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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2020
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2020
2020-01-08/2020-12-16
RC 01.08
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Palácio Municipal do Sobralinho, no Sobralinho, União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, pelas 9h30, do dia 2020/01/08
2020-01-08/2020-01-08
001
Ordem do dia
2020-01-08/2020-01-08
002
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/01/08
2020-01-08/2020-01-08
003
Ata da reunião de câmara de 2020/01/08
2020-01-08/2020-01-08
Ata da reunião de câmara de 2020/01/08
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Ata da reunião de câmara de 2020/01/08
Description details
Record not reviewed.
Description level
Simple document
Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2020/RC 01.08/003
Title type
Atribuído
Production dates
2020-01-08
to
2020-01-08
Extents
1 Ficheiros
Geographic name
Sobralinho
Scope and content
Ordem do dia - Págs. 1 a 4
Rosto - Pág. 5
Técnicos - Págs. 6 a 8
Aod 1 - Intervenção do Sr. Presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho - Págs. 9 a 14
Aod 2 - Respostas às questões colocadas pelos Srs. Vereadores no período antes da ordem do dia da reunião de câmara anterior - Págs. 15 a 23
Aod 3 - Informação do Sr. Presidente - Projetos “Brigada do Amarelo” e “Qual é o seu papel?” - Pág. 24
Aod 4 - Informação da Srª Vereadora Helena Pereira de Jesus - Gala da Universidade Sênior - Pág. 25
Aod 5 - Informação da Srª Vereadora Fátima Antunes - Concerto de ano novo - Pág. 26
Aod 6 - Informações do Sr. Vereador António Félix - Pág. 27
Aod 7 - Colocação de questões pelos vereadores no período antes da ordem do dia - Págs. 28 e 29
Aod 8 - Intervenção inicial da Srª Vereadora Regina Janeiro - Págs. 30 e 31
Aod 9 - Hospital de Vila Franca de Xira - Págs. 32 a 36
Aod 10 - Falta de respostas a questões colocadas pelos membros da CDU na reunião de 2019/12/18 - Escola da Armada e Gala do Desporto - Págs. 37 a 39
Aod 11 - Visita às freguesias - Casal Cabreiro - Zona Alta de Arcena - Alverca do Ribatejo - Págs. 40 a 42
Aod 12 - Obras na avenida Infante Dom Pedro - Alverca do Ribatejo - Págs. 43 e 44
Aod 13 - Abolição de portagens na A1 - Págs. 45 e 46
Aod 14 - Reperfilamento da estrada de Arcena - Alverca do Ribatejo - Pág. 47
Aod 15 - Cemitério de Alverca do Ribatejo - Págs. 48 e 49
Aod 16 - Reforço de transportes públicos no concelho - Págs. 50 e 51
Aod 17 - Praga de pombos - Alverca do Ribatejo - Pág. 52
Aod 18 - Recolha de monos - Alverca do Ribatejo - Pág. 53
Aod 19 - Jardim José Álvaro Vidal - Alverca do Ribatejo - Pág. 54
Aod 20 - Cedência do campo da Marinha ao Alhandra Sporting Club - Pág. 55
Aod 21 - União Desportiva Vilafranquense - Campo de jogos - Págs. 56 e 57
Aod 22 - Centro de Bem Estar Infantil de Vila Franca de Xira - Problema financeiro - Págs. 58 e 59
Aod 23 - Manifestação do pessoal não docente no concelho - Págs. 60 e 61
Aod 24 - Agrupamento de escolas Pedro Jacques de Magalhães - Despesas de luz e telecomunicações - Alverca do Ribatejo - Pág. 62
Aod 25 - Conclusão da obra da Escola Secundária de Gago Coutinho - Alverca do Ribatejo - Pág. 63
Aod 26 - Problemas em escolas - Alverca do Ribatejo - Págs. 64 e 65
Aod 27 - Museu do Ar - Alverca do Ribatejo - Pág. 66
Aod 28 - Iniciativas culturais nos equipamentos da freguesia do Sobralinho e freguesia de Alverca - Pág. 67
Aod 29 - Ponte Marechal Carmona - Vila Franca de Xira - Pág. 68
Aod 30 - Bacia de retenção do centro de formação do Futebol Clube de Alverca - Págs. 69 e 70
Aod 31 - Situação do Cegada - Pág. 71
Aod 32 - Aluimento dum troço na EN248-3 - Alhandra/Arruda dos Vinhos - Págs. 72 e 73
Aod 33 - Respostas do executivo às perguntas colocadas por escrito pelo Bloco de Esquerda - Págs. 74 e 75
Aod 34 - Respostas às questões colocadas no período antes da ordem do dia e pontos em que se pretende intervir na ordem do dia - Pág. 76
01 - Atas nº 23/2019, da reunião de câmara ordinária de 2019/11/20 e nº 24/2019, da reunião de câmara ordinária de 2019/12/04 - Págs. 77 a 79
02 - Contrato de comodato relativo ao Refeitório da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho - Aprovação e submissão à Assembleia Municipal - Págs. 80 e 81
03 - Contrato de comodato referente a imóvel destinado a serviços - Juventude da Castanheira - Págs. 82 a 94
04 - Atribuição de apoio financeiro extraordinário respeitante à aquisição de equipamento termoacumulador - Grupo Recreativo e Cultural do Bom Retiro - Pág. 95
05 - Contribuição financeira estatutária referente a 2020 - Amagás - Associação de Municípios para o Gás - Pág. 96
06 - Projeto de alterações ao Regulamento do Conselho Municipal de Segurança - Consulta pública - Pág. 97
07 - Relação dos despachos do Presidente e Vice-Presidente na área de pessoal - Pág. 98
08 - Legislação-síntese e editais - Pág. 99
09 - Pagamentos autorizados - Pág. 100
10 - Balancetes - Pág. 101
11 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 102
12 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Áreas de reabilitação urbana - Pág. 103
13 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares - Págs. 104 a 106
Público - Pág. 107
Público 1 - Escola de Arcena - Agrupamento de Escolas do Bom Sucesso - Alverca do Ribatejo - Págs. 108 a 113
Público 2 - Requalificação do jardim da rua Poeta António Aleixo e do Jardim Central do Bom Sucesso - Alverca do Ribatejo - Págs. 114 a 117
Público 3 - Requalificação da estrada de Arcena - Alverca do Ribatejo - Pág. 118
Público 4 - Formação desportiva - Págs. 119 e 120
Público 5 - Casal do Cabreiro, lote 11 - Alverca do Ribatejo - Págs. 121 a 125
Público 6 - Janela de cozinha tapada por parede - Alverca do Ribatejo - Págs. 126 e 127
Público 7 - Quinta do Alferes e anexos - Subserra - São João dos Montes - Pág. 128
Público 8 - Pedido de habitação - Págs. 129 e 130
14 - Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (área de calceteiro) - Pág. 131
15 - Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (área de eletricista) - Pág. 132
16 - Procedimento concursal para a constituição de reservas de recrutamento - Relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (auxiliar de ação educativa) - Recrutamento excecional - Pág. 133
17 - Contratação de serviços de limpeza, manutenção e reabilitação de espaços públicos no concelho - Lote 6 - Autorização para a substituição de depósito-caução por garantia bancária - Pág. 134
18 - Proposta de indemnização por conta da transmissão de direito de propriedade sobre o Lote B6 da AUGI da Zona do Moledo - Alverca do Ribatejo -Revogação de parte da deliberação tomada na reunião de 2019/12/04 e nova repartição do valor de indemnização - Pág. 135
19 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 39, do loteamento Quinta Nossa Senhora de Fátima - São João dos Montes - Pág. 136
20 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 14, do loteamento Quinta do Bom Jesus - Sobralinho - Pág. 137
21 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 41, do loteamento Panasqueira I - Alverca do Ribatejo - Pág. 138
22 - Adaptação do edifício “Ninho de Empresas” para instalação da Unidade de Saúde de Vialonga - Revogação da nomeação da diretora de fiscalização e coordenadora de segurança em obra, e nova nomeação do diretor de fiscalização e da coordenadora de segurança em obra - Pág. 139
23 - Execução da acessibilidade inclusiva - Requalificação da avenida Infante Dom Pedro - Alverca do Ribatejo - Fase 1 - Nomeação de coordenador de segurança em obra e diretor de fiscalização - Pág. 140
24 - Requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista Pereira e zona adjacente - Alhandra - Nomeação de coordenador de segurança em obra e diretor de fiscalização - Pág. 141
25 - Alteração ao Regulamento Municipal da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira - Pág. 142
26 - Masterclass de Cinema, com o realizador Lauro António, subordinada ao tema "Os Italo-Americanos no Cinema Norte-Americano" - Valor de inscrição - Pág. 143
27 - Reconhecimento da manutenção das 17 edificações da área urbana de génese ilegal Quinta do Alferes e Anexos - São João dos Montes - Págs. 144 a 158
28 - Ata em minuta da reunião - Pág. 159
Encerra - Pág. 160
Related material
Vídeo da reunião de câmara:
https://www.youtube.com/watch?v=-AxGYC4_IXU
Transcription
ORDEM DO DIA
Pág. 1
Interessado Local
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
1 Atas nº 23/2019, da reunião de câmara ordinária de 2019/11/20 e nº 24/2019, da
reunião de câmara ordinária de 2019/12/04
Aprovação
2 Contrato de comodato relativo ao Refeitório da Junta de Freguesia da União das
Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho – Aprovação e submissão à Assembleia
Municipal
Aprovação
3 Contrato de comodato referente a imóvel destinado a serviços Juventude da Castanheira Aprovação
4 Atribuição de apoio financeiro extraordinário respeitante à aquisição de equipamento
termoacumulador
Grupo Recreativo e
Cultural do Bom Retiro
Aprovação
5 Contribuição financeira estatutária referente a 2020 Amagás - Associação de
Municípios para o Gás
Aprovação
6 Projeto de alterações ao Regulamento do Conselho Municipal de Segurança – Consulta
pública
Aprovação
GESTÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E JURÍDICA
. Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
7 Relação dos despachos do Presidente e Vice-Presidente na área de pessoal Conhecimento
8 Legislação-síntese e editais Conhecimento
9 Pagamentos autorizados Conhecimento
10 Balancetes Conhecimento
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Palácio Municipal do Sobralinho, no Sobralinho,
União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, pelas 9h30, do dia 2020/01/08
Designação
Assunto
ORDEM DO DIA
Pág. 2
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Palácio Municipal do Sobralinho, no Sobralinho,
União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, pelas 9h30, do dia 2020/01/08
Designação
Assunto
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
11 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
Conhecimento
12 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência – Áreas de
reabilitação urbana
Conhecimento
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
13 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Conhecimento
. Outros assuntos
14 Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de
emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (área de
calceteiro)
Aprovação
15 Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de
emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (área de
eletricista)
Aprovação
16 Procedimento concursal para a constituição de reservas de recrutamento – Relação
jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional
(auxiliar de ação educativa) – Recrutamento excecional
Aprovação
17 Contratação de serviços de limpeza, manutenção e reabilitação de espaços públicos
no concelho – Lote 6 – Autorização para a substituição de depósito-caução por
garantia bancária
Hobrirega – Sistemas de
Rega, Unipessoal, Ldª
Aprovação
18 Proposta de indemnização por conta da transmissão de direito de propriedade sobre o
Lote B6 da AUGI da Zona do Moledo – Revogação de parte da deliberação tomada na
reunião de 2019/12/04 e nova repartição do valor de indemnização
Herdeiros de Francisco
Manuel Saraiva Leite da
Silva
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 3
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Palácio Municipal do Sobralinho, no Sobralinho,
União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, pelas 9h30, do dia 2020/01/08
Designação
Assunto
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
19 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 39, do loteamento
Quinta Nossa Senhora de Fátima
António Azinheira Pedro
Dias
S. João dos
Montes
Aprovação
20 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 14, do loteamento
Quinta do Bom Jesus
António Martins Sobralinho Aprovação
21 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 41, do loteamento
Panasqueira I
Ester da Cruz Ferreira Alverca do
Ribatejo
Aprovação
OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
22 Adaptação do edifício “Ninho de Empresas” para instalação da Unidade de Saúde de
Vialonga – Revogação da nomeação da diretora de fiscalização e coordenadora de
segurança em obra, e nova nomeação do diretor de fiscalização e da coordenadora de
segurança em obra
Estabil – Engenheiros
Associados, Ldª
Vialonga Aprovação
23 Execução da acessibilidade inclusiva – Requalificação da avenida Infante Dom Pedro –
Fase 1 – Nomeação de coordenador de segurança em obra e diretor de fiscalização
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
24 Requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista Pereira e zona adjacente –
Nomeação de coordenador de segurança em obra e diretor de fiscalização
Alhandra Aprovação
CULTURA E TURISMO
25 Alteração ao Regulamento Municipal da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira Aprovação
26 Masterclass de Cinema, com o realizador Lauro António, subordinada ao tema "Os
Italo-Americanos no Cinema Norte-Americano" – Valor de inscrição
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 4
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Palácio Municipal do Sobralinho, no Sobralinho,
União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, pelas 9h30, do dia 2020/01/08
Designação
Assunto
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
27 Reconhecimento da manutenção das 17 edificações da área urbana de génese ilegal
Quinta do Alferes e Anexos
S. João dos
Montes
Avaliação
28 Ata em minuta da reunião Aprovação
RI FI. Livro
____________
Fl.Ata •091
,{IJ Reunião de 2020/01/08
9) } Ata n2 01/2020
MUNICÍPIO DE VILA FRA1JCA DE XIRA
CÂMARA MUNICIPAL
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA E PÚBLICA DE 2020/01/08
Aos oito dias do mês de janeiro de dois mil e vinte, pelas 09h30, no Palácio Municipal
do Sobralinho, no Sobralinho, União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e
Sobralinho, reuniu a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, sob a presidência do Sr.
Alberto Simões Maia Mesquita, Presidente da Câmara Municipal, éstando presentes os
Srs. Vereadores:
• Regina Célia Gonçalves Agostinho janeiro;
• José António da Silva de Oliveira;
• Nuno Miguel Marques Libório;
• Helena Margarida Mendes Pereira de Jesus;
• Maria Manuela Pacheco Ralha;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
• António José Sequeira Félix;
• Maria de Fátima Pires Antunes;
• Cláudia Sofia Oliveira Martins;
• Carlos Miguel Vilar Patrão.
A reunião foi secretariada por Fernando Paulo Serra Barreiros, Diretor do
Departamento de Gestão Administrativa, Financeira e Jurídica, assessorado por
Leopoldino Filipe Nunes Barata, Assistente Técnico.
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado:
rosto
_____
FI. Livro______________
• 002
Reunião de 2020/01/08
Município
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PRESENÇAS DO PESSOAL DIRIGENTE E TÉCNICOS
GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA
• Chefe do Gabinete
Dr. Renato Gonçalves
Adjuntos
—
Dr Filomena Serrazina
Jorge Zacarias
GABINETE DE APOIO À VEREAÇÃO
.Adjuntos
Dr Andreia Revez
—
Dr. Luís Vasconcelos
• Secretário
Osvaldo Pires
• Assessoria
José António Silva
Dr Diana Serpins
Dr Mafalda Ramos
DIVISÃO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO E IUVENTUDE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Anabela Pereira
—
DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Susana Santos
DIVISÃO DE AUDITORIA E QUALIDADE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr. Dinis Piriquito
SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTEÇÃO CIVIL
• Coordenador Municipal
Dr. António Carvalho
SERVIÇO MÉDICO-VETERINÁRIO MUNICIPAL
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Ana Leonardo
técnicos 1/3
EI. Livro_____________
FI.Ata 003
Reunião de 2020/01/08
Município
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E JURÍDICA
Divisão de Recursos Humanos
.Chefeda Divisão
Dr.PauloAlenquer
DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
Diretora, em regime de substituição
ArqtrreresaLaranjeira
Divisão de Planeamento e Ordenamento do Território
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Urb Ricardo Ramalho
DEPARTAMENTO DE OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
• Diretora, em regime de substituição
—
Eng Sofia Galhofas
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E DESPORTO
DivisãodeEducacão
.Chefe da Divisão
—
Dr.PedroMontes
Divisão de Desporto e Lazer
Chefeda Divisão
Dr.VítorFélix
DEPARTAMENTO DE CULTURA E TURISMO
• Diretor do Departamento
Dr. Alexandre Sargento
Divisão de Bibliotecas e Arquivo
•Chefeda Divisão
Dr. Vftor Figueiredo
Divisão de Turismo
.Chefeda Divisão
Dr Maria João Carraça
DEPARTAMENTO DE HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
Divisão de Saúde e Solidariedade
• Chefe da Divisâo, em regime de substituição
técnicos 2/3
_____
El. Livro_____________
e RAta 0047) Reunião de 2020/01/08
Município
Proc2
___________________
de /Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Dr Cláudia Prazeres
DEPARTAMENTO DE AMBIENTE E GESTÃO DO ESPAÇO PÚBLICO
.Chefe de Divisão
Dr. Luís Rafael
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO
Divisão Administrativa e Financeira
.Técnico Superior
Dr. Manuel Cavacas
Divisão de Gestão Comercial e Atendimento
• Chefeda Divisão
DrVanessaCiriIo
Divisão de Projetos e Cadastro
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng Maria Raquel Borda d’Água
Divisão de Qualidade, Ambiente e Equipamentos
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng Vitória Simões
OUTRAS PRESENÇAS
• Presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Alverca do Ribatejo
eSobralinho
• Secretário da junta de Freguesia da União das Freguesias de Alverca do Ribatejo
eSobralinho
técnicos 3/3
FI. Livro
______________
E fl.Ata 005
Reunião de 2020/01/08
Município
/
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n°_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INTERVENÇÃO DO SR. PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DA UNIÃO DAS
FREGUESIAS DE ALVERCA DO RIBATEJO E SOBRALINHO
Interveio o Sr. Presidente, dando início à reunião cumprimentando todos os
presentes, todos aqueles que seguem esta reunião de câmara via on-line, dando
um cumprimento muito particular ao Sr. Presidente da junta de Freguesia da União
das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, onde todos se encontram.
Prosseguiu, desejando a todos, nesta ocasiâo, como é a primeira reunião de 2020,
um excelente ano, no que diz respeito àquilo que se propõem fazer, que é ter
sempre uma perspetiva construtiva perante o trabalho autárquico que se tem que
desenvolver.
Terminou, dando a palavra ao Sr. Presidente da junta, Carlos Gonçalves, para
transmitir aquilo que achar oportuno.
Tomou a palavra o Sr. Presidente da junta de Freguesia da União das Freguesias de
Alverca do Ribatejo e Sobralinho, dando os bons dias a todos, endereçando ao Sr.
Presidente cordiais saudações, votos de um bom ano, endereçando, na pessoa do
mesmo, a todos os vereadores e todos os presentes, aos técnicos do município e à
comunicação social, um bom ano.
Continuou, mencionando que queria começar por colocar algumas questões, e a
primeira é congratular-se por aquilo que foi o esforço feito para resolver o
problema que afligia, não só a junta de freguesia, como os seus trabalhadores. É
aquilo que vem também hoje a reunião de câmara, o contrato de comodato entre a
câmara municipal e a junta de freguesia, na cedência do espaço onde atualmente
é o refeitório da junta, que irá permitir que os seus funcionários continuem a ter
um espaço para toma das suas refeições.
Pensa que foi um trabalho difícil, porque já se prolongava no tempo, mas
finalmente, depois do ano passado se ter estado na iminência de ter que largar o
espaço, congratula-se, sem dúvida nenhuma, por este momento ver que a junta
continua a poder utilizar o espaço.
Queria também colocar algumas questões, que são de alguma incidência na
freguesia, e começa pelas recargas betuminosas. O mau tempo tem agravado essa
necessidade, mas também já há e tinha sido identificado um conjunto de
aod 1 1/6
FI. Livro
______________
L
Ail RAta 006
U I\\ Reunião de 2020/01/08
Município ÂU Proc2
_____________________
de
•Vila Franca de Xira Deliberação n0_____________
Câmara Municipal
necessidades a nível das recargas betuminosas, com alguma proeminência e
incidência na estrada de Arcena. Pela movimentação na estrada de Arcena e o
estado em que está urge que o projeto que já se tinha visto para aquela área se
concretize o mais breve possível, porque a quantidade de buracos que abrem e as
condições que a estrada tem não permitem uma circulação em boas condições.
Inclusivamente nessa artéria, na Infante D. Pedro e na estrada dos Baltares, antes
do final do ano abriram bastantes crateras, tendo havido, se não se engana, 9 ou
10 acidentes. Pensa que se tem de evitar que isso aconteça e ser mais célere na
resolução desses pequenos problemas.
Relativamente às podas, ainda não se deu início às podas na freguesia, há um
conjunto vastíssimo de necessidades que já foram reportadas à câmara municipal,
e, como se está em tempo, urgia que se desse início à concretização desta
necessidade, porque há alguns pontos que são cruciais.
Também queria deixar um alerta, é que os tempos são diferentes, a última
tempestade que passou teve algumas incidências, com quedas de árvores,
felizmente não houve danos de maior a nível pessoal, mas houve a nível de bens e
património, e tem que se começar a olhar para um conjunto vastíssimo de árvores
de grande porte, com grande proximidade com as habitações e espaço privado,
vendo-se as suas condições e a necessidade de manutenção ou não.
Sobre o que aconteceu na zona dos SMAS, se a árvore tomba para a estrada teria
sido muito gravoso. Felizmente encostou-se ao edifício e ali se manteve, mas tem
que se acautelar. Os tempos são diferentes e é necessário verificar todo o espaço
arbóreo.
Queria ainda solicitar informação sobre o estado do processo do Casal da Carcaça.
No início do mandato fez-se uma visita ao espaço, foi-lhe dito que o processo
estava bem encaminhado, em fase de ultimação, e passado este tempo aquilo que
queria colocar é como é que está o processo, em que estado está. Sabe que
grande parte dos moradores já concretizou o pagamento da totalidade ou grande
parte desse valor e espera que as obras iniciem e se conclua todo esse processo.---
Depois, tem uma questão mais direcionada para o Sr. Vice-Presidente, relativa à
escola de Arcena, EB1. A junta solicitou o resultado das análises efetuadas em
setembro e outubro, até à data não foi dado conhecimento desse resultado, e o
aod 1 216
_____
F[. Livro
_____________
007
Reunião de 2020/01/08
Município À Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
que queria saber, que é uma preocupação da associação de pais daquela escola, é:
O que é que aconteceu com a qualidade da água durante esse período? Porque é
que não foi dado conhecimento dos resultados? Qual foi a necessidade urgente de
obras na sua rede de fornecimento de água junto da EB1 de Arcena?
Queria colocar uma outra preocupação, que é o agravamento, quer na recolha de
monos, quer na recolha de recicláveis, pois desde o final do ano que se tem
agravado e ainda não está normalizado. Tem tido oscilações, já houve um período
melhor, períodos piores, e neste momento a situação está outra vez caótica.
Também, mais uma vez queria fazer chegar que há locais na freguesia que
continuam ciclicamente a ser utilizados como aterro por particulares, quer no
Adarse, quer em Arcena, na rua Ivone Silva. Há ali um conjunto de espaços em que
simplesmente chegam carrinhas que descarregam monos, colchões, todo o tipo de
material, e tem que se verificar e tentar ter uma ação mais concreta para que isto
não continue a acontecer.
Na rua lvone Silva já foi identificada uma das viaturas, enviou-se a matrícula, quer
para a câmara municipal, quer para a PSP, porque é um crime público, não se pode
permitir que haja indivíduos que se aproveitem do espaço público para o utilizar
para os fins comerciais que têm, fazerem dali aterros sanitários ou seja o que for.--
Por último, relativamente à rua da Juventude, mais uma vez vem apelar para a
necessidade urgente de se rever a situação daquela artéria. Esta semana a junta
teve que intervir lá porque houve um novo abatimento na zona do passeio, em
frente ao lote 2. Está tudo oco, a qualquer momento pode haver ali uma derrocada,
pelo que há necessidade de se verificar o porquê desta situação, que já está há
algum tempo e tem-se estado a agravar, pois abre grandes crateras.
Mais uma vez abriu uma grande cratera, é claro que se consegue ali minimizar,
mas tem que se verificar o que é necessário fazer para que se dote aquela artéria
de alguma estabilidade.
Terminou, agradecendo.
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo e dizendo que depois responderá às
questões colocadas.
O Sr. Vice-Presidente interveio, referindo, relativamente à questão da rua da
Juventude, que se há assuntos, e são vários, na área do concelho, que o
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preocupam, este é um deles. já lá levou o DOVI - Departamento de Obras, Viaturas
e lnfraestruturas, na pessoa da sua diretora, que está nesta reunião ao lado do Sr.
Presidente da junta, os serviços do DOVI e os serviços dos SMAS estiveram em
conjunto no local, e depois também os moradores, que apareceram rapidamente,
porque os carros do município estão identificados, e bem, para fazer sentir as
preocupaçôes.
Já tinha dado essa informação noutro fórum, neste momento está-se a terminar já
o projeto global, porque vai existir ali uma intervenção global dos SMAS e do DOVI,
como é hábito, como se costuma fazer, para não virem os SMAS fazerem um
trabalho, depois o DOVI fazer outro, e é aí que está a levar um bocadinho mais de
tempo, na conclusão final deste projeto.
Como é seu hábito não irá dizer quando é que será executado, mas os projetos
estão em fase final e é um assunto que não está esquecido, está em cima da mesa.
Sobre a escola de Arcena, o Sr. Presidente já informou, não sabe porque é que a
informação não chegou ao Sr. Presidente da junta, devia ter chegado, porque
chegou a outras entidades que a solicitaram, nomeadamente os pais, e vai saber
porque é que não chegou.
Interveio o Sr. Presidente, após as questões colocadas pelos Srs. Vereadores,
referindo que o Sr. Presidente da junta colocou algumas questões, e algumas já
foram respondidas.
—
Quanto ao refeitório, de facto é mais um assunto que estava pendurado e
finalmente foi resolvido, como estava pendurado o armazém da Verdelha e foi
resolvido, como estava pendurada uma faixa do cemitério novo, que
indevidamente a câmara municipal ocupou, e que desde 1974, 1975, 1976, estava
pendurada e a câmara municipal resolveu, e nisto tudo vão cerca de 700 000,00€,
mas o executivo fá-lo porque entende que assim o deve fazer.
Quando é revindicado tudo e mais alguma coisa é preciso também ter a noção que
o dinheiro não é elástico e tem que se priorizar aquilo que é necessário. Para o
executivo o refeitório da junta de freguesia, para melhor comodidade dos
trabalhadores da junta, era uma prioridade, encontrou-se uma solução, essa
solução veio a reunião de câmara, é um ponto que está na ordem do dia e está
convicto que será aprovado por unanimidade e é mais uma questão que é
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resolvida com grande satisfação, julga, para todos.
Depois, o Sr. Presidente da junta falou, e o Sr. Vereador Nuno Libório também
falou, da questão da estrada de Arcena, e, para além daquilo que disseram, é
também uma intenção da câmara municipal avançar com um projeto junto à escola
de Arcena, em que, como o Sr. Presidente da junta sabe, a câmara municipal
adquiriu 3 lotes para requalificar toda aquela zona e não permitir a construção de 3
prédios, que era o que estava previsto ali, e assim vão-se resolver problemas, não
só de estacionamento, mas também de requalificação de toda a zona.
Naturalmente que a estrada de Arcena é uma das preocupações do executivo, e
que pretende resolver, bem assim como aquilo que o Sr. Vice-Presidente tomou
boa nota relativamente a algumas questões que advieram do mau tempo que
assolou o país e também em Vila Franca de Xira, felizmente sem as complicações
que houve em algumas zonas do país, mas, enfim, também houve problemas a
esse níveL
Quanto às podas, o executivo tem vindo a ter esta questão em atenção, tendo em
vista que avançou com um concurso que ficou deserto e agora vai novamente
retomá-lo. De qualquer modo, internamente vão-se resolver algumas das questões
mais urgentes em termos de podas de árvores.
Ainda há pouco, numa resposta que deu ao Sr. Vereador Mário Calado referiu
justamente os dados de 2019, e os dados de 2019 falam por si. Fez-se um trabalho
muito exaustivo e, se lhe perguntarem se foi um trabalho a 100%, duvida que
alguma vez se conseguirá fazer a 100%, porque há sempre situações para resolver.
Relativamente ao Casal da Carcaça, o Sr. Vice-Presidente falará, bem assim como a
questão da qualidade da água da escola de Arcena.
Efetivamente, também já respondeu a esta matéria numa pergunta que tinha sido
feita pela Sr Vereadora Cláudia Martins e, de facto, não se põem aqui questões
nenhumas relativamente à qualidade da água, o que era necessário fazer era
substituir a canalização, que já tinha muitos anos, provavelmente os anos iguais
àqueles que a escola tem desde a sua criação.
Foi referido que não há informação, a câmara municipal informou o agrupamento,
não tem a certeza se o agrupamento informou a associação de pais ou não, de
qualquer modo, se assim não foi informar-se-á naturalmente a associação de pais.
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A recolha de monos é uma matéria que foi já hoje colocada, e é complicada. A
câmara municipal tem vindo a fazer um esforço bastante grande e muito
significativo de aumentar a frota, de também admitir mais pessoas, não só
motoristas, como cantoneiros, porém, nestas alturas do Natal é sempre uma
dificuldade tremenda. Por um lado, por razões de saúde muitos trabalhadores
nesta altura faltaram, houve um dia que faltaram 17, e aí revela a dificuldade que
tudo isto acarreta, num planeamento que se tem para os diversos movimentos que
são necessários fazer.
Contudo, pensa-se a breve trecho ter este problema resolvido, e aliás, como o Sr.
Presidente da junta referiu, há picos, e está-se num pico que não se conseguiu
ainda resolver.
O Sr. Presidente falou sobre o Adarse, da rua Ivone Silva, de despejos que alguém
vem fazendo pela calada da noite, inclusivamente falou duma informação que
prestou à PSP, duma fotografia que foi tirada, e é isso que deve ser feito, é aquilo
que a câmara municipal faz, e tenta, de facto, contrariar esta situação, que não é
fácil de resolver, tendo em vista que se está perante pessoas que fazem do espaço
público um vazadouro.
É uma dificuldade que se tem, não só nesta zona do Adarse, mas noutros pontos
doconcelho.
Sobre a rua da juventude o Sr. Vice-Presidente já falou.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTAS ÀS QUESTÕES COLOCADAS PELOS SRS. VEREADORES NO PERÍODO
ANTES DA ORDEM DO DIA DA REUNIÃO DE CÂMARA ANTERIOR
Interveio o Sr. Presidente, referindo que vai passar a responder às questões que
não houve ocasião de responder na última reunião de câmara. Respondeu-se a
parte, e devido ao facto de se ter chegado ao fim da reunião de câmara sem ter
tempo para o efeito vai agora responder a algumas questões que foram colocadas,
neste caso pelo Sr. Vereador Nuno Libório.
Começa pela questão do apuramento dos custos da Gala do Desporto, e o que diz
é que essa é uma matéria que o Sr. Vereador António Félix está a apurar e a breve
trecho essas informações hão de chegar aos membros da CDU.
De qualquer modo, como já foi referido num outro momento, a alteração do lugar
teve a ver com questões de segurança. Uma das questões que o Sr. Vereador
colocou era o porquê da alteração do Ateneu para aquele local, e, efetivamente,
como deve ter constatado no Ateneu havia questões de segurança que se tinham
de ter em consideração. Por isso resolveu-se trazer a gala para o Cevadeiro, e é
claro que foram 3 dias, para além da gala, com outras iniciativas de caráter
desportivo.
Relativamente aos contentores da Bobadela, aquilo que pode dizer é que o que
sabe é o que tem aparecido na comunicação social. Por isso, o que de facto existe,
o que parece que existe, é que vai haver uma prorrogação relativamente à
empresa que gere toda aquela zona logística dos contentores. Não sabe se é assim
que vai ser ou não, mas é a informação que tem. De qualquer modo tem-se vindo a
acompanhar este processo e vai-se continuar, no sentido de verificar se sobre esta
matéria alguma coisa vai evoluir.
Relativamente ao cais fluvial, o que está previsto é este ano ter início,
inclusivamente o Sr. Vice-Presidente teve uma reunião com um dos responsáveis
da empresa em causa sobre esta matéria no final do ano passado.
A questão que o Sr. Vereador falou sobre o ramal rodoferroviário é uma matéria
que vai ter incidência quando as empresas se começarem a instalar na plataforma
logística. O executivo está convicto que esse arranque de instalação de empresas
possa acontecer este ano, aliás, em breve certamente os Srs. Vereadores vão
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começar a verificar a construção de grandes naves na plataforma logística.
Uma questão que é bastante importante e que o Sr. Vereador aqui também trouxe
é a do passe metropolitano, sendo, de facto, uma das maiores reformas sociais
desde o 25 de Abril, quase que arriscaria dizer, no entanto, obviamente que esta
iniciativa social tem de ser complementada com outra dimensão, que tem a ver
com a substituição e manutenção do material circulante.
Aquilo que quer dizer ao Sr. Vereador é que sobre esta matéria a câmara municipal
tem vindo, junto do Ministério das lnfraestruturas, a alertar para esta necessidade
e as dificuldades que existem, e nos fáruns em que o próprio representa a câmara
municipal obviamente que tem também feito essa referência, nomeadamente no
que diz respeito ao Conselho Metropolitano da Área Metropolitana de Lisboa e na
Associação Nacional de Municípios Portugueses.
Estas chamadas de atenção vão continuar a acontecer, no entanto está-se numa
fase, e esta fase é muito visível pelos tempos que correm, da aprovação ou não do
Orçamento do Estado, onde crê que todas as forças políticas vão ter uma palavra
bastante importante sobre esta matéria, da necessidade do Orçamento do Estado
ter em consideração as verbas necessárias para a substituição desta frota e
sobretudo a manutenção do transporte circulante.
Nas obras da EN1O, que o Sr. Vereador referiu, relativamente a alguns
constrangimentos, o Sr. Vice-Presidente depois falará.
Relativamente ao plano metropolitano e adaptação às alterações climáticas, quer
dizer ao Sr. Vereador que esse conjunto de 50 medidas vai ser visto em dois
planos, primeiro no Plano Municipal do Ambiente, que está em conclusão e há de
vir a reunião de câmara para análise e posteriormente à assembleia municipal
mas, sobretudo, estas medidas vão ter uma particular incidência naquilo que será
a revisão do Plano Diretor Municipal. Obviamente que são 50 medidas que não têm
a ver com todos os municípios metropolitanos, mas algumas têm a ver
naturalmente com o município de Vila Franca de Xira, e vai-se ter isso muito em
atenção.
O Sr. Vereador também falou sobre um requerimento que ia apresentar para ser
inscrito na ordem do dia, sobre a Quinta do Alferes e anexos, e quando se chegar
ao ponto hão de conversar, não vale a pena agora estar a despender seja o que for
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sobre esta matéria neste momento.
O Sr. Vereador Mário Calado colocou, sobre o jardim municipal, o problema da
papeleira que foi vandalizada, foi arrancada, mais um bocadinho vinha a árvore
atrás, ou o poste, enfim, é o que é, não vale a pena estar a tecer muitas
considerações. Na sua opinião o vandalismo só tem uma solução, é insistir em
repor aquilo que foi destruído, e foi o que se fez, portanto a papeleira já lá está.
Também, naquilo que referiu, na rua Nascimento Costa, um buraco na via, já foi
reparado, e agradece a chamada de atenção, que fez com que esta questão fosse
resolvida quase de imediato.
O Sr. Vereador colocou o porquê da instalação da ilha ecológica no local onde vai
ser colocada, na avenida dos Combatentes da Grande Guerra, sendo que da
análise técnica que foi feita é o local mais adequado, na medida em que não fica
em frente a nenhum comércio e a nenhuma habitação, parecendo o local mais
adequado. Não há locais adequados, como o Sr. Vereador sabe, porque as
infraestruturas do subsolo e outros condicionalismos para a colocação de ilhas
ecológicas não são fáceis, mas à câmara municipal pareceu, de facto, aquela a
solução mais indicada.
Relativamente à falta de iluminação nas ruas do Curado e Joaquim Pedro Monteiro
o Sr. Vice-Presidente falará, mas falará também sobre outras questões, o próprio
não se quer agora adiantar sobre as questões de iluminação pública.
Quanto à semaforização em Povos, neste momento está a funcionar de acordo com
aquilo que eram as expectativas da câmara municipal. Havia algumas dificuldades
com os operadores, que não cumpriam, e muitas das vezes arrancava-se com o
sinal vermelho, o que transformava e baralhava todo o sistema. Por isso havia
aquelas questões que o Sr. Vereador colocou. Neste momento, depois de reuniões
com o operador, e também melhorando os tempos, as coisas estão a funcionar
convenientemente, se houver alguma dificuldade pede ao Sr. Vereador que faça o
favor de transmitir.
No que se refere à estrada dos Remédios e àquela questão que o Sr. Vereador
referiu, o Sr. Vice-Presidente também falará, sobre a falta da reposição do piso.
Quanto aos abates de árvores, queria dizer ao Sr. Vereador Mário Calado, mais
uma vez, e dirá as vezes que forem necessárias, obviamente, que as árvores só
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são abatidas em última circunstância. Aliás, o Sr. Presidente da junta, muito bem,
hoje, referiu que de facto há medidas que se têm de tomar para mais tarde não se
vir a ter problemas. Felizmente, com o mau tempo que houve, não houve
problemas graves no concelho, mas poderia ter havido. Muitas das vezes as
árvores aparentam um aspeto saudável mas não estão, estão ocas por dentro e
têm problemas graves.
A câmara municipal começou com este trabalho no segundo semestre de 2018 e,
só para dar uma nota ao Sr. Vereador, em 2019 abateram-se 451 árvores,
plantaram-se 1419 e podaram-se 1259, pelo que efetivamente tem-se vindo a
estar atento a toda esta problemática, mas há milhares e milhares de árvores e
não é um trabalho simples. Mesmo quando estava na descentralização para as
juntas de freguesia estas também não tinham condições de, na plenitude, fazerem
todo o trabalho que era necessário fazer.
Depois, a Sr Vereadora Cláudia Martins falou sobre o enchimento de um declive na
entrada de um prédio em Povos, essa matéria já está resolvida, e falou também
numa questão sobre a escola de Arcena, que foi colocada pelo Sr. Presidente da
junta de freguesia agora mesmo. Aquela é uma escola que ao longo dos anos tem
tido muitos milhares de euros de manutenção, é uma escola que já tem alguns
anos e naturalmente que precisa, da parte da câmara municipal, de uma atenção
muito particular. É uma escola com características muito próprias, da construção
que era feita naquela altura, mas efetivamente a câmara municipal tem vindo a
fazer muita manutenção.
Relativamente à questão que a Sr Vereadora colocou sobre a qualidade da água, o
Sr. Vice-Presidente também poderá falar disso, se assim o entender, mas foram
feitas pelos SMAS análises das águas e não há nenhuma situação, de acordo com
as análises que foram feitas, de perigo para as crianças e todos aqueles que estão
naquela escola ou que haja perigo para causa humana relativamente à qualidade
daágua.
—
Fez-se a substituição da canalização porque já estava prevista no plano de
trabalhos e aproveitou-se a interrupção letiva do Natal para o fazer. A canalização
já era bastante antiga e mais tarde ou mais cedo tinha que ser substituída, mas
isso não tinha a ver muito com aquilo que foi uma preocupação de todos,
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principalmente dos pais, que já tiveram essa informação também. Portanto, diga-se
que as questões estão todas resolvidas a esse nível.
A Sr Vereadora também falou da questão da falta de auxiliares, e aquilo que lhe
pode dizer, e vai repetir novamente, é a questão dos rácios. A câmara municipal
cumpre, tenta cumprir, e aliás, vai começar a cumprir, porque é bom que se diga
que só ontem à noite (e isto é muito curioso, as datas são muito curiosas, muito
curiosas mesmo, mas a vida é mesmo assim, não vale a pena sobre essa matéria
estar-se muito amargurado, é o que é e ponto final), finalmente, já tarde, saiu a
publicação das listas para a entrada do pessoal não docente nos mapas de pessoal
da câmara municipal.
De maneira que a partir de agora ir-se-ão cumprir religiosamente os rácios que
estão estabelecidos nessas mesmas listagens. Não se vai fazer mais, nem se vai
fazer menos, mas vai-se fazer melhor, porque efetivamente a questão da
descentralização de competências na área da educação tem em vista justamente
que as coisas corram melhor, e o próprio não tem dúvida nenhuma que vão correr.
Pese embora “ventos e coriscos” a câmara municipal vai fazer um trabalho melhor
do que aquele que é feito, no entanto não se pode substituir àquilo que são as
regras instituídas pelo Ministério da Educação, que são os critérios pelos quais são
definidos os rácios. Por isso, os rácios são aqueles e são aqueles que se vão
cumprir. Como a Sr Vereadora já referiu, no início deste ano letivo colocaram-se
30 assistentes operacionais nas escolas do concelho, e se assim não fosse se
calhar as dificuldades tinham sido muito maiores.
Por outro lado, na ordem do dia esta matéria também está referida, com um ponto
sobre auxiliares de ação educativa, que é um pedido de autorização para se poder
ter a possibilidade de na listagem do respetivo concurso ir buscar mais auxiliares,
em caso de necessidade de as distribuir pelos diversos agrupamentos.
Em relação à EB2,3 de Vialonga, o município tem feito tudo o que está ao seu
alcance para que as obras finalmente se iniciem. Hoje mesmo, depois desta
reunião de câmara, o próprio vai para Lisboa, para uma reunião com a Sr
Secretária de Estado da Educação, a seu pedido, e já tinha pedido há algum tempo.
Foi concedida hoje e se tivesse sido concedida de manhã não poderia estar nesta
reunião, porque julga, com todo o respeito, que era mais importante estar com a
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Sr Secretária de Estado e colocar as preocupações e dúvidas da câmara
municipal. Por isso mesmo, uma das matérias que lá vai colocar também tem a ver
com todas estas questões dos rácios.
Efetivamente este processo da publicação das listas deveria ter sido mais célere,
porque desde 1 de setembro que se estava à espera que as listas saíssem. Houve
um compromisso da DGEstE que efetivamente as listagens saíam a 31 de
dezembro, não saíram e todo este processo atrasou-se até ao dia de hoje. De
qualquer modo, a partir de agora é com a câmara municipal, que vai tratar bem,
como trata todos os trabalhadores que estão na câmara municipal.
Quanto às questões que o Sr. Vereador Carlos Patrão colocou, há umas matérias
que o Sr. Vice-Presidente vai referir relativamente à ponte Marechal Carmona,
sobre as juntas de dilatação, piso, pintura e, sobretudo, sobre a iluminação da
própria ponte. São matérias que o Sr. Vice-Presidente depois irá explicar, na
medida em que, como o Sr. Vereador sabe, são questões importantes que levantou
mas não têm a ver com a câmara municipal, no entanto o Sr. Vice-Presidente
depois falará.
Sobre a semaforização em Povos, já falou, e sobre as questões da recolha, em
particular naquilo que o Sr. Vereador referiu do Pingo Doce, em Vila Franca de Xira,
o Pingo Doce tem uma recolha própria. De qualquer modo, os serviços municipais
têm vindo a analisar se as regras que estão instituídas nessa recolha própria estão
a ser cumpridas ou não, sendo que depois da chamada de atenção que o Sr.
Vereador fez mais uma vez os serviços estiveram a analisar a questão.
Finalmente, sobre as vivendas da Solvay, a fiscalização municipal esteve no local,
fez a informação relativamente ao que observou, e também se tem a informação
de que a Brigada de Proteção do Ambiente, que se chama BRIPA, da PSP, também
esteve no local.
Deste modo, este assunto das queimas de alguns produtos da demolição está a ser
acompanhada, não só pela fiscalização municipal, mas também, neste caso, pela
brigada de ambiente da PSP.
Terminou, passando a palavra ao Sr. Vice-Presidente para a questão da iluminação,
da reposição do piso ao pé da ABEl — Associação para o Bem-Estar Infantil da
Freguesia de Vila Franca de Xira e também da ponte Marechal Carmona.
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Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, agradecendo ao Sr. Presidente e, na sua
pessoa, cumprimentando todos os presentes, assim como quem segue a reunião
via lnternet.
Começaria, se o Sr. Presidente lhe permitisse, pela questão final, a ponte Marechal
Carmona. Assim, quem habitualmente segue as reuniões de câmara, já no anterior
mandato, sabe que é um assunto que ultrapassa a câmara municipal, mas, à
semelhança do que se tem feito noutras situações de protocolo e colaboração com
as entidades oficiais a nível da administração central, a câmara municipal
entendeu na altura, e o próprio transmitiu-o, já por várias vezes, assumir a
responsabilidade da iluminação pública da ponte. Quando se fala da ponte não é só
do tabuleiro, porque a do tabuleiro está ligada, parte, é dos tabuleiros de acesso do
lado da reta do Porto Alto e do lado de Vila Franca de Xira.
Na totalidade, essas luminárias que se encontram desligadas são cerca de 48, no
tabuleiro da ponte e nos pilares, da responsabilidade da lnfraestruturas de
Portugal, e o próprio sublinha que é responsabilidade da lnfraestruturas de
Portugal, porque aquilo é uma infraestrutura que não é da câmara municipal. No
entanto, a câmara municipal, para ter uma capacidade de resposta ao nível de
iluminação, fez sentir junto da lnfraestruturas de Portugal que desde que a
iluminação se encontre devidamente reparada e certificada pela EDP, e volta a
sublinhar, certiflcada pela EDP, poderia ser enquadrada no contrato de concessão
da câmara municipal, com todas as vantagens, e uma é a manutenção imediata.---
Certo e sabido é que, tanto o próprio, como o Sr. Presidente, com vários assuntos
da área do concelho, onde esteve este, já estiveram duas vezes reunidos com a
administração da lnfraestruturas de Portugal, em Almada, em que a própria
administração, em reunião, muito solícita, aliás as duas administraç6es, dão
indicações aos serviços, à sua frente, para a execução imediata, só que esta
execução imediata já lá vai com cerca de 4 anos. Isto passa pela colocação dum
cabo de alimentação que foi desviado da estrutura da ponte, e tem que ter cuidado
com as palavras, sendo que, por ironia do destino, o cabo foi retirado em carga, à
data, o que demonstra uma determinada especialidade de quem executou este
trabalho de manutenção. Daí a alimentação não se verificar nestas luminárias,
tanto a montante como a jusante.
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O próprio foi buscar a manutenção da ponte porque, como o Sr. Vereador falou e o
Sr. Presidente referiu, a câmara municipal fez já sentir a necessidade de
manutenção da estrutura da ponte à Direção-Regional da IP porque, como já
referiu no início, esta responsabilidade não cabe à câmara municipal. Cabe à
câmara municipal fazer sentir por viva voz e por escrito estas preocupações da
respetiva manutenção.
Teve uma reunião no final do ano com o diretor-regional de manutenção, por
outros assuntos na área do concelho, onde este assunto estava, e mais uma vez
lhe foi dito, mas vale o que vale, com o devido respeito pela entidade e pelas
pessoas, que no primeiro trimestre estaria executado. já confirmou junto da EDP,
parece-lhe que o processo está encaminhado, mas aqui, quem já conhece, vai-se
aguardar. “como São Tomé”.
Se o Sr. Presidente lhe permite, na questão da EDP ia buscar também as ruas do
Curado e loaquim Pedro Monteiro, em Vila Franca de Xira, porque partem também
de uma situação de um cabo que ardeu a nível subterrâneo. Teve conhecimento
que se vai iniciar dentro de poucos dias uma primeira fase de manutenção na zona
do largo da Estação, com colocação de parte de um cabo, mas a questão com a
EDP é uma questão em que convém todos estarem bem cientes, como a da lP. São
entidades de manutenção com que a câmara municipal trabalha e paga à cabeça.
A câmara municipal não discute orçamentos, a câmara municipal, propriamente, e
o sistema funciona assim, participa as irregularidades à EDP, a EDP, por sua vez,
responde, não tão rápido como se gostaria, dizendo ‘sim senhor, para executar o
trabalho é necessário fazer o projeto e nem sei quantos, e custa X”, e na câmara
municipal imediatamente é dada a autorização de pagamento, porque o processo
só anda com o chamado pagamento à cabeça, senão não anda.
Aqui começa uma caminhada longa, que não é entendida pelos munícipes, não é
entendida pela câmara municipal e não é entendida por quem gere. Os serviços
municipais de manutenção e os seus responsáveis de direção constantemente
estão a questionar a EDP, o próprio pediu uma listagem no final do ano dos
serviços que estão pagos à EDP e não executados e neste momento tem uma
listagem de 48 serviços, que vêm de 2018, que não estão executados, mas estão
pagos. Isto já levou a graves aborrecimentos entre a câmara municipal, na sua
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pessoa, e o diretor-regional de manutenção da EDP, e não dá. As questões são
fundamentadas com empreiteiros e subempreiteiros, e recorda que na época de
Natal de 2018, na estrada da Estação, em plena época natalícia, um
subempreiteiro com obra no local, que também ardeu, porque pura e
simplesmente a EDP se atrasou num pagamento, foi-se embora, deixou a obra
aberta. São factos constatáveis por todos, por si, no local, lá se conseguiu resolver
a situação, mas a câmara municipal tem de estar atenta.
Isto vai obrigar, mais uma vez, a câmara municipal a tomar uma posição muito
dura junto da EDP, porque se está a falar de muitos trabalhos e não há qualquer
justificação, porque eles estão pagos, ponto. Estão pagos, não estão é executados.
Já informou o Sr. Presidente e vão-se ter de tomar outras atitudes mais duras junto
da EDP, porque a paciência, como se costuma dizer, diz o povo português, “tem
limites”, O próprio será dos primeiros a compreender a insatisfação das pessoas,
partindo do princípio que a câmara municipal cumpre aquilo que lhe é exigido.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, pedindo a palavra, tendo o Sr. Presidente
pedido desculpa, mas dizendo que depois o Sr. Vereador terá oportunidade, mais à
frente, de colocar alguma dúvida que ainda subsista. Procurou-se dar as
informações o mais pormenorizadas e objetivas, mas o executivo não tem a
veleidade de pensar que não haja ainda alguma dúvida, dúvida essa que o Sr.
Vereador, na sua intervenção, poderá colocar.
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de / AI!Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DO SR. PRESIDENTE
- PROJETOS “BRIGADA DO AMARELO” E “QUAL É
O SEU PAPEL?”
Interveio o Sr. Presidente, referindo o lançamento dos projetos “Brigada do
Amarelo” e “Qual é o seu papel?”, dizendo que a câmara municipal, como é
habitual, e em parceria com a Valorsul, vai assinalar, no próximo dia 16 de janeiro,
quinta-feira, pelas 10h00, na EB1 do Forte da Casa, o lançamento da edição deste
ano dos projetos “Brigada do Amarelo” e “Qual é o seu papel?”.
Nos próximos meses estarão em curso estes dois projetos de sensibilização
ambiental, que alertam para a importância da deposição seletiva de embalagens e
de recolha de papel em condições de reciclagem.
No projeto “Brigada do Amarelo” vão participar 35 escolas, num universo de cerca
de 7182 alunos. No caso do projeto “Qual é o seu papel?” estarão envolvidas 15
escolas e 3892 alunos, e em ambos os projetos estão envolvidos alunos desde o
pré-escolar ao 32 ciclo do ensino básico.
Se os Srs. Vereadores quiserem dar o prazer da sua presença, é dia 16 de janeiro,
quinta-feira, pelas 10h00, na E81 do Forte da Casa. Na sua opinião são projetos de
grande importância e relevância para a melhoria ambiental do concelho.
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41 a,42 ReurflãodeO2O/o1/O8
Município ‘ti) /1Í Proc2
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Vila Franca de Xira f Deliberação n2_____________
Câmara Municipal 1
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DA SR VEREADORA HELENA PEREIRA DE JESUS
- GALA DA
UNIVERSIDADE SÊNIOR
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, cumprimentando todos os
presentes, através da pessoa do Sr. Presidente, e também aqueles que seguem a
reunião via on-line, referindo que nesta sua intervenção queria dar nota que vai ser
realizada a Gala da Universidade Sénior, para comemoração dos 15 anos da
Universidade Sénior de Vila Franca de Xira, que decorrerá no próximo dia 17 de
janeiro, uma sexta-feira, entre as 18h00 e as 20h00, no pavilhão multiusos, em Vila
Franca de Xira. Participarão cerca de 300 pessoas, entre professores, alunos,
familiares e amigos convidados pelos mesmos.
O programa integra atuações musicais e declamação de poesia, sendo também o
momento para prestar homenagem a alguns elementos de relevo da Universidade
Sénior, como os primeiros professores e os primeiros alunos da mesma.
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4111 RAta 022ÀiI Reunião de 2020/01/08
Município ProcQ
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Vila Franca de Xira j Deliberação n
Câmara Municipal J
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DA SR VEREADORA FÁTIMA ANTUNES - CONCERTO DE ANO NOVO
Interveio a Sr Vereadora Fátima Antunes, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes, e os que seguem a reunião em casa, através da
transmissão on-line, aproveitando também para, na sua primeira intervenção deste
ano, desejar a todos um bom ano de 2020.
Continuou, referindo que se realiza no próximo sábado, dia 11 de janeiro, pelas
16h00, o tradicional concerto de ano novo, uma organização em parceria com a
câmara municipal e sempre com uma instituição do concelho, estando este ano a
cargo da banda da Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense, que decorrerá no
edifício-sede desta associação cultural.
A estrada é livre, limitada à lotação do espaço, estando todos desde já convidados
aassistir.
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iifl RAta 023
L1IV Reunião de 2020/01/08
Município Proc
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DO SR. VEREADOR ANTÓNIO FÉLIX
Interveio o Sr. Vereador António Félix, dando os bons dias e cumprimentando todos
os presentes, nesta sua primeira intervenção, para assistirem a mais uma reunião
de câmara, bem como todos aqueles que em casa, via lnternet, têm a possibilidade
de assistir, e obviamente dando, não apenas aos presentes, mas a todos em casa,
os desejos de um muito bom ano de 2020.
Prosseguiu, começando por referir que o município de Vila Franca de Xira recebeu
o galardão de Município Amigo do Desporto pelo quarto ano consecutivo, sendo
desta forma reconhecido o investimento municipal no desenvolvimento desportivo
do concelho. Aliás, tem consigo o diploma que foi entregue nesta cerimónia.
Este é um prémio criado pela Associação Portuguesa de Gestão do Desporto e pela
Sociedade Social, uma empresa especializada na área da certificação da qualidade,
e foi entregue no passado dia 20 de dezembro, em Vila Franca de Xira, no âmbito
da realização do 12 Seminário Municípios Amigos do Desporto, no qual estiveram
presentes cerca de 70 municípios, oriundos do continente e ilhas.
O galardão de Município Amigo do Desporto procura potenciar o desenvolvimento
desportivo português, através do reconhecimento das boas práticas e da sua
divulgação junto de outros territórios.
Também, na mesma cerimónia, o Projeto de Natação Adaptada para Alunos com
Necessidades Educativas Especiais da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira foi
distinguido com um Programa de Desporto Adaptado Municipal Recomendado
2019, recebendo-se uma placa a reconhecer isso mesmo.
Finalmente, nos próximos dias 17, 18 e 19 de janeiro a Piscina Municipal de Vila
Franca de Xira vai ser o local para a realização do Campeonato Nacional de Master
Open de Inverno.
Esta iniciativa resulta da parceria estabelecida entre a Federação Portuguesa de
Natação e a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, num evento que contará com
a presença de cerca de 1 000 atletas e largas dezenas de clubes provenientes de
todo o país.
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Município / ‘15 AI) Proc2
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
COLOCAÇÃO DE QUESTÕES PELOS VEREADORES NO PERÍODO ANTES DA ORDEM
DODIA
Interveio o Sr. Presidente, passando a palavra aos membros da CDU, dizendo que
bem sabe que vão dizer que o tempo é pouco, mas está atento a isso e não quer
deixar de lhes dar a oportunidade de dizerem o que lhes aprouver.
De qualquer modo, não vê outra metodologia senão esta, e se se for
suficientemente eficaz é possível ouvir as perguntas e dar as respostas. Contudo,
vai dar mais tempo do que aquele que é o habitual para que possam colocar as
questões.
A Sr Vereadora Regina janeiro interveio, dizendo que o Sr. Presidente poupou-lhe
uma frase, efetivamente, quando deu a palavra aos membros da CDU, às 10h12,
poupo-lhes um minuto, e ainda bem que vai ser tolerante.
Contudo, queria dizer-lhe que pensa que há outra solução, que é, dentro da hora
poder haver limitações de intervenções e ser dividido, claramente, pelo número de
vereadores. Não tem que estar de acordo, está só a dizer ao Sr. Presidente que
havia outra hipótese. O Sr. Presidente vê essa e está a sugerir-lhe que haja outra,
mas não tem que estar de acordo.
Na democracia é bom até que se tenham opiniões diferentes e normalmente é do
confronto de opiniões e divergências de opinião que surgem as melhores soluções.
Não tem nenhuma questão, está só a dizer que há, ou esta solução, ou a outra
solução, que é efetivamente poder dividir os tempos e haver um cronómetro, como
há em inúmeras reuniões, em que quando passa o tempo acabou a oportunidade
de intervenção.
Dirá o Sr. Presidente que fica o debate político limitado, e está completamente de
acordo com o mesmo, mas pensa que assim também fica, contudo, vai-se
crescendo.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que já tentou trazer uma solução para a
questão dos tempos, e provavelmente vai voltar ao tema, porque efetivamente as
perguntas devem ser feitas e respondidas na mesma altura, e isso só se
conseguirá fazer com tempos, de facto. De maneira que provavelmente vai voltar
ao tema, porque as pessoas que estão a ouvir, não só presencialmente, como
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1 MJIÀ Reu&ãodeO2O/O1/O8Município 7 7) 1v Proc2
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também em casa, têm o direito de não estarem, passados 15 dias, a ouvir as
respostas das perguntas que se fizeram 15 dias antes.
Assim, tentar-se-á encontrar uma soluçâo.
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/ A/O Reuno de 2020/01/08
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INTERVENÇÃO INICIAL DA SR VEREADORA REGINA JANEIRO
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dando os bons dias ao Sr. Presidente, Srs
e Srs. Vereadores, Sr. Presidente da junta, e a mais um elemento do executivo
presente, trabalhadores do município, jornalistas e aqueles que fazem o árgão
câmara municipal ter sentido existir, que é a população, dizendo que enquanto
vereadora, e em representação do grupo de vereadores da CDU, é com muito
orgulho que veem uma sala completamente cheia de pessoas que vêm perceber
como é que é a vida democrática do concelho, vêm defender os seus interesses, e
está a falar diretamente para os mesmos, porque é para eles que trabalham e é
para eles que estão presentes de 15 em 15 dias nestas reuniões.
A democracia quis que o executivo da câmara municipal tivesse pessoas a tempo
inteiro e pessoas que não estão a tempo inteiro, e existem porque se quis
claramente que mesmo aqueles que não estão a tempo inteiro possam ter
oportunidade de intervir e decidir sobre a vida. Não faz pois sentido para os
membros da CDU não ter público na reunião, também foi por isso que propuseram
que houvesse transmissões on-line e que em casa as pessoas pudessem
acompanhar, e não encontraria melhor forma de ter a primeira reunião pública do
ano senão com uma casa cheia de gente.
É isto que faz sentido, agradece ao público a sua presença e, já agora, convida-o a,
sempre que possa, acompanhar as reuniões fisicamente ou pelo menos em casa. --
Assim, o último cumprimento é efetivamente para aqueles que estão em casa.
Depois, porque se está em janeiro, os Reis ainda foram na segunda-feira e também
porque é a primeira reunião de câmara, deseja que este seja um bom ano, em que
a qualidade de vida melhore, quer através do facto dos ordenados poderem ser um
pouco mais aumentados, quer pela melhoria dos serviços de qualidade de saúde,
de transportes, de intervenção social, da resolução dos problemas concretos das
populações, mas também, naturalmente, que se traga mais emprego para o
concelho, evitando as deslocações que infelizmente a maior parte das pessoas faz,
as deslocações pendulares que ocupam uma grande parte do dia e não permitem
ter a qualidade de vida que seria desejável, quer com a família, quer para os
próprios.
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á, RAta 027
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Município
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de JI’JVila Franca de Xira 1’ Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a Sr Vereadora Regina janeiro falou de
muitas questões no início da sua intervenção, não vai fazer comentários a isso, a
democracia é o que é, e, de facto, cada órgão municipal ou autárquico faz aquilo
que lhe parece que é adequado.
O Partido Socialista tem um acordo de incidência política com a Coligação Mais, a
CDU tem, em algumas freguesias, o mesmo acordo, de maneira que não vem mal
ao mundo, é da vida, e estar sempre a falar da mesma coisa no seu ponto de vista
não tem um grande sentido.
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• AH RAta 028
Reunião de 2020/01/08
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
HOSPITAL DE VILA FRANCA DE XIRA — —
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que a primeira questão que os
membros da CDU gostariam de colocar ao Sr. Presidente tem a ver com o hospital
deVfla Franca deXira.
Crê que todos, no dia 18 de dezembro, ouviram as notícias no Tribunal de Contas a
elogiar a gestão do hospital de Vila Franca de Xira, aliás, a dizer claramente que foi
o segundo melhor hospital em termos de gestão do país, a seguir ao hospital de
Braga, onde aquilo que se avalia é o que se poupou ao Estado, e crê que todos
ficaram contentes por um lado, mas, por outro lado, ficaram na dúvida de como é
que se consegue poupar em saúde, ou o que é que se está a fazer de diferente
para se poder ser melhor que os outros naquilo que diz respeito à saúde.
No entanto, no final, passados 15 dias estava-se a ouvir dizer que não havia
capacidade de resposta para as urgências. Não é que as urgências tivessem
fechado, porque isso nunca pode acontecer, é que as únicas entidades que podem
gerir o acesso às urgências, que são o INEM e os bombeiros, informam “não, a
nossa urgência vai estar fechada durante 10 horas porque não temos capacidade
deresposta”.
Continuou, dizendo que viu agora o Sr. Fernando Caio, e estava à procura do
executivodeAlverca.----- — — —
Prosseguiu, mencionando que se ouve “muito boa gestão”, mas, passados 15 dias,
10 horas de encerramento das urgências do hospital de Vila Franca de Xira. Volta a
dizer que, quando se diz encerramento, é encerramento para os veículos de
urgência. Uma urgência hospitalar nunca pode fechar para nenhum utente que se
desloque sozinho, nunca, isto é impossível, pelo que não se vá também brincar
comaspalavras.
Fez-lhe lembrar uma frase que também leu no jornal nesta altura do ano, que foi:
“O IPO, em 2019, deu prejuízo.” Neste sentido, perguntou-se: Algum dia alguém
estará à espera que o cancro dê lucro? Pensa que não.
Assim, que se façam equilíbrios entre aquilo que se elogia como grande gestão e
aquilo que depois faz com que não se consiga receber, e repare-se que houve calor
na época natalícia, temperaturas acima da média, não houve chuva, não houve
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Ah RAta 029(fIM Reunião de 2020/01/08
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picos de gripe, não houve nada que justificasse que uma urgência tivesse entrado
emcolapso.
Neste sentido, como entidade que deveria presidir ao conselho da comunidade, e
sabendo-se que a câmara municipal está sozinha nesta representação, e não está
sozinha, mas representa-se a si própria, pouco mais, crê que são apenas muito
poucas entidades, pensa que tem de saber mais sobre o que é que se passa. Pensa
mesmo, tendo em conta que a câmara municipal assumiu esta responsabilidade,
nem todas a assumiram, que precisa de perceber mais, efetivamente, no que é que
se poupou, porque é que se poupou, como é que se conseguiu poupar, até porque
há exemplos ao nível do país, e também porque é que a seguir se está 10 horas
sem capacidade para receber as pessoas que vêm em veículos de emergência e de
urgência médica. —
—
Interveio mais tarde o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que tem só mais duas
questões, e, como o Sr. Presidente pode ver, está a ser bastante rápido.
Referiu o Sr. Presidente que os últimos a falar têm sempre esta dificuldade.
Disse o Sr. Vereador Carlos Patrão que pelas contas, e tem estado a cronometrar,
ainda só falou 5 minutos e vai concluir muito rapidamente a sua intervenção.
Mencionou o Sr. Presidente que o Sr. Vereador pode falar mais, se quiser.
Referiu o Sr. Vereador Carlos Patrão que não, fala aquilo que é o estritamente
necessário.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que é o que deveria ser sempre, e o Sr.
Vereador que faça o favor de continuar.
Prosseguiu o Sr. Vereador, referindo uma questão em que gostaria de ter alguma
reflexão e comentário do executivo, que é sobre o funcionamento do hospital nos
últimos tempos.
O Bloco de Esquerda sabe que tem havido alguns picos de utilização das urgências
por parte dos utentes, o que levou ao encerramento das mesmas. Sabe também
que há problemas de articulação entre o hospital e os centros de saúde, pelo
menos foram essas as queixas que o Bloco de Esquerda ouviu por parte da ARS
-
Administração Regional de Saúde. Sabe que parte das competências dos centros
de saúde vão passar para a câmara municipal, portanto, gostaria de saber como é
que a câmara municipal se preparou e pensa resolver estes problemas de
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• A Reurâo de 2020/01/08
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Câmara Municipal
articulação.
O Bloco de Esquerda tem tido vários contactos da comissão de utentes do centro
de saúde da Castanheira do Ribatejo, e sabe que neste centro de saúde há vários
problemas graves, desde as pessoas não conseguirem marcar consultas, o que
depois pode levar à sobrecarga das urgências do hospital.
Há problemas também de falta de médicos nesse centro de saúde, havia falta de 1
médico, agora parece que há falta de 2 médicos, porque um parece que se vai
embora, pelo que a situação não é famosa, e nestas alturas de maiores problemas
na saúde das pessoas vai tudo desembocar nas urgências do hospital de Vila
Franca de Xira, que pelos vistos não está preparado para o efeito.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que se está perante um excelente
hospital, e isso é identificado, neste caso, pelo Tribunal de Contas. Não se trata de
menos dinheiro ou mais dinheiro, trata-se, no seu ponto de vista, de uma questão
de gestão. Muitas das vezes aquilo que se ouve do Serviço Nacional de Saúde, etc.,
se calhar tem muito a ver com isso, e por outras razões também, obviamente,
investimento de mais recursos humanos, etc.
—
Sobre aquilo que se passou, e depois pede à Sr Vereadora Fátima Antunes para
complementar, foi uma situação que por vezes acontece em surtos deste tipo, e há
com a ARS um protocolo nestas situações, em que as pessoas, numa situação de
dificuldade, possam ser transferidas para outros hospitais. É uma coisa normal
para, ao fim e ao cabo, facilitar a vida às pessoas, para não estarem ali horas, e
muitas horas, à espera de serem atendidas.
Contudo, a Sr Vereadora Fátima Antunes depois falará ainda sobre esta matéria.--
Interveio a Sr Vereadora Fátima Antunes, para tentar responder a algumas
questões que foram colocadas relativamente ao que aconteceu do acionamento do
plano de contingência do hospital de Vila Franca de Xira. Assim, de facto, o
hospital, enquanto hospital inserido na rede hospitalar da Administração Regional
de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, e em articulação com esta entidade, tendo
registado uma elevada afluência de utentes ao serviço de urgência no dia 30 de
dezembro, solicitou temporariamente ao CODU
- Centro de Orientação de Doentes
Urgentes, o encaminhamento de doentes para outros hospitais da zona de Lisboa.
-
Este acionamento do plano de contingência está previsto e tem como objetivo a
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Câmara Municipal
prestação de cuidados de saúde com a melhor qualidade possível, garantindo
desta forma também a segurança dos cuidados que são prestados. Nos últimos
dias, e veio à comunicação social, também este procedimento foi ativado no
Hospital Fernanda Fonseca, no Hospital de São José, e há que ter sempre presente
que a urgência não fechou, no caso dos doentes que se dirigiam pelos seus meios
à urgência eles eram atendidos.
No entanto, tendo em atenção, sobre estes doentes que são encaminhados pelo
CODU, que se trata certamente de casos, na maioria das vezes, que são mais
complicados, a complexidade dos cuidados que têm que ser prestados exige, em
todos ou quase todos, internamento e outros cuidados mais diferenciados, e
estando os serviços de internamento, pela afluência anormal que se registou neste
período, com a sua lotação esgotada, não era possível internar mais pessoas.
Neste sentido, era muito mais favorável, para que as pessoas tivessem a sua
situação, que era urgente, resolvida e com a maior segurança, serem
encaminhadas para outro hospital. De facto, o que interessa a cada uma das
pessoas, em particular, é que sejam tratadas e da melhor forma possível, seja no
hospital de Vila Franca de Xira ou noutro hospital, para o qual o CODU e os serviços
de emergência as encaminhavam.
Relativamente à articulação com o ACES - Agrupamento de Centros de Saúde,
verificou também isto, e neste período em concreto não se verificou, por exemplo,
um aumento dos doentes que se dirigiam à urgência, com pulseira verde ou azul, o
que poderia refletir que não estariam a receber a resposta que é habitual nos
centros de saúde, e que com a falta de resposta tinham que se encaminhar para os
serviços de urgência. Há que ter em conta que não se tem a lotação de médicos
que é ideal em todos os centros de saúde, no entanto, tem-se vindo cada vez mais
a ter esta situação melhor resolvida, com a colocação de cada vez mais médicos de
família nos centros de saúde.
Não se deverá confundir a questão do acionamento deste plano de contingência
com as questões de boa ou má gestão, como aqui foi um pouco aflorado. A saúde
não será certamente para dar lucro, mas tem que se ter sempre presente a boa
qualidade da prestação de cuidados. Esta é uma questão fundamental, que nunca
deve ser descurada, mas há que otimizar os recursos e tem de haver certamente
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1 Reuno de 2020/01/08
Municipio / JflJ ProcQ
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Câmara Municipal
preocupação do equilíbrio das contas. O hospital de Vila Franca de Xira, como foi
reconhecido pelo Tribunal de Contas, tem conseguido este equilíbrio de contas,
prestando cuidados de saúde de qualidade, como também se tem conhecimento
pelo que é reconhecido internacionalmente, pelas entidades que o acreditaram.----
A câmara municipal está sempre atenta e acompanha estas situações, em
articulação, quer com o hospital, quer com o ACES, no sentido de resolver as
questões que surgem e procurando garantir a prestação segura de cuidados de
saúdeaosmunícipes.
Relativamente à questão que o Sr. Vereador Carlos Patrão colocou do centro de
saúde da Castanheira, a informação que tem é que todos os médicos de família
estão colocados, quer na USF - Unidade de Saúde Familiar, quer na USCP
- Unidade
de Cuidados de Saúde Personalizados da Castanheira. Se houve alguma alteração
nestes últimos dias, vai tentar saber, mas a informação que tem não é essa, é que
estão de facto todos os médicos colocados.
Relativamente à marcação de consultas, a câmara municipal tem vindo a articular
com a diretora executiva, no sentido de se resolver, e pela informação que tem
está mais relacionado com questões administrativas do que com a falta de
médicos, porque as dotações têm estado todas garantidas.
Terminou, dizendo que vai, a seguir, tentar saber se houve alguma alteração da
colocação de algum médico que terá saído nos últimos dias.
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ti Reuno de 2020/01/08Município Proc
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de EVila Franca de Xira j Deliberação n2_____________
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
FALTA DE RESPOSTAS A QUESTÕES COLOCADAS PELOS MEMBROS DA COU NA
REUNIÃO DE 2019/12/18 - ESCOLA DA ARMADA E GALA DO DESPORTO
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que o Sr. Presidente respondeu
às perguntas que entendeu de há 15 dias atrás, e 15 dias não, um bocadinho mais,
porque houve o Natal e o ano novo, respondeu às que conseguiu responder, houve
outras que claramente não respondeu, nem no dia da reunião de câmara, nem
hoje.
Portanto, o que diz ao Sr. Presidente é que os custos que estão a ser gastos com a
antiga Escola da Armada continuam por entregar há muito tempo, há muito, há
meses.
Também colocou uma questão sobre uma sugestão que os membros da CDU
tinham feito um ano antes, em que o Sr. Presidente disse que ia pensar sobre uma
lembrança de Natal aos trabalhadores do município. Há um ano e um mês, quando
a colocaram, e está em ata, disse claramente que iria equacionar, iria perceber até
como é que era nas outras câmaras da área metropolitana, a própria colocou-lhe a
questão e o Sr. Presidente não respondeu.
Depois, há também, até porque tinha a questão para colocar, e já é a terceira vez
que os membros da CDU a colocam, e terceira vez é mais de mês e meio, os custos
com a Gala do Desporto. Os custos com a Gala do Desporto, de uma câmara
municipal que se diz tão eficaz e eficiente na sua gestào, complica-lhes um bocado,
sabendo os mesmos que na administração pública têm que se fazer requisições
sobre tudo e concursos públicos ou consultas prévias sobre tudo. Portanto, não é
possível, a não ser que haja uma urgência, mas no dia 22 de novembro, mesmo
que houvesse urgência já tinha que ser pago, e faz-lhes confusão como é que no
dia 8 de janeiro, mais de mês e meio depois, se continuam a tentar apurar os
gastos. Faz-lhe muita confusão.
—-
Sabem que se mudou de local, que se quis fazer uma gala melhor e fez-se, mas
não se vão esquecer de continuar a insisitir, e o Sr. Presidente perceberá, até
porque sabe que se estão a insistir é porque têm informação sobre a despesa geral
do desporto. Se têm essa informação, e muita da informação sobre as despesas da
autarquia todos podem acompanhar, diria que quase todos podem acompanhar, o
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RAta 034
1 Reunião de 2020/01/08
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Câmara Municipal
Sr. Presidente que não lhes atrase mais essa informação, porque quanto mais
atrasa mais dúvidas se levantam, naturalmente, do lado dos membros da CDU.
O Sr. Presidente sabe melhor que a própria, e toda a gente que aqui está, muito
público presente, que na administração pública se têm que fazer requisições, os
serviços, o primeiro técnico, tem que pedir e preencher uma ficha a dizer que quer
fazer ou quer adquirir um serviço para fazer, a seguir tem que ter autorização do
seu superior hierárquico, depois do vereador, e para muitas das coisas tem que
haver consulta pública, até na lnternet. Assim, isto aconteceu no dia 22 de
novembro, e é impossível que os custos não estejam apurados, a não ser...
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que deu as respostas, as respostas podem não
ter sido efetivamente do agrado dos membros da CDU, e aquilo que esperava era
que hoje colocassem novas questões e, eventualmente, depois dizerem que das
respostas dadas ainda ficou esta questão, outra e outra. Era aquilo que esperava,
mas o que espera e a realidade muitas vezes é completamente distinto. De facto,
estar agora a dar também uma lição de contabilidade ao executivo não lhe parece
que tenha algum sentido, mas a Sr Vereadora Regina janeiro que continue.
Prosseguiu a Sr Vereadora, referindo que o Sr. Presidente sabe que não lhe está a
dar lição de contabilidade, nem dará lição sobre absolutamente nada. Sabe
perfeitamente, com os anos que tem de gestão, e naturalmente que a própria
acredita que continue a pensar que aprende, mas não será da mesma que vai ter
lições, nomeadamente a este nível. Não quer dizer que não aprenda com o Sr.
Presidente e o Sr. Presidente não aprenda consigo certas coisas, mas está a falar
para as pessoas, é uma reunião pública de câmara.
Disse o Sr. Presidente que se aprende sempre.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que desde que o Sr. Presidente lhe passou a
palavra até agora passaram 8 minutos, foi interrompida duas vezes e vai terminar.
Colocou a questão da Gala do Desporto porque estava nas questões que tinha para
colocar, e como o Sr. Presidente deu essa resposta pensou que não deveria colocar
depois, deveria ser aqui.
—
Não tem mais nada para dizer, espera que tenha ajudado na construção
democrática daquilo que é a reunião de câmara e não, pelo contrário, atrasar,
como de alguma forma foi dito.
—
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,34) Reuno de 2020/01/08Municipio IT) Ái ProcQ
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Vila Franca de Xira 91 Deliberação n2
Câmara Municipal 1
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Interveio depois o Sr. Presidente, mencionando, sobre os custos da Escola da
Armada, que se falará, e a Sr Vereadora já aqui também lembrou como é que as
coisas se fazem, principalmente para as coisas que não sabe. O executivo sabe
como é que as coisas se fazem, obviamente, e essa informação há de ser prestada
emtempooportuno.
Sobre os custos da Gala do Desporto diz a mesma coisa.
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FLAta 036
Reunião de 2020/01/08
Município AV Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
VISITA ÀS FREGUESIAS - CASAL CABREIRO - ZONA ALTA DE ARCENA - ALVERCA DO
RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libário, cumprimentando todos os presentes,
agradecendo pelo uso da palavra, desejando também, como é óbvio, bom ano e
que tudo de bom corra a cada um dos presentes, individualmente, às suas famílias
e ao futuro do país, no âmbito das responsabilidades que também têm na Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira.
Indo direto à questão, os membros da CDU fizeram, coma habitualmente, uma
visita à freguesia de Alverca do Ribatejo, assim como à freguesia do Sobralinho, e
que se repare neste pequeno pormenor, recusam-se sempre a identificar estas
terras como união de freguesias, mas um dia a justiça será reposta, a bem da
devolução das juntas de freguesia para as populações do concelho.
A partir disso cumprimenta os representantes autárquicos da freguesia ou das
freguesias, hoje integradas numa união de freguesias, que infelizmente não
consegue responder, não por vontade da força política que dirige a gestão da
autarquia, mas por incapacidade de meios daquilo que há para fazer junto das
populações.
Uma das questões que verificaram na última sexta-feira, quando visitaram a
freguesia de Alverca do Ribatejo, designadamente a zona alta de Arcena, foi uma
surpresa para os vereadores eleitos pela CDU, porque, quando se fez a aprovação
de uma delimitação da zona alta de Arcena, denominada Casal Cabreiro, já no ano
de 2018, foi-lhe dada a garantia que as obras de infraestruturas estavam
devidamente planeadas ou estavam numa fase final do seu planeamento e que
nada iria prejudicar mais o desenvolvimento para a reconversão em definitivo
desta área urbana de génese ilegal.
Este é um processo antigo, como os presentes se recordam, a câmara municipal
iniciou-o a partir da revisão do Plano Diretor Municipal, e foi exatamente já no
longínquo ano de 2011 que foi aprovada finalmente a delimitação da área,
portanto, está-se a falar efetivamente de uma reconversão que já tem o seu
tempo.
Quer assinalar um outro momento, que foi o de 2016, em que a câmara municipal,
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Fl.Ata 037
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Município Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal 1
com o acordo da comissão de administração da AUGI, informou que se estava em
condições de aprovar o estudo de loteamento. Falou no ano de 2018 porque, no
ano de 2018, na sequência da verificação de algumas incompatibilidades na
demarcação dos lotes, foi feita uma nova alteração com vista ao redefinir do limite
da AUGI, uma vez que não coincidia com o limite cadastral da propriedade. Não vai
entrar nas questões de natureza técnica, até porque as mesmas, tudo leva a crer,
deverão estar devidamente confirmadas no terreno e com os proprietários, se
assim não é, que a câmara municipal o diga.
A questão de fundo e a preocupação maior que têm é, de facto, terem constatado
que a rede de águas não está executada, conforme era a expectativa das pessoas,
que a rede de saneamento ainda não existe para todos os coproprietários, que os
arruamentos, por sua vez, também ainda não se encontram concluídos, e com a
informação que dispõem, de que a maioria, para não dizer a quase totalidade dos
coproprietários, já terá feito a liquidação dos compromissos financeiros que devem
honrar para com a câmara municipal.
Por isso, o que diz ao Sr. Presidente, ao Sr. Presidente do conselho de
administração dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento, é que
perguntam diretamente à câmara municipal e aos SMAS o seguinte: O que é que
leva neste momento a haver um novo adiamento para a concretização das
infraestruturas, que são uma parte importantíssima para a reconversão urbanística
desta área urbana de génese ilegal?
Os membros da CDU estiveram lá e, de facto, é confrangedor, aliás, crê que o Sr.
Presidente terá ido também há cerca de um ano atrás, na companhia do Sr.
Presidente da junta, ao mesmo local, e constatou aquilo que constataram.
Portanto, neste momento é um local intransitável, para além de inexistência de
infraestruturas de garante para a habitação e habitabilidade das pessoas, pelo que
é uma preocupação que querem deixar, para a qual solicitavam os devidos
esclarecimentos.
—
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vereador falou na devolução das
juntas de freguesia, e este é um processo que provavelmente, a nível da
Assembleia da República, certamente tem que se colocar, e depois logo se verá
como é que poderá evoluir.
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ReunodeOO/O1/O8
Mucípio 42 4 ProcQ -
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Vila Franca de Xira Deliberaçao n°_____________
Câmara Municipal
Sobre o Casal do Cabreiro o Sr. Vice-Presidente falará, mas não pode deixar de
referir que ao longo destes anos todos muitos dos loteamentos tiveram que ser
alterados, porque não foram feitos convenientemente, e queria, sobre esta
matéria, ser um bocadinho parco em palavras.
Por isso, teve que se alterar tudo, pôr tudo como deve ser, e ao longo destes anos
todos conseguiram-se resolver muitíssimas situações. Grande parte, em termos de
aprovação de loteamentos e alvarás, está concluída, há outras matérias que ainda
não se conseguiu resolver, como este caso, mas pode dizer que desde o mandato
passado até ao presente mandato o trabalho que se desenvolveu foi bastante
grande e terá todo o gosto, a breve trecho, de dar uma informação detalhada de
tudo, de qual é o processo relativamente às AUGI.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dizendo que a informação que tem, porque também
esteve a ver umas notas, o Casal Cabreiro, o Casal da Carcaça e o Casal da Colher
já estão adjudicados a um projeto global. Tiveram que se juntar, para não se
estarem a fazer processos parcelares, onde as questões que o Sr. Vereador Nuno
Libório colocou estão consideradas.
Esteve a ver a nota, e se não está para adjudicação, estão lá perto, estes 3 casais.
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/ ‘ 44 Reuno de 2020/01/08Município n 1 Proc2
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de 1Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal 1
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
OBRAS NA AVENIDA INFANTE DOM PEDRO - ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que é verdade que os membros da
CDU, em quase todas as reuniões da câmara municipal, levantam problemas
relacionados com a mobilidade ou a falta de mobilidade no concelho de Vila Franca
de Xira. Também é verdade que são parte daqueles que defendem a aposta séria
no transporte público, mas, indo às infraestruturas que ainda não existem no
concelho, e tendo em conta também perspetivas de obras que já foram anunciadas
pela câmara municipal, designadamente uma delas, na avenida Infante Dom
Pedro, com 120 dias de obra, a pergunta que fazem é a seguinte: Que alternativas
estão pensadas, projetadas, quando se iniciar esta obra?
A avenida Infante Dom Pedro, em Alverca do Ribatejo, é neste momento uma das
vias mais intensas do ponto de vista do tráfego rodoviário e pedonal, e tem que ser
imediatamente estudada uma solução. Bem sabe que as obras são necessárias,
que trazem os seus incómodos, mas também todos sabem que, para artérias ou
locais tão movimentados como é o caso deste, é preciso encontrar alternativas.
O que diz ao Sr. Presidente, com tempo ou com o tempo devido é que esta
situação seguramente terá sido estudada, e perguntam, então, num caso concreto,
na avenida infante Dom Pedro e da sua obra prevista: Quais são as alternativas
possíveis?
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vereador falou sobre uma questão
que o Sr. Vice-Presidente também poderá falar, que são as muitas obras que se
estão a fazer em todo o território, nomeadamente que se vão fazer também em
Alverca.
São obras de grande complexidade, e o Sr. Vereador reconheceu isso, o que revela
que efetivamente é conhecedor de todas estas problemáticas, sendo que se vai
tentar, por todos os meios, encontrar soluções, não só para a Infante Dom Pedro,
mas também, e sobretudo, a requalificação da EN1O, em Alverca do Ribatejo. Tem-
se conversado com o Sr. Presidente da junta, vai-se continuar a fazê-lo, porque
antes das obras começarem tem que se saber, da parte do Sr. Presidente da junta
e do seu executivo, que alternativas é que se têm à mão para minorar as
situações.
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Há duas rotundas para construir, uma no início da estrada da Estação, outra junto à
Casa de São Pedro, são tudo situações difíceis, muito difíceis, mas para se
conseguir melhorar a mobilidade, conforme se pretende fazer, logicamente que as
pessoas vão ter que compreender as dificuldades e a complexidade destas obras. -
No entanto, naturalmente que se vai fazer tudo para minorar a situação.
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de IIVila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal /
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ABOLIÇÃO DE PORTAGENS NAA1
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que naturalmente os membros da
CDU têm que hoje colocar ao Sr. Presidente a questão da abolição de portagens,
porque não é só um problema de Alverca, é um problema de Alverca, é um
problema das freguesias que utilizam ou dos habitantes que utilizam a
autoestrada, é um problema para o desenvolvimento do concelho.
Como o Sr. Presidente disse, às vezes as chamadas de atenção acontecem, mas
não se está na fase de chamadas de atenção, é preciso ser-se mais diligente, é
preciso ser-se mais assertivo, e crê que o Sr. Presidente compreenderá, quanto ao
arrastar de soluções, como seja a abolição de portagens, que, goste ou não goste
terá que lhe recordar que não foi abolida na última legislatura por culpa do Partido
Socialista, que se recusou a acompanhar uma iniciativa do grupo parlamentar da
CDU, que neste momento, no novo quadro parlamentar, agora perguntem e
devolvam a questão ao Partido Socialista: Para quando a abolição das portagens? --
Questionou o Sr. Presidente se o Sr. Vereador está a perguntar ao próprio.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que com certeza, é do Partido Socialista,
não está a fazer perguntas a outra pessoa que não seja o presidente da câmara.
Portanto, esta matéria tem que ser resolvida, a bem do desenvolvimento do
concelho de Vila Franca de Xira.
Disse o Sr. Presidente que não é deputado, o Sr. Vereador está a confundir as
coisas, é presidente da câmara.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Ubório que com certeza, mas dizendo que também
é preciso que o presidente da câmara, eleito pelo Partido Socialista
-
Interrompeu o Sr. Presidente, dizendo que vai falar com toda a honestidade, e pede
desculpa por interromper o Sr. Vereador.
Pediu o Sr. Vereador Nuno Libório ao Sr. Presidente que diga, pois já o interrompeu.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo desculpa, de qualquer modo, mas é só para
clarificar as questões. Assim, em primeiro lugar estão as suas funções enquanto
presidente da câmara, e sempre que tiver de colidir, seja com o que for, é a sua
função em prol da defesa dos interesses da população. Por isso, aquilo que uns
fazem e outros não fazem, não tem nada a ver com isso.
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042jI 1 Reunião de 2020/01/08
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de C61IÍVila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libério, referindo que os membros da CDU
colocaram a questão ao Sr. Presidente como presidente da câmara, e como
presidente da câmara tem obrigação de sentir esta como uma preocupação do
concelho de Vila Franca de Xira. Há uma coincidência, de facto, é porque é também
do Partido Socialista. Não é uma coincidência, é o resultado eleitoral que lhe
conferiu a responsabilidade, mas, por favor, que não venha para aqui com esse
tipo de “queixinhas”, que os do Partido Socialista de Lisboa são melhores ou piores
que os do Partido Socialista de Vila Franca de Xira.
O que é preciso é resolver o problema e aquilo que disse é rigoroso, o problema da
abolição das portagens, hoje, mantém-se por culpa do Partido Socialista, repete,
porque não quis acompanhar uma iniciativa parlamentar da CDU na Assembleia da
República, no último quadro legislativo. Isto é rigoroso, goste-se ou não se goste de
ouvir, mas merece ser dito até se encontrar definitivamente vontade política,
porque é uma questão de vontade política que está em causa, não é o interesse,
nem a ganância da Brisa, que se pode sobrepor aos interesses particulares e gerais
de desenvolvimento do concelho de Vila Franca de Xira.
Interveio de novo o Sr. Presidente, referindo que aquilo que pode dizer é que o
presidente da câmara e o seu executivo, do Partido Socialista, estão de acordo com
a abolição das portagens, e não diz mais nada que isto. Reafirma que estão a favor
da abolição das portagens na Ai até ao limite do concelho.
Sobre o resto cada um faz aquilo que achar, pensa que o Ministério das
lnfraestruturas deve rever esta situação, deve rever a situação de pelo menos
minorar todas as dificuldades que acontecem em Alverca, que é a construção do
nó do Caniços e também do nó do Sobralinho. São matérias pelas quais o executivo
já pediu reuniões com o Sr. Ministro, teve uma reunião com o Sr. Secretário de
Estado, onde também colocou estas matérias, pelo que todas se complementam,
na necessidade de melhorar a mobilidade no concelho.
Agora, a abolição das portagens num troço da Ai, que se considera autoestrada,
no ponto de vista do executivo é uma via rápida, porque funciona bem até Aveiras
de Cima, mas depois, se acontece um acidente, uma coisa qualquer, é de facto
uma situação muito complicada até Lisboa. Por isso, a abolição das portagens é, no
ponto de vista do executivo municipal, uma necessidade.
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411) Reo de 2020/01/08Município /47 4/ Proc2
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Vila Franca de Xira j Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REPERFILAMENTO DA ESTRADA DE ARCENA
- ALVERCA DO RIBATEJO
—
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que o Sr. Presidente da junta de
freguesia já colocou esta questão, os membros da CDU já perderam a conta às
vezes que solicitaram informação, apresentaram recomendações, e têm-lhes sido
sistematicamente dadas informações de que é para breve.
A estrada de Arcena, a chamada estrada de Arcena, que assegura a ligação
pedonal, rodoviária, entre a parte alta da cidade de Alverca do Ribatejo, Arcena e o
centro da cidade de Alverca, que é o Brejo, não tem condições de trânsito
adequadas.
Está em causa a própria segurança rodoviária, na medida em que os passeios há
muito carecem duma intervenção, não de melhoramento, mas de integral
renovação. A estrada está num estado intransitável e é preciso urgentemente dar
consequência a um projeto que já tem mais de 10 anos, que é o de reperfilamento
de estrada deArcena.
—
Prosseguiu, dizendo que naturalmente se está a falar de investimentos, mas se há
prioridade para investir esta não pode ser uma prioridade uma vez mais adiada.---
Interveio o Sr. Presidente, após as questões colocadas pelos Srs. Vereadores,
dizendo que sobre esta estrada já se falou.
—
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RAta 044H1J( Reunião de 2020/01/08
Município 44/ Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal j
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CEMITÉRIO DE ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que gostava de terminar com mais
duas questões, já está a sofrer a pressão do tempo, mas pede também, da parte
do Sr. Presidente, alguma tolerância para esse efeito.
Prosseguiu, dizendo ao Sr. Presidente, duma forma muito direta, que na última vez
que os membros da CDU colocaram este assunto pareceu-lhes haver algum
desenvolvimento e convergência no sentido da evolução urbanística do terreno do
cemitério desativado de Alverca do Ribatejo.
É à câmara municipal que compete resolver também esta questão, é na câmara
municipal que se encontram os meios legais para o efeito e é na câmara municipal
que existem os meios financeiros para levar a efeito a transladação daquilo que
precisa de ser transladado, para. se garantir a desativação, tendo em vista a
entrega e outorga deste terreno aos Bombeiros Voluntários de Alverca do Ribatejo.
Assim, pergunta, num contexto de mais de metade do mandato: Já se está em
condições de assumir publicamente, com a junta de freguesia, com os bombeiros e
com a população de Alverca, o honrar de um compromisso de há muitos anos, de
entrega deste terreno, em condições, como é óbvio? Em condições pressupõe as
diligências que todos conhecem para que o cemitério deixe de existir tal como hoje
seconhece.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que reafirma aquilo que já disse ao Sr.
Presidente da junta, que a câmara municipal está disponível para o ajudar a
resolver o problema, agora, não pode é dizer: “Isso é com a câmara municipal, a
câmara municipal que faça”. Já viu muitas afirmações públicas a esse nível, e não é
assimqueistofunciona.
Portanto, aquilo que funciona é uma parceria objetiva, concreta e adequada, de um
terreno que não é propriedade da câmara municipal, é propriedade da junta de
freguesia, mas em que o próprio, publicamente, já manifestou várias vezes que a
junta de freguesia só por si não tem condições para resolver o assunto.
A câmara municipal está disponível para resolver, mas há ali matérias difíceis de
resolução, nomeadamente no que diz respeito aos jazigos. Para as campas é mais
fácil, até porque pensa que o Sr. Presidente da junta já está na posse da descrição
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Município %11 ‘ Proc
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Vila Franca de Xira j d Deliberação n2
Câmara Municipal
de todos quantos ali estão sepultados, e no fundo aquilo que já disse ao Sr.
Presidente da junta é que o levantamento das campas e transferi-las para o novo
cemitério é uma matéria em que a câmara municipal está disponível para o efeito.
Contudo, que não se tenham ilusões, é um processo que vai durar muito tempo,
tem-se é a obrigação dos espaços que vão sendo resolvidos deverem ser, de
imediato, cedidos aos bombeiros.
Pensa é que deve haver uma decisão, e sobre isto vai dizer uma coisa que não
sabe se já foi feita ou não, e pede desculpa se está a errar, uma decisão do órgão
assembleia de freguesia e da junta de freguesia, uma decisão de quando os
terrenos estiverem devolutos serem somente cedidos para os bombeiros de
Alverca e não para outra função.
Não sabe se isso já foi feito ou não, sinceramente, mas pensa que pelo menos esta
tomada de decisão política era importante para os bombeiros. Não sabe se já foi
feita e, se não foi, do seu ponto de vista sugere que seja feita, e isto sem querer
estar a imiscuir-se em negócios que não são da responsabilidade da câmara
municipal. Pensa que seria interessante, se calhar, os bombeiros terem este
conforto, que julga que ainda não tiveram.
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RAta 046
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de 1Vila Franca de Xira { II Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REFORÇO DE TRANSPORTES PÚBLICOS NO CONCELHO
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que os membros da CDU até
solicitaram, aos apoios técnicos da câmara municipal, se poderia haver condições
para o efeito, mas o Sr. Presidente que lhe permita, não este jogo de circunstância,
mas que, através do telemóvel, que já agora também é da câmara municipal, lhe
mostre, e não vai poder fazê-lo, como é óbvio, aos munícipes presentes, porque os
meios não o permitem, um vídeo da tentativa de entrada de utentes dos
transportes públicos de ontem, às 18h43, com destino a Azambuja, e que passava
pelo concelho de Vila Franca de Xira.
Pede que o Sr. Vice-Presidente possa, por favor, “checkar” as fotos e o vídeo.
Interrompeu o Sr. Presidente, dizendo que o Sr. Vereador já lhe mostra.
Prosseguiu o Sr. Vereador, mencionando que fica a disponibilidade, sendo que
ontem, às 18h43, várias dezenas de utentes dos transportes públicos nas estações
centrais de Entrecampos, com destino a Vila Franca de Xira, não conseguiram
entrar às 18h43, com o destino acertado para o concelho de Vila Franca de Xira.
Portanto, há aqui um problema grave, complicadíssimo, de mobilidade, por
inexistência de reforço de oferta por parte da lnfraestruturas de Portugal,
designadamente de oferta rodoviária da responsabilidade da REFER.
Neste momento isto não se resolve só com chamadas de atenção, até porque,
como o Sr. Presidente disse, uma das maiores conquistas... -
Interrompeu o Sr. Presidente, referindo que se faz com dinheiro.
Continuou o Sr. Vereador, dizendo que se faz com dinheiro e com vontade política
para o efeito, porque, se há contas certas para com os bancos e os banqueiros,
tem de haver também contas certas para investir nos serviços públicos, que é
aquilo que não existe.
Queria dar só alguns números, e crê que o Sr. Presidente também os deve
reconhecer como bons, que dizem respeito ao concelho de Vila Franca de Xira.
Repare-se que só no mês de novembro foram vendidos mais 764 000 novos
passes. Neste momento, a contabilidade da AML - Área Metropolitana de Lisboa,
abrangendo o concelho de Vila Franca de Xira, regista um aumento de 17,9% de
validações registadas.
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0V Fl.Ata 047
Reunião de 2020/01108
Município ju Proc2
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de IIVila Franca de Xira j Deliberação n_____________
Câmara Municipal
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Para terminar, só durante o ano de 2019, e esta é uma crítica para todos aqueles
que diziam que este era um processo impensável, que era doloroso do ponto de
vista financeiro, insustentável e tecnicamente impossível, foram transportados 562
milhões de passageiros em todos os operadores do serviço público de transportes.
Afinal o PCP e a CDU tinham razão, este processo de entrada em vigor do passe
intermodal só peca por tardio, mas, porque há um mas muito importante que não é
colocado à posteriori, e da parte dos mesmos foi sempre colocado logo à partida, é
preciso investir na renovação da frota, é preciso reforçar a oferta de transportes, é
preciso garantir que no âmbito dos contratos novos de concessão quer-se
efetivamente reforço de oferta.
—
Portanto, o Sr. Presidente que deixe que lhe diga que é preciso no concelho ter
uma câmara municipal na AML, no Governo e em todas as entidades onde a
questão da mobilidade se discute, a defender os interesses de mobilidade no
concelho. Ainda hoje foi confrontado com mais fotografias, em que volta a repetir
aquilo que sempre disse ao Sr. Presidente, em Vila Franca de Xira entra-se com
dificuldade, em Alhandra consegue-se entrar, em Alverca do Ribatejo fica-se em
pé, e quando se chega à Póvoa de Santa Iria muitos não conseguem entrar no cais
de embarque.
Este é o drama diário das pessoas que utilizam os transportes públicos no
concelho.
Interveio o Sr. Presidente, referido, sobre os passes intermodais, a necessidade de
renovação da frota e melhorar os meios circulantes, que não pode estar mais de
acordo com tudo isso que o Sr. Vereador acabou de referir, e é uma matéria que
naturalmente está no plano de interpelação ao Sr. Ministro das lnfraestruturas para
lhe colocar, apesar de já por escrito ter feito chegar essa situação. Também a
outros níveis já várias vezes referiu este assunto, não só na Área Metropolitana de
Lisboa, como também na ANMP -Associação Nacional de Municípios Portugueses.--
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RAta 048
1:?; 14 Reunião de 2020/01/08Municipio Ai’ Proc2
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Vila Franca de Xira J Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PRAGA DE POMBOS - ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dando os bons dias e cumprimentando, na
pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, bem como que houve a reunião em
casa, desejando a todos, naturalmente, um ano novo de 2020 com muita saúde,
sobretudo.
Vai ser muito telegráfico, vai até voltar a falar, praticamente, de lugares comuns, e
os membros da CDU estão a falar mais uma vez disto da trágica praga de pombos,
na sequência da visita que fizeram a Alverca e Sobralinho.
Vai até dizer, numa nota muito simples, que numa das escolas que visitaram, a
EB1 da Quinta das Drogas, não se admira nada que a infiltração que acontece no
teto, apenas uma, porque verificou, tenha a ver exatamente com pombos, dada a
quantidade de pombos que estão alojados no teto.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que não sabe o que dizer, é uma matéria em
que se tem vindo a trabalhar, com uma solução que está implementada no terreno,
mas cuja eficácia é relativa, e ver-se-á o que é que se pode fazer, apesar de
considerar que se está perante uma questão de saúde pública. Como tal, o
Governo devia, sobre esta matéria, legislar e encontrar as soluções adequadas.
Hoje em dia as coisas têm uma acuidade completamente diferente nas abordagens
das questões dos animais, não sabe, há um problema de pragas com os javalis, e
pensa que de uma vez por todas têm que se tomar as atitudes adequadas para o
efeito, senão não sabe, convive-se com isto duma maneira que não se sabe bem
comoéqueseháderesolver,
Para isso é preciso, de facto, encarar isto como problemas de saúde pública e
legislar em conformidade, é a sua opinião.
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RAta - 049
1 Reunião de 2020/01/08
Municipio 1f/ Proc2
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Vila Franca de xira 1.
.. Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RECOLHA DE MONOS - ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, mencionando que o Sr. Presidente da União
das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho já referiu nesta reunião a
história da recolha de monos, e, de facto, continua a ser um problema nesta
freguesia, como em muitas outras.
Lembra que no final da festa das janeiras, na Fábrica das Palavras, quando deu a
volta por Vila Franca de Xira e foi à avenida 25 de Abril, de frente à estação, viu lá
uma montanha de monos, que admite que tenha a ver com aquilo que o Sr.
Presidente também tem dito, as pessoas, de facto, não têm cuidado nos dias em
que devem ser colocadas determinadas matérias.
Viu lá uma montanha de coisas, as coisas que estavam depositadas na ilha
ecológica tinham quase 3m de altura, e é muito desagradável todos os dias estar a
assistir a situações deste estilo, pese embora admita que, de facto, como o Sr.
Presidente também às vezes refere, as pessoas não têm o cuidado com os dias e
os horários a que devem ser colocadas determinadas matérias.
Interveio o Sr. Presidente, após as questões colocadas pelos Srs. Vereadores,
referindo que já falou sobre este assunto.
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19. Livro
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Reu rào de 202 0/01/08
Município jfl 1/ti Proc2
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de ;tlJ1Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
JARDIM JOSÉ ÁLVARO VIDAL
- ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que vai voltar rapidamente a outro
assunto, os membros da CDU gostariam de saber o ponto da situação sobre a
requalificação do Jardim José Álvaro Vidal, em Alverca, e, naturalmente, com a
implicação da valorização do monumento ao 25 de Abril que o jardim integra.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que se pensa, em 2020, completar, não diz a
100%, mas diria quase a 100%, o jardim José Álvaro Vidal.
Sobre a questão que o Sr. Vereador coloca, há algum tempo falou até com o Sr.
Vereador Nuno Libório, depois, mais tarde, com o atual presidente da junta de
freguesia, Carlos Gonçalves, sobre o monumento ao 25 de Abril que lá está.
Não vai falar sobre as considerações e aquilo que falaram, são conversas de
caráter pessoal e devem ficar nesse âmbito, ponto final, no entanto, quanto àquilo
que pretende fazer, pensa que o monumento ao 25 de Abril, no sítio em que está
tem pouca visibilidade e pouca dignidade. Por outro lado, também não se enquadra
naquilo que se pretende fazer em termos da reabilitação e do próprio jardim.
Por isso, a posição do executivo municipal, conforme já disse, tanto na câmara
municipal, como na assembleia municipal, é relocalizar o monumento ao 25 de
Abril para uma zona superior, mais vis(vel e mais adequada.
Há uma plataforma, que aqueles que estão mais identificados com o jardim
conhecem, que está na sequência da própria piscina de Alverca, que é uma zona
que efetivamente tem mais visibilidade, pelas muitas pessoas que ali passam, e
pensa que era muito mais adequada.
Depois, naturalmente, era reabilitar o próprio monumento.
Assim, é isso que se pretende fazer em 2020.
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Município /•“ Proc2
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Vila Franca de Xira j 1 Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CEDÊNCIA DO CAMPO DA MARINHA AO ALHANDRA SPORTING CLUB—
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, mencionando, rapidamente, que parece que
vai ser cedido o campo da Marinha ao Alhandra Sporting Club, e o que os membros
da CDU perguntam, muito sucintamente, é o que é que vai ser feito ao terreno que
entretanto já se tinha cedido ao mesmo clube.
já agora, perguntavam se relativamente a esta nova questão e nova solução há
alguma previsão para a data de assinatura do protocolo.
O Sr. Presidente interveio, dizendo que obviamente a câmara municipal vai
encontrar uma solução provisória, não é uma situação definitiva, é uma solução
provisória. já falou muitas vezes sobre este assunto, já disse que era um erro
comprar aquele terreno que o Alhandra Sporting Club muito desejava, que queria e
vincou que era ali que tinha de ser, mas pronto, infelizmente a realidade veio dar
razão à câmara municipal. O terreno é aquele, foi comprado, foi cedido ao Alhandra
Sporting Club, no entanto, para avançar com as obras para a implantação ali de um
campo para a prática do futebol o aterro tem que sair de lá.
Sempre disse “olhe, nós compramos o terreno, cedemos o terreno, mas as
questões de caráter de passivo ambiental não são connosco”, porque tinha a
consciência do que ali estava. Foi dito que não havia problema, e aliás, como se
calhar os Sr. Vereadores se recordarão, um vice-presidente de então disse que isso
não era problema, que ele tratava de tudo, está em ata.
—
Referiu o Sr. Vice-Presidente que era vice-presidente do Alhandra.
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que é vice-presidente do Alhandra,
evidentemente, e as coisas não são assim, de maneira que estas questões de
facilitismo depois dão nisto.
De qualquer modo, não perde a esperança de um dia o campo ir para o sítio onde o
Alhandra sempre preconizou, mas agora há, naturalmente, outras dificuldades que
se têm de ultrapassar e há aqui uma solução provisória, de utilizar o campo de
futebol que existia na Armada, mas é meramente provisório.
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Município / 1) 41/ Proc
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
UNIÃO DESPORTIVA VILAFRANQUENSE - CAMPO DE JOGOS
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo-se a um assunto ligado ao
desporto, dizendo que leu com muita atenção uma notícia, que aliás achou muito
interessante, até pela quantidade de esclarecimentos e abordagens que houve,
relativamente ao campo de jogos da UDV e à problemática relacionada com o
futebol e o facto da UDV/SAD estar numa dimensão um pouco superior e, por essa
via, os habitantes da cidade de Vila Franca de Xira e do concelho não poderem,
como desejariam, assistir aos jogos na sua terra, junto dos seus.
Considerou muito interessante a entrevista, quer do Sr. Sereno, o atual presidente
da SAD, quer aquilo que o Sr. Presidente também disse e com o qual não pode
estar mais de acordo, a lei é para se cumprir. Portanto, a câmara municipal não
vai, obviamente, fugir daquilo que a lei determina quanto às responsabilidades que
deveassumir. — —
Até diz que é sócio, o Sr. Presidente vai-lhe desculpar a franqueza, e espera com
certeza, se for o Sr. Presidente, ainda enquanto presidente, a atribuir os emblemas
de ouro, receber um desses emblemas, de maneira que está também com uma
natural alegria a falar deste assunto, porque é uma coisa que lhe toca. É sócio da
União Desportiva Vilafranquense há quase 50 anos, falta um ano, estas coisas
também lhe tocam, e deve dizer que já foi ver 4 jogos a Rio Maior, mas não é
mesma coisa, é bem diferente. Até diria que haverá com certeza alguns clubes da
P Divisão que gostariam de ter nos seus campos, às vezes, tanta gente a ver os
jogos como acontece em Vila Franca de Xira.
É muito interessante verificar que a atual SAD tem o pensamento de construir um
estádio em Vila Franca de Xira e é também interessante verificar a disponibilidade
que a câmara municipal tem, manifestada através do Sr. Presidente, para apoiar e
ver algumas soluções, sem nunca se comprometer. Nesse caso estarão de acordo,
porque, de facto, a lei não o permitirá, mas gostava de chamar à atenção, só para
lembrar, que há uns anos atrás um amigo comum, Saavedra Valente, liderava um
projeto e o projeto existe. Está feito, até nem sabe se não seria o Sr. Presidente, na
altura, responsável pelo urbanismo, pensa que esse projeto é do seu
conhecimento, do campo de jogos, em que a previsão de construção seria junto à
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1 q,4 Reunião de 2020/01/08
Municipio
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Câmara Municipal
ponte de Vila Franca de Xira.
O que quer sublinhar e relevar de alguma maneira é o aproveitamento das boas
vontades, e o Sr. Presidente também lhe pode dizer que “quando a fartura é muita,
o pobre desconfia”, e se calhar sim, mas quando a SAD se dispõe à construção ou
parece dispor-se à construção dum estádio, gostava só de lembrar este facto, que
há um projeto para a construção dum estádio, que era o sonho de muitos vila
franquenses e de um amigo comum, Saavedra Valente. Se calhar é do
conhecimento, se calhar até existe na câmara municipal, está só a chamar à
atenção para este facto, para eventualmente poder haver uma nova possibilidade,
um local, que até já existia, para a execução destas todas boas vontades que se
parecem manifestar à volta deste assunto.
Concluiu, referindo que é só e pensa que foi tão breve quanto possível, ao que o Sr.
Presidente disse que só pode assinalar o facto e agradecer.
Interveio mais tarde o Sr. Presidente, dizendo que, curiosamente, teve uma
reunião, a pedido da UDV, com a SAD da UDV, e falou claramente com o senhor
que comprou, que é disto que se trata, comprou, está-se a falar dum negócio de
caráter desportivo, e não vem mal ao mundo, não é nada disso que vem mal ao
mundo, mas está-se a falar dum negócio, duma entidade privada, e por isso a
câmara municipal, sobre esta matéria, tem que ter as cautelas necessárias
relativamente a esta questão.
Gostou de falar com o senhor, parece-lhe uma pessoa que vem com bons
propósitos, está disponível, falou inclusivamente dum centro de estágio, etc., mas
disse que queria uma ajuda, uma parceria da câmara municipal. Aquilo que o
próprio disse é que as relações da câmara municipal são única e exclusivamente
com o clube União Desportiva Vilafranquense, nesse quadro poderia conversar, e
ficou-se mais ou menos por aqui.
Agora, de facto, o anterior detentor da SAD disse numa entrevista que quando
aparecesse alguém para comprar aquilo por um determinado preço, vendia, e foi o
que aconteceu. Esta instabilidade, de quem é, quem não é, quem está, quem não
está, nãosabeseéboa,senãoé.
De qualquer modo, a única coisa que pode dizer é que efetivamente lhe pareceu
uma pessoa que está disponível para ajudar o clube, através da SAD.
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RAta 0a4
Reunião de 2020/01/08
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de ( li”Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal /
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CENTRO DE BEM ESTAR INFANTIL DE VILA FRANCA DE XIRA - PROBLEMA
FINANCEIRO
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, dando os bons dias e cumprimentando,
na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, desejando a todos um ótimo ano
de 2020, com muita saúde e também que seja um ano mais justo, começando com
uma situação que preocupa os membros da CDU e preocupa a todos, certamente,
que tem a ver com o CBEI - Centro de Bem Estar Infantil de Vila Franca de Xira.
É uma IPSS - Instituição Particular de Solidariedade Social, voltada sobretudo para
o apoio à primeira infância, que neste momento atravessa um problema financeiro
bastante complicado. Sabem que os trabalhadores estão neste momento já com
salário em atraso, salário do mês de dezembro, foi-lhes dito que a direção já
informou cada trabalhador individualmente que este vencimento será apenas pago
no final deste mês de janeiro, e gostariam de prestar, também publicamente, a
solidariedade para com estes trabalhadores, sabendo o quanto complicado é
chegar ao final do mês e não ter o vencimento para poder fazer face às despesas
diárias, mensais.
Não sabem muito bem porque é que esta situação está a acontecer, uma vez que,
segundo informação que têm, está tudo a ser pago atempadamente à instituição,
mas preocupa-os o futuro, os trabalhadores e, é claro, o serviço que esta
instituição presta à comunidade, nomeadamente o serviço de refeições prestadas
às escolas, e saber se este serviço poderá estar posto em causa de futuro, uma vez
que sabem que quando este tipo de situações acontece é um rol.
A própria passou por uma situação destas há muito pouco tempo na sua
instituição, sabe o que é que isto acarreta e o que é que poderá trazer.
Interveio o Sr. Presidente, referindo à Sr Vereadora Cláudia Martins, olhos nos
olhos e com toda a franqueza, que lhe quer dizer que ao longo destes anos todos,
com a câmara municipal de gestão P5, com gestão CDU, as instituições no
concelho sempre tiveram problemas, sempre, a câmara municipal tentou ajudar e
ajudou, sempre num quadro de descrição, num quadro de parceria, num quadro de
tentar resolver as questões. Nunca por nunca com alaridos, com posições públicas
como aquelas que se estão a ter, que são responsabilidade de quem as faz, não
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Fl.Ata 055
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Câmara Municipal
tem problema absolutamente nenhum, faz parte da democracia, mas, que o
próprio tenha memória nunca aconteceu uma coisa semelhante.
De qualquer modo, e é aquilo que importa, tem uma reunião, que já estava
marcada há algum tempo, antes de esta situação acontecer, com o CBEI, e tem um
pedido também dos delegados sindicais representativos dos trabalhadores do CBEI
para uma reunião consigo, que também vai marcar. Portanto, com a tranquilidade,
a descrição e objetividade que estas questões têm que ter, a câmara municipal vai
tentar ao seu nível fazer o que for possível para salvaguardar os postos de
trabalho, salvaguardar aquilo que é um direito inalienável de cada trabalhador, que
quer receber o seu vencimento, e sobretudo também, e complementarmente, não
pôr em causa o serviço que é prestado às famílias.
Assim, é aquilo que lhe pode dizer sobre esta matéria, aquilo que é necessário
neste momento é uma posição de perceber em que pé é que está o CBEI e a partir
daí tentar verificar de que modo é que a câmara municipal pode ajudar, e não só, a
Segurança Social e outras entidades que possam vir a aludar o CBEI nesta situação
difícil, tanto mais que o CBEI é parceiro com a câmara municipal, e essas parcerias
também são importantes para a câmara municipal, e o executivo cá estará para
tentar resolver a situação.
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4 $4) Reunião de 2020/01/08Município T’) Ài Proc9
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de 7Vila Franca de Xira j Deliberação n_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
—
MANIFESTAÇÃO DO PESSOAL NÃO DOCENTE NO CONCELHO
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, voltando à problemática duma situação
que já foi falada hoje, nomeadamente pelo Sr. Presidente, que tem a ver com o
pessoal não docente das escolas do concelho, dizendo que ontem este pessoal
esteve em luta com uma caravana que passou por várias escolas do concelho e
terminou no Largo da Câmara, em que estes trabalhadores mostram sobretudo o
descontentamento devido à falta de trabalhadores não docentes nas escolas.
O Sr. Presidente já disse que agora será para cumprir os rácios, mas que se seja
também claro, estes rácios são manifestamente insuficientes para aquilo que as
escolas necessitam, e o Sr. Presidente, quando era vereador pelo pelouro da
educação, em algumas vezes referiu isso mesmo.
Os membros da CDU estão também, como é lógico, solidários com estes
trabalhadores, que até ao dia de ontem, para além deste problema, também
colocavam outro, que era chegarem ao final do mês de janeiro e não saberem
quem é que iria pagar o seu vencimento, e quando. Segundo aquilo que o Sr.
Presidente já disse, chegou ontem a lista nominal dos trabalhadores que passarão
agora para o quadro da câmara municipal, mas é de referir também que esta é
uma situação completamente inaceitável.
Como é que, sabendo que há todo este processo desde setembro, se chega a
janeiro e a câmara municipal não tem acesso ainda a esta lista. Era aquilo a que se
referiam já desde o início desta transferência de competências, que este processo
não está a ser bem gerido, não está a ser bem conduzido e está-se já no início a
comprovar exatamente aquilo que diziam, e por isso votaram contra. A gestão PS e
PSD desta câmara municipal assumiu este compromisso com o poder central, mas
estão a ver que já começa mal desde o início.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo, muito rapidamente, quanto à caravana que
percorreu os agrupamentos do pessoal não docente, que há aqui um equívoco
tremendo de dizer que a culpa é da câmara municipal, como ouviu e ouviu na
televisão. Ontem não esteve praticamente grande parte do dia na câmara
municipal, porque já tinha uma situação de caráter pessoal que tinha a ver com
consultas e exames num hospital em Lisboa, mas teve ocasião, de qualquer modo,
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Fl.Ata 057
Reunião de 2020/01/08
Município
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de 1Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal J
de ver na televisão, porque estava interessado, como é evidente, em perceber o
que é que se estava a passar no seu concelho.
Ouviu coisas que não têm nada a ver com a câmara municipal, começou a ter a
partir de ontem à noite. Até ontem à noite não era com a câmara municipal, pelo
que não vale a pena estar a misturar “alhos com bugalhos”. Se isto é uma
tentativa de atingir a câmara municipal, o executivo não se sente atingido porque
não tinha nada a ver com aquilo. O objeto é outro, deve ser relativamente ao
Ministério da Educação, etc. Quem não gosta da descentralização de competências
está no seu direito, o executivo municipal optou por o fazer, na medida em que
está convicto que conseguirá prestar um serviço melhor do que aquele que é
prestado ao longo de todas estas décadas.
Está-se aqui no sentido de, quando há dificuldades num agrupamento por falta de
pessoal, por questões de saúde, de baixa médica, imediatamente tentar resolver o
problema, porque se está perto e têm-se mais condições para o efeito.
O que diz à Sr Vereadora é que aqui também é preciso calma, mas são os tempos
que correm, há orçamentos do Estado para discutir e aprovar ou não, enfim, é tudo
issoquesevaitendo.
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RAta 058
?; Reunião de 2020/01/08Município Proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberação Q____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PEDRO JACQUES DE MAGALHÃES
- DESPESAS DE LUZ
E TELECOMUNICAÇÕES - ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, mencionando que os membros da CDU
gostariam de colocar uma questão que souberam, que a câmara municipal já está
a assumir despesas de luz e telecomunicações desde o início do ano letivo no
agrupamento de escolas de Alverca, nomeadamente no Agrupamento de Escolas
Pedro Jacques de Magalhães.
Gostariam de saber se esta é uma situação que acontece já em outros
agrupamentos do concelho, se é só neste, se a câmara municipal já está a receber
estas verbas do poder central e de que forma é que isto está a ser feito.
O Sr. Presidente interveio, referindo que relativamente às questões do pagamento
das telecomunicações a câmara municipal está a pagar a todos os agrupamentos e
já recebeu o dinheiro respetivo.
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1 /1 Reurão de 2020/01/08
Município 4 j 41/ Proc2
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Vila Franca de Xira J Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CONCLUSÃO DA OBRA DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE GAGO COUTINHO
- ALVERCA
DORIBATEJO
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, dizendo que os membros da CDU estão
preocupados com a questão da evolução da obra da Escola Secundária de Gago
Coutinho.
É uma história já bastante conhecida, que já se alonga há muito tempo, e
gostariam de perceber se no início do próximo ano letivo a obra está terminada e
se o ano letivo vai começar já com a obra feita.
O Sr. Presidente interveio, mencionando que se espera, de facto, que as aulas, no
próximo ano letivo, comecem já com as obras concluídas, mas neste momento não
consegue, de certeza absoluta, dizer uma situação dessas.
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.1611 FI.Ata 060
1914 Reunião de 2020/01/08
Municipio J?’41 proc2
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de
Vila Franca de Xira j Deliberação ri9____________
Câmara Municipal 1
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PROBLEMAS EM ESCOLAS
- ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, voltando a uma questão que já foi
colocada na última reunião de câmara e que o Sr. Presidente e o Sr. Vice-
Presidente já hoje responderam, que o Sr. Presidente da junta de freguesia de
Alverca também já referiu, relativa à escola de Arcena, dando nota que até sexta-
feira a associação de pais não tinha qualquer informação sobre esta situação.
Os membros da CDU reuniram com a associação de pais, com a direção da escola,
e a preocupação mantinha-se, dizia que não tinha qualquer tipo de informação,
nem qualquer tipo de resposta dada pela câmara municipal. Portanto, é de rever
esta situação e dar esta resposta a quem de direito, sendo que, para além da
situação da canalização, esta escola não tem ecopontos e não tem bebedouros, de
quenecessita.
Também, relativamente às escolas, na JI do Bom Sucesso a rede do Wi-Fi não está
a funcionar, o sistema de climatização também não funciona corretamente e não
há rede que suporte a televisão.
Reuniram também, na EB1 da Quinta das Drogas, na passada sexta-feira, com a
direção da escola e do agrupamento, bem como com a associação de pais, e,
apesar de já requeridos na plataforma, subsistem ainda problemas complicados
com a drenagem de águas. O edifício tem infiltrações no interior, e no exterior há
problemas vários com o piso, que está irregular, não estando a ser feita uma
drenagem correta.
O bebedouro encontra-se sem manutenção, não há zonas de toldo no exterior e na
entrada do edifício com dimensões suficientes para conseguir albergar estes
alunos da escola, a zona do parque infantil está degradada, não foram repostas
balizas, e a associação de pais, que gere as ATL - Atividades de Tempos Livres, e a
CAF - Componente de Apoio à Família, em regime de voluntariado, há muito que
pede estas intervenções, que até ao momento não estão a ser feitas.
Assim, gostariam de perceber porquê e quando é que vão ser feitas.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que a Sr Vereadora Cláudia Martins colocou
uma série de questões sobre a escola de Arcena e outras escolas que os membros
da CDU visitaram, e o que lhe diz é que a câmara municipal todos os anos faz um
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Vila Franca de Xlra
Câmara Municipal
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Reunião de 2020/01/08
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investimento bastante alargado, no sentido de resolver muitos dos problemas.
Naturalmente que se vão fazendo, no dia a dia, uns são questões correntes, outros
de maior volume, mas estão nos planos das obras que a câmara municipal tem que
fazer, com mais tempo, havendo matérias que a Sr Vereadora referiu que a
câmara municipal vai resolver.
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fl Reunode 2020/01/08Município
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Vila Franca de Xira 1 * Deliberação n_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MUSEU DO AR - ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo-se ao Museu do Ar, dizendo
que se tem a sorte de ter este equipamento no concelho, na freguesia de Alverca,
com um conteúdo riquíssimo, único no país, mas que, pasme-se, está aberto
unicamente um dia por semana.
Este museu está aberto à segunda-feira, em horário laboral, das 10h00 às 17h00,
ou seja, qualquer pessoa que trabalhe ou queira ir com os filhos visitar este museu
não pode, ou falta ao trabalho, ou não consegue. Dá um exemplo, este museu tem
um polo em Ovar, mais pequeno, com menos espólio, mas este polo em Ovar está
aberto todos os dias da semana, de segunda-feira a sexta-feira, das 10h00 às
12h00 e das 14h00 às 16h30, e está aberto ainda ao fim de semana com horário
alargado, sábado e domingo, das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00.
Então e o museu em Alverca não é de valorizar, não necessita também de se rever
esta situação e revindicar, junto a quem de direito, outra solução para este museu?
Não se pode esquecer que esta câmara municipal paga cerca de 10 000,00€ por
ano, salvo erro, para manter este museu aberto, e se se fizerem as contas por alto
dá cerca de 200,00€ por segunda-feira.
No entendimento da CDU este museu merece mais, o concelho merece mais e
seria de rever este horário de abertura do Museu do Ar, em Alverca.
O Sr. Presidente interveio, dizendo que está de acordo com a Sr Vereadora
Cláudia Martins, pois a câmara municipal tem que rentabilizar o investimento que
está a fazer, que é o pagamento através de um protocolo que fez. Se assim não
fosse nem isso se tinha, o polo do Museu do Ar tinha desaparecido, mas está
convicto, pois agora há um novo responsável sobre o Museu do Ar, com quem vai
marcar uma reunião, que podem de facto voltar a este tema. O anterior
responsável o que disse foi que a câmara municipal tinha que disponibilizar
pessoas para lá estarem, e ver-se-á, está-se a falar de questôes financeiras e tem
que se ver como é que isso se vai resolver.
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Reunião de 2020/01/08
Município
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de 1WVila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal j
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INICIATIVAS CULTURAIS NOS EQUIPAMENTOS DA FREGUESIA DO SOBRALINHO E
FREGUESIA DE ALVERCA
—
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, dizendo que nas visitas que os membros
da CDU têm feito há algo que têm vindo a Ver, e a população também mostra este
descontentamento, com alguns equipamentos da freguesia do Sobralinho e da
freguesia de Alverca, nomeadamente no Palácio do Sobralinho, no Centro Cultural
do Bom Sucesso, no Centro de Convívio Álvaro Pinheiro, no Sobralinho, e na Casa
do Povo de Arcena, que é a inexistência de iniciativas culturais promovidas pela
câmaramunicipaL
Concluiu, referindo que também é de rever, perceber o que é que não está a ser
feito, porque é que não está a ser feito e coméçar a ser feito.
O 5r. Presidente interveio, referindo que sobre as questões de descentralização de
iniciativas culturais e outras, mas principalmente culturais, a Sr Vereadora
Manuela Ralha tomou boa nota e não há razão nenhuma para que algumas dessas
iniciativas não possam também vir ao Sobralinho, como já vão a Alverca e a outros
pontosdoconcelho.
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FI. Livro
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4413 Fl.Ata 051
Reunião de 2020/01/08
Município
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de 0Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal /
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PONTE MARECHAL CARMONA - VILA FRANCA DE XIRA----—
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, cumprimentando e aproveitando para
desejar um bom ano a todos, na câmara municipal e no público, começando a sua
intervenção por pedir um esclarecimento ao Sr. Vice-Presidente sobre as obras na
ponte.
Pede desculpa, pelo que percebeu da intervenção do Sr. Vice-Presidente julga que
só se referiu à questão da iluminação, mas há também a questão de outros
arranjosnaponte.
Disse o Sr. Vice-Presidente que falou, mas fala outra vez.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, agradecendo.
O Sr. Presidente interveio, referindo que o Sr. Vice-Presidente falará novamente, já
respondeu, mas crê que haverá mais alguma coisa para dizer.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dizendo, em relação à ponte, que vai repetir o que
disse, provavelmente não foi suficientemente explícito.
As questões que o Sr. Vereador colocou, das juntas de dilatação, pilares, etc., o que
disse e o que lhe foi transmitido pela lnfraestruturas de Portugal é que tem um
plano de manutenção e a infraestrutura é toda dela, não é uma rede viária da
competência da câmara municipal. Portanto, a rede e a própria estrutura é dela. O
que lhe foi informado, e a câmara municipal foi informada, é que a empresa tem
um plano de manutenção, como tem para as outras pontes todas, que está a ser
cumprido.
A manutenção da ponte é da responsabilidade da lnfraestruturas de Portugal, o
que se poderá fazer é alertá-la para as questões da via, porque foi o que lhe foi
respondido. A ponte tem um plano de manutenção, que a IP diz que é seguido tal e
qual como nas outras infraestruturas do país. O próprio respondeu que tudo bem, e
a câmara municipal, a única coisa que faz, é alertar os senhores para algumas
coisas que também, a nível de reunião de câmara, e os próprios serviços, lhe
alertam, referente à manutenção.
Em relação à iluminação, pensa que já falou.
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El. Livro
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Fl.Ata 085
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Afl Reunião de 2020/01/08
Municipio
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de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
BACIA DE RETENÇÃO DO CENTRO DE FORMAÇÃO DO FUTEBOL CLUBE DE ALVERCA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que se está em Alverca, na União
das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, e gostaria de falar de duas
questões relacionadas com esta união de freguesias, e a primeira é sobre a bacia
de retenção do centro de formação do Futebol Clube de Alverca.
já há uns tempos houve, na reunião de câmara, algumas intervenções, e o próprio,
pelo menos, ficou com a ideia de que essa bacia de retenção não se justificaria e
teria sido até um gasto que pesou sobre o Futebol Clube de Alverca de uma forma
injusta, pelo menos ficou com essa ideia. Não sabe se terá ficado com a ideia certa,
mas gostaria de lembrar que no passado mês, durante a última grande tempestade
que se teve, com o nome Elsa, agora as tempestades têm nome, constatou-se que
a bacia de retenção, não tendo enchido, ficou, de facto, cheia de água, e vários
dias depois de a tempestade ter passado ainda estava com água.
Portanto, diria que não foi uma obra inútil e, se calhar, se nesta tempestade não se
teve a baixa de Alverca com os problemas que já ocorreram noutras ocasiões e
noutras tempestades, deve-se a esta bacia de retenção.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que se não fosse aquela bacia de retenção
provavelmente tinham-se tido problemas na rua da Estação, iam-se ter de certeza.
Contudo, também há outras questões que contribuem para a melhoria, já há muito
tempo que não há problemas na rua da Estação porque se fizeram também obras
de grande vulto a nível dos SMAS.
Esta bacia de retenção foi feita de uma exigência injusta feita ao Futebol Clube de
Alverca. Quem construiu aquela bacia de retenção foi o Futebol Clube de Alverca, a
custas do seu próprio orçamento, só foi através disso que houve o parecer da
entidade que agora é a APA - Agência Portuguesa do Ambiente, e não se recorda
do que era antes, já foi há muito tempo.
Disseram o Sr. Vice-Presidente e o Sr. Vereador António Félix que era o INAG
-
Instituto da Água.
Prosseguiu o Sr. Presidente, agradecendo e referindo que a exigência na altura era
que, por um lado, tinha que ficar a uma determinada cota e, por outro lado, tinha
que se fazer a bacia de retenção, se assim não fosse, não dava o parecer favorável
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Reunião de OO/O1/O8
Município 1P dviI Proc2
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de j :1Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal )
à construção do centro de estágios do Alverca, pelo que o Alverca pagou aquela
bacia de retenção.
Pensa que é uma injustiça, na medida em que é uma obra que está ao serviço
público e está a ser gerida pelos SMAS. Também, se calhar, um dia tem que se
voltar a este tema, porque lhe parece que foi uma imposição exagerada do INAG,
mas que teve bons frutos. Foi exagerada pela exigência que se fez ao Alverca, não
foi exagerada porque a bacia de retenção está a fazer um excelente serviço, e se
assim não fosse tinham-se problemas na estrada da Estação.
Agora, tem é que se ver se efetivamente, sobre esta situação de injustiça, desta
exigência que se fez ao clube, a câmara municipal não a tem que reparar. No seu
ponto de vista sim, mas é uma questão que depois se terá de analisar.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libério que já se tinha concluído isso.
Referiu o Sr. Presidente que sim, tem que se efetivar.
Questionou o Sr. Vereador Carlos Patrão se se tem que apoiar a associação mais
apoiadadoconcelho.
Respondeu o Sr. Presidente que é uma questão de justiça, sobre estas matérias
pode-se pensar o que se quiser, mas está-se aqui a falar duma questão de justiça.
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1 411,! Reunião de 2OO/Oi/D8
Município / 1 Áli Proc2
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SITUAÇÃO DOCEGADA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que gostaria de colocar uma
questão que se prende com a união de freguesias onde se está hoje, apesar de o
grupo em questão ter uma dimensão concelhia e até nacional, que é o ponto de
situação relativamente ao grupo de teatro Cegada e aos apoios de que o mesmo
carece para poder continuar a trabalhar, pelo menos com a nível com que vinha
trabalhando nos anos anteriores.
O Sr. Presidente interveio, dizendo que havia uma reunião com a Sr Ministra da
Cultura, que estava marcada para o dia 6 e foi adiada para o dia 14, de maneira
que espera que dessa reunião saia uma solução. Pelo menos da reunião que teve
com a Sr Ministra pareceu-lhe que a disposição da mesma é tentar encontrar uma
solução.
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S
I RAta 0681
‘1 Reunião de 2020/01/08/ ‘L 4Municipio b
,
1(1 Proc2
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É,Vila Franca de Xira 9 Deliberação n2
Câmara Municipal /
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ALUIMENTO DUM TROÇO NA EN248-3 - ALHANDRA/ARRUDA DOS VINHOS
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo-se a problemas noutras freguesias,
nomeadamente um problema que se sabia que era uma bomba-relógio, que foi o
aluimento dum troço na EN248-3, que liga Alhandra a Arruda dos Vinhos. Assim, o
Bloco de Esquerda gostaria de saber que medidas pensa o executivo tomar para
resolver a situação e garantir a segurança rodoviária nesta via.
Sugere que se efetue uma inspeção e um relatório técnico sobre a situação dos
taludes nesta via, pois sabe que os 8km desta via têm muitos problemas. Em
vários pontos nota-se que o piso tem problemas de aluimento e, mesmo que não
tão graves como este que ocorreu e que condiciona o trânsito naquele troço, sabe
que há problemas com alguma gravidade na conservação desta via.
Neste sentido, o Bloco de Esquerda considera que seria de elementar prudência
saber exatamente o estado em que se encontra esta via.
O Sr. Presidente interveio, mencionando que sobre a EN248-3 o Sr. Vice-Presidente
depoisfalará.
O Sr. Vice-Presidente interveio, dizendo que em relação ao abatimento da EN248-3,
efetivamente, o próprio e os serviços nesse sábado, quando se verificou um
aluimento, derrocada, a jusante do local daquele troço, estiveram lá, o próprio
Código dos Contratos Públicos permite a intervenção urgente, e conseguiu-se,
nessa manhã, colocar lá uma empresa a trabalhar minimamente para questões de
segurança. Depois duma análise calma no local chegou-se à conclusão que podia
ser como está, a via alternada, e neste momento a empresa está a trabalhar na
requalificação daquele troço. Vai-se requalificar, e logicamente, como o Sr.
Vereador disse, nos 8km, tem-se já o projeto concluído da reestruturação daquela
via.
Várias vezes o Sr. Presidente tem falado em termos orçamentais, e está-se a falar
com os taludes, cada quilómetro é 1 milhão de euros, portanto, é uma obra global
final que irá ultrapassar cerca de 10 milhões de euros, se se estiver também a pôr
o IVA. Têm que se ver os troços que estão já identificados, para a sua execução,
este surgiu, e tem-se feito a manutenção possível.
Foram aqui feitas várias observações positivas ao processo, à data, que o
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Reunode620)0].JO8
Município /“\ ,fl, proc2
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Vila Franca de Xira 1 1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal
executivo tomou boa nota, independentemente de se conhecer a via de que se
está a falar, por várias circunstâncias, e quer recordar o quanto foi difícil trabalhar
com a Lisboagás, no troço de Arruda dos Vinhos até ao cruzamento da antiga junta
de São João dos Montes. Quer recordar que à data a Lisboagás queria trabalhar a
60cm de profundidade, abrir uma vala de 60cm e trabalhar a 50cm dos muros. Foi
uma negociação que demorou um ano, o próprio, pela câmara municipal, não
autorizou essa execução da obra, e aquilo que se exigiu na primeira reunião foi
aquilo que foi considerado e executado no final, que foi a repavimentação de toda
avia.
Tudo foi feito, porque não podia ser de outra forma, não se poderia autorizar uma
coisa que depois se sabia que ia ficar com um problema. Contudo, isso não inibe
depois, mais tarde, aquele projeto global que se tem dos 8km.
Aquele trabalho tinha que ficar concreto na intervenção da Lisboagás, até
perspetivando o futuro, para depois não surgir algum problema.
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070íLq j Reunião de 2020/01/08flh!v1Municipio pqfr Proc2
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTAS DO EXECUTIVO ÀS PERGUNTAS COLOCADAS POR ESCRITO PELO
BLOCODE ESQUERDA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo, por último, que gostaria de trazer
um problema que não tem a ver com nenhuma freguesia, nem com nenhum
problema em concreto do concelho, mas é um problema que diz respeito à relação
entre o Bloco de Esquerda e o executivo da câmara municipal, que se prende com
as perguntas que faz e ficam sem resposta.
O Bloco de Esquerda também presta contas aos seus eleitores, às pessoas que
votaram e confiaram no Bloco de Esquerda, e pensa que esta questão deve ser
levantada desta forma, de uma forma pública.
Teve o cuidado de enviar há pouco um relatório ao Sr. Presidente com as
estatísticas das perguntas e das respostas em 2019, e das 40 perguntas do Bloco
de Esquerda só 17 é que foram respondidas formalmente por escrito, e está a falar
de perguntas por escrito, não fala das perguntas que são colocadas na reunião de
câmara e são respondidas durante as reuniões, está a falar de perguntas que são
colocadas por escrito, através do gabinete de apoio à oposição. Portanto, 43% das
perguntas é que são respondidas e o tempo médio de resposta a estas perguntas é
de 26 dias, e o Bloco de Esquerda não considera que seja satisfatório, nem a
quantidade de respostas, nem o número médio de dias que cada pergunta leva a
ser respondida.
—
Isto cria dificuldades várias, e aceita perfeitamente que algumas das perguntas
não sejam fáceis de responder, mas também tem exemplos de perguntas que são
“chapa 5” e também não são respondidas. Por exemplo, o Bloco de Esquerda
pediu, há cerca de 2 meses, que o executivo enviasse a relação de e-mails da
participação cidadã na alteração ao loteamento a Malvarosa, e era só pegar
naqueles e-mails, gerar o PDF e mandar ao Bloco de Esquerda ou pô-los disponíveis
num “drive”, e isso não foi feito.
Não tem nenhuma justificação plausível porque não se está a falar duma pergunta
que seja difícil de responder. Não têm que se compilar dados, não necessita de
qualquer tipo de elaboração de relatório ou do que quer que seja, era pegar
naquilo e enviar ao Bloco de Esquerda em “bruto”.
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I
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Fl.Ata 071
e Reunião de 2020/01/08
Município
/!j/
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Proc9
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de )Vila Franca de Xira 1 j Deliberaçâo n2____________
Câmara Municipal
Nem tudo se poderá justificar pela complexidade das perguntas ou pelo trabalho
que elas possam dar, e o Bloco de Esquerda entende que este assunto deveria
merecer uma melhor atenção por parte do executivo, e com isto encerra a sua
intervenção.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que se vai tentar ser célere nas respostas que o
Bloco de Esquerda fez.
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RAta 072
t/) Á Reunião de 2020/01/08Município Proc2
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de
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n9_____________
Câmara Municipal )
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTAS ÀS QUESTÕES COLOCADAS NO PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E
PONTOS EM QUE SE PRETENDE INTERVIR NA ORDEM DO DIA
Interveio o Sr. Presidente, após as questões colocadas pelos Srs. Vereadores,
referindo que vai, até às 11h30, responder a tudo. Hoje é um dia anormal, vai
tentar responder às 39 perguntas que lhe foram colocadas, sendo que, por mais
critérios que se possam encontrar, se não se for um pouco disciplinado nestas
matérias não é fácil, mas pronto.
Interveio novamente, após as respostas às questões colocadas pelos Srs.
Vereadores, mencionando que foi, de facto, ainda o espírito natalício, 2 horas e
meia, claro que é uma exceção, não se julgue que vai acontecer novamente, mas
para arrumar toda a conversa pensa que valeria a pena prolongar mais algum
tempo este período. Contudo, de facto, os Srs. Vereadores têm que convir que 2
horas e meia de período antes da ordem do dia é obra.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que são 111 minutos, da parte de quem gere.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que é verdade, é mesmo verdade, e quando
quemgereégenerosoéoquedá.
De seguida passou para a ordem do dia, referindo que há pedidos de intervenção
nos pontos 1, 2, 3, 13 e 27, estando todos os outros pontos que não referiu
aprovados por unanimidade.
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1 /4’ :i4Á Reunode2o2wm8
Município J) JIf/J Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal 1
Assunto: ATAS N 23/2019, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA E PÚBLICA bE
2019/11/20, E N 24/2019, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA E PÚBLICA DE
2019/12/04
Presente para aprovação a ata ri2 23/2019, da reunião de câmara ordinária e
pública de 2019/11/20, e a ata n2 24/2019, da reunião de câmara ordinária e
pública de 2019/12/04, com dispensa da sua leitura, por terem sido previamente
distribuídas a todos os membros.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que tem duas questões, e neste
caso em concreto pensa que vem confirmar uma dúvida que já tinha colocado uma
vez, que é o facto de se porem duas atas em votação ao mesmo tempo, sendo que
as presenças nas reuniões não são iguais. Esta então confirma, da outra vez que
isto aconteceu, que sugeriu que fosse feito de forma diferente, não acontecia, aqui
acontece.
Não sabe como é que se vai resolver isto em termos de ata, continua a pensar que
cada ata é um ponto e não devem ser agendadas em comum. É a sua opinião.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, questionando se a Sr Vereadora se recorda
porque é que foi assim, foi a pedido da Sr Vereadora.
Respondeu a Sr Vereadora Regina Janeiro que sabe, mas uma coisa é a ata ser
adiada, e a primeira ata a aprovar é o ponto 1, e a segunda ata é o ponto 2, que é
assim que acontece.
A própria, pelo menos, nunca tinha visto duas atas a serem aprovadas num ponto,
e já colocou este assunto há algum tempo. Aliás, têm-se algumas atas em atraso,
isto pode voltar a acontecer e não tem problema. Agora, cada ata é um ponto
porque nestas, ainda por cima, as presenças não são as mesmas. Numa reunião
está o Sr. Vereador Jorge Zacarias, noutra reunião está a Sr Vereadora Fátima
Antunes, nem sequer se têm as mesmas presenças.
Continuou, dizendo que esta é uma chamada de atenção, os membros da CDU
estão disponíveis para votar, é ver como é que se salvaguardam, e na opinião que
têm o ideal seria que cada ata representasse um ponto, e também estão
disponíveis para aceitar, se assim for o entendimento do executivo.
A segunda questão é sobre a ata da reunião do dia 20/11, na página 4, aod 6, que
tem a ver com uma intervenção sua sobre as carruagens de 1, mesmo no fim da
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RAta 074
Reunião de 2020/01/08
Município Aí! Proc2
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de 41Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal )
página, onde se diz, “às vezes diz isto a brincar, o problema é quando se acabou
com as carruagens de P, devia-se ter acabado era com as de 2 e , em que a
própria diz “nivelar por cima” e o que está escrito é “inovar”. É “nivelar” não é
“inovar”, é uma gralha da ata.
A outra questão é a sugestão.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que vai pôr à votação as duas atas,
com as alterações sugeridas pela Sr Vereadora Regina janeiro, e sugeridas não, é
por aquilo que aconteceu, para se ser rigoroso no que aconteceu na discussão num
determinado ponto, dizendo ainda à Sr Vereadora que esta junção das duas atas
foi a pedido da mesma, como se recordará. Vai analisar, não tem problema, porque
se podia ter já aprovado a outra ata e vinha só uma ata agora, mas é o que é.
Prosseguiu, pondo à votação as atas, questionando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que são aprovadas por unanimidade, sem prejuízo, depois, de
se refletir sobre aquilo que a Sr Vereadora referiu.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, questionando se não pode dizer nada e
dizendo que já pediu intervenção três vezes. Não pode? Se não pode, não pode, o
Sr. Presidente que diga só que não pode.
Referiu o Sr. Presidente que se estava numa votação.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que a primeira e a
segunda vez que pediu para intervir foi antes da votação.
Prosseguiu o Sr. Presidente, perguntando o que é que a Sr. Vereadora quer dizer,
pois já se percebeu o que é que quer. Mais conversa acerca do assunto para quê?
Contudo, que diga. Quer que cancele a votação?
Respondeu a Sr Vereadora Regina Janeiro que não.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo à Sr Vereadora que diga.
Tomou a palavra a Sr? Vereadora Regina janeiro, mencionando que só não gostava
que se dissesse que foi a seu pedido que foi um ponto único com as duas atas. O
que foi a seu pedido, que assume e estará na ata da reunião anterior, foi o
adiamento da votação duma ata para que a pudesse ler, nunca foi a seu pedido
que fossem as duas agendadas no mesmo ponto.
Interveio o Sr. Presidente, questionando: O que é que é diferente daquilo que
acabou de dizer?
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Fl.Ata 075
Reunião de 2020/01/08
Municipio Proc
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que depois o Sr. Presidente, ao ler a ata, vai
ver.
Referiu o Sr. Presidente que está muito bem, sim senhor.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n2 23/2019, da reunião de câmara
ordinária e pública de 2019/11/20, com a correção indicada pela Sr Vereadora
Regina Janeiro.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n2 24/2019, da reunião de câmara
ordinária e pública de 2019/12/04, não tendo participado na votação a Sr
Vereadora Fátima Antunes, por não ter estado presente.
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A6! FI.Ata 076
Reunião de 2020/01/08
Município / ‘j 111 Proc2
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de ,sr JVila Franca de Xira >“ Deliberação rw 002
Câmara Municipal /
Assunto: CONTRATO DE COMODATO RELATIVO AO REFEITÓRIO DA JUNTA DE
FREGUESIA DA UNIÃO DAS FREGUESIAS DE ALVERCA DO RIBATEJO E SOBRALINHO
- APROVAÇÃO E SUBMISSÃO À ASSEMBLEIA MUNICIPAL
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/01/02, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
celebração e outorga do contrato de comodato, e da respetiva minuta, a
estabelecer entre o município e a União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e
Sobralinho, cujo objeto é a cedência e disponibilização, a título gratuito, para a
instalação e funcionamento do refeitório da Junta de Freguesia da União das
Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, do bem imóvel consistente na
fração autónoma designada pela letra A. correspondente ao r/c dt, composta por
loja e arrecadação na cave, a qual faz parte integrante do prédio urbano sito na
urbanização do Choupal, junto à Estrada Municipal, na rua dos Lavadouros, n2 10
(porta principal) e n9 10-A (loja), na cidade de Alverca do Ribatejo, registada na 2
Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira sob o n 639
(639/19881011-A) e inscrita na matriz predial urbana da União das Freguesias de
Alverca do Ribatejo e Sobralinho sob o artigo 2298, com um prazo de vigência de
10 anos, renovado automaticamente por períodos iguais e sucessivos de 5 anos, e
submissão à assembleia municipal para aprovação final, como forma legal de apoio
à união de freguesias, no quadro da promoção e salvaguarda integrada dos
interesses próprios das populações.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que quer só valorizar a iniciativa,
já o Sr. Presidente da junta o colocou antes da votação, e o Sr. Presidente também
já se referiu a ela, sendo que os membros da CDU não se referiram anteriormente
porque acharam que este era o momento certo para se pronunciaram. Portanto,
valorizam a decisão que aqui se está a tomar.
Referiu o Sr. Presidente que estão todos de acordo, era uma situação que
efetivamente há muito tempo era necessária resolver. A junta de freguesia esteve
em risco de ter que sair do espaço onde está, mas conseguiu-se encontrar uma
solução, que hoje vem à consideração da câmara municipal, e que de imediato vai
pôràvotação.
Prosseguiu, questionando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que o
02 refeitório 1/2
FI. Livro
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FiAta 077
Reunião de 2020101108
Proc2
Deliberação n2___________
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
47Ji
1
ponto é aprovado por unanimidade.
-—
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.-
02 retelt6do m
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FI, Livro
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/_ Reurão de 2020/01/08
Município V)
‘j Proc2
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de
Vila Franca de Xira 1 Deliberação ri -
Câmara Municipal
Assunto: CONTRATO DE COMODATO REFERENTE A IMÓVEL DESTINADO A
SERVIÇOS -JUVENTUDE DA CASTANHEIRA
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/01/02, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
celebração e outorga do contrato de comodato, e da respetiva minuta, a
estabelecer entre o município e a Juventude da Castanheira, cujo objeto é a
cedência e disponibilização, a título gratuito, para a instalação da secretaria e dos
serviços administrativos de apoio, bem assim à promoção, organização,
dinamização e desenvolvimento de atividades da associação, do bem imóvel sito
na rua Palha Blanco, n2 93, r/c, loja n2 2, na vila de Castanheira do Ribatejo, União
das Freguesias de Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras, correspondente à fração
autónoma designada pela letra B, do prédio urbano em que se encontra inserida,
descrito na P Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira sob o n2
1584/20090715-B e na matriz predial urbana da União das Freguesias de
Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras sob o artigo matricial 2065, com um prazo de
vigência de 5 anos renovado automaticamente por períodos iguais e sucessivos de
2 anos.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que é sempre um motivo de
satisfação verificar as parcerias existentes entre a câmara municipal e os demais
agentes do movimento associativo, como é o caso.
Trata-se de um contrato de comodato, e os membros da CDU entendem que
devem dizer algumas coisas sobre este objeto para contrato de comodato. Partem
do pressuposto que o imóvel se encontra em boas condições de conservação, e
dizem-no com esta presunção porque efetivamente não tiveram condições para o
verificarem previamente, mas não é reconhecida à câmara municipal nenhuma
prática de entregar imóveis em mau estado de conservação ao seu movimento
associativo, tanto que esperam, obviamente, que este também esteja nessas
condições.
Contudo, queriam aproveitar esta discussão para colocar ao Sr. Presidente dois
problemas que são do interesse da câmara municipal, e a resolução deles é
também do interesse da câmara municipal, e o primeiro tem a ver com uma justa
aspiração do clube juventude da Castanheira, que tem a ver com a construção de
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/1 1it1 Reunode iOO/O1/O8
Município 1h j ti proc2
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de 1 1Vila Franca de Xira
‘ 1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal
um muro de vedação na envolvente ao complexo desportivo. É uma questão muito
antiga, tem presente que esta aspiração do clube é uma aspiração que já foi falada
noutros momentos e noutros mandatos da própria câmara municipal, mas que
tarda a acontecer, e todos percebem porque é que tarda a acontecer.
Tarda a acontecer porque se trata duma obra de grande dimensão financeira, para
a qual questionam se a câmara municipal, perante esta justa reivindicação,
aspiração, necessidade manifestada pelo clube, alguma vez conseguiu apurar o
custo, e em que medida é que poderá participar num investimento desta natureza,
a bem da requalificação de todo o parque desportivo atualmente em funções.
Depois, há uma questão que também, já por iniciativa da CDU, é colocada, mas
recorrentemente os órgãos sociais do juventude da Castanheira lhes fazem chegar,
que tem a ver com a insuficiência financeira ao abrigo do protocolo para a gestão
do pavilhão desportivo. — — —
Crê que este não é um problema exclusivo do juventude da Castanheira, mas,
focando-se agora na questão do pavilhão municipal, no perímetro da atividade do
Juventude da Castanheira, chamam à atenção e recomendam, para não dizer
“propõem”, que haja uma avaliação com o clube, no sentido de poderem perceber
da importância de reforçar, do ponto de vista financeiro, o apoio para a
dinamização deste complexo.
—
Quanto ao apoio que hoje é assegurado por via do protocolo existente, é um
protocolo já com alguns anos, não obstante algumas atualizações ou as
atualizações que têm acontecido relativamente à transferência financeira, e os
membros da CDU estão convictos que é preciso e necessário fazer uma revisão
desses valores, tendo em conta as características do pavilhão, os problemas do
pavilhão e as necessidades de conservação desse mesmo pavilhão.
Terminou, dizendo que os membros da CDU votam a favor.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que o Bloco de Esquerda também
vai votar a favor, mas gostaria de falar um bocadinho sobre a situação deste clube
em concreto, que é uma situação que infelizmente não é só deste clube. É uma
situação que vê aparecer, infelizmente, em muitos clubes do concelho, e este
apoio que agora é pedido é um apoio pequeno, mas já tem acontecido terem sido
dados grandes apoios a outros clubes do concelho.
03 juventude 2/13
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A Fl.Ata - 939/ (¾) •M.1 Reunião de 2020/01/08
Município
/ ) 1»’ Proc2
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n9_____________
Câmara Municipal 1
Teme que este descalabro, que agora está no juventude da Castanheira, tenha
causas sistémicas, e tem seguramente. O Juventude da Castanheira, como outros
clubes do concelho, também é um clube barriga de aluguer de SAD de clubes de
futebol, até doutros concelhos, de grande dimensão nacional, e, pelos vistos, o
facto de ser também um clube barriga de aluguer, ou seja, um clube que promove
um franchising doutro clube, não o ajudou em nada para evitar esta situação, e
ver-se-á se não agravou até a situação onde se encontra.
Questiona, sobre a situação das escolas dos principais clubes do concelho estarem
a ser angariadas para serem escolas de clubes que tenham uma estratégia de SAD,
se isto não mata e não está a matar o desporto no concelho. Na sua opinião está,
tem tido vários relatos, de vários jovens, em camadas bastante juvenis do desporto
do concelho, que neste momento vão praticar desporto para fora do concelho, até
os vêm buscar de transporte, porque a prática de desporto, e nomeadamente a
prática de futebol no concelho, tornou-se incomportável para eles.
Considera que isto é grave, porque o que os pais destas crianças e jovens pagam
para eles jogarem nestes clubes é muito elevado, não está ao alcance de todos.
Pensa que isto é a inversão daquilo que devia ser o desporto no concelho, que
devia ser democrático e não é. Isto não promove o desporto no concelho, uma vez
que depois são estas SAD que vão tirar as mais-valias deste investimento que em
grande parte é um investimento do município, porque os clubes utilizam
instalações e utilizam meios que foram postos ao dispor dos clubes pelo município,
e bem, mas não é para depois serem colonizados e clonados por instituições que
têm a sua estratégia, que não é seguramente promover o desporto no concelho.
já tem trazido às reuniões de câmara várias vezes este assunto, para sua grande
surpresa pensa que infelizmente o Bloco de Esquerda está sozinho nesta luta, que
é uma luta pela democratização do desporto no concelho e pela moralização,
também, do desporto no concelho.
Pensa que a situação a que o juventude da Castanheira chegou é mais um triste
episódio daquilo a que estas políticas têm levado, e pede perdão pela expressão,
mas, de certa forma, “meter a cabeça na areia” não vai resolver nada, antes pelo
contrário.
já se falou no Vilafranquense, que também não se encontra propriamente numa
03 juventude 3/13
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Reunião de 2020/01/08
Município 4(1 Proc2
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de
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n_____________
Câmara Municipal /
posição muito famosa, e até ao nível da SAD as coisas, como se sabe, não têm
andado bem. As notícias que correm nos vários órgâos de informação sobre o
assunto é que há salários em atraso há vários meses, e pensa que nada disto
dignifica o concelho, porque é o nome de Vila Franca de Xira que depois aparece
em grandes parangonas nas notícias.
Teme que outras notícias bastante desagradáveis vão surgir a propósito destas
SAD e da forma como se encaixaram nos problemas dos clubes, porque se sabe
que a constituição destas SAD e as vendas destas SAD a investidores, alguns deles,
vão-lhe perdoar a expressão, “nublosos”, parque se sabe que alguns são nublosos,
resultou de problemas graves que vinham de trás, destas instituições.
O próprio foi atleta, foi praticante de andebol da união, deve também uma parte
importante da sua formação desportiva à União Desportiva Vilafranquense, e
entristece-lhe imenso aquilo que lhe está a acontecer e o que vê acontecer aos
clubes da terra, que estão a ser esvaziados, de certa forma estão a ser sugados
por estas SAD e estes interesses, e deixam de conseguir cumprir aquilo que é o
seu objeto, que é proporcionar desporto, não diz duma forma gratuita, mas duma
forma acessível a todos os jovens e a todas as crianças deste concelho.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, agradecendo ao Sr. Vereador Carlos Patrão, que
fez uma reflexão interessante sobre a questão das SAD, sendo que, ao fim e ao
cabo, o próprio já falou um pouco sobre isso quando respondeu ao Sr. Vereador
Mário Calado.
Sobre qual é a responsabilidade duma câmara municipal, o que diz é que é
promover o desporto, o desporto de formação, e é aquilo que se pretende fazer.
Porém, hoje em dia o fenómeno desportivo ligado ao futebol tem as nuances que o
Sr. Vereador acabou agora de referir, e costuma utilizar uma expressão
interessante, que é “barrigas de aluguer”.—-----—
Quer ainda dizer-lhe que a evolução técnica da modalidade exige também dois
fatores, ou se calhar até mais, e o primeiro são os equipamentos adequados. já não
é o tempo de quando praticou desporto, da terra batida, isso já lá vai, apesar de
ainda se terem infelizmente duas situações no concelho, que se querem resolver, o
Bragadense e o Alhandra Sporting Club, e têm que se resolver, porque a câmara
municipal não se sente bem com uma ideia de promoção do desporto com
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equipamentos ainda com estas características. Por outro lado, o desporto exige, da
parte de quem desenvolve estes projetos desportivos, evolução técnica, e isso
exige técnicos para o efeito.
Aquilo que o Sr. Vereador Carlos Patrão hoje chama “barriga de aluguer” não é,
nem mais, nem menos, que a vinda de técnicos dos grandes clubes para
desenvolverem essa atividade, já com esse “know-how” técnico, que os clubes não
têm capacidade de ter. Se o fazem de uma forma benévola, não fazem, porque no
meio daquilo tudo, de centenas de jovens a praticar desporto, vão despontar meia
dúzia, dez, nem sabe quantos, que vão fazer carreira a nível desportivo. É claro
que os clubes aí têm esta visão de tentarem ser olheiros e encontrarem para as
suas fileiras jovens que depois possam também desenvolver futebol, em termos
profissionais.
Agora, como o Sr. Vereador diz, e bem, é uma dificuldade dos nossos tempos, não
é só o Juventude que está com problemas, aquilo que o preocupou foram as
notícias que vieram a público. A primeira situação que aconteceu foi uma reunião
com os atuais responsáveis do Juventude da Castanheira, na qual manifestou a sua
preocupação pelo estado atual financeiro do clube. Só se detém no aspeto
financeiro, porque o resto, a gestão, enfim, não é com a câmara municipal, e disse
ao clube que tinha de apresentar contas até ao dia 23 de dezembro, se não
apresentasse contas não recebia os apoios que estavam disponíveis para o
juventude da Castanheira.
Em boa hora o fez, o clube marcou no dia 21 uma assembleia-geral extraordinária
ou ordinária, não sabe, no dia 23 tinha as contas, e foi assim que lhe foi
disponibilizada uma série de verbas, pois a câmara municipal não a podia
disponibilizar sem a apresentação de contas, sendo que a primeira coisa duma boa
relação entre as entidades é a apresentação de contas. Sobre as contas não vai
falar, mas era uma exigência numa situação de emergência, porque o clube não
tinha dinheiro para quase nada, até devia dinheiro ao padeiro, que é uma coisa
absolutamente inacreditável.
Estando as coisas agora como estão, a navegar noutras águas, crê que o juventude
da Castanheira conseguirá sair rapidamente da situação complicada que tem, até
porque o maior volume da dívida tem a ver com as dívidas da construção do
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complexo desportivo. É uma dívida que está em tribunal, que já se discutiu várias
vezes.
Deste modo, este pedido, que é o que está em causa, é um pedido que o Juventude
fez à câmara municipal porque tem necessidade de atrair pessoas do centro da vila
para terem uma relação mais direta com o próprio clube, os próprios sócios e
novos sócios que podem vir a acontecer, no sentido de ajudarem o clube, porque
os sócios também têm que ter um papel determinante nestas coisas todas.
Está moderadamente otimista que a solução difícil que o Juventude tinha e ainda
tem possa ser ultrapassada, e da parte da câmara municipal cá se estará, como
sempre. Há bocado foi o CBEI, agora está-se a falar do Juventude da Castanheira,
mas o problema é sempre o mesmo, é a câmara municipal que tenta encontrar
soluções para resolver.
Agora, a questão que o Sr. Vereador Carlos Patrão colocou é interessante, no
sentido de verificar se em termos sociais, para os familiares que não têm dinheiro
para pôr os seus filhos a praticar desporto num determinado clube, porque têm
que pagar um valor, não se pode exigir uma quota também. Nos subsídios, nos
apoios financeiros que a câmara municipal presta pode-se pôr lá uma cláusula,
ficando a redação à consideração de todos, em que ninguém pode ficar fora do
contexto da prática desportiva do futebol ou doutra modalidade qualquer (mas
está-se a falar do futebol), e para isso têm que se abrir exceções, não sendo por
questões de caráter financeiro que algum jovem não possa praticar desporto no
clube próximo da sua morada. Essa é uma reflexão interessante que se poderá
fazer.
Quanto às questões de fundo que o Sr. Vereador colocou, dificilmente, no estado
atual das coisas, se vai conseguir contrariar, porque está-se a falar de negócios, de
uma atividade desportiva ligada a negócios. O próprio Governo, o próprio Estado, é
que tem, sobre esta matéria, que ter uma posição, e perceber como é que se
compram e vendem, e vendem e compram SAD. È uma matéria que diz respeito à
justiça, é uma coisa muito mais lata, e está convicto que as entidades que têm
jurisdição sobre estas matérias certamente estão a analisar estes movimentos que
vão acontecendo.
Sobre as questões do Sr. Vereador Nuno Libório, quando o Juventude da
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Castanheira solicitou à câmara municipal, naquela reunião que se teve, o próprio
disse que a loja estava lá há muito tempo, vazia, sem aproveitamento, e depois de
várias possibilidades de ser cedida a A, B ou C, achou-se que era o momento de
ceder a loja para o Juventude da Castanheira.
O estado da loja é aquele de quando foi cedida à câmara municipal, há
eventualmente algumas melhorias que o próprio clube tem que fazer, e o mesmo
estava consciente do estado da loja quando a pediu.
Quanto à questão do muro, confessa, sinceramente, que não tem esse registo, pelo
menos nunca lhe falaram da questão da vedação do perímetro do clube. Está a
falar com toda a honestidade, como sempre, não se lembra desta matéria ter sido
colocada, as únicas matérias que lhe colocavam eram as do pavilhão, a renovação
do piso sintético, nada mais ou pouco mais.
Sobre a gestão do pavilhão, o juventude desde que começou a gerir o pavilhão
pouco fez lá, e tem responsabilidade na gestão do clube. As grandes manutenções,
nomeadamente, de que se lembre de repente, da Casa do Povo de Arcena, é a
câmara municipal que as faz, e não é justo. Ainda há bem pouco tempo houve
necessidade de resolver um problema complicado que lá havia, e é a câmara
municipal que faz esse tipo de manutenções. Agora, as manutenções correntes, da
fechadura, do puxador, tem que ser o clube a fazê-las.
Depois, na reunião que teve não lhe falaram sobre a necessidade de rever o
protocolo, mas ver-se-á como é que isto vai evoluir. Contudo, não poder ser só uma
questão para o Juventude, quando se mexe numa coisa tem que se mexer para
todos.
Sobre os salários em atraso, não sabe, é provável que haja, com certeza, mas crê
que com os valores que a câmara municipal pagou ao Juventude, que estavam em
atraso, e não estavam em atraso, estavam suspensos por causa da falta de
apresentação de contas, agora deve estar mais folgado.
—
Assim, era o que queria transmitir aos Srs. Vereadores.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que os membros da CDU
tentaram centrar a discussão na importância do desenvolvimento e formação
desportiva, enquanto condição obrigatória para a formação integral do indivíduo. A
interpelação que a CDU faz relativamente a este contrato de comodato não pode,
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nem deve, ser associada a uma discussão externa, que tem a ver com sociedades
anónimas, que por acaso nem sequer tem qualquer tipo de repercussão,
felizmente, sobre o Juventude da Castanheira.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que nem existe, e estava-se a esquecer
disso.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que pensa que aliás até é
bastante injusto, quando o Juventude da Castanheira assistir a esta discussão em
diferido, se não está a acompanhá-la, perceber que perante um problema ou
problemas em concreto do Juventude estão-se aqui a introduzir questões sobre as
quais não há interesse para discutir.
Sobre isso, e não porque lhe tenha sido feita alguma interpelação em direto, deve
dizer ao Bloco de Esquerda que se calhar fica sozinho desta vez, e vai ficar muitas
mais vezes, porque os membros da CDU não acompanham o pensamento
ideológico do Bloco de Esquerda sobre muitos aspetos no que à gestão da câmara
municipal diz respeito. Portanto, misturar aquilo que não é misturado ou que não
pode ser misturado é algo que os afasta da discussão do Bloco de Esquerda.
Contudo, esse é um problema do Bloco de Esquerda e das relações do Bloco de
Esquerda com os clubes, designadamente onde existem esses fenómenos, e onde
não existem esses fenómenos tenta-se colocar sobre eles esses fenómenos.
Quer recordar que se há maior motivo de satisfação para todos os autarcas,
designadamente os da CDU, é quando passam pelos complexos desportivos
apoiados financeiramente pela câmara municipal e veem as largas dezenas de
miúdos que estão em plena atividade desportiva e que no fim de semana utilizam
as bandeiras e as camisolas dos respetivos clubes.
Não está a tecer uma consideração irrealista ou diferente da realidade. Não é hoje.
infelizmente, um desportista, já o foi noutros tempos, não é hoje um adepto
fervoroso, já o foi noutros tempos, por razões da sua vida particular, mas sabe que
o fenómeno desportivo no concelho de Vila Franca de Xira precisa de ser melhor
dinamizado, a partir da responsabilidade da câmara municipal, mas existe
desporto, e existe desporto associativo, popular e democrático no Juventude da
Castanheira. É importante esta questão, que para os membros da CDU tem que
ficarclara.
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O Sr. Presidente, noutro contexto, noutra conversa, disse, a propósito da
intervenção da Sr4 Vereadora Cláudia Martins, que achava estranha alguma
agitação sobre um assunto que foi colocado no período antes da ordem do dia.
Contudo, não tem que achar estranho quando os problemas das instituições
acontecem no território de Vila Franca de Xira e, neste caso particular, onde há
participação financeira do município sobre o desenvolvimento das suas atividades.
Ou será que aqui todos se esquecem de quem foram os responsáveis sucessivos,
também, por estes anos de gestão desta ou de outras instituições?
Os membros da CDU não se esquecem e conhecem-nos, como todos os conhecem,
como também sabem que todas as vezes que iam ao juventude da Castanheira,
perguntar como é que a situação estava, o clube dizia “eh, pá, nós temos a
promessa, ou tivemos a promessa, que a câmara municipal pagaria as obras a
mais”. O Sr. Presidente e a anterior presidente de câmara disseram, a pés juntos, e
de forma pública, que nunca houve esse compromisso, e o Sr. Presidente que não
o ponha agora numa situação de juiz, mas isto foi-lhes dito, e a situação que o
clube hoje tem é herdada desse passado, em que são imputadas à câmara
municipal grandes responsabilidades.
No ponto de vista central e daquilo que objetivamente importa discutir, deve dizer
ao Sr. Presidente que não é por haver agora novos protagonistas, porque muitos
deles, pessoalmente, nem ainda os conhece, mas pelo que conhece são pessoas
que abicam dos seus tempos livres e de natureza particular para fazerem pelo
associativismo no concelho de Vila Franca de Xira. Não são SAD, não têm
pretensão de ser SAD, aquelas pessoas meteram-se naquele buraco para tentarem
salvar o juventude da Castanheira da sua extinção iminente.
Estas afirmações são lidas e foram reproduzidas pelos atuais responsáveis nos
diversos órgãos da comunicação social e, aliás, se não viesse na comunicação
social o próprio nunca saberia disso, porque, mesmo sendo vereador não tem que
saber disso, mas por aquilo que é relatado na comunicação social até já houve uma
participação ao Ministério Público relativamente a essas contas, que foram exigidas
pela própria câmara municipal.
Portanto, há que apoiar aqueles que genuinamente hoje estão a querer salvar o
clube da sua extinção, não pôr sobre eles mais peso e mais fardos para além
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daquilo que tiveram que herdar e, acima de tudo, misturar aquilo que não é
misturável é uma coisa feia no âmbito da discussão democrática.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que gosta de “chamar
os bois pelos nomes”, e agora vai dizer aqui qual é que é o problema da CDU em
relação a esta questão.
A CDU tenta, como muitas outras forças políticas em Portugal, tirar partido do
fenómeno futebol, e apoia presidentes de clubes de futebol. Por exemplo, o
presidente da SAD, que tem lá a escola, no Juventude da Castanheira, é recebido
como um herói e honras de chefe de Estado na Festa do Avante, que é promovida
pela CDU. Que não contem com o Bloco de Esquerda para esse peditório, se a CDU
quer apoiar e tirar partido político à boleia do futebol, pensa que lhe fica mal, mas
é um problema para o qual não pode contar jamais com o apoio do Bloco de
Esquerda ou o seu silêncio. — —
Sabe muito bem qual foi a herança que essa pessoa deixou no Futebol Clube de
Alverca, sabe muito bem quem é que tem andado a pagar isso, e sabe muito bem
como é que desapareceram 3 milhões de euros do balanço do Futebol Clube de
Alverca, que teve de tirar isso de lá, por causa da venda do antigo estádio de
futebol a uma sociedade imobiliária.
Sabe-se que estes problemas todos têm rosto e têm nomes, o Bloco de Esquerda
não vai ficar calado sobre isso, porque considera isto tudo uma pouca-vergonha. Se
é para fazer no juventude da Castanheira aquilo que já se fez noutros clubes, e que
se faz noutros clubes, que não se conte com o silêncio do Bloco de Esquerda, ainda
por cima quando é o município que vai ter de subsidiar esta brincadeira toda.
Sabe que indiretamente isso acontece, já aqui denunciou isso várias Vezes, agora,
se a CDU quer continuar a receber essas pessoas, que pensa que são pouco
recomendáveis, com honras de chefe de Estado e heróis, na sua festa política, tem
que se sujeitar depois também às críticas, e os seus membros não virem para a
reunião de câmara armarem-se em “santinhos” como se não se passasse nada,
passa-se, e é grave.
Não é só a nível financeiro, sabe-se hoje, quanto à violência no desporto, que é
uma coisa absolutamente inacreditável o que se passa neste país sobre isso, até
no concelho, já houve casos precisamente em que os protagonistas são quase
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sempre os mesmos, e também ligados a essa SAD em concreto, aqui no concelho,
em jogos que foram promovidos no concelho, pelo que o Bloco de Esquerda não
pode ficar calado como se não se passasse nada. “O rei vai nu”, essa é que é a
questão, e é preciso denunciá-la e ter coragem para isso.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que numa questão que parecia pacífica, e é, o
ponto em si é pacífico, as reflexões que foram feitas é que são completamente
distintas. Agora vai dar a palavra à CDU, e depois vai passar à votação do ponto.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que, como todos
perceberam, não era para intervir neste ponto. Para os membros da CDU era
pacífico, colocaram o que entenderam que deviam colocar, e naturalmente que
reafirmaram aquilo que são algumas das divergências que têm em relação ao
Bloco de Esquerda, mas a resposta preocupou-a, porque este tipo de agressividade
não é normal. Preocupou-a, porque estar a chamar a Festa do Avante para uma
reunião de câmara também não é normal. Preocupou-a, por se dizer que o Luís
Filipe Vieira, já agora, se se tem tanta coragem, que se tenha até ao fim, vai à
Festa do Avante, como vai o Presidente da República, e como vai toda a gente, que
forpor bem.
Disse o Sr. Vereador Mário Calado que se calhar o Sr. Vereador Carlos Patrão
também.
Referiu a Sr Vereadora: “Seja bem-vindo quem vier por bem”.
Disse o Sr. Vereador Carlos Patrão que depois de esse cavalheiro lá ir não vai lá.
Respondeu a Sr Vereadora Regina Janeiro que a própria não tem esse tipo de
preconceitos, nem nunca foi do Benfica, tão pouco, nem sócia de nenhum clube,
está completamente à vontade, jogou andebol, como o Sr. Vereador Carlos Patrão
jogou, na União Desportiva Vilafranquense, e fez ginástica no Alverca como o Sr.
Vereador não fez.
Agora, confundir o Juventude da Castanheira, que tem dezenas de atividades
desportivas, com SAD, é um problema que o Bloco, ou pelo menos o Sr. Vereador
Carlos Patrão, tem que resolver com o próprio mesmo. Foi isto que se disse, estão
preocupados com o Juventude da Castanheira e colocaram as preocupações que
têm. Estar a confundir a estrada da Beira com a beira da estrada não lhe parece
que seja justo, nem democrático, nem que ajude à discussão na reunião.
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O que vieram foi afirmar a diferença de opiniões sobre a intervenção que o Bloco
de Esquerda, uma vez mais, veio fazer, pois já foi explicado muitas vezes que a
Alverca, o Castanheira, os clubes, não são apenas e só futebol, têm muito mais
atividades. Mesmo no futebol uma coisa é o futebol sénior outra é o futebol de
formação, são coisas completamente distintas, “mas continuamos a meter tudo no
mesmo saco, e depois, para ganharmos razão, tornamo-nos agressivos,
partidarizamos e insinuamos qualquer tipo de desonestidade por parte dos
vereadores da CDU ou por parte do PCP”.
Isso não aceitam, nem aceitam, nem permitem. Que se coloque a discussão onde
deve ser colocada, que se fale dos problemas que têm de ser falados, e que não se
chame e não se insinue aquilo que não pode ser insinuado, nem aqui, nem em lada
nenhum.
já agora, o que diz é que o Pinto da Costa também já apoiou a CDU.
Referiu o Sr. Presidente que sobre isso não faz comentários, dizendo, antes de pôr
o ponto à votação e imediatamente passar ao público, pois já está na sua hora, que
hoje o que se traz é apoiar um clube que tem cerca de 60 anos de existência, e
tem feito muito pela vila da Castanheira.
É nesse ponto de vista, numa situação grave que o clube atravessa, que é a
responsabilidade da câmara municipal, ao nível das suas competências, de o poder
ajudar, e não só, neste caso, o Juventude da Castanheira, mas em outros casos,
outras instituições. É nisto que devem todos concentrar-se, sem prejuízo das
reflexões a outro nível que possam fazer.
Estava longe de pensar que este ponto pudesse dar esta divergência de opinião,
que é salutar, mas por vezes poderia ser conduzida de outra forma.
Posto isto, o próprio também já foi à Festa do Avante, mas não é uma pessoa
ilustre, daquelas que foram faladas, é um cidadão comum.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que os vereadores da CDU disponibilizam-se
para receber o Sr. Presidente na Festa do Avante.
Respondeu o Sr. Presidente que bem sabe, mas foi num tempo em que a Festa do
Avante ainda se fazia em Monsanto, 1979, recorda-se perfeitamente.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que foi desde 1976.
Interveio o Sr. Presidente, pondo, após as considerações feitas, o ponto à votação,
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perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por
unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
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titÂ
Reunode2O20/01/O8
Município 1V’ Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação ri 004
Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO EXTRAORDINÁRIO RESPEITANTE À
AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTO TERMOACUMULADOR - GRUPO RECREATIVO E
CULTURAL DO BOM RETIRO
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/01/02, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
atribuição de um apoio financeiro extraordinário, no valor de 250,00€, ao Grupo
Recreativo e Cultural do Bom Retiro, visando a aquisição de um equipamento
termoacumulador destinado ao aquecimento da água dos balneários das suas
instalações desportivas e recreativas.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
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Reunião de 2020/01/08
Município 1 Proc2
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Vila Frar de Xira Deliberação n’ 005
Câmara Municipal
Assunto: CONTRIBUIÇÃO FINANCEIRA ESTATUTÁRIA REFERENTE A 2020
- AMAGÁS -
ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS PARA O GÁS
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/01/02, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, nos termos do
disposto nas alíneas d) e s), do n2 1, do artigo 332, do anexo 1, da Lei n2 75/2013,
de 12 de setembro, a qual aprovou e consagrou o Regime jurídico das Autarquias
Locais, com as alterações legislativas posteriores e na redação vigente, aprovação
do pagamento da contribuição financeira estatutária do município, em 2020, e no
valor de 6 825,50€, à AMAGÁS
- Associação de Municípios para o Gás, calculada em
conformidade com o n 2, do artigo 112 dos seus estatutos associativos.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
-
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r4M Reunode 2020/01/08Município 4’/
Vila Frarcea de Xira 1 Deliberação n 006
Câmara Municipal 1
Assunto: PROJETO DE ALTERAÇÕES AO REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL
DE SEGURANÇA
- CONSULTA PÚBLICA
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/01/02, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, no cumprimento
do disposto no Decreto-Lei n2 32/2019, de 4 de março, o qual procede à segunda
alteração à Lei n2 33/98, de 18 de julho, que criou os Conselhos Municipais de
Segurança, e após aprovação das propostas de alteração ao regulamento, na
reunião extraordinária do Conselho Municipal de Segurança, realizada a 12 de
dezembro de 2019, aprovação e sujeição a consulta pública, conforme
estabelecido no n2 1, do artigo 101, do Código do Procedimento Administrativo, do
projeto de alterações ao Regulamento do Conselho Municipal de Segurança, assim
como da sua publicitação na 2 série do Diário da república, na lnternet, no site
institucional da câmara municipal, viabilizado a apresentação de contributos pelos
interessados, a efetuar no prazo de 30 dias úteis, conforme estipulado no n9 2 do
mesmo artigo lOl, do referido código.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
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Vila Franca de Xira
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Fl.Uvm_-
ftAta
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Reunião de 2020/01108
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Deliberação Q____________
1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO PRESIDENTE E VICE-PRESIDENTE NA ÁREA
DE PESSOAL----
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação nQ 7475/19, de 27/12. do
DGAFJ/DRH, para conhecimento dos despachos do Srs. Presidente e Vice-
Presidente, na área de pessoal, no período compreendido entre 2019112102 e
2019/12/27.
-____________________________________
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n 7475/19, de 27/12, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a), do n° 2, do artigo 35Q, do anexo 1, da Lei
n° 75/2013, de 12 de setembro.—
--____________________________
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
07 despachos
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fl llJ Reunode 2020/01/08
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Assunto: LEGISLAÇÃO—SÍNTESE E EDITAIS
Foi dado conhecimento do que de seguida se indica:
1. Dos diplomas publicados em Diário da República com interesse para a
administração local:
Decreto-Lei n 171/2019, de 12 de dezembro, 1 série, que altera o regime de
proteção jurídica a que ficam sujeitos os símbolos olímpicos e paralímpicos e
reforça os mecanismos de combate a qualquer forma de aproveitamento ilícito dos
benefícios decorrentes do uso dos mesmos;
Resolução da Assembleia da República n9 231/2019, de 13 de dezembro, 1 série,
que recomenda ao Governo que atualize a listagem de materiais que contêm
amianto nos edifícios onde se prestam serviços públicos e que tome medidas com
vistaàrespetivaremoção;
Decreto-Lei n2 173/2019, de 13 de dezembro, 1 série, que adapta o regime de
formação profissional à Administração Local;
Decreto-Lei n2 176/2019, de 27 de dezembro, 1 série, que aprova o regime
transitário de execução orçamental, previsto no artigo 122-H da Lei n 91/2001, de
20 de agosto.
2. Dos editais publicados entre 2019/12/11 e 2019/12/27, que constam da lista
anexa, a qual se dá por inteiramente reproduzida nesta parte da ata.
Tomado conhecimento.
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1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento dos pagamentos autorizados pelo Sr. Presidente,
pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador António Félix, no período
compreendido entre 2019112/11 e 2019/12/26, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do n9 1, do artigo 359, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento. — —
09 pagamentos
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1. Assunto: BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
CâmaraMunicipal:
Datações Orçamentais 29 978 369,60€
Dotações não Orçamentais 3 183 625,94€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 3 661 049,32€
Dotações não Orçamentais 766 788,57€
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
—
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
10 balancetes
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FI. Livro
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Reunião de 2020/01/08
Município ] Proc2
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de 1’Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal j
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n° 569/19, de
26/12, do DGAFJ/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício do direito de preferência, no período compreendido
entreosdiassel9dedezembro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna 11 569119, de 26/12, do
DGAFj/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29° e 30° da Lei n° 31/2014, de 30 de maio. --
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus submete o assunto à reunião
de câmara para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
II SOP
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FI. Livro
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ReurUâode2o2O/O1/08
Município ) ‘7/ Proc9 26/15 RU-REURBVila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA-ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 650/19, de
27/12, da EMRU, para conhecimento do despacho do Sr. Presidente, datado de
2019/12/17, relacionado com o não exercício do direito legal de preferência,
previsto no artigo 58 do Decreto-Lei n2 307/2009, de 23 de outubro, com a sua
atual redação, que aprovou o Regime jurídico da Reabilitação Urbana (RjRU),
referente às áreas de reabilitação urbana do concelho.
3. lnformaçôes/pareceres: Anexa-se comunicação interna nQ 650/19, de 27/12, da
EMRU, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
12 EMRU
El. Livro
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100
64fr ç, Reunião de 2020/01/08
Município ‘t) ji Proc2
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de 1 1Vila Franca de xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal 1
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 59/19, de
20/12, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice-
Presidente, no período compreendido entre 2019/12/06 e 2019/12/19, no âmbito
do licenciamento de obras particulares previstas no Regime jurídico de
Urbanização e Edificação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 59/19, de 20/12, do
DPGU/SAPRE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que ainda lhe faltam fichas do público, pelo
que passará, se lhe derem tolerância, enquanto não chegam as fichas todas, para
a discussão deste ponto, dando a palavra à CDU.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libério, dizendo que a questão dos membros
da CDU tem a ver com os atos de competência do Sr. Vice-Presidente, e não
propriamente estes que são objeto para conhecimento, tem a ver com o Casal
Cabreiro, pois da visita que fizeram ao local foram surpreendidos com uma
desagradável notícia.
—
Perguntou o Sr. Presidente se a questão tem a ver com algum ponto.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que tem, porque as pessoas querem
instruir os processos de licenciamento. Assim, para além da informação que o Sr.
Vice-Presidente, e presidente do conselho de administração dos SMAS, já deu, e já
13 DPGU 1/3
I
A e El. Livro
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111H RAta 101ATA Reunião de 2020/01/08
Município j/
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de 1Vila Franca de Xira J Deliberação n2
Câmara Municipal 1
com algum atraso, é bom que isso também fique registado, mas crê que de certa
forma também se assumiu isso, relativamente às infraestruturas que estão em
falta, cujo projeto está em fase final de ultimação para ser lançada a empreitada,
pedia, por favor, que lhes pudessem adiantar alguns prazos. Por exemplo, será que
este ano de 2020 alguma coisa visível no terreno acontecerá?
Depois, relativamente ao licenciamento das obras particulares, agora,
propriamente dito, que já é também da competência do Sr. Vice-Presidente, foram
confrontados, como estava a dizer, com uma informação que os deixou muito
surpreendidos, a de que ainda existem, não obstante a deliberação de 2018, que
foi a primeira alteração à delimitação da zona alta desta AUGI, discrepâncias e, de
certa forma, conflitos nos acertos da propriedade com os comproprietários.
Gostariam de saber se a câmara municipal tem conhecimento disto, o que está a
fazer no sentido de juntar as partes para se obterem os consensos necessários, sob
pena destas habitações nunca mais virem a ser objeto de legalização, e entenda-se
a atribuição da licença de utilização ou habitabilidade.
Disse o Sr. Vice-Presidente que sabe de que é que o Sr. Vereador Nuno Libório está
a falar.
Prosseguiu o Sr. Vereador, referindo que os membros da CDU sugeriam, muito
rapidamente, porque estiveram lá na sexta-feira, que houvesse uma reunião no
local, dos técnicos com os comproprietários, que não são em grande quantidade,
mas são os suficientes, para mostrarem dúvidas e apreensões relativamente ao
bom desenvolvimento urbanístico deste processo. Portanto, queria aproveitar este
ponto para propor, face àquilo que lhe foi dado a conhecer, uma reunião no local
para esclarecimento. São 2 lotes em particular, que não foram objeto de alteração
na primeira revisão.
Perguntou o Sr. Presidente se é a questão da Cimpor.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que não, são os lotes que confinam para uma
área de acesso ao aterro sanitário. — —
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, mencionando que sabe ao que é que o Sr.
Vereador se está a referir, porque no âmbito dos processos das AUGI reúne com os
responsáveis do departamento, e provavelmente essa questão irá ser levantada
agora, na intervenção do público.
130P60 213
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
(% jftA
1
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libério que foram os membros da CDU que pediram às
pessoas para virem.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que já reparou, é que o Sr. Vereador está a fazer
uma intervenção a papel químico duma resposta que o próprio terá que dar daqui
a bocado. Assim, vai aguardar.—--- --——
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
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Fi.Ata 102
Reunião de 2020101106
Proc0
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Deliberação n2
13 OPGU 3,3
A El. Livro
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4/IA
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Município Pmc2
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Vila Erancea de XIra Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Pelas 12h44, após a discussão do ponto 13 da ordem do dia, interveio o Sr.
Presidente, dando a palavra ao público presente, prosseguindo posterlormente
com a discussão e votação do ponto 27 da ordem do dia, bem como com a
aprovação da ata em minuta.
--
publico
/! / FI. Livro
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Município 1 Proc2
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de 1Vila Franca de Xira J Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
ESCOLA DE ARCENA
- AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO BOM SUCESSO
- ALVERCA
DORIBATEJO
Interveio a munícipe, Sr Vânia Hilário Mateus, dando os bons dias a todos os
presentes, dizendo estar na reunião enquanto representante da Associação de Pais
do Bom Sucesso e vem acompanhada pela sua colega, Patrícia Monteiro, por um
tema que já foi falado várias vezes hoje, que tem a ver com a qualidade da água e
asanálises.
—
Os pais perceberam que a água da escola de Arcena estava com uma cor
amarelada já há algum tempo, solicitaram à câmara municipal que se realizassem
algumas análises, e a preocupação dos mesmos vem no sentido de lhes ser
disponibilizado o resultado das análises.
Foram feitas obras no período de férias, ficaram muito contentes por terem sido
realizadas, mas ao mesmo tempo também ficaram um bocadinho preocupados por
não lhes ter sido disponibilizado o resultado dessas análises e gostariam que assim
fosse feito.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que o Sr. Presidente do conselho de
administração dos SMAS, que é a pessoa responsável por essa área, irá responder.-
Interveio de novo a munícipe, referindo que isso acabou por lhes causar alguma
ansiedade.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que a câmara municipal já
respondeu ao agrupamento, e eventualmente deveria, complementarmente, ter
respondido à associação de pais, pede desculpa pelo facto.
Disse a munícipe que, como a cor era amarelada, levou algum tempo, depois as
crianças não foram avisadas se podiam beber ou não e causou-lhes alguma
preocupação, que pensa que qualquer um consegue perceber.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que com certeza, a munícipe tem toda a
razão.
—
Interveio de novo a Sr Vânia Mateus, dizendo que a outra questão que já se falou
também nesta reunião tem a ver com o número de auxiliares, que preocupa
bastante os pais, porque num agrupamento tão pequeno há a falta de 12
auxiliares. Ainda bem que ontem chegou a notícia que a câmara municipal vai
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Fl.Livro
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RAta 105
1 AlI Reunião de 2020/01/08
Murcípio
Proc2
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Vila Franca de Xira Delíberaçào n2_____________
Câmara Municipal
poder assumir esta responsabilidade, que era um dos tópicos que trazia.
O outro tem a ver com a manutenção dos equipamentos deste agrupamento, a
questão dos computadores e do Wi-Fi, que não têm condições para que realmente
os professores possam fazer a aula em tempo útil. Toda a preparação do
computador, que é lento, que vai abaixo, o Wi-Fi que não responde, faz com que as
aulas, no fundo, sejam perdidas, os miúdos se desmotivem, acabando depois por
gerar problemas de comportamento.
Relacionada também com a manutenção, traz a questão de coisas muito práticas,
como os dispensadores de papel higiénico, os fechos das portas de casa de banho,
que são também muito importantes para a privacidade das crianças. Quanto aos
dispensadores, a razão de falar é porque o que às vezes vê, enquanto mãe, quando
chega à escola, é o papel higiénico a rebolar no chão, depois os meninos têm que
apanhar o papel e usar aquele papel que está sujo, o que não é suposto.
Pelo que sabe são pequenas coisas, parece que não é nada, mas é uma lista
grande de faltas em termos de manutenção, desde os fechos, os dispensadores e
outras coisas. Pensa que há uma lista na plataforma da câmara municipal, por
aquilo que a escola lhe disse, que reportou à câmara municipal, ao departamento
de educação, e que este depois dará resposta.
Deixa ainda a sugestão de se pensar um bocadinho como é que se está a fazer
esta manutenção, porque aquilo que dá a sensação à associação é que realmente
a escola participa, a câmara municipal tem criadas as condições para ser feito, mas
não sabe, depois, se tem a noção que na prática não está a ser concretizado.
Estas duas pequenas coisas que aponta são mesmo duas pequeninas coisas, sendo
que há cerca de quase 2 anos que a associação de pais tem vindo a soLicitar aluda
para que se melhore.
—
Às vezes há equipas que visitam a escola, e as professoras são interrompidas para
acolherem essas equipas, para perceber o que é que realmente vêm fazer em
termos de manutenção. Assiste-se a vários levantamentos de necessidades, mas
na prática não se resolve, e isto é algo que queria partilhar com o Sr. Presidente,
pois sabe que às vezes a quem está em cima não chega toda a informação de
como é que na prática se concretizam as coisas. Pensa a própria, não sabe.
Disse o Sr. Presidente que faz parte da descentralização, cada um tem as suas
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Câmara Municipal
obrigações, mas naturalmente que não põe em causa que essas situações que a
munícipe lhe está a referir sejam assim e tem que agir em conformidade.
Retomou a palavra a munícipe, referindo que a postura da associação de pais é
construtiva, de trazer esta preocupação e também de ver na prática, e, se for
possível, repensar como é que pode ser realmente resolvido ou repensar a forma
de como é feita a manutenção. Na prática até acaba por vir, mas vem fora de
tempo, perde-se muito tempo, e o tempo é precioso para as crianças que estão em
contexto de escola, pois o ano letivo passa a correr e tudo o mais.
Depois, uma questão é fazer também uma visita à escola de Arcena, que era um
convite que a associação queria fazer, porque é uma escola com 40 anos, como se
sabe, e tem vários equipamentos que em termos pedagógicos não facilitam a vida
de quem lá está, nomeadamente os quadros, que são muito antigos, e por serem
muito antigos quando se escreve as crianças não conseguem ver o que está
escrito, porque o quadro está cheio de brilho.
Toda a parte mais tecnológica também falha, entre outras coisas. Não se quer
alongar muito, mas pensa que era interessante poder ver “in loco” o que é que
está a fazer falta, como a nível de ecopontos, até porque a escola tem um projeto
muito giro para este ano, que é o projeto da sustentabilidade. Faz-se a campanha
do amarelo e do papel, que a câmara municipal também sugere, mas no dia a dia,
na continuidade, questiona até que ponto há condições para que se possa dar
continuidade ao trabalho destes pequenos projetos, que são tão grandes em
termos de valores, para depois poderem ser colocados em prática. Essa era outra
questão que queria deixar.
Assim, basicamente são estas as questões e agradece por ouvirem a associação.
--
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que é basicamente e já é muita coisa,
agradecendo à munícipe por ter vindo.
Interveio mais tarde, dizendo que efetivamente, quanto às análises, vão ser
enviadas, e o Sr. Vice-Presidente pode falar sobre esta matéria, mas o próprio quer
tranquilizar a munícipe, na medida em que os resultados não apresentam nenhum
dado de uma água que não seja de qualidade para consumo humano.
O que se fez foi, de facto, alterar e substituir uma canalização já muito antiga, na
sequência de um ramal que se fez de abastecimento para a própria escola, num
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1 P1 to ie 20%!Z8
Município ‘th Proc
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Câmara Municipal
trabalho que se fez de requalificação do espaço exterior. Nessa sequência
verificou-se que havia necessidade de substituir a canalização, que já era bastante
antiga. É só isso, de qualquer modo fizeram-se as análises e o Sr. Vice-Presidente
jáfalará.
—
Quanto aos auxiliares em falta, a câmara municipal, de acordo com aquilo que
decidiu, que foi aceitar a descentralização de competências na área da educação,
vai cumprir os rácios, e aquilo que vai fazer é, sempre que alguém adoeça e esteja
de baixa prolongada, numa articulação rápida com a direção do agrupamento,
porque essas informações têm que chegar à câmara municipal rapidamente,
resolver e colmatar essa falta.
Efetivamente está-se com algumas dificuldades a nível geral dos agrupamentos,
não só neste concelho, mas na generalidade do país, pois há muitas baixas
médicas. Deste modo, o ministério também decidiu encontrar mecanismos que
estão disponíveis, através de concursos que os próprios diretores podem fazer, e
juntamente com a câmara municipal encontrar uma fluidez de tratamento da
situação, para repor essas mesmas faltas de pessoal.
Quanto à manutenção e equipamentos vai avaliar com os serviços o que é que se
passa com isso, e se houver alguma situação que ainda não esteja resolvida terá,
naturalmente, que ser resolvida também, bem assim como na EB2,3, em que há
muitas matérias que passam para a competência da câmara municipal. Contudo, a
questão da escola em si, o edifício, ainda não passa para a câmara municipal, que
vai ter só obras de conservação para questões de manutenção de pequeno
volume, se bem que tem feito muita coisa.
Depois, a Sr Vânia Mateus refere um aspeto que é importante, que é a questão
dos ecopontos, porque é uma contradição. A munícipe diz bem e é uma chamada
de atenção oportuna, pois efetivamente não vale a pena estar a apostar em planos
e programas de caráter ambiental e depois haver alguma dificuldade, falta de
colocação de equipamentos. No entanto, no que respeita às embalagens o volume
é tal que são colocadas, como a munícipe sabe, em sacos de plástico de grande
dimensão.
Felizmente que os alunos do concelho, tanto na Brigada do Amarelo, como agora
do cartão, são dos melhores e estão quase sempre nos primeiros lugares das
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Câmara Municipal j
tonelagens de embalagens e cartão que recolhem nas escolas, o que é fruto do
trabalho feito pelos seus professores, no trabalho com os pais, e também pela
entrega dos próprios alunos.
Está convicto que isto vai fazer com que estas questões de que se fala, da recolha,
dos problemas do lixo, da separação dos resíduos, etc., no futuro, quando forem
adultos, seja uma coisa absolutamente normal. Aliás, já certamente aconteceu com
a munícipe ou pelo menos com algumas pessoas próximas da mesma, serem os
próprios filhos a exigir a reciclagem, porque naturalmente que as pessoas não
tinham esta cultura de hábitos e hoje são os próprios alunos e filhos a chamarem a
atenção daquilo que é necessário fazer. Isto é fruto deste trabalho que vai ter
sequências positivas no futuro.
Há uma série de questões que a munícipe colocou que se vão tratar, e vai-lhe ser
enviado o mais depressa possível, se possível hoje ou amanhã, ao seu cuidado,
porque deixou o correio eletrónico, o resultado das análises.
Terminou, questionando se o Sr. Vice-Presidente, sobre as análises, quer dizer
alguma coisa.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que se vão mandar. Vão-se remeter, como disse o
Sr. Presidente, ao diretor, que depois os fará chegar junto da associação. Embora o
agrupamento já tenha conhecimento far-se-á chegar o relatório sem qualquer
problema.
A cor amarelada por vezes acontece, e pede desculpa pelo parêntese, mas isso
acontece até nas nossas próprias casas, nomeadamente quando existem
determinadas intervenções na via pública, a primeira água a cair tem que se deixar
rolar.
Assim, estando os estabelecimentos de ensino encerrados ao sábado e ao
domingo, e, como disse o Sr. Presidente, houve intervenções posteriores em todas
as redes de abastecimentos de água, à primeira hora da segunda-feira nota-se
mais. Foram dadas indicações para se deixar correr a água, e as intervenções
estão feitas, mas remeter-se-ão as análises para conhecimento da associação de
pais, para verificar.
A associação vai receber o documento, os serviços estiveram nos
estabelecimentos, fizeram as análises, e que se fique ciente duma situação, a
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Reunode2oD/D1/o8
Município /‘) A’V Proc
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Vila Franca de Xira / JV Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
câmara municipal tem conhecimento disto, e se existisse algum problema na rede
de abastecimento de água imediatamente os serviços do laboratório dos SMAS
mandavam encerrar o estabelecimento. Disso não se tenham dúvidas, por isso é
que se vai enviar à associação o documento, para confirmar e verificar aquilo que
está a dizer. Pensa que não se está a duvidar, mas vai-se enviar.
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• Reunião de 2020/01/08
Município
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Vila Franca de Xira 1 Deliberaçào n2_____________
Câmara Municipal /
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
REQUALIFICAÇÃO DO JARDIM DA RUA POETA ANTÓNIO ALEIXO E DO JARDIM
CENTRAL DO BOM SUCESSO - ALVERCA DO RIRATEJO
Interveio a munícipe, Sr Patrícia Alexandra Ferreira Monteiro, dando os bons dias a
todos os presentes e referindo que veio hoje acompanhar a sua colega, Vânia
Mateus, enquanto membro da associação de pais, mas não quis deixar de intervir e
gostava de fazer algumas perguntas, que têm a ver com algumas preocupações
que já foram comunicadas, tanto à junta de freguesia, como à câmara municipal,
até na pessoa do Sr. Presidente e do Sr. Vice-Presidente, que têm a ver com a
requalificação de dois jardins no Bom Sucesso. Um deles está fechado e encerrado
há vários anos, e por isso crescem as ervas e acumulam-se os bichos.
Interrompeu o Sr. Presidente, questionando se a munícipe está a falar em parques
infantis.
Respondeu a munícipe que sim, mencionando que um é na rua Poeta António
Aleixo e o outro é o Jardim Central do Bom Sucesso, que podia ter sido uma
alternativa, efetivamente, ao fecho do parque na rua Poeta António Aleixo, mas
não é porque, como também se sabe, não tem equipamentos. —
A sua pergunta é para quando a requalificação destes dois parques infantis ou,
pelo menos, relativamente à questão do parque da rua Poeta António Aleixo, que já
percebeu que não vai voltar a abrir, o que é que a câmara municipal pensa fazer
daquele espaço, uma vez que neste momento está completamente abandonado.---
Relativamente ao Jardim Central do Bom Sucesso, percebe que tenha sido dada
prioridade ao jardim de Alverca, mas é um facto que aquele jardim não tem um
único equipamento infantil, O que havia está completamente danificado, o espaço
está completamente ao abandono, vão-se cortar as ervas de vez em quando mas
não se passa nada.-—
O jardim é muito frequentado, os miúdos que vão para a escola passam ali todos
os dias, ao fim de semana enche-se de pessoas, e era realmente preciso, ainda que
não se possam fazer obras de grande envergadura, pelo menos fazer alguma
manutenção de espaço.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que depois passa a palavra ao Sr. Vereador
António Félix, porque as questões mais centrais que a munícipe referiu têm a ver
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44) Reunode 2020/01/08
Município /6’ Proc
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n_____________
Câmara Municipal
com parques infantis e o Sr. Vereador é quem está com este processo.
Contudo, o que diz é que a câmara municipal tem um plano de grande dimensão,
onde vai investir muitos milhares de euros para a requalificação dos parques
infantis, e o Sr. Vereador pode dar já alguma nota sobre aquilo que a munícipe
trouxe e falar também daquilo que se vai fazer no jardim Central do Bom Sucesso. -
Está-se numa situação, de hoje, que é completamente distinta de quando se
começaram a colocar no concelho parques infantis, porque no passado, há muitos
anos atrás, desde o 25 de Abril, principalmente nessa altura, as pessoas
organizaram-se em autoconstrução, fizeram parques infantis, etc., muitas das
vezes não os fizeram nos sítios mais adequados, e era um parque infantil em cada
esquina. Isto não pode ser hoje em dia, tem que se ter uma filosofia
completamente distinta, mas o Sr. Vereador António Félix falará sobre isso.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, dizendo que começaria pelo princípio, e o Sr.
Presidente já falou um pouco sobre isso. Num determinado momento do tempo,
que não interessa falar, fizeram-se parques infantis que de parques infantis só têm
o nome, porque não têm nada de parques infantis. Ao longo dos anos a legislação
foi-se alterando e o que acontece é que neste momento muitos não têm condições
e não podem continuar a ser parques infantis.
Neste caso específico, do jardim do Bom Sucesso, a câmara municipal tem vindo a
trabalhar num procedimento, que é muito grande, e aliás o Sr. Presidente já falou,
que tem um envolvimento muito significativo. Ao longo do ano de 2019
desenvolveu-se esse procedimento para a requalificação dos parques infantis, e
infelizmente, para a câmara municipal, dada a dimensão e a panóplia de
brinquedos que existem de marcas diferentes, os concursos foram ficando
sistematicamente desertos e foi-se tendo que fazer lotes.
Está-se outra vez a fazer, e espera muito sinceramente que durante este ano se
consigam requalificar muitos deles. Não vale a pena dizer que se vão requalificar
todos, que não é o caso, mas muitos irão ser requalificados.
No caso específico do jardim do Bom Sucesso não sabe se a munícipe conhece
bem, tem lá um espaço que era um pseudopolidesportivo e vai-se fazer uma
intervenção. Durante este mês, no máximo no final do próximo mês, ele estará
pronto. Será um espaço desportivo que é o que é face à dimensão do espaço que
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RAta 112
4 JQIA Reunião de 2020/01/08
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de V) fVila Franca de Xira 1 Deliberação QQ____________
Câmara Municipal j
lá estava, mas crê que vai ser do agrado dos miúdos dali e possibilitar a prática,
também, do desporto.
O parque infantil a seu tempo também será obviamente requalificado, até porque
se têm que criar, e essa tem sido a polftica da câmara municipal nos últimos
tempos, parques infantis que não sejam apenas parques infantis, sejam parques
infantis, juvenis e também, ultimamente, como tem sido a preocupação, inclusivos.
Muitas vezes o que acontece é que, dado que são parques infantis, os mais
crescidos vão lá, partem tudo, mas se houver um espaço que seja dedicado a eles
acredita-se que poupem mais o espaço que é para os mais pequenos. É isso que se
tem vindo a fazer e se quer continuar a fazer, e lá também se irá fazer, mas o
polidesportivo que lá estava, que está em terra, será intervencionado, já está
adjudicado, a empresa deverá começar a trabalhar, se não esta semana, na
próxima.
Interveio a munícipe, questionando-se quanto ao jardim na rua Poeta António
Aleixo.
Respondeu o Sr. Vereador António Félix que esse é daqueles que não tem
condições para sobreviver. Há de ser requalificado em termos de espaço, tem que
se encontrar uma solução que seja do agrado das pessoas ali também, e não está
ainda definido o quê, mas obviamente que não há de ficar assim como está, vai ser
requalificado. Agora, tem que se encontrar uma solução que seja do agrado das
pessoas, dado que como parque infantil não tem condições para continuar ali.
Tomou a palavra a munícipe, referindo que os moradores já disseram várias vezes
à câmara municipal que já perceberam que não vão lá ter parque infantil, mas é o
único espaço para as crianças daquele bairro brincarem.
Interrompeu o Sr. Vereador António Félix, dizendo que ouviu a munícipe com toda
a atenção e deve dizer que não há condições para cada bairro ter o seu parque
infantil, não é possível, até porque há um regulamento da câmara municipal que
diz que num espaço de 1km não deve haver mais que um parque infantil. Se se
fosse ver isso iam-se fechar quase metade dos que existem por aí.
Referiu a munícipe que percebe isso tudo, já sabe essa história toda, mas a
questão é o espaço estar aberto para as crianças poderem lá estar.
Prosseguiu o Sr. Vereador António Félix, dizendo que neste momento não está
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A 1i2L2 Reuno de 2020/01/08
Município Proc2
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vila Franca de Xira ( 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal J
aberto pois não tem condições de segurança, porque depois, se houver um
acidente a culpa é da câmara municipal. Quando há questões de segurança
envolvidas o próprio não pode facilitar.
Tomou a palavra a Sr Patrícia Monteiro, mencionando que por isso é que está a
pedir só para se fazer a manutenção do piso, pôr lá os canteiros e abrir o espaço,
para as crianças jogarem à bola e saltarem à corda.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, dizendo que se fosse assim tão simples já
estava feito.
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jLÃ Reuno de 2020/01/08
Municipio j 0 Proc2
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de JVila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal J
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
REQUALIFICAÇÃO DA ESTRADA DE ARCENA - ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio a munícipe, Sr Patrícia Alexandra Ferreira Monteiro, referindo que ouviu
falar na estrada de Arcena, que está num estado miserável há vários anos, e dá só
uma achega, pois não é só o piso, é também preciso ter um passeio, há um passeio
que não existe há 40 anos, pelo menos.
Há uma zona a chegar à ponte que faz um redondo, que tem, não sabe, talvez
10cm de passeio, e são várias as pessoas que caem ali, escorregam, pelo que, já
que se pensa num projeto para a requalificação da estrada, deverá pensar-se
também no passeio.
Chama à atenção que o piso da estrada agrava-se com o corte da estrada da
Proverba, porque com o corte desta a estrada de Arcena todos os dias tem
quilómetros e quilómetros de fila, não só de manhã, como ao final do dia, e quer só
chamar à atenção para isso.
Referiu ainda que não está à espera de uma resposta, foi mesmo só dar uma
achega, porque ouviu que há um projeto de requalificação da estrada de Arcena e,
além do piso, não é dita propriamente a questão dos passeios, que lhe parece mais
importante.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que já se percebeu a preocupação e já se
responderá.
Interveio de novo, referindo que já se falou hoje.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, mencionando que o Sr. Presidente já falou,
mas o próprio vai buscar a estrada de Arcena por uma situação que a munícipe
falou, do corte da estrada da Proverba, pois convém esclarecer porque é que a
estrada da Proverba está cortada ao trânsito. Já foi explicado na câmara municipal
que neste momento se está a resolver uma situação muito complicada, também,
como se fala às vezes em meses e anos, com mais de 40 anos, que é a rede de
saneamento que vai colidir toda na estrada da Proverba, toda a zona de Arcena vai
colidir na estrada da Proverba.
Tem-se estado a adiar uma situação, e tinha que chegar a um momento em que se
tinha de resolver. Como diz o povo português, “empurrar com a barriga” não dá
para determinados assuntos, ou se resolve ou não se resolve. Se não se resolve os
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RAta 115
Reunião de 2020/01/08
Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
problemas vão-se manter.
Na estrada da Proverba toda a rede de saneamento de Arcena vai colidir ali, e
quando os serviços lhe colocaram a proposta de intervenção da estrada de Arcena
há uma frase que o próprio diz, “fazer obras no inverno faz lama, no verão faz pó”,
pelo que pergunta então quando que é se fazem. As obras têm que se fazer.
Então, quando se tiver a conclusão da estrada da Proverba, com a rede de
saneamento, rede de água, o piso, a situação entrará na normalidade, como a
munícipe diz, e bem, com a intensidade de tráfego derivada à suspensão.
Só foi buscar isto para clarificar porque é que a estrada da Proverba neste
momento está cortada, é derivado a esta intervenção de grande vulto. Está-se a
trabalhar a uma grande profundidade, basta dizer que a rede de Arcena, a nível de
saneamento, estava a colidir com os limites da autoestrada e era impensável esta
situação. Isto foi feito à data, tem é que se resolver e é isso que se está a fazer.
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FI.Ata 116
A!! Reunião de 2020/01/08Municipio
de 1Vila Franca de Xira j Deliberação n2_____________
Câmara Municipal 1
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
FORMAÇÃO DESPORTIVA
Interveio a munícipe, Sr Patrícia Alexandra Ferreira Monteiro, referindo, quanto à
última questão que tem para colocar, que quer deixar uma ideia, porque ouviu
falar na questão do futebol e da formação desportiva, em relação àqueles que não
podem pagar e que efetivamente os custos destas atividades no concelho não são
paratodasas bolsas.
Já há vários concelhos que estão a facultar aos alunos da escola a natação gratuita,
e pensa que talvez se pudesse também pensar um bocadinho nisso, uma vez que a
câmara municipal tem equipamento, tem piscinas. Portanto, talvez fosse mais fácil
começar pela natação gratuita ou tendencialmente gratuita para aqueles que
frequentam as escolas, uma vez que tem vindo a ver os concelhos do norte do
país, principalmente, a facultar essa formação gratuita da natação nas suas
piscinas.
Terminou, agradecendo por a ouvirem e pedindo desculpa se de alguma forma foi
inconveniente, mas já estava na reunião por outros motivos e não quis deixar de
falar.
Disse o Sr. Presidente que não foi inconveniente, nem deixou de ser, ao fim e ao
cabo a munícipe interveio naquilo que é a exigência da cidadania, apesar de que
falou de coisas que já se tinham falado e certamente a resposta que lhe iria dar já
está dada.
Interveio ainda, referindo que o Sr. Vereador António Félix também falará sobre os
programas que a câmara municipal tem e aquilo que tem vindo a desenvolver para
a promoção da natação no concelho.
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Reurâo de 2020/01/08
Município Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
CASAL DO CABREIRO, LOTE 11 - ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio a munícipe, Sr Sandra Maria Trindade Fialho Fernandes, pedindo
desculpa porque está muito constipada e custa-lhe muitó falar, referindo que o Sr.
Vereador Nuno Libório há pouco expôs a situação, está presente como
representante do seu pai, que faleceu há 6 meses.
Interrompeu o Sr. Presidente, dando os sentimentos à munícipe.
Prosseguiu a munícipe, referindo que é sobre o Casal do Cabreiro, lote 11, que ao
que parece está mais do mesmo, há a situação dos avos que não batem certos, e
diz o Sr. Presidente que poderá haver alguma resposta.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, perguntando se o que a munícipe quer saber é o
ponto de situação deste processo.
Respondeu a munícipe que é o ponto da situação, claro que sim.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que já se vai responder.
Disse a Sr Sandra Fernandes que queria uma resposta agora, para acrescentar
alguma coisa.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a munícipe tem uma pergunta para fazer,
vai-se responder, e se ainda tiver mais alguma questão que a coloque, se faz favor.
Tomou de novo a palavra a munícipe, referindo que há 2 lotes.
Interrompeu o Sr. Presidente, dizendo que a munícipe falou no lote 11.
Respondeu a munícipe que é o lote 11, o seu pai comprou aquilo como avos, há 40
e muitos anos, tinha 280 avos, na altura foi comprado, foi murado e começada a
construir uma moradia lá, ilegal, naquele lote, como podia ser no outro, porque
aquilo é uma AUGI, é não sabe o quê, ilegal, já sabe estas histórias todas.
Interrompeu o Sr. Presidente, referindo que é uma história que é importante,
porque está-se a falar de clandestinos.
Continuou a munícipe, dizendo que é claro que sim, e que quando foi vendido o
terreno à parte de baixo, ao fim de uns 20 anos, foi vendido com 255 avos, mas
agora, na conversão, o terreno do vizinho está dentro do quintal do seu pai, que já
estava murado.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo à munícipe para o deixar precisar um segundo,
se 280 avos era o inicial, depois o pai da munícipe comprou e tinha 250 avos. É
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RAta 118Íflj\ Reunião de 2020/01/08
Município 1) - Jjii Proc2
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Câmara Municipal
isso?
Respondeu a munícipe que não, o seu pai comprou com 280 avos.
Prosseguiu o Sr. Presidente, questionando quanto ao depois.
Respondeu a Sr Sandra Fernandes que o lote do lado foi vendido, ao fim de 20 e
tal anos, já o seu pai tinha o dele murado, com 255 avos.
Questionou o Sr. Presidente se na altura que foi comprado também tinha 280 avos.
Respondeu a munícipe que não, os avos eram estes.
Perguntou o Sr. Presidente qual é a questão de um ter 280 e o outro ter 255.
Respondeu a munícipe que atualmente, quando se converteram em metros, o de
baixo, que é o que tem 255 avos, tem muito mais metros, tanto que entrou dentro
do quintal da parte de cima, ou seja, tem uma parede lateral que atualmente está
dentro do quintal do vizinho.
Quanto ao que pede, já falou com o Urb Ricardo Ramalho, que diz que sim, está
aberto a isto, que é consentir a construção com a mesma área de construção que
se estipulou para o terreno de baixo, mas que o afastamento um do outro não seja
os tais 3m.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que o Sr. Vice-Presidente sabe desse assunto e
já vai responder
Prosseguiu a munícipe, mencionando que isto parte dum erro, quando foi deste
acerto, e pede que se vá lá acima, porque só junto com os proprietários é que se
poderá realmente resolver. A câmara municipal diz que se entendam e está-se a
arranjar uma guerra entre vizinhos, porque o vizinho que ganhou mais metros de
terreno agora não quer abrir mão do que lhe deram, como é óbvio.
Tomou de novo a palavra o Sr. Presidente, referindo que se está a falar de um
processo, como aqui já se falou, muito antigo, em que muitas das vezes aquilo que
foi o loteamento inicial não estava completo ou foi feito como naquele tempo, e
agora tem-se a obrigação de fazer as coisas como deve ser ou duma forma
diferente, de acordo com as regras que se têm. Há aqui esta discrepância, e já se
tiveram muitas discrepâncias ao longo deste processo.
Quer dizer que este processo começou desta forma, uma rua começava com 6m e
terminava com 4m. As pessoas avançavam com os muros, faziam coisas
inacreditáveis, depois não havia espaço para passeios, e isto é tudo muito
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• AlIA Reuno de 2020/01/08Município
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Câmara Municipal
complexo.
Tem ainda a dizer, quanto às instruções que deu, e o Sr. Vice-Presidente tem dado
essas instruções às equipas que gere, que se têm que resolver estas questões das
AUGI não como se fosse uma urbanização normal, mas com as especificidades que
cada uma destas questões tem, e essas especificidades provavelmente serão as
questões que a munícipe está a dizer.
A câmara municipal não quer o mal de ninguém, quer é resolver, mas é uma
situação muito difícil, porque começou torta em muitos casos.
Interveio a munícipe, dizendo que quando se vai comprar um terreno que não tem
área de construção sabe-se que só se vai lá plantar batatas. Se já se está a dar a
hipótese ao senhor de construir dentro daquilo que tem, pensa que já era muito
bom.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que o Sr. Vice-Presidente irá responder
às questões que a munícipe colocou.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, respondendo também ao Sr. Vereador Nuno Libório,
que na sua intervenção também podia ter ajudado, mas essa é uma questão que
depois lhe dirá um pouco mais, porque sabia, foram palavras suas, disse que ia
expor a situação.
Como a munícipe expôs, e basta ter apontado o falecimento do seu pai há 6
meses, o próprio sabe, neste momento, do que é que se está a falar, porque o
processo foi-lhe colocado. Os serviços estiveram no local, falaram com todos os
intervenientes, porque o próprio deu essa indicação, para se tentar encontrar uma
solução de consenso para aprovação do loteamento.
Está-se a falar de um muro, e a munícipe expôs bem a situação, mas vai um pouco
mais em profundidade. Convém dizer, para quem está presente também perceber
do que é que se está a falar, e o Sr. Vereador Nuno Libório sabe perfeitamente,
pelos anos que tem de câmara municipal, a acompanhar, do que se está a falar.----
Quando se faz a conversão de avos para metros as coisas não batem certo, e o que
a câmara municipal tentou fazer foi criar num dos lotes a possibilidade de
construção, tentando-se nas AUGI, como diz o povo, e como disse bem o Sr.
Presidente, ter uma leitura diferente do que se tem num loteamento novo, porque
são coisas herdadas, ilegais, mas crê-se que as pessoas compraram os seus lotes
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1 Lí1 Reuno de
Município
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Câmara Municipal 1
com grande sacrifício de vida e tem que se conjugar isso, quer-se é resolver. Basta
dizer que há neste momento pouquíssimas AUGI para resolver, de uma
enormidade, salvo erro, de 43, se a memória não lhe falha.
Interrompeu o Urb Ricardo Ramalho, dizendo que são 46.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, referindo que são 46, e então falha a memória,
também já deve ser da idade, falharam-lhe 3, mas não chega à meia dúzia para
resolver.
Agora ia fazer uma sugestão à munícipe, porque houve no local estas reuniões,
houve entendimento entre todas as partes.
Disse a munícipe que não houve.
Continuou o Sr. Vice-Presidente, pedindo desculpa, mas dizendo que quando a
munícipe falou ninguém a interrompeu, tendo o próprio um documento no
processo, pois exigiu uma ata assinada, que fala. Portanto, o que vai sugerir é que
o Urb Ricardo Ramalho saia da sala, marque uma reunião com a munícipe, no
urbanismo, com o processo à frente, e se esclareçam estas dúvidas todas.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando à munícipe que há um documento
assinado entre as partes. Se há dúvidas, esclarecem-se as dúvidas, mas que as
pessoas assinaram, assinaram. O Sr. Vice-Presidente disse, e bem, que se há ainda
dúvidas se esclareça numa reunião, vai-se marcar uma reunião com o Urb Ricardo
Ramalho para esclarecer as dúvidas. Agora, que as pessoas acordaram,
acordaram, porque assinaram. As pessoas não assinam coisas assim, de cruz.
Referiu a munícipe que as pessoas assinaram coisas que não sabiam, o seu pai
assinou sem saber o que estava a assinar, se assinou alguma coisa.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, pedindo ao Urb Ricardo Ramalho para marcar
então uma reunião para esclarecer as questões.
Interrompeu a Sr? Sandra Fernandes, referindo que o Urb Ricardo Ramalho tem
estado sempre disponível, já falou com ele uma série de vezes, a outra senhora do
lado é que não está disponível para chegar a acordo nenhum, como é óbvio,
porque lhe deram um bocado de terreno que não é dela.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que isto é a desgraça dos clandestinos, das
AUGI e disto tudo, se a munícipe quer que lhe diga com mais clareza, não
consegue dizer. Depois, acaba tudo nos mesmos, que é a câmara municipal estar a
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Câmara Municipal
servir de polícia para resolver questões de má vizinhança ou seja lá o que for.
A munícipe vem para a reunião julgando que parece que a câmara municipal tem
culpa disto tudo, e não tem, mas está disponível para resolver as questões.
Interveio a munícipe, dizendo que então se continua nisto há montes de tempo.
Tomou a palavra outra munícipe, referindo que é por causa do problema de 2
pessoas.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que nem sabe a munícipe “a
missa a metade”, é nesse caso e em muitos mais. O grande problema é as pessoas
não se entenderem, esse é que é o problema. O que é que a câmara municipal vai
fazer?
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
JANELA DE COZINHA TAPADA POR PAREDE
- ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio o munícipe, Sr. Jaime dos Reis Madeira, dando os bons dias a todos os
presentes e referindo estar na reunião por uma questão de há um ano e um mês.--
Assim, a sua casa existe há 40 anos, foi requalificada uma casa ao lado da sua, a
câmara municipal autorizou as obras, mas taparam-lhe uma janela da sua cozinha
de baixo com uma parede. Já mandou vários e-mails para a câmara municipal,
nunca lhe respondeu, já pediu reuniões com os arquitetos da câmara municipal,
nunca ninguém lhe respondeu até hoje, sendo que o último e-mali que enviou foi a
20 de novembro do ano passado.
Isto já rola há um ano e um mês, nunca ninguém faz nada, ninguém resolve nada,
nem a câmara municipal lhe responde, e queria perguntar o porquê, porque é que
a câmara municipal não lhe responde há um ano e poucos meses.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que se vai tentar responder.
----—
Tomou a palavra o munícipe, agradecendo.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, referindo, sinceramente, que quando o munícipe
mal terminou contactou os serviços, e pode dizer que quando terminar de falar, no
final, o munícipe vai marcar uma reunião com a diretora de departamento, Arqt
Teresa Laranjeira, porque não se recorda disso no despacho diário, e esses
assuntos diariamente vêm à sua mão, os que lhe são dirigidos, através do seu
gabinete. Não se recorda e pede permissão ao munícipe para lhe fazer uma
pergunta: Qual é a localidade?
Respondeu o munícipe que é Alverca.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, referindo que não se recorda dessa situação.
Interrompeu o munícipe, dizendo que tirou fotos, enviou tudo para vários e-mails e
ninguém lhe respondeu.
Retomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, referindo ao munícipe que lhe dê espaço
para responder porque, quando expôs a situação, que se recorde, ninguém o
interrompeu.
Prosseguiu, mencionando que não se recorda, não está a colocar em causa que o
munícipe não mandou, está-lhe a dizer que para o seu serviço, para o seu
gabinete, não se recorda, e procura acompanhar e chamar imediatamente as
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
pessoas.
Portanto, o munícipe vai marcar, no final da reunião, uma reunião com a Arqt
Teresa Laranjeira, que é a diretora do departamento, pois é da mesma que
dependem os serviços técnicos, para se recuperar o processo, como o munícipe
está a dizer, e acredita, sabendo-se do que é que se está a falar.
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Câmara Municipal j
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
QUINTA DO ALFERES E ANEXOS - SUBSERRA
- SÃO JOÃO DOS MONTES
Interveio a munícipe, Sr Clotilde Fernandes Ferreira, dando as boas tardes e
reforçando os votos de um bom ano para todos, agradecendo mais uma vez ao Sr.
Presidente a oportunidade que lhe dá, dizendo que a questão que quer colocar é
exatamente como é que está o seu assunto.
Daqui a nada o Sr. Presidente já nem a pode ver, mas volta a fazer-lhe a mesma
pergunta, que é: Como é que está o assunto da Quinta do Alferes, atendendo a que
os técnicos da câmara municipal possivelmente já tiveram um contacto com a
CCDRLVT
- Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e
Vale do Tejo? Contudo, frisa que não quer, sempre que a câmara municipal vai à
CCDRLVT, acompanhá-la, não é esse o objetivo, precisa é de saber exatamente o
que é que está a ser proposto no meio disto tudo, pois tem um plano de
pagamentos para assinar e quer saber exatamente o que é que está a fazer.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que a munícipe vem às reuniões de
câmara as vezes que quiser, como aliás já disse, pode vir a todas as reuniões de
câmara, tem sempre gosto em vê-la, não pode é dar-lhe as respostas que
provavelmente quereria ouvir.
No entanto há um ponto, que é o último, o ponto 27, pedido pela CDU para ser
inscrito na ordem do dia, em que se vai falar sobre estas matérias, e sugeria, em
vez de lhe estar a dar uma resposta, que munícipe ouvisse a reflexão que se vai
fazer acerca desta matéria. Pode ser assim?
Respondeu a munícipe que com certeza.
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Município 1 Proc2
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de 1Vila Franca de Xira J Deliberaçào n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
PEDIDO DE HABITAÇÃO
Interveio a munícipe, Sr Raquel Carrajola da Silva, nora da Sr Maria José da Silva
Costa, que se inscreveu primeiramente para falar, referindo que precisava de uma
ajuda para uma habitação. Vive no Sobralinho já há muito tempo, nas barracas,
que já há 25 anos que existem, e desde que há concursos que se tem inscrito e
nunca aconteceu uma sorte.
Queria mesmo uma ajuda, porque tem 2 filhos e quer mudar para uma vida
melhor. Os seus filhos são pequeninos, têm que ir à casa de banho para a rua
porque não têm casa de banho, não existe água, não existe luz.
Assim, tem 2 filhos pequenos e queria uma ajuda.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus já
vai sugerir algo à munícipe, porque a câmara municipal abriu um concurso.
Interrompeu a munícipe, referindo que há vários anos que se inscreve no concurso
e nunca houve uma sorte. Já há 25 anos que está lá a viver, tem 2 filhos
pequeninos e queria uma ajuda.
Nunca foi feito nada de soluções naquele bairro e já há bastante tempo que existe,
nunca houve uma visita, uma ajuda, nunca houve uma reunião em que haja
soluções.
Questionou o Sr. Presidente se a munícipe nunca falou com a câmara municipal, à
volta de 25 anos.
Respondeu a munícipe que nunca, já fez vários concursos, já se inscreveu desde
que há concursos e nunca houve uma reunião consigo e com a sua família.
Tomou de novo a palavra o Sr. Presidente, referindo que a Sr Vereadora Helena
Pereira de Jesus já responderá.
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, dizendo que, como a Sr Raquel
Silva já deve ter tido conhecimento, do dia 6 ao dia 24 de janeiro está a decorrer o
concurso para atribuição de habitações, e a questão de neste momento estarem só
12 habitações a concurso não significa nada, porque ainda na última reunião de
câmara referiu que durante este ano ficarão atribuídas no concurso mais cerca de
30 habitações, em princípio.
O que as munícipes têm que fazer é concorrer, mas, seja como for, do que já sabe
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Reuno de 2020/01/08
Município 411 Proc9
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Vila Franca de Xira 1 Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal j
a Sr Raquel Silva tem um atendimento marcado hoje à tarde com a diretora do
Departamento de Habitação e Coesão Social, que, segundo a mesma, já atendeu
as munícipes em outras situações referentes ao mesmo assunto, naturalmente.
Portanto, pensa que estão devidamente acompanhadas e deverão ser
devidamente informadas sobre toda a documentação que devem entregar no
concurso, e concorrerem dentro do prazo.
Interveio a munícipe, dizendo que há 4 anos que andam a ser seguidas, e nunca
viramnada.
Referiu o Sr. Presidente que há critérios, como a munícipe sabe. Os concursos têm
critérios e ainda não chegou a vez da munícipe, porque há pessoas que estão à sua
frente.
Interrompeu a munícipe, dizendo que com as condições que tem é impossível, não
tem casa de banho.
Disse o Sr. Presidente que compreende o desespero da munícipe, não sabe do
desespero da mesma, compreende-o, mas o que é um facto é que a câmara
municipal não tem casas para todos, tem casas para alguns.
Por isso, como a Sr Raquel Silva tem a reunião já marcada, que coloque essas
questões com toda a objetividade à Dr Ana Cana Costa, depois a Sr Vereadora
analisará e, se for caso disso, também a chamará.
De qualquer modo, aquilo que tem que fazer desde já é candidatar-se ao concurso.
Se ainda não o fez, deve fazê-lo com toda a urgência.
Interveio a munícipe, referindo que espera bem que seja desta vez que apanhe
uma habitação, pois já tem 4 anos seguidos e não consegue, espera que seja
desta.
O Sr. Presidente interveio, dizendo que tomara o próprio que ninguém viesse à
reunião de câmara referir aquilo que a munícipe está a referir
Tomou a palavra a munícipe, referindo que já são muitos anos.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que compreende, mas há
critérios, como a munícipe sabe, e pode ser que desta vez chegue a sua vez. Quem
sabe! Oxalá! Vai fazer força para que assim seja.
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A) Reuno de 2020/01/08Município J1IL Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação rW
- 007
Câmara Municipal
1. Assunto: ABERTURA DE PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA A
CONSTITUIÇÃO DE RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO
INDETERMINADO PARA ASSISTENTE OPERACIONAL (ÁREA DE CALCETEIRO)
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 7430/19, de 23/12, do
DGAFJ/DRH, para aprovação da abertura de um procedimento concursal comum
para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo
indeterminado, para o preenchimento de um posto de trabalho previsto no mapa
de pessoal do corrente ano, para a categoria de assistente operacional (área de
calceteiro), com possibilidade de admissão de candidatos sem vínculo de emprego
público previamente constituído.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 7430/19, de 23/12, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
14 calceteiro
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Reurão de 2020/01/08
Municipio 1 Proc2
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de
Vila Franca de Xira 1 Deliberação rí 008
Câmara Municipal sI
1. Assunto: ABERTURA DE PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA A
CONSTITUIÇÃO DE RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO
INDETERMINADO PARA ASSISTENTE OPERACIONAL (ÁREA DE ELETRICISTA)
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 7427/19, de 23/12, do
DGAFJ/DRH, para aprovação da abertura de um procedimento concursal comum
para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo
indeterminado, para o preenchimento de um posto de trabalho previsto no mapa
de pessoal do corrente ano, para a categoria de assistente operacional (área de
eletricista), com possibilidade de admissão de candidatos sem vínculo de emprego
público previamente constituído.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 7427/19, de 23/12, do DGAFj/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
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5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
15 eletricista
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ode2o2co/s
Municipio 1 Proc2
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de 1Vila Franca de Xira 1 Deliberaçao ri2 009Câmara Municipal
1. Assunto: PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A CONSTITUIÇÃO DE RESERVAS DE
RECRUTAMENTO
- RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO
INDETERMINADO PARA ASSISTENTE OPERACIONAL (AUXILIAR DE AÇÃO EDUCATIVA)
- RECRUTAMENTO EXCECIONAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 7478/19, de 27/12, do
DGAFj/DRH, para aprovação do recrutamento excecional de 40 candidatos,
posicionados na lista unitária de ordenação final do procedimento concursal para a
constituição de reservas de recrutamento, para a constituição de relação jurídica
de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (área de
auxiliar de ação educativa), para o preenchimento, respeitando as regras previstas
no n 3, do artigo 30, conjugado com a alínea d), do n2 1, do artigo 37Q, da Lei
Geral do Trabalho em Funções Públicas, de postos de trabalho previstos no mapa
dë pessoal de 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 7478/19, de 27/12, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
—
16 auxiliar
FI. Livro
______________
z2j1I Reuno de 2020/01/08
Município
“i 4i Proc 06/19 APRV.CP.Cjde (Vila Franca de Xira 1 DeI:beraçao n 010
Câmara Municipal 1
1. Assunto: CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA, MANUTENÇÃO E
REABILITAÇÃO DE ESPAÇOS PÚBLICOS NO CONCELHO
- LOTE 6- PÓVOA DE SANTA
IRIA
- AUTORIZAÇÃO PARA A SUBSTITUIÇÃO DE DEPÓSITO-CAUÇÃO POR GARANTIA
BANCÁRIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 980119, de
28/12, do DGAFJ/DGF/SCPA, para, nos termos do artigo 294 do Código dos
Contratos Públicos, autorização da substituição da guia de depósito, no valor de
13 785,07€, de 2019/11/08, pela garantia bancária do Banco Santander Totta, com
o n 962300488030175, de 2019/12/13, no mesmo valor, correspondente a 5% do
preço contratual do contrato n2 279/2019, celebrado no dia 02/12, com a Hobrirega
— Sistemas de Rega, Unipessoal, LP, relativamente à contratação de serviços de
limpeza, manutenção e reabilitação de espaços públicos no concelho, para o lote 6
—Póvoa deSanta Iria B.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 980/19, de 28/12, do
DGAFj/DGF/SCPA, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
daata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
VereadorAntónioFélix.
17 caução
• , El. Livro
_____________
i1R1 RAta
- 121
c’7t ,f}/V1 Reunião de 2020/01/08
Município 1 3 Proc2
____________________
de ( AVila Franca de Xira Deliberação n2
-
-
li ii
Câmara Municipal
1. Assunto: PROPOSTA DE INDEMNIZAÇÃO POR CONTA DA TRANSMISSÃO DE DIREITO
DE PROPRIEDADE SOBRE O LOTE B6 DA AUGI DA ZONA DO MOLEDO
- ALVERCA DO
RIBATEJO - REVOGAÇÃO DE PARTE DA DELIBERAÇÃO TOMADA NA REUNIÃO DE
2019/12/04 E NOVA REPARTIÇÃO DO VALOR DE INDEMNIZAÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna nQ 562/19, de
20/12, do DGAFj/SOP, para revogação de parte da deliberação tomada em
2019/12/04, que aprovou a repartição do valor da indemnização, e aprovação de
uma nova repartição do valor da indemnização, no valor líquido de 55 000,00€, aos
herdeiros de Francisco Manuel Saraiva Leite da Silva, por conta da transmissão do
direito de propriedade sob o lote B6, da AUGI da Zona do Moledo, em Alverca do
Ribatejo, União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 562/19, de 20/12, do
DGAFj/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Proposta: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
18 Moledo
Reunião de 2020/01/08
Municipio Proc9 69/19 CERTAUGIde iVila Franca de Xira j Deliberação ri2 012
Câmara Municipal 1
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SO8RE O
LOTE 39, DO LOTEAMENTO DA QUINTA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
- SÃO JOÃO
DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 263/19, de 18/12 do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 39 do loteamento da Quinta Nossa Senhora de Fátima, em
São João dos Montes, no valor de 6 162,37€, registada na P Conservatória do
Registo Predial de Vila Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento
n2 2/2006-AUGI, de 24/02, solicitado por António Azinheira Pedro Dias.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 263/19, de 18/12, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
19 Fátima 39
Município É Proc 70/19 CERTAUGIde 1Vila Franca de Xira Deliberaçao n2 91 2
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 14, DO LOTEAMENTO DA QUINTA DO BOM JESUS - SOBRALINHO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 264/19, de 18/12, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 14 do loteamento da Quinta do Bom jesus, no Sobralinho, no
valor de 2 884,68€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca
de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n2 1/2007-AUGI, de 18/06,
solicitado por António Martins.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 264/19, de 18/12, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
20 Bom Jesus 14
FI. Livro
_____________
1 Fl.Ata
________
e Reunião de 2020/01/08
Municipio Proc 71/19 CERTAUGI
de (
___________
Vila Franca de Xira Deliberação n
- 014
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 41, DO LOTEAMENTO DA PANASQUEIRA 1- ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 265/19, de 18/12, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 41 do loteamento da Panasqueira 1, em Alverca do Ribatejo,
no valor de 1 994,73€, em nome de Hélder Manuel da Rosa Murtinheira, registada
na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira aquando do registo
do alvará de loteamento n2 3/2013-AUGI, de 31/07, solicitado por Ester da Cruz
Ferreira.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação Q 265/19, de 18/12, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
—
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
21 Panasqueira 41
I
FI. Livro
_____________
411 RAta 135
111/4 Reunião de 2020/01/08Município 4!! Proc9 45/19 DOVSM-EMP
Vila Frar de Xira /1 Deliberação rí 015
Câmara Municipal /
1. Assunto: ADAPTAÇÃO DO EDIFÍCIO “NINHO DE EMPRESAS” PARA INSTALAÇÃO DA
UNIDADE DE SAÚDE DE VIALONGA
- REVOGAÇÃO DA NOMEAÇÃO DA DIRETORA DE
FISCALIZAÇÃO E COORDENADORA DE SEGURANÇA EM OBRA, E NOVA NOMEAÇÃO
DO DIRETOR DE FISCALIZAÇÃO E DA COORDENADORA DE SEGURANÇA EM OBRA---
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna nQ 1611/19, de
26/12, do DOVI/DEI, para revogação das nomeações da Eng Cristina Monteiro,
para a função de coordenadora de segurança em obra, e da Eng Helena
Henriques, para a função de diretora de fiscalização de obra, e aprovação das
nomeações da Eng Sabina Mufioz, para a função de coordenadora de segurança
em obra, e do Eng António Milhano, para a função de diretor de fiscalização de
obra, ambos da Estabil
— Engenheiros Associados, Ld, referentes à empreitada de
adaptação do edifício “Ninho de Empresas” para instalação da Unidade de Saúde
de Vialonga, bem como da emissão das respetivas declarações, acompanhadas das
declarações de aceitação subscritas pelos mesmos, em conformidade com o
regime legal estabelecido na Lei n 40/2015, de 1 de junho, e no Decreto-Lei
n2273/2013, de 29 de outubro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 1611/19, de 26/12, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
22 ninho
_____
FI. Livro
_____________
liii RAta 136
4W Reunião de 2020/01/08
Município 1 Proc2 75/19 DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira 1 Deliberaçao n2 018
Câmara Municipal
1. Assunto: EXECUÇÃO DA ACESSIBILIDADE INCLUSIVA
— REQUALIFICAÇÃO DA
AVENIDA INFANTE DOM PEDRO - FASE 1 - ALVERCA DO RIBATEJO
- NOMEAÇÃO DE
COORDENADOR DE SEGURANÇA EM OBRA E DIRETORA DE FISCALIZAÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 1592/19, de
19/12, do DOVI/DEI, para aprovação das nomeações do Eng2 Hélder Rito, para a
função de coordenador de segurança em obra, nos termos do disposto no n9 2, do
artigo 92, do Decreto-Lei n9 273/2013, de 29 de outubro, e da Eng Maria do
Rosário Martins, para a função de diretora de fiscalização da obra, nos termos do
disposto no artigo 344 do Código dos Contratos Públicos, referentes à empreitada
de execução da acessibilidade inclusiva — Requalificação da avenida Infante D.
Pedro, fase 1, em Alverca do Ribatejo, bem como da emissão das respetivas
declarações, acompanhadas das declarações de aceitação subscritas pelos
respetivos técnicos.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 1592/19, de 19/12, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
23 D. Pedro
_____
FI. Livro
______________
Reunode2OO/Oi/05
Município ) 111 Proc2 76/19 DOVSM-EMPde 1’Vila Franca de Xira 1 Deliberação h2 - 017
Câmara Municipal j
1. Assunto: REQUALIFICAÇÃO URBANA E PAISAGÍSTICA DA AVENIDA BAPTISTA
PEREIRA E ZONA ADJACENTE - ALHANDRA - NOMEAÇÃO DE COORDENADORA DE
SEGURANÇA EM OBRA E DIRETOR DE FISCALIZAÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n0 1605/19, de
23/12, do DOVI/DEI, para aprovação das nomeações da Eng Cristina Monteiro,
para a função de coordenadora de segurança em obra, nos termos do disposto no
n9 2, do artigo 90, do Decreto-Lei n2 273/2013, de 29 de outubro, e do Eng2 Hélder
Rito, para a função de diretor de fiscalização da obra, nos termos do disposto no
artigo 3440 do Código dos Contratos Públicos, referentes à empreitada de
requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista Pereira e zona adjacente,
em Alhandra, bem como da emissão das respetivas declarações, acompanhadas
das declarações de aceitação subscritas pelos respetivos técnicos.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 1605/19, de 23/12, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
24 Baptista
4A 138tki,íP j1I Reunião de 2020/01/08
Município 1 Proc2
____________________
de Ç
Vila Franca de Xira Deliberaçao n -
Câmara Municipal 1
1. Assunto: ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO MUNICIPAL DA BIENAL DE FOTOGRAFIA
DE VILA FRANCA DE XIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 234/19, de
26/12, do DCT/DCMPH/SAC, para aprovação, decorrido o período de consulta
pública, da alteração ao Regulamento Municipal da Bienal de Fotografia de Vila
Franca de Xira, e posterior remessa à assembleia municipal para aprovação nos
termosdalei.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 234/19, de 26/12, do
DCT/DCMPH/SAC, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
daata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
25 bienal
FI. Livro
_____________
JjU Reuno de 2020/01/08
Município 1 Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n0
- 019
Câmara Municipal
1. Assunto: MASTERCL4SS DE CINEMA, COM O REALIZADOR LRURO ANTÓNIO,
SUBORDINADA AO TEMA “OS ITALO-AMERICANOS NO CINEMA NORTE-AMERICANO”
-VALOR DE INSCRIÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 217/19, de
27/12, da DCT/DCMPH/MNR, para aprovação do valor de inscrição de 20,00€, para
o público em geral, e de 10,00€, para os trabalhadores do município, jovens até
aos 25 anos e seniores maiores de 65 anos, para a Masterclass de cinema, com o
realizador Lauro António, subordinada ao tema “Os Italo-Americanos no Cinema
Norte-Americano”, com um total de 22 sessões, a decorrerem entre os dias 5 de
fevereiroeldejulho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 217/19, de 27/12, do
DCT/DCMPH/MNR, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
—
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
paraaprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do
Sr Vereadora Manuela Ralha. —
—
26 Lauro
_____
FI. Livro
_____________
4. D4k’
____________
Municipio
AV Proc2
___________________
Vila Franca de Xira 1 Deliberaçao n_____________
Câmara Municipal J
Assunto: RECONHECIMENTO DA MANUTENÇÃO DAS 17 EDIFICAÇÕES DA ÁREA
URBANA DE GÉNESE ILEGAL QUINTA DO ALFERES E ANEXOS
Presente o requerimento n2 23, datado de 2019/12/18, apresentado pelos
membros da CDU, documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido
nesta parte da ata, para discussão e avaliação relativas ao reconhecimento da
manutenção das 17 edificações da área urbana de génese ilegal Quinta do Alferes
e anexos.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que foi pedido o agendamento, através dum
requerimento apresentado pela CDU, e dá a palavra ao requerente.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, agradecendo e dizendo, com apenas meia
hora da ordem de trabalhos, a ver se consegue intervir.
Interrompeu o Sr. Presidente, mencionando que consegue.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que crê que sim e referindo que
tem a certeza que esta é uma preocupação partilhada por todos os membros da
câmara municipal, da necessidade da mesma, de acordo com as suas
competências, acionar todos os meios que tem ao dispor para a manutenção de 17
edificações, permanente e com caráter definitivo, no âmbito da reconversão de
iniciativa privada da área urbana de génese ilegal da Quinta do Alferes e anexos. --
Também, por unanimidade, e quer registar esse compromisso por unanimidade
assumido por todas as forças políticas, na reunião de câmara do dia 4 de abril de
2018 assumiu-se o compromisso de, no âmbito da revisão do Plano Diretor
Municipal, trabalhar no sentido de encontrar medidas concretas, específicas e
legais, para salvaguardar a manutenção e a edificação destas 17 habitações que
estão habitadas. Nesse sentido, o propósito deste requerimento visa dois
esclarecimentos e uma possibilidade de avaliação.
Os dois esclarecimentos, designadamente de quem tem a responsabilidade política
sobre este processo, são: Dar a conhecer as diligências tomadas ou desenvolvidas
junto das diversas entidades, designadamente pela sua responsabilidade efetiva
junto da CCDRLVT
- Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de
Lisboa e Vale do Tejo, nos termos em que é preciso concertação prévia com estas
entidades e aprovação definitiva por parte desta, designadamente para um novo
estudo de loteamento; Dar a conhecer se existe ou não alguma proposta de novo
27 Alferes 1/15
FI. Livro
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141
Reunião de 2020/01/08
Município Proc
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
estudo que inclua a integração no âmbito do novo perímetro destas 17 habitações.
Por fim, é avaliar eventualmente outras medidas, dentro daquilo que são as
competências da câmara municipal para resolver este problema.
Assim, sem mais demoras, e para participarem no âmbito da soluçâo, porque esse
foi, é e será sempre o objetivo dos membros da CDU, tiveram conhecimento de um
desenho, que não sabe se será do conhecimento dos Srs. Vereadores e do Sr.
Presidente, e sabe que é difícil visualizá-lo, mas pede compreensão porque não
tem outro meio de o poder disponibilizar.
Prosseguiu, mostrando o desenho no telemóvel, dizendo que ele integra as 17
edificações e está devidamente publicitado ou divulgado junto da administração da
AUGI. Não sabe se é do conhecimento da câmara municipal, se é dado ou
entendido pela mesma como uma boa solução, e se é a partir deste desenho que
se poderá evoluir no sentido da concertação, tendo em vista a resolução deste
problema.
Depois, e para terminar, quando colocaram a questão da necessidade de avaliar
eventualmente outras questões ou outras medidas foi com a consciência de que
têm a certeza que este não é um processo fácil, mas também com a consciência
que se a revisão do PDM está adiada, tal como já a conhecem, por razões alheias
se calhar até à própria vontade da câmara municipal, outras modalidades, outras
iniciativas, podem e devem ser desenvolvidas ou exploradas.
Tem presente um conjunto de deliberações tomadas por esta mesma câmara
municipal, não há muito tempo, relativamente a alterações à 1 revisão do PDM,
que possibilitou, de acordo com concertações prévias e finais, designadamente
com a CCDRLVT, a acomodação de novos usos, designadamente no concelho de
Vila Franca de Xira. É uma via, é uma hipótese, mesmo não descurando, nem
descartando, a possibilidade de em sede de revisão do PDM isto poder ser
resolvido.
Como a revisão poderá estar mais atrasada do que aquilo que se pensa, é uma
questão que em concreto colocam à câmara municipal, de haver uma 2 alteração,
neste caso uma 3 alteração à 1 revisão do Plano Diretor Municipal, como via
alternativa para resolver este problema.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que esta matéria, fruto da vinda
27 Alferes 2/15
FI. Livro
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Reuno de 2020/01/08
MUnICIpIO 1 Proc2
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de 1
.1Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2
Câmara Municipal J
regular da Sr Clotilde Ferreira à reunião de câmara, tem sido muito falada, e quer
dizer ao Sr. Vereador que esta é uma iniciativa semelhante às muitas conversas
que já se têm tido, mas permite, no entanto, falar mais uma vez sobre a matéria.--
Aquilo a que se comprometeu no dia 28 de novembro de 2018, salvo erro, com os
moradores dessas 17 habitações, que estiveram numa reunião no Salão Nobre da
câmara municipal, foi justamente que iria envidar todos os esforços para, no
quadro da 2 revisão do PDM inscrever esta possibilidade, das 17
moradias/habitações serem incluídas, poderem ficar no âmbito do loteamento, e
agora apareceu uma 18, que nem sabe se se pode também considerar ou não,
mas é outro assunto, que não tem a ver exatamente com este. Para isso era
necessário que a CCDRLVT pudesse sobre esta matéria dar um parecer favorável, e
a câmara municipal vai-se empenhar muito nesse sentido.
Comprometeu-se, e mantém, que nas reuniões que houver com a CCDRLVT, num
determinado contexto, as pessoas possam, não diz todas, mas alguém que as
represente, a comissão, e também moradores, estar presentes nessa avaliação.
Evidentemente que mantém exatamente tudo o que disse, não pode é dizer muito
mais que isto. A sua compreensão e disponibilidade, bem assim como a do Sr. Vice
Presidente e dos técnicos do urbanismo, nomeadamente do Urb Ricardo Ramalho,
que é quem tem a responsabilidade desta revisão do Plano Diretor Municipal, é
total. O Urb Ricardo Ramalho tem-se esforçado, e inclusivamente no processo
inicial da revisão do PDM já referiu isso, numa reunião que teve com responsáveis
da CCDRLVT. Agora, isto só pode fazer caminho muito mais para a frente, como o
Sr. Vereador Nuno Libório referiu.
A única coisa que pode dizer ao Sr. Vereador e a todos que ouvem é, mais uma
vez, reafirmar a disponibilidade para resolver, e a única coisa que se conseguiu,
apesar de tudo, foi que numa situação limite as pessoas teriam direito a 1 lote,
onde podiam depois construir as suas habitações, mas estariam lá enquanto os
detentores das moradias lá vivessem. Portanto, essa é uma situação limite, que
não se quer naturalmente usar, mas tinha-se a obrigação de encontrar um plano B,
caso tudo o mais falhasse, e isso é o que está em cima da mesa.
Assim, tanto o Sr. Vereador, como o próprio, como todos, estão completamente
disponíveis para tentar encontrar soluções. Não é possível ir muito mais além disto,
27 Alferes 3/15
_____
FI. Livro
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FI.Ata 143
Reunião de 2020/01/08
Município Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
na medida em que o processo da revisão do PDM está em desenvolvimento,
deverá, deveria estar concluído em junho de 2020, este ano, mas têm todos
consciência, tendo alguma experiência nesta matéria, que isso não é possível.
No entanto, aquilo que se pode dizer é reafirmar, porque se vai começar depois
num processo de discussão pública sobre estas matérias, onde as pessoas podem
e devem apresentar as suas participações, a Sr Clotilde Ferreira e quem bem
entender, duma forma organizada ou as 17 pessoas fazerem participação, no
sentido de que querem ver o seu problema resolvido no quadro do loteamento
desta AUGL
Prosseguiu, dizendo, sobre aquilo que foi a reunião que se teve em 2018, que essa
ata vai fazer parte integrante dos documentos da revisão do PDM, pelo que é um
documento que atesta que da parte da câmara municipal há toda a disponibilidade
para resolver este assunto. Esse é um documento importante, não são só palavras,
é um documento que está assinado pelo próprio, que integra o processo da revisão
do PDM. Não tem força de lei, mas expressa uma vontade inequívoca deste
problema se poder resolver, por razões de caráter social, principalmente. Deste
modo, aquilo que diz ao Sr. Vereador e o que sai desta reflexão, que ainda não
tinha sido dito, é que este documento tem que fazer parte integrante do processo
do PDM, e não consegue dizer muito mais que isto.
Interveio de novo o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que os membros da
CDU, ao longo deste tempo, quando participam nesta preocupação, têm feito
sempre, e sistematicamente, a sugestão, a proposta para que haja uma reunião
com a CCDRLVT, e insistem nisto porque, tendo a consciência que a revisão dum
Plano Diretor Municipal é uma revisão para todo o território, só se tem a ganhar,
para tentar resolver este problema, em individualizá-lo, chamá-lo a uma razão
própria duma reunião, que é aquilo que têm vindo a solicitar. Por aquilo que
depreende das palavras do Sr. Presidente a câmara municipal ainda não teve essa
reunião.
Assim, pergunta, de uma forma direta: Essa reunião com a CCDRLVT para discutir
exclusivamente o processo de legalização da área da Quinta do Alferes e destas 17
edificações já foi feita ou não foi feita? Se não foi feita, insistem que deve ser feita.
Pede desculpa ao Sr. Presidente por lhe dizer que gostariam que ficasse clara uma
27 Alferes 4/15
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FI. Livro
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Reunode OD/O1/O8
Município Ali Proc2
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Vila Franca de Xira d Deliberação n2
Câmara Municipal 1
resposta sobre esta questão, se foi feita ou não a reunião com a CCDRLVT, sendo
que na opinião que têm tem que ser feita, se ainda não foi feita.
Depois, colocaram também no requerimento o avaliar eventualmente outras
questões, outras medidas, porque há pouco mais de um ano, e nem sequer foi há
um ano, deliberou-se na câmara municipal uma alteração do Plano Diretor
Municipal, foi a 2 alteração à 1 revisão do PDM.
Depois, esta questão, esta modalidade que está prevista em lei, no artigo 118 do
Regime jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, não pode, não deve ser
equacionada como uma via alternativa face à incapacidade de concluir a revisão
do PDM em tempos aceitáveis. Aliás, vai ler, nem sequer é da sua interpretação, a
deliberação da câmara municipal para justificar a alteração do PDM para as antigas
escolas da Armada, para a Sociedade Central de Cervejas e para a Triamar —
Gestão de Resíduos: “Tendo em consideração que os procedimentos e respetivos
tempos de execução associados a um processo de revisão de PDM não são
compatíveis com as exigências atuais das dinâmicas territoriais, é relevante para o
município dar início a um processo de alteração do PDM”.
Agora, os membros da CDU colocam à consideração da câmara municipal: Porque
não considerar o mesmo, exatamente com estes mesmos pressupostos, para a
Quinta do Alferes ou para todas as situações que tenham como procedência e
exigência a alteração, que neste caso seria a 3 alteração à 1 revisão do Plano
Diretor Municipal?
Não se limitam apenas a participar do problema e a constatar das dificuldades,
sistematicamente têm vindo a apresentar vias alternativas, que naturalmente
carecem de melhor aprofundamento técnico, mas que são iniciativas, que foram
tomadas já neste mandato para outras situações.
Na opinião que têm, tendo em conta o interesse público e social, como o Sr.
Presidente disse, relativamente à manutenção da habitabilidade ou, neste caso,
das condições de habitação para estas pessoas, elas querem é ficar ali a viver, e
não é só por uma razão de fator económico, mas também esse é importante, pois
muitas não têm condições de fator económico para construírem novas habitações,
também há um lado sentimental e de habitabilidade que deve ser respeitado como
direito constitucional, que é o direito à habitação. Portanto, esta outra alternativa,
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na opinião que têm, salvo melhor opinião, pode e deve ser equacionada.
Há pois duas questões centrais: Este assunto foi ou não foi objeto de discussão
com a CCDRLVT? Para os membros da CDU isto nunca ficou claro e precisavam de
sair desta reunião com essa clarificaçâo. Este desenho que tem, que está
publicitado no escaparate da comissão de coproprietários da associação, é do
conhecimento da câmara municipal ou não é do conhecimento da câmara
municipal? Pode ser uma solução ou não é uma solução? Tem o desenho, pode
partilhá-lo imediatamente, aliás o gabinete da CDU fará chegar amanhã ao
gabinete do Sr. Presidente a cópia da fotografia que tiraram a este estudo de
loteamento.
Depois, sobre esta última via alternativa, a alteração da revisão do PDM como via
mais económica no tempo para resolver este problema, está ou não está a câmara
municipal disposta a avaliar esta possibilidade em concreto?
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que, como já referiu numa das primeiras
reuniões que houve para a preparação da revisão do PDM, esta questão foi
colocada às pessoas da CCDRLVT que fazem parte também deste processo. Por
isso, em boa verdade não houve uma reunião específica para o efeito mas falou-se
do assunto.
Interrompeu o Sr. Vereador Nuno Libório, questionando qual foi o sentimento que
se apanhou.
Respondeu o Sr. Presidente que o sentimento foi aquele que acabou de expressar,
só no âmbito da revisão do POM é que essa matéria se pode resolver.
Prosseguiu, mencionando, se o Sr. Vereador Nuno Libório lhe permite, que se está
a falar de questões que já passam as questões meramente de caráter político, são
de caráter técnico. O Sr. Vereador coloca uma questão que pode ser uma base de
trabalho interessante, mas tem que ser bem ponderada. Assim, se lhe permitir
passava a palavra ao Urb Ricardo Ramalho para, sobre esta matéria, dizer o que
lhe aprouver no que diz respeito à possibilidade, e possibilidade há sempre, mas se
isto tudo não vai ter influência ou com algumas colisões desnecessárias
relativamente à revisão do PDM.
Tomou a palavra o Urb Ricardo Ramalho, referindo que pensa que a questão é
mais simples, pois com o novo Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão
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Territorial ficaram muito claros o solo rústico e o solo urbano, e ficou muito claro
também de que forma se pode transformar rústico em urbano, que é aquilo que
aqui está em causa.
A alteração ao PDM não é uma figura para transformar solo rústico em solo urbano,
pelo que, ou é no âmbito duma revisão, no enquadramento geral do concelho, ou
através dum plano de pormenor, queseria sempre uma coisa muito pesada
também e sujeito ao próprio se comprometer a fazer chegar à próxima reunião
uma ideia fechada sobre isto. Não tem a certeza absoluta, mas quase de certeza
queéassim.
o Sr. Vereador Nuno Libório interveio, dizendo que nos casos concretos,
designadamente da Central de Cervejas, havia só o rústico, de Estrutura Ecológica
Municipal. Portanto, há aqui comparações.
Respondeu o Urb Ricardo Ram?Iho que não há.
Prosseguiu o Sr. Vereador, referindo que os factos e objetos não são comparáveis,
está só a falar do ponto visto do ordenamento, da classe de espaço.
Disse o Sr. Presidente que se tinha uma situação excecional.
Retomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libério, dizendo que não se vai comparar
aquilo que não é comparável, não quer entrar nessas comparações, só está a dizer
do ponto de vista do ordenamento, faz o alerta para isto.
Retomou a palavra o Urb Ricardo Ramalho, referindo que essas coisas são mesmo
só técnicas. A Central de Cervejas foi um processo, e em todos os processos que se
têm trazido a reunião, de alteração do PDM, o que se está a fazer é fechar os
procedimentos de regularização no âmbito de processos de RERAE - Regime
Extraordinário de Regularização das Atividades Económicas, que é uma legislação
que foi criada precisamente quando havia desconformidades com os planos
diretores para os resolver. Foi o que aconteceu na Central de Cervejas, por
exemplo, e efetivamente é verdade o que o Sr. Vereador Nuno Libório diz, mas o
que se faz é dar conformidade a uma legislação que o prevê. A câmara municipal
diz que tem interesse municipal nesta alteração, que é o início do processo, as
entidades reúnem-se, dizem que sim, e depois há 2 anos para conformar aquilo
que foi decidido.
Este processo de alteração é uma coisa diferente, não há nenhum processo de
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alteração de passagem de solo rural para solo urbano. A Marinha, por exemplo, já
era urbano, alterou-se a classificação dentro do urbano, não há alterações de
rústico para urbano através desta figura da alteração, o que se torna mais
complicado.
Interrompeu o Sr. Vereador Nuno Libório, perguntando se não é possível propor-se
à consideração.
Prosseguiu o Urb Ricardo Ramalho, pedindo ao Sr. Vereador que o deixe ter a
certeza absoluta que a figura de alteração do PDM, com o novo regime, não
permite a alteração de uso de solo de rural para urbano, que pensa que não está
previsto, mas na próxima reunião pode trazer essa posição.
Interveio o Sr. Presidente, referindo-se à colisão duma eventual alteração com a
revisão.
Retomou a palavra o Urb Ricardo Ramalho, dizendo que este vai ser sempre um
assunto complicado. Se se levar este assunto isolado vai-se focar a atenção nele,
se se levar incluído no PDM e num bolo que se chama “alguns problemas que se
têm, conhecidos, com AUGI”, é outra coisa. Aquilo que aconselhou foi este segundo
ponto, criar um bolo no âmbito da revisão do Plano Diretor Municipal com as
questões que são AUGI, onde uma delas é esta. Ir à CCDRLVT só com esta é uma
questão estratégica de abordagem dos assuntos, e não sabe se será bom, porque,
de facto, como sempre se disse desde a reunião do dia 28, estava-se
absolutamente disponível para o fazer mas, tecnicamente, de facto, é difícil, por
todas as condicionantes que existem.
Perguntou o Sr. Vereador Nuno Libório se o executivo conhece este desenho que a
CDUtem.
Interveio o Sr. Presidente, perguntando ao Urb? Ricardo Ramalho se conhece o
desenho.
—
Respondeu o Urb Ricardo Ramalho que depois de reunião de dia 28 de novembro,
porque a câmara municipal precisa, de facto, que venham ao processo de revisão
do PDM tanto os proprietários como a comissão, pois é importante dizer o que
querem, quando se abriu o processo de revisão do PDM a primeira fase foi um
processo de participação durante 30 dias, que serve para as pessoas dizerem à
câmara municipal qual é a sua expectativa com o processo de revisão.
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Nesse período houve participaçâes e a comissão fez uma proposta concreta
daquilo que achava que deveria passar para urbano para permitir a legalização das
construções. Quanto ao que está em cima da mesa, não há uma apreciação da
câmara municipal já fechada, como é óbvio, não é nada que o choque, e o que está
em causa não é só a legalização destas construções, porque a legalização destas
construções implica a sua infraestruturação, e as moradias, como se sabe, são
dispersas, havendo aqui um custo associado.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que este desenho é o plano B.
Prosseguiu o Urb Ricardo Ramalho, referindo que no âmbito da revisão do PDM
integrar-se-ia este desenho, que tem a particularidade de possibilitar mais lotes,
para dar suporte financeiro à execução das infraestruturas necessárias às 17
moradias que estão espalhadas.
Interveio um munícipe, questionando se esse projeto ainda não está aprovado,
tendo o Sr. Presidente respondido que não.—
Continuou o Urb Ricardo Ramalho, dizendo que não é um projeto, é um desenho,
que é uma sugestão que foi apresentada à câmara municipal, como aliás já disse
várias vezes, para integrar na revisão do PDM, que viesse a permitir resolver as 17
habitações, e é esse que se tem em cima da mesa.
Disse o Sr. Presidente que estas moradias vão ter que ter infraestruturas.
Tomou a palavra uma munícipe, dizendo que é correto e os moradores estão
dispostos a pagar.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que numa eventualidade da câmara
municipal conseguir legalizar as 17 moradias elas têm que ter infraestruturas, e as
infraestruturas para aquelas 17 moradias são muito diferentes das outras, porque
são muito dispersas e vão ser muito mais caras. Então, tem que se encontrar uma
solução para financeiramente tudo isto ser suportável, até para os próprios
proprietários, pois não acredita que muitos tenham condições financeiras para
pagarem troços de abastecimento de água, de saneamento e outras
infraestruturas tão dispersas umas casas das outras.
Aquilo que se está a falar nesse tal desenho é a possibilidade de tentar encontrar
meios financeiros que permitam resolver estas questões. De qualquer forma, e
agora já se lembrou, porque não estava recordado, já lhe foi presente e não se
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tinha lembrado, é um simples exercício, não é nada de definitivo. É uma intenção,
um modelo, ao fim e ao cabo todos têm que estar de acordo senão não tem
sequência, a câmara municipal não vai obrigar ninguém a aceitar aquilo.
Agora, tem que se ter um veículo financeiro, uma forma financeira que permita que
as infraestruturas possam ser feitas e os proprietários paguem de acordo com
aquilo que as outras pessoas pagaram, nem mais, nem menos. Para que assim seja
a comissão tem de ter condições financeiras para fazer as infraestruturas.
Assim, questiona se está percetível aquilo que está a dizer.
Interveio de novo o munícipe, questionando, não estando aprovado, se dá sentido
o valor.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que essa é uma questão interna.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que pensa que o
fundamental, o que estas pessoas precisam para tomar a decisão é, não estando
as suas casas legalizadas, se devem ou não devem pagar este valor, pois estão
muito angustiadas.
Interrompeu a munícipe, Sr Clotilde Ferreira, dizendo que se está a falar em
45000,00€.
Disse o Sr. Presidente que neste momento não devem pagar coisa nenhuma.
Prosseguiu a Sr Vereadora, dizendo que crê que é esta a resposta que as pessoas
querem ouvir.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que neste momento não devem
pagar coisa nenhuma duma coisa que não sabem se um dia vai ser legalizada. Na
sua opinião, salvo melhor opinião, como dizem os juristas, que não é, mas já se
habituou a ver essas coisas, não devem pagar coisa nenhuma em termos de
infraestruturas, a menos que cheguem a acordo para terem direito a um lote.
Deste modo, está-se perante situações em que se tem de ter algum sangue frio e
alguma objetividade.
Assim, em primeiro, há 17 casas que precisam de ser legalizadas para os
proprietários resolverem os seus problemas, e isso só pode acontecer se a 2
revisão do PDM o permitir. Nesse ponto de vista a câmara municipal vai fazer tudo
para que assim seja.
Em segundo, se efetivamente essas casas forem legalizadas há infraestruturas que
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têm que ser feitas, para os proprietários terem água da rede, saneamento, águas
pluviais, etc., simplesmente não é o mesmo em que os lotes estão todos quase
alinhados, em que é muito mais fácil fazer as infraestruturas, é abrir valas nas ruas
e pôr lá as condutas. Ali é diferente, anda-se à procura das casas para fazer essas
mesmas infraestruturas.
A intenção da comissão, julga o próprio, é uma boa intenção, ou seja, criar
condições financeiras para depois fazer as infraestruturas, senão, das duas uma,
ou são os proprietários que vão integralmente fazer as infraestruturas, que vão ser
muito caras, ou encontram uma solução, de acordo com a comissão, encontrar
uma solução financeira mais favorável para se poderem fazer as infraestruturas.
Caso não se consiga legalizar pensa que os proprietários devem acautelar o futuro,
e o futuro é terem um espaço para construírem uma outra moradia. Para
construírem uma outra moradia têm que ter um lote, e é nesse sentido que se está
a trabalhar, para além desses lotes mais alguns que possam ser depois vendidos,
para permitir, por um lado, fazer as infraestruturas, mas principalmente fazer as
infraestruturas das tais 17 casas.
Neste sentido, questiona ao Urb Ricardo Ramalho se não é assim.
Tendo o urbanista respondido que sim, prosseguiu, referindo que sobre esta
matéria o que diz é que se pode falar 50 vezes sobre este assunto, mas os futuros
passos é que vão ser decisivos, e o Urb Ricardo Ramalho aqui ajudou muito nesta
reflexão, pelo menos ao próprio, que é a estratégia. Qual é a melhor estratégia?
Tem que se ser, sobre isto, suficientemente inteligente para perceber qual é a
melhor estratégia, porque, efetivamente, uma alteração simplificada do PDM até se
pode fazer, simplesmente provavelmente não é um bom exercício. Poderá não ser
um bom exercício, porque ao fim e ao cabo também há outras situações de AUGI
que se têm de resolver no quadro desta 2 revisão do PDM. Neste conjunto, neste
bolo, pensa que a estratégia mais adequada é fazer isto na revisão do PDM.
Portanto, enquanto este assunto não for resolvido logicamente as pessoas que lá
moram continuam lá a morar. É bom que todos tenham consciência, uma revisão
do PDM não demora menos de 4 a 5 anos. É preciso ter consciência disto, e se
calhar os proprietários não têm, mas o próprio tem, o Sr. Vereador Nuno Libório,
principalmente, também tem, e ainda mais o Urb Ricardo Ramalho, da
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complexidade disto tudo. É muito difícil, não é nada fácil, porque há a mania de
dizer que a câmara municipal manda no território, mas não manda coisa nenhuma,
há uma série de entidades que, essas sim, é que têm responsabilidade de dar os
pareceres.
Aquilo que se poderá ir analisando é a estratégia e, sinceramente, o que diz ao Sr.
Vereador Nuno Libório é que pensa que deve ser uma estratégia global, ou seja,
incluída na revisão do PDM, porque teme que isto possa inviabilizar logo à partida
esta possibilidade. Se se for lá isolado, só com este assunto, se calhar é chumbado
logo à partida, é a sua opinião.
Prosseguiu, dando a palavra ao Sr. Vereador Nuno Libório para fechar este assunto,
sem prejuízo de se voltar ao mesmo.
Interveio o Sr. Vereador, referindo que ia propor isso mesmo, pois se há coisa que
gosta de cumprir são horários, calendários, admite que outros possam ter outras
tarefas, e a reunião estava prevista terminar às 14h00.
Tomou de novo a palavra o Sr. Presidente, dizendo que pressa tem sempre, mas
hoje, em particular, tem que ir para Lisboa, propondo que se volte a este tema,
mas na próxima reunião não sabe.
Interrompeu o Sr. Vereador Nuno Libório, perguntando se pode sugerir uma coisa.--
Respondeu o Sr. Presidente que o Sr. Vereador é requerente, pelo que faça o favor.
Continuou o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que não é por isso, mas o Sr.
Presidente que o deixe sugerir. Estipulava-se o prazo máximo de um mês, pensa
que é razoável, para a câmara municipal, do ponto de vista técnico, mas também
do ponto de vista polftico, fazer a devida avaliação, e é bom fazer a separação,
com o devido respeito, que se sabe que os membros da CDU devem aos técnicos
da câmara municipal.
Colocaram em cima da mesa duas questões, que não convergem do ponto de vista
da mesma opinião sobre todos os membros da câmara municipal, e não têm
certezas relativamente à afirmação do Sr. Presidente, que pode ser prejudicial ao
bom desenvolvimento do processo isolá-lo e tomá-lo imediatamente como objeto
de negociação com a CCDRLVT. Não têm, para os mesmos até haveria vantagem,
porque a CCDRLVT não é nenhum bicho-papão, é uma entidade que, se tiver que
se pronunciar sobre esta matéria, escudada na lei, aquilo que diz hoje é o que dirá
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no âmbito da revisão do Plano Diretor Municipal. Portanto, entendem que esta
questão tem de estar em cima da mesa, uma direta conversação com a CCDRLVT
para se avaliar, até porque se houver que criar outra alternativa, tem que se
começar a pensar nela, esta é uma primeira questão.
Uma segunda questão é, dentro do prazo desse mês, a câmara municipal voltar a
agendar um novo ponto, e se por iniciativa do Sr. Presidente não o fizer, a CDU
poderá tomar essa iniciativa, para avaliação desta questão, designadamente da
impossibilidade ou possibilidade de, ao abrigo da alteração do PDM, se poder
encontrar uma solução economicamente, do ponto de vista do tempo, mais eficaz,
para resolver este problema. Aliás, como foi dito nesta reunião, há dúvidas se
poderá ser ou não uma boa solução, e crê que nesta altura do campeonato tem
que se excluir tudo aquilo que não é boa solução para resolver este problema.
Pede ao Sr. Presidente para se colocar no lugar das pessoas, e não é por estarem
presentes, porque as pessoas conhecem os membros da CDU como os mesmos as
conhecem.
Disse o Sr. Presidente que julga que isso não se coloca.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que é claro que se coloca, o
próprio coloca-se nessa situação, que é a comissão da AUGI notificá-lo. As pessoas
colocam-lhes a questão de serem notificadas pela comissão da AUGI com
incumprimentos nos pagamentos, e algumas já estão a atingir valores
absolutamente astronómicos, por incumprimentos, a aplicabilidade eventual de
juros de mora, precisam de decidir, e aquilo que o Sr. Presidente disse, o conselho
que disse, é um conselho sensato e adequado.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que não quer dizer que não tenham que vir a
pagar.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que esperam que esse
mesmo bom senso exista na comissão da AUGI. Será que existe?
Respondeu o Sr. Presidente que espera que sim.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que não tem tanta certeza sobre isso, por isso é
que pede que seja daqui a um mês.
Interrompeu o Sr. Presidente, questionando se o Sr. Vereador conhece o bom senso
do início deste processo.
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Respondeu o Sr. Vereador que conhece.
Interrompeu a munícipe, Sr Clotilde Ferreira, dizendo que não.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que conhece, da inexistência
dele. Conhece algum processo de AUGI que tenha começado bem? Não se vai
agora estar neste diálogo, todos sabem do que é que estão a falar, e do maior
loteador, que foi o que fez aquilo tudo.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que estas 17 pessoas são aquelas
que corporizam a essência daquilo que foi a constituição das AUGI, porque o resto
é uma pouca-vergonha, especulação pura e dura.
Interrompeu o Sr. Vereador Nuno Libório, pedindo que se fale da Quinta do Alferes.
Respondeu o Sr. Presidente que está bem, mas o Sr. Vereador que o deixe dizer
isto assim, que é aquilo que sente e enquanto cidadão o revolta.
Tomou de novo a palavra o Sr. Vereador, questionando se o Sr. Presidente sabe o
que é que ao próprio revolta, é que nesta câmara municipal, com os votos contra
da CDU, resolveu-se o problema do Estado com a questão da Quinta da Marinha,
houve deliberações políticas para resolver isso, e aqui estão-se a encontrar
dificuldades para salvaguardar a habitabilidade das pessoas. Essa é que é a revolta
dos membros da CDU, não haver soluções. Para uns há soluções e para outros não
há soluções.
Depois de se ouvirem palmas, interveio o Sr. Presidente, pedindo ao Sr. Vereador
Nuno Libório para o ouvir, O próprio está nesta reunião com todo o espírito e
também vai bater palmas, muitas palmas, mas isto não é para palmas, não é
nenhum espetáculo, é uma coisa séria. Aqui não há politiquices, se se vai para a
politiquice é uma coisa que não chega a lado nenhum. Isto é uma coisa séria e está
aqui para falar seriamente, não está aqui para “botar faladura”, para ser agradável
e para se baterem palmas.
Está aqui para falar de uma forma muito séria, disponibilizou-se para esta reflexão
de uma forma muito séria e continua nesse espírito. Não se desvia, se há quem
tenha outras intenções à volta desta matéria que o faça, não é o próprio.
Por isso o que diz é que os proprietários presentes corporizam aquilo que é a
essência das AUGI. As AUGI são um escândalo, têm sido um escândalo neste país
todo e também neste concelho, porque há muita gente que especulou, comprou
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não sabe quantos lotes para fazer fortunas à volta disso, e não é o caso dos
munícipes, que merecem. Esta AUGI começou com 1 000 lotes, e a CCDRLVT, e
bem, passou para aquilo que deveria ser a dimensão clara e inequívoca da AUGI.
Por azar estes proprietários ficaram de fora, mas a CCDRLVT teve toda a razão do
mundo, de efetivamente a dimensão da AUGI ser diminuída tendo em vista a
morfologia do próprio terreno. Havia lotes na encosta, como é que isso é possível?
Não é possível, por isso, o que diz a todos é que não faz politiquice à volta desta
matéria, quer resolver o problema e os proprietários devem estar conscientes
disso.
Que falem com quem quiserem falar, da sua parte aquilo que vão sempre ouvir é
seriedade, objetividade e tentar encontrar soluções, tudo o resto, é o que é.
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Assunto: ATA EM MINUTA DA REUNIÃO
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Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensa da sua leitura. —--—--—-—
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Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presente reunião de
câmara.
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Encerramento às 14h14.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2020/02/05, não tendo
participado na votação o Sr. Vereador André Arrojado, por não ter estado presente,
tendo sido dispensada a sua leitura, por ter sido previamente distribui’da a todos os
membros.
E
—
, Fernando Paulo Serra Barreiros,
Diretor do Departamento de es o Administrativa, Financeira e Jurídica, a
subscrevi.
O Presidente da Câmara Munici ai,
Al%%&uita
encerra