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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2020
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2020
2020-01-08/2020-12-16
RC 02.19
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30, do dia 2020/02/19
2020-02-19/2020-02-19
001
Ordem do dia
2020-02-19/2020-02-19
002
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/02/19
2020-02-19/2020-02-19
003
Ata da reunião de câmara de 2020/02/19
2020-02-19/2020-02-19
Ata da reunião de câmara de 2020/02/19
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Ata da reunião de câmara de 2020/02/19
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Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2020/RC 02.19/003
Title type
Atribuído
Production dates
2020-02-19
to
2020-02-19
Extents
1 Ficheiros
Geographic name
Vila Franca de Xira
Scope and content
Ordem do dia - Págs. 1 a 6
Rosto - Pág. 7
Técnicos - Págs. 8 a 10
Aod 1 - Informações do Sr. Presidente - Págs. 11 e 12
Aod 2 - Informações da Srª Vereadora Fátima Antunes - Pág. 13
Aod 3 - Informações da Srª Vereadora Manuela Ralha - Pág. 14
Aod 4 - Resultados desportivos - Pág. 15
Aod 5 - Corrida das Lezírias 2020 - Pág. 16
Aod 6 - Juventude da Castanheira - Pagamento de cânone superficiário - Págs. 17 e 18
Aod 7 - Património do Estado - Hospital da Flamenga - Págs. 19 e 20
Aod 8 - Concurso público internacional para o serviço de transporte rodoviário de passageiros na Área Metropolitana de Lisboa - Págs. 21 e 22
Aod 9 - Estação ferroviária de Vila Franca de Xira - Passagem de nível - Págs. 23 e 24
Aod 10 - Aprovação do Orçamento do Estado - Págs. 25 e 26
Aod 11 - Situação de edifícios devolutos em Vila Franca de Xira - Pág. 27
Aod 12 - Balancetes mensais - Págs. 28 e 29
Aod 13 - Revisão do Plano Diretor Municipal - Págs. 30 a 32
Aod 14 - Pagamento de horas extraordinárias a trabalhadores duma empresa prestadora de serviços à câmara municipal - Pág. 33
Aod 15 - Problema com armazém de resíduos da Cimpor - Alhandra - Págs. 34 a 38
Aod 16 - Rede nacional de cuidados continuados - Pág. 39
Aod 17 - Teleassistência - Págs. 40 e 41
Aod 18 - Teatro Salvador Marques - Alhandra - Págs. 42 e 43
Aod 19 - Multibancos em A-Dos-Loucos e Calhandriz - Págs. 44 e 45
Aod 20 - Alteração ao loteamento do Casal do Moledo - Pág. 46
Aod 21 - Falta de vida na cidade de Vila Franca de Xira/habitações para jovem - Págs. 47 e 48
Aod 22 - Problemas de segurança na biblioteca Fábrica das Palavras - Queixas e denúncias - Vila Franca de Xira - Pág. 49
Aod 23 - Legalização do teatro Ildefonso Valério - Págs. 50 e 51
Aod 24 - Respostas às questões levantadas no período antes da ordem do dia e questões relacionadas com a ordem do dia - Pág. 52
01 - Ata nº 2/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/01/22 - Pág. 53
02 - Voto de pesar pelo falecimento do Engenheiro Álvaro Barreto - Pág. 54
03 - 2ª alteração ao orçamento, plano plurianual de investimentos e plano de atividades e funcionamento municipal da Câmara Municipal para 2020 - Págs. 55 e 56
04 - Contribuição financeira estatutária/quotização para 2020 - AMEGA - Associação de Municípios de Estudos e Gestão da Água - Págs. 57 a 59
05 - Programa de Ocupação de Jovens 2020/21 - Vertentes de longa e curta duração - Págs. 60 a 62
06 - Apoio à constituição da nova associação "Gentes em Alhandra - Associação pelo Património" - Pág. 63
07 - Isenção do pagamento de taxas de emissão de licença de ruído e de licença para realização de espetáculos desportivos e de divertimentos públicos nas vias, jardins e demais lugares públicos - Sociedade Euterpe Alhandrense - Pág. 64
08 - Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal - Pág. 65
09 - Legislação-síntese e editais - Pág. 66
10 - Pagamentos autorizados - Pág. 67
11 - Balancetes - Pág. 68
12 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 69
13 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Áreas de reabilitação urbana - Pág. 70
14 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares - Pág. 71
15 - Estágio curricular - Curso de gestão e programação de sistemas informáticos - EPAD - Escola Profissional de Artes, Tecnologias e Desporto - Pág. 72
16 - Contratação de seguros para o Município - Adjudicação e aprovação da minuta do contrato - Companhia de Seguros Allianz Portugal, SA - Pág. 73
17 - Aluguer de estruturas e palcos para eventos do Município - Início do procedimento - Pág. 74
18 - Constituição de compropriedade ou aumento de compartes - Rua Casais de Santo António, nº 3 - Matos da Boiça - Vila Franca de Xira - Pág. 75
19 - Constituição de compropriedade ou aumento de compartes - Sítio da Mata - Vila Franca de Xira - Pág. 76
20 - Constituição de compropriedade ou aumento de compartes - Casal da Aboia - São João dos Montes - Pág. 77
21 - Cedência para integração no domínio público - Rua Caminho do Marquês - Póvoa de Santa Iria - Pág. 78
22 - 3ª alteração ao loteamento do Casal do Álamo, titulado pelo alvará de loteamento nº 5/2013-AUGI - São João dos Montes - Pág. 79
23 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 159, do loteamento da Quinta da Ponte - São João dos Montes - Pág. 80
24 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 47, do loteamento da Fonte Santa - Vialonga - Pág. 81
25 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 43, do loteamento do Casal da Serra - Póvoa de Santa Iria - Pág. 82
26 - Cancelamento da hipoteca legal sobre o lote 39P da parcela denominada por Terra do Pasteleiro, AUGI Zona Alta de Arcena, Alverca do Ribatejo, e criação de uma hipoteca resultante da unificação dos lotes 38P e 39P - Pág. 83
27 - Demolição de 3 edifícios na antiga Escola da Armada (Marinha) para futuras instalações do Tribunal Judicial - Vila Franca de Xira - Adjudicação, minuta do contrato e nomeação do coordenador de segurança e do diretor de fiscalização em obra - Págs. 84 a 87
28 - Reabilitação - Habitação social - Eficiência energética - Bairro PER do Bom Retiro - Vila Franca de Xira - Plano de segurança e saúde - Pág. 88
29 - Requalificação da avenida dos Combatentes da Grande Guerra - Vila Franca de Xira - Auto de vistoria e receção provisória - Pág. 89
30 - Refeições escolares - Ano letivo 2019/2020 - CBEI - Centro de Bem-Estar Infantil de Vila Franca de Xira - Adenda ao protocolo e reforço do compromisso de verbas - Págs. 90 a 97
31 - Projeto de Regulamento da Escola a Tempo Inteiro - Consulta Pública - Pág. 98
32 - 6ª Corrida Cidade de Alverca - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo - Associação Portugal Talentus - Pág. 99
33 - 10º CIRA Hóquei e 30º XIRA Basket - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo - União Desportiva Vilafranquense - Pág. 100
34 - Campeonato Nacional de Kayak Polo - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo - Alhandra Sporting Club - Pág. 101
35 - Gestão do Pavilhão Desportivo Municipal de Arcena - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo - Casa do Povo de Arcena - Págs. 102 a 110
36 - Gestão do Pavilhão Desportivo Municipal de Castanheira do Ribatejo - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo - Juventude da Castanheira - Pág. 111
37 - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo referente à reabilitação da pista de atletismo - Póvoa de Santa Iria - União Atlético Povoense - Pág. 112
"38 - Rota Histórica das Linhas de Torres - Candidaturas - Contribuições extraordinárias - RHLT - Associação para o Desenvolvimento Turístico e Patrimonial das Linhas de Torres
Vedras - Págs. 113 e 114"
39 - Ata do Prémio Literário “Alves Redol” 2019 - Pág. 115
40 - Atribuição do topónimo "Rua do Pomar" - Rondulha - São João dos Montes - Pág. 116
41 - Atribuição do topónimo "Caminho do Pomar" - Rondulha - São João dos Montes - Pág. 117
42 - Atribuição do topónimo "Travessa Custódio José da Bispa" - A-dos-Potes - Alverca do Ribatejo - Pág. 118
43 - Atribuição do topónimo "Rua Henrique de Faria" - A-dos-Potes - Alverca do Ribatejo - Págs. 119 a 122
44 - Atribuição do topónimo "Rua Rui Carlos Pinho da Vitória" - Alverca do Ribatejo - Pág. 123
45 - Atribuição do topónimo "Rua das Garagens" - Alverca do Ribatejo - Pág. 124
46 - Atribuição do topónimo "Rua José Sabino Ferreira Lopes" - Alverca do Ribatejo - Pág. 125
47 - Atribuição do topónimo "Rua do Antigo Pavilhão da Mague" - Alverca do Ribatejo - Pág. 126
48 - Atribuição do topónimo "Travessa do Tio Branco" - Alverca do Ribatejo - Pág. 127
49 - Atribuição do topónimo "Escadinhas do Quintal" - Arcena - Alverca do Ribatejo - Pág. 128
50 - Atribuição do topónimo "Caminho do Rio Seco" - Pinhal das Areias - Alverca do Ribatejo - Pág. 129
51 - Atribuição do topónimo "Travessa das Areias" - Pinhal das Areias - Alverca do Ribatejo - Pág. 130
52 - Atribuição do topónimo "Travessa do Rio Seco" - Pinhal das Areias - Alverca do Ribatejo - Pág. 131
53 - Salão de Artesanato 2020 - Edital - Pág. 132
54 - Salão de Artesanato 2020 - Constituição da comissão coordenadora - Pág. 133
55 - Eventos e feiras 2020 - Constituição de fundos de maneio - Pág. 134
56 - Protocolo de parceria no âmbito do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas - Págs. 135 a 138
57 - Resolução para a manutenção definitiva de 17 habitações na AUGI Quinta do Alferes e Anexos - São João dos Montes - Págs. 139 a 148
Público - Pág. 149
Público 1 - Obras em Santa Sofia - Rua 16 de Março/Estrada de Santa Sofia - Vila Franca de Xira - Págs. 150 a 158
Público 2 - Casa camarária - Alverca do Ribatejo - Págs. 159 a 161
Público 3 - Terreno em Arcena - Alverca do Ribatejo - Págs. 162 a 176
Final - Págs. 177 a 179
58 - Ata em minuta da reunião - Pág. 180
Encerra - Pág. 181
Related material
vídeo da reunião de câmara:
https://www.youtube.com/watch?v=x3ieRRIobxc
Transcription
câmara MunldPat ORDEM DO DIA Pág.1
‘_ wwwcm-vfxira.pt
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30.
do dia 2020/02119
Assunto
Objetivo
Designação Interessado Local
ADMINISTRAÇAO MUNICIPAL
1 Ata n2 2/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/01/22 Aprovação
2 Voto de pesar pelo falecimento do Engenheiro Alvaro Barreto Aprovação
3 2 alteração ao orçamento, plano plurianual de investimentos e plano de atividades e Aprovação
funcionamento municipal da Câmara Municipal para 2020
4 Contribuição financeira estatutária/quotização para 2020 AMEGA - Associação de Aprovação
Municípios de Estudos e
Gestão da Água
APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIA11VO E JUVENTUDE
5 Programa de Ocupação de Jovens 2020/21
— Vertentes de longa e curta duração Aprovação
6 Apoio à constituição da nova associação “Gentes em Alhandra - Associação pelo Aprovação
Património”
APOIO AO MUNÍCIPE E ATIVIDADES ECONÓMICAS
7 Isenção do pagamento de taxas de emissão de licença de ruído e de licença para Sociedade Euterpe Aprovação
realização de espetáculos desportivos e de divertimentos públicos nas vias, jardins e Alhandrense
demais lugares públicos
GESTÃO ADMINISTRATiVA, FINANCEIRA E JURÍDICA
Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
8 Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal Conhecimento
9 Legislação-síntese e editais Conhecimento
4’5LcâmaraMuniPat ORDEM DO DIA Pág.2
‘%Ø www,cm-vfxra.pt
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Saião Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2020/02/19
Assunto
Objetivo
Designação Interessado Local
10 Pagamentos autorizados Conhecimento
11 Balancetes Conhecimento
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
12 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Conhecimento
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
13 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Conhecimento
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência — Áreas de
reabilitação urbana
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
14 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Conhecimento
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Outros assuntos
15 Estágio curricular — Curso de gestão e programação de sistemas informáticos EPAD - Escola Profissional Aprovação
de Artes, Tecnologias e
Desporto
16 Contratação de seguros para o Município — Adjudicação e aprovação da minuta do Companhia de Seguros Aprovação
contrato Allianz Portugal, SA
17 Aluguer de estruturas e palcos para eventos do Município
— Início do procedimento Aprovação
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
18 Constituição de compropriedade ou aumento de compartes — Rua Casais de Santo Ana Rita de Abreu Vila Franca de Aprovação
António, n2 3 — Matos da Boiça Silvestre Xira
ORDEM DO DIA
wwwcm-vfxira.pt
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2020102119
Assunto
. Objetivo
Designação Interessado Local
3 alteração ao loteamento do Casal do Álamo, titulado pelo alvará de loteamento
n9 5/2013-AUGI
Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 159, do loteamento
da Quinta da Ponte
Cancelamento da hipoteca legal sobre o lote 39P da parcela denominada por Terra do
Pasteleiro, AUGI Zona Alta de Arcena, e criação de uma hipoteca resultante da
unificação dos lotes 38P e 39P
OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
Pág. 3
19 Constituição de compropriedade ou aumento de compartes — Sítio da Mata
20 Constituição de compropriedade ou aumento de compartes — Casal da Aboia
21 Cedência para integração no domínio público — Rua Caminho do Marquês
22
23
24
25
26
27
28
Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 47, do loteamento
da Fonte Santa
Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 43, do loteamento
do Casal da Serra
Isabel Maria Gil Ramos
Rosei ro
Jladeira, Ld?
Armorindo Coelho -
Construções e
Empreendimentos, Ld?
Isidro Henriques
Fernandes, cabeça de
casal de herança
Ricardo João Barreto
Calçada
António Brites dos Santos
Jesus
Peneiaterraplanagens -
Desaterros e
Terraplanagens. Ld
Ariepe, Construções Civis
e Obras Públicas, Ld
Vila Franca de
Xi ra
5. João dos
Montes
Póvoa de St
Iria
5. João dos
Montes
5. João dos
Montes
Via longa
Póvoa de St
iria
Alverca do
Ribatejo
Vila Franca de
Xi ra
Vila Franca de
Xi ra
Aprovação
Aprovação
Aceitação
Aprovação
Aprovação
Aprovação
Aprovação
Aprovação
Aprovação
Aprovação
Demolição de 3 edifícios na antiga Escola da Armada (Marinha) para futuras
instalações do Tribunal Judicial — Adjudicação, minuta do contrato e nomeação do
coordenador de segurança e do diretor de fiscalização em obra
Reabilitação — Habitação social — Eficiência energética — BaIrro PER do Bom Retiro —
Plano de segurança e saúde
%câmaraMunidpa1 ORDEM DO DIA Pág.4
%$ wéwcm-v(xira.pt
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de XIra, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2020102/19
Assunto
Objetivo
Designação Interessado Local
Requalificação da avenida dos Combatentes da Grande Guerra
— Auto de vistoria e Sociedade de Vila Franca de Aprovação
receção provisória Empreitadas VaratoJo, Ld Xira
EDUCAÇÃO E DESPORTO
30 Refeições escolares
— Ano letivo 2019/2020
— Adenda ao protocolo e reforço do CBEI
- Centro de Bem- Aprovação
compromisso de verbas Estar Infantil de Vila
Franca de Xira
31 Projeto de Regulamento da Escola a Tempo Inteiro — Consulta Pública Aprovação
32 6 Corrida Cidade de Alverca — Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo Associação Portugal Aprovação
Talentus
33 1OQ CIRA Hóquei e 3O XIRA Basket — Contrato-Programa de Desenvolvimento União Desportiva Aprovação
Desportivo Vilafranquense
34 Campeonato Nacional de Kayak Polo — Contrato-Programa de Desenvolvimento Alhandra Spofting Club Aprovação
Desportivo
35 Gestão do Pavilhão Desportivo Municipal de Arcena — Contrato-Programa de Casa do Povo de Arcena Aprovação
Desenvolvimento Desportivo
36 Gestão do Pavilhão Desportivo Municipal de Castanheira do Ribatejo — Contrato- juventude da Castanheira Aprovação
Programa de Desenvolvimento Desportivo
37 Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo referente à reabilitação da pista União Atlético Povoense Póvoa de St Aprovação
de atletismo Iria
CULTURA E TURISMO
38 Rota Histórica das Linhas de Torres - Candidaturas - Contribuições extraordinárias RHLT - Associação para o Aprovação
Desenvolvimento
Turístico e Patrimonial
das Linhas de Torres
Vedras
417CâmaraMunidPaL ORDEM DO DIA Pág.5
‘kt_.a’ www.crn-vfxirapt
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2020/02/19
Assunto
Objetivo
Designação Interessado Local
39 Ata do Prémio Literário “Alves Redol” 2019 Conhecimento
40 Atribuição do topónimo “Rua do Pomar” — Rondulha 5. joão dos Aprovação
Montes
41 Atribuição do topónimo “Caminho do Pomar” — Rondulha 5. João dos Aprovação
Montes
42 Atribuição do topónimo “Travessa Custódio José da Bispa” — A-dos-Potes Alverca do Aprovação
Ribatejo
43 Atribuição do topónimo “Rua Henrique de Faria” — A-dos-Potes Alverca do Aprovação
Ribatejo
44 Atribuição do topónimo “Rua Rui Carlos Pinho da Vitória” Alverca do Aprovação
Ribatejo
45 Atribuição do topónimo “Rua das Garagens” Alverca do Aprovação
Ribatejo
46 Atribuição do topónimo “Rua José Sabino Ferreira Lopes” Alverca do Aprovação
Ri batejo
47 Atribuição do topónimo “Rua do Antigo Pavilhão da Mague” Alverca do Aprovação
Ribatejo
48 Atribuição do topónimo “Travessa do Tio Branco” Alverca do Aprovação
Ribatejo
49 Atribuição do topónimo “Escadinhas do Quintal” — Arcena Alverca do Aprovação
RibateJo
50 Atribuição do topónimo “Caminho do Rio Seco” — Pinhal das Areias Alverca do Aprovação
Ribatejo
51 Atribuição do topónimo “Travessa das Areias” — Pinhal das Areias Alverca do Aprovação
Ribatejo
52 Atribuição do topónimo “Travessa do Rio Seco” — Pinhal das Areias Alverca do Aprovação
Ribatejo
53 Salão de Artesanato 2020— Edital Aprovação
)câmaraMuniciaL ORDEM DO DIA Pág.6
wwwcm-vtxirapt
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 9h30,
do dia 2020/02/19
Assunto
ObjetivoDesignação Interessado Local
i Salão de Artesanato 2020 — Constituição da comissão coordenadora Aprovação
55 Eventos e feiras 2020 — Constituição de fundos de maneio Aprovação
HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
56 Protocolo de parceria no âmbito do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Aprovação
Ca renciad as
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
RCT IRADO
—Si RooIução para a manutenção definitiva dc 1? habitações na AUCI Quinta do Alfore5 e E. João dos Aprovação
Anexo: Montes
58 Ata em minuta da reunião Aprovação
LI. Livro
_____________
001
n Reunião de 2020/02/19
Ata n2 4/2020
MUNICÍPIO DE VILA ERA[\CA DE XIRA
CÂMARA MUNICIAL
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA E PÚBLICA DE 2020/02/19
Aos dezanove dias do mês de fevereiro de dois mil e vinte, pelas 09h30, no Salão
Nobre dos Paços do Município, reuniu a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, sob a
presidência do Sr. Alberto Simões Maia Mesquita, Presidente da Câmara Municipal,
estando presentes os Srs. Vereadores:
• Regina Célia Gonçalves Agostinho Janeiro;
.José António da Silva de Oliveira;
• Nuno Miguel Marques Libório;
• Helena Margarida Mendes Pereira de Jesus;
• Maria Manuela Pacheco Ralha;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
• António José Sequeira Félix;
• Maria de Fátima Pires Antunes;
• Cláudia Sofia Oliveira Martins;
• Carlos Miguel Vilar Patrão.
Saiu, no decurso da reunião, a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, pelas 11h03,
após a votação do ponto 27, tendo regressado pelas 11h31, durante a discussão do
ponto 35 da ordem do dia.
A reunião foi secretariada por Fernando Paulo Serra Barreiros, Diretor do
Departamento de Gestão Administrativa, Financeira e jurídica, assessorado por
Leopoldino Filipe Nunes Barata, Assistente Técnico.
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado:
rosto
_____
FI. Livro_____________
Reuno de 2020/02/19
Município 11I Proc2
_____________________
de (Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PRESENÇAS DO PESSOAL DIRIGENTE E TÉCNICOS
GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA
• Chefe do Gabinete
Dr. Renato Gonçalves
• Adjuntos
Dr Filomena Serrazina
Jorge Zacarias
GABINETEDEAPOIOÀVEREACÃO
.Adjunta
Dr Andreia Revez
• Secretário
Osvaldo Pires
• Assessoria
Luís Carvalho
Dr Diana Serpins
Óscar Soares
DIVISÃO DE COMUNICACÃO E IMAGEM
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Susana Santos
DIVISÃO DE AUDITORIA E QUALIDADE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr. Dinis Piriquito
SERVICO MÉDICO-VETERINÁRIO MUNICIPAL
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Ana Leonardo
DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E IURÍDICA
Divisão de Recursos Humanos
• Chefe da Divisão
Dr. Paulo Alenquer
DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
• Diretora do Departamento, em regime de substituição
Arqt Teresa Laranjeira
técnicos 1/3
FI. Livro______________
•
Reunião de 2b20/02/19
Município 15 4j Proc9
___________________
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2
Câmara Municipal
Divisão de Planeamento e Ordenamento do Território
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Urb Ricardo Ramalho
DEPARTAMENTO DE OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
• Chefe de Divisão, em regime de substituição, em substituição da Diretora
Eng2 Vítor Viçoso
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E DESPORTO
Divisão de Educação
• Chefe da Divisão
Dr. Pedro Montes
Divisão de Desporto e Lazer
• Chefe da Divisão
Dr. VítorFélix
DEPARTAMENTO DE CULTURA E TURISMO
• Diretor do Departamento
Dr. Alexandre Sargento
Divisão de Turismo
• Técnica Superior
Dr Filipa Silva
DEPARTAMENTO DE HABITACÃO E COESÃO SOCIAL
• Diretora do Departamento, em regime de substituição
Dr Ana Carla Costa
DEPARTAMENTO DE AMBIENTE E GESTÃO DO ESPACO PÚBLICO
Divisão de Gestão da Estrutura Verde
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr. Luís Rafael
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO
Divisão Administrativa e Financeira
• Chefe da Divisão
Dr Teresa Botelho
Divisão de Gestão Comercial e Atendimento
• Chefe da Divisão
técnicos 2/3
_____
FI. Livro_____________
Reurão de 2020/02/19
Município AI” Proc
__________________
Vila Franca de Xira
‘ 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Dr Vanessa Cirilo
Divisão de Águas e Saneamento
• Chefe da Divisão
Eng2 António Novais
Divisão de Qualidade, Ambiente e Equipamentos
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng Vitória Simões
—
técnicos 3/3
FI. Livro
_____________
FI.Ata 005
Reunião de 2020/02/19
Município t Ali ‘ Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DO SR. PRESIDENTE
Interveio o Sr. Presidente, dando início à reunião de câmara com os bons dias,
cumprimentando todos os presentes, bem como todos aqueles que acompanham a
reunião via Internet, passando de imediato a dar algumas informações e referindo-
se, em primeiro lugar, ao Carnaval em Alhandra.
Assim, a tradição do Carnaval em Alhandra vai regressar a Alhandra, em iniciativas
promovidas pela Sociedade Euterpe Alhandrense, pela comissão do Carnaval, que
decorre entre os dias 21 e 26 de fevereiro, com o apoio da Câmara Municipal de
Vila Franca de Xira.
Com o objetivo de manter esta tradição bem viva em Alhandra, e no concelho, as
festividades começam com o Carnaval das Escolas, no dia 21, sexta-feira, às
10h00, e não só em Alhandra, mas um pouco por todo o concelho, os alunos das
escolas serão os protagonistas deste primeiro desfile.
Depois, do programa fazem parte os bailes de carnaval e os corsos carnavalescos,
num conjunto de eventos que mobiliza diversas entidades e grupos de cidadãos,
que se envolvem ativamente na realização destes festejos.
Neste sentido, a câmara municipal saúda e felicita todos os envolvidos nas diversas
iniciativas ligadas ao Carnaval, especialmente as que acontecem em Alhandra,
mas também todas as demais atividades que decorrem no concelho de Vila Franca
deXira.
Uma outra informação da sua parte são as salas de aula do futuro.
Na passada segunda-feira teve-se o prazer de assinalar a entrada em
funcionamento de 3 salas de aula do futuro, que ficam instaladas na Escola D.
Martinho Vaz de Castelo Branco, na Póvoa de Santa Iria, na EB do Paraíso, em Vila
Franca de Xira, e em Alverca do Ribatejo, na ES do Bom Sucesso.
As salas de aula do futuro constituem-se com ambientes educativos inovadores,
que decorrem das transformações tecnológicas das últimas décadas e dos rápidos
avanços da sociedade. Com um investimento da câmara municipal orçado, em
termos globais, em 45 000,00€, as salas de aula do futuro estimulam a adoção de
novas práticas pedagógicas e representam também uma medida de combate ao
insucesso escolar.
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Murdcípio / ‘3j Proc2
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Vila Franca de Xira
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O objetivo da câmara municipal é dar continuidade a este investimento, alargando
a todos os agrupamentos de escolas e escola não agrupada do concelho de Vila
Franca de Xira.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DA SR VEREADORA FÁTIMA ANTUNES
Tomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, dando os bons dias a todos e’
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes e os que
seguem a reunião em casa, através da transmissão on-line, informando que depois
da realização de obras de beneficiação interiores e exteriores a Casa da juventude
de Alverca do Ribatejo vai reabrir oficialmente amanhã, dia 20 de fevereiro, pelas
15h30.
A intervenção no espaço representa um investimento municipal de 61 300,00€, e
insere-se dentro daquilo que tem sido a prossecução das políticas na área da
juventude que se têm vindo a desenvolver.
Com um ambiente renovado e uma nova decoração interior, a Casa da juventude
de Alverca do Ribatejo passa também a dispor das áreas específicas para o
desenvolvimento de um espaço de “coworking”.
Depois, Vila Franca de Xira é uma das cidades portuguesas a receber uma das
etapas que integram a rota europeia do Peace Run, a Tocha da Paz. Promovida por
uma organização nâo-governamental, a Tocha da Paz procura envolver toda a
comunidade, em particular a população escolar, numa corrida de estafeta que
pretende sensibilizar a opinião pública para a importância da paz enquanto
condição essencial para a excelência da vida humana.
Em 2020 a Tocha da Paz vai percorrer todos os países da Europa, serão 24 000km
e 49 países, e o seu primeiro ponto de partida é em Portugal, no dia 2 de março.----
Em território nacional, a Tocha da Paz percorrerá aproximadamente 500km,
prevendo-se que estejam envolvidas milhares de crianças e dezenas de escolas de
todoopaís.
Depois da partida de Lisboa, rumo à Ericeira, a Tocha da Paz chegará a Vila Franca
de Xira no dia 3 de março, pelas 17h15, sendo a comitiva recebida nos Paços do
Concelho.
Segue-se, na manhã de 4 de março, uma atividade com os alunos da escola EB1
Álvaro Guerra, em Vila Franca de Xira, prosseguindo depois os atletas para uma
nova etapa, com destino a Montemor-o-Novo.
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Câmara Municipal 1
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DA SR VEREADORA MANUELA RALHA
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, dando os bons dias a todas e a
todos, cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes e todos
os que seguem a reunião via on-line, informando que na próxima sexta-feira, dia
21 de fevereiro, pelas 21h30, os vencedores do prémio Carlos Paredes 2019,
Cristina Branco e José Valente, sobem ao palco do Ateneu Artístico Vilafranquense
para um concerto que assinala a entrega deste prémio, promovido pela Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira. —
Na edição de 2019 são dois os vencedores do prémio Carlos Paredes, Cristina
Branco e José Valente, que conquistaram as preferências do júri com as suas obras
“Branco” e “Serpente Infinita”, sendo que o prémio Carlos Paredes se constitui
como uma das iniciativas culturais e artísticas de maior prestígio em Portugal.
O espetáculo é de entrada livre e limitado à lotação do espaço, estando desde já
todos e todas convidados.
Quanto ao lançamento do catálogo da exposição “Cheias de 67”, no próximo dia 29
de fevereiro, sábado, pelas 16h00, no Celeiro da Patriarcal, será apresentado o
catálogo, contando para o efeito com a presença do curador da exposição, Joaquim
Letria, e de outros convidados.
Através do catálogo desta exposição juntam-se novos contributos ao trabalho
realizado pelo Museu Municipal de Vila Franca de Xira, estando a exposição “Cheias
de 67” patente no Celeiro da Patriarcal, e pode ser visitada até ao dia 5 de abril,
continuando a registar um fortíssimo interesse a nível local, regional e nacional.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESULTADOS DESPORTIVOS
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes, bem como todos aqueles que em casa assistem a
mais uma reunião de câmara via Internet, começando por dar alguns resultados
desportivos.
Assim, os atletas do Alhandra Sporting Club, em representação da equipa nacional
estiveram em destaque no Campeonato do Mundo de Canoagem de Mar,
merecendo destaque individual, Henrique Cerqueira, 52 classificado na categoria
de SS1 sub-23 masculinos, e Fábio Cameira, 11 classificado na categoria de 551
seniores masculinos. A competição realizou-se em Lanzarote, em Espanha, no dia 8
defevereiro.
João Magalhães, atleta vialonguense, do Sport Lisboa e Benfica, sagrou-se
campeão nacional na modalidade de atletismo em pista coberta, na categoria de
juvenis masculinos, em 60m velocidade. A competição realizou-se em Braga, nos
dias 8 e 9 de fevereiro. Na mesma competição, Joana Dias, atleta vialonguense, do
Sport Lisboa e Benfica, sagrou-se vice-campeã nacional também na modalidade de
atletismo em pista coberta, na categoria de juvenis femininos, também em 60m
velocidade.
Duarte Gomes, atleta alverquense, também do Sport Lisboa e Benfica, sagrou-se
campeão nacional na modalidade de atletismo em corta-mato curto, na categoria
de sub-23 masculinos. A competição realizou-se na Figueira da Foz, no dia 15 de
fevereiro, no âmbito da qual também as equipas de atletismo da Escola Secundária
de Gago Coutinho, de Alverca do Ribatejo, se sagraram vice-campeãs nacionais de
Corta-Mato do Desporto Escolar, na categoria de juvenis masculinos e juvenis
femininos. Merece destaque individual a aluna/atleta Rita Costa, ao classificar-se
no 50 lugar, que lhe valeu o apuramento para o Campeonato do Mundo que vai
realizar-se na Eslováquia. —
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111V’ Reunião de 2020/02/19
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CORRIDA DAS LEZÍRIAS 2020
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, dizendo que no próximo domingo,
dia 1 de março, Vila Franca de Xira recebe a tradicional e emblemática Corrida das
Lezírias, esperando-se, mais uma vez, a presença de milhares de atletas e amantes
do desporto, vindos de todo o país.
O percurso total de 15,5km inicia-se uma vez mais no Parque Urbano de Vila
Franca de Xira, percorrendo diversas ruas da cidade, atravessando a ponte
Marechal Carmona e seguindo depois o seu percurso pela Lezíria vila-franquense,
num percurso de cerca de 9km.
Há percursos mais curtos, a pensar nos menos experientes, e também nos mais
novos, nesta que acaba por ser uma grande festa do atletismo, que permite
também aos participantes usufruírem de algumas das paisagens únicas que o
território do concelho possui.
Portanto, estão todos convidados, se não a participarem, pelo menos a assistirem a
esta corrida, que é uma corrida fantástica, que tem características únicas no país. -
Assim, aconselha a todos a tirar um pouco desta manhã de domingo, pelo menos
para poderem assistir a esta competição.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
JUVENTUDE DA CASTANHEIRA - PAGAMENTO DE CÂNONE SUPERFICIÁRIO
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina Janeiro, dando os bons dias ao Sr.
Presidente, Srs e Srs. Vereadores, trabalhadores que dão apoio, quer à realização
da reunião, quer os dirigentes da câmara municipal, quer também aqueles que
permitem que haja som ou se transmita para que em casa se possa assistir, aos
jornalistas presentes e a toda a população que pode vir a esta hora assistir às
reuniões de câmara.
Hoje vai ser muito curta, tem apenas duas questões para colocar, e uma tem a ver
com o cânone superficiário, esperando que a sua objetividade permita ter
respostas.
O Sr. Presidente sabe que os membros da CDU estiveram reunidos com a direção
do Juventude da Castanheira, já colocaram a questão em reunião de câmara e
souberam que o clube paga verbas à câmara municipal, quer pela cedência do
campo de futebol, quer pela cedência do terreno para a bomba de gasolina.
Fizeram alguma pesquisa em cedências de outros terrenos e não conseguiram
encontrar nenhum a que a câmara municipal levasse um valor.
Portanto, queriam que lhe explicasse se há diferenças, quais são as diferenças, e
até gostava de ter acesso aos documentos destas cedências de terrenos para
perceber exatamente qual é a diferença em relação aos outros.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que não se pode isentar só
para uma coletividade, porque a equidade não era equidade absolutamente
nenhuma.
Agora, tem que se avaliar, e por isso o Dr. Fernando Barreiros, que é uma coisa que
gosta de fazer, fará um levantamento do que é que a câmara municipal tem vindo
a disponibilizar, que terrenos estão disponibilizados ao movimento associativo do
concelho e qual é o cânone superficiário que daí advém. Só depois disso é que se
pode ter uma noção do que é que se está a falar, pois pode-se estar a falar de
muita coisa e pode-se estar a falar de coisa nenhuma.
Só depois de ter esses dados é que pode trazer uma proposta para o efeito.
Enquanto isso não acontecer vai-se estar como se está, a única coisa com que se
compromete é a fazer uma avaliação, porque pode-se estar a falar dum valor
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insignificante para as contas da câmara municipal, como se pode estar a falar dum
valor importante, não sabe.
Concluiu, referindo que quando tiver esse dado volta-se ao assunto.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PATRIMÓNIO DO ESTADO - HOSPITAL DA FLAMENGA
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo-se uma vez mais ao
património do Estado, e desta vez vai fazer uma pergunta objetiva. Já se falou
daquilo que a câmara municipal recebeu, daquilo que não respondeu, e também foi
visitar uma ata recente duma reunião de câmara, em que o Sr. Presidente dizia
claramente que o Hospital da Flamenga era do Ministério da Economia, ou seja, no
entendimento dos membros da CDU este não pertence a nenhuma empresa do
Estado, o Hospital da Flamenga é um edifício que pertence ao Estado, que está
devoluto, que não está a ser utilizado, e na opinião que têm enquadra-se
claramente na transferência destes edifícios para o município, com base na lei das
transferências.
Gostava mesmo que pudesse ser analisado aquilo que está a dizer, tal como
gostava que fosse comunicado à Secretaria de Estado que detém esta
responsabilidade, esta intenção do município poder ficar com este hospital que,
como já todos disseram, permitiria dar resposta a necessidades que se têm no
território, quer pela ampliação do jardim, quer pelos cuidados continuados, como já
foi aqui equacionado, de poder ser uma resposta.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, mencionando que a Sr Vereadora
Regina janeiro referiu-se às questões do património do Estado no Hospital da
Flamenga, e quer-lhe dizer que se pode, obviamente, ver se é possível este
património vir para a câmara municipal, mas uma certeza há, é que a câmara
municipal tem de preservar o que lá está, apresentar uma proposta de
requalificação do que lá está, no quadro daquilo que a lei estipula. Também-, no
quadro daquilo que a lei estipula, aquilo não vem diretamente, é uma espécie de
cedência temporal, não é para sempre, como a Sr Vereadora sabe.
Está-se a falar daquele antigo hospital, e tecnicamente, pela avaliação estrutural
daquilo, não sabe se é possível estar a recuperar o que lá está. Pelo menos a
fachada gostava de preservar, mas sabe lá quando é que aquilo custa e se é
possível. Possível será, vê tanta coisa em Lisboa que tem aquelas estruturas
metálicas a amparar, pelo que é possível. A que preço? Não sabe.
Agora, tem para si que aquele espaço de terreno podia muito bem ser o
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prolongamento do Parque Urbano da Flamenga e ficava-se ali com uma coisa
fantástica, inclusivamente podia ser o espaço para construir a piscina, tudo isso.
Neste sentido, vai-se avaliar de que modo é que a câmara municipal pode avançar
nesta matéria.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CONCURSO PÚBLICO INTERNACIONAL PARA O SERVIÇO DE TRANSPORTE
RODOVIÁRIO DE PASSAGEIROS NA ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, dando os bons dias a todos os
presentes, renovando também os cumprimentos a todos aqueles que acompanham
a reunião.
Prosseguiu, dizendo, tal como o Sr. Presidente ontem disse na sessão da
assembleia municipal ordinária, que é um motivo de grande satisfaçào, também
para os vereadores da CDU, saberem que foi anunciado, no passado dia 18 de
fevereiro, o concurso público internacional para o serviço de transporte rodoviário
de passageiros na Área Metropolitana de Lisboa.
O concelho de Vila Franca de Xira, integrado na Área Metropolitana de Lisboa, faz
parte do lote 2, o designado lote nordeste, composto por 218 linhas, o que poderá
significar, em termos genéricos, cerca de 32% da procura hoje existente, do ponto
de vista da mobilidade rodoviária. É expectável, no âmbito do caderno de encargos
deste procedimento, um aumento até 40% da produção da oferta do serviço hoje
assegurado pelos operadores existentes.
Os membros da CDU, naturalmente, querem fazer o destaque do trabalho feito
pelas autarquias locais que integram a Área Metropolitana de Lisboa, onde se inclui
naturalmente o concelho de Vila Franca de Xira, mas também a consistência do
trabalho feito pela comissão executiva da Área Metropolitana de Lisboa, na pessoa
do Carlos Humberto.
Solicitam também o caderno de encargos, porque precisam de perceber melhor ou
mais em concreto onde é que se fará exatamente o reforço da oferta no concelho
de Vila Franca de Xira.
Têm vindo a colocar sucessivas questões, designadamente a inexistência de
ligações rodoviárias, e só para dar um exemplo, entre outros tantos exemplos, a
população do Bom Retiro tem ligações rodoviárias às 9h30 e às 10h30 da noite. É
disto que se trata, quando é um dos maiores aglomerados populacionais da cidade
e freguesia de Vila Franca de Xira. Por aí adiante, para não falar da situação
dificílima, do ponto de vista da mobilidade, que existe nas zonas mais distantes dos
principais núcleos urbanos, nas freguesias rurais, fora das horas de ponta, e ao fim
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de semana, uma quase inexistência de ligações rodoviárias.
Portanto, em concreto, solicitavam cópia ou o acesso ao conteúdo do caderno de
encargos, para terem uma noção mais concreta e realista do impacto de toda esta
matéria. Pede a informação que for possível, no sentido de poderem aceder à
perspetiva daquilo que poderá ser o reforço da oferta no concelho. Que se encontre
a maneira possível e desejável, no sentido desta informação poder ser assimilada,
porque se torna pouco percetível dizer-se que vai haver reforço até 40%, e seria
interessante para a própria câmara municipal.
Disse o Sr. Presidente que esse valor é global, varia caso a caso.
Respondeu o Sr. Vereador que está correto, pode ser diferente caso a caso, mas no
caso concreto de Vila Franca de Xira precisam de saber, por exemplo, sobre o Bom
Retiro, se haverá de ter ou não mais ligações. Está a dar um exemplo, entre outros
tantos exemplos que os membros da CDU têm vindo a colocar na câmara
municipal.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que o Sr. Vereador Nuno
Libório referiu, sobre a questão dos transportes, aquilo que a câmara municipal
solicitou junto da Área Metropolitana de Lisboa, em termos de aumento da
capacidade de oferta de carreiras e horários.
Vai-se enviar isso, e daquilo que tem de memória pensa que o aumento foi cerca
de 12% no caso do concelho. Contudo, depois haverá de se enviar aquilo que diz
respeito a este lote, onde está incluída Vila Franca de Xira.
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Reunião de 2020/02/19
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE VILA FRANCA DE XIRA - PASSAGEM DE NÍVEL
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que os membros da CDU
colocaram um assunto e compreendem a explicação, ou melhor, compreendem
mas não a aceitam, que tem a ver com os átrasos nas obras de reparação da
estação ferroviária, em Vila Franca de Xira.
Continuam a insistir para que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, por sua
vez, continue a insistir junto da Infraestruturas de Portugal, tornando-se visível que
há obra, mas também são absolutamente visíveis as consequências do não
funcionamento regular desta infraestrutura. Quais são as responsabilidades do
Governo no meio disto tudo? Há procedimentos, há contratações, há justificações
de foro técnico, mas há uma coisa que sabem, a mobilidade não pode estar
condicionada, tal como tem vindo a estar, desde há bastantes semanas a esta
parte.
Aquilo que hoje se vê é uma operação de reparação, agora num dos outros
elevadores, e se demorar tanto tempo a ser reparado como demorou o primeiro,, é
caso para perguntar: Quando é que esta obra, infelizmente, terminará?
Sobre a passagem de nível, em Vila Franca de Xira, já falaram as vezes que
falaram sobre esta matéria e haverão de continuar a falar até que o problema seja
resolvido, a bem da segurança de pessoas e bens.
Uma questão muito simples é que o Sr. Presidente adiantou ou deu a entender que
poderá ser hipótese a utilização de serviços contratados à Polícia de Segurança
Pública para a vigilância na passagem de nível, e o que disseram sobre esta
matéria é aquilo que hoje vai repetir: É preciso repor o guarda de linha, mas que se
encontrem as melhores soluções, é preciso é encontrar, no mais curto espaço de
tempo, uma solução que do ponto de vista da vigilância assegure a correção
daquilo que infelizmente tem vindo a tornar-se num problema e num foco de
insegurança para todos aqueles que utilizam esta infraestrutura.
Assim, os membros da CDU perguntam: Esta hipótese é uma hipótese viável? Teve
algum desenvolvimento? Até que ponto é que a câmara municipal pode dar-lhes
mais alguma tranquilidade, sendo certo que não abdicam de exigir e de denunciar
que esta é uma responsabilidade da administração central, na figura do Governo,
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das infraestruturas e planeamento?
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo, sobre a passagem de
nível, que responde também às questões que têm a ver com as obras na estação, e
que a câmara municipal tem insistido bastante com a Infraestruturas de Portugal
sobre estas matérias.
Marcou-se uma reunião, que vai ser no dia 21, a IP vem à câmara municipal para
fazer um ponto de situação de todas as matérias que estão por tratar. Não são só
estas, são muitas mais, umas com maior acuidade que outras, a que tem mais
acuidade é justamente a passagem de nível, e vai-se apresentar à IP uma proposta
de protocolo, para ver se há condições de ter agentes da PSP naquela zona, a
controlar e assegurar a segurança das pessoas.
Ainda agora esteve lá, pensa que foi na terça-feira, a maioria das pessoas cumpre
as regras. Quando a cancela está para baixo as pessoas esperam, mesmo que
tenham de esperar algum tempo, mas há pessoas que não ligam, passam e depois
acontecem as tragédias.
De qualquer modo, tem um protocolo já preparado para entregar em mão ao
responsável da lnfraestruturas de Portugal que cá vem falar, para ver se isto se
pode fazer. Não fez este trabalho sem primeiro perguntar à PSP se estava
disponível para o efeito, e é claro que se têm de pagar os gratificados, essas
coisas, mas a PSP está disponível, porque também tem consciência do problema
que ali está e quer contribuir para a resolução ou minorar os problemas que ali
estão. Por isso, vai-se entregar em mão esse protocolo.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
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APROVAÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que os membros da CDU
aproveitam a circunstância para registar um aspeto que tem a ver com a
aprovação do Orçamento do Estado.
O PCP apresentou duas propostas de alteração ao Orçamento do Estado para
aumentar a oferta de comboios na linha da Azambuja, com especial incidência,
naturalmente, no concelho de Vila Franca de Xira: Uma, que determinava o
lançamento, em 2020, dos concursos para aquisição de comboios; e a outra, que
acabava com as limitações para a contratação de pessoal.
Infelizmente, e lamentavelmente, estas propostas foram chumbadas pelos partidos
P5, P50 e, numa das propostas, também com o CDS. Têm que dizer isto, é
lamentavelmente, e estavam a falar até duma situação em que, do ponto de vista
do esforço financeiro, designadamente o da aquisição de comboios, o que estavam
a propor era a antecipação do procedimento concursal, cujo impacto financeiro
aconteceria nos anos subsequentes ao presente Orçamento do Estado, e nem para
isso conseguiram ter o contributo, o voto favorável do Partido Socialista ou do PSD.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, mencionando que o Orçamento do
Estado é aquilo que é possível aprovar. Não está a fazer a defesa de ninguém, mas
considera que, como ontem referiu na assembleia, num número de 1 376
propostas que foram apresentadas pelos diversos partidos, uns mais que outros, e
nessa matéria o PCP foi aquele que mais propostas de alteração apresentou, é
provável que poucas sejam acolhidas, senão julga que iam desvirtuar as
características financeiras e económicas do próprio orçamento.
No entanto, como já referiu também, há uma coisa que está no orçamento que lhe
agrada, que são os valores que estão atribuídos à renovação da ferrovia. Pecam
por tardios, é verdade, mas também houve um período em que não se investiu na
ferrovia e está agora a dar os resultados que está. Inclusivamente, uma das boas
empresas que se tinham no país também foi fechada, a Sorefame, que construía
bons comboios, boas carruagens, boas máquinas, que bastante falta faz hoje, em
vez de se estar a ir recorrer ao estrageiro, se bem que agora os concursos são
internacionais e não havia a certeza se a Sorefame iria ganhar. De qualquer modo,
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havia boas possibilidades de ser a Sorefame a construir esses comboios que fazem
falta.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SITUAÇÃO DE EDIFÍCIOS DEVOLUTOS EM VILA FRANCA DE XIRA
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libério, dizendo que os membros da CDU
precisam de saber, para tomadas de decisão que têm interesse para o bom
desenvolvimento do concelho de Vila Franca de Xira, o que fazer com situações
urbanísticas que envolvem prédios ou propriedades devolutas, como sejam, por
exemplo, o antigo centro comercial de Vila Franca de Xira.
Hoje a câmara municipal tem uma posição patrimonial relevante ou reforçada,
quando decidiu, e bem, com os votos favoráveis da CDU, pela aquisição do
estacionamento, mas há muito mais para resolver do ponto de vista do futuro a dar
a este prédio.
Assim, perguntam à câmara municipal: Qual é o futuro? Que negociações estão a
ser feitas? Quais são os parâmetros ou as premissas a partir das quais a câmara
municipal encara um futuro desejável, para aquele que é neste momento um mono
urbanístico, que infelizmente acusa e mostra sinais flagrantes de insalubridade.
A BelIa Guarda é outro dos empreendimentos urbanísticos abandonados pelos seus
promotores, hoje na mão de um banco ou de uma instituição financeira: Que
diligências ou o que é que a câmara municipal poderá informar relativamente
áquilo que é um compromisso para resolver um problema, para além, e este sim é
um problema preocupante, do melindre social que está envolvido, com ocupações
do interior do edifício, que não está construído, como todos sabem?
Hoje continua a ser utilizado para habitação, infelizmente, e nem sabe se pode
chamar a isto habitação, como é óbvio, para instalação de pessoas com
dificuldades, que é uma situação que também, do ponto de vista das entidades,
envolvendo desde logo a câmara municipal, deveria suscitar preocupação.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
BALANCETES MENSAIS
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que os membros da CDII
solicitaram, e reiteram este pedido de informação, balancetes mensais, balancetes
de execução do orçamento, da receita e da despesa, e não o disse na última
reunião, mas se possível desagregados por classificação ou rubrica, e não é por
nada, é porque precisam de conhecer e é um direito que lhes assiste, conhecer.----
Quando fazem propostas creem, e estão conscientes, que há limites a partir dos
quais elas podem tornar-se sustentáveis ou não sustentáveis, do ponto de vista
financeiro, e analisam até onde é possível analisar, mas precisam de ter acesso a
esta informação para continuarem a ter opinião política, construtiva e de
apresentação de propostas, como têm vindo a fazer.
Assim, regista que ainda não chegou esta informação.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que se vai fazer aquilo que
se fazia no passado, julga que no passado se traziam, não tem a certeza.
Referiu o Sr. Vereador António Félix que não, não se traziam.
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que então, se não se traziam, mandam-
se. Ver-se-á qual é a melhor forma.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que se traziam, o próprio recebeu, o Sr. Vereador
é que não estava.
Referiu o Sr. Presidente que já foi há muito tempo, certamente.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que não sabe, os membros da CDU
recebiam, o Sr. Vereador não estava. Porque é que se há de estar a dizer que’nâo?
Disse o Sr. Vereador António Félix que no seu tempo não.
Mencionou o Sr. Vereador Nuno Libório que há mais para além da sua existência e
da do Sr. Vereador.
Disse o Sr. Presidente que ambos têm razão.
Referiu o Sr. Vereador António Félix que responde por si.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que ambos têm razão, o Sr. Vereador Nuno
Libório tem razão e o Sr. Vereador António Félix tem razão também, porque desde
que está no executivo isto não acontecia, antes acontecia.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que é o que dá ser velho.
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Mencionou a Sr Vereadora Manuela Ralha que é como o diabo.
Respondeu a Sr Vereadora Regina Janeiro que não, é muito uso.
Terminou o Sr. Presidente, dizendo que o Sr. Vereador Nuno Libório já tem uns
cabelinhos brancos, os seus já caíram.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, perguntando diretamente ao Sr.
Presidente: Como é que está a revisão do Plano Diretor Municipal de Vila Franca de
Xira? Em que estado é que se encontra?
O Sr. Presidente já disse que não se vai cumprir com o objetivo polftico a que a
câmara municipal se propôs, de terminar o processo em junho/julho de 2020, e já
todos esperavam por isso, mas questiona o que é que pode dizer sobre esta
matéria.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que a revisão do PDM está a
desenvolver-se de acordo com o plano que veio a reunião de câmara.
Há um outro aspeto, que é complementar à revisão do PDM, que é uma visão
estratégica para o concelho, e crê que já terão sido enviados os convites para os
Srs. Vereadores estarem numa reunião no dia 21.
Disse a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que é 27.
Mencionou o Sr. Presidente que é 27, já se recorda.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libério que não é reunião, é a apresentação.
Disse o Sr. Presidente que não, é antes da apresentação, é dia 12.
Interveio de novo o Sr. Vereador Nuno Libério, referindo que a apresentação está
prevista para dia 27.
Disse o Sr. Presidente que sim, e a outra é em março, dia 12, ao fim do dia, na
sequência da reunião que se teve anteriormente.
Questionou o Sr. Vereador Nuno Libório se vai ser apresentado dia 27.
Respondeu o Sr. Presidente que sim, é verdade, mas antes disso vão falar, como
falaram na primeira vez, para saber o resultado.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libério, referindo que há de ser ao contrário.
Perguntou o Sr. Presidente: Ao contrário como?
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libério que primeiro está-se a apresentar e depois
é que se faz a reunião.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que há qualquer coisa que não bate certo, estas
coisas eletrônicas são uma chatice para si.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, referindo que os membros da CDU
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Câmara Municipal
receberam um convite para estarem presentes na quinta-feira da semana que
vem.
Mencionou a Sr Vereadora Manuela Ralha que é no dia 27, às 18h00.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libério que sim, às 18h00. para apresentação.
Comentou o Sr. Presidente que sim.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que o Sr. Presidente está a
convocá-los para uma reunião e vai ser apresentada a 27 de março.
Pediu o Sr. Presidente que o deixem confirmar, se é que consegue.
Disse o Sr. Vice-Presidente que é o plano estratégico.
Mencionou o Sr. Vereador António Félix que são coisas diferentes, não tem nada a
ver como PDM.
Perguntou a Sr Vereadora Regina Janeiro se a visão estratégica para o concelho
nâoéPDM
Respondeu o Sr. Vereador António Félix que não.
Perguntou a Sr Vereadora Regina Janeiro: Então o que é?
Disse o Sr. Vereador António Félix que é um plano estratégico, são coisas
diferentes. Não é o PDM. é outra coisa.
Interveio de novo a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que não, não há
PDM sem visão estratégica, o Sr. Vereador que desculpe.
Disse o Sr. Presidente que está certo, 27 é para os eleitos, dia 12 é público.
Interveio de novo a Sr Vereadora Regina Janeiro, pedindo ao Sr. Presidente se
pode dizer mais alto aquilo que acabou de dizer, para que o Sr. Vereador António
Félix ouça o que disse, se não se importa. —
Questionou o Sr. Presidente se são as datas da reuniâo.
Respondeu a S Vereadora Regina Janeiro que não, o que acabou de dizer.
Prosseguiu o Sr. Presidente, repetindo que dia 27 é restrita, dia 12 de março é
pública.
Perguntou a Sr Vereadora Regina Janeiro se sobre o PDM.
Interveio o Sr. Presidente, respondendo que não, sobre a visão estratégica do
concelho, que vai ser uma complementaridade áquilo que se vai fazer na revisão
do PDM. A revisão do PDM vai derivar muito desta visão estratégica.
A Sr Vereadora Regina Janeiro interveio, mencionando que é o que está a dizer,
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não é possível fazer o PDM sem primeiro definir onde é que se quer chegar. Isso
chama-se visão estratégica, o PDM é o que depois incorpora a visão estratégica.
Disse o Sr. Presidente que está muito bem.
A Sr Vereadora Regina janeiro interveio, agradecendo.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, referindo que a Sr Vereadora não percebeu
o que é que o próprio disse.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que não diria melhor, e por isso é que disse
que é em complementaridade. Foi o que disse no início, em complementaridade à
revisão do PDM há esta parte inicial, que é a visão estratégica para o concelho, que
depois será a matriz para aquilo que se tem de fazer na revisão do PDM.
Pensa que estão todos a falar da mesma coisa.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PAGAMENTO DE HORAS EXTRAORDINÁRIAS A TRABALHADORES DUMA EMPRESA
PRESTADORA DE SERVIÇOS À CÂMARA MUNICIPAL
Tomou a palavra o Sr. Vereador Mário Calado, dando os bons dias e
cumprimentando todos os presentes, bem como quem ouve a reunião em casa,
pela lnternet, dizendo ter duas questões muito rápidas, pensa, e a primeira delas
prende-se exatamente com uma questão que colocou na última reunião de
câmara, que tinha a ver com a situação dos trabalhadores duma empresa
prestadora de serviços, que reclamava ou reclamam o pagamento de horas
extraordinárias que fazem sem que tenham sido pagas até agora.
Assim, esta é uma situação que vem da última reunião de câmara.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, mencionando ao Sr. Vereador Mário
Calado que deu instruções para a empresa ser questionada sobre aquilo que
referiu, e está a aguardar informação acerca disso.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
PROBLEMA COM ARMAZÉM DE RESÍDUOS DA CIMPOR - ALHANDRA
Tomou apalavra o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que ontem, infelizmente,
não pôde estar presente na assembleia municipal, mas já sabe que relativamente à
questão da Cimpor o Sr. Presidente disse que parece ter havido um problema com
um armazém de resíduos.
Disse o Sr. Presidente que é de clínquer.
Prosseguiu o Sr. Vereador, mencionando que é isso, exatamente, até aceita que
haja algum problema com o armazém, mas pelas fotografias que os membros da
CDU têm, quer de dia, quer de noite, e pela experiência que também tem, pois
trabalhou numa central 26 anos, que tinha algum equipaménto similar àquele que
existe na Cimpor, uns eletrofiltros, eletroestáticos, que funcionam com
magnetismo, agarram as partículas que não devem sair pelas chaminés, numa
primeira vista, e se calhar está a ser um bocado atrevido, parece-lhe que tem
também a ver com filtros, sobretudo.
Portanto, esta coisa de se dizer que se limita a um armazém, e não está a dizer
que é o Sr. Presidente que faz essa afirmação, com certeza foi essa a explicação
que lhe foi dada, é um bocadinho redutora, tendo em conta que a dimensão da
libertação da fuligem e das partículas é tal que essa coisa dum armazém ter um
problema tem mais a ver talvez com manutenção dos filtros ou coisa que o valha.--
Lembra-se que suava o alarme e os grupos deixavam de funcionar, logo que havia
problemas com os filtros eletroestáticos na central do Carregado, por exemplo, e
enquanto o problema não fosse resolvido o grupo não era colocado na rede.
O que lhe parece é que há um problema claro de manutenção, que é preciso ter
mais em atenção, e os membros da CDU apelam a que o Sr. Presidente, até pela
condição de responsável maior deste concelho, não baixe a guarda em relação a
esta questão, porque as pessoas de Alhandra estão naturalmente a sentir os
efeitos nefastos desta, talvez, diz o próprio, e que lhe perdoem se falha, falta de
manutenção.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que queria também falar
sobre o episódio de poluição de que houve denúncia no dia 12 de fevereiro, onde
se vê claramente uma nuvem de pó a sair da chaminé da fábrica, e queria lembrar
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que a Cimpor continua a funcionar com aquelas licenças ambientais caducadas e
que foram, pelos vistos, prorrogadas ad aeternum.
O Bloco de Esquerda já pediu, inclusive, informação sobre isto através da
Assembleia da República, através do seu grupo parlamentar, mas continua tudo na
mesma e não entende que isto seja aceitável. Uma vez que o Governo até é da
mesma força partidária que tem a presidência da câmara municipal e seu
executivo, ou a maioria do executivo da câmara municipal, pensa que se calhar a
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira devia fazer pressão para que isto fosse
legalizado.
Não é por acaso que a licença tinha de ser renovada, tinha de ser renovada porque
neste momento a Cimpor está a queimar mais lixo e lixos diferentes daqueles que
queimava quando tinha a licença dentro do prazo.
São questões importantes, é o que se anda a respirar, e se calhar anda-se a
respirar porcaria, porque não foram feitas as devidas adaptações ao sistema de
queima de resíduos. É uma hipótese, não sabe, como não está patente lá a licença
e os pressupostos da sua atribuição pode-se especular, e ainda por cima vê este
acidente que vem na sequência, de facto, de vários acidentes que se têm passado
nos últimos anos, na Cimpor, e não fica descansado.
O Bloco fez várias propostas, quer para se fazer uma auditoria sobre a qualidade
do ar concelho, nomeadamente na freguesia de Alhandra, quer para se
adquirirem meios que permitam monitorizar a qualidade do ar e aferir do impacto
destes fenómenos na saúde das populações, e já agora também pedia um ponto de
situação do executivo sobre estas propostas, que foram aprovadas pela câmara
municipal, e por unanimidade, com as quais estão todos de acordo.
Assim se calhar, se a Cimpor sentisse que havia uma pressão por parte do
município sobre estas questões cuidava melhor dos seus sistemas de produção,
que estão a causar estes fenómenos de poluição.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que esta questão foi colocada pelo Sr.
Vereador Carlos Patrão e também pelo Sr. Vereador Mário Calado, e depois pedia
ao Sr. Vice-Presidente para intervir, pois tem acompanhado este processo,
acompanha-o também na Comissão de Acompanhamento Ambiental da Cimpor, e
tem informação direta da responsável pela fábrica.
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Aquilo que o próprio ontem referiu na assembleia municipal não foi mais, nem
menos, que a informação escrita e verbal que a técnica responsável pela fábrica
transmitiu, e se há mais alguma coisa, naturalmente que a câmara municipal,
através do Sr. Vice-Presidente, ainda hoje irá telefonar quanto à resposta que foi
dada, sobre o ponto de vista da autarquia e daquilo que hoje foi a transmissão das
preocupações evocadas nesta reunião. Provavelmente pode ter sido esse episódio
do clínquer, de um armazenamento deficiente do clínquer, mas pode ser também
por outras razões, que o Sr. Vereador Mário Calado colocou, e bem, pelo
conhecimento que tem destas matérias.
Assim, não sabe se o Sr. Vice-Presidente tem mais alguma matéria e passa-lhe a
palavra.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes, assim como quem segue a reunião via lnternet,
sublinhando também a questão que foi colocada ontem na assembleia municipal.--
Efetivamente, a diretora da unidade industrial ligou-lhe no próprio dia,
manifestando a sua preocupação, que lhe tinha também sido demonstrada no dia
anterior pelo Sr. Presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de
Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz.
O próprio ouviu a diretora, que lhe disse que a laboração parou imediatamente
quando a Cimpor foi alertada, a nível externo, do que é que se estaria a passar
com as poeiras. Inclusivamente, por palavras da diretora, verificou no seu próprio
carro, no interior da fábrica, que tinha poeiras. Parou-se imediatamente a
laboração, sendo que, salvo erro, se a memória não o atraiçoa, verificou-se numa
zona, no armazém n 4, o armazém do clínquer, onde normalmente ele está
armazenado, que segundo a diretora tem pouca verificação e é pouco utilizado,
que havia dois rombos de 4cm no telhado, com telha partida, e por ali saiu nos
movimentos de laboração de retirada do clínquer. Foram reparados, e no próprio
dia, bem como nos dias a seguir, verificou-se que tudo isso deixou de existir.
O próprio manifestou a preocupação do município para estas situações e registou a
imediata rapidez com que a diretora lhe comunicou, e à câmara municipal, o que é
que se estava a passar, o que não se verificou noutras situações anteriores. Disse
lhe que gostaria, do ponto de vista da câmara municipal, que este procedimento se
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mantivesse, e tem-se tido toda a colaboração, que já disse, da parte da Cimpor, na
Comissão de Acompanhamento Ambiental, que normalmente reúne de 3 em 3
meses, no Palácio do Sobralinho, onde estão representadas todas as forças
políticas, que têm oportunidade de colocar à direção da fábrica todas as questões
que entendem por bem. Ressalva, porque para isso existem os registos de
presença, que por vezes nem todas as forças políticas estão presentes, e pensa
que é ali o momento e o local em que o devem fazer, para colocar à direção da
fábrica todas as questões, e também nessa comissão têm acesso à documentação.
Foi o que se passou em relação à questão. A Cimpor teve oportunidade, 2 dias
após, de lhe voltar a ligar, dizendo que toda a situação estava resolvida, e é claro
que lhe demonstrou o desagradado da câmara municipal na questão da segurança
interna e fiscalização das instalações, pois provavelmente teria havido um
abaixamento de fiscalização interna que negativamente registou, e pediu que não
voltasse a acontecer.
Terminou, dizendo que foi isso que foi transmitido.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando, sobre a caducidade da licença ambiental,
que é uma matéria que se vai, junto da APA - Agência Portuguesa do Ambiente,
tentar perceber. De qualquer modo, sobre as iniciativas que estão a ser feitas,
julga, pelo Bloco de Esquerda, e se calhar por outros partidos também, relativas à
questão da Cimpor, crê que é aí que deve haver a maior insistência.
Recorda que a legislação relativamente às questões da atividade das empresas,
em termos ambientais, foi aligeirada, com as consequências que o concelho teve
em 2014. Várias vezes, nos vários momentos em que foi chamado a falar sobre o
assunto, referiu justamente esta matéria, que o aligeiramento da legislação
provocou que as empresas deixassem de fazer a manutenção mais regular do que
faziam e sugeriu que a Assembleia da República voltasse a pensar sobre o assunto
e alterasse a lei. Até ao que sabe, está-se na mesma.
Disse o Sr. Vereador Carlos Patrão que é a qualidade do ar.
Referiu o Sr. Presidente que se tem de ir mais longe nisto e é a Assembleia da
República que o tem que fazer. Não tem dúvida nenhuma que as questões de
auditoria e vistoria a estas empresas têm que ser mais apertadas e mais
frequentes.
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Aliás, pensa que é uma questão pedagógica, para saber se está tudo bem, não é
uma questão de estar ali para tentar prejudicar seja quem for. As empresas são
muito importantes para o tecido económico/social do concelho e do país, mas têm
que ser amigas do ambiente, sem dúvida nenhuma. Essa amizade ambiental tem
que se traduzir em legislação apertada e adequada, que é o que lhe parece que
ainda não se tratou na Assembleia da República e tem que se tratar.
Mencionou o Sr. Vereador Mário Calado que as auditórias internas também são
muito importantes.
Respondeu o Sr. Presidente que também, as próprias empresas responsáveis é o
que fazem, não estão à espera que entidades externas vão fazer as avaliações,
elas próprias fazem as suas avaliações internas. Isso tem a ver com a
responsabilidade social que algumas empresas têm e outras não têm.
De qualquer modo, o chapéu da legislação é fundamental, de maneira que já
naquela altura chamou à atenção e escreveu pai-a os grupos parlamentares tudo
isso, mas, ao que saiba, pouco se avançou.
Interveio ainda, no final da reunião, dizendo que já referiu o que é, pensa que
eventualmente pode ser mais qualquer coisa que só o clínquer, admite que sim,
mas também já referiu, sobre a manutenção destas grandes empresas, que
algumas já conheceram melhores dias.
Aliás, quer dizer que na parte final da administração portuguesa as coisas corriam
muitíssimo bem. Passou para os brasileiros, agora passou para uma empresa turca,
muito ligada aos cimentos a nível mundial, e a boa notícia é que sabe do que é que
se está a falar, tem conhecimento do que se está a falar. A outra boa notícia é que
efetivamente teve uma reunião, não com dirigentes, mas com responsáveis da
Cimpor, e aquele diálogo social que havia no passado pode vir a ser retomado.
Pelo menos é um fator interessante, já lá fez umas coisas em Alhandra, pretende
continuar a fazer e não faz mais, na sua opinião, do que é a sua obrigação, mas o
que é um facto é que os outros também tinham a obrigação e não faziam nada.
Assim, sobre esta questão da manutenção o Sr. Vice-Presidente vai questionar a
diretora, pelas questões que foram colocadas.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, dando os bons dias e
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, e também
todos aqueles que seguem a reunião através da transmissão on-line, dizendo ter,
em primeiro lugar, duas questões muito simples, muito precisas, que têm a ver
com a situação da expansão da oferta da rede nacional de cuidados continuados.--
Em primeiro lugar, os membros da CDU gostavam de saber em que fase é que está
o projeto da Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca de Xira, que se prendia
exatamente com esta situação, e também qual é a evolução do futuro a dar às
antigas instalações do Hospital Professor Reynaldo dos Santos.
interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo, sobre a unidade de
cuidados continuados, que está a ser desenvolvido um projeto da Santa Casa da
Misericórdia de Vila Franca de Xira, e a câmara municipal tem acompanhado muito
este projeto e ajudado a Santa Casa da Misericórdia para a preparação da
candidatura, numa série de fatores de alguma complexidade. Se não houvesse
esta ajuda da câmara municipal se calhar era difícil já se ter candidatado, e as
coisas estão bem encaminhadas.
Sobre o empréstimo bancário, está a desenvolver-se e crê que se está a falar de
uma parte do hospital, a parte onde estavam as pessoas acamadas, nos quartos, a
parte de trás. Na parte da frente, que era das urgências, vai ser criada uma clínica
do grupo Luz Saúde, a Santa Casa da Misericórdia vai concessionar esse espaço e
vai ali nascer uma clínica deste grupo, Luz Saúde. O projeto existe, e isto não foi
falado na reunião, mas se bem os presentes se lembram, ontem, e na reunião
anterior, veio a reunião de câmara a cedência de espaços que hoje são pertença da
Santa Casa da Misericórdia, de circulação rodoviária dentro do antigo hospital, que
passaram para o espaço público, onde a câmara municipal vai fazer acessibilidades
que permitirão mais facilmente haver a circulação naquela zona.
Este processo está bem encaminhado e vai ser um fator que pode trazer, não diz
as mesmas pessoas que trazia o hospital, mas muitas pessoas que, ou vão à
clínica, ou vão aos cuidados continuados, e vai dar alguma animação naquela zona
onde o hospital está implantado.
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Fl.Ata 033
Reunião de 2020/02/19
Município / EI Proc2
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
TELEASSISTÊNCIA
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo que uma questão que
se coloca aos membros da CDU tem a ver com a teleassistência, e que através
duma consulta que fizeram ao base.gov perceberam que em 2018 foram
contratados, pelo prazo de 1 ano, serviços de teleassistência da Cruz Vermelha
Portuguesa, para 100 beneficiários.
Perceberam igualmente que agora, no ano de 2019, foram contratados apenas
para 60 beneficiários, e por outra entidade, agora pela Cruz Vermelha Portuguesa,
Centro Humanitário de Abrantes /Tomar.
Gostariam de saber se o Sr. Presidente pode partilhar com os membros da CDU os
motivos da redução deste número de utentes e o porquê da alteração da entidade
adjudicada.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, mencionando que sobre a
teleassistência a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus falará.
A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus interveio, referindo que se verificou,
quando se tinham cabimentado 100 pessoas ou 100 idosos, que os utentes eram
cerca de 30. Verificaram-se as necessidades, só há necessidade para cerca de 46 e
cabimentaram-se 60. A questão tem a ver simplesmente com o facto de estar
dinheiro retido ou parado, porque se for necessário pode-se a qualquer momento
aumentar, e é natural que isso possa vir a ser feito, pois está-se também a
implementar a georreferenciação dos idosos, um projeto que se tem no âmbito do
programa Ativ@mente, e poderão eventualmente surgir idosos que não estavam
devidamente informados, que ficarão informados e poderão aderir à
teleassistência. Tem a ver com a cabimentação, é um aspeto, ao fim e ao cabo,
formal, não se deixa a porta fechada só para 60 utentes, poder-se-á aumentar,
como referiu.
Relativamente à Cruz Vermelha, tentou perceber, porque o contrato foi feito com a
Cruz Vermelha de Lisboa e o que a informaram foi que deve haver um problema na
plataforma que assume às vezes entidades ligadas à entidade-mãe, que não são as
entidades que o município contratou. Pediu já aos serviços que fossem verificar,
porque realmente o contrato é com a Cruz Vermelha de Lisboa, não é, como a Sr
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FLAta 034
A Reunião de 2020/02/19
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2
Câmara Municipal
Vereadora disse, com qualquer coisa de Abrantes, Tomar.
Referiu a Sr Vereadora Cláudia Martins que é a Cruz Vermelha Portuguesa, Centro
Humanitário de Abrantes/Tomar.
Prosseguiu a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, mencionando que não é com
essa delegação, ou o que seja, da Cruz Vermelha, é com a Cruz Vermelha de
Lisboa, sendo que não sabe se o Sr. Presidente lhe permite que diga mais alguma
coisa que não tem a ver com este tema.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que quando lá chegar depois pede para a Sr
Vereadora intervir.
Perguntou a Sr Vereadora Cláudia Martins, relativamente ainda aos 100
beneficiários, se a Sr Vereadora disse que na realidade havia 36.
Respondeu a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que não, não tem o número
exato, são cerca de 30, mas estão vistas as necessidades para 46 no âmbito do
novo contrato de 2020.
Perguntou a Sr Vereadora Cláudia Martins: Então são pagos esses 46, não os 60?
É paga a realidade?
Respondeu a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que é só o que é utilizado.
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Reunião de 2020/02/19
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
TEATRO SALVADOR MARQUES - ALHANDRA
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo-se a um tema que já
tem barbas, mas as barbas continuam a crescer, porque ninguém as corta, que
tem a ver com a questão do Teatro Salvador Marques, em Alhandra, em que os
membros da CDU têm que voltar a falar no assunto.
Sabem que já foi falado variadíssimas vezes, mas também sabem que o teatro lá
continua ao abandono, já referiram toda a importância que tem para a freguesia de
Alhandra, e não só, para todo o concelho, e sabem também que existe o
compromisso do Partido Socialista, expresso no seu programa eleitoral, de
promover a reabilitação do Teatro Salvador Marques, através do estabelecimento
de uma parceria e cooperação financeira com a administração central.
Posto isto, e passado já um ano da última intervenção que fizeram sobre o teatro,
gostariam de saber em que ponto é que está o estabelecimento desta parceria, o
que é que está a ser feito.
Por outro lado, e ainda, gostariam de saber porque é que se recusa a declaração de
património de interesse municipal, tal como à data foi sugerido pelo IPPAR -
Instituto Português do Património Arquitetónico, para proteção legal deste
património, que é único.
Não podem acreditar que um projeto destes, de reabilitação deste edifício, possa
colocar em causa esta declaração de interesses, que visa exatamente a proteção
deste património.
Também não podem aceitar que se remetam culpas para a comissão, para a
reabilitação do Teatro Salvador Marques, que à data tudo fez, e bem, que se
evitasse a demolição como preconizava o Partido Socialista.
já agora, também têm que dizer, porque já é uma constante, só faltava mesmo
ouvir que a culpa é da CDU, quando o Partido Socialista governa esta câmara
municipal há mais de 20 anos.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que conforme está no
manifesto eleitoral do Partido Socialista aquilo que a Sr Vereadora referiu é
verdade e mantém-se. Está-se a falar duma obra dum investimento pesadíssimo,
como a Sr Vereadora sabe, e aquele teatro esteve ao abandono anos e anos, a
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Fl.Ata
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Município
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Câmara Municipal
deterioração não é de agora, é desde há muito tempo.
Assim, não sabe, um dia, quando se pegar naquele imóvel, o que é que a câmara
municipal vai fazer, se é possível recuperá-lo, se é possível fazer um projeto
recuperando na íntegra a traça do teatro. Não sabe o que é que os técnicos depois
vão avaliar, mas tem-se um estudo duma alteração do teatro, que está em
desenvolvimento.
Houve um outro estudo, como a Sr Vereadora referiu, que podia ter avançado com
a nova sala de espetáculos, que não era aquilo que lá está, era uma outra coisa e
previa a demolição do teatro, tendo havido, de facto, manifestações e providências
cautelares para evitar a demolição. Foi isso que aconteceu e o teatro lá está.
Depois, a Sr Secretária de Estado da Cultura, quando o próprio lá esteve, falou na
possibilidade de abrirem umas candidaturas, mas não era para todos os teatros.
Disse a Sr Vereadora Manuela Ralha que era para teatros e cineteatros
municipais.
Mencionou o Sr. Presidente que só se aquilo passasse a ser municipal, mas não
sabe. Foi uma conversa muito ligeira, tQmou nota, mas os avisos para uma coisa
destas ainda não os conhece e não sabe que verbas são. Se isso fosse necessário,
o executivo rapidamente trazia uma proposta a reunião de câmara para o teatro
ser municipal e ficava dentro dos critérios.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que são aqueles que foram concebidos com
fundos comunitários.
Disse a Sr Vereadora Manuela Ralha que é isso, exatamente, comunitários, tem a
ver com a rede de teatros e cineteatros municipais, precisamente.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que não sabe exatamente os contornos, os
critérios, porque também foi uma conversa muito a correr, mas a Sr Ministra falou
nisso, ficou com aquilo no ouvido e pensou logo no Teatro Salvador Marques, é
verdade que sim e por isso está a aludir a essa questão.
Se assim for pode ser que haja uma oportunidade, uma janela de oportunidade
para resolver isto. Se não, não sabe, sinceramente. Se não houver uma ajuda de
fundos comunitários ou uma ajuda do próprio ministério não sabe como é que se
vai conseguir resolver a situação.
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FLAta 03?
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MULTIBANCOS EM A-DOS-LOUCOS E CALHANDRIZ
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo-se a uma questão que
foi colocada ontem, na assembleia municipal, que os membros da CDU têm que
colocar hoje também, pois souberam ontem, na assembleia municipal, aquela
questão relativamente aos Multibancos de A-dos-Loucos e da Calhandriz, em que a
GNR deu um parecer negativo.
Como é que se chega a este ponto? Depois de toda a luta, da população estar à
espera há mais de 2 anos, depois do equipamento estar lá, como é que agora a
GNR vem dar um parecer negativo? Não houve reuniões com a GNR antes? Não se
percebeu isto? Para além disto parece que a resposta que foi dada é que o posto
da GNR era longe, não era próximo, qualquer coisa assim, pelo menos daquilo que
percebeu ontem, da intervenção que foi feita.
Então, o que se tem que reivindicar é um posto da GNR mais próximo, e os
respetivos operacionais, até porque quem lá vive, vive à mesma distância dos
Multibancos.
Disse o Sr. Presidente que então tinha de haver quartéis próximos das caixas
Multibanco do concelho.
Referiu o Sr. Vereador António Félix que no mínimo.
Respondeu a Sr Vereadora Cláudia Martins que em cada um, no mínimo, e aquilo
que lhes faz pensar então são as pessoas que lá vivem. Não vivem à mesma
distância daqueles Multibancos? Não merecem também o respeito? Não merecem
o cuidado?
Respondeu o Sr. Presidente que é isso, absolutamente.
Prosseguiu a Sr Vereadora Cláudia Martins, mencionando que então tem que se
ver o que se passa aqui, e tem que dizer que aqui também se vê de que lado é que
está o Governo do Partido Socialista, e não é ao lado da população, porque a GNR é
tutelada por um ministério, o ministério tem ministro, e o ministro faz parte dum
governo, que é o Governo do Partido Socialista.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que estar sempre a “bater no ceguinho”
também não vale a pena.
Respondeu a Sr Vereadora Cláudia Martins que não é uma questão de “bater no
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El.Ata 938
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ceguinho”, tem que se dizer que estas situações têm responsáveis, e os membros
da CDU têm que dizer quem é que são os responsáveis. Não é a GNR do posto
territorial da Castanheira do Ribatejo, certamente.
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo e dizendo à Sr Vereadora que ainda bem
que colocou essa questão, que é bastante importante, sem dúvida nenhuma.
Interveio mais tarde, no final da reunião, referindo que já sabia disto, porque o Sr.
Presidente da junta teve a amabilidade, no dia anterior à reunião da assembleia
municipal, de referir que tinha recebido uma informação de que a GNR tinha dado
um parecer desfavorável à colocação das caixas Multibanco.
A câmara municipal tratou deste assunto fazendo tudo aquilo que a Caixa Geral de
Depósitos exigiu que fizesse, numa base das questões que tinham a ver com a
segurança. Ora, a Caixa Geral de Depósitos aceitou que fossem colocadas naqueles
locais as caixas Multibanco, e recorda que uma era onde estava, não mudou de
local, era a antiga sede da freguesia da Calhandriz, estava lá, pelo que considera
isto um bocadinho estranho, absurdo.
Por isso, conforme disse ontem na assembleia municipal, vai procurar falar com o
MAl - Ministério da Administração Interna, e também pode falar com a nova
comandante da GNR, pode telefonar-lhe, tentar encontrar-se com ela, no sentido
de colocar a questão e perceber o que é que pensa sobre o assunto, mas ao
mesmo tempo vai falar com a Secretária de Estado do MAl, porque isto não tem
grande sentido, pois, por absurdo, tinha que se ter um quartel em cada caixa
Multibanco, e não se consegue.
Disse o Sr. Vereador Carlos Patrão que ou uma caixa Multibanco dentro do quartel.
Concluiu o Sr. Presidente que dentro do quartel, e não sabe se não aconteceria
também alguma coisa grave, sabe-se lá, na medida em que há agora quartéis e
esquadras que à noite não têm agentes.
Contudo, de facto a câmara municipal vai procurar esclarecer esta situação, que
lhe parece um bocadinho estranha, muito estranha mesmo.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO DO CASAL DO MOLEDO
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, dando os bons dias a todos,
começando por referir uma situação que ontem foi discutida na assembleia
municipal, que tem a ver com a alteração do loteamento do Casal do Moledo,
tendo o Bloco de Esquerda constatado que o prazo do edital foi alterado, mas,
pelas suas contas, se é 10 dias úteis o prazo para se fazer a consulta pública,
deveria ser 5 de março e não 4 de março.
Assim, agradecia algum esclarecimento sobre esta questão.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que esta matéria foi colocada ontem à
noite, há bocado, e vá lá que não demorou mais do que aquilo que é habitual, o
que não foi mau, até porque estava frio, não foi mau ter acabado às 22h00, foi
ótimo.
Efetivamente essa questão foi colocada também pelo Bloco de Esquerda, ontem,
na assembleia municipal, e aquilo que referiu é que se efetivamente o que estava
a ser referido correspondia à realidade, e naturalmente que, se estava a referir
isso, é porque assim era, o executivo ia analisar.
A informação que tem é que houve uma questão de caráter informático que se
está a avaliar, mas que ainda ontem à noite a questão estava regularizada.
Disse o Sr. Vice-Presidente que a partir das 22h00 estava tudo a funcionar.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que aquilo que disse ontem é aquilo que diz
agora ao Sr. Vereador Carlos Patrão, é que se pode prorrogar o espaço de tempo
em que o site não teve a documentação para ser analisada para a respetiva
discussão pública.
Normalmente isto corre bem, desta vez não, por uma questão de caráter
informático, que não sabe qual foi, mas para o caso neste momento não é
importante, o importante é dar as condições para as pessoas poderem participar
na discussão pública e isso vai ser feito. Se houver necessidade, e vai haver
certamente, o espaço de discussão pública vai ser prolongado.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
FALTA DE VIDA NA CIDADE DE VILA FRANCA DE XIRA/HABITAÇÕES PARA JOVENS
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, passando para a freguesia de Vila
Franca de Xira, onde todos se encontram, dizendo que uma das questões que têm
sido caras ao Bloco de Esquerda e que têm também suscitado, desde há muito
tempo, muitos comentários dos munícipes e das pessoas que vivem em Vila Franca
de Xira, é a falta de vida que a cidade tem e que é bastante patente a certas horas
do dia e também da noite.
Nesse sentido, até porque se lembra de Vila Franca de Xira ser uma cidade com
mais vida, e isso é importante para o concelho e para esta cidade, gostaria de
ouvir o executivo sobre que planos e se tem planos para revitalizar a cidade de Vila
Franca de Xira.
Aproveita também para perguntar sobre os planos para a construção de habitações
para jovens, com rendas acessíveis e para jovens, porque o Bloco de Esquerda
sabe que grande parte deste problema se prende com algum envelhecimento que
existe na população da cidade e o abandono do centro histórico.
Assim, gostaria de ouvir o executivo falar sobre esta questão.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a falta de vida é uma coisa de que já se fala
há muito tempo, e queria lembrar que há uns anos atrás passavam na cidade 600
camiões, ou mais do que isso, por dia, nas ruas, já se esqueceu isso, da falta de
qualidade de vida que se tinha em Vila Franca de Xira. Foi o Partido Socialista que
conseguiu que os camiões fossem desviados para a autoestrada, para não
passarem na cidade, e pensa que foi um ganho enorme, mas isso também traz
algumas consequências, do movimento, e haver também, em termos comerciais,
alguma perda.
—
Ganhou-se em termos ambientais, sem dúvida nenhuma, em termos de ruído, da
poluição, etc., e já se esqueceu, mas é bom relembrar, é bom lembrar o que se
tinha e o que se tem hoje.
Depois, houve dois fatores para que deixassem de vir tantas pessoas como vinham
a Vila Franca de Xira, e um foi a relocalização do hospital, que agora se vai
recuperar quando a unidade de cuidados continuados começar a funcionar, mas já
responderá a isso. Depois foi a saída da Escola da Armada, numa decisão do
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El.Ata 041
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Câmara Municipal
Governo em concentrar tudo o que existia na Escola da Armada no Alfeite. Em
termos de rentabilização e organização pode ter sido uma boa decisão, mas para
Vila Franca de Xira foi de facto uma perda.
De qualquer modo, já há muito tempo que se fala de falta de vida, que a sociedade
está morta, há determinados momentos em que essa tecla é constante e colhe
politicamente, mas se se verificar não é bem assim, na medida em que o executivo
se esforça para que haja muitos espetáculos, muita cultura, muitos eventos em Vila
Franca de Xira, que trazem milhares de pessoas.
Se referir um conjunto de manifestações culturais e desportivas que têm trazido
milhares e milhares de pessoas a Vila Franca de Xira, o Sr. Vereador reconhecerá
que a cidade nessas alturas tem uma vida, ferve em movimento, em dinamismo.---
É isso que se tem vindo a fazer, e naturalmente que se devem também encontrar
outras soluções para atrair gente jovem para o centro da cidade, e nesse ponto de
vista estão de acordo e a trabalhar nesse sentido.
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Fl.Ata 042
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Município / V ‘IV Proc2
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de 1 1Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PROBLEMAS DE SEGURANÇA NA BIBLIOTECA FÁBRICA DAS PALAVRAS
- QUEIXAS E
DENÚNCIAS - VILA FRANCA DE XIRA
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que uma questão que
gostaria de colocar prende-se com algumas queixas e denúncias que chegaram ao
Bloco de Esquerda, sobre problemas de segurança nas imediações da biblioteca
Fábrica das Palavras, quer nas escadas de acesso à passagem superior para a
biblioteca, quer nas imediações da biblioteca, especialmente à noite.
Será entre a biblioteca, o passeio ribeirinho, toda essa zona, e o Bloco de Esquerda
gostaria de saber se o executivo tem conhecimento destes problemas e quais as
ações que pensa tomar para tornar esta zona mais segura e aprazível para que a
população possa frequentar a zona ribeirinha da cidade de Vila Franca de Xira,
durante o período da noite.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo, sobre as queixas da falta de segurança na zona
da Fábrica das Palavras, principalmente à noite, porque durante o dia não há
queixas a esse nível, que o Sr. Vice-Presidente tem estado em contacto direto com
o Sr. Comandante da PSP. no sentido de efetivamente a PSP fazer uma vigilância
mais apertada naquela zona.
É isso que a PSP tem vindo a fazer, e espera, sinceramente, que estas questões
tenham uma dimensão menor daquela que têm, porque tem conhecimento que à
noite há ali episódios complicados, sem dúvida nenhuma.
É um caso que a polícia, neste caso a PSP, tem que controlar, e a informação que
tem e o compromisso que tem da parte da PSP é que ia começar a fazer rondas
mais periódicas naquela zona.
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Fl.Ata 043
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Câmara Municipal 1
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
LEGALIZAÇÃO DO TEATRO ILDEFONSO VALÉRIO
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que termina com a
questão da legalização do Teatro Ildefonso Valério, em Alverca, que, tanto quanto o
Bloco de Esquerda sabe, é o que neste momento prende a atribuição de subsídios
pelo Ministério da Educação.
já viu que a Sr Vereadora Manuela Ralha está a dizer que não, mas é essa a
informação que tem da direção do grupo Cegada, que é a legalização do teatro que
impede a Sr Ministra de o fazer. Assim, a Sr Vereadora vai ter que discutir isso
com a direção do Cegada, pois foi o que esta lhe transmitiu. Pelo menos a direção
diz que foi o que a Sr Ministra disse, mas também confessa que a Sr Ministra diz
muitas coisas, e às vezes, enfim.
Referiu o Sr. Presidente que alguma há de ser verdade.
Prosseguiu o Sr. Vereador, dizendo que se vai poupar a comentários sobre a Sr
Ministra, até porque se está dependente da sua boa vontade, pelos vistos. É a
informação que tem, e gostava, de facto, que o executivo também comentasse
esta questão.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que houve uma reunião com a Sr Ministra, onde
esteve também a Sr Vereadora Manuela Ralha, que o acompanhou, e o próprio
concentrou-se única e exclusivamente no assunto que o lá levou, como tinha de
ser, e pode dizer que correu bem, pelo menos foi a sensação com que ficou e
pensa que a Sr Vereadora também ficou com a mesma opinião.
Relativamente aos apoios, as coisas parece que estavam bem encaminhadas, crê
que foi a própria Sr? Ministra, nessa reunião, que colocou a questão da legalização,
a certificação do Teatro-Estúdio Ildefonso Valério, tendo o próprio tido
oportunidade de dizer que muitos dos espetáculos que são levados à cena
acontecem no espaço lldefonso Valério, mas alguns também aconteciam em outros
espaços do concelho, nomeadamente na SFRA - Sociedade Filarmónica Recreio
Alverquense, e outros espetáculos de maior dimensão eram levados à cena em
outros espaços do concelho.
Em conclusão, tem-se ali uma situação, e na sexta-feira passada houve uma
reunião com a IGAC — Inspeção-Geral das Atividades Culturais, na qual, como
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Vila Franca de Xira
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Câmara Municipal
estava a representar a Associação Nacional de Municípios Portugueses, no
congresso da CGTP, não pôde estar presente como gostaria, mas esteve lá a Sr
Vereadora Manuela Ralha e parece-lhe que correu bem, no sentido de que vai ser
dado tempo para avançar com o projeto e finalmente fazer as obras necessárias
para a legalização do espaço Ildefonso Valério.
Não se pode, relativamente a esta matéria, dizer que não se apoia porque o teatro
não está legalizado, não tem o parecer favorável da entidade que superintende
estas coisas, são, no seu ponto de vista, coisas diferentes. Crê que este episódio
veio alertar para a necessidade de encontrar soluções, veio alertar para resolver
uma questão, pois desde há décadas que aquele processo estava nas mãos da
junta de freguesia, de vários executivos anteriores, e agora tem que ser resolvido,
não é a junta que vai conseguir resolver esta matéria, certamente.
De modo que se está a trabalhar nisso, já deu instruções à Sr Vereadora Manuela
Ralha para avançar com o projeto, e é um projeto específico, de acordo com as
instruções que o IGAC vai colocar. Vai-se trabalhar, está-se a trabalhar nisso,
agora, a questão do apoio financeiro é outra coisa.
Também quer dizer que muitas das vezes, quanto mais se fala, mais se perde. Não
vale a pena andar sempre a falar na mesma coisa, pois às vezes até se prejudica o
próprio processo. É a sua opinião, pelo menos é o seu estilo de atuação, não dizer
publicamente tudo o que faz no dia a dia. Há quem tenha esse estilo, mas não sabe
se isso em algumas coisas é favorável.
Aquilo que pode dizer ao Sr. Vereador Carlos Patrão é que se está a tratar do
assunto, vai-se certamente resolver no mais curto espaço de tempo e mantém-se
esta conversação com o Ministério da Cultura para que se resolva o mais depressa
possível e o grupo de teatro Cegada continue a desenvolver o seu meritório
trabalho cultural.
Assim, não sabe se a Sr Vereadora Manuela Ralha tem mais alguma coisa a
acrescentar.
Respondeu a Sr Vereadora que era isto.
Terminou o Sr. Presidente, referindo que a Sr Vereadora é que esteve lá, podia
haver mais algum aspeto que fosse relevante.
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NAta 045
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‘flVila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTAS ÀS QUESTÕES LEVANTADAS NO PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E
QUESTÕES RELACIONADAS COM A ORDEM DO DIA
Tomou a palavra o Sr. Presidente, após as questões colocadas pelos Srs.
Vereadores, dizendo que começa por dar as respostas ao Sr. Vereador Carlos
Patrão e que hoje começa a volta ao contrário. O tempo não é muito, mas vai
tentar conseguir responder à maioria das questões, caso não o consiga passa para
um outro momento, depois da ordem do dia.
Interveio de novo, após as respostas às questões colocadas pelo Sr. Vereador
Carlos Patrão, referindo que terminou o período antes da hora do dia, vai passar
para a ordem do dia, e depois, certamente, vai-se ter a capacidade de ter tempo
ainda para responder às outras matérias.
Continuou, mencionando que se esqueceu de dizer uma coisa, mas o Sr. Vereador
António Félix, com a sua particular atenção, chamou-o à atenção, é que há pedidos
de intervenção nos pontos 3, 4, 5, 27, 30, 35, 36, 38, 43, 44, 46, 56 e 57, estando
todos os que não referiu aprovados por unanimidade.
De qualquer modo, há um voto de pesar apresentado pela coligação Mais, e pede à
Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus que o passe a ler.
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/itL ReunodeiOio/O2/19
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de (Vila Franca de Xira Deliberação n0
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Câmara Municipal
Assunto: ATA N 02/2020, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA E PÚBLICA DE
2020/01/22
Presente para aprovação a ata n 02/2020, da reunião de câmara ordinária e
pública de 2020/01/22, com dispensa da sua leitura, por ter sido previamente
distribuída a todos os membros.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n2 02/2020, da reunião de câmara
ordinária e pública de 2020/01/22.
01 ata 02
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Município !fl Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n 056
Câmara Municipal
Assunto: VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DO ENGENHEIRO ÁLVARO BARRETO
Presente para aprovação o voto de pesar, datado de 2020/02/19, apresentado pela
Coligação Mais, pelo falecimento do Engenheiro Álvaro Barreto, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, dando os bons dias e
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos aqueles que estão presentes
e aqueles que seguem a reunião via on-line, passando a ler o voto de pesar.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que, de facto, perdeu-se um vulto da
política, sobretudo naquilo que foi um homem mais técnico que político, que no seu
ponto de vista muito deu ao país.
Por isso, aqui fica a homenagem da câmara municipal, pois o voto está aprovado
portodos.
Deliberado, por unanimidade, aprovar o voto de pesar.
02 Barreto
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El. Livro
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FI.Ata 04S
Reunião de 2020/02/19
Município
Proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n 057
Câmara Municipal
1. Assunto: 2 ALTERAÇÃO AO ORÇAMENTO, PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS
E PLANO DE ATIVIDADES E FUNCIONAMENTO MUNICIPAL DA CÂMARA MUNICIPAL
PARA202O
—
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 11/20, de
13/02, do DGAFj/DPF, para aprovação da 2 alteração ao orçamento, plano
plurianual de investimentos e plano de atividades e funcionamento municipal da
câmara municipal para 2020.
—-
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 11/20, de 13/02, do
DGAFJ/DPF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
paraaprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que esta alteração ao
orçamento tem alguma expressão, pelo que o Bloco de Esquerda gostaria de ser
informado se houve algum princípio orientador, ou alguma necessidade premente
que orientou esta alteração. Esta era uma das questões que gostaria de colocar.
Quanto às outras que o Bloco gostaria também de colocar, são mais concretas e
em detalhe, sendo que reparou que houve uma diminuição dos subsídios de
alimentação, em cerca de 13 000,00€, e gostaria de saber porquê.
Depois, nas restituições de impostos ou taxas cobradas há uma acentuada
diminuição, o que até lhe parece bem, na ordem dos 335 000,00€, mas gostaria de
saberporquê.
Na educação e desporto há uma diminuição nas dotações em cerca de 60 000,00€
e também gostaria de ter alguma informação sobre o assunto, se for possível dar. -
O Sr. Vereador António Félix interveio, dizendo que, basicamente, o motivo
principal desta alteração tem a ver com a adaptaçâo do sistema contabilístico
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Reunião de 2020/02/19
Município 7
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
áquilo que foi imposto, mas que tinha de ser, sendo o próprio adepto do sistema de
normalização contabilística.
Por isso é que se teve de fazer uma série de movimentos contabilísticos, que ainda
se continuarão a ver. A câmara municipal tem vindo a adaptar-se, é um processo
que não é fácil, pois tem que se conjugar o funcionamento normal do município
com a adaptação ao sistema contabilístico. Estes movimentos e correções que se
vão fazendo têm muito a ver com aquilo que o sistema de normalização
contabilística exige.
Esteve-se a trabalhar até 31 de dezembro com um sistema, a partir de 1 de janeiro
começou-se a trabalhar com outro, e há coisas que passaram dum ano para o
outro que se têm de adaptar ao novo sistema. É isso que se tem vindo a fazer, há
diminuições em determinadas rubricas que depois são compensadas por aumentos
noutras, pois é exatamente a correção e a passagem dum lado para o outro, e
também permitir que se possa fazer o pagamento de algumas despesas plurianuais
que já passaram do ano anterior. Tiveram que se dotar essas rubricas desses
valores, porque, face à alteração do sistema, não havia lá valores incluídos que
permitissem o pagamento.
Como se tem vindo a fazer ao longo do tempo, é um ponto de honra da câmara
municipal ter um prazo de pagamentos o mais pequeno possível. O ano passado
conseguiu-se chegar aos 3 dias, o que é uma coisa fantástica, mas é preciso
muitas vezes fazer estas alterações para permitir que se possa pagar logo no
momento.
Não há nenhuma explicação específica, mas em termos globais os movimentos que
se fizeram tiveram a ver com isto.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que crê que se está em condições de
passar à votação, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que
o ponto é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
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RAta 050
Reunião de 2020/02/19
Município
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: CONTRIBUIÇÃO FINANCEIRA ESTATUTÁRIA/QUOTIZAÇÃO PARA 2020 -
AMEGA
- ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DE ESTUDOS E GESTÃO DA ÁGUA
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/02/12, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, nos termos do
disposto nas alíneas d) e s), do n2 1, do artigo 332, do anexo 1, da Lei n2 75/2013,
de 12 de setembro, que aprovou o Regime jurídico das Autarquias Locais, com as
alterações legislativas subsequentes e na redação vigente, bem como na alínea b),
do n2 1, do artigo 18 do Decreto-Lei n2 197/9g, de 8 de junho, mantido em vigor
por força do preceituado na alínea f), do n2 1, do artigo 14 do Decreto-Lei
n2 18/2008, de 29 de janeiro, e pela resolução da Assembleia da República
n2 86/2011, de 11 de abril, aprovação do pagamento da contribuição financeira
estatutária do município, quotização para 2020, no valor de 3 165,21€, a favor da
AMEGA - Associação de Municípios de Estudos e Gestão da Água.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrâo, dizendo que o Bloco de Esquerda vai votar
favoravelmente, e aproveita o ponto para perguntar se o executivo já é associado
da ProTEJO e vai designar algum vereador como representante junto da ProTEJO.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando, sobre a questão que está em
causa, que é a contribuição financeira à AMEGA, que depois o Sr. Vice-Presidente
falará, até para dar uma pequena nota sobre a atividade que esta associação de
municípios desenvolve.
Quanto à questão que o Sr. Vereador colocou, aproveitando a boleia, efetivamente
já se tem todo o processo relativamente a se ter aderido ao movimento ProTEJO.
Há uma reunião marcada, aliás marcou uma reunião com o movimento no dia 5 de
setembro, mas por dificuldade de agenda da ProTEJO foi remarcada, crê que p*a o
dia 13, não tem presente, onde estarão também presentes eleitos da comissão
específica da assembleia municipal. O movimento ProTEJO pediu uma reunião
também à assembleia municipal, e combinou com o Sr. Presidente da assembleia
estarem presentes na mesma reunião membros da câmara municipal e da
assembleia municipal.
Quanto à questão de alguém representar o município nas reuniões, o que diz é que
há, manifestamente, na sua opinião, dois pontos de vista: Um político e o outro
técnico.
04 AMEGA 1/3
FI. Livro
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051
1 Reunião de 2020/02/19
Município 1 Proc2
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de 1) A
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Quanto às questões de caráter técnico e à presença dum político, a menos que
seja da área e tenha conhecimentos para o efeito, como noutras circunstâncias
traria uma proposta para um técnico estar nessas reuniões, porque nem sempre os
políticos têm condições de estarem em todas as reuniões, para poder absorver,
daquilo que são as reuniões com características muito técnicas, e também informar
oqueéquetemacontecido.
Há momentos em que cada um pode estar presente em algumas iniciativas que a
ProTEJO desenvolve, não tem de haver definida uma pessoa em particular, todos,
se calhar, estão disponíveis, de acordo com as suas agendas, a estarem num ou
outro momento, em alguma iniciativa.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, referindo, em relação ao ponto em si, à
questão da AMEGA, que à semelhança da AMAGÁS são associações que têm vários
municípios seus associados e, no caso em concreto da AMEGA, neste atual
mandato é dirigida pela Câmara Municipal de Loures, através do seu vereador
Pombinho, com quem o próprio trabalha e trabalham todos num objetivo, que é
muitodifícil.
Tendo a Sr Vereadora Regina Janeiro se manifestado, disse o Sr. Vice-Presidente
que reuniu com ele há pouco tempo e identificou-se como tal.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que é o chefe de gabinete do Sr. Presidente,
há um ano.
Interveio novamente o Sr. Vice-Presidente, dizendo que ele veio ter com Vila
Franca de Xira por causa da alteração dos estatutos.
Prosseguiu, referindo que neste momento a AMEGA tem uma situação, a nível da
Área Metropolitana de Lisboa e a nível nacional, como a AMAGÁS tem, que é a das
infraestruturas enterradas a nível dos municípios, e isto vai muito mais longe, com
algo de que já falou no âmbito da AMAGÁS, e da AMEGA, que é a taxa de ocupação
de subsolo, que os operadores entendem refletir no consumidor final e estas duas
associações entendem que não deve ser.
Vila Franca de Xira terminou a presidência da AMAGÁS há cerca de um mês, pela
sua pessoa, no conselho diretivo, que transitou para Alenquer, e efetivamente a
AMAGÁS reuniu com todos os grupos parlamentares na Assembleia da República,
com a Comissão do Poder Local, porque se sabe que se está a trabalhar e a lidar
O4AMEGA 2/3
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EI. Livro
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RAta 052
A RI Reunião de 2020/02/19
Município Vi IV\ Proc2
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Vila Frar de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
‘ R
com larguíssimos interesses económicos instalados na área das infraestruturas,
nomeadamente os operadores das redes de telecomunicações.
Também no mundo da água, e na AMEGA, neste momento estão-se a verificar
agregações em alguns municípios, nomeadamente na zona norte, e o próprio disse
“um dia mais tarde”, que espera que seja longe, no caso de Vila Franca de Xira,
porque, felizmente, à semelhança da câmara municipal, os SMAS têm tido saúde
financeira, cumprem os projetos e investem com capitais próprios, o que faz
confusão a muita gente.
Diz isto não pelo executivo só, mas por parte da câmara municipal, há um
investimento da parte da rede de distribuição em alta, nomeadamente de quem
entrega a água, que é a EPAL que também está a ser reestruturada, e não tardará
muito que alguns municípios em torno de Vila Franca de Xira tenham de repensar,
e essa é uma política que se está a discutir no âmbito da AMEGA, a sua agregação
a outros municípios, porque não terão qualquer viabilidade. Não é a económico-
financeira, no seu dia a dia, é a capacidade de investimento derivado à sua zona
territorial. — —
—
Basta olhar para o lado de lá do Tejo, e não quer mencionar municípios que estâo
com extrema dificuldade, em que neste momento a única forma que têm é uma
agregação que vai muito longe já, com o número de municípios que fazem parte. --
Vila Franca de Xira está preparada, e quando o Sr. Presidente diz, com o
conhecimento que tem, é verdade que o concelho é atravessado por 23
infraestruturas e que quase que o município não define nem manda no seu
território, porque se quer fazer algo tem que pedir nem sabe quantos pareceres, e
primeiroqueapareçaméoqueé.
Esta é uma luta muito forte que os municípios que fazem parte da AMEGA e da
AMAGÁS estão a desenvolver, perspetivando-se, em termos futuros, que
provavelmente não será de muita clareza, porque há que ter uma preparação,
nomeadamente com a descentralização que vem no âmbito das infraestruturas.---
Tomou de novo a palavra o Sr. Presidente, passando à votação do ponto,
perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por
unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.-
04 AMEGA 3/3
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FI. Livro
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Fl.Ata 053
Reunião de 2020/02/19
Município ProcQ
-.de
Vila Franca de Xira Deliberação 059
Câmara Municipal
1. Assunto: PROGRAMA DE OCUPAÇÃO DE JOVENS 2020/21
- VERTENTES DE LONGA E
CURTADURAÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 38/20, de
10/02, do DAMAj, para aprovação da realização do Programa de Ocupação de
Jovens (POJ3 para 2020/21, nas vertentes de longa e curta duração, bem como da
minuta do protocolo de gestão financeira a celebrar com a ADN
- Acções Dinâmicas
com Nexo, que será responsável pela gestão financeira do P01.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 38/20, de 10/02, do
DAMAj, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano E103/02/006 Orçam.Dl01 04.07.01
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Fátima Antunes submete o assunto à reunião de
câmara para aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que sobre este programa de
ocupação para jovens o Bloco de Esquerda entende que era interessante, primeiro,
conhecer a evolução do programa ao longo dos anos, com dados, por exemplo,
para além das vagas que tem, de quantos candidatos é que houve, a que
freguesias pertencem, se há desistências de jovens que são admitidos e desistem,
qual é que seria a sua percentagem, a distribuição dos candidatos por género e se
há quota para deficientes. Depois, também gostaria de perceber qual é a
distribuição por género dos que são admitidos e se é cumprida alguma quota para
deficientes.
Sugeria ainda que houvesse uma avaliação do programa por parte dos jovens que
participam e por parte dos monitores ou das pessoas que acompanham estes
jovens nos programas.
Assim, era esta a questão que gostaria de frisar.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que passa já a palavra à Sr Vereadora
05 POJ 1/3
FI. Livro
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RAta
-- 054
Reunião de 2020/02/19
Município À Proc2
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de
Vila Franca de Xira
• Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Fátima Antunes, mas quer dizer ao Sr. Vereador que este programa tem permitido
que muitos jovens continuem nos seus estudos superiores, porque se lhes deu uma
oportunidade de financeiramente poderem fazer face às despesas, que de outra
forma se calhar tinham mais dificuldade.
Por outro lado, e talvez ainda mais importante que isso, há a experiência
profissional que estes jovens têm com a câmara municipal. Há questões de caráter
mais técnico, de maior exigência de como é que este processo se desenvolve, mas
quer também dizer que alguns destes jovens já estão a trabalhar com a câmara
municipal. Concorreram a concursos,e é com agrado que se veem ingressar no
quadro.
A Sr Vereadora Fátima Antunes interveio, referindo, relativamente às questões
colocadas, que este programa de ocupação de jovens teve início em 2002, e de
então para cá tem tido cada vez mais maior número de candidatos às diversas
edições de cada um dos programas, e fala do de curta e do de longa duração, que
têm contextos completamente diferentes.
O de curta duração é mais dirigido aos jovens entre os 15 e os 25 anos, numa
questão de ocupação dos tempos das férias, e junta duas perspetivas: Por um lado,
até nos mais jovens, a ocupação dum período das férias, e também o primeiro
contacto com o mundo do trabalho, como o Sr. Presidente já referiu.
Relativamente aos de longa duração, o contexto é completamente diferente. Há
muitos jovens, também como o Sr. Presidente referiu, que ao estarem a
desenvolver estas atividades por um período de 11 meses acabam, por um lado,
por ter um valor que ganham, que é relativamente substancial e decisivo às vezes
para manterem a continuidade dos estudos no ensino superior, e outros jovens
adquirem uma experiência profissional que se vem a revelar, por exemplo, numa
grande percentagem, serem inseridos, virem a concorrer a concursos e ficarem nas
vagas que se têm no quadro da câmara municipal.
Os dados que o Sr. Vereador referiu também existem, em cada uma das
candidaturas, quando são analisadas, estes dados são recolhidos, e não sabe se
existem atualmente de todas as edições desde 2002, mas pode, por exemplo,
remeter os do ano passado, e no final de serem efetuadas as candidaturas deste
ano também se podem remeter estes dados.
05 POJ 2/3
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055
Reunião de 2020/02/19
Município
Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Quanto à inclusão de deficientes, eles têm concorrido e alguns estão inseridos em
alguns programas, mas tem que se ter em atenção a adequabilidade daquilo que
são as possibilidades de postos dos serviços que os vão acolher, se reúnem ou não
as características para aquilo que eventualmente seja a deficiência ou as
dificuldades dos jovens que vêm a concorrer. Assim, há alguns jovens com
deficiência que estão inseridos em alguns serviços, nomeadamente nas quintas
municipais.
Não há quotas por género, mas há jovens, quer do género feminino, quer do
género masculino, que vêm ocupar as vagas.
Contudo, todos estes dados, os que se têm disponíveis, podem-se fornecer, e
pensa assim que respondeu.
Tomou ainda a palavra o Sr. Presidente, dizendo que crê que se está em condições
de passar à votação, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo
que o ponto é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Fátima Antunes.
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RAta 056
[ Reunião de 2020/02/19
Município A Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n O 60
Câmara Municipal
1. Assunto: APOIO À CONSTITUIÇÃO DA NOVA ASSOCIAÇÃO GENTES EM ALHANDRA
-
ASSOCIAÇÃO PELO PATRIMÓNIO’
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 40/20, de
11/02, do DAMAj, para aprovação da atribuição de um subsídio, no âmbito do
artigo 81 do Programa de Apoio ao Movimento Associativo, no valor de 146,72€, à
nova associação “Gente em Alhandra
- Associação pelo Património”, para apoio nas
despesas de constituição.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 40/20, de 11/02, do
DAMAj, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental:
—
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Fátima Antunes submete o assunto à reunião de
câmara para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Fátima Antunes.
06 Gentes
FI. Livro
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Ai RAta 05?Q JlJ, Reunião de 2020/02/19
Município 111 Proc
-de
Vila Franca de Xira Deliberação n 061
Câmara Municipal
1. Assunto: ISENÇÃO DO PAGAMENTO DE TAXAS DE EMISSÃO DE LICENÇA DE RUÍDO
E DE LICENÇA PARA REALIZAÇÃO DE ESPETÁCULOS DESPORTIVOS E DE
DIVERTIMENTOS PÚBLICOS NAS VIAS, JARDINS E DEMAIS LUGARES PÚBLICOS
-
SOCIEDADE EUTERPE ALHANDRENSE
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 22/20, de
04/02, do DAMAE, para aprovação da isenção do pagamento da taxa de emissão
de licença de ruído e da taxa de emissão de licença para realização de espetáculos
desportivos e de divertimentos públicos nas vias, jardins e demais lugares públicos,
no valor total de 88,32€, ao abrigo do n2 5, do artigo 9Q do Regulamento e Tabela
de Taxas e Preços, em vigor à data do requerimento, solicitada pela Sociedade
Euterpe Alhandrense, para a realização de 4 desfiles, o desfile das escolas, 2
desfiles do corso e o desfile do Enterro do Entrudo, em várias artérias de Alhandra,
nos dias 23 a 26 de fevereiro de 2020, relativos ao Carnaval de Alhandra.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna flQ 22/20, de 04/02, do
DAMAE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus submete o assunto à reunião
de câmara para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus.
07 5EA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n 975120, de 11/02, do
DGA9/DRH, para conhecimento do despacho do Sr. Presidente na área de pessoal,
datado de 2019/11107.
3. lnformaçôes/pareceres: Mexa-se informação n 975/20, de 11/02. do DGA9/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.---
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a), do n° 2, do artigo 35Q, do anexo 1, da Lei
nQ 75/2013, de 12 de setembro. -_________________
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO
FI. Uvro
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FiAta
. 058
Reunião de 2020/02/19
Proc
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Deliberação n2____________
PRESIDENTE NA ÁREA DE PESSOAL—----—
08 despachos
FI. Livro
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FI.Ata 059
Reunião de 2020/02/19
Município
Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n9
Câmara Municipal
Assunto: LEGISLAÇÃO—SÍNTESE E EDITAIS
Foi dado conhecimento do que de seguida se indica:
1. Dos diplomas publicados em Diário da República com interesse para a
administração local:
Portaria n 27/2020, de 31 de janeiro, 1 série, que procede à atualização anual do
valor do indexante dos apoios sociais (IAS);
Portaria n 28/2020, de 31 de janeiro, 1 série, que procede à atualização anual das
pensões e de outras prestações sociais atribuídas pelo sistema de segurança
social, das pensões do regime de proteção social convergente atribuídas pela CGA
e das pensões por incapacidade permanente para o trabalho e por morte
decorrentes de doença profissional, para o ano de 2020;
Portaria n2 29/2020, de 31 de janeiro, 1 série, que estabelece a atualização dos
valores do complemento extraordinário das pensões de mínimos de invalidez e
velhice do regime geral de segurança social, do regime especial das atividades
agrícolas, do regime não contributivo e regimes equiparados e dos regimes
transitários dos trabalhadores agrícolas, bem como das pensões de mínimos de
aposentação, reforma e sobrevivência do regime de proteção social convergente,
para 2020;
Portaria n2 30/2020, de 31 de janeiro, 1 série, que estabelece a idade normal de
acesso à pensão de velhice em 2021;
Resolução do Conselho de Ministros n2 4/2020, de 5 de fevereiro, 1 série, que cria a
Estrutura de Missão para Promoção das Acessibilidades;
Portaria n 39/2020, de 5 de fevereiro, 1 série, que estabelece os fatores de
correção extraordinária das rendas para os anos de 2019 e 2020.
2. Dos editais publicados entre 2020/01/29 e 2020/02/11, que constam da lista
anexa, a qual se dá por inteiramente reproduzida nesta parte da ata.
Tomado conhecimento.
09 sínt edit
FI. Livro
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•
Reurão de 2020/02/19
Município i-% 4 Proc2
____________________
Vila Franca de Xira Deliberaçào n2
Câmara Municipal
1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento da informação referente aos pagamentos
autorizados pelo Sr. Presidente, pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador
António Félix, no período compreendido entre 2020/01/29 e 2020/02/11,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do n2 1, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013. de 12 de setembro.
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
10 pagamentos
FI. Livro
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1 nIU Reuno de 2020/02/19
Município
Proc2
___________________
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
Câmara Municipal:
Dotações Orçamentais 25 136 168,54€
Dotações não Orçamentais 3 040 984,60€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 4 070 567,68€
Dotações não Orçamentais 804 911,52€
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas:
—
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
11 balancetes
FI. Livro
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e AA RAta 08211111 Reunião de 2020/02/19
Município
Proc2
___________________
de liVila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 91/20, de
07/02, do DGAFj/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício do direito de preferência, no período compreendido
entre os dias 24 de janeiro a 7 de fevereiro de 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 91/20, de 07/02, do
DGAFj/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29 e 30 da Lei n2 31/2014, de 30 de maio.
--
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus submete o assunto à reunião
de câmara para conhecimento.
—
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
12 SOP
FI. Livro
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RAta 063
Reunião de 2020/02/19
Município Proc2 26/15 RU-REURB
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA-ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 77/20, de
12/02, da EMRU, para conhecimento do despacho do Sr. Presidente, datados de
2020/02/10, relacionados com o não exercício do direito legal de preferência,
previsto no artigo 58 do Decreto-Lei n9 307/2009, de 23 de outubro, com a sua
atual redaçáo, que aprovou o Regime Jurídico da Reabilitação Urbana (RJRU),
referente às áreas de reabilitação urbana do concelho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 77/20, de 12/02, da
EMRU, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
13 EMRU
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FI. Livro
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Reunod2OO/02/i9
Município -L) 1U ‘ Proc2
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de /Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 6/20, de
07/02, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice-
Presidente, no período compreendido entre 2020/01/24 e 2020/02/06, no âmbito
do licenciamento de obras particulares previstas no Regime jurídico de
Urbanização e Edificação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 6/20, de 07/02, do
DPGU/SAPRE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
14 DPGU
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FI. Livro
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Reuwãod0O/O2/19
Município
%)
V1IV Proc2
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de (A
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação 112 062
Câmara Municipal
1. Assunto: ESTÁGIO CURRICULAR - CURSO DE GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE
SISTEMAS INFORMÁTICOS - EPAD - ESCOLA PROFISSIONAL DE ARTES,
TECNOLOGIAS E DESPORTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 967/20, de 10/02, do
DGAFJ/DRH, para aprovação da minuta do protocolo de estágio curricular, a
celebrar com a Luso-Formatar, SA/EPAD - Escola Profissional de Artes, Tecnologias
e Desporto, para a realização de um estágio curricular, com a duração de 450
horas, na Divisão de lnfraestruturas Tecnolágicas, pelo aluno do curso de Gestão e
Programação de Sistemas Informáticos - Nível 4, João André Alves Gomes, não
tendo qualquer encargo financeiro, sendo o orientador do estágio o Chefe da
Divisão de lnfraestruturas Tecnológicas, Eng Clemente José Comes da Rocha.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 967/20, de 10/02, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do
Sr. Presidente.
15 EPAD
FI. Livro
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r4, AU RAta 066
Reunião d 2020/02/19
Município AU Proc2 13/19 APRV.CP,Cjde 1Vila Franca de Xira 1 Deliberação n 063
Câmara Municipal
1. Assunto: CONTRATAÇÃO DE SEGUROS PARA O MUNICÍPIO
- ADJUDICAÇÃO E
APROVAÇÃO DA MINUTA DO CONTRATO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 63/20, de
10/02, do DGAFJ/DGF/SCCP, para aprovação do relatório final elaborado pelo júri do
procedimento, nos termos do artigo 148 do Código dos Contratos Públicos, com
proposta de adjudicação ao operador económico Companhia de Seguros Allianz
Portugal, SA, pelo valor total de 632 616,18€, isento de IVA, nos termos do artigo
92 do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado, bem como da respetiva
minuta do contrato, nos termos do n9 1, do artigo 98, do citado Código dos
Contratos Públicos, relativamente à contratação de seguros para o município de
Vila Franca de Xira, pelo período de 2020/05/01 a 2021/04/30.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 63/20, de 10/02, do
DGAFj/DGF/SCCP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
daata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
16 seguros
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FLAta
- 067
Reunião de 2020/02/19
Município A Proc2 3)20 APRV;CP.SJde
Vila Franca de Xira Deliberação 064
Câmara Municipal
1. Assunto: ALUGUER DE ESTRUTURAS E PALCOS PARA EVENTOS DO MUNICÍPIO -
INÍCIO DO PROCEDIMENTO
—
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 70/20, de
12/02, do DGAFj/DGF/SCCP, para autorização da decisão de contratar, da respetiva
despesa, da escolha e do início do procedimento, da constituição do júri, da
nomeação do gestor do contrato, bem como aprovação das peças do
procedimento, nos termos dos artigos 36, 38, 67, 290-A, e n9 2 do artigo 4QQ,
do Código dos Contratos Públicos, relativamente ao aluguer de estruturas e palcos
para eventos do município, pelo preço-base de 183 900,00€, acrescido de IVA à
taxa legal aplicável.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 70/20, de 12/02, do
DGAFJ/DGF/SCCP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
da ata. — —
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
17 aluguer
____
FI. Livro
____________
RAta 068
4.
.
4’Ç j Reunião de 2020/02/19
Município A Proc2 1120 CERTAVOSde
Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
1. Assunto: CONSTITUIÇÃO DE COMPROPRIEDADE OU AUMENTO DE COMPARTES -
RUA CASAIS DE SANTO ANTÓNIO, N 3 - MATOS DA BOIÇA - VILA FRANCA DE XIRA -
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação técnica n9 107/20, de
29/01, do DPGU/DGU, para aprovação da constituição de compropriedade/aumento
de compartes, de acordo com o artigo 54Q da Lei ri2 91/95, de 2 de setembro, com
as alterações em vigor, para efeitos de celebração de negócio jurídico do prédio
misto descrito na 1 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira, sob o
n2 1878/19990709, em Matos da Boiça, inscrito na matriz predial rústica sob o
n2 13, da secção C, e na matriz predial urbana sob o n2 4479, com a área de
7 920m2, designado por “Matos da Boiça”, em Vila Franca de Xira, solicitada por
Ana Rita de Abreu Silvestre.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação técnica n2 107/20, de 29/01, do
DPGU/DGU, e plantas de localização, documentos que se dão por inteiramente
reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
18 Boiça
069
/
Reunião de 2020/02/19f
F1. Livro
_____________
Município Proc2 15/19 CERTAVOSde (
. aVila Franca de Xira Deliberaçao n2 ti 66
Câmara Municipal
1. Assunto: CONSTITUIÇÃO DE COMPROPRIEDADE OU AUMENTO DE COMPARTES -
SÍTIO DA MATA- VILA FRANCA DE XIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação técnica n 103/20, de
28/01, do DPGU/DGU, para aprovação da constituição de compropriedade/aumento
de compartes, de acordo com o artigo 54Q da Lei n 91/95, de 2 de setembro, com
as alterações em vigor, para efeitos de celebração de negócio jurídico de 2
compartes do prédio misto descrito na 1 Conservatória do Registo Predial de Vila
Franca de Xira, sob o n2 4591/20100722, no Sítio da Mata, inscrito na matriz
predial rústica sob o n2 20, da secção 5, e na matriz predial urbana sob o n2 1222,
com a área de 24 120m2, designado por “Sítio da Mata”, em Vila Franca de Xira,
solicitada por Isabel Maria Gil Ramos Roseiro.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação técnica n2 103/20, de 28/01, do
DPGU/DGU, e plantas de localização, documentos que se dão por inteiramente
reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
19 Mata
FI. Livro
____________
Fl.Ata 070
Reunião de 2020/02/19
Município
.1 Proc2 2120 CERTAVOSde / fioVila Franca de Xira Deliberaçao n li u7
Câmara Municipal
1. Assunto: CONSTITUIÇÃO DE COMPROPRIEDADE OU AUMENTO DE COMPARTES -
CASAL DA ABÓIA - SÃO JOÃO DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação técnica n 140/20, de
05/02, do DPGU/DGU, para aprovação da constituição de compropriedade/aumento
de compartes, de acordo com o artigo 54Q da Lei n2 91/95, de 2 de setembro, com
as alterações em vigor, para efeitos de celebração de negócio jurídico do prédio
misto descrito na 1 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira, sob o
n 2778/19990709, no Casal da Abóla, inscrito na matriz predial rústica sob o n 4,
da secção J, e na matriz predial urbana sob o n9 4481, com a área de 4 92Cm2,
designado por “Casal da Abóia”, em São João dos Montes, solicitado pela JLadeira,
Ld.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação técnica n 140/20, de 05/02, do
DPGU/DGU, e plantas de localização, documentos que se dão por inteiramente
reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
20 Abóla
_____
FI. Livro
______________
AH RAta 071
I1A Reunião de 2020/02I1Município Ali Proc 230/18 ONEREDPDMde
Vila Franca de Xira Deliberação n 068
Câmara Municipal
1. Assunto: CEDÊNCIA PARA INTEGRAÇÃO NO DOMÍNIO PÚBLICO
- RUA CAMINHO DO
MARQUÊS-PÓVOA DE SANTA IRIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação técnica ii 68/20, de 30/01,
do DPGU/DF/SFT, para aceitação da cedência de terreno para o domínio público
municipal, na rua Caminho do Marquês, na Póvoa de Santa Iria, pertença de
Armorindo Coelho - Construções e Empreendimentos, L&, com a área de 80,90m2,
avaliado em 80,90€, confrontando a norte com Terras do Canal Alviela, a sul com
Caminho do Marquês, a nascente com loteamento municipal, lote 17, e a poente
com Caminho do Marquês, da propriedade descrita na 2 Conservatória do Registo
Predial de Vila Franca de Xira, sob o n 1070/20030314, com a área total de
966,00m2, e posterior remessa à assembleia municipal para aprovação nos termos
da lei.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação técnica n2 68/20, de 30/01, do
DPGU/DF/SFT, informação/despacho n9 2/20, de 17/01, do DPGU/DGU, planta de
localização, ortofotomapa e planta de cedências, documentos que se dão por
inteiramente reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação e posterior remessa à assembleia municipal para deliberação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
21 Marquês
_____
FI. Livro
_____________
Reuão d OO/O2/19
Município j AH Proc2 FUC/78-OO1 PMOTPPde
-Vila Franca de Xira Deliberaçao n 069
Câmara Municipal
1. Assunto: 3 ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO DO CASAL DO ÁLAMO, TITULADO PELO
ALVARÁ DE LOTEAMENTO N 5/2013-AUGI -SÃO JOÃO DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 12/20, de
28/01, do DPGU/DPOT, para aprovação, após consulta pública, da 3 alteração ao
loteamento do Casal do Álamo, em São João dos Montes, titulado pelo alvará de
loteamento n2 5/2013-AUGI, nos termos da alínea b), do n2 1, do artigo 42, da Lei
n2 91/95, com as alterações em vigor
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 12/20, de 28/01, do
DPGU/DPOT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
22 Álamo
_____
FI. Livro
______________
RAta 973
Reunião de 2020/02/19
Município 1 Proc2 3/20 CERTAUGIde
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Munícipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 159, DO LOTEAMENTO DA QUINTA DA PONTE - SÃO JOÃO DOS MONTES —
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 21/20, de 07/02, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 159 do loteamento da Quinta da Ponte, em São João dos
Montes, no valor de 2 624,84€, registada na 1 Conservatória do Registo Predial de
Vila Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n9 2/2015-AUGI, de
25/03, solicitado por Isidro Henriques Fernandes, cabeça de casal de herança.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 21/20, de 07/02, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
—
23 Qta Ponte
El. Livro
______________
,/j f’)s Reurãod 020/O2/19Município
‘ ) AU ;1 Proc2 4/20 CERTAUGIde 1Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 47, DO LOTEAMENTO DA FONTE SANTA - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 22/20, de 07/02, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 47 do loteamento da Fonte Santa, em Vialonga, no valor de
7 122,95€, em nome de Carolina Maria Tavares Pereira Dias Araújo, registada na 2
Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira aquando do registo do
alvará de loteamento n2 1/2011-AUGI, de 23/03, solicitado por Ricardo João Barreto
Calçada.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 22/20, de 07/02, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente. — —
24 Fte santa
EI. Livro
_____________
RAta 075
n RI Reunião de 2020/02/19
Município Proc2 5/20 CERTAUGI
Vila Erar de Xira Deliberação n 072
Câmara Municipal 1
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 43, DO LOTEAMENTO DO CASAL DA SERRA- PÓVOA DE SANTA IRIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 23/20, de 07/02 do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 43 do loteamento do Casal da Serra, na Póvoa de Santa Iria,
no valor de 4 085,28€, em nome de Dâmaso dos Santos de jesus, registada na 2
Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira aquando do registo do
alvará de loteamento n2 6/2010-AUGI, de 22/09, solicitado por António Brites dos
Santos jesus.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 23/20, de 07/02, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
25 Serra
FI. Livro
_____________
1 RAta 0761 e’ Reunião de 2020/02/19
Município ProcQ HU-UC/8&-042de
Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL SOBRE O LOTE 39P DA PARCELA
DENOMINADA POR TERRA DO PASTELEIRO, AUGI ZONA ALTA DE ARCENA, E
CRIAÇÃO DE UMA HIPOTECA RESULTANTE DA UNIFICAÇÃO DOS LOTES 38P E 39P -
ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 18/20, de
12/02, do DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal sobre o
lote 39P, da parcela denominada Terra do Pasteleiro, loteamento da Zona Alta de
Arcena, em Alverca do Ribatejo, no valor de 9 321,69€, em nome de Silvino
António Costa Ferreira, registado na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila
Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n2 5/2010-AUGI, e
constituição de uma nova hipoteca, no valor de 1 170,16€, resultante da unificação
dos lotes 38P e 39P, de acordo com o Regulamento Específico de Reconversão,
passando a estar incluído no escalão D.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n 18/20, de 12/02, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
26 Pastelerio
FI. Livro
______________
RAta 077
Reunião de 2020/02/19
Município Proc2 90/19 DOVSM-EMPde
- flr,Vila Franca de Xira Deliberação n2
-
1) 1 4
Câmara Municipal
1. Assunto: DEMOLIÇÃO DE 3 EDIFÍCIOS NA ANTIGA ESCOLA DA ARMADA (MARINHA)
PARA FUTURAS INSTALAÇÕES DO TRIBUNAL JUDICIAL - VILA FRANCA DE XIRA
-
ADJUDICAÇÃO, MINUTA DO CONTRATO E NOMEAÇÃO DO COORDENADOR DE
SEGURANÇA E DIRETORA DE FISCALIZAÇÃO EM OBRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 183/20, de
10/02, do DOVI/DEI, para aprovação do relatório final, elaborado pelo júri do
procedimento, nos termos do artigo 148 do Código dos Contratos Públicos, com
proposta de adjudicação relativa à empreitada de demolição de 3 edifícios na
antiga Escola da Armada (Marinha) para futuras instalações do Tribunal Judicial, em
Vila Franca de Xira, ao operador económico Penelaterraplanagens
— Desaterros e
Terraplanagens, Ld, pelo valor de 179 000,00€, acrescido do IVA, e prazo de
execução de 120 dias, bem como da minuta de contrato, da nomeação do Eng9
Hélder Rito para a função de coordenador de segurança em obra, nos termos do
n2 2, do artigo 92, Decreto-Lei n2 273/2003, de 29 de outubro, e da Eng Cristina
Monteiro, para a função de diretora de fiscalização em obra, nos termos do
disposto no artigo 3442 do Código dos Contratos Públicos, e da emissão das
respetivas declarações de nomeação, acompanhadas pelas declarações de
aceitação subscritas pelos respetivos técnicos.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 183/20, de 10/02, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.--
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que o Bloco de Esquerda vai
aprovar o ponto, de qualquer forma aproveita-o para colocar algumas questões
sobre os projetos que existem para as antigas escolas da Armada.
27 Marinha 1/4
FI. Livro
______________
RAta
- U78
Reunião de 2020/02/19
li Proc2 90/19 DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
O Bloco de Esquerda tem feito algumas sugestões e tentado também encontrar
soluções para este espaço, no período antes da ordem do dia falou da necessidade
de revitalizar a cidade de Vila Franca de Xira, e entende que o aproveitamento e os
novos projetos para estas antigas escolas da Armada são fundamentais, ou são
uma grande oportunidade para essa revitalização da cidade e concelho de Vila
Franca de Xira, aliás foi com esse espírito que aprovou, tanto a aquisição, como
algumas alterações do uso do solo deste espaço.
Portanto, gostaria que o executivo informasse sobre que projetos em concreto
existem neste momento para este espaço ou que potenciais projetos existem, e
veria com bons olhos que se atraíssem para esta área projetos ligados a
tecnologias de informação, atividades culturais, conteúdos digitais, energias
renováveis, atividade ligadas ao mar e ao rio e ensino superior. Gostaria pois de
ouvir o executivo sobre esta matéria.
Também pergunta se aquela ideia das residências para estudantes, um pouco à
boleia de potenciais projetos de ensino superior que possam existir para o local, foi
equacionada, se está equacionada e poderá avançar, pois ajudaria a cidade de Vila
Franca de Xira a atrair jovens. Sabe-se, até em cidades, nomeadamente do interior
de Portugal, que têm problemas também de envelhecimento e necessidade de
rejuvenescimento da sua populaçâo, que os centros universitários e as residências
para estudantes têm sido importantes para se fazer esse rejuvenescimento.
Portanto, gostaria de saber se isto também seria possível na cidade de Vila Franca
deXira
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que relativamente ao ponto em si estão
conversados, é a sequência daquilo que foi o compromisso do executivo
relativamente à construção do novo tribunal de Vila Franca de Xira.
Quanto às outras questões de que o Sr. Vereador falou, ao fim e ao cabo
enquadram-se no ponto, ou seja, a grande alavanca, que levou de algum modo a
adquirir a Escola da Armada, foi a construção do tribunal ali, que vai ter uma
grande influência também, pelas muitas pessoas que se estima irão lá diariamente,
de acordo com as informaçôes que se têm do Ministério da Justiça, na medida em
que, relativamente à área do comércio, segundo lhe disseram há muitos processos
que estão em Lisboa que vêm para Vila Franca de Xira.
27 Marinha 2/4
I
FI. Livro
______________
Fl.Ata 079
4.
‘
Reunião de 2020/02/19
Município A Proc2 90/19 DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Quer isto dizer que haverá algumas cerca de 300 pessoas diariamente ali, que vão
ocorrer ao tribunal, e isso vai exigir outras infraestruturas naquela zona,
principalmente no que diz respeito à restauração e outras áreas similares.
Avançou-se com a alteração do Plano Diretor Municipal, que permitiu a alteração
do uso do solo, que estava previsto, como se sabe, só para uso militar, e agora tem
outras possibilidades, que se podem enquadrar nas áreas que o Sr. Vereador
Carlos Patrão acabou de referir.
Neste momento está-se internamente a estudar, e em primeiro lugar pensou-se
qual seria a melhor figura para desenvolver o projeto na Escola da Armada, tendo-
se concluído que era um loteamento. É nisso que se está a trabalhar, loteamento
esse que pode vir a albergar muitas das expectativas que têm vindo a ser criadas,
na medida em que se tem falado com algumas universidades, algumas áreas
ligadas à hotelaria, ligadas aos cuidados continuados, residenciais para idosos, e
também na área desportiva há manifestações nesse sentido.
Assim, o que está previsto no estudo que foi apresentado aquando da aquisição da
Escola da Armada mantém-se atualizado, em termos gerais, naquilo que vai ser o
futuro.
Quando foi a aquisição da Escola da Armada referiu que se estava a falar dum
processo que não era imediato, era um processo que provavelmente só estaria
completamente concluído entre 10 a 15 anos, porque está-se a falar dum processo
complexo e, como tal, não se consegue realizar num curto prazo.
O executivo está otimista, porque os pedidos para a colocação de empresas e
universidades lá são interessantes, mas quer-se também, destes interesses, que
haja um financiamento, a venda ou o aluguer dos espaços, para dalgum modo,
haver capacidade de recuperar o valor que a câmara municipal pagou, no todo ou
em parte. Até pode haver numa situação que interesse, de ensino superior, de
disponibilizar os espaços duma forma graciosa, e é uma matéria que tem de vir a
reunião de câmara para ser bem analisada, mas são exceções, o resto tem que ser
pago. Uma empresa que se queira lá instalar e interesse, obviamente que tem de
adquirir o terreno, de acordo com os valores que se vão identificar e que têm que
vir a reunião de câmara para aprovar, quando o loteamento estiver em condições
de poder ser analisado.
27 Marinha
ix
Munkípio Proc2 90/19 DOVSM-EMP
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Por isso, aquilo que pode dizer ao Sr. Vereador Carlos Patrão é que todos os
objetivos que se tinham em vista aquando da aquisição da Armada estão
perfeitamente atualizados, e é essa matriz que foi aprovada na reunião de câmara
que se está a seguir, estando-se a seguir com muito interesse também as
entidades que têm vindo ter com a câmara municipal para se instalarem lá.
Agora, não pode ser a qualquer preço, porque se se quisesse dar tudo
gratuitamente já lá se tinha muita gente. Tem que se ter algum cuidado também,
pois há questões de interesse público que se têm de ter em consideração. Tem que
se encontrar o equilíbrio entre a atração de áreas que interessem e também as
questões de caráter financeiro, que estão subjacentes a tudo isto.
É aquilo que pode dizer, sabendo de antemão que com a aprovação deste ponto se
vai iniciar, duma forma clara e inequívoca, de acordo com o compromisso que se
assumiu com o Ministério da justiça, o trabalho para a construção do novo tribunal
de Vila Franca deXira.
Terminou, colocando o ponto à votação, questionando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
---—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
27 Marinha 4/4
W FI. Livro
_____________
Fl.Ata 081
Reunião de 2020/02/19
Município Proc2 91/19 DOVSM-EMPde aVila Franca de Xira Deliberação n2 LI 75
Câmara Municipal
1. Assunto: REABILITAÇÃO - HABITAÇÃO SOCIAL - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA - BAIRRO
PER DO BOM RETIRO - VILA FRANCA DE XIRA - PLANO DE SEGURANÇA E SAÚDE
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 179/20, de
07/02, do DOVI/DEI, para aprovação do plano de segurança e saúde, nos termos do
disposto no n 1, do artigo 12, do Decreto-Lei n 273/2003, de 29 de outubro,
referente à empreitada de reabilitação — Habitação social — Eficiência energética —
Bairro PER do Bom Retiro, em Vila Franca de Xira, adjudicada à Ariepe -
Construções Civis e Obras Públicas, Ld?.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 179/20, de 07/02, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
28 Bom Retiro
FI. Livro
_______________
RAta QSZ
Reunião de 2020/02/19
Município N Proc2 23/19 DOVSM-EMPde )Vila Franca de Xira ( Deliberação n2 ti i 6
Câmara Municipal
1. Assunto: REQUALIFICAÇÃO DA AVENIDA DOS COMBATENTES DA GRANDE GUERRA
- VILA FRANCA DE XIRA - AUTO DE VISTORIA E RECEÇÃO PROVISÓRIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 178/20, de
07/02, do DOVI/DEI, para aprovação do auto de vistoria para receção provisória,
datado de 202/01/29, no valor de 257 688,50€, acrescido do IVA, referente à
empreitada de requalificação da avenida dos Combatentes da Grande Guerra, em
Vila Franca de Xira, adjudicada à Sociedade de Empreitadas Varatojo, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 178/20, de 07/02, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
29 combatentes
FI. Livro
Fl.Ata 98
Reunião de 2020/02/19
Município Proc2 EDUCA.00SE.006.de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n____________
Câmara Municipal
1. Assunto: REFEIÇÕES ESCOLARES — ANO LETIVO 2019/2020 — ADENDA AO
PROTOCOLO E REFORÇO DO COMPROMISSO DE VERBAS - CBEI - CENTRO DE BEM
ESTAR INFANTIL DE VILA FRANCA DE XIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 36/20, de
10/02, do DED/DE, para aprovação da minuta da adenda ao protocolo de refeições
escolares e apoio aos refeitórios escolares, celebrado com o CBEI - Centro de Bem
Estar Infantil de Vila Franca de Xira, destinado a assegurar o fornecimento de
refeições escolares (almoço e lanche), o apoio às atividades dos refeitórios dos
estabelecimentos de educação e ensino dos 12 e 2 ciclos do ensino básico e de
educação pré-escolar e confeção e serviço de refeições escolares (almoços) na
Escola Secundária Alves Redol, no ano letivo de 2019/2020, para atualização do
valor das refeições servidas no Agrupamento de Escolas Professor Reynaldo dos
Santos para 2,00€/almoço, bem como o reforço da verba comprometida, no valor
de 25 640,00€, com efeitos a partir do mês de setembro de 2019.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 36/20, de 10/02, do
DED/DE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.----
4. Dotação orçamental: Plano 2019-418 Orçam. DEO5/020105
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, dizendo que este ponto deve-se a uma
atualização, uma adenda, do valor pago às refeições do CBEI.
Segundo aquilo que os membros da CDU perceberam através da comunicação
interna e da adenda ao protocolo, as refeições eram confecionadas na escola Alves
Redol, mas esta não dispõe de capacidade para a confeção total das refeições.
Logo, ficou decidido que as refeições dos alunos do agrupamento da Reynaldo dos
Santos serão confecionadas na própria instituição, no CBEI. É isto, não é? Está
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Município Proc2 EDUCA.00SE.006.de
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Câmara Municipal 1
correto, é esta a interpretação.
Posto isto, gostariam de colocar uma questão, uma vez que o início do ano letivo já
foi em setembro: Só agora, passados 5 meses, é que esta situação vem a ser
alterada. Porquê?
Aproveitam também para questionar quanto é que se recebe do Ministério da
Educação pelas refeições escolares, e confirmar também se agora quem paga
todas as despesas correntes da escola, a eletricidade, a luz, os produtos de
higiene, as fotocópias, já é a câmara municipal.
Questionam ainda porque é que não se pode passar o valor todo por igual, pois
2,00€ é pouco, é insuficiente, já é insuficiente. Consegue-se garantir as refeições
escolares, mas não se consegue garantir refeições escolares com aquilo que seria
o desejado, mesmo daquelas refeições que são confecionadas na Alves Redol,
porque depois tem que se fazer o transporte para as escolas, para as restantes
escolas: Isto também tem um custo de transporte ou esse valor já está nestes
1,46€? Se já está, então a qualidade das refeições ainda desce mais.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que não consegue
descontextualizar esta questão de todos os problemas que têm ocorrido no CBEI.--
Disse o Sr. Presidente que não tem nada a ver uma coisa com a outra.
Referiu o Sr. Vereador Carlos Patrão que aceita que o Sr. Presidente possa ter outra
opinião.
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que seria mais cómodo não trazer isto,
se estivesse a pensar nas outras questões, mas é uma questão de rigor, de
transparência, e não tem nada a ver uma coisa com a outra. Contudo, o Sr.
Vereador que faça o favor de dizer o que lhe aprouver.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo, em tese, que também pode admitir
que não tem nada a ver, mas dada a gravidade daquilo que se passa no CBEI, e
pensa que é grave, que entendem todos que é grave, não consegue achar que são
compartimentos absolutamente estanques e não há “contaminação” entre
compartimentos. Portanto, vai dividir a sua intervenção em dois aspetos:
Um é a questão que vem a reunião de câmara concretamente, e sobre essa
começaria por salientar que, na sua opinião, o documento que acompanha o ponto
não é muito claro e ficou sem perceber muito bem o que é que se pretende. Pelo
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FI. Livro
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Câmara Municipal
que leu e entendeu da documentação fornecida, a confeção das refeições a
fornecer ao agrupamento de escolas Reynaldo dos Santos, ou uma parte do
agrupamento, vai passar a ser efetuada pelo CBEI. Foi isso mais ou menos que
subentendeu, se bem que o texto não é muito claro sobre o assunto, bem como
que vai haver uma atualização de valores. É tanto para a Alves Redol, como para a
Reynaldo? Dantes havia capacidade para estas refeições serem confecionadas na
Reynaldo ou na Alves Redol e agora já não há? Portanto, são estas as questões
concretas relacionadas com o ponto.
Em relação ao contexto em que este ponto vem a reunião de câmara, porque se
está a falar de entregar uma verba ao CBEI por conta do aumento dum serviço que
o CBEI vai prestar ao município, quer votar favoravelmente, mas precisa que o
executivo se comprometa que vai haver contas do CBEI rapidamente. Está-se
quase em fins de fevereiro e não há contas de 2019.
Referiu o Sr. Presidente que isso é óbvio, tem que ser óbvio.
Disse o Sr. Vereador António Félix que ainda não, ninguém tem ainda, como é
óbvio, e essa é uma questão que nem se põe, a câmara municipal não pode pagar
senãohouver,éaleL
Continuou o Sr. Vereador Carlos Patrâo, referindo que se vai aprovar isto hoje e
não há contas.
Referiu o Sr. Vereador António Félix que não pode haver.
Mencionou a Sr Vereadora Manuela Ralha que as contas são até 31 de março.
O Sr. Vereador Carlos Patrão interveio, referindo que não, pode haver, podia já ter
havido contas.
Disse o Sr. Vereador António Félix que não é possível.
Mencionou o Sr. Vereador Carlos Patrão que não, podia ter havido contas.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que normalmente as contas são feitas em
março.
Prosseguiu o Sr. Vereador Carlos Patrão, pedindo que lhe desculpem, mas já
apresentou contas das sociedades onde é gestor. É evidente que se podem
entregar as contas no último dia de março, do primeiro trimestre, ou pode-se fazer
um pouco mais antecipadamente, e dadas as dúvidas que existem pensa que estas
contas já deviam existir. Gostava que esta questão fosse clara, e que a câmara
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Fl.Ata - 086
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Município Proc2 EDUCA.00SE.006.de ti
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Câmara Municipal
municipal rapidamente tivesse as contas de 2019 relativas a esta IPSS, à qual a
autarquia pretende atribuir uma verba em troca de um serviço.
Assim, e para já, ficava-se por estas questões.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo, como primeiro ponto, para ficar tudo claro, que
não se podem ter, nunca se tiveram, nem se quer vir a ter, de acordo com a lei e
pelos próprios regulamentos internos da câmara municipal, parcerias, se as
instituições não apresentarem contas. Aliás, já houve um momento ou outro que
não apresentaram contas e não receberam os subsídios, várias, porque é uma
obrigação apresentar contas.
No que concerne ao CBEI, apresentou contas, e não se vai questionar se as contas
estão bem ou não estão, são aquelas contas que são apresentadas, de modo que
as contas de 2019 hão de ser apresentadas.
Depois, está-se num contexto muito particular, sem dúvida absolutamente
nenhuma, como aliás outras instituições já estiveram e algumas até estão. Há
pessoas presentes que sabem bem disso, do que é estar numa instituição sem
dinheiro, com dificuldades financeiras. É muito complicado, é preciso uma grande
capacidade de sofrimento, às vezes, para ultrapassar estas dificuldades, não tem
dúvidas absolutamente nenhumas.
No que diz respeito aquilo que se traz à reunião de câmara, as refeições que são
confecionadas na Alves Redol são efetivamente para o agrupamento Alves Redol, e
constatou-se que não havia capacidade para também confecionar as refeições,
alargando o fornecimento ao agrupamento de escolas Reynaldo dos Santos. Como
se têm de tomar decisões, decidiu-se que o fornecimento seria igual àquele que
era o fornecimento anterior, ou seja, o CBEI fornecia já o agrupamento Alves Redol,
através da confeção de refeições feitas nas suas próprias cozinhas, para o qual
recebia 2,00€ por refeição, e não vai falar se é muito se é pouco, vai falar de
valores.
Sobre os valores das refeições confecionadas na escola Alves Redol, foi ajustado o
preço de 1,46€, em que a câmara municipal faz a manutenção da cozinha, equipou
a cozinha, paga a água, luz e eletricidade, o que, de acordo com a parceria que
estabeleceu com o CBEI, era um valor ajustado. Por isso, a diferença das refeições
que foram feitas na cozinha do CBEI é entre os 2,00€ e os 1,46€, o que dá este
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RAta 087
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Câmara Municipal
valor, porque a instituição não podia ficar prejudicada.
Falando das parcerias, quer-se muito manter, dentro do quadro legal, as parcerias
com as instituições do concelho, porque se está a falar de economia social,
economia que tem em vista criar condições de postos de trabalho e, sobretudo,
também de fornecimento de refeições de qualidade. Já houve outros modelos, que
não resultaram, o modelo que se tem, em termos gerais, tem sido satisfatório, e
em alguns casos bastante bom. Está-se a trabalhar com as instituições para rever
o valor de 1,46€, e as refeições são feitas nas cozinhas dos agrupamentos de
escolas.
Agora, tem que se ver com o CBEI se este modelo é para continuar ou não, porque,
efetivamente, tem que se avaliar se vai continuar a ter condições para manter esta
parceria com a câmara municipal. Esta parceria tem dois pontos de vista: O
primeiro é ajudar a câmara municipal a fornecer refeições de qualidade às crianças
do concelho; O segundo é que beneficia e ajuda financeiramente o CBEI, se assim
não fosse os problemas financeiros ainda eram muito maiores, e não sabe quais
são em profundidade.
Sobre aquilo que sabe, porque vai acompanhando isto a par e passo, como é a sua
obrigação, hoje mesmo vai ter uma reunião ao fim do dia, às 20h00, que foi o único
espaço que conseguiu encontrar para falar com alguns pais, e sabe que ontem
esteve a Segurança Social na instituição para fazer uma avaliação das questões de
caráter financeiro.
Segundo parece, correu bem, e ainda bem que esta inspeções são feitas, porque
trazem valor acrescentado, em termos da organização, que muitas das vezes estas
instituições até nem têm. Tem que se começar a pensar que estas instituições são,
de facto, pequenas e médias empresas e têm que ser geridas desta forma, não há
volta a dar. Pese embora a muita entrega, o voluntarismo e o voluntariado das
pessoas que estão à frente destas instituições, provavelmente não chega, são
precisas outras características, outras condições, outros planos, outra perspetiva
de reconversão das próprias instituições para as pôr a salvo de dificuldades
financeiras. Depois, o próprio Estado também tem que olhar para estas instituições
com outro olhar, em termos das suas comparticipações dos contratos que
estabelece com as mesmas. É toda uma série de fatores que são absolutamente
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Município Proc2 EDUCA.00SE.006.de
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Câmara Municipal
decisivos para o futuro, para que estas instituições não tenham as dificuldades que
o CBEI está neste momento a atravessar.
Está convicto que se conseguirá resolver, são precisas ajudas externas, é preciso
alguma ajuda também da câmara municipal, e cá se estará para avaliar tudo isso,
para que os trabalhadores recebam o seu vencimento e os utentes não percam o
serviço que é prestado pelo CREI, que é considerado um bom serviço.
O que diz ao Sr. Vereador Carlos Patrão é que aquilo que está em causa é a
diferença do preço dum fornecimento que é feito numa cozinha e o fornecimento
duma refeição que é feita noutra cozinha. É essa, única e exclusivamente, a
diferença que aqui está, e que é muito justo pagar, senão ainda se estava a
agravar mais a situação que o CBEI tem.
Assim, crê que terá respondido às questões, se nâo, questiona qual foi a que faltou.
Respondeu a Sr Vereadora Cláudia Martins que é a razão de ser só agora.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que quer também saber quanto é que a
câmara municipal recebe por refeição do Ministério da Educação. No programa de
generalização de refeições, quanto é que é o subsídio do Ministério da Educação à
câmara municipal por cada refeição?
O Sr. Presidente interveio, respondendo que a câmara municipal está a receber
aquilo que o Estado está a pagar às empresas com quem trabalha. Esse valor está
adquirido em termos de receita, e é provável, para não dizer a certeza, que há de
haver um diferencial, como já havia no 1 ciclo e no pré-escolar, que sempre foi da
obrigação da câmara municipal. Agora, o que se está a falar é das outras escolas
que são da dependência da câmara municipal, que não eram no passado.
Interveio de novo a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que não é exatamente
como o Sr. Presidente disse, mas também não tem que saber tudo, não há essa
preocupação da parte dos membros da CDU, mas propõem que depois lhes seja
fornecido, porque é um cálculo que o Ministério da Educação faz, e não sabe se o
Sr. Presidente já tem informação que lhes possa dar. Contudo, é, por um lado, isso:
Qual é o financiamento à câmara municipal?
Percebem claramente, as instituições recebem 2,00€, as escolas recebem 1,46€,
inicialmente, porque eventualmente o Ministério da Educaçâo pagava água, luz,
gás, e agora é a câmara municipal a pagar, acabando a mesma por financiar as
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Município
‘1 Proc2 EDUCA.00SE.006.de
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Câmara Municipal
refeições confecionadas nas escolas duma outra forma. Percebem esse diferencial
todo e nem querem misturar com mais nada. Agora, estranham, por um lado, que
uma coisa que vem a acontecer desde setembro só agora é que se detete, e
depois, naturalmente, a informação tem um erro e é preciso corrigir, porque não é
com efeitos a partir do mês de setembro de 2019, é com efeitos desde setembro
de 2019. Gostariam ainda de saber qual é o financiamento que o Ministério de
Educação faz à câmara municipal por cada refeição que serve.
É só isto, são perguntas simples para ajudar, não tem nada a ver com o sentido de
voto dos membros da CDU, como o Sr. Presidente imaginará.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que com certeza, efetivamente aquilo que o
Ministério tem pago são as refeições, onde estão incluídos os escalões A e B, essas
refeições são pagas pelo Ministério. Relativamente a este trabalho, aquilo que pode
dizer é que as transferências financeiras que o Ministério faz, das contas que se
fizeram, são suficientes para fazer face a todas as despesas que se têm, de
maneira que pode, duma forma mais fina, depois dizer exatamente o que é. Agora
não tem condições de estar a dizer, mas tem condições, mais tarde, de fornecer
essa informação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que não tinha ainda falado
numa questão, porque gosta de dar a oportunidade às pessoas de fazerem aquilo
que pensa que deve ser feito, pelo que começava por dizer que já fez votações em
reunião de câmara que lhe foram bastante dolorosas, onde teve de assumir até
algum protagonismo nacional, que lhe custaram bastante, tiveram custos políticos,
e pode dizer que provavelmente não tem qualquer futuro político.
Disse o Sr. Presidente que quem pensa pela sua cabeça está sujeito. O próprio está
nomesmobarco.
Continuou o Sr. Vereador, referindo que é exato, não faz fretes a partidos políticos,
nem ao seu. Deu a cara por aquilo que pensa que deve ser o correto e assume as
consequências todas daquilo que votou, e não aceita que haja outros que não o
façam e se ausentem estrategicamente das reuniões de câmara para não terem
que votar certas coisas. Se há conflitos de interesses, as pessoas dizem “eu tenho
um conflito de interesses, tenho um conflito moral, não vou votar isto”.
Não podia deixar de dizer isto, e desta vez percebe porque é que se ausentou, mas
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Ai RAta 090( l\J Reunião de 2020/02/19
Município Ali Proc2 EDUCA.00SE.006.de
‘Vila Franca de Xira Deliberação n9_____________
Câmara Municipal
já houve votações em que houve também ausências estratégicas e não percebeu.
Não gosta quando se passam aqui coisas que não percebe, e era só o que queria
dizer.
O Sr. Presidente interveio, referindo que normalmente, nestas circunstâncias, as
pessoas, de acordo com a lei, têm que referir conflito de interesses e ausentam-se
das votações. Não sabe se é o caso, se não é, não vai fazer comentários acerca
disso. Agora, o que é habitual é isso, O próprio é sócio de uma instituição, não vai
ter grande influência, mas por uma questão de ética não deve participar nas
votações, ejá aconteceu uma ou outra vez.
Disse o Sr. Vereador Carlos Patrão que já houve casos em que houve vereadores
que pediram dispensa de votar porque entendiam que havia conflitos de interesse,
o que não considera eticamente correto é não estarem presentes e não dizerem
nada, não pensa que é correto.
Interveio de novo o Sr. Presidente, mencionando que sobre isso não comenta, não
vai comentar, e vai pôr o ponto à votação.
Disse ainda a Sr Vereadora Regina Janeiro que se tem de corrigir o texto, no
último parágrafo, pois onde se diz que tem efeitos a partir de setembro de 2019, é
“desde”.
Terminou o Sr. Presidente, pondo o ponto à votação, com esta alteração da
redação e de precisão, questionando quem vota contra, quem se abstém,
concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente, com a alteração proposta pela Sfl Vereadora Regina Janeiro.
30 CBEI 8/8
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EI. Livro
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RAta 031
Reunião de 2020/02/19
Município Proc2 EDUCA.00SE.003.de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PROJETO DE REGULAMENTO DA ESCOLA A TEMPO INTEIRO
- CONSULTA
PÚBLICA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 35/20, de
10/02, do DED/DE, para aprovação da submissão a consulta pública, pelo prazo de
30 dias, nos termos do n9 1, do artigo lOl do Código do Procedimento
Administrativo, do projeto do Regulamento Municipal da Escola a Tempo Inteiro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 35/20, de 10/02, do
DED/DE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
31 E-ri
FI. Livro
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1i RAta 092
.7fl Reunião de 2020/02/19
Município Ali
____________________
Vila Frar de Xira
‘ V Deliberação n 079
Câmara Municipal
1. Assunto: 6 CORRIDA CIDADE DE ALVERCA - CONTRATO-PROGRAMA DE
DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 61/20, de
06/02, do DED/DDL para aprovação da minuta do contrato-programa de
desenvolvimento desportivo a celebrar com a Associação Portugal Talentus, que
define as condições de apoio logístico do evento 6 Corrida Cidade de Alverca, a
realizarnodia24demaio.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 61/20, de 06/02, do
DED/DDL, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Féix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
32 APT
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EI. Livro
e El. AtaReunião de 2020/02/19
Município Proc
___________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n OS O
Câmara Municipal
1. Assunto: 1O CIRA HÓQUEI E 30° XIRA BASKET
- CONTRATO-PROGRAMA DE
DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna ri2 64/20, de
06/02, do DED/DDL, para aprovação da minuta do contrato-programa de
desenvolvimento desportivo a celebrar com a União Desportiva Vllafranquense,
que define as condições de apoio logístico dos eventos desportivos 10° CIRA
Hóquei, nos dias 22, 23 e 25 de fevereiro, e 30° XIRA Basket, nos dias 9, 10 e 11 de
abril. - --— —
3. Informações/pareceres: Mexa-se comunicação interna n° 64/20, de 06/02, do
DED/DDL documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. —
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
--_____________
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador Mtónio Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
-
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.—--
-__________
33UDV
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FI. Livro
EI. Ata
Reunião de 2020/02/19
Município À Proc
___________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2 081
Câmara Municipal
1. Assunto: CAMPEONATO NACIONAL DE KAYAK POLO
- CONTRATO-PROGRAMA DE
DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO
-_________
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 62/20, de
06/02, do DED/DDL para aprovação da minuta do contrato-programa de
desenvolvimento desportivo a celebrar com o Alhandra Spoftlng CIub, que define
as condições para a cedência da Piscina Municipal de Vila Franca de Xlra, para a
realização do Campeonato Nacional de Kayak Polo, a decorrer nos dias 14 e 15 de
março.
—
--
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunIcação interna nQ 62/20, de 06/02, do
DEDIDDL documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. —
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
-_______
5. Disposições legais aplicáveIs:
-
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
-
-
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.—
34 MC
A. Livro
____________
RAta 09E1
Reunião de 2020/02/19
Município Proc
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n____________
Câmara Municipal
1. Assunto: GESTÃO DO PAVILHÃO DESPORTIVO MUNICIPAL DE ARCENA - CONTRATO-
PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO - CASA DO POVO DE ARCENA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 69/20, de
11/02, do DED/DDL, para aprovação da minuta do contrato-programa de
desenvolvimento desportivo a celebrar com a Casa do Povo de Arcena, que define
as condições de gestão do Pavilhão Desportivo Municipal de Arcena, para o ano
2020, bem como a atribuição de uma comparticipação financeira, no valor total de
12000,00€.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 69/20, de 11/02, do
DED/DDL, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
—
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que se permitia pôr este ponto 35 e o ponto 36
à discussão, dando a palavra à CDU.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo que os membros da
CDU gostariam de propor que estes pontos fossem retirados hoje da ordem de
trabalhos para poderem ser melhor reavaliados junto das coletividades, das
instituições, pois sabem que este valor não vai ao encontro das suas necessidades.
Também no texto há pelo menos uma situação que viram, diz-se que a Casa do
Povo, o juventude da Castanheira, têm que decidir as taxas nâo previstas no
regulamento da câmara municipal em janeiro, mas já se está a meio de fevereiro, e
isto também deveria ser revisto e alterado.
Portanto, propõem que os pontos sejam retirados hoje e sejam reavaliados junto
destas coletividades.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando, só para que toda a gente
as 1/9
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FI. Livro
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Fl.Ata 096
A ti \ Reunião de 2020/02/19
Município / j4jlj\ Proc2
___________________
de /
‘ 1 AUVila Franca de Xira ( / Deliberação n2
Câmara Municipal
perceba o que está a ser discutido, que a câmara municipal construiu pavilhões
para a prática desportiva, depois cede estes pavilhões a outras entidades coletivas,
ao movimento associativo, neste caso à Casa do Povo de Arcena e ao juventude da
Castanheira, para que façam a gestão dos pavilhões. Passa 1 000,00€ por mês por
cada um, mas obriga-os a estarem abertos todos os dias, das 10h00 às 18h00, ao
finaldodiaeaofimdesemana.
Um funcionário que ganhe um ordenado mínimo custa 1 000,00€ à entidade
empregadora. É isto que se está a propor ao movimento associativo? É isto que se
está a dizer ao movimento associativo? Depois não se quer que o movimento
associativo tenha problemas financeiros e anda-se a correr atrás do prejuízo,
porque não se criam as condições. Se fosse a câmara municipal a explorar estes
pavilhões tinha de ter, no mínimo, 3 trabalhadores, para poder dar as folgas e fazer
este uso nos horários que exige que o movimento associativo faça, e depois está a
dizer ao movimento associativo que lhe dá 1 000,00€. Está-se a promover, por um
lado, o trabalho precário, porque é impossível, e depois estão-se a provocar
problemas financeiros nas instituições.
É nestas coisas que os membros da CDU têm divergências efetivas, profundas,
entendem que uma entidade como a câmara municipal não pode, em momento
algum, pôr o movimento associativo em risco da sua saúde financeira.
O Sr. Presidente tomou a palavra, mencionando que a gestão destes pavilhões, e já
passa a palavra ao Sr. Vereador António Félix, subentende também a possibilidade
das próprias instituições tirarem partido financeiro da sua utilização, se não o
fazem, não sabe porquê.
Uma das instituições em questão faz, e faz bem, e está muito satisfeita por este
aumento, que já o tinha reivindicado. Portanto, quando se faz a gestão dum
equipamento é também para tirar rentabilidade e não ter prejuízos. Se uma
instituição consegue fazê-lo, porque é que outra não consegue? Efetivamente não
percebe, e por isso mesmo entende que, das duas uma, ou uma instituição é bem
organizada e consegue fazer o trabalho de gestão adequado, ou outra não é muito
organizada e não consegue. É a única constatação que faz.
O Sr. Vereador António Félix interveio, dizendo, quanto à questão da Sr Vereadora
Cláudia Martins, que obviamente estes contratos foram avaliados e falados com as
35 CPA 2/9
I
FI. Livro
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Fl.Ata 097(1 j\J Reunião d 2020/02/19
Município /1.... tU Proc
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de AUVila Franca de Xira l
‘
Deliberação n2
Câmara Municipal
instituições.
Perguntou a Sr Vereadora Cláudia Martins se ambas estão em concordância com o
valor
Respondeu o Sr. Vereador António Félix que ambas estão em concordância com a
alteração, aliás, se se fizerem contas está-se a falar dum aumento de 26% face
àquiloque recebiam.
A Sr? Vereadora Regina Janeiro pôs esta questão, percebe que a ponha desta
forma, mas sabe que não é verdade, não se pode falar que os 1 000,00€ que as
instituições recebem é só para ter aquilo aberto. Sabe-se, como o Sr. Presidente
disse, e muito bem, que a entidade que gere o pavilhão gere-o de muitas formas, e
também se sabe os alugueres que fazem, os montantes que cobram, as equipas
que lá vão jogar e grupos de pessoas que lá vão jogar, pelo que os 1 000,00€ são
mesmo para a gestão do pavilhão, não são para suportar o pavilhão, obviamente.
-
Todos sabem, se fosse para suportar todo o pavilhão, que não fazia sentido dar a
gestão, pelo que nâo vale a pena estar a dizer que os 1 000,00€ é para ter lá 3
pessoas, pois sabe-se que não é assim, Os 1 000,00€ representam um aumento de
26%, foi falado com as duas instituições e ambas estiveram de acordo, aliás,
ambas disseram, particularmente aquela que é melhor gerida, mas não vai entrar
em pormenores, que isso era fundamental para a gestão do dia a dia, apresentou
custos de funcionamento e disse aquilo que seria suficiente para poder gerir
convenientemente o pavilhão.
—
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que gosta muito de dizer sempre a verdade, e
gostava que a contrariassem se estivesse a mentir, sendo que a câmara municipal
construiu estes pavilhões, e quando os construiu foi para dar apoio ao movimento
associativo e partiu do princípio que seria a própria que os iria gerir. Se os fosse
gerir tinha que ter 3 funcionários, e a própria não disse nenhuma mentira até
agora.
Pediu o Sr. Presidente à Sr Vereadora para continuar.
Continuou a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que a câmara municipal teria
que ter 3 funcionários, está a passar aquilo que é uma responsabilidade sua para o
movimento associativo, e até acredita que o executivo entenda que está a fazer
isto para ajudar o movimento associativo, para que tenha receita. Até acredita, vai
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RAta 098
Reunião de 2020/02/19
Município A\J i Proc9
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de v’ 9Vila Franca de Xira L, Deliberação ri2
Câmara Municipal
tentar provar, e não vai tecer comentários sobre a capacidade de gestão de
nenhuma das entidades coletivas porque não é sécia de nenhuma, se fosse daria a
sua opinião em sede de assembleia-geral, nunca avaliaria publicamente aquilo que
fazem, mas queria que se pudesse partilhar.
A câmara municipal vai dar 1 000,00€ e utiliza o pavilhão para a realização de
iniciativas da sua responsabilidade, como sejam os Encontros Desportivos
Concelhios, Férias Desportivas, Férias Jovens, atividades das escolas de 12 ciclo, e
atividades da responsabilidade do centro comunitário de Arcena.
Portanto, ao espaço que a entidade tem para explorar é retirado logo à partida
tudo isto, que fica apenas por conta da câmara municipal, mas depois, a seguir,
obriga-se a entidade ou as entidades, as duas, Casa do Povo de Arcena e
Juventude da Castanheira, e terem seguro de responsabilidade civil. Ainda há 15
dias crê que se aprovou um concurso para os seguros, e mexeria efetivamente nas
contas da câmara municipal se fosse a mesma a fazer os seguros para todos os
pavilhões que dão ao movimento associativo para explorar? Efetivamente
condicionava a gestão financeira?
Depois, as instituições têm que ter a presença de pessoal necessário, com perfil
adequado ao acompanhamento e vigilância dos utilizadores, e não sabe o que é
que quer dizer, sinceramente. Contudo, não quer pressupor o que está escrito.
Têm também que suportar os encargos com o consumo de água, eletricidade, gás,
limpeza e seguro de instalações e recheio, têm que garantir o espaço para
acondicionamento de material e equipamento desportivo e têm que elaborar o
regulamento.
Para além disso, têm que disponibilizar gratuitamente a utilização do pavilhão,
num total de 25 horas semanais, nos horários das 10h00 às 18h00, e disponibilizar
o pavilhão, das 18h00 às 23h00, para o movimento associativo indicado pela
câmara municipal, que são mais 10 horas.
Que se façam os horários todos, sabendo que as pessoas sem serem as que estão
nas escolas só têm capacidade para treinarem à noite. Façam-se as horas das
21h00 às 23h00, 2 horas, que multiplicadas por 5 são 10 horas por semana,
juntem-se mais 16 horas ao fim de semana e veja-se a capacidade que se tem para
explorar e tirar receita.
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Município
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Câmara Municipal
Na opinião em concreto dos membros da CDU não se está a pôr, os pontos não vão
ter o seu voto favorável, e gostariam que efetivamente o valor fosse maior, porque
há condições para isso, é justo, é para o bem do concelho ter pessoas a praticar
desporto, têm-se os pavilhões e é bom. Tem a certeza que nenhuma das entidades
pensa que devia ser menor, tem a certeza absoluta que as duas entidades estão de
acordo com a CDU, o valor deveria ser maior para que seja justo. Se quem
consegue gerir isto está bem, pensa que é impossível estar a pagar um ordenado
mínimo a alguém, também ninguém lho diga, pois todos sabem, porque um
ordenado mínimo custa efetivamente à entidade patronal cerca de 1 000,00€.
Assim, os membros da CDU pedem apenas, até porque já perceberam que uma vez
mais não há disponibilidade para retirar os pontos ou para ponderar, porque já
todas as ponderações foram feitas, que uma vez mais se corrija aquilo que está na
cláusula 5, ponto 3, pois não é possível aprovar taxas em janeiro se as entidades
só vão receber o pavilhão em fevereiro. Que se trate das coisas atempadamente, e
também é a segunda vez que dão conta nesta reunião. Que se faça lá o trabalho,
porque sabe-se que todos os anos se têm que rever os protocolos. Que se tragam
atempadamente, que não se faça “copy paste”, que se trabalhe e naturalmente se
corrijam estes erros.
Interveio de novo o Sr. Presidente, mencionando que se tem tido uma relação com
as instituições que é de transparência, de rigor, tem-se vindo a fazer o percurso até
aos dias de hoje e, de facto, não se revê em muitas das coisas que a Sr Vereadora
acabou de dizer, na medida em que as instituições têm-se sentido confortáveis
com as parcerias que têm tido com a câmara municipal.
Assim, a única coisa que retém é a eventualidade de avaliar a possibilidade dos
seguros estarem por conta da autarquia, parece-lhe uma ideia interessante de
avaliar.
Quanto ao resto, o juventude da Castanheira nem sequer recebia nada, recebia
zero, porque não apresentava contas. Como já disse, foi numa reunião que teve
com os novos responsáveis, em que lhes disse que se virassem, fizessem uma
assembleia-geral extraordinária e apresentassem contas. Foi assim que todos os
subsídios que estavam em atraso foram pagos, e não foram tão poucos como isso.
Foi para encontrar uma almofada financeira adequada para esta nova direção fazer
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de
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Câmara Municipal
face às dificuldades que o clube atravessa, e neste momento, felizmente, as coisas
estãoaandarbem.
Agora, não se pode passar do 8 para o 80, não se pode querer passar duma
situação que é calamitosa para uma situação que a câmara municipal não tem
condições de resolver. Se o clube efetivamente não está em condições de aceitar
esta proposta, pode dizer e haverá de se encontrar outra solução de gestão do
próprio pavilhão. Não crê que seja isso, na medida em que as conversas que teve
foram no sentido de que o valor devia ser aumentado e é isso que se está a fazer. -
Se a Sr Vereadora lhe perguntar se é adequado, hão de dizer sempre que devia
ser um bocadinho mais, e é natural que assim seja.
O Sr. Vereador António Félix interveio, só para corrigir um assunto, até porque é
importante dizer, quando a Sr Vereadora Regina Janeiro diz que não faz avaliações
de gestão, o próprio tem que fazer, se recebe as contas das entidades tem que as
analisar, e é em função das contas que apresentam que se avalia se a gestão é
bem-feita ou é mal feita. Isso é algo que se tem que fazer, e fá-lo. Não está a dizer
quem é que faz bem ou quem é que faz mal, mas perante as contas que
apresentam avalia-se se a gestão é bem-feita ou é mal feita.
Relativamente à questão de ceder o espaço para o movimento associativo, esse
espaço é cedido ao movimento associativo mas é pago à entidade que gere o
pavilhão. É cedido ao movimento associativo, que paga essa utilização e também é
pago por outros, que, não sendo o movimento associativo, também utilizam o
pavilhão e pagam. É tudo receita que vem a favor da entidade que gere o pavilhão.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que hoje vai dizer muito
rapidamente uma coisa que há muito tempo lhe deu vontade de dizer aos seus
colegas, presidente da câmara e vereadores, e di-Io com a mais profunda
convicção. Acredita piamente que se tivessem alguma vez estado envolvidos em
associações como aquelas em que o próprio felizmente também se envolveu e
dirigiu, não teriam de certeza absoluta a visão que têm enquanto vereadores e
presidente de câmara. É preciso passar por essas associações.
Disse o Sr. VereadorAntónio Félix que tem 20 e tal anos.
Prosseguiu o Sr. Vereador Másrio Calado, referindo que também tem 20 e tal anos,
não está a discutir isso, está a dizer é se fossem confrontados com problemas
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
seríssimos como a maioria.
Referiu o Sr. Vereador António Félix que o que é preciso é saber gerir.
Continuou o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que está bem, se calhar foi o
próprio que esteve no Ateneu e outros sftios e não soube gerir, e os outros que lá
estão.
Tem a convicção que se tivessem passado por dificuldades sérias, às vezes
dramáticas mesmo, enquanto dirigentes dessas associações, depois, na condição
de vereadores e presidente de câmara tem muitas dúvidas que tivessem a mesma
convicção ou a mesma ideia. Que lhe perdoem, é a sua opinião.
Referiu o Sr. Presidente que sempre que essas questões aconteceram a câmara
municipal esteve presente na ajuda, e o Sr. Vereador sabe disso.
Disse o Sr. Vereador Mário Calado que nem quer muito falar nisso.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que a missão dos membros do executivo
sobre o movimento associativo é estarem presentes e apoiarem quando é
necessário, de acordo com as suas disponibilidades, e o Sr. Vereador sabe muito
bem disso.
Referiu o Sr. Vereador Mário Calado que sabe de mais ainda, não vai falar mais
disso.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que o Sr. Vereador sabe muito bem disso, pelo
que não venha dizer que não têm coração, que no lado do coração têm uma pedra,
porquenãoéverdade.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que não disse isso.
Disse o Sr. Presidente que conhecem bem o movimento associativo, sabem bem as
dificuldades que têm e respeitam muito o trabalho que desenvolve, é por isso
mesmo que encontraram parcerias. Podia estar a câmara municipal a gerir aqueles
pavilhões, mas as próprias instituições acharam que podiam substituir a câmara
municipal. As próprias instituições sugeriram que fossem elas a gerir os pavilhões e
o próprio pensa que ganharam todos.
Agora, também diz que quando há dificuldades nos pavilhões, quando o
acumulador deixa de trabalhar, quem paga é a câmara municipal. Quando há um
equipamento que se deteriora, o piso que está deteriorado, quem faz essa despesa
naturalmente é a câmara municipal.
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Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
Quando se está a falar da gestão do pavilhão, é das coisas correntes, se
efetivamente uma destas instituições não está confortável, de continuar a gestão,
têm que conversar, e, se for caso disso, encontrarão outra solução, julga o próprio,
mas ver-se-á. Contudo, não foi essa a sensação com que ficou das conversas que
teve, a sensação é que se deveria aumentar o valor, e é isso que se está a fazer.
Se é insuficiente, acredita que gostassem que o valor fosse superior, mas não se
pode chegar a tudo, nâo se conseguem encontrar soluções de acordo com as
ambições que se têm relativamente a esta matéria e a outras.
Terminou, perguntando se o Sr. Vereador António Félix já terminou ou quer ainda
acrescentar mais alguma coisa.
Referiu o Sr. Vereador António Félix que não, é apenas reforçar um pouco o que o
Sr. Presidente disse, e ainda, relativamente à questão do pavilhão de Arcena, a
substituição das caldeiras, do piso, a manutenção que é feita das caldeiras e da
água quente, é tudo assegurado pela câmara municipal, bem como algumas
correções que têm acontecido em termos de infiltrações ou do que quer que seja.
Única e exclusivamente aquilo que a associação faz é a gestão corrente, tudo o
resto é feito pela câmara municipal.
—
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra ao Sr. Vice-Presidente, dizendo que o
mesmo vai puxar pelos seus galões associativos.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, perguntando como é que o Sr. Presidente
adivinhou e dizendo que é simples, é que o Sr. Vereador Mário Calado pode crer
que a passagem pelo movimento associativo, de muitos anos, e não está a calibrar
se foram 10 anos, se foram 15 anos, foram muitos anos, foi uma vida, tem ajudado
muito à sensibilidade dos membros do executivo, essa passagem pelo movimento
associativo ajuda-os muito nas decisões que tomam na câmara municipal.
Disse o Sr. Vereador Mário Calado que parece que não.
Referiu o Sr. Vice-Presidente que parece que sim, depende sempre da perspetiva, o
copo cheio e o copo vazio.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que o Sr. Vereador Mário Calado pode
acreditar que é muito útil esta vivência.
Referiu o Sr. Vereador Mário Calado que sabe do que é que está a falar.
Continuou o Sr. Presidente, referindo que o executivo também sabe muito bem, o
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Fl.Ata 103
• A A 1 Reunião de 2020/02/19
Município IA1V Proc°
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de AliVila Franca de Xira
• J Deliberação ri2
Câmara Municipal
auditório do Ateneu esteve para fechar se a câmara municipal não se chegasse à
frente,efezmuitobem.
Disse o Sr. Vereador Mário Calado que acha muito bem.
—
O Sr. Presidente interveio de novo, dizendo que fez muito bem, e foi essa
sensibilidade que o executivo tem, passando à votação dos pontos 35 e 36,
começando pelo 35, perguntando quem vota contra e quem se abstém.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que os membros da CDU
querem fazer uma declaração de voto, que é igual para os pontos 35 e 36, podem
fazer só depois da votação do ponto 36.
Respondeu o Sr. Presidente que com certeza, quando terminar a votação do ponto
36 a Sr Vereadora faça o favor de fazer a declaração de voto.
Prosseguiu, referindo que o ponto 35 é aprovado, por maioria, com a abstenção
das Srs e Srs. Vereadores da CDU, e perguntando, para o ponto 36, quem vota
contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado, por maioria, com a abstenção
das Sras e Srs. Vereadores da CDU.
A Sr Vereadora Regina janeiro retomou a palava, dizendo que os vereadores da
CDU abstêm-se porque propuseram que os pontos fossem retirados para ser
ponderado o aumento do valor, pois consideram que 1 000,00€ por mês, face às
exigências de horários que a câmara municipal coloca ao movimento associativo, é
claramente não respeitar o trabalho, pelo que é propor que haja trabalho precário
o exigir que haja trabalho precário, porque 1 000,00€ por mês permite apenas
pagar um salário de 1 trabalhador, quando, para cumprir os horários que a câmara
municipal exige, são, no mínimo, 2 trabalhadores. Este tipo de comportamentos da
câmara municipal e as verbas que vai transferindo para o movimento associativo,
neste tipo de situações, na opinião dos vereadores da CDU põem em causa a
saúde financeira do movimento associativo, e não podem, naturalmente, estar de
acordo com esta proposta.
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo e referindo que fica em ata, é transcrito
paraaata.
7. Deliberação: Deliberado, por maioria, com a abstenção dos membros da CDU, em
conformidade com a proposta do Sr. Vereador António Félix.
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IÂ j\ Reunião de 2020/02/19Município AU Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n 083
Câmara Municipal
1. Assunto: GESTÃO DO PAVILHÃO DESPORTIVO MUNICIPAL DE CASTANHEIRA DO
RIBATEJO
- CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO
-
JUVENTUDE DA CASTANHEIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 70/20, de
11/02, do DED/DDL, para aprovação da minuta do contrato-programa de
desenvolvimento desportivo a celebrar com o juventude da Castanheira, que
define as condições de gestão do Pavilhão Desportivo Municipal de Castanheira do
Ribatejo, bem como a atribuição de uma comparticipação financeira, no valor total
del2 000,00€.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 70/20, de 11/02, do
DED/DDL documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.--
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
—
A discussão deste assunto foi feita em conjunto com o ponto 35 da ordem do dia.--
7. Deliberação: Deliberado, por maioria, com a abstenção dos membros da CDU, em
conformidade com a proposta do Sr. Vereador António Félix.
36 JC
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105
7 I\j\ Reunião de 2020/02/19
Município AU Proc2
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de 1’ OVila Franca de Xira Deliberação n Oo4
Câmara Municipal
Assunto: CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO REFERENTE
À REABILITAÇÃO DA PISTA DE ATLETISMO - UNIÃO ATLÉTICO POVOENSE
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/02/12, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, nos termos da
alínea f), do n2 2, do artigo 23, e das alínea o) e u), do n2 1, do artigo 332, do
anexo 1 da Lei n2 75/2013, de 12 de setembro, a qual aprovou e consagrou o
Regime jurídico das Autarquias Locais, na redação em vigor, bem como do n2 1, do
artigo 1012 do Regulamento Administrativo Municipal conformador do Programa de
Apoio ao Movimento Associativo, aprovação da minuta do contrato-programa de
desenvolvimento desportivo a celebrar com o União Atlético Povoense, que define
a prestação de apoio de natureza logística e material, com uma expressão
financeira máxima de 52 997,29€, incluindo o IVA à taxa legal vigente, destinado à
execução de trabalhos de reabilitação da sua pista de atletismo.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
37 UAP
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Li RAta 1116
Reunião d 20i0102/19
Município Vil ProcQ
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
-
Câmara Municipal
1. Assunto: ROTA HISTÓRICA DAS LINHAS DE TORRES
- CANDIDATURAS -
CONTRIBUIÇÕES EXTRAORDINÁRIAS
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 48/20, de 06/02,
do DCT/DCMPHJSPH, para aprovação do pagamento das contribuições
extraordinárias relativas aos projetos candidatados pela RHLT
- Associação para o
Desenvolvimento Turístico e Patrimonial das Linhas de Torres, o Programa Valorizar
- Linha de Apoio à Sustentabilidade, no valor de 7 164,85€, o Programa Valorizar -
Linha de Apoio à Valorização do Interior, no valor de 9 923,08€, e o INTERREG V:
Espanha - Portugal (NAPOCTEP), no valor de 6 111,11€.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 48/20, de 06/02, do
DCT/DCMPH/SPH, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que o Bloco de Esquerda saúda a
participação da câmara municipal nas Rotas Históricas das Linhas de Torres, que, de
facto, é um monumento importante, e considera até que devia ser mais bem
promovido e explorado. Espera que não lhe levem a mal a crítica, mas é uma crítica
construtiva que o Bloco de Esquerda faz, de que se deveria tirar mais partido do
facto de se ter uma parte importante das Linhas de Torres no concelho. Gostaria de
frisar que se trata do sistema de fortificações mais extenso que existe na Europa, no
qual o concelho de Vila Franca de Xira tem uma parte importante.
Saúda que o concelho contribua financeiramente para estes projetos, mas gostaria
de saber também se a câmara municipal pensa entrar nalgum destes projetos como
promotora, como parceira, para além da contribuição financeira que já dá e que lhe
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Jlv’ Reunião de 2020/02/19
Município / l’roc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
parece ser de aplaudir.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, começando por dizer ao Sr.
Vereador Carlos Patrão que os senhores que acompanham regularmente as reuniões
de câmara estão cansados de a ouvir falar nas candidaturas das quais se está à
espera de resolução e das quais a câmara municipal é parceira, e este é, finalmente,
o resultado das candidaturas que a associação da Rota Histórica das Linhas de Torres
fez, precisamente para a promoção de várias áreas de recuperação dos monumentos
da Linhas de Torres do concelho, e desde logo a candidatura da NAPOCTEP é
internacional, faz parte da criação do itinerário cultural e turístico com relação a
Napoleão Bonaparte.
Assim, explicando desta forma mais singela, a câmara municipal não só é promotora
das candidaturas, como é parceira, é interventora e financiadora de parte destas
mesmas candidaturas, porque faz parte da associação da Rota Histórica das Linhas
deTorres.
Pode, duma forma muito rápida, dizer que estas candidaturas abrangem áreas tão
vastas como a execução de maquetes táteis, rampas para melhoria de
acessibilidades, projetos pedagógicos, programas de educação patrimonial, livros
infantis, mapas e sinalética. ——-- —
Para além de todas estas candidaturas, falta ainda saber o resultado da candidatura
especificamente que o município de Vila Franca de Xira fez ao Turismo de Portugal,
ao “Valorizar”, que se chamava “Andar nas Linhas”, em parceria com o Turismo, que
pretendia valorizar todo o património do concelho, assim como fazer algumas
intervenções de relevo no património da Rota Histórica das Linhas de torres.
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo e dizendo que se está em condições de
passar à votação, questionando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que
o ponto é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
38 RHTL 2/2
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
Fl.Uvro
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RAta -.
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Reunião de 2020102119
Proc2 DaAE.00DB.108.00l.
Deliberação n___________
1. Assunto: ATA DO PRÉMIO LITERÁRIO “ALVES REDOL” 2019—
-_______
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 80/20, de
12102, do DaIDBA, relativa à ata da reunião do júri do Prémio Literário “Alves
Redor’ 2019, para conhecimento dos premiados no concurso. --
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 80/20, de 12/02, do
Da/DBA, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. —
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A SrU Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento. ——
39 Mves Redol
S
RAta 109
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El. Livro
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Reunião de 2020102119
Municipio pmc°
___________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n___________
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DO POMAR” - RONDULHA - SÃO joÃo
DOS MONTES
—-—
--______
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n° 127/20, de
10102, do Da/Gabinete de Toponímia, para aprovação da atribuição de um
topónimo na Rondulha, em São João dos Montes, ao arruamento com início na
Estrada Nacional 248 e término sem saída, passando o mesmo a designar-se “Rua
do PomaC.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 127/20, de 10/02, do
Da/Gabinete de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nesta parte da ata.----
—
—
—
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
-________
5. Disposições legais aplicáveis:
-_________
6. Propostas: A Sra Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
—-
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sfl
Vereadora Manuela Ralha.
-
40 R Pomar
FI. Livro
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110
Reunião de 2020/02/19
Município
í 1 Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n 087
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “CAMINHO DO POMAR”
- RONDULHA
- SÃO
JOÃO DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 128/20, de
10/02, do DCT/Gabinete de Toponímia, para aprovação da atribuição de um
topónimo na Rondulha, em São João dos Montes, ao arruamento com início na
Estrada Nacional 248 e término sem saída, passando o mesmo a designar-se
“Caminho do Pomar”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 128/20, de 10/02, do
DCT/Gabinete de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
41 c Pomar
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El. Livro
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RAta 111
0111 Reunião de 2020/02/19
Município $IV\ Proc2
___________________
de AUVila Franca de Xira 7 Deliberação n 088
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “TRAVESSA CUSTÓDIO JOSÉ DA BISPA”
- A-
DOS-POTES - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 137/20, de
10/02, do DCT/Gabinete de Toponímia, para aprovação da atribuição de um
topónimo em A-dos-Potes, em Alverca do Ribatejo, à artéria com início na EN116 e
término na rua Heróis de Portugal, passando a mesma a designar-se “Travessa
Custódio José da Bispa”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 137/20, de 10/02, do
DCT/Gabinete de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
42 Bispa
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FI. Livro
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RAta
-. 112
f4 Reunião de 2020/02/19
Município 7 d Â! Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira ( Deliberação ____________
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA HENRIQUE DE FARIA”
- A-DOS-POTES -
ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 138/20, de
10/02, do DCT/Gabinete de Toponímia, para aprovação da atribuição de um
topónimo em A-dos-Potes, em Alverca do Ribatejo, à artéria com início na rua do Rio
Seco e término na travessa Custódio José da Bispa, passando a mesma a designar-
se “Rua Henrique de Faria”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 138/20, de 10/02, do
DCT/Gabinete de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nestapartedaata.
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
paraaprovação. — —
Interveio o Sr. Presidente, sugerindo que os membros da CDU falem dos pontos 43,
44 e 46, votando-se depois cada ponto “per si”.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que os membros da CDU podem
votar até em bloco, não tem problema, só entendem, tendo em conta que se está a
falar de ruas com nomes de pessoas, que haveria de ser feita alguma referência.
Optaram por escolher estes 3, um dos outros é apenas uma correção e confessa que
não está recordada de quem é o “tio Branco”, nem de ouvir falar dele, e sente-se
incapaz de falar.
De qualquer das formas, sobre Henrique de Faria, recorda-se, não dele, mas de
sempre ouvir falar dele, pensa que é justo que se diga que foi uma pessoa operária
nas OGMA e na Mague, que esteve 6 anos preso. Era um resistente antifascista, faz
parte da história da resistência e da luta pela democracia e foi militante do Partido
Comunista Português. Portanto, não se sentiria bem em votar este ponto sem sequer
43 Faria 1/4
FI. Livro
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FLAta 113
Reunião de 2020/02/19
Município Proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
fazer algum comentário.
Sobre o segundo em que também pediu para intervir, o Rui Vitória, é mais velho do
que a própria, andaram juntos na escola, nunca foram da mesma turma, mas, por
razões várias da vida, por acaso o pai dele começou a trabalhar no mesmo dia que
o seu pai nas OGMA, no dia 5 de julho de 1955, se nâo está em erro. As suas vidas
sempre se foram cruzando, foram-se sempre encontrando em diferentes fases, e não
é muitas vezes que acontece atribuir o nome duma rua a alguém que é vivo, mas
pensa que é muito justo, porque o percurso está feito. Independentemente de
alguma coisa de futuro poder vir a acontecer, pensa que o percurso que teve, de
vida, nomeadamente no campo do futebol, merece, de todo, o respeito e a aceitação
favorável de todos. Até pensa, em tom de ironia, é claro, que por baixo do nome,
entre parênteses, devia dizer o nome por que toda a gente o conhece em Alverca,
que não é certamente o Rui da Vitória.
Disse o Sr. Vice-Presidente que pode dizer, no seu trajeto associativo ele foi seu
jogador, é o “pé-de-chumbo”.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que é o “pé-de-chumbo”, e questiona se o Sr.
Vice-Presidente também sabe quem é que lhe pôs a alcunha, ao que o mesmo
respondeu que sabe.
Prosseguiu a Sr Vereadora, dizendo que se recorda da primeira vez que ouviu o
nome completo dele, porque para quem é de Alverca ele é apenas o “pé-de-
chumbo”, que é a forma carinhosa por que todos os amigos o tratam. Portanto,
valoriza também isto.
Quanto ao ponto 46, é relativo ao nome duma pessoa que crê que não poderia uma
vez mais passar sem fazer a referência. Chama-se rua José Sabino Ferreira Lopes,
mas está-se a falar daquele que quem é de Alverca sabe, que será para sempre o
José Sabino.
—
OJosé Sabino foi vereador da câmara municipal, foi eleito na assembleia de freguesia
e na assembleia municipal, mas era um pouco mais do que apenas um eleito e, com
todo o respeito pelo Partido Socialista, era muito mais do que um eleito do Partido
Socialista. Foi toda a vida um homem de muitos consensos, e está a falar no tempo
logo do pós 25 de Abril, onde os partidos viviam em mais conflituosidade do que hoje
vivem. Na altura ele trabalhou com o Daniel Branco, foi vereador com o Daniel
43 Faria 2f4
I
FI. Livro
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FI.Ata
— 114
Reunião de 2020/02/19
Município Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2
Câmara Municipal
Branco, e pelo respeito que sempre houve entre todos, este respeito democrático
que é exigível, até para que naturalmente as pessoas continuem a confiar naqueles
que disponibilizam a sua vida para terem cargos públicos e políticos, crê que o José
Sabino é um grande exemplo.
Já o tinha dito, felizmente teve a sorte de crescer também com os seus filhos e
partilhar aquilo que na altura se chamava “o casarão”, que hoje é a sede da Junta
de Freguesia de Alverca, e é alguém que teve um papel muito fundamental. Aliás, a
lojinha de roupa que ainda hoje há no edifício da junta era a farmácia Ferreira, era a
farmácia do avô, que depois passou para o irmão do José Sabino.
Queria valorizar muito, já agora, pois não o disse, a atitude da junta de freguesia,
propondo estes 3 nomes com tanta importância para a freguesia de Alverca. Haverão
certamente outros, mas estes são muito importantes, e da parte da CDU congratula
a junta de freguesia e crê que será aprovado. Os membros da CDU ficam muito
contentes que estes 3 nomes passem a vigorar nos nomes das ruas de Alverca.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que isto só revela que os grandes homens,
as grandes mulheres, não precisam de rótulos. É a sua maneira de estar na vida, o
seu caráter, a maneira de olhar para o seu semelhante e tentar encontrar soluções
para quem mais sofre, quem é mais frágil, e o José Sabino era essa pessoa, que
esteve envolvida em muitas instituições e ajudou a criar algumas instituições.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que foi fundador da Casa de São Pedro.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que efetivamente tem em vista justamente
ajudar quem mais precisa.
Todas estas pessoas têm um trajeto, que fala por si, enquanto pessoas, enquanto a
dedicação ao seu semelhante é um fator, que às vezes faz um bocadinho de falta
nos dias que correm. São referências que devem fazer refletir, pois muitas das vezes
alguns muito assoberbados com muita coisa nem conseguem olhar para quem está
ao lado e está a precisar de ajuda. Estes são homens de grande grandeza, grande
nobreza, que fizeram da sua vida isso mesmo, ajudar quem precisava.
Terminou, referindo não saber se a Sr Vereadora Manuela Ralha se quer referir a
algum aspeto da atribuição destes topónimos, se foi tudo consensual, se não foi, pois
às vezes estas questões têm alguma acuidade.
Tomou a palavra Sr Vereadora Manuela Ralha, dizendo, para quem não está dentro
43 Faria 314
El. Livro
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ti1 Fl.Ata - 115
1V\ Reunião de 2020/02/19
Município
Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
dos trâmites destes processos, que são todos submetidos pelas respetivas juntas de
freguesias, por proposta dos executivos das juntas, à Comissão Municipal de
Toponímia, que é constituída por várias instituições.
Efetivamente há algumas questões que são apenas para retificação de situações que
não estavam devidamente consolidadas, em que se tinha lá a placa mas não havia
despacho, nem havia aprovação por parte do executivo municipal.
Há outras questões sobre os nomes que foram falados, que são nomes de profunda
justiça. Relativamente a Rui Vitória, apesar de se reconhecer que era um nome muito
consensual e se ter dito ao executivo da junta, resvalou inicialmente no regulamento,
pois diz diretamente, e pode dizê-lo para informação, que quando é para ser
atribuído o nome duma pessoa que está ainda viva é necessária a autorização por
escrito dessa pessoa, o que foi devidamente resolvido pela junta de freguesia.
Reconhecendo o mérito do Rui Vitória, porque se sabe como estamos começados,
nunca se sabe como estamos acabados, mesmo correndo o risco que a vida tome
outro rumo, e acredita que não vá acontecer, decidiu-se unanimemente atribuir o
nome à rua por reconhecer a sua justeza.
Sobre a rua José Sabino Ferreira Lopes, já se tinha manifestado, junto do executivo
da junta de freguesia, a estranheza por não haver em Alverca uma rua que fizesse
justiça a este nome tão grande de Alverca do Ribatejo. O executivo pensa agora e
congratula-se com o facto de atualmente estar finalmente feita justiça a um homem,
que não fez o que fez para ter o nome de uma rua, fê-lo porque fazia parte da sua
essência, tendo sido feita justiça ao trabalho feito pelo querido José Sabino Ferreira
Lopes, amigo de todos.
Interveio o Sr. Presidente, passando à votação, questionando, sobre o ponto 43,
quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade,
questionando, sobre o ponto 44, quem vota contra, quem se abstém, concluindo que
é aprovado por unanimidade, e questionando, sobre o ponto 46, quem vota contra,
quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
43 Faria 4/4
FI. Livro
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t Fl.Ata 116
Reunião de 2020/02/19
Município A Proc2
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de /
Vila Franca de Xira Deliberação ____________
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA RUI CARLOS PINHO DA VITÓRIA” -
ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 129/20, de
10/02, do DCT/Gabinete de Toponímia, para aprovação da atribuição de um
topónimo em Alverca do Ribatejo, ao arruamento com início na rotunda do jumbo e
término na EN1O, passando o mesmo a designar-se “Rua Rui Carlos Pinho da Vitória”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 129)20, de 10/02, do
DCT/Gabinete de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nestapartedaata.
4. Dotação orçamental:
—
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
paraaprovação.
A discussão deste assunto foi feita em conjunto com os pontos 43 e 46 da ordem do
dia.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
44 Vitória
FI. Livro
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117
Reunião de 2020/02/19
Município Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n 1
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DAS GARAGENS” - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 131/20, de
10/02, do DCT/Gabinete de Toponímia, para aprovação da atribuição de um
topónimo em Alverca do Ribateja, ao arruamento com início na rua António Sérgio e
término sem saída, passando o mesmo a designar-se “Rua das Garagens”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 131/20, de 10/02, do
DCT/Gabinete de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
45 Garagens
FI. Livro
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FI.Ata 118
Reunião de 2020/02/19
Município 1W Proc2
____________________
de fuiVila Franca de Xira Deliberação n2 092
Câmara Municipal \
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA JOSÉ SABINO FERREIRA LOPES” -
ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 130/20, de
10/02, do DCT/Gabinete de Toponímia, para aprovação da atribuição de um
topónimo em Alverca do Ribatejo, ao arruamento com início na rotunda do Pingo
Doce e término na rotunda do posto de abastecimento dojumbo, passando o mesmo
a designar-se “Rua José Sabino Ferreira Lopes”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 130/20, de 10/02, do
DCT/Gabinete de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nestapartedaata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
—
A discussão deste assunto foi feita em conjunto com os pontos 43 e 44 da ordem do
dia.
—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
46 sabino
I
EI. Livro
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RAta 119
(1 Reunião de 2020/02/19
Município Proc2
____________________
Vila Frar de xira / Ï Deliberação n 093
Câmara Municipal ./
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DO ANTIGO PAVILHÃO DA MAGUE” -
ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 132/20, de
10/02, do DCT/Gabinete de Toponímia, para aprovação da atribuição de um
topónimo em Alverca do Ribatejo, ao arruamento com início na rua Coronel Pedro
Fava Ribeiro de Almeida e término sem saída, passando o mesmo a designar-se “Rua
do Antigo Pavilhão da Mague”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 132/20, de 10/02, do
DCT/Gabinete de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
—
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
47 Mague
FI. Livro
_____________
1
Reuno d i00/02fl9
Município
____________________
Vila Frai1 de xira Deliberação n2 094
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “TRAVESSA DO TIO BRANCO” - ALVERCA DO
RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 133/20, de
10/02, do DCT/Gabinete de Toponímia, para aprovação da atribuição de um
topónimo em Alverca do Ribatejo, ao arruamento com início no largo do Outeiro e
término na calçadinha da Cumeira, sem saída, passando o mesmo a designar-se
“Travessa do Tio Branco”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 133/20, de 10/02, do
DCT/Gabinete de Toponímia, documenta que se dá por inteiramente reproduzido
nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
—
48 Branco
e
_
Município
_________
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “ESCADINHAS DO QUINTAL” - ARCENA -
ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 126/20, de
10/02, do Da/Gabinete de Toponímia, para aprovação da atribuição de um
topónimo em Arcena, Alverca do Ribatejo, à artéria com início no largo Quintal Paula
e término na rua Sítio das Terras, passando a mesma a designar-se “Escadinhas do
Quintal”. --_______
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 126/20, de 10/02, do
Da/Gabinete de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nesta parte da ata.
-________
4.
5.
Dotação orçamental:
--_____
Disposições legais aplicáveis:
—____________________________________
6. Propostas: A Sfl Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
-
121
Fl. Uvro
RAta
Reunião d
Proc
_________
Deliberação n’_
iOiO/02I19
os
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sra
Vereadora Manuela Ralha.
--________
____
49 Quintal
El. Livro
____________
RAta 122
Reunião de 2020/02/19
Município /J Proc2
____________________
Vila Frar de Xira ( Deliberação nï 1)96
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “CAMINHO DO RIO SECO”
- PINHAL DA AREIAS
-ALVERCADORIBATEJO
—
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 134/20, de
10/02, do DCT/Gabinete de Toponímia, para aprovação da atribuição de um
topónimo no Pinhal das Areias, em Alverca do Ribatejo, à artéria com início na rua
da Fonte Santa e término sem saída, passando a mesma a designar-se “Caminho do
Rio Seco”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 134/20, de 10/02, do
DCT/Gabinete de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nesta parte da ata.
—
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr? Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
50 Rio
I
EI. Livro
_____________
RAta 123
li 1 Reunião de 2020/02/19
Município JJ Vi Proc2
___________________
Vila Erar de Xira “ Y Deliberação n 097
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “TRAVESSA DAS AREIAS”
— PINHAL DAS AREIAS
-ALVERCADORIBATEJO
2. Resuma: Presente o processa instruído com comunicação interna n2 136/20, de
10/02, do DCT/Gabinete de Toponímia, para aprovação da atribuição de um
topónimo no Pinhal das Areias, em Alverca do Ribatejo, à artéria com início na rua
do Rio Seco e término sem saída, passando a mesma a designar-se “Travessa das
Areias”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 136/20, de 10/02, do
DCT/Gabinete de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nesta parte da ata.
4. Dotaçãoorçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
paraaprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
51 Areias
Ei. Livro
__________
FiAta 124
Reunião d 2OO/02/19
Proc2
___________________
Vila Franca de Xlra Deliberação nt 098
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “TRAVESSA DO RIO SECO”
- PINHAL DAS
AREIAS - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna nt 135/20, de
10/02. do Da/Gabinete de Toponfmia, para aprovação da atribuição de um
topónimo no Pinhal das Areias, em Alverca do Ribatejo, à artéria com início na rua
do Rio Seco e término sem saída, passando a mesma a designar-se “Travessa do Rio
Seco”. -
--
--
--
—________________________
3. Informações/pareceres: Mexa-se comunicação interna n 135/20, de 10/02, do
Da/Gabinete de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido
nesta parte da ata.
-
-
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis: ---- --——
6. Propostas: A Sra Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
—
———--——— -__________________________
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da 5r1
Vereadora Manuela Ralha.—
52 Seco
FI. Livro
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1 RAta 125(1 Reunião de 2020/02/19
Município 111 Proc2 DCTAE.00TM.039de
Vila Franca de Xira ? Deliberação n2 099
Câmara Municipal
1. Assunto: SALÃO DE ARTESANATO 2020
- EDITAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 59/20, de 10/02,
do DCT/DT, para aprovação das questões relativas à organização e funcionamento,
candidaturas, participação e condições e utilização do espaço, referentes ao Salão
de Artesanato de 2020, que serão posteriormente publicitadas através de edital.----
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 59/20, de 10/02, do
DCT/DT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
53 artesanato
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
FI, Livro
____________
FiAta 121
Reunião d 2020/02/19
Proc° DaAE.00TM.039.
Deliberação nW 100
1. Assunto: SALÃO DE ARTESANATO 2020
- CONSTITUIÇÃO DA COMISSÃO
COORDENADORA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n° 63120. de
10102, do Da/DT, para aprovação da composição da comissão coordenadora do
Salão de Artesanato de 2020.
-____________________
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 63/20, de 10/02, do
DaIDT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.—-—
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.—---- —
_______
54 salão
127
Reunião de 2020/02/19
‘ EI. Livro
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Município Proc9 DCTAE.00TM.032de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: EVENTOS E FEIRAS 2020 - CONSTITUIÇÃO DE FUNDOS DE MANEIO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 64/20, de 11/02,
do DCT/DT, para aprovação da constituição de fundos de maneios para fazer face a
despesas urgentes e inadiáveis, relativas à participação do município nos certames,
Bolsa de Turismo de Lisboa 2020, no valor total de 1 150,00€, FIT - Feira Ibérica de
Turismo 2020, no valor total de 600,00€ e FNA - Feira Nacional da Agricultura 2020,
no valor total de 600,00€, os quais ficarão à responsabilidade do técnico superior,
Dr. Cláudio Alexandre Pereira Lotra, bem como nos certames, Feira das Tertúlias
2020, no valor total de 600,00€, Colete Encarnado 2020, no valor total de 3525,00€
e Feira Anual de Outubro 2020, no valor total de 1 760,00€, os quais ficarão à
responsabilidade da chefe de divisão, Dr Maria joão da Conceição Carraça.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 64/20, de 11/02, do
DCT/DT, documento que se dá como inteiramente reproduzida nesta parte da ata. -
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
55 feiras
li ri. Livro
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Fl.Ata 128
Reunião de 2020/02/19
Município ( Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PROTOCOLO DE PARCERIA NO ÂMBITO DO PROGRAMA OPERACIONAL DE
APOIO ÀS PESSOAS MAIS CARENCIADAS
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 18/20, de
13/02, do DHCS/DSS, para aprovação da minuta do protocolo de parceria a celebrar
e outorgar entre o município, o Centro Humanitário de Lisboa da Cruz Vermelha e o
Município de Arruda dos Vinhos, com a duração de 36 meses, no âmbito do
Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas, visando a
distribuição de géneros alimentares e/ou bens de primeira necessidade, bem como
o desenvolvimento de medidas de acompanhamento com vista à inclusão social
das pessoas mais carenciadas dos concelhos de Vila Franca de Xira e Arruda dos
Vinhos.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 18/20, de 13/02, do
DHCS/DSS, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.-
4. Dotação orçamental: Plano 2019 A 105 Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Fátima Antunes submete o assunto à reunião de
câmara para aprovação.
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo que este ponto tem a ver com
um protocolo que será feito no âmbito das parcerias do Programa Operacional de
Apoio às Pessoas Carenciadas, e os membros da CDU gostariam só de perceber
porque é que nenhuma entidade do concelho se candidatou à coordenação deste
programa, visto que, sendo assim, a coordenação passará por uma entidade de
fora do concelho. Só gostariam de perceber quais foram as razões.
O Sr. Vereador Carlos Patrão interveio, dizendo que o Bloco de Esquerda gostaria
de ser esclarecido sobre uma questão. Na página 7 do protocolo é mencionado que
é disponibilizada a verba de 1 940,00€ mensais, durante 36 meses, até finalizar o
projeto, mas no cabimento estão só dotados 19 400,00€, o que, dividindo pelos 36
56 cruz 1/4
FI. Livro
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7 iiIlI RAta 129)j)IA Reunião de 2020/02/19
Município
‘ V Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
meses, dá um valor muito inferior, na ordem dos 539,00€, e gostaria de ser
esclarecido sobre isto.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, começando por responder à
questão da Sr Vereadora Cláudia Martins, relativamente ao porquê de nenhuma
instituição do concelho se ter candidatado à questão da entidade coordenadora.
Tem que recordar que o programa já está na 2 edição, diga-se assim, e que nos
36 meses anteriores já esteve a decorrer no concelho. Sobre a entidade
coordenadora, ao que é que tem que responder, este programa veio aumentar, em
muito, aquilo que é a qualidade dos bens, a quantidade e diversidade de bens que
são distribuídos às pessoas, mas traz outros requisitos e critérios, questões em
termos de estrutura e daquilo que são os gastos para armazenar, fazer a
distribuição e o controlo de qualidade de todos os bens, para que cheguem nas
melhores condições às pessoas que os recebem.
Está-se a falar, para o concelho, que está junto com Arruda dos Vinhos, porque a
Segurança Social assim o definiu, de 855 pessoas, o que implica muita capacidade
de armazenamento para este tipo de bens, nomeadamente os frios e congelados
representam um constrangimento ainda maior. Também, em termos das
instituições, que são as mediadoras, aquelas que depois recebem os produtos da
entidade coordenadora e os distribuem às pessoas e famílias, tem de haver
capacidade, por parte das mesmas, para fazerem este armazenamento. O
programa tem financiamento para apoiar esta distribuição e armazenamento, que
muitas vezes é no limite ou é difícil conseguir fazer tudo direitinho, que não haja
também prejuízo para as instituições.
Na edição anterior a entidade coordenadora era a Fundação CEBI, que chegado o
final do programa considerou que não tinha condições internas para o fazer. Das
outras instituições do concelho, e fizeram-se várias reuniões, nenhuma delas, nem
nenhuma instituição de Arruda dos Vinhos, considerou que tinha condições para
avançar como entidade coordenadora.
Havia pois duas hipóteses, ou as pessoas ficavam sem o apoio, dos dois concelhos,
e não se poderia dar ao luxo de perder este apoio, que é sempre bem-vindo, ou
ficava a câmara municipal como entidade coordenadora, que também não tem,
nem as características, nem o know-how, e em última instância avançaria com isto.
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Fez-se a proposta à Cruz Vermelha Portuguesa, que é uma entidade com atuação a
nível nacional e tem experiência já adquirida, porque, além deste armazenamento,
é preciso também uma outra série de questões relacionadas com o controlo, os
registos que são feitos e enviados para a Segurança Social, dos produtos que são
recebidos, dos que são distribuídos, uma série de questões que têm que ser
garantidas, e bem, para que haja também controlo da execução do programa.
Assim sendo, a Cruz Vermelha Portuguesa aceitou o desafio, porque já faz também
esta distribuição como entidade coordenadora para outros municípios, e em termos
de entidades do concelho, as que estão referidas no documento, também
aceitaram ficar como mediadoras, e nesta 2 edição mais algumas consideraram
ter condições para o fazer, o que é benéfico, porque todas as freguesias quase que
têm cobertura por este programa. Quanto àquelas a que este programa não der
cobertura ou não conseguir atingir todos os beneficiários, porque o número de
pessoas que foram atribuídas não é o da totalidade que precisa de apoio, mas não
foi a câmara municipal que definiu, nem sequer foi consultada, foi a Segurança
Social, a autarquia continuará a atribuir os seus apoios alimentares em
coordenação com os outros que também são distribuídos pelas instituições do
concelho.
Assim, relativamente à questão da Sr Vereadora, pensa que respondeu.
Sobre a questão do Sr. Vereador Carlos Patrão, o programa é de 36 meses, só que
já começou, e esta diferença é porque só entrará em funcionamento, em princípio,
no próximo mês, e tinha de vir a reunião de câmara para ser aprovado. Esta
diferença refere-se a isto, porque já começou a distribuição relativa ao mês de
novembro.
Interveio de novo a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo, muito rapidamente,
que é de lamentar que ainda se tenha de estar a falar de pessoas carenciadas e de
carências, nomeadamente a nível alimentar. Dever-se-ia era ter um Estado justo,
com ordenados justos, para que não houvesse este tipo de necessidades.
Depois sendo o CEBI a entidade que anteriormente estava a coordenar este
programa, perante as dificuldades que foram colocadas, a câmara municipal não
conseguiria dar apoio para que fosse esta entidade ou outra do concelho a
continuar com esta coordenação do programa?
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Respondeu a Sr Vereadora Fátima Antunes que nenhuma das instituições
manifestou essa vontade, a questão nunca foi colocada à câmara municipal
sequer.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que comunga daquilo que a Sr Vereadora disse,
e espera um dia, num mundo desejável, que não haja necessidade de ter
protocolos destes.
Disse o Sr. Vereador António Félix que se calhar é utópica.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que não é utópica, é evoluída.
Referiu o Sr. Vereador António Félix que é utópica.
Prosseguiu o Sr. Presidente, pedindo que o deixem continuar, depois os Srs.
Vereadores continuam a reflexão filosófica à volta dessa matéria.
Em cada momento, aquilo que se tem de fazer é, apesar de tudo, ajudar quem
precisa. É uma situação que ainda está longe de ser resolvida, encontrou-se esta
solução, de alguém que tem bastante experiência nesta matéria e pode ajudar, e
espera um dia que o número de pessoas que se vão apoiar seja bastante menor.
Seria otimista demais dizer que daqui a uns tempos não é necessário fazer isto,
porque não é verdade, nem é verdade em Portugal, nem em países muito mais
desenvolvidos, que também têm problemas destes.
Continua a haver uma grande desigualdade, entre aqueles que muito têm e
aqueles que quase nada têm, é por isso que se luta, cada um com a sua visão
doutrinária, é isso que os move, tentar encontrar soluções para ajudar quem mais
necessita, que é o caso deste protocolo.
Por isto, passou à votação, questionando quem vota contra, quem se abstém,
concluindo que o ponto é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Fátima Antunes.
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Assunto: RESOLUÇÃO PARA A MANUTENÇÃO DEFINITIVA DE 17 HABITAÇÕES NA
AUGI QUINTA DO ALFERES E ANEXOS
Presente para aprovação a proposta da resolução para a manutenção definitiva de
17 habitações na AUGI Quinta do Alferes e Anexos, datada de 2020/02/19,
apresentado pelos membros da CDU, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que esta é uma proposta apresentada pela
CDU, e passa a palavra ao requerente para a apresentar.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que os membros da
CDU encaram a seriedade desta proposta na proporção devida que une toda esta
câmara municipal, uma vontade expressa para resolver este problema. Querem
registar este aspeto, não passa pela cabeça dos vereadores da CDU que algum
elemento desta câmara municipal não esgote todas as possibilidades existentes,
no sentido de se encontrar uma solução para a manutenção definitiva das 17
habitaçôes, que agora já vieram a confirmar, como o Sr. Presidente fez questão de
registar na última reunião de câmara, ser mais uma. Eventualmente são 18
habitações, construídas, habitadas, que surgiram num contexto de génese ilegal,
que precisam de ser preservadas.
É o direito à habitação, é uma condição constitucional à qual a câmara municipal
não pode, não deve e não está indiferente, e por isso mesmo em 2018, na reunião
de 4 de abril, aprovou por unanimidade uma resolução no sentido de trabalhar em
sede de revisão do Plano Diretor Municipal para albergar uma manutenção
definitiva e a resolução, para que estas pessoas, independentemente do prop6sito
de vida a que todos se propõem, e do seu tempo de vida, possam passar as suas
casas aos seus herdeiros, às suas famílias e, acima de tudo, não vivam com esta
intranquilidade ou preocupação, de que de hoje para amanhã essas habitações
poderão ser objeto de demolição.
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira tem efetivamente um problema para a
resolução das áreas de génese ilegal. Já falaram muito sobre isto, muitos milhões
de euros já foram investidos e muito mais ainda haverá para continuar a investir. --
Continuou, pedindo um bocadinho mais de condições para poder apresentar a
propostadaCDU.
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Disse o Sr. Presidente que está a ouvir com toda a atenção.
Referiu o Sr. Vereador que pedia que fossem todos, incluindo os que estão
presentes.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo que se tome a devida atenção àquilo que o Sr.
Vereadorestáadizer.
Retomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libário, mencionando que não é áquilo que
está a dizer, é uma discussão que é sensível, é complexa, envolve todos os
vereadores da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, pelo que agradece ao Sr.
Presidente.
Continuou, dizendo que a Quinta do Alferes e a manutenção definitiva destas
habitações é uma condição obrigatória para a câmara municipal. O Sr. Presidente
disse, num registo muito direto, muito frontal, mas simultaneamente muito
realista, que a revisão do Plano Diretor Municipal pode não estar no momento que
todos gostariam que estivesse, ou seja, muito provavelmente a revisão do PDM
estará atrasada, o que significa que este processo, se tiver de ter enquadramento
no âmbito da revisão do PDM, poderá estar prejudicado, e por uma vontade não
necessariamente dependente da vontade da câmara municipal, pelo que também,
como força política, os membros da CDU sabem reconhecer isso mesmo.
Se assim é, numa avaliação profunda que fizeram aos instrumentos legais que esta
câmara municipal pode utilizar como alternativa, apresentaram esta proposta, que
não é uma sugestão fechada, terminada, sobre aquilo que pode ser o instrumento
efetivo para resolver este problema, mas porque, e acima de tudo, o tempo
exigível para o processo de revisão do Plano Diretor Municipal não é compatível
com a exigência para salvaguarda destas edificações.
Posto isso, e de acordo com uma leitura atenta que fizeram à legislação aplicável,
designadamente ao Regime jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, na
opinião que têm, que é aquilo que colocam para deliberação, poderão existir outras
alternativas que, não prejudicando a revisão do PDM, poderão ser alternativas no
imediato para resolver este problema. Como disse, não tendo a CDU uma conceção
fechada, e não sendo a CDU e os seus 4 vereadores, obviamente, quer
responsáveis políticos dos pelouros em causa, quer donos de toda a verdade,
colocam à câmara municipal a seguinte proposta: Em primeiro, que aprove uma
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orientação sobre 3, 4 alternativas possíveis, durante um mês; Em segundo, findo
esse mês, que resulte uma nova avaliação da câmara municipal para definir em
concreto a modalidade a adotar.
Dito isto, entendem que é possível, do ponto de vista político, dar aval a uma
reclassificação do solo de rústico para solo urbano, e não estão a encarar esta
situação como uma situação excecional, porque está prevista no seu artigo 72.----
Neste sentido, pede ao Sr. Presidente que cite apenas um aspeto fundamental que
enquadra perfeitamente o problema que se tem na Quinta do Alferes, no artigo
72, que diz que a reclassificação de solo rústico, que é o caso, para solo urbano,
tem caráter excecional, e é dessa excecionalidade que se está a tratar, desde que
obviamente seja feita uma demonstração dessa mesma excecionalidade, que a lei
configura, e que na opinião que têm se ajusta à situação em concreto da Quinta do
Alferes.
Está limitada aos casos de inexistência de áreas urbanas disponíveis, o que é o
caso, que comprovadamente são necessárias ao desenvolvimento económico e
social e à qualificação urbanística, o que é o caso, e aqui dão ênfase à questão
social, porque estas pessoas que precisam da sua casa legalizada não precisam da
sua casa legalizada para, no momento seguinte, rentabilizar mais-valias, o que
querem é ter a garantia que hão de ter, um dia destes, ou durante o seu prazo de
vida, habitabilidade, licença de habitabilidade, e condições para continuarem a
viver na casa que construíram pelas suas próprias mãos. Também diz o mesmo
artigo que tem que decorrer duma opção sustentável, em termos ambientais,
patrimoniais, económicos e sociais, motivos ou justificações perfeitamente
enquadráveis naquilo que é o espírito da Quinta do Alferes.
Como disse, como não se está dependente apenas e só duma modalidade prevista
neste regime jurídico, também colocam, até de acordo com outro artigo do mesmo
regime, que seja feita a classificação de solo rústico, mas a elaborar de acordo com
um plano próprio, cuja modalidade se encontra prevista para resolver a situação. --
Também se pode fazer uma situação que não é inédita no concelho de Vila Franca
de Xira, e muito recentemente todos estiveram de acordo com uma situação desse
tipo, foi suspender a eficácia duma parte do PDM, para resolver, caso a caso, uma
destas 17 habitações.
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Também consideram nesta proposta outras soluções que eventualmente não
estejam, enquanto proponentes da proposta, a encontrar. Neste sentido, aquilo
que propõem é tão somente que a câmara municipal delibere avaliar estas
propostas, num prazo de um mês, e decidir, durante esse prazo de um mês, qual
das modalidades melhor se ajusta para a resolução do problema que se tem em
mãos.
Depois, colocam na proposta um prazo de 6 meses, mas é uma estimativa, até
porque têm a consciência que há um processo de conceftaçâo, diria mesmo de
superintendência por parte das entidades da administração central, para que este
processo pudesse estar concluído. Contudo, é um prazo indicativo, também não se
fixam de uma forma cega, obtusa, a este prazo.
Crê que explicaram no essencial o contexto, e deve dizer, para terminar, que não
se querem substituir à responsabilidade dos técnicos da câmara municipal, que isto
também fique muito claro. Apenas, como força política com a responsabilidade que
têm na câmara municipal, que é diferente de fazerem parte da gestão da câmara
municipal, não ficaram indiferentes a esta dificuldade, e por isso mesmo
apresentaram, crê que de uma forma construtiva, uma proposta que, salvo melhor
opinião, tem todas as condições para ser aprovada.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que não põe em causa a bondade
da proposta, aliás, todos estão imbuídos do mesmo espírito, como o Sr. Vereador já
referiu, e bem, de tentar encontrar uma solução para estas 17 habitações,
eventualmente 18, porque quando se começa a “mexer no tacho” às vezes
aparece mais qualquer coisa, mas enfim, é outra questão.
O PS leu com toda a atenção aquilo que os Srs. Vereadores colocaram, porque
todas as situações que lhe são colocadas são importantes, mas esta em particular,
e exigiu também da parte do executivo uma avaliação sobre aquilo que está
referido na proposta.
A proposta que é feita de uma avaliaçào, e para se trazer novamente, já se avaliou,
mas pode-se reavaliar, porque o PS tem algumas dúvidas sobre os três primeiros
pontos da proposta. Comunga do quarto, que aliás, ao fim e ao cabo, já se aprovou
na reunião de 2018 a que o Sr. Vereador aludiu. Estão todos de acordo com essa
situação, e diga-se que é uma sobreposição àquilo que já todos decidiram por
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unanimidade, mas não vem mal ao mundo.
De qualquer modo, o P5 faz uma interpretação do artigo 72 do Regime Jurídico
dos Instrumentos de Gestão Territorial um pouco diferente. É verdade que lá diz
que pode haver um caráter excecional da reclassificação do solo rústico para
urbano, mas também é verdade outra coisa, e é preciso ponderar bem, porque se
se for usar alguma destas soluções que são aqui preconizadas, a elaboração dum
plano de pormenor não é viável, do seu ponto de vista. Em termos técnicos podem-
se encontrar no limite soluções e viabilizar essa possibilidade, que obviamente
teria de ser analisada pelas entidades que se têm de pronunciar sobre essa
matéria, mas também, se essa possibilidade pudesse evoluir, tinha-se uma
dificuldade, é que para resolver o problema a 17 pessoas vão-se pôr em causa
centenas de outras.
—
Há um estudo de loteamento que está aprovado, que tinha de ser revogado, e tem
que se ponderar muito bem se não se tem que encontrar uma outra solução que
não passe por isto, de estar a prejudicar uma série de pessoas, que ainda são para
cima de uma centena, passa de duas centenas de pessoas, que assim vinham ver
as suas expectativas de coproprietárias goradas. De facto, o estudo de loteamento
tinha que ser anulado, pelo que é preciso ponderar bem todas estas matérias.
Depois, no ponto de vista do executivo obviamente que não é viável a elaboração e
adoção dum plano de intervenção no espaço rústico, previsto no artigo lO4 do
mesmo regime jurídico, uma vez que o caso em apreço não se enquadra em
nenhuma das situações previstas no n2 1 daquele artigo.
Há mais uma série de questões, que não vale a pena agora, mas vai-se referir
ainda, muito sinteticamente, ao ponto 3 da proposta, em que entende que quando
há suspensão da vigência do PDM, no que diz respeito à área em questão, prevista
no artigo 125 do regime jurídico, não se vislumbra que essa suspensão seja
admissível e possível, quer por resolução do Conselho de Ministros, quer por
deliberação da assembleia municipal, sob prévia proposta da câmara municipal e
mediante parecer prévio da CCDRLVT.
Sobre o ponto 4, o P5 está de acordo, e tem algo que iria mostrar, mas não vai
mostrar, porque se fosse mostrar ia criar algum “frisson” e alguma polémica, que
julga que não valerá a pena neste momento. Pode mostrar pessoalmente, não vai
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mostrar agora, é um documento muito antigo, que punha em causa alguma
coerência sobre aquilo que às vezes se fala, mas não o vai fazer.
Assim, o PS também tinha uma proposta alternativa, que não vai apresentar, vai,
isso sim, aceitar a sugestão que o Sr. Vereador dá, de avaliar e num espaço o mais
curto possível, e falou de um mês, talvez menos, fundamentar por escrito as razões
pelas quais está em decacordo, e sinteticamente já o disse.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libério que ou de acordo.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que sim, já disse que, no limite, é possível
aquilo que o Sr. Vereador referiu, traz é outras consequências que se têm de ter
em consideração. Assim, questiona se o Sr. Vereador entende.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libério que entende perfeitamente.
O Sr. Presidente continuou, dizendo que é possível estar a encontrar uma solução e
depois, sem querer, arranjar uma série de outras dificuldades, que neste momento
não se colocam. Por isso mesmo, a câmara municipal tem que se concentrar nas
17 habitações e não criar problemas aos outros coproprietários, é essa a sua
dificuldade na análise da proposta que é feita, encontrar soluções e, com as
soluções que se vão encontrar, não criar problemas. Essa é a grande questão que
lheparecequeestáaqui.
Desta forma, aceitando a sugestão do Sr. Vereador, o executivo vai analisar e
enviar a sua visão das coisas e propor sugestões de alteração, com outro tipo de
soluções que também preconiza. Depois, no meio disto tudo se calhar é encontrar
uma solução conjunta para resolver o problema às pessoas.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libério, referindo que vai repetir aquilo que disse,
porque crê que todos os que estão presentes, da câmara municipal,
compreenderam que a preocupação dos membros da CDU fundamental, única e
exclusiva, é resolver o problema. O Sr. Presidente acrescentou um aspeto com o
qual estão plenamente de acordo, é preciso resolver este problema, mas não criar
outro problema ou ampliar o problema existente.
Respondeu o Sr. Presidente que é isso, exatamente.
Prosseguiu o Sr. Vereador, mencionando que, dito isto, o que sugeriam é aquilo
que diz a proposta, que se avalie, durante um mês, da viabilidade de uma destas 4
soluções, e até pode ser uma quinta ou uma sexta, que eventualmente não estão a
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equacionar. Como o Sr. Presidente disse, e que lhe permita que diga que não é por
uma questão da paternidade ou autoria da proposta ser um exclusivo da CDU, pois
a partir do momento em que for aceite é uma decisão da câmara municipal, que é
aquilo que lhes importa que aconteça, todas as propostas que apresentaram estão
previstas, são exequíveis, umas de uma natureza, outras de outra natureza, mas
são compagináveis do ponto de vista do ordenamento legal, e poderiam ser uma
alternativa credível face ao tempo que a revisão do PDM exigirá e que não se
compagina com a intranquilidade sobre todas estas pessoas.
Dito isto, gostariam ainda de acrescentar um outro aspeto, é que todos os
coproprietários, e na proposta que fazem isso também está claro, designadamente
a associação representativa dos mesmos, têm que ser devidamente envolvidos na
construção deste processo, ou seja, o objetivo que têm é que todos participem
duma forma coletiva para criar condições para resolver um problema que neste
momento foi criado apenas e só para 17 a 18 das habitações, e estão a dar o
destaque a estas 18 habitações porque, e é só um preciosismo, são estas as que
estão habitadas.
Referiu o Sr. Presidente que o executivo compreende isso tudo, porque se não
estivessem habitadas não havia problema ou havia um problema menor.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que com certeza, era um
problema doutro tipo, ou seja, a resolução visa essencialmente proteger aqueles,
como o Sr. Presidente disse numa das últimas reuniões de câmara, que
efetivamente precisam daquela habitação.
Disse o Sr. Presidente que não há dúvidas absolutamente nenhumas.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que os membros da CDU não têm
dúvidas nenhumas sobre esta matéria, agora, isto não é para defraudar as
expectativas sobre aqueles que querem também construir a sua habitação, dentro
do regime aplicável.
Há uma concertação possível, teoricamente, que tem de ser feita com outras
entidades, porque se isto dependesse apenas e só da câmara municipal, não tem
dúvidas nenhumas que já se poderia hoje resolver isto.
Disse o Sr. Presidente que o executivo, provavelmente, tem uma proposta em que
dificilmente as casas jamais serão demolidas, e é essa proposta que vai enviar à
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CDU. —
—
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que está muito bem, e então, dito isto,
relativamente à postura ou àquilo que fariam sobre esta proposta, e para ver se
corresponde à expectativa do executivo, propõem que genericamente esta
proposta fosse aprovada, com este compromisso, que é avaliar estas sugestões da
COU durante um mês.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que não vai fazer isso, pois não está de acordo
com a proposta, porque vai prejudicar terceiros.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que não queria entrar em diálogo.
Referiu o Sr. Presidente que não tem problema.
Prosseguiu o Sr. Vereador, dizendo que não é preciso entrar em diálogo, mas os
membros da CDU não estão a propor caráter definitivo sobre aquela que é a
modalidade, o que estão a colocar é que durante o prazo de um mês se avalie.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que foi o que o próprio disse.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que então é a proposta da CDU.
O Sr. Presidente continuou, mencionando que o que disse foi, no prazo de um mês,
daqui a duas reuniões de câmara, fazer uma avaliação da proposta, e o executivo
tem também alternativas, porque a preocupação que tem é resolver um problema,
mas não criar problemas a outros.
Disse então o Sr. Vereador que aquilo que o Sr. Presidente está a propor é que os
membros da CDU retirem a proposta e daqui a um mês esta, ou eventualmente
outra proposta alternativa, sejam colocadas ambas na ordem de trabalhos.
Respondeu o Sr. Presidente que é tal e qual, não quer dizer que haja outra
proposta, o próprio é que se compromete, neste período, a enviar à CDU, ao Bloco
de Esquerda e também à Coligação Mais, a visão do PS sobre esta proposta, e
eventualmente também sugestões de alteração. Pode até acontecer haver uma
proposta subscrita por toda a gente.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que pode haver convergência, e os
membros da CDU anunciam e solicitam já, que sem prejuízo duma proposta
alternativa que possa aparecer no decurso desta avaliação, seja já feito o
agendamento da proposta que têm, para daqui a 15 dias, e que não se coloque no
último momento da discussão da ordem do dia. Não é por uma questão menor,
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mas não tem sentido.
Disse o Sr. Presidente que está dentro de um período razoável para discussão.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que hoje foi assim.
Disse o Sr. Vereador Mário Calado que foi uma reunião modelar.
Perguntou o Sr. Vereador António Félix se é 15 dias ou um mês.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que é um mês. Se for 15 dias ótimo, mas
tudobem.
Interveio o Sr. Presidente, referindo, para clarificar, que a proposta é retirada e
reagendada para daqui a duas reuniões seguintes, e o Partido Socialista vai enviar
à CDU, num prazo o mais curto possível, provavelmente de 15 dias, e também a
todas as outras forças da oposição, uma visão e uma análise da proposta, e reage
assim porque teme, com a vontade de resolver um problema, que se vão criar
problemas a outros, o que era lamentável e não se pode correr esse risco.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio novamente, mencionando que os membros
da CDU estão de acordo e registam a disponibilidade do Sr. Presidente, estão
presentes para assumirem todas as responsabilidades, e o Sr. Presidente disse
uma coisa que para os mesmos também é bastante significativa, já houve uma
deliberação sobre um estudo de loteamento, e quer informar, aliás, reforçar,
porque não vai informar nenhum dos presentes, pois sabem isto tão bem quanto o
próprio, que toda e qualquer decisão tomada sobre essa ou outras matérias são
revogáveis, não há aqui decisões irrevogáveis, como se aplica também para
qualquer uma destas decisões.
Assim, se tiver que haver algum ajuste, acerto, sem prejudicar o interesse público,
como o Sr. Presidente disse, e acompanham, obviamente que têm que modificar,
não é sentidos de voto, é acertar metodologias para resolver este problema.
Terminam pois a intervenção, e estão de acordo com essa metodologia, para daqui
a um mês, mas fica o apelo, se fosse possível, de não ser na parte da
administração geral, e não tem nada a ver com o capítulo superentendido pelo Dr.
Fernando Barreiros, e do seu departamento em particular, consideram que esta
proposta pode perfeitamente entrar no urbanismo, para não ficar tão encostada ao
fim de linha, no tempo da discussão.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que quando estiver a preparar logo se
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Vila Franca de Xíra j Deliberação n2_____________
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verá, depende dos pontos, e se for uma ordem do dia relativamente pacífica é uma
coisa, aparentemente, pois às vezes parece que é pacífica e dá o que dá. De
qualquer modo, quando estiver a fazer a organização da ordem do dia, a
preparação, logo verá.
Assim sendo, foi tomada boa nota.
Retirado da ordem do dia, com o compromisso de reagendamento daqui a um mês.
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Pelas 12h39, após a discussão da ordem do dia, interveio o Sr. Presidente, dando a
palavra ao público presente, prosseguindo posteriormente com as restantes
respostas às questões colocadas no período antes da ordem do dia.
publico
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
OBRAS EM SANTA SOFIA - RUA 16 DE MARÇO/ESTRADA DE SANTA SOFIA - VILA
FRANCADEXIRA
—
Interveio o munícipe, António Heitor Marques, dando as boas tardes a todos,
dizendo o seu nome, referindo ser natural da freguesia de Penhascoso, concelho de
Mação, munícipe deste município desde o dia 6 de novembro de 1964, e reside na
rua 2 de Abril desde esta data, no n2 28, no bairro de Santa Sofia, em Vila Franca
deXira.
Foi funcionário da administração geral dos Correios, Telégrafos e Telefones quando
veio para o concelho, que depois mudou para a Portugal Telecom, e agora é Altice,
pelo que conhece a zona, os caminhos, conhece tudo de olhos fechadas, porque já
lá vão muitos anos, umas décadas, que está na zona. Viajava muito quando estava
a trabalhar, no ativo, andava sempre de carro pelas ruas, pelos concelhos, conhece
tudo por aí, e dentro de Vila Franca de Xira, às portas de Vila Franca de Xira, a
estrada que vem das Cachoeiras, que liga à Fonte de Santa Sofia e ao bairro de
Santa Sofia, rua 16 de Março, desde que veio para Vila Franca de Xira que se
mantém como está.
Tem até a dar um elogio ao Sr. Presidente pelas obras que estão feitas, começando
pela entrada de AlhandraNila Franca de Xira, Bom Retiro/Vila Franca de Xira,
Quinta do Bolhão, Povos e Parque Urbano de Santa Sofia, pois está tudo muito
bonito, anda-se até agora a acabar, para concluir, mais uma obrazinha, mas aquela
estrada de Santa Sofia mantém-se com umas curvas fechadíssimas, com muitas
canas, que se cortavam todos os anos uma vez, mas não era suficiente.
Há 2 ou 3 meses foi ao pátio da câmara municipal, falou com uma senhora, de que
não sabe o nome, não sabe se é arquiteta, falou também com as senhoras Susana
e Cidália, desde 2012 que tem andado a insistir com vários melhoramentos, e é
assim, puxa-lhe para praticar o bem, para fazer o bem, e o que é bom para si é
para todos, todos os automobilistas que passam naquela zona.
Portanto, tem-se ali, mesmo de frente a Santa Sofia, uma curva fechadíssima, com
canas, aquilo está péssimo, mais à frente há um cotovelo, que é da quinta de
Santa Sofia, um grande cotovelo de terra, e se fosse cortado, fazendo-se uma
pequena parede, ficava ali já com uma visibilidade formidável.
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Logo nessa curva está lá aquela margem, aquela proteção, o pequeno muro que
vem desde a fonte até ao cimo, à Quinta da Ladeira, e está perfeito, está bom, está
lá aquela proteção, mas aquelas curvas, as canas, estão péssimas, e depois, na
segunda curva, há também uma grande cratera.
Tem um terreno na Coutada, passa ali todos os dias, é isso que o traz à reunião,
porque vai sempre pensando no perigo, já lhe partiram lá o espelho e teve que o
pagar, e tem visto ali vários acidentes, um deles ainda não há muito tempo. Estava
lá a polícia, um carro todo estampado, mesmo na curva mais fechada, logo a
primeira, quando se vem de cima, e tem-se aquela proteção, aquela pequena
parede toda cheia de malhas, de remendos, provocados pelos acidentes.
Pensa que esta estrada de Santa Sofia está um bocado esquecida e, logo que seja
possível, a câmara municipal devia arranjar uma verbazinha, um montante, para
ver se melhora aquilo. Gostava de estar presente só para ver lá aquilo, e tem
consigo uns pequenos desenhos, que até podem ficar, pode-se tirar uma fotocópia
deles e ficarem.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que o munícipe já lhos mostra, agora tem que
dar a palavra às pessoas que se inscreveram a seguir.
Prosseguiu o munícipe, referindo que está certo, vai esperar, e a sua questão é
tudo isto, passa por ali todos os dias, duas vezes, às vezes quatro.
Referiu o Sr. Presidente que o munícipe fez bem em vir, já lhe dá uma resposta, e
se quiser deixar os desenhos vão-se vendo, O munícipe já fez uma vez um desenho
das ruas 2 de Abril e 16 de Março, gosta muito de fazer desenhos, e vai pedir uma
cópia dos desenhos.
Disse ainda o munícipe que tem um documento sobre uma coisa que já anda a
pedir desde há muito, e deixa-o também.
Referiu o Sr. Presidente que o papel já está um bocadinho amarelado, vai pedir
cópias, já devolve tudo, e ainda há mais um documento.
Disse o munícipe que é um documento que está assinalado a vermelho.
Mencionou o Sr. Presidente que esse o munícipe já lho deu há uns anos atrás.
Referiu o Sr. Vice-Presidente que não.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que não foi este, mas foi parecido, e já
responderá.
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Interveio novamente, referindo ao Sr. Vice-Presidente, sobre esta questão que o Sr.
António Marques veio colocar, que já outro munícipe há uns tempos o fez, e crê
que houve uma avaliação dos serviços, pelo que lhe passa a palavra, para dizer
qual foi a conclusão a que se chegou.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, mencionando que vai repetir aquilo que foi
dito. Salvo erro, se a memória não lhe falha, no levantamento que os serviços
fizeram, da análise rodoviária e das possibilidades desta estrada ser reperfilada, há
muitas propriedades particulares e, como disse o Sr. Heitor, só há uma curva onde
eventualmente se pode fazer uma intervenção, o resto colide com os limites de
propriedades particulares.
Sobre as limpezas, foram feitas notificações no âmbito da proteção civil e dos
serviços de fiscalização, assim como para o resto do concelho, para se fazerem as
limpezas, nomeadamente dos canaviais, e foi isso que disse à data.
Neste momento está-se a equacionar essa intervenção que foi falada pelo Sr.
Heitor, que, se se recorda, e parece-lhe que tem isso ainda bem presente, é a
única curva que eventualmente pode ser reperfilada. O restante colide com os
limites de propriedades particulares, por isso a estrada tem aquela configuração. --
É o que pode dizer em relação a este assunto, que se está a analisar. Já se conhece
bem a situação, enquanto o munícipe esteve a falar o próprio esteve a olhar para
os desenhos e está a colidir com o que está a dizer. O desenho está perfeito, está
bem feito, o munícipe esteve no departamento de obras, no dia em que lá esteve
por acaso foi à secretaria, esteve lá e cumprimentou-o.
Disse o munícipe que se recorda e agradece a atenção.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, referindo que o munícipe não tem de agradecer,
recorda-se da situação, e o que lhe diz é que todos os documentos vão ser
anexados ao processo, está-se a analisar, e da parte da engenharia, do
levantamento que se fez, é tudo particular, por isso a estrada tem aquela
configuração que está desenhada pelo munícipe.
Interveio ainda o munícipe, falando, pelo menos, da curva lá em cima.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, dizendo que é mais fácil falar do que executar, e
quando se está a colidir com propriedades particulares é um bocado difícil resolver
as situações, havendo uma curva em que se poderá e está a equacionar fazer a
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intervenção.
Disse o munícipe que em baixo também, pode-se verificar lá algum acidente.
O Sr. Vice-Presidente interveio novamente, referindo que se equacionou isso tudo,
pedindo ao munícipe para o deixar falar.
Respondeu o munícipe que sim.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, mencionando que tem o levantamento, os
serviços fizeram esse levantamento, da parte da engenharia, porque, como se
disse, e bem, há vários operadores de subsolo, só quem não vem às reuniões de
câmara é que não sabe, e ainda há pouco tempo se tiveram que resolver situações
dentro da cidade, o que não é fácil.
Portanto, vai repetir o que disse, para concluir. Há uma curva em que está em
análise a possibilidade de se reperfilar, não requalificar, é reperfilar, fazer ali um
corte o mais possível. Esse assunto está identificado, e bem, também derivado à
intervenção do munícipe. O próprio não se esqueceu, deu essas indicações aos
serviços, o munícipe, quando lá esteve, fez um atendimento nos serviços, que
seguiu e não está esquecido, só que a câmara municipal, enquanto intervém no
espaço público municipal colide com interesses particulares, com propriedades de
particulares, o que, por vezes, pode ser fácil aos olhos, mas quando os serviços vão
contactar os proprietários desses terrenos as portas estão fechadas, mas também
se é um bocadinho teimoso.
Interveio de novo o Sr. Heitor Marques, dizendo que o Sr. Vice-Presidente falou
agora, sobre os proprietários, que as portas estão fechadas, e o que o próprio diz é
que o proprietário da quinta de Santa Sofia é o Sr. Lopes, não sabe se o Sr. Vice-
Presidente o conhece, mas sobre o cotovelo que lá está, aquele avanço de terra
para a estrada, já falou com ele, que lhe respondeu que está disposto a dar o
cotovelo e a câmara municipal que faça o melhoramento, corte o cotovelo. Sobre
essa quinta não há problema nenhum, pode lá ir com os serviços, até gostava de
estar lá na altura para falar um bocadinho de tudo o que idealizou nos pequenos
projetos que mostrou. Assim, na quinta de Santa Sofia o senhor dá aquele pequeno
terreno.
Depois, há ainda aquela curva à frente, fechada.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o desenho do munícipe é elucidativo, não
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precisa de dizer mais porque uma imagem vale mais do que mil palavras.
Agradece-lhe, mas esta coisa de ceder terrenos tem que se lhe diga, não é assim
tãosimples.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, pedindo só 30 segundos, referindo-se à
urbanização que lá está, antes de Santa Sofia, em que foi falar com a proprietária
do terreno, que foi muito gentil. Pensa que se recordam todos que havia ali um
bico, depois a câmara municipal foi lá asfaltar, e foi também por iniciativa do Sr.
Heitor que chegou à fala com a proprietária, que gentilmente cedeu aquele bico e
terminou-se com aquele problema. Assim, é provável que isso possa acontecer
com outros.
Achou piada o facto do Sr. Heitor chegar com o mesmo registo de então, esses
bonequinhos todos, porque é uma pessoa muito empenhada, muito interessada, e
só acrescentaria aquilo que o Sr. Heitor disse, aquilo que já colocou em reunião de
câmara, que apesar da pouca largueza daquela estrada apostava na marcação,
ainda assim, porque não há todos os dias ali um acidente dado que alguns
condutores têm o cuidado de estarem avisados para o problema que vem em
frente, pois aquilo é todos os dias um perigo. Apostava que houvesse ali uma
divisão, ainda que aceite essa estreiteza da via, a marcar o que é uma via e outra,
porque a verdade é que os carros passam um pelo outro. Ali não há mais
complicações, sendo que, por exemplo, o próprio tem-se safado a cada um de
manhã, que nem conta nada.
Concluiu o Sr. Presidente, agradecendo e dizendo que foram 30 segundos um
bocado alongados, mas tudo bem, também o caminho é sinuoso e levou mais
tempo, e que os extraordinários desenhos do Sr. Heitor vão ficar na ata.
Desejou ainda ao munícipe, no final da reunião, muita saúde e que vá continuando
a fazer desenhos.
Referiu o munícipe que se for preciso alguma coisa, está disponível.
Mencionou o Sr. Presidente que a câmara municipal precisa dum desenhador, pelo
que não sabe, sendo “pro bono”, e se calhar vai recorrer ao munícipe.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
CASA CAMARÁRIA - ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio a munícipe, Sr Alice de jesus Marques de Sousa, dando as boas tardes ao
Sr. Presidente e a todos, referindo que o Sr. Presidente a conhece.
Disse o Sr. Presidente que sim.
Prosseguiu a munícipe, dizendo que é a senhora que mora em Alverca, o Sr.
Presidente sabe.
Questionou o Sr. Presidente se a munícipe se quer sentar.
Respondeu a Sr Alice Sousa que não vale a pena, são poucas palavras, referindo
que está lá há ano e meio, e há ano e meio que tem o lavatório entupido. Já lá
estava, não foi a própria, há ano e meio que tem os canos do lava-loiças entupidos
e tem que ter uma caixa todos os dias para, quando vai lavar loiça, aparar aquilo.
Tem as janelas com os fechos partidos, já gastou 70,00€ ou 80,00€, nem sabe, a
arranjar uma janela, pois não podia ali estar, sempre fechada, porque a janela
tinha os estores todos partidos.
Está farta de telefonar, já tem estado aos ¾ de hora ao telefone a ver se realmente
a atendem, mas é obrigada a desligar porque ninguém a atende. É analfabeta, mas
sabe-se queixar por aquilo que tem, há um ano que está ali e nada, e o Sr.
Presidente disse-lhe que ia ver uma casinha para si.
Questionou o Sr. Presidente se quando a senhora foi para lá a casa tinha esses
defeitos.
Respondeu a munícipe que todos, ainda não está lá nenhum arranjado.
Referiu o Sr. Presidente que se calhar agora tem mais.
Disse a munícipe que não tem.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a munícipe tem vindo a tratar de alguns.----
Prosseguiu a Sr Alice Sousa, referindo que é pobre, mas é muito séria, muito
honesta, e gosta de estimar muito as coisas dos outros, como estima as suas. É
isto que está a dizer ao Sr. Presidente, que lhe disse que lhe arranjava uma casa
em Vila Franca de Xira, pois é vila-franquense de gema.
Mencionou o Sr. Presidente que tem conhecimento e já vai responder.
Concluiu a munícipe, agradecendo, referindo que está bem e que o Sr. Presidente a
ajude, se faz favor.
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RAta 149
4’ Reunião de 2O2O/O2J1
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Câmara Municipal
Interveio o Sr. Presidente, perguntando à Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus se
a câmara municipal não tem condições de resolver, a breve trecho, estas questões
que a munícipe trouxe.
Respondeu a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus que a Divisão de Habitação e
Intervenção Social já se deslocou várias vezes a casa da senhora, naturalmente,
mas uma vez que se deslocou lá foi reparado o entupimento, e entretanto os
serviços podem-se deslocar de novo. Também já foi mostrada uma habitação em
Vila Franca de Xira, em Povos, e a munícipe optou por ficar em Alverca porque quer
uma casa no centro de Vila Franca de Xira, só que não há casas disponíveis no
centro de Vila Franca de Xira.
A única coisa que pode dizer é que se podem novamente mandar lá os técnicos
verificar a situação e ver se alguma coisa correu mal na última reparação que foi
efetuada.
Interveio a Sr Alice Sousa, mencionando que a Sr Vereadora o ano passado disse-
lhe a mesma palavra que está a dizer hoje. Quanto à casa que lhe deu, em Povos,
a Sr Vereadora que vá para lá morar, que é humana, como a própria, não é
cigana.
Disse o Sr. Presidente que a munícipe já disse tudo.
Referiu a munícipe que a casa estava estragada, não podia ir para lá.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a munícipe quer uma casa em condições
que a câmara municipal não tem. A casa que tem, em Vila Franca de Xira, é aquela
que lhe foi proposta, e não acredita que a casa que foi indicada à munícipe seja
inferior àquela onde está.
—
Referiu a munícipe que a cozinha estava partida.
O Sr. Presidente interveio de novo, mencionando que o que a munícipe disse foi
outra coisa, lamentável.
Disse a munícipe que sabe quem lá foi.
Referiu o Sr. Presidente que o que a munícipe disse é que não quer conviver com
determinada vizinhança, foi o que disse.
Disse a munícipe que não, aquilo estava partido.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que foi o que a munícipe disse, e isso a
câmara municipal não lhe consegue arranjar, têm é que se encontrar soluções para
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RAta 1O
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Câmara Municipal
toda a gente.
A munícipe fez a abordagem errada relativamente aos seus problemas, a câmara
municipal vai continuar a ver se eÁcontra uma outra solução de habitação, que se
vai indicando, a munícipe vai recusando, e por isso vai ter que se manter.
Referiu a munícipe que não, se for boa vai para lá, não precisa de nenhum palácio.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que aquilo que é bom para a câmara municipal
pode ser mau para a munícipe. O que é que se há de fazer!
Respondeu a munícipe que não, adorava que o Sr. Presidente fosse lá viver
consigo.
Concluiu o Sr. Presidente que já tem aturado muita coisa na sua vida e ainda cá
está. A única coisa que aconteceu é que lhe caiu o cabelo de aturar tanta coisa e a
senhora ainda tem um cabelo que é uma maravilha.
Aquilo que se vai fazer é voltar à casa que a munícipe está a habitar e tentar
melhorar as condições de habitabilidade que referiu. Quanto a vir para Vila Franca
de Xira, não quer aquela casa em Povos, tentar-se-á encontrar outra solução. Se
essa solução se encontrar será colocada à sua disposição e logo se verá o que é
que se há de fazer.
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FI.Ata 151
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
TERRENO EM ARCENA-ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio a munícipe, Sr Paula Cristina Amador Zagalo Gomes, dando as boas
tardes a todos, principalmente ao Sr. Presidente, que é a quem se vai dirigir hoje,
pedindo desculpa por estar nervosa, mas é a primeira vez que se dirige a uma
reunião de câmara e pensa que vai fazê-lo mais vezes.
Assim, há cerca dum ano adquiriu um terreno em Arcena, na freguesia de Alverca
do Ribatejo, um terreno rústico, agrícola, porque o seu marido gosta muito de
animais, tem tempo disponível, gosta de ter um espaço verde onde criar uma
horta, ter árvores de fruto, foi para isso que adquiriram o terreno.
Neste sentido, pediram, junto da câmara municipal, aos SMAS, para poder ser
instalado um contador para dar água às árvores, regar a horta, tratar dos seus
animais e ter um espaço seu e do seu marido, que com esforço juntaram dinheiro
para comprar aquele terreno. O seu marido passa lá horas a tentar cultivar, foi-lhes
negado pela câmara municipal a colocação de um contentor, e perguntaram
porquê.
Depois disso foram confrontados com um auto de contraordenação, porque no dia
que lá foi a fiscalização da câmara municipal estavam a decorrer limpezas no
terreno. Quando o adquiriram era um terreno cheio de mato, tinha mesmo muito
mato, e segundo as autarquias os terrenos têm que ser limpos. Quando o adquiriu,
adquiriu-o assim, é verdade, mas já não era limpo há muito tempo. Tinha um
grande canavial, não se conseguia lá entrar praticamente a pé e tiveram que
recorrer a uma máquina.
Não sabiam que tinham de pedir uma autorização à câmara municipal para o poder
fazer, mas estavam a limpar o terreno, estavam a conservar o terreno que tinham
adquirido. Adquiriram-no no final de março do ano passado, pediram logo à câmara
municipal a água, e isto foi em junho, e quando lá foram os vereadores, que nem
sabe se são vereadores, se calhar não são, tiraram fotografias.
Estavam também naquele momento a reconstruir um muro dentro do terreno,
porque o que lá estava, estava bastante danificado, e acharam por bem que
deveriam fazê-lo para bem da estrada que fica por perto, bem como para o seu
bem e do seu marido, porque ia cair para dentro do terreno. Têm animais, podia
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S Fl.Ata 152Reunião de 2020/02/19
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ficar um animal lá debaixo preso, mas não sabiam que precisavam de uma
autorização, fizeram tudo na boa-fé. Trabalham o dia a dia para o seu sustento,
para terem as suas coisas sem terem que dever nada a ninguém e são
confrontados com um auto.
Já estiveram duas vezes em reunião com a Arqt Susana, que ficou de dar uma
resposta, mas há um ano que andam nisto e não têm resposta. Há um ano que o
seu marido todos os dias carrega bidões de 20 litros de água de casa para dar
água aos animais e regar as árvores que lá têm.
Assim, queria, junto do Sr. Presidente, que os ajudasse, e queria entregar
fotografias, como já entregou no urbanismo, que a Arqt Susana pediu, para
comprovar o que era o terreno e comprovar o que têm agora, e que lhes
arquivasse este processo porque o que fizeram foi de boa-fé, não fizeram nada que
quisessem estar contra a lei.
Tem um pequeno texto que escreveu, e está nervosa, porque nunca se viu numa
situação destas, tendo consigo fotos que comprovam o que era o terreno, e o que
limparam, com o braço do seu marido, que andou ali dias sem fim a limpar. Pelo
canavial que lá havia precisavam mesmo duma máquina, e foram confrontados
com um auto por estarem a fazer terraplanagem. Não estavam a fazer nada,
estavam apenas a limpar o terreno, a limpar o mato que lá existia.
Terminou, perguntando ao Sr. Presidente se pode entregar os documentos, tendo
este anuído e agradecido.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que o Sr. Vice-Presidente e a diretora do
departamento de urbanismo, que está presente também, tomaram boa nota
daquilo que foi dito, e o próprio pediu para se tirarem cópias dos documentos que a
munícipe entregou, porque os originais vão ficar na ata.
Disse a munícipe que todos esses desenhos já foram entregues no departamento
de urbanismo.
Respondeu o Sr. Presidente que sim, mas agora têm que ficar na ata, se não se
importar.
Disse a munícipe que não, é claro que podem ficar.
Interveio novamente o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vice-Presidente, na
sequência daquilo que a munícipe disse, das fotografias que entregou e também
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do processo que existe no urbanismo, e a diretora certamente tomou boa nota
daquilo que foi dito, verá o que é que se pode fazer. Aquilo que sugere é, antes de
a munícipe sair, falar com a Arq Teresa Laranjeira e marcar uma reunião, para ver
o que é que se pode fazer. Não promete nada, mas tentar-se-á encontrar uma
solução.
Referiu a munícipe que sabe que o Sr. Presidente não pode prometer nada, o
tempo de espera é que, por muito que não seja, parece-lhe muito longo.
Terminou o Sr. Presidente, mencionando que agora, que a munícipe vai marcar
uma reunião, certamente o tempo de espera vai ser menor.
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Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, após as restantes respostas às
questões colocadas no período antes da ordem do dia, dizendo que crê que
respondeu a tudo, dando ainda a palavra à Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus.
A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus interveio, referindo que queria pedir a
palavra porque efetivamente teve que se ausentar da reunião e, como já numa
outra vez que se ausentou, o Sr. Vereador Carlos Patrão tem o mau hábito de falar
sobre si quando se ausenta. É feio, é deselegante, não fica bem e não podia deixa
dedizerisso.
A determinada altura começa a pensar que o Sr. Vereador Carlos Patrão perdeu o
foco no Futebol Clube de Alverca e agora tem o foco em si, porque já nem se trata
do CBEI, dos trabalhadores do CBEI, trata-se da sua pessoa e queria esclarecer a
situação.
Não há qualquer conflito de interesses entre si e o CBEI, não pertence à direção,
não é associada, não gere o CBEI, não tem qualquer interesse sequer no que é
aprovado em reunião de câmara. Não passa dum mero apoio jurídico externo, não
vai às assembleias, não vai às reuniões de pais, não participa em qualquer gestão
e organização do CBEI.
O Sr. Vereador Carlos Patrão que meta isso na cabeça de uma vez por todas, que
isto já está a cansar, não fica bem a ninguém. O Sr. Vereador percebe? Não fica
bem ao Sr. Vereador Carlos Patrão, que tem responsabilidades políticas, porque
quer arranjar uma história, com insinuações, e sempre à volta. Não fica bem, já lhe
disse que não passa, na sua humildade, dum mero apoio jurídico, que trata de
questões de contratos de trabalho, etc., nada mais. Percebe Sr. Vereador? Não há
qualquer conflito de interesse, não ganha nada, não perde nada com o que é
aprovado, nem sequer tem qualquer influência no que vem à reunião do CBEI, do
quequerqueseja.
Portanto, pensa que o Sr. Vereador deve ficar esclarecido duma vez por todas,
porque, de facto, saiu para tratar dum assunto que os serviços precisaram que
tratasse, e o Sr. Vereador começa logo a fazer insinuações, como já fez numa outra
vez que também saiu porque teve que ir até fora do edifício, neste caso esteve lá
em baixo, na receção. Numa outra vez que teve até que sair de fora do edifício o
Sr. Vereador também começou a falar, a fazer insinuações, e pensa que já chega,
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porque já começa a ficar verdadeiramente saturada e até mal impressionada.
Assim, foi só um desabafo, porque isto já passou todas as marcas.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que crê que está esclarecida a ausência da
Sr Vereadora.
Pediu o Sr. Vereador Carlos Patrão para falar.
Referiu o Sr. Presidente que é claro, mas, não querendo interferir naquilo que o Sr.
Vereador vai dizer, ficou esclarecido que a ausência da Sr Vereadora foi por outros
motivos que não tinham a ver com o objeto do assunto que se estava a falar, que
eraoCBEl.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo, em primeiro, que a Sr
Vereadora devia ter esclarecido o assunto quando saiu.
Disse a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus que não tem que dar justificações.--
Prosseguiu o Sr. Vereador, mencionando, em segundo, que por acaso é a primeira
vez que está a fazer este reparo, porque da outra vez que houve uma votação
sobre o CBEI foi sobre o edifício amarelo, e nem se apercebeu que a Sr Vereadora
se tinha ausentado e não fez qualquer reparo. Talvez a Sr Vereadora esteja a agir
por simpatia e pensa que o próprio fez alguma referência, mas não fez, e aliás
convida-a a provar que tenha feito alguma referência, alguma vez, a alguma das
suas ausências, tirando esta, que fez, porque da outra vez, de facto, não percebeu.
De facto, houve uma ausência quando foi a votação também de um outro apoio
dado ao CREI, por causa da demolição do edifício amarelo, a Sr Vereadora não
votou, ausentou-se também da votação, e também não esclareceu porque é que se
tinha ausentado. O próprio não tinha reparado no assunto, só mais tarde, quando
foi consultar a ata, é que reparou.
Assim, era só o que queria dizer.
Interveio ainda a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, mencionando que não
disse que o Sr. Vereador tinha referido alguma coisa quando, nesse dia, a própria
não votou, tinha sido uma outra vez, que teve que se ausentar do edifício da
câmara municipal e o Sr. Presidente estava devidamente informado que poderia
até demorar, pois neste caso sabia que não se ia demorar muito. Poderia até
demorar hora e meia, coisa que o valha, e o Sr. Vereador Carlos Patrão desatou a
falar, já nem se lembra do quê, mas pode ir rebuscar essa ata, duma situação
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Vila Franca de Xira 1’ Deliberação n9
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qualquer com a própria.
Não tem que dar satisfações ao Sr. Vereador, só tem que dar satisfações ao Sr.
Presidente da câmara. Ao Sr. Vereador não tem que dar satisfações.
O Sr. Presidente tomou a palavra, mencionando, esclarecida que está esta questão,
que dá por terminada a reunião de câmara, desejando um resto de dia bom e um
bom almoço.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que faltou responder a duas perguntas, os
membros da CDU não se quiseram meter na conversa.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo desculpa mas referindo que agora já não há
clima para continuar a conversa, e na próxima reunião a Sr Vereadora faz o favor
de aludir às questões que, pelos vistos, ficaram por responder.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que ficam para a próxima.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, agradecendo e referindo que, com a
compreensão do Sr. Vereador Nuno Libório, dá por terminada a reunião, estando a
ata em minuta, que é um momento fundamental e decisivo para a boa condição
dos trabalhos, aprovada.
final 3/3
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P1. Livro
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e PLAfl -. - 156LI 11,4 Reunião de 2020/02119
Município / ,II! Proc2
Vila Prar de Xlra 1’ DeIibeiIO[
Câmara Municipal
Assunto: ATA EM MINUTA DA REUNIÃO -.
Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensa da sua leitura.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presenti reunião de
câmara.
58 ata minuta
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
FI. Livro
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Fl.Ata
- 157
Reuniâo de 2020/02/19
Encerramento às 13h40.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2020/03/18, não tendo
participado na votação o Sr. Vereador André Arrojado, por não ter estado presente,
tendo sido dispensada a sua leitura, por ter sido previamente distribuída a todos os
membros.
E eu,
- Fernando Paulo Serra Sarreiros,
Diretor do Departamento de ‘esr Administrativa, Financeira e jurídica, a
subscrevi.
A!
O Presidente da Câmara Mun
quita
encerra