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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2020
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2020
2020-01-08/2020-12-16
RC 02.05
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, nas instalações da APS - Associação de Promoção Social de Castanheira do Ribatejo, União das Freguesias de Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras, pelas 9h30, do dia 2020/02/05
2020-02-05/2020-02-05
001
Ordem do dia
2020-02-05/2020-02-05
002
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/02/05
2020-02-05/2020-02-05
003
Ata da reunião de câmara de 2020/02/05
2020-02-05/2020-02-05
Ata da reunião de câmara de 2020/02/05
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Ata da reunião de câmara de 2020/02/05
Description details
Record not reviewed.
Description level
Simple document
Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2020/RC 02.05/003
Title type
Atribuído
Production dates
2020-02-05
to
2020-02-05
Extents
1 Ficheiros
Geographic name
Castanheira do Ribatejo
Scope and content
Ordem do dia - Págs. 01 a 05
Rosto - Pág. 06
Técnicos - Págs. 07 a 09
aod 1 - Período antes da ordem do dia - Intervenção do Sr. Presidente da Junta de Freguesia da União das freguesias de Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras - Págs. 10 a 14
aod 2 - Período antes da ordem do dia - Informações do Sr. Presidente - Págs. 15 e 16
aod 3 - Período antes da ordem do dia - Informações da Srª Vereadora Helena Pereira de Jesus - Universidade Sénior tetracampeã de cultura geral - Pág. 17
aod 4 - Período antes da ordem do dia - Informações da Srª Vereadora Manuela Ralha - Pág. 18 e 19
aod 5 - Período antes da ordem do dia - Resultados desportivos - Pág. 20
aod 6 - Período antes da ordem do dia - Informações do Sr. Vereador António Félix - Pág. 21
aod 7 - Período antes da ordem do dia - Regularização de trabalhadores precários- Págs. 22 a 25
aod 8 - Período antes da ordem do dia - Retirada de banco e mesas nas oficinas de povos - Vila Franca de Xira - Págs. 26 e 27
aod 9 - Período antes da ordem do dia - Manifestação da função pública - Pág. 28
aod 10 - Período antes da ordem do dia - Incidente mortal na passagem de nível - Vila Franca de Xira - Págs. 29 a 31
aod 11 - Período antes da ordem do dia - Balancetes de execução do orçamento - Pág. 32
aod 12 - Período antes da ordem do dia - Quinta dos Anjos - Castanheira do Ribatejo - Págs. 33 a 36
aod 13 - Período antes da ordem do dia - Quinta do Alferes - São João dos Montes - Págs. 37 a 39
aod 14 - Período antes da ordem do dia - Alterações ao Orçamento de Estado - Págs. 40 a 45
aod 15 - Período antes da ordem do dia - Continuidade de passeio na rua Vasco Moniz - Vila Franca de Xira - Págs. 46 e 47
aod 16 - Período antes da ordem do dia - Acesso ao centro de empresas da Várzea, EN10.6 - Alverca do Ribatejo - Pág. 48
aod 17 - Período antes da ordem do dia - Direitos laborais em empresa de vigilância contratada pela câmara municipal - Pág. 49
aod 18 - Período antes da ordem do dia - Apoios ao movimento associativo - Juventude da Castanheira - Págs. 50 a 53
aod 19 - Período antes da ordem do dia - Recrutamento de mão de obra qualificada - Pág. 54
aod 20 - Período antes da ordem do dia - Manutenção básica nas escolas - EB1 de Arcena, Jardim de Infância do Bom Sucesso - Págs. 55 a 59
aod 21 - Período antes da ordem do dia - Centro de Saúde da Castanheira do Ribatejo - Págs. 60 e 61
aod 22 - Período antes da ordem do dia - Estação da CP da Castanheira do Ribatejo - Pág. 62
aod 23 - Período antes da ordem do dia - Plataforma logística da Castanheira do Ribatejo - Pág. 63
aod 24 - Período antes da ordem do dia - Habitação jovem - Pág. 64
aod 25 - Período antes da ordem do dia - Respostas às questões colocadas no período antes da ordem do dia e pontos em que se pretende intervir na ordem do dia - Pág. 65
01 - Ata nº 01/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/01/08- Pág. 66
02 -Alterações à estrutura orgânica dos serviços municipais e novo Regulamento Orgânico dos Serviços Municipais - Aprovação e submissão à Assembleia Municipal - Págs. 67 a 79
03 - Atribuição de apoio financeiro extraordinário relativo à participação na 15ª edição do Encontro Internacional de Grupos Folclóricos em Praga, República Checa - ACAPSI - Associação Cultural Avieiros da Póvoa de Santa Iria - Pág. 80
04 - Cedência de terreno em direito real de superfície - Castanheira do Ribatejo - APATI - Associação Promotora de Apoio à Terceira Idade - Pág. 81
05 - Regulamento Interno de Prevenção e Controlo de Consumo de Bebidas Alcoólicas - Págs. 82 a 85
06 - Regulamento Interno de Prevenção e Controlo de Consumo de Bebidas Alcoólicas - SMAS - Pág. 86
07 - Regulamento Municipal de Gestão e Funcionamento das Casas da Juventude do Concelho de Vila Franca de Xira - Págs. 87 e 88
08 - Isenção do pagamento de taxa de emissão de licença para a realização de provas desportivas - Clube Recreativo e Desportivo de Trancoso - Pág. 89
09 - Mercado abastecedor do Concelho de Vila Franca de Xira - Alteração de titularidade do lugar 49 - Castanheira do Ribatejo - Pág. 90
10 - Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal - Págs. 91 a 95
11 - Legislação-síntese e editais - Pág. 96
12 - Pagamentos autorizados - Págs. 97 a 100
13 - Balancetes - Pág. 101
14 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 102
15 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Áreas de reabilitação urbana - Pág. 103
16 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares - Pág. 104
17 -Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (coveiro) - Pág. 105
18 - Abertura de procedimento para recrutamento do cargo de direção intermédia de 2º grau - Chefe da Divisão de Higiene Pública, Ambiente e Cidadania - Aprovação e remessa à Assembleia Municipal para aprovação da constituição do júri - Págs. 106 e 107
19 - Procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para técnico superior (direito) - Recrutamento - Pág. 108
20 - Fundos de maneio 2020 - Pág. 109
21 - Contratação de seguros para o Município pelo período de 01/05/2019 a 31/04/2020 - Autorização para a modificação objetiva ao contrato e aprovação da minuta do contrato - Pág. 110
22 - Alteração ao loteamento denominado por Casal do Moledo, titulado pelo alvará de loteamento nº 08/01, de 21/06 - Aceitação de princípio e abertura de discussão pública - Alverca do Ribatejo - Pág. 111
23 - Cedência para integração no domínio público - Rua Vasco da Gama - Vila Franca de Xira - Pág. 112
24 - Índice de Preços no Consumidor - Alteração ao mapa de inflação acumulada - Pág. 113
25 - Atualização dos 33 Regulamentos Específicos de Reconversão - Infraestruturas das AUGI - Pág. 114
26 - Execução de muro de contenção do talude a tardoz dos lotes 1 e 3 da rua 9 de Agosto de 1990 - Adjudicação, minuta do contrato e nomeação de coordenador de segurança e diretor de fiscalização em obra - Alverca do Ribatejo - Pág. 115
27 - Reabilitação - Habitação social - Eficiência energética - Bairro PER do Bom Retiro - Adjudicação, minuta do contrato e nomeação de coordenador de segurança e diretor de fiscalização em obra - Vila Franca de Xira - Pág. 116
28 - Requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista Pereira e zona adjacente - Plano de segurança e saúde - Alhandra - Pág. 117
29 - Conselho Municipal de Educação de Vila Franca de Xira - Nomeação - Aprovação e remessa à Assembleia Municipal - Pág. 118
30 - Regulamento da Escola a Tempo Inteiro - Publicitação do início do procedimento e participação procedimental- Pág. 119
31 - Campeonatos de Inverno de Lisboa de Piscina Longa e Torneio de Preparação de Absolutos - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo - Associação de Natação de Lisboa - Pág. 120
32 - Doação de equipamento desportivo à Câmara Municipal de Tarrafal - Cabo Verde - Pág. 121
33 - Exposição "Cheias de 67" - Catálogo - Preço de venda ao público - Págs. 122 a 124
34 - Doação de bens culturais por João Correia Marques - Pág. 125
35 - Curso: "Commedia Dell' Arte" - Valor de inscrição - Pág. 126
36 - Compra e venda da fração de habitação municipal sita na praça Bento Gonçalves, nº 3 - 3º B - Revogação da deliberação de 2015/04/22 e autorização de venda - Vialonga - Pág. 127
37 - Compra e venda da fração de habitação municipal sita na rua José Dias Coelho, nº 2 - 1º dtº - Vialonga - Pág. 128
38 - Normas de utilização das Hortas Urbanas de Povos - Vila Franca de Xira - Pág. 129
39 - Regulamento de Hortas Urbanas do Concelho de Vila Franca de Xira - Publicitação do início do procedimento e participação procedimental - Pág. 130
40 - Orçamento Participativo 2019 - Fase 4 - Evolução das votações, escrutínio e apuramento de resultados - Pág. 131
41 - Moção - Mais oferta e qualidade dos transportes públicos no Concelho de Vila Franca de Xira - Págs. 132 a 144
Público - Pág. 145
Público 1 - Situação atual do CBEI - Centro de Bem Estar Infantil - Vila Franca de Xira - Págs. 146 a 151
Final - Pág. 152
42 - Ata em minuta da reunião - Pág. 153
Encerra - Pág. 154
Related material
Vídeo da reunião de câmara:
https://www.youtube.com/watch?v=Hc6pR4OtIBQ&feature=youtu.be
Transcription
ORDEM DO DIA
Pág. 1
Interessado Local
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
1 Ata nº 01/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/01/08 Aprovação
2 Alterações à estrutura orgânica dos serviços municipais e novo Regulamento Orgânico
dos Serviços Municipais - Aprovação e submissão à Assembleia Municipal
Aprovação
3 Atribuição de apoio financeiro extraordinário relativo à participação na 15ª edição do
Encontro Internacional de Grupos Folclóricos em Praga, República Checa
ACAPSI - Associação
Cultural Avieiros da Póvoa
de Santa Iria
Aprovação
4 Cedência de terreno em direito real de superfície APATI - Associação
Promotora de Apoio à
Terceira Idade
Castanheira do
Ribatejo
Aprovação
5 Regulamento Interno de Prevenção e Controlo de Consumo de Bebidas Alcoólicas Aprovação
6 Regulamento Interno de Prevenção e Controlo de Consumo de Bebidas Alcoólicas SMAS Aprovação
APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO E JUVENTUDE
7 Regulamento Municipal de Gestão e Funcionamento das Casas da Juventude do
Concelho de Vila Franca de Xira
Aprovação
APOIO AO MUNÍCIPE E ATIVIDADES ECONÓMICAS
8 Isenção do pagamento de taxa de emissão de licença para a realização de provas
desportivas
Clube Recreativo e
Desportivo de Trancoso
Aprovação
9 Mercado abastecedor do Concelho de Vila Franca de Xira - Alteração de titularidade do
lugar 49
Arménio António Chainho
Mendes
Castanheira do
Ribatejo
Aprovação
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, nas instalações da APS - Associação de Promoção
Social de Castanheira do Ribatejo, União das Freguesias de Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras, pelas 9h30, do dia
2020/02/05
Designação
Assunto
ORDEM DO DIA
Pág. 2
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, nas instalações da APS - Associação de Promoção
Social de Castanheira do Ribatejo, União das Freguesias de Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras, pelas 9h30, do dia
2020/02/05
Designação
Assunto
GESTÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E JURÍDICA
. Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
10 Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal Conhecimento
11 Legislação-síntese e editais Conhecimento
12 Pagamentos autorizados Conhecimento
13 Balancetes Conhecimento
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
14 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
Conhecimento
15 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência – Áreas de
reabilitação urbana
Conhecimento
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
16 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Conhecimento
. Outros assuntos
17 Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de
emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (coveiro)
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 3
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, nas instalações da APS - Associação de Promoção
Social de Castanheira do Ribatejo, União das Freguesias de Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras, pelas 9h30, do dia
2020/02/05
Designação
Assunto
18 Abertura de procedimento para recrutamento do cargo de direção intermédia de 2º
grau - Chefe da Divisão de Higiene Pública, Ambiente e Cidadania - Aprovação e
remessa à Assembleia Municipal para aprovação da constituição do júri
Aprovação
19 Procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego
público por tempo indeterminado para técnico superior (direito) - Recrutamento
Aprovação
20 Fundos de maneio 2020 Aprovação
21 Contratação de seguros para o Município pelo período de 01/05/2019 a 31/04/2020 -
Autorização para a modificação objetiva ao contrato e aprovação da minuta do
contrato
Aprovação
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
22 Alteração ao loteamento denominado por Casal do Moledo, titulado pelo alvará de
loteamento nº 08/01, de 21/06 – Aceitação de princípio e abertura de discussão
pública
Dicosul - Construções, Ldª Alverca do
Ribatejo
Aprovação
23 Cedência para integração no domínio público - Rua Vasco da Gama Santa Casa da
Misericórdia de Vila
Franca de Xira
Vila Franca de
Xira
Aprovação
24 Índice de Preços no Consumidor - Alteração ao mapa de inflação acumulada Aprovação
25 Atualização dos 33 Regulamentos Específicos de Reconversão - Infraestruturas das
AUGI
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 4
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, nas instalações da APS - Associação de Promoção
Social de Castanheira do Ribatejo, União das Freguesias de Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras, pelas 9h30, do dia
2020/02/05
Designação
Assunto
OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
26 Execução de muro de contenção do talude a tardoz dos lotes 1 e 3 da rua 9 de Agosto
de 1990 - Adjudicação, minuta do contratro e nomeação de coordenador de segurança
e diretor de fiscalização em obra
Cordivias - Engenharia,
Ldª
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
27 Reabilitação - Habitação social - Eficiência energética - Bairro PER do Bom Retiro -
Adjudicação, minuta do contratro e nomeação de coordenador de segurança e diretor
de fiscalização em obra
Ariepe - Construções Civis
e Obras Públicas, Ldª
Vila Franca de
Xira
Aprovação
28 Requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista Pereira e zona adjacente -
Plano de segurança e saúde
Cordivias - Engenharia,
Ldª
Alhandra Aprovação
EDUCAÇÃO E DESPORTO
29 Conselho Municipal de Educação de Vila Franca de Xira - Nomeação - Aprovação e
remessa à Assembleia Municipal
Aprovação
30 Regulamento da Escola a Tempo Inteiro - Publicitação do início do procedimento e
participação procedimental
Aprovação
31 Campeonatos de Inverno de Lisboa de Piscina Longa e Torneio de Preparação de
Absolutos - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo
Associação de Natação de
Lisboa
Aprovação
32 Doação de equipamento desportivo à Câmara Municipal de Tarrafal - Cabo Verde Aprovação
CULTURA E TURISMO
33 Exposição "Cheias de 67" - Catálogo - Preço de venda ao público Aprovação
34 Doação de bens culturais por João Correia Marques Aceitação
35 Curso: "Commedia Dell' Arte" - Valor de inscrição Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 5
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, nas instalações da APS - Associação de Promoção
Social de Castanheira do Ribatejo, União das Freguesias de Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras, pelas 9h30, do dia
2020/02/05
Designação
Assunto
HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
36 Compra e venda da fração de habitação municipal sita na praça Bento Gonçalves, nº 3
- 3º B - Revogação da deliberação de 2015/04/22 e autorização de venda
Maria José Augusta de
Mello
Vialonga Aprovação
37 Compra e venda da fração de habitação municipal sita na rua José Dias Coelho, nº 2 -
1º dtº
Ajijatu Aissatu Jaló Vialonga Aprovação
AMBIENTE E GESTÃO DO ESPAÇO PÚBLICO
38 Normas de utilização das Hortas Urbanas de Povos Vila Franca de
Xira
Aprovação
39 Regulamento de Hortas Urbanas do Concelho de Vila Franca de Xira - Publicitação do
início do procedimento e participação procedimental
Aprovação
40 Orçamento Participativo 2019 - Fase 4 - Evolução das votações, escrutínio e
apuramento de resultados
Conhecimento
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
41 Moção - Mais oferta e qualidade dos transportes públicos no Concelho de Vila Franca
de Xira
Aprovação
42 Ata em minuta da reunião Aprovação
H. Livro
-
afl FI.Ata - 001
O l\J Reunião de 2020/02/05
Ata n2 03/2020
MUNICÍPIO DE VILA FRA4CA DE XIRA
CÂMARA MUNICII’AL
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA E PÚBLICA DE 2020/02/05
Aos cinco dias do mês de fevereiro de dois mil e vinte, pelas 09h30, nas instalações da
APS — Associação de Promoção Social de Castanheira do Ribatejo, na Castanheira do
Ribatejo, União das Freguesias de Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras, reuniu a
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, sob a presidência do Sr. Alberto Simões Maia
Mesquita, Presidente da Câmara Municipal, estando presentes os Srs. Vereadores:
• Regina Célia Gonçalves Agostinho Janeiro;
.josé António da Silva de Oliveira:
• Nuno Miguel Marques Libório;
• Helena Margarida Mendes Pereira de jesus;
• Maria Manuela Pacheco Ralha;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
• António José Sequeira Félix;
• Maria de Fátima Pires Antunes;
• André Filipe Ildefonso Arrojado;
• Carlos Miguel Vilar Patrão.
Esteve ausente a Sr Vereadora Cláudia Sofia Oliveira Martins, tendo sido substituída
pelo Sr. André Filipe Ildefonso Arrojado.
A reunião foi secretariada por Fernando Paulo Serra Barreiros, Diretor do
Departamento de Gestão Administrativa, Financeira e jurídica, assessorado por Paula
Cristina Correia Antunes, Assistente Técnica.
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado:
rosto
e Fl.Ata -. 002Reunião de 2020/02/OS
FI. Livro_____________
Município
Proc2
___________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PRESENÇAS DO PESSOAL DIRIGENTE E TÉCNICOS
GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA
• Chefe do Gabinete
Dr. Renato Gonçalves
• Adjuntos
Dr Filomena Serrazina
Jorge Zacarias
GABINETEDEAPOIOÀVEREAÇÂO
•Adjunta
Dr Andreia Revez
• Secretário
Osvaldo Pires
• Assessoria
José António Silva
Óscar Soares
Dr Mafalda Ramos
DIVISÃO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO E IUVENTUDE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Anabela Pereira
DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Susana Santos
DIVISÃO DE INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA
.Chefeda Divisão
Eng2 Clemente Rocha
DIVISÃO DE AUDITORIA E OUALIDADE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr. Dinis Piriquito
SERVIÇO MÉDICO-VETERINÁRIO MUNICIPAL
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Ana Leonardo
DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E IURÍDICA
técnicos 1/3
_____
FI. Livro______________
Fl.Ata -. 003
Reunião de 2020/02/05
Município Proc2
___________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Divisão de Recursos Humanos
• Chefe da Divisão
Dr. Paulo Alenquer
Divisão de Planeamento Financeiro
• Chefe da Divisão
Dr? Nélida Soares
DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
• Diretora, em regime de substituição
Arqt Teresa Laranjeira
Divisão de Planeamento e Ordenamento do Território
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Urb Ricardo Ramalho
DEPARTAMENTO DE OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
• Diretora, em regime de substituição
Eng Sofia Galhofas
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E DESPORTO
Divisão de Educação
• Chefe da Divisão
Dr. Pedro Montes
Divisão de Desporto e Lazer
•Chefeda Divisão
Dr.VítorFélix
DEPARTAMENTO DE CULTURA E TURISMO
—
• Diretor do Departamento
Dr. Alexandre Sargento
Divisão de Turismo
•Chefe da Divisão
—
Dr Maria João Carraça
DEPARTAMENTO DE HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
• Diretora, em regime de substituição
Dr Ana Cana Costa
Divisão de Saúde e Solidariedade
técnicos 2/3
____
FI. Livro____________
FI.Ata 004
Reunião de 2020/02/05
Município
Proc2
__________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Cláudia Prazeres
DEPARTAMENTO DE AMBIENTE E GESTÃO DO ESPACO PÚBLICO
Divisão de Gestão da Estrutura Verde
Chefe de Divisão, em regime de substituição
Dr. Luís Rafael
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO
Divisão Administrativa e Financeira
.Chefeda Divisão
DrTeresaBoteIho
Divisão de Gestão Comercial e Atendimento
.Chefeda Divisão
Dr Vanessa Cirilo
Divisão de Águas e Saneamento
.Chefeda Divisão
Eng António Novais
Divisão de Proietos e Cadastro
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng Maria Raquel Borda d’Água
—
Divisão de Qualidade, Ambiente e Equipamentos
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
EngVitóriaSimões
OUTRAS PRESENCAS
• Presidente da junta de Freguesia da União das Freguesias de Castanheira do
Ribatejo e Cachoeiras
técnicos 3/3
I
A. Livro
____________
RAta 005
fljJ Reunião de 2020/02/05
Município Proc
____________________
de flVila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INTERVENÇÃO DO SR. PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DA UNIÃO DAS
FREGUESIAS DE CASTANHEIRA DO RIBATEJO E CACHOEIRAS
Interveio o Sr. Presidente, dando início à reunião começando por cumprimentar o
Sr. Presidente da junta de Freguesia da União das Freguesias de Castanheira do
Ribatejo e Cachoeiras, todos os presentes e todos aqueles que seguem esta
reunião de câmara via lnternet, dando um agradecimento à APS — Associação de
Promoção Social de Castanheira do Ribatejo, que mais uma vez gentilmente recebe
a câmara municipal na sua casa, sobretudo também com os miminhos que sempre
proporciona nestas reuniões.
Terminou, dando a palavra ao Sr. Presidente da junta, para aquilo que entender.
Tomou a palavra o Sr. Presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de
Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes, dando as boas-vindas à sua freguesia e
agradecendo também à APS a disponibilidade e os mimos com que sempre brinda
os presentes, sendo sempre um prazer a sua presença.
Prosseguiu, dizendo que tem alguns assuntos para falar, e dá os parabéns à
câmara municipal pelo arranjo que está a efetuar na Quinta dos Anjos, nunca
sendo demais realçar este aspeto, que é uma obra que já há muito era necessária,
em que se chegou a um entendimento com os moradores e conseguiu-se fazer o
trabalho que lá está a ser feito.
Solicita também uma maior e melhor recolha de lixo em toda a freguesia, mas está
em crer que irá melhorar. Nos últimos dias reparou que a recolha já é feita noutros
horários que não os habituais, o que quer dizer que se está a tratar desse assunto.
Relativamente ao abate das árvores, queria salientar que a empresa, que é a
Perene, segundo consta, anda a saltitar dum lado para o outro, não leva um
trabalho com uma sequência lógica e isso complica com o sistema nervoso do
próprio, particularmente, e também os habitantes desta freguesia.
A empresa perde tempo com árvores que não é necessário estar a podar, são
árvores que foram colocadas há 3, 4 anos, quando há outras que estão nitidamente
identificadas, de imenso porte, e essas, sim, precisam de ser podadas ou cortadas
ejá estão sinalizadas há muito.
aod 1 1)5
FI. Livro
_____________
Fl.Ata 006
Reunião de 2020/02/05
Município
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municípal
Há outros assuntos que também irão ser colocados à câmara municipal, mas ainda
assim queria deixar claro que quando vinha a caminho, por baixo, à primeira hora
os resíduos dos cortes das árvores estavam em cima de zonas verdes, mas à
segunda entrada na urbanização reparou que a camioneta da empresa já está a
fazer o levantamento dos resíduos. Espera que vá a todos os lados, porque em
cima, ao pé da biblioteca, também há resíduos há 15 dias, assim como os que
estavam perto do local onde todos se encontram, há 15 dias, em cima da zona
verdeeaestragar.
Salienta ainda que passou por uma zona que já não passava há uns 3 ou 4 dias,
agora também anda de bicicleta e passa por lá, na estrada junto à plataforma
logística, e até à última vez que passou por lá o corte não tinha sido feito, daquelas
badanas e pseudoárvores que estavam a ser criadas junto à estrada. já estão
cortadas, e não está tudo cortado, mas o maior, o mais perigoso, também já está
cortado, ainda assim precisava duma aparadela ainda maior.
Há também uma coisa a que já fez referência numa última reuniâo, na Escola
Básica do Agrupamento de Escolas D. António de Ataíde, que é saber de quem é a
responsabilidade daquela estrada. Está ainda hoje à espera duma resposta, pelo
que, assim que houver possibilidade, agradecia que o Sr. Presidente Iha desse.
Terminou, agradecendo e desejando um bom dia de trabalho, tendo o Sr.
Presidente agradecido.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que é sempre reconfortante quando se
reconhece que se está a trabalhar bem, e por isso mesmo a Quinta dos Anjos tem
tido, da parte da câmara municipal, uma atenção muito particular. É um processo
que não começou com o Partido Socialista, que no entanto tentou resolver um
imbróglio urbanístico, como já foi dito. Esse imbráglio urbanístico não foi criado
pelo P5, que agora está a tentar resolver, ao longo destes anos. Há um processo
que inclusivamente está em tribunal, porque se autorizou a construção numa
determinada zona em que não era possível construir, e a partir daí tudo foi uma
grande complicação.
Passado este tempo todo o que se tem vindo a fazer, nestes 2 mandatos, e
anteriormente, mas pode só falar destes últimos 2 mandatos, é tentar resolver
heranças pesadas que lhe deixaram. Esta foi uma delas, e aquilo que se tem vindo
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Município 1 Proc
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Vila Franca de Xira Deliberação n9
Câmara Municipal
a fazer tem justamente a ver com a aquisição daquele lote, e através disso fazer
um trabalho de requalificação que é do agrado de todos os moradores, pelo menos
aqueles com quem falou, e teve oportunidade de dar a conhecer ao Sr. Presidente
da junta o que se pretendia fazer. Nesse sentido, avançou-se.
Quanto à questão da acessibilidade, o Sr. Vice-Presidente poderá falar, pois é uma
matéria que tem vindo a seguir, e se fosse simples já estava feita. Não é uma
questão de investimento, é uma questão, efetivamente, de dificuldades que se
colocam.
Sobre a recolha de lixo, tem-se feito um esforço bastante grande, e esse esforço é,
por um lado, uma melhor organização, de se terem as viaturas operacionais, de
adquirir novas viaturas, e também admitir mais pessoal para este trabalho.
Quer dizer que os trabalhadores da câmara municipal, neste domínio, fazem um
trabalho muito importante, e não se cansa de dizer que é dos trabalhos mais
difíceis de todos os que são desempenhados na câmara municipal. Faça chuva,
faça sol, estes trabalhadores vão para a rua, vão tentar fazer o melhor que sabem
e podem, através das condições que têm para desenvolver o trabalho. Portanto, é
justo reconhecer, e não é nada justo pôr uns papéis por aí fora, a dizer que é tudo
medonho, porque isso põe em causa efetivamente a credibilidade, a dignidade e o
profissionalismo destes trabalhadores.
Aquilo que pode dizer ao Sr. Presidente da junta é que a intenção é melhorar
sempre e continuar a melhorar. Não é uma situação simples, porque há muitos
municípios, de todas as cores políticas, que têm este trabalho adjudicado
externamente a empresas, a câmara municipal continua com este trabalho em
termos públicos, quer que assim continue, e por isso mesmo está sempre aberto o
procedimento concursal para admitir mais pessoas.
Numa determinada situação há picos com alguma dificuldade, há outros que
entram em velocidade cruzeiro, e vai-se sempre avaliando e melhorando as
condições, para servir melhor a população.
Depois, crê que terá já enviado para o Sr. Presidente da junta, mas não tem a
certeza, a relação daquilo que foi abatido, daquilo que foi replantado, daquilo que
foi substituído, mas luta-se tecnicamente com uma avaliação, e não é o Alberto
Mesquita, presidente da câmara, que de repente se lembra de abater árvores
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Câmara Municipal
duma forma indiscriminada e aleatória, é um conjunto de pessoas que trabalham
na câmara municipal, com responsabilidade técnica nesta área, que fazem
avaliações. Essas avaliações referem que no passado foram cometidos erros em
termos de podas, que fazem com que as árvores, algumas, apresentem
dificuldades fitossanitárias, e não reste outra solução senão abater essas árvores. -
Por outro lado, como já referiu muitas vezes, há espécies arbóreas que foram
plantadas que não foram as mais indicadas, e isto não foi culpa de ninguém, foi
culpa de todos, não está a referir isso, era aquilo que se fazia naquele tempo, hoje
tem-se a obrigação de fazer melhor.
Por isso, o Sr. Presidente da junta refere algumas questões, da empresa que está a
trabalhar com a câmara municipal ter que ter outra atitude, e agrãdece a chamada
de atenção, vai tentar saber porque é que se colocam os resíduos vegetais e não
são apanhados, ou de imediato, ou pelo menos no dia seguinte, para não
prejudicar obviamente as zonas onde ficam colocados.
Sobre a estrada encostada à plataforma logística, o Sr. Vice-Presidente irá
responder, assim como em relação à Quinta dos Anjos.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes, assim como quem segue a reunião via lnternet,
dizendo, em relação à Quinta dos Anjos, que terá de sublinhar o que o Sr.
Presidente iniciou, na sua intervenção, que foi uma herança pesada a nível
urbanístico que o executivo recebeu, e é uma das situações mais graves no
concelho. Aquela urbanização nunca deveria ter sido licenciada, não tendo sido
garantidos logo os respetivos acessos em segurança.
É uma preocupação que se tem, e ainda há cerca de 15 dias, para confirmar no
terreno, tanto o próprio, como o Sr. Presidente, voltaram a fazer várias hipóteses
de solução, inclusivamente há uma artéria que se encontra junto aos reservatórios
dos SMAS, em terra batida, e fizeram todo esse percurso, para que no local se
possa ter uma noção do que é que se está a falar.
Em relação à vertente com a EPAL, ainda não há uma resposta definitiva, embora,
como já o afirmou, não seja a primeira questão, porque está-se-lhe a começar a
afigurar que será difícil, pelas diferenças de cotas e porque o uso sobre o adutor
teria de ser em comprimento e não em largura, num atravessamento que
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Câmara Municipal V
normalmente a EPAL permite.
Como quem conhece sabe, o executivo gosta de levar os processos e concluí-los,
embora as heranças sejam muito negativas, e o Sr. Vereador pode-se rir, mas é
muito triste aquilo que se está a expor, principalmente quando é a segurança das
pessoas e bens. É uma situação que devia preocupar a todos.
Prosseguiu, mencionando que se está neste momento a fazer abordagens com
entidades bancárias, que são proprietárias de lotes na Quinta dos Anjos que se
encontram a montante, para a respetiva aquisição, se se chegar a esse
entendimento, não dirá de todos os lotes, mas de alguns, para possibilitar a sua
demolição e fazer depois o acesso, a toda a vertente, à escola da Cevadeira.
É um processo que se conhece perfeitamente, é difícil desde a sua nascença, mas
espera-se ainda ter tempo de se concluir, para satisfaçâo de todos.
Regista também com satisfação o reconhecimento do Sr. Presidente da junta pelo
trabalho que se está a fazer na Quinta dos Anjos, à semelhança de outros que se
irão fazer também na freguesia da Castanheira, bem como concluir alguns ainda
nas Quintas.
Em relação à estrada, se percebeu é a estrada paralela à linha do comboio, e em
princípio essa estrada é camarária. Há um diferendo com algumas limitações, a
delimitação paralela à linha férrea, no entanto, em princípio essa responsabilidade
é da câmara municipal.
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Assunto: PERIODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DO SR. PRESIDENTE
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que passará para algumas informações, umas
da sua parte, outras das Srs Vereadoras Helena Pereira de Jesus e Manuela Ralha,
bem como do Sr. Vereador António Félix.
Assim, começa por uma informação relativamente a um aluno da Pávoa de Santa
Iria, que foi o vencedor do Concurso “Juvenes Translatores”.
É um concurso que se faz a nível europeu, e dá os parabéns da câmara municipal
ao Gonçalo Fonseca, aluno do Agrupamento de Escolas da Póvoa de Santa Iria, que
foi o vencedor português do concurso de tradução instituído pela Comissão
Europeia para este fim.
Portugal esteve representado neste concurso com 84 alunos, oriundos de 21
escolas de todo o país, e o vencedor, Gonçalo Fonseca, viajará agora até Bruxelas
para receber o seu prémio e conhecer os tradutores profissionais da Comissão
Europeia.
O tema deste ano foi o contributo que os jovens podem dar para ajudar a moldar o
futuro da Europa, sendo que os tradutores da Comissão Europeia selecionaram os
vencedores entre 3 116 participantes, provenientes de escolas de toda a Europa. --
Dá pois os parabéns da câmara municipal ao Gonçalo Fonseca e também ao
Agrupamento de Escolas da Póvoa de Santa Iria.
Uma outra informação e um momento que aconteceu ontem mesmo foi o
acolhimento de novos funcionários.
Entraram para os quadros da câmara municipal 100 novos trabalhadores
municipais, alguns que vão exercer funções nas escotas do concetho, e também
em diversas unidades orgânicas da câmara municipal, suprindo algumas
necessidades que essas mesmas unidades orgânicas tinham.
Tratou-se, obviamente, de um momento simbólico, de acolhimento a estes novos
profissionais, que certamente vão dar ainda um contributo melhor àquela que é a
prestação dada pelos trabalhadores que já estão a trabalhar na câmara municipal.
Para os agrupamentos de escolas irão 40 novos funcionários e na câmara
municipal são integrados 76 novos profissionais. Destes 40 trabalhadores que vão
para os agrupamentos de escolas, 10 eram trabalhadores que desempenhavam
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Município li Iii Proc2
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Câmara Municipal
funções nos agrupamentos em contratos a termo, o que quer dizer que a 31 de
agosto iam para o desemprego.
Devido também à descentralização foi possível resolver este problema de
precariedade que estava sobre estes trabalhadores, e duma situação de incerteza
passaram a ter um contrato de trabalho que lhes permite ter uma outra visão nas
suas vidas pessoais e profissionais.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que relativamente aos 100 novos
trabalhadores, ou 101 novos trabalhadores, que a câmara municipal contratou, os
membros da CDU ficam muito contentes que o tenha feito, se é para prestar um
melhor serviço são todos bem-vindos, mas gostavam de saber, por um lado, o
nome de todos os 60.
Depois, houve uma dúvida, de uma questão que o Sr. Presidente colocou, que
precisava que a esclarecesse. Dos 40 novos para as escolas o Sr. Presidente disse
que 10 já estavam nos agrupamentos, e questiona: Foi um concurso normal? Foi
através dalgum tipo de regularização? Como é que foram contratados? Não
percebeu a intervenção do Sr. Presidente e gostava de saber.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que a Sr Vereadora
perguntou, daquelas 10 pessoas que estavam precárias nos agrupamentos de
escolas, como é que o problema foi resolvido, e foi porque as pessoas concorreram
aos concursos que a câmara municipal abriu, através disso foram incluídas no lote
destes 40 e o problema foi resolvido.
O que o próprio diz ainda é que se não fosse a descentralização estas pessoas, em
31 de agosto, ou continuavam na situação de precários ou, daquilo que sabia, o
seu vínculo deixava de existir e iam para o desemprego.
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FI.Ata 012
Reunião di0iO/O2/O5
Município 1 Proc2
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de 1Vila Franca de Xira / 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DA SR VEREADORA HELENA PEREIRA DE JESUS
— UNIVERSIDADE
SÉNIOR TETRACAMPEÃ DE CULTURA GERAL
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, dando os bons dias a todos e
aproveitando para cumprimentar, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes
e aqueles que seguem a reunião via on-line, dizendo que nesta sua primeira
intervenção dá nota que a Universidade Sénior do concelho de Vila Franca de Xira
é tetracampeã de Cultural Geral, porque venceu pela quarta vez o Concurso
Nacional de Cultura Geral, promovido pela RUTIS - Rede de Universidades da
Terceira Idade. A equipa vila4ranquense chegou à final derrotando 20 equipas.
Na Arena de Évora, onde decorreu o evento, mais de 500 concorrentes
provenientes de universidades seniores de todo o país assistiram à prestação da
equipa de Vila Franca de Xira, composta pelos concorrentes Eliseu Pinto, Eugénia
Gomes, Manuel Oliveira, Manuel Roma e Paulo Cabrito, professores da
Universidade Sénior.
A equipa acertou em 13 das 21 respostas da série de questões apresentadas na
final, que envolviam as áreas de cultura geral, história, cultura e tradições de Évora
e ainda algumas dedicadas à RUTIS.
Dá os parabéns da câmara municipal a todos os envolvidos nesta competição,
numa vitória que se junta às alcançadas nos anos de 2016, 2017 e 2019.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, agradecendo e dando os parabéns da câmara
municipal à Universidade Sénior por mais este sucesso.
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Fl.Ata 013
“1-.. . A i Reunião d OO/O2/O5
Município 1 liii 1 Proc
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de 1
Vila Franca de Xira U Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DA SR VEREADORA MANUELA RALHA
Interveio a 5r Vereadora Manuela Ralha, dando os bons dias a todos e a todas,
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes e todos os que
seguem a reunião em casa, via on-line, dando nota, na sua primeira intervenção,
que o Professor Doutor Miguel Falcão venceu a primeira edição do concurso de
dramaturgia Prémio Lucilo Valdez, promovido pela Câmara Municipal de Viana do
Castelo, com o texto “Os Últimos Anos do Homem — Celha”.
Natural de Alhandra, Miguel Falcão é professor universitário, doutorado em estudos
de teatro e especializado em teatro e educação. Com uma ligação ao teatro
iniciada na infância no Grupo de Teatro “Esteiros”, em Alhandra, Miguel Falcão tem
colaborado por diversas vezes com a câmara municipal, designadamente com o
Museu de Neo-Realismo, já que uma parte significativa do seu trabalho académico
tem incidido nos autores neorrealistas, como por exemplo Alves Redol.
Miguel Falcão também já integrou o júri do Prémio Teatro Mário Rui Gonçalves.
A obra vencedora será agora encenada e apresentada no Teatro Municipal Sá de
Miranda.
Dá pois os parabéns da câmara municipal ao Professor Doutor Miguel Falcão por
este prémio, desta feita na área da dramaturgia, sendo já bem conhecidas as suas
capacidades enquanto ator, encenador, orador e professor.
Depois, quer também chamar a atenção para uma exposição: O Museu do Neo-
Realismo inaugura, no dia 15 de fevereiro, sábado, pelas 16h00, a exposição
antológica “Rui Filipe: Em Busca do Absoluto”.
Com curadoria de Paula Loura Batista, esta exposição dá continuidade ao objetivo
de investigar e apresentar publicamente a obra dos artistas que contribuíram para
a afirmação do movimento cultural neorrealista ou que com ele estabeleceram
afinidade em determinados momentos da sua vida artística.
A exposição, dedicada ao pintor Rui Filipe, vem revisitar o seu percurso e a sua
relevante criação artística.
Nesta exposição antológica, patente até 24 de maio, é evidenciado o percurso de
mais 50 anos de criação artística nas diversas geografias que Rui Filipe percorreu,
com fortes reminiscências à sua terra natal, Moçambique.
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II&X ReunodO0/O2/05Murdcípio ,7l 4tjvi Proc2
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Vila Franca de Xira
“ / 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Trata-se duma obra muito relevante, que se inscreve no contexto duma cultural
visual neorrealista, à qual acresce uma profunda preocupação humanista do autor,
que perpassa ao longo de toda a sua produção artística,
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Fl.Ata 015
IV Reunião de 2020/02/05
Município tt’ A Proc2
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de (Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESULTADOS DESPORTIVOS
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, dando os bons dias e
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, bem como
todos aqueles que em casa assistem a esta reunião de câmara, começando por
referir alguns resultados desportivos.
Assim, Duarte Gomes, atleta alverquense, do Sport Lisboa e Benfica, sagrou-se
vice-campeão nacional no Campeonato Nacional de Estrada, na modalidade de
atletismo, na categoria de sub-23 masculinos. A competição realizou-se em Oeiras,
no dia 11 de janeiro.
A equipa de natação adaptada do Alhandra Sporting Club esteve a um excelente
nível no Campeonato Nacional de Inverno, com a conquista de 6 medalhas, 3 delas
de ouro, 1 de prata e 2 de bronze. Merecem destaques individuais os títulos de
campeões nacionais de Beatriz Penelas, nos 50m livres, bOm livres e 50m costas,
na categoria de 54, e ,ainda, Ana Tavares, em 2 lugar nos 50m livres, na categoria
de S8, bem como David Valadares, em 32 lugar nos bOm bruços e 200m bruços,
na categoria de 5B14. Coletivamente a equipa classificou-se em 32 lugar, tendo a
competição sido disputada em Rio Maior, nos dias 25 e 26 de janeiro.
A União Desportiva e Cultural da Aldeia do Sobralinho conquistou 55 medalhas no
Campeonato Regional Centro/Sul de Kempo, com um total de 17 medalhas de ouro,
15 de prata e 23 de bronze, nas mais diferentes categorias e escalões. A
competição realizou-se na Batalha, no dia 25 de janeiro.
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RAta O1R
Reunião de 2020/02/05
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DO SR. VEREADOR ANTÓNIO FÉLIX
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, referindo que, não sendo resultados
desportivos, mas tendo a ver com equipamentos desportivos, depois de ter sido
implementado na Piscina Municipal de Vila Franca de Xira, em 2018, um sistema de
gestão de qualidade, durante o ano passado foi desenvolvido um trabalho de
ampliação desta certificação para as restantes piscinas municipais.
Assim, é com prazer que informa que este processo foi agora concluído, tendo sido
atribuída a certificação de qualidade a todas as 5 piscinas municipais do concelho
de Vila Franca de Xira.
A certificação foi atribuída pela APCER — Associação Portuguesa de Certificação, de
acordo com a norma NP EN ISSO 9001:2015, no âmbito da prestação de serviços
desportivos, incluindo atividades aquáticas, ginásio e atividades de fitness.
Prosseguiu, dizendo que a campanha de gastronomia “Março, Mês do Sável” vai
uma vez mais decorrer no concelho de Vila Franca de Xira, ao longo de todo o mês
de março.
Esta campanha é marca registada do município e vai contar este ano com a
participação de 22 restaurantes do concelho, em Alhandra, Alverca do Ribatejo,
São João dos Montes, Vialonga e Vila Franca de Xira.
Tal como em anos anteriores, a câmara municipal vai fazer a apresentação da
campanha à comunicação social e a outros convidados, tais como agentes
turísticos de âmbito local e nacional, empresas e eleitos locais, no próximo dia 17
de fevereiro, segunda-feira, a partir das 18h00, no Centro de Eventos Plaza Ribeiro
Teles, em Vila Franca de Xira.
Será uma oportunidade para conhecer todas as atividades programadas em torno
desta campanha de gastronomia, fazendo uma degustação do sável frito com
acorda de ovas, conjugada com a prova comentada dos vinhos Encostas de Xira.
Portanto, fica desde já o convite a todos os presentes para assistirem a mais uma
apresentação daquela que vai ser a campanha “Março, Mês do Sável”.
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0 Reunião de 2020/02/05
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REGULARIZAÇÂO DE TRABALHADORES PRECÁRIOS
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, dando os bons dias ao Sr.
Presidente, Srs e Srs. Vereadores, trabalhadores do município que lhes dão apoio,
jornalistas presentes, e público, quer esteja na reunião, quer esteja através de
casa, dizendo ter guardado de propósito para o fim os cumprimentos para o Sr.
Presidente da junta, e também para agradecer à entidade que recebe sempre tão
bem a câmara municipal.
Prosseguiu, mencionando que em abril de 2018, ao abrigo da Lei n2 112/17, a
câmara municipal regularizou 14 trabalhadores que tinham vínculo precário, ou
seja, o vínculo que tinham com a câmara municipal não era o adequado às funções
que tinham, e mais tarde regularizaram-se outros 2 trabalhadores.
A primeira questão que os membros da CDU queriam colocar é se é possível que se
tenha deliberado sobre a regularização de um trabalhador e esse continue a recibo
verde. Se isto for possível, qual é a validade da decisão que a câmara municipal
tomou em abril de 2018?
Sobre a segunda questão que queria colocar, ou o segundo grupo de questões que
queriam colocar, não é novidade para o Sr. Presidente que com frequência
consultam a base.gov e, ao consultarem a base.gov, concluíram que há novamente
imensos trabalhadores cuja forma contratual escolhida é a aquisição ou prestação
de serviços. São muitos, diria aliás que são mais da que aqueles que foram
regularizados em abril de 2018, e não vale a pena dizer-se que são das
candidaturas.
—
Assim, os membros da CDU querem que lhes seja fornecida, por escrito, a listagem
de todos os trabalhadores que tenham este tipo de vínculos com a câmara
municipal, aquisições e prestadores de serviço. Querem igualmente perceber, além
do nome, quais são as tarefas para que estão contratados e os valores que
auferem.
Querem ainda que lhes seja facultada toda a listagem da mobilidade (e não vale a
pena dizer que vem à câmara municipal, porque vem uma parte), não interserviços
da câmara municipal, e gostavam que viesse compilada, mas também para outras
câmaras municipais ou organismos públicos.
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de AUVila Franca de Xira
ei,
Deliberaçao n2
Câmara Municipal
Não referiu anteriormente, e pede desculpa por voltar atrás, mas queriam a
listagem dos trabalhadores a 31 de dezembro de 2019, não é a de hoje.
Disse o Sr. Presidente que sugere que a Sr Vereadora lhe faça o pedido por
escrito.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que vale o mesmo que um requerimento, O
Sr. Presidente pode querer que lhe escreva, mas tem exatamente o mesmo valor
jurídico.
O Sr. Presidente interveio novamente, referindo que prefere que a Sr Vereadora
faça por escrito, não vá faltar alguma coisa.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que então repete, é o número
de trabalhadores com o nome, os serviços para que estão contratados e o valor
mensal de todos os trabalhadores que estão com aquisição ou prestação de
serviços, com a data de 31 de dezembro de 2019.
Depois, gostariam ainda que lhes fosse dado o absentismo da câmara municipal
por cada uma das unidades orgânicas.—
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que a Sr Vereadora
Regina Janeiro falou de um trabalhador que ainda não tem o seu problema de
precariedade resolvido e está a recibos verdes.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que não.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que a Sr Vereadora disse isso.
Respondeu a Sr Vereadora Regina Janeiro que não, o que disse foi se é possível
que se tenha decidido sobre a precariedade e que o trabalhador continue a recibos
verdes. Questionou se isso é legal, e, se isso fosse legal, qual é o prazo de validade
da decisão da câmara municipal. É o oposto.
Interveio novamente o Sr. Presidente, referindo que, como a Sr Vereadora sabe,
quanto à lei dos precários, a câmara municipal absorveu todos os trabalhadores
que estavam dentro do âmbito dos critérios, os que não estavam no âmbito dos
critérios não se podem absorver.
Disse a Sr? Vereadora Regina Janeiro que se votou este ponto, nem sequer está a
perguntar. Para os membros da CDU é um nome que aparece na base.gov, mas
sobre o qual deliberaram, em abril de 2018, é esta a dúvida que têm. Se
deliberaram em 2018, esse trabalhador devia ter sido absorvido nos quadros da
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de øj
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal 1
autarquia.
Respondeu o Sr. Presidente que não podia, porque não estava dentro dos critérios.-
Disse a Sr Vereadora que estava. — —
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que não estava e pode explicar depois,
não quer agora estar a falar sobre isso. Pode pessoalmente dizer, e a Sr
Vereadora repare até o seguinte: Resolveu-se o problema a toda a gente, não se
resolvia também a essa pessoa? É claro que sim, só que a pessoa em causa não
cumpria os critérios.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que se deliberou, com o nome dessa
pessoa.
Disse o Sr. Presidente que não.
Continuou a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que está a dizer que sim, e
então a própria e o Sr. Presidente não estão a falar da mesma pessoa.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que está bem, pode-se ter deliberado,
simplesmente não foi incluído, em termos de facto.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que podem não estar a falar da mesma
pessoa, e como é o nome de uma pessoa depois falam os dois.---—
—
Referiu o Sr. Presidente que se calhar é melhor falarem os dois, pois pode estar a
falar duma pessoa e afinal já não é uma só pessoa, são duas, serem pessoas
diferentes.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que não é possível a
câmara municipal deliberar sobre um assunto e depois, a seguir, nem sequer ter
conhecimento que não deliberou bem.
Respondeu o Sr. Presidente que muito bem, nesse aspeto dá razão à Sr
Vereadora, simplesmente a proposta que veio à reunião de câmara era no
pressuposto que todas as pessoas que lá vinham estavam dentro dos critérios que
a lei permitia. Uma das pessoas efetivamente foi incluída, mas depois veio-se a
verificar que não cumpria os critérios. Como não cumpria os critérios, não pôde
aquele problema ter sido resolvido.
De qualquer modo é uma matéria que a Sr Vereadora coloca, e bem, que vai
avaliar, e depois volta-se a verificar se é necessário ou não vir a reunião de
câmara.
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Município
IflILJ Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Prosseguiu, referindo que a Sr Vereadora Regina janeiro fez uma série de pedidos,
o Dr. Paulo Alenquer ouviu e vai-lhe fazer chegar, dos vários documentos que a Sr
Vereadora pediu e as listagens, também do absentismo.
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FLAta 021
íb A Reunião d O2O/O2/O5
Município
Proc
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de AliVila Franca de Xira /
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Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RETIRADA DE BANCO E MESAS NAS OFICINAS DE POVOS - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio a Sr? Vereadora Regina janeiro, dizendo que os membros da CDU, tal
como o Sr. Presidente ontem deve ter sido, foram bombardeados sobre a retirada
dum banco e mesas nas oficinas, em Povos, em Vila Franca de Xira.
A própria sabe que está alguma coisa a resolver-se ainda hoje de manhã, mas
gostava de perceber qual foi o objetivo de retirada da mesa e dos bancos que
estão nas oficinas, em Povos, ontem. Contudo, não vale a pena, aliás hoje estão a
ser colocados, estão a ser retirados de Subserra para irem para lá.
Disse o Sr. Presidente que se calhar estão a ser reparados.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que então o Sr. Presidente lhe
responda quando for a sua altura de responder. Só perguntou porquê, o Sr.
Presidente sabe e pode-lhe responder, “Regina, estão a ser reparados”, e está tudo
bem. Agora, acabou de dizer que ontem vários trabalhadores falaram com os
membros da CDU.
Disse o Sr. Presidente que hoje a Sr Vereadora está com um timbre metálico,
muito agressivo.
Prosseguiu a Sr Vereadora, perguntando se pode concluir a sua intervenção sem
voltar a ser interrompida.
Respondeu o Sr. Presidente que com certeza.
A Sr Vereadora interveio de novo, dizendo que procurará não interromper nunca
ninguém, e quanto mais vezes é interrompida, mais vezes se vai calar, porque não
vai conseguir e não vai entrar, como já fez noutras vezes, contra a sua vontade,
num registo que não é o seu. O seu registo não é de interromper quem está a falar,
não foi assim que foi educada, e não é assim que a câmara municipal ou algumas
pessoas...
Disse o Sr. Presidente à Sr Vereadora, “por amor de Deus”, que ponha as
questões e se deixe dessas narrativas, que não acrescentam coisa nenhuma.
Retomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que gosta do estado
democrático do Sr. Presidente, às 9h48, define o que é que acrescenta e o que não
acrescenta.
Prosseguiu o Sr. Presidente, perguntando: Quer dizer que a Sr Vereadora foi bem
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educada e o próprio é mal-educado por estar a interrompê-la? É isso que quer
dizer?
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que não percebeu porque é que está a
colocar tanta ansiedade, não era esse o seu objetivo, está a exercer aquilo que o
povo do concelho de Vila Franca de Xira votou, que é a obrigação que os
vereadores sem pelouro têm, de estarem neste órgão e controlarem aquilo que é
feito por quem tem pelouros. Está a controlar e a acompanhar, não está a perceber
qual é a dificuldade ou se as perguntas serão difíceis.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que era aquilo que
pensava, mas o Sr. Vice-Presidente já falará, e aliás a oficina cada vez está mais
bonita e agradável. Se os Srs. Vereadores têm lá ido têm verificado que o
executivo P5 tem feito um esforço enorme, no mandato anterior e no atual, e olhar
para o antes e olhar para o depois: É uma diferença tremenda, para melhor.
Assim, relativamente aos bancos, ainda bem que os Srs. Vereadores referiram a
questão e o Sr. Vice-Presidente pode responder já.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, agradecendo e dizendo que não são os
bancos é o banco, mas efetivamente o Sr. Presidente focou uma situação, a de que
era conveniente os Srs. Vereadores visitarem as instalações, pois, felizmente, com
o grande investimento que a câmara municipal tem feito no aumento da frota o
espaço é o que é, e tem-se feito ali uma adaptação, para aumentar a zona de
parqueamento.
Logicamente que veio um reordenamento paisagístico, a nível da entrada, e quem
entra nas oficinas de Povos, do lado direito, vê, junto a uns pinheiros que lá estão,
que se tiraram os bancos e as cadeiras para recuperar, vai-se fazer uma
sementeira de prado e voltam-se a pôr os banquinhos e as cadeiras ou as cadeiras
e a mesa que lá estava, sem problema nenhum, porque não há questão com isso.--
Foi essa a informação que existia, e o que acabou de dizer é facilmente
constatável, bastando ir às oficinas e ver. —
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo e dizendo que ainda bem que assim é,
porque os bancos necessitavam de reparação e agora vão ser reparados. —
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MANIFESTAÇÃO DA FUNÇÃO PÚBLICA
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que a última questão que queria
colocar hoje continua a ser dirigida aos trabalhadores do município, e é para
valorizar todos aqueles que saíram à rua na sexta-feira, considerando que um
aumento de O,3% não é só inaceitável, é pouco respeitador para quem trabalha.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que a Sr Vereadora falou
sobre a questão dos aumentos para a função pública e o valor que foi proposto
pelo Governo, esta é uma matéria em que se pode refletir politicamente nesta
reunião, mas a única coisa que se pode fazer é refletir, porque quem tem
responsabilidades nesta matéria não é a câmara municipal.
Espera que no Orçamento do Estado estas matérias tenham reflexos positivos, e
está convicto que assim será.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INCIDENTE MORTAL NA PASSAGEM DE NÍVEL
- VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dando os bons dias a todos, referindo que da
parte da bancada da CDU os seus membros registam e lamentam mais um
incidente mortal na passagem de nível de Vila Franca de Xira.
Dão as sentidas condolências à família e a todos aqueles que naturalmente ficaram
prejudicados por mais um incidente. —
Só em 12 anos, como é do conhecimento de todos, os membros da CDU estão a
falar de mais de 20 incidentes mortais, não consegue agora precisar exatamente, e
têm o entendimento que não se pode adiar por mais tempo uma solução que há
muito o PCP vem a colocar, que é a da reposição do guarda de linha.
Esta, na opinião dos vereadores eleitos pela CDU na Câmara Municipal de Vila
Franca de Xira, é uma solução que tem de ser reposta no imediato, não há outra
solução, a reposição do guarda de linha é, no imediato, a solução que se impõe.---
Compreendem as limitações de uma câmara municipal perante a intransigência do
Governo sobre esta matéria, mas que se encontrem as melhores soluções e cá
estarão para assumirem também as suas responsabilidades políticas, pela defesa
da segurança de todos aqueles que precisam de continuar a utilizar este
atravessamento ferroviário, que há muitos anos não cumpre o mínimo de critérios
de segurança.
—
Também não se pode adiar o estudo de uma solução mais estruturada para a
cidade. Como sempre o disseram, não vão entrar no debate da solução técnica,
mas esse debate e essa solução técnica têm que ser estudados, ponderados, de
acordo com a responsabilidade que cabe à REFER e ao Governo da República
Portuguesa.
Tal como o disseram na última reunião, insistem também com a necessidade de a
câmara municipal insistir, e passa a expressão, com a REFER, para o cumprimento
do prazo de recuperação dos elevadores que servem a estação de Vila Franca de
Xira.
As justificações dadas à câmara municipal, vinculadas por esta câmara municipal,
não podem ser encaradas como justificações, o período de Natal, o período de
época festiva, o facto de haver encomendas que vêm do estrangeiro, não podem,
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não devem, justificar um atraso que já vai de mais de 1 mês, quase de 2 meses,
não cumprindo com os critérios de segurança que a REFER, o Estado português, a
administração pública, está obrigada a cumprir.
Todos aqueles que utilizam ou precisam desta infraestrutura percebem, no
imediato, que este é um problema também que deve ser assumido pela câmara
municipal, mais que não seja do ponto de vista da reivindicação, tal como
colocaram na última reunião de câmara.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que nas linhas férreas, nas
passagens de nível e não só, vai continuar a haver sempre acidentes mortais.
Desde que o caminho de ferro existe, há 160 ou 170 anos, não pode precisar,
sempre houve estes acidentes, e este, pese embora o esforço que quem conduzia
o comboio fez, não se conseguiu evitar de todo, infelizmente, mas essa é outra
questão.
A questão é que aquela passagem de nível, pela mortalidade e os acidentes
mortais que já houve, exige tomadas de posição, as quais a câmara municipal tem
vindo a reclamar junto da lnfraestruturas de Portugal.
O protocolo que se tem, que foi enviado à câmara municipal, foi reenviado para a
lnfraestruturas de Portugal, porque se pediram umas quantas alterações e a lP
ainda não respondeu. Foi enviado, sim, para a câmara municipal, há pouco tempo,
finalmente, o estudo da relocalização da passagem de nível a 250m daquela zona.
Há uma proposta que tem de vir a reunião de câmara, quando se acertar, que
exige que a câmara municipal tenha também um esforço financeiro para esta
relocalização. Dir-Ihe-ão que a câmara municipal não tem que se meter numa coisa
destas, e em termos teóricos sim, em termos práticos o que é um facto é que se
não fizer uma parceria isto nunca mais se resolve, é assim.
O dinheiro é público, ao fim e ao cabo e, se calhar, muitas das vezes diz-se que não
se faz porque é uma competência do Estado, mas se o Estado não resolve, e se a
população necessita, provavelmente muitas vezes a câmara municipal tem que se
chegar à frente e resolver.
Depois, há uma matéria que o Sr. Vereador Nuno Libório referiu, das guardas de
linha, e não há guardas de linha, já se está farto de insistir nesta matéria e ter-se-á
que encontrar outra solução sem ser guardas de linha.
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A câmara municipal apresentou uma proposta à lnfraestruturas de Portugal, que
depois terá que vir a reunião de câmara, se aceitar, que é encontrar uma outra
solução que substitua as guardas de linha.
—
Depois de mais este problema grave, infelizmente, e associa-se áquilo que o Sr.
Vereador disse, das condolências da câmara municipal à família enlutada, é
necessário um mecanismo que permita encontrar uma solução naquela passagem
de nível, pelo menos numa parte significativa do dia. já se apreciou esta proposta,
ver-se-á se a IP aceita aquilo que a câmara municipal propôs e, para ser mais claro,
passa muitopela PSP.
Ainda ontem esteve um bom pedaço lá, porque os comboios eram constantes e a
passagem de nível esteve fechada muito tempo, e a maioria das pessoas acatou.
Enquanto o sinal sonoro não acabou e a cancela subiu estiveram ali a aguardar
pacientemente, mas viu “n” pessoas a correr, a olharem e a ver se vinha algum,
pelo que as pessoas às vezes também facilitam. Pensa que não foi este o caso,
pelas informações que tem, mas as pessoas facilitam, viu uma série de pessoas a
passar a passagem de nível.
Relativamente aos elevadores, questiona se o Sr. Vice-Presidente tem alguma
informação sobre esta matéria.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, referindo que falou com o diretor
operacional outra vez, deu-lhe os sentimentos, já lhos tinha dado na sexta-feira
passada, e a informação que tem é exatamente a mesma que tinha. Fez-lhe sentir
novamente a preocupação da câmara municipal, mas já na sexta-feira tinha falado
com ele, por outras questões do concelho, onde entrou a questão dos elevadores.
-
Portanto, o diretor diz-lhe que está a tentar rapidamente resolver a situaçâo, o
próprio também acredita que tem este problema para resolver e quer resolvê-lo
rapidamente.
Assim, fez-lhe sentir essa preocupação da câmara municipal.
—
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO Dl
BALANCETES DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que crê que o Sr. Presidente
dispensará os membros da CDU do formalismo, até porque o pedido que fazem, em
anos anteriores, já aconteceu, ou seja, solicitam que doravante, mensalmente,
sejam entregues a todos os vereadores da câmara municipal os balancetes de
execução do orçamento, da receita e da despesa.
Se assim o Sr. Presidente entender formalizarão isto, mas crê que é uma
informação que, à semelhança do que aconteceu, designadamente no último
mandato, poderá e deverá ser facultada com toda a normalidade e regularidade
aos vereadores da câmara municipal.
O objetivo e o porquê de quererem ter acesso aos balancetes de execução é para
acompanharem a evolução da estruturação do orçamento no campo da despesa,
no campo da receita, e a evolução das opções políticas decididas por esta maioria
na gestão da câmara municipal.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que este assunto é ao
cuidado do Sr. Vereador António Félix, de se enviarem os balancetes mensalmente,
não à reunião de câmara, julga o próprio, mas já não sabe, não se recorda como é
que era antigamente, se vinha nos próprios documentos da reunião de câmara,
sinceramente não se lembra.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que vinham.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que então assim será, de acordo com a
metodologia anterior assim se fará.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
QUINTA DOS ANJOS - CASTANHEIRA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo, no que à freguesia da Castanheira
do Ribatejo diz respeito, que os membros da CDU voltam a insistir com a
necessidade da câmara municipal obter uma solução para o imbróglio urbanístico
referente à urbanização Quinta dos Anjos.
Hoje a Quinta dos Anjos é uma das urbanizações habitadas da freguesia da
Castanheira do Ribatejo, mas não dispõe das infraestruturas coletivas,
nomeadamente dos arruamentos necessários por forma a ter condições, até do
ponto de vista da segurança, se acontecer um incidente no seu perímetro interno.-
À época o Sr. Vice-Presidente e a câmara municipal disseram-lhes que se estava
em adiantadas conversações com a EPAL, na sequência da desativação dum dos
adutores da Empresa Pública de Águas Livres, e perguntam se essa negociação
teve mais algum desenvolvimento ou, pelo contrário, se se continua num cenário
algo cinzento, no sentido de encontrar uma solução para a câmara municipal
construir uma estrada que sirva a população que reside na Quinta dos Anjos.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que sobre a Quinta dos
Anjos já falou, já respondeu ao Sr. Presidente da junta e o Sr. Vice-Presidente
também falou sobre o assunto.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que queria só clarificar.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que sim, depois o Sr. Vereador irá
clarificar, mas pede que agora o deixe prosseguir, na sequência, para ver se
consegue responder a tudo.
Interveio depois o Sr. Presidente, dando a palavra ao Sr. Vereador Nuno Libório
para fechar este momento do período antes da ordem do dia.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que não vai fazer grandes
comentários sobre o que é que o Partido Socialista entende de “pesadas
heranças”, lá terá os seus motivos para se justificar perante incapacidades com as
supostas “pesadas heranças”.
Contudo, no que especificamente diz respeito ao projeto de loteamento da Quinta
dos Anjos, queria esclarecer o Sr. Vice-Presidente e os membros do Partido
Socialista que, ou não estavam a falar daquilo que os membros da CDU colocaram
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neste período antes da ordem do dia, ou estavam a falar doutra coisa
completamente diferente, porque, efetivamente, o projeto de loteamento da
Quinta dos Anjos, instruído com a informação n2 109/2000, em nome da Beira
Negócios, foi a deliberação da câmara municipal no já longínquo dia 29 de
novembro de 2000.
—
Quer recordar até algum aspeto bastante significativo, de que o grau de teor da
preocupação da CDU, à data, já era bastante relevante sobre esta matéria. A então
Sr Vereadora Alice Grazina perguntava “se o estudo geológico pode ou não
condicionar a aprovação, tendo em conta que o terreno apresenta à vista alguma
fragilidade”. Também colocava outra questão: “A Sr Vereadora Alice Grazina
pergunta o que é que está previsto fazer em relação às acessibilidades, tendo em
conta que as existentes são muito estreitas. O Sr. Vereador Carlos Silva informa
sobe a criação de novas acessibilidades. Deliberado, por unanimidade, em
conformidade com a proposta do Sr. Vereador Carlos Silva.”
Será a esta “pesada herança” que o Sr. Vice-Presidente se refere? É uma pergunta
que lhe faz, porque efetivamente este projeto de loteamento, com estas
vicissitudes e dificuldades todas, é uma pesada herança, deliberada pela câmara
municipal, mas deliberada sob proposta dum vereador do partido do Sr. Vice-
Presidente. Depois, queria também dizer-lhe outra coisa.
Disse o Sr. Vice-Presidente que já percebeu, o calendário do Sr. Vereador parou em
2000, já percebeu, que use outro calendário.
Interveio de novo o Sr. Vereador Nuno Libório, pedindo ao Sr. Presidente para
continuar
Disse o Sr. Presidente ao Sr. Vereador que com certeza.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que existem outras vicissitudes
que todos, pelo menos alguns dos que estão presentes, têm a obrigação de saber,
designadamente o Sr. Presidente, que agora é presidente da câmara municipal,
que então também, já com outros, designadamente com o próprio, eram
vereadores na câmara municipal.
As casas começaram a ser comercializadas em 2002, em 2008 não havia uma
única licença de construção, e sem que ninguém ainda tenha percebido realmente
o motivo ou justificação dada para o efeito, as garantias bancárias expiraram em
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2004 e não foram renovadas. Em 2009 a Beira Negócios faliu, não obstante o
compromisso para fazer os acessos. Em 2009 abre-se o inquérito para apurar as
responsabilidades e hoje está-se na reunião da câmara municipal, no ano 2020,
com uma dificuldade para resolver. Isto, sim, é uma pesada herança, uma herança
sobre a qual o Partido Socialista, obviamente, não se pode desresponsabilizar.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando, para abono do rigor, que o Sr. Vereador
tem de ir mais atrás, e em vez de começar na data em que disse, vá mais atrás. Se
for mais atrás, aquilo a que chamou um imbróglio urbanístico, e aí dá-lhe razão,
começa muito mais atrás. Vá ver, vá lá atrás, e quando for ver lá atrás vê o que é
que isto tudo deu. Portanto, sugere-lhe que vá, nem sabe bem, mas para a década
de 90, para aí. Que vá lá atrás, veja como é que tudo começou e depois conversam
outravez.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que já lá foi, já viu, já foi fazer essa pesquisa,
sendo que, como o Sr. Presidente sabe, e o próprio sabe que o reconhece, os
membros da CDU não têm um quadro de intervenção baseado, ou na fragilidade,
ou na suposição. Sabem do que falam, e aquilo que o Sr. Presidente disse também
é suficientemente rigoroso para o mesmo concordar que o projeto de loteamento,
que foi aprovado por unanimidade, foi sob proposta do Partido Socialista.
Perguntou o Sr. Presidente se o Sr. Vereador sabe porquê, pois foi para resolver um
problema, para resolver um problema à câmara municipal, um problema que
existiu, dum azar, de uma dificuldade. Estas coisas tiveram um início, houve um
azar na avaliação, e o loteamento que era para ser construído numa determinada
zona, não foi, erradamente foi identificado um determinado local onde não se
podia construir. Então, perante todas estas situações, perante, diria, a relação que
houve com a empresa, teve que se encontrar uma solução para obviar e resolver o
problema.
Foi isto que aconteceu, não foi nada mais que isto, pelo que se o Sr. Vereador for
mais atrás verifica que foi assim. Não consegue dizer com rigor, mas já que o Sr.
Vereador lhe está a “abrir o apetite” qualquer dia vai pedir o processo todo, e
quando tiver tempo vai ler aquilo tudo, mas foi mais ou menos assim como está a
dizer
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que à vontade e, já agora, pode ser que consiga
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chegar à conclusão de porque é que a garantia bancária expirou em 2004 e não
houve iniciativa para a sua renovação.
Respondeu o Sr. Presidente que não sabe dizer, mas não vale a pena também
arranjar fundamentos para omitir o que é que foi o início do processo, nada mais
do que isso. Todos erram, todos os que andam neste trabalho não o fazem
propositadamente, mas às vezes as coisas falham, por diversas razões, e esse foi
um deles. O próprio só foi buscar esta matéria por uma expressão que o Sr.
Vereador usou, senão nem sequer falava.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que a “pesada herança” não foi o próprio que
disse.
Interveio de novo o Sr. Presidente, mencionando que o Sr. Vereador é que lhe deu
oportunidade de falar na “pesada herança” quando falou do imbróglio urbanístico.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
QUINTA DO ALFERES
- SÃO JOÃO DOS MONTES
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que, se o Sr. Presidente permitir, os
membros da CDU farão já chegar o original duma proposta para agenciamento e
deliberação na próxima reunião da câmara municipal, de 19 de fevereiro, conforme
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata,
que tem como título: “Proposta de resolução para as 17 habitações da Quinta do
Alferes, de acordo com o regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial”.
Solicitam que seja objeto da devida ponderação por parte do executivo municipal e
que seja integrada na próxima ordem de trabalhos.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, mencionando que o Sr. Vereador
falou do agendamento para uma reunião, e entrega a proposta ao Dr. Fernando
Barreiros para agendar a proposta da Quinta do Alferes para a próxima reunião de
câmara, sendo que nessa reunião haverá condições de falar sobre a matéria,
porque provavelmente há que esclarecer muita coisa. O pior que pode acontecer é
não se encontrarem as soluções adequadas para resolver os problemas.
Por isso mesmo esta proposta, e não a leu, sinceramente, vai ter que a ler com
atenção, ainda não teve ocasião de a ler, pode ser um momento de clarificação de
algumas coisas.
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CDU
PCP-PEVj
CAMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE IRA
Proposta
Resolução para a manutenção definitiva de 17 habitações na
AUGI Quinta do Alferes e Anexos
O direito à habitação é um direito constitucional, pelo qual a administração pública deverá estar
comprometida.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira foi um município pioneiro na disponibilização de
condições favoráveis no acesso à habitação, às condições de habitabilidade e às infraestruturas de
urbanização.
Chamando a si responsabilidades ainda antes da existência de legislação para as áreas urbanas de
génese ilegal, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira tem prosseguido um trabalho de
reconversão e de legalização que importa valorizar e prosseguir.
É neste contexto que, reconhecendo o direito à habitação, a deliberação da Câmara Municipal de
Vila Franca de Xira de 4 de Abril de 2018 reconhece a necessidade de acautelar e de preservar
dezassete edificações construídas e habitadas na Quinta do Alferes e Anexos.
Neste sentido, e percebendo-se que se espera que o tempo exigível para o processo de revisão do
actual plano diretor municipal não seja compatível com a exigência para a salvaguarda das
dezassete edificações construídas e habitadas na augi da Quinta do Alferes e Anexos, é dever da
Câmara Municipal equacionar outras soluções, igualmente previstas no regime jurídico dos
instrumentos de gestão territorial — Decreto-lei 80/2015 de 14 de maio.
GABINETE DE APOIO AOS VEREADORES DA CDU NA CMVFX
CDU
-
CAMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA [E XIRA
Neste sentido, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, na sua sessão ordinária de 19 de
Fevereiro, delibera analisar, no prazo de um mês, a melhor resolução urbanística, prevista no actual
RJIGT, aprovado pelo DL 80/2015, de 14 de maio, designadamente:
1. Proceder à reclassificação, em definitivo, da área necessária, de solo rústico para solo
urbano, recorrendo à elaboração de um plano de pormenor, a elaborar nos termos do
artigo 72.2 do RJIGT;
2. Deixar a área em questão com a classificação de solo rústico, mas elaborar um plano de
intervenção no espaço rústico, cuja modalidade se encontra prevista no artigo 104.2 do
RJIGT;
3. Ou suspender a eficácia do plano diretor municipal, no que à área em questão diz respeito,
iniciando um procedimento de legalização para cada uma das dezassete habitações, caso a
caso, a sujeitar a parecer da CCDRLVT, sem prejuízo da elaboração dos planos acima
indicados;
4. Considerar outras eventuais soluções que garantam a manutenção, com carácter definitivo,
das referidas dezassete edificações habitadas na AUGI Quinta do Alferes e Anexos,
independentemente e sem prejuízo do processo, em curso, de revisão do PDM.
Verificado esse prazo de 1 mês, a Câmara Municipal deverá deliberar sobre a modalidade a
adoptar, criando-se todas as condições para concretização da referida modalidade, no prazo
máximo de 6 meses, envolvendo sempre a comissão da administração da Augi Quinta do Alferes e
Anexos, assim como de todos os proprietários das dezassete habitações a salvaguardar.
Vila Franca de Xira, 19 de Fevereiro de 2019
Os Vereadores eleitos pela CDU na Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
C .h L
(Regina Janeiro) (Nuno Libório) (Mário Calado) (André
GABINETE DE APOIO AOS VEREADORES DA CDU NA CMVFX
El. Livro
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Fl.Ata 023
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ALTERAÇÕES AO ORÇAMENTO DO ESTADO
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que termina duma forma muito
simples, dizendo que, como é do conhecimento de todos os presentes, uma
situação que deve motivar e suscitar preocupação por parte da câmara municipal
são as alterações ao Orçamento do Estado e as suas implicações, quer as positivas,
quer as menos positivas, para a gestão da câmara municipal e, acima de tudo,
para a vida coletiva do concelho e dos habitantes de Vila Franca de Xira. —
Dando 3, no máximo 4 exemplos, o que diz é que o PCP está neste momento, e não
vai abdicar, a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que seja revisto o
financiamento do Programa de Apoio à Redução Tarifária, porque, se se conseguir
o reforço do financiamento deste fundo ambiental consegue-se garantir mais
mobilidade para além da Área Metropolitana de Lisboa.
Perguntou o Sr. Presidente do que é que o Sr. Vereador está a falar.
Referiu o Sr. Vereador que é de transportes, do Programa de Apoio à Redução
Tarifária, o chamado PART, no qual a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
acordou, ao nível metropolitano, a entrega, neste ano, de 2 400 000,00€. Portanto,
o reforço financeiro por parte do Orçamento do Estado permite, por um lado, um
alívio financeiro por parte dos municípios da área metropolitana, e, no interesse da
mobilidade dos trabalhadores e estudantes do concelho de Vila Franca de Xira,
permitiria alcançar zonas geográficas distintas, para além daquelas que hoje o
passe intermodal abrange, designadamente na zona do Oeste, designadamente na
zona de Alenquer, designadamente na zona do concelho de Benavente.
Também estão a trabalhar na especialidade no sentido de fazer vincar, junto do P5,
a importância do reforço de investimento no serviço suburbano ferroviário, mas
falarão disso um pouco mais tarde, porque há um assunto agendado para o efeito.
No que às finanças e autonomia diz respeito, não vão abdicar do respeito pelo
poder local, e que, por exemplo, a Lei das Finanças Locais seja efetivamente
garantida, e num aspeto particular dela, que possibilite, por exemplo, que os
municípios possam utilizar até 60% da sua capacidade de endividamento para
situações de contrato com locação ou opção de compra. No campo do município,
que tem cerca de 17 milhões de euros de capacidade de endividamento, isto
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permitiria resolver problemas que não estavam dependentes de uma decisão da
administração central.
—
Acima de tudo, e porque é muito importante a questão, é fazer com que não
recaísse sobre os consumidores do concelho de Vila Franca de Xira o pagamento
da taxa de ocupação de subsolo, que a Lisboagás e os operadores similares
impõem sobre os consumidores neste concelho.
A proposta do PCP é muito clara, isso, a acontecer, deve ser repercutido sobre os
operadores e nunca sobre os consumidores, no apoio às artes, estão a trabalhar
para haver um patamar mínimo de 30 milhões de euros para o apoio público às
artes, que teria como repercussão imediata, por exemplo, a libertação de verbas,
designadamente para a companhia Cegada
- Grupo de Teatro, no concelho de Vila
Franca de Xira.
Estão a trabalhar também para a revalidação de novas portarias para as rendas
máximas, sendo que, só para se ter uma noção do que é que hoje acontece no
concelho de Vila Franca de Xira, está definido em portaria, aprovado por este
Governo, que um TO ou um Ti possa ter um limite de 578,00€ de renda, um T2 e
um T3 de 865,00€ de renda, o que dá para perceber da importância, por exemplo,
do apoio financeiro do Porta 65, onde o PCP está a trabalhar, para um reforço
financeiro de mais 25 milhões de euros.
—
Por fim, há a questão das creches, neste momento pode garantir que o acordo já
está feito com o Partido Socialista no âmbito da negociação do Orçamento do
Estado, e o objetivo que têm é efetivamente criar uma rede pública de creches ou
de soluções equiparadas. Ao contrário do que alguns já se apressaram a vir dizer
ao terreno, não estão contra as IPSS, antes pelo contrário, as IPSS, nomeadamente
no concelho de Vila Franca de Xira, foram a génese duma resposta e duma
organização populares, as quais esta rede pública deverá considerar valorizar e
mesmo integrar.
Por isso mesmo, não abdicam, no âmbito da atual legislatura, até ao limite da
creche e prolongamento e, se possível, também para as crianças do pré-escolar, de
haver gratuitidade para todos. A informação de que dispõem é que está já
garantida até ao 2 escalão de comparticipação familiar.
Depois, na sexta-feira estiveram a visitar escolas, e as escolas davam-lhes conta
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desta satisfação, também conseguida pelo PCP, que é, na área da educação, não
haver a devolução dos manuais das crianças de 12 ciclo, pois infelizmente, não
obstante a gratuitidade para toda a escolaridade obrigatória, foram criadas
entropias ao funcionamento e aplicabilidade desta medida, que esperam que com
este novo Orçamento do Estado possa ser finalmente corrigida.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, mencionando que o Sr. Vereador
falou sobre questões que têm a ver com o Orçamento do Estado e fez uma
declaração política sobre aquilo que o PCP vai apresentar ou já apresentou nas
cerca de 1 300, pensa que são 1 276, salvo erro, propostas de alteração. É o que é,
se calhar algumas nem sequer vão a discussão, mas tudo bem, é o que é, é uma
forma de abordagem da discussão do Orçamento do Estado.
O Sr. Vereador colocou algumas questões sobre as quais está absolutamente de
acordo com a sua pertinência, uma das quais, e principalmente, é o cumprimento
da Lei das Finanças Locais, obviamente que sim. Que se lembre só o Eng2 Guterres
é que por uma vez cumpriu, de resto mais ninguém cumpriu a partir de aí,
inclusivamente saldou as dívidas todas do Governo Regional da Madeira, tudo ali,
zero, e já voltou tudo ao mesmo. Daí para cá a Lei das Finanças Locais nunca mais
foi cumprida, pelo que há um défice de 35 milhões de euros que é devido aos
municípios portugueses, e 5 milhões de euros às juntas de freguesia. Não pode
estar mais de acordo na necessidade de se exigir que a Lei das Finanças Locais se
cumpra.
Sobre a taxa de passagem, crê que no orçamento de 2019 esteve.
Interrompeu o Sr. Vice-Presidente, dizendo que foi em 2018.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que então foi em 2018, esteve lá, e para si é
um mistério como é que uma coisa que estava deixou de estar, é um mistério que
não consegue entender. Contudo, o Sr. Vice-Presidente, que tem acompanhado
muito de perto estas matérias, pode ainda acrescentar alguma coisa, mas, já
agora, vai até ao fim e depois o Sr. Vice-Presidente falará sobre isso.
Quanto ao apoio às artes, o arrendamento, as creches, enfim, há uma série de
matérias que são importantes, mas, sobre as taxas de passagem, dá a palavra ao
Sr. Vice-Presidente.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, referindo que convém rapidamente fazer
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uma resenha. Assim, a questão foi aprovada em 2018, e Vila Franca de Xira
desempenhou, nos últimos 2 anos, como o Sr. Vereador Nuno Libório deve ter
conhecimento, a presidência da AMAGÁS
— Associação de Municípios para o Gás,
através da sua pessoa, com os municípios integrantes da AMAGÁS na Área
Metropolitana de Lisboa.
Uma das questões, praticamente, foi passar a uma luta, porque foi uma luta, desde
ser recebida na Assembleia da República por todas as forças políticas e
ultimamente pela própria Comissão do Poder Local, pela Deco, pela Entidade
Reguladora, derivado ao reflexo desta taxa. Oportunamente, e provavelmente na
próxima reunião de câmara, virá, porque foi assim aprovado por todos os
municípios, a alteração da denominação da AMAGÁS, com a alteração também do
seu objetivo fora, não só do gás, mas das infraestruturas no território municipal. É
uma maneira de disciplinar essa vertente a nível jurídico e económico, mas a seu
tempo virá, depois terá que ir também à assembleia municipal a alteração dos
estatutos, que terá de ser subscrita por todos os Srs. Presidentes de câmara.
Isto foi aprovado já por unanimidade, a reunião até foi na semana passada, e fez-
se a aprovação dum documento imediato, que foi entregue na Assembleia da
República, não só ao Sr. Presidente da Assembleia da República e ao Sr. Presidente
da Comissão do Poder Local, como a todos os partidos políticos. Pensa que os Srs.
Vereadores têm conhecimento, há documentos assinados pelo próprio em nome da
AMAGÁS, porque, estranhamente, em 2018 estava lá, no artigo 213, se não lhe
falha a memória, ou no 208, que toda esta taxa não se poderia refletir no
consumidor.
Estranhamente, à data, essa deliberação da Assembleia da República nunca foi
regulamentada, e em 2019 caiu. A Assembleia da República cumpriu o seu
trabalho, à data, o Governo, à data, é que não cumpriu, pelo que é escusado falar,
porque factos são factos, não foi regulamentada e competia, única e
exclusivamente, ao Ministério das Finanças.
O próprio pediu audiências ao Sr. Ministro para ser recebido, Iogicamente que pelo
Sr. Secretário de Estado, no âmbito da AMAGÁS, a AMAGÁS foi recebida por todas
as instituições, mas pelo ministério nunca conseguiu ser recebida. Foi recebida por
todos os órgâos, menos pelo próprio Ministério das Finanças, porque sabia que o
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busflis da questão esteve ali.
Sabe-se que se está a lidar, para aqueles que não estão tão identificados com este
assunto, com David e Golias, com os grandes operadores de subsolo, e o grande
objetivo é disciplinar, através duma coisa tão simples quanto isto, um tritubo. Nas
áreas de todos os municípios que se ponha lá o tritubo e todas as infraestruturas
passem por ali. Obrigatoriamente têm que passar por ali, e obrigatoriamente só há
uma abertura e fecho de vala uma vez.
Os municípios só negoceiam com um operador, é assim que deve ser feito, porque
os municípios, neste momento, a nível do país, estão a ser lesados em muitos,
muitos milhões de euros, por utilização indevida do subsolo. Tem que se ter
consciência disso, basta ir à ERSE — Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos,
e ver os relatórios, e ver, no concelho de Vila Franca de Xira, as infraestruturas que
estão enterradas.
Como diz o Sr. Presidente, e bem, a câmara municipal é dona do seu território, mas
não é coisa nenhuma, basta ver os pareceres na área de urbanismo que se têm
que pedir (só quem não está dentro disto é que não sabe), sendo que na área do
gás, infraestruturas tecnológicas e elétricas, tem que se caminhar para uma
disciplina concreta.
A Assembleia da República, em 2018, fez o seu trabalho, esteve regulamentada,
estava no decreto-lei, mas depois não passou à prática, não foi executada através
de portaria.
Só se sabem os factos, que não foi regulamentada, e não lhe perguntem porquê.
Agora passou-se o mandato para Alenquer. a assembleia da AMAGÁS foi realizada
em Arruda dos Vinhos, para estes 2 últimos anos de mandato, e espera que se
consiga, aliás, a AMAGÁS tem esperança que neste Orçamento do Estado volte a lá
ser enquadrada, porque foi recebida por todas as forças políticas. O próprio dirigiu-
se à Assembleia da República, com a direção da AMAGÁS, foi recebido por todos os
partidos políticos, a própria Associação Nacional de Municípios Portugueses deu um
parecer negativo à proposta de decreto-lei onde constava que os encargos
deveriam ser refletidos na fatura ao consumidor, e a única coisa que se pede é
repor aquilo que estava em 2018, porque nada mudou, a única coisa que mudou
foi que não houve uma regulamentação da lei, foi só isso.
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Interveio o Sr. Presidente, dizendo que esta é uma batalha de muitos anos, mas os
municípios hão de vencê-la, é preciso persistência. Como se referiu, às vezes uma
vírgula faz toda a diferença, de maneira que há de se lá pôr a vírgula que falta.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CONTINUIDADE DE PASSEIO NA RUA VASCO MONIZ - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dando os bons dias e cumprimentando todos
os presentes, bem como quem ouve a reunião em casa, dizendo que a primeira
questão que queria colocar ao Sr. Presidente tem a ver com uma situação que os
membros da CDU conhecem muito bem, o Sr. Presidente particularmente e o
próprio também, na medida em que enquanto presidente de junta o Sr. Presidente
apresentou-lhe um documento, onde era visível um traçado de continuidade do
passeio da rua Vasco Moniz, mesmo em frente ao Ateneu, isto na sequência das
obras de demolição do prédio do CBEI.
Aquele espaço, de facto, e aquela zona, está francamente interessante, bonita,
arejada, mas pensava que seria na altura das obras, porque viu aquele
gradeamento que até considera engraçado, bonito, bem conseguido, mas falta
aquilo que viu no desenho, a continuidade daquele passeio, embora “estreitinho”,
mas muito útil para as pessoas.
Aquilo que está a acontecer é que no limite do prédio que foi demolido a calçada
está ao nível do betuminoso em alcatrão. Acabou o lancil, que terminava pouco
antes, a rapaziada agora vai estacionando, encosta mesmo o carro ao prédio,
10cm, alguns até menos, e as pessoas vêm a subir, naquele bocadinho de passeio
que ladeava o prédio à rua Fausto Nunes Dias, e embora esteja lá a passadeira um
bocadinho atrás, chegam ali e têm que atravessar a estrada, pois não têm passeio
para continuarem.
O Sr. Presidente está a perceber o que é que o próprio está a dizer, tem pena que
não se tenha concluído uma coisa tão simples. Estavam ali os tapumes, estava
aquilo vedado, era só concluir aquele passeio, pôr ali um bocadinho de lancil, fazer
a concordância com aquele que vem da rua Fausto Nunes Dias, e as pessoas não
estavam agora a passar por aquilo.
Assim, solicitava, na medida do que é possível, que fosse dada atenção àquele
bocadinho de passeio, está a falar ali de Sm, talvez 1Cm de lancil e um bocadinho
de calçada. Sabe que não se pode fazer o passeio de 1,5m ou 1,2m, mas pelo
menos fazê-lo com a medida com que vem de cima, do CBEI, porque já permite às
pessoas passarem ali com a criança ao colo. Com o carrinho de bebé já não se
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consegue, mas pelo menos com uma criança ao colo consegue-se passar.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, mencionando que o Sr. Vereador
Mário Calado referiu a questão do passeio na rua Vasco Moniz, e vai ver com os
serviços, porque, efetivamente, aquilo que se lembra de ter visto com o Sr.
Vereador era aquilo que o mesmo acabou de referir há pouco.
Uma vez que finalmente o prédio foi ao chão agora há que fazer o resto. já se
respira melhor ali, finalmente viu-se o Ateneu, que nunca se conseguia ver,
ninguém tinha a perceção da fachada porque tinha-se ali aquela barreira, mas
felizmente que se conseguiu chegar a acordo e demolir o prédio.
Agora, há que fazer algumas melhorias, que são possíveis fazer, e já enviou uma
mensagem para lhe enviarem esse tal documento, para se relembrar do que é que
estava previsto.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ACESSO AO CENTRO DE EMPRESAS DA VÁRZEA, NA EN1O.6
- ALVERCA DO
RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, lembrando a necessidade do arranjo nos
acessos ao centro de empresas da Várzea, na EN1O.6, em Alverca, havendo ali,
sobretudo, uma grande cratera no betuminoso em alcatrão, próximo da empresa
Chimba, se não se engana.
Portanto, os membros da CDU solicitavam a intervenção da câmara municipal, no
sentido de reparar aquela grande cratera que existe ali, porque traz inconvenientes
claros à circulação dos veículos.
O Sr. Presidente interveio, pedindo ao Sr. Vereador para identificar melhor o local. -
Prosseguiu o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que é no centro de empresas da
Várzea, em Alverca, junto à empresa Chimba, empresa de transportes, que tem
cerca de 80 trabalhadores, salvo erro.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que o Sr. Vice-Presidente,
apesar de não ser uma via da câmara municipal, vai lá ver o que é que ali está e se
se pode fazer alguma coisa.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
DIREITOS L4BORAIS EM EMPRESA DE VIGILÂNCIA CONTRATADA PELA CÂMARA
MUNICIPAL
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que os membros da CDU tiveram
conhecimento que uma empresa contratada, que está a assegurar a vigilância do
pátio e das oficinas, de acordo com o que sabem, não está a assegurar os direitos
laborais das pessoas que para ela trabalham. Naturalmente que isto constitui uma
violação de responsabilidade social daquela empresa e incumpre também, com a
certeza absoluta, no contrato assumido com a câmara municipal.
Sabem que há 2 trabalhadores que recebem 1 050,00€, e nestes 1 050,00€ estão
incluídas horas extras, salário, subsídio de refeição, duodécimos do subsídio de
Natal e férias, e a empresa parece que paga apenas 174 horas e eles fazem 240 a
252 horas mensais. Atualmente são 3 trabalhadores, antes eram 4, eles, de facto,
não se importam de trabalhar aquelas mais 12 horas, mas querem o pagamento de
todas as horas que lá trabalham.
Sabem que a câmara municipal, diretamente, não terá a responsabilidade em nada
deste assunto, mas tem a obrigação moral, pelo menos, de esclarecer e tentar
resolver junto desta empresa esta ilegalidade. Assim, pensam que é de bom-tom
lembrar à empresa que não deve fazer o que está a fazer.
É apenas isto, e agradecem a melhor atenção para este assunto.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que a câmara municipal,
quando faz uma contratação com alguém, esse alguém tem de cumprir as regras
contratuais com os seus próprios trabalhadores.
já houve uma situação, não sabe se foi com os SMAS ou com quem foi, não se
recorda, em que efetivamente se anulou o contrato por não cumprimento
contratual com os respetivos trabalhadores.
Interrompeu o Sr. Vice-Presidente, mencionando que foi no Porto da Areia.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que aqui, com esta chamada de atenção, ver
se-á o que se passa, é chamar a empresa e perceber o que é que está a acontecer.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO -JUVENTUDE DA CASTANHEIRA
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, dando os bons dias a todos os presentes
na reunião e em casa, começando por dizer que se está numa altura em que o
associativismo no concelho atravessa uma fase muito difícil, em termos financeiros
e até da própria credibilidade, e os membros da CDU creem que é importante, para
ajudar a reverter as situações mais delicadas, começar a rever condições de
determinados protocolos, bem como analisar o impacto que alguns montantes
cobrados ao movimento associativo e IPSS têm nas suas contas.
Neste âmbito, querem solicitar informação sobre os montantes de cânone
superficiário cobrado ao movimento associativo, nomeadamente ao Juventude da
Castanheira, para, como já disse, analisar o impacto que têm, e de que forma se
pode criar uma solução com enquadramento legal, para que isso não seja “mais
um prego no caixão” dessa coletividade, bem como de outras em situação
semelhante.
Depois da reunião que tiveram com o Juventude da Castanheira ficaram com o
entendimento que tem de haver uma revisão das condições de protocolo de gestão
do pavilhão municipal, uma vez que a verba atribuída para a gestão desse pavilhão
não chega para pagar a limpeza do mesmo. Está a falar de cerca de 750,00€
mensais.
Ainda, sobre o pavilhão, mantêm-se problemas de segurança e de vedação do
equipamento desportivo, e voltam a insistir na necessidade do seu reforço.
Toda esta situação, que é pública, das dificuldades financeiras do clube, tem
levado também a que se tenham procurado soluções menos óbvias, mais fora da
caixa, para atenuar os custos do dia a dia, pelo que queriam questionar sobre a
possibilidade de se estudar o uso da água do poço existente na urbanização
vizinha na rega do campo.
Contudo, estes problemas não são, infelizmente, exclusivos do Juventude da
Castanheira, várias outras coletividades e IPSS têm-se manifestado negativamente
em relação às verbas disponibilizadas, porque são manifestamente insuficientes e
mal garantem a sua sobrevivência, nas suas diferentes intervenções sociais, como
por exemplo no fornecimento das refeições escolares. Está o executivo camarário,
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e esta é a sua pergunta, aberto a uma atualização dos valores de referência para
as IPSS, para esse mesmo fornecimento?
Querem relembrar que, se de um lado se queixam que recebem pouco em termos
de verbas de refeição, do outro os membros da CDU já têm trazido diversas vezes
as queixas das crianças em relação à qualidade das refeições. Se as IPSS recebem
verbas que chegam para gato, não se pode servir lebre.
Assim, a sua ação nesta área é afetada, e agravada pelo facto de ainda se
desconhecerem os valores dos acordos de cooperação com a Segurança Social, se
serão atualizados ou não, perturbando a preparação do ano letivo nestas
instituições. Quem perde no meio disto tudo são os utentes, são as crianças.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, mencionando que o Sr. Vereador
falou sobre o associativismo em termos gerais, e ao fim e ao cabo não foi muito
diferente da conversa que se teve com o CBEI. As dificuldades não são de hoje, são
de há muito tempo, na medida em que estas instituições particulares de
solidariedade social substituem o Estado, O Estado, muitas das vezes, não
corresponde, em termos dos contratos que tem com estas instituições, e esses
contratos são também, muitas das vezes, insuficientes para fazer face às despesas
que têm. Depois, as próprias mensalidades que as instituições praticam são
insuficientes.
No que concerne à câmara municipal, tem os apoios e as parcerias, sem os quais
provavelmente as instituições tinham alguma dificuldade em ainda se manterem
abertas. Por isso, aquilo que se quer é que essas dificuldades sejam menores.
Quanto às questões de credibilidade, como o Sr. Vereador referiu, crê que existem,
tanto os trabalhadores que lá desenvolvem a sua atividade, como os órgãos sociais
destas instituições, são credíveis, são pessoas que já se conhecem, algumas, há
muitos anos, e daquelas que conhece não tem dúvida nenhuma da sua maneira de
estar no associativismo, na sua conduta cívica, e dão credibilidade a estas mesmas
instituições.
Relativamente ao cânone superficiário, é uma matéria que o executivo não tem
problemas em analisar, se se pode ultrapassar, e até agora nunca ninguém disse
ao próprio que se podia ultrapassar, mas pode-se voltar a avaliar.
Sobre o juventude da Castanheira, o que é que o Sr. Vereador quer lhe diga? Não
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sabe o que diga ao Sr. Vereador, porque para o clube receber os subsídios a que
tinha direito, e que estavam suspensos porque não apresentava contas, foi a
câmara municipal que exigiu, numa reunião que teve com os órgãos atuais,
dizendo “enquanto não apresentarem as contas, não podemos”. Assim, quando se
fala de transparência é isto mesmo.
Não sabe se estão completamente corretas as contas que lhe apresentaram, tinha
de haver alguém que avaliasse, mas tem que acreditar naquilo que lhe
apresentam, contudo, o que lhe apresentaram permitiu que no dia seguinte tenha
pedido ao Sr. Vereador António Félix que, assim que os documentos entrassem, se
pagasse imediatamente. Pagou-se, e ainda foram uns milhares de euros
apreciáveis, que permitiram que as situações mais difíceis e prementes fossem
resolvidas.
O clube tem dito e posto muita coisa no Facebook, diz que vai entrar em
insolvência, mas é preciso é calma. Tem uma reunião marcada, crê que para a
semana, e vai ouvir, porque da parte da câmara municipal não sabe o que é que se
podefazermais.
Investiu num piso sintético novo, sobretudo para benefício das crianças, porque
mais tarde ou mais cedo a Associação de Futebol de Lisboa ia encerrar a atividade
desportiva ali e entendeu-se fazer esse investimento, tendo em consideração as
necessidades da prática desportiva adequada. A câmara municipal tem feito outros
investimentos ao longo dos anos, agora diz-se que o pavilhão precisa disto, daquilo
e daqueloutro e, de que o próprio se lembre, ao longo dos anos os protocolos que
foram celebrados foram cumpridos pela câmara municipal, que os pagou sempre
até ao momento em que o clube não apresentou contas, mas agora já está tudo
em dia.
Havia pequenas manutenções que eram da responsabilidade do próprio clube, e
uma coisa é dizerem-lhe que é precisd mais dinheiro, outra é “que o protocolo
assim, o protocolo assado, o protocolo cozido”, pelo que se vai conversar e ver o
queéquesepodefazer.
Relativamente à utilização da água do poço, ou de um furo que o cube lá tem,
essas matérias não podem ser assim. Para já, a APA - Agência Portuguesa do
Ambiente, e os SMAS, têm que se pronunciar. Sabe-se que há para aí centenas de
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Câmara Municipal
coisas dessas, mas em boa verdade, no rigor das coisas, não se pode chegar aH,
abrir um furo e estar a gastar água. Tem que se saber se a água é potável, têm
que se ver critérios de avaliação técnica, etc.
Referiu o Sr. Vereador André Arrojado que foi exatamente isso que sugeriu, o
estudo dessa possibilidade.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que sim, mas o que pretende é dizer ao Sr.
Vereador que não é linear, há determinado tipo de procedimentos que se têm de
ter em linha de conta. Com esses procedimentos com certeza que, se for possível,
é mais uma possibilidade de gastar menos água, o que é um prejuízo para os
SMAS.
Quando se diz que a câmara municipal, e neste caso os SMAS, não estão
disponíveis para ajudar, estão, e muito, mas há de haver um momento em que os
planos de pagamento sobre planos de pagamento que são feitos, e que não são
honrados, têm que ser cumpridos.
Assim, sobre a questão do apoio ao associativismo, o executivo está confortável.—-
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, dizendo, em relação ao que disse o Sr.
Presidente, que não irá nunca falar no nome das instituiçâes, mas pode dizer que
estão a ser contactadas, porque os SMAS foram notificados neste momento pelo
Tribunal de Contas, e pelos auditores, para que haja sinais, e por aqui se fica, de
regularização das dívidas.
É só isto, o próprio, o Sr. Vereador António Félix e a Sr Vereadora Fátima Antunes,
enquanto administradores dos SMAS, podem estar a incorrer num problema muito
complicado.
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RECRUTAMENTO DE MÃO DE OBRA QUALIFICADA
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, referindo que na visita que os membros da
CDU fizeram à freguesia onde hoje todos se encontram, como é habitual sempre
que há uma reunião de câmara descentralizada, reuniram com a empresa de
carpintaria A Catedral, na Castanheira do Ribatejo, e foi-lhes informado que existe
dificuldade no recrutamento de mão de obra especializada em carpintaria devido à
falta de pessoas qualificadas. Os novos trabalhadores são formados dentro da
empresa, com os custos e demoras normais que daí advêm.
Sendo essa uma situação que atrasa o desenvolvimento do tecido empresarial do
concelho, é do entendimento dos membros da CDU que todos poderiam beneficiar
dum levantamento dessas necessidades nas diversas indústrias no concelho,
adequando a oferta do IEFP, Centro de Formação de Alverca, a essas mesmas
necessidades.
Diminuiu-se o desemprego, qualificam-se trabalhadores e criam-se as condições
para que a indústria do concelho possa prosperar.
Tem a câmara municipal informação dessas necessidades? Através da sua
representação no centro de emprego e no IEFP, com o seu poder também político,
tem diligenciado esforços para haver um ajuste nessa oferta, que permita adequar
a formação oferecida à realidade do concelho?
Caso seja uma temática que ainda não tenha sido trabalhada, por algum motivo,
estão convencidos que é por aqui o caminho que se tem de tomar, se se quer um
tecido empresarial saudável, bem como reduzir o desemprego no concelho.
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de AVila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MANUTENÇÃO BÁSICA NAS ESCOLAS - EB1 DE ARCENA, JARDIM DE INFÂNCIA DO
BOM SUCESSO
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, dizendo, como já referiu, que os membros
da CDU gostam muito de visitas ao terreno, para conhecerem a realidade concreta
do concelho, falando com as pessoas, para poderem depois, em sede própria, dar a
melhor resposta aos seus problemas. Daí a reunião com o Juventude da
Castanheira, com A Catedral, as visitas recorrentes a escolas do concelho e outras
entidades.
As visitas ajudam-lhes a entender a realidade em que estão inseridos e, de facto,
querem conhecê-la. Conhecem estando lá, e no panorama escolar continuam a
ouvir sucessivamente, e em diferentes sítios, diversas escolas, exatamente com os
mesmos problemas. Os problemas de manutenção básicos são uma constante,
tornam pequenos problemas do dia a dia em constrangimentos estruturais quando
étudosomado.
Assim, e fazendo uma listagem de todas as preocupações básicas, apenas as
escolas básicas da EB1 de Arcena, aperceberam-se da necessidade de reparação
dos equipamentos de recreio, que estão obsoletos e em mau estado de
conservação devido ao seu uso, que há portas sem fechaduras operacionais, e que
há problemas acústicos no refeitório, que devido ao pé demasiado alto amplificam
o som tornando insuportável o ambiente das refeições, tanto para os alunos, como
para o pessoal docente e não docente.
Os meios tecnolágicos de apoio ao estudo já não funcionam, os dispositivos que
estão lá nunca funcionaram ou tornaram-se obsoletos, devido ao seu óbvio uso
dentro das aulas e do programa de ensino.
Depois, nesta escola em particular, na EB1 de Arcena, há um problema que já
ultrapassou um problema de manutenção, que ameaça tornar-se um problema
grave de segurança, devido ao deslizamento de terras na zona do recreio, que está
a fazer abater o suporte do muro da escola. Aquilo é uma rampa de terra onde as
crianças brincam, apesar de, dito pelas mesmas, saberem identificar aquela como
uma área perigosa.
Indo ao jardim de infância do Bom Sucesso, as coisas não estâo diferentes, e nem
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poderiam ser, porque a política levada a cabo tem sido a mesma. Desde a
reconstrução que o sistema de climatização não funciona, ou por outra, funciona
cerca de 2 a 3 dias depois dos técnicos lá irem, o que sugere que há lá um
problema muito mais grave do que um “penso rápido”, que exige, de facto, um
olhar mais cuidado.
A juntar a isto há outros problemas básicos, como o Wi-Fi, que não funciona, os
secadores de mão que não funcionam, não há dispensadores de papel higiénico, os
estores das janelas estão avariados, e até a antena não funciona.
Ora, se a maior parte destes problemas são coisas relativamente simples de se
resolverem, porque é que subsistem? As necessidades são informadas e não são
respondidas em tempo útil, parecendo que a educação no concelho não é uma
prioridade, e os problemas podem-se ir empurrando, que eventualmente se hão de
resolver. Contudo, não se resolvem e as pessoas com que contactam reportam-
lhes isso. — —
Queria também dizer que não vale a pena, como já aconteceu no passado, dizer
que estas situações não foram reportadas, não são verdade ou são exageradas,
são preocupações transversais ao universo escolar, a pais, a professores, ao
pessoal não docente e até às próprias crianças.
Portanto, queriam deixar, em tom de desafio para o executivo, uma visita às
escolas, e, se não for possível a todas, que seja a essas.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que só quer dizer ao Sr. Vereador que se calhar
começou a conhecer as escolas hoje.
Disse o Sr. Vereador André Arrojado que já notou estes problemas. Apesar de
conhecer hoje já notou estes problemas, mas as pessoas dizem-lhe que os
problemas já vêm de há muito tempo.
Interveio de novo o Sr. Presidente, mencionando que o Sr. Vereador deve pensar
que não se visitam as escolas, isso é ter um certo atrevimento.
Referiu o Sr. Vereador André Arrojado que vão juntos, era só o que queria dizer,
desafiar a fazerem todos uma visita, para perceberem que estes problemas são
reais.
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo e dizendo que isto é fantástico.
Interveio mais tarde, no final da reunião, referindo, no que respeita às refeições
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escolares, que a câmara municipal pratica valores completamente díspares, para
mais, relativamente ao Ministério da Educação, e estas parcerias que se têm com
as instituições, com as IPSS, permitem que em alguns casos consigam resolver os
seus problemas financeiros, que se não fosse assim provavelmente mais
dificuldades teriam.
Contudo, não se faz, nem mais, nem menos, do que foi o compromisso, que é,
dentro dos limites que a lei permite, privilegiar a economia local. Está-se a falar de
empresas, as instituições são empresas, têm o seu “métier” de atividade, mas não
deixam de ser empresas da economia social. Efetivamente privilegia-se sempre, no
limite daquilo que a lei permite, a economia local e, neste caso, as refeições das
instituições do concelho.
Depois, as informações que tem relativamente a algumas matérias de que o Sr.
Vereador falou sobre as escolas, e vai confirmar, é que na escola do Bom Sucesso
esteve lá a equipa da câmara municipal, se não ontem, anteontem, ou coisa que o
valha, a fazer um levantamento, na tentativa de resolver algumas das matérias.----
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, só para explicar a questão, para o
Sr. Vereador ter a ideia, contando uma pequena história, curta. Assim, a câmara
municipal vai avaliar o que é que se passa no Bom Sucesso, mas relativamente a
Arcena também houve uma queixa, foi-se lá, e o que aconteceu foi que se tinha
desligado um disjuntor, e o técnico da câmara municipal foi lá para carregar no
botâo. Ora, não se pode ter um técnico para ir à escola só porque alguém desligou
um disjuntor da eletricidade. Às vezes falta o Wi-Fi porque alguém desligou o
disjuntor.
Referiu o Sr. Vereador André Arrojado que está certo, mas de certeza que essa é
uma situação pontual.
Disse o Sr. Vereador António Félix que não, são várias destas, “n”.
O Sr. Vereador André Arrojado interveio novamente, dizendo que as outras
situações aqui apresentadas não são de certeza só carregar num disjuntor.
Interveio novamente o Sr. Vereador António Félix, mencionando que têm sido “n”
situações destas, está a dar um exemplo, mas são “n” situações similares, esta foi
aúltima.
Disse o Sr. Vereador André Arrojado que se calhar era bom se fossem todas assim,
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FLAta 051
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só carregar num botão.
Disse o Sr. Vereador António Félix que o Sr. Vereador pode crer que a maior parte
delasésócarregarno botão.
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando, em termQs gerais, que quer dizer ao Sr.
Vereador André Arrojado que num mundo ideal estava tudo certinho, tudo perfeito
e não havia problemas absolutamente nenhuns. Como esse mundo ideal não
existe, aquilo que pode dizer é que apesar de tudo a câmara municipal fez, faz e
vai continuar a fazer, um investimento muito grande naquilo que é um desafio, que
tem uma importância absolutamente decisiva, que é a escola pública.
Nesta área da descentralização de competências vai-se conseguir alargar a
capacidade de influência nesta área, porque o Ministério da Educação abandonou
as escolas, há muitos anos, muitas décadas. Das EB2,3 há escolas no concelho
onde a única pintura que tiveram foi na altura da inauguração, quando foram
inauguradas, nunca mais, nem uma pequena pintura tiveram. Muitas das coisas
têm sido feitas, num determinado contexto, pelas juntas e também pela câmara
municipal, e vai-se continuar a fazer esse trabalho junto dos agrupamentos.
Se o Sr. Vereador lhe disser se está tudo feito e é necessário fazer mais, não há
dúvida absolutamente nenhuma, o próprio, cada vez que vai às escolas traz
sempre um rol bastante intenso, das escolas que precisam deste aspeto ou
daquele, muitas vezes questões de pormenor, outras coisas com mais substância.
Dando um exemplo, na escola de Arcena investiu-se o ano passado e este ano
algumas dezenas largas de milhares de euros e vai-se continuar a investir, porque
são escolas antigas, foram construídas num determinado contexto, com uma
construção pré-fabricada, que ao longo do tempo tem dificuldades muito grandes.
Vai-se trabalhando com aquilo que é possível fazer, mas tem-se feito um
investimento bastante grande e vai-se continuar a fazer.
Após intervenção em privado do Sr. Vereador Mário Calado, interveio o Sr.
Presidente, dizendo que todos têm que concorrer para que as coisas corram bem e
não se estar sempre na situação que o Sr. Vereador colocou. Contudo, o executivo
continua apostado em que as coisas corram bem, criou-se uma equipa só para o
efeito, que provavelmente não conseguirá chegar a tudo ao mesmo tempo, mas
aquilo que se tem de fazer vai-se fazendo, tentando resolver todas as questões.---
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Agora, uma escola é um edifício de manutenção de muita exigência, são muitas
crianças, muitas pessoas que lá trabalham, e é natural que as coisas tenham
dificuldades acrescidas.
O próprio também, há uns anos, foi a uma escola em que se tinha recuperado a
escola toda, estava um “brinquinho”, e viu uma porta nova em folha com um
grande buraco. Perguntou à responsável o que é que tinha acontecido, e a mesma
respondeu-lhe que foi um menino que foi a correr e deu um pontapé na porta. É
claro que a porta não deveria ser assim tão resistente como isso, mas o que lhe foi
dito foi que a câmara municipal tinha de lá pôr uma porta.
O que respondeu foi que não ia pôr, porque há coisa de uma semana tinha sido
posta, estava deteriorada e foi posta uma porta nova, bem como que a
responsável ia ter que falar com os pais para se responsabilizarem por aquilo que a
criança fez. Estas coisas também têm que ser assim, tem de haver
responsabilidade de todos, senão as coisas não funcionam.
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RAta 053
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
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CENTRO DE SAÚDE DA CASTANHEIRA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra ao Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo
que lhe deixaram 10 minutos ou coisa que o valha.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que foram 16.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo ao Sr. Vereador Carlos Patrão que veja se
consegue.
Disse o Sr. Vereador Carlos Patrão que fará um esforço nesse sentido, com certeza.
Prosseguiu, dando os bons dias a todos e começando com algumas questões
relacionadas com a freguesia da Castanheira, até por um problema que o Bloco de
Esquerda tem trazido em várias reuniões, que se prende com o Centro de Saúde da
Castanheira do Ribatejo, a falta de condições nesse centro, nomeadamente de
infiltrações de água ou a falta de médicos.
Os telefones não funcionam, o Bloco de Esquerda leu, num dos periódicos da
imprensa local, que esse problema estaria resolvido e gostaria de ouvir o executivo
sobre isso, porque entretanto ontem tentou fazer um telefonema para o centro de
saúde e ninguém atendeu.
Interveio o Sr. Presidente no final da reunião, pedindo à Sr Vereadora Fátima
Antunes para esclarecer estas questões colocadas pelo Sr. Vereador Carlos Patrão.
Interveio a Sr Vereadora Fátima Antunes, mencionando, relativamente à questão
daa chamadas telefónicas, que há, de facto, uma avaria na central telefónica, e
provavelmente, pelos custos elevados que implicam a sua reparação, tem estado a
ser desenvolvido o procedimento em termos das ARS - Administração Regional de
Saúde.
Quanto ao ACES
- Agrupamento de Centros de Saúde, é uma questão que
eventualmente pode estar a trazer alguma dificuldade, pois neste momento o
ACES não está com diretor executivo, a diretora anterior cessou funções e ainda
não foi nomeado o seu substituto. Também, em termos de diretor clínico, a doutora
que lá estava foi aposentada e está-se numa situação de transição, o que pode
levar a dificultar os procedimentos.
No entanto, sabe que esta questão está a ser tratada pela ARS, no sentido de que
o procedimento seja autorizado o mais rapidamente possível, para se resolver a
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questão.
Sobre os médicos de família, até ao final do ano passado o Centro de Saúde da
Castanheira do Ribatejo tinha a dotação completa dos médicos, no final do ano
houve uma médica que lá estava que pediu mobilidade para outra unidade, que
saiu, e neste momento está em falta um médico de família.
Assim, é o que tem a referir relativamente a este assunto.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ESTAÇÃO DA CP DA CASTANHEIRA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo, para além das questões que
levantou do centro de saúde, que infelizmente são recorrentes, que gostaria de
alertar e ouvir o executivo sobre uma outra situação da freguesia, que se passa
com a estação da CP da Castanheira do Ribatejo.
Há muitas queixas sobre a higiene da estação, há quem faça as necessidades
dentro da estação, depois não é limpa, as casas de banho estão fechadas e, para
além deste problema, que parece ao Bloco de Esquerda ser grave, e que se prende
até com outros que tem detetado noutras estações da CP do concelho, há também
o da falta de transporte da vila da Castanheira para a estação da CP.
Portanto, gostaria que o executivo desse um ponto de situação, se no âmbito desta
grande mudança que houve nos transportes ao nível metropolitano está
contemplado reforçar as ligações entre a vila da Castanheira e a estação da CP.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que esta matéria da
falta de limpeza é recorrente e tem-se vindo a falar com a lnfraestruturas de
Portugal, porque se fez ali aquela estação, agora a IP diz que não tem meios
financeiros para lá pôr pessoas a fazer a limpeza, limpar os WC, e a decisão foi
fechar aquilo tudo. Contudo, vai-se continuar a insistir para que se resolvam estas
matérias.
Sobre a questão dos transportes, o Sr. Vice-Presidente falará, daquilo que têm sido
as reuniões, não só na AML - Área Metropolitana de Lisboa, mas também com os
operadores do concelho.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dizendo que, na área da mobilidade e transportes,
já está em fase final, já foi fechado, o concurso internacional que vai ser executado
pela AML tendo as câmaras municipais delegado a competência para esta
negociação.
No âmbito de Vila Franca de Xira, concretamente na zona da Castanheira, foram
incluídos, se a memória não lhe está a falhar, de e para a estação, no período da
hora de almoço, e depois da hora de almoço, salvo erro mais 4 circuitos que não
estavam considerados, além dos da manhã e da tarde.
Agora vai-se esperar pelo fecho dos lotes.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PLATAFORMA LOGÍSTICA DA CASTANHEIRA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo uma questão que se prende com a
famosa plataforma logística da Castanheira do Ribatejo, dizendo que o Bloco de
Esquerda sabe pela imprensa que há um grande operador logístico que quer
finalmente desenvolver essa atividade nesta plataforma, e gostaria de saber se o
executivo tem alguma informação sobre isso e se poderia também trazer alguma
informação sobre a questão.
Aproveita para dizer que relativamente a estas questões ligadas à logística o Bloco
de Esquerda tem sido crítico sobre o planeamento destas atividades no concelho,
não percebe muito bem porque é que se continuam a licenciar áreas de
armazenagem no concelho, tendo em conta que esta plataforma está vazia, e ver
se-á se de facto vai ser ocupada ou não. Mesmo as áreas que não estão vazias, que
têm construção de armazéns, por exemplo no Sobralinho, de uma visita que fez há
2 semanas atrás àquela área industrial, grande parte abandonada, viu que há
imensos armazéns novos que nunca foram estreados sequer, e já estão lá há vários
anos.
Deixa também este apontamento, que pensa que merece uma reflexão de todos e
do executivo camarário em particular.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que há uma nova estratégia
da empresa que está à frente da plataforma logística, e crê que está a avançar
com naves, porque não iria fazer o investimento que fez se à partida não tivesse já
empresas interessadas em ir para lá. Passou de uma estratégia que era vender
lotes para uma estratégia de construir e alugar, ou vender, eventualmente.
A única coisa que pode dizer também, complementarmente, é que na zona de
expansão da plataforma logística está-se a aguardar que seja entregue o alvará
para a instalação lá de uma grande empresa. As coisas estão a correr e ainda só
não diz que de certeza absoluta, porque esta questão dos negócios até ao último
momento pode não se viabilizar. Há uma expectativa muito grande de ir para ali
uma grande empresa, com a criação de muitos postos de trabalho.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
HABITAÇÃO JOVEM
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que gostaria de ouvir a Sr
Vereadora do pelouro da habitação pronunciar-se sobre uma questão que o Bloco
de Esquerda colocou a semana passada, mas que infelizmente não houve
oportunidade de ser respondida, relativamente à habitação jovem, e em concreto a
um edifício na rua do Chave D’Ouro, em Vila Franca de Xira, que tinha um outdoor
que dizia que era para habitação jovem.
Questiona o que é que aconteceu, se já está concretizada ou não essa habitação
para jovens, e também se este programa foi estendido a outras freguesias do
concelho, em que quantidades e moldes.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, agradecendo ao Sr. Vereador pela sua
capacidade de síntese.
Interveio novamente, no final da reunião, dizendo que vai referir aquilo que já disse
anteriormente, quando o Sr. Vereador colocou esta questão. O projeto tem tido
vicissitudes, uma das quais é a aprovação, por parte da Direção-Geral do
Património Cultural, do projeto de requalificação daquele prédio. Assim que as
obras começarem avança-se com o regulamento, para que jovens possam ir mais
tardeviverparalá.
Em termos gerais, daquilo que se tem pensado para criar condições para que os
jovens vão para as cidades, e não só, para outros locais, trata-se de criar condições
para adquirirem lotes de terreno ou irem habitar construções em imóveis que se
possam requalificar.
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Vila Franca de Xira
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTAS ÀS QUESTÕES COLOCADAS NO PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E
PONTOS EM QUE SE PRETENDE INTERVIR NA ORDEM DO DIA
Interveio o Sr. Presidente, referindo que lhe deixaram pouco mais de 5 minutos
para tanta resposta às questões colocadas neste período antes da ordem do dia,
mas é da vida, por mais que fale sobre estas matérias é assim.
Assim sendo, provavelmente quem está a ouvir é que pode ficar prejudicado, na
medida em que certamente que com alguma dificuldade vai haver condições de
responder a todas as matérias ainda nesta reunião de câmara.
Contudo, como diz, é da vida, cada um diz o que diz e da forma como diz, também
usando o tempo que pensa que deve usar. Se todos tivessem a capacidade de
síntese que o Sr. Vereador Carlos Patrão colocou, provavelmente conseguir-se-ia
responderatudo.
É assim, neste pouco tempo que lhe resta vai responder ao Sr. Presidente da junta,
depois vai passar à ordem do dia, e se houver condições responder-se-á então às
demais questões colocadas.
Após as respostas ao Sr. Presidente da junta interveio novamente, dizendo que as
demais respostas ficarão para o tempo que ficar disponível, depois da ordem do
dia, e entrando de imediato na ordem do dia, referindo que há pedidos de
intervenção nos pontos 2, 5, 7, 10, 12, 18, 33 e 41, estando os demais aprovados
por unanimidade.
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1 /t Reuode0O/O2/O5
Município
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de 1Vila Franca de Xira Deliberaçao n2 - -
Câmara Municipal
Assunto: ATA N 01/2020, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA E PÚBLICA DE
2020/01/08
Presente para aprovação a ata n 01/2020, da reunião de câmara ordinária e
pública de 2020/01/08, com dispensa da sua leitura, por ter sido previamente
distribuída a todos os membros.
DeliberadQ, por unanimidade, aprovar a ata n2 01/2020, da reunião de câmara
ordinária e pública de 2020/01/08, não tendo participado na votação o Sr. Vereador
André Arrojado, por não ter estado presente.
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1 FI.Ata 0801 Reunião de 2020/02/05
Município ProcQ
-de
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Câmara Municipal
Assunto: ALTERAÇÃO À ESTRUTURA ORGÂNICA DOS SERVIÇOS MUNICIPAIS E NOVO
REGULAMENTO ORGÂNICO DOS SERVIÇOS MUNICIPAIS
- APROVAÇÃO E
SUBMISSÃO À ASSEMBLEIA MUNICIPAL
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/01/28, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
alteração da estrutura nuclear da organização dos serviços municipais, nos termos
expressamente contemplados no novo e consolidado Regulamento Orgânico dos
Serviços Municipais, cujo número de unidades orgânicas nucleares, de direção
intermédia de primeiro grau, as quais constituem os departamentos municipais,
passa de 7 para 8, da definição das correspondentes unidades orgânicas nucleares,
estabelecendo e conformando a respetiva missão e competências, da definição do
número máximo de unidades orgânicas flexíveis, fixando-o em 33 unidades
orgânicas flexíveis de direção intermédia de segundo grau, e posterior remessa à
assembleia municipal para aprovação nos termos da lei, bem como, sob condição
de aprovação do acima proposto pela assembleia municipal, a aprovação da
criação, alteração e extinção de unidades orgânicas flexíveis de direção intermédia
de segundo grau, da definição e conformação das atribuições e competências das
unidades orgânicas flexíveis, e do Regulamento Interno Orgânico dos Serviços
Municipais, com os respetivos anexos regulamentares l a IV.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que se calhar, tendo em conta a
importância e dimensão do tema, valeria a pena dizer o nome do ponto, o que se
está a discutir é a nova estrutura orgânica e regulamento da câmara municipal,
sendo que em menos de 2 anos é a segunda alteração que se faz à estrutura, e na
opinião dos membros da CDU não alterou.
O Sr. Presidente interveio, referindo que agradece silêncio na sala para se poder
ouvir com toda a atenção a Sr Vereadora Regina Janeiro. Pede-lhe desculpa pelo
som de fundo, mas crê que agora está em condições de poder continuar a sua
intervenção.
A Sr Vereadora Regina Janeiro interveio de novo, mencionando que não sabe se é
para ouvir, é só porque o som de fundo, efetivamente, pelo menos à própria, cria-
lhe algum fator de desconcentração, e agradece.
Continuou, dizendo que a opinião que têm não mudou, não há nenhuma razão para
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ficarem preocupados, consideram que quem está a gerir a câmara municipal deve
dotar-se dos mecanismos e das ferramentas de forma a responder à prossecução
daquilo que é o interesse público, e deve também organizar os serviços para que
estes possam responder da forma mais eficaz e eficiente. Anunciam já que não há
que haver receios, mas há algumas questões que gostariam de colocar.
Sabem que não houve reuniões sobre esta estrutura, e por acaso foi procurar atas
de outros municípios, porque em toda a sua vida que fez reorganização de serviços
reuniu primeiro com os vereadores sem pelouro. Confirmou em atas de outros
municípios da margem norte, e pode sempre ser acusada de estar com pouca
atenção àquilo que se passou na margem norte, e em todas elas os vereadores são
ouvidos duma forma informal, mas os membros da CDU não tiveram o mínimo
conhecimento.
—
Estranharam mais ainda que não houve reuniões com os trabalhadores. Falaram
com muitos trabalhadores, com muitas chefias, e não houve reunião de
apresentação duma macroestrutura. Portanto, estarão 6 pessoas a achar que a
sabedoria está concentrada nelas, e que o contributo dos outros não é importante
para melhorar o desempenho da câmara municipal? Confessa que estranhou a
metodologia, até porque está escrito, e é reafirmar um princípio, na opinião da
CDU só é possível gerir a câmara municipal com os trabalhadores.
Se nâo se contar com os trabalhadores, se não se envolverem os trabalhadores na
construção da solução, não serão certamente os eleitos, que normalmente são
especialistas em generalidades, tendo em conta a quantidade de assuntos que têm
que agarrar, e não há aqui qualquer tipo de crítica. É naturalmente difícil para um
eleito, por mais que esteja a tempo inteiro, por mais que tenha muitas chefias
perto de si, é natural ter alguma dificuldade em aprofundar, pelo que o contributo
dos trabalhadores, sejam eles chefias, sejam operacionais, é fundamental, na
forma de estar da CDU, para uma boa prossecução daquilo a que chama os fins
públicos.
Esta é uma nota negativa que não podem deixar de dar à forma (e já disse, sobre o
restante, que quem ganhou as eleições é quem deve gerir), o que demonstra
claramente uma diferença muito significativa de estar na gestão da coisa pública,
neste caso na gestão da câmara municipal.
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Aquilo que o Sr. Presidente, grosso modo, lhes está a propor, é uma reestruturação
que traz, se se quiser fazer uma leitura grossa, mais 1 departamento e 4 divisões.
Também achou que o Sr. Presidente iria fazer uma intervenção inicial,
apresentando aquilo que trazia, absteve-se de o fazer, mas parece-lhe que da
leitura que fizeram é mais 1 departamento e mais 4 divisões, e se lhes pudessem
dizer quais são os valores associados a esta alteração também era uma informação
quegostavamdeter.
Depois, um dos grandes argumentos utilizados nesta reestruturação tem a ver com
a descentralização, pelo que se começa a olhar para o documento e percebe-se
que efetivamente a descentralização não foi o que teve mais impacto nesta
reestruturação. O que teve mais impacto é a divisão de 1 departamento em 2, é a
divisão do Departamento de Gestão Administrativa, Financeira e Jurídica em 2
departamentos, que é o Departamento de Gestão Administrativa e Jurídica e o
Departamento Financeiro. Este, sim, é o departamento que aparece a mais, porque
relativamente à Divisão de Educação o que sai é o desporto, como em relação à
divisão de cultura o que sai é o turismo. Portanto, o departamento que aparece a
mais não tem nada a ver com a descentralização de competências.
Ao olhar para este documento ainda ficou mais confusa, porque a dada altura,
quando viu Divisão de Fiscalização Municipal, pensou que esta divisão viesse
receber toda a fiscalização que havia anteriormente na última estrutura orgânica,
no Departamento de Planeamento e Gestão Urbanística. Não é isso que acontece,
continua a haver a Divisão de Fiscalização Municipal, a Divisão de Fiscalização
Técnica, e não perceberam qual foi o objetivo, as razões, se foi uma avaliação
negativa daquilo que se decidiu há ano e meio atrás, e gostariam que se
partilhassem com os membros da CDU raciocínios, para os entenderem.
O sentido de voto que têm não vai mudar relativamente às respostas do executivo,
querem é transparência e também conhecer tudo aquilo que foram os raciocínios
para lhes estarem a propor esta reestruturação. Há mais 1 departamento, com 2
unidades que já existiam num outro departamento, e continua a pensar que aquilo
que lhes estão a propor é para se responder melhor àquilo que é a missão da
câmara municipal, que são as pessoas do concelho de Vila Franca de Xira, e não se
espere, em altura alguma, achar-se que estão com outro tipo de intenções. Neste
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II FLAta 063
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sentido, precisa de perceber o porquê, a razão desta divisão, deste departamento.
Há depois visões diferentes, e não gosta de dizer que é da vida, porque o é da vida
a si diz-lhe pouco, tem a ver com a forma como se organiza o pensamento, e para
si as áreas socioculturais deviam todas estar interligadas, mas aqui acabam por se
dividir, ficam todas com uma estrutura flexível debaixo do presidente da câmara.--
Gostaria ainda de fazer mais uma pergunta e depois tecer um comentário final.
A pergunta que gostava de fazer tem a ver com as pessoas ou as chefias que estão
nos departamentos que mantêm o mesmo nome, ou nas divisões que mantêm o
mesmo nome, se são automaticamente reconduzidas, pois há pelo menos 12
unidades em que a divisão pode manter o mesmo nome mas está debaixo de um
outro departamento, o que quer dizer que se vão ter de abrir concursos, 12 novos
concursos, diria, se fez bem as contas. Pode naturalmente ter-se enganado, mas
gostava que o Sr. Presidente lhe confirmasse, e também lhe dissesse se se vão
respeitar os 90 dias para abertura dos concursos, porque lhe parece não ter sido
uma prática na anterior estrutura.
Quanto à nota final, a CDU disse-o e reafirma, aquilo que para os membros da CDU
é o fundamental no concelho de Vila Franca de Xira, porque com ele traria o
desenvolvimento que consideram que o concelho precisa e que não veem refletido
como área prioritária nesta estrutura, e a que dão uma nota muito negativa, tem a
ver com o desenvolvimento económico e a criação de emprego. O grande
problema do concelho ou um dos grandes problemas é a quantidade de milhares
de pessoas que fazem movimentos pendulares todos os dias para Lisboa, perdendo
qualidade de vida, não tendo tempo para estar com os seus familiares, para
usufruir do concelho.
Por isso, consideram que é central ter um departamento que tivesse exatamente
esta preocupação de trazer empresas, de fixar empresas, de criar emprego, de dar
melhor qualidade de vida à população. Não é o entendimento de quem gere,
naturalmente que respeitam isso, é o entendimento da CDU e não deixarão ou não
poderiam deixar de colocar isso.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a Sr Vereadora não quererá que uma
alteração da orgânica responda a todas as questões da sociedade, isso é uma
pretensão muito grande, que nem a CDU consegue, porque, efetivamente, onde a
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CDU é governo as dificuldades da sociedade mantêm-se, são questões estruturais
do próprio país e não é uma alteração à orgânica que vai resolver. Pode dar um
outro aspeto de afirmação, de preocupações e de tentar ajudar, mas pensar que
uma alteração da orgânica tenha essa capacidade de resolver todas as matérias
que acabou de referir, parece-lhe também exigir demais duma alteração.
Aquilo que quer dizer é que há uma matéria que a Sr Vereadora tem de perceber,
e não é propriamente o termo exato, pois certamente que percebe, é que o
executivo fala no dia a dia com trabalhadores, sobretudo com os dirigentes, e vai
avaliando esta ou aquela dificuldade. Portanto, esta alteração é fruto justamente
dessas conversas que se vão tendo, dessas reflexões e, inclusivamente, na parte
final desta mesma alteração da orgânica teve-se, como é evidente, a preocupação
de falar com os responsáveis de diversos departamentos.
A Sr Vereadora falou na descentralização e, em boa verdade, se ler com atenção o
regulamento desta alteração verifica que está lá plasmada a identificação do
porquê das alterações que se fizeram, não só nas unidades nucleares, mas
sobretudo nas unidades flexíveis. Passa-se de 7 departamentos para 8
departamentos, e de 29 unidades flexíveis para 33 unidades flexíveis, para fazer
face justamente às questões que têm a ver, sobretudo, com a descentralização.----
É verdade que há uma matéria que os separa irremediavelmente, aliás, nota, de
facto, uma batalha política intensa da parte do Partido Comunista Português,
inclusivamente com a entrada também neste processo do seu secretário-geral,
relativamente à descentralização de competências. É uma matéria de que o Sr.
Primeiro-Ministro também fala, numa ou outra intervenção, dizendo que a
descentralização de competências é uma reforma para avançar, sem prejuízo de,
num aspeto ou outro, poder ser analisada alguma necessidade de alteração.
Para o executivo municipal a descentralização é um fator absolutamente decisivo e
fundamental, isso sim, para a melhoria das condições que se podem prestar à
população do concelho. Se se tiver isto em consideração, logicamente que esta
orgânica vai ao encontro disso mesmo, tendo estas alterações em vista justamente
criar as condições para esse efeito. Fazem-se estas alterações porque se entendeu
que, por exemplo, na área da educação, não era possível ter somente uma Divisão
de Educação sem outras divisões, como aquelas que agora foram criadas, que são
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necessárias para fazer face àquilo que é necessário no trabalho do dia a dia.
É extinta a antiga Divisão de Educação e é criado o Departamento de Educação,
sendo criadas também a Divisão de Planeamento e Intervenção Socioeducativa e a
Divisão de Administração do Parque Escolar, ao fim e ao cabo para se ser mais
eficaz naquilo que é a relação que se tem de ter, e que se tem, mas tem que se
aperfeiçoar ainda muito mais, com os agrupamentos de escolas.
A questão do Departamento de Cultura, e de ter saído a Divisão de Turismo,
ficando a Divisão de Turismo autónoma, foi justamente porque efetivamente o
turismo tem tido da parte do executivo uma preocupação bastante grande no
último mandato, principalmente no presente, de promoção daquilo que é o melhor
que se tem no concelho. Entendeu-se que a cultura tem o seu papel determinante
e o turismo tem um papel que pode ser complementar, o que é evidente em
algumas matérias, mas tem que ter autonomia para o efeito. Essa é uma alteração
que no entendimento do executivo pode melhorar consideravelmente o trabalho
que é desenvolvido.
—
Na área da educação tem todo o sentido que a Divisão de Desporto e Lazer esteja
autonomizada. Não tem, no ponto de vista do executivo, grande sentido que seja o
agora diretor, e ir-se-á mais tarde, quando esta alteração for publicada no Diário da
República, tratar de pôr nomes em todas estas matérias e sobretudo também abrir
os concursos que são necessários.
Os concursos são para as novas divisões, porque relativamente à anterior alteração
da orgânica todos esses concursos foram abertos ou está a decorrer o seu
procedimento normal.
A Sr Vereadora Regina janeiro diz, no seu entendimento, que fariam de modo
diferente, lá está, é uma divisão de opiniões que distingue e separa o executivo
dos membros da CDU, em algumas situações, mas não tem dúvida nenhuma que
esta alteração é aquela que melhor serve os interesses da câmara municipal e
sobretudo os interesses da população, no que concerne à descentralização.
A grande questão que foi colocada também tem a ver com a descentralização, que
é a criação do Departamento Financeiro, e depois o Sr. Vereador António Félix
poderá desenvolver mais esta matéria.
Não tinha sentido a Divisão de Planeamento Financeiro e a Divisão de Gestão
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Financeira estarem no Departamento de Gestão Administrativa e Jurídica. As
exigências que hoje se colocam à área financeira e o trabalho que a câmara
municipal tem vindo a desenvolver, e o Sr. Vereador António Félix falará sobre isso,
exigiam uma separação clara, inequívoca, que só se conseguiria com a criação de
um novo departamento, o Departamento Financeiro.
Agora, para fazer face também à descentralização houve necessidade de se criar a
Divisão de Contraordenações e Execuções Fiscais, e entendeu-se também que a
Fiscalização Municipal deve estar agregada ao Departamento de Gestão
Administrativa e Jurídica, para fazer face a este trabalho e tentar que toda a
fiscalização, seja ela qual for, esteja nesta mesma Divisão de Fiscalização
Municipal.
No que diz respeito ao Departamento de Planeamento e Gestão Urbanística, é
criada a Divisão de Fiscalização Técnica. Existia anteriormente, também agregada
à Fiscalização Municipal, e entendeu-se que a Divisão de Fiscalização Técnica é um
fator absolutamente decisivo para o trabalho na área do urbanismo, que tem de
estar muito focalizada e ficar, no entender do executivo, na área do urbanismo.
Aquilo que pode dizer à Sr Vereadora Regina Janeiro é que esta alteração
corresponde àquilo que são as necessidades e os desafios que a câmara municipal
vai ter no futuro próximo, neste desafio que se aceitou com toda a convicção, da
descentralização de competências. Para isso é preciso a câmara municipal adaptar-
se, melhorar a sua própria organização, e esta orgânica tem isso mesmo em vista.
Terminou, passando a palavra ao Sr. Vereador António Félix.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, referindo, para além daquilo que o
Sr. Presidente já disse e do facto do Departamento Financeiro estar incluído num
departamento de administração e jurídico não fazer sentido, até porque os
departamentos financeiros são sempre departamentos nucleares em qualquer
organização, que há outro ponto, é que provavelmente a seguir ao Departamento
de Educação é aquele onde o impacto da descentralização é mais notório.
Assim, com a passagem de todas estas responsabilidades para a câmara
municipal, quer em termos de contratação pública, quer em termos de
pagamentos de faturas relativamente às escolas, passaram a ser todas
centralizadas, neste caso, na Divisão de Gestão Financeira, e também, se os Srs.
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Vereadores prestaram atenção àquele que foi o orçamento aprovado, até a
dimensão do próprio orçamento, e isto tem a ver com a Divisão de Planeamento
Financeiro, quase que duplicou em termos de linhas, ou seja, em termos de gestão,
em ambas as divisões aumentou significativamente o trabalho.
Portanto, dizer que não se percebe qual é o impacto que a descentralização tem
num departamento financeiro, parece-lhe que é um pouco, para não dizer muito,
redutor. Foi por isso que também se fez esta alteração, mas obviamente que se fez
também, e o Sr. Presidente já falou, o reforço de meios, para que se possa fazer
face a este tipo de trabalho. As pessoas que trabalham nestas divisões foram
ouvidas, o Sr. Presidente também já falou disso, e também elas demonstraram
essa preocupação e necessidade, que este’fosse um departamento e que estas
divisões, incluídas neste departamento, fossem independentes da gestão
administrativa e jurídica.
Assim, crê que é tudo.
Interveio de novo o Sr. Presidente, agradecendo ao Sr. Vereador António Félix e
passando a palavra à Sr Vereadora Regina Janeiro.
Interveio a Sr Vereadora, dizendo que na reestruturação aprovada no dia 30 de
maio de 2018, na câmara municipal, o Sr. Presidente propôs 1 Departamento de
Gestão Administrativa, Financeira e jurídica, composto por 4 divisões. Este
Departamento de Gestão Administrativa, Financeira e jurídica não é nada mais,
nem menos, do que os primeiros departamentos de administração geral e finanças.
Era assim que se chamavam os primeiros, as DAGE que houve no país inteiro, em
todas as câmaras municipais. Agora passou a não fazer sentido ter aqui a área
financeira.
Aquilo que o Sr. Presidente está a propor é que estas 4 divisões sejam divididas por
2 departamentos, e depois introduz outras 2, naquilo a que vai chamar
Departamento de Gestão Administrativa e jurídica. É isto que lhes estão a propor?
É verdade Sr. Presidente?
Respondeu o Sr. Presidente que é indesmentível.
Prosseguiu a 5r Vereadora Regina janeiro, dizendo que é indesmentível, pelo que
não se está a criar nenhuma divisão nova por causa da descentralização de
competências, neste departamento.
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Continuou, questionando se está bem, e pedindo ao Sr. Presidente que a deixe só
terminar, referindo que assim, nestes 2 departamentos não há uma única divisão
criada por causa da descentralização de competências.
Para além disso, nem sequer teceu comentários ou adjetivos quando disse que o
desporto tinha saído, ou o turismo tinha saído, até pode dizer que pensa que o
turismo não é apenas da cultura, o turismo deve ser um elemento central de
desenvolvimento económico, pelo que até adianta já a sua opinião, para o Sr.
Presidente perceber que não tem absolutamente nada contra isso. Contudo, aquilo
que lhe estão a dizer é que o Departamento de Educação, que dantes tinha 3
divisões, passa a ter 2, em que as 2 são exatamente viradas. Uma delas era a
divisão de educação, agora passa a ser Divisão de Planeamento e Intervenção
Socioeducativa, tem mais competências, mas já existia, não se criou nenhuma
nova. Depois havia a Divisão da Manutenção de Equipamentos Municipais e agora
passa a ser Divisão de Administração do Parque Escolar. Portanto, não se criaram. -
Referiu o Sr. Vereador António Félix que a Sr Vereadora está a dizer uma
imprecisão, a manutenção passou para cima, a Sr Vereadora está a baralhar,
criou-se.
Pediu o Sr. Presidente ao Sr. Vereador António Félix que deixe a Sr Vereadora
Regina janeiro ir até ao fim, que depois responde.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que o Departamento de
Educação, se se retirar o desporto, continua com 2 divisões. O Sr. Vereador António
Félix está a dizer que não, tem-se lá em cima a Divisão de Manutençâo e
Equipamentos Municipais, e isto é verdade, mas os equipamentos municipais serão
também as escolas, e a das escolas continua aqui, é isto que lhe está a dizer e não
está a mentir. — —
Pode nem estar a analisar, porque naturalmente, se o executivo considera que
conversas de corredores fazem o mesmo que reuniões, quanto mais os membros
da CDU, que foram presenteados com isto na quarta-feira, mas volta a dizer que o
sentido de voto dos membros da CDU não vai ser votar contra, o executivo não
esteja ansioso, nem preocupado com isso, a questão tem a ver com a forma.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que os membros da CDU votarão da forma que
entenderem.
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Continuou a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que pensa que o órgão câmara
municipal é mesmo uma coisa muito importante, deve ser mesmo dignificado, e
não veio para a reunião de câmara contar anedotas.
Portanto, o que diz ao Sr. Presidente é que gostava que se conseguisse manter a
seriedade que este tipo de assuntos exige. Há poucos documentos da câmara
municipal tão importantes como este, e se nem este se consegue discutir...
Volta a dizer que não vão votar contra, já disseram logo de início, quem ganhou as
eleições é quem deve gerir, sendo que, no fundamental, o que têm é uma grande
divergência naquilo que diz respeito à forma.
Enquanto consideram que as soluções devem ser construídas com os outros,
outros, neste caso o executivo, considera que é através de conversas com algumas
chefias que chega ao modelo mais exato. Se fossem poder teriam conversado com
o Partido Socialista para ouvir as suas opiniões, como em várias câmaras
municipais, e pode dar ao Sr. Presidente as atas das câmaras municipais à volta,
que esteve a ver, em que os vereadores da oposição são envolvidos, onde a
estrutura final que vai à câmara municipal recebeu os contributos dos vereadores
da oposição, mas nesta, mais uma vez, não são ouvidos. O respeito democrático
pelas eleições é o facto de virem à reunião de 15 em 15 dias e dizer-se que
votaram.
—
A CDU não consegue todos os dias, ao contrário de outros, mas tem a certeza
absoluta que, como em qualquer concelho, ou que se este concelho fosse gerido
pela CDU, tinha um departamento cuja grande preocupação era o desenvolvimento
económico e a criação de emprego.
Concluiu, mencionando que já disse, agora não se vai pronunciar, a única coisa que
gostava era que não se utilizassem argumentos que não são efetivamente os
verdadeiros.
—
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra ao Sr. Vereador António Félix, a seu
pedido, para esclarecer.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, dizendo querer só esclarecer que de
facto o Departamento de Educação tinha 3 divisões, saiu o desporto e saiu a
manutenção, que se manteve exatamente, e foi criada uma nova.
O que está a dizer é que foi efetivamente criada uma nova divisão, era isso que
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estava a dizer, e pede desculpa se interrompeu a Sr Vereadora, mas o seu sentido
era para ajudar, como a Sr Vereadora tanto gosta de dizer. Depois, há uma
recomendação que lhe faz, a Sr Vereadora não deve fazer juízos de valor do
estado de espírito dos vereadores do Partido Socialista, o seu estado de espírito
pode ser de ansiedade, ou pode ser daquilo que quiserem, a Sr Vereadora é que
não deve fazer juízos de valor do seu estado de espírito, o próprio também não faz
do da Sr Vereadora.
A Sr Vereadora Regina janeiro interveio, referindo que uma coisa são atitudes e
outra são estados de espírito, por acaso esta é a sua área, e agora, se fosse outro
vereador “puxava pelos galões”, mas não vai puxar.
Há mais 1 departamento e 4 divisões, o que acabaram todos de perceber é que,
efetivamente, fruto da descentralização de competências, há mais 1 divisão.
Questionou o Sr. Presidente: Como?
A Sr Vereadora Regina Janeiro voltou a referir que esta estrutura orgânica tem
mais 1 departamento e 4 divisões, mas fruto da descentralização de competências
tem apenas mais 1 divisão, o resto não é fruto da descentralização de
competências.
A segunda questão é que o executivo não lhe está a responder a questões, porque
não deve ter consigo, como o aumento de custos relativamente a isto, e outra
questão que o executivo tem de ter resposta e tem que lha dar é,
independentemente do nome da divisão se manter, a partir do momento em que
passa para outro departamento é ou não é obrigatório abrir concurso.
Respondeu o Sr. Presidente que nas novas divisões sim, claro, e vai-se fazer dentro
do prazo que está previsto na lei.
Quanto à questão da metodologia e da forma, o executivo utilizou a metodologia e
a forma que lhe pareceu mais adequada, e recebeu contributos muito importantes,
que foram aqueles que o levou a fazer esta alteração. Se a Sr Vereadora ler, e
sugere uma leitura mais atenta, porque efetivamente quando se lê um documento,
pelo menos acontece consigo variadíssimas vezes, quando lê uma segunda,
terceira ou quarta vez os mesmos documentos, por vezes há algum tipo de
interpretação que se altera e percebe-se o conteúdo e aquilo que está na base da
alteração desse mesmo documento, é o caso. Se a Sr Vereadora verificar há muita
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matéria que tem justamente a ver com a descentralização, não há nenhuma outra
razão que não seja essa.
Quer dizer também que o Gabinete de Investimento, Economia e Inovação tem
justamente como missão, como tem vindo a fazer, e vai continuar a fazer, a
melhorar essa prestaçâo, uma relação contínua e muito regular com o mundo
empresarial do concelho, em duas vertentes, e, para já, dando seguimento àquilo
que tem vindo a fazer, que é atrair mais empresas para o concelho, o que se tem
vindo a conseguir, criar mais postos de trabalho, e também uma matéria que já foi
aqui falada, que são as dificuldades que o mundo empresarial hoje tem para ter
mão de obra especializada em vários domínios.
É uma questão que tem vindo a preocupar a câmara municipal, que fez já muitas
iniciativas, vai continuar a fazer essas mesmas iniciativas, e este Gabinete de
Investimento, Economia e Inovação tem justamente como missão isso mesmo, O
trabalho que é feito é um trabalho que o próprio reputa de grande importância e
tem tido muitos reflexos positivos.
Há aqui matérias que têm a ver com o mundo do trabalho, com a formação e a
necessidade de criação de postos de trabalho qualificados e mão de obra
qualificada, e isso tem muito a ver com uma alteração profunda daquilo que deve
ser uma relação entre o mundo empresarial e a própria escola. Enquanto a escola
não estiver adaptada para aquilo que são as necessidades do desenvolvimento
económico de cada região, na sua opinião não se está a fazer um bom trabalho. De
qualquer modo, no concelho de Vila Franca de Xira, neste momento, 47% já são
cursos profissionais. Quer-se atingir ainda este ano ou no próximo os 50%, e isto é
uma alteração profunda, os alunos têm uma perspetiva completamente diferente
relativamente aos cursos profissionais, coisa que não havia no passado, e o futuro
vai ser esse, mas são cursos profissionais que permitem a sequência para a
formação académica superior.
É através disso, e é através também deste gabinete que referiu e do trabalho que
se tem vindo a fazer, que se conseguem melhorar estas necessidades do mundo
empresarial do concelho e aquilo que as empresas dizem à câmara municipal com
alguma regularidade. Têm-se feito reuniões, tem-se trabalhado com a Área
Metropolitana de Lisboa e crê que esta orgânica também tem em vista justamente
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preparar as necessidades do concelho relativamente ao seu mundo empresarial.
É por isso que há um departamento que se criou da divisão de educação e é por
isso também que em outros domínios desta orgânica que se alterou se tem isso em
consideração. O regulamento refere isso mesmo e o próprio crê que esta orgânica
vai ao encontro daquilo que é a perspetiva da câmara municipal de ter uma
organização mais eficiente para fazer face às necessidades e ao objetivo último,
que é trabalhar em prol de uma qualidade de vida e condições de melhoria para a
população do concelho.
Deste modo, aquilo que diz à Sr Vereadora, com as diferenças de opinião que têm,
é que crê que se está perante uma boa alteração da orgânica da câmara
municipal.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, perguntando se pode pedir uma coisa ao
Sr. Presidente, é que os membros da CDU depois gostavam de ter uma listagem do
número de pessoas, de funcionais, por cada uma das unidades orgânicas.
Respondeu o Sr. Presidente que sim, senhora, e pondo o ponto à consideração da
câmara municipal, questionando quem vota contra, quem se abstém, concluindo
que é aprovado, por maioria, com a abstenção da Sr e Srs. Vereadores da CDU.
Deliberado, por maioria, com a abstenção dos membros da CDU, em conformidade
com a proposta do Sr. Presidente.
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111 ReunodiOO/O2/O5
Município Â\r ‘• Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n 023
Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO EXTRAORDINÁRIO RELATIVO À
PARTICIPAÇÃO NA 15 EDIÇÃO DO ENCONTRO INTERNACIONAL DE GRUPOS
FOLCLÓRICOS EM PRAGA, REPÚBLICA CHECA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL AVIEIROS
DAPÓVOADESANTAIRIA
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/01/29, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
atribuição de um apoio financeiro extraordinário, a título de subsídio e no montante
de 2 500,00€, à ACAPSI — Associação Cultural Avieiros da Póvoa de Santa Iria,
visando a participação na 15 edição do Encontro Internacional de Grupos
Folclóricos, que terá lugar em Praga, na República Checa.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
-
03 ACAPSI
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RAta 074
1 A f\ Reunião de 2020/02/05
Município IA 1V\ proc
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de IIVila Franca de Xira Deliberação n 024
Câmara Municipal
Assunto: CEDÊNCIA DE TERRENO EM DIREITO REAL DE SUPERFÍCIE
- ASSOCIAÇÃO
PROMOTORA DE APOIO À TERCEIRA IDADE
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/01/29, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
constituição e cedência em direito real de superfície do bem imóvel descrito na 1
Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira sob o n9 1139/20030917, e
inscrito na matriz predial rústica da União das Freguesias de Castanheira do
Ribatejo e Cachoeiras sob o artigo matricial 10, da secção j, designado por
“Mascote
— Vinha do Regueirão”, com uma área total de 7 400m2, e com o valor de
45 000,00€, à APATI — Associaçào Promotora de Apoio à Terceira Idade, tendo em
vista a construção de novas instalações, dotadas de equipamento social destinado
ao apoio aos cidadãos idosos, bem como das regras e condições conformadoras e
disciplinadoras do contrato real constitutivo do direito de superfície.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
04 APATI
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Fl.Ata
- 075
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Município
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de V)Vila Franca de Xira / Deliberação n2
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Câmara Municipal
1. Assunto: REGULAMENTO INTERNO DE PREVENÇÃO E CONTROLO DO CONSUMO DE
BEBIDASALCOÓLICAS—
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n° 1/20, de
14/01, do DGAFj/DRH/Serviços Sociais, para aprovação do Regulamento Interno de
Prevenção e Controlo do Consumo de Bebidas Alcoólicas, nos termos do disposto
na alínea k), do n2 1, do artigo 332, do anexo 1 à Lei n 75/2013, de 12 de
setembro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 1/20, de 14/01, do
DGAFj/DRH/Serviços Sociais, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nestapartedaata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que tem uma questão muito
simples. O Bloco de Esquerda entende que este regulamento é muito importante,
que também deve ser acompanhado de ações, insere-se seguramente no âmbito
mais vasto de ações de prevenção do controlo de consumo de bebidas alcoólicas,
sabe que para este regulamento foram pedidos contributos ao sindicato, e gostaria
de saber, de facto, quais foram os contributos aceites, porque isso não vem
destacado no documento.
Para já, gostaria de saber quais foram os contributos que o sindicato deu e, desses,
quais foram os aceites.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, cumprimentando, na pessoa do
Sr. Presidente, todos os presentes e os que seguem a reunião em casa pela
transmissão on-line, dizendo, sobre a questão dos contributos, que vêm em anexo
nos documentos que o Sr. Vereador tem em seu poder e que foram enviados.
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El. livro
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de 4Vila Franca de Xira Deliberação n9_____________
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Pediu o Sr. Presidente à Sr Vereadora para identificar os documentos.
Continuou a Sr Vereadora Fátima Antunes, referindo que são vários.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo-lhe que diga os mais essenciais.
Tomou de novo a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, dizendo que o Sr.
Vereador pode até abrir o documento, se o tem consigo, mas pode-lhe emprestar
em papel, se quiser, se calhar será mais fácil, sendo que, no que diz respeito aos
contributos da FESAP, a mesma indicou menos contributos, menos observações,
que duma forma geral foram aceites, nomeadamente o contributo relativo à
questão do equipamento utilizado para determinação ou avaliação da taxa de
alcoolémia, sugerindo que na redação fosse acrescentado que o aparelho de sopro
devia sercalibrado.
Relativamente aos restantes contributos, já vinham inseridos no texto da proposta
de regulamento, e um que foi aceite foi a inserção no anexo C da marca do
aparelho e do modelo, o que foi inserido.
Quanto aos restantes, não foram inseridos, porque, de facto, há outra sugestão
que foi apontada, a da realização da contraprova em estabelecimento
preferencialmente público, e o que vem na proposta é um laboratório credenciado,
onde se inserem, quer estabelecimentos públicos, quer, por exemplo, outros
privados. Tem-se, nomeadamente, já no âmbito da Medicina do Trabalho, para a
questão da realização destes exames e das análises, um laboratório em que se
tem um procedimento, e poderá ser esse, se houver disponibilidade do mesmo,
pois até fica mais perto dos serviços, ou, caso não haja, caso seja noutro horário,
não haja essa disponibilidade ou o trabalhador assim também o entenda, poderá
ser feita num estabelecimento público, que neste caso é o hospital de Vila Franca
de Xira, que é o estabelecimento mais próximo. Assim, na redação da proposta,
quando se refere “laboratório certificado ou credenciado” inserem-se os dois tipos
de instituições.
Os contributos enviados pelo STAL são mais vastos, e poderá eventualmente fazer
chegar a lista dos que foram inseridos. A maior parte deles já estavam inseridos
dentro daquilo que eram, eram só considerações ou alguns já estavam inseridos.
Um deles referia uma questão, da revisão do regulamento ser anual, que não se
considerou porque, dado os vários tipos de procedimentos que são necessários
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Câmara Municipal
para fazer ou alterar um regulamento, que demoram, de uma forma geral, cerca de
6 meses, não pareceu que fosse exequível este tipo de alterações, com esta
periodicidade, mas caso haja alguma alteração legislativa ou alguma questão que
seja necessário alterar ele poderá ser alterado, porque na redação diz que é no
prazo máximo de 3 anos, não impedindo que seja mais cedo.
Depois, o sindicato fala de questões relativamente à privacidade, que já está
prevista, ou até, tendo em conta o RGPD - Regulamento Geral sobre a Proteção de
Dados, já estava contemplada.
Fala da questão do aspeto pedagógico e preventivo, que também está
contemplado nas ações que são feitas, logo no preâmbulo, e algumas já se fazem
em termos da Medicina do Trabalho, e também, na sequência deste regulamento,
pretendem-se aprofundar, quer nas questões ligadas ao tratamento e outras ações
preventivas, de sensibilização e formação, que se poderão fazer aos trabalhadores,
no sentido de os alertar para os efeitos nocivos do consumo de bebidas alcoólicas.
Terminou, dizendo que não sabe se o Sr. Vereador queria informação mais
detalhada, e poderá enviar só a lista, questionando se, dos documentos, o Sr.
Vereador já conseguiu encontrar os contributos que foram mandados.
Respondeu o Sr. Vereador Carlos Patrão que sim, não conseguia era perceber
muito bem quais foram os que foram aceites.
Disse a Sr Vereadora que tem a lista e pode-lha facultar.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que se procurou trazer um regulamento
que colha as boas práticas que existem por aí, não se vai inventar nada, como é
evidente, foi-se procurar o que se fazia por aí e tentou-se conciliar aquilo que
também os próprios sindicatos, com a sua experiência, puderam transmitir,
sobretudo o STAL.
O que pretende é ter uma atitude pedagógica perante esta matéria, e sobretudo
ter em vista ajudar e criar condições para melhor saúde dos trabalhadores, e estão
todos incluídos, a começar pelo próprio, de maneira que quando for o sorteio
espera nesse dia estar em condições de não pedir uma contraprova.
Tirando esta parte mais irónica, mais humorística, que não vem mal ao mundo,
porque a vida sem um bocado de humor também não tem piada nenhuma, e
ninguém deve ficar ofendido com isso, pensa o próprio, o que diz relativamente a
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Câmara Municipal 1
este regulamento é que já se andava há algum tempo para fazer, e sempre se teve
alguma precaução na sua redação, de como é que se havia de fazer nesta matéria,
que pode criar alguma apreensão, e aquilo que se quer é ajudar os trabalhadores,
principalmente aqueles que mais precisam.
Sabe-se que há algumas dificuldades relativamente às questões de alcoolismo,
mas tem-se a obrigação de não ignorar e tentar ajudar, e esse regulamento tem
justamente isso, ajudar aqueles que mais precisam e tenham alguns problemas a
este nível.
Não havendo mais nenhuma questão pôs o ponto à consideração da câmara
municipal, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluíndo que é
aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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Assunto: REGULAMENTO INTERNO DE PREVENÇÃO E CONTROLO DE CONSUMO DE
BEBIDAS ALCOÓLICAS
- SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE
VILA FRANCA DE XIRA
Presente o processo instruído com deliberação tomada pelo Conselho de
Administração dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Vila Franca
de Xira, em 2020/01/15, documento que se anexa e dá por inteiramente
reproduzido nesta parte da ata, para aprovação do Regulamento Interno de
Prevenção e Controlo do Consumo de Bebidas Alcoólicas nos Serviços
Municipalizados de Água e Saneamento de Vila Franca de Xira, nos termos do
disposto na alínea k), do n2 1, do artigo 332, do anexo 1 à Lei n2 75/2013, de 12 de
setembro.
Deliberado, por unanimidade, aprovar o Regulamento Interno de Prevenção e
Controlo do Consumo de Bebidas Alcoólicas nos Serviços Municipalizados de Água
e Saneamento de Vila Franca de Xira.
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1. Assunto: REGULAMENTO MUNICIPAL DE GESTÃO E FUNCIONAMENTO DAS CASAS
DA JUVENTUDE DO CONCELHO DE VILA FRANCA DE XIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n° 29/20, de
29/01, da DAMAJ, para aprovação, após consulta pública, do Regulamento
Municipal de Gestão e Funcionamento das Casas da Juventude do Concelho de Vila
Franca de Xira, e posterior remessa à assembleia municipal para aprovação nos
termosda lei.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 29/20. de 29/01, da
DAMAJ, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Fátima Antunes submete o assunto à reunião de
câmara para aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que relativamente a este ponto o
Bloco de Esquerda gostaria de fazer uma sugestão para o artigo 20°.
Está a falar do Regulamento Municipal de Gestão e Funcionamento das Casas da
Juventude do Concelho de Vila Franca de Xira, no que concerne à produção
cultural, e julga que não se deve balizar tanto esse tipo de produção, considera que
ela deve ser o mais aberta possível. Por exemplo, não cabem lá o teatro e as artes
performativas ou a criação literária, e isto talvez se pudesse resolver com, algures
dizer, “e outros”, porque lhe parece que também é contraproducente direcionar as
casas de juventude apenas para determinadas produções culturais.
Diria, “porque não todas?”, e depende dos projetos que apareçam, na opinião do
Bloco de Esquerda.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, dizendo que concorda com o Sr.
Vereador, de facto o que está entre parênteses dá apenas exemplos de atividades
que se possam inserir nesta produção, quer cultural, quer das indústrias criativas,
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Câmara Municipal
mas para não haver questões também se pode retirar o que está entre parênteses.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que fica aberto a tudo.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que é aceite essa sugestão, e com esta
alteração vai pôr o ponto à votação, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Fátima Antunes, com a alteração proposta.
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1. Assunto: INSENÇÃO DO PAGAMENTO DE TAXA DE EMISSÃO DE LICENÇA PARA A
REALIZAÇÃO DE PROVAS DESPORTIVAS
- CLUBE RECREATIVO E DESPORTIVO DE
TRANCOSO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 12/20, de
23/01, da DAMAE/AE, para aprovação da isenção do pagamento de taxa de
emissão de licença para a realização de provas desportivas, solicitada pelo Clube
Recreativo e Desportivo de Trancoso, no valor de 19,13€, para a realização, no
próximo dia 16 de fevereiro de 2020, de um passeio de 8H denominado “112 Raid
8H Miratejo”, nos concelhos de Vila Franca de Xira, Arruda dos Vinhos e Loures.---
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 12/20, de 23/01, da
DAMAE/AE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus submete o assunto à reunião
de câmara para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus.
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Município AU Proc2
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Câmara Municipal
1. Assunto: MERCADO ABASTECEDOR DO CONCELHO DE VILA FRANCA DE XIRA
-
ALTERAÇÃO DE TITULARIDADE DO LUGAR 49
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 15/20, de
27/01, da DAMAE/AE, para aprovação da alteração, por motivos de cessação da
atividade, da titularidade do lugar cativo n9 49 do mercado abastecedor do
concelho de Vila Franca de Xira, em nome de Arménio António Chainho Mendes,
para o nome do seu filho, Mário da Silva Mendes.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 15/20, de 27/01, da
DAMAE/AE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus submete o assunto à reunião
de câmara para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus.
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H RAta 084
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1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO PRESIDENTE NA ÁREA DE PESSOAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação fl2 510/20, de 27/01, do
DGAFJ/DRH, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente na área de
pessoal, no período compreendido entre 2019/12/18 e 2020/01/23.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n9 510/20, de 27/01, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a), do n2 2, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que este é um ponto que
vem para conhecimento, que se chama Relação dos Despachos do Presidente na
Área de Pessoal, e ao analisarem o ponto os membros da CDU perceberam que
havia 10 deferimentos e 1 indeferimento, e o indeferimento ainda por cima era
sobre uma licença sem remuneração pelo período de 360 dias, o que normalmente
é uma coisa que é dada.
Houve uma situação pontual quando as autarquias estavam proibidas de contratar
pessoas, naturalmente tinham esta dificuldade, de ficar com lugares ocupados sem
que as pessoas lá estivessem e não se poder abrir concurso, mas neste caso em
concreto não está a conseguir perceber e gostava que o Sr. Presidente lhe
explicasse porque é que se recusou uma licença sem remuneração pelo período de
360 dias a um funcionário, tendo em conta que é o único indeferimento da
listagem que lhes trouxe a conhecimento.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que nada se tem contra o trabalhador em
causa, como é evidente, e como a Sr Vereadora deve calcular, nem contra este,
nem qualquer outro, obviamente que compreende as regras daquilo que deve ser a
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urbanidade e a relação que todos têm de ter uns com os outros, mas isso é outra
questão.
Portanto, este trabalhador é um dos melhores profissionais que se têm naquela
matéria, sem dúvida absolutamente nenhuma, é manobrador duma máquina que
há poucos que tem visto a trabalhar como ele, e efetivamente apareceu-lhe esse
pedido e solicitou o parecer ao Sr. Vice-Presidente, que depois pediu parecer à
diretora. O parecer que lhe veio é que a pessoa em causa não podia ser
disponibilizada imediatamente, na medida em que não há outra com aquelas
características.
O seu despacho foi no sentido de indeferir o pedido até se encontrar uma solução
de substituição, é o que lá está, não foi outro, porque há uma questão que são os
interesses do trabalhador, que devem ser conciliados com os interesses da câmara
municipal, mas nunca lhe passou pela cabeça que o trabalhador em causa
apresentasse um pedido de exoneração logo a seguir, e foi o que aconteceu. Foi
logo imediatamente a seguir, este trabalhador vai fazer um percurso profissional
noutra área, que não sabe qual é, nem tem nada a ver com isso, o próprio deixou a
porta aberta para haver um hiato para se tentar encontrar uma solução de
substituição, mas o trabalhador em causa achou que devia pedir exoneração e
deixar de ser trabalhador da câmara municipal.
Ficou muito surpreendido com isto, sinceramente, a situação foi esta, não foi outra.
Agora, espera que este trabalhador, depois desta experiência profissional, um dia
possa voltar à câmara municipal, abre-se um concurso, e certamente que com a
sua capacidade e aptidões profissionais não terá dificuldade em ser admitido
através dum procedimento concursal para o efeito.
O que diz à Sr Vereadora é que ficou muito surpreendido, na medida em que
aquilo que fez foi tentar encontrar uma solução que permitisse ao trabalhador ser
dispensado, mas não era logo de imediato, não podia ser, não havia condições. Foi
só isso, e depois, passado um dia ou dois, ou coisa que o valha, foi surpreendido
com um pedido de exoneração. O trabalhador entendeu tomar esta atitude,
respeita, mas a única coisa que pode dizer é que ficou surpreendido porque estava
a tentar encontrar uma solução que permitisse que pudesse ser dispensado o mais
depressa possível. —
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Assim, é o que pode dizer.
Interveio novamente a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que os
membros da CDU nem tinham percebido a gravidade da situação quando a
colocaram. A única coisa que estranharam foi haver um indeferimento, não é
hábito a administração pública “cortar pernas” a ninguém e foi isso que
estranharam.
O Sr. Presidente interveio, pedindo desculpa mas dizendo que não é a primeira
situação que acontece, já houve várias, porque há uma coisa importante no meio
disto tudo, é o interesse da câmara municipal, e normalmente, uma percentagem
grande de quem pede mobilidades, de quem pede licenças sem vencimento, é
concedida, caso isso não crie uma dificuldade acrescida para a entidade, que é a
câmara municipal. Quem gere uma câmara municipal tem de ter isto em atenção,
o próprio deixou uma porta aberta com o seu despacho para encontrar uma
solução, o trabalhador entendeu tomar outra atitude, e respeita, não tem mais
nada a acrescentar.
Interveio novamente a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que a expressão
que utilizou foi” não é hábito”, não disse que nunca tinha acontecido, disse
exatamente o mesmo que o Sr. Presidente, já se deram várias. Não é uma questão
que é habitual, normalmente diz-se que sim, há casos em que se tem de dizer que
não, não está a criticar o Sr. Presidente. Disse que só não é hábito, 90% dos
pedidos são aceites, 10% não são, foi o que quis dizer, não é hábito.
O Sr. Presidente interveio, pedindo mais uma vez desculpa por interromper,
dizendo que ninguém é insubstituível, mas não é fácil encontrar um profissional
com as características deste trabalhador.
Disse a Sr Vereadora que não conhece a pessoa e não vai discutir isso.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que não só não é fácil, como nos
procedimentos concursais que às vezes se abrem há dificuldade, porque
naturalmente se calhar os vencimentos que são praticados não estimulem as
pessoas a virem para a câmara municipal. Por isso é que este trabalhador tentou
encontrar uma outra solução, outra via, e provavelmente, mesmo que se tivesse
permitido a saída imediata não regressaria, mas não sabe qual era o futuro, não
fazideia.
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Disse a Sra Vereadora Regina Janeiro que se teria pelo menos uma esperança que
regressasse, mas, tendo em conta a intervenção do Sr. Presidente, queria perceber
exatamente o que é que é “deixar a porta aberta”, como é que o Sr. Presidente o
fez, se através de um despacho, duma conversa com o trabalhador. Os membros
da CDU queriam requerer o acesso ao despacho que foi dado ao trabalhador, com
base no pedido que efetuou. Querem ter cópia daquilo que foi dado ao trabalhador
e saber o que é isto de “deixar a porta aberta”, se o Sr. Presidente falou com o
trabalhador, se foi por escrito. Querem perceber como é que isto aconteceu.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que dará todos os documentos que a Sr
Vereadora quiser, mas está a dizer aquilo que se passou, e o que se passou foi que
deixou a porta aberta para, assim que se encontrasse, no espaço mais curto de
tempo, a substituição deste trabalhador, a autorização para a licença sem
vencimento fosse imediata. Foi, de facto, tentar encontrar uma solução que fosse
boa para ambas as partes, o trabalhador, ou porque já tinha um compromisso, ou
por razões que desconhece, entendeu fazer o pedido de exoneração a partir do dia
1 de fevereiro. Foi o que aconteceu, foi uma decisão que o trabalhador tomou e só
tem que respeitar.
Obviamente que nada move o executivo contra a pessoa em causa, a única coisa
que o moveu, neste caso, que foi o último que teve que dar o parecer final, foi
encontrar uma solução adequada para ambas as partes, pois não pode deixar de
ter em consideração os interesses da câmara municipal. Agora vai-se ter que
correr atrás do prejuízo, que é encontrar uma solução para substituir o trabalhador,
porque a máquina está lá e está lá parada.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que não está a entrar em contradição em
nada, o Sr. Presidente voltou a utilizar a expressão “deixou a porta aberta”, e
acredita perfeitamente naquilo que disse, sabe é que não foi o presidente que
despachou diretamente para o trabalhador. Houve um intermédio, houve alguma
coisa. Foi o Sr. Presidente que despachou diretamente? Aquilo que o Sr. Presidente
defende foi aquilo que foi transmitido ao trabalhador?
Referiu o Sr. Presidente que o trabalhador teve conhecimento do seu despacho, por
isso é que pediu a exoneração logo a seguir, pensa o próprio.
Questionou a Sr Vereadora Regina janeiro: O trabalhador teve acesso ao despacho
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em que o Sr. Presidente diz que não autoriza até vir um novo trabalhador?
Respondeu o Sr. Presidente que o trabalhador, ao apresentar a sua exoneração, é
porque tem conhecimento do despacho, senão não pede a exoneração. Aliás, acha
até muito curioso, de facto, e, como não é ingénuo, percebe isto tudo e a extensão
da coisa. Está a tentar ser o mais fiel e rigoroso nesta abordagem, mas também
nãoé ingénuo.
Pediu a Sr Vereadora Regina janeiro ao Sr. Presidente que, por favor, concretize
aquilo que está a dizer.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que não é ingénuo, e por isso mesmo a Sr
Vereadora pediu cópia do seu despacho e ser-lhe-á enviada.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que não sabe o que é que o Sr.
Presidente está a querer dizer com essas insinuações, a própria não conhecia o
assunto.
Disse o Sr. Presidente à Sr Vereadora que ficam por aqui, não quer dizer mais
sobre esta matéria, a 5r Vereadora colocou as questões, já respondeu, pensa que
respondeu de uma forma muito percetível e objetiva, e, do seu ponto de vista, não
há mais nada a dizer.
A Sr Vereadora Regina janeiro interveio novamente, mencionando que colocou
uma questão ao Sr. Presidente, que disse aquilo que era a sua opinião, está a dizer
que acredita que é na opinião do Sr. Presidente, o que pensa é que se um
trabalhador visse um despacho em que diga que assim que houver uma
oportunidade pode sair, não iria embora, eventualmente.
Tendo-lhe sido entregue o documento, prosseguiu, dizendo que se começa a
adivinhar os raciocínios uns dos outros, a não ser que se ande com o arquivo
histórico da câmara municipal atrás. Não se deve andar, pois não?
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que já disse à Sr Vereadora que tem
idade suficiente para não ser muito ingénuo.
Prosseguiu, passando para o ponto seguinte, não havendo mais questão nenhuma
sobre o ponto, que era só para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
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Assunto: LEGISLAÇÃO—SÍNTESE E EDITAIS
Foi dado conhecimento do que de seguida se indica:
1. Dos diplomas publicados em Diário da República com interesse para a
administração local:
Resolução da Assembleia da República n2 4/2020 - Diário da República n 10/2020.
1 série, de 2020/01/15, da Assembleia da República, que recomenda ao Governo,
que promova, no âmbito da estratégia a apresentar à União Europeia com
referência ao próximo quadro financeiro plurianual, a introdução de uma linha que
torne elegíveis as operações de remoção de amianto em edifícios públicos;
Resolução do Conselho de Ministros n 2/2020 - Diário da República n 14/2020,
1 série, de 2020/01/21, da Presidência do Conselho de Ministros, que altera a
Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo
2017-2023;
Portaria n9 22/2020 - Diário da República n 19/2020, 1 série, de 2020/01/28, que
Identifica as unidades orgânicas de ensino da rede pública do Ministério da
Educação, constituídas por agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas a
funcionar no ano escolar de 2019-2020.
2. Dos editais publicados entre 2020/01/15 e 2020/01/28, que constam da lista
anexa, a qual se dá por inteiramente reproduzida nesta parte da ata.
Tomado conhecimento.
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1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento dos pagamentos autorizados pelo Sr. Presidente,
pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador António Félix, no período
compreendido entre 2020/01/15 e 2020/01/28, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do n2 1, do artigo 35, do anexo 1, da Lei
n9 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que os membros da
CDU gostariam de obter alguns esclarecimentos relativamente a procedimentos
em curso, despesas contratadas, e no âmbito das responsabilidades dos
vereadores com pelouros.
No base.gov encontraram um serviço contratado com uma duração de 110 dias
para a execução dum projeto de execução de estrutura de contenção de talude na
rotunda da estrada de Arcena, e não estão, muito sinceramente, a identificar a
área em apreço, pelo que gostariam que o Sr. Presidente pudesse esclarecer
exatamente onde é este talude, qual é a dimensão da gravidade do mesmo, e se
isto tem a ver ou não com o reperfilamento da estrada de Arcena, naquele troço
entre o Brejo e Arcena propriamente dita.
Chama à atenção, uma vez mais, que o problema já não está só na área pedonal
ou de circulação para peões, o problema de falta de condições no atravessamento
daquela infraestrutura encontra-se em toda a sua faixa de rodagem, pelo desgaste
inerente dos anos de serviço e pressão exercida sobre aquele pavimento.
Depois, gostariam de saber qual o modo para justificar o aluguer de instalações
sanitárias afetas ao município de Vila Franca de Xira por um período bastante
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significativo, de 1095 dias, com o valor de mais de 21 000,00€ para a câmara
municipal. Gostariam de tentar perceber o motivo deste situação, que terá a ver
seguramente com melhoria de condições de trabalho, só que queriam perceber
qual é o local em concreto e se esta modalidade de aluguer se revelará mais
economicamente vantajosa para o município, tendo em conta o custo assinalado
ou contratado, de mais de 21 000,00€.
Há também a aquisição de coberturas para a Quinta Municipal de Subserra, no
valor de 7 500,00€, e gostariam de saber de que coberturas se trata. Visam
responder a que tipo de necessidades de conservação? Aproveitam ainda para
perguntar se no âmbito do orçamento aprovado para 2020 é possível ou não
perspetivar alguma obra de intervenção no edificado do palácio classificado da
Quinta Municipal de Subserra.
Constataram que foi feita a adjudicação a uma empresa para a reabilitação das
antigas instalações dos SMAS no parque automóvel da Câmara Municipal de Vila
Franca de Xira, a chamada ilha. Por aquilo que lhes foi dado a conhecer, o processo
foi justificado com a necessidade de obras nas antigas instalações do serviço e
departamento de obras, DOVI - Departamento de Obras, Viaturas e lnfraestruturas,
e provisória e transitoriamente foram feitas instalações para acomodar esses
trabalhadores e os respetivos serviços, mas não tinham nunca a noção que essa
adaptação provisória poderia ter um custo superior a 100 000,00€ do erário da
câmara municipal. Assim, impõe-se a seguinte pergunta: Qual é a intenção da
câmara municipal, depois deste esforço financeiro de mais de 100 000,00€, a dar a
este local entretanto objeto de requalificação, e dentro do projeto mais vasto de
valorização das instalações municipais situadas no pátio municipal?
Depois, no âmbito da aquisição de serviços por 2 dias, há a contração dum
espetáculo recreativo e de dança, e abstém-se de falar no nome a quem foi
atribuído este procedimento, no valor de 57 000,00€, contratado no dia
2019/12/27. Assim, perguntam: Qual é o fundamento para a contratação deste tipo
de despesas.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando, antes de passar a palavra ao Sr. Vereador
António Félix, que passa a palavra ao Sr. Vice-Presidente relativamente à matéria
do talude e da adaptação de instalações do DCVI.
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Deliberação n2
Câmara Municipal
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, dizendo que também consultou a base.gov,
por outros motivos, é uma matéria que também consulta todos os dias por outros
objetivos, e esta situação em Arcena, a contenção do talude, vem no seguimento
do que tem dito há várias reuniões, que é a demolição das antigas instalações que
estão na estrada de Arcena, dos SMAS, logo ao início da rua. Para fazer a
demolição desse edifício, que está desativado, há necessidade de fazer a
construção dum talude, porque há um depósito a montante que está mesmo junto
à autoestrada. É necessário fazer aí a contenção de todo aquele talude, para que
ao mesmo tempo, com a demolição, depois se criar ali a rotunda e fazer todo o
reperfilamento do passeio, o pavimento, tudo novo, como tem sido dito.
Foi alertado, e bem, pelos técnicos municipais, que como medida de segurança
com a demolição daqueles edifícios ter-se-ia que fazer o talude, o suporte daquele
talude, e diz, sinceramente, que o seu objetivo até era outro, era demolir também
o reservatório que lá está, como se fez junto à escola de Arcena, com as
instalações e a demolição dos reservatórios que já estavam inoperacionais, mas
aconselharam-no a não o fazer, que o melhor é não tocar nele, e fica lá, como não
está a impedir a execução da obra está tudo bem.
Em relação à ilha, efetivamente foi feita uma adaptação para a reinstalação dos
funcionários, e o próprio também está a trabalhar nesse espaço, sendo que logo
que as instalações do DOVI estejam concluídas para fazer novamente a integração
dos serviços todo esse espaço já não irá ser demolido para já. Vai ser feita uma
readaptação correta daquele edifício, tendo como objetivo o seu aproveitamento.
Poderá dizer que ainda há ali trabalhos a fazer, nomeadamente ainda tem que sair
a proteção civil para outras instalações, e ter-se-á que reaproveitar, mas, como os
Srs. Vereadores devem ter conhecimento, as instalações foram reaproveitadas
porque tinham lá o antigo laboratório, tinham outros serviços que não tinham a
finalidade que têm hoje.
Assim, pensa que esclareceu.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, começando pela questão do aluguer
das instalações sanitárias, que é de 3 anos, como o Sr. Vereador falou, e trata-se
dum fornecimento em contínuo, ou seja, para aqueles eventos que a câmara
municipal necessitar, nomeadamente o Colete Encarnado e outros em que não há
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FI. Livro
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FLAta p93
1 Reunião de 2020/02/05
Município Y11V\ proc°
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de
. nU.Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
instalações sanitárias, recorre-se a estas. Só se utilizarão se forem necessárias,
pelo menos em termos de facilidade, sendo que por vezes também há situações,
de eventos de associações, que pedem e têm-se sempre disponíveis, pois não se
conseguia estar a desenvolver um procedimento.
Sobre a aquisição para a cobertura, são coberturas de sombreamento da Quinta
Municipal de Subserra. Fez-se lá agora uma intervenção, em que se recuperou uma
série de edifícios, e este ano vai continuar essa recuperação, até porque ficaram a
faltar 2 ou 3 edifícios, nomeadamente a escola, que se vai querer recuperar.
Também está a ser analisada pelo DOVI a questão dos muros de contenção,
porque há lá um muro que precisa de intervenção, e está-se a avaliar essa
possibilidade.
Quanto ao edifício central, que é o mais complexo e difícil, foi feito por uma
empresa um estudo, porque, face à idade que tem e aos problemas que tem,
nomeadamente pelo facto de ser do século XVII, tem logo esta dificuldade, que é a
questão do suporte, das fundações, que são fracas. Depois, é também o facto de
aquela ser uma zona com um lençol freático muito significativo, que passa ali por
baixo.
Encomendou-se um estudo, que foi feito, o que tem de se fazer ali, no caso do
palácio, é uma situação muito similar àquela que tem sido feita na obra do talude
da autoestrada, em que tem de ser feito o reforço da estrutura para depois se
poder intervir no palácio. Tem um custo elevado, está-se a avaliar, mas também
ainda durante este ano, provavelmente, far-se-á o projeto para essa intervenção,
que vai ser muito onerosa mas que se quer fazer, até porque é o que fica a faltar
depois das recuperações todas que se fizeram, das casinhas e toda aquela zona.
Agora também se quer recuperar o palácio, porque vale a pena.
Relativamente ao espetáculo, foi o do Xira Sports, para os 2 dias, em que se teve
de fazer uma alteração face ao tipo de contratação que se estava a fazer, porque
não era a mais correta, teve que se voltar atrás e a voltar a fazer. Por isso é que
aparece só nessa data e não antes. Foram os custos que já falou do Xira Sports,
este evento é um dos que está lá incluído.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
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1
Reunod00/02/O5
Município AU Proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
1. Assunto: BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
Câmara Municipal:
Dotações Orçamentais 24 811 502,15€
Dotações não Orçamentais 3 043 430,63€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 4 249 895,52€
Dotações não Orçamentais 684 428,25€
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
13 balancetes
FI. Livro
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095
Reunião de 2020/02/05
Município Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÉNCIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 68/20, de
27/01, do DGAFJ/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício do direito de preferência, no período compreendido
entre 13 e 24 de janeiro de 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 68/20, de 27/01, do
DGAFJ/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29 e 3QQ da Lei n2 31/2014, de 30 de maio. --
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus submete o assunto à reunião
de câmara para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
14 SOP
FI. Livro
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1 RAta 096
Reunião de 2020/02/05
Município Proc2 26/15 RU-REURBde
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCICIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA-ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 51/20, de
28/01, da EMRU, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente datados de
2020/01/16 e 2020/01/27, relacionados com o não exercício do direito legal de
preferência, previsto no artigo 58 do Decreto-Lei n2 307/2009, de 23 de outubro,
com a sua atual redação, que aprovou o Regime jurídico da Reabilitação Urbana
(RJRU), referente às áreas de reabilitação urbana do concelho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 51/20, de 28/01, da
EMRU, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
15 EMRU
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FI. Livro
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• 097
J Reunião de 2020/02/05
Município
_rt — Pro@_____________________de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
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Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 5/20, de
24/01, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice-
Presidente, no período compreendido entre 2020/01/10 e 2020/01/23, no âmbito
do licenciamento de obras particulares previstas no Regime jurídico de
Urbanização e Edificação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 5/20, de 24/01, do
DPGU/SAPRE. documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
16 DPGU
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FI. Livro
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i2ÁÀ
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Município LÍN Ali ! Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n° LI .1
Câmara Municipal
1. Assunto: ABERTURA DE PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA A
CONSTITUIÇÃO DE RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO
INDETERM INADO PARA ASSISTENTE OPERACIONAL (COVEIRO)
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 491/20, de 24/01, do
DGAFJ/DRH, para aprovação da abertura de um procedimento concursal comum
para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo
indeterminado para o preenchimento de um posto de trabalho previsto no mapa de
pessoal do corrente ano, para a categoria de assistente operacional (área de
coveiro), com possibilidade de admissão de candidatos sem vínculo de emprego
público previamente constituído.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 491/20, de 24/01, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
17 coveiro
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FI. Livro
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RAta 099
Reunião de 2020/02/05
Município 1 Proc2
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de d1Vila Franca de Xira Deliberação n2
- -
Câmara Municipal
1. Assunto: ABERTURA DE PROCEDIMENTO PARA RECRUTAMENTO DO CARGO DE
DIREÇÃO INTERMÉDIA DE 2 GRAU - CHEFE DA DIVISÃO DE HIGIENE PÚBLICA,
AMBIENTE E CIDADANIA - APROVAÇÃO E REMESSA À ASSEMBLEIA MUNICIPAL PARA
APROVAÇÂO DA CONSTITUIÇÃO DO JÚRI
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 512/20, de 27/01, do
DGAFJ/DRH, para aprovação da abertura de um procedimento para recrutamento
do cargo de direção intermédia de 2 grau de Chefe da Divisão de Higiene Pública,
Ambiente e Cidadania, e posterior remessa à assembleia municipal para aprovação
da constituição do júri do concurso.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 512/20, de 27/01. do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que a dúvida inicial tinha a ver
com o porquê de se estar a abrir um concurso para um chefe de divisão se se está
a alterar uma estrutura.
Depois foi ver a estrutura orgânica e percebeu que se mantém no mesmo
departamento e com o mesmo nome a divisão, e efetivamente aqui é possível
neste momento abrir-se.
O Sr. Presidente ainda há bocado disse que só abrirá concursos para as novas
estruturas. Novas estruturas não são apenas as que são criadas, as 4 divisões mais
1 departamento, são todas aquelas que mudaram o nome ou que mudaram de
posição relativamente a departamento.
Queria só ter a certeza que a interpretação é a mesma, porque é esta que a lei diz,
pode manter o mesmo nome, mas muda de departamento, tem que abrir
18 chefe 1/2
El. Livro
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• ti.. íi tU ão ie
Município 7 %j 4y :‘ Proc2
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Vila Franca de Xira
-y Deliberação n2______________
Câmara Municipal
naturalmente concurso, também ao fim dos 90 dias.
Respondeu o Sr. Presidente que naturalmente que se abrirão todos os concursos
que são necessários. Aqui, como a Sr Vereadora já percebeu, é percetível que a
antiga chefe de divisão passou a diretora e agora tem de se prover esta divisão, e
só se fará através de um concurso, que é aquilo que se traz hoje à consideração da
câmara municipal.
Assim sendo, pôs o ponto à consideração, questionando quem vota contra, quem
se abstém, concluído que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
18 chefe 212
FI. Livro
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1 I2AÀ ReurãodeO20/02/O5
Município 1 Ali V proc°
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de
‘Vila Franca de Xira - Deliberação n2______________
Câmara Municipal
1. Assunto: PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA A CONSTITUIÇÃO DE
RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO INDETERMINADO PARA
TÉCNICO SUPERIOR (DIREITO) — RECRUTAMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 520/20, de 27/01, do
DGAFJ/DRH, para aprovação do recrutamento de um candidato, posicionado a
seguir na lista unitária de ordenação final do procedimento concursal comum para
a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado
para técnico superior (área de direito), para o preenchimento de um posto de
trabalho previsto no mapa de pessoal do corrente ano.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 520/20, de 27/01, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
19 direito
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EI. Livro
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e EtAta - 102Reunião d 2020/02/05
Município proc2
—de /1Vila Franca de Xlra Deliberação n7___________
Câmara Municipal
1. Assunto: FUNDOS DE MANEIO 2020
-____________
2. Resumo: Presente o processo Instruído com comunicação interna n2 15/20, de
29/01, do DGAFJ/DGF, para aprovação da constituição de fundos de maneio para o
ano de 2020.
--
-_____________
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 15/20, de 29/01. do
DGA9IDGF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
--_____________
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
--
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
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20 fundos
FI. Livro
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Ai Fl.Ata - 103
A RI Reunião de 2020/02/05
Município Proc2 10/18 APRV.CP.Cde At1Vila Franca de Xira
‘ J Delíberação n2______________
Câmara Municipal
1. Assunto: CONTRATAÇÃO DE SEGUROS PARA O MUNICÍPIO PELO PERÍODO DE
01/05/2019 A 31/04/2020 - AUTORIZAÇÃO PARA A MODIFICAÇÃO OBJETIVA AO
CONTRATO E APROVAÇÃO DA MINUTA DO CONTRATO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 40/20, de
29/01, do DGAFJ/DGF/SCPA, para autorização da modificação objetiva ao contrato
n2 61/2019, de 03/04, no valor de 60 236,39€, isento de IVA, celebrado com a
Companhia de Seguros Allianz Portugal, SA, relativamente à contratação de
serviços de seguros para o município pelo período de 2019/05/01 a 2020/04/31,
face ao aumento excecional e imprevisível na prestação de serviços, nos termos
dos artigos 311 e seguintes e do artigo 4542, do Código dos Contratos Públicos,
bem como da aprovação da respetiva minuta da adenda ao contrato.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 40/20, de 29/01, do
DGAFJ/DGF/SCPA, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
21 seguros
FI. Uvro
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AÃI Fl.Ata — 104U ILÁ Reunião d& O20/02/05Município AU Proc2 11/98 LOTEPOMde
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n’ Un3
Câmara Municipal j
1. Assunto: ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO DENOMINADO POR CASAL DO MOLEDO,
TITULADO PELO ALVARÁ DE LOTEAMENTO N 8/01, DE 21/06 - ALVERCA DO
RIBATEJO - ACEITAÇÃO DE PRINCÍPIO E ABERTURA DE DISCUSSÃO PÚBLICA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação técnica n2 37/20, de 10/01,
do DPGU/DGU, para aceitação de princípio e abertura de discussão pública, pelo
período de 10 dias úteis, nos termos do n2 2, do artigo 27, do Decreto-Lei
n9 555/99, de 16/12, com as alterações em vigor, e do artigo 6 do RMUETOU —
Regulamento Municipal de Urbanização, Edificação e Taxas por Operações
Urbanísticas, da alteração ao loteamento denominado por Casal do Moledo, em
Alverca do Ribatejo, titulado pelo alvará de loteamento n 8/01 de 22/06, solicitada
pela Dicosul — Construções, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação técnica n2 37/20, de 10/01, do
DPGU/DGU, planta de localização, planta síntese alterações, planta síntese
proposta, documentos que se dão por inteiramente reproduzidos nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamenta): Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
22 moledo
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FI. Livro
____________
FI.Ata 1OEI
Reunião de 2020/02/05
Município 111 Proc2 11/19 PARDES
Vila Franca de Xira 7 Deliberação n2 026
Câmara Municipal
1. Assunto: CEDÊNCIA PARA A INTEGRAÇÃO NO DOMÍNIO PÚBLICO
- RUA VASCO DA
GAMA-VILA FRANCA DE XIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação técnica n2 52/20, de 27/01,
do DPGU/DF/SFT, para aceitação da cedência de terreno para o domínio público,
na rua Vasco da Gama, em Vila Franca de Xira, pertença da Santa Casa da
Misericórdia de Vila Franca de Xira, com área de 2 319,98m2, no valor atribuído de
2 319,98€, confrontando a norte com Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca de
Xira, antiga Casa do Povo e outros, a sul com a rua Sousa Martins, a nascente com
Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca de Xira e a poente com António Redol da
Cruz (herdeiros), e posterior remessa à assembleia municipal para aprovação nos
termos da leL
3. Informações/pareceres: Anexam-se informações técnicas n2s 52/20, de 27/01, do
DPGU/DF/SFT, e 70/20, de 20/01, do DPGU/DGU, planta de localização e planta da
proposta, documentos que se dão por inteiramente reproduzidos nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente
23 cedência
e
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
FI. Uvro
FiAta -
Reunião
Proc
___________
Deliberação n2 037
1. Assunto: ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR
- ALTERAÇÃO AO MAPA DE
INFLAÇÃO ACUMULADA
-
-_______________________
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 1120, de 27101, do
DPGUIDPOT, para aprovação do mapa com a inflação acumulada, para vigorar em
2020, considerando a alteração anual ao Índice de Preços no Consumidor (índice
de inflação), em 0,3%, referente ao ano de 2019.
3.
4.
5.
informaç6es/pareceres: Anexam-se informação n2 1/20, de 27/01, do DPGU/DPOT,
e mapa de inflação acumulada, documentos que se dão por Inteiramente
reproduzidos nesta parte da ata.
-_______________
Dotação orçamental: Plano Orçam.
Disposições legais aplicáveis:
--
-____
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
--
de 2020/02/05
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente. -
24 Ind preços
FI. Livro
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• Rode 2d0/02/OS
Município 4V VI Proc2
___________________
Vila Franca de Xira Deliberação fl2 038
Câmara Municipal
1. Assunto: ATUALIZAÇÃO DOS 33 REGULAMENTOS ESPECÍFICOS DE RECONVERSÃO
-
INFRAESTRUTURASDASAUGI
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n9 2/20, de 27/01, do
DPGU/DPOT, para aprovação da atualização dos valores referentes aos 33
regulamentos específicos de reconversão dos loteamentos delimitados como AUGI,
em 0,3%, de acordo com a taxa de variação média anual do Índice de Preços no
Consumidor (IPC), normalmente designada de taxa de inflação, e posterior remessa
à assembleia municipal para aprovação nos termos da lei.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação n2 2/20, de 27/01, do DPGU/DPOT,
e mapa, documentos que se dâo por inteiramente reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições le9ais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
25 33 reg AUGI
EI. Livro
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- 108
i RI Reunião de 2020/02/05
Município IV1 Proc2 92/19 DOVSM-EMPde AUVíla Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
1. Assunto: EXECUÇÃO DE MURO DE CONTENÇÃO DO TALUDE A TARDOZ DO LOTES 1
E 3 DA RUA 9 DE AGOSTO DE 1990 - ALVERCA DO RIBATEJO
- ADJUDICAÇÃO,
MINUTA DO CONTRATO E NOMEAÇÃO DE COORDENADOR DE SEGURANÇA E
DIRETOR DE FISCALIZAÇÃO EM OBRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 99/20, de
23/01, do DOVI/DEI, para aprovação do relatório final, elaborado pelo júri do
procedimento respeitante à execução de muro de contenção do talude a tardoz
dos lotes 1 e 3 da rua 9 de Agosto de 1990, em Alverca do Ribatejo, com proposta
de adjudicação à Cordivias - Engenharia, Lda, pelo valor de 195 679,42€, acrescido
do IVA, e prazo de execução de 180 dias, da minuta do contrato, da nomeação da
Eng Cristina Monteiro, para a função de coordenadora de segurança em obra, nos
termos do disposto no n2 2, do artigo 92, do Decreto-Lei n9 273/2003, de 29 de
outubro, e da Eng Helena Henriques, para a função de diretora de fiscalização em
obra, nos termos do disposto no artigo 3442 do Código dos Contratos Públicos, bem
como da emissão das respetivas declarações de nomeação, acompanhadas pelas
declarações de aceitação subscritas pelas respetivas técnicas.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 99/20, de 23/01, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
26 muro
FI. Livro -.
109
Reunião de 2020/02/05
Município Proc9 92/19 DOVSM-EMPde
Vila Franca de xira Deliberação n9 040
Câmara Municipal
1. Assunto: REABILITAÇÃO - HABITAÇÃO SOCIAL - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
— BAIRRO
PER DO BOM RETIRO
- VILA FRANCA DE XIRA
- ADJUDICAÇÃO, MINUTA DO
CONTRATO E NOMEAÇÃO DE COORDENADOR DE SEGURANÇA E DIRETOR DE
FISCALIZAÇÃO EM OBRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 103/20, de
24/01, do DOVI/DEI, para indeferimento da fundamentação invocada na pronúncia
apresentada pelo concorrente J&R Alexandre, Ld, no sentido de que não afasta,
nem põe em causa a anterior deliberação do júri quanto à proposta de adjudicação,
conforme consta no relatório preliminar de análise de propostas, da aprovação do
relatório final, elaborado pelo júri do procedimento respeitante à reabilitação —
Habitação social — Eficiência energética — Bairro do PER do Bom Retiro, em Vila
Franca de Xira, com proposta de adjudicação à Ariepe, Construções Civis e Obras
Públicas, Ld, pelo valor de 373 574,12€, acrescido do IVA, e prazo de execução de
180 dias, da minuta do contrato, da nomeação da Eng Cristina Monteiro, para
função de coordenadora de segurança em obra, nos termos do disposto no n9 2, do
artigo 99, do Decreto-Lei n9 273/2003, de 29 de outubro, e da Eng Helena
Henriques, para a função de diretora de fiscalização em obra, nos termos do
disposto no artigo 3449 do Código dos Contratos Públicos, bem como da emissão
das respetivas declarações de nomeação, acompanhadas pelas declarações de
aceitação subscritas pelas respetivas técnicas.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 103/20, de 24/01, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
27 PER
_____
FI. Livro
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i Reurflâo de 2020/02/05
Município lIl Proc° 76/19 DOVSM-EMPde 1.
Vila Franca de Xira Deliberaçao nQ_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: REQUALIFICAÇÃO URBANA E PAISAGÍSTICA DA AVENIDA BAPTISTA
PEREIRA E ZONA ADJACENTE - ALHANDRA - PLANO DE SEGURANÇA E SAÚDE—
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n° 102/20, de
24/01, do DOVI/DEI, para aprovação do plano de segurança e saúde referente à
empreitada de requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista Pereira e
zona adjacente, em Alhandra, adjudicada à Cordivias - Engenharia, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 102/20. de 24/01. do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
28 Baptista
1 1
Município ProcQ EDUCA.00SE.008.
Vila Fran de Xira Deliberação n2 042
Câmara Municipal
1. Assunto: CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FRANCA DE XIRA -
NOMEAÇÃO
- APROVAÇÃO E REMESSA À ASSEMBLEIA MUNICIPAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 1/20, de
07/01, do DED/DE, para aprovação da composição do Conselho Municipal de
Educação de Vila Franca de Xira, árgão que tem por objetivo, a nível municipal,
analisar e acompanhar o funcionamento do sistema educativo, e posterior remessa
à assembleia municipal para aprovação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 1/20, de 07/01, do
DED/DE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis: Decreto-Lei n2 21/2019, de 30 de janeiro.
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
2g CME
El. Livro
_______________
112
Reunião de 2020/02/OS
Município Proc° EDUCA.00SE.003.de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: REGULAMENTO DA ESCOLA A TEMPO INTEIRO - PUBLICITAÇÃO DO INÍCIO
DO PROCEDIMENTO E PARTICIPAÇÃO PROCEDIMENTAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 22/20, de
28/01. do DED/DE, para aprovação do início do procedimento e participação
procedimental referente ao Regulamento da Escola a Tempo Inteiro, bem como da
sua publicitaçâo na Internet, no site institucional da câmara municipal, nos termos
do disposto no n 1, do artigo 98, do Código do Procedimento Administrativo.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 22/20, de 28/01, do
DED/DE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
30 reg escola
FI. Livro
______________
Fl.Ata 113
0 Reunião de 2020/02/05
Município Proc
______________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
1. Assunto: CAMPEONATOS DE INVERNO DE LISBOA DE PISCINA LONGA E TORNEIO DE
PREPARAÇÃO DE ABSOLUTOS
- CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO
DESPORTIVO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 47/20, de
27/01, do DED/DDL, para aprovação da minuta do contrato-programa de
desenvolvimento desportivo, a celebrar com a Associação de Natação de Lisboa,
que define as condições para a cedência da Piscina Municipal de Vila Franca de
Xira, para a organização dos Campeonatos de Inverno de Lisboa de Piscina Longa,
de 28 de fevereiro a 1 de março. e do Torneio de Preparação de Absolutos, a 21 de
junho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 47/20, de 27/01, do
DED/DDL, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
31 ANL
FI. Livro
______________
1
ReurãodeO20/02/05
Município 11 Proc2
______________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n______________
Câmara Municipal
1. Assunto: DOAÇÃO DE EQUIPAMENTO DESPORTIVO À CÂMARA MUNICIPAL DO
TARRAFAL - CABO VERDE
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 49/20, de
28/01. do DED/DDL, para aprovação da doação de equipamento desportivo, no
valor total de 3 768,23€, à Câmara Municipal do Tarrafal, Cabo Verde, que
seguramente irá contribuir para o desenvolvimento desportivo dos jovens.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 49/20, de 28/01, do
DED/DDL, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
32 doação
FI. Livro
____________
411 FLAta 115
Reunião de 2020/02/05
Município 111 Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2______________
Câmara Municipal
1. Assunto: EXPOSIÇÃO “CHEIAS DE 67”- CATÁLOGO - PREÇO DE VENDA AO PÚBLICO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 27/20, do
DCT/SADCT, para aprovação do preço de venda ao público do catálogo da
exposição “Cheias de 67”, pelo valor unitário de 15,00€.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 27/20, do DCT/SADCT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que houve um atraso
em relação a este catálogo, que lamenta, até porque a exposição foi um sucesso,
está a ser um grande sucesso, e já se aproxima do fim. O Bloco de Esquerda julga
que é óbvio que o catálogo tem de ter aquela qualidade que se impõe, mas deve
ser acautelado de maneira a estar disponível quando as exposições se inauguram.
Aproveita esta questão para fazer um apelo e uma sugestão, dado o impacto que
esta exposição teve, não só no concelho de Vila Franca de Xira, mas até noutros,
pois sabe que houve grupos de pessoas de concelhos que também foram afetados
pelas cheias que, como nunca houve nenhuma exposição nesses concelhos sobre
este tema, se deslocaram propositadamente a Vila Franca de Xira para visitarem a
exposição.
Assim, pensa que fazia sentido prolongar mais no tempo esta exposição, ou até
torná-la itinerante, pois pensa que a preservação da memória deste
acontecimento, que não é um acontecimento qualquer, está-se a falar da maior
catástrofe natural que atingiu o país depois do terramoto de 1755, é importante,
até com questões polfticas que considera serem muito sensíveis e estão no cerne e
na alma de muito do que é o pensar e expressar do povo desta região e do
33 cheias 67 1/3
FI. Livro
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Ali RAta 116
11114 Reunião de 2020/02/05
Município AI! Proc2
____________________
de /
Vila Franca de Xira Deliberação n2______________
Câmara Municipal -
concelho. Não é por acaso que foram os mais pobres os mais atingidos nesta
catástrofe, os mais pobres estavam neste concelho, houve concelhos onde não
houve vítimas ou muito poucas vítimas e também foram atingidos por esta
catástrofe.
Neste sentido, deixa este apelo e sugestão.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que a Sr vereadora Manuela Ralha já vai
responder, mas o próprio não tem dúvidas nenhumas que esta é daquelas
exposições que se calhar podia estar 1 ou 2 anos que mantinha a atualidade
daquilo que são os objetivos da sua concretização, e alguns já referiu, não vai
repetir.
Há uma programação para o Celeiro da Patriarcal que não se compadece disso, no
entanto vai-se adaptar a exposição para alguma itinerância naquilo que for
possível.
Terminou, pedindo à Sr Vereadora para explicar um pouco melhor.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, mencionando que a itinerância
sempre teve prevista desde o início. Uma das questões que foi logo colocada
quando se desenhou esta exposição foi a capacidade e possibilidade desta
exposição, não da forma como está no Celeiro da Patriarcal, obviamente, porque
está desenhada para aquele espaço, ser desagregada por forma a poder ser
itinerante. É essa a pretensão, e deve dizer que a exposição sairá apenas a 5 de
abril, o seu término é no dia 5 de abril, ainda se tem o resto do mês de fevereiro, o
março e o início de abril para se poder visitar
Acrescenta também que tem sido feito um trabalho absolutamente fantástico pelo
serviço educativo junto das escolas e têm vindo imensos grupos de escolas do
concelho e de fora, sobretudo de fora, imensos grupos constantemente a visitar a
exposição, porque não só tem um caráter de preservação da memória, como
também permite perspetivar o futuro e tentar, de certa forma, trabalhar todas as
questões que têm a ver com o ambiente e a forma como se gere o mundo e os
próprios recursos, tentando-se que isto não aconteça.
Relativamente ao catálogo, deve dizer que não se atrasou, estava previsto que
assim fosse, até porque é um catálogo em que, para além de ter as características
que os outros têm, teve que se fazer uma série de recolha de textos, e um deles é
33 cheias 67 2/3
FI. Livro
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RAta 117
11114 Reunião de 2020/02/05
Município AU Proc2
___________________
de
Vila Franca de Xira 1 Deliberaçao n2______________
Câmara Municipal
do Sr. Presidente da República, que também tem um texto no catálogo.
Quando se desenhou a exposição e se previram todos os timings da exposição,
previu-se um tempo desagregado em relação à inauguração para o lançamento do
catálogo, até para permitir que a própria designer, e está a olhar para a chefe da
divisão, que sabe bem estes constrangimentos e problemas, tivesse um tempo
mais maturado para poder fazer o catálogo, visto que estava muito assoberbada
com o design da exposição.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que crê que se está em condições de passar à
votação deste ponto, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluído
que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do
Sr Vereadora Manuela Ralha.
—
33 Cheias 67 3,3
FI. Livro
_____________
‘2 Reurflâode 2020/02/05
Município Proc2
-de AliVila Franca de Xira
— V Deliberação n9
____________
Câmara Municipal
1. Assunto: DOAÇÃO DE BENS CULTURAIS POR JOÃO CORREIA MARQUES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 30/20, de
28/01, do DCT/SADCT. para aceitação da doação de um conjunto de bens culturais
(monografias), cuja lista descritiva se anexa à minuta do contrato de doação,
pertença de João Correia Marques, com valor patrimonial de 28,00€, para
incorporação no acervo documental do Museu do Neo-Realismo, e aprovação da
minuta do contrato de doação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 30/20, de 28/01, do
DCT/SDACT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aceitação da doação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
34 monografias
FI. Livro
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1 aAÀ Reurflâode0O/02/05Município 1V ‘ Proc2 DCTAE.00DB.116.001.de 1Vila Franca de Xira Deliberação n2______________
Câmara Municipal
1. Assunto: CURSO: “COMMEDIA DELL’ARTE” - VALOR DE INSCRIÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 56/20, de
29/01, do DCT/DBA, para aprovação do valor de inscrição no Curso “Commedia
DeII’Arte”, na Fábrica das Palavras, de 20,00€ para o público em geral, e de 10,00€
para jovens até aos 25 anos, seniores maiores de 65 anos e trabalhadores do
município.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 56/20, de 29/01 do
DCT/DBA, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reuniâo de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
35 commedia
FI. Livro
-7, RAta 120
+- UI(Á Reunião de 2020/02/OS
Município AU Proc2
____________________
Vila Francea de Xira Deliberação nr 049
Câmara Municipal j
1. Assunto: COMPRA E VENDA DA FRAÇÃO DE HABITAÇÃO MUNICIPAL SITA NA PRAÇA
BENTO GONÇALVES, N 3 - 32 B, VIALONGA - REVOGAÇÃO DA DELIBERAÇÃO DE
2015/04/22 E AUTORIZAÇÃO DE VENDA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 3/20, de 07/01, do
DHCS/DHIS, para revogação da deliberação tomada em 2015/04/22, que autorizou
a venda da fração municipal designada pela letra “M”, sita na praça Bento
Gonçalves, n2 3, 32 8, em Vialonga, por não se ter concretizado a respetiva
escritura, e aprovação da compra e venda da referida fração de habitação
municipal, descrita na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira,
sob o n2 474 da freguesia de Vialonga, e inscrita na matriz predial urbana sob o
artigo 2641 da referida freguesia, a Maria José Augusta de Melio, avaliada em
27 254,82€, com dedução correspondente a 20%, na modalidade de pronto
pagamento, sendo o valor final de venda de 21 803,85€.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 3/20, de 07/01, do DHCS/DHIS,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
36 bento
_____
A. Livro
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RAta 121
J Reunião de 2020/02/05
Município
39
Proc2
_____________________
Vila Frar de Xira : Deliberação n2
— 050
Câmara Municipal
1. Assunto: COMPRA E VENDA DA FRAÇÃO DE HABITAÇÃO MUNICIPAL SITA NA RUA
JOSÉ DIAS COELHO, N 2 - l DT, VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n9 1/20, de 03/01, do
DHCS/DHIS, para aprovação da venda da fração de habitação municipal designada
pela letra “C”, sita na rua José Dias Coelho, n2 2, 12 dt2, em Vialonga, descrita na
2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira, sob o n2 651 da
freguesia de Vialonga, e inscrita na matriz predial urbana sob o artigo 1347, da
referida freguesia, a Ajijatu Aissatu jalá, avaliada em 27 963,12€, com dedução
correspondente a 20%, na modalidade de pronto pagamento, sendo o valor final de
venda de 22 370,49€.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 1/20, de 03/01, do DHCS/DHIS,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. — —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
37 letra c
•
__________
Município 1’ Proc2
____________________
Vila Franca de Xira 1 Deliberação nr 051
Câmara Municipal
Assunto: NORMAS DE UTILIZAÇÃO DAS HORTAS URBANAS DE POVOS
- VILA
FRANCADEXIRA
Presente a proposta do Sr. Presidente, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação das Normas de
Utilização das Hortas Urbanas de Povos, em Vila Franca de Xira, pelas quais se
deve reger o seu funcionamento.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
-
38 hortas
FI. Livro
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RAta 123) Reunião de 2020/02/05
Município 1 L4IV\ Proc2
____________________
de AliVila Franca de Xira 1 Deliberação ri2 052
Câmara Municipal
1. Assunto: REGULAMENTO DE HORTAS URBANAS DO CONCELHO DE VILA FRANCA DE
XIRA - PUBLICITAÇÃO DO INÍCIO DO PROCEDIMENTO E PARTICIPAÇÃO
PROCEDIMENTAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 50/20, de
29/01, do DAGEP, para aprovação do início do procedimento e participação
procedimental referente ao Regulamento de Hortas Urbanas do Concelho de Vila
Franca de Xira, bem como da sua publicitação na lnternet, no site institucional da
câmara municipal, nos termos do disposto no n2 1, do artigo 98, do Código do
Procedimento Administrativo.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 50/20, de 29/01, do
DAGEP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Proposta: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
39 Reg Hortas
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FI. Livro
______________
5 Reuno de OwO2ms
Município
Proc2
____________________
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO 2019 - FASE 4 - EVOLUÇÃO DAS VOTAÇÕES,
ESCRUTÍNIO E APURAMENTO DE RESULTADOS
Presente a proposta do Sr. Presidente, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para conhecimento dos resultados
apurados, no âmbito do Orçamento Participativo 2019, de com vista à publicação
dos mesmos no portal do Orçamento Participativo, de acordo com o regulamento
vigente.
Tomado conhecimento.
—
40 OP 2019
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FI. Livro
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Reunod00/02/05
Município / q+ Proc --de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
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Câmara Municipal
Assunto: MOÇÃO - MAIS OFERTA E QUALIDADE DOS TRANSPORTES PÚBLICOS NO
CONCELHO DE VILA FRANCA DE XIRA
Presente para aprovação a moção dos membros da Coligação Democrática
Unitária, intitulada “Mais oferta e qualidade dos transportes públicos no concelho
de Vila Franca de Xira”, datada de 2020/02/05. documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
O Sr. Presidente interveio, dando a palavra à CDU, crê que ao Sr. Vereador Nuno
Libório, como requerente, para apresentar o ponto.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que a CDU coloca à consideração
dos Srs. Vereadores da câmara municipal uma tomada de posição polftica no
sentido de se continuar a defender a relevante importância do direito à mobilidade
e do serviço público de transportes, dados que são muito objetivos e que
concorrem para que esta deliberação seja reconhecida de forma unânime por
todos os vereadores desta câmara municipal.
Houve mais 15% de passageiros em 2019, o comboio foi o modo ou o meio de
transporte que mais cresceu, também em 2019, 26%, tiveram-se mais 25% de
utentes a utilizar os transportes através dos passes, e isto significa mais
mobilidade sustentável e um impacto económico e social muito significativo para
as famílias, também do concelho de Vila Franca de Xira.
Ao contrário do que alguns faziam crer, de que o sistema poria em causa a
eficiência do sistema público de transportes, veio a revelar-se exatamente o
contrário, há neste momento menos dependências relativamente à utilização do
transporte individual, e há, ao invés, e felizmente, mais opções, designadamente
com a instalação do passe social intermodal, proposta desde logo aprovada pelo
PCP e há muito defendida pelo PCP no âmbito das negociações de anteriores
orçamentos do Estado, que visou e teve já como consequência a garantia de se
poderem utilizar vários modos de transporte entre vários operadores, com o
mesmo custo.
A redução tarifária é um fator de desenvolvimento, porque efetivamente o custo de
acesso aos transportes era exagerado, e os membros da CDU sempre disseram
que um bom modelo de financiamento corrigiria esta dificuldade objetiva de
acesso ao transporte público.
41 moção 1/9
FI. Livro
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1
Reuno d OO/O2/O5
Município /‘L ‘ v proc9
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de / ‘JVila Franca de Xira •. Deliberação n2
Câmara Municipal
Hoje os trabalhadores deslocam-se com outro tipo de condições dentro do próprio
concelho, mas fundamentalmente através dos movimentos pendulares, os
estudantes têm acesso a outros modos de deslocação e de visitação dentro da
própria região de Lisboa, e também, porque não falar dos idosos, que têm
melhores condições para visitarem aquilo que lhes estava negado visitarem, por
dificuldades de transporte e dos custos associados a isso mesmo.
São duas as questões que colocam à câmara municipal, e uma é exortar o Governo
e a Assembleia da República a terem como prioridade no Orçamento do Estado a
contínua valorização da rede de transportes públicos, que serve o concelho e a
AML - Área Metropolitana de Lisboa, para que estes efetivamente cumpram a sua
função institucional.
Depois, é garantir também que da parte do Governo e da Assembleia da República
se tomem mais medidas, medidas efetivas no sentido de haver uma efetiva
valorização da linha ferroviária da Azambuja, designadamente no aumento da
frequência de ligações, da sua segurança, da sua fiabilidade, mas também na sua
articulação com os operadores rodoviários e, muito importante, defender o uso e o
acesso de parques de estacionamento públicos, gratuitos e de qualidade,
começando no concelho de Vila Franca de Xira.
É preciso resolver este problema na cidade de Vila Franca de Xira, é preciso
encontrar soluções em Alhandra, o atual parque de Alverca, não obstante o grande
esforço de ampliação, neste momento já está saturado, e isto significa que quanto
maior capacidade de criar do ponto de vista da oferta, melhor resposta acontecerá
por parte dos utentes, e na Póvoa de Santa Iria também é preciso resolver aquele
imbróglio urbanístico relativamente à utilização provisória duma área que está
cedida, também provisoriamente, para parque de estacionamento.
Estas são as principais questões, que crê que do ponto de vista da sua aceitação só
podem merecer o reconhecimento unânime de todas as forças políticas
representadas na câmara municipal.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que crê que esta moção tem todo o
sentido, o Partido Socialista está de acordo e vai votar favoravelmente, e até diria
mais, que já foi colocada, numa das intervenções no período antes da ordem do
dia, uma questão que não está espelhada na moção. Aquilo que é referido no
41 moção 2/9
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El. Livro
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Ali) FLAta 127
UIIÀ Reunião de 2020/02/05Município AU Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
primeiro parágrafo é, “conhecida que está a proposta de Orçamento do Estado, a
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira manifesta a sua preocupação face à
suborçamentação das verbas necessárias para o aumento da oferta de transportes
públicos que sirvam as populações nas suas necessidades de mobilidade do
concelho”, e crê que também se pode identificar que no Orçamento do Estado
devem estar as verbas necessárias para a sua contribuição para o passe
metropolitano.
O próprio separava as coisas, é claro. Está! Está! Não se vai conseguir alterar, mas
crê que efetivamente há uma perspetiva diferente, que aliás já transmitiu no
próprio conselho diretivo da ANMP - Associação Nacional de Municípios
Portugueses, ou seja, estas verbas relativamente ao passe metropolitano não
devem estar sujeitas aos diversos orçamentos do Estado, devem estar fora, numa
rubrica própria ou através dum mecanismo financeiro fora do Orçamento do
Estado. O Orçamento do Estado hoje é uma coisa, amanhã pode haver dificuldades
económicas e financeiras para o país, e não sabe se depois os municípios ficam, só
por si. um bocadinho desamparados e a terem de suportar o esforço financeiro que
é necessário.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira já vai nos 2 400 000,00€, no futuro será
ainda mais, mas tudo isto tem limites, porque a capacidade dos municípios, em
termos financeiros, é o que é. Quando se avançou, e com toda a convicção, foi
porque era uma reforma social de grande abrangência e não se teve dúvidas
nenhumas de estar na primeira linha também, de apoiar esta medida, mas é claro
que para se apoiar esta medida outras não vão ser desenvolvidas. Há alguns
investimentos que poderiam ser feitos e não vão ser, justamente porque estes
valores foram transferidos para esta área.
Pensa que foi uma boa decisão, não se pode chegar a tudo, chega-se áquilo que é
prioritário, e isto era prioritário, agora, tem uma preocupação, e não quer dizer que
se vá alterar o conteúdo da moção, mas se calhar a moção até poderia lá dizer
que, no entendimento da câmara municipal, estas questões relativamente ao
passe metropolitano não deveriam estar sujeitas à aprovação, em cada ano, do
Orçamento do Estado.
Disse o Sr. Vice-Presidente que isso já foi dito na reunião de vereadores na EMEL —
41 moção 3/9
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19. Livro
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RAta 128
Reunião de 2020)02/05
Município Proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que também na AML esta matéria já foi
referida, e pensa que era mais cauteloso para o futuro não se estar sujeito à
discussão dum Orçamento do Estado, que é sempre uma altura exigente, em que
se têm de encontrar pontos de contacto para aprovar o orçamento. Deveria haver
um outro mecanismo financeiro fora do próprio Orçamento do Estado. Pensa que
se ficava mais precavido, não se estando mais tarde sujeito a alguma dificuldade,
que se espera que não venha a acontecer. Hoje está este Governo, amanhã estará
outro, e pode haver um entendimento completamente diferente, em termos
sociais, do que é a abrangência. O executivo PS está confortável com o teor da
moção, mas não sabe se efetivamente não se devia pôr isso.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que é uma questão sensível, à qual o PCP
desde sempre esteve disponível, e aliás o Sr. Presidente recorda-se seguramente
que os membros da CDU manifestaram desde o primeiro momento muitas dúvidas
quanto à aplicabilidade do regime jurídico dos transportes rodoviários e das suas
concessões, que empurraram para as câmaras municipais, para o poder local,
responsabilidades de natureza financeira que não eram de todo da sua
competência resolver.
Estão perfeitamente seguros e acompanham essa linha de preocupação, mas do
ponto de vista prático não veem como é que isto se pode resolver para além do
Orçamento do Estado, porque, ainda para mais, o que neste momento existe, o
que está neste preciso momento a ser discutido nas comissões da especialidade (e
fica também essa nota), é um reforço do fundo ambiental para o financiamento do
programa de apoio à redução tarifária. Assim, é possível e desejável, conforme o
Sr. Presidente diz, encontrar outras fontes de financiamento que consolidem este
passe e, acima de tudo, lhe deem garantias de universalidade para além da AML e
de todo o território nacional.
No concelho de Vila Franca de Xira lida-se com um problema, que é ter
trabalhadores que são residentes no concelho de Vila Franca de Xira e precisam de
ir, ou para o concelho de Alenquer, ou para o concelho de Benavente, e não estão
infelizmente ainda abrangidos pelo passe social intermodal, como se fosse possível
criar fronteiras, do ponto de vista da mobilidade, que é uma situação
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absolutamente irracional. O sistema jurídico impõe para a negociação das
comunidades intermunicipais, o que, do ponto de vista da AML, e crê que o Sr.
Presidente também não fará nenhum esforço em retonhecer, foi desde logo
iniciado pelas câmaras municipais de maioria CDU, sem prejuízo de se verificar que
isto traria impactos sérios sobre o orçamento das câmaras municipais.
Crê que esta questão da própria estrutura do financiamento, salvo melhor opinião,
poderia ser dedicada por uma outra resolução, tendo em conta a especificidade
desta proposta, porque visa fundamentalmente atacar o problema, e passa a
expressào, da linha ferroviária, e neste momento tem-se um problema de
saturação na oferta da linha ferroviária do concelho da Azambuja.
Têm que se centrar preocupações sobre esta matéria e, como disse e é
reconhecido por todos, há já problemas vários, até do ponto de vista da fiabilidade
e das condições de segurança da própria linha, porque o número de utentes a
utilizar o passe de forma diária e regular aumentou em mais de 20%, e esses mais
de 20% estão também no concelho de Vila Franca de Xira.
É preciso insistir, do ponto de vista do Orçamento do Estado, com investimentos na
aquisição de mais materiais circulantes, na revitalização das empresas de material
de manutenção, a antiga EMEF - Empresa de Manutenção de Equipamento
Ferroviário, ou as EMEF - Oficinas Gerais de Manutenção Ferroviária, que existiam
na AML e deixaram de existir, designadamente na Amadora, e criar mais ligações
nas horas de ponta, fins de semana e horas noturnas.
Os membros da CDU estão disponíveis a acrescentar questões que favoreçam, mas
pensam que a moção poderá ser facilmente aprovada nos termos em que se
encontra, contudo, não recusam o acrescento de questões que possam contribuir
para esse favorecimento.
Interveio novamente o Sr. Presidente, referindo que a sua intervenção foi mais uma
reflexão do que propriamente a tentativa de alterar algo, porque mais tarde ou
mais cedo vai-se ter de fazer, pois se se está sempre sujeito ao Orçamento do
Estado pode haver algumas dificuldades no futuro.
Terminou, dizendo que o Sr. Vice-Presidente também quer intervir, depois a Sr
Vereadora Helena Pereira de jesus, e de seguida passará à votação.
O Sr. Vice-Presidente tomou a palavra, reforçando aquilo que o Sr. Presidente
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acabou de expor, dizendo que no âmbito da AML, nas reuniões dos vereadores com
os pelouros de mobilidade e transportes, de que tem o último relatório que foi
aprovado na reunião de janeiro, referente a 2019, efetivamente todos os
municípios presentes, de todas as forças políticas (e para quem não está
familiarizado com este sistema estas reuniões na AML preparam as reuniões do
conselho metropolitano, onde estão presentes os presidentes de câmara, os 18
presidentes, preparam as propostas que irão a conselho para votação), foram
unânimes em aprovar uma intenção ao conselho, em que as dotações municipais
não estejam indexadas a oscilações orçamentais.
Tem que se saber do que é que se está a falar, porque hoje está-se a falar para Vila
Franca de Xira de 2 400 000,00€, para o ano poder-se-á estar a falar de 3 milhões
de euros. Escusa-se de andar à volta da mesa, é isto mesmo, está indexado à
utilização, e o próprio estava a ver, do valor global que ascendeu, que no modo
ferroviário o ano fechou com 32%.
Isto não pode estar indexado ao Orçamento do Estado, o que disse o Sr. Presidente
é uma preocupação que já existe, mas ainda nem todos os presidentes de câmara
estão conscientes desta situação. Contudo, os vereadores estão neste momento a
fazer um grande esforço para que o próprio orçamento reserve, através duma
figura jurídica, que aquela verba tenha de ser automaticamente distribuída para
apoiar e subsidiar este sistema de transportes.
O Sr. Vereador, e bem, fala na questão ferroviária, o executivo falará do concelho
de Vila Franca de Xira, do que lhe afeta nesse aspeto, mas há, no âmbito da
reunião, que falar entre Sintra/Azambuja, do sul do Tejo, e neste aspeto os valores
que estão em cima da mesa não podem estar indexados às oscilações
orçamentais. Foi essa a questão, e é difícil o conselho metropolitano, através dos
seus presidentes, ou do próprio secretário, fazer pressão junto do Governo, que
reserve, porque há municípios em que pode chegar o momento que é
incomportável no seu orçamento fazerem a comparticipação.
Depois pergunta-se como é, pelo que começou a criar-se uma consciencialização
na AML, já que neste momento há operadores, e isto falou-se na última reunião, a
pedir compensação por perdas.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que desde o início.
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Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, respondendo que sim, isto tem de ser resolvido, e
não está a dizer que os operadores têm razão, essa é outra discussão que a AML
vai ter de resolver. Eles estarão a fazer, provavelmente, o papel deles, mas os
municípios também farão o seu na AML, e há municípios em que vai chegar a um
momento que dizem que em termos orçamentais não têm hipóteses. É como diz o
Sr. Presidente, depois vai ser uma questão de opções, os 3 milhões de euros não
vão para outro lado, porque não há.
Aquilo que sugeria para esta moção, o Sr. Presidente já o disse, e terá a última
palavra, é que fosse introduzido um parágrafo, e o Sr. Vereador Nuno Libório já
esteve de acordo, em que se assumisse a responsabilização do Estado, não através
do orçamento, mas doutra figura jurídica, a obrigação da comparticipação real e
objetiva a nível duma percentagem, porque se deve crer que há municípios que
não vão conseguir fazer a sustentabilidade da sua comparticipação para os passes.
Quando entrar a componente rodoviária, que começa a ser a preocupação da AML,
e alguns andam distraídos, os municípios então é que vão dizer que não têm
qualquer hipótese.
A 5r Vereadora Helena Pereira de Jesus interveio, dizendo que o P50, a Coligação
Mais, sempre proclamou por uma maior rede de transportes públicos, também por
uma maior frequência dos transportes públicos em Vila Franca de Xira, e
naturalmente que naquilo que o Sr. Vice-Presidente acabou de referir também
concorda. É preciso dizer, sobre a rede de transportes públicos de Vila Franca de
Xira, ou da linha de Azambuja (mas no que concerne à sua preocupação, é a de
Vila Franca de Xira), que serve Lisboa, em muitos casos o concelho é dormitório,
porque as pessoas vão trabalhar para Lisboa e utilizam a rede de transporte
públicos. Por isso, de facto a ANIL tem de ter atenção a esta situação, porque os
municípios estão a pagar para que outros, no caso o de Lisboa, beneficiem dos
seus transportes.
Daí que concorde com a inserção do parágrafo de que o Sr. Presidente falou,
relativamente à responsabilização do Estado na comparticipação das quantias
referentes aos passes. Já não se recorda bem do parágrafo na totalidade, não
conseguiu apontá-lo, mas concordou com o texto.
O sentido da Coligação Mais, seja como for, é a favor desta moção, votará a favor,
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mas considera também que é relevante a inserção desse parágrafo.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo ao Sr. Vereador Nuno Libório que ia pôr à
votação a moção, tal como está.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que durante o dia se acrescenta e envia para
os gabinetes dos eleitos o acrescento do novo parágrafo, que será aceite por todos,
nãotemdúvidas.
Interveio novamente o Sr. Presidente, mencionando que aquilo que ia dizer é que a
Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, o Sr. Vice-Presidente e o Sr. Vereador Nuno
Libério acertem uma redação.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que a redação é aquela que o Sr. Vice-
Presidente apresentou, e propunha, duma forma mais diligente, que o chefe de
gabinete do Sr. Presidente, durante o dia de hoje, ou até amanhã, remetesse para
os gabinetes dos eleitos um novo parágrafo que crê que terá isso e muito pouco
mais. Estão todos de acordo e não há necessidade desse formalismo.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que está muito bem, e então, com esta
sugestão do Sr. Vereador Nuno Libério vai-se fazer isso e acomodar uma redaçâo
especificando a possibilidade doutras fontes de financiamento que não seja só o
Orçamento do Estado ou substituam o Orçamento do Estado.
Nesse sentido, irá pôr à consideração o ponto, e pergunta se estão todos de
acordo, sendo que hoje ou amanhã enviará a todos para se pronunciarem.
Interveio novamente o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que já agora convinha
que fosse até amanhã, porque amanhã é o limite da aprovação do Orçamento do
Estado.
Disse o Sr. Presidente que está bem e mencionando que o Dr. Renato Gonçalves
tem esta encomenda para fazer hoje, se fizer favor.
A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus interveio ainda, perguntando se se vai
votar com o parágrafo ou sem o parágrafo, tendo o Sr. Presidente respondido que
com parágrafo, agora vai é ser posta à consideração da Sr Vereadora, do Sr.
Vereador Carlos Patrão e também da CDU a redação que se achar mais adequada,
e se durante o dia de hoje ainda houver condições de aprovarem ou sugerirem
alguma alteração à proposta que se vai fazer, que lhe digam. De qualquer modo,
vai-se votar com o parágrafo, que ainda não se tem, mas é, no fundo, a súmula
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daquilo que se acabou de referir.
Prosseguiu, pondo à votação o ponto, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
No final da reunião interveio ainda o Sr. Vereador Nuno Libério, dizendo que os
membros da CDU podem já acrescentar que estão de acordo com a proposta de
alteração, pelos mesmos está tudo bem.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a proposta apresentada pelos membros da
CDU, com as alterações propostas pelo Sr. Presidente e pelos Vereadores do
Partido Socialista, que ora se reproduzem: “3. Que o Estado garanta o
financiamento estável, sustentável e consolidado dos Sistemas Metropolitanos de
Transportes Coletivos de passageiros, independentemente dos orçamentos anuais
do Estado e através de um Regime jurídico-Financeiro específico que consagre o
Programa de Apoio à redução tarifária; 4. Que o financiamento estadual acima
referido acompanhe e reflita, em termos sustentáveis e estruturais, a evolução da
frequência e da procura, bem como as necessidades de aquisição e manutenção de
material circulante e de expansão das redes.”
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Pelas 12h20, após a discussão da ordem do dia, interveio o Sr. Presidente,
referindo que ainda não se chegou às 12h30, de qualquer modo dá já a palavra ao
público, à munícipe presente, e se entretanto às 12h30 ainda aparecer mais
alguma pessoa que queira intervir, poderá fazê-lo.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
SITUAÇÃO ATUAL DO CBEI - CENTRO DE BEM-ESTAR INFANTIL - VILA FRANCA DE
XIRA
Interveio a munícipe, Sr Sónia de Jesus Frita de Oliveira, dando os bons dias a
todos os presentes e dizendo, em nome do CBEI - Centro de Bem-estar Infantil, que
os trabalhadores sentem necessidade de estarem presentes e deixarem um
testemunho sobre a situação atual que a instituição está a viver neste momento. O
pedido de 505 é feito em nome da instituição e para toda a comunidade e
entidades competentes nesta área, e pedem que se unam esforços para que seja
possível reverter a situação já conhecida de todos.
Sabem que a conjuntura nacional, ao nível das IPSS, não é favorável, havendo
muitas que estão a passar por situações semelhantes;
Sabem também que o município tem apoiado as diferentes atividades da
instituição e tem estabelecido protocolos nas respostas à comunidade,
nomeadamente educativa;
Sabem que esta equação, funcionários, prestadores de serviço, despesas,
instalações, 400 crianças, comparticipações familiares, protocolos de cooperação
da Segurança Social, protocolos com o município e outras atividades desenvolvidas
para angariação de fundos, constitui-se um enorme desafio;
Sabem que, reunidos esforços, foi paga parte dos vencimentos de dezembro num
valor superior a 50%;
Sabem também o impacto social que o CBEI tem na comunidade, pelas diferentes
respostas que dá.
Assim, e em nome da instituição, solicitam ao Sr. Presidente que seja agendada
uma reunião com a maior brevidade possível, e pedem que todos os presentes
contribuam, dentro da sua área de intervenção e responsabilidade, para que o
amanhã seja melhor que hoje.
Terminou, agradecendo pela atenção.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo à munícipe que a câmara municipal, ao fim e ao
cabo todos os que estão presentes, estão muito preocupados com o ponto de
situação do CBEI. Crê que só é possível encontrar soluções se estiverem todos
animados no mesmo espírito e a concorrerem no mesmo objetivo, na mesma
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direção, porque se se estiverem a dispersar energias, se calhar, em alguns casos,
inúteis, fúteis e que não concorram justamente para aquilo que se quer, que é
manter o CBEI a funcionar, certamente não se está a prestar um bom serviço à
população, sobretudo aos utentes do CBEI, e em particular encontrar soluções que
permitam que os trabalhadores recebam justamente aquilo a que têm direito, que
éoseuvencimento.
A câmara municipal, sobre esta matéria, está, como sempre esteve, disponível, no
âmbito das suas competências, para ajudar, e já ajudou no passado outras
instituições, com discrição, praticamente não houve alarido nenhum e as coisas lá
foram andando, com mais dificuldade, menos dificuldade. Não vai enunciar nomes
de instituições, mas, de facto, houve alturas em que foi preciso, da parte dos
trabalhadores, da parte de todos, dessas mesmas instituições, um grande sangue
frio e uma grande generosidade, um grande empenhamento, uma grande
capacidade de sofrimento, para que ainda continuem a funcionar e a prestar o
serviço social que prestam, e conseguiram ultrapassar as dificuldades tremendas
quetinham.
Não é raro, de vez em quando as instituições pedem adiantamentos disto, daquilo,
porque há problemas de tesouraria, disto e daquilo e, nesse quadro, somente
nesse quadro, certamente que a câmara municipal estará disponível para
encontrar soluções.
A outros níveis, o que a câmara municipal tem feito, e vai continuar a fazer, é ter a
capacidade de influência nas entidades que têm responsabilidades nesta matéria,
Segurança Social e não só, para que ajudem o CBEI, porque estão em causa 400
meninos, estão em causa famílias, estão em causa postos de trabalho, e aquilo que
pode dizer neste momento é que a câmara municipal tem feito as iniciativas que
entendeu que deve fazer.
Já reuniu com a direção do CBEI, pode reunir novamente, já reuniu com as
delegadas sindicais do CBEI, com as quais teve uma longa conversa e explicitou,
mais ou menos aquilo que está a fazer aqui, e tem uma reunião marcada com os
sindicatos no dia 6, onde também vai manifestar este sentimento, o sentimento da
câmara municipal e de quem a dirige e, sobretudo, com os sindicatos, com todos,
com os pais, encontrar as soluções de acalmia e não fazer disto nada mais que um
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problema pelo qual a instituição está a passar, nada mais que isso, e resolvê-lo
rapidamente.
Se não se conseguir resolver, se não tiverem todos a capacidade de resolver, quem
fica a perder é uma instituição, é a população, são os utentes e sobretudo os
trabalhadores.
Aquilo que pode dizer à Sr Sófia Oliveira é que se marcará a reunião o mais
depressa que for possível, de acordo com a agenda do próprio, e vai ser feita uma
reflexão do que é possível fazer. Também não há milagres, se aquilo que são as
contribuições, que são as receitas, é insuficiente, e se não se encontrarem outras
fontes de financiamento, outras fontes de receita, não sabe como é que se vai
resolver este problema. Contudo, cá se estará para conversar.
Terminou, perguntando, tendo em vista a especificidade do assunto, se mais
alguém quer intervir, dando a palavra ao Sr. Vereador Nuno Libório.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, manifestando a solidariedade dos membros
da CDU para com os trabalhadores, que têm direitos e devem ser honrados, como
já o disseram numa anterior reunião da câmara municipal.
Este é um problema sério, complicadíssimo para a vida dos trabalhadores, que tem
repercussões de largo espectro sobre a estabilidade duma instituição que oferece
um conjunto muito significativo de bens de apoio ao desenvolvimento da
comunidade social.
Não relevam, antes pelo contrário, destacam a necessidade de se manter tudo
aquilo que estiver ao alcance da câmara municipal para honrar com os seus
compromissos relativamente a parcerias, protocolos e modalidades de apoio
previstas, e dar-lhes a devida continuidade no que a esta instituição diz respeito.
Como já o disseram (e tiveram oportunidade de dizer aos trabalhadores aquando
das concentrações, das vigílias e do seu dia de greve, onde os eleitos do PCP
expressaram a sua solidariedade ativa), solicitaram ao Governo que também
assuma as suas responsabilidades sobre esta matéria, designadamente na
contratualização de verbas para assegurar funções sociais relevantes, que dizem
respeito ao Estado e são assumidas, por substituição, por esta instituição, e quais
são as estratégias do Governo para fazer face a esta situação, de incumprimento
dos direitos e garantias dos trabalhadores, um problema que efetivamente tem
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que merecer resposta e solução no mais curto espaço de tempo.
Há questões do foro interno da instituição que nunca comentaram, não comentam
e nunca irão comentar, mas preocupa-os sinceramente que não possam ser
honrados os compromissos relativamente aos trabalhadores, porque quem
trabalha tem direito ao seu salário. Esse é o foco da atenção dos membros da CDU,
é por isso que estiveram à porta das instalações do CBEI a mostrar solidariedade. O
que dizem, nesta reunião, é que estes trabalhadores podem contar com a
solidariedade ativa da CDU para que lhes seja devolvida dignidade, porque se
trabalharam têm direito ao salário, e para pedir justificações ao Governo, no
sentido de encontrar os mecanismos necessários, dentro dos limites legais, para
corrigir, se houver alguma situação para corrigir, e reforçar os meios de apoio
financeiro às IPSS, como também já foi hoje dito na intervenção primeira do Sr.
Vereador André Arrojado, relativamente aos acordos de cooperação e a
necessidade de entrar em 2020 com uma informação tão simples como esta, se há
ou não há atualização.
Portanto, transmite a solidariedade muito ativa dos membros da CDU para com os
trabalhadores e a sua luta, que é justa, faz sentido, e que acompanham com muita
preocupação.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que o Bloco de
Esquerda também está muito preocupado com a situação do CBEI e das outras
IPSS do concelho, não é nenhuma novidade para o Bloco que as IPSS se debatem
com problemas complexos, de vária índole e ordem, reconhece que são
importantes no concelho e já o reconheceu publicamente, que o CBEI é uma IPSS
com uma relevância concelhia importante.
Agora, posto isto, e tendo em conta que a câmara municipal é um dos maiores
parceiros desta IPSS, que para além da parceria atribui também subsídios a esta
IPSS, como a muitas outras do concelho, quer, pelo menos é essa a posição do
Bloco, que todas as questões que levantou sejam esclarecidas. Para o Bloco não é
evidente porque é que não se pagaram os salários ou porque é que existem essas
dificuldades financeiras, uma vez que dos relatórios de contas, que são públicos e
obrigatórios, a instituição teve sempre saldo de gerência positivo.
Não sabe o que aconteceu em 2019, porque essas contas não estão publicadas,
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certamente haverá uma justificação para tudo isto, mas pensa que isso deve ser o
mais rapidamente possível clarificado. O Bloco quer de facto ajudar e contribuir
para a solução, mas também quer ser esclarecido sobre o que se passa no CBEI.
Não aceita algum tipa de argumentação que existe, e não está a dizer que são os
presentes da câmara municipal, aqui, mas já ouviu justificações de que as eleitos
não têm nada com isso porque é uma instituição privada, mas não é, é uma
instituição particular, que é diferente de uma instituição privada. Considera que a
partir do momento em que os dinheiros públicos são atribuídos a estas instituições,
têm o direito, tendo em conta as funções de vereadores na câmara municipal, e o
próprio não tem pelouro mas sente-se responsável por todos os subsídios que são
aprovados em reunião, para todas as instituições, sejam elas quais forem.
Assim, enquanto votar na atribuição desses subsídios, e já aprovou vários para o
CBEI, pensa que nunca reprovou nenhum, aprovou todos os que vieram, foram
aprovados pelo Bloco, também tem o direito de saber exatamente o que se passa
para que isto aconteça e, como é evidente, pensa que é lamentável, que não devia
teracontecido,eésá.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que compreende tudo o que o Sr.
Vereador acabou de dizer, mas se calhar, nesse esforço de exigência de
transparência tinha que se ir recuar a muitos anos atrás também, porque isto não
aconteceu assim, julga. Se se for há muito tempo atrás verifica-se que muitas
instituições, inclusivamente o CBEI, tiveram colapsos por razões diversas, mas lá se
foram aguentando e fazendo o seu caminho.
Não pondo em causa nada do que o Sr. Vereador acabou de dizer, do rigor, da
transparência, que é uma parte do processo, há um processo imediato, urgente e
inadiável, que é pôr o CBEI a funcionar e pagar os vencimentos aos trabalhadores,
comoaquijáfoidito.
Quanto à outra parte, há momentos em que estas dificuldades revelam a
necessidade destas instituições, que são pequenas e médias empresas, terem uma
gestão mais profissionalizada, mais de acordo com as exigências dos nossos dias.
Por isso mesmo esta situação revela a necessidade, provavelmente, da
organização e forma de procedimento ser avaliada, porque se assim não for o que
se vai fazer é encontrar paliativos. mas não se vai encontrar remédio para curar a
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doença. Está convencido que a direção atual do CBEI está muito consciente disto, e
tem de estar, porque se podem encontrar soluções, mas se ao mesmo tempo,
complementarmente, não se encontrarem as soluções organizativas adequadas,
provavelmente vão-se ter problemas logo a seguir.
Pensa que esta situação pelo menos teve uma coisa positiva,é a necessidade de
rever, de repensar tudo e saber qual é o caminho a seguir. Se calhar vai haver
sacrifício, vai haver muitas exigências, mas de outra forma não sabe coma é que
se poderá resolver.
Há duas coisas, uma é aquilo que é urgente e inadiável, outra é aquilo que levou
ao estado das coisas. Não nos devemos preocupar já, porque isso tem que ser
feito, sem dúvida nenhuma, o que se tem é, imediatamente, que encontrar
soluções que permitam ao CBEI respirar melhor do que aquilo que está agora a
respirar.
Aquilo que diz a todos os que tiveram a amabilidade de vir à reunião falar com a
câmara municipal é que todos comungam da mesma preocupação, comungam
todos da necessidade de encontrar soluções, certos de que o próprio CBEI também
vai ter de encontrar o seu próprio caminho.
Terminou, mencionando que foi isto que quis transmitir e agradece a todos por
terem vindo.
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Interveio o Sr. Presidente, após o período de intervenção do público, dizendo que
vai reservar alguns minutos para responder às perguntas que ficaram por
responder no período antes da ordem do dia.
Prosseguiu, dando a palavra ao Sr. Vereador Nuno Libório, que a pediu.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que queria só solicitar que
o Sr. Presidente devolvesse depois a palavra à bancada da CPU, pois pelo menos o
próprio tem questões a colocar na sequência de algumas respostas que já foram
dadas sobre o período antes da ordem do dia.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que o Sr. Presidente ainda não lhe respondeu
nada, não lhe pode pedir nada.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que não percebe, porque agora vai passar a
responder.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que sabe, mas o próprio já ouviu respostas e
quer fazer uso da palavra sobre o que já foi dito, do período antes da ordem do dia.
Interveio de novo o Sr. Presidente, mencionando que se vai ter cerca de 20
minutos para isso, e questiona se o Sr. Vereador consegue.
Disse o Sr. Vereador que é claro, e pode ser mais.
—
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que os vereadores têm aquilo que o
presidente assim decidir, mas têm na sua presença um presidente de câmara que
é muito generoso, porque, em boa verdade, o próprio dava as respostas, e se não
gostassem das respostas faziam-nas novamente na próxima reunião de câmara,
porque até há no regimento uma coisa que diz que o período antes da ordem do
dia é de 1 hora, para perguntas e para respostas.
Agora, como efetivamente conseguiram discutir a ordem de trabalhos e estão um
bocado folgados, vão conversar, mas há muitas matérias que, de facto, no âmbito
da discussão da ordem do dia também já foram faladas. Contudo, depois dará a
palavra ao Sr. Vereador, que não se preocupe.
Depois das respostas às questões colocadas no período antes da ordem dia
interveio novamente, dando por terminada a reunião com a aprovação da ata em
minuta, desejando um resto de dia bom e um bom almoço.
final
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Vila Frar de Xira
li Vi
Deliberação n9
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Assunto: ATA EM MINUTA DA REUNIÃO
Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensa da sua leitura.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presente reunião de
câmara.
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Fl.Ata 143
Reunião de 2020/02/05
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
Encerramento às 13h38.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2020/03/04, não tendo
participado na Votação a Sr Vereadora Cláudia Martins, por não ter estado
presente, tendo sido dispensada a sua leitura, por ter sido previamente distribuída
a todos os membros.
Diretor do Departamento de (Po Administrativa, Financeira e Jurídica, a
subscrevi.
O Presidente da Câmara Munjcipal,
- AI rto Si ôes Ma Mesquita -
encerra