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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2020
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2020
2020-01-08/2020-12-16
RC 01.22
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30, do dia 2020/01/22
2020-01-22/2020-01-22
001
Ordem do dia
2020-01-22/2020-01-22
002
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/01/22
2020-01-22/2020-01-22
003
Ata da reunião de câmara de 2020/0122
2020-01-22/2020-01-22
Ata da reunião de câmara de 2020/0122
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Ata da reunião de câmara de 2020/0122
Description details
Record not reviewed.
Description level
Simple document
Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2020/RC 01.22/003
Title type
Atribuído
Production dates
2020-01-22
to
2020-01-22
Extents
1 Ficheiros
Geographic name
Vila Franca de Xira
Scope and content
Ordem do dia - Págs. 1 a 5
Rosto - Pág. 6
Técnicos - Págs. 7 a 9
Aod 1 - Informação da Srª Vereadora Helena Pereira de Jesus - Integração da Universidade Sénior na Rede de Excelência das Universidades e Academias Seniores - Pág. 10
Aod 2 - Informações da Srª Vereadora Fátima Antunes - Formação de cuidadores e Hospital Vila Franca de Xira - Pág. 11
Aod 3 - Informação da Srª Vereadora Manuela Ralha - 4ª Masterclass - Pág. 12
Aod 4 - Declaração política do Sr. Presidente - Orçamento do Estado para 2020 - Exclusão dos espetáculos tauromáquicos de taxa reduzida de IVA - Pág. 13 e 14
Aod 5 - Aumento dos trabalhadores da administração pública - Pág. 15 e 16
Aod 6 - Greve dos trabalhadores das grandes superfícies - Pág. 17 e 18
Aod 7 - Transferência de competências - Pág. 19 a 25
Aod 8 - Orçamento do Estado - Valorização dos transportes públicos - Pág. 26 a 29
Aod 9 - Elevadores da estação dos caminhos de ferro - Vila Franca de Xira - Pág. 30 a 32
Aod 10 - Movimentação de terras no Cabeço da Rosa - A-dos-Potes - Vila Franca de Xira - Pág. 33
Aod 11 - Atraso na resposta a um munícipe pelos serviços de urbanismo - Pág. 34 a 38
Aod 12 - Calçada dos Remédios - Vila Franca de Xira - Pág. 39
Aod 13 - Amianto nas escolas Alves Redol, D. António de Ataíde e Forte da Casa - Pág. 40
Aod 14 - Barulho em tampas de serviço - Vila Franca de Xira - Pág. 41
Aod 15 - Estádio de futebol de Vila Franca de Xira - Pág. 42 a 44
Aod 16 - Refeições escolares e prolongamento de atividades na escola Dr. Vasco Moniz - Vila Franca de Xira - Pág. 45
Aod 17 - Custos com a Gala do Desporto - Pág. 46 a 48
Aod 18 - Multibanco de A-dos-Loucos e da Calhandriz - Pág. 49
Aod 19 - Reabertura do balcão de Alhandra da Caixa Geral de Depósitos - Pág. 50
Aod 20 - Grupo de Teatro Cegada - Pág. 51
Aod 21 - Situação do CBEI - Vila Franca de Xira - Pág. 52 a 54
Aod 22 - Senhor da Boa Morte - Povos - Vila Franca de Xira - Pág. 55 e 56
Aod 23 - Lixeira a céu aberto - Estrada da Macol - Sobralinho - Pág. 57 e 58
Aod 24 - Programa sobre habitação jovem - Pág. 59
Aod 25 - Urbanismo no concelho - Remodelação do Lidl em Vila Franca de Xira - Pág. 60
Aod 26 - Respostas às questões colocadas no período antes da ordem do dia e pontos em que se pretende intervir na ordem do dia - Pág. 61
1 - Voto de pesar pelo falecimento de Júlio Serra - Pág. 62 e 63
2 - Ata nº 25/2019, da reunião de câmara ordinária de 2019/12/18 - Pág. 64
3 - Código de Conduta da Câmara Municipal, nos termos da Lei nº 52/2019, de 31 de julho, que aprova o regime do exercício de funções por titulares de cargos políticos e altos cargos públicos - Pág. 65 e 66
4 - 1ª alteração ao orçamento, plano plurianual de investimentos e plano de atividades e funcionamento municipal da Câmara Municipal para 2020 - Pág. 67 a 73
5 - Atribuição de apoio financeiro extraordinário destinado à implementação das medidas de autoproteção e certificação elétrica da sede social - Sociedade Euterpe Alhandrense - Pág. 74
6 - Renovação de licenças do software do Sistema de Gestão Operacional - Pág. 75
7 - Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal - Pág. 76
8 - Legislação-síntese e editais - Pág. 77
9 - Pagamentos autorizados - Pág. 78 a 81
10 - Balancetes - Pág. 82
11 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 83
12 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Áreas de reabilitação urbana - Pág. 84
13 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares - Pág. 85 a 89
14 - Procedimento concursal para a constituição de reservas de recrutamento - Relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (cantoneiro de limpeza) - Recrutamento - Pág. 90
15 - Procedimento concursal para a constituição de reservas de recrutamento - Relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente técnico (vigilante rececionista) - Recrutamento - Pág. 91
16 - Abertura de procedimento concursal para a constituição de reservas de recrutamento - Relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (cantoneiro de limpeza) - Pág. 92
17 - Procedimento concursal para a constituição de reservas de recrutamento - Relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (auxiliar de ação educativa) - Recrutamento - Pág. 93
18 - Estágio curricular - Licenciatura em serviço social - Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) - Pág. 94
19 - Fundos disponíveis de janeiro de 2020 - Introdução do saldo de gerência de 2019 - Pág. 95 a 104
20 - Receção definitiva e libertação das garantias bancárias referentes à 2ª fase das obras de urbanização da Quinta da Piedade - Póvoa de Santa Iria - Alvará nº 6/93, de 26/11 - Pág. 105
21 - Resolução Fundamentada - Processo judicial nº 1515/19 - 2BELSB-TAC Lisboa - Processo administrativo nº 56/12 ONEREDPDM - Pág. 106 a 118
22 - 3ª alteração ao Plano Diretor Municipal - Início do procedimento - Pág. 119
23 - 2ª alteração ao loteamento do Casal da Colher, titulado pelo alvará de loteamento nº 04/2013-AUGI - Alverca do Ribatejo - Consulta Pública - Pág. 120 a 122
24 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 95, do loteamento da Quinta do Serpa - Vialonga - Pág. 123
25 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 91, do loteamento do Casalinho - Vialonga - Pág. 124
26 - Eixo Povos - Quinta da Grinja - Requalificação do espaço público - Vila Franca de Xira - Orçamento de trabalhos a menos - Pág. 125
27 - Eixo Povos - Quinta da Grinja - Requalificação do espaço público - Vila Franca de Xira - Auto de vistoria e receção provisória - Pág. 126
28 - Execução da passagem superior pedonal do Forte da Casa - Auto de vistoria para efeitos de liberação de caução - Pág. 127
29 - Execução de acessibilidade inclusiva - Requalificação da avenida Infante Dom Pedro - Alverca do Ribatejo - Fase 1 - Plano de segurança e saúde - Pág. 128
30 - Remodelação das instalações do Departamento de Obras, Viaturas e Infraestruturas - Vila Franca de Xira - Plano específico de segurança para remoção de amianto - Pág. 129
31 - Acordo de estágio na Quinta Municipal de Subserra - Escola Profissional Agrícola Fernando Barros Leal - Pág. 130
32 - Corrida das Lezírias 2020 - Acordo de cooperação - Cooperativa de Desporto e Cooperação - CDC - Pág. 131
33 - Prémio Carlos Paredes - Edição de 2020 - Prazo de candidatura - Pág. 132
34 - Proposta de contrato-programa - Sociedade Euterpe Alhandrense/Conservatório Regional Silva Marques - Pág. 133
35 - Doação de bens culturais do espólio do pintor Rui Filipe, para incorporação no acervo do Museu do Neo-Realismo, pelos seus herdeiros - Adenda ao contrato de doação - Pág. 134
36 - Doação de bens culturais para o acervo do Museu do Neo-Realismo, por Maria Manuel Mota Saldanha - Pág. 135
37 - Doação de bens culturais para o acervo do Museu do Neo-Realismo, por Maria Cecília Pereira Serrão - Pág. 136
38 - Exposição “Raízes de uma coleção: Alves Redol e (seus) Ilustradores” - Catálogo - Preço de venda ao público - Pág. 137 a 139
Público - Pág. 140
Público 1 - Acessibilidades - Vila Franca de Xira - Pág. 141 a 144
Público 2 - Campo de futebol da União Desportiva Vilafranquense - Vila Franca de Xira - Pág. 145 a 147
Público 3 - Obras na avenida dos Combatentes da Grande Guerra - Vila Franca de Xira - Pág. 148 a 150
Público 4 - Habitação social - Pág. 151 e 152
Público 5 - Quinta do Alferes e anexos - Subserra - São João dos Montes - Pág. 153 e 154
39 - Compra e venda da fração de habitação municipal designada pela letra “D”, sita na rua Fernando Namora, nº 6, r/c esqº - Alverca do Ribatejo - Pág. 156 a 159
40 - Compra e venda da fração de habitação municipal designada pelas letras “AN”, sita na praça Bento Gonçalves, nº 4, 9º B - Vialonga - Pág. 160
41 - Compra e venda da fração de habitação municipal designada pela letra “X”, sita na rua António José da Silva, nº 4, 6º B - Vialonga - Pág. 161
42 - Compra e venda da fração de habitação municipal designada pela letra “Z”, sita na rua António José da Silva, nº 2, 6º C - Vialonga - Pág. 162
43 - Protocolo de colaboração para a execução de proposta vencedora do Orçamento Participativo 2019 “A Cultura ao Serviço da Comunidade” - Ateneu Artístico Vilafranquense - Pág. 163
Final - Pág. 164
44 - Ata em minuta da reunião - Pág. 165
Encerra - Pág. 166
Related material
Vídeo da reunião de câmara:
https://www.youtube.com/watch?v=zgY2V6v7Yvo
Transcription
ORDEM DO DIA
Pág. 1
Interessado Local
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
1 Voto de pesar pelo falecimento de Júlio Serra Aprovação
2 Ata nº 25/2019, da reunião de câmara ordinária de 2019/12/18 Aprovação
3 Código de Conduta da Câmara Municipal, nos termos da Lei nº 52/2019, de 31 de
julho, que aprova o regime do exercício de funções por titulares de cargos políticos e
altos cargos públicos
Aprovação
4 1ª alteração ao orçamento, plano plurianual de investimentos e plano de atividades e
funcionamento municipal da Câmara Municipal para 2020
Aprovação
5 Atribuição de apoio financeiro extraordinário destinado à implementação das medidas
de autoproteção e certificação elétrica da sede social
Sociedade Euterpe
Alhandrense
Aprovação
PROTEÇÃO CIVIL
6 Renovação de licenças do software do Sistema de Gestão Operacional Aprovação
GESTÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E JURÍDICA
. Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
7 Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal Conhecimento
8 Legislação-síntese e editais Conhecimento
9 Pagamentos autorizados Conhecimento
10 Balancetes Conhecimento
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2020/01/22
Designação
Assunto
ORDEM DO DIA
Pág. 2
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2020/01/22
Designação
Assunto
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
11 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
Conhecimento
12 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência – Áreas de
reabilitação urbana
Conhecimento
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
13 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Conhecimento
. Outros assuntos
14 Procedimento concursal para a constituição de reservas de recrutamento – Relação
jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional
(cantoneiro de limpeza) – Recrutamento
Aprovação
15 Procedimento concursal para a constituição de reservas de recrutamento – Relação
jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente técnico
(vigilante rececionista) – Recrutamento
Aprovação
16 Abertura de procedimento concursal para a constituição de reservas de recrutamento
– Relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente
operacional (cantoneiro de limpeza)
Aprovação
17 Procedimento concursal para a constituição de reservas de recrutamento – Relação
jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional
(auxiliar de ação educativa) – Recrutamento
Aprovação
18 Estágio curricular – Licenciatura em serviço social Instituto Universitário de
Lisboa (ISCTE-IUL)
Aprovação
19 Fundos disponíveis de janeiro de 2020 – Introdução do saldo de gerência de 2019 Conhecimento
ORDEM DO DIA
Pág. 3
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2020/01/22
Designação
Assunto
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
20 Receção definitiva e libertação das garantias bancárias referentes à 2ª fase das obras
de urbanização da Quinta da Piedade – Alvará nº 6/93, de 26/11
Sociatos – Construções
Civis, Ldª
Póvoa de Stª
Iria
Aprovação
21 Resolução Fundamentada – Processo judicial nº 1515/19 – 2BELSB-TAC Lisboa -
Processo administrativo nº 56/12 ONEREDPDM
Aprovação
22 3ª alteração ao Plano Diretor Municipal – Início do procedimento Aprovação
23 2ª alteração ao loteamento do Casal da Colher, titulado pelo alvará de loteamento nº
04/2013-AUGI – Consulta Pública
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
24 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 95, do loteamento
da Quinta do Serpa
Maria do Céu Ribeiro Vialonga Aprovação
25 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 91, do loteamento
do Casalinho
Valdemar da Silva
Serdeira David
Vialonga Aprovação
OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
26 Eixo Povos – Quinta da Grinja – Requalificação do espaço público – Vila Franca de Xira
– Orçamento de trabalhos a menos
Unikonstroi, Ldª Vila Franca de
Xira
Aprovação
27 Eixo Povos – Quinta da Grinja – Requalificação do espaço público – Vila Franca de Xira
– Auto de vistoria e receção provisória
Unikonstroi, Ldª Vila Franca de
Xira
Aprovação
28 Execução da passagem superior pedonal do Forte da Casa – Auto de vistoria para
efeitos de liberação de caução
Cordivias, Engenharia Ldª Forte da Casa Aprovação
29 Execução de acessibilidade inclusiva – Requalificação da avenida Infante Dom Pedro –
Fase 1 – Plano de segurança e saúde
Topbet - Trabalhos de
Obras Públicas e
Pavimentos Betuminosos,
SA
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 4
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2020/01/22
Designação
Assunto
30 Remodelação das instalações do Departamento de Obras, Viaturas e Infraestruturas –
Plano específico de segurança para remoção de amianto
AECI, Arquitectura,
Construção e
Empreendimentos
Imobiliários, SA
Vila Franca de
Xira
Aprovação
EDUCAÇÃO E DESPORTO
31 Acordo de estágio na Quinta Municipal de Subserra Escola Profissional
Agrícola Fernando Barros
Leal
Aprovação
32 Corrida das Lezírias 2020 – Acordo de cooperação Cooperativa de Desporto
e Cooperação - CDC
Aprovação
CULTURA E TURISMO
33 Prémio Carlos Paredes – Edição de 2020 – Prazo de candidatura Aprovação
34 Proposta de contrato-programa Sociedade Euterpe
Alhandrense /
Conservatório Regional
Silva Marques
Aprovação
35 Doação de bens culturais do espólio do pintor Rui Filipe, para incorporação no acervo
do Museu do Neo-Realismo, pelos seus herdeiros – Adenda ao contrato de doação
Aceitação
36 Doação de bens culturais para o acervo do Museu do Neo-Realismo, por Maria Manuel
Mota Saldanha
Aceitação
37 Doação de bens culturais para o acervo do Museu do Neo-Realismo, por Maria Cecília
Pereira Serrão
Aceitação
38 Exposição “Raízes de uma coleção: Alves Redol e (seus) Ilustradores” – Catálogo –
Preço de venda ao público
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 5
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2020/01/22
Designação
Assunto
HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
39 Compra e venda da fração de habitação municipal designada pela letra “D”, sita na
rua Fernando Namora, nº 6, r/c esqº
Maria Manzaila Afonso e
Teotónio de Almeida
André
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
40 Compra e venda da fração de habitação municipal designada pelas letras “AN”, sita na
praça Bento Gonçalves, nº 4, 9º B
Henrique Santos Monteiro Vialonga Aprovação
41 Compra e venda da fração de habitação municipal designada pela letra “X”, sita na
rua António José da Silva, nº 4, 6º B
Sílvia Rita Neves Abreu Vialonga Aprovação
42 Compra e venda da fração de habitação municipal designada pela letra “Z”, sita na
rua António José da Silva, nº 2, 6º C
Maria Augusta da Moura
Semedo Garcia
Vialonga Aprovação
AMBIENTE E GESTÃO DO ESPAÇO PÚBLICO
43 Protocolo de colaboração para a execução de proposta vencedora do Orçamento
Participativo 2019 “A Cultura ao Serviço da Comunidade”
Ateneu Artístico
Vilafranquense
Aprovação
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
44 Ata em minuta da reunião Aprovação
ti. Livro
_____________
nilI FI.Ata gol111(4 Reunião de 2020/01/22
Ata n2 2/2020
MUNICÍPIO DE VILA FRANCjL DE XIRA
CÂMARA MUNICIPAL
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA E PÚBLICA DE 2020/01/22
Aos vinte e dois dias do mês de janeiro de dois mil e vinte, pelas 09h30, no Salão
Nobre dos Paços do Município, reuniu a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, sob a
presidência do Sr. Alberto Simões Maia Mesquita, Presidente da Câmara Municipal,
estando presentes os Srs. Vereadores:
• Regina Célia Gonçalves Agostinho Janeiro;
• José António da Silva de Oliveira;
• Nuno Miguel Marques Libório;
• Helena Margarida Mendes Pereira de jesus;
• Maria Manuela Pacheco Ralha;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
• António José Sequeira Félix;
• Maria de Fátima Pires Antunes;
• Cláudia Sofia Oliveira Martins;
• Carlos Miguel Vilar Patrão.
A reunião foi secretariada por Ana Paula Marques Costilhas, Chefe da Divisão de
Assuntos jurídicos, em substituição do Diretor do Departamento de Gestão
Administrativa, Financeira e jurídica, assessorada por Leopoldino Filipe Nunes Barata,
Assistente Técnico.
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado:
rosto
_____
FI. Livro______________
ali FLAta 002
Reunião de 2020/01/22
Município
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira
-De beração n2
Câmara Municipal
Assunto: PRESENÇAS DO PESSOAL DIRIGENTE E TÉCNICOS
GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA — —
• Chefe do Gabinete
Dr. Renato Gonçalves
.Adjunta
Dr Filomena Serrazina
GABINETEDEAPOIOÀVEREAÇÃO
Adjuntos — —
DrAndreiaRevez
Dr. Luís Vasconcelos
• Secretário
Osvaldo Pires
• Assessoria — —
José António Silva
Dr Diana Serpins
Óscar Soares
Dr Mafalda Ramos
DIVISÃO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO E IUVENTUDE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
—
Dr Anabela Pereira
DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Susana Santos
DIVISÃO DE AUDITORIA E QUALIDADE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr. Dinis Piriquito
SERVIÇO MUNICIPAL DE PROTEÇÃO CIVIL
• Coordenador Municipal
Dr. António Carvalho
SERVIÇO MÉDICO-VETERINÁRIO MUNICIPAL
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Ana Leonardo
técnicos 1/3
FI. Livro______________
1 AAI
_____________
Município Proc2
___________________
de fUVila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E IURÍDICA
Divisão de Recursos Humanos
• Chefe da Divisão
Dr.PauloAlenquer
Divisão de Planeamento Financeiro
•Chefeda Divisão
Dr Nélida Soares
DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
• Diretora, em regime de substituição
Arqt Teresa Laranjeira
Divisão de Planeamento e Ordenamento do Território
• Chefe da Divisâo, em regime de substituição
Urb Ricardo Ramalho
DEPARTAMENTO DE OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
• Chefe de Divisão, em regime de substituição, em substituição da Diretora
Eng2 Vítor Viçoso
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E DESPORTO
Divisão de Educacão
—
• Chefe da Divisão
Dr. Pedro Montes
Divisão de Desporto e Lazer
• Chefe da Divisão
Dr.VítorFélix
DEPARTAMENTO DE CULTURA E TURISMO
• Diretor do Departamento
—
Dr. Alexandre Sargento
Divisão de Turismo
• Chefe da Divisão
Dr Maria João Carraça
DEPARTAMENTO DE HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
• Diretora, em regime de substituição
Dr Ana Carla Costa
técnicos 213
FI. Livro_____________
1
, aLI
____________
Municipio Proc2
___________________
Vila Franca de Xira : Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Divisão de Saúde e Solidariedade
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Cláudia Prazeres
DEPARTAMENTO DE AMBIENTE E GESTÃO DO ESPAÇO PÚBLICO
• Chefe de Divisão, em regime de substituição
Dr.LuísRafael
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO
Divisão Administrativa e Financeira
• Chefe da Divisão
DrTeresaBoteIho
Divisão de Gestão Comercial e Atendimento
.Chefeda Divisão
Dr Vanessa Cirilo
Divisão de Águas e Saneamento
• Chefe da Divisão
—
Eng2 António Novais
Divisão de Proietos e Cadastro
—
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng Maria Raquel Borda d’Água
Divisão de Qualidade, Ambiente e Equipamentos
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng Vitória Simões
técnicos 313
_____
FI. Livro
______________
005
Reunião de 2020/01/22
Município fifil Proc2
__________________
Vila Franca de Xira JJ/VI Deliberação n2
Câmara Municipal ‘ 1
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DA SR VEREADORA HELENA PEREIRA DE JESUS
- INTEGRAÇÃO DA
UNIVERSIDADE SÉNIOR NA REDE DE EXCELÊNCIA DAS UNIVERSIDADES E
ACADEMIAS SENIORES
Interveio o Sr. Presidente, dando início à reunião de câmara cumprimentando todos
os presentes e todos aqueles que acompanham pela lnternet esta reunião de
câmara, referindo que vai dar algumas informações e começa pela Sr Vereadora
Helena Pereira de Jesus, que vai falar sobre a Universidade Sénior.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, cumprimentando, na
pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes e também aqueles que seguem a
reunião via on-line, dizendo que queria dar nota que a Universidade Sénior do
concelho de Vila Franca de Xira comemorou, no passado dia 17 de janeiro, os seus
15 anos de atividade.
Também neste mês de janeiro a RUTIS - Associação Rede de Universidades da
Terceira Idade, atribuiu à Universidade Sénior de Vila Franca de Xira o certificado
que atesta a sua integraçâo na Rede de Excelência das Universidades e Academias
Seniores, em resultado do seu bom trabalho e relevante serviço aos seniores.
Depois, dá também a nota que a Universidade Sénior vai participar no Concurso de
Cultura Geral da RUTIS na próxima sexta-feira, em Évora. Já é tricampeã e pode ser
que, de facto, desta vez consiga novamente ganhar o 12 lugar, assim se espera.----
Neste sentido, dá pois os renovados parabéns à Universidade Sénior e a todos
quantos dão o seu contributo para o alcançar deste patamar de excelência.
Interveio ainda o Sr. Presidente, dando as felicitações da câmara municipal pelo
trabalho desenvolvido, referindo que espera, de facto, que a universidade ganhe o
Concurso de Cultura Geral pela quarta vez.
aod 1
FI. Livro
_____________
Fl.Ata 006
Reunião de 2020/01/22
Município 1 Proc
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DA SR VEREADORA FÁTIMA ANTUNES
- FORMAÇÃO DE
CUIDADORES E HOSPITAL VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Presente, passando a palavra à Sr Vereadora Fátima Antunes, para
falar sobre dois temas, um sobre formação de cuidadores e outro sobre o hospital
de Vila Franca de Xira.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, cumprimentando, na pessoa do
Sr. Presidente, todos os presentes e os que seguem a reunião em casa, através da
transmissão on-line, referindo que o Serviço Médico-Veterinário do município de
Vila Franca de Xira vai realizar, no próximo sábado, dia 25 de janeiro, na Fábrica
das Palavras, uma ação de formação especialmente dirigida aos cuidadores de
colónias felinas do concelho, iniciativa que surge na sequência da implementação
do Programa CED - Capturar, Esterilizar, Devolver, e pretende dotar os cuidadores
com mais informações e competências para fomentar a coexistência pacífica entre
munícipes, cuidadores e colónias felinas.
Recorda que o Programa CED está em curso no município de Vila Franca de Xira
desde 2016. através do seu Centro de Recolha Oficial e em parceria com a
Associação Animais de Rua. O balanço deste programa até dezembro de 2019
traduz-se na identificação de 136 colónias, com mais de 600 animais esterilizados.
Depois, o Hospital Vila Franca de Xira voltou a receber, da Entidade Reguladora da
Saúde, pelo segundo ano consecutivo, a classificação máxima de excelência clínica
de 3 estrelas, em 6 áreas: Cirurgia de ambulatório, unidade de cuidados intensivos,
cuidados transversais, neurologia, obstetrícia e pediatria.
De acordo com os resultados publicados na semana passada pelo Sistema Nacional
de Avaliação em Saúde, que analisou o trabalho de 158 unidades hospitalares, este
é o hospital público com mais áreas com nível máximo de excelência clínica em
Portugal. A mesma entidade reconheceu também a excelência clínica de nível 2 em
mais 7 áreas do hospital, nas quais se incluem: Cardiologia, cirurgia geral, cuidados
transversais, ginecologia, ortopedia e pediatria.
Assim, a câmara municipal dá os parabéns ao Hospital Vila Franca de Xira e a todos
os seus profissionais de saúde, pelo facto de terem alcançado estes excelentes
resultados.
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Vila Franca de Xira L4J(A Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DA SR VEREADORA MANUELA RALHA - 4 MASTERCLASS
Interveio a Sr Vereadora Manuela Ralha, saudando, na sua primeira intervenção,
todos os presentes e todos os que seguem a reunião via on-line, referindo, dando
resposta ao forte interesse suscitado nas três edições anteriores, que a câmara
municipal vai realizar a 4 Masterclass dedicada ao cinema italiano, ministrada pelo
cineasta Lauro António.
As sessões vão decorrer no Museu do Neo-Realismo, de 5 de fevereiro a 1 de julho,
e terão por tema “Os italo-americanos no cinema norte-americano”.
O principal objetivo deta Masterclass é documentar a relação que se estabeleceu
entre o cinema italiano, nomeadamente o da época neorrealista, e a
cinematografia norte-americana, procurando demonstrar a influência, direta e
indireta, que o neorrealismo teve na obra de alguns realizadores nos Estados
Unidos.
As inscrições são limitadas e estão abertas até 4 de fevereiro.
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Ai Reunode2O2O/O1fl2
Município IUIIt\ Proc
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
ó
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
DECLARAÇÃO POLÍTICA DO SR. PRESIDENTE - ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2020
- EXCLUSÃO DOS ESPETÁCULOS TAUROMÁQUICOS DE TAXA REDUZIDA DE IVA
Interveio o Sr. Presidente, apresentando, por último, da parte do executivo
municipal, uma declaração política relativa aos espetáculos tauromáquicos,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata,
passando de seguida a ler a declaração.
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FLAta 009
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Município D ft\rocde riVila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
—
AUMENTO DOS TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, dando os bons dias ao Sr.
Presidente, Srs e Srs. Vereadores, trabalhadores da Câmara Municipal de Vila
Franca de Xira, jornalistas, público, aqueles que estão na reunião, mas também
aqueles que a acompanham a partir de casa, dizendo que a primeira questão que
os membros da CDU gostariam de colocar é uma tomada de posição, mas é ao
mesmo tempo uma pergunta.
É uma tomada de posição com os trabalhadores da administração pública, que no
próximo dia 31 vão sair à rua por terem sido, na opinião que têm, ofendidos com a
possibilidade de terem um aumento de 0,3%. já há vários dirigentes do Partido
Socialista que inclusive saíram de militantes fruto desta proposta, e gostava de
saber o que é que o Sr. Presidente e o que é que os Srs. Vereadores desta câmara
municipal pensam sobre esta proposta do Orçamento do Estado, que prevê um
aumento para os trabalhadores da administração pública de 0,3%.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que efetivamente, quanto saiba, as negociações
em termos de contratação prosseguem e está convicto que também, em termos de
Orçamento do Estado na especialidade, todas estas matérias se vão ter em
consideração. Caso não estejam, há uma coisa muito simples, que chumbem o
orçamento. Se não se estiver de acordo com ele que chumbem o orçamento.
É sempre a alternativa, se o orçamento não for de acordo com as exigências que
se pensa que são necessárias, e pensa que sim, que efetivamente os aumentos
têm que ser revistos, mas para que valor, não sabe, até porque há matérias em
que todos os partidos políticos têm consciência que não se pode chegar a tudo, e
há prioridades, sem dúvida absolutamente nenhuma.
Só para os autarcas é que não há, que vieram para estas funções e já sabiam ao
que vinham. Nem os 5% de congelamento que têm há anos, nem isso ainda foi
possível fazer, e não é por causa da questão do dinheiro, do valor, é uma questão
de dignidade que lhes deve assistir.
Está convicto, no quadro daquilo que vão ser as manifestações a chamar à atenção
para estas matérias, e muito justas, na opinião do executivo, e também no quadro
daquilo que vai ser a discussão na especialidade do Orçamento do Estado, que as
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Município
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Vila Franca de Xira Kliberação fl2_____________
Câmara Municipal
questões a este nível vão ser melhoradas.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, no final da reunião, referindo que crê que
o Sr. Presidente foi um pouco infeliz na resposta que deu à primeira questão que a
própria colocou, “que chumbem o orçamento”, mas o Sr. Vereador Nuno Libério já
colocou isso, pensa que a elevação exige-se e não fez nenhuma questão que
pudesse ter essa resposta.
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Município ca A á 1 Proc
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
GREVE DOS TRABALHADORES DAS GRANDES SUPERFÍCIES
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando, a propósito do Orçamento
do Estado e das condições de trabalho, que no dia 31 de julho vão sair à rua os
trabalhadores das grandes superfícies.
Questionou o Sr. Presidente se é julho.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina Janeiro, pedindo desculpa, dizendo que já se vai
perceber porque é que disse julho, e que no dia 31 de janeiro vão sair à rua os
trabalhadores das grandes superfícies.
Depois, no dia 31 de julho do ano passado aprovou-se uma proposta, em reunião
de câmara, de alteração a um regulamento a que não viram dar seguimento, e o
que diz é que qualquer proposta que haja dum regulamento na câmara municipal
tem que ir para a assembleia municipal, depois tem que ir para discussão pública,
e os membros da CDU estranham o facto de a uma deliberação que foi aprovada
na câmara municipal não ter sido dado seguimento, pelo que gostariam de
perceber efetivamente o que é que se passa.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que o Partido Socialista nesta matéria, na
reunião onde essa proposta foi apresentada, absteve-se, na medida em que, como
os Srs. Vereadores sabem, a proposta que foi votada na reunião de câmara tem
uma consequência meramente política, porque em termos de legalidade, estava
ferida de legalidade, na medida em que a lei não o prevê.
Para estas matérias o que tem de ser resolvido é haver, também a nível da
Assembleia da República, uma manifestação para que nos horários, e aos
domingos, os trabalhadores tenham direito ao descanso e a estarem com as suas
próprias famílias, como qualquer família, está muito de acordo com isso,
simplesmente a lei não o prevê.
—
O Partido Socialista, na reuniâo, para viabilizar a proposta que foi apresentada
absteve-se, mas com a convicção que o valor prático e as consequências práticas
dessa aprovação eram muito reduzidas, a não ser a chamada de atenção política,
que se fez.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, no final da reuniâo, referindo que sobre a
questão da alteração do regulamento dos horários das grandes superfícies o Sr.
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Câmara Municipal V
Presidente disse que era ilegal, que não podia d r provimento à decisão da câmara
municipal porque não era legal, e os membros da CDU gostariam, naturalmente,
que lhes fizesse chegar alguma coisa.
Referiu o Sr. Presidente que na altura em que se discutiu esta matéria era verdade.
Respondeu a Sr Vereadora Regina janeiro que não, o que a Sr Vereadora Helena
Pereira de jesus disse, e pede desculpa de estar a citar, mas foi a quem colocou a
questão, foi que estava em tribunais e alguns já tinham o alargamento dos horários
das grandes superfícies.
Disse a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que sim.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que estavam vários
processos em tribunal, e crê que na fase que os membros da CDU trouxeram o
assunto não era preto e branco, pelo que o Sr. Presidente, se não se importa, então
lhes faça chegar, para perceberem porque é que é ilegal a proposta que
trouxeram.
Referiu a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que se falou dos processos do
tribunal.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que aquilo que disse foi que a posição do
Partido Socialista foi de abstenção para permitir que a moção fosse aprovada,
porque estava convicto que estava ferida de ilegalidade, foi o que disse na altura. -
Interveio de novo a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que não foi isso que o
Sr. Presidente disse na altura, hoje disse isso, de certeza. Esteve a ler a ata, por
acaso não deu conta de ter dito, mas o que estava a pedir é que então lhes diga a
ilegalidade, que depois lhes faça chegar, se não se importa.
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, referindo que tem os acórdãos
dos tribunais na pasta dessa reunião e pode fazer chegar ao Sr. Presidente, mas
não têm nada a ver com Vila Franca de Xira, são decisões de outros municípios.
Disse o Sr. Presidente que é como na tropa, e como a Sr Vereadora tomou essa
iniciativa, agradece que avalie.
Referiu a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que sim, não tem qualquer
problema, são decisões públicas tiradas da lnternet, mas para facilitar faz chegar
ao gabinete do Sr. Presidente, que depois fará chegar à CDU.
Terminou o Sr. Presidente, dizendo que está muito bem, fica assim combinado.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
TRANSFERÊNCIA DE COMPETÊNCIAS
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo-se à transferência de
competências, dizendo que um primeiro ponto é sobre a informação que o Sr.
Presidente deu aos membros da CDU relativamente ao património imobiliário
público que está sem utilização por parte da administração central, onde lhes
facultou todos os elementos que recebeu, mas também que enviou.
Estranharam o facto do Sr. Presidente nem sequer ter referido um único edifício
propriedade ou existente no concelho de Vila Franca de Xira, que estaria, no
entender que têm, em condições claras de vir à posse da câmara municipal. Não
fez nenhum exercício de maior, foi uma coisa de cor, de 5 minutos de conversa até
com o Sr. Vereador Nuno Libório, pelo que não fizeram mais nenhum esforço, e
chegaram ao nome do palácio da Quinta da Flamenga, aos imóveis da saúde em
Vila Franca de Xira, que estão desabitados, e questionam o que é feito deles, ao
imóvel da antiga Secretaria de Estado em Alverca do Ribatejo, da junta Autónoma
de Estradas, que está à beira da estrada, que também não perceberam, a estação
ferroviária da Vala do Carregado e a antiga estação de apoio à estação ferroviária
da Póvoa de Santa Iria.
—
Na opinião que têm são tudo bens imobiliários que estão em condições de virem à
posse da câmara municipal no âmbito da descentralização de competências, e não
viram a resposta do Sr. Presidente que diga “estes”, mas de certeza absoluta, com
o conhecimento que tem do concelho e o facto de estar há 32 anos na câmara
municipaL chegará a muito mais edifícios.
Ainda sobre descentralização de competências, todos, os que acompanham a
comunicação social, acompanharam de perto aquilo a que se chamou a Declaração
do Rivoli. Vários autarcas reuniram-se no Rivoli, no dia 12 de janeiro, naquilo que
foi uma conferência organizada pelo jornal de Notícias, a que se chamou “Os
caminhos da descentralização”, e vários foram os autarcas de diferentes partidos
polfticos, do P5, do PSD e da CDU, que subscreveram um documento em que
pedem o adiamento da descentralização para o início de janeiro de 2021, sendo
que, já agora, também a ministra que neste momento tutela este dossiê veio
publicamente dizer que sim, está disposta a adiar e disposta a “rediscutir” ou
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Município A 1 Proc2
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de 11111Vila Franca de Xira jqüi Deliberaçao n2
Câmara Municipal V
discutir aquilo que estão a ser as dificuldades sentidas pelos autarcas.
Vila Franca de Xira foi dos poucos concelhos que à pressa disse que sim a todas as
competências, e diz já que gasta muito pouco de dizer que os membros da CDU
tinham razão, porque isso quer dizer que tentaram antecipar aquilo que já sabiam
que iria correr mal, mas o Sr. Presidente e a maioria que o suporta, o P5 e o PSD,
foram a correr dizer que sim a toda a descentralização, e gostavam de saber, se
houve melhores condições, ao que é que á câmara municipal está agarrada, se é
àquilo que o Sr. Presidente aceitou ou, se houver melhores condições, qual é que
vincula.
O Sr. Presidente lembrar-se-á melhor do que a própria, até porque foi vereador da
educação muito tempo, que para aqueles que assinaram protocolos de delegação
de competências com o Ministério da Educação, em tempos, aquilo a que se
chamou na área metropolitana de “pesca à linha”, sabe que as condições de
negociações não foram iguais para todos os concelhos, havia câmaras municipais
que tiveram muito mais capacidade de revindicação, o que quer dizer que ficaram
em muito melhores condições para servirem as suas populações.
Por último, sobre esta matéria e para confirmar que infelizmente não têm nenhum
prazer em dizer isto, mas sabiam aquilo que estavam a conversar, refere-se à
forma atabalhoada como os auxiliares de ação educativa passaram para a esfera
da câmara municipal. Segundo o Sr. Presidente, fez ontem 15 dias que soube, por
via formal, que os trabalhadores auxiliares de ação educativa viriam para a câmara
municipal este mês de janeiro, e já este mês de janeiro seria a autarquia a ter que
suportaras seus vencimentos.
Informalmente souberam que foram, afinal, os agrupamentos que disseram à
câmara municipal, na segunda-feira antes, não é isso que é importante, o que é
importante é que durante o próprio mês a autarquia soube que tinha de pagar mais
700 funcionários. Não tem dúvidas nenhumas que isso exigiu muitas horas
extraordinárias de muitos trabalhadores, nomeadamente na área dos recursos
humanos, não tem qualquer tipo de dúvidas, são mais 700 trabalhadores, não
estão automatizados, e também reforça o facto de ainda não estarem todos os
auxiliares colocados, de se continuar abaixo do rácio.
Terminou, referindo que gostavam muito de dizer ao Sr. Presidente que afinal se
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de 111V)Vila Franca de Xira 4/ Deliberação n2
Câmara Municipal
tinham engando, mas o que podem dizer é que tentaram avisar mas não foram
ouvidos.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que continua a dizer à Sr Vereadora
Regina Janeiro que os documentos que lhe enviaram referem claramente que o
património não pode passar diretamente no quadro da descentralização, porque,
de facto, não está abrangido pela lei-quadro da descentralização. Pode-se aqui
falar sobre este património, aquele e o outro, mas a lei da descentralização não
abrange este tipo de património.
Depois, a Sr Vereadora disse que o próprio já cá está há 32 anos, e já cá está há
algum tempo, mas não está há tanto tempo.
Referiu a Sr? Vereadora Regina Janeiro que não está, é desde 1993, é um problema
de contas.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que não está assim há tanto tempo, mas quer
dizer que está cá e continua animado pelo trabalho que faz, e quando olha para
trás o tempo de facto passou muito depressa. Passou muito depressa porque
continua muito animado e disponível para fazer o trabalho de autarca que lhe dá
muito prazer e que o enobrece enquanto pessoa. É isso que pretende fazer
enquanto cá estiver, mas não são assim tantos anos, são alguns, mas não são
tantos.
Ainda quanto à descentralização, teve oportunidade, no último conselho diretivo,
de se referir à declaração do Rivoli, e quer dizer que ficou surpreendido, muito
surpreendido, por alguns partidos políticos estarem ali a prestar vassalagem a uma
agenda política que não se sabe qual é, que é do Sr. Presidente da Câmara
Municipal do Porto. Isto não põe em causa aquilo que cada partido pensa sobre a
descentralização, e tem muito respeito pelo facto do PCP/CDU estar, desde sempre,
contra a descentralização, não pelo princípio, está de acordo com o princípio, mas
manifesta que não está de acordo com a forma, e esta é uma forma de abordagem
quejáaquisefez.
Ficou surpreendido, porque houve lá, de facto, alguns presidentes de câmara, não
muitos, mas alguns do Partido Socialista, que também subscreveram esta
declaração e outros que lá estiveram e não subscreveram, O jornal de Notícias e o
Sr. Presidente da Câmara Municipal do Porto têm dito as coisas que têm dito, não
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Vila Franca de Xira Vv Deliberação n2____________
Câmara Municipal
percebe bem, muitas das vezes, o que diz e que é que pretende com algumas
intervenções públicas que faz, mas, de facto, ficou surpreendido pelo PCP estar ali
metido numa coisa daquelas, é da vida, faz parte da política.
A Sr Vereadora diz que tem pena de ter razâo, e o próprio não sabe se tem razão,
na medida em que naquilo que diz respeito à Câmara Municipal de Vila Franca de
Xira todo o processo se tem desenvolvido com tranquilidade e, se algo falhou, não
foi a câmara municipal que falhou. Quem falhou foi o Ministério da Educação, que
informou que a transferência do pessoal não docente se iria efetivar em setembro
de 2019, depois veio-se a saber que não era assim e que o pagamento dos
vencimentos continuava a ser assumido pelos órgãos respetivos do Ministério,
sendo que a câmara municipal se tinha preparado, desde setembro do ano
passado, para fazer face a estas novas exigências.
Entretanto tinham-se marcado, nos dias 2 e 3, salvo erro, de janeiro, aproveitando
ainda a pausa letiva, reuniões nos agrupamentos para falar com todo o pessoal não
docente, para dar as boas-vindas à câmara municipal e à integração nos quadros
dos mapas de pessoal, porque a informação que se tinha é que a lista final iria ser
publicada no dia 31 de dezembro, po Diário da República, e dessa forma
formalizava-se todo este processo.
—
Não foi assim, as listas só foram publicadas no dia 7 de janeiro, o que quer dizer
que não tinha sentido que o próprio fosse aos agrupamentos de escola falar sobre
uma coisa que ainda não tinha sido efetivada. É claro que esta matéria deu muita
conversa pública, mas a realidade é esta, por respeito às pessoas, aos
agrupamentos, cancelaram-se estas reuniões, na medida em que o processo ainda
não estava efetivado e, como estava a ser adiado, adiado, não sabia exatamente
quando é que as listas iam ser publicadas. Foi por isso que as reuniões foram
adiadas e não por outra razão.
No dia 8, salvo erro, foi distribuída a todo o pessoal não docente uma carta sua a
dar as boas-vindas a todos, com umas pequenas notas sobre o que é que
representava para esse pessoal a entrada no mapa de pessoal da câmara
municipal, e naturalmente que quando houver condições irá aos agrupamentos
falar, não só como costuma fazer, com os diretores, mas também com este
pessoaL
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Câmara Municipal
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo ue só não ouviu uma data, pede
desculpa. As listas dos funcionários chegaram-lhe quando?
Respondeu o Sr. Presidente que a 7 de janeiro, e esteve-se na expectativa que
saíssem no dia 31, como já referiu, não saíram, não saíram no dia 2, no dia 3, no
dia4,nodia5,saíramnodia7.
Inclusivamente, no meio disto tudo teve também uma reunião com a Sr Secretária
de Estado, onde manifestou este desconforto, de modo que aquilo que quer dizer,
e para terminar sobre esta matéria, é que o executivo está convicto que esta
descentralização é um processo importante, que consegue fazer melhor do que
aquilo que era a realidade desta relação entre os poderes e, neste caso, da
administração central e as escolas, e que com a câmara municipal mais perto
certamente se vão conseguir resolver os problemas.
No quadro dos rácios, atuais e futuros, a obrigação da câmara municipal, e está a
preparar-se para isso e a própria ordem do dia também o refere, é colocar o
pessoal necessário para não haver dificuldades a esse nível.
Não se revê na afirmação que se fez isto de uma forma atabalhoada, não se fez,
fez-se, sim, e o executivo preparou-se para que este trabalho fosse feito com
qualidade, com profissionalismo e respeito por todos. É isso que se fez e continua-
se a entender que o processo da descentralização é para avançar, para melhorar
num ou outro aspeto, na medida em que é uma reforma bastante importante e
pesada, que exigirá certamente afinações durante todo este percurso.
Quem quiser avançar, avança, quem não quiser, não avança, e aquilo que se
apercebeu das informações da Sr Secretária de Estado, com quém também já
teve uma reunião há uns tempos atrás, já como ministra da pasta que tem, onde
lhe colocou e enviou documentos sobre algumas dificuldades que se estavam a
sentir, foi que havia algumas matérias a melhorar, mas não ouviu, nem
publicamente, nem naquela conversa que teve com a Sr? Ministra, uma informação
de que os prazos iam ser alterados. Ver-se-á como é que este processo vai correr,
a câmara municipal vai fazer o seu trabalho, aquilo com que se comprometeu fazer
e vai fazer.
Tomou a palavra Sr Vereadora Regina janeiro, no final da reunião, mencionando
que sobre o património, naquilo que diz respeito à transferência de competências,
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Câmara Municipal
o que disse foi que o Sr. Presidente tinha recebido um ofício com uma oferta, pensa
que era até dum terreno.
Disse o Sr. Presidente que era um prédio.
Continuou a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que no próprio ofício o Sr.
Secretário de Estado dizia que até agradecia que as câmaras municipais lhes
dissessem qual era o património que conseguiram identificar. Isso é pedido por
parte da secretaria de Estado, e o que está a dizer hoje foi que o Sr. Presidente não
respondeu, referindo nenhum imobiliário. Foi isto que disse, e depois deu alguns
exemplos em concreto, e para si o mais grave é o da Quinta da Flamenga, mas deu
outros exemplos em concreto. Não é como o Sr. Presidente estava a colocar, não é
já aquilo que entra ou não entra, é o facto de se ter tido oportunidade de dizer que
havia património que não estava identificado e podia entrar. Sobre esta matéria foi
isto que colocou e foi isto que pensa que o Sr. Presidente não respondeu.
Sobre a declaração do Rivoli e as opiniões do Sr. Presidente, daquilo que foi
discutido do conselho diretivo, fazia só uma pergunta, que é: Todos os membros do
conselho diretivo da ANAFRE - Associação Nacional de Freguesias, aceitaram a
transferência de competências?
Respondeu o Sr. Presidente que não pode dizer se foram todos, mas alguns
aceitaram.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que o Sr. Presidente também
sabe que houve aqueles que não aceitaram. Portanto, não é uma questão de preto
e branco, como o Sr. Presidente assumiu, na declaração do Rivoli há várias
câmaras socialistas, não é tudo a preto e branco, não é tudo nem bom, nem mau,
tem coisas boas e coisas más, e dos próprios membros do conselho diretivo há
vários que não aceitaram.
Depois, e para corrigir uma coisa, não disse que o Sr. Presidente estava a fazer
isto, dos auxiliares, de forma atabalhoada, em momento algum disse que o Sr.
Presidente estava a fazer a questão dos auxiliares duma forma atabalhoada, o que
disse foi que estava a ser feito duma forma atabalhoada e não é pela parte do Sr.
Presidente. Nunca esteve contra o Sr. Presidente, o que disse foi “cuidado, não
confio em quem está do outro lado, desconfiem de quem está do outro lado”. Foi
isto que disse sempre, não responsabilizou o Sr. Presidente. A única coisa que hoje
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pode dizer é que o Sr. Presidente não ouviu os embros da CDU e caiu naquilo que
infelizmente diziam em relação à outra parte.
O Sr. Presidente não recebeu bem o processo dos auxiliares, está a fazer tudo para
que corra o melhor possível, não tem dúvidas sobre isso e também não tem
dúvidas que as pessoas irão receber no dia certo, nenhuma, mas, como disseram
desde o início em que se começou a discutir esta matéria, o outro lado, do
parceiro, como se sabe nem sempre tem sido respeitador do poder local
democrático.
Queria só esclarecer estas questões, porque não disse que o Sr. Presidente tinha
sido atabalhoado.
Referiu o Sr. Presidente que cá se estará para fazer as contas finais deste processo.
Terminou a Sr Vereadora, dizendo que até tem medo de perguntar as atuais,
quanto mais as finais.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
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ORÇAM ENTO DO ESTADO - VALORIZAÇÃO DOS TRANSPORTES PÚBLICOS
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, cumprimentando todos os presentes,
dizendo que por aquilo que já se conhece da proposta de Orçamento do Estado,
para além de insuficiências estruturais que decorrem de opções políticas do Partido
Socialista, que é quem está na gestão do Governo, há um conjunto de
investimentos que continuam adiados nessa proposta. Como o PCP anunciou, em
sede da Assembleia da República, partiu, duma forma coerente, mas
simultaneamente incisiva, para uma discussão na especialidade, na defesa dos
interesses do povo e dos trabalhadores portugueses.
Na parte dos investimentos pesados os membros da CDU constataram um conjunto
de insuficiências que, a concretizarem-se em orçamento, significarão uma vez mais
o adiamento de investimentos muito relevantes, há décadas reivindicados pelas
populações do concelho de Vila Franca de Xira, nomeadamente na área dos
transportes, na área das acessibilidades, na área do trânsito, numa visão
estruturada e estruturante que se quer para a Área Metropolitana de Lisboa.
Nesse sentido, tomam a iniciativa de dar a conhecer que vão propor que a câmara
municipal, na próxima reunião ordinária, que crê que será na União das Freguesias
de Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras, tome uma posição política sobre esta
matéria, com enfoque na questão da valorização dos transportes públicos, que
muitos, designadamente o Partido Socialista, até há 2 anos atrás diziam ser
tecnicamente impossível, financeira insustentável e do ponto de vista prático não
iria resultar absolutamente em nada, que é a questão da entrada em vigor dum
passe intermodal que sirva todos os operadores e que resulta só nisto, mais de 50
milhões de viagens registadas no ano de 2019. um aumento financeiro para a
sustentabilidade económica do próprio sistema. Ao mesmo tempo, o Orçamento do
Estado, no programa de redução tarifária, mantém os mesmos valores, o que
consagra uma visão reduzida e de certa forma contraditória, relativamente àquilo
que vem dizendo no que, por exemplo, à alteração climática diz respeito.
Nesse sentido, crê que o Sr. Presidente poderá tomar como boa esta proposta dos
membros da CDU, que se anexa e dá por inteiramente reproduzida nesta parte da
ata, e espera que todos os partidos e os Srs. Vereadores a aprovem na próxima
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Município
ca.— ad Proc2
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Vila Franca de Xira (4 Deliberação n2_____________Câmara Municipal
reunião de câmara.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que o Sr. Vereador Nuno Libório fala sobre o
Orçamento do Estado e sobre uma moção que vai ser inscrita na próxima reunião
de câmara, que ainda não teve oportunidade de ler, mas em termos de síntese
disse quais eram as questões a colocar, e dará a oportunidade de se falar sobre
estas matérias.
Também lhe diz, duma forma muito clara, que muita gente falou sobre o passe
intermodal, o passe metropolitano, durante muitos anos, mas foi preciso, para que
ele se concretizasse, que houvesse um governo, do Partido Socialista, que com os
parceiros, em termos de assento na Assembleia da República, avançasse com este
processo. Também foi preciso que os municípios, sobre esta matéria, tivessem uma
parte decisiva e muito importante para que este processo tivesse evoluído.
Quer-lhe dizer que, no que concerne a este município, a este concelho, a esta
câmara municipal, o valor que se tem em cima da mesa, para 2020, são à volta de
2 800 000,00€, salvo erro, o que quer dizer que se considerou uma prioridade,
esteve-se sempre com este processo desde o início, acarinhou-se este processo, e
se eventualmente houver alguma dificuldade financeira, pelo menos esta
prioridade há de se manter.
Foi um conjunto de boas vontades que fez com que este processo avançasse, é
verdade que se têm agora outras dificuldades, e crê que o Orçamento do Estado
tem orçamento suficiente e rubrica suficiente para fazer face àquilo que é
absolutamente decisivo, que é a segunda fase, da melhoria da substituição da frota
e sobretudo também da ferrovia, de melhorar as condições existentes para que
haja mais horários, maior conforto para as pessoas.
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Município AI jProc2 -
vila Franca de Xira Deliberaçao nQ
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
ELEVADORES DA ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que se lê, quando se entra na
estação dos caminhos de ferro, em Vila Franca de Xira, num placar informativo da
responsabilidade da Infraestruturas de Portugal, o seguinte: “Os elevadores da
passagem superior pedonal irão ser modernizados entre os dias 21 de outubro e 20
de dezembro de 2019. Durante este período os equipamentos encontrar-se-ão fora
de serviço”. Contudo, o que diz ao Sr. Presidente e aos Srs. Vereadores é que um
mês depois a obra não está concluída.
Assim, os membros da CDU perguntam: Que articulação está a ser feita com a
lnfraestruturas de Portugal? Quando é que termina a obra?
Estas duas perguntas têm este contexto, esta infraestrutura que serve os utentes
dos transportes públicos da estação ferroviária de Vila Franca de Xira serve
simultaneamente todos aqueles que utilizam o jardim Constantino Palha, os
utilizadores do pavilhão da União Desportiva Vilafranquense, a zona ribeirinha, o
acesso também à biblioteca da câmara municipal e, fundamentalmente, a
comunidade Avieira.
Nesse sentido perguntam dos motivos para este atraso e se há razão para
continuarem preocupados relativamente à demora para a entrada em serviço
desta infraestrutura, e perguntam também, em jeito de esclarecimento, se a
infraestrutura que serve a Fábrica das Palavras se mantém operacional 24 sobre
24 horas, como alternativa possível à inexistência de acessibilidade para pessoas
com dificuldades, independentemente de terem ou não terem deficiência, na
estação dos caminhos de ferro.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que sobre os elevadores da estação o Sr.
Vice-Presidente falará, bem assim como do elevador da Fábrica das Palavras.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os que se encontram na sala, assim como quem segue a reunião
via lnternet, dizendo que das várias questões colocadas, algumas mereceriam se
calhar uma resposta mais longa, no entanto irá tentar ser claro e o mais rápido
possível.
Assim, sobre os elevadores da estação, a informação que tem, da lnfraestruturas
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Município
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Vila Franca de Xira eliberação n2
Câmara Municipal
de Portugal, porque a obra já deveria estar côncluída, a reparação e não só,
substituição de todo o sistema dos elevadores, que teve que ser total, o atraso
deveu-se a questões relativas ao final do ano, de entrega de material que veio do
estrangeiro. No entanto, um dos elevadores, segundo lhe disse há momentos o
próprio diretor-regional da IP, que lhe mandou uma mensagem, estará pronto a
entrar em funcionamento, e quanto ao outro iria ainda durante esta reunião
informar
Quer sublinhar que o Sr. Vereador Nuno Libório executa as funções de vereador na
oposição, e logicamente que se conhecem há muito tempo, o Sr. Vereador escusa
de estar a virar a cabeça e já a comentar, porque, usando as palavras do mesmo,
de há 15 dias, na reunião do Sobralinho, devem todos ouvir-se uns aos outros, e
com respeito. As palavras foram do Sr. Vereador e, como se costuma dizer, está
gravado, está escrito e está na ata.
Continuou, mencionando que teve uma reunião ainda esta semana com o Sr.
Comandante da PSP, o Sr. Intendente Paulo Flor, porque na passagem superior da
Fábrica das Palavras está-se a verificar um elevado teor (que é para ter cuidado
com as palavras), de vandalismo, e durante o encerramento dos elevadores na
estação foi equacionado manter 24 horas sobre 24 horas os elevadores em
funcionamento, em baixo.
Para quem tem utilizado a passagem superior, como o executivo, porque tem ido
ao local, por volta da meia-noite para ver com os próprios olhos e saber do que é
que se está a falar, efetivamente teve que se solicitar uma intervenção muito mais
rigorosa à PSP em toda a plataforma. Por ironia, ontem foi surpreendido que um
dos elevadores do lado de cá da linha está completamente destruído, portas, todo
o sistema elétrico, está completamente vandalizado. É o que é, ou melhor, é o que
não é, porque se foi equacionar a hipótese de se terem os elevadores a trabalhar
24 horas sobre 24 horas, e depara-se com esta situação. Aliás, basta lá ir e ver.
Foi buscar esta situação porque também convém sublinhar aquilo que se tem
estado a verificar nos atos de vandalismo, no Forte da Casa, junto ao Cevadeiro e
nesta passagem, obrigando-o a ter uma reunião com o comandante, e está-se a
tentar pôr no terreno umas ações. Não sabe se será possível terminar, mas é
tentar minimizar, porque os custos de reparação destes sistemas são
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Município Proc2
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Vila Frar de Xira a- /11 J Deliberação n2____________
Câmara Municipal 14
elevadíssimos.
No entanto, procurou, e também o Sr. Intendente, criar soluções, e ver se se
consegue solucionar esta onda de vandalismo que se está a verificar nesta
passagem superior.
Escusa-se de comentar outras situações dentro do vandalismo, mas os Srs.
Vereadores rapidamente lá chegam.
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FLAta 025
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Município 1 Proc2
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de 11111Vila Franca de Xira L41j4 Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal V
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MOVIMENTAÇÃO DE TERRAS NO CABEÇO DA ROSA - A-DOS-POTES
- VILA FRANCA
DEXIRA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que têm vindo a chegar aos
membros da CDU questões sobre um movimento de terras na zona do Cabeço da
Rosa, na proximidade com A-dos-Potes. Já passaram pelo local, constataram que
há ali algum aparato, cujo teor, origem ou objetivos desconhecem. Nota-se ao
longe uma placa de licenciamento qualquer, mas, como é óbvio, não entrou dentro
de uma propriedade privada.
Perguntam à câmara municipal: Foi autorizada alguma operação urbanística na
zona do Cabeço da Rosa? No que é que isto significa nas consequências de tráfego
para a EN116?
Deve dizer que o movimento de terras está a escassos 50 metros da chamada
“curva da morte”, que, para quem ainda se recorda dela, felizmente hoje não tem
já a sinistralidade que teve noutros tempos, mas, como dizia a Sr Vereadora
Regina janeiro, ainda está lá. Para os que são do concelho é que continua a ser a
“curva da morte”, e precisa de ser corrigida há décadas.
Assim, colocam a questão na forma de pergunta ou dúvida, porque ficaram
surpreendidos com este grande movimento, e um pequeno pormenor é que há ali
muitas oliveiras centenárias que também estão a ser deslocadas para outros
locais.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que há um movimento de terras no Cabeço da
Rosa e depois o Sr. Vice-Presidente também falará.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, dizendo que efetivamente há um
licenciamento dum armazém, mas registou como boa nota, para pedir para a
fiscalização ir lá. Aliás, já deu durante a reunião essa indicação, para ver se está a
ser cumprido o licenciamento ou se há algo que se deva chamar à atençào.
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e RAta 026Reunião de 2020/01/22
Município
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Vila Fran de Xira 44) @,‘ Deliberação n2____________Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DJ DIA
ATRASO NA RESPOSTA A UM MUNÍCIPE PELOS SERVIÇOS DE URBANISMO
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que vai terminar dizendo que
ontem, ao final do dia, e foi mesmo ao final do dia, o munícipe que esteve na
última reunião de câmara, que aconteceu no Palácio do Sobralinho, o Sr. Jaime
Madeira, teve a amabilidade de o contactar, dizendo que finalmente fora
contactado pelos serviços da câmara municipal. Este munícipe, cidadão de Alverca,
vem reclamar à câmara municipal o direito à informação e já o faz há mais de 12
meses consecutivos.
O que diz ao Sr. Presidente é que os eleitos, como responsáveis que são,
independentemente do grau de responsabilidade que é diferenciado entre todos os
vereadores, não se devem sentir confortáveis quando um munícipe que aguarda há
mais de 12 meses por respostas a e-mails dirigidos a esta câmara municipal não
tem outra hipótese que não seja deslocar-se a um período reservado ao público,
que, já agora, também foi criado para isso, para expor a sua indignação
relativamente à necessidade da câmara municipal dar resposta a um problema que
o afeta e à sua família.
Os membros da CDU não estão a criticar os técnicos da câmara municipal, longe
disso, têm a consciência que o movimento processual, administrativo, dum
departamento como o urbanístico, tem uma complexidade que só quem não sabe o
que é uma câmara municipal é que pode tirar conclusões de natureza precipitada
ou sobre os técnicos, mas o Sr. Presidente recorda-se das sucessivas intervenções
de munícipes nessa câmara municipal, nos períodos reservados ao público, e quase
todos fazem notar ausência de resposta. No momento em que se aposta nas
tecnologias, na desmaterialização dos processos, na simplificação e no acesso dos
cidadãos à administração pública, pensam que isto merece reflexão e tomada de
iniciativa urgente, porque o caso que o Sr. Jaime Madeira colocou é um caso que
poderia e deveria ter sido evitado.
já agora, não porque o munícipe lhes tenha solicitado, mas porque também são
vereadores na câmara municipal e sabem que isto envolve o eventual
licenciamento duma obra particular no largo do Terreirinho, perguntam a que
conclusões é que a câmara municipal chegou, até porque, por aquilo que já
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souberam, as vizinhanças ou as relações de vizinhanças já terão sido afetadas, se
calhar também pela inexistência de resposta da própria câmara municipal, e estas
coisas poderiam e deveriam ser evitadas.
Assim sendo, termina, na expectativa que o Sr. Presidente os possa informar, já
que ao Sr. Jaime Madeira não teve essa capacidade para o fazer.
Disse o Sr. Presidente que provavelmente se vai informar o Sr. Jaime Madeira.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libério que não, os membros da CDU estão a pedir
também a informação sobre este caso em particular.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que provavelmente se vai informar o Sr. Jaime
Madeira, até porque se tem de perceber o que é, que não sabe o que é que se está
a tratar. Tem que indagar, porque às vezes, quando se começa a analisar há outras
nuances que provavelmente têm que ser analisadas, e não põe em causa aquilo
que o Sr. Vereador está a dizer.
Interveio de novo o Sr. Vereador Nuno Libério, referindo que aquilo que está a dizer
é incumprimento e tempo excessivo de ausência de resposta e, por outro lado, a
questão em concreto, já agora querem saber o que é que se passou exatamente.
Não fizeram juízo de opinião, nem tiraram conclusões.
Mencionou o Sr. Presidente que percebeu o que é que o Sr. Vereador colocou e
agora o que está a dizer é que provavelmente tem que se analisar, porque não há
uma resposta pronta. Se o Sr. Vereador lhe tivesse dito, “olhe, eu, na reunião de
câmara, vou pôr esta questão”, punha, mas o próprio já vinha preparado com uma
resposta mais adequada e precisa, que neste momento não tem. É só isso que
querdizer.
Depois, pensa que o Sr. Vice-Presidente terá informação sobre esta questão, que o
próprionãotem.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, mencionando que aqui só diz ao Sr.
Vereador Nuno Libório que a câmara municipal foi questionada, à data, pela junta
de freguesia, respondeu-se à junta de freguesia, e irá fazer chegar ao Sr.
Presidente uma cópia do ofício, que se assim o entender remete-o aos Srs.
Vereadores da oposição.
Sobre a maneira como o Sr. Vereador colocou o assunto, dos 12 meses da
resposta, não vai entrar nessa situação, mas não é bem como o Sr. Vereador Nuno
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Libério colocou, e em respeito à pessoa, ao unícipe, pede desculpa mas não vai
adiantar mais sobre este assunto.
Há mais elementos, e por vezes tem que se esclarecer, pela maneira como o Sr.
Vereador expôs, como expôs hoje e expôs há 15 dias, no Sobralinho, com uma
intervenção duma munícipe, e se o próprio não fosse avisado previamente
provavelmente teria dado uma resposta um pouco diferente daquela que deu. O
Sr. Vereador sabe isso, porque depois admitiu isso na reunião.
O próprio disse ao Sr. Presidente que a intervenção do Sr. Vereador há 15 dias, no
Sobralinho, não foi correta, pois sabia bem as pessoas que estavam na sala,
quando insinuou que o próprio não tinha recebido as pessoas, e não era verdade, O
Sr. Vereador sabia que não era verdade, há registos de atendimento, há atas e
documentos assinados dos seus atendimentos e estão apensos aos processos.
Portanto, quando fala não é só dizer, embora agora o Sr. Vereador possa defender
o seu ponto de vista, mas aquilo que está a dizer pensa que aqueles que estão na
sala ninguém coloca em causa. Há fichas de atendimento, são assinadas, vão para
o processo, estão arquivadas, falam como gente e disso não há dúvida.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, no final da reunião, agradecendo ao Sr.
Presidente e a compreensão de todos, dizendo que falta um minuto para terminar
a reunião de câmara e vai tentar usá-lo da melhor maneira.
Ficou admirado pela reação do Sr. Vice-Presidente, porque não há motivo
absolutamente nenhum para reagir da maneira como reagiu relativamente a uma
intervenção que os membros da CDU fizeram e que o próprio, em particular fez, no
dia 8, aquando da reunião realizada no Sobralinho.
Aliás, teve o cuidado de dizer que a reunião era no dia 8, tinha estado na sexta-
feira anterior a reunir com os moradores, como eleito da CDU, e inclusivamente
tinha sugerido que os moradores, face ao litígio entre 2 lotes, que é o 11 e 12,
salvo erro, fossem à câmara municipal para se resolver e esclarecer esta questão,
e aliás disse que se havia dúvidas no terreno relativamente ao acerto dos lotes,
que se fizesse uma reunião técnica.
Questionou o Sr. Vice-Presidente se foi isso que o Sr. Vereador disse aos
moradores.
Perguntou o Sr. Vereador Nuno Libório: Então, foi dito o quê?
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Perguntou o Sr. Vice-Presidente ao Sr. Vereador: “Está a chamar-me o quê?
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que não está a chamar nada, continua a
ficar admirado pela reação do Sr. Vice-Presidente, que tenha um bocadinho de
contenção.
Questionou o Sr. Vice-Presidente se foi isso que o Sr. Vereador disse aos
moradores.
Perguntou o Sr. Vereador Nuno Libório ao Sr. Vice-Presidente: Esteve na reunião
onde o próprio esteve para poder fazer essa afirmação? O Sr. Vereador está a
querer descaracterizar o seu caráter? É sua intenção?
Disse o Sr. Vice-Presidente que não, sabe o que ouviu no final da reunião dos
moradores.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que não sabe, porque não ouviu.
Agora, o que disse na reunião pública da câmara municipal, e pede ao Sr. Vice-
Presidente, por favor, que o respeite, porque está a tentar respeitá-lo, é que
inclusivamente achava, e acha a CDU, que se há diferendo relativamente ao acerto
dos lotes, que se faça uma reunião técnica no local. Mais, também vai dizer que
tem conhecimento de que quando foi feita aquela alteração, salvo erro em 2016,
agora não consegue precisar se foi em 2016, se foi 2018, houve o acordo escrito
dos dois que estavam em conflito, e agora um deles, por falecimento, é
representado pelos seus novos representantes.
Disse o Sr. Vice-Presidente que é claro.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que ainda bem que fez esta
intervenção, porque, ouvindo o Sr. Vice-Presidente da maneira como falou, tentou
atirar para cima do ónus da intervenção feita pela CDU desonestidade intelectual,
na maneria como os seus membros o fizeram.
Referiu o Sr. Vice-Presidente que não foi da CDU.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio novamente, mencionando que fique muito
claro que a intervenção que fizeram, e que o próprio fez em particular, foi no
sentido de acautelar o interesse das pessoas e apelar a que houvesse uma reunião
para esclarecer as questões. Foi tão somente isso, continuará a fazê-lo, e mais, vai
dizer outra coisa, e essa, sim, já a disse ao Sr. Vice-Presidente uma vez, não tem
que concertar rigorosamente nada com o mesmo antes de vir para uma reunião de
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Fl.Ata 030
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Câmara Municipal
câmara municipal.
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Mencionou o Sr. Vice-Presidente que nem o próprio com o Sr. Vereador. Agora, o
Sr. Vereador pode ser é sincero quando traz assuntos à reunião de câmara para
perguntar, que sabe que do lado do público vão fazer as perguntas porque o Sr.
Vereador pediu para fazer. Que não o chame de parvo, não queira chamar parvo às
pessoas do executivo, porque o Sr. Vereador ia fazer uma pergunta que a senhora
fez, e a senhora teve a dignidade, no fim da reunião, de dizer que lhe mandaram
fazer esta pergunta. O Sr. Vereador está a chamá-lo o quê? Anjinho?
Pediu o Sr. Presidente ao Sr. Vice-Presidente que se acalme.
Disse o Sr. Vice-Presidente: “Anjinho? Olha agora! Anjinho aos 63 anos, não.”
Concluiu o Sr. Presidente que está esclarecido, o Sr. Vice-Presidente que se
acalme, o Sr. Vice-Presidente às vezes acalma-o, agora é sua obrigação acalmá-lo,
pelo que tenha calma, porque aquilo que todos querem é resolver o problema às
pessoas. Agora, aquilo que não se quer é que as pessoas sejam usadas na
tentativa de resolver os problemas, isso é que não.
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FI.Ata OH
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Município
6i si 1 Proc
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de W—flhJIVila Franca de Xira 41/14 Deliberação n2____________
Câmara Municipal 41 -.
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CALÇADA DOS REMÉDIOS
- VILA FRANCA DE XIRA
Tomou a palavra o Sr. Vereador Mário Calado, dando os bons dias e
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, bem como
quem ouve a reunião em casa e naturalmente a comunicação social presente,
dizendo que vai lembrar 4 questões muito rápidas, pensa, e a primeira até a refere
com alguma satisfação, porque estava a contar falar na estrada de ligação à
calçada dos Remédios, de que há cerca de 2 meses fez referência pelo atraso na
sua recuperação, e os membros da CDU registam com agrado que exatamente 3
meses após haver ali aquele problema estão a iniciar-se as obras, o que registam
com agrado.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que as questões que o Sr. Vereador coloca não
caem em saco roto, são colocadas e os serviços vão averiguar.
Portanto, o Sr. Vice-Presidente tomou como boa nota e, junto dos serviços, fez a
reparação do piso na Calçada dos Remédios.
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Fl.Ata 032
Reunião de 2020/01/22
Município b-” A iiI Proc2
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Vila Franca de Xira idlljj Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
AMIANTO NAS ESCOLAS ALVES REDOL, D. ANTÓNIO DE ATAÍDE E FORTE DA CASA--
Tomou a palavra o Sr. Vereador Mário Calado, referindo-se ao amianto, cuja
questão está na ordem do dia, dizendo que aquilo que os membros da CDU
colocam é uma questão, até por comparação com o que está a acontecer na Escola
da Armada, em que parece que está a ser retirado o amianto daquela unidade.
Assim, lembram que nas escolas Alves Redol e D. António de Ataíde, bem como na
escola do Forte da Casa, continua a existir amianto, e colocam esta questão porque
pensam que em termos de prioridade seria provavelmente mais importante fazê-lo
nas escolas do que na Escola da Armada, por exemplo.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que quando o Sr. Vereador fala no amianto das
escolas provavelmente está a falar, principalmente, na questão das coberturas.
Quer-lhe dizer que vai se repetir, porque em vários governos, e já cá está há algum
tempo, já colocou esta matéria, no sentido de fazer a celebração dum contrato-
programa para substituir todas as coberturas de amianto das escolas que não são
da competência da câmara municipal.
já se fez, e aliás até se fez mais, fez-se um levantamento, não muito exaustivo,
mas um levantamento, para perceber do que é que se estava a falar.
Curiosamente ainda ontem esteve numa reunião para falar sobre estas matérias,
porque vai ter oportunidade de estar com a Sr Secretária de Estado da Educação
em breve, e queria levar-lhe um dossiê justamente sobre as questões do amianto e
mais uma vez mostrar a disponibilidade desta câmara municipal para avançar com
este processo.
É bom que se diga que no âmbito da descentralização as grandes reparações, as
reparações mais pesadas e a requalificação das escolas, ainda não estão, nem se
pensa que venham a estar a breve trecho, na competência da câmara municipal.
Portanto, continua a ser uma competência do Ministério da Educação, mas cá se
estará para resolver estas questões, assim o Ministério esteja disponível para o
efeito.
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Reunião de 2020/01/22
Município
• Proc2
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de aliVila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
BARULHO EM TAMPAS DE SERVIÇO - VILA FRANCA DE XIRA
Tomou a palavra o Sr. Vereador Mário Calado, referindo-se, muito rapidamente, a
uma questào que há uns tempos também referiu, em que depois houve
intervenção da câmara municipal ou dos SMAS e as coisas foram mais ou menos
resolvidas, porque a verdade é que volta a estar a acontecer um barulho tremendo,
um batuque tremendo em muitas tampas de serviço, sobretudo na rua Alves Redol
e ainda mais na rua Luís de Camões, em Vila Franca de Xira, que são mais ou
menos as mesmas que referiu numa anterior intervenção acerca deste assunto.
Refere ainda uma em particular, porque é junto à residencial Flora, exatamente
colocada na passadeira elevada de frente daquela residencial, sendo, de facto, um
barulho impressionante, que de noite então se faz sentir duma forma muito mais
incomodativa, pelo que apela a que se faça alguma coisa no sentido de minorar o
efeito desagradável que têm aqueles barulhos.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que sobre as tampas de saneamento o Sr.
Vice-Presidente tomou boa nota e irá falar, por causa do barulho.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, dizendo que o Sr. Vereador Mário Calado
falou efetivamente das tampas, o próprio verificou, mas como esta obra ainda está
no plano da garantia, notificou-se a empresa, que pensa que já começou a fazer a
substituição e reparação das tampas, segundo lhe disse o Eng9 Vítor Viçoso, que é
ochefededivisão.
Está no período de garantia, e até ia para mandar avançar os serviços, que lhe
disseram que estava ainda no período de garantia e que se chamasse a empresa, e
inclusivamente não são só estas tampas, há uma mesmo em frente à PSP, da
Portugal Telecom, que já se notificou.
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Município
,- SAI Proc2
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de (Q MliiVila Franca de Xira
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(, Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ESTÁDIO DE FUTEBOL DE VILA FRANCA DE XIRA
Tomou a palavra o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que vai terminar pedindo
desculpa, e o Sr. Presidente que repare como está a ser rápido hoje, pois vai voltar
a falar duma coisa na qual também interveio na última reunião, e o Sr. Presidente,
com o seu jeito natural, habilidade e experiência que tem, de alguma maneira
omitiu a questão que o próprio colocou, relativa ao estádio de futebol de Vila
Franca de Xira, aquele projeto que referiu ser um grande sonho dum amigo
comum, Saavedra Valente.
Vai referir novamente isto, que ultimamente tem tido o cuidado, e como o Sr.
Presidente sabe é sócio da União há quase 50 anos, de sempre que pode ver um
jogo de futebol, e tem acompanhado mais ou menos a equipa, que aliás está a ter
um comportamento mais ou menos razoável, apesar de tudo. Voltou a acompanhar
a equipa de futebol da UDV, e nem sequer vai falar de SAD, nem nada, o que lhe
interessa é a UDV, o futebol, o desporto duma forma geral, é naturalmente e
radicalmente contra qualquer fanatismo exacerbado duma forma qualquer, de
bairrismos doentios, não alinha em nada disso.
Fala disto a propósito da iniciativa de pôr o Alhandra a jogar no campo da Marinha,
que acha muito bem, porque o Alhandra não tem culpa absolutamente nenhuma
de algumas situações, e acha muito bem que tenha oportunidade e um sftio onde
possa desenvolver a sua atividade com o mínimo de dignidade.
O que quer dizer e realçar é que, na impossibilidade de fazer uma recuperação que
permita ao campo do Cevadeiro receber com dignidade e todas as condições uma
iniciativa qualquer desportiva, não lhe parece absolutamente descabido que a
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira um dia pudesse pensar, de facto, na
construção dum estádio municipal, onde fosse possível em qualquer circunstância
uma qualquer agremiação desportiva de Vila Franca de Xira poder disputar uma
prova com uma equipa de outro escalão, quiçá das primeira e segunda divisões,
como às vezes acontece na Taça de Portugal.
Não sabe se o Sr. Presidente conhece o campo do Mafra, mas foi lá visitá-lo e
aquilo é uma pequena maravilha, de simplicidade, mas também de beleza, num
enquadramento absolutamente espetacular, e consegue imaginá-lo, até com muito
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Fl.Ata 035
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Município
Proc
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de liVila Franca de Xira fim peliberação n9
Câmara Municipal Q/ ,Jt4
menos trabalho, porque não há remoção de te/ra. não há essas coisas todas,
naquele sítio que referiu na última intervenção que fez, a norte da ponte de Vila
Franca de Xira, onde estava previsto esse projeto do saudoso amigo Saavedra
Valente.
Portanto, está a voltar a esta questão porque gostava que o seu amigo, presidente
da câmara, fosse mais claro nesta questão objetiva que está a colocar: É ou não
possível, será ou não possível no futuro a construção dum estádio municipal?
Sabe que se tem um equipamento digno, que é do Alverca, e ainda bem que há um
equipamento, mas conhecem-se todos os problemas associados a essa história,
por causa das clubites agudas e essas coisas todas, com as quais não alinha, não
alinha mesmo, e gostava que o Sr. Presidente fosse mais claro na observação
deste aspeto que o próprio está a colocar relativamente à possibilidade da
eventual construção dum estádio de Vila Franca de Xira, que servisse toda e
qualquer agremiação desportiva do concelho, em igualdade de circunstâncias,
sempre que isso fosse necessário.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que quer lembrar ao Sr. Vereador que crê que
terá sido claro, mas vai tentar ainda ser um pouco mais claro.
Quer recordar que há uns mandatos atrás esta matéria foi falada, de ter um único
campo para a UDV e para o Alhandra Sporting Club. Não foi à frente, não foi
avante, e julga que não por causa do Alhandra Sporting Club, mas por causa da
UDV, “essas misturas não que’remos”. Portanto, é só uma questão de ir ver as atas
desse tempo que está lá tudo referido.
Se calhar o tempo vai fazendo com que a nossa reflexão vá mudando, porque
efetivamente o dinheiro não é infinito, é finito, nesta ideia de se ter um campo, e o
campo que está, que é municipal, o que é bom dizer, pois às vezes esquece-se que
o campo onde a UDV desenvolve a sua atividade é municipal, ao contrário dos
demais. Não há nenhum clube que pratique futebol cujas instalações sejam
municipais, o único que existe é aquele.
Quer dizer que aquele campo que existe é para manter, agora, se os clubes se
entenderem num único campo obviamente que cá se estará, é uma questão de
voltar a esse tema, tema que já esteve em cima da mesa, em termos de reflexão
nesta câmara municipal. Aliás, até pode dizer que foi levantado por um vereador
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Reunião de 2020/01/22
Município Proc2
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Vila Franca de Xira
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Câmara Municipal
que já não está na composição atual da câmara tudP& que era o Sr. Vereador
Rui Rei, que colocou essa matéria.
Nem sequer foi o Partido Socialista, e recorda-se que em 2004, com o Campeonato
Europeu que foi realizado em Lisboa, houve uma tentativa do Benfica e o Sporting
terem um único campo, mas foi uma conversa que começou e acabou logo no
minuto seguinte. Os bairrismos e a história dos clubes fazem com que muitas
vezes aquilo que parece o mais racional não seja possível resolver. Contudo, é uma
matéria em que está completamente disponível para voltar.
Agora, não é assim como o Sr. Vereador Mário Calado diz, clube é clube, SAD é
SAD.
Interrompeu o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que percebe isso.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que não é assim, repete que hoje as SAD são
negócios de atividade desportiva, e vê-se no dia a dia os valores que andam por aí,
vê-se um senhor que comprou a SAD da UDV, vê-se agora um outro senhor que
comprou a SAD, e não sabe como é que isto vai ser. Não está a criticar, é uma
evolução que houve nos últimos anos, está legislada, é tudo legal.
Agora, clube é clube, SAD é SAD.
Referiu o Sr. Vereador Mário Calado que não lhe interessam as SAD.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que a relação que a câmara municipal tem que
ter, e repete, que é para ficar bem claro, é com os clubes, com as SAD poder-se-ão
encontrar soluções, mas sempre no quadro do clube, no quadro da formação.
Interveio ainda o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que não é bem isso.
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que bem sabe que os adeptos, sobre
esta matéria, querem é que as coisas aconteçam, mas há aqui questões de caráter
legal, que não se podem deixar de ter em consideração, como é evidente.
Disse o Sr. Vereador Mário Calado que não tem nenhuma dúvida.
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a RAta 037
Reunião de 2020/01/22
Município 11i. Proc2
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de 1Vila Franca de Xira M1LA Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto; PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REFEIÇÕES ESCOLARES E PROLONGAMENTO DE ATIVIDADES NA ESCOLA DR.
VASCO MONIZ - VILA FRANCA DE XIRA
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, dando os bons dias e
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, e também
todos aqueles que seguem a reunião através da transmissão on-line, dizendo que a
primeira situação que traz hoje tem a ver com uma preocupação que chegou aos
membros da CDU, por parte de um grupo de pais da escola Dr. Vasco Moniz, em
Vila Franca de Xira, que se prende maioritariamente com as refeições escolares.
Aquilo que lhes foi dito é que a qualidade e quantidade de alimentação para estes
alunos tem vindo a diminuir drasticamente ao longo do tempo, e dá um exemplo,
estão a ser dadas 200 refeições para um total de 250 alunos. Não sabe se estes
números serão assim tão exatos, mas esta é uma preocupação que tem sido vista
porvários pais.
—
Também colocam outra preocupação, que tem a ver com o prolongamento destes
alunos, que dizem que não está a ser realizado nas devidas condições, está a ser
realizado por uma auxiliar de ação educativa, e os alunos não estão com qualquer
outro tipo de atividade. Assim, gostariam de saber o que é que se está a passar.
Preocupa-os a situação a nível das refeições escolares, que tem sido uma
preocupação constante de várias escolas do concelho, e questionam o que é que
está a ser feito neste sentido relativamente também aos prolongamentos, o que é
que está a acontecer.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que a Sr Vereadora Cláudia Martins colocou
questões sobre a escola Vasco Moniz, não só da qualidade da comida e quantidade,
mas do prolongamento, e aquilo que lhe vai dizer é que não tem nenhuma
informação que lhe tenha chegado de alguma dificuldade que exista.
Como a Sr Vereadora colocou estas matérias vai indagar o que é que se passa, e
se há alguma coisa a corrigir, naturalmente tem que se corrigir.
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de RI,,Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal V
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CUSTOS COM A GALA DO DESPORTO
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo-se a uma questão que
já foi colocada várias vezes nas reuniões de câmara, desde a altura da Gala do
Desporto, a que até hoje ainda não foi dada nenhuma resposta aos membros da
CDU, que tem a ver com os custos da gala.
Agora, passado este tempo todo também lhes ocorre outra questão, que é porque
é que esses dados ainda não lhes foram dados. Qual é o motivo? Qual é o
problema? já disseram para lhes fazerem chegar por escrito, mas nem por escrito,
nem aqui, o que é que se passa?
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vereador António Félix falará.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, saudando, na sua primeira
intervenção, todos os presentes, bem como todos aqueles que em casa assistem a
esta reunião de câmara via lnternet, referindo que o Xira Sports foi o evento que
ocorreu, e antes de explicar, de facto, qual foi o investimento associado a esse
evento, queria justificar, até porque também foi perguntado, o porquê da demora
em fornecer esta informação.
Como a Sr Vereadora sabe o evento ocorreu entre 22 e 24 novembro, o mês de
dezembro é um mês em que, particularmente, os serviços da Divisão de Gestão
Financeira estão a fazer o encerramento das contas, e no início de janeiro a
abertura, com a agravante deste ano ter sido o ano em que se está a fazer, ainda
não está completamente concluída, a transição do POCAL para o Sistema de
Normali2ação Contabilística da Administração Pública.
Isso tem dado imenso trabalho, era importante e fundamental que se fizesse e
está-se a fazer, praticamente a primeira fase está concluída, mas irá ter mais
fases, até porque representa algumas alterações significativas à forma de
contabilização de algumas áreas e também ao longo deste tempo, como é normal
no país, vão sempre surgindo recomendações e alterações àquilo que é feito e vão-
se sempre fazendo adaptações.
Voltando ao investimento que foi feito, o evento já havia sido sugerido à câmara
municipal por alguns clubes e algumas associações, de se ter uma forma de
demonstrar aquilo que cada um faz.
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Município Proc2
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Vila Erar de Xira
nu? Deliberação n2____________
Câmara Municipal LÃ
Houve, ao longo destes 3 dias, 23 demonstraçõ desportivas de vários clubes, não
estiveram tantos como se gostaria, mas também é normal no município, na
primeira edição há sempre alguma resistência à participação, no entanto foi muito
gratificante e muito bom para aqueles que participaram.
Incluiu-se também neste evento a Gala de Mérito Desportivo, porque não se tinha
já espaço, e recorda que a gala foi realizada nos últimos anos no espaço do Ateneu
Artístico Vilafranquense, que tem uma capacidade limitada de 560 espetadores.---
Na Gala de Mérito houve 850 espectadores e 513 eram atletas, ou seja, para além
de no Ateneu não se permitir que todos assistissem, para além dos atletas,
também os seus familiares, também em questões de segurança o Ateneu não as
oferecia, até porque, se os Srs. Vereadores se recordam, em 2018 a maior parte
dos atletas estava sentada nas êscadas, e se houvesse qualquer coisa ali criaria
uma questão de insegurança.
A câmara municipal juntou também neste evento uma outra atividade, que foi o
Gymdance, que sucedeu ao Dançarte, que era uma atividade que se tinha
conjuntamente com a Associação de Ginástica de Lisboa.
Foi algo que os clubes que têm a modalidade de ginástica no concelho tinham
proposto à câmara municipal, para serem eles próprios a realizar este espetáculo,
que também teve mais de 600 espectadores, e foi acolhido pela câmara municipal,
até porque é em sistema de rotatividade, o Gymdance desta vez foi organizado
pela Sociedade Euterpe Alhandrense e no próximo ano será por um dos outros
clubes que também têm a modalidade.
No final este investimento foi de 98 492,55€, e inclui a divulgação, os materiais
gráficos, a mão de obra de todos os serviços envolvidas, a Divisão de Desporto e
Lazer, a Divisão de Turismo e a Divisão de Comunicação e Imagem, o aluguer das
bancadas, o equipamento de iluminação, o equipamento de vídeo, o equipamento
de áudio, os transportes, a montagem e as desmontagens, a estrutura e o
mobiliário, a assistência técnica, a animação artística, a apresentação, a limpeza e
os outros custos, que se entenda serem a água, luz e outros pequenos custos.
Este foi o investimento, que se entendeu que foi muito bom, até porque é sempre
para se reconhecerem os atletas que se distinguiram no desporto no concelho.
Deve recordar a evolução que houve desde 2017, e em 2017 houve 347 atletas
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Município AI 1 Proc9
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Vila Frant de Xira Q-’ Deliberação n2
Câmara Municipal
e.
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homenageados, 485 em 2018 e 513 em 2019, ou seja, o crescimento que se teve é
sempre meritório, e também permite aos clubes divulgarem as suas modalidades. -
Este Xira Sports é um evento que se quer voltar a realizar e querem-se ter mais
atletas ainda no próximo ano, mais clubes a participarem, porque esse é o objetivo
da câmara municipal e é por isso também que se faz este tipo de investimentos.---
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Município
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Vila Franca de Xira ‘...5—’ Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MULTIBANCO DE A-DOS-LOUCOS E DA CALHANDRIZ
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo-se ao Multibanco de A-
dos-Loucos e da Calhandriz, dizendo que já no início de dezembro, e lembra-se que
foi na reunião na Calhandriz, que na altura até estavam lá em trabalho, o Sr.
Presidente disse aos membros da CDU que a abertura dos Multibancos estava para
muito breve, e o certo é que daqui a bocado passaram mais 2 meses e ainda não
abriram.
Sabem que a obra está praticamente concluída, parece que da parte da câmara
municipal e das suas responsabilidades que também está feita, agora, o que é que
se está a passar? A câmara municipal tem feito pressão à Caixa Geral de Depósitos
para a reabertura destes Multibancos? Há muito tempo, já há mais de 2 anos que
se anda nisto e é a população que está a sofrer todas estas consequências.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vice-Presidente falará.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, dizendo que, como a Sr Vereadora Cláudia
Martins disse, e bem, a câmara municipal tem tudo feito, já se insistiu com a Caixa
Geral de Depósitos, que disse que por causa do RGPD - Regulamento Geral sobre a
Proteção de Dados, ainda não estão colocadas. O próprio referiu que a resposta
não satisfaz à câmara municipal e que isso não é argumento.
Está tudo feito, está tudo pronto, e a ver se rapidamente é executado.
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Murcípio iroc2
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Vila Franca de Xira IA Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REABERTURA DO BALCÃO DE ALHANDRA DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, aproveitando para questionar se
continua a ser feita pressão junto da administração da Caixa Geral de Depósitos,
para a reabertura do balcão de Alhandra.
O espaço físico continua lá, os Multibancos estão lá, só faltam os trabalhadores
para abrir aquele espaço, e passado praticamente ano e meio do fecho do balcão
aquilo que os membros da CDU disseram é o que está à vista, consequências
bastante negativas para a população da vila de Alhandra e não só, do Sobralinho,
de A-dos-Loucos, de toda aquela zona envolvente, que se servia deste balcão.
Portanto, colocam então a questão: O que é que a câmara municipal tem feito?
Interveio o Sr. Presidente, mencionando, relativamente às iniciativas que a câmara
municipal fez por causa do balcão da Caixa Geral de Depósitos, que efetivamente
tem feito as que lhe parecem mais adequadas, de intervenção junto da
administração da Caixa Geral de Depósitos, manifestando a preocupação e
também incompreensão pelas questões não se resolverem.
Evidentemente que cada um tem a sua maneira de fazer política, o executivo tem
a sua, e depois, nos resultados finais é que se verifica quais são os mais
adequados.
O executivo tem feito o seu trabalho e vai continuar a fazer, na medida em que a
informação que tinha era que o balcão ia ser desativado completamente naquilo
que diz respeito ao recheio da própria instalação, e o que é um facto é que a única
coisa que lá falta são as pessoas, de resto continua lá tudo.
Há alguma incompreensão, que o executivo tem manifestado e vai continuar a
insistir.
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Vila Franca de Xira W...— LÃ Deliberação n2____________Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
GRUPO DE TEATRO CEGADA
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, dando os bons dias a todos,
começando por recolocar uma questão que tinha deixado na última reunião de
câmara, mas cujo contexto se tinha alterado, uma vez que é sobre o Cegada e os
resultados da reunião com a Sr Ministra sobre o apoio a este grupo de teatro do
concelho.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que sobre a Cegada a Sr Vereadora Manuela
Ralha falhará.
Interrompeu a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que é o Cegada.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo, com todo respeito, sobre o grupo Cegada,
que às vezes vai-se buscar esta palavra duma forma depreciativa, porque parece
mesmo uma cegada, há coisas que parecem mesmo uma cegada, mas, de facto,
com todo o respeito, está-se a falar do grupo de teatro Cegada, e a Sr Vereadora
Manuela Ralha depois falará.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, dizendo que só pode afirmar
neste momento que ainda ontem foi lançado um comunicado ao público pelo
próprio grupo de teatro, em que elogia todo o apoio que o Sr. Presidente da
câmara municipal tem dado neste processo.
Relativamente ao assunto, a câmara municipal tem estado em conversações com a
junta de freguesia, que é a proprietária do Teatro-Estúdio Ildefonso Valério, no
sentido de tentar resolver os problemas processuais quanto à sua legalização, e a
Sr Ministra ainda não se pronunciou sobre as medidas que vai tomar
relativamente aos apoios excecionais a todos os grupos que ficaram de fora,
porque ainda se encontra a recolher informações em reuniões com os restantes
grupos.
Assim, aguardam-se novos desfechos relativamente a esta matéria.
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Vila Franca de Xira Deliberação n°
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SITUAÇÃO DO CBEI - VILA FRANCA DE XIRA
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo-se ao que se passa no
CBEI, uma IPSS muito importante na freguesia e concelho de Vila Franca de Xira,
dizendo que já na última reunião de câmara a questão foi levantada, de
vencimentos em atraso aos trabalhadores, pelo que o Bloco de Esquerda gostaria
de saber, até porque pelos relatórios de contas da IPSS não se percebe porque é
que esta situação ocorre. Não se percebendo porque é que ocorre também não se
consegue dizer qual será a melhor solução ou ajudar a encontrar uma solução.
Nesse sentido, e tendo em conta que a câmara municipal é um dos grandes
apoiantes desta IPSS, seja em subsídios, seja em apoios em espécie, o Bloco de
Esquerda gostaria de saber se a câmara municipal não poderia fazer uma auditoria
financeira à instituição.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que depois responderá.
Interveio novamente, dizendo que a câmara municipal tem vindo a acompanhar
este processo, como já referiu na última reunião de câmara. É um processo que
preocupa o executivo, e aliás preocupa, não só o CBEI, como também outras
instituições que tiveram, e algumas das quais ainda têm, dificuldades de caráter
financeiro, fruto de muitos fatores, provavelmente fatores diversos, mas se calhar
têm um mesmo ponto comum, que é o facto dos valores que são pagos pela
Segurança Social se calhar são insuficientes, as mensalidades que são pagas são
insuficientes, havendo uma série de questões que provavelmente têm, do ponto de
vista do executivo, que ser alteradas.
Como tem manifestado uma vez ou outra sobre a questão do IVA, nâo há razão
para que o IVA da eletricidade numas instituiçâes em que o consumo de
eletricidade é tão pesado seja pago a 23%. Na opinião que tem devia ser uma taxa
bastante menor, e são tudo situações que considera que têm de ser alteradas.
A câmara municipal, e principalmente o Partido Socialista, nunca, e vai continuar
assim, se tem imiscuído na gestão de qualquer instituição. A gestão duma
instituição é única e exclusivamente da responsabilidade de quem a está a gerir,
mas isso não invalida que não se preocupe, e sobretudo não se fale com as
pessoas, como se tem vindo a falar, não só com a direção do CBEI, mas também
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Câmara Municipal VI
com os representantes dos trabalhadores, om quem teve uma reunião na
segunda-feira passada, salvo erro, e onde teve oportunidade de ouvir as delegadas
sindicais, que colocaram à câmara municipal uma série de questões, tendo o
próprio tido oportunidade de lhes dizer aquilo que pensava sobre o assunto.
Relativamente ao CBEI há uma preocupação acrescida da câmara municipal, na
medida em que tem uma parceria de fornecimento de alimentação a escolas de
Vila Franca de Xira. Essa questão também é um problema que preocupa a câmara
municipal, e até ao momento o CBEI tem vindo a cumprir o compromisso que tem
com a câmara municipal, em termos dessa mesma parceria.
Há aqui um conjunto de fatores, que do ponto de vista do executivo tem que ser
tratado como foram tratados outros problemas graves, e não vai enunciar outras
instituições, mas conhece, e em alguns casos também participou em reuniões, no
sentido de ver de que modo é que a câmara municipal podia ajudar.
Aquilo que quer dizer ao Sr. Vereador é que a câmara municipal estará disponível
para resolver e pôr o CBEI a funcionar de acordo, por um lado, com os interesses
reais, naturais e exigíveis, que são o pagamento dos vencimentos aos
trabalhadores o mais depressa possível, os que estão em atraso, por outro, e
sobretudo, também tranquilizar os pais para que confiem, continuem a confiar no
trabalho que é desenvolvido naquela instituição. Como sempre, confiam a entrega
das suas crianças, porque sabem que o CBEI trata bem delas, e é isso que do ponto
de vista da câmara municipal continua a acontecer, mas, de facto, há aqui um
hiato, uma dificuldade que tem de ser resolvida.
Tomou a palavra a 5r Vereadora Helena Pereira de jesus, referindo que a sua
intervenção vem um pouco no seguimento deste assunto, e dirige-se diretamente
ao Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo-lhe que não pode escrever tudo aquilo que
lhe apetece, nem tudo aquilo que lhe vem à cabeça. O Sr. Vereador sabe que a
liberdade de expressão termina quando começa a ofender a integridade e o bom
nome das pessoas.
Por isso, e em primeiro lugar, queria dizer-lhe que antes de escrever alguma coisa
terá que se informar corretamente daquilo que está a escrever publicamente. Tem
obrigação de saber quais os pelouros que a própria tem, e não tem as IPSS.
Também não pode denegrir a sua imagem como vereadora, não nos chamamos
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Reunode 2020/01/22
Município 441 Proc
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Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
‘ yt
todos Robles, há aí alguma confusão na sua cabeça.
Por outro lado, quanto ao que refere nesse artigo, sobre as ligações ao PSD, o PSD
irá efetuar um comunicado em conformidade para esclarecer as inverdades que
são escritas pelo Sr. Vereador.
Quanto às questões pessoais, da sua vida pessoal, as inverdades todas que lá vêm
ditas, o Sr. Vereador vai ter que responder em sede própria, e melhor a entenderá.
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Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SENHOR DA BOA MORTE - POVOS - VILA FRANCA DE XIRA
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que uma das questões que
o Bloco de Esquerda gostaria de colocar prende-se com o património, pois já há
uns bons meses, se calhar há um ano, por aí, que denunciou uma série de
situações que se passam, de menos cuidado com o património em Povos, no
Senhor da Boa Morte, e fica um bocado triste porque nada se fez.
Há ali um património importante, como as sepulturas medievais, o facto de haver
lá vestígios arqueológicos dum castelo mouro, e o próprio palácio que está em
ruínas, que precisa de obras de conservação, das paredes que agora não permitem
o acesso à varanda do antigo palácio dos condes da Castanheira, em que há
especialistas que dizem que houve autos de Gil Vicente que foram ali estreados.
Portanto, é uma zona com um património muto rico, não está nada divulgado, as
pessoas vão lá e não sabem o que é que aquilo é, o que é uma pena, e depois há
este problema, dos vestígios que restam do palácio dos condes da Castanheira,
que estão em ruína e em risco de derrocada, o que será uma perda grave para o
concelho, ou das tais sepulturas medievais em que as pessoas podem andar lá aos
saltos por cima, porque não estão protegidas.
Desta forma, o Bloco de Esquerda gostaria de saber se o município pensa fazer
alguma coisa sobre isto, até porque se não formos nós a valorizar o nosso
património, não são os outros que o vão fazer.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que o património é, como o Sr. Vereador sabe,
da Misericórdia de Vila Franca de Xira, e naturalmente que se tem tido uma relação
de trabalho com a Misericórdia, que se verá como vai evoluir, mas a Sr Vereadora
Manuela Ralha poderá adiantar mais informação.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, referindo, no que diz respeito ao
Senhor da Boa Morte, que o Sr. Presidente já deu a informação essencial, toda a
envolvência daquela localização é pertença da Santa Casa da Misericórdia, que
sempre que tem solicitado o apoio da câmara municipal, tanto em questões de
avaliação do próprio património, como de recuperação de algumas partes do
mesmo, tem sido deferida essa solicitação e sido sempre feita uma colaboração, no
sentido de preservar todo o património daquele espaço.
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Município Proc2
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Vila Franca de Xira [4 Deliberação n2_____________Câmara Municipal
Volta a referir que o espaço é pertença da S ta Casa da Misericórdia de Vila
Franca de Xira.
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Vila Franca de Xira ‘eliberaçao n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
LIXEIRA A CÉU ABERTO - ESTRADA DA MACOL
- SOBRALINHO
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que uma questão que
gostaria de colocar prende-se com uma situação que presenciou pessoalmente, na
estrada da Macol, no Sobralinho, uma lixeira a céu aberto no local onde os SMAS
vão fazer descargas das cisternas das limpezas das fossas.
Há ali uma coisa com um cheiro bastante nauseabundo, a céu aberto, e para si é
incompreensível como é que os serviços dos SMAS vão 2 vezes por semana lá
despejar as cisternas, as fossas, e não se apercebem daquilo, pois seguramente
que esta lixeira não está lá há pouco tempo, tem ar de estar lá já há algum tempo.-
Uma questão que o preocupa bastante, ainda referente a esse local, é onde é que
vão parar as descargas dessas cisternas, sevão para a ETAR ou vão diretamente
para o rio, e agradecia que fosse dado um esclarecimento sobre isso.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vice-Presidente falará.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, referindo, sobre os despejos junto às ETAR,
que está na sala o chefe da Divisão de Águas e Saneamento dos SMAS, o próprio
questionou-o e depois lembrou-se qual é aquela de que o Sr. Vereador estava a
falar, no Sobralinho. É junto à estação elevatória da Águas do Tejo Atlântico, e
quase de certeza que a questão dos cheiros deriva dessa estação elevatória. Os
camiões, que se chamam basicamente de limpa-fossas, só podem fazer lavagens
nos sistemas junto às ETAR da Águas do Tejo Atlântico, porque os despejos de
lamas têm de ser feitos mesmo nas zonas das ETAR. Há uns anos não era assim,
tudo evolui e atualmente é isso.
Acontece que, como se deve saber, os camiões têm uma parte da fossa, da
limpeza, mas têm uma parte limpa, águas limpas, e têm que fazer aquelas
lavagens.
O que o Sr. Vereador falou, exatamente junto ao Sobralinho, e à ETAR, era dum
vazadouro, e o próprio, no âmbito do urbanismo, irá tentar que a fiscalização vá ao
terreno identificar, ver o que é que se está a passar, porque se está novamente a
verificar, com a evolução da economia, como o Sr. Presidente costuma dizer, que
as construções, reparações ou requalificações na zona rural são em grande escala,
e em estradas municipais há um elevado número de vazadouros.
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Fl.Ata 050
Reunião de 2020/01/22
Município Ii Proc9
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Vila Franca de Xira (3/ IA Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Pode dizer que neste fim de semana que vem câmara municipal tem uma equipa
única e exclusivamente a ir às estradas municipais recolher todos esses detritos,
em que se fazem vazadouros durante a noite, para levar depois- a vazadouro
licenciado. Contudo, tudo isto obriga a elevados encargos da câmara municipal.
No âmbito do urbanismo também poderá dizer, com a autorização do Sr.
Presidente neste aspeto, que as equipas de fiscalização começaram a trabalhar ao
sábado, o que não era prática neste desenvolvimento urbanístico. Os autos de
notícia que são instaurados só ao sábado quase que chegam aos autos da semana,
e por aqui se poderá ter uma análise do que é que se passa ao fim de semana,
porque as pessoas não estariam habituadas a uma fiscalização. Não há
licenciamento, há vazadouro, etc., e tudo isto vem para cima da mesa.
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Município FIA Jroc
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Câmara Municipal
Assunto; PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA-—
PROGRAMA SOBRE HABITAÇÃO JOVEM
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que gostaria de saber o
que é que se passa com o programa sobre habitação jovem. Dantes tinha-se, na
rua do Chave D’Ouro, em Vila Franca de Xira, um outdoor numa casa que estava a
ser recuperada para habitação jovem, mas o outdoor desapareceu.
Não sabe se o programa já está operacional ou não, pelo que agradecia um
esclarecimento sobre esta questão, não só referente a esta habitação mas a outras
que façam parte do programa.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que só ainda não se conseguiu evoluir para
fechar este processo porque, de facto, o projeto tem sofrido muitas alterações,
fruto das exigências, e bem, não está a criticar, que a Direção-Geral do Património
Cultural tem colocado, fazendo com que o processo ainda não esteja fechado. É só
por isso que ainda não se evoluiu e se fechou esta questão.
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FI.Ata 052
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
URBANISMO NO CONCELHO - REMODELAÇÃO DO LIDL EM VILA FRANCA DE XIRA---
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que gostaria de fazer uma
crítica ao urbanismo que se pratica no concelho, porque no passado mês de
dezembro foi inaugurada uma remodelação dum LidI, à saída de Vila Franca de
Xira, em que é incrível como é que isto se faz, em pleno século XXI, pois não há
nenhuma árvore no arranjo.
Foram feitos arranjos exteriores, foram feitas ali grandes obras, não há uma única
árvore neste arranjo, está tudo impermeabilizado, e para si é bastante desolador.
Fala-se tanto em alterações climáticas, até obrigaram o pobre do Eng2 Guterres a
tirar uma fotografia com água pelos joelhos, muito preocupado com as alterações
climáticas, e depois fazem-se obras destas.
Assim, gostaria que houvesse uma explicação sobre isso, como é que se licenciou
uma coisa destas.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vice-Presidente falará.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, referindo que efetivamente no Lidi houve
uma remodelação das instalações, no entanto, como já foi dito nesta reunião de
câmara, aquele processo não está concluído porque está relacionado com a
construção da rotunda, que o Lidi é obrigado a fazer, após autorizaçãc da
lnfraestruturas de Portugal.
O Sr. Vereador tem razão quando falou na questão das árvores e já se fez sentir
isso junto da empresa, porque poderia ir mais além. já fez sentir essa preocupação
e o LidI argumentou com a execução que ainda falta fazer da rotunda.
A câmara municipal vai estar atenta a essa situação, mas foi corretamente
sublinhada.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTAS ÀS QUESTÕES COLOCADAS NO PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E
PONTOS EM QUE SE PRETENDE INTERVIR NA ORDEM DO DIA
Interveio o Sr. Presidente, após as questões colocadas pelos Srs. Vereadores,
referindo que ainda se tem algum tempo, não muito, mas vai procurar passar às
respostas, o próprio e os Srs. Vereadores.
Após as respostas do Sr. Vice-Presidente às questões colocadas, interveio de novo
o Sr. Presidente, dizendo que ainda faltaram duas questões que não foram
respondidas.
Perguntou o Sr. Vereador Nuno Libório se pode só dizer uma coisa.
Respondeu o Sr. Presidente que só depois de se entrar na ordem do dia.
Tomou a palavra Sr Vereadora Regina, perguntando se depois, no final da ordem
do dia, o Sr. Presidente permite aos membros da CDU falarem.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que no final da ordem do dia falarão,
porque tem que se avançar.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que há uma pergunta que não foi
respondida.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que era isso que ia dizer, houve uma questão
que não respondeu, aliás duas questões que não respondeu, uma da Sr Vereadora
Cláudia Maftins e outra do Sr. Vereador Carlos Patrão, dando seguidamente as
respostas.
Após as respostas, deu a palavra à Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus para
acabar este período de respostas, dizendo ainda que a partir da finalização da
intervenção que a Sr Vereadora vai ter vai entrar de imediato na ordem do dia.----
Interveio novamente, referindo que se vai entrar na ordem do dia, e que hoje está
presente na reunião de câmara a Dr Paula Costilhas, porque o Dr. Fernando
Sarreiros, por um problema grave da sua vida pessoal, pediu-lhe para estar
ausente para resolver algumas questões relacionadas com o problema que teve,
que ainda tem.
Por isso, pede a atenção à Dr Paula Costilhas para os pontos em que há pedidos
de intervenção, os pontos 1, 4, 9, 19, 21, 23, 38, 39, 40, 41 e 42, estando os
demais aprovados por unanimidade.
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Fl.Ata 054
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de &HJVIVila Franca de Xira Deliberação n 021
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Assunto: VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DE JÚLIO SERRA
Presente para aprovação o voto de pesar, datado de 2020/01/22, apresentado pelo
Sr. Presidente, pelo falecimento de Júlio Serra, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que Júlio Serra era um indivíduo de que era
difícil não ser amigo, era daquelas pessoas muito especiais, que de facto são
transversais, não se conseguindo detetar que houvesse alguém que dissesse mal,
com quem não tivesse uma boa relaçâo, lendo seguidamente o voto de pesar.
Prosseguiu, pondo à consideração o voto de pesar, dizendo que crê que não há
inconveniente de votar favoravelmente este voto de pesar, passando a palavra à
CDU.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que aquilo que o Sr.
Presidente acabou de ler acerca do Júlio Serra é absolutamente merecido. Trata-se
de alguém que conheceu com 9 anos de idade, de quem foi também muito amigo,
naturalmente, conheceu-o no percurso que ele fez pelo Ateneu desde miúdo, até à
idade adulta. Júlio Serra também era muito amigo do seu pai, a sua esposa
também muito amiga da sua mãe, aliás, colegas da mesma época, mais ou menos,
e foram cimentando sempre uma grande amizade.
Gostava ainda de registar que mais tarde, curiosamente, perto da data em que
deixou de ser presidente, e exatamente por isso, estando o próprio também na
altura envolvido nas autarquias, e apenas por isso, como sabia que o próprio, em
jovem, tinha aquele sonho que os jovens às vezes têm, que “um dia gostava de
ser , e alimentou sempre aquela ideia de um dia ser presidente do Ateneu, de
facto, em 1995/1996, por aí, Júlio Serra abordou-o e disse-lhe “Ó Mário, tu é que
devias ir para o Ateneu, o Ateneu precisa de gente que goste do Ateneu, para
dirigir”.
O próprio respondeu-lhe que na altura não era possível, e o que é curioso é que
logo a seguir, em 1998, por circunstâncias que também têm a ver com as
autarquias, Júlio Serra voltou-lhe a falar, bem como outras pessoas, e, de facto,
teve a honra de lhe suceder como presidente da instituição.
Júlio Serra dizia amiúde que na história que conhecia do Ateneu os melhores
presidentes que o Ateneu teria tido, nos seus 100 anos para trás (e há um livro que
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de AliVila Franca de Xira
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Câmara Municipal
regista exatamente isso muito bem, feito por um grande vila-franquense também,
e antigo diretor do Museu do Neo-Realismo, que como está um bocadinho nervoso
até se estava a esquecer do nome, mas é o Dr. David Santos, é justo referi-lo),
foram Edmundo Moura e Carlos Pato, e o próprio queria finalizar a sua intervenção
acerca deste homem dizendo que não teria nenhuma dúvida, pelo conhecimento
que também adquiriu do Ateneu, da sua história mais recente até, e também não
muito distante, em incluir Júlio Serra nessa galeria dos melhores presidentes do
Ateneu.
Tomou de novo a palavra o Sr. Presidente, mencionando que é normal, tendo em
vista a relação que o Sr. Vereador Mário Calado teve com Júlio Serra, e sobretudo
com o Ateneu, que se tenha emocionado. É natural, não vem mal ao mundo, de
vez em quando também é um bocadinho assim, às vezes esconde um bocadinho
melhor, mas isso está consigo, temos que ser pessoas de emoções senão não tem
grande sentido.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que queria prestar também a sua
homenagem ao Capitão Serra, era assim que era conhecido na sua casa, era um
grande amigo do seu pai, teve o privilégio de também trabalhar com ele, a apoiá-lo
na informática da Liga dos Combatentes, quando ele e o seu pai fizeram parte de
uma direção da Liga dos Combatentes.
—
Foi com muita pena que soube da notícia do falecimento do Capitão Serra, e não
queria deixar passar o voto de pesar para também prestar a sua homenagem a
este grande cidadão de Vila Franca de Xira.
O Sr. Presidente interveio, agradecendo e referindo que este voto de pesar é
aprovado por unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, aprovar o voto de pesar.
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Vila Frar de Xira 7? Deliberação h 022
Câmara Municipal
Assunto: ATA N 25/2019, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA E PÚBLICA DE
2019/12/18
Presente para aprovação a ata n9 25/2019, da reunião de câmara ordinária e
pública de 2019/12/18, com dispensa da sua leitura, por ter sido previamente
distribuída a todos os membros.
—
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n2 25/2019, da reunião de câmara
ordinária e pública de 2019/12/18.
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de 1Vila Franca de Xira f Deliberação ri2 023
Câmara Municipal 1
Assunto: CÓDIGO DE CONDUTA DA CÂMARA MUNICIPAL NOS TERMOS DA LEI
N 52/2019, DE 31 DE JULHO, QUE APROVA O REGIME DO EXERCÍCIO DE FUNÇÕES
POR TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/01/16, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, nos termos do
disposto nos artigos l5 e l6, n2 1 e na alínea c) do n2 2, artigo 19, n2 6 do artigo
25, e artigo 26, todos da Lei n2 52/2019, de 31 de julho, que aprovou o regime do
exercício de funções por titulares de cargos políticos e altos cargos públicos,
aprovação do Código de Conduta da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, e
posterior remessa à assembleia municipal para conhecimento e devidos efeitos
legais e procedimentais.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que esta é uma exigência da lei, tinha-se um
prazo para o cumprir e cumpriu-se com bastante tempo de antecedência, mas não
podia deixar de referir isso.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que não tinha
pedido para intervir neste ponto, mas pensa que era interessante poder-se ler em
voz alta. Só o nome a assusta e arrepia, mas sabe que é uma obrigatoriedade
legal, e os membros da CDU optaram por nem sequer fazer comentários. A lei tem
estas coisas, determinar e exigir coisas, fazendo-lhe lembrar tempos que o Sr.
Presidente, como imagina, a própria quase não viveu.
Tomou de novo a palavra o Sr. Presidente, dizendo que se tentou fazer este
regulamento no estrito rigor daquilo que a lei exigia, mas considera, em algumas
situações, um desrespeito para com os autarcas deste país. Como se tem que
cumprir a lei, aqui está o regulamento, mas efetivamente há pessoas honestas e
pessoas desonestas, não há outro tipo, e isso não se resolve com regulamentos.---
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, referindo que, sem querer, também não
pode ficar indiferente ao que o Sr. Presidente acabou de dizer, ou se é honesto, ou
não se é honesto. Prefere colocar a questão desta maneira, porque, efetivamente,
o código, se é para existir, que exista e se aplique a todos, sem exceção, quem não
deve não teme. Crê que da parte dos membros da CDU e da parte que lhe diz
respeito encaram isto com muita naturalidade, embora nem sempre os piores
casos venham efetivamente do poder local, como todos também conhecem, pelo
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Câmara Municipal
que se lê, comenta e observa, dentro e fora da comunicação social, mas enfim,
adiante!
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente, -
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1. Assunto: 1 ALTERAÇÃO AO ORÇAMENTO. P NO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS
E PLANO DE ATIVIDADES E FUNCIONAMENTO MUNICIPAL DA CÂMARA MUNICIPAL
PARA2O2O
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 7/20, de
16/01, do DGAFJ/DPF, para aprovação da 1 alteração ao orçamento, plano
plurianual de investimentos e plano de atividades e funcionamento municipal da
câmara municipal para 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 7/20, de 16/01, do
DGAFJ/DPF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
—
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que o Sr. Presidente dizia há
instantes, noutro contexto de discussão, que se o PCP e a CDU consideram que o
Orçamento do Estado não lhes satisfaz, e crê que não terá sido exatamente assim
que o disse, mas deu a entender isso, deve votar contra. Contudo, não é uma
questão de satisfazer o PCP ou a CDU, é uma questão de cumprir ou não cumprir
com as obrigações e as necessidades de quem trabalhou e de quem trabalha.
Assim, este era um primeiro reparo que queria fazer e pede que o Sr. Presidente o
compreenda.
—
Disse o Sr. Presidente que não tem a ver com o plano.
Respondeu o Sr. Vereador que tem, porque tem a ver com a primeira alteração
orçamental e é de dinheiro que se está a falar, ou da falta de recursos financeiros. -
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que o Sr. Vereador é, de facto, notável.
Retomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que o Sr. Presidente gosta
imenso de interromper as intervenções do próprio, bem como as intervenções da
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1 Q- AAJtà Reuno de 2020/01/22
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Câmara Municipal 1
CDU.
Disse o Sr. Presidente que está a elogiar o Sr. Vereador.
Continuou o Sr. Vereador Nuno Libório, pedindo ao Sr. Presidente que o deixe
continuar, porque às vezes vai ter que lhe fazer um reparo também, crítico. Não o
faz por capricho, muito menos por opção, mas de vez em quando, após as reuniões
de câmara, dá 24/48 horas para visionar o que os membros da CDU disseram, até
porque são escrutinados e gosta de fazer a sua própria análise, e vai dizer ao Sr.
Presidente uma coisa com a maior das franquezas.
Não se sente injustiçado, nem se sente condicionado, mas deve ser daqueles que
nesta câmara municipal mais vezes é interrompido quando está no uso da palavra.
Queria pedir ao Sr. Presidente que tivesse isso em conta, que deixasse, e não é o
Nuno Libório falar, é um vereador falar. Independentemente das relações que se
possam construir dentro ou fora destes espaços há questões que devem todos
observar, e o Sr. Presidente, que deixe que lhe diga, gosta de fazer isso, de
interromper as pessoas. Sabe que às vezes não o faz com intenção, mas por
momento algum pensa que, pela iniciativa da CDU, tenha sido colocado algum
assunto que fosse externo ao interesse da câmara municipal.
Disse o Sr. Presidente que vai ter de interromper o Sr. Vereador outra vez, é da
vida, porque, efetivamente, numa gestão e condução pura e dura da reunião de
câmara já lhe tinha cortado a palavra, pois está-se a desviar do ponto, mas está-
lhe a dar oportunidade de se desviar e chegar ao ponto que quer. Aquilo que o Sr.
Vereador está a dizer não tem nada a ver com o ponto.
Interveio novamente o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que o Sr. Presidente da
câmara municipal, Alberto Mesquita, vai ouvir aquilo que já uma vez lhe disse, faz
parte da força política CDU, não faz parte do partido do Sr. Presidente. Portanto,
não tem, nem que combinar com o Sr. Presidente aquilo que vai dizer, e muito
menos dizer aquilo que o Sr. Presidente quer que o próprio diga. Assim, que
respeite a sua autonomia, com o devido respeito que o Sr. Presidente sabe que lhe
deve e lhe reconhece.
Depois, e indo à sua intervenção, queria dizer que o Sr. Presidente, há tempos,
disse, “então o PCP que vote contra”, e agora vai-lhe fazer uma pergunta, porque
esta, sendo a primeira alteração, não deixa de ser, por aquilo que analisaram e
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Câmara Municipal
aquilo que conhecem, mais por uma ordem de funcionamento técnico do que por
opção política, porque se constatam dificuldades, não de tesouraria, mas de
cabimento orçamental. Isto vem a propósito de perguntar ao Sr. Presidente se se
revê nas conclusões do parecer da ANMP - Associação Nacional de Municípios
Portugueses, e se também votou contra esse próprio parecer, que diz que os
municípios portugueses, confrontados que estão agora com os seus orçamentos,
que é aquilo que os membros da CDU estão hoje a observar na primeira alteração
ao documento inicial, não têm os meios necessários, porque lhes tiraram 35
milhões de euros. Será que o Sr. Presidente, com as responsabilidades que tem,
democráticas, de ser o representante deste município, votou contra esse parecer
da Associação Nacional de Municípios Portugueses?
Referiu o Sr. Presidente que se é para responder já vai interromper o Sr. Vereador.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que então preferia que o Sr.
Presidente respondesse no fim, se não se importasse.
Continuou, dizendo que a razão é porque este parecer é arrasador relativamente
ao Orçamento do Estado, que, de facto, (e de certeza que o Sr. Presidente, lá no
seu íntimo, mesmo sendo do Partido Socialista, tê-lo-á dito a si próprio, ou se
calhar não o disse, mas isso agora é um problema de confidências que não lhe
dizem respeito) também não serve o poder local. Não serve, porque, como aqui
veio dito pelo Sr. Vereador António Félix, são alterações que põem em causa até o
próprio funcionamento imediato do próprio sistema contabilístico das câmaras
municipais, e com a DGAL - Direção-Geral das Autarquias Local, em cima das
câmaras municipais, a exigir aquilo que a própria sabe que não pode exigir.
Depois, o que diz ao Sr. Presidente é que continua a falar da primeira observação,
porque se estão a fazer neste momento reprogramações de obras mas estão-se
também a alterar cabimentos, que têm a ver com a entrada em vigor do novo
SNCAP - Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas.
Por isso é que uma leitura menos atenta diria que a câmara municipal vai ter aqui
um aumento de receita em loteamentos de obras de 1 700 000,00€.
Contudo, vai colocar na mesma a questão ao Sr. Presidente: Seguramente que não
é, é apenas uma transição da classificação económica para outra classificação,
para a entrada e normalização deste novo sistema de contabilidade. Esta é uma
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pergunta com um conteúdo ligeiramente técnico, mas fundamentalmente político,
e o político em que os membros da CDU se queriam centrar é que, uma vez mais, a
administração central não garante os meios financeiros e, por outro lado, em cima
do acontecimento cria estes constrangimentos à autonomia do poder local,
dizendo-lhe que agora tem que funcionar desta maneira.
À falta de uma resposta, porque não estão na responsabilidade executiva da
câmara municipal, perguntam a quem a tem se esta interpretação está correta ou
não, a de que 1 700 000,00€ a mais em loteamentos e obras têm a ver com a
entrada em vigor do Sistema de Normalização Contabilística para as
Administrações Públicas. Na opinião que têm, sim, mas gostariam de perguntar.----
Por fim, a CDU escrutina o orçamento da câmara municipal na medida exata das
capacidades que tem, e de conhecimento, enquanto força política, e os seus
membros não votaram contra por capricho ou porque pensam que devem votar
contra, votaram contra porque não concordam com ele e apresentaram propostas
alternativas, às quais o executivo municipal não se pronunciou.
Contudo, como a questão do movimento associativo é para os mesmos um fator de
desenvolvimento, no que aos apoios municipais diz respeito, aproveitam o
presente ponto para pedir ao Sr. Presidente, e que lhes fizesse chegar, porque
sabem claramente que não tem condições para dar essa resposta, uma relação
detalhada dos apoios municipais prestados ao movimento associativo até à
presente data do mandato autárquico, ou seja, apoios financeiros, técnicos e
outros, como sejam, por exemplo, contratos-programa relacionados com apoios a
obras ou equipamentos. Essa é uma relação que naturalmente existe dentro do
conhecimento contabilístico da câmara municipal, a qual, formalmente, gostariam
de colocar
Sem prejuízo das respostas que lhes possam dar e de se ter ou não apreciado o
tipo de intervenção da CDU, o voto dos seus membros será favorável, na certeza,
porém, que aquilo que fizeram foi para esclarecer dúvidas que assistem,
naturalmente, aos vereadores da oposição, sim, porque há oposição na Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que passa já a palavra ao Sr. Vereador
António Félix, apesar de que parte daquilo que se queria dizer o Sr. Vereador já o
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referiu. Pede uma relação dos apoios ao movimento associativo neste mandato, e
será fora o PAMA, naturalmente, porque esse está regulamentado, está
escrutinado, vem à reunião de câmara.
Depois, efetivamente na última reunião do conselho diretivo da ANMP foi colocado
um parecer, que veio à câmara municipal antecipadamente. Foi distribuído por
todos os representantes do conselho diretivo para se pronunciarem, e a câmara
municipal, como sempre, pronuncia-se sempre sobre todas as matérias que são
solicitadas. Às vezes é com alguma dificuldade, na medida em que por vezes as
matérias são complexas e os prazos dados são muito curtos, mas lá se vão
tentando fazer as coisas.
Neste sentido, diz também ao Sr. Vereador Carlos Patrão que não é só quem pede
coisas, há muita gente a pedir coisas e, às duas por três, a resposta é sempre
muito difícil. Para responder a uma determinada lei, um determinado projeto-lei,
com alguma complexidade, a pessoa a quem pede as coisas tem que parar para
responder em tempo oportuno, como por exemplo a Dr Paula Costilhas, a quem
pede às vezes questões de outro tipo. Apareceram agora dois projetos-leis do
Partido Comunista Português, e naturalmente que a câmara municipal deu opinião
sobre eles e enviou-a para a ANMP.
Como disse, na última reunião do conselho diretivo esse parecer foi discutido por
todos os membros presentes e aprovou-se por unanimidade, porque o que diz ao
Sr. Vereador Nuno Libério é que há dois tipos de avaliações, e uma é a das
matérias em causa e as responsabilidades que os membros do conselho têm
enquanto representantes dos municípios, e naturalmente que se esbatem nessa
discussão, normalmente.
Em 90 e tal por cento das questões em que tem participado, apesar de que com
discussões e reflexões, há unanimidade de opiniões sobre estas matérias. Portanto,
o parecer que foi presente e enviado à Assembleia da República, onde houve
também uma audição a semana passada na Assembleia da República, reflete o
sentimento de todos os membros do conselho diretivo, onde o próprio se inclui,
pelo que deu o parecer favorável à questão, porque não é coisa menor que os
apoios sejam inferiores, em termos da Lei das Finanças Locais, aos de há uns anos
atrás, e por isso 35 milhões de euros a menos é um valor bastante importante, que
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não se pode deixar de ter em consideração, para além de outras matérias que
estão nesse mesmo parecer.
Assim, e para responder claramente, votou a favor do parecer da ANMP, que foi
enviado também para a Assembleia da República e distribuído naturalmente por
todos os grupos parlamentares.
Terminou, dando a palavra ao Sr. Vereador António Félix.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, mencionando que antes de responder e
fazer umas pequenas correções àquilo que o Sr. Vereador Nuno Libório afirmou
queria dizer outra coisa, até para complementar a informação que o Sr. Presidente
deu.
O que vai dizer é uma clara interferência no poder local e na autonomia do poder
local, pois bastava a Lei das Finanças Locais permitir que o saldo de conta de
gerência fosse introduzido logo em janeiro. Se há valor que é o único valor que é
certo, que é o único que se tem a certeza que existe, é esse, e devia ser permitido
introduzi-lo logo em janeiro, porque facilitaria em muito a gestão do poder local.
Assim, volta a dizer que é uma clara interferência na autonomia do poder local.
Depois, voltando às questões que o Sr. Vereador levantou, faz só uma pequena
correção, não são cabimentos, são classificações, cabimentos são coisas
diferentes.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libário que sim.
Prosseguiu o Sr. Vereador António Félix, dizendo que o que se está a fazer aqui é a
corrigir classificações, até porque a DGAL considera, nomeadamente a questão
destes loteamentos e obras que inicialmente eram contabilizados na rubrica de
impostos indiretos específicos das autarquias, que não deve ser aí mais sim que
tudo o que é receita, neste caso da autarquia, deve ser considerado como taxas
específicas da autarquia.
Neste sentido, transferiu-se, no caso do grupo 2, que eram impostos indiretos, para
o grupo 4, que são taxas, multas e outras penalidades, exatamente o mesmo
montante. Basicamente, muita da alteração, e passa a redundância, nesta primeira
alteração, tem a ver com correções de classificações e algumas pequenas, e uma
delas é a que vem a seguir, no ponto 5 da ordem do dia, a atribuição de um apoio
financeiro extraordinário, que obviamente não estava previsto no orçamento e teve
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que se dotar a rubrica para permitir que esta atribuição fosse dada.
Na generalidade, tirando um ou outro pequeno montante ou pequena alteração.
tem a ver com correções de classificação.
Interveio o Sr Presidente, pondo, não havendo mais nenhuma questão, o ponto à
votação, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é
aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
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Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO EXTRAORDINÁRIO DESTINADO À
IMPLEMENTAÇÃO DAS MEDIDAS DE AUTOPROTEÇÃO E CERTIFICAÇÃO ELÉTRICA DA
SEDE SOCIAL - SOCIEDADE EUTERPE ALHANDRENSE
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/01/16, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, nos termos da
alíneas e) e f), do n2 2, do artigo 23, e da alínea o), do n2 1, do artigo 332, do
anexo 1, da Lei n9 75/2013, de 12 de setembro, a qual aprovou e consagrou o
Regime Jurídico das Autarquias Locais, com as alterações legais subsequentes e na
redação vigente, bem como do n2 1, do artigo 1012 do regulamento administrativo
conformador do Programa de Apoio ao Movimento Associativo, aprovação da
minuta do protocolo de colaboração a celebrar com a Sociedade Euterpe
Alhandrense, que define a atribuição de um apoio financeiro extraordinário, no
valor de 80 547,05€, destinado ao custeio e realização das operações e trabalhos
de implementação das medidas de autoproteção e certificação elétrica do edifício
que constitui a sede da associação.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
05 SEA
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RAta
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fifi J Reunião de 2020/01/22
Município 111111 Proc2
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de AliVila Franca de Xira 3f Deliberação rI 026
Câmara Municipal j
1. Assunto: RENOVAÇÃO DE LICENÇAS DO SOFTWARE DO SISTEMA DE GESTÃO
OPERACIONAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 3/20, de
15/01, do Serviço Municipal de Proteção Civil, para aprovação da atribuição,
excecionalmente, do subsídio para o corrente ano, no valor de 768,75€, a cada
uma das associações humanitárias de bombeiros do concelho, no âmbito da
renovação de licenças de software do sistema de gestão operacional.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 3/20, de 15/01, do
Serviço Municipal de Proteção Civil, documento que se dá por inteiramente
reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
06 SMPC
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1
._ nA] Rãode62/0l
Município ,fi/Líl Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO PRESIDENTE NA ÁREA DE PESSOAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n9 257/20, de 13/01, do
DGAFJ/DRH, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente na área de
pessoal, no período compreendido entre 2019/12/18 e 2020/01/10.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 257/20, de 13/01, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a), do n2 2, do artigo 35, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
07 despachos
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RAta O59
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Município
Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: LEGISLAÇÃO—SÍNTESE E EDITAIS
Foi dado conhecimento do que de seguida se indica:
1. Dos diplomas publicados em Diário da República com interesse para a
administração local:
Portaria n 2/2020, de 10 de janeiro, 1 série, que regulamenta os termos do
reconhecimento e manutenção do Estatuto do Cuidador Informal, aprovado em
anexo à Lei n 100/2019, de 6 de setembro;
—
Portaria n2 3/2020, de 13 de janeiro, 1 série, que fixa o valor médio de construção
por metro quadrado, para efeitos do artigo 39Q do Código do Imposto Municipal
sobre Imóveis, a vigorar no ano de 2020;
Portaria n2 4/2020, de 13 de janeiro, 1 série, que altera a Portaria flQ 380/2017, de
19 de dezembro, que regula a tramitação eletrónica dos processos nos tribunais
administrativos de círculo, nos tribunais tributários, nos tribunais centrais
administrativos e no Supremo Tribunal Administrativo;
Lei n2 1/2020, de 14 de janeiro, 1 série, referente à prorrogação da vigência do
observatório técnico independente para análise, acompanhamento e avaliação dos
incêndios florestais e rurais que ocorram no território nacional, criado pela
Lei n2 56/2018, de 20 de agosto;
Decreto-Lei n 2/2020, de 14 de janeiro, 1 série, que altera o Regulamento da
Matrícula, o Código da Estrada e o Regulamento da Habilitação Legal para
Conduzir
2. Dos editais publicados entre 2019/12/30 e 2020/01/14, que constam da lista
anexa, a qual se dá por inteiramente reproduzida nesta parte da ata.
Tomado conhecimento.
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Município
—/ 4jJ ProcQ
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Vila Franca de Xira Jf/IJI Deliberação n2
Câmara Municipal ‘ 1
1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento dos pagamentos autorizados pelo Sr. Presidente,
pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador António Félix, nos períodos
compreendidos entre 2019/12/27 e 2019/12/31 e entre 2020/01/02 e 2020/01/14,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do n 1, do artigo 35Q, do anexo 1, da Lei
n 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que dos contratos feitos
por esta câmara municipal, no que às despesas diz respeito, os membros da CDU
encontraram uma despesa, contratada no dia 20 de dezembro de 2019, com a
seguinte denominação: “Contratação de serviços para elaboração do Projeto da
Passagem Superior Rodoviária e Pedonal do Adarse e Vias Complementares
Alverca do Ribatejo”.
Está-se a falar, portanto, apenas do projeto, no valor de 57 500,00€, para ser mais
preciso e, com toda a franqueza, não têm presente, nem memória, que tenha
havido o ánus para a câmara municipal de fazer este projeto, antes pelo contrário,
o compromisso imobiliário que está aprovado pela câmara municipal
responsabilizava o respetivo promotor imobiliário pela execução dum
atravessamento desnivelado, para servir exatamente uma futura área de
instalação contígua à pista das Oficinas Gerais de Material Aeronáutico ou ao seu
parquefabril.
Portanto, queria que o Sr. Presidente os pudesse esclarecer, porque ficaram um
pouco surpreendidos pelo teor desta despesa.
O Sr. Presidente interveio, dizendo que tem todo o sentido a pergunta que o Sr.
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Município
Proc9
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Vereador faz, porém, provavelmente na próxima revisão do Plano Diretor Municipal
aquela possibilidade de construção que ali havia e foi aprovada, tendo em vista
que não há desenvolvimento ao longo destes anos todos, vai deixar de ter
consequência.
Quer dizer ao Sr. Vereador que a câmara municipal está a desenvolver o projeto da
ligação entre o Forte da Casa e a praia dos Tesos, no Sobralinho, que tem duas
componentes, tem a componente do projeto em si, junto à zona ribeirinha, que
depois tem de ser complementado com as travessias perpendiculares à linha
férrea, e não é só esta passagem, há mais, pelo menos mais uma, na zona junto à
Tertir, em que há outra perpendicular, uma passagem superior. Esta é pedonal e
rodoviária e a outra pensa que é só pedonal, se não está em erro.
A câmara municipal não pode estar à espera que um determinado projeto venha a
ver a luz do dia e esperar que os compromissos que foram então assumidos
tenham sequência, pelo que, das duas, uma, ou o processo avança e efetivamente
esse compromisso é assumido na sua plenitude e terão que pagar à câmara
municipal este projeto, ou a câmara municipal terá que o desenvolver, porque esta
passagem superior pedonal e rodoviária é absolutamente decisiva para que as
pessoas possam ter acesso à praia, senão têm de passar pela passagem de nível
ao pé do Adarse, que se quer fechar, e essa passagem de nível só é possível
fechar, encerrar, com uma passagem superior pedonal e rodoviária.
Entendeu, tendo em vista que não há desenvolvimento, nem se perspetiva tão
depressa desenvolvimento para aquela área, que mais vale a câmara municipal
começar a trabalhar e, mais tarde, se o projeto que estava previsto vier a ser
desenvolvido, nessa altura far-se-ão os acertos de contas que se têm de fazer, e
neste momento tem dúvidas, inclusivamente, e não consegue dizer com rigor, que
o requerente que apresentou o projeto na câmara municipal ainda seja o mesmo,
provavelmente está nas mãos de algum fundo imobiliário, quase de certeza.
No meio de todas estas indefinições e dúvidas pensa que vale mais a pena avançar
com o projeto e depois logo se vê se há condições de evoluir, porque está-se a
falar duma passagem superior que custa alguns milhões de euros, não pode
precisar agora, mas bastantes.
A pergunta que o Sr. Vereador Nuno Libório faz tem sentido, mas aquilo que lhe
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Município ( /JflJ Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
quer dizer é que se não se tomar esta decisão provavelmente Vai-se ficar durante
muitos anos à espera de algo que se calhar não se vai concretizar, e mais vale
então fazer o projeto.
Interveio de novo o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que sim, mas agora,
neste momento, quem vai esfregar as mãos de contente é a lnfraestruturas de
Portugal, porque esta é uma das 3 passagens de nível ainda existentes no
concelho de Vila Franca de Xira que estavam identificadas como passagens a
extinguir, cuja resolução do problema, do ponto de vista financeiro e técnico, é da
lnfraestruturas de Portugal, é do Governo. É aqui mais um “favorzito”, e o Sr.
Presidente que desculpe a expressão, que a câmara municipal está a fazer ao
Governo, independentemente do ónus imobiliário ter ou não ter qualquer tipo de
desenvolvimento, porque, como o Sr. Presidente disse, e bem, uma infraestrutura
desta natureza vai custar à câmara municipal largas centenas de milhares de
euros.
Disse o Sr. Presidente que centenas é um exagero.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que são centenas de milhares.
Disse o Sr. Presidente que percebeu milhões.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que não, são centenas de milhares
de euros, e o Sr. Presidente, se fizer favor, que assuma como boa a preocupação
dos membros da CDU e recomendação, no sentido de, ao abrigo do programa de
remoção e supressão de passagens de nível, este projeto poder constar dos
projetos a definir como parceria com a lnfraestruturas de Portugal. Que o Sr.
Presidente não tenha dúvida nenhuma que, sem prejuízo do projeto de expansão
do caminho ribeirinho até ao Sobralinho, inclusive, que incluiu a requalificação do
moinho do Adarse e a renaturalização da antiga praia da Maças ou praia dos Tesos,
este local está sob jurisdição restrita da Infraestruturas de Portugal e a
responsabilidade de resolver um problema de décadas é do Governo, não é da
câmara municipal.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que em bom rigor das coisas é como o Sr.
Vereador diz, mas a realidade é outra. A realidade é que não sabe quando, não
sabe daqui a quantos anos é que o processo vai ser resolvido, e quando o Sr.
Vereador diz que a câmara municipal vai fazer um “favorzinho”, o próprio diria
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Municipio (ÁI(À Proc2
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de
“— li!Vila Franca de Xira 1 Deliberação n9
Câmara Municipal
doutra forma, a câmara municipal está a resolver, não a fazer um “favorzinho”,
que não é essa a sua missão, não está aqui para fazer “favorzinhos”, está, sim,
para encontrar soluções que melhorem a qualidade da população.
Este trabalho que se vai fazer é a pensar naturalmente na população, não se está a
pensar no Estado, não se está a pensar na lnfraestruturas de Portugal, está-se a
pensar que efetivamente, através deste processo, mais cedo se pode resolver um
problema que já devia estar resolvido há muitos anos.
Quanto ao programa nacional de encerramento de passagens de nível, o Sr.
Vereador sabe, das 4 000, e nem sabe quantas são, mas são bastantes, próximo
de 5 000 passagens de nível que eram para encerrar, quantas é que foram
encerradas. Foram poucas, relativamente poucas.
Assim, se não se tomarem também, por vezes, decisões, continua-se a prejudicar
as pessoas e continuam a morrer pessoas nas passagens de nível e outras
consequências disso mesmo.
O que diz ao Sr. Vereador Nuno Libório é que o que vale a pena, no seu ponto de
vista, é fazer o projeto e depois, a par e passo, verificar se se encontram as
parcerias necessárias para a câmara municipal ser ressarcida do investimento que
vai fazer, sendo que na passagem de nível que está prevista fazer ao pé da praça
de touros, em Vila Franca de Xira, há uma parceria tripartida. Ela vai avançar? Não
sabe. É o processo que estava previsto? No seu ponto de vista valia a pena refletir
sobre aquilo que se aprovou, pois parece-lhe que há outras soluções mais
interessantes.
De qualquer modo, é uma parceria tripartida onde a câmara municipal se
envolveu, e uma parceria deste tipo pode avançar. Aquilo que o preocupa é não ter
projeto, e enquanto não houver projeto nada acontece. Por isso, mais vale fazer o
projeto e depois avaliar como é que se vai avançar.
É isto que pode dizer ao Sr. Vereador Nuno Libário, sendo que o ponto era para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
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El. Livro
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1 iiÃ) Reunode2Ó20/01/22
Município
Proc2
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Vila Franca de Xira : Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
Câmara Municipal:
—
Dotações Orçamentais 24 695 522,61€
Dotações não Orçamentais 3 058 302,94€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 3 511 497,92€
Dotações não Orçamentais 786 110,61€
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
10 balancetes
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Reurãode OO/01/22
Município 4 Á 1 Proc2
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de VAlIAVila Franca de Xira JIP’ Deliberaçao n2___________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇAO DE ATOS DA COMPETENCIA DA CAMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 26/20, de
10/01, do DGAFJ/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício do direito de preferência, no período compreendido
entre os dias 20 de dezembro de 2019 e 10 de janeiro de 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 26/20, de 10/01, do
DGAFJ/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29 e 3QQ da Lei n2 31/2014, de 30 de maio. --
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus submete o assunto à reunião
de câmara para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
II SOP
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FI. Livro
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a ‘IiMunicípio IA Proc2 26/15 RU-REURBde VI
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA-ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 15/20, de
13/01, da EMRU, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente datados de
2019/12/30 e 2020/01/06, relacionados com o não exercício do direito legal de
preferência, previsto no artigo 539 do Decreto-Lei n2 307/2009, de 23 de outubro,
com a sua atual redação, que aprovou o Regime Jurídico da Reabilitação Urbana
(RjRU), referente às áreas de reabilitação urbana do concelho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 15/20, de 13/01, da
EMRU, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
12 EMRU
El. Livro
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El. Ata
- 077
A fi 1 Reunião de 2020/01/22
Município
‘i 14114 Proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2
Câmara Municipal J
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 3/20, de
10/01, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice-
Presidente, no período compreendido entre 2019/12/20 e 2020/01/09, no âmbito
do licenciamento de obras particulares previstas no Regime Jurídico de
Urbanização e Edificação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 3/20, de 10/01, do
DPGU/SAPRE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, pedindo para falar.
Disse o Sr. Presidente que não tinha nota para se falar deste ponto, mas passa a
palavra ao Sr. Vereador.
Continuou o Sr. Vereador Nuno Libário, referindo que o ponto é só para
conhecimento e agradece a compreensão, porque, de facto, os membros da CDU
não o assinalaram, foi um lapso.
Referiu o Sr. Presidente que não tem problema nenhum.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que chegou aos membros da CDI.)
a informação, ou têm-na, e gostariam que o Sr. Presidente confirmasse, que a obra
de requalificação na EN1O, no troço junto aos Padrões do Termo de Lisboa, em
Alverca do Ribatejo, na Verdelha, terá sido embargada.
Questionou o Sr. Presidente: Qual?
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19. Livro
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• Reunião de 2020/01/22
Município
, AR 1 Proc2
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de (c tnisVila Franca de Xira —‘ J)V1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal
“ Y
Referiu o Sr. Vice-Presidente que o prédio, aquela estalagem.
Interveio de novo o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que não é o prédio.
Disse o Sr. Vice-Presidente que é a estalagem ao lado.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que é a obra que está a decorrer.
Questionou o Sr. Presidente qual é a obra, se a da câmara municipal ou a do
particular.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que quer situar as duas coisas. Está a falar
primeiramente da obra, está a haver neste momento a requalificação na EN1O,
com a construção de dois passadiços pedonais sobre o rio da Verdelha, e a
pergunta que faz, porque já uma vez a tinham feito, é se foi feita a consulta prévia
à Direção-Geral do Património Cultural e se a mesma se pronunciou,
antecipadamente, de forma favorável, a esta execução de obra.
Depois, a informação que têm é que há uma obra embargada nesta zona de
intervenção e desconhecem se é a obra da câmara municipal, se é uma obra
particular. Se é particular, que obra é e porque é que foi embargada? Passando
pelo local pensam que está tudo normal em termos de obra, tudo corre e
desenvolve-se. Ora bem, então, se há embargo, tudo continua como se nada
acontecesse? Estão a perguntar.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que com certeza e o Sr. Vice-Presidente vai
responder
O Sr. Vice-Presidente tomou a palavra, referindo, se bem entendeu a intervenção,
que a questão do Sr. Vereador Nuno Libório divide-se em duas áreas, e em termos
práticos é o que é que está embargado.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que sim.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, mencionando que é básico, é o que é que está
embargado, sendo que, no âmbito das competências que tem, e que o Sr.
Presidente lhe transmitiu, há uns meses determinou o embargo da obra de
requalificação da estalagem.
Mencionou o Sr. Presidente que é daquilo que foi uma estalagem.
Continuou o Sr. Vice-Presidente, dizendo que é do que foi uma estalagem, e hoje já
foram colocados os avisos, porque foi levantado o embargo. Existiu ali um conflito
interno do proprietário com a pessoa que executou as obras, pois executou-as sem
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Município
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de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
autorização do proprietário, e logicamente que a fiscalização atuou, porque nada
daquilo estava licenciado, e o embargo foi feito, O proprietário decorreu com o
processo de licenciamento correto junto dos serviços do urbanismo e completou o
processo correto, tanto que, se se reparar, as placas que lá estão e estiveram
diziam “obra particular”, com um número de telemável. Estiveram lá muito tempo,
o próprio passa lá também todos os dias.
Sobre o diferendo entre eles, não sabe, sabe é que o proprietário, perante a
câmara municipal, regularizou tudo o que tinha para regularizar, e a partir desse
momento levantou-se o auto de embargo, autorizou-se a execução da
requalificação da obra, e hoje verificou que estão lá já afixados os avisos da
requalificação.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que são os avisos da câmara
municipal de que é uma operação sujeita a controlo prévio.
Referiu o Sr. Vice-Presidente que é isso, exatamente.
Perguntou o Sr. Vereador Nuno Libório se então a Direção-Geral do Património
Cultural, sobre isto, não se tinha que pronunciar.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que se pronunciou.
Perguntou o Sr. Vereador Nuno Libório se o Sr. Vice-Presidente tem a certeza que
se pronunciou.
—
Respondeu o Sr. Vice-Presidente: Plano diretor.
Perguntou o Sr. Vereador Nuno Libório se há parecer favorável sobre isso.
Disse o Sr. Vice-Presidente que é melhor responder por escrito, senão parece que
se está na prova oral.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que não é a sua intenção.
Interveio Sr. Vice-Presidente, mencionando que já é o que o Sr. Vereador está a
fazer.
Interveio Sr. Presidente, dizendo ao Sr. Vereador Nuno Libório que a questão que
estava lá ilegal era um armazém que a câmara municipal comprou e demoliu para
fazer esta obra, e efetivamente esse não tinha parecer da Direção-Geral do
Património Cultural, que na altura tinha outro nome.
Mencionou o Sr. Vereador Nuno Libário que era IGESPAR - Instituto de Gestão do
Património Arquitetónico e Arqueológico.
roc2
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Município
• Proc2
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de ((3 AliVila Franca de Xira JÁ Deliberação n2___________
Câmara Municipal VI
Referiu o Sr. Presidente que ainda era antes dis , está-se a falar da década de 90.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que na década de 90 era IPPAR
- Instituto
Português do Património Arquitetónico.
Prosseguiu o Sr. Presidente, confirmando e referindo que está sempre a mudar, e
que quando a câmara municipal se lançou para uma obra com este envolvimento
naturalmente que a Direção-Geral do Património Cultural se teve que pronunciar,
como é evidente.
Queria dizer mais, e não sabe se o Sr. Vereador se recorda, havia lá um avançado
que estava ilegal, e a câmara municipal teve que, junto do proprietário, dizer-lhe:
“Você, ou tira isto, ou tiramos nós”. Foi em termos de obra coerciva, e aliás é o que
acontece em muitas das situações, como o Sr. Vereador Nuno Libório sabe.
Assim, a retirada daquele anexo foi importante também para melhorar a entrada e
saída daquela zona, e aquilo que pode dizer é que, relativamente aos pareceres
que se tinham que pedir à Direção-Geral do Património Cultural, no que diz
respeito à requalificação da estrada, eles existem, isso pode dizer. De qualquer
modo, o Sr. Vereador fez uma pergunta taxativa, que o Sr. Vice-Presidente vai
responder.
Disse o Sr. Vice-Presidente que é por escrito.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que gostava que depois a
resposta venha completa. Como o Sr. Vice-Presidente disse, houve um pedido de
licenciamento, que a própria admite que tenha ido de imediato para o IPPAR, antes
de ser dada a licença de construção. Depois, o que lhe estão a dizer é que o
empreiteiro fez umas obras que não estavam de acordo com aquilo que tinha sido
decidido.
Disse o Sr. Vice-Presidente que não, não foi decidido, não estavam licenciadas.
Prosseguiu a Sr Vereadora, mencionando que, portanto, o empreiteiro foi
avançando com as obras antes de estarem licenciadas, o que fez com que a
câmara municipal embargasse a obra, e só aqui é que o proprietário pôs o parecer,
os projetos, para ir para o IGESPAR. É assim a história? O empreiteiro começa a
construir, na construção a câmara municipal embarga a obra porque não tem
nenhum pedido de licenciamento, o proprietário vem à câmara municipal resolver
a questão, entrega os projetos, e a mesma manda para o IGESPAR, já IGESPAR, e
13 DPGU 4/5
El. Livro
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Reunião de 2020/01/22
Município álI Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação ‘____________
Câmara Municipal V
só depois da vinda do parecer do IGESPA e de licenciamento da parte do
particular é que a questão fica resolvida e é levantado o embargo.
É o que diz, para que a pergunta depois seja toda completa.
Disse o Sr. Vice-Presidente que depois se responde por escrito, já registou.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
13 ORGU 515
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1’] flJ Reunião de 2020/01/22
Município IUIJI proc9
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de AliVila Franca de Xira 1 Deliberação n’ 027
Câmara Municipal 1
1. Assunto: PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A CONSTITUIÇÃO DE RESERVAS DE
RECRUTAMENTO
- RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO
INDETERMINADO PARA ASSISTENTE OPERACIONAL (CANTONEIRO DE LIMPEZA)
-
RECRUTAMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 254/20, de 13/01, do
DGAFJ/DRH, para aprovação do recrutamento de 12 candidatos posicionados na
lista unitária de ordenação final do procedimento concursal para a constituição de
reservas de recrutamento, para a constituição de relação jurídica de emprego
público por tempo indeterminado para assistente operacional (área de cantoneiro
de limpeza), para o preenchimento de postos de trabalho previstos no mapa de
pessoal de 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 254/20, de 13/01, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reuniâo de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
14 cantoneiro
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_.II FLAta 083
@‘ 9RÂ Reunião de 2020/01/22
Município AU VI Proc
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de
Vila Franca de Xira 1 Deliberaçao n’ 028
Câmara Municipal j
1. Assunto: PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A CONSTITUIÇÃO DE RESERVAS DE
RECRUTAMENTO
- RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO
INDETERMINADO PARA ASSISTENTE TÉCNICO (VIGILANTE RECECIONISTA)
—
RECRUTAMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 274/20, de 13/01, do
DGAFJ/DRH, para aprovação, nos termos do disposto no n2 1, do artigo 42 do
Decreto-Lei n2 209/2009, de 3 de setembro, conjugado com o n2 4, do artigo 30
da Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas, do recrutamento de 8 candidatos,
posicionados na lista unitária de ordenação final do procedimento concursal para a
constituição de reservas de recrutamento, para a constituição de relação jurídica
de emprego público por tempo indeterminado para assistente técnico (vigilante
rececionista), tendo em vista o preenchimento de 8 postos de trabalho previstos no
mapa de pessoal de 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 274/20, de 13/01, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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•FLAta 084
á 1 Reunião de 2020/01/22
Municipio 11111 Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n’2 029
Câmara Municipal 1
1. Assunto: ABERTURA DE PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A CONSTITUIÇÃO DE
RESERVAS DE RECRUTAMENTO - RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR
TEMPO INDETERMINADO PARA ASSISTENTE OPERACIONAL (CANTONEIRO DE
LIMPEZA)
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 239/20, de 10/01, do
DGAFJ/DRH, para aprovação, nos termos do disposto no n2 1, do artigo 42 do
Decreto-Lei n 209/2009, de 3 de setembro, conjugado com os n2s 3 e 4, do artigo
3O da Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas, e de acordo com o n2 6, do
artigo 30 da Portaria n2 125-A/2019, de 30 de abril, da abertura de um
procedimento concursal para constituição de reservas de recrutamento para
assistente operacional (cantoneiro de limpeza), com possibilidade de admissão de
candidatos sem vínculo de emprego público previamente constituído.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 239/20, de 10/01, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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Fl.Ata 085
Reunião de 2020/01/22
Município Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n -
- 039
Câmara Municipal
1. Assunto: PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A CONSTITUIÇÃO DE RESERVAS DE
RECRUTAMENTO
- RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO
INDETERMINADO PARA ASSISTENTE OPERACIONAL (AUXILIAR DE AÇÃO EDUCATIVA)
- RECRUTAMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 314/20, de 15/01, do
DGAFJ/DRH, para aprovação do recrutamento de 30 candidatos posicionados na
lista unitária de ordenação final do procedimento concursal para a constituição de
reservas de recrutamento, para a constituição de relação jurídica de emprego
público por tempo indeterminado para assistente operacional (auxiliar de ação
educativa), para o preenchimento de postos de trabalho previstos no mapa de
pessoal de 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 314/20, de 15/01. do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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ali RAta 086
‘f Reunião de2620/O1/22
Município Ali Proc2
-de
Vila Franca de Xira 1 Deliberaçao n - O 1
Câmara Municipal j
1. Assunto: ESTÁGIO CURRICULAR — LICENCIATURA EM SERVIÇO SOCIAL
— ISCTE -
INSTITUTO UNIVERSITÁRIO DE LISBOA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 110/20. de 06/01, do
DGAFJ/DRH, para aprovação da minuta do protocolo de estágio curricular, a
celebrar com o ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, para a realização de um
estágio curricular, com a duração de 570 horas, no Departamento de Habitação e
Coesão Social, pela aluna do curso de licenciatura em Serviço Social, Gabriela
Maria Serrador Monteiro, não tendo qualquer encargo financeiro, sendo a
orientadora do estágio a técnica superior, Dr Elsa dos Santos Braga.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 110/20, de 06/01, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4.. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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Reunião de 2020/01/22
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Vila Franca de Xira Deliberaçao n2
Câmara Municipal
1. Assunto: FUNDOS DISPONÍVEIS DE JANEIRO DE 2020
— INTRODUÇÃO DO SALDO DE
GERÊNCIADE2O19
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 3/20, de
06/01, do DGAFJ/DPF, para conhecimento da introdução do saldo de gerência
provisório de 2019, no valor de 24 910 358,50€, nos fundos disponíveis de janeiro
de 2020, ao abrigo do n 3, do artigo 59, do Decreto-Lei n2 127/2012, de 21 de
junho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 3/20, de 06/01, do
DGAFJ/DPF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para conhecimento.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que há instantes atrás esteve-se a
falar disto, da autonomia ou falta de autonomia do poder local para fazer uma
gestão correta dos seus fundos disponíveis. Em todo o caso, é prudente registar
que o valor estimado neste momento de fundos disponíveis poderá ser ajustado na
prestação de contas que, salvo erro, acontecerá obrigatoriamente até março, abril.
Disse o Sr. Vereador António Félix que em abril, na assembleia municipal.
O Sr. Vereador Nuno Libório continuou, agradecendo a informação e referindo que
para os membros da CDU não é uma preocupação a constatação que fazem na
apreciação deste ponto. A apreciação política não é, de facto, surpreendente para
os mesmos, porque têm verificado, a cada ano que passa, que o valor estimado, o
fundo disponível ou a introdução do saldo de conta de gerência, ano após ano tem
vindo a fortalecer-se do ponto de vista financeiro. Estima-se neste momento um
valor de 25 milhões de euros, para ser mais rigoroso na explicação da coisa são
24 910 358,50€, é este o valor, quase 25 milhões de euros para o novo orçamento
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Reun ião de 202 0/01/22
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Câmara Municipal
de2020.
Os autores deste valor, o Partido Socialista, diz que será utilizado para
compromissos que transitam de 2019, também para fazer face a compromissos
relacionados com o serviço da dívida, mas não adianta quais. Não é o serviço da
dívida, é quais são os compromissos. É uma opção não dizê-lo, e vai obrigar os
membros da CDU a um exercício, mas vão fazê-lo, vão fazer esse exercício, e deve
dizer que quando o Sr. Presidente diz que não se dá conta, às vezes, do tempo
decorrido no exercício das suas funções, que acredite que também da parte dos
mesmos, como vereadores da oposição, continuam com a mesma vontade e
determinação para conhecer e aprofundar cada vez mais o conhecimento da
gestão da câmara municipal, com a consciência que são vereadores da oposição.--
Disse o Sr. Presidente que quando tiver dúvidas o Sr. Vereador que pergunte, e
com toda a consideração o executivo responde, como é evidente.
Continuou o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que fica tranquilo por estar a
ouvir isso, porque há instantes atrás parecia que não podia fazer perguntas.
Assim, como o PS não adianta quais, os membros da CDU vão analisar e
acompanhar, quer as sucessivas alterações, quer depois a eventual revisão, para
perceberem como é que será ajustado este saldo de 25 milhões de euros.
Para terminar, o que diz é que fica para registo de todos, porque estes são
documentos oficiais, que quando se diz que esta câmara municipal também tem as
suas dificuldades financeiras ou orçamentais, sobre esse aspeto dizem que tem,
como qualquer outra gestão pública que quer ser criteriosa, objetiva, eficiente,
mas tem fundamentalmente opções políticas com as quais não se identificam
como sendo as prioridades que fazem falta ao concelho de Vila Franca de Xira.
O valor de 25 milhões de euros é muito significativo, por aquilo que conhecem do
panorama da região, e aliás talvez dos maiores, não comparando aquilo que não
pode ser comØarável, em termos de dimensão financeira ou de estrutura
organizacional, porque Lisboa e Setúbal são casos à parte, ou mesmo até Cascais.
No contexto das dimensões à escala deste município será aquele com maior saldo
de conta de gerência, e isso para os membros da CDU não é motivo de satisfação,
é até de alguma preocupação, e se as opções fossem ajustadas mais à realidade, e
a CDU tem direito a dizer que defende uma realidade alternativa à gestão da
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Câmara Municipal
câmara municipal, o Sr. Presidente que não tenha dúvidas que neste momento,
entre outras áreas para as quais haveriam de estar a dar bom uso, igualmente
eficiente, criterioso e de boa gestão, seria o reconhecimento do trabalho da juntas
de freguesia, entre outras áreas, como também, por exemplo, a limpeza ou a
higiene pública.
Depois, este ponto está para conhecimento, não está para votação.
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo e referindo que efetivamente o executivo
tem vindo a fazer um trabalho que é reconhecido externamente como adequado,
em termos económicos e financeiros, sem pôr em causa o investimento.
Quer dizer ao Sr. Vereador Nuno Libório que quando se for falar mais à frente sobre
as contas vai ficar surpreendido, na medida em que a câmara municipal teve uma
execução das maiores de há muitos anos a esta parte.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que da receita.
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que não só, em termos de investimento.
Por isso, há aqui um equilíbrio claro entre a capacidade da receita e a capacidade
de investimento que se tem conseguido fazer ao longo destes anos.
Recuando a alguns anos atrás, execuções de 50%, de 60%, eram vulgares, o que
não era vulgar era ver execuções de 70 e tal e de 80%, isso é que não era vulgar. -
Assim, aquilo que pode dizer, em questões de opções políticas, é que naturalmente
que sim, se todos pensassem da mesma maneira a questão de caráter democrático
não tinha grande piada. Às vezes certamente que estão mesmo de acordo, mas
porque têm que dizer de maneira diferente, dizem de uma maneira diferente, não
é porque não estejam de acordo. Há questões base que não dividem, o que divide
é a atuação, a reflexão e a discussão política. Isso divide, porque tem que ser
assim, muitas vezes tem que se dizer mal, porque tem que se dizer mal, não é
porque efetivamente se está muito convicto daquilo que se está a dizer.
De qualquer modo, de facto o Sr. Vereador enunciou alguns municípios e, por
exemplo, Vila Franca de Xira tem estes resultados que tem, tem taxas de IMI das
mais baixas do país e outros benefícios fiscais que também dá às suas famílias. De
alguns exemplos que o Sr. Vereador deu pode dizer que, se calhar, diria: “Então,
mas porque é que não têm a taxa mais baixa de IMI?”. Não podem ter, certamente,
provavelmente não podem ter, mas o que é um facto é que, se se falar com
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Câmara Municipal V
algumas pessoas desses mesmos concelhos, ela diriam: “Podiam fazer como Vila
Franca de Xira, que tem o IMI mais baixo e tem outras coisas mais, em termos de
benefícios para as famílias e não só”.
O executivo vai fazendo o seu caminho, de acordo com aquilo que foi o projeto que
o Partido Socialista apresentou à população, que está a cumprir, e a cada momento
o eleitorado é soberano naquilo que quer para o seu concelho. Até agora as
pessoas têm-se sentido confortáveis com o método de trabalho do executivo P5 e
das suas opções políticas. Os Srs. Vereadores fariam de outra forma, e respeita.----
Terminou, passando a palavra ao Sr. Vereador António Félix.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, dizendo que iria fazer algumas
precisões relativamente ao que foi dito, nomeadamente esclarecer algumas
dúvidas que o Sr. Vereador Nuno Libério tinha, o que é normal.
De facto, o saldo de conta de gerência é aquele que foi enunciado,
24 910 358,50€, e sobre a questão deste saldo ser necessário para a cobertura de
compromissos, está-se a falar de faturas do dia a dia. Como o Sr. Vereador deve
calcular, serviços que foram prestados durante dezembro, ou no final de dezembro,
nâo se conseguem pagar, e este é um trabalho que a Divisão de Gestão Financeira
tem feito, e bem, todos os anos, por vezes a câmara municipal anda atrás de
algumas empresas e empreiteiros para faturarem trabalhos que efetivamente
foram feitos e que ainda não estão faturados, para se poderem pagar. Este é um
trabalho que se faz sempre, mas nunca se conseguiu, de facto, passar com “0” é
impossível, é humanamente impossível, não é possível.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que não se pode.
Prosseguiu o Sr. Vereador António Félix, referindo que se está a falar de cerca de
3 800 000,00€, vai ter que ser este saldo, e obviamente é este saldo, até porque
são despesas comprometidas que se vão ter de suportar. Tal como, quando o Sr.
Vereador fala do montante da dívida, vem sempre às reuniões de câmara a
aprovação de toda a dívida que a câmara municipal tem, e vai sempre, quer no
orçamento, quer no relatório de contas, um quadro de quais são os empréstimos.
Isto é clarinho, é uma informação que se dá sempre, está lá, basta o Sr. Vereador
Nuno Libério agarrar nos documentos que tem e estão lá os empréstimos todos.
Não há nada a esconder, tal como o executivo não tem nada a esconder em
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Câmara Municipal
termos de gestão. O que faz, e isso já foi referido, é uma gestão criteriosa, uma
gestão eficiente e uma gestão que visa maximizar o que se tem.
Deve dizer que este saldo de conta de gerência, obviamente, resulta de alguma
coisa, e resulta, fundamentalmente, de três fatores, que aliás já tem vindo noutras
situações a explicar. Em primeiro, uma execução da receita acima daquilo que
estava orçamentado, e neste caso, em 2019, a execução da receita foi de 108%. A
Câmara municipal teve um valor de receita de 7 439 779,00€, acima do que estava
orçamentado, e o orçamento atingiu este ano um valor que a si lhe agrada, que
pensa que é um valor simpático, de 100 591 119,00€. Este foi o orçamento da
receita, efetivamente, que a câmara municipal executou, e gerir um orçamento de
100 milhões de euros é algo que orgulha o executivo, que lhe cria alguma
responsabilização, à qual também não é alheio.
Depois, como já tem explicado em muitas situações, há sempre, ou da parte do
investimento, ou da parte da despesa corrente, situações que não correm como o
executivo gostaria que corressem, ou porque há obras, porque o projeto necessitou
duma revisão, ou porque os concursos ficaram desertos e tem que se arrancar com
outro concurso, o que agora está muito em voga, e também de algum trabalho que
se faz em termos de poupança corrente, no sentido de determinadas prestações de
serviços e de custos correntes serem controlados. Teve-se uma poupança corrente
de 6 240 182,00€, nesta questão de capital aquele que não foi feito foi
11 230 398,00€, e da soma destes três valores resultam os tais 24 900 000,00€.
Importa referir que se teve, como disse, uma execução da receita de 108% e uma
execução da despesa paga de 81,2%. Nos anos de que se recorda a câmara
municipal nunca teve uma execução de 81,2% paga e uma despesa comprometida
de cerca de 85%. Isto significa que fez, de investimentos, 22 milhões de euros, que
foram efetivamente o investimento da câmara municipal.
Depois, a câmara municipal, o município de Vila Franca de Xira, como os presentes
devem saber, é o 18° município do país em termos de dimensão, em termos
populacionais, e é, em termos de investimento, nos últimos 12 anos, o 52• Isto
significa muito do trabalho que Vila Franca de Xira tem feito e do investimento que
tem feito. Tem conseguido, ao longo deste tempo, fazer investimentos acima
daquilo que devia ser a sua média, que era o 1S. Tem conseguido fazê-lo e isto é
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muito à custa da transferência de receitas corréntes para despesas de capital.
Não só se consegue manter o equilíbrio corrente, que é algo que é fundamental,
até porque, quando se aumentam as receitas não se podem aumentar
infinitamente as despesas correntes, já que as despesas correntes, mais as
amortizaçôes, nunca poderão ultrapassar as receitas correntes. Tem de haver
sempre um controlo apertado do que é o controlo corrente, o equilíbrio corrente e,
para além deste controlo, conseguiu-se transferir, de receitas correntes para
despesas de capital.
Isto é algo que o executivo tem vindo a fazer, é algo que continuará a fazer com
uma gestão, como disse, rigorosa e criteriosa, sendo que, obviamente, como tudo
na vida, é uma questão de opção, os membros da CDU, se estivessem na gestão,
teriam umas opções, o Partido Socialista está na gestão, provavelmente terá
outras, e haverá outras que são exatamente as mesmas e coincidentes, o que é
normal. Contudo, obviamente que há divergências, porque há princípios, políticas e
entendimentos diferentes do que deve ser a gestão e do que deve ser o tipo de
investimento que se deve fazer.
Depois, nessa prestação de contas que será aprovada em reunião de câmara,
eventualmente em março, que depois será aprovada em assembleia municipal em
abril, os Srs. Vereadores terão oportunidade de ver, expurgando aquilo que já
falou, que tem a ver com as despesas que já estão comprometidas e que passam
de 2019 para 2020, e aquilo que sobrar será obviamente introduzido nas rubricas.
Algumas já se sabe quais serão, porque muitas já estavam previstas no orçamento,
há lá rubricas “a definir”, que nesta altura passarão a “definidas”, e o orçamento
passará a ser aquilo que inicialmente se teria.
Parece que finalmente este Orçamento do Estado, se a alteração for aprovada,
permitirá a introdução do saldo de conta de gerência logo em janeiro, essa questão
já vai estar vertida, e este ano só não é já a partir de janeiro, infelizmente, porque
foi um ano atípico, houve eleições e o Orçamento do Estado só vai ser aprovado
mais tarde e não se pôde aproveitar. Essa é uma questão que já está vertida no
Orçamento do Estado, e é uma questão que pessoalmente julga que deveria ser
vertida para a Lei das Finanças Locais e, obviamente, na sequência daquilo que já
disse antes, aumentaria a autonomia do poder local, porque é da autonomia que se
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estáafalar.
Estes saldos de conta de gerência são gerados exatamente pelo trabalho de gestão
e aquilo que se tem assistido nos últimos anos. O próprio tem estado presente na
apresentação das contas dos municípios, e os municípios têm vindo, ano após ano,
a ter melhores gestões, a reduzir significativamente a sua dívida e a aumentar
significativamente o seu investimento, e esta era uma forma de aumentar a
autonomia. Em Portugal por vezes as coisas não andam tão depressa como se
gostaria, mas lá se haverá de chegar, tem a certeza, porque isso é fundamental
para o trabalho que é desenvolvido pelos municípios.
Interveio de novo o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que agradece muito
esta intervenção do Sr. Vereador António Félix. Crê que o Sr. Vereador, se calhar,
não se deu conta, mas acabou por convergir para o contexto dos membros da CDU,
que é de preocupação. Quando diz preocupação, é confirmando que exatamente
da parte da câmara municipal existe disponibilidade financeira para, se fosse essa
a sua opçào, hoje poder inverter um ciclo de desinvestimento em áreas que
consideram prioritárias.
—
Repare-se, e agradece a precisão, que são 7 milhões de euros de folga na receita,
6 milhões de euros de poupança corrente, isto é o equivalente a uma capacidade
do município, neste momento, e à data de quem gere a câmara municipal, se fosse
essa a sua vontade, avançar para outras áreas.
—
Crê que o Sr. Presidente tomou em linha de conta, porque essa é uma revindicação
mais do que justa, sentida e necessária, o reforço dos apoios para as juntas de
freguesias, que não se esgota nas transferências correntes, e no que às
transferências correntes diz respeito, para rematar, pode ser que seja desta que
avance, duma vez por todas, a opção gestionária para os trabalhadores da câmara
municipal.
O Sr. Presidente interveio, dizendo que o executivo tem feito muito pelos
trabalhadores, orgulha-o isso e faz-se aquilo que se deve fazer, mas há outros que
não o podem fazer porque não têm condições financeiras para isso. A câmara
municipal tem e tem-no vindo a fazer, basta ver, e há outros que podem fazer e
não fazem, bem como outros que podiam ter, num determinado contexto, aplicado
as 35 horas, não aplicaram e o executivo PS aplicou, com o prejuízo duma
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eventualidade de, tanto o próprio, como o Sr. Vice-Presidente, terem sido
responsabilizados civilmente e em termos financeiros, pela opção que tomaram de
pârem prática as3S horas.
Fizeram mais, no “documentozinho” que era para ir para o Sr. Secretário de Estado
para homologar nem sequer se pôs linha para isso, porque entendiam que era uma
afronta do Governo de então, de estar a pôr à consideração uma coisa que é da
responsabilidade da câmara municipal, que era a aplicação das 35 horas. Tem
muito orgulho daquilo que se fez, porque foi uma atitude que se achou que foi uma
defesa intransigente daquilo que se pensava que deveria ser a defesa dos
trabalhadores do município.
Depois, em termos de mobilidade e outras situações em que tem sido possível
avançar, tem-se feito, porque se conseguiu fazer, pois, por um lado, essa era uma
prioridade para o executivo, e, por outro, havia condições financeiras para o efeito.
Outros também têm e não fazem, e outros não podem, porque, pelas razões que já
foram explicadas, são dimensões completamente distintas.
Tendo a Sr Vereadora Regina Janeiro pedido para intervir, disse o Sr. Presidente
que queria sair do ponto.
Respondeu a Sr Vereadora Regina janeiro que também a própria, mas o Sr.
Presidente entrou em alguns campos que pensa que os membros da CDU não
podem também deixar passar.
Há câmaras municipais que têm condições financeiras inferiores à de Vila Franca
de Xira e estão a aplicar a opção gestionária.
Questionou o Sr. Presidente quantos trabalhadores têm. ----—
Respondeu a Sr Vereadora Regina janeiro que mais do que Vila Franca de Xira, e o
Sr. Presidente sabe que a câmara municipal ao lado a está a aplicar, e há outras.
Contudo, não interveio para dizer isto, interveio para dizer que na Área
Metropolitana de Lisboa apenas 2 câmaras municipais não aplicaram as 35 horas e
Vila Franca de Xira foi uma delas. Foram apenas Vila Franca de Xira e Cascais, e
Vila Franca de Xira teve que recuar
Interveio o Sr. Presidente, questionando em que é que se recuou, pois o que o
executivo teve foi coragem política, que a CDU não teve em muitos momentos, em
relaçãoàs35 horas.
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Vila Franca de Xira
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Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que a CDU nunca aplicou, a CDU nunca
deixou...
Referiu o Sr. Presidente que é preciso ter coragem política, coisa que a CDU não
teve na altura. — —
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que é prática corrente, sempre que se perde
a razão levanta-se a voz e fala-se em coro.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a Sr Vereadora está a dizer imprecisões. O
próprio tem estado com todo o rigor, com toda a atenção, agora, não pode é
aceitar que a Sr Vereadora diga imprecisões, para não dizer outra coisa.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que não vai teimar com o Sr. Presidente,
porque não consegue entrar neste jogo do falar alto e falar por cima das outras
pessoas, e trará, na próxima reunião, recortes da comunicação social que
comprovam aquilo que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira fez.
Referiu o Sr. Presidente que está bem, o que diz à Sr Vereadora é que os factos
falam por si, uns falam, outros fazem, são coisas diferentes.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro: “Vocês fizeram.”
Prosseguiu o Sr. Presidente, pedindo à Sr Vereadora que veja, nas juntas de
freguesias do concelho, quais foram as que aplicaram as 35 horas, passando a
palavra ao Sr. Vereador António Félix.
Tomou a palavra o Sr. Vereador, pedindo só 30 segundos de atenção, dizendo que
queria só precisar. O Sr. Vereador Nuno Libório disse que o próprio foi ao encontro,
mas falou num ponto em que o Sr. Vereador, provavelmente, preferiu não valorizar
aquilo que disse. Há uma coisa que se chama equilíbrio corrente e o que o Sr.
Vereador falou são despesas correntes, que vão implicar no equilíbrio corrente.
Tem que se ter noção do que é que se está a falar, uma coisa é investimento, e o
investimento pode-se fazer. As pessoas, às vezes, não entendem isto, mas já tem
dito que a coisa mais fácil é fazer o investimento de 5, 10 ou 15 milhões de euros,
é a coisa mais fácil do mundo, o problema é a despesa que esse investimento vai
provocar no resto da vida. Esse é que é o problema, são despesas que nunca mais
se vão poder eliminar. Enquanto o investimento se esgota no tempo, faz-se e está
feito, esse, o custo corrente desse investimento vai-se prolongar no tempo e
sempre que se aumenta a despesa corrente tem que se ter muito cuidado como é
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que se aumenta, para que no futuro não se esteja a incumprir na regra do
equilíbrio corrente. Isso tem outras implicações, que nenhum dos presentes vai
querer ter no município de Vila Franca de Xira. Portanto, esta é uma gestão que se
tem que fazer sempre com rigor.
Não o incomodava nada fazer “n” coisas, o problema é que não se pode, há regras
que se têm de cumprir, e, para além das regras que se têm que cumprir, ensina
também a regra da boa gestão que não se faça. Por isso é que falou no equilíbrio
corrente e isso é importante sempre. Sempre que se fala nisto é importante ter em
atenção que esta é uma regra que se tem de cumprir.
Interveio o Sr. Presidente, passando para o ponto seguinte, uma vez que o ponto é
só para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
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Câmara Municipal
1. Assunto: RECEÇÃO DEFINITIVA E LIBERTAÇÃO DAS GARANTIAS BANCÁRIAS
REFERENTES À 2 FASE DAS OBRAS DE URBANIZAÇÃO DA QUINTA DA PIEDADE -
PÓVOA DE SANTA IRIA-ALVARÁ N 6/93, DE 26/11
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação técnica nQ 1188/19, de
23/12, do DPGQU/DGU, para aprovação da receção definitiva da 2 fase das obras
de urbanização da Quinta da Piedade, na Póvoa de Santa Iria, bem como da
libertação das garantias bancárias, solicitadas pela Sociatos
- Construções Civis,
Ld.
—
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação técnica n2 1188/19, de 23/12, do
DPGQU/DGU, auto de receçâo definitiva e planta de localização, documentos que
se dão por inteiramente reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
20 Qta Piedade
A. Livro
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n RAta - 098
11 fi 1 Reunião de 2020/01/22Município UIIVY9,de Ay.
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Vila Franca de Xira Deliberação n
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Câmara Municipal
Assunto: RESOLUÇÃO FUNDAMENTADA
— PROCESSO JUDICIAL N 1515/19
—
2BELSB-TAC LISBOA — PROCESSO ADMINISTRATIVO N 56/12 ONEREDPDM
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/01/22, documento que se
anexa e dá por inteiramente reprodu2ido nesta parte da ata, para aprovação, no
âmbito do processo judicial n 1515/19 — 2BELSB-TAC Lisboa, do reconhecimento
que a manutenção do diferimento de execução do ato administrativo praticado
pela câmara municipal, relativo ao procedimento de licenciamento do processo
n2 56/12, titulado pela admissão de comunicação prévia n9 33/15, emitida em 4 de
novembro de 2015, será gravemente prejudicial para o interesse público.
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à CDU e dizendo não saber se os Srs.
Vereadores pretendem que faça alguma apresentação desta questão, mas se
calhar é melhor ouvi-los e depois responder.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que no caso em apreço
os membros da CDU não vão colocar questões, entendem o objeto que está para
discussão, vão é formular uma opinião, que será da responsabilidade de quem a
vai proferir.
Assim, começa por dizer que deu entrada, no Tribunal Administrativo do Círculo de
Lisboa, uma ação contra o município de Vila Franca de Xira, que pelo seu conteúdo
informa que se acusa a câmara municipal de violação de normas do Plano Diretor
Municipal, no âmbito dum licenciamento na rua Sabino Faria, em Alverca, pelo que
o posicionamento da CDU é claro sobre esta matéria: Agora é tempo de se
aguardar pela sua resolução. A acusação, não só é grave, como tem que ser
cabalmente esclarecida na sede própria.
Desta ação resultou, como todos sabem, e como efeito prático, a suspensão do ato
de licenciamento, ou seja, da obra em curso, bem como da continuação dos
trabalhos de construção civil. A opinião que os membros da CDU têm é muito
simples, cabe agora aos tribunais decidir o desenvolvimento do dia seguinte.
Portanto, e resumindo, a CDU não acompanha o P5 nesta matéria, quando faz uma
proposta de resolução que tem como objetivo o reinício da referida obra.
Disse o Sr. Presidente que não é propriamente isso.
Prosseguiu o Sr. Vereador, mencionando que tem esse fim, e há a referir, da parte
da CDU, que há que esclarecer tudo o que há para esclarecer em tribunal, como
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FI. Livro
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099
Reunião de 2020/01/22
de Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
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também consideram, como é óbvio, e repete, como é óbvio, que se têm de exigir
medidas preventivas, medidas que acautelem a segurança de pessoas e bens, a
par do cumprimento dos instrumentos de gestão territorial.
Acompanharão todas as medidas que visem a proteção preventiva da segurança
das pessoas e das que habitam nos prédios envolventes, mas não podem dar o
voto favorável a esta resolução, que, como disse, tem como objetivo o reinício da
referida obra. Pensam que a acusação é demasiado forte sobre a câmara
municipal, e agora é o tribunal que tem, duma forma própria, autónoma e
independente, resolver este diferendo.
Portanto, vão votar contra.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que não tem nada a acrescentar.
O Sr. Presidente interveio, referindo que há um equívoco na apreciação, aliás, não
há equívoco, porque na parte final da intervenção o Sr. Vereador Nuno Libório
colocou as coisas no sftio certo. Não se está aqui para contrariar aquilo que o
tribunal tem que decidir, e que já devia ter sido decidido, na medida em que já se
vai com 3 meses disto.
Ora, uma providência cautelar deve ser, no ponto de vista do executivo municipal,
resolvida com a celeridade que lhe parece adequada, 3 meses já é muito tempo, e
mais tempo é pelas razões que se trazem na resolução fundamentada. O executivo
não quer a resolução fundamentada para recomeçar os obras e concluir a obra e,
se se ler bem, esta figura da resolução fundamentada tem a ver com a
possibilidade de se concluírem as obras de contenção que, a não se fazerem, com
as intempéries que têm acontecido, e com a água que está acumulada no trabalho
que foi desenvolvido, podem-se estar a correr sérios riscos dos prédios contíguos
virem a ter problemas graves, em termos estruturais e da sua segurança.
Como os membros do executivo são pessoas responsáveis, então avaliaram quais
eram as possibilidades de este trabalho de contenção poder recomeçar até uma
determinada cota, única e exclusivamente isso, para não pôr em risco pessoas e
bens. É isso que é presente, não é mais nada que isso.
Com isto a câmara municipal faz aquilo que deve fazer na defesa intransigente dos
interesses públicos, para não estar a aguardar pelo tribunal, em que aparece lá
mais um requerimento, mais outro requerimento, e outro, e nunca mais trata de
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dar um parecer, seja ele qual for. Ou dá razão, ou não dá, dá razão aos autores,
não sabe, e o próprio considera que não há razões para o efeito, por aquilo que já
se analisou, mas o tribunal sobre esta matéria é soberano.
Aquilo que está em cima da mesa não é isso, não é recomeçar a obra e acabá-la,
nada disso, o que está é efetivamente ter as condições para permitir que o
empresário, o dono da obra, possa avançar com as exigências que a câmara
municipal tem feito, conforme os Srs. Vereadores têm também nos documentos,
das conclusões que a fiscalização fez, que recomenda que aquele trabalho devia
continuar em termos de contenção, porque, como já referiu, pode-se estar ali a
correr um risco sério.
—
Cada um votará conforme quiser, mas a câmara municipal, no que concerne ao
Partido Socialista, não pode, de modo nenhum, deixar de ter em atenção que foi
até ao limite de evitar algum problema que possa vir a surgir. Cada um votará
como entender, agora, não se pode é estar alheio a uma situação complicada que
se tem ali, e que tem de ser resolvida. O tribunal há de decidir não sabe bem
quando, mas pelo menos que este processo, em termos da contenção e de
segurança, possa ser resolvido desde já.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, pedindo desculpa, mas afinal tinha
qualquer coisa para dizer sobre este assunto. Como é evidente, o Bloco de
Esquerda é sensível à questão de segurança levantada pelos engenheiros da
empresa que está a fazer a obra.
Referiu o Sr. Presidente que não foram só os engenheiros da empresa, foram
também os técnicos, os fiscais da câmara municipal.
Prosseguiu o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que já lá chegará, de
qualquer forma não foram detetadas ainda consequências dos riscos que são
enumerados pelos engenheiros da empresa. Pelo menos não detetou nos autos
que foram fornecidos e nos relatórios que tivessem sido detetadas rachas, fissuras,
abatimentos, etc. Julga que se calhar uma solução para este problema era permitir
que se fizesse apenas a cave, porque não está em causa o que está no subsolo, o
que está em causa é saber qual é o número de pisos acima do solo que são ou não
sãopermitidos.
O que parece ao Bloco de Esquerda é que esta declaração que agora é pedida vai
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permitir que a obra se desenvolva até ao fim, e aí é que é a questão. Se, por um
lado, é sensível às questões de segurança que são levantadas e nâo lhe passa pela
cabeça que se ponha em risco o que quer que seja, por outro lado, também não se
pode permitir que a questão que está em discussão, que é se o número de pisos
que está licenciado é ou não é o que devia ser, seja de certa forma ultrapassada
destemodo.
Depois, também queria evidenciar, ou chamar à atenção, que o técnico da câmara
municipal, o Eng2 Rui Oliveira, que assina uma parte do relatório, diz que as obras
que faltam fazer para sustentar aquelas fundações nâo são assim tantas, e até
nem seria, tecnicamente e financeiramente, algo muito complicado de concretizar.
Portanto, poderá estar de acordo com uma proposta destas, desde que limite, de
facto, as obras a efetuar apenas às fundações do prédio e à cave, não mais do que
isso.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que aquilo que se traz não é mais, nem menos,
do que aquilo que o Sr. Vereador acabou de dizer, é fazer a contenção até uma
determinada cota, que é a cota de soleira, ou seja, até à zona da estrada, porque
se não se fizer é a própria estrada que está em causa. É única e exclusivamente
isso que se traz, não é mais nada, acima disso não se vai fazer mais nada.
Aliás, a declaração do Eng2 António Luís Paiva Fernandes diz, e não vai ler tudo:
“(...) no estado atual que se encontra não deverá permanecer nesta situação por
um período muito prolongado, principalmente se esse período coincidir com a
estação de inverno, pois as condições meteorológicas poderão afetar em muito a
estabilidade da própria contenção e pôr em causa a segurança dos edifícios
adjacentes e das próprias vias públicas contíguas ao lote”.
Esta é uma declaração do engenheiro que é externo à câmara municipal, que vem,
ao fim e ao cabo, também ao encontro daquilo que os técnicos referem, e aquilo
que aqui se traz é fazer esta contenção e fa2er o trabalho até ao limite da via,
porque se não se fizer a própria via pode estar em causa. É somente isto que está
em causa, e aquilo que move o executivo não é contrariar em nada as questões
dos autores, os autores têm todo o direito de fazerem a ação que fizeram, cabendo
agora ao tribunal decidir a questão da providência cautelar, que já vai em 3 meses.
Vai continuar a chover e o problema vai continuar a agravar-se, e não se pode, de
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modo nenhum, assistir impávido e sereno, que vai correr tudo bem. Se correr mal
como é? Qual é a responsabilidade de cada um aqui? Esse é que é o problema,
pelo que o que diz aos Srs. Vereadores é que o que se traz são questões que têm a
ver com interesse público, e nada mais que isso.
Tomou de novo a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que os
membros da CDU queriam também deixar muito claro que esta questão da
responsabilidade assiste tanto a uns como a outros, todos estão imbuídos dentro
de um grande espírito de responsabilidade. Esta era uma primeira questão que
queria que ficasse muito clara, porque não apreciou a observação que o Sr.
Presidente disse “nós queremos ser responsáveis sobre esta matéria”, Os
membros da CDU também querem, e da leitura que fizeram à acusação, que é um
direito que assiste a um conjunto de populares ou organizações, moverem ações
contra a câmara municipal, são feitas acusações relacionadas com várias normas
do Plano Diretor Municipal, não é só a construção.
Tendo o Sr. Presidente se manifestado, continuou, pedindo desculpa mas dizendo
ao Sr. Presidente que o deixe terminar.
Referiu o Sr. Presidente que não é disso que se está a falar, pedindo desculpa e
pedindo ao Sr. Presidente para continuar.
Prosseguiu o Sr. Vereador, dizendo que a acusação que é feita contra a câmara
municipal tem a ver com a violação de várias normas do Plano Diretor Municipal,
do enquadramento normativo do plano para justificar o ato de licenciamento até ao
ato de licenciamento, não é uma acusação focada apenas nos 5 pisos, um dos
quais recuado, acima da cota de soleira, não é só isso, são outras tantas questões.-
Agora, como pessoas responsáveis que são, disseram, na intervenção que fizeram,
que não se desperdicem nem se evitem nenhumas medidas de segurança de
proteção a pessoas e bens.
Referiu o Sr. Presidente que é isso que o executivo está aqui a trazer.
O Sr. Vereador Nuno Libório continuou, mencionando que o que está presente,
salvo melhor opinião, é exatamente, e pede desculpa se não for rigoroso, porque
agora não tem o documento à sua frente, determinar que a suspensão do ato de
licenciamento seja revogada. Portanto, se é revogada a suspensão do ato de
licenciamento continua a ser tudo construído.
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Referiu o Sr. Presidente que para esta circunstância.
O Sr. Vereador Nuno Libério interveio novamente, dizendo que, se é assim, pede ao
Sr. Presidente, por favor, porque os membros da CDU não estão aqui, nem para
ferir os interesses de interesse público, nem para prejudicar a segurança de
pessoas e bens, que faça o favor de tirar este ponto, de o reformular e de o colocar
à consideração para a próxima reunião de câmara, porque não têm essa opinião
que o Sr. Presidente tem. Não é pelo facto de não serem juristas, o ser ou não ser
jurista aqui, para o efeito, é se calhar a questão que menos lhes importa, com o
devido respeito pelos juristas presentes, e pelo excelente apoio que lhes estão a
dar sobre esta matéria, e os demais técnicos, a questão é de ordem política e as
consequências desta decisão. O entendimento que têm é que se decidirem pelo
conteúdo desta resolução fundamentada toda a suspensão do ato de licenciamento
extingue-se, e pensam que não se deve extinguir.
Referiu o Sr. Presidente que não é isso que está aqui.
Prosseguiu o Sr. Vereador, referindo que é isso que está escrito. Pede desculpa de
estar a falar já desta maneira, em forma de diálogo, mas é isto. Se o Sr. Presidente
diz que não é, que dê 15 dias.
Tendo-lhe sido dito que não pode, perguntou o Sr. Vereador porque é que não
pode, mas, se não pode, não pode.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que, se não pode, não pode, cada um assume
as suas decisões.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que está escrito e vai ficar em ata.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que nào, o que está escrito é o que está no
documento, o que fica no documento, não é a ata. O próprio já foi parar a tribunal,
por esta câmara municipal, independentemente daquilo que disse em ata, foi pelas
decisões que tomou, que todos tomaram, e depois foi uma grande trapalhada, que
lhe desculpem o uso desta expressão, justificar perante o juiz do Tribunal de
Contas que “não obstante o vereador da oposição ter dito que na ata (...), o que
conta é a sua deliberação”. O próprio bem disse que não era jurista, não estava a
tempo inteiro na gestão da câmara municipal, e o juiz disse-lhe: “Mas o senhor tem
o despautério de vir para aqui dizer que, no exercício de funções públicas,
desconhece o direito e a lei aplicável? Nem nunca mais ouse dizer uma coisa
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Câmara Municipal V
destas”.
O Sr. Presidente estava com o próprio, estava sentado ao seu lado, onde isto lhes
foi dito, pelo que não é porque há comparações possíveis, é porque aquilo que de
facto está para deliberar não é nada daquilo que está a ser sugerido, ou pelo Bloco
de Esquerda, ou pelo Partido Socialista. Portanto, mantêm a posição que têm, e
aliás apelam a que se retire o ponto por mais 15 dias, e quando diz 15 dias é
porque é a próxima reunião de câmara, se for preciso reúnem antes dos 15 dias,
também não há problema absolutamente nenhum.
Que se reformule aquilo que é para reformular, para proteger as pessoas e bens,
porque, nos termos desta proposta, não, não vão votar favoravelmente, aliás, vão
votarcontra.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que os pontos 4, 5 e 6, do capftulo II,
referem justamente o que é que traz o executivo à reunião, agora, pode sugerir é
que no capítulo III, que é a decisão, a seguir a, “em face do exposto, a Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira, por deliberação tomada na sua reunião pública
ordinária de 22 de janeiro do ano em curso, reconhece que a manutenção do
diferimento de execução do ato administrativo praticado pela câmara municipal,
(...) será gravemente prejudicial para o interesse público”, se diga, “no que
concerne às questões que têm a ver com a contenção, conforme é referido nos
pontos 4 e 5, para assegurar as condições de segurança até à cota da via”.
Pode-se acrescentar isto, porque não pode continuar a assistir à chuva, e pode
começar a chover torrencialmente, e àquela situação se ir agravando. Pode-se
fazer esta alteração e fica tudo claro.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que a CDU, se não for retirado o
ponto e não vier “preto no branco” aquilo que o Sr. Presidente está a dizer, para
analisar, votará contra, porque o que está em causa poderá ser uma violação do
PDM. Os seus membros não estão disponíveis para perder o mandato porque o
processo não está bem preparado, pois aquilo que lhes trouxeram e escreveram
para decidirem, e diz só porque estão pessoas a assistir na sala e estão pessoas
em casa, é: “Em face do exposto, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, por
deliberação tomada na sua reunião pública ordinária de 22 de janeiro do ano em
curso, reconhece que a manutenção do diferimento de execução do ato
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i% Ali Reunião de 2020/01/22
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administrativo praticado pela câmara municipal, relativo ao procedimento de
licenciamento do processo (...), titulado pela admissão de comunicação prévia(...),
emitida em 4 de novembro de 2015, será gravemente prejudicial para o interesse
público”.
Perguntou o Sr. Presidente se a Sr Vereadora já leu o ponto 4 e o ponto 5.
Respondeu a Sr Vereadora que o Sr. Presidente está-lhe a pedir para decidir sobre
isto, e sobre isto a CDU nem sequer equaciona perder o mandato.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que então se vai a votos e cada um
assume as suas responsabilidades. As questões estão perfeitamente esclarecidas
nos pontos 4 e 5, os Srs. Vereadores não querem votar a favor, estão no devido
direito.
Pediu a Sr Vereadora Regina Janeiro se pode intervir, tendo o Sr. Presidente
respondido afirmativamente.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que é só porque foi interrompida,
estava no uso da sua palavra e foi interrompida, é só por isso.
Respondeu o Sr. Presidente que muitas vezes é interrompido também e não fica
muito preocupado com isso, mas a Sr Vereadora que continue.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que pensa que um dia destes se tem que
fazer aquela coisa dos risquinhos, que é ver quem é interrompido mais vezes, que
é para se ver quem é que tem a camisola amarela e os quilómetros de distância
que se distanciam do pelotão.
Disse o Sr. Presidente à Sr Vereadora para continuar.
Tomou de novo a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que o que os
membros da CDU estão a propor, claramente, é que o processo venha reformulado
por forma a poder ser votado, O Sr. Presidente não está a admitir, ou seja, é por 15
dias que efetivamente alguma coisa de dramático vai acontecer. Como não
pensam que é isso que vai acontecer, querem tomar decisões consolidadas em
matérias efetivamente de facto, O processo está em tribunal, e o Sr. Presidente
recusa-se a retirar o processo para poderem...
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à Sr Vereadora Helena Pereira de
Jesus.
Disse a Sr? Vereadora Regina janeiro que quer que fique registado que não pôde
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4, Reunião de 2020/01/22Município (Ø,
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,1v Deliberação n____________
Câmara Municipal
acabar a sua intervenção porque voltou a ser interrompida.
Interveio o Sr. Presidente, perguntando se a Sr Vereadora não conseguiu fazer a
sua intervenção porque foi interrompida.
Respondeu a Sr Vereadora Regina janeiro que não conseguiu terminar a sua
intervenção porque voltou a ser interrompida.
Disse o Sr. Presidente “essa agora!”, perguntando se a Sr Vereadora quer
continuar
Respondeu a Sr Vereadora Regina Janeiro que não.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que então pronto, a Sr Vereadora não quer
continuar é porque não lhe apetece continuar, não há razão nenhuma para que não
queira continuar.
De seguida, deu a palavra à Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, referindo que não sabe
se poderá ajudar ou não, mas, de facto, concordava e concorda com a versão que
o Sr. Presidente estava a referir, no sentido de se esclarecer no capítulo III, da
decisão, que tem a ver só com a contenção da obra, não com a execução final da
obra, sendo certo que sobre esta resolução fundamentada o que acontece é que
entra no tribunal, a câmara municipal pode imediatamente, após a entrega da
resolução fundamentada...
Interrompeu o Sr. Presidente, mencionando que vai agora ser entregue ao tribunal
e o tribunal tem que se pronunciar
Disse a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus que o tribunal tem que se
pronunciar, inclusivamente dá oportunidade ao requerente da providência cautelar
para se pronunciar.
Respondeu o Sr. Presidente que pode ou não, mas a câmara municipal fica com a
consciência tranquila que foi ao limite para resolver o problema, desta situação de
contenção.
Referiu a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus que aqui a questão grave é que se
tem uma providência cautelar pendente há alguns meses.
Referiu o Sr. Presidente que são 3 meses.
Prosseguiu a Sr Vereadora, dizendo que isso não se compadece com a segurança
das pessoas e bens ali perto da obra.
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4 RAta 107
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Interveio o Sr. Presidente, mencionando que a Dr juíza, agora, perante este
documento, tem que decidir.
Disse a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus que tem que decidir, a câmara
municipal profere e aprova uma resolução fundamentada neste âmbito e depois o
tribunalé que decide.
Referiu o Sr. Presidente que é claro, mas sem a aprovação aqui não há documento.
Prosseguiu a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, referindo que não lhe parece,
salvo melhor opinião, que o Tribunal de Contas depois venha dizer que foi uma
decisão que viola o PDM, porque o tribunal, ao fim e ao cabo, vai homologá-la ou
não, sendo que pensa que esse esclarecimento adicional que o Sr. Presidente disse
é importante, até para se perceber melhor o âmbito do que é que a câmara
municipal pretende.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que na decisão pode-se recuperar aquilo
que verdadeiramente trouxe todos à reunião, na discussão e reflexão, que é o
ponto4eo ponto 5, está lá tudo.
Referiu a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que concorda que se coloque essa
especificidade para que o tribunal até perceba melhor qual o âmbito em que a
câmara municipal pretende atuar.
Prosseguiu o Sr. Presidente, sugerindo que na decisão, no capítulo III, após “(...)
será gravemente prejudicial para o interesse público”, se acrescente “conforme é
referido nos pontos 4 e 5”. Quando se está a falar dos pontos 4 e 5 está-se a falar
de contenção e nada mais que isso, não se está a falar de continuar o prédio. O
tribunal tem que decidir e decidirá da forma que entender. Agora, não podem é
assacar responsabilidades à câmara municipal de que não fez o possível para
resolver um problema complicado que ali está.
Disse a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus que sugeria, a seguir ao
“(...)interesse público”, que era o que o Sr. Presidente estava a dizer, pôr uma
vírgula e acrescentar “execução essa restringida ao referido nos pontos 4 e 5 do
capítulo II”.
Disse o Sr. Vice-Presidente que pode ser “restringido aos pontos 4 e 5 do capítulo
ll”,eparasiestáperfeito.
Continuou a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, mencionando que depois o
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%VI Reunião de 2020/01/22
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Vila Erar de Xira Deliberação fl2____________
Câmara Municipal
tribunal apreciará até com a posição da parte d requerente ou dos requerentes da
providência cautelar, já não se recorda se é um, se são mais requerentes.
Concluiu o Sr. Vice-Presidente que está perfeito, é isso mesmo.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, questionando se pode só fazer uma
pergunta antes de se pôr à votação.
Disse o Sr. Presidente que com certeza.
Prosseguiu a Sr Vereadora, perguntando: Se é tão fácil resolver isto, porque é que
o processo veio tão mal instruído para a reunião de câmara?
Disse o Sr. Presidente que não está mal instruído, os Srs. Vereadores é que estão a
pôr questões. Não está nada mal instruído, isto está perfeitamente claro, só quem
quer levantar problemas é que não vê. O próprio, para que fique tudo clarinho, faz
este acrescento. Portanto, com esta alteração que agora se acabou de introduzir
no final do capítulo III, da decisão, vai pôr o ponto à votação e cada um toma as
decisões que bem entender.
Pediu o Sr. Vereador Carlos Patrão ao Sr. Presidente para ler exatamente a
alteração.
Referiu o Sr. Presidente que o Sr. Vice-Presidente vai ler.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, lendo a alteração: “Em face do exposto, a
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, por deliberação tomada na sua reunião
pública ordinária de 22 de janeiro do ano em curso, reconhece que a manutenção
do diferimento de execução do ato administrativo praticado pela câmara municipal,
relativo ao procedimento de licenciamento do processo n2 56/12, titulado pela
admissão de comunicação prévia n2 33/15, emitida em 4 de novembro de 2015,
será gravemente prejudicial para o interesse público, restringido aos pontos 4 e 5
do capítulo II”.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, pedindo desculpa e dizendo que pensa que
tem de haver alguma referência que restrinja a prossecução da obra até à
conclusão das caves, qualquer coisa desse género.
Disse o Sr. Presidente que isso já está nos pontos 4 eS.
Prosseguiu o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que não é bem isso, pede
desculpa, mas não consegue ler isso que lhe estão a dizer.
Referiu a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que o ponto 6 do capítulo II
21 resolução 11/13
FI. Livro
______________
109
A Á 1 Reunião de 2020/01/22
Proc2
_________________
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
também refere o elevado risco de instabilidade da obra.
Disse o Sr. Presidente que o ponto 6 refere isso mesmo, pelo que se acrescenta o
ponto 6, ficando os pontos 4, 5 e 6.
De seguida, pôs o ponto à votação, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por maioria, com os votos contra do Bloco de
EsquerdaedaCDU.
Perguntou o Sr. Vereador Nuno Libório se pode fazer uma declaração de voto, ao
que o Sr. Presidente respondeu que o Sr. Vereador faça o favor.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, lendo a declaração de voto: “A CDU vota
contra fundamentalmente pelos seguintes motivos:
Conhecida que está a acusação contra a câmara municipal, colocando-lhe um ánus
de responsabilidade junto do tribunal, de esclarecer cabalmente de que não há
violação grosseira de várias normas do Plano Diretor Municipal, é entendimento da
CDU que deveria aguardar-se pela resoluçâo, junto do tribunal competente, para
cabal, imediato e, sem margem para dúvidas, esclarecimento desta situação;
Não ignoramos, não escamoteamos, nem desvalorizamos as questões de
segurança de pessoas e bens, que a nosso ver, independentemente desta
resolução, podem e devem ser tomadas no concreto pelos diferentes
intervenientes, começando pela responsabilidade direta da câmara municipal;
Terceiro e último aspeto, ficou provado que da nossa parte havia e há tolerância e
capacidade para continuar a discutir uma melhor resolução, no sentido de
acautelar todos os interesses em causa, coisa essa que nos foi negada por um
cumprimento exagerado, de pressão para que este ponto tivesse que ser hoje
inevitavelmente votado, ao contrário da nossa expectativa e proposta reiterada
para que daqui a 15 dias, ou outro tempo inferior, pudéssemos, em consciência, e
com mais tranquilidade, observar as propostas todas em causa”.
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra ao Sr. Vereador Carlos Patrão, para
fazer uma declaração de voto.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que o Bloco de
Esquerda votou contra porque não é claro que na proposta que veio à reunião de
câmara a declaração de interesse público se cingisse apenas à consolidação das
fundações do edifício e se restringisse apenas à cave. A proposta que veio, inicial,
21 resolução 12/13
____
FI. Livro
_____________
110
Reunião de 2020/01/22
Município
,. A if lProc
____________________
de fnJ 12111Vila Franca de Xira J/L4 Deliberação n____________
Câmara Municipal
‘
para o Bloco de Esquerda não é clara nesse sentido, e portanto não quer correr o
risco de que ela possa por si só parar a providência cautelar. A proposta de
alteração, que visava ultrapassar esta questão, também para o Bloco de Esquerda
não foi clara. Nesse sentido, votou contra.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo, já agora, que vai fazer uma declaração
de voto também, porque, efetivamente, o que o executivo trouxe a reunião de
câmara foi uma questão de interesse público, de segurança de bens e pessoas, no
sentido de, de facto, continuar os trabalhos de contenção que foram interrompidos.
Não está em causa, de modo nenhum, a intromissão seja do que for no trabalho
que o tribunal tem que fazer, no que diz respeito à providência cautelar, está,
única e exclusivamente em consideração, no espaço mais curto possível, os
trabalhos que foram suspensos, no que diz respeito à contenção, poderem ser
feitos até ao limite da cota da via. É única e exclusivamente isso que preocupa o
executivo e aquilo que efetivamente o move, ao trazer esta resolução
fundamentada, que naturalmente de seguida vai ser enviada ao tribunal.
Deliberado aprovar, por maioria, com os votos contra dos membros da CDU e do
Bloco de Esquerda, e com a alteração proposta pelo Sr. Presidente, alteração essa
constante do capítulo III, respeitante à decisão, que a manutenção do diferimento de
execução do ato administrativo praticado pela câmara municipal, relativo ao
procedimento de licenciamento do processo n2 56/12, titulado pela admissão de
comunicação prévia n2 33/15, emitida em 4 de novembro de 2015, será gravemente
prejudicial para o interesse público, restringido aos pontos 4, 5 e 6 do capítulo II.
21 resolução 13/13
FJ. Livro
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- 111
1
A 11 Reunião de 2020/01/22Município LIJIJI Proc2 1/20 PMOTPDMde AliVila Franca de Xira Deliberação n
- 034
Câmara Municipal j -
1. Assunto: 3 ALTERAÇÃO AO PLANO DIRETOR MUNICIPAL
— INÍCIO DO
PROCEDIMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 3/20, de
13/01, do DPGU/DPOT, para aprovação do início do procedimento da 3 alteração
do Plano Diretor Municipal, de acordo com o n2 1, do artigo 76, do Decreto-Lei
n2 80/2015, de 14 de maio, com as adaptações constantes no Decreto-Lei
n2 165/2014, de 5 de novembro, do Regime jurídico dos Instrumentos de Gestão
Territorial, da sujeição do procedimento e dispensa do procedimento de avaliação
ambiental, consubstanciado com o definido no Decreto-Lei n2 232/2007, de 15 de
junho, dos termos de referência do procedimento, do Regime de Avaliação
Ambiental Estratégica, alterado pelo Decreto-Lei n2 58/2011, de 4 de maio.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 3/20, de 13/01, do
DPGU/DPOT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
22 POM
FI. Livro
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RAta 112
Reunião de 2020/01/22
Município Proc 3/11 LOTECMde
Vila Franca de Xira Deliberação n’
-
Câmara Municipal
1. Assunto: 2 ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO DO CASAL DA COLHER, TITULADO PELO
ALVARÁ DE LOTEAMENTO N 4/2013-AUGI - ALVERCA DO RIBATEJO
- CONSULTA
PÚBLICA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 4/20, de 08/01, do
DPGU/DPOT, para aprovação da abertura de consulta pública, pelo período de
15 dias, nos termos do n2 2, do artigo 22, do Decreto-Lei 555/99, com as várias
alterações em vigor, conjugado com o n2 3, do artigo 6, do Regulamento Municipal
de Urbanização, Edificações e Taxas por Operações Urbanísticas, do projeto da
2 alteração ao loteamento do Casal da Colher, titulado pelo alvará de loteamento
n4/2013-AUGl.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 4/20, de 08/01, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
—
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
—
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que ainda está na expectativa que
haja um bocadinho de tempo depois, no final da reunião, para esclarecer uma
dúvida levantada no período inicial da discussão, no período antes da ordem do
dia, que tem a ver também com uma AUGI, mas num outro contexto e discussão,
porque aquilo que foi dito foi longe de ser a intenção dos vereadores da CDU, mas,
como em tudo na vida, está-se cá para ouvir também.
A pergunta que os membros da CDU irão fazer ao Sr. Presidente não é muito
diferente da pergunta que fizeram por conta do Casal Cabreiro, que foi objeto de
discussão na última reunião de câmara, realizada no Palácio do Sobralinho. A
coincidência não é o facto de ser em Arcena, a coincidência é que, de facto,
também as infraestruturas fundamentais, rede de águas, saneamento, passeios ou
23 colher 1/3
_____
El. Livro
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113
Reunião de 2020/01/22
Município &/ si a Proc2 3/11 LOTECMVila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
estradas, e crê que pelo menos estas últim s, com exceção da primeira, não
estarão concluídas. A pergunta que colocam, objetivamente, é: Após esta
alteração, quais são os prazos reais para a câmara municipal assumir a sua quota-
parte de responsabilidade no que à construção das infraestruturas diz respeito?
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dizendo que vai repetir aquilo que também disse há
15 dias. Foi já entregue, pensa que ontem, o estudo prévio do Casal da Colher,
Casal Cabreiro e Casal da Carcaça, onde se vai neste momento analisar aquilo que
se disse há 15 dias, as infraestruturas, a nível do estudo prévio. Neste momento
vai-se considerar tudo o que foi dito há 15 dias, tem que se ir conferir o estudo
prévio, para se ver o cronograma seguinte.
Se depreendeu, o que estava em causa era o cronograma seguinte, agora os
serviços vão analisar o estudo prévio que foi entregue referente ao Casal da
Colher, ao Casal Cabreiro e ao Casal da Carcaça.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que há aqui uma precisão, em
termos geográficos o Casal da Colher é no sentido oposto.
Referiu o Sr. Vice-Presidente que fica dentro do estudo prévio.
Perguntou o Sr. Vereador Nuno Libório como é que pode estar integrado.
Respondeu o Sr. Presidente que os acessos interligam-se.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que nào, é diferente, este é no sentido oposto, e
o Sr. Presidente que não tenha dúvida do que o próprio lhe está a dizer.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que houve um que se teve de fazer em
conjunto, e por isso está equivocado.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, referindo que o Casal Cabreiro tem que se
juntar ao Casal da Carcaça.
Respondeu o Sr. Presidente que é isso, exatamente, este é o Casal da Colher, é
diferente.
Mencionou o Sr. Vereador Nuno Ubório que este é diferente, e por isso é que
estava a dizer.
Interveio novamente o Sr. Vice-Presidente, mencionando que o procedimento
englobou os três, e foi isso que disse há 15 dias.
O Sr. Vereador Nuno Libério interveio, referindo que o procedimento de análise,
não podeserdeobra.
23 colher 2/3
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FI. Livro
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114
Reunião de 2020/01/22
Município Proc 3/11 LOTECMde
Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
Interveio o Sr. Presidente, questionando se fá mais alguma questão, pois o Sr.
Vice-Presidente iá respondeu.
—
Não havendo, prosseguiu, colocando o ponto à votação, questionando quem vota
contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-presidente.
3/323 colher
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FI. Livro
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Fl.Ata 115
A Á ) Reunião de 2020/01/22
Município MIL,4 Proc2 1/20 CERTAUGIde 44j
Vila Franca de Xira Deliberação h -
- 036
Câmara Municipal j
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 95, DO LOTEAMENTO DA QUINTA DO SERPA - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n9 6/20, de 13/01, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 95 do loteamento da Quinta do Serpa, em Vialonga, no valor
de 5 318,92€, em nome de António Lopes Bairrada, registada na 2 Conservatória
do Registo Predial de Vila Franca de Xira aquando do registo do alvará de
loteamento n2 3/2012-AUGI, de 03/10, solicitado por Maria do Céu Ribeiro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n 6/20, de 13/01, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
24 Qta Serpa
FI. Livro
_____________
RAta
- 116
Reunião de 2020/01/22
Município Proc2 2/20 CERTAUGIde
Vila Franca de Xira Deliberação n’2 -
- 037
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 91, DO LOTEAMENTO DO CASALINHO
- VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n9 7/20, de 13/01 do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 91 do loteamento do Casalinho, em Vialonga, no valor de
6 283,57€, em nome de José Mendes David, registada na 2 Conservatória do
Registo Predial de Vila Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento
n2 4/2009-AUGI, de 06/10, solicitado por Valdemar da Silva Serdeira David.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 7/20, de 13/01, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
25 casalinho
FI. Livro
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li RAta 117
Reunião de 2020/01/22
Município Proc2 142/17 DOVSM-EMPde aVila Franca de Xira Deliberação n
- u 28
Câmara Municipal
1. Assunto: EIXO POVOS - QUINTA DA GRINJA — REQUALIFICAÇÃO DO ESPAÇO
PÚBLICO - VILA FRANCA DE XIRA - ORÇAMENTO DE TRABALHOS A MENOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna ri9 49/20, de
13/01, do DOVI/DEI, para aprovação da listagem e do orçamento de trabalhos a
menos, no valor de (-) 14 598,72€, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, com a
dedução deste valor ao preço contratual, nos termos do n2 1, do artigo 3792 do
Código dos Contratos Públicos, não assistindo ao empreiteiro o direito de
indemnização previsto no n2 1, do artigo 381, do referido código, referente à
empreitada do Eixo Povos — Quinta da Grinja — Requalificação do espaço público,
em Vila Franca de Xira, adjudicada à Unikonstroi, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 49/20, de 13/01, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: —
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
26 Ghnja
A. Livro
______________
118
li Il,j\ Reunião de 2020/01/22
Município Ali Proc2 142/17 DOVSM-EMPde
‘1Vila Franca de Xira DelTberaçâo h -
- 039
Câmara Municipal
1. Assunto: EIXO POVOS - QUINTA DA GRINJA - REQUALIFICAÇÃO DO ESPAÇO
PÚBLICO - VILA FRANCA DE XIRA - AUTO DE VISTORIA E RECEÇÃO PROVISÓRIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 52/20, de
13/01. do DOVI/DEI, para aprovação do auto de vistoria para receção provisória,
datado de 2019/12/30, referente à empreitada do Eixo Povos
— Quinta da Grinja —
Requalificação do espaço público, em Vila Franca de Xira, adjudicada à Unikonstroi,
Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 52/20, de 13/01, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
27 Povos
_____
FI. Livro
_____________
c 44) Reunode 62O/O1/22
Município 4JJV’ Proc2 22/13 DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n’
- 040
Câmara Municipal j
1. Assunto: EXECUÇÃO DA PASSAGEM SUPERIOR PEDONAL DO FORTE DA CASA -
AUTO DE VISTORIA PARA EFEITOS DE LIBERAÇÃO DE CAUÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 50/20, de
13/01, do DOVI/DEI, para aprovaçâo do auto de vistoria, datado de 2020/01/03,
bem como da autorização da liberação do montante remanescente da caução
prestada, por terem decorrido 5 anos sobre a data do auto de receção provisória,
referente à empreitada de execução da passagem superior pedonal do Forte da
Casa, adjudicada à Cordivias, Engenharia Ld, atendendo à inexistência de defeitos
da obra, nem qualquer situação que careça de correção.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 50/20, de 13/01, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
28 pedonal
_____
Ei. Uvro
e EI. AtaA á j Reunião de 2020/01/22
Município JfJ5j Proc 75/19 DOVSM-EMP
Vila Frar de Xira 11 Deliberação n’_....J4f_
Câmara Municipal
1
1. Assunto: EXECUÇÃO DE ACESSIBIUDADE INCLUS1VA - REQUAUFICAÇÃO DA
AVENIDA INFANTE DOM PEDRO - FASE 1 - ALVERcA DO RIBATEJO
- PLANO DE
SEGURANÇA E SAÚDE
-__________________
2. Resumo: Presente o processo Instruído com comunicação interna nQ 55/20, de
13101. do DOVI/DEI, para aprovação do plano de segurança e saúde referente à
empreitada de execução de acessibilidade inciusiva
— Requalificação da avenida
Infante Dom Pedro Fase 1, em Alverca do Ribatejo, adjudicada à Topbet - Trabalhos
de Obras Públicas e Pavimentos Betuminosos, SA. --________
__________
3. informaçõeslpareceres: Anexa-se comunicação interna n2 55/20, de 13/01, do
DOVI/DOVI. documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.—
—__________________________
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
29 D. Pedro
_____
FI. Livro
______________
SAJU ReunodeO2O/01/22
Município ti, Proc2 6/19 DOVSM-EMPde 1Vila Franca de Xira Deliberaçao n - -
Câmara Municipal J
1. Assunto: REMODELAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE OBRAS,
VIATURAS E INFRAESTRUTURAS - VILA FRANCA DE XIRA - PLANO ESPECÍFICO DE
SEGURANÇA PARA REMOÇÃO DE AMIANTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 54/20, de
13/01, do DOVI/DEI, para aprovação do plano específico de segurança, nos termos
do disposto no n2 1, do artigo l2, do Decreto-Lei n 273/2003, de 29/10, para
remoção de amianto, a integrar no plano de segurança e saúde da obra referente à
empreitada de remodelação das instalações do Departamento de Obras, Viaturas e
Infraestruturas, em Vila Franca de Xira, adjudicada à AECI — Arquitectura,
Construção e Empreendimentos Imobiliários, SA.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 54/20, de 13/01, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-presidente.
30 oovi
FI. Livro --
Ai FLAta 122
L1 Reunião de 2020/01/22
Município
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n____________
Câmara Municipal
1. Assunto: ACORDO DE ESTÁGIO NA QUINTA MUNICIPAL DE SUBSERRA
- ESCOLA
PROFISSIONAL AGRÍCOLA FERNANDO BARROS LEAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 13/20, de
08/01, do DED/DDL, para aprovação da minuta do acordo de estágio a celebrar
com a Escola Profissional Agrícola Fernando Barros Leal, para realização de um
estágio em contexto de trabalho pelo aluno do Curso Técnico de Agropecuária,
João Miguel Barreiros Henriques, no período compreendido entre de 27 de janeiro e
14 de fevereiro de 2020, não tendo qualquer encargo financeiro, a realizar na
Quinta Municipal de Subserra.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 13/20, de 08/01, do
DED/DDL, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
—
31 Subserra
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
FI. Livro
FI. Ata
Reunião de 2020/01/22
Proc
________
Deliberação rP o”
1. Assunto: CORRIDA DAS LEZÍRIAS 2020 - ACORDO DE COOPERAÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 15/20, de
09101, do DEDIDDL para aprovação da minuta do acordo de cooperação a celebrar
com a Cooperativa de Desporto e Cooperação, no âmbito da organização da
Conida das Lezírias 2020.—-—
4.
5.
Informaçõeslpareceres: Mexa-se comunicação Interna n° 15/20, de 09/01, do
DED/DDL documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. —
Dotação orçamental: Plano Orçam.
Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador Mtónio Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
-
3.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador Mtónio Félix.
--_____
32 Iezfdas
FI. Livro
______________
uode2d/01/22
Município
Proc2
____________________
de Ali
Vila Franca de Xira Deliberação rW_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PRÉMIO CARLOS PAREDES - EDIÇÃO DE 2020 - PRAZO DE CANDIDATURA -
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 10/20, de
09/01, do DCT/DCMPH, para aprovação do período de receção de candidaturas no
âmbito da operacionalização do Prémio Carlos Paredes — Edição 2020, entre 1 e 30
de abril de 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 10/20, de 09/01, do
DCT/DCMPH, documento que se dá inteiramente reproduzido nesta parte da ata.----
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
33 carlos Paredes
FI. Livro
_____________
t ii FLAta 125(1111 Reunião de 2020/01/22
Município F1VI Proc2
____________________
de 4
_____
Vila Franca deXira Deliberaçao ri -
- 048
Câmara Municipal
1. Assunto: PROPOSTA DE CONTRATO-PROGRAMA - SOCIEDADE EUTERPE
ALHANDRENSE/CONSERVATÓRIO REGIONAL SILVA MARQUES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 18/20, de
15/01, do DCT/DCMPH, para aprovação da minuta do contrato-programa a celebrar
com a Sociedade Euterpe Alhandrense, que define a atribuição de uma
comparticipação financeira, no valor de 36 000,00€ por ano, em 2020, 2021 e
2022, destinada ao apoio da concretização das atividades culturais para o
município e de apoio à família de alunos matriculados no ensino artístico
especializado dos cursos de dança e música do Conservatório Regional Silva
Marques, da referida associação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 18/20, de 15/01, do
DCT/DCMPH, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
34 5EA
FLAta 126
Reunião de 2020/01/22f F1. Livro
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Município -
de
Vila Franca de Xira Deliberação n
- 047
Câmara Municipal
1. Assunto: DOAÇÃO DE BENS CULTURAIS DO ESPÓLIO DO PINTOR RUI FILIPE, PARA
INCORPORAÇÃO NO ACERVO DO MUSEU DO NEO-REALISMO, PELOS HERDEIROS -
ADENDA AO CONTRATO DE DOAÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 8/20, de
09/01, do DCT/DCMPH/MNR, para aceitação da doação de bens culturais do espólio
do pintor Rui Filipe, cuja lista descritiva se anexa à adenda ao contrato de doação
celebrado em 2019, pertença dos seus herdeiros, Teresa Nazaré Cândido de
Figueiredo, Isabel Maria Nazaré Cândido de Figueiredo, Maria Luísa Nazaré Cândido
de Figueiredo Pinto Eliseu e Manuel Nazaré Cândido de Figueiredo, cujo valor
patrimonial é de 4 775,00€, para incorporação no acervo do Museu do Neo-
Realismo, e aprovação da minuta da adenda ao contrato da doação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 8/20, de 09/01, do
DCT/DCMPH/MNR, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
35 Rui Filipe
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Município 1 Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação rW
- 048
Câmara Municipal
1. Assunto: DOAÇÃO DE BENS CULTURAIS PARA O ACERVO DO MUSEU DO NEO-
REALISMO, POR MARIA MANUEL MOTA SALDANHA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 11/20, 10/01,
do DCT/DCMPH/MNR, para aprovação da doação de um conjunto de bens culturais,
publicações periódicas, cuja lista descritiva se anexa ao contrato de doação,
pertença de Maria Manuel Mota Saldanha, cujo valor patrimonial é de 400,00€,
para incorporação no acervo documental do Museu do Neo-Realismo, e aprovação
da minuta do contrato de doação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 11/20, de 10/01, do
DCT/DCMPH/MNR, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
36 Saldanha
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EI. Uvro
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e Fi.Ata - 128Reunião de 2020/01122
Município A Pitd
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Vila Fwa de Xira DeIibeEEffj9
Câmara Municipal
1. Assunto: DOAÇÃO DE BENS CULTURAIS PARA O ACERVO DO MUSEU DO NEO
REAUSMO, POR MARIA CECILIA PEREIRA SERRÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação Interna n2 10/20, de
10/01, do DaIDCMPH/MNR, para aceitação da doação de bens culturais,
fotografias, cuja lista descritiva se anexa ao contrato de doação, pertença de Maria
Cecif ia Pereira Serrão, cujo valor patrimonial é de 100,00€, para incorporação no
acervo documental do Museu do Neo-Realismo, e aprovação da minuta do contrato
de doação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna nQ 10/20, de 10/01, do
Da/DCMPH/MNR, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr* Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Si” Vereadora Manuela Ralha.
37 sertão
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RAta 129
A RI Reunião de 2020/01/22
Município IA Proc2
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de AliVila Franca de Xira Deliberação n’2___________
Câmara Municipal
1. Assunto: EXPOSIÇÃO “RAÍZES DE UMA COLEÇÃO: ALVES REDOL E (SEUS)
ILUSTRADORES”
- CATÁLOGO - PREÇO DE VENDA AO PÚBLICO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 9/20, de
09/01, do DCT/DCMPH/MNR, para aprovação do preço de venda ao público do
catálogo da exposição “Raízes de uma Coleção: Alves Redol e (seus) Ilustradores”,
pelo valor unitário de 12,50€.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 9/20, de 09/01, do
DCT/DCMPH/MNR, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
da ata.
4. Dotação orçamental: Plano -— Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
paraaprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrâo, dizendo que começava por dar os parabéns
à câmara municipal e ao Museu do Neo-Realismo por terem inaugurado a
exposição. Foi à exposição, de facto é muito interessante, mas, apesar de tudo,
não pode deixar de criticar que o catálogo não estivesse disponível. Só hoje, pelos
vistos, é que está disponível, porque hoje é que se está a votar pela sua
concretização.
Julga que era importante que estes catálogos fossem disponibilizados quando as
exposições são inauguradas, e deixa a crítica, que espera que seja construtiva,
para que nas próximas exposições de facto estejam disponíveis.
O Sr. Presidente interveio, mencionando que o habitual é isso que se faz, mas nem
sempre se consegue fazer. Depois, também há determinado tipo de exposições,
pela sua especificidade, que se calhar tem sentido fazer um outro momento para a
apresentação do catálogo, e isso faz-se, claramente, quando se justifica. Quando
não se justifica, obviamente que aquilo que deve acontecer é o catálogo ser
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
apresentado no momento da exposição.
Interveio a Sr Vereadora Manuela Ralha, mencionando que é exatamente isso que
o Sr. Presidente disse.
Neste caso muito específico aconteceu, como tem acontecido na maioria das
exposições de grande fôlego, como foi esta, pelo trabalho de design que tem de
ser desenvolvido e pelo trabalho das curadoras, sendo que, como o Sr. Vereador
Carlos Patrão deve saber, porque a informação é-lhe prestada, não se recorre ao
exterior para fazer todo o tipo de trabalho, nem para fazer layout, nem para fazer
as exposições, nem para fazer os catálogos, é a designer que faz o layout, faz os
catálogos também, e nem sempre é possível fazer.
Na maior parte das situações não é possível devido à dimensão a que a
investigação e o trabalho obrigam, tanto à curadoria, como ao designer, ter o
catálogo feito na altura, e isso também permite fazer-se a apresentação do
catálogo duma forma diferenciada da inauguraçâo, e que a exposição tenha dois
momentos altos, não se esgotando toda a promoção e divulgação da própria
exposição em si num só único momento.
Tem que se acautelar que a qualidade seja preservada, e é isso que se pretende
com esta situação. Foi isso que se pretendeu neste caso, que a qualidade da
exposição e a qualidade do catálogo atinja os valores que se está habituado a
oferecer ao público.
—
Interveio de novo o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que o Bloco de Esquerda
também é sensível à argumentação de que o catálogo tem que estar de acordo,
até com a própria qualidade da exposição, mas que o desculpem, pois não pode
concordar com a questão de se ter uma exposição que é visitada pelo público e
não ter um catálogo, até porque as pessoas que lá estavam criticaram esse facto,
queriam o catálogo e estavam dispostas a pagá-lo.
Isto até tem implicações nas próprias receitas do museu e para financiar o
catálogo, sabendo-se que estes catálogos têm uma despesa ainda relevante no
âmbito da exposição.
Pensa que faz todo o sentido, independentemente, como é evidente, de ser
sensível às questões que a Sr Vereadora levanta, da qualidade do catálogo, o
catálogo não poderia vir para rua se não tivesse a qualidade que tem de ter, e se
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RAta r
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Câmara Municipal
calhar estas coisas têm de ser tratadas com mais antecedência, para que bata
tudo certo e para que as pessoas, quando vão à exposição, possam comprar o
catálogo, que é uma coisa que julga que é normal.
Interveio o Sr. Presidente, colocando o ponto à votação, questionando quem vota
contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
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RÃ1 Reurãode OO/O1/22Município JftA Proc2
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Vil a Franca de Xira 1V Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Pelas 12h58, após a discussão do ponto 38 da ordem do dia, interveio o Sr.
Presidente, dando a palavra ao público presente, prosseguindo posteriormente
com a discussão e votação dos restantes pontos da ordem do dia.
publico
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5 FI.Ata 133J Reunião de 2020/01/22
Município
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Vila Franca de Xira Sf7 Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
ACESSIBILIDADES-VILAFRANCADEXIRA
Interveio a munícipe, Sr Maria Manuela Madeira, dando os bons dias a todos os
presentes e também para quem está a ver a reunião em casa, começando por
dizer uma coisa que não está escrita na ficha e que acabou de saber, porque
perguntou, que é qual é a ordem, depois do público se inscrever, para expor aquilo
que aqui vem fazer.
Teve a informação que é do livre arbítrio do Sr. Presidente da câmara, e não tem
propriamente uma opinião vincada sobre isto, mas à partida tenderá a discordar, e
também quer dizer, à laia do mesmo assunto, que não raras vezes não utiliza a
prerrogativa que tem de prioridades, tanto em organismos públicos, como
privados. Umas vezes sim, outras vezes não, depende, fica apenas o reparo e
possivelmente terá que se informar melhor.
Relativamente ao que escreveu na ficha para falar, lamentavelmente, 2 meses
depois está de novo na reunião a falar de acessibilidades. Já enviou, como o Sr.
Presidente sabe, mais de meia dúzia de e-mails dirigidos ao mesmo, pessoalmente,
bem como à junta de freguesia, decidiu levar o assunto um pouco em rede, como
se costuma dizer, e não o tem visto resolvido.
Depois, mais ainda, conforme consta num e-mail que enviou ao Sr. Presidente, de
facto o Sr. Presidente comprometeu-se em preencher um declive que está no seu
prédio, para poder sair, e foi feito, conforme disse ao Sr. Presidente, mandou-lhe
fotogramas do assunto, está tudo devidamente documentado, mas lamenta dizer
que está pior, porque pediu auxílio à câmara municipal, pediu auxílio à junta de
freguesia, ambas fizeram, enfim, uma pequenina intervenção, mas os senhores
automobilistas, os senhores condutores, decidiram, não sabe porquê, agravar
ainda a sua atuação, chegando-se ao ridículo de porem uns pneus, conforme
também já documentou por fotogramas, entre o bocadinho, que deve ter uns
15cm, entre um pilarete e a berma do passeio, o que é ridículo, no mínimo.
Como também já alertou por vários e-mails, aquilo não se resolve, na sua modesta
opinião, sem um mínimo de sinalética. Também já deu conhecimento desta
situação às autoridades competentes, e teve a informação que à partida irão
trabalhar todas em conjunto. O que a preocupa, chegados aqui, por isso está
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Fl.Ata 134
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Vila Franca de Xira ‘eliberaçao n°
Câmara Municipal
presente na reunião mais uma vez, é que já fel 2 meses no dia 18 desta sua
exposição, que já vinha de trás, já tinha pernas para trás.
Deixa só um reparo, pensa que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira deveria
responder a quem lhe escreve, a quem lhe manda e-mails, a quem intervém na
cidade, por este e por outros assuntos. Como se costuma dizer, é um ditado muito
antigo, “toda a carta merece resposta”, e pessoalmente não tem tido essa atenção
por parte da autarquia, nem da câmara municipal, nem da junta.
Não gosta de se sentir discriminada, mas pensa que está a ser bastante
desconsiderada e isto é também para quem está a ver, porque, conforme disse na
última intervenção que teve na reunião de câmara, a 18 de dezembro, tanto se fala
de acessibilidades, de incapacidades, e volta a repetir, pois nunca é demais, aliás
há pessoas presentes que sabem bem do que é que está a falar e possivelmente
darão ainda mais valor às suas palavras, não se compreende como é que aqui
chegados está numa situação mais delicada, pior, obrigando-se inclusivamente a
estar quase semanalmente a chamar as autoridades competentes sobre a matéria.
Gostaria de não voltar à reunião, não é que não goste de ver os presentes, mas
também tem acesso pela lnternet, e é realmente lamentável que volte aqui, a falar
dum assunto que mundialmente é falado e tratado.
Terminou, agradecendo e desejando um bom dia a todos.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a Sr Vereadora Manuela Ralha vai
responder naquilo que são as suas áreas de competência, e o próprio dirá que
efetivamente a mobilidade acessível é um trabalho grandioso, a que durante
décadas as câmaras municipais nunca ligaram nenhuma. Hoje em dia a
sensibilidade é completamente diferente, a dos políticos, e sobretudo de técnicos,
porque muitas das vezes estas matérias, que são do trabalho corrente, têm que ser
os técnicos a avaliar, a trabalhar e a resolver, obviamente que com o trabalho que
os autarcas também desenvolvem em termos políticos.
A sensibilidade hoje é completamente distinta, mas não se pode exigir que se faça
de uma vez aquilo que não se fez durante décadas. Hoje, felizmente, por um lado,
e se calhar por razões óbvias, a câmara municipal tem uma vereadora com uma
sensibilidade completamente distinta dos outros, que tem tido um trabalho e uma
exigência naquilo que devem ser as reparações para que todos, numa sociedade
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Vila Franca de Xira liberaçao n2
Câmara Municipal
inclusiva, cheguem a todo o lado.
É por isso mesmo que vai passar a palavra à Sr Vereadora Manuela Ralha, para
dizer também o que é que a câmara municipal tem andado a fazer, com a
convicção que não se conseguirá, num “estalar de dedos”, fazer tudo, mas está-se
a tentar melhorar significativamente o que estava mal feito.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, mencionando que não pretende
responder diretamente à Sr Manuela Madeira, mas no seu caso a câmara
municipal está a estudar a situação de pôr uma sinalética vertical, porque se as
pessoas não percebem a bem, têm que perceber a mal. O problema que se coloca
não é um problema, neste momento, da câmara municipal, é um problema de
civismo e da polícia, porque a polícia, a câmara municipal e a junta de freguesia,
de facto, têm feito um esforço imenso para conseguirem alterar a situação da
inacessibilidade nesta cidade. Está-se a falar em Vila Franca de Xira, mas
infelizmente continuam-se a ver todos os dias situações de estacionamento
abusivo em cima do passeio, em cima de rampas, a própria vê-se confrontada
todos os dias com a impossibilidade de circular nas principais artérias da cidade.---
Efetivamente, a lei já prevê que quando há a atuação da polícia em situações de
estacionamento abusivo sejam retirados pontos da carta e a pessoa receba uma
coima de valor assinalável, e também tem havido uma grande crítica da parte dos
automobilistas e dos cidadãos, dos habitantes em Vila Franca de Xira, que a polícia
tem intervindo muito mais musculadamente na passagem de multas no
estacionamento abusivo.
Pensa que aqui, de facto, tem que fazer um louvor à atuação da Polícia de
Segurança Pública, porque se não fosse este esforço que tem sido feito no sentido
de autuar o estacionamento abusivo estavam todos presos em casa, os que têm
mobilidade condicionada não poderiam sair à rua.
Dito assim, também se tem feito, da parte da câmara municipal, um imenso
esforço de adaptação do espaço público, está-se a construir um parque infantil
inclusivo em Santa Sofia, na alteração que se fez nas obras de intervenção no eixo
da Quinta da Mina, em Santa Sofia, e fez-se um parque infantil ou uma zona de
lazer e de recreio inclusiva na Quinta da Grinja.
O foco da câmara municipal, atualmente, tem sido, sempre que faz uma
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Câmara Municipal
intervenção no espaço público fazê-lo para que todos possam usufruir desse
mesmo espaço. Cada vez mais as cidades têm que ser desenhadas de todos e para
todos, têm que ser vividas por todos, e não se pode esquecer que não se está só a
falar de pessoas que adquiriram uma incapacidade, mas pessoas que devido ao
adiantado da idade e à degeneração do tempo adquirem essa mesma
incapacidade e deficiência, ou seja, o avançar da idade e da medicina está a criar
novos deficientes e novas pessoas com incapacidade motora, e é para essas
pessoas que as novas cidades têm que ser desenhadas.
As cidades foram desenhadas no início dos séculos, e mesmo no século XX, para o
ser humano médio com uma determinada dimensão, hoje em dia isso já não é
aplicável para as pessoas que vivem todos os dias nas cidades, aldeias e vilas.
Com a criação do Gabinete das Acessibilidades tentou-se, de facto, devolver o
espaço público a todos, tem-se feito, como o Sr. Presidente disse e muito bem, e
deve deixar-lhe obviamente o seu sentido agradecimento por todo o esforço que
tem sido feito por todos os departamentos e divisões da câmara municipal no
sentido de adequar todas as políticas, sejam do âmbito desportivo, cultural e
social, ou mesmo de intervenção em termos de obras, para que sejam
intervenções que pretendam que todos possam participar na vida deste município.
Assim, é só isto que tem para dizer
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de 1Vila Franca de Xira A Deliberaçao n2____________
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
CAMPO DE FUTEBOL DA UNIÃO DESPORTIVA VILAFRANQUENSE
- VILA FRANCA DE
XIRA
Interveio o munícipe, Sr. Pedro Miguel Ferreira da Silva Torrão, dando os bons dias
a todos e dizendo que o que o traz hoje à reunião é a questão adormecida, diga-se
assim, há mais de 7 meses, depois duma subida de divisão do Vilafranquense a um
campeonato profissional. O tema parece estar adormecido, para não dizer outra
coisa, passaram-se 7 meses e o campo continua nas mesmas condições, a equipa
continua a jogar em Rio Maior e gostaria de deixar duas perguntas, e que fossem
esclarecidas, quer a si, quer a todos os vila-franquenses que tenham interesse no
tema.
Em outubro foi assumido, pelo Sr. Presidente, que estaria disponível para, em
conjunto com a SAD, em investimento partilhado, se poder avançar com as obras,
e a sua questão é que esta administração que está agora em funções, não só tem
capacidade, como tem vontade de avançar no imediato com melhoramentos ou
inclusivamente com a possibilidade dum estádio novo. Qual é o entrave neste
momento para que as coisas acelerem?
Está-se a meio duma época desportiva, se nada foi feito nos últimos 7 meses não
vê motivo nenhum para tal não acontecer. Se alguns podem estar por baixo da
mesa a “fazer figas” para que o clube volte a descer de divisão, pensa que é hora
de agarrar nas palavras do Sr. Presidente, que há pouco se fez sentir na mesa, e
que não vê que sejam necessárias, que é coragem, pois é preciso coragem para se
ser ambicioso e construir algo para a cidade, que, conforme um estudo público da
Liga Portuguesa de Futebol, pode trazer entre 3 a 5 milhões de retorno financeiro
ao concelho. Por isso, deixa a pergunta: Para quando a renovação, o melhoramento
ou a construção e condições para a equipa poder voltar a Vila Franca de Xira?
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o munícipe estava na reunião de câmara e
ouviu o que o próprio disse. Se calhar já cá estava quando falou sobre esta matéria
da UDV, mas não sabe.
Disseomunícipequenão.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que esta matéria já foi colocada hoje, mas não
tem problema, vai é repetir-se.
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Câmara Municipal 7
Assim, há duas situações, e uma é em termos estruturais, a Liga não pode exigir
aquilo que os clubes não têm, e num determinado contexto, como foi o sucesso
desportivo que a UDV teve, de passagem de divisão, não pode exigir que num
“estalar de dedos” agora se resolvam coisas que a câmara municipal não pode
fazer, por lei está restrita à relação com o clube UDV e não com SAD/UDV, são
coisas completamente distintas.
Como o Sr. Pedro Torrão sabe, o próprio já conheceu pelo menos dois responsáveis
pela SAD. Teve uma reunião há pouco tempo com a pessoa que comprou a SAD,
que lhe disse que está disponível, e aliás o anterior também estava, e foi agora
reiterado que está disponível para o desenvolvimento de uma estratégia
desportiva diferente daquilo que tem sido até agora. Gostou do que ouviu, mas
agora tem que se verificar como é que se vai evoluir.
Quanto ao que foi referido, já há muitos anos foi dito que se podia construir um
equipamento de usufruto para a UDV e para o Alhandra Sporting Club, e não sabe
se o munícipe se recorda disso, provavelmente não se recorda, pois já foi há algum
tempo.
Disse o munícipe que sim.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que o que é um facto é que esta ideia
não passou disso mesmo, uma ideia que foi imediatamente rejeitada por um dos
clubes que ia ter usufruto desse mesmo equipamento que se poderia vir a
construir.
Aquilo que disse há pouco ao Sr. Vereador Mário Calado foi que se pode voltar ao
tema, nunca é demais conversar e verificar, porque se se conseguir encontrar uma
solução para o Alhandra, poderia também ser ao mesmo tempo para usufruto da
UDV. No entanto isso tem a ver com as pessoas se entenderem, e muitas das
vezes é o mais difícil.
—
Em reuniões anteriores, e também na reunião a que já aludiu, aquilo que referiu foi
que se visse, em termos prioritários, o que é necessário fazer para melhorar as
condições do campo do Cevadeiro, para se resolver, e uma das situações era a
demolição da bancada junto à linha férrea e eventualmente construir outra. Pelo
menos era tirar a perigosidade que existe entre o término do campo e a primeira
fila dessa mesma bancada. Outra questão é pavimentar uma determinada zona
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de a
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Vila Franca de Xira Rfl 1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal
junto aos balneários, que foi uma das %icitações que se fizeram, e neste
momento junto dos serviços está-se a avaliar de que forma se pode resolver o
assunto.
Há uma outra questão, a passagem do campo de treinos para a formação, que está
junto ao pavilhão do Cevadeiro, para a Armada, na medida em que a câmara
municipal precisa desse espaço para as iniciativas que faz no Cevadeiro. O
Cevadeiro precisa de mais espaço, condições tem, mas precisa de mais espaço, e
essa é uma das questões que a câmara municipal pretende fazer, pelo menos até
ao final deste mandato.
Quando o munícipe lhe fala em construir um estádio para evitar que a equipa vá
para Rio Maior, não é obrigação da câmara municipal. A obrigação será, junto do
clube, encontrar soluções de espaço de terreno para poder evoluir e depois o clube
se entender com a SAD. Não sabe se alguma vez disse ao munícipe, mas pensa
que já terá dito, as relações institucionais são privilegiadas através do clube. Sobre
as questões da SAD, a SAD é uma área de desporto profissional, cada SAD faz
aquilo que entende ser o seu próprio interesse.
Agora, em todas as reuniões a que tem ido está um membro ou mais da comissão
administrativa do clube, porque é com eles que a câmara municipal se tem de
entender e o clube tem que se entender, naturalmente, com a SAD.
Desta forma, a câmara municipal vai fazendo o seu trabalho, comunga de algumas
questões que o munícipe referiu, mas a autarquia está limitada, e se esta SAD
agora tem condições financeiras para avançar ver-se-á de que modo é que, aí,
pode ter alguma influência. É aquilo que pode dizer.
Interveio o Sr. Pedro Torrão, perguntando se pode falar, pois tinha duas coisas
ainda para dizer
Interveio novamente o Sr. Presidente, pedindo desculpa mas dizendo que não.
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de 1ÇL- 11111Vila Franca de Xira
“ 14/14 Deliberaçao n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
OBRAS NA AVENIDA DOS COMBATENTES DA GRANDE GUERRA - VILA FRANCA DE
XIRA
Interveio a munícipe, Sr Maneta da Silva Sabino Benito, dando as boas tarde e
referindo que vem agradecer à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira a
humidade que se entranhou nas suas roupas e nos seus livros; Vem agradecer à
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira as paredes a estalar, a tinta a saltar e o
estado em que se encontra o pavimento de madeira da sua casa; Vem agradecer
as vezes que a água foi cortada sem aviso e a lama a correr nas torneiras; Vem
agradecer à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira sempre que não pôde sair ou
entrar em casa, com todos os acessos vedados; Vem agradecer à Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira o que já contribuiu para a EDP, pela energia dos
desumidificadores.
—
A sua coluna também agradece o esforço na limpeza, com a esfregona e o
aspirador, que também agradece, porque brevemente terá de ser reformado, com
tanta areia e terra que tem engolido; O seu acupuntor também agradece as
agulhas que o seu esqueleto já consumiu.
Vem agradecer à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira as vezes que lhe
bateram à poda para a informarem sobre todas as interrupções das obras; Vem
agradecer à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira a explicação atempada e
clara sobre o atraso das obras, que agora se sabe que se deve ao mérito do
Tribunal de Contas, mesmo que se saiba que aquela entidade só se pronuncia
sobre os concursos depois de serem lançados e na sua fase terminal; Vem
agradecer à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira as informações sobre o facto
de as obras terem estado paradas 5 meses, só de uma vez, e mais uns tempos
ainda para se acabar a parte de baixo da rua; Vem agradecer à Câmara Municipal
de Vila Franca de Xira os cartazes que sempre disseram o tempo que as obras
duravam, nomeadamente o último, que está tapado com os caixotes do lixo e não
se consegue ler, pelo que não se sabe até quando a obra irá decorrer; Vem
agradecer à Câmara Municipal de Vila Franca de Xira o enorme respeito e
frontalidade com que a tem tratado, não se eximindo de ouvir, auscultar e
manifestar solidariedade; Vem agradecer à Câmara Municipal de Vila Franca de
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Fl.Ata 141
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Município
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Vila Franca de Xira A fi joeliberaçao fl2_____________
Câmara Municipal
Xira o facto de não poder transportar a sua mãe, ue tem 94 anos, porque o carro
fica longe e custa-lhe a andar; Vem agradecer à èâmara Municipal de Vila Franca
de Xira por se recusarem a entregarem-lhe as compras, porque não se pode entrar
na rua e não há lugar para estacionar.
É claro que não tem nada para agradecer, esta foi a forma que resolveu utilizar
para ver se chama a atenção de alguém, sendo que ao longo destes 14 meses,
repete, 14 meses e 2 invernos, os seus prejuízos são incontáveis, mas isso que
interessa? É a única residente do lado ímpar da parte de cima da avenida dos
Combatentes da Grande Guerra, e o facto de a rua ter estado sem escoamento,
com a maior parte dos pavimentos em terra, fez uma acumulação de humidade,
que pouco a pouco se foi infiltrando debaixo da sua casa.
Nem sabe como terá capacidade financeira para reparar e/ou substituir o que
entretanto se foi degradando ao longo destes 14 meses. O que sabe é que
consegue todos os dias acumular a sua indignação pela total falta de respeito que
tem testemunhado, consegue todos os dias olhar aquele caos e pensar que um dia
há de acabar, consegue todos os dias matutar em como arranjar forças para lutar
sem que ninguém a oiça, consegue todos os dias esperar pela análise dos SMAS
sobre a qualidade da água, que 2 meses após a sua reclamação lá foi analisada e
quase um ano depois ainda não chegou o resultado, e consegue todos os dias
pensar que mais vale dizer, que calar, e por isso está perante a câmara municipal,
na expectativa que alguém dê um empurrão e a alivie deste pesadelo.
Terminou, dizendo que o seu nome é Maneta da Silva Sabino Benito, nasceu na rua
Direita, por cima do albardeiro e foi criada na avenida dos Combatentes da Grande
Guerra, n 83, onde reside, depois de recuperar a velha casa.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que a Sr Maneta Benito, com a sua
peculiar ironia veio trazer um desabafo, e em muitas questões compreende-se esse
mesmo desabafo e desencanto que trouxe, mas quer-lhe dizer (e pela relação que
tiveram no passado, pensa que fica por Maneta), que o grave da questão foi terem
passado não sabe quantas décadas para se fazer um trabalho que era necessário
fazer. Esse é que foi um problema complicado.
Se outros tivessem feito o que foi feito, se calhar, provavelmente, teriam feito
melhor que o executivo municipal, não sabe, mas este executivo tem vindo, a nível
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FI.Ata 142
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Município fih! Jproc
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de (y ,I1)lVila Franca de Xira AU Deliberação n2
Câmara Municipal
da cidade de Vila Franca de Xira, a investir muitos milhões de euros para resolver
problemas gravíssimos que se tinham em termos de saneamento e abastecimento
de água. Hoje a cidade não tem as inundações que tinha fruto justamente dos
investimentos que nunca foram feitos e foram feitos agora.
Outra questão é se a obra podia ter corrido melhor, e podia. Podia ter sido feita de
outra forma melhor? Podia, e aquilo que pode dizer é que lamenta e pede desculpa
pelos incómodos que se causaram à munícipe, mas o executivo também está
satisfeito que depois de a obra estar concluída está para usufruto de todos, dos
moradores e não só, e sobretudo as questões de substituição das condutas que
estavam envelhecidas, e que era necessário resolver, foram resolvidas. —
De facto, lamenta profundamente as questões que incomodaram a munícipe e
compreende algumas, está de acordo com as mesmas, se bem que muitas das
vezes as obras nem sempre têm a sequência que se desejaria, fruto de muitos
constrangimentos que esta própria obra teve.
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Fl.Ata 143
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Câmara Municipal
“ V
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
HABITAÇÃO SOCIAL — —
Interveio a munícipe, Sr Eunice Alexandra dos Santos Gomes, dando as boas tarde
e referindo que decidiu vir a esta reunião porque não sabe a que mais portas bater
e também pensa que se tem de ter noção de como é que os outros serviços tratam
as pessoas.
É mãe solteira, está a criar 4 filhos sozinha, nunca pediu o RSl - Rendimento Social
de Inserção, está a trabalhar há um ano •no hospital e consegue dar conta das
despesas e tudo o mais. Está numa casa camarária há 6 anos, está a fazer um ano
que a sua avó faleceu, escreveu uma carta para o departamento da habitação,
para a ajudarem a resolver o problema, e no dia 9 de janeiro foi chamada e o que o
advogado lhe disse foi que tinha que deixar a casa.
Perguntou-lhe como é que, a ganhar 600,00€, paga 600,00 de renda, e o mesmo
respondeu-lhe que não era problema dele, nem era problema da câmara municipal.
A engenheira que lá estava, que pensa que é a Eng Carla, perguntou-lhe se tinha
família que a ajudasse, e agora a própria pergunta: Vão-me pôr com 4 filhos
menoresnarua?
Não vai sair, não percebe muito de leis, nem de decretos, não está muito dentro do
assunto, mas esteve a ver a lei e há uma lei que diz que lhe podem ficar com a
casa, mas têm que lhe garantir alojamento. Não tem condições para pagar uma
renda, ou fica ali, ou então ficam-lhe com aquela casa e têm que lhe arranjar outra.
Foi à Segurança Social, foi a todo lado, e disse à assistente que a atendeu que se
não a podem ajudar vai fazer o que as outas fazem, vai deixar o seu trabalho, vai
inscrever-me para o RSI e vão ter que lhe dar subsídio, casa, vão ter que a ajudar. -
Pensa que se devia dar valor às pessoas que estão a trabalhar e a fazer pela vida.
Ganha 600,00€, paga a uma ama, felizmente abriu o infantário/pré-escola em
Povos e não tem que pagar a pré-escola, e tem lá 2 filhos, porque se tivesse que
pagar ama, infantário, renda, água, luz, gás, comer, roupas, o que é que seria da
sua vida?
O que quer saber é: Se o departamento de habitação não a pode ajudar, se a CPCj
não a pode ajudar, se a Segurança Social não a pode ajudar, quem é que a pode
ajudar?
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de iiiVila Franca de Xira I1eliberaão n2
Câmara Municipal VI
As únicas pessoas que se mostraram prestáveis e om soluções para si foram da
junta de freguesia, de resto, a todas as portas a que bateu, toda a gente lhe fechou
a porta, e o que o advogado da câmara municipal lhe disse foi que tem até dia 9 de
março para alugar uma casa. Se ele lhe pagar a renda, aluga uma casa, tirando
isso não pode fazer mais nada. Não sabe se lhe vão aparecer com a polícia, não faz
a mínima ideia, mas não vai pôr 4 menores a dormir na rua, isso não vai.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que não conhece o processo, a Sr Vereadora
Helena Pereira de jesus tem informação, mas aquilo que quer dizer, antes de
passar a palavra à Sr Vereadora, é que a câmara municipal quer ajudar, como é
evidente, mas todos têm que se ajudar a si próprios, têm que contribuir para que a
vida possa ser diferente, para melhor.
Não lhe passa pela cabeça, obviamente, que a munícipe, enquanto mãe solteira, e
os seus 4 filhos, não tenham, da parte da câmara municipal, ajuda, e não têm tido
certamente, mas é evidente que não conhece o processo, está a ouvir pela
primeira vez. No entanto a Sr Vereadora tem mais dados e certamente depois
poderá informar melhor, para ver de que modo é que se pode encontrar uma
solução, contudo, para se chegar a este extremo alguma coisa aconteceu.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, dizendo, segundo o que
os serviços a informaram, que a situação prende-se com o facto de a munícipe não
fazer parte do agregado familiar da moradora municipal.
Compreende a situação, está sensível à mesma, e o que lhe pode dizer é que está
a decorrer o concurso de atribuição de habitação, que termina dia 24.
Disse a munícipe que está a tratar da inscrição, mas falta muitas vezes ao
trabalho.
Terminou a Sr? Vereadora, mencionando que compreende isso, mas a munícipe
deverá tratar dessa inscrição até dia 24, sexta-feira. Mesmo que faltem
documentos, se não tiver todos os documentos, irá ser notificada para completar o
processo, mas deverá entregar a sua inscrição até dia 24. —
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FI.Ata 145
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de NuAVila Franca de Xira hIV Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
QUINTA DO ALFERES E ANEXOS - SUBSERRA
- SÃO JOÃO DOS MONTES
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à munícipe, Sr Clotilde Ferreira, que já
tirou certamente senha para estas reuniões, mas que faça o favor de intervir mais
uma vez.
Interveio a munícipe, Sr Clotilde Fernandes Ferreira, pedindo ao Sr. Presidente que
não esteja a entrar consigo, porque se pensa que é um incómodo a sua
intervenção, que lhe diga, longe de si tal ideia, incomodar o trabalho de alguém.---
Disse o Sr. Presidente que na última reunião disse à munícipe que pode vir à
reunião de câmara 50 vezes e 50 vezes vai ouvir a mesma coisa, mas que faça
favor.
Tomou a palavra a munícipe, dizendo que nem tudo é mau no meio disto e da sua
intervenção, e quer dar os parabéns à câmara municipal pela dedicação que está a
dar à Quinta de Subserra, pois está realmente muito bonita, nota-se que está a ser
bastante utilizada e tem um certo brilho noturno, que fazia muita falta na área.
Já agora, se o Sr. Presidente lhe permite, queria apenas perguntar ao Urb Ricardo
Ramalho, envolvido no processo, o porquê de fazer distinções entre as áreas
quando apresenta os projetos na CCDR - Comissão de Coordenação e
Desenvolvimento Regional. A Subserra está neste momento dividida em duas
partes, a parte urbana e a parte rural, e gostaria que alguém a pudesse esclarecer
sobre isso, já que é um estorvo, neste momento, para falar com alguém.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que já não sabe o que dizer mais à
munícipe, sinceramente já não sabe o que dizer mais, efetivamente, depois das
muitas reuniões que já tiveram e das muitas reuniões que já teve com o Urb
Ricardo Ramalho, que nunca se escusou a falar com a munícipe e que lhe tem
explicado tudo, mas às vezes as pessoas têm de estar recetivas para ouvir, se não
estão recetivas para ouvir tem que se falar mais vezes, certamente, não sabe.
A única coisa que diz é que este é um processo em que se tem vindo a conversar
e, como disse na última reunião da câmara, as pessoas podem fazer o que
quiserem, podem andar a fazer o que quiserem, mas isto tem que ser visto com
verdade, com rigor e não fazer disto outra coisa que não seja tentar resolver.
A câmara municipal está, obviamente, a analisar, mesmo em termos jurídicos, para
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Vila Franca de Xira
,Iv Deliberação n____________
Câmara Municipal
ver se há alguma saída, que não é simples, não é fácil, e a Sr Clotilde Ferreira que
dê tempo à câmara municipal para tentar resolver.
Virá as vezes que entender, provavelmente ouvirá sempre as mesmas coisas, é
istoquepodedizer
Agradeceu a munícipe pelas palavras.
Terminou o Sr. Presidente, agradecendo e referindo que se pudesse ter resolvido já
tinha resolvido, como é evidente.
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de IiVila Franca de Xira Deliberação n’ 051
Câmara Municipal
1. Assunto: COMPRA E VENDA DA FRAÇÃO DE H BITAÇÃO MUNICIPAL DESIGNADA
PELA LETRA “D”, SITA NA RUA FERNANDO NAMORA, N 6, R/C ESQ
- ALVERCA DO
RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 169/19, de 02/12, do
DHCS/DHIS, para aprovação da venda da fração de habitação municipal designada
pela letra °D”, sita na rua Fernando Namora, n2 6, r/c esq9, em Alverca do Ribatejo,
descrita na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira, sob o
n2 2351 da freguesia de Alverca do Ribatejo, e inscrita na matriz predial sob o
artigo 1674 da União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, a Maria
Manzaila Afonso, avaliada em 27 738,37€, com dedução correspondente a 20% na
modalidade de pronto pagamento, sendo o valor final de venda de 22 190,69€,
com outorga da escritura em nome da própria e de Teotánio de Almeida André,
companheiro da moradora.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 169/19, de 02/12, do DHCS/DHIS,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação, dizendo que há pedidos de intervenção nos pontos 39 a 42, e põe à
consideração dos Srs. Vereadores falarem de todos, votando cada um “per si”, mas
falando sobre todos ao mesmo tempo.
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo que seria esse o objetivo dos
membros da CDU, falarem de todos ao mesmo tempo porque as preocupações e as
dúvidas são comuns a qualquer um dos pontos.
Concordam com a venda das frações de habitação municipal, nada contra, antes
pelo contrário, de qualquer forma surge-lhes outra dúvida, que hoje por acaso até
já foi falada na reunião. A câmara municipal vendeu estas frações de habitação
municipal e, como já viram e agora o Sr. Presidente disse, já 700 pessoas
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de
,Vila Franca de Xira ‘U-’ AU eliberação n
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concorreram à habitação social, o que é muita gente.
Questionou o Sr. Presidente à Sr Vereadora Helena Pereira de jesus quantas são. -
Respondeu a Sr Vereadora que foram 162.
Disse a Sr Vereadora Cláudia Martins que estavam a achar 700, mas mesmo
assim...
Referiu a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que ainda não acabou o concurso.
Disse o Sr. Presidente que não sabe onde foi buscar este número, pede desculpa.--
Referiu a Dr Ana Cada Costa que foram os formulários entregues.
Disse o Sr. Presidente que então foram entregues 700 formulários.
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, respondendo que não, a esta
data já foram 1015. Na altura, quando falaram, deviam ter sido 700.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que na altura o que lhe disseram, e trocou as
coisas, pede desculpa por isso, e é bom esclarecer, é que foram pedidos
formulários e foram entregues 700, se vão todos concorrer ou não, não sabe, mas
está feita a retificação.
—
Prosseguiu a Sr Vereadora Cláudia Martins, mencionando que são muitas pessoas,
se já se entregaram 1 015 formulários, mesmo que todos não entreguem, e
provavelmente todos não vão entregar, é um número considerável de munícipes
que têm esta necessidade. Portanto, a preocupação dos membros da CDI.) é se se
vão adquirir outras casas para colmatar estas que vão sendo vendidas ao longo do
tempo, pois é percetível a dificuldade que existe de dar estas habitações sociais a
todas estas pessoas.
Gostariam ainda de colocar uma questão: Quantas habitações sociais havia à data
de 1 de outubro de 2017? Não tem que ser agora, como é lógico, que lhes façam
chegar depois a resposta por escrito.
Depois, a situação que foi hoje relatada por uma munícipe é dramática, leva-os a
pensar e a refletir sobre estas situações, que infelizmente ainda acontecem muito
mais do que aquilo que era suposto nos dias de hoje, e tem-se o dever de
conseguir ajudar naquilo que se conseguir.
Disse o Sr. Presidente que os contornos não são nada simples.
Continuou a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo que nunca são, mas são
sempre situações que se têm de analisar.
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de (AlIAVila Franca de Xira Deliberaçao n2
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Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que são situações de pobreza.
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, referindo, sobre o número de
habitações à data de 1 de outubro de 2017, que é uma data muito precisa, e pensa
que nem a diretora saberá, com esta data tão precisa. Sabe, à data de hoje,
quantas existem, mas à data de outubro de 2017 não sabe.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que é subtrair as que não interessam às
que se compraram.
Interveio de novo a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, mencionando que é
claro, mas não tem esses dados de cor na sua cabeça.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que é claro, depois mandam-lhes.
Prosseguiu a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, referindo que com certeza que
esses dados se sabem, mas não neste momento.
Sobre a situação do número de entrega dos formulários, face ao número de
candidaturas, é muito díspar, efetivamente, sendo que, por exemplo, logo nos
primeiros dias foram entregues os tais 774 formulários, cerca de 700, e as
candidaturas foram 20 nessa altura. Tem vindo a aumentar a entrega dos
formulários, têm vindo a aumentar as candidaturas, mas não na proporção da
entrega dos formulários. Claro que faltam ainda, ao dia de hoje, mais quinta-feira e
sexta-feira, e logo se verá.
Pretendeu pois só dizer que há aqui uma disparidade, e lá porque sejam entregues
formulários não quer dizer que as pessoas concorram todas.
Relativamente à aquisição ou não de novas habitações, como já disse em outras
reuniões de câmara está a ser tratado o Plano Estratégico Local de Habitação, que
irá analisar a necessidade ou não da câmara municipal adquirir novas habitações
para inserir no âmbito da habitação municipal ou recuperar outras habitações.
Todas essas questões a nível da habitação vão ser analisadas, também essa que a
Sr Vereadora levantou, mas para já, no âmbito deste concurso, e agora, em forma
imediata, não. Vai-se esperar pelo estudo, e já foi feito o concurso, como disse, já
foi adjudicado a uma empresa, à EY, e quando a empresa fizer o estudo, que será
este ano, estes breves meses, ter-se-á que chegar a alguma conclusão,
nomeadamente se se têm de adquirir novas frações, habitações, ou não.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a sua convicção é que provavelmente esta
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Câmara Municipal
questão da habitação social tem que ter um outro lhar, completamente diferente
daquele que se tinha nos bairros sociais, em qu se olha para os bairros e têm
aquele estigma “é um bairro social”, e não tem que ser assim. Aliás, hoje em dia
até se tem outra dificuldade, que está refletida neste concurso de habitação, são
pessoas da classe média a concorrer. Têm-se aqui situações novas, as quais se têm
de analisar e chegar a conclusôes. Está mais de acordo com aquilo que se disse,
das pessoas terem outro tipo de referências em vários pontos do território, em
frações, conviver com outro tipo de pessoas, podendo evoluir na sua vida com
essas experiências, porque fazer igual àquilo que se fez no passado não lhe parece
que seja uma boa solução.
É nesse sentido que a Sr? Vereadora Helena Pereira de jesus também está a
trabalhar, com a empresa que está a ajudar a câmara municipal, justamente para
verificar qual é o melhor caminho a seguir, em termos da inclusão e do trabalho
social que se tem que desenvolver. Era isto que queria dizer, e a Sr Vereadora
Cláudia Martins que faça o favor de continuar
Tomou novamente a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, mencionando que
era exatamente isso que ia dizer, e por isso se fala cada vez mais em inclusão e
não em integração, porque integrar é muito fácil, incluir é que é mais difícil.
Aquilo que gostaria de dizer é que sem dúvida nenhuma que este estudo é
essencial, é importante, mas pensa que não se precisa dele para perceber que o
município precisa destas habitações municipais, até pela quantidade de pessoas
que as procuram. Se se precisa do estudo para comprar habitações, se calhar
também é importante ter o estudo para vender habitações, ou não se precisa do
estudo para vender habitações?
Respondeu a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que as habitações são
vendidas a moradores, e se o morador tiver um cônjuge ou filhos a viver lá, estas
casas dificilmente voltavam à esfera jurídica da câmara municipal, eventualmente
está-se a falar dum período daqui a 20 anos. Estas casas não estão em causa,
nunca ficariam livres a não ser que as pessoas as libertassem, e atenção que se
estão a vender a moradores, não se estão a vender a pessoas de fora, a terceiros.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que com critérios muito claros e rigorosos,
senão passava a ser uma questão de negócio, que é isso que a câmara municipal
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quer evitar. Contudo, há um aspeto que gosta a de referir, é que quando uma
família vai para uma casa social resolve-se o problema, mas aquilo que se quer
muito é ajudar as pessoas a evoluirem e a terem uma vida cada vez melhor.
Quando chega a este ponto de quererem comprar uma casa a preços, que até diria
que são quase simbólicos, é o momento em que parece que a família evoluiu de tal
modo que já pretende que aquele seja o seu espaço, de facto, e isso também deve
ser um fator importante a analisar. Às vezes pergunta-se “então agora estão a
vender?”, mas também tem que se avaliar quando a D. Maria ou o Sr. António, seja
quem for, abre a porta e diz “isto é meu, eu consegui adquirir a casa”. Pensa que
este é um fator muito importante e parece-lhe que pode ser visto desta forma.
De qualquer modo, os critérios e as regras que existem não permitem que as
pessoas no momento seguinte vão vender a casa, não podem.
Interveio a Sr? Vereadora Cláudia Martins, dizendo que concorda com aquilo que o
Sr. Presidente disse, tanto que no início da intervenção a primeira coisa que disse
foi que os membros da CDU concordam com a venda destas frações de habitação
municipal, porque, de facto, julgam que chegou a um momento de vida destas
pessoas em que conseguiram comprar estas casas. Houve um caminho, uma
evolução e ainda bem que é. Começaram logo por dizer que concordam com a
venda destas frações, exatamente também por isso, e sabem que estas frações
possivelmente não iriam tão cedo voltar à câmara municipal, mas são sempre
“ses”. Poderiam não voltar, provavelmente não voltavam tão depressa, mas
também poderiam voltar, são sempre os “ses”.
Terminou o Sr. Presidente, colocando à votação o ponto 39, questionando quem
vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade, pondo
a votação o ponto 40, questionando quem vota contra, quem se abstém,
concluindo que é aprovado por unanimidade, bem como o ponto 41, questionando
quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade,
e o ponto 42, questionando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é
aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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Câmara Municipal
1. Assunto: COMPRA E VENDA DA FRAÇÃO DE HABITAÇÃO MUNICIPAL DESIGNADA
PELAS LETRAS “AN”, SITA NA PRAÇA BENTO GONÇALVES, N 4, 92 B
- VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 172/19, de 04/12, do
DHCS/DHIS, para aprovação da venda da fração de habitação municipal designada
pelas letras “AN”, sita na praça Bento Gonçalves, n2 4, 92 B, em Vialonga, descrita
na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira sob o n2 457 da
freguesia de Vialonga, e inscrita na matriz predial sob o artigo 2642, da referida
freguesia, a Henrique Santos Monteiro, avaliada em 29 760,50€, com dedução
correspondente a 20%, na modalidade de pronto pagamento, sendo o valor final de
venda de 23 808,40€, com outorga da escritura em nome do próprio e de Fábio da
Silva Santos Monteiro, filho do morador.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 172/19, de 04/12, do DHCS/DHIS,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
A discussão deste assunto foi feita em conjunto com os pontos 39, 41 e 42 da
ordemdodia.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
40 letra AN
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Reurflãode &2O/O1/22
Município Proc2
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-Vila Franca de Xira 1 Deliberação nt_____________
Câmara Municipal J
1. Assunto: COMPRA E VENDA DA FRAÇÃO DE HABITAÇÃO MUNICIPAL DESIGNADA
PELA LETRA “X”, SITA NA RUA ANTÓNIO JOSÉ DA SILVA, N 4, 6 B - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 174/19, de 09/12, do
DHCS/DHIS, para aprovação da venda da fração de habitação municipal designada
pela letra “X”, sita na rua António José da Silva, n2 4, 6 6, em Vialonga, descrita na
2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira sob o n 475 da
freguesia de Vialonga, e inscrita na matriz predial sob o artigo 2652, da referida
freguesia, a Sílvia Rita Neves Abreu, avaliada em 27 254,82€, com dedução
correspondente a 20%, na modalidade de pronto pagamento, sendo o valor final de
venda de 21 803,85€.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 174/19, de 09/12, do DHCS/DHIS,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
—
A discussão deste assunto foi feita em conjunto com os pontos 39, 40 e 42 da
ordemdodia.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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RAta
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A á j Reunião de 2020/01/22
Município
i
Proc
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Vila Frar de xira ‘4,1—’ Deliberação n 054
Câmara Municipal 1
1
1. Assunto: COMPRA E VENDA DA FRAÇÃO DE HABITAÇÃO MUNICIPAL DESIGNADA
PELA LETRA “Z”, SITA NA RUA ANTÓNIO JOSÉ DA SILVA, N 2, 6 C
- VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n9 170/19, de 03/12, do
DHCS/DHIS, para aprovação da venda da fração de habitação municipal designada
pela letra “Z”, sita na rua António José da Silva, n2 2, 6 C, em Vialonga, descrita na
2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira sob o n2 456 da
freguesia de Vialonga, e inscrita na matriz predial sob o artigo 2651, da referida
freguesia, a Maria Augusta da Moura Semedo Garcia, avaliada em 24 776,94€, com
dedução correspondente a 20%, na modalidade de pronto pagamento, sendo o
valor final de venda de 19 821,55€, com outorga da escritura em nome de Viviana
Jaqueline Semedo Garcia, filha da moradora.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 170/19, de 03/12, do DHCS/DHIS,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
—
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
A discussão deste assunto foi feita em conjunto com os pontos 39, 40 e 41 da
ordem do dia.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
42 letra Z
FI. Livro
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RAta 155
(2_44 J Reunião de 2020/01/22
Município MI A Proc2
____________________
de 4411
Vila Franca de Xira
•IY Deliberação rP U 5
Câmara Municipal /
Assunto: PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO PARA A EXECUÇÃO DE PROPOSTA
VENCEDORA DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO 2019 “A CULTURA AO SERVIÇO DA
COMUNIDADE” - ATENEU ARTÍSTICO VILAFRANQUENSE
Presente a proposta do Sr. Presidente, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da minuta do
protocolo de colaboração, a celebrar com o Ateneu Artístico Vilafranquense, que
visa a concretização da proposta “A Cultura ao Serviço da Comunidade”, no âmbito
do Orçamento Participativo 2019, na vertente do Orçamento Participativo
Entidades, referente à freguesia de Vila Franca de Xira, com vista a dar
cumprimento ao postulado na proposta apresentada, no valor de 65 250,00€.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
43 01’
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FI. Livro
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156
Reunião de 2020/01/22
Município
de
rroc
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Vila Franca de Xíra / Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Interveio o Sr. Presidente, após a discussão da ordem dia, referindo que a reunião
ainda não está terminada, ainda há cerca de 5 minutos para os Srs. Vereadores
colocarem rapidamente uma ou outra questão que queiram colocar. Pensa que a
Sr Vereadora Regina janeiro pediu a palavra, pelo que faça o favor.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que são só algumas notas e vai tentar ser
muitocurtaeobjetiva.
Após a intervenção da Sr Vereadora e do Sr. Vereador Nuno Libório, interveio o Sr.
Presidente, dizendo que a ata em minuta está aprovada por todos, estão todos
presentes, terminando a reunião desejando um resto de dia bom, um bom almoço
e boa tarde a quem está a acompanhar.
final
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
El. Livro
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FiAta -. 157
Reunião de 2020I01/22
Proc
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Deliberação ri2 056
Assunto: ATA EM MINUTA DA REUNIÃO-
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Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensa da sua leitura.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presente reunião de
câmara.
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44 eta minute
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FI. Livro
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RAta 158
1 Reunião de 2020/01/22
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
Encerramento às 14h02.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2020/02/19, tendo sido
dispensada a sua leitura, por ter sido previamente distribuída a todos os membros.
E eu, (TJ,Jj3—_. , Ana Paula Marques Costilhas,
Chefe Çd)Xisào de Assuntos jurídicos, em substituição do Diretor do
Departamento de Gestão Administrativa, Financeira e Jurídica, a subscrevi.
O Presidente da Câmara Munic ai,
Alberto Simões Maia Mesquita
encerra