o Sr. José Vergas não caustique mais a
câmara municipal, por uma questão em que tem razão. Agora, perde a razão às
vezes, diz o próprio, da maneira como coloca as questões. O próprio tem muita
paciência, já falou com o munícipe uma ou duas vezes, e a conversa, no início,
também não foi simples, mas depois de analisar o processo verificou que tem
razão, mas pelo facto de ter razão não tem que bater em toda a gente.
Respondeu o munícipe que nunca bateu em ninguém, ao que o Sr. Presidente
respondeu que não é bater, é em sentido figurado, e o Sr. Vice-Presidente vai
tomar as atitudes necessárias para aquilo ir para o chão.
Terminou, dando a palavra ao Sr. Vereador António Félix.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, dizendo que o Sr. José Vergas pode
ter toda a razão do mundo, não põe isso em questão, agora, não pode é vir para
esta reunião dizer coisas que não são verdade, e agora vai ouvi-lo com atenção.---
Em primeiro, marcou uma reunião com o próprio, a pretexto do desporto, para
tratar duma questão de urbanismo, pois foi para lá falar da parede, não foi se ia
haver uma prova de columbofilia. Foi para lá falar com o próprio da parede, que
não tinha nada a ver com desporto, era uma questão de urbanismo, como o Sr.
Presidente já respondeu. Assim, a primeira questão é que o munícipe o enganou, ia
falar de columbofilia e desporto e foi falar de um problema de urbanismo.
Em segundo, o Sr. José Vergas sabe tão bem quanto o próprio que não foi o próprio
que lhe disse isso, aliás, sabe muito bem quem é que lho disse, e não pode vir
dizer para esta câmara municipal que foi o próprio que lhe disse, porque não foi.
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Perguntou o munícipe se pode responder.
Disse o Sr. Vereador António Félix que o munícipe não pode responder, vai ouvi-lo.
Depois, também não pode vir acusar o Arqt2 Bruno Vitorino que levou plantas
falsas, porque esta câmara municipal não tem plantas falsas, não apresenta
plantas falsas em reuniões.
O munícipe vai ouvi-lo, pois quando esteve a falar o próprio também esteve calado
a ouvi-lo. Portanto, não pode fazer este tipo de acusações, que não são verdade.---
Disse o Sr. José Vergas que não são verdade está o Sr. Vereador a dizer. O Sr.
Vereador disse-lhe, quando o próprio lhe disse que vinha com um placar para o
Largo da Câmara, para não haver portugueses de primeira, nem de segunda, nem
de terceira, que “então não vá em cuecas, para não se constipar”, e o próprio não
é cego, não é maluco, nem é parvo.
O Sr. Vereador António Félix interveio novamente, mencionando que o munícipe é
que está a dizer, isso não é verdade.
Respondeu o Sr. José Vergas que o Sr. Vereador está-lhe a chamar impostor, o Sr.
Vereador é que está a mentir, e desmente-o em qualquer lado, nem que seja daqui
por 100 anos. O Sr. Vereador disse-lhe para não vir para aqui em cuecas, e o
próprio foi logo à junta de freguesia, sendo que questiona se o Sr. Vereador sabe o
que é que lhe disseram: “O senhor disse-lhe isso? Epá, você vá a uma reunião de
câmara, ele não pode dizer isto. Não pode dizer isto assim”.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, dizendo que aquilo que o munícipe está a
dizer não é verdade, é mentira. Diz-lhe olhos nos olhos que é mentira.
Disse o munícipe que lho diz em qualquer lado, onde quiser, na rua ou onde quiser,
o Sr. Vereador é impostor, disse isso ao próprio.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que a conversa está feita.
Disse ainda o Sr. José Vergas que nunca mentiu na sua vida, nem à sua mulher,
nem aos filhos, o Sr. Presidente pode perguntar se alguma vez o ouviram mentir. A
verdade vem sempre ao de cima, mentir não.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que não tem motivos para não acreditar
naquilo que o Sr. Vereador diz.
Respondeu o munícipe que foi verdade, nem daqui por 50 anos se esquece das
respostas que o Sr. Vereador lhe deu.
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Interveio novamente o Sr. Presidente, referindo que o munícipe acelera duma
maneira que, se em vez de andar na columbofilia andasse a fazer ralis, na primeira
curva estampava-se.
Respondeu o Sr. José Vergas que não se estampava nada. Nunca mentiu à sua
mulher, quanto mais agora. Não mente a ninguém. Há de haver a primeira pessoa
que o vá chamar de impostor.
O Sr. Presidente tomou de novo a palavra, referindo que há uma coisa em que
efetivamente o munícipe tem toda a razão, não se pode mentir nunca, e então às
mulheres, pois têm uma perspicácia que apanham logo a mentira.
Interveio o munícipe, dizendo que o Sr. Vereador lhe disse para não vir para aqui
em cuecas, e agora está a desmenti-lo.
Disse o Sr. Presidente: “Então e o senhor vinha de cuecas, vinha agora de cuecas
para aqui. Ora agora, ainda se chamava a polícia e o senhor ainda era incomodado
porisso!”
Continuou, mencionando que o que interessa agora é a situação em causa, a
demolição da parede, que incomoda o munícipe, pois não pode desenvolver a sua
atividade columbófila de maneira adequada, como já lhe explicou há uns tempos
atrás.
Referiu o Sr. José Vergas que é o maior representante de Vila Franca de Xira a nível
nacional. São 2 000 concorrentes no distrito e fica todos os anos nos 5 primeiros do
distrito.
Respondeu o Sr. Presidente que sabe disso.
Interveio de novo o munícipe, perguntando se o Sr. Presidente sabe o que é que
aquele senhor agora faz, põe comer para as galinhas do lado de lá, para os pombos
bravos e para aquilo, que ele nunca ganha nada, e os seus pombos vão para lá
comer, pois andam em cima daquele telheiro. Tem fotografias, chega a tirar de lá
aos 60 e aos 70.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que efetivamente aquilo que se há de resolver
é a questão da ilegalidade que existe, e essa ilegalidade tem que ser sanada. Para
ser sanada, o que diz ao Sr. Vice-Presidente é que pensa que se tem de avançar
com a demolição coerciva daquilo, e pronto. Depois, volta tudo à tranquilidade, e o
munícipe escusa de se enervar. Pode-se enervar por outra coisa qualquer, mas
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disto, deixa de se enervar.
Referiu o Sr. José Vergas que é a sua maneira de ser, o Sr. Presidente não o
conhece, é a sua maneira de ser quando se enerva. —
Disse o Sr. Presidente que está a falar com esta cordialidade com o munícipe,
porque sabe que não é má pessoa, mas tem essa maneira de ser e às vezes, quem
não o conhece, diz: Eh lá, vem para aqui um furacão!
Respondeu o munícipe que a sua mãe a falar era assim, é como a sua mãe. O
sistema nervoso é assim.
Disse o Sr. Presidente que está bem, mas o munícipe deve ter calma, tem que ir ao
médico tomar uma pastilha, pois até fica com as veias todas salientes quando está
com essa conversa.
Interveio o Sr. José Vergas, referindo que é quando o desmentem, nunca mentiu a
ninguém.
O Sr. Presidente interveio novamente, mencionando que a questão principal não é
essa, é resolver o problema da parede, e é isso que se vai fazer.
Respondeu o munícipe que está bem, pedindo desculpa, mas é meio nervoso, e
que Deus o conserve com esta saúde, a 100% toda a vida, e só com uma palavra. -
Disse o Sr. Presidente que gostou de ver o munícipe, desejando-lhe saúde.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
DANOS PROVOCADOS EM VIATURA E PEDRAS SOLTAS EM ANDAIMES
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à munícipe, Sr Maria Teresa Oliveira,
referindo que o seu assunto está em andamento.
Tomou a palavra a munícipe, dando as boas tardes a todos e dizendo que está em
andamento, mas está tudo errado e é por isso que está hoje na reunião. Recebeu
uma carta, em que em baixo colocou a respetiva resposta, e questiona se a pode
entregar.
Respondeu o Sr. Presidente que com certeza, agradecendo.
Continuou a munícipe, mencionando que pensa que na carta diz tudo, não tem a
ver com o seu veículo, está tudo explicado, até porque chamou a polícia ao local
antes de tirar o carro. O seu carro estava estacionado, e isto foi junto ao passeio,
exatamente do lado contrário da estrada.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo desculpa por interromper, mas dizendo que
quando a Sr Teresa Oliveira esteve na câmara municipal pela última vez ficou com
a convicção que o seu carro tinha sido riscado por um veículo da obra.
Disse a munícipe que não, foi por um saco de entulho.
Respondeu o Sr. Presidente que, pelo menos, ficou com essa convicção.
Interveio de novo a munícipe, referindo que aquilo que entregou da polícia, e tudo,
diz isso, foi um saco de entulho. O operário, ao levar o saco de entulho passou pelo
seu carro e riscou-o todo. A situação tem a ver com o entulho da obra.
O Sr. Presidente interveio novamente, mencionando que não se ficou com essa
ideia, que fosse um saco de cimento ou seja lá o que for.
Explicou a Sr Teresa Oliveira que foi um saco de entulho, disse-o, é um saco de
inertes.
Entretanto estiveram a fazer obras, a pintar o seu prédio, e ao colocarem os
andaimes tiraram as pedras do passeio. Depois, quando acabou a obra,
esqueceram-se que aquelas pedras deveriam ser colocadas no mesmo sítio, e o
algeroz, que traz as águas do telhado para a rua, foi tirado para se pintar, mas
também se esqueceram de o colocar, e isso vai fazer com que, se chover muito,
vai ter humidade na sua casa.
Foi à junta de freguesia, deve dizer que o Sr. Presidente da junta é um “doce”, mas
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FI. Livro —
1 FLAta 123Reunião de 2019/05/15
Município
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
não resolve nada. Disse-lhe que as crianças andavam a brincar com as pedras, a
atirarem as pedras umas às outras, e já interferiu uma série de vezes.
Entretanto o tempo piorou, acabou, está a falar deste assunto há um ano, agora o
tempo vai voltar a melhorar, as crianças vão outra vez brincar na rua e vão atirar
pedras, estando sujeitas a acertar numa delas, a partir um vidro, a partir o carro,
etc. O pior é se lhes acontece alguma coisa, passando a própria a vida a interferir
porque, infelizmente, muitas vezes os pais deixam as crianças na rua e esquecem-
se das suas obrigações.
Disse o Sr. Presidente que isso leva a uma conversa longa.
Prosseguiu a munícipe, dizendo que era uma conversa longa, é verdade, ontem
esteve a cortar um ramo de árvore onde as crianças andavam de baloiço, e isto é
complicado.
Disse o Sr. Presidente que no tempo da munícipe andavam agarradas aos ramos.--
Respondeu a munícipe que sim, mas na altura não havia carros. O problema é
esse, é que depois batem no carro. E os pais? Pagam? Não pagam, e não era o seu
carro, era o carro de um vizinho seu, mas é a mesma coisa.
Em relação às pedras, que eram as pedras dos andaimes, gostaria, se fosse
possível, bem como o respetivo algeroz, que fossem colocados. São coisas que não
demoram muito e podiam estar resolvidas logo há um ano.
Perguntou o Sr. Presidente se o algeroz foi tirado, ao que a Sr Teresa Oliveira
respondeu que foi tirado para se pintar e depois não foi colocado.
Perguntou o Sr. Presidente se não foi colocado convenientemente, ao que a
munícipe respondeu que é exato.
Interveio de novo, dizendo à Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus que vai passar-
lhe o assunto, e o escrito da Sr Teresa Oliveira, porque aquilo que leu do processo
é que o dono da empresa estava a acionar o seguro para resolver o problema à
senhora.
Contudo, era, pensa o próprio, uma situação de um veículo que terá riscado o seu
veículo. Independentemente de ter sido o saco ou um veículo, o que a munícipe
quer é que os riscos do veículo sejam resolvidos, pelo que deixe o processo seguir
como está a seguir, e resolver-se o problema.
Interveio a munícipe, referindo que deve dizer que qualquer pessoa, não precisava
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FI. Livro
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RAta 124
Ah 1 Reunião de 2019)05/15
Município JV\ Proc2
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de AUVila Franca de Xira
— 7 Deliberação n2
Câmara Municipal
de ser moralmente impoluta, bastava ter um pouco de ética, naquele mesmo
momento poderia bater-lhe à porta e acionar o seguro. Isto tem a ver com
fevereiro, está-se em maio, daqui a pouco está a fazer 3 meses, e fica muito triste,
porque esse senhor é português. É só por isso, não é por mais nada.
Disse o Sr. Presidente que se há de resolver, e a munícipe deixe o processo
decorrer para o problema ser resolvido. Está em andamento, desde que a Sr
Teresa Oliveira veio à câmara municipal a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus
deu sequência ao processo, o senhor foi intimado a resolver o problema e vai
resolver. Agora, se foi como sabe, se foi com não sabe o quê, é irrelevante.
No entanto, há outras questões que foram colocadas, uma das quais é a reposição
do algeroz, e o Sr. Vice-Presidente vai tratar do algeroz e da questão das pedras,
que ficaram fora do sítio.
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FI.Ata 125
Reunião de 2019/05/15
Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
ESTACIONAMENTO - AUGI FONTE DO VALE - VIALONGA
Tomou a palavra a munícipe, Sr Natalina Machado Félix Sousa, dando as boas
tardes e dizendo que vinha perguntar se o Sr. Presidente já sabe alguma coisa em
relação à exposição que fez em 29 de abril, sobre aquele estacionamento na AUGI
Fonte do Vale, em Vialonga.
Perguntou o Sr. Presidente se é aquele terreno que a munícipe diz que é seu e a
câmara municipal diz que é seu.
Respondeu a munícipe que é verdade, e referindo que enviou a caderneta predial,
de 2010, que diz que de área de construção são 280 metros, de área dependente
180 metros e de área privada mais 100 metros, sendo que, como foi a última,
estão lá para aí uns 20, e é se for. Esse estacionamento continua na mesma, tem
um vizinho que é drogado, que lhe põe lá o carro em frente, já o chamou à
atenção, mas ele já lhe chamou de tudo menos “santinha”.
Disse o Sr. Presidente que aí não tem razão, porque a munícipe é mesmo uma
santa.
Respondeu a munícipe que também pensa que é, pois anda aqui há tanto tempo
de volta disto.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vice-Presidente responderá.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, mencionando que, como se falou na
reunião, onde a munícipe apresentou os documentos, salvo erro na Castanheira, os
serviços solicitaram certidões à Conservatória, e neste momento chegou-se a uma
conclusão, usando termos portugueses, que “não bate a bota com a perdigota” a
nível de confrontações. Alguém vai ter que resolver isto, e mandou o assunto para
os serviços jurídicos, pois tem que se ver, a nível da Conservatória, as verdadeiras
confrontações. Há ali uma dúvida a nível de legitimidade de terreno, e já estava à
espera disso.
Perguntou o Sr. Presidente há quantos anos é que a Sr Natalina Sousa utiliza
aquele terreno, ao que a mesma respondeu que há 44 anos que pisa aquele
terreno como seu. Tem um portão lá dentro, onde é a serventia do armazém.
Disse o Sr. Presidente que está a fazer a pergunta, porque está a pensar noutra
coisa.
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RAta 128
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Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Interveio novamente o Sr. Vice-Presidente, mencionando que tem a documentação
atualizada.
Disse a munícipe que o terreno já passou de 500 e tal para 300 e tal, e ainda por
cima aquele bocadinho dá montes de problemas.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, referindo que se pediram cadernetas atualizadas.
Respondeu a Sr Natalina Sousa que não lhe interessam as atualizadas, já estão
com metros a menos. Interessa-lhe as de quando comprou, que dizem as medidas
que tem.
Continuou o Sr. Vice-Presidente, dizendo que respeita a pretensão da munícipe,
mas trabalha-se com os registos atualizados da Conservatória.
Disse a munícipe que atualizados não, têm que vir os antigos.
Pediu o Sr. Vice-Presidente à munícipe que deixe a câmara municipal fazer
caminho, tem que se partir dum princípio.
Referiu a Sr Natalina Sousa que está certo, só queria pedir uma coisa, pois desde
que possa lá pôr a placa de “proibido estacionar” resolve-se isto lentamente. Pode
esperar desde que a placa seja autorizada, que já foi. Agora, estar a pagar à junta
uma vida inteira o que comprou, pagou e repagou!
Pediu novamente o Sr. Vice-Presidente à munícipe que deixe a câmara municipal
fazer o caminho, a partir do registo da Conservatória que se tem, de todos os
proprietários da zona, inclusivamente terrenos que são da câmara municipal. Está-
se a analisar a planta, e mandou também para os serviços jurídicos, para se ver
toda a legalidade dos documentos.
Interveio a munícipe, dizendo que já foi a um advogado, tendo o Sr. Vice-
Presidente respondido que fez muito bem.
Prosseguiu a Sr Natalina Sousa, mencionando que o advogado diz que foi um erro
de quem fez o levantamento do terreno, porque fala-se na área privada, antiga, de
2010, e agora o novo registo já não fala na área privada. Por isso, o novo registo a
si não lhe diz nada, e tinha direito àquilo por lei, pois pagou infraestruturas,
muralhas até à ponta, alcatroamento, e o chão à pessoa.
Pediu o Sr. Presidente à munícipe para deixar terminar.
Referiu a munícipe que deixa, e pede desculpa.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, dizendo que ouviu a munícipe, e queria expor o
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Fl. Livro —
127
Reunião de 2019/05/15
Município Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
ponto de situação da câmara municipal. Aquilo que queria dizer é que neste
momento têm-se os registos da Conservatória todos atualizados, de toda a zona,
inclusivamente dos terrenos da câmara municipal, o assunto foi para os serviços
jurídicos, para se ver toda a legalidade dos documentos, também foi mandado
fazer o levantamento topográfico novo e ver-se-á no final. Depois, a munícipe será
informada das conclusões, dos levantamentos e de toda a análise dos documentos.
Interveio a Sr Natalina Sousa, pedindo desculpa e referindo que esse é um
segundo levantamento que a câmara municipal manda fazer. Já lá foi uma vez o
topógrafo, fez só a parte vedada.
Referiu o Sr. Vice-Presidente que pode dizer é que mandou fazer o levantamento
àquela zona toda.
Disse a munícipe que, sendo assim, não pode lá pôr a placa para resolver o
problema, e era só o que queria.
Respondeu o Sr. Presidente que a Sr Natalina Sousa já esperou tantos anos,
espere mais um bocadinho.
Disse a munícipe que está a complicar-se.
Referiu o Sr. Presidente que há questões de vizinhança, que julga que devem ser
dirimidas pela polícia.
Respondeu a munícipe que não pode chamar a polícia, não tem lá a placa de
estacionamento, e é o que o senhor lhe diz, que tem a mania que aquilo é seu, que
não tem placa nenhuma de estacionamento. É só isso, pondo ali a placa acaba o
problema, e depois, lentamente, vai-se resolvendo.
Disse ainda o Sr. Presidente à munícipe que deixe a câmara municipal resolver,
agora teve uma ideia, que não sabe se é possível, se não é, tem que falar com os
juristas, para, de uma vez por todas, se conseguir encontrar uma solução para lá
pôraplaca.
Respondeu a Sr Natalina Sousa que é isso, exatamente, porque em 2010 aquilo
realmente estava como área privada, agora é área camarária, mas vai esperar.
Interveio por fim o Sr. Presidente, mencionando que não resta outra alternativa
senão esperar um bocadinho, para ver se a câmara municipal consegue fazer o seu
trabalho, sendo que gostou de ver a munícipe.
Interveio a munícipe, dizendo que está certo e agradecendo.
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Ii FI.Livro
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RAta 128
Reunião de 2019/05/15
Município /
Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_-
Câmara Municipal
Assunto: REGULAMENTO DE ISENÇÕES DE IMPOSTOS MUNICIPAIS DO MUNICÍPIO DE
VILA FRANCA DE XIRA - PUBLICITAÇÃO DE INÍCIO DE PROCEDIMENTO E
PARTICIPAÇÃO PROCEDIMENTAL
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2019/05/15, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação do
início do procedimento e participação procedimental, tendente à elaboração do
Regulamento de Isenções de Impostos Municipais do Município de Vila Franca de
Xira, bem como da sua publicitação na Internet, no site institucional da câmara
municipal, possibilitando a eventual constituição como interessados e
apresentação de contributos para a elaboração do regulamento, no prazo de 10
dias úteis, ao abrigo do disposto no n2 1, do artigo 98 do Código do Procedimento
Administrativo.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
23 isenção
El. Livro
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RAta
- 129
IAI\.À Reunião de 2019/05/15
Município AU Proc
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n 309
Câmara Municipal
Assunto: RESOLUÇÃO DO CONTRATO DE CEDÊNCIA E REVOGAÇÃO DO DIREITO DE
SUPERFÍCIE CELEBRADO ENTRE O MUNICÍPIO E JOÃO MANUEL SOARES MENDES E
SUA ESPOSA, LINA SOFIA FERNANDES SEQUEIRA MENDES
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2019/05/08, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
aceitação da resolução do contrato de cedência e revogação do direito de
superfície, sobre o lote 1, sito no Bairro dos Avieiros, em Alhandra, celebrado entre
o município e João Manuel Soares Mendes e sua esposa, Lina Sofia Fernandes
Sequeira Mendes, em 6 de agosto de 2002, e posterior remessa à assembleia
municipal para aprovação nos termos da lei.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
24 revogação
FI. Livro —W FLAta 130
ü I\j\ Reunião de 2019/05/15
Município 111 Proc 6/19 CERTAVOS
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: CONSTITUIÇÃO DE COMPROPRIEDADE OU AUMENTO DE COMPARTES -
CARVALHEIRA - CALHANDRIZ
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação técnica n2 405/19, de
02/05, do DPGU/DGU, para aprovação da constituição de
compropriedade/aumento do número de compartes, de acordo com o artigo 542,
da Lei n2 91/95, de 2 de setembro, com as alterações em vigor, para efeitos de
celebração de negócio jurídico, do prédio rústico descrito na 2 Conservatória do
Registo Predial de Vila Franca de Xira, sob o n2 660/20071116. na Calhandriz,
inscrito na matriz predial rústica sob o artigo n2 85, secção E, com a área de
15 640m2, designado por “Carvalheira”, solicitado por Manuel Caetano Pinto,
cabeça de casal de herança.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação técnica n2 405/19, de 02/05, do
DPGU/DGU, e planta de localização, documentos que se dão por inteiramente
reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
25 carvalheira
FI. Livro
_____________
Fl.Ata 131
Reunião de 2019/05/15
Município Proc2 7/19 CERTAVOSde
Vila Franca de Xira Deliberação n2 311
Câmara Municipal
1. Assunto: CONSTITUIÇÃO DE COMPROPRIEDADE OU AUMENTO DE COMPARTES -
FAIAS OU ATANÁZIO - SÃO JOÃO DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação técnica n2 341/19, de
10/04, do DPGU/DGU, para aprovação da constituição de compropriedade/aumento
do número de compartes, de acordo com o artigo 542, da Lei n2 91/95, de 2 de
setembro, com as alterações em vigor, para efeitos de celebração de negócio
jurídico, do prédio misto descrito na P Conservatória do Registo Predial de Vila
Franca de Xira, sob o n2 357/19900625, em São João dos Montes, inscrito na matriz
predial rústica sob o artigo n2 7, secção F, com a área de 6 800m2, designado por
“Faias ou Atanázio”, solicitado por Pedro Miguel Neves Santos.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação técnica n2 341/19, de 10/04, do
DPGU/DGU, e planta de localização, documentos que se dão por inteiramente
reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano ---------—- Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
26 Faias
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EI. Livro
____________
132
Reunião de 2019/05/15
Município Proc2 8/19 CERTAVOS
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2 - 212
Câmara Municipal
1. Assunto: AUMENTO DE COMPROPRIEDADE DO LOTE 144 DA FONTE SANTA -
PARCELA 2 - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 101/19, de 03/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação do aumento do número de compartes, de acordo com
o n2 1, do artigo 542, da Lei n2 91/95, de 2 de setembro, com as alterações em
vigor, para efeitos de escritura de 342/10 840 avos indivisos, do prédio rústico
situado na Fonte Santa, em Vialonga, inscrito na respetiva matriz cadastral sob
parte do artigo 1, da secção E, freguesia de Vialonga, descrito na 2 Conservatória
do Registo Predial de Vila Franca de Xira, sob a descrição n2 1630, em nome Alda
Marques Vicente Costa e João Paulo da Costa, pelo valor de 2 500,00€, que
corresponderão, de acordo com o estudo de loteamento, ao lote 144 da parcela 2
da AUGI Fonte Santa, com área de 328,10m2, solicitado por Miguel Ângelo Ferreira
Frausto ejéssica Andreia Batista Silveira.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 101/19, de 03/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
27 lote 144
FI. Livro —1 ‘1D Qt\X
Município Proc2 10/19 CERTAVOS
Vila Franca de Xira Deliberação n2 - a
Câmara Municipal
1. Assunto: AUMENTO DE COMPROPRIEDADE DO LOTE 179 DA FONTE SANTA -
PARCELA 2 - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 102/19, de 06/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação do aumento do número de compartes, de acordo com
o n2 1, do artigo 542, da Lei n2 91/95, de 2 de setembro, com as alterações em
vigor, para efeitos de escritura de 547,45/66 195,30 avos indivisos do prédio
rústico situado na Fonte Santa, em Vialonga, inscrito na respetiva matriz cadastral
sob parte do artigo 2, da secção F, freguesia de Vialonga, descrito na 2
Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira, sob a descrição n2 2444,
em nome de Betumil — Construção Civil Betão e Betuminoso, SA, com António José
Lopes Ribeiro e Dulce da Conceição Pereira Diogo Ribeiro, pelo valor de 250,00€,
que corresponderão, de acordo com, o estudo de loteamento, ao lote 179 da
parcela 2 da AUGI Fonte Santa, com área de 581,00m2, solicitado por Ana Paula
Lamancha.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação 102/19, de 06/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
28 lote 179
_____
FI. Livro
_____________
FLAta t24
Reunião de 2019/05/15
Município Proc2 5/19 CERTAVOS
de
Vila Franca de Xira Delíberação n2 21 4
Câmara Municipal
1. Assunto: AUMENTO DE COMPROPRIEDADE DO LOTE 234 DA FONTE SANTA -
PARCELA 2 - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação 100/19, de 03/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação do aumento do número de compartes, de acordo com
o n2 1, do artigo 542, da Lei n2 91/95, de 2 de setembro, com as alterações em
vigor, para efeitos de escritura de 375,75/66 195,30 avos indivisos, do prédio
rústico situado na Fonte Santa, em Vialonga, inscrito na respetiva matriz cadastral
sob parte do artigo 2, da secção F, freguesia de Vialonga, descrito na 2
Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira, sob a descrição n2 2444,
em nome de Betumil — Construção Civil Betão e Betuminoso, SA, com Jorge Miguel
Duarte Moreira e Ana Sofia Correia Batista, pelo valor de 250,00€, que
corresponderão, de acordo com o estudo de loteamento, ao lote 234 da parcela 2
da AUGI Fonte Santa, com área de 375,75m2, solicitado por Ana Paula Lamancha. --
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação 100/19, de 03/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
29 lote 234
FI. Livro —
RAta 135
li 1 Reunião de 2019/05/15
Município 3j Viproco 20/19 CERTAUGIde /1VVila Franca de Xira V Deliberação n2 21 Ei
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 63, DO LOTEAMENTO DA ARROTEIA - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 90/19, de 02/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 63 do loteamento da Arroteia, em Alverca do Ribatejo, em
nome de Adriano Gregório Alexandre, no valor de 7 021,83€, registada na 2
Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira aquando do registo da
certidão do plano n2 1/2000-AUGI, de 18/10, solicitado por Samuel Ferreira
Alexandre Figueiredo, cabeça de casal de herança.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n 90/19, de 02/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
30 Arroteia B3
FI. Livro —
€1
ReunodOi9/05/l5
Município ) Proc2 23/19 CERTAUGI
Vila Frar deXira Deliberação n’
- 316
Câmara Municipal 1
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 8, DO LOTEAMENTO DO PINHAL DAS AREIAS - ALVERCA DO RIBETEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n 93/19, de 02/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 8 do loteamento do Pinhal das Areias, em Alverca do
Ribatejo, no valor de 2 987,11€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial
de Vila Franca de Xira aquando do registo do alvará de Ioteamento n2 3/2011-AUGI,
de 24/08, solicitado por Guilherme Simões de Almeida.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 93/19, de 02/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
31 Pinhal Areias 8
FI. Livro
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RAta 13?
M I\j\ Reunião de 2019/05/15
Município ÃU Proc2 24/19 CERTAUGIde o
Vila Franca de Xira Deliberaçao n
- ai?
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 38, DO LOTEAMENTO DOS ENXORDEIROS - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 98/19, de 03/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 38 do loteamento dos Enxordeiros, em Alverca do Ribatejo,
no valor de 5 305,35€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila
Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n9 1/2012-AUGI, de
27/06, solicitado por Graziela Alves dos Santos.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 98/19, de 03/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
32 Enxordeiros 38
FI. Livro
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1 1 rftX Reunod&L9/05/15Município 1W Proc2 21/19 CERTAUGIde ( 1VVila Franca de Xira Deliberaçao n 318
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 96, DO LOTEAMENTO DA FONTE SANTA - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 91/19, de 02/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 96 do loteamento da Fonte Santa, em Vialonga, no valor de
4 459,71€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira
aquando do registo do alvará de loteamento n2 1/2011-AUGI, de 23/03, solicitado
por Norberto Ribeiro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 91/19, de 02/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
33 Fonte Santa 6
____
FI. Livro
____________
( oigcs
Município Proc2 22/19 CERTAUGI
Vila Frar de Xira / Deliberação b 319
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 72, DO LOTEAMENTO DO CASAL DO FREIXO
- VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 92/19, de 02/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 72 do loteamento do Casal do Freixo, em Vialonga, no valor
de 2 069,00€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de
Xira aquando do registo do alvará de loteamento n2 4/2012-AUGI, de 28/12,
solicitado por Isabel Clarisse Baptista Cipriano Graça de Carvalho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 92/19, de 02/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
34 casal Freixo 72
FI. Livro -.1 Reuno d
Município Â\I Proc2 1/14 LOTECM
Vila Frar de Xira Deliberação 320
Câmara Municipal
1. Assunto: 3 ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO DA QUINTA DA PONTE, TITULADO PELO
ALVARÁ DE LOTEAMENTO N2 2/2015-AUGI, DE 25/03 - SÃO JOÃO DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 20/19, de
26/04, do DPGU/DPOT, para aprovação, após consulta pública, da 3 alteração ao
loteamento da Quinta da Ponte, em São João dos Montes, titulado pelo alvará de
loteamento n9 2/2015-AUGI, de 25/03, nos termos da alínea b), do n2 1, do artigo
42, da Lei n2 91/95, com as alterações em vigor.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 20/19, de 26/04, do
DPGU/DPOT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
35 Qta Ponte
____
FI. Livro --
Fl.Ata
- 141
( pJ Reunião de 2019/05/15
Município
—
ProcQ FUC/82-0±0LOTE
Vila Frar de xira ( ‘ Deliberação n 221
Câmara Municipal
1. Assunto: ALTERAÇÃO AO ESTUDO DO LOTEAMENTO DA QUINTA DO SERPA -
PARCELA1-VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 26)19, de
06/05, do DPGU/DPOT, para aprovação, após consulta pública, da alteração ao
estudo do loteamento, parcela 1, da Quinta do Serpa, em Vialonga, nos termos da
alínea b), do n2 1, do artigo 42, da Lei n2 91/95, com as alterações em vigor.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 26/19, de 06/05, do
DPGU/DPOT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
36 Qta serpa
FI. Livro --1 aIU
Município 1 Ali Proc2 FUC/78-16910TEde
Vila Franca de Xira Deliberação n -
Câmara Municipal
1. Assunto: 2 ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO DA QUINTA DA COUTADA, TITULADO
PELO ALVARÁ DE LOTEAMENTO N 2/2011-AUGI, DE 04/05 —VILA FRANCA DE XIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 21/19, de
29/04, do DPGU/DPOT, para aprovação, após consulta pública, da 2 alteração ao
loteamento da Quinta da Coutada, titulado pelo alvará de loteamento n2 2/2011-
AUGI, de 04/05, nos termos da alínea b), do n2 1, do artigo 42, da Lei n2 91/95, com
as alterações em vigor.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 21/19, de 29/04, do
DPGU/DPOT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
37 Qta coutada
El. Livro — -.
-
- 143
Reunião de 2019/05/15
Município Proc2 70/19 DOVSM-CT
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2 -
Câmara Municipal
1. Assunto: SUBSTITUIÇÃO DE TAMPA DE CAIXA DE VISITA NA REDE PLUVIAL - RUA ]Y
DE DEZEMBRO - VILA FRANCA DE XIRA - ISENÇÃO DO PAGAMENTO DA TAXA DE
CONDICIONAMENTO DE TRÂNSITO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 560/19, de
03/05, do DOVI/DEI, para aprovação da isenção do pagamento da taxa de
condicionamento de trânsito, no valor de 106,29€, solicitada pela Águas do Tejo
Atlântico SA, por interesse público, referente à substituição de tampa de caixa de
visita na rede pluvial, na rua 12 de Dezembro, em Vila Franca de Xira, ao abrigo do
n2 6, do artigo 92, do Regulamento e Tabela de Taxas e Preços em vigor, bem
como da devolução do montante já liquidado pelo requerente, a tftulo da respetiva
taxa aplicável.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 560/19, de 03/05, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
38 ATA
FI. Livro --
FI.Ata
-. 144
e Reunião de 2019/05/15
Município Proc 50/13 DOVSM-EMP
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n_-
Câmara Municipal
1. Assunto: ESTABILIZAÇÃO E CONTENÇÃO DA ENCOSTA DO MONTE GORDO - QUINTA
DE SANTO AMARO - VILA FRANCA DE XIRA - AUTO DE VISTORIA E RECEÇÃO
DEFINITIVA PARCIAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna P 508/19, de
03/05, do DOVI/DEI, para aprovação do auto de Vistoria e receção definitiva parcial,
datado de 2019/03/19, correspondente a trabalhos cujo valor importa em
58 365,79€, referentes a elementos não estruturais, com prazo contratual de
garantia de 5 anos, no valor de 17 440,24€, e equipamentos afetos à obra, mas
delas autonomizáveis, com prazo contratual de garantia de 2 anos, no Valor de
40 925,55€, bem como da liberação de todas e quaisquer quantias retidas como
garantia ou a qualquer outro título a que o empreiteiro tiver direito, e da
autorização da extinção da caução prestada, por terem decorrido 5 anos sobre a
data do auto de receção provisória, nos termos do n2 5, do artigo 295, do Código
dos Contratos Públicos, na sua atual versão, republicada no Decreto-Lei n2 111-
B/2017, de 31 de agosto, referentes à empreitada de estabilização e contenção da
encosta do Monte Gordo, na Quinta de Santo Amaro, em Vila Franca de Xira,
adjudicada à Alves Ribeiro, SA.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 508/19, de 03/05, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
39 Monte Gordo
_____
FI. Livro
_____________
RAta -. 145
À A Reunião de 2019/05/15
Município 1N\ Proc2 30/12 DOVSM-EMP
Vila Frar deXira (
,‘
Deliberação n2 325
Câmara Municipal 1
1. Assunto: ESCOLA DR. VASCO MONIZ - CONCLUSÃO DOS ARRANJOS EXTERIORES E
CAMPO DESPORTIVO COBERTO - VILA FRANCA DE XIRA - AUTO DE VISTORIA PARA
EFEITOS DE LIBERAÇÃO DE CAUÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 554/19, de
03/05, do DOVI/DEI, para aprovação do auto de vistoria, datado de 2019/04/16,
bem como da liberação total da caução prestada, por terem decorrido 5 anos sobre
a data do auto de receção provisória, referente à empreitada da Escola Dr. Vasco
Moniz — Conclusão dos arranjos exteriores e campo desportivo coberto, em Vila
Franca de Xira, adjudicada à HCI - Construções, SA, atendendo à inexistência de
defeitos da obra, nem qualquer situação que careça de correção.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 554/19, de 03/05, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
40 vasco Moniz
FI. Livro —
Fl.Ata 146
Reunião de 2019/05/15
Município Proc2 147/17 DOVSM-EMP
de
Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: REQUALIFICAÇÃO DA EN1O — REDE ESTRUTURANTE CICL4VEL E PEDONAL
- PÓVOA DE SANTA IRIA/FORTE DA CASA/ALVERCA DO RIBATEJO - 1 FASE -
REVOGAÇÃO DA NOMEAÇÃO DO COORDENADOR DE SEGURANÇA EM OBRA E
NOMEAÇÃO DE NOVO COORDENADOR DE SEGURANÇA EM OBRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 556/19, de
03/05, do DOVI/DEI, para revogação da nomeação da Eng Ana Sofia Guerra
Madeira, como coordenadora de segurança em obra, e aprovação da nomeação da
Eng Cana Sofia Andrade de Almeida, indicada pela Rioboco — Serviços Gerais,
Engenharia e Manutenção, SA, para a função de coordenadora de segurança em
obra, respeitantes à empreitada de requalificação da EN1O — Rede estruturante
ciclável e pedonal — Pávoa de Santa Iria/Forte da Casa/Alverca do Ribatejo —
fase, bem como da emissão da declaração de nomeação da coordenadora de
segurança em obra, acompanhada de declaração de aceitação subscrita pela
hiesma, em conformidade como regime legal estabelecido no Decreto-Lei
n9 273/2013, de 29 de outubro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 556/19, de 03/05, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
41 EN1O
19. Livro —
RAta 147
Reunião de 2019/05/15
Município Proc2 69/17 DOVSM-EMP
de
vila Franca de Xira Deliberação n -
Câmara Municipal
1. Assunto: REABILITAÇÃO/AMPLIAÇÃO DA EB1 N 1 DE VIALONGA - VIALONGA -
PROCESSO DE REVISÃO DE PREÇOS DEFINITIVO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 461/19, de
09/04, do DOVI/DEI, para aprovação do processo de revisão de preços final e
definitiva, no valor de 9 058,10€, acrescido de IVA, referente ao período de
novembro de 2017 a abril de 2018, bem como do pagamento, no valor de
2 296,39€, acrescido de IVA, respeitante à diferença entre o valor da revisão de
preços provisória já liquidada, de 6 761,71€, e o montante ora apurado, referente à
empreitada de reabilitação/ampliação da EB1 n 1 de Vialonga, adjudicada à NOW
XXI — Engenharia e Construções, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 461/19, de 09/04, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
42 EB1 vialonga
FI. Livro
______________
148
Reunião de 2019/05/15
Município Proc EDUCA.00SE.001.
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2 328
Câmara Municipal
1. Assunto: SEMINÁRIO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
- PROTOCOLO -
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FORTE DA CASA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 132/19, de
06/05, do DED/DE, para aprovação da minuta do protocolo a celebrar com o
Agrupamento de Escolas do Forte da Casa, que visa a atribuição de um subsídio,
no âmbito da participação dos alunos do Curso Profissional de Cozinha e Turismo,
na confeção e serviço do coffee-break e almoço, do Seminário do Conselho
Municipal de Educação — Edição 2019, no valor máximo de 1 000,00€.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 132/19, de 06/05, do
DED/DE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
43 cME
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
fk Fi. Livro —Fi. AtaReunião de 2019/05/15Proc
________
Deliberação n2 329
1. Assunto: CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO - 6 PRÊMIO
DE CICLISMO DE ALVERCA
2. Resumo: Presente o processo Instruído com comunicação interna n 163/19, de
02/05, do DED/DDL para aprovação da minuta do contrato-programa de
desenvolvimento desportivo a celebrar com o Futebol Clube de Alverca, que define
as condições de apoio logístico do evento 6° Prémio de Ciclismo de Aiverca, a
realizar no dia 2 de junho.
3. informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 163/19, de 02/05, do
DED/DDL documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. —
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Féllx submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António FéIix.
44FCA
FI. Livro
_____________
RAta 15O
r I\,,\ Reunião de 2019/05/15
Município Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO - TORNEIO
INTERNACIONAL DE ANDEBOL CIDADE DE ALVERCA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 164/19, de
02/05, do DED/DDL, para aprovação da minuta do contrato-programa de
desenvolvimento desportivo a celebrar com a União Juventude de Alverca, que
define as condições de apoio logístico do evento Torneio Internacional de Andebol
Cidade de Alverca, a realizar de 8 a 10 de junho de 2019.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 164/19, de 02/05, do
DED/DDL, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
45 UJA
FI. Livro --1 Reu&ãod
Município 7 IA IV\ Proc --de i Ali
Vila Franca de Xira / Deliberação ri2____________
Câmara Municipal
Assunto: CONTRATO DE PATROCÍNIO DESPORTIVO REFERENTE AO CAMPEONATO
DO MUNDO DE SENIORES DE DANÇAS DESPORTIVAS —
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2019/05/09, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, nos termos do
disposto no artigo 2°, do Decreto-Lei n° 273/2009, de 1 de outubro, e no n° 2, do
artigo 9°, do mesmo decreto-lei, bem como do n9 1, do artigo 1010, do
Regulamento Administrativo Municipal, conformador do Programa de Apoio ao
Movimento Associativo, aprovação da minuta do contrato de patrocínio desportivo,
a outorgar e celebrar entre o município e a Sociedade Euterpe Alhandrense, o qual
titula e contempla a atribuição de apoio financeiro à mencionada associação, no
valor de 2 000,00€.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
46 SEA
FI. Livro
RAta -. 152
Reunião de 2019/05/15
Município li Proc
_____________________
de 1
Vila Franca de Xira Deliberação n -
Câmara Municipal
1. Assunto: PROGRAMA FÉRIAS DESPORTIVAS 2019
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 157/19, de
26/04, do DED/DDL, para aprovação do Programa Férias Desportivas 2019. no
período de verão (férias escolares), para jovens de ambos os sexos, com idades
compreendidas entre os 6 e os 16 anos, bem como das condições de
adesão/participação, normas de adesão/participação, projeto pedagógico e de
animação e regulamento interno.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 157/19, de 26/04, do
DED/DDL, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.--
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, dizendo que a questão que quer colocar é
uma coisa simples. Está-se em 201g/05/15, e o documento propõe aprovar as
condições de adesão e participação das candidaturas, que devem ser remetidas à
câmara municipal até 10 de maio, ou seja, está-se a aprovar uma coisa que era
para ser feita até 10 de maio, e não sabe se faz sentido.
Refere-se ao ponto 7 das condições de adesão, onde fala da candidatura da
proposta, dizendo-se “a apresentação de candidaturas deve ser realizada em
formulário próprio (...) os formulários devem ser remetidos (...)“.
Disse o Sr. Vereador António Félix que já viu. —
Prosseguiu o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que a questão que coloca é que
se está a aprovar uma coisa a 15 de maio, que era para ser aplicada até ao dia 10.
Não sabe se já foi realizado, se não.
Questionou o Sr. Presidente ao Sr. Vereador António Félix se é uma correção da
redação. —
47 férias 1/2
FI. Livro —
1
_____________
Município / 1 ffIIV\ Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira ‘ Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Respondeu o Sr. Vereador António Félix que é, tem que se esclarecer.
Concluiu o Sr. Presidente, dizendo que se vai corrigir, ficando de forma que não
haja incompatibilidade entre o momento agora, e pode ser amanhã, a partir do dia
16, se for esse o caso.
Então, com esta alteração, colocou o ponto à consideração, questionando quem
vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
47 férias 2/2
_____
EI. Livro — -
e FI. Ata‘Z7 Reunião de 2019105115
Município Proc
—
Vila Frar de Xira Deliberação
Câmara Municipal
1. Assunto: PRÉMIO CARLOS PAREDES 2019 —JÚRI----
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n° 91119, de
24104, do DaIDCMPH, para aprovação da constituição do Júri do Prémio Carlos
Paredes, edição de 2019.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 91/19, de 24/04, do
Da/DcMPH, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata. ---
—-_____
4. Dotação orçamentai: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr* Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sra Vereadora Manuela Ralha.—
48 carlos Paredes
FI. Livro
______________
155
A Reunião de 2019/05/15
Município
Proc2
____________________
Vila Franca de Xira Deliberação n2 333
Câmara Municipal
1. Assunto: EXPOSIÇÃO “E NÃO SEI SE O MUNDO NASCEU”
- FERNANDO NAMORA,
100 ANOS - CATÁLOGO - PREÇO DE VENDA AO PÚBLICO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 92/19, de
07/05, do DCT/DCMPH/MNR, para aprovação do preço de venda ao público do
catálogo da exposição “e não sei se o mundo nasceu”
— Fernando Namora, 100
anos, no valor unitário de 15,00€.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 92/19, de 07/05, do
DCT/DCMPH/MNR, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação. — —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
49 Fernando Namora
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
Fl.Uvro_- -
FI.Ata
- 156
Reunião de 2019/05/15
Proc DaAE.00TM.039
Deliberação
1. Assunto: SALÃO DE ARTESANATO 2019 - ORGANIZAÇÃO E PROCEDIMENTOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n° 159/19. de
07105. do DaIDT, para aprovação das questões relativas à organização e
procedimentos do Salão de Artesanato de 2019, que deverão, posteriormente, ser
pubilcitadas através de edital.
3. lnformaçõeslpareceres: Anexa-se comunicação intema n2 159/19, de 07/05, do
Da/DT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.—
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Féilx.
50 artesanato
_____
FI. Livro
______________
Reurâod O1)05/15
Município Proc2 DCTAE.00TM.039.de
Vila Franca de Xira Deliberação n -
Câmara Municipal
1. Assunto: SALÃO DE ARTESANATO 2019
- CONSTITUIÇÃO DA COMISSÃO
COORDENADORA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 160/19, de
07/05, do DCT/DT, para aprovação da constituição da comissão coordenadora do
Salão de Artesanato de 2019.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 160/19, de 07/05, do
DCT/DT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
51 salão
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FI. Livro —
ãod oi&sns
Município Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n’ 336
Câmara Municipal
1. Assunto: PROTOCOLO DE PARCERIA NO ÂMBITO DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO E
ACOMPANHAMENTO SOCIAL INTEGRADO DO CONCELHO DE VILA FRANCA DE XIRA-
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 58/19, de
08/05, do DHCS/DSS, para aprovação da minuta do Protocolo de Parceria no âmbito
do Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social Integrado, do concelho de
Vila Franca de Xira, passando a integrar 32 entidades parceiras, que define os
termos da colaboração a instituir entre os outorgantes, e visa dar uma resposta de
Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social Integrado, através do qual se
pretende dar apoio às pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 58/19, de 08/05, do
DHCS/DSS, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.-
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposiçôes legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Fátima Antunes submete o assunto à reunião de
câmara para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Fátima Antunes.
52 SAA5I
FI. Livro
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159
4 Reunião de 2019/05/15
Município ( Proc2 —de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n -
Câmara Municipal
1. Assunto: PROJETO DE ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO MUNICIPAL DO CEMITÉRIO DE
VILA FRANCA DE XIRA - PUBLICITAÇÃO DE INÍCIO DE PROCEDIMENTO E
PARTICIPAÇÃO PROCEDIMENTAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 219/19, de
08/05, do DAGEP, para aprovação do início do procedimento e participação
procedimental, relativo ao projeto de alteração ao Regulamento Municipal do
Cemitério de Vila Franca de Xira, bem como da sua publicitação na lnternet, no site
institucional da câmara municipal, possibilitando a eventual constituição como
interessados e apresentação de contributos para a elaboração do regulamento, ao
abrigo do artigo 98 do Código do Procedimento Administrativo, aprovado em
anexo ao Decreto-Lei n2 4/2015, de 7 de janeiro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 219/19, de 08/05, do
DAGEP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Proposta: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
53 cemitério
FI. Livro
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FLAta 180
Q Reunião de 2019/05/15
Município YU Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n 338
Câmara Municipal
Assunto: PROPOSTA
- SUSPENSÃO DO PAGAMENTO DE PORTAGENS NO SUBLANÇO
ENTRE ALVERCA E VILA FRANCA NA AUTOESTRADA DO NORTE
Presente para aprovação a proposta intitulada “Suspensão do pagamento de
portagens no sublanço entre Alverca e Vila Franca na Autoestrada do Norte”,
datada de 2019/05/15, documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido
nesta parte da ata, apresentada pelos membros da CDU, através do requerimento
n2 15, de 2019/05/09.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo aos membros da CDU para fazerem a
apresentação da proposta.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, agradecendo, antes de mais, de apesar de
tardio o pedido o Sr. Presidente ter sido sensível ao agendamento, e registando
também a compreensão de todos os outros vereadores para que este ponto
pudesse ser agendado muito em cima da hora.
O que está em causa não é, obviamente, a necessidade da obra de estabilização
do talude ao km21, designadamente dum muro da EN1O, mas, fundamentalmente,
os impactos decorrentes desta obra e dos constrangimentos que já está a gerar na
fluidez do trânsito que atravessa a cidade de Vila Franca de Xira.
Aliás, pode dizer ao Sr. Presidente que os constrangimentos não são infelizmente
só para a freguesia de Vila Franca de Xira. Aquilo que verificam diariamente é que
se formam sucessivas filas logo à saída de Alhandra, bem como à entrada de Vila
Franca de Xira, por razão deste grave constrangimento numa parte do troço da
EN1O, junto ao Campo do Cevadeiro. Quanto ao que está a acontecer, ainda hoje
mesmo, numa iniciativa política que tiveram no local, muitos automobilistas, sem
alternativas criadas pela Brisa, veem-se na inevitabilidade de terem de utilizar a
autoestrada, pagando por isso a respetiva portagem.
Como todos sabem, há muito que pugnam pela extinção das portagens nos troços
que atravessem todo o concelho de Vila Franca de Xira, mas não é esse o assunto
que os traz e justifica esta situação, o motivo é que, para uma obra destas poder
avançar, é por demais evidente que a Brisa tem que estudar alternativas, tem que
avançar por medidas que contribuam para o alívio destes constrangimentos e, a
acreditar na informação que está vinculada, informação pública, estes
constrangimentos acontecerão até setembro, designadamente até 6 de setembro
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FI. Livro
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FI.Ata 161
Reunião de 2019/05/15
Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
do corrente ano.
Como a Ai é um troço concessionado, mas deve-se acautelar o contrato de serviço
público que está subjacente à base da concessão, o que os membros da CDU
colocam é que a câmara municipal deverá desencadear todos os mecanismos que
estão ao seu alcance para garantir o direito à mobilidade, nomeadamente a
exigência dalgumas medidas que, se fossem tomadas como imediatas,
resolveriam, ou pelo menos atenuariam, os impactos negativos desta obra.
O primeiro seria exigir à Brisa e ao Governo, representado pelo Ministério do
Planeamento, a suspensão do pagamento das portagens, apenas e só no troço de
Vila Franca de Xira, ou seja, nos nós de Vila Franca de Xira e da Quinta da Marinha,
ou Bairro do Paraíso, de Povos até ao Bairro do Paraíso, e insistir com a Brisa,
enquanto dona da obra, que desenvolva a mesma nos períodos noturnos ou nos
horários de menor frequência ou intensidade de tráfego.
Numa breve exposição, são estes motivos que os levam a tomarem como urgente
e inadiável a presente deliberação. Há outras questões que valerá a pena discutir,
nomeadamente os propósitos ou a insistente ganância pelo lucro por parte da
Brisa, mas não estão agora a assacar responsabilidades a mais ninguém, o que
acham é que a câmara municipal não pode conviver pacificamente com esta
situação, pelo que consideram que, seguramente, este ponto será deliberado de
forma unânime por todos.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Rui Perdigão, dizendo que o teor já foi apresentado
sinteticamente, e o que tem a acrescentar é que o Bloco de Esquerda irá votar a
favor, porque pedir não custa, não se tem nada a perder.
Disse o Sr. Presidente que o Sr. Vereador Rui Perdigão tem toda a razâo, e vai
passar a palavra ao Sr. Vice-Presidente, para dar a conhecer as démarches que o
executivo fez e a necessidade da obra urgente e inadiável que é preciso fazer.
Quanto à questão da moção, o Partido Socialista vai votar favoravelmente.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, mencionando que se torna necessário fazer um
sublinhado histórico no processo desta obra, pois é sempre necessário ter acesso a
este tipo de informação. Não altera, de maneira nenhuma, a posição do Partido
Socialista face à moção, que o Sr. Presidente já manifestou, mas é para reforçar
qual foi a preocupação, até à data, da câmara municipal.
54 Ai portagens 2/6
FI. Livro
RAta 162
À Reunião de 2019/05/15
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de AU
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal
Não é um processo que nasceu há um mês, ou há dois, vem desde o início do ano,
em reuniões técnicas, a nível técnico, e quando o assunto lhe foi colocado, na
perspetiva dos impactos na entrada da cidade de Vila Franca de Xira, numa
reunião com a Brisa, foi-lhe colocado em cima da mesa o corte total da via. Logo
nessa reunião, como os Srs. Vereadores devem imaginar, e conhecem-se todos uns
aos outros, logicamente não correu bem. Pura e simplesmente foi dito peia câmara
municipal, através da sua pessoa, que jamais, em tempo algum, iria cortar a via de
acesso à entrada da cidade, do lado sul, porque deixaria a cidade só com uma via,
que seria o Bairro da Mata. Seria sempre, como é, uma opção, mas tinha que se ter
ali uma via.
Pode dizer que foi longo o tempo e a discussão, perto de um mês e meio, para a
aceitação de mais uma via. Ficou a via, a câmara municipal aceitou, tal e qual
como está ali, com outra condição que a Brisa aceitou. Os trabalhos não se
iniciaram agora, já foram no talude, frente ao pavilhão do Cevadeiro, começaram
há cerca de um mês. —
Contudo, efetivamente os abates na Ai começaram a ser muito perigosos e
rapidamente a câmara municipal teve de autorizar o edital de condicionamento de
trânsito, porque legalmente não poderia deixar de o fazer. A questão é essa,
legalmente não podia deixar de o fazer. O que estava em cima da mesa, ou era o
corte total ou era meia via, e legalmente não se podia impedir, pois estava em
causa a sustentação do talude e da Ai. Assim, é isto que está em cima da mesa.---
Depois, quanto à questão da isenção das portagens, assinou 2 ofícios, porque foi
analisada em reunião de câmara a isenção do pagamento, entre a Cimianto e a
saída norte. Aquilo que disse nas reuniões passou a escrito, com 2 ofícios para a
Brisa, que não obtiveram reposta. Como não obtiveram resposta, a Brisa foi
convocada para vir na semana que vem falar com a câmara municipal, em
primeiro, para responder aos ofícios de que não teve resposta até agora. Em
segundo, depois de se ter o conforto desta posição da reunião de câmara de hoje,
é voltar a colocar esta questão em cima da mesa, como facto consumado, porque
os ofícios podiam ter tido resposta, mais que não fosse a acusar a receção.
Chamou a Brisa para a semana que vem, não está o dia definido, mas tem a
certeza que vem, pois tem mesmo que vir à câmara municipal para abordar esta
54 Ai portagens 3/6
FI. Livro
RAta 163
Reunião de 2019/05/15
Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
situação. —
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que vai reforçar tudo o que já foi
dito, sendo que, como é claro, no âmbito das posições que os membros da CDU já
fizeram, não está em causa o interesse público da obra, aliás, antes, reconhecem-
na como uma obra imprescindível, de necessidade pública, mas também a Brisa e
a lnfraestruturas de Portugal, designadamente representada pelo Ministério do
Equipamento, têm de compreender e, acima de tudo, respeitar que o cumprimento
do contrato de concessão obriga a um respeito pela capacidade de mobilidade, que
a Brisa está obrigada a cumprir.
Nesse sentido, a Brisa, que é responsável pela obra, não pode limitar-se a pedir a
compreensão dos utilizadores e ao mesmo tempo ignorar os graves
constrangimentos, bem como, ao mesmo tempo, manter o pagamento das
portagens da zona. Se essa contabilidade fosse feita, não só o aumento do tráfego
que tem vindo a acontecer na Ai é uma realidade objetiva, como isto significa um
prejuízo ao direito à mobilidade no concelho de Vila Franca de Xira. —
O Sr. Vice-Presidente disse que a aceitação de apenas uma via foi já na sequência
dum processo negociado, mas quer recordar que, sem prejuízo da utilidade pública
desta obra, a jurisdição sobre a ENiO cabe à lnfraestruturas de Portugal, ou, nos
troços descentralizados, à câmara municipal. Este, em concreto, cabe, salvo
melhor opinião, à lnfraestruturas de Portugal. Portanto, a Brisa não pode impor a
sua visão economicista sobre esta matéria.
Registam com agrado que todos os partidos na câmara municipal estejam
disponíveis para exigir ao Governo e à Brisa, em particular, o cumprimento dum
mais elementar direito, que é a frequência de capacidade de mobilidade.
Depois, mesmo para terminar, independentemente desta tomada de posição,
valerá a pena dizer, e seguramente que não têm, nem a capacidade, vocação ou
habilitação, para perceber se é mesmo necessário que aquele sinal ou aqueles 2
sinais que interrompem, 24 sobre 24 horas, o trânsito numa das vias, tenha que
funcionar tal como hoje está a funcionar, que independentemente de haver obra ou
não, aquele malfadado sinal continua a criar aqueles constrangimentos, e, do
ponto de vista da solução de obra, e das restrições à circulação, poderiam ser
avaliadas outras medidas para resguardar o estaleiro de obra propriamente dito.--
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FI. Livro — -
FLAta - -
- 1S4
Reunião de 2019/05/15
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Câmara Municipal
Portanto, não pode valer tudo e, acima de tudo, a Câmara Municipal de Vila Franca
de Xira não pode prescindir de um direito que lhe assiste, que é defender os
interesses do concelho.
Interveio o Sr. Presidente, referindo, antes de passar à votação, que quer dizer ao
Sr. Vereador Nuno Libório, como o mesmo também reconhece, que se está perante
uma obra inadiável. Não sabe se o Sr. Vice-Presidente referiu, mas no Colete
Encarnado as obras são suspensas, e aí, sim, havia de ser um problema
complicadíssimo.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que vai ser na mesma, com uma só via.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que não, as obras vão ser suspensas e serão
tomadas as atitudes necessárias para que os constrangimentos sejam os menores
possíveis. Efetivamente a obra estar suspensa e continuar só uma via também não
resolverá grande coisa, e é nisso que se está a trabalhar também.
Agora, está-se perante uma situação de resolver e evitar um colapso da própria Ai.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que isso não está em causa.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que é claro que não, não se vai pensar o
pior, mas poderia acontecer aquele talude desmoronar. Seria uma situação
catastrófica, provavelmente com resultados inimagináveis, e por isso estas obras,
pese embora o esforço que foi feito no sentido de encontrar a solução. O próprio
falou com o Sr. Vice-Presidente, estiveram a olhar para aquilo, verificando se a
máquina que lá está não podia ir para cima do passeio, ou coisa que o valha, e
aquilo que foi dito é que não era possível por causa das manobras, sobretudo por
causa da colocação das estacas.
Interveio ainda o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que não vai entrar na
discussão técnica, mas há um campo de manobra técnico.
Referiu o Sr. Presidente que só está a dizer as conversas que teve.
Respondeu o Sr. Vereador que naturalmente, e regista a disponibilidade da câmara
municipal em estar atenta a essa questão. Contudo, seguramente que a Brisa não
colapsará, no ponto de vista financeiro, se deixar de obrigar ao pagamento de
portagem. De certeza absoluta que a margem de negócio da Brisa não ficará
melindrada, beliscada, prejudicada, se durante o período da obra as pessoas não
forem obrigadas a pagar a portagem.
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El. Livro
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RAta 165
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Câmara Municipal
Respondeu o Sr. Presidente que estão de acordo.
Prosseguiu o Sr. Vereador, dizendo que o Sr. Presidente dir-lhe-á que são só 0,35€,
0,40€ ou 0,45€, mas a multiplicar por cada volta dá, seguramente, para cada
pessoa que tenha de utilizar forçosamente, e já hoje são largas dezenas que o
fazem, aquele troço de autoestrada, cerca de 1,00€ diário. Portanto, tudo somado
até setembro dá para perceber o impacto negativo que esta questão tem sobre os
utilizadores da estrada nacional, e a Brisa não pode lavar daqui as suas mãos como
lava Pilatos das suas responsabilidades. Tem de assumir a sua responsabilidade,
de contratualização de um serviço público.
Disse o Sr. Presidente que estão absolutamente de acordo, e mais do que as
questões de caráter financeiro para as pessoas, é o incómodo que a obra tem, e
isso podia ser uma boa alternativa. Depois, tinha um aspeto absolutamente
importante também, de a Brisa dar um sinal, que efetivamente está disponível
para encontrar soluções que minimizem os problemas, que agora se estão a ter na
AiO e que depois se vão ter na Ai. Isto é o início, é a contenção do talude para se
poder lá trabalhar em cima, pois não se pode trabalhar em cima se não se
consolidar o talude. Esta é a primeira fase da obra, mas há duas, a primeira é esta
que se está a fazer, que é consolidar o talude para depois permitir trabalhar em
cima, pois, se se reparar, naquela curva já se nota algum abatimento.
Esta é um obra urgente, que a Brisa tinha no seu próprio planeamento, e
naturalmente que tinha que a fazer, mas tem outras implicações, não é só esta. Há
outra implicação daqui a uns meses, e não é uns meses, é assim que terminar
esta, em que depois se vai começar a trabalhar na Ai.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que cá se estará depois para ver.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que se verá, é uma coisa de cada vez, e
colocando o ponto à consideração, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade, dizendo ainda que se vai dar
conhecimento desta decisão de hoje à Brisa, no sentido de sensibilizar ou
pressionar, como se quiser, para o conteúdo da proposta que se acabou de
aprovar.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta apresentada pelos
membros da CDU.
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AH RAta 166
( PJ\ Reunião de 2019/05/15
Município 7 fl xI Proc
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de (
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2______________
Câmara Municipal
Após a discussão da ordem do dia, interveio o Sr. Presidente, referindo que ainda
se tem algum tempo, não muito, e dará de seguida as respostas às questões que
foram colocadas no período antes da ordem do dia.
Tendo-lhe sido perguntado se há processos disciplinares, respondeu que não há, a
documentação entregue é na sequência da ata para aprovar.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando, sobre isto, que esteve a
falar com o Dr. Fernando Barreiros antes da reunião, e o ideal é que o envio da
documentação respeitante aos processos passe diretamente para os e-maus dos
vereadores.
Referiu o Sr. Presidente que não tem problema, mas há questões de proteção de
dados, e não sabe se é possível ou não.
Respondeu a Sr Vereadora Regina Janeiro que já aconteceu noutras situações, por
isso é que entendeu que era possível, e pensa que agilizava.
Disse o Sr. Presidente que a Sr Vereadora Regina janeiro deixe o Dr. Fernando
Barreiros, que é quem está com este processo da proteção de dados, ver se há
algum inconveniente.
Assim, pergunta ao Dr. Fernando Barreiros se, na sua opinião, consegue dar já uma
resposta. —-—
Respondeu o Dr. Fernando Barreiros que, em princípio, não há problema.
Disse o Sr. Presidente que então, se não há problema, está bem, mas o Dr.
Fernando Barreiros é que vai assumir essa responsabilidade, se alguém depois
começar a dizer “Olhe, então isto anda aí nos e-mails”. Se pensa que não há
problema nenhum, que faça assim.
Disse novamente o Dr. Fernando Barreiros que em princípio não.
Tomou de novo a palavra o Sr. Presidente, mencionando que para si essa resposta
não é boa, a resposta que gostaria de ouvir era o Dr. Fernando Barreiros dizer-lhe
que vai avaliar. Agora, dizer em princípio, e depois no fim, o que é que dá?
Respondeu o Dr. Fernando Barreiros que antes de mandar vai avaliar.
Disse o Sr. Presidente que assim está melhor, até para salvaguarda do Dr.
Fernando Barreiros, que vai avaliar, depois dar-lhe-á uma resposta, e o próprio dirá
à Sr Vereadora que não há inconveniente, certamente.---— —
Prosseguiu, respondendo à questão relativa à descentralização de competências,
resp aod 1/2
FI. Livro --
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Município / ? Â\j Vi Proc9
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2______________
Câmara Municipal
colocada no período antes da ordem do dia.
Terminou, dizendo que pode ter ficado alguma coisa para dizer, mas, tendo em
conta o adiantado da hora, sugere que na próxima reunião de câmara se volte ao
tema, e a Sr Vereadora depois colocará o que entender relativamente áquilo que o
próprio não respondeu.
Poderia ficar mais tempo, mas está muito condicionado com o tempo, porque tem
uma iniciativa, pelo que dá por terminada a reunião de câmara, desejando um
resto de bom dia e um bom almoço, naturalmente, sendo que a ata em minuta
está aprovada. —
resp aod 2/2
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Fi.Uvro -
e FLAta 158Reunião de 2019105115
Município ( V Proc2 -de AVila Franca de Xira Deliberação nt____________
Câmara Municipal
Assunto: ATA EM MINUTA DA REUNIÃO
Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensa da sua leitura.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presente reunião de
câmara.
55 ata minuta
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
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Fl.Ata
- 169
Reunião de 2019/05/15
Encerramento às 14h25.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2019/06/12, não tendo
participado na votação os Srs. Vereadores Luísa Fajardo e Carlos Patrão, por não
terem estado presentes, tendo sido dispensada a sua leitura, por ter sido
previamente distribuída a todos os membros.
Eeuí2 , Fernando Paulo Serra Barreiros,
Diretor do Departamento de esto Administrativa, Financeira e jurídica, a
subscrevi.
-AI
1,O Presidente da Câmara Muni
‘esquita -
encerra