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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2020
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2020
2020-01-08/2020-12-16
RC 03.04
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, na EB2,3 D. Martinho de Vaz Castelo Branco, na Póvoa de Santa Iria, União das Freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, pelas 9h30 do dia 2020/03/04
2020-03-04/2020-03-04
001
ORDEM DO DIA
2020-03-04/2020-03-04
002
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/03/04
2020-03-04/2020-03-04
003
Ata da reunião de câmara de 2020/03/04
2020-03-04/2020-03-04
Ata da reunião de câmara de 2020/03/04
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Ata da reunião de câmara de 2020/03/04
Description details
Record not reviewed.
Description level
Simple document
Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2020/RC 03.04/003
Title type
Atribuído
Production dates
2020-03-04
to
2020-03-04
Extents
1 Ficheiros
Geographic name
Póvoa de Santa Iria
Scope and content
Ordem do dia - Págs. 01 a 04
Rosto - Pág. 06
Técnicos - Págs. 09 a 11
aod 1 - Período antes da ordem do dia - Informação do Sr. Presidente - Págs. 09 e 10
aod 2 - Período antes da ordem do dia - Informação da Srª Vereadora Manuela Ralha- Pág. 11
aod 3 - Período antes da ordem do dia - Corrida das Lezírias - Pág. 12
aod 4 - Período antes da ordem do dia - Resultados desportivos - Pág. 13
aod 5 - Período antes da ordem do dia - Intervenção do Sr. Presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa - Pág. 14
aod 6 - Período antes da ordem do dia - Obras nas escolas com amianto - Págs. 15 e 16
aod 7 - Período antes da ordem do dia - Reunião da câmara municipal com a Segurança Social sobre o CBEI- Págs. 17 e 18
aod 8 - Período antes da ordem do dia - Falta de médicos de família - Págs. 19 e 20
aod 9 - Período antes da ordem do dia - Cerimónia de boas vindas aos novos trabalhadores - Pág. 21
aod 10 - Período antes da ordem do dia - Distribuição postal das faturas dos serviços municipalizados pela PGM - Pág. 22
aod 11 - Período antes da ordem do dia - Acesso à zona da estação ferroviária da Póvoa de Santa Iria - Págs. 23 a 27
aod 12 - Período antes da ordem do dia - Acessos à póvoa de Santa Iria e á zona sul do concelho- Págs. 28 e 29
aod 13 - Período antes da ordem do dia - Regulamento de Trânsito da Junta de Freguesia da Alverca - Págs. 30 e 31
aod 14 - Período antes da ordem do dia - Rearborização da Mata dos Caniços - Póvoa de Santa Iria - Pág. 32
aod 15 - Período antes da ordem do dia - ATL da Bolonha e linhas de alta tensão - Póvoa de Santa Iria - Págs. 33 e 34
aod 16 - Período antes da ordem do dia - Incumprimento de questões salariais por empresas de segurança - Pág. 35
aod 17 - Período antes da ordem do dia - Lapa do Senhor Morto e oratório de São Jerónimo - póvoa de Santa Iria - Págs. 36 e 37
aod 18 - Período antes da ordem do dia - Espaço cultural no Forte da Casa - Pág. 38
aod 19 - Período antes da ordem do dia - Recuperação da Fábrica dos Moinhos da Póvoa de Santa Iria- Pág. 39
aod 20 - Período antes da ordem do dia - Reposição do Reduto nº 35 - Recuperação do Reduto nº 36 - Pág. 40
aod 21 - Período antes da ordem do dia - Banda 12 - 3º direito - Bairro da Icesa - Vialonga - Págs. 41 a 43
aod 22 - Período antes da ordem do dia - Preservação da chaminé da Cima - Sobralinho - Pág. 44
aod 23 - Período antes da ordem do dia - Falta de estacionamento em Alhandra - Pág. 45
aod 24 - Período antes da ordem do dia - Estudo da Universidade do Minho sobre a presença digital de municípios na intranet - Págs. 46 e 47
aod 25 - Período antes da ordem do dia - Queixa de moradores do Alto do Mesquita - Pág. 48
aod 26 - Período antes da ordem do dia - Respostas às questões colocadas no período antes da ordem do dia e assuntos relacionados com a ordem do dia - Falecimento de Henrique Cordeiro - Pág. 49
01 - Ata nº 03/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/02/05 - Pág. 08
02 - Atribuição de apoio financeiro relativo à aquisição de viatura automóvel destinada ao transporte escolar - União das Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz- Pág. 09
03 - Acordo de revogação de protocolo de cedência de instalações em regime de comodato - Animar - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local- Pág. 10
04 - Loja nº 10 do mercado retalhista de Alhandra - Não exercício do direito de preferência e autorização de mudança de ramo de atividade - Págs. 11
05 - Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal - Pág. 12
06 - Editais - Págs. 13
07 - Pagamentos autorizados - Pág. 14
08 - Balancetes - Pág. 15
09 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 16
10 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Áreas de reabilitação urbana - Págs. 17
11 - Aquisição de duas viaturas de RSU orgânicos - Adjudicação e aprovação da minuta do contrato - Págs. 18
12 - Alteração à licença de loteamento denominado por Urbanização dos Carvalhos (Monte Sereno), titulado pelo alvará de loteamento nº 12/01, de 11/09 - São João dos Montes - Págs. 19
13 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 81, do loteamento Terra da Pastoria - Forte da Casa - Pág. 20
14 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre os lotes B1 e B2, do loteamento Arroteia - Alverca do Ribatejo - Pág. 21
15 - Arranjos exteriores da EB de Arcena - Alverca e EB/JI da Vala do Carregado - Castanheira do Ribatejo - Abertura de procedimento - Pág. 22
16 - Regularização fluvial do rio Grande da Pipa e construção de um novo pontão - Auto de vistoria para efeitos de liberação parcial de caução - Castanheira do Ribatejo - Pág. 23
17 - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo respeitante à requalificação e reposição de condições de segurança do ancoradouro - Alhandra - Alhandra Sporting Club - Pág. 24
18 - Campeonatos Territoriais de Ginástica Acrobática - 1ª divisão - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo - Associação de Ginástica de Lisboa - Pág. 25
19 - Dia Paralímpico Municipal - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo - Comité Paralímpico de Portugal - Pág. 26
20 - Entrega de ânfora romana ao Museu Municipal de Vila Franca de Xira, por Fernando de Jesus Moreira - Apoio financeiro - Pág. 27
21 - Regulamento Interno do Museu do Neo-Realismo - Publicitação do início do procedimento e participação procedimental - Pág. 28
22 - 9º Salão de Automóveis e Motociclos Clássicos de Vila Franca de Xira - Constituição de fundo de maneio temporário - Pág. 29
23 - Regulamento da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira - Proposta de datas - Pág. 30
24 - Feira Anual de Outubro 2020 - Constituição da comissão coordenadora - Pág. 31
25 - Feira Anual de Outubro 2020 - Planta de implantação - Organização e procedimentos - Pág. 32
26 - Empreitada do "Parque ribeirinho moinhos da Póvoa e ciclovia do Tejo" - Revisão de preços (definitiva) - Pág. 33
27 - Projeto de requalificação da EN10 - Rede estruturante ciclável e pedonal - 2ª fase - Aquisição amigável de duas parcelas de terreno sitas na Quinta do Galvão - Alverca do Ribatejo - Pág. 34
28 - Proposta - A Educação, uma prioridade do Município de Vila Franca de Xira - Pág. 35 a 38
29 - Proposta - Transferência complementar e compensatória para as Juntas e Uniões de Freguesia promovendo o reforço da sua iniciativa e capacidade de intervenção própria - Pág. 39 e 40
30 - Moção - Dia Internacional da Mulher - Manifestação Nacional de Mulheres - Pág. 41 a 43
31 - Moção - Dia Internacional da Mulher - Em Defesa da Igualdade - Pág. 44 a 48
33 - Ata em minuta da reunião - Pág. 49
Encerra - Pág. 50
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Vídeo da reunião de câmara:
https://www.youtube.com/watch?v=x3ieRRIobxc
Transcription
ORDEM DO DIA
Pág. 1
Interessado Local
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
1 Ata nº 03/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/02/05 Aprovação
2 Atribuição de apoio financeiro relativo à aquisição de viatura automóvel destinada ao
transporte escolar
Uniãos das Freguesias de
Alhandra, São João dos
Montes e Calhandriz
Aprovação
3 Acordo de revogação de protocolo de cedência de instalações em regime de comodato Animar - Associação
Portuguesa para o
Desenvolvimento Local
Aprovação
APOIO AO MUNÍCIPE E ATIVIDADES ECONÓMICAS
4 Loja nº 10 do mercado retalhista de Alhandra - Não exercício do direito de preferência
e autorização de mundança de ramo de atividade
Ana Filipa Henriques
Nunes
Alhandra Aprovação
GESTÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E JURÍDICA
. Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
5 Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal Conhecimento
6 Editais Conhecimento
7 Pagamentos autorizados Conhecimento
8 Balancetes Conhecimento
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
9 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
Conhecimento
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, na EB2,3 D. Martinho Vaz de Castelo Branco, na
Póvoa de Santa Iria, União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, pelas 9h30, do dia 2020/03/04
Designação
Assunto
ORDEM DO DIA
Pág. 2
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, na EB2,3 D. Martinho Vaz de Castelo Branco, na
Póvoa de Santa Iria, União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, pelas 9h30, do dia 2020/03/04
Designação
Assunto
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
10 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Conhecimento
. Outros assuntos
11 Aquisição de duas viaturas de RSU orgânicos - Adjudicação e aprovação da minuta do
contrato
Aprovação
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
12 Alteração à licença de loteamento denominado por Urbanização dos Carvalhos (Monte
Sereno), titulado pelo alvará de loteamento nº 12/01, de 11/09
Pedro Miguel Vieira
Pereira
S. João dos
Montes
Aprovação
13 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 81, do loteamento
Terra da Pastoria
Maria Emília Batista Leal
Ferreira
Forte da Casa Aprovação
14 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre os lotes B1 e B2, do
loteamento Arroteia
Cristina da Silva Pinto Alverca do
Ribatejo
Aprovação
OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
15 Arranjos exteriores da EB de Arcena - Alverca e EB/JI da Vala do Carregado -
Castanheira do Ribatejo - Abertura de procedimento
Aprovação
16 Regularização fluvial do rio Grande da Pipa e construção de um novo pontão - Auto de
vistoria para efeitos de liberação parcial de caução
Oliveiras - Engenharia e
Construção, SA
Castanheira do
Ribatejo
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 3
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, na EB2,3 D. Martinho Vaz de Castelo Branco, na
Póvoa de Santa Iria, União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, pelas 9h30, do dia 2020/03/04
Designação
Assunto
EDUCAÇÃO E DESPORTO
17 Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo respeitante à requalificação e
reposição de condições de segurança do ancoradouro
Alhandra Sporting Club Alhandra Aprovação
18 Campeonatos Territoriais de Ginástica Acrobática - 1ª divisão - Contrato-Programa de
Desenvolvimento Desportivo
Associação de Ginástica
de Lisboa
Aprovação
19 Dia Paralímpico Municipal - Contrato-Programa de Desenvolvimento Desportivo Comité Paralímpico de
Portugal
Aprovação
CULTURA E TURISMO
20 Entrega de ânfora romana ao Museu Municipal de Vila Franca de Xira, por Fernando de
Jesus Moreira - Apoio financeiro
Aprovação
21 Regulamento Interno do Museu do Neo-Realismo - Publicitação do início do
procedimento e participação procedimental
Aprovação
22 9º Salão de Automóveis e Motociclos Clássicos de Vila Franca de Xira - Constituição de
fundo de maneio temporário
Aprovação
23 Regulamento da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira - Proposta de datas Aprovação
24 Feira Anual de Outubro 2020 - Constituição da comissão coordenadora Aprovação
25 Feira Anual de Outubro 2020 - Planta de implantação - Organização e procedimentos Aprovação
REABILITAÇÃO URBANA
26 Empreitada do "Parque ribeirinho moinhos da Póvoa e ciclovia do Tejo" - Revisão de
preços (definitiva)
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 4
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, na EB2,3 D. Martinho Vaz de Castelo Branco, na
Póvoa de Santa Iria, União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, pelas 9h30, do dia 2020/03/04
Designação
Assunto
27 Projeto de requalificação da EN10 - Rede estruturante ciclável e pedonal - 2ª fase -
Aquisição amigável de duas parcelas de terreno sitas na Quinta do Galvão
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
28 Proposta - A Educação, uma prioridade do Município de Vila Franca de Xira Aprovação
29 Proposta - Transferência complementar e compensatória para as Juntas e Uniões de
Freguesia promovendo o reforço da sua iniciativa e capacidade de intervenção própria
Aprovação
30 Moção - Dia Internacional da Mulher - Manifestação Nacional de Mulheres Aprovação
31 Moção - Dia Internacional da Mulher - Em Defesa da Igualdade Aprovação
32 Abertura de processo de inquérito Aprovação
33 Ata em minuta da reunião Aprovação
ri. ivro -
FI.Ata
- 001
/
Reunião de 2020/03/04
7 Ata n2 05/2020
MUNICÍPIO DE VILA1IAtsJCA DE XIRA
CÂMARA MUNICIPAL
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA E PÚBLICA DE 2020/03/04
Aos quatro dias do mês de março de dois mil e vinte, pelas 09h30, na EB2,3 D.
Martinho Vaz de Castelo Branco, na Castanheira do Ribatejo, União das Freguesias de
Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, reuniu a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira,
sob a presidência do Sr. Alberto Simôes Maia Mesquita, Presidente da Câmara
Municipal, estando presentes os Srs. Vereadores:
Nuno Miguel Marques Libório;
.josé António da Silva de Oliveira;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
Helena Margarida Mendes Pereira de Jesus;
Maria Manuela Pacheco Ralha;
Cláudia Sofia Oliveira Martins;
—
• António José Sequeira Félix;
Maria de Fátima Pires Antunes;
André Filipe Ildefonso Arrojado;
• Carlos Miguel Vilar Patrão.
Esteve ausente a se Vereadora Regina Célia Gonçalves Agostinho janeiro, tendo sido
substituída pelo Sr. André Filipe Ildefonso Arrojado.
A reunião foi secretariada por Fernando Paulo Serra Barreiros, Diretor do
Departamento de Gestão Administrativa, Financeira e Jurídica, assessorado por Paula
Cristina Correia Antunes, Assistente Técnica.
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado:
rosto
FI. Livro______________
•
Reurãode 2020/03/04
Município Proc2
___________________
de JAI1J\
Vila Franca de Xira 4J Deliberação n
Câmara Municipal f
Assunto: PRESENÇAS DO PESSOAL DIRIGENTE E TÉCNICOS
GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA
.ChefedoGabinete
Dr. Renato Gonçalves
• Adjuntos —
Dr Filomena Serrazina
Jorge Zacarias
GABINETE DE APOIO À VEREACÃO
• Adjuntos
Dr Andrela Revez
Dr. Luís Vasconcelos
• Secretário
Osvaldo Pires
• Assessoria
Luís Carvalho
José António Silva
Dr Diana Serpins
Óscar Soares
Dr Mafalda Ramos
DIVISÃO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO E IUVENTUDE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Anabela Pereira
DIVISÃO DE COMUNICACÃO E IMAGEM
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Susana Santos
DIVISÃO DE INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA
• Chefe da Divisão
Eng2 Clemente Rocha —
DIVISÃO DE AUDITORIA E OUALIDADE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr. Dinis Piriquito
SERVIÇO MÉDICO-VETERINÁRIO MUNICIPAL
técnicos 1/3
I
FI. Livro____________
FI Ata 003
Reuniãode2O2O/03/04
Município lÁ lj\ Proc
_____________________
de 111
Vila Franca de Xira / Deliberação n2____________
Câmara Municipal 2
• Chefe de Divisão, em regime de substituição
Dr Ana Leonardo
DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E IURÍDICA
Divisão de Recursos Humanos
.Chefe da Divisão
Dr. Paulo Alenquer
DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
• Diretora do Departamento, em regime de substituição
Arqt Teresa Laranjeira
Divisão de Planeamento e Ordenamento do Território
• Técnica superior
Eng Cana Alcobia
DEPARTAMENTO DE OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
• Chefe de Divisão, em regime de substituição, em substituição da Diretora
Eng9 Vítor Viçoso
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E DESPORTO
Divisão de Educação
• Chefe da Divisão
Dr. Pedro Montes
Divisão de Manutenção de EQuipamentos Municipais
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng9 Ruben Pinto
DEPARTAMENTO DE CULTURA E TURISMO
• Diretor do Departamento
Dr. Alexandre Sargento
—
Divisão de Turismo
.Chefe da Divisão
Dr Maria João Carraça
DEPARTAMENTO DE HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
• Diretora do Departamento, em regime de substituição
Dr Ana Cana Costa
Divisão de Saúde e Solidariedade
técnicos 2/3
El. Livro_____________
1 A 1 i2ode 262,0304
Município
Proc
___________________
Vila Franca de Xira / V - Deliberação n2
Câmara Municipal
Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Cláudia Prazeres
DEPARTAMENTO DE AMBIENTE E GESTÃO DO ESPAÇO PÚBLICO
• Diretora do Departamento
Arqt Catarina Conde
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO
Divisão Administrativa e Financeira
• Chefe da Divisão
Dr Teresa Botelho
—
Divisão de Gestão Comercial e Atendimento
• Chefe da Divisão
Dr Vanessa Cirilo
Divisão de Águas e Saneamento
.ChefedaDivisão
Eng2 António Novais
Divisão de Projetos e Cadastro
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng Maria Raquel Borda d’Água
Divisão de Qualidade. Ambiente e Equipamentos
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng Vitória Simões
OUTRAS PRESENCAS
• Presidente da junta de Freguesia da União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria
eFortedaCasa
• Dr Leonilde Rocha, em representação do Diretor do Agrupamento de Escolas
Póvoa de Santa Iria
técnicos 3/3
EI. Livro
_____________
Fl.Ata 905
A Reunião de 2020/03/04
Município fui 1 Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
INFORMAÇÃO DO SR. PRESIDENTE
Interveio o Sr. Presidente, dando início à reunião, começando por agradecer ao
Agrupamento de Escolas da Póvoa de Santa Iria o facto de ter disponibilizado as
suas magníficas instalações para realizar a reunião de câmara de hoje,
cumprimentando, também, em representação do agrupamento, a Dr Leonilde
Torres, que dá à câmara municipal o gosto de estar presente.
Tomou a palavra a Dr Leonilde Torres, dando os bons dias e as boas vindas do
agrupamento a todos os presentes, desejando que seja um bom dia de trabalho,
referindo que o diretor está numa reunião, não pôde estar presente, e a própria
também vai estar pouco tempo pois tem de estar numa reunião às 10h00 em
Santa Maria, por causa de uma aluna.
Terminou, dizendo mais uma vez que são todos bem-vindos e que façam da escola
a sua casa, ficando ao dispor para qualquer coisa.
Interveio de novo o Sr. Presidente, agradecendo pela atenção e dizendo ser um
gosto estar nas magníficas instalações desta escola e deste agrupamento de
escolas.
Prosseguiu, cumprimentando o Sr. Presidente da União das Freguesias de Póvoa de
Santa Iria e Forte da Casa, todos os presentes e todos aqueles que seguem esta
reunião via on-line, mencionando que começará com algumas informações da
parte do executivo.
Assim, quer transmitir que o município de Vila Franca de Xira vai estar mais uma
vez na Bolsa de Turismo de Lisboa, que irá decorrer na FIL, no Parque das Nações,
entre os dias 11 e 15 de março.
Vai ter também, como habitualmente, nas últimas edições, um stand próprio, a par
com a presença no stand da Entidade Regional do Turismo de Lisboa. Está em dois
momentos, não só no stand da Entidade Regional do Turismo de Lisboa, mas
também com um stand próprio.
Vila Franca de Xira, desta forma, pretende apresentar aos visitantes as suas
propostas para o corrente ano, com destaque para a gastronomia, vinhos, eventos,
recursos naturais e patrimoniais.
Estão previstos vários momentos de animação, com destaque para o dia dedicado
aod 1 1/2
_____
FI. Livro
______________
1 R0 ÏOO/O3/04
Município 1 Proc
____________________
de í MIIAVila Franca de Xira JII’’ Deliberação n2____________
Câmara Municipal
e
ao município de Vila Franca de Xira, que será no dia 13 de março, sexta-feira, e
estão todos naturalmente convidados, com ponto de encontro pelas 18h00. no
espaço da Entidade Regional do Turismo de Lisboa, no pavilhão 1. Segue-se a visita
ao stand deste município, com a realização dum showcooking do sável frito com
açorda de ovas e a prova comentada dos vinhos “Encostas de Xira”.
A participação na BTL é, uma vez mais, a expressão continuada da estratégia de
promoção turística desenvolvida pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, que
tem vindo a traduzir-se também noutras participações regulares em feiras
nacionais e internacionais.
Está convicto que com esta estratégia está-se a promover o concelho, e, sendo um
trabalho profícuo e longo, está a começar a dar os seus frutos muito positivos,
tendo em vista os muitos turistas estrangeiros e nacionais que vêm até Vila Franca
de Xira. Isso só é possível se o concelho ser der a conhecer e é isso que se está a
fazer, em termos nacionais e internacionais.
aod 1 2/2
FI. Livro
_____________
007
A i Reunião de 2020/03/04
Município IA I 1 Proc2
____________________
de -
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM D& IA
INFORMAÇÕES DA SR VEREADORA MANUELA RALHA
Interveio a Sr Vereadora Manuela Ralha, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes e todos os que seguem a reunião em casa,
referindo sobretudo o gosto que é voltar ao seu local de trabalho e a esta escola
que lhe é tão querida, dando os bons dias a todos e a todas.
Prosseguiu, dizendo que se realiza na próxima sexta-feira, dia 6 de março, o
espetáculo de teatro Monólogo “Conversas sérias”, de Marta Gautier, com início às
21h00, no Ateneu Artístico Vilafranquense, em Vila Franca de Xira, fazendo este
espetáculo parte das comemorações municipais do Dia Internacional da Mulher,
celebrado a 8 de março.
Ainda, no âmbito destas comemorações e dando continuidade ao que vem sendo a
prática do município nos últimos anos, será atribuído o cheque-tempo, com a
dispensa de meio-dia, oferecido a todas as trabalhadoras da câmara municipal e
dos SMAS de Vila Franca de Xira.
Inaugura ainda, no próximo sábado, 7 de março, pelas 16h00, no núcleo-sede do
Museu Municipal de Vila Franca de Xira, uma exposição que revela aos visitantes a
história e acervo patrimonial da loja “Oculista Nunes”, icónico estabelecimento
comercial que marcou a cidade de Vila Franca de Xira ao longo das várias décadas
de funcionamento.
A exposição integra algumas peças de grande originalidade e também um
interessante conjunto de fotografias que fazem memória da realidade dos
estabelecimentos comerciais de outrora.
aod 2
El. Livro
____________
FLAta’ 008
Reunião de 2020/03/04
Município Proc2
______________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CORRI DA DAS LEZÍRIAS
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que o Sr. Vereador António Félix irá falar, e
depois dará a palavra, como aliás já o devia ter feito, ao Sr. Presidente da junta de
freguesia.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, dando os bons dias e
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, bem como
todos aqueles que assistem a mais uma emissão via on-line da reunião de câmara,
começando pela emblemática Corrida das Lezírias, que se realizou no passado
domingo, com cerca de 2 500 atletas participantes.
Este ano foi a sua 25 edição e, dos 1 800 corredores na prova principal dos
15,5km, Emiliano Vieira, da Run Tejo, sagrou-se o vencedor masculino, e Andreia
Santos, da Run Tejo também, foi a vencedora feminina, respetivamente, com 52
minutos e 3 segundos e 59 minutos e 26 segundos.
Na minicorrida de 5km, entre o parque urbano de Vila Franca de Xira e Alhandra,
estiveram 500 participantes, e na corridinha de 400m e 800m, dentro do parque
urbano, participaram 200 crianças.
A atleta Rosa Mota marcou presença, apadrinhando esta edição, inspirando os
atletas e participando na entrega de prémios.
Tomou ainda a palavra o Sr. Presidente, dizendo que antes de passar a palavra ao
Sr. Presidente da junta de freguesia queria referir que na Corrida das Lezírias
também se teve ocasião, antes do tiro da partida, de fazer um minuto de silêncio
pelo falecimento da grande atleta olímpica Teresa Machado, uma atleta que é uma
grande referência na área dos lançamentos.
Teve-se essa ocasião, teve-se a informação que tinha falecido no dia anterior, e a
grande atleta Rosa Mota também esteve nesse recolhimento e nesta homenagem
a esta grande atleta.
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Município f\,)
Vila Franca de Xira AU V 1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESULTADOS DESPORTIVOS
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, referindo que no Campeonato
Nacional de Tiro com Arco de Sala os arqueiros do Futebol Clube de Alverca
conquistaram 6 medalhas, merecendo destaque individual, Bruna Morais, em
juvenis em arco recurvo, que se sagrou campeã nacional, bem como a equipa de
juvenis em arco recurvo, composta por Bruna Morais, Raquel Marques e Diogo
Alves.
Nesta mesma competição, Simão Ribeiro, arqueiro da Sociedade Euterpe
Alhandrense, sagrou-se vice-campeão nacional na categoria de juvenis em arco
recurvo.
A competição decorreu em Odivelas, no dia 1 de março.
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de f fflhIRVila Franca de Xira /
v 1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DIA
INTERVENÇÃO DO SR. PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DA UNIÃO DAS
FREGUESIAS DE PÓVOA DE SANTA IRIA E FORTE DA CASA
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra ao Sr. Presidente da junta de Freguesia
da União das Freguesias de Pávoa de Santa Iria e Forte da Casa.
Tomou a palavra o Sr. Presidente da junta, agradecendo e cumprimentando, na
pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes e aqueles que seguem a reunião em
casa, referindo que quer apenas saudar e dar as boas vindas à cidade da Póvoa de
Santa Iria, reiterando as boas vindas que a Professora Leonilde deu também a esta
escola, e desejando, efetivamente, que tenham um bom trabalho esta manhã, que
seja profícuo para os munícipes desta freguesia e deste concelho.
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Reunião d 2020/03/04
Município
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Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
OBRAS NAS ESCOLAS COM AMIANTO
Interveio o Sr. Presidente, passando a palavra à CDU, ao Sr. Vereador André
Arrojado.
Tomou a palavra o Sr. Vereador André Arrojado, dando os bons dias a todos os
presentes e àqueles que estão a ver a reunião em casa, referindo que em nome da
CDU os seus membros querem mais uma vez mostrar um conjunto de
preocupações para situações do concelho, e também da freguesia da Póvoa.
Começa pela situação das obras em escolas com amianto, em que sabem que o
Governo ainda não lançou a lista das escolas com necessidade de intervenção.
Sabem também que não está a respeitar a Lei n2 12/2011, que estabelece
procedimentos e objetivos com vista à remoção destes produtos que contenham
fibras de amianto.
Querem também, no quadro das transferências de competências, perguntar ao
executivo qual é o ponto de situação das escolas do concelho, se essa situação
está controlada e que intervenções estão previstas para as escolas, sabendo que,
nomeadamente a da freguesia do Forte da Casa, continua com esse problema e
por ser intervencionada.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que as questões das coberturas e
outros espaços com fibras de amianto não é uma preocupação de hoje, é uma
preocupação do executivo já de há muitos anos a esta parte, e de tal modo que no
mandato anterior, em 2 anos, retirou todas as coberturas em fibrocimento de todas
as suas escolas.
Portanto, a câmara municipal fez a sua parte, e fez mais, fez um levantamento
global das coberturas em fibrocimento nas outras escolas que não são da sua
responsabilidade. Tem esse estudo, que eventualmente terá de ser reavaliado
porque já tem alguns anos, mas tem as áreas, tem a estimativa de custos para a
retirada dessas coberturas e substituição das mesmas, e enviou na altura em que
fez o estudo para o Ministério da Educação, através da DGE5tE, para, de facto,
estar à disposição para celebrar contratos-programa para poder resolver essa
questão.
A informação que tem é que a DGE5tE está a fazer também ela algumas
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Município
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Câmara Municipal
démarches junto dos agrupamentos de escolas, mas tem pouco mais informação
do que esta, que este pedido de informação é para, ao fim e ao cabo, perceber
qual é a dimensão das questões das coberturas de fibrocimento.
Não sabe mais que isto, no entanto estas informações já a câmara municipal
forneceu há algum tempo, e acredita que este é um processo que pode vir a ter
sequência mais rápida através da descentralização de competências, na medida
em que esta relação mais próxima com a DGE5tE e o próprio Ministério da
Educação faz com que se consiga sensibilizar para a necessidade de resolver este
problema.
A câmara municipal fez o seu trabalho, para além disso foi mais além na avaliação
de tudo isto, e se os responsáveis atuais do Ministério da Educação assim o
entenderem cá estará disponível para ajudar a resolver esta questão.
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Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL COM A SEGURANÇA SOCIAL SOBRE O CBEI
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, mencionando, sobre a reunião que a
câmara municipal teve com a Segurança Social sobre o CREI, que os membros da
CDU queriam perguntar, preocupados que estáo, como estão todos, sobre essa
situação, que conclusões saíram dessa mesma reunião.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo, relativamente à reunião que teve com
representantes da Segurança Social sobre as questões do CBEI, que aquilo que
pode dizer ao Sr. Vereador é que foi escalpelizada toda a situação, e a câmara
municipal teve oportunidade de manifestar a sua preocupação e também as
iniciativas que tem feito ao longo do tempo, como já informou anteriormente, que
têm sido falar com todos os representantes de trabalhadores, de sindicatos, de
pais, e de reuniões que já houve também com a direção do CBEI, no sentido de
tentar encontrar soluções rápidas para resolver o problema que a instituição tem.--
Desta reunião o que ficou foi que, assim que o CBEI tenha os documentos que têm
de ser entregues para que o fundo de socorro seja disponibilizado, imediatamente
isso será resolvido, e crê que já o fez esta semana, não tem essa informação ainda,
a câmara municipal também não tem que se imiscuir nestas coisas, pois, às duas
por três, se se começa a imiscuir naquilo que é a gestão da própria instituição mal
está a situação, porque está-se a substituir às entidades que verdadeiramente têm
responsabilidades nesta matéria.
O fundo de socorro está disponível neste momento, sabe que a Sr Secretária de
Estado da área só está à espera que este processo feche em termos documentais,
e brevemente o CBEI terá à sua disposição um valor confortável, para poder fazer
face às dificuldades mais imediatas.
Há duas situações no entender da câmara municipal, são as questões de
emergência, que são agora, têm de ser resolvidas agora para o CBEI continuar a
desenvolver a sua atividade em prol da população e dos pais que têm os meninos
naquela instituição, e outra, não menos importante, que é o pagamento imediato,
rápido, dos vencimentos que estão em atraso. Tanto quanto sabe o vencimento
que está em atraso é o do mês de fevereiro, e efetivamente tem que ser pago com
rapidez.
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Pese embora o esforço que os trabalhadores têm vindo a fazer, é verdade que a
situação não pode continuar a prolongar-se, e por isso a reunião com a Segurança
Social, no seu ponto de vista, foi muito frutuosa naquilo que lhe foi transmitido.
De qualquer modo, referiu à Segurança social, e também à própria direção do CBEI,
que passada esta situação de emergência ou complementarmente a este trabalho
tem de haver um plano, uma estratégia futura para a organização e gestão
daquela instituição, para não ter este tipo de sobressaltos que teve agora, que não
são novos, mas é agora que eles tiveram a acuidade, até pública, que tiveram.
Infelizmente, como já referiu, há outras instituições que também já atravessaram
dificuldades, se calhar até superiores à do CBEI, que lá foram sendo resolvidas, e
está seguro que também vai ser possível resolver esta. O CBEI tem que também
descobrir e articular as formas de como é que no futuro tudo isto se resolverá, e ter
uma capacidade para encontrar os caminhos necessários para que a atividade
meritória que desenvolve se mantenha.
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ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
FALTA DE MÉDICOS DE FAMÍLIA
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, referindo-se a um alerta, que tem a ver
com uma preocupação que já foi referida pelos membros da CDU numa reunião de
câmara em janeiro, relacionada com o número de pessoas que continua sem
médico de família.
Na Póvoa de Santa Iria são 4 647, no Forte da Casa são 431, são mais de 5 000
pessoas com este acesso dificultado a cuidados de saúde primários, e estes
mesmos cuidados podiam estar a ser ainda mais prejudicados na sua abrangência
se não fosse a luta das populações, à qual a CDU também se envolveu para não se
fechar, quando houve a intenção de fechar o serviço de atendimento
complementar, que felizmente foi revertida.
A estas carências de médicos vai-se juntar a aposentação de um dos médicos, que
vai tornar o serviço ainda mais deficitário.
Portanto, acreditam que é urgente assumir a responsabilidade política da defesa
das populações do concelho que estão ou não abrangidas por este serviço, e fazer,
de facto, uma pressão mais eficiente junto do Ministério da Saúde, para que estas
necessidades, que também na altura dessa reunião de câmara foram assumidas,
sejam supridas.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que depois pede à Sr Vereadora
Fátima Antunes para falar sobre esta questão dos utentes sem médicos de família
na Pávoa e também no Forte da Casa.
A Sr Vereadora Fátima Antunes interveio, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes e os que seguem a reunião em casa, através da
emissão on-line, referindo-se à questão colocada dos médicos de família nas
unidades da Póvoa de Santa Iria e do Forte da Casa e à informação que tem,
mencionando que se faz um acompanhamento constante daquilo que é a evolução
da colocação dos médicos, e, voltando um bocadinho atrás, o Sr. Vereador sabe
que em agosto do ano de 2019 foram colocados mais 10 médicos nas unidades do
concelho, mas estas questões são sempre dinâmicas, há sempre pessoas que
saem, porque se aposentam ou porque vão para outras unidades.
No entanto, dos dados que tem mais atualizados, quer no Forte da Casa, quer na
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Póvoa existe uma unidade de saúde fa iliar e uma unidade de cuidados de saúde
personalizados, e apenas na unidade de cuidados de saúde personalizados da
Póvoa de Santa Iria se verifica sensivelmente uma falta de 2 médicos.
No ACES - Agrupamento de Centros de Saúde, houve uma mudança em termos do
diretor executivo, e tem-se uma reunião já para breve marcada com a nova
diretora executiva, onde se poderá abordar esta questão, da tal pessoa que
eventualmente estará para se aposentar, que não tem essa informação, mas
certamente estarão a ser tomadas medidas para que haja esta substituição.
Nesta unidade de cuidados de saúde personalizados na Póvoa, em que se
verificava esta maior falta de médicos, havia um médico contratado para atender
estas pessoas que, de facto, não têm médico de família.
Relativamente ao atendimento complementar, ele tem vindo a ser assegurado,
desde janeiro que foi ativado o plano de contingência da gripe normal, e foram
reforçados e alargados os horários de atendimento. No contexto atual, com esta
infeção que se tem agora, permanente, ver-se-á, e entretanto também já estão a
ser acionadas outras medidas, para dar resposta áquilo que é o plano de
contingência, que também o ACES tem implementado.
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ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CERIMÓNIA DE BOAS VINDAS AOS NOVOS TRABALHADORES
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, aproveitando para cumprimentar todos os
presentes, os que se encontram na sala, bem como aqueles que, via on-line, estão
a acompanhar a reunião de câmara, dizendo que em nome da bancada da CDU os
seus membros gostariam de lamentar o facto de não terem sido convidados para
fazer parte daquele processo mais simbólico, do que formativo ou organizacional,
de integração dos novos trabalhadores na câmara municipal.
Portanto, devolvem a seguinte questão: Porque é que não foram convidados
também a fazer as boas vindas aos novos trabalhadores, na medida em que fazem
parte do executivo da câmara municipal?
Interveio o Sr. Presidente, referindo, em relação à receção que se fez aos
trabalhadores que entraram agora ao serviço, que se convidaram para estarem
presentes os dirigentes e os vereadores que têm à sua responsabilidade pelouros
na área para onde os trabalhadores iam e onde estão a desenvolver a sua
atividade.
De qualquer modo, não deixa de registar o lamento dos vereadores da CDU e em
próximas ocasiões certamente não deixará de ter em atenção aquilo que o Sr.
Vereador acabou de referir, pois nada move o executivo P5 para evitar que estejam
presentes, como é evidente. Nada disso, foi só uma questão de gestão, e estiveram
presentes aqueles que diretamente estão a trabalhar com os trabalhadores.
Contudo, não deixará de ter isso em consideração.
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Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM O DIA
DISTRIBUIÇÃO POSTAL DAS FATURAS DOS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS PELA PGM
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que uma das questões que os
membros da CDU tinham a colocar à câmara municipal tem a ver com o facto de
terem tido conhecimento que há uma empresa, a PGM, que assegura neste
momento a distribuição postal das faturas dos serviços municipalizados, e sobre
esta matéria queriam situar o contexto desta empresa dentro deste processo.
É uma empresa conhecida por promover o trabalho precário, é conhecida por
praticar uma política de baixos salários, e têm a lamentar esta decisão da câmara
municipal. Lamentam profundamente que se tenha optado pela contratação de um
serviço por uma empresa que por onde tem passado não tem garantido ou
salvaguardado os efetivos direitos dos trabalhadores.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que depois o Sr. Vice-Presidente
responderá.
Interveio Sr. Vice-Presidente, cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos
os presentes, assim como quem segue a reunião via Internet, referindo que ia para
as questões que o Sr. Presidente indicou, colocadas pelo Sr. Vereador Nuno Libório,
da PGM e da faturação dos SMAS/câmara municipal.
Assim, como o Sr. Vereador é uma pessoa bem informada, porque consulta o
base.gov, provavelmente, tal e qual como o próprio, deve ter reparado que os
serviços não têm nenhum contrato com esta entidade, têm sim, com a MEO, e é
um assunto que se pode facilmente comprovar. Se a MEO tem contratos com “a”,
“b” ou “c”, para os serviços interessa é a execução do trabalho. No entanto,
acabou de questionar a direção comercial da MEO sobre o que é que se passava e
informaram-no que está tudo de acordo com a legislação em vigor.
Sugeria, embora agradecendo a observação que o Sr. Vereador fez, que de futuro
tenha um pouco mais de cuidado com as abordagens que faz, porque são situações
facilmente constatáveis pela plataforma base.gov, ou então informaram-no mal, e
deduz que seja dai, as suas fontes é que têm provavelmente que ser alteradas.
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ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ACESSO À ZONA DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DA PÓVOA DE SANTA IRIA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo, como disse o Sr. Vereador André
Arrojado, que os membros da CDU têm algumas questões a colocar no que à
freguesia da Pávoa de Santa Iria diz respeito, e começavam por uma situação, a
dificuldade crescente de aceder à zona da estação ferroviária da Póvoa de Santa
Iria.
Para além da indefinição quanto ao futuro do terreno que ainda, provisoriamente, e
repetem, provisoriamente, alberga o parque de estacionamento, agravam-se a
cada dia que passa as condições de atravessamento no viaduto existente e do seu
entroncamento na ex-EN1O.
Se só o aumento do número de utilizadores de transportes púbicos tem provocado
este crescente aumento de dificuldades, perguntam o que é que se pode esperar
quando a urbanização Vila Rio estiver construída. Independentemente do que daí
possa resultar, do impacto desta nova urbanização, que recordam que tem uma
bolsa de construção superior a 600 fogos, é urgente e necessário a câmara
municipal encontrar uma solução para o parqueamento das viaturas,
independentemente de se ter ou não ter como horizonte a negociação, aquisição
ou expropriação dum terreno que há muitos anos faz falta para servir
condignamente a população da Póvoa de Santa Iria, bem como todos os
utilizadores de transportes públicos, que precisam e dependem do serviço público
de transportes localizado na zona envolvente à estação da Póvoa de Santa Iria.
Por outro lado ainda, gostariam de perguntar à câmara municipal qual é o ponto de
situação para a construção do novo viaduto, o chamado viaduto dos Caniços.
Muitas das vezes acusam a CDU de ser contra o desenvolvimento, e os seus
membros são contra algumas formas de desenvolvimento que colocam a câmara
municipal sempre numa situação de alguma subserviência ou mesmo refém de
determinado tipo de compromissos imobiliários.
Falando objetivamente sobre o viaduto que está previsto no âmbito do contrato de
urbanização, só para recordar os presentes, a câmara municipal assumirá o custo
do projeto de execução, estimado, à data, em 350 000,00€, e estimou a construção
dum viaduto que poderá ter um valor de construção não inferior a 3 milhões de
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euros. A TDVia, ou a entidade responsável pela construção no âmbito deste
contrato de urbanização, só subsidiará 2 650 000,00€, portanto, à câmara
municipal, entre a aquisição do terreno, a comparticipação para a feitura e
construção do viaduto, e a comparticipação do valor remanescente, cabe não
menos de 650 000,00€, para além da disponibilização do terreno, que ainda hoje
não se encontra devida e totalmente garantida ou aprovada pelos órgãos
municipais.
Este protocolo já tem alguns anos, é um protocolo que mereceu, da parte da CDU,
muitas críticas, e a realidade infelizmente veio demonstrar aos seus membros que
tinham razão, hoje este viaduto já faz falta, independentemente da necessidade de
utilização do aumento de tráfego de carga rodoviário com a construção que
resultar da Vila Rio, e ainda hoje a câmara municipal, não só não tem o terreno,
como terá de entrar com pelo menos, repete, 650 000,00€, para que este viaduto
seja uma realidade.
Mais uma idiossincrasia neste protocolo é que a câmara municipal é dona da obra,
é a câmara municipal que tem de avançar com os 3 milhões de euros, e
faseadamente a TDVia, ou as empresas subsidiárias e utilizadoras desta
infraestrutura, pagarão ao longo do processo de obra e de instalação desta
infraestrutura a parte que lhes diz respeito e que deveria, na opinião que têm, ser
assumida integralmente pelo promotor privado.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vice-Presidente poderá, sobre as
questões que têm a ver com a nova passagem superior, que é necessária, está
prevista e que se vai construir, desenvolver um pouco aquilo que têm sido as
reuniões com a TDVia, para encontrar soluções mais adequadas, na medida em
que havia um primeiro projeto, que é mais difícil, mais complicado, e vai explicar
qual é a solução que está em cima da mesa e que se está a desenvolver também
com a empresa.
Depois, quando o Sr. Vereador diz que o executivo PS está refém de compromissos
urbanísticos, o que diz é que quando se desenvolve um trabalho que se pensa que
é o melhor para o município tentam-se encontrar as soluções para aquilo que
parece o mais adequado num determinado contexto, e aliás foi o que a CDU fez na
Pávoa de Santa Iria.
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É verdade que se hoje em dia se voltasse atrás, se calhar não se fazia o que se fez
na Quinta da Piedade, mas estava-se convicto, na altura, que esta era a melhor
solução. Não vai dizer que a CDU fez o que fez porque estava refém de
compromissos urbanísticos, fez aquilo que lhe pareceu o mais adequado, e é aquilo
que acontece com o executivo PS.
Não quer acreditar que a CDU tivesse ficado refém pelo facto de ter tido uma
contrapartida de ficar com a Quinta Municipal da Piedade, não é isso que pensa,
pensa é que há discussões e negociações que são feitas, e em cada momento
quem está a gerir a câmara municipal deve, e está a falar pela gestão da qual é
responsável, com a sua equipa, que está a gerir a câmara municipal, fazer aquilo
que lhe parece o mais adequado em termos de interesse público.
É isso que se faz, e não há nenhuma motivação, obviamente, para além desta, pelo
que o P5 não está refém de compromissos urbanísticos coisa nenhuma. Se alguém
esteve no passado, quem está a gerir a câmara municipal neste momento não está
refém de coisa nenhuma. Está livre de dizer o que pensa, porque não está preso a
coisa nenhuma.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, mencionando que o Sr. Presidente já falou, e quem
conhece sabe que o Sr. Vereador Nuno Libório é uma pessoa, dos anos que tem da
câmara municipal, muito peculiar no tratamento verbal que dá às situações, aqui
ou ali faz determinadas abordagens.
Contudo, já cá andam todos há muito tempo, já se conhecem há muitos anos,
praticamente quase há 30 anos, não é de hoje, como alguns pensam, e não vai
sublinhar nem alterar nada daquilo que o Sr. Presidente disse quando o Sr.
Vereador referiu que a câmara municipal está refém dos, interesses imobiliários. O
Sr. Vereador faz-lhe lembrar uma reunião que se teve na câmara municipal,
quando o próprio lhe disse e expôs uma determinada situação, que quando
entendesse, de vez em quando, obrigava-o a ir ao baú das memórias.
O Sr. Vereador pôs-se a jeito, e vai-lhe buscar uma já. O Sr. Presidente falou numa,
o próprio fala noutra que o Sr. Vereador não gosta que fale, é o refém dos bens
imobiliários, é a banda licenciada junto ao quartel dos bombeiros, entre a EN1O e
os bombeiros, que o Sr. Vereador não gosta que fale. Então quem é que está refém
dos bens imobiliários? Tem que se ter cuidado, são factos, não são notícias de
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jornal, porque a banda está toda lá, e quem é que a licenciou?
O executivo também comete erros, tem que se ter essa humildade, quem gere
comete erros. Não se tem essa pretensão, tem é que se ter a humildade de
reconhecer, e não se pode estar a utilizar uma frase, “refém de interesses
imobiliários”. Para quem está a ver e a ouvir é muito complicado, e o Sr. Vereador
sabe que é, mas não podia deixar passar isto em branco, até o próprio, pelas
responsabilidades que tem. Como diz o povo, “quem cala, consente” e não poderia
ficar calado. Aliás, o Sr. Vereador já o conhece há muito tempo, como o próprio
conhece o Sr. Vereador, e sabe perfeitamente que ia reagir.
Sobre a rotunda dos Caniços, os acessos, vai repetir o que já disse, o que o Sr.
Vereador expôs é tudo correto, está tudo certo, os projetos, as verbas. Está a ver?
Não está aqui a “passar um pano”, foram compromissos assumidos, há que
cumpri-los.
Agora, está-se numa fase de negociação, e por ironia do destino provavelmente
esta informação também deve ter chegado ao Sr. Vereador, estas coisas não são
por acaso, é que sexta-feira irá ter uma reunião com a TDVia, mais uma, pelo que,
como o Sr. Vereador vê, as suas fontes andam nalgum caso bem informadas, mas
isto não anda dentro de nenhum saco, são coisas demasiado graves para se andar
com segredinhos. As coisas têm que ser clarinhas como água, porque se está a
tratar de bens públicos e não pode haver segundas intençôes, têm é que se
cumprir os compromissos assumidos e tentar negociar os interesses da câmara
municipal, e a entidade irá defender os interesses da TDVia, mas há compromissos
assumidos.
Sobre a fase inicial, como o Sr. Vereador sabe, e todos, o próprio já expôs na
câmara municipal que o executivo já encarou um novo cenário de viaduto, que não
ficará na rotunda dos Caniços, ficará na rotunda junto ao IAC. O estudo prévio está
praticamente concluído, está-se numa fase final de quantificação de custos e de
ver exatamente o que é que se poderá fazer.
Porque é uma zona em que circula todos os dias, sabe perfeitamente, em todas as
horas da manhã e da noite, está no local para ver, está a aguardar a conclusão
destas obras, e acabou agora de receber outra informação, para ver como é que se
comporta o escoamento do trânsito que falou, da passagem superior existente com
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n à 1 Reunião de 2020/03/04Munkípio 1ÂIV Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
a não viragem à esquerda, e por isso é que se fez o corte na rotunda, para
aumentar para 2 faixas a circulação.
Tem que se ver, já foi considerada a colocação ali de sinalização semafórica, como
estava anteriormente e, efetivamente, a única diferença que irá existir será a
viragem à esquerda da passagem superior, o que já irá descongestionar. É lógico
que se está numa fase crucial da obra, está-se na conclusão daquela rotunda, que
é a zona mais difícil desta intervenção toda, e pode dizer que estão todos ansiosos
para terminar esta obra.
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ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ACESSOS À PÓVOA DE SANTA IRIA E À ZONA SUL DO CONCELHO
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo, sobre os acessos à própria cidade
da Póvoa de Santa Iria, mas fundamentalmente a toda a zona sul do concelho, que
é por demais evidente para todos que a Brisa não pode continuar a condicionar o
desenvolvimento e o direito à mobilidade no que aos interesses do concelho de Vila
Franca de Xira diz respeito. Não pode impedir por mais tempo a construção de
novos nós de acesso.
Agora, os membros da CDU colocam uma outra questão: Será que é só a Brisa que
impede a construção do novo nó de acesso à autoestrada, designadamente nos
Caniços e no Sobralinho? Até que ponto é que o Governo está comprometido com
esta solução?
O Sr. Presidente, na última reunião, crê que terá sido a última, terá dito que haverá
ou houve uma reunião com a lnfraestruturas de Portugal, e perguntam: No
contexto dessa reunião este assunto foi abordado, e que compromisso ou
perspetiva há por parte do Governo para avançar com uma obra que é sua, que faz
falta e que bloqueia o desenvolvimento da mobilidade no concelho de Vila Franca
de Xira?
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vereador fala das acessibilidades à
Póvoa de Santa Iria, e esta é uma matéria que já se falou numa ou outra vez,
várias vezes e ao longo dos anos, e aquilo que também pode referir é que vê
alguns investimentos que estão previstos, que consideram também este tipo de
acessibilidades.
É evidente que o executivo considera que a Ai, desde Aveiras até Lisboa já não é
uma autoestrada, é uma via rápida, quando não há nenhum obstáculo e algum
acidente, senão é uma via lenta ou parada mesmo, e há muitos anos que todos
reivindicam, por um lado, um novo nó nos Caniços, para retirar cerca de 50% nas
horas de ponta do trânsito que vai para Alverca, pois quem quer vir para a Póvoa
tem que ir a Alverca, depois volta para trás, etc., é aquilo que se sabe.
Com a antiga administração da Brisa, que ainda se mantém, mas houve agora
alterações acionistas na empresa e não sabe bem quem é que está à frente, pela
primeira vez foi possível falar do nó dos Caniços, porque até lá era uma matéria
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Reurão dé 2020/03/04
Município A Proc2
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de 1 I1lÀVila Franca de Xira jj\JV\ Deliberação n2____________
Câmara Municipal V
tabu e a empresa não queria mesmo falar, o que quer dizer que houve alguma
evolução, e chegou o momento de continuar a insistir para que este nó se
construa.
É evidente que só pode ser construído se houver um acordo entre a Brisa e o
Estado, que concessionou a autoestrada, e em qualquer alteração a este nível tem
de haver alterações contratuais, que não sabe quais serão, mas sem esta questão
estar resolvida dificilmente o nó se construirá, bem assim como o nó do Sobralinho,
e completar o nó 2 de Vila Franca de Xira, que também é muito importante, para
evitar que as pessoas vão ao limite norte da cidade e depois tenham que voltar
para trás, se forem moradoras na zona sul da cidade.
Há aqui matérias em que se tem de continuar a insistir, para que estes processos
possam evoluir.
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Ai RAta 028I) Reunião de OO/O3/O4
Município MI Proc2
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de
‘Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REGULAMENTO DE TRÂNSITO DA JUNTA DE FREGUESIA DE ALVERCA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que os membros da CDU tiveram
conhecimento que a junta de freguesia de Alverca do Ribatejo, dirigindo-se
formalmente ao Sr. Presidente da câmara, solicitou a autorização para alterações
várias do ponto de vista do regulamento de trânsito.
Gostariam de perguntar se estas questões estão muito atrasadas, pois tiveram
acesso ao levantamento das diferentes artérias onde isto foi aprovado, já em sede
da própria assembleia de freguesia, estrada da Proverba, praceta da Quinta das
Drogas, Manuel da Fonseca, enfim, um conjunto muito vasto de artérias que
precisam de ser modificadas, que precisam da instalação da sinalização semafórica
e sinalética devidamente certificadas por parte desta junta de freguesia,
naturalmente com o acompanhamento da câmara municipal, mas que tarda a
acontecer porque não há uma resposta por parte da câmara municipal.
Assim, perguntam se esta é uma situação que terá de ser assim durante muito
mais tempo.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo, sobre as alterações de trânsito na
cidade de Alverca, que talvez o Sr. Vice-Presidente tenha informação, o próprio não
tem. Sabe que havia uma intenção da junta de freguesia de o fazer, até sabe
publicamente, não é porque o Sr. Presidente da junta lhe tenha dito, se bem que
numa conversa que fizeram esta matéria foi falada, mas foi daquelas conversas
que se têm, laterais.
Nessa conversa, e também por aquilo que ouviu publicamente, na comunicação
social, sabe que, por exemplo, há a perspetiva de fechar a avenida Capitão
Meleças ao trânsito. É uma situação arrojada, e só por si tem que ser muito bem
pensada tecnicamente, como é que aquilo pode ser feito, e não faz comentários
sobre isso enquanto não tiver estudos que lhe digam que pode ser uma situação
interessante. Em termos ambientais, de segurança, etc., é interessante, mas
confessa que não tem dados para colocar sobre as repercussões que vai ter no
contexto geral do trânsito da cidade. Não sabe, no entanto questiona ao Sr. Vice
Presidente se nesta alteração do trânsito esta matéria estava colocada.
Disse o Sr. Vice-Presidente que não.
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Fl.Ata
-. 027
Á Reunião de 2020/03/04
Município IA li A Proc2
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de 1111.11
Vila Franca de Xira 4V Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que se esta matéria está colocada tem
que revolucionar tudo, mas, se não está, o próprio já pensou há muitos atrás na
alteração do sentido de trânsito da avenida Capitão Meleças, não como se faz, de
nascente para poente, mas o inverso, já pensou que dava ali algum escoamento se
calhar melhor, mas também só isso exige uma reformulação completa.
O Sr. Vice-Presidente sobre isso já vai falar, crê que cada alteração de sentido de
trânsito na cidade de Alverca tem repercussões em tudo, mas já se falará sobre
isso, o próprio não tem mais informação.
Interveio Sr. Vice-Presidente, dizendo que neste momento tem-se em fase de
conclusão a análise a algumas alterações que o Sr. Presidente da União das
Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho pediu à câmara municipal, no
entanto há uma ou outra que ainda está em análise mais aprofundada.
Contudo, queria esclarecer que quando os 6 presidentes de junta pedem
normalmente sinalética vertical ou a colocação de pilaretes, e esta junta de
freguesia tem-no feito, tem autorizado, porque é uma competência que finalmente
lhe veio, a colocação de pilaretes, mas a colocação de pilaretes vai reduzir a zona
de estacionamento.
O parecer do Sr. Presidente da junta tem que vir a seu despacho, sem isso
escusam de lhe colocar o processo à frente, e quando vem um parecer favorável a
câmara municipal cede os pilaretes para colocação. Ultimamente, e está presente
o chefe de divisão do departamento de obras, tem saído um elevado número de
pilaretes para esta junta de freguesia.
Inclusivamente autorizou um pedido, mas, sinceramente, e salvo erro, andava por
um número muito elevado, e não é pelo número, é pela zona que iria reduzir de
estacionamento. Isto tem outro retorno, os moradores depois deixam de poder
estacionar, como se sabe, contudo, estando lá o parecer favorável, os serviços
depois vão ao local, fazem reportagem fotográfica, analisam, ponderam e a câmara
municipal tem autorizado todos os pedidos da junta de freguesia, que se lembre
não foi indeferido nenhum.
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028
Reunião de 2020/03/04
Município 1 Proc2
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de
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Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REARBORIZAÇÃO DA MATA DOS CANIÇOS - PÓVOA DE SANTA IRIA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dando os bons dias e cumprimentando, na
pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, bem como quem ouve a reunião em
casa, dizendo que pensa que vai ser rápido, e a primeira questão tem a ver com a
rearborização da Mata dos Caniços, na Póvoa de Santa Iria. Os membros da CDU
conhecem a polémica relacionada com a construção do viaduto do Forte da Casa,
uma situação um pouco esquisita, sendo que para aquele local foi assumido pela
câmara municipal o compromisso de rearborizar o talude existente.
Como até à data não se verificou nenhuma ação nesse sentido, perguntam se há
algum problema ou qual a razão de isto não ter acontecido.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que crê que o Sr. Vereador Mário Calado falou
no talude do viaduto dos Caniços, e questiona se foi isso.
Referiu o Sr. Vereador Mário Calado que é isso, exatamente.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que está muito bem, não tinha a certeza, e
efetivamente aquele talude, neste momento, está a ser arborizado naturalmente.
As coisas estão a nascer, a própria natureza vai fazendo o seu caminho e neste
momento já tem muita arborização.
Também já pediu aos serviços para se ter ali um estudo, para perceber que
espécies podem ali ser plantadas. É uma área extensa, mas podem ali ser
plantadas algumas árvores, e quando tiver esse estudo ou essa informação, não é
propriamente um estudo, essa informação técnica, também dará informação disso.
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A 1 Reunião de 2020103104
Município O [ lÁ l.j\ Proc2
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de 4IIVila Franca de Xira / Deliberação n2____________
Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ATL DA BOLONHA E LINHAS DE ALTA TENSÃO - PÓVOA DE SANTA IRIA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que pensa que uma vez já colocou
uma questão numa reunião de câmara, no início do mandato, a propósito de uma
visita que os membros da CDU fizeram à Póvoa de Santa Iria, e tem talvez até mais
alguma sensibilidade em relação a isto porque trabalhou na EDP muitos anos,
quase 40 anos.
A sua área não é eletricidade, mas é sensível a estas questões, e, nomeadamente
na zona do ATL da Bolonha, continua a fazer muita confusão como é que há linhas
de média tensão que atravessam aquele local da Póvoa, a uma altura que é muito
esquisita para si.
Sabe que é uma situação difícil de ser ultrapassada, ainda assim pergunta se
alguma vez foi vista a possibilidade duma outra solução. Subir as linhas é uma
cena complicada, enterrá-las é outra vez uma cena complicada, mas quando olha
para aquilo lembra-se sempre dos miúdos que às vezes, com menos juízo na
cabeça, agarram numa Vareta de heliaço, com 1,5m ou 2m, mandam para cima
dos cabos, e tem-se ali logo um “caldinho” que toda a gente sabe no que resulta.---
Estas coisas fazem-lhe alguma confusão, não está a fazer nenhuma apreciação,
revela apenas alguma preocupação sobre este assunto, e gostava de ouvir a
opinião que o Sr. Presidente tem acerca da questão.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que não tem a certeza, mas pensa que quando
se construiu ou quando o urbanismo deu parecer favorável, o que não foi fácil,
aquela obra foi extremamente difícil, porque o espaço que se tinha era aquele para
o ATL da Bolonha, e depois disponibilizou-se ainda mais uma área de terreno para
que o ATL construísse o espaço que lá tem hoje em dia, não se tinha o cadastro, e
no cadastro estavam condutas de tudo e mais alguma coisa no subsolo.
Para além dos postos de média tensão, ou alta tensão, e pensa que é média
tensão, o edifício teve que ser relocalizado para se afastar o máximo possível das
próprias linhas. Se o Sr. Vereador Mário Calado reparar, olhando de frente para a
entrada do edifício, as linhas estão do lado direito e o edifício afastou-se para o seu
lado esquerdo, e também houve necessidade, e os SMAS tiveram que fazer esse
trabalho, de relocalizar condutas que lá estavam, que iam passar mesmo por baixo
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030
4h Reunião de 2020/03/04
Município AR 1 Proc2
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de VtiAVila Franca de Xira VI Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
do edifício. Assim, tiveram que se encontrar soluções para resolver um problema
àquela associação, que também desenvolve um trabalho para a infância muito
meritório.
Não crê, sinceramente, e na altura todos esses pareceres foram pedidos à EDP,
que as linhas não estejam à altura necessária em termos de segurança. Na parte
inferior da flecha dos cabos têm que ter no mínimo 7,5m à cobertura, é a altura de
segurança, e crê que até será mais.
Diz isto por causa da construção do pavilhão desportivo da escola Soeiro Pereira
Gomes, uma situação que na altura deu muita polémica, muitas dificuldades, uma
das quais foi justamente terem que se ter elevado os postes para cumprir os tais
7,5m. Por isso é que tem isso de memória, não é porque estudou estas coisas, foi
obrigado a ir analisando estas matérias. Lembra-se que da flecha até à cobertura
tem que se ter no mínimo 7,5m, e ali cumpriu-se.
Desta forma, crê que nada de perigoso certamente acontecerá.
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A Reuno de 2020/03/04Murcípio ( f IL Proc
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INCUMPRIMENTO DE QUESTÕES SALARIAIS POR EMPRESA DE SEGURANÇA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que volta a colocar a questão da
empresa de segurança que incumpre ainda com as questões salariais com os seus
trabalhadores, em que os membros da CDU gostavam de saber se já há algum
avanço no esclarecimento desta situação.
Terminou, agradecendo e dizendo que por agora é tudo.
Interveio o Sr. Presidente, questionando ao Sr. Vereador António Félix se já há
alguma informação sobre isso, e poderá falar.
—
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, dizendo, como foi falado na altura,
que quando esta questão foi levantada reportou-se a situação à ACT - Autoridade
para as Condições do Trabalho, e à empresa, e a informação que tem neste
momento é que já está a ser cumprido, os rácios que estão previstos já estão a ser
cumpridos.
Esta é a informação que tem, de qualquer maneira está atento, e aliás a câmara
municipal chamou a empresa para falar, no sentido de que esta situação não se
voltasse a repetir. A informação que tem é que neste momento já estão a ser
cumpridos os tempos que estão previstos no contrato.
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Fl.Ata 032
4) Reunião de 2020/03/04
Município Mft4 Proc2
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de AliVila Franca de Xira fj Deliberação n2____________
Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
LAPA DO SENHOR MORTO E ORATÓRIO DE SÃO JERÓNIMO - PÓVOA DE SANTA IRIA -
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, dando os bons dias e cumprimentando,
na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, bem como todos aqueles que
seguem, através da transmissão on-line, esta reunião de câmara, dizendo que traz
um assunto que não é novo, de vez em quando tem este problema, de trazer
situações que já foram faladas algumas vezes. Os membros da CDU não querem
pensar que isto caia no esquecimento do executivo da câmara municipal, mas têm
que voltar novamente a falar sobre elas, e esta tem a ver com o tema da Lapa do
Senhor do Morto e o Oratório de São Jerónimo.
Disse o Sr. Vereador António Félix que é o Senhor Morto.
A Sr Vereadora interveio novamente, referindo que é Senhor Morto, pede desculpa
e agradece ao Sr. Vereador.
Prosseguiu, dizendo que os membros da CDU sabem que este é um processo que
já se arrasta há longos anos, que a câmara municipal já fez pelo menos 3 projetos,
que foram chumbados pela DGPC - Direção-Geral do Património Cultural, já falaram
várias vezes da importância que este património tem para o concelho, e não só
para o concelho, para o país, e que já foram gastas também largas centenas de
euros nestes projetos que foram chumbados.
Na última reunião de câmara em que falaram sobre este assunto, que foi mais ou
menos há cerca de ano, mais mês, menos mês, foi-lhe dito na altura, salvo erro
pela Sr Vereadora Manuela Ralha e também pelo Sr. Presidente, que estaria um
novo projeto a ser desenvolvido, pelo que um ano passou e gostariam de saber em
que ponto é que está este projeto, se será desta vez que será aprovado.
Certamente todos os outros chumbos que vieram para trás, essas situações, foram
resolvidas, esperam, sabem que é com muita insistência que se lá vai, terá que se
continuar a ir, assim seja a intenção do executivo PS e PSD desta câmara
municipal, e gostariam de saber em que ponto é que está este quarto projeto, se
não está em erro, para este património.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que estas questões do património, da Lapa do
Senhor Morto e do Oratório de São Jerónimo, a Sr Vereadora Manuela Ralha falará.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, mencionando que será muito
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RAta
- O3
Reunião dd 2b20/03/04
Município , 9 ii ) Proc2
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Vila Franca de Xira
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Câmara Municipal /
rápida, só para dizer que o assunto está efetivamente em desenvolvimento no
Departamento de Obras, Viaturas e lnfraestruturas, em articulação com a cultura,
nomeadamente com o setor de património. De facto este assunto tem sido muito
complexo, mas neste momento está-se em condições de avançar com um processo
que seja efetivamente aprovado pela DGPC.
Referiu o Sr. Presidente que assim se espera.
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ii FLAta 034
• fi lii Reunião de 2020/03/04
Município
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de AUVila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ESPAÇO CULTURAL NO FORTE DA CASA
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo que um dos assuntos que os
membros da CDU trazem tem a ver com a freguesia do Forte da Casa, e continuam
a dizer freguesia do Forte da Casa, porque, como o Sr. Presidente sabe, não
aceitam que haja uma só freguesia, para os mesmos continua a haver a freguesia
da Póvoa de Santa Iria e a freguesia do Forte da Casa.
Sabem, e ainda bem, que a freguesia do Forte da Casa tem tido ao longo dos
últimos anos, das últimas décadas, um crescimento populacional brutal, tem um
agrupamento de escolas que hoje em dia já recebe cerca de 3 000 alunos, mas
têm que se dar também condições à população que já cá está, que para cá está a
ir e aquela que virá certamente.
Portanto, para quando um espaço cultural nesta freguesia? O mesmo que
reivindicam, por exemplo, para a freguesia da Castanheira do Ribatejo, reivindicam
também para a freguesia do Forte da Casa, que até está de acordo com o que está
previsto na carta de equipamentos do concelho.
Interveio o Sr. Presidente, fazendo, relativamente ao agrupamento de escolas, uma
retificação, é que a escola tem muitos alunos, mas não tem 3 000, tem cerca de
1 900. De qualquer modo continuam a ser muitos alunos, mas não são 3 000, são
cerca de 1900.
A Sr Vereadora falou nos espaços culturais, no Forte da Casa e na Castanheira, e
são matérias que se têm vindo a falar e um dia há de ser prioridade a construção
destes espaços, porque se considera que, de facto, fazem falta.
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FI.Ata 035
Reunião de 2020/03/04
Município RI Proc2
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de 12111Vila Franca de Xira JjJLi Deliberação n2____________
Câmara Municipal
ASSUNTO: PERIODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RECUPERAÇÃO DA FÁBRICA DOS MOINHOS DA PÓVOA DE SANTA IRIA
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo um assunto que já foi falado,
questionando ao Sr. Presidente o que será feito para recuperar e valorizar
patrimonialmente o que restou da antiga Fábrica dos Moinhos da Póvoa de Santa
Iria.
Os membros da CDU já falaram, recorda que foi neste local onde decorre a reunião
que a CDU já propâs que se fizesse um museu industrial do concelho neste local, e
gostariam de saber também se esta é uma situação que está a ser estudada e que
futuro é que há para ela.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que aquilo que pode dizer é que o que está
previsto é que vai ali ser construído um museu industrial para, não só manter a
memória do que foi a fábrica Moinhos da Póvoa, como também de outros espaços
industriais que já houve no concelho, nomeadamente na Póvoa de Santa Iria.
Por isso, o que ficou combinado com o proprietário do espaço é que o último
edifício, que é muito interessante, talvez, dos espaços todos que lá estavam, é
aquele com características estéticas, em termos de arquitetura, muito diferente, se
calhar não há nada igual no concelho, de maneira que está reservado para ter um
dia o museu industrial.
Foi para isso que a câmara municipal ficou com aquele espaço e é esse o
compromisso que existe.
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FI.Ata
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41 Reunião de 2020/03/04
Município 1111 Proc2
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de LanA
Vila Franca de Xira VI Deliberação n2____________
Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REPOSIÇÃO DO REDUTO N 35 - RECUPERAÇÃO DO REDUTO N 36
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dando os bons dias a todos, dizendo que
começaria por uma questão que está ligada a esta freguesia, mais concretamente
ao Forte da Casa, em que o Bloco de Esquerda gostaria de ser informado se já foi
reposto o coberto vegetal e toda a situação que foi causada pela Central de
Cervejas junto ao Reduto n2 35, do Forte da Casa, assunto que no ano passado
andou nestas reuniões de câmara.
Também gostaria de saber quais são os planos e as intenções, quer da câmara
municipal, quer da Central de Cervejas, caso haja informação sobre isso,
relativamente à recuperação do Reduto n9 36, que basicamente foi arrasado há
uns anos atrás.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que aquilo que pode dizer ao Sr. Vereador
Carlos Patrão sobre o coberto vegetal é que da última reunião que se teve com a
Central de Cervejas, sobre outros assuntos, mas esteve também na agenda esta
situação do coberto vegetal, é que está a envidar todos os esforços para que o
coberto vegetal esteja resolvido o mais depressa possível e a fiscalização municipal
tem vindo a avaliar.
Neste momento não sabe o ponto da situação, mas crê que aquilo que havia em
termos dos resíduos de “tout-venant”, etc., estava a ser retirado.
Sobre a recuperação do Reduto n2 36, existem já algumas conversações com os
serviços do património, e a Central de Cervejas assumiu o compromisso de
recuperação daquilo que for possível recuperar do Reduto n 36.
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FI.Ata 037
e A 1 Reunião de 2020/03/04
Município fi ft4 Proc
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de 1 411Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
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BANDA 12 - 32 DIREITO
- BAIRRO DA ICESA
- VIALONGA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, passando para uma freguesia bem próxima
do local onde decorre a reunião, a de Vialonga, dizendo que o Bloco de Esquerda
recebeu um e-mali da câmara municipal, com informações sobre aquele caso que o
próprio trouxe várias vezes, da Banda 12, 32 dto, do Bairro da Icesa, e desde já
agradece a informação que foi enviada.
De qualquer forma, ficou um bocadinho perplexo com o facto de a reunião de
condóminos onde é apresentado um orçamento pela câmara municipal só se ter
reaiizado cerca de 6 meses após ter sido tomada uma decisão, nestas reuniões, de
que era necessário, de facto, fazer a reparação do telhado ou substituir o telhado
deste prédio, onde a câmara municipal tem 2 frações, e uma delas, a que
despoietou todas estas questões, está em muito mau estado, chove dentro da casa
da senhora em questão. Portanto, é com algum espanto e incredulidade que o
Bloco de Esquerda constata que 6 meses depois se faz uma reunião de
condóminos, e que se apresenta um orçamento.
Também, sobre o orçamento, tendo em conta que os condóminos não o aceitaram
e pediram que fossem apresentados 3 orçamentos, o que pensa que é razoável,
gostaria de ter alguma explicação para o facto de a câmara municipal só
apresentar um orçamento quando seria expectável que apresentasse os tais 3
orçamentos.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que não sabe se a Sr Vereadora Helena
Pereira de jesus, sobre esta matéria, quererá acrescentar mais alguma coisa, de
qualquer modo está-se perante um prédio misto, em que as reuniões de
condóminos nem se conseguem fazer no espaço de tempo que a câmara municipal
gostaria.
—
De qualquer modo, as pessoas que não são moradoras municipais revelam um
fator que lhe parece relevante, é o interesse que têm de preservar o seu prédio.
Pensa que é um dado a ter em consideração e, depois de ler a informação que a
Sr Vereadora lhe fez chegar, o que retira é que as pessoas estão muito
interessadas em preservar aquilo que é seu, em conjunto com a câmara municipal.
Acharam que o valor e a estimativa de custos que foi feita pelos serviços era
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RAta 038
4! Reunião de 2020/03/04
Município ‘ditA Proc
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Vila Franca de Xira ‘IW Deliberação n2____________
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—.
Câmara Municipal
elevada, e ficou combinado que elas próprias iriam ver outras possibilidades de
orçamento, o que é raro, nestas coisas, pois às vezes em outros prédios, com
outras características, aquilo nem sempre corre bem, como se sabe.
Hoje em dia há empresas para dirimir essas coisas, há empresas de condomínios
para resolver. A evolução da sociedade faz com que as pessoas às vezes não se
consigam entender e há empresas para resolver estas questões. Ali há pessoas
que estão muito disponíveis para preservar aquilo que é seu, mas depois a Sr
Vereadora poderá desenvolver mais esta questão.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, cumprimentando, na
pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, e também aqueles que seguem a
reunião via-online, dizendo, relativamente à situação que o Sr. Vereador Carlos
Patrão levantou, do Bairro da Icesa, que queria dar algumas notas.
A reunião de condomínio foi realizada a 5 de fevereiro deste ano, e nessa reunião
foi apresentado um orçamento que a câmara municipal tinha para reparação da
cobertura daquele prédio. Como foi aqui dito pelo Sr. Presidente, a câmara
municipal iria avançar com o dinheiro para a cobertura, mas os condóminos
consideraram, como teriam depois que comparticipar mais tarde no pagamento, da
forma que depois se decidiria em assembleia de condóminos, que eles próprios
queriam procurar orçamentos. Ficaram de ser eles a encontrar um orçamento que
achassem viável para o arranjo da cobertura do prédio em causa, naturalmente
com um valor mais baixo do que aquele apresentado pela câmara municipal.
Queria também referir ao Sr. Vereador que no dia da assembleia de condóminos a
equipa da DHIS - Divisão de Habitação e Intervenção Social, esteve presente, teve
o cuidado de ir à casa em causa e verificou que apenas numa das divisões há um
canto com infiltrações.
Não sabe se o Sr. Vereador foi lá a casa, mas, de facto, não chove, nem pode
chover dentro de casa, as infiltrações que existem nessa divisão não são
suficientes para que chova lá em casa. Nas outras divisões não há infiltrações, e
inclusivamente a equipa referiu que a casa até está muito bem cuidada e pintada,
e não entendem essa questão e afirmação.
Depois, também queria reforçar que nessa mesma altura, da assembleia de
condóminos, foi proposta à senhora em causa uma habitação na Quinta da
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n Á Reunião de 2020/03/04
Município IÂIIA Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Piedade, toda recuperada, a estrear, e a senhora recusou. Não quer mudar, não
quer propostas, pelo que se fica um bocadinho sem margem de resposta e de
manobra na situação.
Ter-se-á agora que esperar pela decisão do condomínio, naturalmente que as
assembleias de condóminos são marcadas quando o condomínio assim bem
entende, não foi por isso que a câmara municipal não procurou um orçamento para
reparação da cobertura, como o fez, e ao fim e ao cabo o “timing” até se conjugou,
porque quando chegou a marcação da reunião de condomínio tinha o orçamento
para apresentar.
As reuniões de condomínio são feitas no início do ano, e se tivessem sido feitas
antes dessa altura poder-se-ia eventualmente não ter o orçamento. Esse “timing”
conjugou-se, tudo se conjugou, apenas houve uma decisão do condomínio, que é
soberana, porque a câmara municipal só tem 2 frações, em não aceitar esse
orçamento, se bem que foi comunicado que a câmara municipal avançaria com o
dinheiro num primeiro momento. Como a própria disse há pouco, quer procurar
outros orçamentos para a reparação da cobertura.
Também queria reforçar o que o Sr. Presidente acabou de dizer, que o condomínio
tem feito pequenas reparações no prédio, tem cuidado do prédio, a situação não
está assim tão má como o Sr. Vereador aqui refere, e muito menos relativamente
ao interior da casa da senhora que é moradora municipal.
De resto, a situação vai ser resolvida em breve, se o condomínio não der resposta
a câmara municipal com certeza que avançará.
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FLAta 040
Reunião de 2020/03/04
Município
Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação nQ_____________
Câmara Municipal, 1
ASSUNTO: PERIODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PRESERVAÇÃO DA CHAMINÉ DA CIMA - SOBRALINHO
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo-se ao património industrial do
concelho, que na opinião do Bloco de Esquerda não é, de facto, o mais bem
preservado e o mais promovido no concelho, pensa que isso é lamentável, e queria
alertar para uma construção que considera que era importante preservar, que é a
chaminé de tijolo de burro da Cima, a antiga Companhia Industrial de Madeiras
Africanas, no Sobralinho, e que é seguramente a maior chaminé desse tipo que se
tem no concelho.
julga que já não se terão muitas chaminés destas, só se consegue lembrar de 3,
uma que existe à saída de Povos, uma outra que existe no centro de Vila Franca de
Xira, todas elas bastante mais pequenas que esta da Cima, e lançava o desafio de
a câmara municipal classificar esta chaminé, porque, se acabar por ser destruída,
entende que é uma perda para a memória e para o património industrial do
concelho.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a câmara municipal pode recuperar tudo,
tem é que saber como, e a que preço.
Disse o Sr. Vereador Carlos Patrão que não foi isso que pediu, pediu a classificação.
Referiu o Sr. Presidente que sim, a classificação é um passo, compreende que
ninguém depois pode chegar ali e deitar aquilo ao chão, é verdade, e considera
que poderá ser uma possibilidade. Agora, isso não quer dizer que, numa chaminé
centenária, ou coisa que o valha, o proprietário da antiga Cima, que não sabe
quem é, se calhar é algum banco, esteja muito disponível para preservar aquilo,
mas enfim, éoqueé.
—
Efetivamente há poucas chaminés dessas, algumas ligadas a cerâmicas, quando se
vai para os Cotovios há uma chaminé grande, e na própria cidade de Vila Franca de
Xira, mesmo no centro, há uma, que é de uma grande padaria. Não há muitas, mas
ainda há algumas, e esta chamada de atenção da parte do Sr. Vereador Carlos
Patrão é uma matéria que se poderá avaliar.
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FI. Livro
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• 041
7) Reunião de 2020/03/04
Município à i Proc2
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de
Vila Franca de Xira 14 RÃ Deliberação flQ____________
Câmara Municipal V
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDE DO DIA
FALTA DE ESTACIONAMENTO EM ALHANDRA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que gostaria de falar Sobre a falta
de estacionamento em Alhandra, que é um problema que não se verifica só nesta
freguesia e nesta vila do concelho.
O Bloco de Esquerda entende que deviam ser equacionadas soluções para esta
situação, e talvez a criação de um parque mais periférico em Alhandra e a
utilização de um pequeno autocarro ou dum shuttle, que fizesse uma volta e
distribuísse os passageiros entre esse parque de estacionamento e a vila.
Desta forma, gostaria que o executivo falasse sobre esta questão.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que há falta de estacionamento em todo o
lado, não é só em Alhandra, é em todo o lado, e aquilo que quer dizer ao Sr.
Vereador é que Alhandra não tem espaço para estacionamento.
Por isso, quando o Sr. Vereador diz para fazer estacionamentos periféricos, não
pode estar mais de acordo. Agora, vamos lá ver se as pessoas, mesmo com
autocarros, naqueles momentos para irem apanhar o comboio, estão muito
disponíveis para pôr o carro longe. Não é fácil, mas há de haver um momento que
em Alhandra e outras vilas só os residentes é que entram dentro das vilas. Pessoas
estranhas, que não sejam moradores, se calhar vão ter dificuldade em entrar nas
cidades, nas vilas, etc.
Há de haver um momento, com a evolução que isto vai ter, com cada agregado
familiar a ter 2, 3 e 4 carros, que não sabe como é que vai ser, não há
estacionamento que chegue. Provavelmente, em algumas grandes cidades, por
esse mundo fora, não vai ser permitido entrar, e aqueles que entram, entram a
preços proibitivos e vão ter que estacionar os carros bastante longe dos centros
das cidades.
De qualquer modo, considera que Alhandra é a situação mais difícil, porque não vê
ali muito espaço para o efeito, mas logo se verá.
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FI. Livro
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042
Reunião de 2020/03/04
Município ;1 ii 1 Proc2
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de 1 li 1
Vila Franca de Xira J4j1J Deliberação n2____________
Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM D DIA
ESTUDO DA UNIVERSIDADE DO MINHO SOBRE A PRESENÇA DIGITAL DE MUNICÍPIOS
NA INTERNET
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que um assunto que o Bloco de
Esquerda gostaria de trazer prende-se com o lugar em que o município de Vila
Franca de Xira aparece num estudo que foi feito pela Universidade do Minho.
Sabe-se que estes estudos valem o que valem, mas, apesar de tudo, não fica
contente que o seu município, onde por acaso até é vereador, apareça no lugar
211, em 380 municípios, num estudo sobre a presença digital de municípios na
lnternet.
O município já ocupou um lugar bem mais cimeiro e de acordo com a importância
económica e demográfica do concelho de Vila Franca de Xira, neste ranking, em
2016 estava no 23 lugar, e agora aparece em 21l lugar.
Portanto, gostaria também de ouvir o executivo sobre esta questão.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que para si todos os estudos que aparecem são
bons e deve-se ter em consideração todos eles, não fica só satisfeito com os
estudos que são favoráveis.
Na luta política dá mais jeito os que são desfavoráveis para a oposição. Para quem
está a governar, os estudos favoráveis é que são bons, mas não põe em causa a
fiabilidade do estudo, certamente que tem critérios rigorosos, e tentará ler o
estudo, que não conhece, para perceber o porquê dessa situação, de haver essa
discrepância.
O digital tem destas coisas, já o estão a informar alguma coisa sobre o estudo da
Universidade do Minho, aquilo que lhe estão a dizer é que a alteração do
posicionamento teve a ver com algumas alterações tecnológicas. que neste
momento a câmara municipal já está a ter em consideração e certamente no
próximo estudo que esta universidade fizer o município já não está nesta
classificação, está noutra bastante melhor.
Contudo, não sabe se o Sr. Vereador António Félix sabe alguma coisa sobre isto,
não conhece o estudo, e vai procurar saber quais foram os critérios pelos quais se
fez.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, referindo que o Sr. Presidente já
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FI. Livro
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RAta 043
Reunião de 2020/03/04
Municipio ) fti{,.{ proc
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal 1
falou um pouco, e o próprio vai só, em termos gerais, falar um pouco também.
Aquilo que o Sr. Vereador Carlos Patrão falou é a avaliação do sítio da câmara
municipal na lnternet, não é a presença do município na lnternet, é do sítio do
município na lnternet, são coisas diferentes.
Referiu o Sr. Vereador Carlos Patrão que é o principal instrumento.
Continuou o Sr. Vereador António Félix, pedindo calma e dizendo que inclusive em
2016 o município até teve um prémio.
São 4 critérios: os conteúdos; a acessibilidade, a navegabilidade e a facilidade de
utilização; os serviços on-line, e neste obviamente o município está muito atrás,
aliás porque o serviço on-line do município foi implementado no final de 2019 e
este estudo foi feito entre novembro de 2018 e maio de 2019, pelo que nesta área
o município estava muito para baixo com certeza, porque ainda estava a
implementar o sistema; por fim, a participação.
Obviamente que o município baixou, tem que rever outra vez o sítio da lnternet,
mas isto não foi porque baixou, foi porque os outros subiram, melhoraram, e o
município tem que melhorar outra vez o seu. É esse trabalho que se irá fazer, teve-
se muito centralizado na questão do terceiro critério ao longo do ano de 2019, que
é importante, porque o que interessava era que também as pessoas tivessem a
possibilidade de aceder a mais serviços on-line. Esteve-se centralizado aqui, agora
o município tem que se centrar nos outros critérios também, e é isso que se irá
fazer, até porque, como disse o Sr. Presidente, e muito bem, estes estudos
também são importantes para se perceber também onde é que se tem que
melhorar, onde é que se pode melhorar, e é isso que se irá fazer com certeza.
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FI. Livro -.
1 FI.Ata 04441 Reunião de 2020/03/04
Município JH Proc2
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Vila FraJ de Xira /1/ Deliberação n2____________
Câmara Municipal 1
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
QUEIXA DE MORADORES DO ALTO DO MESQUITA - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que traz uma queixa de alguns
moradores do Alto do Mesquita, em Vila Franca de Xira, que estiveram 5 dias sem
luz, sendo que neste momento já têm luz nas ruas.
Isto foi em várias ruas, tem a ver com obras que foram feitas nessas ruas, e não se
entende como é que a EDP programa obras de tal forma que ficam sem
eletricidade durante 5 dias, não havendo nenhum aviso de que isto vai acontecer,
não há planos de contingência ou de minorar o impacto desta questão junto dos
moradores.
Assim, fica o protesto do Bloco de Esquerda que estas coisas devem ser feitas
como deve ser, e gostaria também de ouvir o executivo sobre isto.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que o Alto do Mesquita não tem nada a ver
consigo, como é evidente, é alto, mas não suficientemente alto para ter um Alto do
Mesquita, que é de Vila Franca de Xira, e ainda não chegou a perceber porque é
que aquilo se chama Alto do Mesquita, ainda não se debruçou sobre isso. Um dia,
historicamente, há de procurar saber. Tem a ver com alguma coisa moura, árabe,
ou coisa que o valha. Estavam ali, vinham os cristãos, ficavam cá em baixo, e eles
lá em cima, qualquer coisa assim, ainda se faz um filme acerca disso.
Contudo, o filme de hoje é a falta de iluminação, e aquilo que pode dizer é que a
prestação de serviço da EDP é manifestamente deficiente daquilo que já foi.
Conforme o Sr. Vice-Presidente já disse numa outra ocasião, há orçamentos pagos
de situações desde 2018 e ainda não foram resolvidos.
É uma situação lamentável, continua-se a insistir, espera que as pessoas que
moram nesta zona não estejam posteriormente tanto tempo à espera, e que a
iluminação pública não esteja desligada tanto tempo.
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El. Livro
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RAta
- 045
• Ai Reunião de 2020/03/04
Município 1] 1H Proc2
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de I4!I/Vila Franca de Xira V Deliberação n2____________
Câmara Municipal
ASSUNTO: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTA ÀS QUESTÕES COLOCADAS NO PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E
ASSUNTOS RELACIONADOS COM A ORDEM DO DIA
- FALECIMENTO DE HENRIQUE
CORDEIRO
Interveio o Sr. Presidente, após as questões colocadas pelos Srs. Vereadores,
dizendo que vai passar às respostas.
Após as respostas do próprio e do Sr. Vice-Presidente, interveio novamente,
mencionando que já se ultrapassou quase 20 minutos do período antes da ordem
do dia, mas vão-se terminar as respostas, dando a palavra ao Sr. Vereador António
Félix, às Srs Vereadoras Helena Pereira de Jesus, Fátima Antunes e Manuela Ralha.
Interveio novamente o Sr. Presidente, dizendo que antes de passar para a ordem
do dia informa que recebeu agora uma mensagem de que faleceu hoje o Henrique
Cordeiro, antigo presidente da junta de freguesia, como dizia a Sr Vereadora
Cláudia Martins, um dos primeiros presidentes da junta de freguesia do Sobralinho.
Era um grande amigo, para além de um bom camarada, mas principalmente um
bom amigo, que muito fez pelo crescimento da freguesia, aliás na sequência
daquilo que tinha sido o primeiro presidente da junta de freguesia, o Álvaro
Pinheiro, de quem o próprio foi bastante amigo também.
Assim, pretendeu transmitir à câmara municipal que deixou de estar no nosso
contacto diário, desta vida, um homem que deu muito de si àquela população e
freguesia.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, dando as sentidas condolências à
família e ao Partido Socialista, em nome da bancada da CDU.
Depois, queria só colocar uma questão, se houver tempo, a CDU gostaria de
intervir no final da ordem de trabalhos sobre algumas questões relacionadas com o
que aqui falou.
Referiu o Sr. Presidente que depois da ordem do dia dá a palavra ao Sr. Vereador
ou a alguém mais que queira, ainda se arranjará mais um pouco de tempo para o
efeito.
Assim, quanto à ordem do dia, há pedidos de intervenção para os pontos 3, 4, 5,
11, 12, 15, 16, 27, 28, 29, 30 e 31, estando os demais pontos que não referiu
aprovados por unanimidade.
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El. Livro
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046
/1 A 4) Reunião de 2020/03/04Município
‘ 1 11,4 Proc2
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de
Vila Franca de Xira /7/ Deliberação n___________
Câmara Municipal
Assunto: ATA N 03/2020, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA E PÚBLICA DE
2020/02/05
Presente para aprovação a ata n9 03/2020, da reunião de câmara ordinária e
pública de 2020/02/05, com dispensa da sua leitura, por ter sido previamente
distribuída a todos os membros.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n2 03/2020, da reunião de câmara
ordinária e pública de 2020/02/05, não tendo participado na votação a Sr
Vereadora Cláudia Martins, por não ter estado presente.
01 ata 03
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EI. Livro
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FI.Ata O47
Reunião de 2020/03/04
Município A 1 Proc2 -.Vila Franca deXira Deliberação n2 105
Câmara Municipal /
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIO NCEIRO RELATIVO À AQUISIÇÃO DE VIATURA
AUTOMÓVEL DESTINADA AO TRANSPORTE ESCOLAR - UNIÃO DAS FREGUESIAS DE
ALHANDRA, SÃO JOÃO DOS MONTES E CALHANDRIZ
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/02/27, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
atribuição de um apoio financeiro no montante de 17 000,00€, à União das
Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz, tendo em vista a
aquisição e custeio de uma viatura automóvel destinada ao transporte escolar de
crianças, e posterior remessa à assembleia municipal para aprovação final, nos
termosdalei.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
02 JFA
Fl. Livro
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048
Reunião de 2020/03/04
Município h IA Proc2
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de 11fi1Vila Franca de Xira / - Deliberaçao n____________
Câmara Municipal
Assunto: ACORDO DE REVOGAÇÃO DE PROTOCOLO DE CEDÊNCIA DE INSTALAÇÕES
EM REGIME DE COMODATO
- ANIMAR
- ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O
DESENVOLVIMENTO LOCAL
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/02/27, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação do
acordo de revogação do protocolo de cedência de instalações em regime de
comodato, outorgado a 29 de janeiro de 2015, com a Animar — Associação
Portuguesa para o Desenvolvimento Local, nos termos constantes da respetiva
minuta.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que é com pena que o Bloco
de Esquerda vê que o protocolo com a Animar vai ser revogado, até porque era
uma associação de desenvolvimento local que tem expressão nacional, e gostaria
de ouvir o executivo sobre que balanço faz dos projetos da Animar no concelho e,
no fundo, um pouco o que é que explica a revogação deste protocolo.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que a câmara municipal precisa do
espaço para desenvolver aquilo que também parece prioritário neste momento,
que é o desenvolvimento da educação musical, que se faz já naquele centro
comunitário, numa ligação muito estreita com a EB2,3 de Vialonga.
Assim, tendo em vista que há muito tempo a esta parte que não há nenhum
projeto em desenvolvimento de parceria com a Animar, tendo em vista que futuros
projetos que se possam vir a desenvolver com a Animar podem continuar a ser
executados, mesmo não tendo a Animar necessariamente um espaço em Vila
Franca de Xira, neste caso em Vialonga, entendeu-se fazer a revogação, e da
reunião que se teve com a Animar isso foi compreendido.
Portanto, a câmara municipal continua disponível para, no futuro, ter outros
projetos com esta associação.
Revela-se, de facto, um passado com projetos bastante interessantes na área
social, fica esse património, alguns deles ajudaram e beneficiaram as populações
daquela zona, mas a Animar continua, e a perspetiva de novas parcerias está
colocada, aliás nessa reunião foram também avaliadas essas mesmas
possibilidades.
No entanto, o trabalho que era ali desenvolvido era aparentemente residual, e
03 Animar 1/2
I
FI. Livro
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RAta 049
• Reunião de 2020/03/04
Município
ti Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação ____________
Câmara Municipal /
como se precisa do espaço para os meninos, pensa que em cada momento se tem
de avaliar o que é verdadeiramente prioritário, e o prioritário é disponibilizar
aquelas salas para o que parece mais adequado e urgente neste momento.
Não havendo mais nenhuma questão, pôs o ponto à consideração da câmara
municipal, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é
aprovado por unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
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03 Animar 2/2
FI. Livro
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Fl.Ata
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A 1 Reunião de 2020/03/04Município L tA Proc2 300.50.201.de
Vila Franca de Xira ,‘J / Deliberação n 107
Câmara Municipal
1. ASSUNTO: LOJA N 10 DO MERCADO RETALHISTA DE ALHANDRA
- NÃO EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA E AUTORIZAÇÃO DE MUDANÇA DE RAMO DE
ATIVIDADE
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 37/20, de
13/02, do DAMAE/AE, para aprovação do não exercício do direito de preferência
sobre a loja n2 10 do mercado retalhista de Alhandra, com vista à concretização da
transmissão da posição do arrendatário, de Ana Filipa Henriques Nunes para Sónia
Maria dos Santos Rato, bem como autorização da mudança do ramo de atividade,
de padaria com venda de bolos e charcutaria para perfumaria e cosmética.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 37/20, de 13/02, do
DAMAE/AE, documento que se dá inteiramente por reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus submete o assunto à reunião
de câmara para aprovação.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libério, dizendo que os membros da CDU
gostariam só de colocar uma questão que não tem a ver com a mudança da
titularidade propriamente dita, antes enquadra-se na questão do pelouro. porque
ficaram conhecedores, através dum despacho feito pelo Sr. Presidente, que a Loja
do Munícipe ou Balcão do Munícipe, em Vila Franca de Xira, nas quartas-feiras,
deixa de funcionar atá às 20h00.
Assim, queriam tentar perceber um pouco dos motivos desta decisão do Sr.
Presidente.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que surpreender, já não o
surpreende, mas considera interessante a capacidade do Sr. Vereador, de, duma
coisa que nada tem a ver com a outra, falar dela, e neste caso, como se estava a
falar duma banca dum mercado, diria que é estar a “misturar alhos com bugalhos”,
04 mercado 1/3
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FI. Livro
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951
A 41 Reunião de 2020/03/04
Município (.4114 Proc 300.50.201.de 4WVila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal J
mas enfim, tudo bem, não tem problema.
Efetivamente foi-lhe colocada esta possibilidade, e depois a Sø Vereadora Helena
Pereira de jesus pode acrescentar, pois pelas estatísticas que se têm era ínfimo o
número de pessoas que lá iam. Para uma outra organização da própria Loja do
Munícipe, não se podiam ter ali pessoas em horários, até com prejuízo da sua vida
pessoal, à espera que aparecesse uma pessoa, duas pessoas, etc.
Esta é a questão, não foi outra senão esta, tentar encontrar uma solução que
continuasse a ter um horário para que as pessoas pudessem ir à Loja do Munícipe
assim que entendessem, mas de certeza que não se justifica estar aberta tanto
tempo, pelas razões que já referiu.
A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus interveio, referindo que por acaso também
já tinha tirado o ponto do mercado da pasta, mas vai arrumá-lo, pois afinal a
questão não é sobre o ponto. Contudo, também tinha trazido a informação sobre a
Lojado Munícipe.
Assim, esta situação foi analisada, com a própria e com a chefe de divisão da
DAMAE - Divisão de Apoio ao Munícipe e Atividades Económicas, Dr Isabel Araújo,
e depois informaram o Sr. Presidente para a devida autorização, naturalmente,
sendo que pode até dar uns dados muito concretos que levaram a esta conclusão,
que são muito fáceis de analisar.
No horário de funcionamento normal, nestes últimos 4 anos, até às 18h30, foram
realizados 231 472 atendimentos presenciais, e das 18h30 às 20h00, às quartas-
feiras, durante estes 4 anos, foram realizados 30 atendimentos presenciais.
Para além disso, desses 30 atendimentos presenciais, e não tem os números, o que
lhe foi comunicado é que, se não são todos, são praticamente todos técnicos que
sabem que a essa hora há menos filas na Loja do Munícipe e aproveitam-na.
Para assegurar este prolongamento de horário são necessários, no mínimo, 5
trabalhadores, e há implicações negativas na sua vida, porque têm que fazer
rotatividade. Numas quartas-feiras saem às 18h30, nas outras saem às 20h00, e
isso tem implicação nas férias e nas baixas, porque têm que se repor
trabalhadores, pois se um estava com o horário das 20h00, o outro não estava, e
tem que se substituir o que estava com o horário das 20h00.
Tendo em conta que há uma média de atendimento, como disse, de 2 pessoas por
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FI. Livro -
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‘/“ Reunião de 2020/03/04
Município Ç Proc2 300.50.201.
Vila Franca de Xira Deliberação n9____________
Câmara Municipal /7/
11
quarta-feira, por mês, face a este dimin to número de atendimentos e face à
complicação que se criava na vida dos trabalhadores da Loja do Munícipe, ouvindo
os trabalhadores, que estão todos muito satisfeitos com esta medida que foi
tomada, e não está a parecer a CDU, mas quase, entendeu-se que o horário
deveria terminar todos os dias à mesma hora, 18h30, e naturalmente que as
pessoas já acedem à Loja do Munícipe por outros meios, nomeadamente a via on
une ou a via telefónica.
—
Assim, face a estes números, e também face ao contentamento que os
funcionários da Loja do Munícipe transmitiram à Dr Isabel Araújo, que por sua vez
transmitiu à própria, que estão muito felizes com esta medida, a sua vida está de
certa forma mais regrada, porque sabem com o que é que contam, com os horários
com que contam, e não há esta disparidade às quartas-feiras, que de vez em
quando lhes desorganizava a vida, pensa que não há dúvidas nenhumas. Não foi só
uma questão de números, foi também uma questão de motivação dos
trabalhadores e de consideração pela sua vida pessoal.
Interveio o Sr. Presidente, pondo o ponto à consideração, perguntando quem vota
contra e quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus.
04 mercado 3/3
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Fl.Ata
‘ O!i3
7 & á Reunião de 2020/03/04
Município ) JJ 1 Proc2
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de JV\Vila Franca de Xira Deliberaçao flQ_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO PRESIDENTE NA ÁREA DE PESSOAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 1278/20, de 24/02, do
DGAFJ/DRH, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente na área de
pessoal, no período compreendido entre 2020/02/10 e 2020/02/20.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 1278/20, de 24/02, do DGAFJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a), do n2 2, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n9 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, dizendo que os membros da CDU pedem
desde já desculpa se o Sr. Presidente considerar que o que vão trazer não faz
parte, não está relacionado com este tema da área de pessoal, mas consideram
que sim.
Referiu o Sr. Presidente que já está habituado, mas o Sr. Vereador vai
surpreendendo, apesar de tudo.
—-—
Prosseguiu o Sr. Vereador André Arrojado, mencionando que os membros da CDU,
de facto, consideram que está relacionado com os trabalhadores, e os
trabalhadores são uma das preocupações principais da CDU, como disse bem a Sr
Vereadora Helena Pereira de jesus, tendo o próprio pena que não seja uma
preocupação das restantes bancadas, e pelos vistos são os únicos a achar que isso
é uma preocupação.
Assim, e avançando, foi feito o compromisso, até com algum conflito de opiniões,
para fazer um levantamento sobre os trabalhadores em posição de estarem
abrangidos pela opção gestionária, de haver uma alteração no seu posicionamento
remuneratório, até tendo em conta a folga orçamental muito publicitada pelo
05 despachos 1/5
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El. Livro -
li FLAta -.
• 4111 Reunião de O2O/O3/O4
Município i$IV\ Proc
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de AliVila Franca de Xira 1’ Deliberação n2______________
Câmara Municipal J
município, e que também louvam, pena que não seja, de facto, investida talvez de
outra forma, mas são opções políticas, sendo de referir que esta opção gestionária
permitiria repor alguma dignidade dos trabalhadores e a sua valorização salarial. --
Já foi feito este levantamento pelos serviços? O que é que resultou dele? Qual é
que seria o seu peso e até as conclusões que saíram desse levantamento?
Ainda, sobre este tema, solicitaram informação sobre todas as avenças e
prestações de serviço, que ainda não lhes foi disponibilizada.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que é um bocadinho pretensioso dizer que só a
CDU é que se preocupa com os trabalhadores.
—
Referiu o Sr. Vereador que não foram os membros da CDU que disseram, a Sr
Vereadora disse que até parecia da CDU.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que cada um, à sua maneira, preocupa-se
com os trabalhadores, pode ser é de modos diferentes, mas os resultados é que
contam. Recorda-se do tempo em que era dirigente sindical, e muitas vezes dizia
que nem sempre ir em frente é a melhor situação para chegar à meta e ao
caminho que se deseja. Às vezes há outras soluções e tem que se desviar da
parede, senão bate-se com a cabeça na parede, com prejuízo para quem bate com
a cabeça na parede e para as pessoas que se querem ajudar e não se consegue.---
Assim, efetivamente têm sempre que se encontrar soluções, e na câmara
municipal, ao longo destes anos, têm-se encontrado soluções para melhorar as
condições de vida, em termos salariais. Ainda agora esta situação é claramente um
exemplo disso mesmo, mas também as questões das 35 horas, em que não houve
dúvidas absolutamente nenhumas, num determinado contexto, de avançar.
Quando outros não avançaram, Vila Franca de Xira avançou, fez aquilo que em
consciência devia ter feito.
De facto, cá se está para resolver, dentro das possibilidades que se têm, aquilo que
é necessário resolver.
Quanto à opção gestionária, pediu para se fazer um estudo à volta, de quem é que
tinha avançado com opções gestionárias, e ficou um bocado surpreendido pois
raros são os municípios que o tinham feito, mas enfim, foi só para tentar perceber,
ao fim e ao cabo, se só havia esta renitência em Vila Franca de Xira e nos outros
lados eram uns mãos largas, mas não é assim. Não é assim, na medida em que
05 despachos 2/5
FI. Livro
—
FI.Ata OiEi
• Reunião de 2020/03/04
Município 1 1 Proc2
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de
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Vila Franca de Xira Deliberaçao n°______________
Câmara Municipal tj)I
quando se estão a gerir meios financeiros e recursos humanos têm que se ter as
cautelas necessárias.
De facto, o estudo está feito, e aquilo que se revela é perceber se é justo haver
alguém que tem 4 anos, 5 anos, e outros que têm 8 anos e estejam à beira daquilo
que eram os critérios necessários para as carreiras serem descongeladas, é saber
como é que se faz justiça perante uma coisa destas.
Está-se a falar dum número de cerca de 70 000,00€/ano que era necessário para
se avançar, incluindo-se todos os trabalhadores nesta matéria, não é coisa pouca,
mas mais que o problema financeiro é o problema da justiça. É verdade que há
pessoas que ficaram sem avaliações dos anos, por razões diversas, estiveram de
baixa prolongada ou outros fatores, tem-se isso tudo bem identificado neste
momento, mas aquilo que pode dizer é que tem vindo a avaliar profundamente
esta situação, e quer dizer que não é justo, na sua opinião.
Os Srs. Vereadores dirão que têm de ser todos, mas se estivessem a gerir se calhar
tinham outra ideia diferente, não podem ser todos, porque serem todos também
não lhe parece justo. Agora, poder-se-á encarar a possibilidade daqueles que
ficaram mesmo à beirinha, que por razões de pormenor não atingiram os 10 anos.-
Esse trabalho está feito, foi um trabalho que pediu aos recursos humanos, na
pessoa do Dr. Paulo Alenquer, que fez um trabalho muito preciso, caso a caso,
trabalhador a trabalhador, têm-se esses valores, e aquilo que pode dizer é que
essa matéria não está esquecida, e está a estudar uma forma de encontrar
soluções em dois sentidos:
Em primeiro é aquilo que será o critério que parece mais justo relativamente à
opção gestionária. Depois, é o critério também das questões que têm a ver com as
mobilidades e a sua consolidação, pois não pode ser tudo, tem que ser, por
exemplo, alguém que já esteja em mobilidade há 4 ou 5 anos, que, de facto, está a
fazer falta nas funções que está a desempenhar, inequivocamente. Não é o mesmo
de uma pessoa que esteja há um ano, que pode ser necessária num determinado
momento, mas mais para a frente pode não ser necessária.
Quanto às avenças, a informação que tem é que o trabalho está a ser concluído, e
se esta semana ou no início da próxima semana estiver concluído, enviará os
dados para que a CDU faça a avaliaçâo que achar.
05 despachos 3/5
A. Livro -.
NAta Ot6
Reunião de 2020/03/04
Município 1 Proc
______________________
de 4111Vila Franca de Xira (; ft4 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assim, são estas as questões que queri referir, às perguntas que o Sr. Vereador
fez.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libério, dizendo que não percebeu se este
encargo de 70 000,00€ seria o encargo mensal ou anual, pelo menos não ficou
claro para si.
Respondeu o Sr. Presidente que é anual.
Prosseguiu o Sr. Vereador, mencionando que então são 70 000,00€ anuais de
acréscimo se se aplicasse a opçãó gestionária, para o universo elegível de
trabalhadores que cumprem os critérios. É disto que se está a falar?
Disse o Sr. Presidente que a opção gestionária é daqueles que não foram incluídos
no descongelamento das carreiras, e não sabe quantos são, não tem de memória,
mas são alguns, são bastantes, aliás.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libério que era esse número, de uma forma mais
precisa, que os membros da CDU precisavam de perceber.
—
Interveio o Sr. Presidente, referindo que não tem esse número, questionando se o
Dr. Paulo Alenquer tem de memória o número.
Respondeu o Dr. Paulo Alenquer que não tem.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que não tem, mas também o faz chegar, e
ainda são bastantes pessoas.
O Sr. Vereador Nuno Libério interveio de novo, só com uma pequena nota final,
mencionando que os membros da CDU ficarão então a aguardar essa informação,
mas consideram que o que é injusto é o sistema de avaliação SIADAP. Isso é que é
injusto, e o que é também injusto é o Governo do Partido Socialista trabalhar para
11 anos não criar condições para o efetivo aumento do salário dos trabalhadores.
Isso é que é injusto.
—
Referiu o Sr. Vice-Presidente que o PCP, na Assembleia da República, teve
oportunidade de alterar isso.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que na Assembleia da República o Partido
Socialista tem maioria relativa, e é o Governo do Partido Socialista que decide
estas políticas, não haja dúvidas sobre essa matéria.
Questionou o Sr. Presidente se o Sr. Vereador se quer cingir às questões em
apreço, que são importantes, pois se quiser embalar noutro tipo de conversa, é o
05 despachos 4/5
El. Livro --
RAta
- 057
Reunião de 2020/03/04
Município
n A 1 Proc2
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de UN flllIVila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal /1/
que é. Se quiser embalar noutro tipo de conversa o próprio também alinha,
conversa têm os dois, se calhar o Sr. Vereador mais do que o próprio, isso não lhe
falta. O próprio está mais limitado nessa matéria, procura concentrar-se naquilo
que lhe parece absolutamente imprescindível e fundamental.
Aquilo de que se está a falar é duma matéria na qual dá razão ao Sr. Vereador, e
que é o cerne de tudo, é a avaliação, o método de avaliação. Foi sempre contra o
anterior método, é contra, mais ainda, o atual método, que é difícil, é complicado,
e continua a não ser justo, porque tem quotas. Voltando a uns anos atrás, dá-lhe a
ideia que o outro era muito mais simples, pelo menos era mais simples, não tinha
estas complicações todas.
Enfim, o cerne deste problema o Sr. Vereador disse-o, e bem, é a questão da
avaliação. Se se tem que avaliar, pensa que tem, mas provavelmente não desta
forma. Se lhe perguntaram qual é a avaliação, não sabe, até porque se está a falar
de critérios que, muitas das vezes, dependem dos avaliadores, da forma como as
avaliações se fazem. Os critérios muitas das vezes são vistos de uma maneira, e às
vezes, por outro avaliador, são vistos de outra. Tudo isto é muito injusto, e sobre
isso dá toda a razão ao Sr. Vereador, mas é o que se tem, que se tem de cumprir,
e, aliás, se não se cumprir há alguns problemas a nível legal e ninguém quer isso. -
Sobre as questões em concreto, já disse claramente o que é que pensa e aquilo
que pretende vir a fazer.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
05 despachos 5/5
FI. Livro
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RAta 058
1 Reunião de 2020/03/04Município V1 fiji] Proc2
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Vila Franca de Xira 111 VI Deliberação n9____________
Câmara Municipal / V
Assunto: EDITAIS
Foi dado conhecimento dos editais publicados entre 2020/02/12 e 2020/02/24, que
constam da lista anexa, a qual se dá por inteíramente reproduzida nesta parte da
ata.
Tomado conhecimento.
06 edit
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FI. Livro
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II Reunoderá00/03/04
Município \r) j1A Proc2
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Vila Franca de Xira / Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento da informação referente aos pagamentos
autorizados pelo Sr. Presidente, pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador
António FéIix, no período compreendido entre 2020/02/12 e 2020/02/24,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do n2 1, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
07 pagamentos
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19. Livro
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4L nAI Reurúâode020/03/04
Município
Proc2
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Vila Franca de Xira 1’ Deliberação n____________
Câmara Municipal
1. Assunto: BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
Câmara Municipal:
Dotações Orçamentais 26 598 989,36€
Dotações não Orçamentais 3 053 011,44€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 3 975 495,93€
Dotações não Orçamentais 688 061,44€
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
OS balancetes
FI. Livro
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/ Reu&ãodei00/O3/04
Município JV\ Proc2
_________________
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCiCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 136/20, de
21/02, do DGAFJ/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício do direito de preferência, no período compreendido
entre os dias 7 e 18 de fevereiro de 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 136/20, de 21/02, do
DGAFj/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29 e 30 da Lei n2 31/2014, de 30 de maio. --
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus submete o assunto à reunião
de câmara para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
09 50P
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FI. Livro
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RAta 062
ti 1 Reunião de 20i0/03/04Município Proc2____________________
Vila Franca de Xira / Deliberação n2
____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 7/20, de
21/02, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice-
Presidente, no período compreendido entre 2020/02/07 e 2020/02/20, no âmbito
do licenciamento de obras particulares previstas no Regime jurídico de
Urbanização e Edificaçâo.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 7/20, de 21/02, do
DPGU/SAPRE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
—
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
10 DPGU
El. Livro
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Ai RAta - 0631111) Reunião de 2020/03/04
Município ii!”’ Proc2 n2 11/19 APRV.CP.CJde
Vila Franca de Xira Deliberação n2
—
- 108
Câmara Municipal J
1. Assunto: AQUISIÇÃO DE DUAS VIATURAS PARA RECOLHA DE RSU ORGÂNICOS -
ADJUDICAÇÃO E APROVAÇÃO DA MINUTA DO CONTRATO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 110/20, de
26/02, do DGAFj/DGF/SCCP, para aprovação do relatório final, elaborado pelo júri
do procedimento, nos termos do artigo 148 do Código dos Contratos Públicos,
com proposta de adjudicação ao operador económico IVECO Portugal, SA, pelo
valor total de 271 310,00€, acrescido do IVA à taxa legal de 23%, sendo para o lote
1 — Viatura pesada de 19 toneladas, o valor de 159 845,00€, e para o lote 2 —
Viatura pesada de 12 toneladas, o valor de 111 465,00 €, bem como da respetiva
minuta do contrato, nos termos do n9 1, do artigo 98 do citado código,
relativamente à aquisição de duas viaturas para recolha de resíduos sólidos
urbanos orgânicos
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 110/20, de 26/02, do
DGAFj/DGF/SCCP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que aproveita esta aprovação
de contrato de aquisição para 2 viaturas de recolha de resíduos sólidos urbanos
orgânicos para dizer, em primeiro, que tanto quanto se apercebe pela
documentação que foi fornecida trata-se de 2 viaturas a gasóleo, e pergunta se
não se deveriam estar a adquirir viaturas mais limpas, movidas a gás, até porque
há outras, tanto quanto sabe, que são movidas a esse combustível mais limpo.
Questiona se esse não é um objetivo da câmara municipal, a médio e longo prazo,
ter a frota movida a gás natural.
11 viatura 1/3
_____
FI. Livro
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Ai RAta •964
/111 1 Reunião de 2020/03/04
Município
,4’1)IA Proc2 n2 11/19 APRV.CP.cJde 4Vila Franca de Xira Deliberação n2______________
Câmara Municipal J
Depois, questiona qual é o ritmo de renovação que está previsto para a frota de
recolha de resíduos sólidos urbanos, e a modernização dessa frota, porque por
pontos que têm vindo às reuniões o Bloco de Esquerda sabe que esta frota tem
uma manutenção com expressão. Para além destas preocupações ambientais,
provavelmente também haverá ganhos na manutenção da frota.
Assim, eram estes os esclarecimentos que pedia relativamente a este ponto, se
bem que vai aprová-lo.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que já passa a palavra ao Sr. Vice-Presidente,
que tem a responsabilidade da aquisição destas viaturas, de acordo também com
aquilo que lhe é proposto e as características que são propostas para aquisição das
mesmas, mas quer dizer que se está numa fase da candidatura que se apresentou,
que em termos globais representa 700 000,00€ de investimento, e 85% é
comparticipado por fundos comunitários.
Não se podia, de modo nenhum, deixar de avançar e fazer todo o possível para que
a candidatura fosse aprovada, na medida em que estava um valor muito
importante em causa. Esta fase é a compra destes camiões, e numa segunda fase,
ou complementarmente, as coisas vão avançando, com a aquisição de ilhas
ecológicas específicas para a recolha de resíduos orgânicos, tem isto muito a ver
com aquilo que se tem de fazer, que é uma recolha de proximidade.
Este é um trabalho que se vai iniciar na Póvoa de Santa Iria, que tem
especificidades que fazem com que a experiência-piloto vá começar nesta mesma
cidade, tem a ver também com a recolha das cantinas escolares, com a recolha de
restaurantes, e tem havido também alguma formação e informação aos
profissionais e responsáveis destes restaurantes, assim como recolha nos
mercados, em frutarias, enfim, tenta-se que com estas ações se estime a recolha
de 2 750 000 toneladas por ano destes resíduos orgânicos.
É, de facto, um investimento que se pretende continuar a fazer, na renovação da
frota, e neste momento procura-se que os camiões com mais antiguidade estejam
numa segunda linha, reparados, é certo, e postos em funcionamento em alturas
em que seja absolutamente necessário, em que outras viaturas estejam a reparar.
Quanto à questão da especificidade da frota e o porquê de não serem a gás, o Sr.
Vice-Presidente responderá.
11 viatura 2/3
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A. Livro
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RAta 065
á 1 Reunião de 2020/03/04Município Proc2 n 11/19 APRV.CP.cJ
Vila Franca deXira Deliberaçao n____________
Câmara Municipal
O Sr. Vice-Presidente tomou a palavra, referindo que, como se pode verificar pela
documentação, esteve-se a ponderar a aquisição destes dois camiões de 19 e 12
toneladas a gás, só que hoje ainda há uma situação, a dos postos de
abastecimento para este tipo de frota, que obriga a ir ao Carregado ou a Azambuja.
Não sabe se se está a ver o que é um dia de trabalho, com os roteiros e a
intensidade de trabalho, sendo que ainda hoje se verifica, nalguns camiões, que se
tem de ter um motorista escalado para, num período de rotação das viaturas, ir
abastecer, com a perda operacional que isto tem.
Tinha-se um posto mais perto, na Valorsul, só que os valores comerciais são
incomportáveis. Por isso ainda se optou, nesta fase, pelo que está, mas o assunto
está em presença, não está de toda a maneira descartado, não pode ser, e logo
que esta questão do abastecimento seja resolvida mais rapidamente, na área
comercial, logicamente, como diz o Sr. Presidente, é perspetiva do executivo que a
frota caminhe para aí.
Interveio o Sr. Presidente, passando à votação, perguntando quem vota contra,
quem se abstém, concluindo que o ponto é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
—
3/311 viatura
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FI. Livro
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RAta
- 066
i 1H Reunião de 00/O3/O4
Município luA Proc2 23/00 LOTEVDMde /111
—Vila Franca de Xira
. Deliberação n2______________
Câmara Municipal j
1. Assunto: ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO DENOMINADO POR URBANIZAÇÃO DOS
CARVALHOS (MONTE SERENO), TITULADO PELO ALVARÁ DE LOTEAMENTO N
12/01,DE11/09
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 161/20, de 11/02, do
DPGU/DGU, para alteração ao loteamento denominado por Urbanização dos
Carvalhos (Monte Sereno), em São João dos Montes, titulado pelo alvará de
loteamento n2 12/01, de 11/09, não havendo lugar a consulta pública, nos termos
do n2 8, do artigo 27 do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, solicitada
por Pedro Miguel Vieira Pereira.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação n2 161/20, de 11/02, do DPGU/DGU,
planta de localização, planta síntese — alterações e planta de síntese, documentos
que se dão por inteiramente reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
—
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que esta alteração à
licença do loteamento que vem a reunião enferma, na opinião do Bloco de
Esquerda, de um problema que é recorrente, a que já se assistiu em vários
loteamentos.
Para o Bloco é uma questão de fundo, que é aceitar contrapartidas relativamente
às áreas de cedência. Considera que esta proposta não cumpre os parâmetros de
dimensionamento de espaços verdes e equipamentos de utilização coletiva, e que
a proposta apresentada é omissa relativamente aos parâmetros permitidos pelo
PDM, e por isso também não conseguiu verificar a sua conformidade em termos de
PDM.
Em face destas questões, tal como em outras propostas de alteração de
12 Sereno 1/2
FI. Livro
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Fl.Ata
- 087
Reunião de 2020/03/04
Município Proc2 23/00 LOTEPDM
Vila Franca de Xira
‘1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
loteamento, o Bloco de Esquerda vai votar contra.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, referindo, não retirando qualquer tipo de razão ao
que o Sr. Vereador expôs, que aconselhava-o a ler a documentação, e depois de ler
a documentação corretamente de certeza que altera o seu sentido de voto, e vai
só ler um parágrafo: “Neste contexto, é proposto uma diminuição da área de
estacionamento coberto de 5Cm2 para 3Cm2 .
Está-se a falar de dentro dum lote, não é espaço público, não se poderia autorizar
uma coisa dessas, e os pareceres estão de acordo com toda a legislação. É dentro
dum lote, pelo que o Sr. Vereador que leia esse parágrafo. Há também “um
aumento da área inicialmente permitida para a edificação de 19Dm2 para 28Cm2,
decorrendo um aumento da área bruta de construção total”, logicamente, de
24Dm2 para 310m2.
Logicamente que a pessoa vai ter de pagar muito mais à câmara municipal, mas
está-se a falar de dentro dum lote, não há alterações genéricas do loteamento,
como todos os casos que vêm à reunião de câmara.
Ainda há bocado se falou do SIADAP, agora tem-se outro caso, e nestas alterações
que vêm à reunião de câmara na sua base já existiu a operação do loteamento em
si. Agora está-se a falar do interior de um lote, cumpre com toda a legislação, com
o RMUETOU - Regulamento Municipal de Urbanização, Edificação e Taxas por
Operações Urbanísticas, e aí tem que se aprovar. Aliás, o Sr. Vereador tem toda a
documentação e pode verificar isso.
—
O Sr. Presidente interveio, dizendo que não sabe se estas explicações são
suficientes para as dúvidas que o Sr. Vereador tem, e se as dúvidas se mantiverem
votará como entender.
Terminou, pondo o ponto à consideração, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, conduindo que é aprovado por maioria, com o voto contra do B’oco de
Esquerda.
7. Deliberação: Deliberado, por maioria, com o voto contra do Bloco de Esquerda, em
conformidade com a proposta do Sr. Vice-Presidente.
12 sereno 212
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A. Livro
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Fl.Ata
- 088
í2... A A Reunião de 2020/03/04Município
‘ fJJ[4 Proc2 5620 CERTÁUGIVila Franca de Xira Deliberação n’ 110
Câmara Municipal j
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 81, DO LOTEAMENTO DA TERRA DA PASTORIA - FORTE DA CASA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n 32/20, de 24/02, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 81 do loteamento da Terra da Pastoria, no Forte da Casa, no
valor de 3 837,14€, em nome de Joaquim Armando Ferreira, registada na 2
Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira aquando do registo do
alvará de loteamento n2 2/2012-AUGI, de 22/08, solicitado por Maria Emília Batista
Leal Ferreira.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n9 32/20, de 24/02, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
13 pastoria 81
El. Livro
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• nAiMuflicÍpiO 11V Proc2 7/20 CERTAUGI
Vila Franca de Xira Deliberação nC 111
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE OS
LOTES Bi E B2, DO LOTEAMENTO DA ARROTEIA
- ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 33/20, de 24/02, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento das hipotecas legais a favor do
município sobre os lotes 81 e 82 do loteamento da Arroteia, em Alverca do
Ribatejo, nos valores de 1 628 593$00 e 1 801 593$00, respetivamente, em nome
de José Dias Gonçalves, registadas na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila
Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n2 1/2000-AUGI, de
10/01, solicitado por Cristina da Silva Pinto.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 33/20, de 24/02, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
14 arroteia
El. Livro
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Fl.Ata 070
•
Reunião de 2020/03/04
Município / N fl A 1 Proc2 11/20 DOVSM-EF4Pde ( ÃlIA —Vila Franca de Xira
‘9jlV Deliberação n2____________
Câmara Municipal / V
1. Assunto: ARRANJOS EXTERIORES DA EB DE ARCENA - ALVERCA E EB/Jl DA VALA DO
CARREGADO - CASTANHEIRA DO RIBATEJO - ABERTURA DE PROCEDIMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 203/20, de
13/02, do DOVI/DEI, para autorização da abertura e desenvolvimento do
procedimento contratual de concurso público, e realização da respetiva despesa,
em conformidade com o disposto na alínea b), do artigo 19 do Código dos
Contratos Públicos, com vista à realização da empreitada de execução dos arranjos
exteriores da escola ES de Arcena, em Alverca e EB/Jl da Vala do Carregado, na
Castanheira do Ribatejo, com o preço global base de 333 400,00€, acrescido do
IVA, com proposta de adjudicação por 2 lotes a diferentes concorrentes, e prazo de
execução de 70 dias, que decorrerá durante o período de férias escolares, entre os
dias 2020/06/22 e 2020/08/31, sendo o lote 1 referente à ES de Arcena, com o
preço-base de 163 200,00€; e o lote 2 referente à EB/Jl da Vala do Carregado, com
o preço-base de 170 200,00€, bem como da prestação de caução, do projeto de
execução, das peças do procedimento, da designação do júri respetivo, do
consultor, dos secretários e do gestor de contrato.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 203/20, de 13/02, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.--
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovaçâo.
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo que se trata da abertura de
procedimento para arranjos exteriores na EB1 de Arcena e EBJI da Vala do
Carregado, e há muito tempo que a CDU identificou estas obras como prioritárias,
pelo que é claro que os seus membros ficam contentes que elas prossigam, e todas
estas obras, não só destas escolas, todas as outras que necessitam, e aliás há um
15 exteriores 1/5
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EI. Livro
-.
- 071
A 4i Reunião de 2020/03/04Município 11J14 Proc2 11/20 DOVSM-EMPVila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal *
ponto mais à frente em que vão mostrar exatamente isso.
Contudo, há só uma situação que os preocupa, é que na escola de Arcena haja de
facto uma garantia que será efetuada uma estabilização dos taludes, porque
quando leram o documento há um ponto que diz: “Redefinição da área de recreio,
a partir da criação de uma barreira que impeça o acesso das crianças à zona de
talude”. Isto é suficiente? É isto que os preocupa, se realmente é suficiente para a
segurança daquelas crianças.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que aquilo de que a Sr Vereadora está a
falar é outra coisa, é uma regularização do rio Porto, salvo erro. A Sr Vereadora
está a falar doutra coisa, são coisas distintas, e aquilo que se tem em presença é
melhorar consideravelmente o espaço exterior para as crianças andarem a brincar,
nos intervalos das aulas.
Hoje em dia perdeu-se um bocado o hábito de brincar, que faz muita falta às
crianças, estão tão envolvidas em tanta coisa e depois, às duas por três, esquece-
se que os meninos têm que brincar também, e para proporcionar esse espaço de
brincadeira decidiu-se melhorar as condições de recreio e do espaço exterior da
escola.
Para isso também se aproveitou para melhorar as questões de segurança das
próprias crianças. Há espaços neste momento que raramente são utilizados na
medida em que há grandes depressões, que têm a ver com o afundamento do rio,
pelo que se vai ao mesmo tempo melhorar as condições de lazer e de recreio para
as crianças, e por outro lado colocar determinado tipo de vedações, para obviar a
que as crianças vão para essas zonas, porque estão sem préstimo, já não são
utilizadas.
A outra questão que a Sr Vereadora refere é de engenharia hidráulica muito mais
profunda, mais complicada, que algum dia tem que se fazer. Se lhe perguntar
quem é que vai fazer, provavelmente é a câmara municipal, apesar de não ser da
sua competência. Também, se se for falar com a APA - Agência Portuguesa do
Ambiente, se der o parecer a tempo e horas já não é mau de todo, porque realizar
a obra não faz, diz que não há dinheiro.
De qualquer modo, é preciso um estudo muito importante, não sabe se se têm que
fazer açudes se não, se se tem que travar a velocidade do caudal naquelas zonas,
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Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
enfim, só os engenheiros ligados a est matéria é que se têm de pronunciar, para
saberoqueéquesetemquefazerali.
De facto, se se for ver há muitas linhas de água, ribeiras, neste caso também o rio,
as coisas têm-se vindo a deteriorar muito, e as margens estão também a ter
problemas complicados. Tem-se a consciência que se tem de resolver o problema
do rio, mas enquanto isso não acontece não se podia deixar também de resolver o
problema do espaço de recreio para as crianças, e é isso que se vai fazer, criando
zonas de segurança, que hoje a escola não tem.
É mais um investimento, tanto na Vala do Carregado, como em Arcena, de mais de
333 000,00€. o que é importante, mas, como a Sr Vereadora diz, e bem, é
necessário fazer e faz-se. Mais à frente já se vai falar de outras coisas, que têm a
ver com as escolas, e vai-se ver que o dinheiro é o que é, vai haver ocasião de
aprofundar ainda mais este tema.
Interveio ainda a Sr Vereadora Cláudia Martins, dizendo que ficou esclarecida com
aquilo que o Sr. Presidente disse, mas só tem de referir uma coisa, pois hoje o Sr.
Presidente já utilizou com a própria esta expressão três vezes, “um dia”. Foi agora
“um dia tem que se fazer a estabilização dos taludes”, para trás foi “um dia o Forte
da Casa terá um espaço cultural”, ou “um dia será feito um museu da indústria nos
moinhos da Póvoa”.
Sobre isto de “um dia”, no outro dia um jovem do sítio onde trabalha veio ter
consigo e disse-lhe, “olhe, tive uma ideia, podemos abrir aqui um curso novo”.
Perguntou-lhe qual era o curso, e este respondeu-lhe “um curso de super-heróis”.
Aí, a própria disse-lhe, “boa, super-heróis já vocês todos são, mas um dia abrimos
esse curso”. Agora, o Sr. Presidente já lhe referiu hoje, três vezes, “um dia”.
Disse o Sr. Vereador António Félix que devia ser um curso de fabricação de notas,
uma fábrica de euros.
Continuou a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo que não terminou a sua
intervenção e o Sr. Vereador António Félix já a interrompeu. Não percebeu porquê,
mas está disponível para esclarecer, se tiver alguma dúvida relativamente àquilo
que disse.
É claro que não podia deixar de passar este “um dia”, os membros da CDU sabem
todas as dificuldades que existem, mas “um dia” é uma coisa absolutamente vaga
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Reunião de 2020/03/04
Proc2 11/20 DOVSM-EMP
Deliberação n2_____________
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Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
e tem que se ser mais concreto nestes “uns dias”.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que há duas formas de fazer política, uma
é transparente e rigorosa, é dizer “amanhã vamos fazer isso”, e ninguém acredita.
Outra coisa é ter a consciência das necessidades de resolver, e em cada momento
ter condições de avançar com essas prioridades.
Também quer dizer que houve coisas que estiveram por fazer durante décadas,
que só foram feitas agora, e se calhar as pessoas que deviam ter feito mais tarde
provavelmente terão dito a mesma coisa que o próprio disse “um dia isto vai-se
resolver”, que é a maneira mais correta de dizer que nos comprometemos com
algo, e a Sr Vereadora cobrar-lhe-ia se dissesse que no dia tal estava pronto.
Há uma questão que é verdade, tem-se consciência que se tem de resolver o
problema do rio Porto. O próprio podia ficar numa situação de dizer que aquilo não
é com a câmara municipal, a APA que resolva, como aliás normalmente alguns
fazem, “isto não é connosco, não fazemos”, mas quem é que fica prejudicado? É a
população, ninguém faz, com prejuízo para todos. Outra coisa é dizer que isto é
responsabilidade da APA, mas a APA diz que não tem condições para o fazer, em
termos financeiros, então, pelo menos que faça o projeto para ver o que é
necessário fazer.
Aliás, fez-se há pouco tempo uma requalificação na ribeira da Verdelha que custou
500 000,00€. Era uma coisa só por causa da velocidade da água, numa
determinada curva, quando se demoliu o armazém que lá estava, inicialmente
parecia uma coisa com pouca expressão, mas a APA exigiu aquilo que lá está feito,
que custou muito dinheiro. Quando lhe dizem “um dia”, era “um dia”, mas fez-se
agora e custou o que custou.
Aquilo que pode dizer é que o executivo também gostaria de fazer tudo, mas não
há condiçôes financeiras para fazer tudo. Por isso, quando diz “um dia”, não é para
ficar esquecido e nunca se fazer, é ter a consciência absoluta que não se consegue
esticar para tudo. Tem-se a obrigação de priorizar a intervenção, qual é a
prioridade? Criar as condições para os meninos andarem a brincar em segurança, e
é o que se vai fazer. Uma segunda prioridade, que deveria ser a primeira, mas não
se consegue chegar lá agora, é resolver o problema do rio.
Esta questão da expressão “um dia” é a expressão que lhe parece mais adequada,
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Reunião d 2020/03/04
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Deliberação n______________
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Reunião de 2020/03/04
Município
• Proc2 11120 DOVSM-EMPde nflIVila Franca de Xira (JflJ Deliberação n2____________
Câmara Municipal VI
quando se tem a consciência que, de f to, há dificuldade em resolver tudo ao
mesmo tempo, que não se tem, O orçamento, apesar de ser interessante, é um
orçamento de 77 milhões de euros, e por aquilo que se tem de resolver, das
despesas correntes, etc., não se consegue chegar a tudo.
A Sr4 Vereadora que não tire das suas palavras que a expressão “um dia” é para
não fazer, há de se fazer, assim como a CDU, quando esteve a governar a câmara
municipal, também gostava de ter feito tudo mas não conseguiu, porque é assim.
Tem a consciência absoluta da questão, os próprios SMAS têm vindo a monitorizar
esta situação, como aliás se tem feito nas linhas de água e através do DCVI, e tem-
se vindo a resolver muita coisa, mas não se consegue resolver tudo.
É só isso que quer dizer “um dia”, não quer dizer outra coisa senão isto.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, dizendo que pensa que o Sr.
Presidente entendeu perfeitamente bem aquilo que a própria queria dizer, os
membros da CDU não estão à espera que o Sr. Presidente diga “no dia tal, vamos
fazer tal”. É claro que perceberam que isso não é possível, mas também percebe
que quando se utiliza a expressão “um dia”, se será é, se não for não é. Aquilo que
o Sr. Presidente acabou de explicar neste momento é muito mais claro do que a
expressão “um dia”, pois muitas vezes “um dia” é isso mesmo, é o cair no
esquecimento.
Respondeu o Sr. Presidente que está muito bem, acredita que a expressão, sem
esclarecimento, pode ficar muito vaga, e agora esforçou-se por esclarecer o que é
que quer dizer a expressão “um dia”.
Terminou, referiu que vai continuar o dia, com a votação do ponto, perguntando
quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
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n A á 1 Reunião de 2020/03/04
Município ‘ O-’ li 111 Proc2 10/11 DOVSM-EMPde 1Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: REGULARIZAÇÃO FLUVIAL DO RIO GRANDE DA PIPA E CONSTRUÇÃO DE
UM NOVO PONTÃO - CASTANHEIRA DO RIBATEJO - AUTO DE VISTORIA PARA
EFEITOS DE LIBERAÇÃO PARCIAL DE CAUÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 244/20, de
19/02, do DOVI/DEI, para aprovação do auto de vistoria, datado de 2020/02/10,
bem como da autorização da liberação parcial de 15% da caução prestada, no
valor de 66 858,99€, por terem decorrido 4 anos sobre a data do auto de receção
provisória, referentes à empreitada de regularização fluvial do rio Grande da Pipa e
construção de um novo pontão, na Castanheira do Ribatejo, adjudicada à Oliveiras
— Engenharia e Construção, SA, atendendo à inexistência de defeitos da obra, nem
qualquer situação que careça de correção.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 244/20, de 19/02, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que os membros da CDU
começam por dizer que vão votar a favor do ponto, mas não sem que antes
lembrem que, por proposta da CDU, também entenderam mais ou menos assumido
pela câmara municipal que a questão do estacionamento da Vala do Carregado iria
ser uma realidade, e acreditam que “um dia”, já agora, aproveitando esta
expressão, aquela obra possa ser realizada.
É nessa base, vão votar a favor do ponto, obviamente, mas gostavam de ter algum
feedback sobre se ou quando é que irá avançar aquela obra, que faz muita falta
àquela população.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, mencionando, em relação à zona do
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Reunião de 2020/03/04
Município 1 Proc2 10/11 DOVSM-EMP
Vila Franca de Xira Deliberação n______________
Câmara Municipal
estacionamento, que à data fez-se, na zona do pontão, a bolsa de estacionamento
em frente ao café, posteriormente surgiram novos pedidos, nomeadamente na
zona perto da Casa Artilheiro, mas teve que se aguardar o período de carência, o
que foi já exposto, porque foi uma obra candidatada e não se podia alterar o
projeto que foi dotado a concurso.
Neste momento estão concluídos todos os estudos e projetos para a execução da
obra, para que um dia se possa inaugurar, como se inaugurou aquela grande obra
que está ali, das mais importantes no concelho de Vila Franca de Xira, embora
esteja por vezes lá esquecida e não se dê o devido valor. As populações de lá dão
valor, nomeadamente as que passaram o que passaram, de acordo com o livro que
os Srs. Vereadores têm, das cheias de 67.
Está para executar, não “um dia”, os estudos estão concluídos, e não vai dizer
abertamente, mas a perspetiva e a perceção que tem é que provavelmente ainda
será executado este ano, se não todo o circuito da bolsa de estacionamento, pelo
menos a mais perto da zona que o próprio focou.
Prosseguiu, pondo o ponto à votação, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluído que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
16 pipa 2/2
W
FI.Livro -
Fl.Ata
- 0771
7I
A g Reunião dê OOIO3IO4Município
“ 111111 Proc2
_________________________
de
‘1411/1 1Vila Franca de Xira V Deliberação n .t14
Câmara Municipal j
Assunto: CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO
RESPEITANTE À REQUALIFICAÇÃO E REPOSIÇÃO DE CONDIÇÕES DE SEGURANÇA
DO ANCORADOURO - ALHANDRA SPORTING CLUB
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/02/27, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
minuta do contrato-programa de desenvolvimento desportivo a celebrar com o
Alhandra Sporting Club, por via do qual é concedido um apoio financeiro
extraordinário no montante de 29 000,00€, tendo em vista a requalificação e
reposição das condições de segurança do ancoradouro existente na vila de
Alhandra e utilizado pelo clube, no âmbito das atividades desportivas náuticas que
promove e desenvolve.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
17 ASC
FI. Livro
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li FLAta 078
“
%_ /lfl J Reunião de 2020/03/04
Município L41LA Proc2
___________________
de AliVila Franca de Xira Deltberaçao n9
-
Câmara Municipal
1. Assunto: CAMPEONATOS TERRITORIAIS DE GINÁSTICA ACROBÁTICA - P DIVISÃO -
CONTRATO-PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 86/20, de
26/02, do DED/DDL, para aprovação da minuta do contrato-programa de
desenvolvimento desportivo a celebrar com a Associação de Ginástica de Lisboa,
que define as condições para a organização do evento desportivo designado por
Campeonatos Territoriais de Ginástica Acrobática — 1 Divisão, que se vai realizar
nos dias 14 e 15 de março de 2020. — —
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 86/20, de 26/02, do
DED/DDL, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano ----— Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
18 AGL
____
Fi. Livro_________
. RAta
- 079
Reunião d 2020/03/04
Município J Proc
_________
Vila Frar de Xira Delibe7IJW
Câmara Municipal
1. Assunto: DIA PARAUMPICO DE MUNICIPAL - CONTRATO-PROGRAMA DE
DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO—
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 87/20, de
26/02, do DED/DDL para aprovação da minuta do contrato-programa de
desenvolvimento desportivo a celebrar com o Comité Paralímpico de Portugal, que
define as condições para a realização, no dia 11 de março, do evento desportivo
designado por Dia Paralímpico Municipal Vila Franca de Xira 2020, no pavilhão
multiusos de Vila Franca de Xira.
--
-______________
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 87/20, de 26/02, do
DED/DDL documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. —
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
--
-
-_____
6. Propostas: O Sr. Vereador António FéIlx submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
-_______________________
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
19 CPP
_____
El. Livro
_____________
li RAta 080
Reunião de 2020/03/04
Município À1i V\ Proc2 DCT/DCMPH/SM)MM
Vila Franca de Xira V Deliberação n 117
Câmara Municipal
1. Assunto: ENTREGA DE ÂNFORA ROMANA AO MUSEU MUNICIPAL DE VILA FRANCA
DE XIRA, POR FERNANDO DE JESUS MOREIRA - APOIO FINANCEIRO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 50/20, de
12/02, do DCT/DCMPH/MM, para aprovação de um apoio financeiro no valor de
600,00€, relativo à entrega de uma ânfora romana ao Museu Municipal de Vila
Franca de Xira, por Fernando de Jesus Moreira, proveniente do rio Tejo, descoberta
fortuita ocorrida no decurso da prática da pesca.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 50/20, de 12/02, do
DCT/DCMPH/MM, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
daata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
20 ânfora
FI. Livro
_____________
Fl.Ata
- 081
à 1 Reunião de 2020/03/04
Município III! 1 Proc2 DCT/DCMPH/SM/MNRde
Vila Franca de Xira Deliberação r___________
Câmara Municipal 1
1. Assunto: REGULAMENTO INTERNO DO MUSEU DO NEO-REALISMO - PUBLICITAÇÃO
DO INiCIO DO PROCEDIMENTO E PARTICIPAÇÃO PROCEDIMENTAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 48/20, de
21/02, do DCT/D, para aprovação do início do procedimento e participação
procedimental referente ao Regulamento Interno do Museu do Neo-Realismo, bem
como da sua publicitação na lnternet, no site institucional da câmara municipal,
nos termos do disposto no n2 1, do artigo 98 do Código do Procedimento
Administrativo.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 48/20, de 21/02, do
DCT/D, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
21 realismo
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FI. Livro
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RAta 082
/1 fiJ Reunião de 2020/03/04Município YIIV\ Proc2___________________
Vila Frar de Xira 1V Deliberação - 119
Câmara Municipal
1. Assunto: 9Q SALÃO DE AUTOMÓVEIS E MOTOCICLOS CLÁSSICOS DE VILA FRANCA
DE XIRA - CONSTITUIÇÃO DE FUNDO DE MANEIO TEMPORÁRIO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 1/20, de
12/02, do DCT/SADõoponímia, para aprovação da constituição de um fundo de
maneio temporário, no valor total de 1 000,00€, distribuídas para aquisição de
combustível, no valor de 500,00€, e aquisição de serviços, no valor de 500,00€,
que ficará à responsabilidade da técnica superior, Dr Anabela Fernandes, para
fazer face a despesas de caráter urgente e inadiável relativas à preparação do 92
Salão de Automóveis e Motociclos Clássicos de Vila Franca de Xira.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 1/20, de 12/02, do
DCT/SADíroponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
paraaprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
22 92 5 Autom
El. Livro
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RAta 083
A Reunião de 2020/03/04
Município ta I,4 Proc2
_____________________
Vila Frar de Xira 1V Deliberação nC 120
Câmara Municipal j
1. Assunto: REGULAMENTO BIENAL DE FOTOGRAFIA DE VILA FRANCA DE XIRA -
PROPOSTA DE DATAS
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 49/20, de
21/02, do DCT/DCMPH, para aprovação, na sequência da aprovação do
regulamento municipal, das datas referentes à Bienal de Fotografia de Vila Franca
de Xira, no que respeita ao calendário, período de candidaturas, prazo de entrega
de trabalhos selecionados e devolução dos mesmos.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 49/20, de 21/02, do
DCT/DCMPH, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
23 bienal
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FI. Livro
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FI.Ata
-. 084
Reunião de 2020/03/04
Município Proc DCTAE.00TM.030.
Vila Frar de Xira Deliberaçâo n2 121
Câmara Municipal
1. Assunto: FEIRA ANUAL DE OUTUBRO 2020 - CONSTITUIÇÃO DA COMISSÃO
COORDENADORA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 81/20, de
24/02, do DCT/DT, para aprovação da constituição da comissão coordenadora da
Feira Anual de Outubro de 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 81/20, de 24/02, do
DCT/DT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
24 FAO coord
FI. Livro -1 aAJ
Município Proc DCTAE.00TM.030.
Vila Franca de Xira 1 Deliberação nr 122
Câmara Municipal
1. Assunto: FEIRA ANUAL DE OUTUBRO 2020 - PLANTA DE IMPLANTAÇÃO
-
ORGANIZAÇÃO E PROCEDIMENTOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 82/20, de
26/02, do DCT/DT, para aprovação da planta de implantação, bem como das
questões relativas à organização e procedimentos da Feira Anual de Outubro de
2020, que deverão, posteriormente, ser publicitadas através de edital.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 82/20, de 26/02, do
DCT/DT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
25 FAC arg
FI. Livro
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FI.Ata 086
li Reunião & OO/O3/04Município RI III Proc9 12/17 RU-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n 123
Câmara Municipal 1
1. Assunto: EMPREITADA DO “PARQUE RIBEIRINHO MOINHOS DA PÓVOA E CICLOVIA
DO TEJO” - REVISÃO DE PREÇOS (DEFINITIVA)
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 92/20, de
21/02, da EMRU, para aprovação do procedimento de revisão de preços definitiva,
da empreitada do “Parque Ribeirinho Moinhos da Póvoa e Ciclovia do Tejo”, bem
como do respetivo auto de revisão de preços n2 1, datado de 2020/02/06, e
autorização do pagamento à entidade executante, Luís Frazão, Construção Civil e
Obras Públicas, SA, do montante apurado em resultado do cálculo da revisão de
preços, de 19 431,02€, acrescido do IVA à taxa de 6%.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 92/20, de 21/02, da
EMRU, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. — —
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
26 moinhos
FI. Livro -I A, FLAta - 087fl li À Reunião de 2020/03/04
Município JUv3 Proc2 42/15 RU-CAND
de ‘IV
Vila Franca de Xira 1’ Deliberação n____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PROJETO DE REQUALIFICAÇÃO DA EN1O - REDE ESTRUTURANTE CICL6VEL
E PEDONAL - 2 FASE - AQUISIÇÃO AMIGÁVEL DE DUAS PARCELAS DE TERRENO
SITAS NA QUINTA DO GALVÃO, ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna 88/20, de
20/02, da EMRU, para autorização da aquisição amigável de duas parcelas de
terreno, ao abrigo do disposto na alínea g), do n2 1, do artigo 332, do anexo 1, da
Lei n2 75/2013, de 12 de setembro, com 54,90m2 e 113,70m2, do prédio rústico sito
na Quinta do Galvão, em Alverca do Ribatejo, registado na 2 Conservatória do
Registo Predial de Vila Franca de Xira com a ficha n2 986, da freguesia de Alverca
do Ribatejo, e inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 60 da secção V (parte),
da União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, propriedade de José
Lucas do Vale Machado, pelo valor de 27 924,00€, destinando-se as identificadas
áreas a integrar o domínio público, para alargamento de passeio e execução de
ciclovia confinantes com a EN1O, no âmbito da 2 fase da Requalificação da EN1O —
Rede estruturante ciclável e pedonal, que se encontra em fase de anteprojeto.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 88/20, de 20/02, da
EMRU, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposiçôes legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que os membros da CDU informam
que vão naturalmente votar a favor, mas, tendo em conta a experiência daquilo
que se passou entre a Póvoa e o Forte, com situações muito complicadas que se
viveram, e de alguma maneira se estão a viver ainda, perguntam que alternativas
é que existem ou vão ser criadas para o escoamento e o desvio do trânsito quando
esta obra avançar em Alverca.
27 ENXO 115
_____
FI. Livro
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RAta 088
A ii 1 Reunião de 2020/03/04
Município (À Ijj Proc9 42/15 RU-CANDde miVila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Ainda, pede desculpa para introduzir neste ponto uma outra questão, que tem a
ver com as obras naquela que chamam ex-EN1O, no Forte da Casa. Na sexta-feira
passada, na visita que fazem habitualmente às freguesias onde se vão realizar as
reuniões de câmara, foi claro para os membros da COU o descontentamento ou o
sentimento de algum desencanto de muita gente, sobretudo dos comerciantes com
interesses naquela zona.
Há um sentimento generalizado de que podiam ter sido ouvidos relativamente
àquela matéria para terem alguma opinião sobre o assunto, parece que isso não
aconteceu, e gostavam de perguntar, apesar de ser um bocado tarde para estar a
fazer também conjeturas desta natureza, a obra está num estado avançado de
realização, se aquilo teria que ser mesmo assim e se, apesar disso, no futuro não
haverá condições para se obterem, naquela zona de comércio forte do Forte da
Casa, mais lugares de estacionamento.
Objetivamente era esta a questão que colocariam.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que já passará a palavra ao Sr. Vice-
Presidente, e o que diz é que esta requalificação da EN1O é uma obra de grande
vulto, uma obra extremamente exigente, e o projeto foi elaborado por pessoas que
estão habituadas a fazer este tipo de trabalhos. Não é uma pessoa qualquer, é uma
empresa importante naquilo que têm sido projetos feitos pelo país fora.
Isso não quer dizer que em alguns aspetos não haja necessidade de corrigir, como
já houve, tem-se feito, e sempre que se chama à atenção, nomeadamente os
comerciantes, as equipas da câmara municipal vão lá, e o próprio também já tem
participado, têm-se conseguido encontrar soluções alternativas, e provavelmente
vão-se continuar a tentar encontrar.
Se o Sr. Vereador lhe perguntar se cada um, quando olha para aquilo, e aquilo
estiver pronto, disser que na sua maneira de ver as coisas faria de outra forma, é
fatal como o destino. Se aquela é a solução ideal, em termos gerais, crê que sim,
mas em termos de pormenor provavelmente há matérias que deviam ter sido
corrigidas e estão-se a corrigir.
Aliás, o Sr. Vice-Presidente ainda há pouco referiu as questões da viragem à
esquerda na passagem superior de quem vai para a estação da Póvoa,
principalmente quem vem do lado do rio para a EN1O, e provavelmente ter-se-ão
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que dizer ao projetista, o que não é fácil. Há projetistas que são mais flexíveis, há
outros que são absolutamente irredutíveis e não é fácil, o Sr. Vereador pode crer.--
Não sabe se o Sr. Vereador já trabalhou em projetos, provavelmente sim, e estar a
tentar convencer alguém que é o projetista, o pai da ideia, não é fácil, não é nada
simples. Muitas das vezes isso tem sido fruto de muita persuasão, e há uma forma
de fazer, que é “à bruta”, mas depois ficam todos insatisfeitos e é uma situação
que só deve acontecer no limite, “é assim que tem que ser e acabou”.
O próprio projetista pode pôr a câmara municipal em tribunal, que o projeto não foi
cumprido de acordo com aquilo que estava previsto, até questões de direito de
autor, “é assim que tem que ser e acabou”, pelo que não é tão simples assim como
parece e tem que se respeitar toda a gente. Contudo, às vezes as coisas parecem
tão claras que se resolve insistir, e em algumas o próprio projetista já reconheceu e
aceitou algumas alterações, sendo que, provavelmente, num ou outro aspeto ainda
se vão ter de encontrar também algumas correções.
Neste momento, no Forte da Casa está-se a fazer uma bolsa de estacionamento
com cerca de 30 lugares de estacionamento, mas há um aspeto que se tem de ter
em consideração, os estacionamentos que havia eram informais, não eram legais,
mas as pessoas foram-se habituando a estacionar ali. Compreende, e nesse
sentido está-se a tentar compatibilizar a legalidade com os interesses das pessoas,
de terem condições de continuarem a estacionar os seus veículos.
Houve um problema inicial com uma clínica que ali existe, resolveu-se, num
diálogo que se teve com a clínica, e chegou-se a acordo. Está-se a fazer, na parte
de trás da própria clínica, a tal bolsa de estacionamento, de alguns 30 lugares, e
vai-se continuar a verificar se há um ou outro aspeto para corrigir. Esta é a
questão.
Agora, está-se a falar do envolvimento duma obra que não é nada simples, e a
obra que vem a seguir também não é nada fácil. Alverca vai ter uma série de obras
agora, de grande peso, de grande fôlego, que vão trazer algumas dificuldades a
todos quantos ali passam.
—
De qualquer modo, está-se consciente disso, e, já agora, pedia ao Sr. Vice
Presidente que falasse, não só da segunda fase, que é esta de que se está a falar,
pois já se está a falar de muita coisa para além do ponto em si, mas enfim, falasse
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também da Infante D. Pedro.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, referindo, sobre a segunda fase desta intervenção,
que vai buscar o exemplo que o Sr. Presidente agora focou, da escola Infante O.
Pedro, que começou a intervenção na segunda-feira, em que por várias vezes
houve reuniões com o Sr. Presidente da Junta de Freguesia da União das
Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, Carlos Gonçalves.
Pretende-se que nesta intervenção se faça como se fez no terminal rodoferroviário,
e não podia ser doutra forma, sendo que, para algumas distrações, e sobre os
investimentos na cidade de Alverca, quer dizer que neste momento está-se a
concluir, desde o cemitério velho até àquela fase em que se terminou no termina)
rodoferroviário, um fortíssimo investimento da câmara municipal, e a escola
Infante O. Pedro ainda vai ter uma segunda fase, que é o parque de
estacionamento em frente ao centro de formação. Logicamente que os pareceres e
as opiniões do Sr. Presidente da junta foram tidos em consideração,
nomeadamente nas reuniões que teve com o Eng Vítor Viçoso, que é o chefe de
divisão que está presente.
A obra não poderá avançar como esta, que deu ensinamentos, aí está
perfeitamente de acordo, e sublinha o que disse o Sr. Presidente, sendo que das
reuniões de obra que existem todas as quartas-feiras, tal e qual como hoje, em que
está presente o projetista, a fiscalizaçào, o dono da obra e a empresa construtora,
são-lhe dados a conhecer os relatórios e também transmite ao Sr. Presidente.
Sobre a rotunda, e colocar mais uma faixa, quase que se teve de chegar à situação
de que falou o Sr. Presidente, o que não é bom, um bocadinho à força, teve que ser
à força, sabendo-se perfeitamente o risco que se pode correr com o projetista. Não
está em causa a pessoa, são os projetistas, o projeto, o direito da obra, o contrato
assinado, há que fazer entender à outra parte como é que é, e entendeu, porque
teve que verificar bem no local. É a velha máxima, quando se termina uma obra
devia-se começar, e é verdade, na nossa casa é exatamente isto, faz-se uma obra
e depois, no final de se mobilar diz-se, “isto não está bem, eu vou mudar este
móvel”
Em relação à zona do Forte da Casa, com o devido respeito, o que diz ao Sr.
Vereador é que não tem o sentimento, hoje, que existiu no início da obra, o que é
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um facto, de descontentamento daquela zona. Percorreu várias vezes aquela
intervenção, fez sugestões ao Sr. Presidente, conversaram muito, foram ao local,
estiveram várias vezes no local e apontaram ali soluções, inclusivamente com o
projetista, depois de ouvir os moradores, de reunirem com os moradores, da
Equipa Multidisciplinar de Reabilitação Urbana e do Departamento de Obras,
Viaturas e lnfraestruturas terem falado com os moradores, com os comerciantes.
Na base as pessoas entenderam, o estacionamento que existia ali era desordenado
e hoje estará ordenado, mas foi-se mais além, com a criação das bolsas.
Se o Sr. Vereador disser que se podia ir mais além, provavelmente tem-se o
exemplo do rio Grande da Pipa, vai-se terminar a obra primeiro e depois vai-se
olhar para aquilo que se pode fazer. Se o Sr. Vereador disser que se pode corrigir
já, estão-se a tentar corrigir algumas coisas, e não foi com muito agrado que
verificou, no sábado à noite, mais uma vez na rotunda, que já se vai com o quarto
acidente ainda a obra não terminou, toda a iluminação semafárica foi pela frente
do carro. Vai-se ter de pôr novo, vai-se para o seguro, há intervenção das forças de
segurança, tudo isto leva tempo, mas quer-se rapidamente terminar a obra.
Interveio o Sr. Presidente, pondo, não havendo mais nenhuma questão, o ponto à
consideração, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é
aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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Deliberação n 125
Câmara Municipal
Assunto: PROPOSTA
- A EDUCAÇÃO, UMA PRIORIDADE DO MUNICÍPIO DE VILA
FRANCADEXIRA
Presente para aprovação a proposta intitulada “A educação, uma prioridade do
município de Vila Franca de Xira”, datada de 2020/03/04, apresentada pelos
membros da CDU, documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido
nestapartedaata.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que vai passar às propostas, e põe à
consideração do proponente o ponto 28, para apresentação da proposta.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, dizendo que esta proposta dos
membros da CDU tem como nome “A educação, uma prioridade do município de
Vila Franca de Xira”, e é isso mesmo que a CDU quer e com que se debate, que a
educação seja de facto uma prioridade do município de Vila Franca de Xira.
Se se forem ver as reuniões de câmara, deve ser rara aquela em que, de uma
forma ou de outra, não falem de educação, do parque escolar, das dificuldades que
são apresentadas diariamente pela comunidade escolar. É por esse motivo, e é
porque é nas escolas que passa o futuro, não há mais sítio nenhum onde passe o
futuro como passa pelas escolas, pois todas as crianças e jovens passam pela
escola e têm de ter um ensino de qualidade, e quando falam no ensino de
qualidade, não falam só nas matérias que são tratadas na sala de aula, é tudo o
queestáàsuavolta.
—
Prosseguiu, mencionando que vai passar a ler as propostas da CDU.
Interrompeu o Sr. Presidente, questionando se são as propostas ou uma a uma.
Respondeu a Sr Vereadora Cláudia Martins que é uma a uma. Vai ler esta proposta
da educação, o ponto seguinte será tratado de diferente forma.
Continuou, com a leitura da proposta.
Após a leitura, referiu que apresentada a proposta os membros da CDU acreditam
que terá pernas para andar, porque o próprio Sr. Presidente valoriza a educação no
concelho, e já falou dela várias vezes como uma prioridade. Sabem dos constantes
problemas que diariamente aparecem nas escolas, e se se for a uma escola é
muito interessante, porque isto aconteceu-lhes, são as próprias crianças, crianças
pequenas, do 12 ciclo, a colocarem-lhe os problemas que essa escola tem.
Não se podem estar a formar indivíduos, porque é isso que se está a fazer, a
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formar indivíduos, não se está só a passar matéria, estão-se a formar e a dizer que
se deve cuidar, e depois, quando os alunos saem cá para fora têm vidros partidos,
rolos de papel higiénico a andarem no chão, fechaduras que não funcionam, alguns
têm frio nas próprias salas de aula, e isto condiciona a sua aprendizagem, são
crianças.
Não era preciso estudo, mas há mais que estudos, são todas estas atenuantes
exteriores dentro da própria sala de aula que dificultam a aprendizagem do aluno,
porque um aluno com frio está com 2 casacos vestidos, está mais preocupado com
o frio do que com a matéria que a professora poderá estar a debitar. Não se pode
ter, por exemplo, uma professora a apertar parafusos com uma faca, e isto
acontece nas escolas do concelho.
Os membros da CDU acreditam, de facto, que esta é uma proposta que deverá ser
realizada, e com certeza que o executivo votará a favor da mesma, por tudo aquilo
que vão falando nas reuniões de câmara e toda a importância que a educação tem,
não só concelho, mas no país, no mundo.
—
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo e passando a palavra ao Sr. Vereador
CarlosPatrão.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que o Bloco de Esquerda
entende as preocupações manifestadas nesta proposta, também tem trazido à
reunião de câmara algumas situações que ocorrem no parque escolar, no sistema
educativo no concelho, e está de acordo que deve haver um maior investimento
nestaárea.
Sobre a proposta que é feita, dos valores em concreto, de 1 milhão de euros em
2020 e 3 milhões de euros até 2025, pensa que deveria ser mais fundamentada,
porque são valores interessantes, têm uma dimensão considerável e devia haver
uma maior justificação sobre os valores em si.
Há, no entanto, uma questão de fundo para o Bloco de Esquerda, que o próprio não
pode deixar passar, isto parece-lhe ser uma cativação, e não sabe se é correto ou
não poder dizer isto, mas é o que lhe parece. O Bloco tem sido contra as cativações
feitas ao nível do Orçamento do Estado, e também não pode aceitar que seja feita
uma cativação no orçamento da câmara municipal. Apesar de estar de acordo com
o fundo do que está na proposta, não concorda muito com este expediente
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encontrado. Está de acordo que deve haver mais investimento na educação, não
sabe se estes valores chegam para aquilo que são as necessidades do concelho,
mas não está de acordo com a fórmula encontrada, de cativar dinheiro no
orçamento para fazer isto, pensa que tem de ser encontrada outra solução.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que antes de tecer algumas
considerações à proposta que é apresentada é bom, em primeiro lugar, que mais
uma vez se explique o que é o saldo de conta de gerência. Por isso mesmo, antes
de continuar pede ao Sr. Vereador António Félix que, de uma forma muito objetiva,
clara e muito sintética, refira o que é o saldo de conta de gerência.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, agradecendo e pedindo desculpa, mas hoje,
até por incapacidade sua, provavelmente das outras vezes não se conseguiu
explicar suficientemente bem para que as pessoas entendam o que é o saldo de
conta de gerência, vai ter que demorar um pouco mais, e mais uma vez irá tentar,
não sabe se vai conseguir, explicar o que é o saldo de conta de gerência.
Até poderia estar de acordo com a proposta se tivesse uma base, com uma forma
de financiamento, porque o saldo de conta de gerência não é uma forma de
financiamento. O saldo de conta de gerência não é uma receita da câmara
municipal, e começa logo errada por aí.
Pede imensa desculpa à Sr Vereadora Cláudia Martins, por a ter interrompido no
ponto 15, mas o que lhe queria dizer, e vai dizer agora, é que um dia também
gostaria de ter, mas nunca vai ter, contrariamente áquilo que disse o Sr.
Presidente, uma fábrica de notas em Vila Franca de Xira. Não tem, nunca vai ter,
pelo que há uma realidade.
Vai começar por explicar o que é o orçamento, e vai ler exatamente qual é a
definição de orçamento: “O orçamento é um plano financeiro estratégico que
compreende a previsão de receitas e despesas futuras para a administração de um
determinado exercício”.
Isto é um orçamento, e quando se constrói um orçamento sabe-se quais vão ser as
receitas, e os Srs. Vereadores fazem sempre propostas para as reduzir, sabe-se
quais vão ser as despesas correntes, e os Srs. Vereadores fazem sempre propostas
para as aumentar. À partida criam um desequilíbrio, e, fazendo umas contas
rápidas, só na reunião de hoje os Srs. Vereadores propuseram um aumento de
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4. A Ã J Reunião de 2020/03/04Municipio V (AlIAde AliVila Franca de Xira Deliberação n°____________
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despesa de 15 milhões de euros. Só hoje, foi só na reunião de hoje, fora as outras,
já nem vai falar nas outras, só hoje, numas contas de merceeiro, que não gosta de
fazer, mas fez, são 15 milhões de euros. Portanto, isto não é possível.
O orçamento de um determinado exercício não esgota nesse exercício, como é
óbvio. Infelizmente, para todos, e já explicou isto, há determinados procedimentos
que não avançam porque ficaram desertos, porque a obra demorou mais tempo ou
não houve a mão de obra que estava prevista, há imensas vicissitudes que levam a
que esse orçamento não se conclua nesse ano, mas as responsabilidades que a
câmara municipal tinha nesse orçamento passaram para o ano seguinte. Passaram
onde? Passaram no saldo de conta de gerência, obviamente.
O saldo de conta de gerência não é uma receita da câmara municipal, é algo que
resultou do facto de num determinado exercício não se terem concluído aquelas
obras ou aquelas responsabilidades, que passaram para o ano seguinte.
Desta forma, não há receita para poder fazer face a essa despesa que é proposta.--
Tem que se ter sempre em atenção que este orçamento é feito de acordo com a
Leis das Finanças Locais, a câmara municipal é obrigada a cumpri-Ia, e tem
determinados princípios, de que vai só recordar alguns: O princípio da legalidade, o
princípio da estabilidade orçamental, o princípio da autonomia financeira, o
princípio da transparência, e depois há uma série deles que não vale a pena falar,
não são tão efetivos para a câmara municipal, mas também são importantes,
porque são mais uns quantos. Assim, os orçamentos da câmara municipal são
feitoscomessabase.
Depois, explica ainda uma coisa que todos têm de ter em mente, e não é só a
câmara municipal, são todos, é o conceito de escassez, tem que se ter noção do
que é o conceito de escassez e qual é o conceito de custo de oportunidade.
Existe escassez, porque se não houvesse fazia-se tudo o que se queria, e ao haver
escassez têm que se fazer opções. Têm que se fazer opções face à escassez que
existe, e essa opção que se faz é o custo de oportunidade. O custo de
oportunidade do próprio comprar um computador é o de não comprar um copo,
porque só tem fundos para comprar o computador, não consegue comprar as duas
coisas, mas tem um custo de oportunidade.
Quando se fazem os orçamentos da câmara municipal, para além de se ter uma
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visão, que é a visão estratégica do executivo municipal, não são orçamentos
estanques. Se se reparar, quando o executivo apresentou o último orçamento, ele
teve despesas para 2020, 2021, 2022 e 2023. Não é estanque, um orçamento não
se reduz àquele exercício de que se está a falar.
Portanto, sobre este saldo de conta de gerência, infelizmente não interessa nada,
para quem está a gerir, ter um saldo de conta de gerência elevado, porque todo
esse dinheiro está provisionado para uma determinada função e um determinado
investimento, que infelizmente não ocorreu, pelas mais variadas razões.
Felizmente, também, e tem que dizer isto, espera, e está previsto (mas não viu a
versão final do Orçamento do Estado para 2020, confessa que por culpa sua), que
pela primeira vez o saldo de conta de gerência (e infelizmente, como só vai ser
aprovado tarde, não teve efeitos, mas espera que nos anos a seguir tenha efeitos),
seja integrado logo no início de janeiro. Faz sentido, porque, como explicou, ele
resulta do facto de não se ter conseguido fazer qualquer coisa.
Como exemplo, a câmara municipal começou uma obra, que teve uma
reprogramação financeira em que se tinha previsto gastar 1 milhão de euros este
ano, mas parte-se do pressuposto que só se gastam 200 000,00€, pelo que passam
800 000,00€ para o ano seguinte. Assim, como não se incluem esses 800 000,00€,
porque passaram para o saldo de conta de gerência, a obra tem que parar desde
janeiro até ao momento em que se vai incluir o saldo de conta de gerência. Isto
não é possível, não faz sentido, e essa é a questão que se tem.
Assim, mais uma vez diz que o saldo de conta de gerência da câmara municipal é
resultante do que explicou, mas depois há outro fator, que se tem de ter muito
bem presente, que é dos fatores que mais o preocupa na câmara municipal e nesta
questão da gestão. Sempre que ouve propostas de diminuição de receita e de
aumento de despesas, que é o equilíbrio corrente, diz o artigo 40 da Lei das
Finanças Locais que a receita corrente cobrada deve ser pelo menos igual à
despesa corrente, acrescida das amortizações médias de empréstimos de médio e
longo prazo, e já dirá a seguir quais são os prejuízos que a câmara municipal e os
munícipes de Vila Franca de Xira têm, se não se cumprir isto.
Relativamente ao ano de 2019, deve dizer que a receita corrente subiu
146 995,00€, a despesa subiu 5 520 907,00€, dos quais, para os Srs. Vereadores,
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que ainda há pouco falaram da questão do pessoal, só em custos com o pessoal
aumentou 2 758 412,01€, e nas transferências, só para a AML — Área Metropolitana
de Lisboa, foram 1 926 000,00€, o que tem a ver com o passe. Isto tem um custo,
são despesas correntes, é ótimo, se calhar é a melhor medida, mas há um impacto
financeiro na câmara municipal, como se deve ter noção. Aliás, no ano passado foi
1 900 000,00€, este ano são 2 400 000,00€, para o ano são 2 800 000,00€. É
assim, tem um impacto e tem que se ter noção que o facto de a câmara municipal
contribuir para a prossecução deste objetivo, que é fantástico, é das melhores
medidas que se calhar se tomarem no pós 25 de Abril, tem um impacto direto no
investimento que a câmara municipal faria.
Com aqueles 2 400 000,00€ poder-se-ia, por exemplo, eventualmente, investir
mais nas escolas, mas quando for a revisão do orçamento que vai ocorrer daqui
por 2 semanas, crê, ou 4 semanas, não tem presente agora, só para a educação
vai haver um aumento de cerca de 1 700 000,00€. já estava previsto, se os Srs.
Vereadores se lembram, quando o executivo apresentou o orçamento para 2020
havia uma série de rubricas que tinham valores a definir, e esses valores vão ficar
definidos agora. No caso da educação são 1 700 000,00€ que estavam a definir,
que passam a definidas, era o que estava previsto.
Muito do montante que lá está é para aquilo que a Sr Vereadora falou, muito do
que lá está tem a ver com isso, e pode dizer, muito rapidamente, que valores que
lá estão têm a ver com recuperações diversas, equipamento, apetrechamento,
etc.. Tem a ver com investimentos que a câmara municipal tem que fazer nas
escolas.
Agora, infelizmente para todos, o orçamento é finito, não tem havido aumento de
receitas, e essa é outra coisa que pode explicar, que tem a ver com as fórmulas de
financiamento do Estado. O Estado só tem duas formas de se financiar, ou através
de impostos ou através de emissão de dívida, e com emissão de dívida a câmara
municipal tem de ter receitas que vêm de impostos para a poder suportar. Não há
volta a dar a isto, ou seja, ou a câmara municipal aumenta os impostos, e os da
câmara municipal estão nos valores mais baixos, ou então aumenta a dívida, mas
para aumentar a dívida também tem de aumentar impostos, senão pode não a
conseguir suportar.
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Para além disso, pela Lei das Finanças Locais não se podem contrair empréstimos
de médio e longo prazo para fazer despesa corrente, só se podem contrair
empréstimos para despesas de investimento. No momento em que se perder o
controlo sobre o equilíbrio orçamental, o equilíbrio corrente, o que vai acontecer é
a subida da taxa de IMI para o máximo e a perda de todas as isenções que a
câmara municipal dá, em termos fiscais. É simples, e não se está longe, sempre
que aumenta a despesa corrente e não aumenta a receita corrente o equilíbrio
corrente mais tarde ou mais cedo vai ficar afetado, não há volta a dar a este
princípio.
Portanto, espera que os Srs. Vereadores tenham percebido que o saldo de conta de
gerência não é uma receita, é sim o passar de despesas que estavam previstas
num ano para o ano seguinte. Quando se faz o orçamento está equilibrado, as
receitas são iguais às despesas, pelo que, se já se tinham lá previstas, o facto de
não se terem realizado não foi uma receita, têm que se realizar, porque a grande
maioria delas era investimento.
Tem-se conseguido, cada vez menos, e com este caminho que se está a trilhar
cada vez se conseguirá menos, transferir receitas correntes para despesas de
investimento, mas se se continuar com este caminho, como foi o ano passado, em
que subiram 5 milhões e meio de euros, dificilmente se continuará a conseguir.
Aliás, o equilíbrio corrente está posto em causa.
Assim, mais uma vez tentou, não sabe se conseguiu, mas tentou explicar o que são
saldos de conta de gerência.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vereador se esforçou.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, pedindo a palavra, tendo o Sr.
Presidente respondido que agora queria responder à Sr Vereadora.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que quer só colocar uma
questãozinha e o Sr. Presidente depois finaliza.
Interveio o Sr. Presidente, passando então a palavra ao Sr. Vereador.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libário, agradecendo e mencionando que há
aqui alguma confusão, porque se está a focar a atenção, como muito bem coloca a
Sr Vereadora Cláudia Martins, no plano das opções, mas o Partido Socialista quer
tentar condicionar as opções dos membros da CDU, que deveriam ser as opções da
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câmara municipal, em função duma situação orçamental e financeira que, passará
a explicar, não corresponde de todo àquilo que é a situação financeira da Câmara
MunicipaldeVflarrancadeXira.
Interrompeu o Sr. Presidente, referindo que certamente o Sr. Vereador leu a
proposta.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que mal seria se não a lesse,
construiu a proposta, os membros da CDU fizeram parte da proposta, e representa
mesmo o seu espírito, sendo que, como o Sr. Presidente sabe, a sua ironia pode
não ter limites, mas era um bocadinho dispensável sobre essa matéria.
Obviamente que conhece a proposta.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que toda a proposta assenta no saldo de
conta de gerência.
Continuou o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que então se fale do saldo de conta
de gerência, porque era exatamente sobre isso que queria falar, e pensou que a
apresentação tinha ficado muito clara, até tendo em conta algumas informações
que o Sr. Vereador, que responde habitual e normalmente, e aliás tem o pelouro
das finanças, tem vindo a prestar à câmara municipal sobre esta matéria.
Se a informação que o Sr. Vereador prestou à câmara municipal for efetivamente
apurada, do ponto de vista da prestação, aquando da apresentação do relatório de
contas, a câmara municipal haverá de ter um saldo orçamental não inferior a 24
milhões de euros, muito próximo de 25 milhões de euros, e poderá haver algum
ajuste, como o Sr. Vereador disse, que tem a ver com o exercício do apuramento
propriamente dito, que acontecerá nos próximos dias para remessa à assembleia
municipaL
O Sr. Vereador também disse, parcialmente desviado da realidade, que este saldo
serve para garantir a execução de compromissos que transitam de 2019 para
2020, e é verdade, um deles é o das transferências para as juntas de freguesia,
mais de metade, ou cerca de metade do valor, que precisa de ser definido e
aguarda pela aprovação da prestação de contas, para exatamente dar condições
de trabalho, designadamente financeiras, para as juntas de freguesia poderem
fazer face a uma responsabilidade que assumiram com a câmara municipal.
Como também sabem fazer contas, antes de apresentar esta proposta fizeram uma
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sistematização da capacidade efetiva de utilização deste saldo, e é importante
registar, porque essa parte não foi dita, que também pela mesma informação do
Sr. Vereador das finanças, logo nos primeiros dias do mês de janeiro, não consegue
agora precisar exatamente qual terá sido o dia, houve um aumento da receita
corrente no âmbito da via dos impostos diretos da câmara municipal, e um
aumento de quase 5 milhões de euros de Imposto Municipal sobre imóveis,
Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis, entre outros,
designadamente do Imposto Único de Circulação.
Sobre este saldo de conta de gerência, pelas contas dos membros da CDU, e tendo
em conta também a obrigatoriedade do equilíbrio financeiro, que se cifra em cerca
de 12 milhões de euros, esta proposta, que dizem que poria em causa a
estabilidade da câmara municipal e se calhar obrigaria a levantar as taxas de IMI
para os níveis máximos, tem um impacto nulo sobre a utilização do saldo de conta
de gerência. Em primeiro lugar, porque há a obrigatoriedade de se cumprir o
equilíbrio financeiro, que está na ordem dos 12 milhões de euros, e, por outro lado,
porque se teve um acréscimo de receita corrente de mais de 5 milhões de euros.
Logo, esta proposta da CDU é uma proposta com impacto nulo, repete, impacto
nulo na estrutura orçamental da câmara municipal, sem prejuízo das verbas que
estão por definir, designadamente investimentos, aos quais a câmara municipal é
obrigada a dar cobertura, porque são compromissos assumidos no termo de
contratos e obras públicas, sendo o saldo de conta de gerência mais do que
suficiente. Repete que não poriam em causa, nem o equilíbrio financeiro da câmara
municipal, que neste momento se cifra nos 12 milhôes de euros, não poriam em
causa nenhuma estrutura da receita e da necessidade de consignar para despesa
corrente, porque houve aumento de receita de mais de 5 milhões de euros.
Do que se está a tratar é de opções políticas, e não vem mal ao mundo o Partido
Socialista ter opções políticas diferentes das da CDI.?. De facto tem-nas, e o Sr.
Presidente que não tenha a mínima dúvida que se hoje a CDU fizesse a gestão da
câmara municipal faria a alocação destas verbas para fazer face a este projeto, e
isto não comprometeria em absolutamente nada.
Aliás, pensou que tivesse sido uma distração sua, e pede desculpa por isso, porque
até fez aquilo que normalmente não se faz no âmbito das intervenções da bancada
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da CDU. Após o Sr. Vereador André Arrojado, pediu a palavra, não para clarificar
aquilo que o seu camarada tinha colocado, mas, acima de tudo, para perceber se
aquilo que tinha ouvido correspondia à verdade. A câmara municipal, e entenda-se
o Partido Socialista, tem dúvidas neste momento para avançar com a opção
gestionária porque tem receio do impacto de 70 000,00€, é disto que se está a
falar, com saldos de quase 25 milhões de euros.
Terminou, dizendo que isto está claro como a água, o executivo assume a sua
responsabilidade e os membros da CDU assumem a sua.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que está, e que os membros da CDU até
podem querer a lua, mas o executivo não tem condições de ir buscar a lua.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, pedindo para explicar.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dando a palavra ao Sr. Vereador António Félix, para
explicar rapidamente.
O Sr. Vereador António Félix interveio, referindo que o Sr. Vereador Nuno Libório
partiu logo de um princípio errado, é que está-se a basear numa receita de 2019 e
faz uma proposta a 5 anos, ou seja, está-se a basear em receitas futuras que não
sabe se vão ocorrer, é logo o primeiro erro, um erro crasso. O que é dito é “nos
próximos 5 anos”, ou seja, da receita corrente que se teve em 2019 o Sr. Vereador
está a projetar até 2025. Com certeza que deve ter mais informação que o próprio,
que não sabe como é que se vão comportar os impostos nos próximos 4 anos, o Sr.
Vereador se calhar sabe.
Aliás, face à realidade que se está a viver neste momento, desta hipotética
epidemia, provavelmente a atividade económica vai dar um estoiro, passa-se de 12
milhões de euros de receita de IMT para 2 milhões de euros de receita de IMT, e
depois quer ver onde é que o Sr. Vereador vai financiar isto.
Não se pode projetar o futuro com base numa receita que é extraordinária, porque,
como já explicou também, e volta a explicar, os impostos têm todos uma
determinada característica, e o mais estável é o IMI. O IMT é o imposto mais volátil
que existe, está muito sujeito áquilo que é a evolução económica e também a
evolução do mercado imobiliário. Normalmente estão ligadas uma à outra, mas às
vezes têm ritmos e acelerações diferentes em termos do seu funcionamento, e isso
nãoé possível.
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Também quer dizer uma coisa, para terminar, que os Srs. Vereadores terão
oportunidade, quando vier a aprovação da revisão orçamental, de dizerem o que é
que não faziam daquilo que o executivo vai propor, para proporem isto. Vão ter
esta oportunidade, “nós tiramos esta para pôr esta”, que é para o executivo saber
também quais são as opções da CDU. O executivo também tem que saber quais
são as opções dos membros da CDU, que dirão, por exemplo, que não fazem, e é
um exemplo hipotético, o jardim Álvaro Vidal, para pôr na educação. Têm que fazer
opções, têm que dizer qual é a opção dos mesmos.
O Sr. Vereador Nuno Libério interveio, pedindo a palavra, para terminar.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo desculpa, mas dizendo que assim nunca mais se
sai daqui, e o Sr. Vereador Carlos Patrão também pediu a palavra.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libério que queria precisar só um aspeto, se o Sr.
Presidente lhe der oportunidade. Agradece a compreensão do mesmo, e vai ser
muito rápido.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que então o Sr. Vereador seja rápido, não
acredita, mas que seja rápido.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libério, pedindo para o Sr. Presidente acreditar,
registando a disponibilidade do mesmo.
Assim, está-se a falar da necessidade de alocar estas verbas, que a CDU propõe
como sendo possíveis, do ponto de vista da opção política, porque houve uma
receita extraordinária, e crê que o Sr. Vereador não entendeu ou tentou não querer
entender o objetivo direto da situação, é que dentro do saldo de conta de gerência
há uma receita corrente extraordinária, e é pela utilização dessa receita
extraordinária, conjugada com a preservação do equilíbrio financeiro de 12 milhões
de euros, que este impacto é nulo.
Não estão a fazer, nem cativações, nem estão a comprometer anos futuros, estão
a trabalhar e a propor alterações políticas do orçamento de câmara municipal, no
exercício de 2020. Este saldo de conta de gerência é de tal forma “fabulástico” ou
tem de tal forma grande expressão, que até se dá ao luxo de cobrir despesa inicial
que já deveria estar consignada, como disse na intervenção inicial, como é o caso
das juntas de freguesia.
Portanto, crê que não há dúvidas nenhumas sobre isto.
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Disse o Sr. Presidente que já se percebeu.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libário que assim espera.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que já se percebeu o ponto de vista do Sr.
Vereador, mas já se vai lá, dando a palavra ao Sr. Vereador Carlos Patrão.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que ouviu atentamente a
explicação do Sr. Vereador António Félix, e apraz-lhe a sua visão sobre o rigor
orçamental, mas também não pode deixar de dizer que o Bloco de Esquerda já fez
uma proposta para o aumento de receita do IMI, e chama à atenção que estas
questões das prioridades e da necessidade do aumento do investimento não se
podem cingir apenas por cortar aqui para pôr acolá. Não foi por acaso que o Bloco
fez essa proposta, que até foi bem acolhida pela câmara municipal, porque há uma
considerável quantidade de devolutos no concelho.
já agora, já que se tocou nesse assunto, aproveita para perguntar como é que esse
assunto está, e se calhar não tem de ser respondido agora, nesta reunião, admite
que sim. Gostaria até de ter uma previsão, da parte do Sr. Vereador e do
executivo, sobre qual é a previsão de aumento da receita, no caso de se avançar
com a triplicação do IMI dos devolutos, até para perceber onde é que depois se
poderá investir esse dinheiro, e a educação seguramente que pode ser um dos
casos.
Tomou de novo a palavra o Sr. Presidente, dizendo que já foi percebido que
efetivamente há uma intenção, no que diz respeito à gestão financeira da câmara
municipal, díspar, e a diferença é perigosa, na medida em que de um lado está o
rigor orçamental, o rigor que se pretende fazer, e o rigor para que todos os
fornecedores da câmara municipal, todos os trabalhadores, recebam a tempo e
horas, e do outro a outra visão, que pode pôr em causa tudo isto.
Foi por isso que pediu ao Sr. Vereador António Félix para falar sobre estas
matérias, porque esta proposta assenta naquilo que é referido num determinado
ponto, que diz “o grau de disponibilidade efetivo do saldo de conta de gerência do
exercício de 2019, que transita para 2020”. Tudo isto assenta numa base que não
é verdadeira, porque o saldo de conta de gerência, como já foi explicado, está
comprometido, por uma série de fatores que foram explicados.
Depois, em termos gerais, quer dizer à Sr Vereadora, e com toda a consideração,
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que é muita, que deve estar a falar de outro concelho que não este, de certeza
absoluta, porque o esforço que o executivo tem feito em termos da educação é
visível, está claro, é absolutamente percetível. Se lhe perguntar se a área da
educação, no que diz respeito à conservação e à manutenção, é um trabalho de
todos os dias, com certeza que é. Se mostrar fotografias de coisas que acontecem
nas escolas, que têm a ver com má utilização dos equipamentos, a Sr Vereadora
ficava um bocadinho surpreendida.
No entanto, quer-lhe dizer, e fazer alguma retificação, que relativamente à questão
da rede pública não são 84 estabelecimentos, mas sim 53. São 42
estabelecimentos do pré-escolar e do 12 ciclo e 11 dos outros agrupamentos e de
outras escolas, 9 agrupamentos escolares e 1 escola secundária não agrupada.
Portanto, isto pode ser tirado de outro concelho, mas não deste.
Tem sido feito um esforço bastante grande, e quando os Srs. Vereadores falam na
plataforma, quer dizer que desde setembro foram feitos 969 pedidos de pequenas
manutenções, 557 já foram resolvidos, 413 estâo a ser avaliados, por ordem de
prioridade. Nas pequenas obras há 161 pedidos, neste momento 10 estão
resolvidos e 151 estão em desenvolvimento de procedimentos.
Estão também a ser desenvolvidos procedimentos em contínuo para resolver as
questões mais prioritárias, para a manutenção nas áreas de AVAC, elevadores,
limpeza de algerozes e coberturas, vistorias aos sistemas de gás, segurança de
equipamentos desportivos, alumínios e vidros.
Por outro lado, há em funcionamento duas equipas externas e duas internas, e vai-
se ter mais uma equipa externa para fazer face a estas questões das manutenções
e conservações. Há um carro-oficina, e está-se a adquirir outro carro-oficina para a
equipa poder ser mais eficiente e eficaz neste trabalho.
Quando a Sr Vereadora fala em “necessidades de obras de construção e
reabilitação”, elas só dizem respeito ao pré-escolar e ao 1 ciclo, porque
relativamente às outras escolas, em termos de construção e reabilitação, têm a ver
com o Ministério da Educação. É bom que se tenha isto presente e não misturar
tudo. Há descentralização, mas as competências não atingem as questões de
reabilitação e construção das escolas que não são da competência da câmara
municipal. Assim, é preciso também não misturar as coisas.
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Depois, nos últimos 3 anos a câmara municipal investiu, em termos de
conservação e manutenção, 2 594 000,00€, 574 000,00€ em termos de
requalificação e 600 000,00€ em apetrechamentos. Nos refeitórios das EB2,3 e
secundárias vai-se avançar com investimentos na ordem dos 697 000,00€.
Em empreitadas de verão, que se fazem todos os anos, vão ser investidos mais de
800000,00€.
Tudo isto perfaz um valor muito acentuado, que diz, claramente, e por factos, a
prioridade do executivo PS na área da educação.
Há uma proposta, de lançar o Programa 2025 Odisseia Aprender, onde, de facto, os
Srs. Vereadores dizem, “de forma faseada e envolvendo o Estado central, nos
próximos 5 anos atingir um grau de excelência nas infraestruturas e equipamentos
escolares no concelho”, e o que parece é um modelo que já não existe, que é o
tempo dos planos quinquenais, que eram muito usados no passado. Eram usados,
em termos estratégicos e políticos, num determinado contexto, mas de facto foram
abandonados, pela sua falência.
Por isso, tem que se ter sobre esta matéria algum cuidado, quando se propõem
coisas que não são exequíveis, pois não se tem a noção, por um lado, da
fundamentação, por outro lado, das perspetivas do que é que vai acontecer daqui
a 5 anos. A economia pode alterar, tudo isto pode alterar, se calhar em nada do
que se está a perspetivar hoje há condições de ter certezas, como já foi referido,
está-se num momento de alguma perturbação, que exige sangue frio e cabeça fria,
para perceber o que é que se anda a fazer, e não hipotecar o futuro.
Quem está a gerir hoje a câmara municipal tem de ter a perspetiva de a deixar
para outros duma forma adequada e não a deixar duma forma inadequada, em que
não se possa prosseguir o trabalho que se tem de desenvolver. É essa a obrigação
de quem está a gerir, neste caso, uma câmara municipal, tem que ter sempre essa
preocupação, e não investir, investir, e depois andar com dificuldades e ter que
recorrer a fundos de emergência para resolver problemas de pagamentos a
fornecedores e vencimentos, como aconteceu em algumas autarquias, que
quiseram adotar modelos destes, que era investir, investir, sem saber o que era o
dia de amanhã. Isto dá mau resultado, e com esta gerência da câmara municipal
não se vai por aí.
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Por outro lado, ainda referindo-se a este Programa 2025 Odisseia Aprender, há
uma aparente incongruência relativamente a quem não está de acordo com a
descentralização, porque quando se envolve o Estado central, no fundo não é mais,
nem menos, que aquilo que a própria descentralização identifica como o caminho a
seguir. Fica um bocadinho baralhado com esta visão das coisas.
Depois, para a Odisseia Aprender, reservar 3 milhões de euros, a ter em conta
aquando da aprovação da prestação de contas e consequente 1 revisão ao
orçamento camarário, prevê-se investir este ano, em 2020, mais do que esse valor.
A escola Álvaro Guerra está para requalificar, tem-se a do Cabo de Vialonga, para
fazer quase uma escola nova, há obras de manutenção, e, se se conseguir ainda
vai-se tentar também requalificar a escola de Alhandra, que é conhecida pela
escola das meninas.
Fazendo as contas, muito rapidamente, já se viram os muitos milhões de euros que
aqui estão, pelo que não é preciso nenhuma odisseia, há uma realidade muito clara
sobre estas matérias, e sabe-se bem para onde é que se quer ir e o que é que se
anda a fazer.
Assim, quer dizer à Sr e Srs. Vereadores que esta proposta pode ser muito
generosa, pode ser muito bem-intencionada, mas os membros do PS não a
acompanham, na medida em que o plano que têm de intervenção nas escolas é
muito claro, estão a investir os valores que podem investir, que são muitos.
Agradecem o contributo que lhes dão, mas não podem, nem vão, acompanhar.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, pedindo só 30 segundos para esclarecer o
Sr. Vereador Carlos Patrão, que fez uma pergunta e quer-lhe responder, e também
dizer, honra lhe seja feita, que em 6 anos que o próprio está na câmara municipal
foi a única proposta que ouviu de aumento de receita.----—
Contudo, deve dizer que se está a trabalhar, porque há um problema, e pensa que
já explicou isto uma vez, é que esta questão dos devolutos traz sempre um
problema, a notificação do proprietário. É muito difícil, porque alguns nem se sabe
quem são, às vezes são muitos e depois sai uma confusão.
Referiu o Sr. Vereador Carlos Patrão que as Finanças notificam-nos.
Respondeu o Sr. Vereador António Félix que não, não conseguem, mas é a câmara
municipal que os tem de notificar, não são as Finanças. Contudo, está-se a
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trabalhar, quer-se e vai-se fazer tudo para que isso aconteça, que lá para o final do
ano, quando se trouxer a aprovação da taxa, que tem de vir sempre, apesar de ser
a mínima, introduzir também já uma alínea que preveja o agravamento dos
devolutos. É algo que o executivo acolhe, e disse-o no momento, que se tinha de
conseguir operacionalizar, que é o mais difícil, mas está completamente de acordo
comela.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, mencionando que queria
dizer, quanto a este ponto, muito resumidamente, porque já muito foi dito, que
para a Coligação Mais tem sido uma prioridade e uma preocupação, mas, se por
um lado concorda na totalidade com aquilo que o Sr. Vereador António Félix e o Sr.
Presidente acabaram de dizer, e por isso não se vai repetir, por outro lado também
não poderia deixar de dizer que ao longo desta proposta não vê onde é que a CDU
indica que o que está orçamentado para 2020 não chega para a manutenção e
reestruturação dos equipamentos escolares.
Como disse, e muito bem, o Sr. Presidente, só para 2020 estão disponíveis vários
milhões, e pelas contas da Coligação Mais, que estão disponíveis para todos, este
valor é 10 vezes mais do que foi orçamentado em 2019. Para 2020 estão vários
milhões orçamentados, previstos, e por isso também esta proposta não indica que
esse valor não chega para a manutenção dos estabelecimentos escolares e a
recuperação, vidros partidos, etc., aquilo tudo que vem dito.
Por isso, a Coligação Mais irá votar contra esta proposta, se bem que reforce que a
educação é uma prioridade também para a mesma.
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à Sr Vereadora Cláudia Martins,
perguntando se mais alguém se quer manifestar, para se fechar o ponto e passar à
votação.
A Sr Vereadora Cláudia Martins interveio, mencionando que o que os membros da
CDU estão a falar é de uma proposta que contém dois programas de educação de
prioridade para o concelho, e fica preocupada quando o Sr. Presidente lhe diz que
provavelmente estará a falar de outro concelho.
Lamenta dizer-lhe que então não conhece bem a realidade das escolas do
concelho, porque já foi trabalhadora precária numa instituição do concelho,
passou, salvo erro, por todas as escolas do 1 ciclo do concelho, e não foi lá passar
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a dizer adeus, foi lá passar e trabalhou nelas. Sabe daquilo que está a falar, sabe
das dificuldades que lá se encontram, pelo que não aceita que o Sr. Presidente
venha dizer que deve estar a falar de outro concelho.
Referiu o Sr. Presidente que disse isto só porque os números que estão na proposta
não pertencem a este concelho. Foi só por isto, nada mais.
Interveio a Sø Vereadora Cláudia Martins, dizendo que houve um erro, os membros
da CDU alteram, pedem desculpa por esse erro, mas não foi isso que lhe pareceu,
de facto, que o Sr. Presidente queria dizer. Esta é uma opção política, e não se
estaria também à espera que o PSD fosse votar contra o PS, porque as opiniões
têm sido sempre iguais, na maioria das vezes ou quase todas, e acompanharia com
certeza o voto do Partido Socialista.
Portanto, esta é uma opção política, para o Partido Socialista e para a Coligação
Mais a educação não é uma prioridade no concelho, para a CDU é e continuará a
ser, os seus membros continuarão a debater-se por ela, e não se esquecem, ainda
voltando um bocadinho atrás, até de pais que vêm a estas reuniões de câmara,
que vão às assembleias municipais, mostrar descontentamento com aquilo que se
passa nas escolas do concelho.
Tem-se que ver bem quem é que está aqui a falar de que concelho, porque não
têm dúvidas nenhumas de que estão a falar das escolas do concelho de Vila Franca
de Xira. É essa a prioridade que têm, é claro que cada um vota na medida daquilo
que pensa que deve votar, as prioridades também suas excelências saberão quais
são, uma das prioridades dos membros da CDU é sem dúvida a educação do
concelho, são as crianças, o parque escolar e toda a comunidade, todos os
trabalhadores que nele estão.
—
Lamentam, de facto, que a posição seja esta.
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, referindo à Sr Vereadora
Cláudia Martins que ainda na passada reunião de câmara a Coligação Mais votou a
favor de uma moção da CDU. Portanto, a Coligação Mais não vota a favor de
moçôes, de propostas ou opiniões de outros partidos, só porque está na gestão da
câmara municipal. A própria foi muito clara naquilo que disse, o Sr. Vereador
António Félix e o Sr. Presidente disseram aquilo que consubstancia o orçamento
municipal para 2020. Para além disso, a Coligação Mais nunca poderia votar a
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favor de uma proposta que não explica porque é que o valor que está orçamentado
para 2020 não é suficiente para efetuar estas intervenções no equipamento
escolar. Nunca votaria a favor, mesmo que o Partido Socialista o fizesse.
Não está em causa nada dessas insinuações que a Sr Vereadora Cláudia Martins
está a fazer, até porque a Coligação Mais tem votado a favor de moções da CDU,
sem qualquer problema. O contrário é que já não se vê, porque a CDU
inclusivamente até votou contra o voto de pesar do Professor Freitas do Amaral.---
Interveio o Sr. Presidente, para falar só de mais uma questâo, a Sr Vereadora
Cláudia Martins diz, e bem, cada um opta pelas estratégias que entende que sejam
as mais adequadas, mas não pode deixar de dizer que esta proposta tinha todo o
sentido em 1997, não agora. Agora não tem sentido, principalmente pelas
referências que foram feitas e não ter em consideração o esforço tremendo que o
executivo tem feito ao longo destes anos. Não vai mais além, porque, como já foi
explicado, há outras prioridades também a que se tem de fazer face, se bem que
uma das prioridades que se têm é justamente a educação.
Prosseguiu, dizendo que a proposta foi discutida, amplamente discutida,
politicamente, e agora vai passar à votação, perguntando quem vota contra, quem
se abstém, concluindo que o ponto é recusado, com os votos a favor da CDU, os
votos contra do Partido Socialista, da Coligação Mais e uma abstenção do Bloco de
Esquerda.
Deliberado, por maioria, reprovar a proposta apresentada pelos membros da CDU,
com os votos contra do P5 e da Coligação Mais e a abstenção do Bloco de
Esquerda.
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Pelas 12h55, após a discussão e votação do ponto 28, interveio o Sr. Presidente,
dando a palavra à CDU para apresentação do ponto 29, uma proposta apresentada
pela mesma.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Lib6rio, propondo que o público pudesse intervir.
Referiu o Dr. Fernando Barreiros que há uma senhora para intervir, que se
inscreveumaistarde.
O Sr. Presidente interveio, referindo que já há pouco perguntou quem é que se
queriainscrever.
Prosseguiu, dizendo que então há uma senhora e dando-lhe seguidamente a
palavra, prosseguindo posteriormente com a análise e discussão dos pontos 29, 30
e31 da ordem do dia.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
SUBSTITUIÇÃO OU CORTE DE ÁRVORES NA RUA FORTE DA ABRUNHEIRA — FORTE
DACASA
Interveio a munícipe, Sr Maria Amélia Luís, dando as boas tardes, agradecendo
pela oportunidade e dizendo que mora na rua Forte da Abrunheira, no Forte da
Casa, e que nessa zona há umas árvores que estão a prejudicar o seu prédio, na
medida em que foi assaltada através duma delas na noite de Natal.
A outra árvore que se encontra também junto ao prédio tem aquele algodão que
deita na primavera, o seu marido é um doente oncológico, neste momento está a
fazer quimioterapia e não pode de maneira nenhuma ter aquela árvore junto à
casa, por causa do algodão, não aguenta a poluição daquela árvore.
A árvore junto ao terraço do prédio dá acesso ao mesmo, e mesmo a polícia disse,
quando foi lá, e não foi no dia do assalto, porque a própria estava em Coimbra e só
soube quando chegou, no dia 26, que a árvore está muito mal colocada junto ao
prédio, está já com um ramo mesmo dentro do terraço do rés do chão, e foi
através dela que com certeza saltaram para a sua varanda, que mora no 1 andar.
Esse 1 andar corresponde praticamente a um 32 andar, visto que há a casa da
porteira e as garagens por baixo, é como se fosse um 32 andar, mas o malfeitor
aproveitou-se da dita árvore para subir ao terraço da sua vizinha do rés do chão,
daí subir para a sua varanda, partir o estore elétrico, que ficou destruído, abrir a
porta da varanda e entrar dentro da sua casa.
Removeu-lhe a casa completamente, tem fotografias disso, aliás já apresentou a
informação na junta do Forte da Casa, já entregou até o auto da descrição do ato,
que foi buscar ao Tribunal de Vila Franca de Xira, e a sua vinda a esta reunião de
câmara, hoje, é precisamente para pedir o favor se alguma coisa podia ser feita
nesse sentido. Seria substituir talvez as árvores por árvores de menos porte, mais
adequadas à zona, para que de hoje para amanhã não seja outra pessoa a ser
prejudicada, como está a ser.
No dia em que a assaltaram, como já disse, revoltaram—lhe a casa toda, a polícia
nem sequer a autorizou a dormir nos quartos, que estavam numa revolta total.
Vários vizinhos foram lá a casa ver, são testemunhas disso, na sua sala tiraram-lhe
os quadros da parede, abriram os sofás, no seu quarto não tem explicação,
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de YJIVIVila Franca de Xira Deliberação n2
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roubaram-lhe várias peças em ouro, e é o trauma com que ficou.
Foi no dia 24 de dezembro, até hoje não consegue entrar no quarto às escuras,
está completamente traumatizada e houve dias que nem sequer lá conseguia
dormir.
Agradecia que alguma coisa pudesse ser feita neste sentido, porque, como diz, não
pode sair de casa para lado nenhum descansada, pois não sabe quando é que lá
poderão voltar.
A outra árvore, a que tem aquele pólen de algodão, poderia ser substituída por
uma mais viável para a zona, que não fizesse mal às pessoas que lá moram. Muita
gente se queixa, na altura do algodão toda a gente diz que vai fazer um abaixo-
assinado para ser tirada a árvore, mas pelos vistos ainda ninguém fez nada, e a
própria também nada fez até hoje, e está aqui, neste momento, por ter sido
assaltada, pede encarecidamente que alguma coisa seja feita neste sentido.
Como disse, já apresentou informação na junta do Forte da Casa, deixou lá toda a
documentação que trouxe da polícia, informou o que se passou e pedia que
alguma coisa pudesse ser feita, o que agradecia imenso.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que compreende a munícipe.
Retomou a palavra a munícipe, referindo que não está recenseada no Forte da
Casa, esteve durante 30 e tal anos, mas como se aposentou, e como a sua vida era
para ser feita no Algarve, onde tem uma casa, recenseou-se lá. O seu marido era
para se recensear na mesma altura, mas por vários motivos não pôde, estava a
trabalhar, infelizmente foi-lhe detetada a doença e já não se recenseou no Algarve,
nem foram para lá morar, visto a doença que está a atravessar neste momento.----
Terminou, referindo que está a representar o seu marido, que está recenseado no
FortedaCasa,eagradecendo.
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo à munícipe por vir trazer problemas da sua
vida pessoal, que compreende, porque também já passou pelo mesmo.
Interrompeu a munícipe, dizendo que já foi três vezes assaltada no Forte da Casa. -
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que compreende esse sentimento porque
também já passou pelo mesmo, mas enfim, é o que é.
Relativamente às árvores fica o compromisso de hoje ou amanhã os serviços irem
lá avaliar. Se se tiverem que substituir as árvores, ir-se-ão substituir, para pelo
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Munkípio /“
“vil Proc - -Vila Franca de Xira Deliberaçao n°
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menos minorar os problemas que a munícipe referiu.
A câmara municipal não é adepta de andar a cortar árvores só por cortar, abate
árvores porque efetivamente é necessário fazê-lo, e aquilo que a munícipe trouxe
parece que é uma dessas situações.
Interrompeu a munícipe, dizendo que também não é adepta disso, a própria e a
vizinha, que está presente e não a deixa mentir, também o fazem, replantam-nas,
cuidam delas e têm lá variadíssimas, que foram as próprias que plantaram, alguns
pinheiros e outras árvores.
Prosseguiu o Sr. Presidente, questionando se foram as munícipes que plantaram
aquelas, tendo a munícipe respondido que não, aquelas são de grande porte, não
sãoparapâraopédeprédios.
Continuou o Sr. Presidente, referindo que só lhe faltava dizer que foram as
munícipes que tinham plantado estas árvores que agora querem que a câmara
municipal abata. As árvores que as munícipes plantaram são mais pequeninas.
Assim sendo, os serviços vão ao local hoje ou amanhã, está na ficha o contacto da
munícipe, provavelmente, se for caso disso, telefonar-lhe-ão para identificar
melhor quais são as árvores em causa e tentar-se-á resolver o problema.
De qualquer modo, se se tiverem de abater árvores vão ser substituídas por outras,
mais de acordo com as espécies que a zona exige, e vai-se fazer.
Quanto à outra questão, aquilo que deseja são as melhoras do marido da munícipe
e que as coisas se resolvam.
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Assunto: PROPOSTA - TRANSFERÊNCIA COMPLEMENTAR E COMPENSATÓRIA PARA
AS JUNTAS E UNIÕES DE FREGUESIA PROMOVENDO O REFORÇO DA SUA INICIATIVA
E CAPACIDADE DE INTERVENÇÃO PRÓPRIA
Presente para aprovação a proposta intitulada “Transferência complementar e
compensatória para as juntas e uniões de freguesia promovendo o reforço da sua
iniciativa e capacidade de intervenção própria”, datada de 2020/03/04,
apresentada pelos membros da CDU, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
Interveio a Sr? Vereadora Helena Pereira de Jesus, referindo que uma vez que a
discussão do ponto 28 durou praticamente 1 hora, e tendo em conta que há duas
moções sobre o Dia da Mulher, que é dia 8 de março, não sabe se se concordaria
em que se discutissem primeiro as moções do Dia da Mulher, porque depois, se
não houver tempo perdem atualidade, a não ser que a reunião não termine às
14h00.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que pensa que ainda há tempo.
Interveio também o Sr. Vereador António Félix, dizendo que ainda são 13h00.
Retomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, questionando: Se esta
demorarlhora?
Respondeu o Sr. Presidente que pensa que há tempo.
—
Perguntou a Sr Vereadora Manuela Ralha se não se podem juntar as moções.
Respondeu o Sr. Presidente que as coisas são tão diferentes que pensa que se tem
que discutir ponto por ponto. Aliás, a questão mais de fundo era a que tinha a ver
com o saldo de conta de gerência, já se falou um bocado sobre isso, agora já não
sevairepetir.
Prosseguiu, passando à discussão do ponto 29, referindo que há pedidos de
intervenção da CDU e do Bloco de Esquerda, e dando a palavra à CDU, que é o
requerente.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que se trata de uma proposta
também para ter o devido enquadramento, para, do ponto de vista da preparação
da revisão orçamental, a câmara municipal se dotar de um reforço de meios, tendo
em conta a disponibilidade, não só do saldo de conta de gerência, mas falando
sobre ele, tendo em conta o aumento da receita corrente, como os membros da
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CDU falaram no momento anterior, e porque têm o entendimento que há
necessidade de uma transferência complementar e compensatória. Crê que as
expressões devem merecer, por parte daqueles que irão deliberar sobre esta
proposta da câmara municipal, a devida atenção e do seu conteúdo, em termos de
adjetivação. É complementar, é compensatória para as juntas de freguesia e
uniões de freguesia, tendo como objetivo o reforço da sua iniciativa e capacidade
de intervenção própria.
Na opinião que têm as juntas ou uniões de freguesia têm um efetivo problema de
estrangulamento financeiro, e constatam que este é um problema transversal a
todas as juntas de freguesia do concelho de Vila Franca de Xira. Entre a resposta a
uma delegação de competências, na opinião que têm, subfinanciada, e uma lei de
financiamento das autarquias sistematicamente incumprida, têm o entendimento
que as juntas de freguesia veem-se cada vez mais com dificuldades para responder
a algumas daquelas que são as suas competências diretas.
Nesse quadro, têm o entendimento que a gestão das juntas é cada vez mais uma
gestão difícil e é quase impossível fazer investimento. Neste momento, por aquilo
que conhecem, dentro da responsabilidade que têm no âmbito do exercício de
poder, mas igualmente no exercício de força de oposição, onde também o são, no
concelho de Vila Franca de Xira, verificam que as juntas de freguesia perderam
capacidade de investimento, Perderam capacidade de iniciativa, designadamente
de apoio ao movimento associativo popular, que muito embora a sua vontade
expressa, fica sempre muito aquém daquilo que é o necessário.
Nesse sentido, propõem. tendo em conta a disponibilidade financeira do município
e a necessidade de se terem de aprovar as contas e a respetiva revisão
orçamental, que será o momento subsequente, a reserva de 2 milhões de euros, a
ter em conta, como disse, desta prestação de contas, para reforço complementar e
compensatório para as juntas e uniões de freguesia, promovendo o reforço da sua
iniciativa e capacidade própria de intervenção.
Na opinião dos membros das CDU, a ser aprovada esta proposta, para uma melhor,
justa e correta distribuição de valores, a forma de cálculo mais adaptada deverá
ser a de um valor “per capita”, por cidadão, de acordo com a estrutura
demográfica existente e recenseada em cada uma das freguesias ou uniões de
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freguesias do concelho.
Interveio o Sr. Presidente, passando a palavra ao Sr. Vereador Carlos Patrão.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que o Bloco de Esquerda
gostava de ter mais informações sobre como é que se chegou ao valor dos 2
milhões de euros.
Disse o Sr. Presidente que podia ser mais.
Prosseguiu o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que o Bloco de Esquerda
sabe que as juntas de freguesia têm as suas dificuldades orçamentais, não é
insensível a isso, de qualquer forma gostava de saber o que é que cabe dentro
deste orçamento de 2 milhões de euros.
Depois, há outra questão, que para si e para o Bloco de Esquerda é sensível,
porque, tanto quanto percebeu da leitura da moção, a redistribuição destes 2
milhões de euros assentava num único critério, o da distribuição “per capita” em
função da dimensão de cada freguesia. Ora, o Bloco de Esquerda não está de
acordo com isso.
Como é evidente, a questão do número de habitantes por cada freguesia é
importante na determinação do orçamento a distribuir para cada freguesia, mas
não pode ser o único parâmetro. Para já, porque se deve ter uma visão estratégica
do concelho, e isso não se compadece com a questão de que a freguesia “a”, “b”
ou “c” é maior do que a “d” ou “e”. Há seguramente questões que têm a ver com
freguesias que têm menos população e não deixam de ser altamente relevantes,
no contexto desta freguesia e até no contexto do concelho. Portanto, também não
pensa que possa ser um critério único para a distribuição deste valor por freguesia.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que pode só, neste contexto,
porque os membros da CDU são os proponentes da proposta, registar também a
disponibilidade do Bloco de Esquerda para participar nesta discussão.
Que se seja claro, o que estão a colocar é uma medida compensatória para
resolver um problema de gestão das autarquias de freguesia, que há muitos anos a
esta parte, no concelho de Vila Franca de Xira, perderam capacidade de iniciativa
própria, no âmbito das suas competências próprias, é disto que se está a tratar.
São absolutamente sensíveis, aliás, ou não fossem portadores dum projeto de
desenvolvimento, estruturado e com uma visão participada e participativa daquilo
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que têm que ser as opções numa gestão da câmara municipal, que existem
investimentos de outra natureza ou, dito de outra forma, com uma característica
de natureza financeira que é da competência, ou da câmara municipal ou de outros
organismos na administração pública, que não cabem no âmbito ou no espírito da
presente proposta.
O que estão a falar é de uma realidade que se teve há uns anos a esta parte, que
se deixou de ter, em que as juntas de freguesia, por sua iniciativa, e de acordo com
as suas capacidades legais, intervinham no espaço público, promoviam
melhoramentos, tinham mais autonomia para a aquisição de maquinaria, tinham
uma outra autonomia para as questões de pessoal. É disto que estão a falar, e não
estão a confundir, ou pelo menos não é o objetivo desta proposta, os problemas
deste assunto com os da delegação de competências. Esse é outro assunto, está a
ser discutido e tratado entre as autarquias de freguesia e a respetiva Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira.
O que estão a propor, e faz um apelo para que todos estejam sensíveis,
designadamente o Bloco de Esquerda, que convirja para a proposta da CDU, é,
tendo em conta a boa saúde financeira da câmara municipal, ter em conta a
reserva de 2 milhões de euros. O Sr. Vereador que repare, os membros da CDU
estimam, e de certeza que não estimam muito distante da realidade, deve ser
parecidíssima a realidade, um valor de encaixe de mais de 5 milhões de euros de
receita corrente, e tendo em conta aquilo que já foi a discussão no ponto anterior,
o equilíbrio financeiro obriga a ter um compromisso de 12 milhões de euros. Este
impacto é nulo, há capacidade financeira da câmara municipal para reforçar, de
forma compensatória e complementar, aquilo que é de justiça devolver às juntas
de freguesia do concelho.
Não põem em causa outra questão, que, essa sim é uma outra questão à qual
nenhum também pode ficar alheio, é o subfinanciamento crónico a que as
autarquias de freguesia estão a ser sujeitas, por força de uma legislação que
teimosamente o Partido Socialista não adequa à realidade. Essa era outra sede,
outra discussão, e não é de todo o propósito do que aqui propõem, e isto não é
uma moção, é uma proposta.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo ao Sr. Vereador Nuno Libório que, da forma
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como está construída, não pode dizer que esta não é uma proposta avulsa para
disponibilizar meios financeiros às juntas de freguesia. Podiam ser 2 milhões de
euros, como podiam ser 3, 1,5 ou 1, não há fundamentação, pelo que é uma
proposta absolutamente avulsa.
Aquilo que questiona é para quê este dinheiro, porque as relações que a câmara
municipal tem com as juntas de freguesia são na sequência dos acordos que têm
na área da descentralizaçâo, é um processo que está sempre em revisão e
monitorização, em que nunca chegarão a acordo, e até compreende. Se fosse
presidente de junta de freguesia, como aquele Sr. Vereador que hoje é vereador, e
tiveram algumas conversas sobre isso, requeria o melhor para a sua freguesia, e o
presidente da câmara, nesta altura o próprio, e a sua antecessora, o que faziam
era efetivamente tentar encontrar um ponto de equilíbrio para fazer face às
competências que as juntas tinham que executar. Sobre isso dificilmente chegarão
a acordo, a não ser que se entregasse todo o orçamento às juntas de freguesia e
ficava o assunto resolvido.
Agora, é bom que se tenha consciência que nas competências que se
descentralizam para as juntas de freguesia, e nos relatórios que obrigatoriamente
as mesmas têm que enviar, o que se verifica é que os saldos são positivos, o
dinheiro chega. Não quer dizer que, de facto, não se tenha a consciência que as
coisas também mudaram, as questões, hoje, são diferentes do que eram no
passado, e há sempre necessidade de fazer alguns ajustes que o executivo está
disponível para fazer, aliás como disse na última reunião que teve.
Relativamente a esta proposta, só pode encará-la como um erro de direção, ou
seja, está mal direcionada, devia ter sido direcionada para o Estado, para o
Governo, para a Assembleia da República, porque está-se a falar doutras matérias
que não têm a ver com a câmara municipal.
É verdade, por exemplo, que hoje trouxe uma proposta, que nem se falou dela,
porque ninguém quis falar nela, de que em determinados momentos se está
sempre disponível para apoiar as juntas de freguesia em situações de caráter
excecional, bem fundamentadas e que são percetíveis, de tal modo que sobre as
mesmas normalmente não há discussão. São de tal modo evidentes as
necessidades, que se aprovou, como se aprovou uma proposta para ajudar, neste
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caso, a União das Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz. O
executivo está sempre disponível para isso, mas desta forma, avulsa, pensa que
tem de ser direcionado a outro nível, a outra entidade que não a câmara municipal.
Houve agora uma discussão do Orçamento do Estado, pensa que os partidos da
oposição, principalmente aqueles à esquerda do Partido Socialista, poderiam ter
feito vingar a necessidade de reforço de verbas para transferir para as juntas de
freguesia. Crê que o fizeram, o que acontece é que não foi aprovado. No entanto, o
Orçamento do Estado passou e há de chegar o momento em que não vale a pena
carpir mágoas, quando ao fim e ao cabo se dá sequência a um Orçamento do
Estado com que não se está de acordo.
É claro que o Governo saberá a forma como há de lidar com esta matéria, mas o
que é um facto é que também estas questões têm de ser vistas na Assembleia da
República e no âmbito do Orçamento do Estado. O executivo está muito disponível,
como sempre esteve e vai continuar a estar, a ajudar as juntas de freguesia a
resolverem alguns problemas que vão acontecendo.
Agora, quando lhe dizem, neste quadro de gestão corrente é difícil, o investimento
é quase impossível e o apoio ao movimento associativo popular fica muito aquém
do desejado, então, o que diz é que, para além do apoio que a câmara municipal já
concede ao movimento associativo, ainda tem que conceder mais apoio às juntas
de freguesia para ela própria também apoiar o movimento associativo das
respetivas freguesias. Não entende, estão-se a duplicar apoios para o mesmo
efeito.
Aquilo que pensa é que esta é uma matéria que tem de ser discutida noutro âmbito
e não no âmbito da câmara municipal, que já faz aquilo que lhe compete fazer, que
é, efetivamente, disponibilizar as verbas necessárias para fazer face aos acordos
que tem, e a proposta também tem pouca fundamentação, lançando-se um
número, como podia ser outro número qualquer. A fundamentação não existe, para
além de que esta matéria deve ser dirigida, como já referiu, a outro nível que não à
câmara municipal, e o Partido Socialista não pode acompanhar, nem estar de
acordocomaproposta.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, referindo que é uma opção, como outra
opção seria acompanhar a CDU. A opção de não acompanhar a CDU é uma opção
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legítima do Partido Socialista.
Não vem mal ao mundo, mas o que vem mal a esta discussão é ter ficado uma
certa sugestào, de que, ou não falam com os seus presidentes de junta, os
presidentes de junta do concelho de Vila Franca de Xira, ou, por acaso do destino,
andam a falar com presidentes de junta de outro concelho. Não, falam é com os
presidentes de junta do concelho de Vila Franca de Xira, e o Sr. Presidente também
ouve aquilo que os membros da CDU ouvem, pelo que venham de lá esses
relatórios, e os dados que têm não confirmam aquilo que o Sr. Presidente diz. As
juntas de freguesia estão a fazer um esforço à custa da orçamentação da sua
receita própria, já de si há vários anos massacrada, para fazer face a competências
delegadas da câmara municipal para as juntas de freguesia.
Por outro lado, têm obrigatoriamente, e muito justamente, constatado que, mesmo
dentro desse leque de delegação de competências, gostariam de fazer de forma
diferente, contratando trabalhadores, em vez de contratar empresas prestadoras
de serviços, terem autonomia maior no âmbito dessa mesma delegaçâo, para
terem mais maquinaria ou meios técnicos, que a câmara municipal, por opção
política, não os delega nas juntas de freguesia.
É esta capacidade de iniciativa que se perdeu, de há uns anos a esta parte, e o Sr.
Presidente já era vereador na câmara municipal, como outros que estão presentes,
quando há uns anos atrás havia, pelo menos, da parte do Partido Socialista, a
consciência de que era preciso reservar no seu orçamento um valor determinado
para garantir investimentos, e esse valor para investimentos chegou
inclusivamente a existir, e mais, até existiu com o complemento de uma situação
que hoje infelizmente não existe, que é ao abrigo do mecenato social ou
empresarial.
Portanto, não estão a reintroduzir nada de novo ou algum aspeto de gestão que
não tivesse acontecido na Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, incluindo
durante a gestão do Partido Socialista, de 20 anos, e, por outro lado, aquilo que
estão a colocar é a correção de uma situação de injustiça, que todos os presidentes
de junta reconhecem.
Desta forma, o que estão a falar é de 2 milhões de euros, e questiona se o Sr.
Presidente sabe porque é que chegaram a este valor, de 2 milhões de euros,
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porque olham para o mesmo relatório, como o Sr. Presidente reparou, que sabe, ou
tem obrigação de saber tão bem como os membros da CDU, que muita da
execução ao abrigo da delegação foi executada à custa do orçamento das juntas
de freguesia. Nunca ouviu o presidente da junta de freguesia de Alverca a colocar-
lhe esta questão? Então, se isso foi dito exatamente à frente dos mesmos, o Sr.
Presidente não ouviu e não teve a mesma perceção da gestão de dificuldades que
tem um autarca de freguesia, nomeadamente de Alverca do Ribatejo?
Podia dar outros exemplos, e naturalmente que há um grau de exigência que tem
de ser feito a outro nível, mas o que diz, para terminar, é que a CDU fez aquilo que
estava ao seu alcance no âmbito da negociação do Orçamento do Estado, e só não
foi mais longe por uma razão simples, é porque o P5 continua comprometido com a
política de direita, e a desviar dinheiros públicos para parcerias público-privadas. É
para aí que está a ser canalizada a opção do Partido Socialista, é um partido que se
intitula de esquerda, mas que tem ainda traços evidentes da política de direita.
Portanto, a CDU fez aquilo que estava ao seu alcance, negociou aquilo que o
Partido Socialista quis negociar, e só não foi mais longe porque o Partido Socialista
não quis, e no que respeita à questão da autonomia do poder local, recomenda
muita prudência, na forma como o PS aprecia ou apreciará a postura institucional
política dos eleitos da CDU, seja na Assembleia da República, seja nas autarquias
locais. Tudo fizeram e tudo continuarão a fazer para devolver dignidade ao poder
local. Será que o Partido Socialista pode dizer o mesmo?
Interveio o Sr. Presidente, respondendo que pode, e tem, de facto, dado provas
que efetivamente assim é, e as questões da discussão do Orçamento do Estado
dizem respeito aos partidos que estão envolvidos nessa mesma discussão.
Sobre essa matéria tem pensamentos diversos, não os vai referir, está-se numa
questão muito concreta, mas quer dizer, e vai repetir, que os Sr. Presidentes de
junta colocam e reivindicam mais meios, e o próprio compreende, agora, está claro
como a água nos relatórios que o dinheiro chega, os relatórios não podem incluir
custos indiretos, que não estão de acordo com os acordos e as parcerias que se
fizeram.
Esta é uma matéria de relação institucional entre a câmara municipal e as juntas
de freguesia, e esta proposta e esta questão, como muito bem o Sr. Vereador
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disse, é uma outra coisa, não tem nada a ver com as parcerias e os acordos que se
estabeleceram com as juntas de freguesia, sendo que, relativamente ao que o Sr.
Vereador disse, que havia um valor, o valor que existe é semelhante àquele que
existia, e, salvo erro, tinha um limite de 3%, pensa que chegou a 4% do orçamento.
Agora já não se recorda bem, e também esteve envolvido nesse processo, mas
aquilo tinha um limite, findo o qual não havia mais, e o Sr. Vereador esqueceu-se
de dizer isso, provavelmente também não se recordará desse aspeto. O próprio
não se recorda, mas sabe que havia um valor de percentagem travão, não se
passava de lá. Não sabe se o Sr. Vereador se recorda disto, mas pensa que era
assim.
Portanto, o valor que hoje se tem é superior a esse, e considera que o trabalho que
o executivo tem vindo a desenvolver com as juntas de freguesia pode chegar a um
ponto duma melhoria, não diz considerável, mas uma melhoria que possa fazer
face a algumas das questões que os Srs. Presidentes de junta têm colocado.
Contudo, são coisas completamente distintas desta proposta, que é outra coisa,
que não tem a ver com a câmara municipal, tem a ver e tem que ser discutida em
outra sede que não a câmara municipal.
Por isso, o executivo vai fazer o trabalho que tem vindo a fazer com as juntas de
freguesia, vai tentar que as juntas ainda tenham melhores condições para fazerem
o seu trabalho, e esta é uma proposta que o P5 não pode acompanhar, porque
sempre que as juntas de freguesia têm precisado de apoios extraordinários da
câmara municipal a mesma esteve presente.
Quer ainda lembrar que no mandato anterior a junta de freguesia da União das
Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz estava com falta de
liquidez, e a câmara municipal avançou com um adiantamento para resolver o
problema. Depois, há uns anos atrás a junta de freguesia de Alverca, ainda
freguesia, não união de freguesias, estava insolvente, a câmara municipal lá foi
resolver o problema.
Assim, são questões de gestão interna de cada junta de freguesia, que sabem
como é que hão de fazer. Se não tem condições para fazer determinado tipo de
coisas, não as faz, faz aquilo que é do seu âmbito e nada mais que isso. Sobre essa
matéria cada um faz o que entende, o próprio respeita, mas evidentemente que
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também não pode estar à espera que depois venha a câmara municipal
disponibilizar mais meios, para isto, para aquilo, para aqueloutro. Esse é um
trabalho que diz respeito às competências próprias da junta de freguesia.
Os membros do PS não acompanham esta proposta, pelas razões que acabou de
referir, e, em termos institucionais, vão continuar a trabalhar com as juntas de
freguesia, para conseguir encontrar pontos de convergência.
Assim sendo, pôs o ponto à consideração, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é reprovado, com os votos contra do Partido Socialista e
da Coligação Mais, a abstenção do Bloco de Esquerda e os votos a favor da Sr e
Srs. Vereadores da CDU.
Deliberado, por maioria, reprovar a proposta apresentada pelos membros da CDU,
com os votos contra do P5 e da Coligação Mais e a abstenção do Bloco de
Esquerda.
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Assunto: MOÇÃO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER
- MANIFESTAÇÃO NACIONAL
DE MULHERES
Presente para aprovação a moção dos membros da CDU, intitulada “Dia
Internacional da Mulher — Manifestação Nacional de Mulheres”, datada de
2020/03/04, documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta
paiteda ata.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que se lhe permitirem pode passar os pontos
30 e 31 à discussão, ou então um de cada vez, sendo que passa já para a
discussão do ponto 30, dando a palavra à CDU.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, dizendo que esta é uma moção
apresentada pela CDU sobre o Dia Internacional da Mulher, e antes de passar à sua
leitura diz apenas que passados mais de 100 anos continua a ter uma imensa
atualidade a luta das mulheres pela igualdade nos direitos e na família, na
sociedade, no mundo do trabalho.
Passados mais de 100 anos ainda é necessário diariamente lutar para garantir a
igualdade das mulheres, passados mais de 100 anos continua-se a assinalar o dia 8
de março, acima de tudo, como um dia de luta e de reivindicação, pois o Dia
Internacional da Mulher é também um dia para celebrar a vida, que é de luta todos
os dias, e também renovar o compromisso de concretizar na vida a igualdade que
existe, que está presente na lei.
Para isso, sabe-se que se conta com as mulheres que neste país sobrevivem, que
resistem e lutam por um país mais justo, e que também no domingo vão construir
em Lisboa uma grande manifestação, convocada pelo MDM
- Movimento
Democrático de Mulheres, na luta pela igualdade da vida, que é sem dúvida o
combate do nosso tempo.
De seguida fez a leitura da moção, concluindo que, caso seja aprovada, será
enviada a todos os órgâos.
—
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que esta é uma moção que é recorrente,
vem todos os anos a reunião de câmara, e vai repetir aquilo que os membros do P5
já disseram anteriormente, não podem estar de acordo com uma moção de
exaltação de um movimento.
Estâo de acordo com os princípios gerais que a Sr Vereadora referiu na moção,
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não podem é estar a aprovar, divulgar e apoiar as comemorações do Dia
Internacional da Mulher, numa jornada de luta promovida pelo Movimento
Democrático de Mulheres, com todo o respeito e consideração, que é muito, por
este movimento e por aquilo que tem feito ao longo dum século, relativamente às
mulheres no mundo todo.
Se a moção ficasse pelo ponto 1 e não houvesse o ponto 2, estariam em condições
de aprovar, agora, se se mantiver o ponto 2, pelo menos na redação que está, que
no fundo é promover, era a mesma coisa que vir uma moção de uma central
sindical para apoiar uma manifestação ou seja lá o que for. Se se estivesse numa
situação de estado revolucionário ainda se compreenderia, agora, num estado
democrático não lhe parece que se deva estar a privilegiar um movimento, uma
entidade, no ponto de vista dos membros do PS isso não tem sentido.
Se fosse uma moção em termos gerais, para, como a Sr Vereadora referiu, falar
sobre o percurso que as mulheres têm feito pelo seu trajeto de igualdade,
principalmente naquilo que concerne à valorização do trabalho, da família, e todos
esses aspetos importantes, em que ainda há muito para fazer, estariam de acordo.
Agora, estar a focar e a exaltar um movimento em especial não estão de acordo.---
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo que anteriormente, em
anos anteriores, os membros da CDU não retiraram este parágrafo e voltarão a não
retirar o parágrafo, porque, de facto, aquilo que dizem na moção é “saudar,
divulgar e apoiar as iniciativas de comemoração do Dia Internacional da Mulher”, e
destacam, sim, a manifestação de mulheres promovida pelo Movimento
Democrático de Mulheres, pois é a maior manifestação que acontece no país, é o
movimento que faz com que a nível nacional se gere esta manifestação, vêm
mulheres de todo o país e não existe outro.
Depois, também é curioso que o Partido Socialista, na Câmara Municipal de Vila
Franca de Xira, acabe de referir o que referiu, quando o Partido Socialista, na
Câmara Municipal de Lisboa, precisamente há um ano atrás, no dia 8 de março de
2019, condecorou exatamente este movimento, o Movimento Democrático de
Mulheres, com a Medalha Municipal de Mérito, como distinção que simboliza o
reconhecimento da sociedade perante o trabalho desenvolvido em defesa dos
direitos das mulheres ao longo dos últimos 50 anos. Isto é que é curioso, como é
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que o Partido Socialista, nesta câmara municipal, não aprova uma moção
unicamente porque está nela um movimento que é igualmente condecorado na
Câmara Municipal de Lisboa e, diga-se, bem.
Referiu o Sr. Presidente que foi condecorado, e bem, mas está-se a falar de coisas
diferentes, está-se a falar de uma condecoração, e não tem dúvida nenhuma do
que a Câmara Municipal de Lisboa fez, e do seu ponto de vista fez bem, foi uma
condecoração pelo mérito do trabalho desenvolvido.
Aqui está-se a falar na exaltação de um movimento, duma manifestação
promovida por um determinado movimento, no seu ponto de vista são coisas
completamente distintas, e já disse que o respeito e a consideração pelo
Movimento Democrático de Mulheres é muito, respeita o que tem feito, mas os
membros do PS não têm que estar a apoiar moções de promoção de uma entidade
em particular. já o disseram anteriormente e continuam a dizer.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, mencionando que a
Coligação Mais também não pode votar a favor desta moção, desde logo, por um
lado, pelo próprio título, “Dia internacional da Mulher
- Manifestação Nacional de
Mulheres”, e entende que não deve promover manifestações, muito menos as
realizadas pelo MDM.
O facto de haver a palavra “nomeadamente”, destacando somente este
movimento, excluindo os outros, torna-se redutor e uma falta de respeito para com
os outros movimentos que existe em todo o país em defesa das mulheres. Por isso,
a Coligação Mais também nunca poderia votar esta moção, constando o ponto 2.
Por outro lado, não poderia deixar de dizer, e pensa que já foi dito na assembleia
municipal, que para a Coligação Mais, no ponto 1, naturalmente que as mulheres
trabalhadoras têm muito valor, todas as presentes são mulheres trabalhadores,
mas há outras que estão em casa, às vezes por opção ou porque não têm outra
opção, e também questiona, como dizia alguém na assembleia municipal: E as
outras mulheres? Para a Coligação Mais é saudar todas as mulheres, sejam elas
trabalhadoras ou não.
—
Contudo, com a retirada do ponto 2 já seria possível à Coligação Mais poder votar a
favor desta moção. Sem a sua retirada é de todo impossível, porque vai contra os
seus princípios, e considera que é uma falta de respeito por todos os movimentos a
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favor dos direitos das mulheres que existem no país inteiro.
Disse ainda a Sr Vereadora Cláudia Martins que não será de todo uma falta de
respeito pelos outros movimentos, porque eles já estão na moção também, estão
todos englobados, os membros da CDU estão, sim, a nomear o Movimento
Democrático de Mulheres, por tudo aquilo que sabem, como é lógico. já sabem que
a Coligação Mais não promove manifestações, o que é bom é estar toda a gente
em casa caladinho, quietinho e a dizer que sim com a cabeça.
Não, os membros da CDU saem à rua, promovem manifestações que realmente
lutem e que reivindiquem a luta, neste caso específico das mulheres. Portanto,
promovem esta manifestação, promovem esta luta marcada pelo MDM, e não vão
de todo retirar este ponto, têm respeito por todos os movimentos que existem por
este país fora, mas que digam outro que faça uma manifestação, como promove o
MDM. Que digam, por exemplo, quais são os movimentos ou as instituições que,
por exemplo, vêm ao concelho falar sobre a luta das mulheres. Não conhece mais
nenhum, conheceu o MDM, que só o ano passado veio algumas vezes ao concelho
fazer exatamente isso.
Interveio a Sr Vereadora Manuela Ralha, dizendo, já agora, que falaria dos outros
movimentos, já que as mulheres são da sua área.
Referiu o Sr. Presidente que passará a palavra à Sr Vereadora, mas antes o que
diz à Sr Vereadora Cláudia Martins é que pensa que ninguém é proprietário de
coisa nenhuma, e essa visão unitária das coisas muitas vezes retira a capacidade
de outros se agregarem. “Nós e os outros”, e também existem outros.
Disse a Sr Vereadora Cláudia Martins que o MDM é um movimento unitário.
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que sobre essa capacidade, essa visão,
de que “só connosco é que isto é assim”, “nós é que lutamos, nos é que temos o
privilégio desta luta e mais ninguém se deve imiscuir nisto”, tem alguma
dificuldade de aceitar.
—
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, referindo que quer só e apenas
informar a Sr Vereadora Cláudia Martins que este município tem tido acordos de
parceria de trabalho com outras organizações feministas, nomeadamente a UMAR —
União de Mulheres Alternativa e Resposta e a FEM - Associação Presença Feminina.
Portanto, não é só o Movimento Democrático de Mulheres, que a própria respeita
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— V
muito e trabalhou noutro papel com o MDM nalgumas questões, respeita imenso,
mas o que diz é que a câmara municipal tem tido um trabalho aturado e de
parceria com a UMAR, que também é um movimento de mulheres, e com a FEM,
que também é um movimento reconhecido de mulheres. Não há só o MDM.
Referiu a Sr Vereadora Cláudia Martins que não disse isso.
Prosseguiu a Sr Vereadora Manuela Ralha, dizendo que a Sr Vereadora disse que
para o concelho não tinham vindo outras organizações de mulheres, e é só para
explicar que vieram mais estas duas.
A Sr Vereadora Cláudia Martins interveio, referindo que aquilo que disse foi que,
de que a própria tenha conhecimento, não vieram. Disse “que tenha
conhecimento”, não teve conhecimento, teve agora.
Interveio de novo a Sr Vereadora Manuela Ralha, mencionando que é só ler as
informações que se fazem para as reuniões de câmara, dos protocolos.
O Sr. Presidente interveio, dizendo que todos sâo bem-vindos para esta luta, todos,
e ninguém em particular.
Assim sendo, colocou o ponto à votação, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que não é aprovado, pelos votos da Coligação Mais e do P5, e
os votos a favor da Coligação Democrática Unitária e do Bloco de Esquerda.
Deliberado, por maioria, reprovar a moção apresentada pelos membros da CDU,
com os votos contra do P5 e da Coligação Mais.
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Assunto: MOÇÃO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER - EM DEFESA DA IGUALDADE--
Presente para aprovação a moção da Coligação Mais, intitulada “Dia Internacional
da Mulher - Em Defesa da Igualdade”, datada de 2020/03/04, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à CDU.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo que não sabe se a
Coligação Mais não quererá apresentar o ponto.
Referiu o Sr. Presidente que a Sr Vereadora tem toda a razão, agradecendo a
chamada de atenção e dando a palavra à Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus.---
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, dizendo que a Coligação Mais,
como também já vai sendo hábito, vai apresentar uma moção sobre o Dia
Internacional da Mulher, que é genérica, perfeitamente apolítica, lendo
seguidamente o documento.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, fazendo um reparo, é que não
existem moções antipartidárias, quando são os próprios partidos que as elaboram.
Esses partidos já estão a dar aí os seus compromissos, pelo que não pode existir
uma moção antipartidária.
De qualquer forma, a CDU irá votar a favor desta moção, ao contrário daquilo que
a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, no início da reunião, disse, os membros
da CDU também votam a favor de moções que entendem que vão ao encontro
daquilo que também pensam. Portanto, a CDU aprovará a moção do Dia das
Mulheres, da coligação Mais.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que o Bloco de Esquerda
também irá votar favoravelmente esta moção, de qualquer forma fazia uma
sugestão, na redação de uma questão, onde se diz que: “Neste aspeto concreto, o
município de Vila Franca de Xira continua a ser um bom exemplo, tendo cinco
mulheres eleitas num executivo camarário de onze elementos, o que é claramente
um número superior à média nacional”.
A questão do Bloco de Esquerda é que o município é muito mais do que as
vereadoras, e pede desculpa por dizer isto, porque, para já, há outros órgãos que
fazem parte do município, como a assembleia municipal, que julga que também
têm uma representatividade importante, de mulheres eleitas.
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Depois, o município são também as trabalhadoras que nele trabalham, e as chefias
do mesmo, onde julga, e corrijam-no se estiver enganado, que a maioria dos
trabalhadores do município são mulheres, e nos cargos de chefia julga que
também acontece o mesmo.
Assim, uma vez que se destacou, e bem, o papel das vereadoras, pensa que seria
justo destacar o papel das trabalhadoras, do equilíbrio nos cargos de chefia e
também das outras eleitas noutros órgãos que fazem parte do município.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, dizendo que este
parágrafo, que começa por “neste aspeto concreto”, vem na sequência do
parágrafo anterior, que diz “designadamente ao nível da participação ativa na vida
política”. Portanto, diz “neste aspeto concreto”, e tem a ver com a participação na
vida política, em que, como o Sr. Vereador sabe, há uns anos atrás
maioritariamente só havia homens. Não fossem as quotas, havia executivos só de
homens, e não se lembra de Vila Franca de Xira, nem vai tão pouco puxar pela sua
cabeça. Este parágrafo não apareceu num contexto completamente ad hoc, vem
na continuação do parágrafo anterior, que refere o nível da participação ativa na
vida política. Pensa que não tem qualquer problema.
Relativamente a todas as outras mulheres trabalhadoras, estão incluídas em todas
as outras mulheres que estão na moção, mas se se quiser acrescentar todas as
mulheres trabalhadoras neste município não vê qualquer problema, como é óbvio.
Interveio o Sr. Presidente, fazendo uma sugestão, referindo que, como este
parágrafo está associado ao parágrafo anterior, no seu ponto de vista não se pode
alterar, e aliás o parágrafo revela que Vila Franca de Xira está muito além daquilo
que a lei da paridade exige, e bem, e haverá de chegar um momento em que não
são precisas leis de paridades, nem coisa nenhuma.
Só há quotas para proteger a possibilidade das mulheres terem atividade política,
senão estavam vedadas, porque os homens não deixavam. Isso é claro, os
homens, de vez em quando, já andam a reivindicar que também querem quotas, e
haverá de chegar o momento disso. O que se deve reivindicar é que sejam quais
forem os cargos, eles devem ser assumidos por gente competente, o critério deve
ser a competência.
Se a Sr Vereadora estiver de acordo, esta sugestão do Sr. Vereador Carlos Patrão
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poderia ser acolhida, no sentido de dizer que, para além desta questão (e se o Sr.
Vereador permitir pode-se fazer depois uma redação e pâ-la à consideração de
todos, se estiverem todos de acordo com o princípio, não se vai agora perder
tempo para aprovar a redação), o município de Vila Franca de Xira, nos seus
quadros dirigentes, e dos trabalhadores em geral, com cargos de chefia, tem
maioritariamente mulheres, o que revela que também as mulheres neste contexto
têm um papel absolutamente determinante, e é um exemplo que do ponto de vista
dos membros do PS deve ser seguido.
Assim, diria qualquer coisa deste tipo, e se todos estivessem de acordo poder-se-ia
acrescentar este parágrafo, nestes termos.
Disse a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus que a Coligação Mais está de acordo.
Interveio o Sr. Presidente, perguntando se o Sr. Vereador Carlos Patrão concorda,
ao que este respondeu afirmativamente, dizendo ainda que depois se faz chegar a
redação final.
Deste modo, com esta alteração pôs à consideração o ponto, perguntando quem
vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a moção apresentada pela Coligação Mais,
com a alteração proposta pelo Sr. Presidente, em conformidade com a intervenção
do Sr. Vereador Carlos Patrão.
31 moção 3/3
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Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, após a discussão e votação do ponto
31, dizendo que a reunião vai prosseguir com a votação da abertura de um
processo de inquérito, referente ao ponto 32, em privado.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libério mencionando que tinha uma questão para
colocar, um avivar de memória.
Pediu o Sr. Presidente ao Sr. Vereador para lhe avivar a memória.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libério que é do período antes da ordem do dia, ainda
havia 3 minutos, mas fica então para a próxima reuniáo.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que, se os Srs. Vereadores estiverem
disponíveis, para além da hora, continuará.
—
Disse o Sr. Vice-Presidente que se aviva a memória na próxima reunião, vai-se ao
baú paraapróxima.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que fica o Canal Memória para a próxima,
e pede desculpa, porque o Sr. Vereador Nuno Libério disse-lhe, mas esqueceu-se, a
culpaésua.
Após a votação do ponto 32. interveio de novo, dando por terminada a reunião com
a aprovaçâo da ata em minuta, desejando um bom resto de dia e cumprimentando
todos aqueles que seguiram a reunião.
final
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RAta 134
A 41 Reunião de 2020/03/04Município Proc2
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Vila Frar de xira 1 Deliberação n2 130
Câmara Municipal
Assunto: ATA EM MINUTA DA REUNIÃO
Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensa da sua leitura.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presente reunião de
câmara.
33 ata minuta
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Reunião de 2020/03/04
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Câmara Municipal
Encerramento às 14h05.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2020/04/01, não tendo
participado na votação a Sr Vereadora Regina janeiro, por não ter estado
presente, tendo sido dispensada a sua leitura, por ter sido previamente distribuída
a todos os membros.
E Fernando Paulo Serra Barreiros,
Diretor do Departamento de est Administrativa, Financeira e Jurídica, a
subscrevi.
—
O Presidente da Câmara Municip
encerra