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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2020
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2020
2020-01-08/2020-12-16
RC 05.13
Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/05/13
2020-05-13/2020-05-13
001
Ordem do dia
2020-05-13/2020-05-13
002
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/05/13
2020-05-13/2020-05-13
003
Ata da reunião de câmara de 2020/05/13
2020-05-13/2020-05-13
Ata da reunião de câmara de 2020/05/13
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Ata da reunião de câmara de 2020/05/13
Description details
Record not reviewed.
Description level
Simple document
Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2020/RC 05.13/003
Title type
Atribuído
Production dates
2020-05-13
to
2020-05-13
Geographic name
Vila Franca de Xira
Scope and content
Ordem do dia - Págs. 1 a 4
Rosto - Pág. 5
Aod 1 - Informação da Srª Vereadora Helena Pereira de Jesus - Aulas on-line da Universidade Sénior - Pág. 6
Aod 2 - Informação da Srª Vereadora Fátima Antunes - Oferta de máscaras pelo Grupo Ibéria Universal - Pág. 7
Aod 3 - Informação do Sr. Vereador António Félix - Iniciativa da União Europeia wifi4eu - Pág. 8
Aod 4 - Informações do Sr. Vice-Presidente - Elevador da estação da CP em Vila Franca de Xira; lotação dos transportes públicos no concelho - Pág. 9 a 14
Aod 5 - Testes feitos à Covid-19 nos lares de idosos do concelho - Pág. 15 a 20
Aod 6 - Declaração política - Posição Contrária à Utilização do Canal do Alviela para Instalação do Oleoduto de Abastecimento ao Aeroporto Humberto Delgado - Pág. 21 a 23
Aod 7 - Retoma das aulas para os alunos do 11º ano e do 12º ano - Pág. 24 a 26
Aod 8 - Transportes escolares - Pág. 27
Aod 9 - Abertura do próximo ano letivo - Pág. 28
Aod 10 - Plano de retoma dos serviços da câmara municipal e SMAS - Pág. 29 a 32
Aod 11 - Hortas urbanas - Bom Sucesso - Alverca do Ribatejo - Pág. 33 e 34
Aod 12 - Subsídio de risco e insalubridade - Pág. 35
Aod 13 - Fonte do Alegrete - Vila Franca de Xira - Pág. 36 a 38
Aod 14 - Lay-off nas instituições particulares de solidariedade social - Pág. 39 e 40
Aod 15 - Aumento de desempregados no concelho - Apoio alimentar às famílias - Pág. 41 a 43
Aod 16 - Apoio às vítimas de violência doméstica - Pág. 44
Aod 17 - Colete Encarnado - Acervo do jornal Vida Ribatejana - Pág. 45 a 53
Aod 18 - Melhoramento da resposta do departamento de urbanismo - Pág. 24 a 57
Aod 19 - Corte de árvores na avenida Baptista Pereira - Alhandra - Pág. 58
Aod 20 - Inundações na rua da Estação - Alverca do Ribatejo - Pág. 59
Aod 21 - Sugestões a adotar para o desconfinamento - Pág. 60
Aod 22 - Respostas às questões colocadas no período antes da ordem do dia e pontos em que se pretende intervir na ordem do dia - Pág. 61
01 - Ata nº 8/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/04/15 - Pág. 62
02 - 4ª alteração permutativa ao orçamento e plano de atividades e funcionamento municipal da Câmara Municipal para 2020 - Pág. 63
03 - Atribuição de apoios financeiros extraordinários - Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários do Concelho - Pág. 64 a 75
04 - Atribuição de apoio financeiro extraordinário referente aos projetos de obra de ampliação da área técnica e operacional do quartel - Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vialonga - Pág. 76
05 - Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal - Pág. 77
06 - Legislação-síntese e editais - Pág. 78 a 80
07 - Pagamentos autorizados - Pág. 81
08 - Balancetes - Pág. 82
09 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 83
10 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares - Pág. 84
11 - Procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para técnico superior (área de engenharia florestal) - Recrutamento - Pág. 85
12 - Arrendamento do r/c do prédio sito na rua Luís de Camões, nº 45 (e outros) - Vila Franca de Xira - Minuta do contrato de arrendamento - Pág. 86 a 91
13 - Cedência para integração no domínio público - Rua do Outeiro, nº 6 - Alverca do Ribatejo - Pág. 92
14 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 217, do loteamento Quinta da Ponte - São João dos Montes - Pág. 93
15 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 268, do loteamento Quinta da Ponte - São João dos Montes - Pág. 94
16 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 269, do loteamento Quinta da Ponte - São João dos Montes - Pág. 95
17 - Requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista Pereira e zona adjacente - Alhandra - Plano específico de segurança para remoção de amianto - Pág. 96 a 105
18 - Arranjos exteriores da EB de Arcena - Alverca do Ribatejo e EB/JI da Vala do Carregado - Castanheira do Ribatejo - Adjudicação, minuta do contrato e nomeação dos coordenadores de segurança e diretores de fiscalização em obra - Pág. 106
19 - Requalificação de áreas de estacionamento dissuasoras e interface rodoferrovário/transportes partilhados - Alverca do Ribatejo - Processo de revisão de preços definitiva - Pág. 107
20 - Remodelação/conservação do Pavilhão Desportivo Municipal das Cachoeiras - Abertura do procedimento - Pág. 108
21 - Demolição dos lotes 1 e 2 - Rua Quinta de Santo Amaro, bloco B - Monte Gordo - Vila Franca de Xira - Auto de vistoria para efeitos de liberação parcial de caução - Pág. 109
22 - Reabilitação de fogos no PER de Povos - Vila Franca de Xira - Processo de revisão de preços definitiva - Pág. 110
23 - Eixo Povos - Quinta da Grinja - Vila Franca de Xira - Requalificação do espaço público - Processo de revisão de preços provisória - Pág. 111
24 - Requalificação do eixo Santa Sofia/Quinta da Mina - Vila Franca de Xira - Processo de revisão de preços provisória - Pág. 112
25 - Requalificação da EN10 - Rede estruturante ciclável e pedonal - Póvoa de Santa Iria/Forte da Casa/Alverca do Ribatejo - 1ª fase - 2º processo de revisão de preços provisória - Pág. 113 a 120
26 - Compra e venda da fração municipal designada pela letra G, sita na rua Dr. Vasco Moniz, nº 1, 3º dtº - Castanheira do Ribatejo - Pág. 121
final - Pág. 122
27 - Ata em minuta da reunião - Pág. 123
Encerra - Pág. 124
Related material
vídeo da reunião de câmara:
https://youtu.be/dDXZ1zyhOts
Transcription
ORDEM DO DIA
Pág. 1
Interessado Local
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
1 Ata nº 8/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/04/15 Aprovação
2 4ª alteração permutativa ao orçamento e plano de atividades e funcionamento
municipal da Câmara Municipal para 2020
Ratificação
3 Atribuição de apoios financeiros extraordinários Associações Humanitárias
de Bombeiros Voluntários
do Concelho
Ratificação
4 Atribuição de apoio financeiro extraordinário referente aos projetos de obra de
ampliação da área técnica e operacional do quartel
Associação Humanitária
de Bombeiros Voluntários
de Vialonga
Ratificação
GESTÃO ADMINISTRATIVA E JURÍDICA
. Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
5 Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal Conhecimento
6 Legislação-síntese e editais Conhecimento
7 Pagamentos autorizados Conhecimento
8 Balancetes Conhecimento
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
9 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
Conhecimento
Objetivo
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por
videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/05/13
Designação
Assunto
ORDEM DO DIA
Pág. 2
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por
videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/05/13
Designação
Assunto
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
10 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Conhecimento
. Outros assuntos
11 Procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego
público por tempo indeterminado para técnico superior (área de engenharia florestal)
– Recrutamento
Aprovação
12 Arrendamento do r/c do prédio sito na rua Luís de Camões, nº 45 (e outros) – Minuta
do contrato de arrendamento
Investilage - Sociedade
Imobiliária, SA
Vila Franca de
Xira
Aprovação
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
13 Cedência para integração no domínio público – Rua do Outeiro, nº 6 José Gomes de Jesus
Alves
Alverca do
Ribatejo
Aceitação
14 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 217, do loteamento
Quinta da Ponte
TRXMS - Gestão,
Manutenção e Serviços a
Empresas, Ldª
S. João dos
Montes
Aprovação
15 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 268, do loteamento
Quinta da Ponte
Ana Maria Simões
Baptista da Silva
S. João dos
Montes
Aprovação
16 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 269, do loteamento
Quinta da Ponte
Ana Maria Simões
Baptista da Silva
S. João dos
Montes
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 3
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por
videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/05/13
Designação
Assunto
OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
17 Requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista Pereira e zona adjacente –
Plano específico de segurança para remoção de amianto
Cordivias - Engenharia,
Ldª
Alhandra Aprovação
18 Arranjos exteriores da EB de Arcena - Alverca do Ribatejo e EB/JI da Vala do Carregado
- Castanheira do Ribatejo – Adjudicação, minuta do contrato e nomeação dos
coordenadores de segurança e diretores de fiscalização em obra
Perene, SA Aprovação
19 Requalificação de áreas de estacionamento dissuasoras e interface
rodoferrovário/transportes partilhados – Processo de revisão de preços definitiva
Constradas - Estradas e
Construção Civil, SA
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
20 Remodelação/conservação do Pavilhão Desportivo Municipal das Cachoeiras –
Abertura do procedimento
Cachoeiras Aprovação
21 Demolição dos lotes 1 e 2 - Rua Quinta de Santo Amaro, bloco B - Monte Gordo – Auto
de vistoria para efeitos de liberação parcial de caução
HCI - Construções, SA Vila Franca de
Xira
Aprovação
22 Reabilitação de fogos no PER de Povos – Processo de revisão de preços definitiva Ariepe - Construções Civis
e Obras Públicas, Ldª
Vila Franca de
Xira
Aprovação
23 Eixo Povos - Quinta da Grinja - Requalificação do espaço público – Processo de revisão
de preços provisória
Unikonstroi, SA Vila Franca de
Xira
Aprovação
24 Requalificação do eixo Santa Sofia/Quinta da Mina – Processo de revisão de preços
provisória
Unikonstroi, SA Vila Franca de
Xira
Aprovação
25 Requalificação da EN10 - Rede estruturante ciclável e pedonal - Póvoa de Santa
Iria/Forte da Casa/Alverca do Ribatejo - 1ª fase – 2º processo de revisão de preços
provisória
Construções Pragosa, SA Castanheira do
Ribatejo
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 4
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por
videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/05/13
Designação
Assunto
HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
26 Compra e venda da fração municipal designada pela letra G, sita na rua Dr. Vasco
Moniz, nº 1, 3º dtº
Alexina Mónica Robalo
Rosa Mendes
Castanheira do
Ribatejo
Aprovação
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
27 Ata em minuta da reunião Aprovação
FI. Livro
____________
FI.Ata 001
Reunião de 2020/05/13
Ata n 10/2020
MUNICÍPIO DE VILA FRAN6A DE XIRA
CÂMARA MUNICIPAL
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DE 2020/05/13
Aos treze dias do mês de maio de dois mil e vinte, pelas 09h30, no Salão Nobre dos
Paços do Município, reuniu a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, sob a
presidência do Sr. Alberto Simões Maia Mesquita, Presidente da Câmara Municipal,
estando presentes os Srs. Vereadores:
• Regina Célia Gonçalves Agostinho Janeiro;
.joséAntóniodaSilvadeOliveira;
.Nuno Miguel MarquesLibório;
—
• Helena Margarida Mendes Pereira de Jesus;
• Maria Manuela Pacheco Ralha;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
• António José Sequeira Félix;
• Maria de Fátima Pires Antunes;
—-
• Cláudia Sofia Oliveira Martins;
•CarlosMiguelVilarPatrào.
A reunião foi secretariada por Fernando Paulo Serra Barreiros, Diretor do
Departamento de Gestào Administrativa e Jurídica, assessorado por Leopoldino Filipe
Nunes Barata, Assistente Técnico.
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado:
rosto
____
FI. Livro
_____________
RAta 002
A Reunião de 2020/05/13
Município / ckn ProcQ
___________________
Vila Franca de Xira / Deliberação n2
Câmara Municípal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DA SR VEREADORA HELENA PEREIRA DE JESUS — AULAS ON-LINE DA
UNIVERSIDADE SÉNIOR
Interveio o Sr. Presidente, dando início à reunião, cumprimentando o Sr. Vice
Presidente, Srs e Srs. Vereadores, todos aqueles que estão a seguir a reunião via
on-line, trabalhadores e técnicos que a acompanham, para que a emissão corra
nas melhores condições técnicas, pelo que agradece o seu trabalho, bem como o
Dr. Fernando Barreiros, que finalmente está presente, dizendo ainda que a Sr
Vereadora Helena Pereira de Jesus, primeiro, depois a Sr Vereadora Fátima
Antunes, o Sr. Vereador António Félix, o Sr. Vice-Presidente e o próprio, darão
algumas informações.
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, dando os bons dias e
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os que estão presentes e
também aqueles que seguem a reunião on-line, mencionando que queria dar nota,
relativamente à Universidade Sénior, que as aulas on-line iniciaram com a
disponibilidade de alguns dos seus professores, que se encontram a lecionar num
total de 20 disciplinas. — —
De momento, apenas usufruem das aulas os alunos que se encontram inscritos nas
mesmas, contudo, considerando o interesse demonstrado por outros alunos em
frequentar as disciplinas existentes, as aulas encontram-se em fase de
organização, para que possam funcionar de forma aberta à restante comunidade.--
Estas aulas têm permitido a continuidade da aprendizagem, mas principalmente o
contacto dos alunos entre si e com os professores, com o objetivo da partilha de
experiências e o combate ao isolamento, dado o momento em que nos
encontramos.
aod 1
I
FI. Livro
_____________
RAta 003
Reunião de 2020/05/13
Município
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DA SR VEREADORA FÁTIMA ANTUNES - OFERTA DE MÁSCARAS PELO
GRUPO IBÉRIA UNIVERSAL
Interveio a Sr Vereadora Fátima Antunes, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes e os que seguem a reunião em casa na transmissão
on-line, dizendo que a câmara municipal agradece ao Grupo Ibéria Universal e à
Rádio Íris pela oferta de 10 000 máscaras ao município de Vila Franca de Xira.
O representante da empresa administradora desta rádio local, o Dr. Liang Zhan,
deslocou-se pessoalmente aos Paços do Concelho para fazer esta oferta, numa
iniciativa que resulta duma parceria com o Museu de Arte Ni Dongfang, na China,
que já abrangeu também o município de Benavente, a RTP e a Associação de
Imprensa Não-Diária.
A oferta a Vila Franca de Xira destas 10 000 máscaras traduz o reconhecimento,
por parte da Ibéria Universal, da importância deste município na região, onde
existe um número muito significativo de ouvintes da Rádio Íris.
Este equipamento irá contribuir para reforçar o material já existente na câmara
municipal, e será distribuído pelos diversos agentes locais, nomeadamente os
bombeiros, no combate a esta pandemia, de acordo com as necessidades que
venhamaverificar-se.
aod 2
FI. Livro
_____________
RAta 004
Reunião de 2020/05/13
Município
Proc
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n9
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DO SR. VEREADOR ANTÓNIO FÉLIX - INICIATIVA DA UNIÃO EUROPEIA
WIFi4EU — —
Interveio o Sr. Vereador António Félix, dando os bons dias e cumprimentando, na
pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, bem como todos aqueles que
assistem a mais uma reunião de câmara on-line, dizendo que a informação que
tem para dar será particularmente grata ao Sr. Vereador Carlos Patrão, e passará a
ler:
“A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira aderiu à iniciativa da União Europeia —
WIFI4EU — Wi-Fi gratuito para todos na Europa, que promove o acesso sem fios
gratuito à Internet em espaços públicos, como parques, praças, edifícios públicos,
bibliotecas, centros de saúde e museus, em benefício dos cidadãos de toda a
Europa.
Através de candidatura aprovada e já implementada, foram instalados no Parque
Urbano da Póvoa de Santa Iria, junto ao Núcleo Museológico “A Póvoa e o Rio” e
junto ao Bairro dos Pescadores, um total de 11 equipamentos que permitem acesso
gratuito à lnternet em toda aquela área. O valor do investimento foi de cerca de 25
000,00€, comparticipado pela União Europeia no valor de 15 000,00€.”
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, dando os bons dias a todos,
referindo que começaria por congratular a câmara municipal, para não se dizer que
o Bloco de Esquerda eventualmente só critica ou só diz mal, pelo projeto de Wi-Fi
que o Sr. Vereador António Félix falou.
Interveio o Sr. Presidente, referindo ao Sr. Vereador Carlos Patrão que fica
satisfeito que também esteja satisfeito com a câmara municipal, de vez em quando
também é justo reconhecer o que faz bem. Há muita coisa que faz bem, outras que
se calhar deveria fazer melhor, e outras que são a luta política. Pode-se dizer,
sobre pintar algo duma determinada cor, que a cor não está bem, devia ser outra,
e anda-se nisto. Essa é a luta política, agora, quando se está a fazer uma
observação criteriosa, rigorosa, séria, obviamente que sabe bem também ouvir que
a câmara municipal, neste ou naquele contexto, esteve bem, e esteve, na sua
opinião, mas não faz mais do que a sua obrigação, como é evidente.
aod 3
EI. Livro
_____________
005
A A i Reunião de 2020/05/13
Município / L1.7 i I\j Proc
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DO SR. VICE-PRESIDENTE - ELEVADOR DA ESTAÇÃO DA CP EM VILA
FRANCA DE XIRA; LOTAÇÃO DOS TRANSPORTES PÚBLICOS NO CONCELHO
Interveio o Sr. Vice-Presidente, cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente,
todos os presentes, assim como quem segue a reunião via on-line, referindo-se ao
ponto de situação da nova avaria no elevador da estação da CP, em Vila Franca de
Xira, dizendo que no passado dia 5 de maio a câmara municipal voltou a abordar a
lnfraestruturas de Portugal relativamente ao elevador da estação dos comboios,
uma vez que se verificou que o mesmo deixou, mais uma vez, de funcionar.
Fazendo eco das queixas que diversos munícipes fizeram chegar à câmara
municipal, e porque se trata dum equipamento essencial para todos os cidadãos
que recorrem ao transporte ferroviário, questionou-se a lnfraestruturas de Portugal
sobre as causas deste elevador estar uma vez mais encerrado ao público,
solicitando urgência na sua reparação.
A Infraestruturas de Portugal respondeu no dia seguinte, 6 de maio, dando conta
que, embora ambos os elevadores tenham sido recentemente substituídos, no
passado dia 23 de abril verificou-se nova anomalia no cabo de potência de
alimentação de um dos elevadores, que conduziu a nova reparação.
Mediante o fornecimento dos materiais necessários, que atualmente têm prazos de
fornecimentos mais alargados, e vindo do estrangeiro, o funcionamento deste
equipamento será então reposto. É uma matéria que a câmara municipal irá
continuar a acompanhar.
Quanto à lotação dos meios de transporte rodoviário coletivo de passageiros, no
passado dia 8 de maio deu-se conhecimento à AML - Área Metropolitana de Lisboa,
de diversas queixas telefónicas que chegaram à câmara municipal relativas ao
funcionamento e à lotação dos autocarros que circulam no concelho, alertando
para o incumprimento das regras sanitárias de distanciamento físico e social, e
também da lotação de 2/3. Foram, inclusivamente, reportadas situações de
circulação de autocarros com inúmeras pessoas em pé. Solicitou-se assim, à Área
Metropolitana de Lisboa, que atue junto dos operadores de transportes rodoviários
coletivos de passageiros, no sentido de serem prestados esclarecimentos acerca
destas situações, exigindo que sejam cumpridas as regras sanitárias e legais em
aod 4 1/6
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FI. Livro
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RAta - 008
l Reunião de 2020/05/13
Município tini Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
vigor, na situação de calamidade atual.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, cumprimentando todos os presentes
e aqueles que, via on-line, acompanham a reunião, dizendo que os membros da
CDU iriam também colocar a questão do elevador da estação de Vila Franca de
Xira, sendo que, depois de meses e meses à espera da sua entrada em
funcionamento, eis senão quando, infelizmente, vieram a registar a sua anomalia.--
Registam também a tomada de posição, obviamente, da câmara municipal, no
sentido de garantir, e que seja duma vez por todas, a funcionalidade e a
adequação no acesso a este equipamento tão fundamental, não só para os
utilizadores dos transportes, como para todos aqueles que utilizam o outro lado da
cidade de Vila Franca de Xira.
Relativamente ao problema do subdimensionamento ou falta de coordenação entre
as diferentes operadoras de transportes públicos, e a sua oferta consequente, não
é para a CDU uma preocupação de agora, muito antes da aprovação do passe
intermodal, e depois da sua entrada em vigor, há sensivelmente um ano atrás, que
nesta câmara municipal vêm a alertar para a necessidade do reforço da oferta e a
sua adequação às necessidades de quem trabalha, de quem estuda ou precisa de
utilizar os transportes públicos no concelho de Vila Franca de Xira.
Hoje, efetivamente, está-se a viver um tempo diferente, o atual estado de combate
ao vírus e, nessa sequência, também para garantir as necessidades de deslocação
essenciais, ao abrigo da legislação e das orientações da Direção-Geral da Saúde
em vigor, registam aqui que a Área Metropolitana de Lisboa, em articulação com os
18 municípios, tem mostrado empenhamento no gradual serviço de normalização
da oferta do transporte público rodoviário, que sirva às necessidades dos utentes.-
Contudo, no concelho de Vila Franca de Xira, ou melhor, também no concelho de
Vila Franca de Xira, na última semana, particularmente, foram registados vários
incidentes, situações de sobrelotação de autocarros na Boa Viagem, na Rodoviária
de Lisboa, além da insuficiência de carruagens nos comboios urbanos de Lisboa.----
Este último caso é especialmente denunciado pelo CESP — Sindicato dos
Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, onde muitos
trabalhadores, vindos de concelhos limítrofes, Sintra, Loures, Lisboa ou mesmo de
Vila Franca de Xira, sem as devidas condições sanitárias e de afastamento
aod 4 216
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FI. Livro
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00?
Reunião de 2020/05/13
Município / Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
necessário, dentro das próprias carruagens, todos os dias dão os braços à grande
distribuição, aos serviços-satélite. São os trabalhadores que fazem a produção do
país, numa das mais complexas operações logísticas e concentradas no país, no
concelho vizinho da Azambuja. Em todos estes casos importa registar que estes
são os trabalhadores que nunca pararam, estes são os trabalhadores que
asseguraram sempre a produção do país, e a situação de calamidade não olha para
eles com a devida cautela e precaução.
Face a isto, mesmo sabendo que se delegaram responsabilidades na Área
Metropolitana de Lisboa, que detém a tutela dos transportes e coordena o serviço
do programa de apoio à redução tarifária, os membros da CDU precisam de
perceber um pouco mais, e da forma o mais aprofundada possível, o que é que a
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira está a fazer, no sentido de haver mais e
objetiva articulação entre os operadores que servem o concelho, e com a própria
Autoridade Metropolitana de Transportes, para reforçar a oferta de transportes em
número, mas também em características de frota adequadas à situação atual de
combate à pandemia. Ao mesmo tempo, é a verificação de que estão efetivamente
a ser asseguradas medidas adicionais de higienização para proteção dos utentes,
mas também para proteção de todos os trabalhadores envolvidos nestas
operadoras. —
Se é verdade que todos os operadores estão efetivamente empenhados em
promover a segurança das populações, então têm de se ver medidas, mas são as
medidas efetivas, para garantir a máxima confiança dos cidadãos nos serviços do
transporte público. Se dantes a oferta já era, em muitos aspetos, insuficiente,
agora, como medida de resposta à situação epidemiológica é preciso, mais do que
nunca, reforçar a oferta dos transportes.
Gostariam de dar mais dois exemplos, sendo que um é da Rodoviária de Lisboa,
em que, mesmo com o ajustamento a partir do dia 11 de maio, esse ajustamento é
claramente insuficiente, pois pratica o denominado módulo de oferta de verão
ajustado. Como é que se conseguirá dar resposta fidedigna e em condições de
segurança para os largos utentes, por exemplo, da carreira 345 de Alverca, da
estação até Arcena, se utilizam diária e constantemente esta carreira em situação
de sobrelotação? Todos os dias, e não é da última semana, é de há muitas
aod 4 3/6
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semanas a esta parte, que lhes chegam fotos que ilustram esta situação que
descreveram, em que os utentes são transportados, mas sem as devidas condições
de afastamento, como determina a Direção-Geral da Saúde.
Na mesma ordem de preocupações estão, por exemplo, outras carreiras da
Rodoviária de Lisboa, a 351, de PóvoaNialonga, a 354, de Vialonga a Lisboa, que
continuam, inclusivamente, sem sequer o tal ajustamento da oferta de verão que
foi concretizado a 11 de maio.
Por outro lado, a Boa Viagem, também operadora no concelho de Vila Franca de
Xira, ainda mantém, infelizmente, a suspensão de carreiras essenciais para quem
trabalha, designadamente no circuito de Vila Franca de Xira, entre a cidade e o
Bom Retiro, e ao mesmo tempo não reforçou a sua oferta ou a dimensionou em
condições de segurança sanitária.
Desta forma, para rematar e concluir sobre este problema, que também deve
preocupar a câmara municipal, os membros da CDU têm o entendimento de que as
autarquias, operadores, a AML, e o Governo, têm de dar resposta às necessidades
de mobilidade da população, de forma fiável e em segurança.
Interveio o Sr. Presidente, questionando se o Sr. Vice-Presidente tem mais alguma
questão a acrescentar relativamente ao elevador.
Sobre a coordenação entre operadores, depois gostaria que o Sr. Vice-Presidente
falasse, mas, de facto, a sobrelotação dos transportes é uma ilegalidade, até pode
ser um crime público.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que é.---—
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que pode ser considerado, e é. Como tal,
têm de ser as forças de segurança a intervir.
Agora, obviamente que se tem vindo a fazer um trabalho de persuasão com os
operadores, e tem-se colocado também à Área Metropolitana de Lisboa o
desconforto do município sobre muitas das matérias que o Sr. Vereador Nuno
Libério aqui referiu, e vai-se continuar a fazer. Aliás, salvo erro, no dia 26 o
primeiro-secretário da junta metropolitana vem, a convite do Sr. Presidente da
assembleia municipal, a uma reunião na assembleia municipal, justamente para
informar do ponto da situação de todas estas matérias. Aquilo que sabe é que, de
facto, a AML está com alguma dificuldade, a situação não é simples de resolver.
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Crê que neste momento os operadores estão a cumprir aquilo que devem cumprir,
que é assumir os horários de acordo com o pagamento que lhes é feito, havendo
operadores que, em vez de estarem a fazer os horários dos valores que lhes são
pagos, que é cerca de 43%, estão a fazer 20 e tal, e, na sua opinião, à AML não lhe
resta outra solução senão sancionar estes operadores, porque não podem estar a
prestar um serviço tão mau como estão a prestar neste momento. Bem sabe que
alguns estão numa situação de grande dificuldade, é verdade, não se pode
escamotear isso, mas os trabalhadores que diariamente utilizam estes transportes
não têm culpa nenhuma disso, e cabe a todos resolver o problema.
Depois, não sabe se o Sr. Vice-Presidente quer acrescentar mais alguma questão. --
Interveio o Sr. Vice-Presidente, referindo que pode informar que ontem a Área
Metropolitana de Lisboa, em relação ao concelho de Vila Franca de Xira, e fê-Io em
relação a outras câmaras municipais, questionou a câmara municipal para se
pronunciar sobre a rede e principalmente a posição a admitir após o dia 11 de
maio. Fez-se uma análise profunda à rede interna, sobre os elementos enviados,
remeteram-se as conclusões e também as reclamações que têm chegado à câmara
municipal durante este período de desconfinamento.
Solicitou-se que fosse feita pela AML a monitorização constante, para eventuais
ajustes e reforços, principalmente nos percursos de maior procura. Não vai expor
todas as carreiras, mas pode dizer que mereceram análise a 322, 324, 325, 326,
347, 351, 353, as várias carreiras que não estão a ser executadas no período
escolar, e está a socorrer-se da informação que se remeteu ontem à ANiL assim
como se solicitou informação, e já tinha dito isto na reunião anterior, de reunião
tida por videoconferência com os 2 operadores, se estaria a ser ou não executado
o desdobramento das carreiras. Foi um compromisso assumido pelos 2 operadores
com quem reuniu, e através da AML solicitou a confirmação daquilo que os
operadores transmitiram à câmara municipal, que é, nos horários de ponta,
derivado à distância imposta no interior das viaturas, se estão ou não a ser feitos
os desdobramentos.
Tem a informação que nalguns casos estão a ser feitos, nalguns casos, mas
também tem informação que noutros não estão, e por isso é que solicitou à AML
que diga qual é a informação que tem registada na plataforma, para depois se
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cruzar, e aí subscreve também o que o Sr. Vereador expôs.
A posição da câmara municipal foi extensa, carreira a carreira, e manifestou
ontem, junto da AML, essa posição.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
TESTES FEITOS À COVID-19 NOS LARES DE IDOSOS DO CONCELHO
Interveio o Sr. Presidente, referindo que queria dar conta e fazer o ponto da
situação relativamente aos testes que foram feitos, por iniciativa da câmara
municipal, em lares de idosos.
Assim, decorreu, entre os dias 23 de abril e 7 de maio, a realização de testes à
Covid-19, por iniciativa da câmara municipal, em todas as estruturas residenciais
para pessoas idosas do concelho, bem como em IPSS — Instituições Particulares de
Solidariedade Social, com unidades de cuidados continuados, e numa instituição de
apoio a pessoas com deficiência, também com a vertente residencial.
A iniciativa abrangeu todas as estruturas residenciais para idosos,
independentemente da situação jurídica em que se encontram, pelo que foram
rastreadas um total de 18 instituições públicas e privadas, num total de 1 416
testes a 574 trabalhadores e 842 utentes.
Foi uma medida de grande importância, já que permitiu ter uma visão exata da
situação existente no concelho, nesta fase da epidemia. Em boa hora se adotou
esta medida, que só não foi tomada mais cedo porque a saturação do mercado não
opermitiu.
Foram detetados casos positivos em 4 instituições, que ao serem identificados
precocemente tornaram possível uma intervenção imediata, no sentido de ativar
os planos de contingência e conter a propagação da doença naqueles lares. É de
salientar que, dum total de 1 416 testes realizados, apenas foram detetados 22
casos positivos, o que corresponde a 1,55% do universo total. Em todos os
restantes lares os resultados foram, felizmente, negativos.
São resultados que devem e continuarão a ser acompanhados pela câmara
municipal, em articulação com as autoridades de saúde locais, bem assim como
com a Segurança Social, sobretudo nesta fase em que se começam a adotar
medidas de desconfinamento, mas estes resultados também transmitem alguma
segurança e tranquilidade, quer aos profissionais e utentes destes lares, como às
próprias famílias e também às direções destas instituições.
A situação de maior complexidade que se teve, tal como é do conhecimento de
todos, foi a que se verificou na Misericórdia de Alverca, mas também, nesse caso,
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as circunstâncias atuais são de maior normalidade, já com a ocorrência de casos
recuperados dentro da instituição, sendo assim provável que os idosos que ainda
estão alojados na unidade hoteleira regressem em breve à Misericórdia de Alverca,
ao seu próprio espaço.
Não foi um trabalho fácil, foi um trabalho árduo, um trabalho exigente, que exigiu a
união, o esforço e o empenhamento das entidades e dos trabalhadores desta
instituição, bem assim também dos órgâos sociais da Misericórdia de Alverca.
Felizmente que se conseguiu ultrapassar esta dificuldade, e a Misericórdia de
Alverca está neste momento numa situação que diria quase normal.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, dando os bons dias e
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, e também
todos aqueles que seguem a reunião através da lnternet, dizendo que tinha uma
série de questões que o Sr. Presidente já colocou no início da sua intervenção,
relativamente às IPSS e aos testes que foram realizados, de qualquer forma ainda
ficaram algumas dúvidas.
A primeira é se todos os trabalhadores e utentes foram testados. Ouviu 1 416
testes, 587 trabalhadores, não conseguiu apanhar o número de utentes.
Disse o Sr. Presidente que diz já, se a Sr Vereadora quiser, sendo que, como deve
calcular, não tem de memória. Assim, foram feitos 1 416 testes, a 574
trabalhadores e a 842 utentes.
Prosseguiu a Sr Vereadora, mencionando que os membros da CDU só queriam
saber se, de facto, todos os utentes foram testados e todos os trabalhadores
destas IPSS.
Gostariam ainda de saber, nos casos em que foram testados, se nos 22 casos
positivos não estão incluídos os casos da Misericórdia de Alverca, que foram
testados anteriormente.
Disse o Sr. Presidente que esses estão à parte.
—
Prosseguiu a Sr Vereadora, referindo que gostariam também de saber quais foram
as medidas tomadas nas instituições em que estes casos deram positivo, que são
públicas, isto depois sai logo na comunicação social da região.
Relativamente ao caso concreto da Misericórdia de Alverca, o Sr. Presidente
também já referiu que os utentes que estão na unidade hoteleira sairão
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brevemente, e gostariam de saber se já existe mais ou menos um prazo para essa
saída, e o que é que será feito quando passarem então para a Misericórdia, se
serão feitos novos testes, e se a Misericórdia estará já preparada para estes
utentes voltarem, tanto a nível de espaço físico, como a nível de trabalhadores.
Chegou-lhe também informação, e não sabem se será ou não verdade, pelo que
gostariam de colocar a situação, que foi testado agora, nos últimos dias, um caso
positivo num destes utentes que está na unidade hoteleira. Se foi, que medidas é
queforamtomadas?
Gostariam ainda de perceber como é que estão a ser apoiados os custos com os
EPI — Equipamentos de Proteção Individual, para os lares e as instituições de
residência.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que gostaria de
congratular a câmara municipal pelos testes à Covid-19 que foram realizados nos
lares. Pensa que foi um grande serviço que o município prestou à comunidade e ao
concelho, sabendo o Bloco de Esquerda que a aquisição dos testes não deve ter
sido fácil, porque anda o mundo inteiro atrás de testes.
Referiu o Sr. Presidente que não se foi à China, ao que o Sr. Vereador respondeu
queaindabemquenãosefoiàChina. —
Disse ainda o Sr. Presidente que não sabe se os reagentes não terão vindo da
China.
Prosseguiu o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que ainda bem que se encontrou
mais perto, mas o próprio, pessoalmente, também não tem, neste contexto,
reservas de se procurarem as soluções onde elas existirem, independentemente de
serem neste ou noutros continentes.
Referiu o Sr. Presidente que é onde houver, obviamente.
O Sr. Vereador Carlos Patrão continuou, mencionando que há quem, atualmente,
pense doutra maneira, o próprio até pensa que devia haver restrições à circulação
de mercadorias daqueles que não cumprem determinados requisitos ambientais e
determinados requisitos sociais, mas neste caso, na situação de emergência em
que se vive, julga que até se poderia abrir mão dessas regras e ir buscar as
soluções onde elas existissem. De qualquer forma, ficam as suas congratulações e
as do Bloco de Esquerda por a câmara municipal ter atuado nesta matéria.
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Interveio o Sr. Presidente, referindo que depois pedia à Sr Vereadora Fátima
Antunes para referir esta questão dos testes e de tudo o que tem acontecido com
oslares.
—
Quanto aos utentes negativos que estavam no hotel, diz “estavam” porque neste
momento devem estar a chegar à Misericórdia, estão a sair do hotel. Estava
previsto saírem às 10h00 de hoje, infelizmente o tempo não está de feição, mas o
que ficou combinado, de acordo com as instruções que a delegada de saúde deu,
naturalmente, pois são decisões que competem à autoridade de saúde pública
local, foi, e conseguiu-se, encontrar soluções de acolher estes utentes, até porque,
pese embora a unidade hoteleira ser de qualidade, é um hotel, não é um lar,
aquelas camas não estão adaptadas para pessoas com patologias como algumas
têm.
Neste momento não tem a informação, mas certamente que até ao final da reunião
terá, sobre a forma como o processo está a decorrer. Tudo isto tem de ser feito
com alguma discrição, na sua opinião tudo isto tem muito melindre, têm que se
tratar estas pessoas com todo o carinho e atenção, e por isso a proteção civil e os
bombeiros estão a tratar deste assunto com a qualidade de intervenção que
sempre tiveram, como já o demonstraram em momento anterior.
Pensa que já vão almoçar hoje na Misericórdia de Alverca, e refere isto para dizer
que a situação na Misericórdia está estabilizada, e ainda bem, porque o início deste
processo foi muito difícil.
Informou o Sr. Vereador António Félix que os utentes estão a chegar a Alverca,
deverão chegar ao lar dentro de 5 minutos. —
Referiu o Sr. Presidente que o que o Sr. Comandante tinha dito é que chegavam às
11h00, de maneira que não está a falhar muito.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, referindo-se aos testes, dizendo
que o Sr. Presidente já deu alguma nota no início da reunião, sendo que todos os
utentes e funcionários das ERPI — Estruturas Residenciais para Idosos, ou seja, os
lares, foram testados. Alguns funcionários já tinham sido testados pela Segurança
Social em uma ou duas instituições, e houve ainda uma em que se tiveram de
repetir face a se terem encontrado casos positivos.
Neste momento estão previstos também, já se fez essa recolha, e a execução dos
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testes será através da Segurança Social, para os funcionários das instituições que
têm resposta de SAD — Serviços de Apoio Domiciliário. Alguns já foram testados nos
testes que a câmara municipal desenvolveu, mas para as respostas de SAD
também está a ser preparada essa realização, em coordenação com a Segurança
Social e o ACES — Agrupamento de Centros de Saúde.
No que diz respeito à Misericórdia de Alverca e os testes, esta questão tem sido
desde o início, como é do conhecimento geral, acompanhada pelas várias
instituições intervenientes no processo, nomeadamente a Saúde Púbica, que é
quem tem coordenado e dado todas as indicações necessárias para o efeito, e para
se conduzir a situação da melhor forma possível.
Têm sido feitos vários testes, em vários momentos que a Saúde Pública assim
considerou indicado, e inclusive, na semana passada também foram realizados
outra vez testes, por indicação da delegada de saúde, e face a esses testes houve
esta transferência dos utentes que estavam na unidade hoteleira para a
Misericórdia.
Relativamente às orientações, quer de reorganização das pessoas dentro das
instalações da Misericórdia, etc., isso tudo foi aconselhado e orientado pela Saúde
Pública, tendo a câmara municipal procedido já por diversas vezes à desinfeção
das instalações, para que todas as medidas de segurança estejam garantidas.
Quanto aos EPI, a câmara municipal tem apoiado, duma forma geral, todas as
instituições de ERPI com a disponibilização de EPI, dentro daquilo que são as
necessidades das instituições e da disponibilidade da câmara municipal, e esta
responsabilidade também é da Segurança Social. Nomeadamente, há instituições
onde se verificaram casos positivos dado o aumento do consumo e as exigências
diferentes nestas instituições, e também a Segurança Social tem fornecido algum
equipamento.
Interveio ainda a Sr Vereadora Cláudia Malins, referindo que é muito rápido, só
porque ficou com uma dúvida relativamente aos utentes que estão agora a ir para
a Misericórdia de Alverca, e já devem ter chegado a esta hora, é se realmente foi
feito o teste da Covid-19 agora, antes de irem. A orientação da Direção-Geral da
Saúde é essa, antes de voltarem aos lares residenciais fazerem o teste à Covid-19
e ficarem de quarentena. Assim, é só para perceber se esta situação foi feita antes
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de irem para a Misericórdia hoje.
Respondeu a Sr Vereadora Fátima Antunes que, como já tinha referido, todas as
questões dos testes, de fazerem ou não fazerem, é decidida pela Saúde Pública, e
fizeram-nos os utentes que tiveram indicação da Saúde Pública para fazerem. Já
fizeram noutros momentos anteriores, dos que foram hoje fizeram aqueles que a
Saúde Pública entendeu que deviam fazer.
Referiu a Sr Vereadora Cláudia Martins que isso já tinha percebido, não percebeu
é se estes tinham feito, era essa a questão.
Disse a Sr Vereadora Fátima Antunes que foi porque a Saúde Pública deu
indicação para fazerem.
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DECLARAÇÃO POLÍTICA - POSIÇÃO CONTRÁRIA À UTILIZAÇÃO DO CANAL DO
ALVIELA PARA INSTALAÇÃO DO OLEODUTO DE ABASTECIMENTO AO AEROPORTO
HUMBERTODELGADO
Interveio o Sr. Presidente, passando a ler uma declaração política com a posição do
Partido Socialista nesta câmara municipal, intitulada “Posição Contrária à Utilização
do Canal do Alviela para Instalação do Oleoduto de Abastecimento ao Aeroporto
Humberto Delgado,” que distribuiu seguidamente, conforme documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RETOMA DAS AULAS PARA OS ALUNOS DO 112 ANO E DO 12 ANO
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, cumprimentando o Sr. Presidente, Srs e
Srs. Vereadores, trabalhadores do município que estão a acompanhar a reunião e
que permitem a sua realização aqui e também para fora, e naturalmente aquilo
que faz com que existam câmaras municipais, que são as pessoas, portanto, todos
os que estão a ver a reunião em direto ou em diferido.
Prosseguiu, mencionando que o assunto da ordem do dia, e viu-se pelas
intervenções que antecederam, continua a ser a Covid-19. O plano de retoma já
está em curso, será avaliado, mas já está em curso, e uma das coisas que vão
acontecer muito proximamente, ou que se prevê hoje que comece muito
rapidamente, pois hoje só se sabe o que se passa neste momento, não se sabe o
que se vai passar da parte da tarde ou amanhã de manhã, tem a ver com a retoma
das aulas dos alunos do 11 ano e do 12 ano.
O Sr. Presidente, há 15 dias, disse que quem iria limpar as instalações das escolas,
tal como um pouco por todo o país, seriam aa forças militarizadas. Como o
regresso às aulas é um pouco mais do que apenas a limpeza, desinfeção dos
equipamentos escolares, e como a câmara municipal assumiu responsabilidades
muito grandes na área da educação, os membros da CDU querem saber se
também o acompanhamento, quer aos professores, quer aos assistentes
operacionais, quer aos administrativos, quer à razão da existência das escolas, aos
alunos, está feito e está acautelado.
Questionam se há EPI — Equipamentos de Proteção Individual para toda a gente, se
é a câmara municipal que está a fornecer, se se está a dar formação a estes
trabalhadores. Que plano é que se tem neste momento montado para que este
regresso às escolas possa cumprir com aquilo que atualmente a legislação, que vai
todos os dias saindo, define? —
Depois, tendo em conta que um dos problemas graves das escolas tem a ver com o
número de auxiliares, pergunta: Nesta fase, em que se têm tantas exigências, os
que se têm chegam ou são precisos mais auxiliares?
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a Sr Vereadora colocou questões
importantes, que têm a ver com a retoma da vida em muitas situações, entre as
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quais as escolas, e o próprio disse aquilo que ouviu e que todos ouviram, que as
Forças Armadas iam desinfetar as escolas, exatamente 580 escolas, foi o que leu. -
Esteve em contacto com a DGEstE, para perceber como é que isso ia ser feito, num
fim de semana foi contactado no sentido de que a Força Aérea vinha às escolas do
concelho, secundárias, para fazer a avaliação dos espaços e dar formação. Estava
previsto para o dia 4 de maio, nesse dia, por motivos que desconhece, ninguém da
Força Aérea esteve nas escolas, e nos dias 5 e 6, salvo erro, foram às escolas, e o
que fizeram foi efetivamente dar formação. Perguntou sobre a desinfeção, e aquilo
que lhe disseram é que efetivamente o que está previsto é formação.
Ficou surpreendido, e em contactos com os agrupamentos de escolas colocou-lhes
a questão se tinham necessidade da desinfeção, porque agora o próprio ministério
vem dizer que não é uma necessidade, o que era necessário era saber como é que
se fazia a desinfeção, caso fosse necessária. No entanto, já houve pelo menos um
agrupamento que solicitou uma desinfeção numa zona de entrada, e essa
desinfeção está a ser feita, se não foi está a ser feita nestes dias, e a câmara
municipal fará essa mesma desinfeção, no fundo, para ir ao encontro daquilo que
lhe é pedido pelos agrupamentos, na medida em que no Ministério da Educação o
que é referido é que não é necessário fazer desinfeção.
Assim, sobre esta matéria é o que é. Aquilo que quer dizer à Sr Vereadora, que
tem consciência disso, porque trabalha muito perto também com responsáveis
autárquicos, é que se está a fazer o que se sabe e o que não se sabe, e os autarcas
em todo o país estão a dar o seu melhor. Sabe-se que se está numa situação que é
difícil de controlar, complicadíssima, como nunca o mundo viveu, agora, aqui e
acolá às vezes é preciso parar um bocadinho, respirar fundo e só referir aquilo que
efetivamente é possível fazer, ao fim e ao cabo ditar as regras que são necessárias
aplicar. Em Vila Franca de Xira nunca se fez nada ao arrepio daquilo que são as
exigências da Direção-Geral da Saúde e daquilo que vai saindo em termos
governamentais, não só no estado de emergência, como também agora, no estado
de calamidade.
Sobre esta matéria da desinfeção, aquilo que pode dizer é isto.
Relativamente ao número de auxiliares, de pessoal não docente, e se é necessário,
também se tem estado, e continua a estar, em contacto com os agrupamentos, e
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naturalmente, em alguma questão que surja à volta desta matéria cá se estará
para resolver.
Perguntou a Sr Vereadora Regina Janeiro sobre os EPI e gel desinfetante.
Referiu o Sr. Presidente que sobre estas questões do equipamento de proteção
individual aquilo que se sabe é que neste momento esse equipamento está a ser
distribuído nas escolas. Foi assumido pelo Ministério da Educação que ia ser o
mesmo a fazer essa distribuição, está-se a acompanhar esse processo, e se
eventualmente faltar alguma coisa a câmara municipal está em condições, pelo
menos para o seu pessoal, pessoal não docente, de completar alguma necessidade
que possa surgir
Também estas soluções alcoólicas de gel se estão a colocar nos locais em que os
diretores indicam, os locais mais adequados para o efeito. Faz-se tudo numa
articulação com os agrupamentos, não se chega lá e põe-se neste sítio ou naquele,
quem conhece melhor os locais e os circuitos são os diretores, pelo que se
corresponde áquilo que é necessário.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
TRANSPORTES ESCOLARES
—
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo-se a este ano letivo, dizendo
que os membros da CDU já falaram do pagamento das refeições escolares, das
AEC — Atividades de Enriquecimento Curricular, das AAAF - Atividades de Animação
e de Apoio à Família, da CAF - Componente de Apoio à Família, mas houve um
assunto que nunca abordaram, que foi o dos transportes escolares, e também
precisam, da parte do Sr. Presidente, que lhes diga como é que se está a proceder
naquilo que diz respeito ao pagamento dos transportes escolares, junto das
entidades que trabalhavam com a câmara municipal.
O Sr. Presidente interveio, dizendo que deixou de haver transporte escolar, em
maio vai haver transporte escolar, e vai-se pagar esse transporte escolar de acordo
com as necessidades de pagamento aos operadores. —
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ABERTURA DO PRÓXIMO ANO LETIVO
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo-se à educação, já não neste ano
letivo, mas, diria que neste ano letivo, pois é neste ano letivo que se tem de
preparar a abertura do próximo, dizendo que aquilo que se prevê e aquilo que os
membros da CDU vão lendo é duma exigência imensa.
Hoje a redução do número de alunos não se coloca pelas preocupações que até
aqui se colocavam, a dificuldade de trabalhar com tantas crianças e jovens ao
mesmo tempo para atingir os objetivos pedagógicos definidos, mas a diminuição
do número de alunos é por casa da Covid-19. Está-se a meio de maio, o ano letivo
termina no final de junho, e questionam o que é que a câmara municipal, volta a
dizer, tendo em conta que assumiu por completo todas as transferências de
competências, tem previsto relativamente ao número de salas, se chegam ou não
chegam, se se passará a ter horários duplos em todas as escolas, nas escolas onde
havia horários duplos como é que se vai funcionar. Quanto aos auxiliares,
naturalmente que é impossível chegarem, e também não vai ser possível serem os
mesmos educadores e professores. Não sendo os educadores e os professores uma
competência do município, também questionam o que é que está perspetivado e o
que é que a câmara municipal está a fazer junto da tutela para que o regresso ao
ano letivo seja o melhor e o mais estável possível.
O Sr. Presidente interveio, dizendo, quanto às salas, e se vão chegar ou não no
próximo ano letivo, que depende muito do que a situação da pandemia apresentar
nessa altura, sendo bem provável que se tenha que reconverter tudo o que se tem
hoje em dia, e para reconverter tudo o que se tem hoje em dia, se as exigências
forem a redução do número de alunos nas salas de aula, naturalmente que não
resta outra solução senão recuar àquilo que se tinha há uns anos atrás, e que se
tem lutado para não ter, que é o horário duplo. —
Este também é um trabalho que está em cima da mesa, ver-se-á se isso é
necessário, o que é um facto é que até ao início do ano letivo vai-se ter que
trabalhar muito para nos adaptarmos às novas exigências.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PLANO DE RETOMA DOS SERVIÇOS DA CÂMARA MUNICIPAL E SMAS
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo-se ao plano de retoma nos
serviços municipais que a câmara municipal e os SMAS prestam à população, que,
como se sabe, são essenciais.
Os membros da CDU têm sido contactados por muitos trabalhadores, que colocam
4 níveis de questões. Por um lado, são as máscaras, e para os serviços
administrativos ter-se-á optado, crê que de acordo com o despacho que o Sr.
Presidente enviou, máscaras reutilizáveis. Questionam o porquê desta escolha,
porque é que se escolheram as máscaras reutilizáveis, pois podem-se ver outros
exemplos doutros municípios à volta que optaram claramente por distribuição de
máscaras diariamente.
Depois, chega-lhes a informação que há trabalhadores, nomeadamente os
operacionais, que têm máscaras desde março e nunca foram substituídas. O que é
que se está a passar nesta matéria?
Relativamente ao álcool gel, e está-se a guiar por aquilo, volta a dizer, que é a
legislação que se conhece, há vários edifícios que não têm álcool gel à entrada, ou
seja, existe eventualmente nos gabinetes, mas não há à entrada. Crê que a
principal preocupação deve ser a primeira porta de entrada, onde todos os
trabalhadores devem passar as mãos antes de começarem a trabalhar.
Também sabem que não houve distribuição de álcool gel junto dos motoristas, e
esta é uma preocupação para os membros da CDU. Sabem que há vários
motoristas que estão a encher potes ou frascos que trouxeram de casa junto do
pote maior que existe em alguns edifícios, mas não está a ser distribuído aos
motoristas, e isto também é uma preocupação.
Relativamente às luvas, segundo tiveram informação também estão a ser
distribuídas apenas 2 vezes por semana, e isto, claramente, preocupa-os.
Portanto, queriam perceber exatamente o que é que está previsto em termos de
todos os EPI — Equipamentos de Proteção Individual, e também que o Sr. Presidente
lhes respondesse às questões que foram colocadas.
Interveio o Sr. Presidente, referindo, em termos da questão da retoma mais ou
menos normal da vida interna na câmara municipal, que se está a aguardar pelas
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informações de hoje ao fim do dia, pois têm-se os planos e a ação determinada,
mas podem ser alterados de acordo com algumas regras que hoje possam vir a ser
colocadas. —
Assim, mais uma vez, tudo aquilo que for exigido será feito no âmbito das
competências da câmara municipal. Vai-se avançar com a abertura das bibliotecas,
com a abertura do atendimento público, através de marcação prévia, em todo os
locais de atendimento púbico, e todos os locais estão adaptados com as medidas
de segurança necessárias. — —
Perguntar-lhe-á a Sr Vereadora porque é que ainda não se fez já, e o que
responde é que se quis ser cauteloso, sendo que poderia estar no subconsciente da
Sr? Vereadora esta pergunta. Preferiu-se ser cauteloso e fazer isto de uma forma
mais tranquila, pois não era por mais uma semana ou alguns dias, e se, de facto,
as decisões que hoje o Conselho de Ministros vai tomar e anunciar não
contrariarem estas matérias, vão-se de facto abrir as bibliotecas e também o
atendimento público.
Sobre as bibliotecas não é uma situação simples, é difícil, e, sinceramente, o
próprio não abria, mas é uma opinião pessoal, do cidadão Alberto Mesquita, não é
uma decisão do presidente da câmara, Alberto Mesquita, são coisas distintas. Há
várias bibliotecas no concelho, distintas, umas mais controláveis que outras, e tem-
se uma biblioteca completamente diferente das demais, muito mais difícil de
controlar, que é a Fábrica das Palavras.
Enfim, a Sr Vereadora Manuela Ralha, sobre esta matéria, pode acrescentar sobre
o plano que se tem previsto, que é um plano muito extenso, que se vai ter que
adaptar situação a situação, e vão-se também alterar os horários, não vale a pena
ter os mesmos, até porque, num determinado momento, provavelmente a ida das
pessoas às bibliotecas vai ser muito menor do que era no passado.
À medida que o processo vai evoluindo também se vai adaptando às
circunstâncias.
De facto, também, no que respeita à retoma interna na câmara municipal, aquilo
que pode dizer é que se vão manter, em muitas situações, os horários de espelho.
Está uma equipa a trabalhar numa determinada hora, de manhã, depois vem outra
à tarde, enfim, tudo isto terá de ser também visto com as hierarquias políticas e
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técnicas, para haver uma adaptação de acordo com as especificidades de cada
serviço.
O teletrabalho é para continuar, e sobre isso depois o Sr. Vice-Presidente falará,
porque, ao contrário do que aqui já foi referido, há dados que contrariam o que, por
exemplo, o Sr. Vereador Carlos Patrão disse. A produtividade em relação ao
teletrabalho tem sido surpreendente, é verdade, pelo menos em Vila Franca de
Xiraéassim.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que por isso é que o grande
capital quer o teletrabalho, porque, estando-se em casa, é-se muito mais
explorado, trabalha-se muito mais. O Sr. Presidente que não diga isso assim.
Respondeu o Sr. Presidente que só está a falar de produtividade, mais nada, não
está a falar de grande capital, nem coisa nenhuma. De qualquer modo, numa
situação que ainda se está a viver, é uma solução que provavelmente se vai ter
mais algum tempo. Só disse isto, não disse mais nada.
Agora, que efetivamente o surpreendeu, surpreendeu, porque quem está em casa,
com crianças, etc., e ao mesmo tempo está a fazer o seu trabalho em teletrabalho,
não deve ser coisa simples, não deve ser uma situação nada simples.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que garante que não é, está há 2 meses em
teletrabalho e garante que não é, por isso é que hoje em dia as pessoas trabalham
muito mais.
Respondeu o Sr. Presidente que a única coisa que pode dizer é que quando tinha
miúdos pequenos, em casa, quando chegava ao fim de semana, ao domingo, dizia:
“Ainda bem que amanhã é segunda-feira para ir trabalhar”. Estava sempre com
eles, a toda a hora e a todo o segundo, e chegado o fim de semana estava um
bocado desgastado. Portanto, ainda mais estar a trabalhar, deve ser muito difícil.---
Relativamente aos equipamentos de proteção individual, vai-se tentar ter sempre
os materiais necessários para distribuir pelos trabalhadores. As máscaras
reutilizáveis permitem, de facto, serem desinfetadas, mas há situações em que
isso não é possível, nomeadamente na questão da recolha, em que a distribuição
dos equipamentos é feita diariamente, porque não podia ser doutra forma.
O álcool gel está a ser colocado em todos os edifícios, a Sr Vereadora disse que há
edifícios que à entrada não têm, e, se assim é, vai-se resolver.
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Falou também dos motoristas, e não é preciso trazer nenhum frasquinho, pode-se
distribuir o gel a estes trabalhadores.
Sobre as luvas, não tem este dado, que é assim, mas se é assim, tem de se
melhorar.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
HORTAS URBANAS - BOM SUCESSO - ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, perguntando, na sequência da intervenção
dos membros da CDU de há 15 dias atrás, se já há alguma informaçâo sobre a
possibilidade de manutenção das hortas do Bom Sucesso, e ao abrigo da intenção
antiga do PROQUAL. Refere, designadamente, o ofício dirigido a vários hortelãos do
Bom Sucesso, em que se lhes dá um prazo de notificação para a demolição das
suas construções abarracadas.
Insiste na proposta de que é possível compatibilizar a manutenção destas
estruturas agrícolas informais com alguma viabilidade urbanística que
eventualmente possa ter sido aprovada e que desconhecem, mas, no sentido
concreto, indo à situação do ofício, que recorda que é o n2 1 395, de 22 de abril de
2020, gostariam de saber exatamente o que está subjacente a esta intenção de
notificação por parte da câmara municipal.
O Sr. Presidente interveio, mencionando que não sabe se há alguma informação, e
agradece que depois o Sr. Vice-Presidente fale sobre isto.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, referindo que o Sr. Vereador colocou esta questão
das hortas no Bom Sucesso, tal como já tinha sido abordado na anterior reunião de
câmara, sendo que a câmara municipal, via fiscalização municipal, como o Sr.
Vereador deve ter lido no ofício, atuou, e não está exposto, sobre uma informação
da junta de freguesia de Alverca, dum munícipe que fez uma queixa, com uma
exposição sobre a localização, a situação das ervas, como se apresenta, animais
que circulam na zona, e não se está a fazer, nem mais, nem menos, do que se fez
em Vialonga, junto ao futuro centro de saúde.
—
Estão-se a limpar as zonas das linhas de água, como o Sr. Vereador se deve
recordar e ver, é constatável, para se fazer toda uma limpeza daquela zona. Foi o
que foi feito aqui, a fiscalização municipal deslocou-se ao local, já por várias vezes,
com alguma dificuldade em identificar o responsável pela construçâo que lá está,
procurando-se fazer o que se tem sempre vindo a fazer na câmara municipal
nestas zonas, limpeza da zona urbana.
O Sr. Vereador deixou fugir, pensa o próprio, na parte final da sua intervenção,
uma insinuação, se haveria outra intenção da câmara municipal para aquela zona
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que não tinha vindo a reunião de câmara, p is que fique descansado que não há
outra intenção que não seja esta que acabou de lhe dizer.
Atuou-se, como fazem todas as juntas de freguesia, que reencaminham os
assuntos para a câmara municipal, quando são de queixas que lá são colocadas e
são da responsabilidade da câmara municipal.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SUBSÍDIO DE RISCO E INSALUBRIDADE
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dando os bons dias e cumprimentando todos
os presentes, bem como quem ouve a reunião em casa, dizendo ter duas questões
breves, e a primeira delas prende-se, naturalmente, com o subsídio de risco aos
trabalhadores.
No atual contexto que se vive, de todas as dificuldades criadas pela pandemia que
assola todos, entendem os membros da CDU que, mais do que nunca, impõe-se o
pagamento do subsídio de risco e insalubridade para os trabalhadores mais
expostos a situações de risco, como é o caso dos trabalhadores ligados à recolha
de resíduos sólidos urbanos, entre outros.
Também por isso continuam a defender que o Governo legisle no sentido da
regulamentação e aplicação deste suplemento de insalubridade, e consideram que
é muito importante que se aplique esta legislação, porque, de facto, é por demais
evidente que estes trabalhadores correm riscos muito particulares, e mais
perigosos do que muitos outros.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que não pode estar mais de acordo, tem lutado,
em todas as sedes em que tem falado sobre esta matéria e, mais uma vez, na
Associação Nacional de Municípios Portugueses tem-na colocado. É mais que justa,
e chegou o momento de a resolver, porque é absolutamente imprescindível, mas
também, na situação em que se está a viver estes trabalhadores têm sido
inexcedíveis. Pensa que chegou o momento de, politicamente, o Governo resolver
esta matéria.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
—
FONTE DO ALEGRETE - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo-se a uma questão que lhe tem sido
suscitada, e deve dizer que já quando era presidente da Junta de Freguesia de Vila
Franca de Xira perguntou sobre a mesma, e o Sr. Presidente já deve estar a
imaginar a quem fez a pergunta.
A questão é sobre a fonte do Alegrete, que antigamente estava situada no
Monumento ao Campino, em Vila Franca de Xira, tem ouvido coisas absolutamente
inacreditáveis sobre isto, algumas até um bocadinho desrespeitosas em relação
aos autarcas, tanto uns que já não estão a trabalhar, como os atuais, e a pergunta,
muito clara, simples e direta, é a seguinte: É verdade ou não que se tem esta fonte
recolhida e guardada numa quinta municipal, como lhe terá sido dito há alguns
anos atrás? Existindo, e estando guardada, há alguma intenção futura de a montar
ou remontar num outro local qualquer?
O Sr. Presidente interveio, mencionando que a Sr Vereadora Manuela Ralha falará
sobre isto, e o próprio só não tem é a informação de porque é que a fonte foi
tirada.
Disse a Sr Vereadora Manuela Ralha que sabe.
Referiu o Sr. Vereador Mário Calado que isso toda a gente sabe, há 38 anos houve
este movimento enorme de muitos vila-franquenses para a implantação do
Monumento ao Campino, e essa foi a principal razão, numa primeira análise.
Interveio o Sr. Presidente, perguntando: Agora, quando se colocar outra vez, vai-se
pôraonde?
Respondeu o Sr. Vereador Mário Calado que há muita gente que sugere, e terá sido
falado, por exemplo, que poderia ser no sítio do parque urbano de Santa Sofia,
quando ainda não era uma realidade.
Disse o Sr. Presidente que há de se pôr em qualquer sítio, não se consegue é ser-se
rigoroso em termos históricos, isso não se vai conseguir.
Respondeu o Sr. Vereador Mário Calado que é exatamente.
Continuou o Sr. Presidente, referindo que a Sr Vereadora depois falará sobre isso. -
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, mencionando, relativamente à
fonte do Alegrete, que o Sr. Vereador Mário Calado colocou e de que tanta gente
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fala, que à conta desta fonte no outro dia já houve uma grande conversa sobre a
rua do Alegrete, porque também tem a área da toponímia, pois havia uma série de
gente que dizia que não existia, não tinha existido, e toda a gente sabe que existiu,
dando lugar à rua Luís de Camões. Havia muita gente que dizia que não existia, e
isto na altura deu uma grande conversa na toponímia e andou-se um bocado aflito
à procura, onde é que seria a rua do Alegrete.
Há muita fonte, fontanário e chafariz com o nome de Alegrete em Vila Franca de
Xira, uns privados, outros públicos, o próprio chafariz do Alegrete, que está no
largo Carlos Pato, foi o inicial, foi desmontado em 1932 para dar lugar àquela fonte
das 4 bicas que foi depois colocada. Depois foi colocado em 1952 no largo Carlos
Pato, foi remontado, e a fonte do Alegrete, com as tais 4 bicas que tinha, foi
retirada no final dos anos 70. — —
Assim, as histórias ão diversas, e obviamente que a razão mais corrente é que foi
retirada para dar lugar ao arranjo urbano que foi realizado, nomeadamente a
colocação da estátua do Monumento ao Campino, que foi inaugurado em 1982.
Também há um grande movimento que diz que ela própria foi retirada porque
tinha alusões ao Estado Novo, tinha a ver com o design do estado Novo, a
população não gostou e houve um movimento popular que a fez tirar.
Há várias versões sobre isto, a verdade é que foi retirada pelos serviços na altura,
os serviços que antecederam o atual DOVI — Departamento de Obras e Viaturas
Municipais, e os atuais SMAS, e está efetivamente à guarda numa quinta municipal.
Não foi posta à guarda do património cultural na altura, mas no património tem-se
conhecimento onde está, a própria já viu, teve essa curiosidade quando tomou
posse, de ir à procura de onde é que estava, sabe onde está.
Disse o Sr. Vereador Mário Calado que parece que é segredo. —
Referiu a Sr Vereadora que não é segredo nenhum, está guardada na Quinta
Municipal da Piedade, que é onde se têm muito mais outros elementos
arquitetónicos históricos do concelho. Está lá, está bem guardada, está à guarda, o
próprio Sr. Vice-Presidente tinha-a questionado sobre essa matéria, está lá
colocada.
Assim, é só para dizer, relativamente ao seu destino, que o Sr. Presidente será
quem decidirá, mas é um belíssimo elemento arquitetónico que, a seu ver, faz ali
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imensa falta e, de facto, é um símbolo naquele largo, que seria muito bem
colocada em qualquer outro largo. — —
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
LAY-OFF NAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, dizendo que infelizmente os membros da
CDU sabem que existem várias IPSS - InstituiØes Particulares de Solidariedade
Social, do concelho que hoje em dia estão em situação de Iay-off. Existem algumas,
e agora, questionam, com esta situação de retoma dos serviços, como é que está a
ser gerida a situação de lay-off destas IPSS, porque afetará com certeza esta
retoma, principalmente porque já na próxima segunda-feira, dia 18, as creches irão
abrir, e algumas destas IPSS têm esta mesma valência de creche. Como é que está
a ser gerido este início de creche, pois é difícil, é complicado?
Interveio o Sr. Presidente, referindo que a questão das creches é outra situação em
que se anda um bocadinho sem perceber bem o que vai acontecer. As instituições
e todas as pessoas que trabalham com os meninos vão ter que fazer e decidir
situações de bom senso, porque é impossível que as crianças estejam afastadas 2
metros, é impossível que não brinquem com este ou aquele brinquedo,
independentemente de se esconderem, acondicionarem e guardarem alguns
brinquedos que eventualmente as crianças não devam mexer nesta altura.
Contudo, aquelas crianças precisam de conviver, de socializar com as outras
crianças, pelo que é uma situação difícil.
Mais uma vez diz que esta é uma matéria que tem a ver com a tutela, com a
responsabilidade da Segurança Social, e se eventualmente a Segurança Social
entender que necessita de algo da câmara municipal, cá se estará para poder
também resolver.
Sobre o lay-off nas IPSS, é um problema. Pensa que vai ter uma reunião para a
semana com as IPSS, já nem sabe se é esta semana se é para a semana, são
muitas coisas, umas em cima das outras, que não tem bem presente, mas está
para breve, e vai colocar esta matéria, porque, se bem os Srs. Vereadores se
recordam, uma das medidas que se tomaram e aprovaram foi de continuar a pagar
a 100% os valores que se estavam a pagar às tarefeiras que faziam apoio aos
refeitórios. Ora, se o lay-off está a atingir essas pessoas, o compromisso não está a
ser cumprido e tem de se perguntar o que é que está a acontecer, quais são os
problemas. —
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Assim, é uma das perguntas que vai colocar.
A Sr Vereadora Fátima Antunes interveio, dando só nota, quanto às creches e a
retoma à sua atividade normal, que entre ontem e hoje estão a decorrer testes a
todos os funcionários das instituições que têm esta valência de creche,
desenvolvidos pela Segurança Social e também com algum apoio da câmara
municipal.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
AUMENTO DE DESEMPREGADOS NO CONCELHO - APOIO ALIMENTAR ÀS FAMÍLIAS---
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, dizendo que na última reunião de
câmara os membros da CDU colocaram a questão de qual o aumento de
desempregados do concelho, e gostariam de saber se já se tem este número.
Conseguiram perceber o número do primeiro trimestre do ano, e sabem que no
concelho houve um aumento de 797 desempregados. Consultaram o site do
Instituto de Emprego e Formação Profissional, e só no mês de março houve um
aumento de 422 desempregados, o que é um número muito elevado. Não têm os
dados de abril, não sabe se o Sr. Presidente já terá, mas com certeza que este
número ainda aumentará mais significativamente, uma vez que sabem que
durante o mês de abril houve várias empresas que encerraram.
Tendo em conta toda esta situação, e mesmo estes números que se estão a ver,
existem várias famílias, um flagelo social muito grande, e quanto aos apoios
alimentares e de ajuda que são da competência da câmara municipal, gostariam
de perceber se tem havido um acompanhamento à evolução social das famílias e
de que forma este acompanhamento tem sido feito.
No âmbito dos cabazes alimentares e dos apoios das comissões sociais locais,
gostariam de saber se os apoios estão a chegar em quantidade suficiente, ou se a
procura é maior do que os apoios, bem como se a Segurança Social reforçou no
terreno, e com que meios, os auxílios aos mais desprotegidos.
Depois, neste momento gostariam também de saber, e já colocaram esta questão,
já se deve ter então o número, qual o número de pedidos de apoio que se têm à
data.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que ainda não tem o número, sabe, isso sim,
que já são bastantes, e vão aumentar. Essa é a grande dificuldade, resolver o
problema da pandemia e da saúde pública e pôr a economia a funcionar. Não se
podem perder tantos postos de trabalho, têm de se criar as condições para que as
empresas comecem a trabalhar e as pessoas tenham os seus postos de trabalho
assegurados. Ver-se-á o que é que vai acontecer.
Sobre questões de fornecimento alimentar, de apoio às famílias, se os cabazes têm
sido suficientes, iria dividir estas perguntas pela Sr Vereadora Helena Pereira de
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Jesus e pela Sr Vereadora Fátima Antunes. São as questões de alimentação, o
número de apoios que se têm dado, enfim, todas essas matérias que são o dia a
dia da câmara municipal.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, referindo,
concretamente, quanto ao apoio alimentar, que são matérias da competência da
DSS - Divisão de Saúde e Solidariedade, e não tem essa informação, a Sr
Vereadora Fátima Antunes dará a informação, quer só referir que nas linhas
telefónicas que se criaram, de apoio psicológico e para mais de 55 anos, algumas
vezes surgem esses pedidos e são reencaminhados imediatamente para a divisão
competente, sendo que a Sr Vereadora Fátima Antunes dá o andamento que é
necessário às situações em concreto.
A Sr Vereadora Fátima Antunes interveio, mencionando, sobre as ajudas
alimentares, que tem havido um aumento significativo de pessoas, não consegue
dar os dados exatos, pois também isto é coordenado pela câmara municipal e a
Segurança Social, bem como outras entidades que estão envolvidas,
nomeadamente no atendimento integrado, mas, duma forma muito por alto, tem-
se o registo de cerca de 82 famílias que surgiram de novo no processo.
Como já tinha referido na reunião de câmara anterior, e pensa que foi também a
Sr Vereadora que colocou esta questão, no que se refere às ajudas alimentares
elas estão divididas pela questão do Banco Alimentar, pela cantina social, pelo
POAPMC - Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas, e também
pelo apoio alimentar que é fornecido pela câmara municipal.
Todas as pessoas que procuraram apoio e que chegaram, quer à câmara
municipal, quer a todas as instituições da rede social e Segurança Social, tiveram
resposta a essa necessidade e foram encaminhadas, conforme aquilo que são as
condições, as necessidades e as características de cada uma das pessoas ou das
famílias, para estas 4 formas de resposta.
Da parte da Segurança Social está previsto começar já no final deste mês um
reforço, nomeadamente do POAPMC, e no concelho a entidade coordenadora é a
Cruz Vermelha, com um aumento já de 50% dos bens alimentares agora em maio e
a partir de junho, mais ou menos com a duração de um ano, por mais 100%
daquilo que é o apoio atual, para que todas as necessidades nesta área sejam
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supridas.
No que se refere aos desempregados, o Sr. Presidente também já referiu que neste
momento, relativamente a abril, ainda não há dados oficiais, mas tem-se a noção
de que já passaram muitos pedidos, que através da câmara municipal se articulam
com o IEFP — Instituto de Emprego e Formação Profissional, no sentido de serem
desenvolvidos ou dados os subsídios de desemprego, etc., o que é preciso para
acompanhar e minimizar estes efeitos negativos que a situação de desemprego
causará.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
APOIO ÀS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, dizendo que tem para referir uma
situação que é melindrosa, sabendo os membros da CDU que nesta altura da
Covid-19 também tem havido um aumento das medidas de apoio à vftima,
nomeadamente as vítimas de violência doméstica, devido ao confinamento, e
sabem que é necessário muito tato, são necessárias pinças para tratar de assuntos
destanatureza.
De qualquer forma, foram contactos com um caso duma família, um caso difícil,
complexo, que não gostariam de estar a expor publicamente, mas gostariam de
depois, no final da reunião de câmara, o poderem colocar diretamente à Sr
Vereadora Helena Pereira de Jesus, para tentarem perceber o que é que está a ser
feito. Parece-lhes que está a haver uma resposta por parte da câmara municipal, e
parece-lhes ainda insuficiente, mas gostariam de perceber melhor juntamente com
a Sr Vereadora o que é que está a ser feito.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que pensa que é uma boa sugestão para
se falar em off, no final da reunião ou como a Sr Vereadora quiser, é uma situação
de grande melindre, que não deverá estar a ser exposta.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
COLETE ENCARNADO - ACERVO DO JORNAL VIDA RIBATEJANA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que vai passar a um tema que,
não sendo fundamental para a vida, é mais ou menos, julga que merecia e merece
alguma reflexão. O Bloco de Esquerda sabe que dificilmente, ou será de todo
impossível, se concretiza o Colete Encarnado na edição 2020, já tinha abordado
esta questão na última reunião de câmara, e o Sr. Presidente esclareceu que
provavelmente não iria ocorrer, dando a informação de que nem sequer era a
primeira vez na história da festa, que com esta seria a terceira vez, que teria
havido outras duas vezes que não se realizou, uma por causa dumas cheias e outra
por causa da 2 Guerra Mundial.
Essa informação aguçou-lhe o apetite para perceber, de facto, o que é que tinha
acontecido ao longo dos já mais de 75 anos, julga, de Colete Encarnado, e foi
consultar uma pessoa que até já tem colaborado com a câmara municipal em
assuntos relativos à história do século XX do concelho, que é o professor José
Costa, e ele tem a informação de que, de facto, o Colete Encarnado não se realizou
em 4 edições ao longo da história, pelo que esta, a ocorrer, será a quinta vez que
nãoserealiza.
A primeira edição foi em 1932, e a primeira vez que não se realizou foi logo em
1933, ainda não seria uma festa consolidada e não se fez. Também não se fez em
1936 e em 1938, não se conhecendo exatamente quais as razões. O professor José
Costa aventa a hipótese, em 1936, de ter havido uma grande festa de propaganda
do regime, a Festa do Trabalho e do Desporto, e que isso de alguma forma
concentrou todos os meios e não se realizou o Colete Encarnado. Em 1938 não
sabe, sabendo-se que em 1938 houve cheias grandes em Lisboa, e talvez também
tenham ocorrido em Vila Franca de Xira, mas não se sabe. Não se realizou também
em 1942, e essa, sim, por causa da guerra, por causa de questões logísticas, de
transportes ligados à 2 Guerra Mundial. Aliás, a referência a esta questâo da 2
Guerra Mundial e de não se ter feito o Colete Encarnado em 1942 até está num
artigo no Público, do Jorge Talixa, que é um jornalista bem conhecido de Vila
Franca deXira.
Foi buscar esta questão, e de algum défice que se tem de saber da história recente
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do concelho, porque grande parte desta informação foi obtida através de alguns
acervos que existem do jornal Vida Ribatejana, e vai buscar aqui a questão da
importância deste arquivo passar, dalguma forma, à posse da câmara municipal.
Não sabe exatamente o que é que se passa com este arquivo, tanto quanto sabe
estará na posse da Fundação CEBI, que era quem detinha este título, este
periódico, mas não sabe em que condições, nem se está na Fundação CEBI ou não,
mas pensa que é muito importante para o estudo destas questões e, dalguma
forma, devia vir à posse da câmara municipal, sob custódia, por doação ou outra
qualquer forma que fosse encontrada, devia ser tratado e disponibilizado, não só
para investigadores, como para os munícipes em geral, que gostam de saber da
história do seu concelho.
Aproveita também para falar doutros arquivos que o Bloco de Esquerda sabe que
são importantes, e que até já foram citados em reunião de câmara, como os
filmados, sonoros e fotográficos do Sr. Rocha, por exemplo, se dalguma forma
também se poderia fazer algum ponto de situação sobre isso.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que sobre o Colete Encarnado a Sr Vereadora
Manuela Ralha falará, o próprio só tinha o registo de 1938 e 1942.
Interrompeu a Sr Vereadora Regina Janeiro, pedindo para falar, tendo o Sr.
Presidente perguntado se é sobre o que disse ou ainda quer dizer.
Referiu a Sr Vereadora que se esqueceu de dizer uma coisa sobre o Colete
Encarnado.
Pediu o Sr. Presidente à Sr Vereadora Regina Janeiro para então dizer.
Interveio a Sr? Vereadora Regina Janeiro, pedindo desculpa, estava nas suas notas,
mas esqueceu-se, dizendo que todos perceberam que não vai haver Colete
Encarnado, o Sr. Presidente há 15 dias que o disse, e todas as notícias indicam
nesse sentido, não percebendo os membros da CDU então porque é que se está a
fazer um estudo que custa 7 500,00€, que tem como objetivo avaliar o impacto
mediático e caracterização do perfil do visitante do Colete Encarnado 2020. Pede
desculpa, mas esqueceu-se completamente.
Disse o Sr. Presidente que há três momentos na vida, o antes da pandemia, a
pandemia e depois da pandemia, e o Sr. Vereador António Félix pode responder
depoisa isto.
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Referiu a Sr Vereadora que é de 8 de maio.
Respondeu o Sr. Presidente que sim, mas a decisão de fazer este trabalho foi muito
anterior. Como a Sr Vereadora sabe, os procedimentos têm o tempo de maturação
que têm de ter, quer-se projetar o Colete Encarnado de 2021 e estes dados são
importantes, mas o Sr. Vereador António Félix depois poderá falar sobre esta
matéria.
Depois, agradece os dados que o Sr. Vereador Carlos Patrão trouxe, o próprio tinha
o registo só de dois momentos que não se fizeram, mas a Sr Vereadora Manuela
Ralha tem mais alguma informação que poderá prestar.
Ainda não se tomou publicamente a decisão, porque se quer ouvir o que é que o
Governo diz, quer-se ouvir a Assembleia da República e o que é que vai dizer sobre
esta matéria. A Assembleia da República é que, em última linha, vai decidir, para
se saber que exceções é que vai haver. Se o Colete Encarnado também puder ser
uma exceção, sabe-se lá! Está a brincar, é uma picadela somente.
Perguntou a Sr Vereadora Regina janeiro se a picadela é ao Sr. Primeiro-Ministro.--
Respondeu o Sr. Presidente que também.
Continuou a Sr Vereadora, dizendo que pensa que é o único, porque mais
ninguém decidiu sobre a picadela que o Sr. Presidente queria dar.
Respondeu o Sr. Presidente que nada, é uma picadela para o Sr. Primeiro-Ministro,
como é evidente, não é para mais ninguém.
Assim, a câmara municipal não se pode sobrepor a situaçôes que ainda não foram
assumidas claramente, mas se lhe perguntarem, intimamente, o que é que pensa,
é muito difícil a realização do Colete Encarnado. Pelo menos, enquanto presidente
da câmara, não assume essa responsabilidade, de se terem em Vila Franca de Xira
milhares e milhares de pessoas, podendo acontecer alguma situação complicada e
pensa que se tem de ter algum cuidado sobre essa matéria. De qualquer modo,
como isso ainda não foi taxativamente referido pelo Governo e pela Assembleia da
República, reserva-se para, quando essa matéria estiver referida, tomar uma
opiniãopública.
—
Continuou, pedindo ao Sr. Vereador António Félix para explicar a importância do
estudo a que a Sr Vereadora Regina Janeiro aludiu.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, referindo que, ainda antes de falar
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sobre o estudo, queria falar um pouco também na sequência daquilo que o Sr.
Vereador Carlos Patrão falou sobre a não realização dos Coletes Encarnados.
Tem 3 situações, e numa não há certezas. Em 1933 é verdade, foi por falta de
autorização do ministério para a realização da festa. Em 1942 foi, de facto, por
falta de transportes, por via da 2 Guerra Mundial, e em 1936 a informação que
tem é que houve, mas foi adiada, não foi a 4 e 5 de julho, mas sim a 11 e 12 de
julho, aliás, como já tinha acontecido em 1935, também tinha sido adiada. De 1938
não há nenhuma referência, nem que não se realizou, nem que se realizou, nem se
sabe. Pensa que isto é interessante, é uma investigação que se deve continuar a
fazer e tentar perceber, de facto, porque não há nenhuma referência em 1938, se
se realizou, se não se realizou, não há referência nenhuma. Em 1936 a informação
que recolheu é que houve, mas foi adiado.
Relativamente ao estudo, era um trabalho que a câmara municipal já estava a
fazer e tinha sido sugerido em reunião de câmara pelo Sr. Vereador Carlos Patrão,
que já se tinha em desenvolvimento e continua em desenvolvimento. O que diz à
Sr Vereadora Regina janeiro é que não tem que ser necessariamente feito agora,
mas é algo que se vai fazer, até porque espera e acredita que vai haver vida para
além desta pandemia e nessa altura quer-se também perceber qual é o impacto
que esta festa tem, não só e particularmente na economia da região, até porque é
um fator que no futuro se vai querer fomentar, como já foi falado várias vezes. É a
economia local e quer-se perceber de que forma é que o Colete Encarnado tem
impacto na vida das pessoas e das empresas desta região.
O que aconteceu é que este estudo já estava em processo, é natural que só agora
lá esteja, mas não se parou, até porque depois chegar-se-á a acordo com a
empresa, para a altura em que se achar que é importante ser realizado. Não lhe
parece que fosse necessário ter cortado este procedimento a meio do processo,
mas respeita a opinião da Sr? Vereadora e é tudo o que tem para dizer.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando, tendo a Sr Vereadora Regina janeiro
pedido para intervir, que já se vai com mais 45 minutos do período antes da ordem
do dia, tem pedidos de intervenção da ordem do dia, que em princípio poderá não
ser muito longa, espera, e questiona se é alguma questão de pormenor que a Sr
Vereadora quer dizer.
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Respondeu a Sr Vereadora Regina janeiro que é só porque depois a conversa
perde-se. Assim, do que se está a falar, o que está anunciado e foi publicado, foi no
dia 8 de maio, ou seja, 2 meses depois de ter sido definido o estado de
emergência, um estudo que diz expressamente “2020”, é isto.
Todos querem que o Colete Encarnado tenha uma grande projeção, que ajude o
desenvolvimento, contudo, mais ainda, este estudo foi adjudicado a uma empresa
que se chama Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo. Pede
desculpa, os membros da CDU só colocam questões do base.gov quando
efetivamente lhes parece que há algo muito estranho por aqui, e este é claramente
daqueles que têm alguma dificuldade em entender. Foi publicado no dia 8 de maio,
não foi publicado no início de abril. Foi no dia 8 de maio, diz expressamente “2020”
e a uma empresa, que, só por si e por ter o nome de instituto, pede desculpa, mas
criou-lhe, e aos vereadores da CDU, alguma estranheza.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que então há aqui duas coisas distintas. Uma é
a oportunidade e necessidade de fazer este estudo. Não há dúvida nenhuma que é
um estudo, que saiba, nunca foi feito, e essa avaliação é importante para se
perceber qual é o impacto na economia da região e do concelho, relativamente ao
Colete Encarnado, e só pode ser feito por quem sabe fazer estas coisas, como é
evidente. Dizer-lhe a Sr Vereadora que é suspeito ser um instituto, quer dizer...
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que não é um instituto, é uma empresa. É
uma empresa que tem o nome de instituto, e dá-se-lhe 145 dias para fazer. Isto
não é uma coisa que se pode atrasar para depois, está expresso, é púbico,
qualquer pessoa pode consultar, basta pôr o NIF - Número de Identificação Fiscal,
da câmara municipal, que também com facilidade todos apanham da lnternet, não
há aqui nenhum trabalho extraordinário. O estudo tem 145 dias para ser feito, num
ano em que não há Colete Encarnado.
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que a Sr? Vereadora também sabe que o
Governo decidiu, e não sabe se isto se aplica completamente, mas de algum modo
aplica-se, que os contratos que estivessem em sequência e já tivessem sido
fechados ou em vias de serem fechados, tinham que se assumir. Há aqui um fator
também que tem a ver com a economia, mesmo que a câmara municipal não
quisesse e, aliás, nas reuniões que teve o que disse foi, relativamente à área da
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cultura, aos contratos que se tinham com músicos, com toda essa área, porque se
sabe que estão a passar muito mal, os agentes ligados à cultura e ao mundo do
espetáculo estão a passar mal, que a obrigação da câmara municipal é ajudar.
Mencionou a Sr Vereadora Regina janeiro que sobre esses que até se estão a
ajudar e a fazer um bom trabalho não aparece um único contrato no base.gov, que
é uma coisa estranhíssima.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que a obrigação é ajudá-los, o que quer dizer
que não se fechou nenhum contrato. Aqui, diga-se que há uma analogia
relativamente a isso, porque há necessidade de ter esse trabalho e vai-se ter, pois,
como o Sr. Vereador António Félix disse, há vida para além da pandemia e temos
de nos adaptar.
Tomou novamente a palavra o Sr. Vereador António Félix, dizendo, relativamente à
questão da empresa, que não se pronuncia, como aprendeu logo no início do
mandato com a Sr Vereadora, que não se referia a empresas. Como também
aprende com todos, essa foi uma lição que aprendeu logo de início, não se refere
às empresas, para si todas são boas, e aquelas que fazem melhores trabalhos e
que já fizeram trabalhos que têm alguma similitude com aquilo que é o que a
câmara municipal quer, neste caso, obviamente que estão mais bem preparadas
para realizar este trabalho.
Contudo, por via desta questão, como a Sr Vereadora muito bem sabe, pode-se
adiar.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que não.
Prosseguiu o Sr. Vereador António Félix, referindo que por via da excecionalidade
da questão da pandemia a câmara municipal pode adiar o contrato para outra
altura. A Sr Vereadora não diga que não, também é jurista agora? Está-lhe a dizer
que não pode? —
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que não é por a Sr Vereadora ter dito o
que disse, que o executivo respeita, que agora se vai deixar de fazer isso.
Prosseguiu o Sr. Vereador António Félix, dizendo que quando o próprio acena com
a cabeça, a Sr Vereadora fica incomodada, agora está a dizer que não e a acenar
com a cabeça. Tem de se estabelecer uma regra entre todos, para que a Sr
Vereadora não fique incomodada umas vezes e depois faça a mesma coisa na vez
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seguinte. Não pode ser.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que a Sr Vereadora colocou uma questão,
dialogou-se e refletiu-se sobre aquilo que disse. Não lhe parece também,
sinceramente, que agora se vá travar o processo, ele deve continuar como estava
previsto, senão também se está a prejudicar a empresa. É o que pensaj Assim, e
para fechar o processo, questiona se há mais alguma questão.
Respondeu o Sr. Vereador António Félix que não, era só mesmo isso. Aliás, como
tinha falado com o Sr. Presidente, sobre este e outros assuntos que abordaram, o
entendimento que tiveram é que não se deviam parar determinados processos, até
para aquilo que será o futuro, de termos que nos preparar para o futuro. Este foi
um dos que tinham falado, julga que as posições estão bem claras e que não há
mais nada a acrescentar.
Interveio de novo o Sr. Presidente, dizendo à Sr? Vereadora Manuela Ralha, sobre a
questão do Colete Encarnado, que não sabe se ainda fez mais alguma investigação
que venha dizer que afinal não é bem assim, é de outra forma.
Disse a Sr Vereadora Manuela Ralha que não, quer falar sobre os arquivos da Vida
Ribatejana e do Francisco Rocha.
Continuou, cumprimentando, nesta sua primeira intervençâo, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os vereadores presentes, todos aqueles, como os munícipes e
funcionários da câmara municipal, que seguem a reunião on-line, falando nos
arquivos da Vida Ribatejana e do Francisco Rocha, que o Sr. Vereador Carlos Patrão
colocou.
Compreende que há um grande desconhecimento do público em geral
relativamente ao que está ou não na posse da câmara municipal, e nomeadamente
no centro documental do museu municipal, mas tem um enorme número de
espólio de todas as empresas que fecharam, de Vila Franca de Xira e do concelho,
o que tem permitido fazer as exposições relativamente ao comércio. Neste caso,
há um espólio documental muito grande e muito detalhado, que está guardado
precisamente no centro documental do museu municipal, e que pode ser
consultado pelo público.
O que aqui se refere especificamente, todos os jornais da Vida Ribatejana, desde o
primeiro número da sua edição estão no museu, e o público pode consultar todos
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essesarquivos.
Referiu o Sr. Vereador Carlos Patrão que não fala só dos jornais, o arquivo do
próprio jornal é importante, a correspondência, essas coisas todas são importantes.
Referiu a Sr Vereadora Manuela Ralha que a câmara municipal tem aquilo que lhe
foi cedido, que está à sua guarda e posse, relativamente ao espólio do cineasta
Francisco Rocha, logo a seguir à sua morte encetou-se um processo, junto com a
família, de tentar de alguma forma negociar a questão do espólio, mas tem sido
uma coisa que não tem dado grandes frutos e ainda não se conseguiu chegar a
ladonenhum.
O Sr. Vereador também sabe, porque andaram a conversar em conjunto sobre esta
matéria.
Disse o Sr. Vereador António Félix que tinha encetado conversas com o próprio
senhor um mês antes de infelizmente ter falecido.
Referiu a Sr Vereadora que é um assunto em aberto, mas está-se a acompanhar e
a tratar garantidamente. —
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando, até pela comparação que
se fez deste estudo do Colete Encarnado com os artistas, que, se percebeu, esta
comparação foi feita porque se vai fazer na mesma a contratação de artistas como
se faria se houvesse Colete Encarnado, e vai-se na mesma fazer concursos
relativamente aos audiovisuais, não só para o Colete Encarnado, mas para todas as
iniciativas que não se realizaram, Passerelle d’ouro, Festa da Flor, etc. Tendo em
conta que este, como todos sabem, e a câmara municipal até está a fazer vários
concertos on-line, e a própria valoriza esta iniciativa, é um setor claramente em
crise, então, se se está a manter este apoio...-
—
Interrompeu o Sr. Presidente, dizendo que não se está a falar do artista
propriamente, é toda a equipa que o rodeia.
Disse a Sr Vereadora que crê que quem trabalha no mundo artístico são todos
artistas, mesmo aqueles que são técnicos de audiovisuais. É destes que está a
falar.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que quem está atrás é absolutamente
imprescindível para que o artista possa atuar.
Referiu a Sr? Vereadora que pela intervenção vai-se fazer este estudo, que custa
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7 500,00€, porque se entende que se deve apoiar o tecido económico, que nem
sequer é concelhio. Portanto, a sua pergunta objetiva é: Vão-se contratar artistas
para o Colete Encarnado? Vão-se contratar todos os serviços que estariam
previstos e se teriam que utilizar, no caso de haver Passerelie d’Ouro, Festa da
Flor, Colete Encarnado, e tantas outras empresas que trabalham para a câmara
municipal nestas festas, que estão a recibos verdes e, como se sabe, são neste
momento os que mais dificuldades têm vindo a passar?-—
O Sr. Presidente tomou a palavra, mencionando que se têm de ter também as
cautelas necessárias relativamente às contas da câmara municipal. É evidente que
o princípio é o de que contratos que estavam firmados vão-se manter, e
obviamente que há muitos artistas que estavam contratados, estão contratados ou
estavam contratados para o Colete Encarnado de 2020 que passarão para 2021.
Há pelo menos uma outra situação que era para o 25 de Abril, em que se tinha o
António Zambujo firmado, e se o tempo permitir ainda se fará esse concerto este
ano, lá para outubro, se houver condições, e se a Direção-Geral da Saúde o
permitir. Ainda se poderá fazer este ano, na freguesia de Vialonga, como estava
previsto.
Assim, ir-se-á, a par e passo, analisando as situações. O princípio é este, mas não
quer dizer que se consiga abranger tudo.
—
Relativamente ao Colete Encarnado, conseguiu-se que os contratos que se fizeram
possam depois ter sequência para o ano, e aí, naturalmente, claro que se vai pagar
o valor que o despacho governamental exige, crê que 50%.
Referiu o Sr. Vereador António Félix que se vai aplicar escrupulosamente a lei, o
Decreto-Lei n2 10-A/20.
Disse o Sr. Presidente que se vai obviamente pagar, como tem que ser, para
solucionar dificuldades de tesouraria que essas empresas têm, ligadas aos
espetáculos, de acordo com o despacho, 50%, e depois pagar-se-á os outros 50%
quando se efetivar o evento.
Agora, tem que se analisar caso a caso, parece que se tem, relativamente à área
da cultura e do espetáculo, de ter uma preocupação bastante grande, e é isso que
sevaifazer.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MELHORAMENTO DA RESPOSTA DO DEPARTAMENTO DE URBANISMO
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que gostaria de falar duma
questão que tem vindo a trazer às reuniões de câmara, nas últimas reuniões, sobre
o que é que se passa e como é que se pode melhorar a resposta do departamento
de urbanismo da câmara municipal, porque as queixas são recorrentes.
Reitera também um pedido de informações que o Bloco de Esquerda fez no dia 29,
sobre os processos que deram entrada no departamento de urbanismo, e lembrava
o Sr. Vice-Presidente, já que o desafiou para trazer e expor casos, que vai fazê-lo
em várias reuniões de câmara, dos vários casos que lhe têm chegado, alguns até já
endossou ao Sr. Vice-Presidente, e relembra uma situação que considera um
bocadinho caricata.
Assim, no dia 23 de outubro veio um munícipe à reunião de câmara pedir para ser
recebido pelo departamento de urbanismo, veio fazê-lo em reunião de câmara, no
dia 23 de outubro de 2019, que tinha sido recebido no departamento de urbanismo
a 13 de fevereiro, e disseram-lhe que lhe davam a resposta num mês. De facto, a
resposta demorou 3 meses, e ele, como ainda havia assuntos a esclarecer, pediu
para ser recebido no departamento de urbanismo em maio, em junho e em julho.
Em agosto a sua cliente, ele representava uma cliente, julga que seria arquiteto,
pelo que percebeu, solicitou reunião no departamento através da Loja do Munícipe,
e o assunto arrastou-se até outubro.
Portanto, está a falar de 6 meses para conseguir resolver um assunto e, de facto,
depois de ter vindo a reunião de câmara o assunto foi resolvido. O Bloco de
Esquerda não acha que isto seja normal, há outras queixas, umas anónimas, outras
menos anónimas, sobre situações similares, e quer saber o que é que se passa.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dizendo que esta questão vem sendo recorrente, e
o Sr. Vereador Carlos Patrão, já na anterior reunião de câmara, e hoje, começou as
suas intervenções respondendo ao repto que o Sr. Vice-Presidente lançou. O
próprio não lança reptos a ninguém.
Tendo o Sr. Vereador Carlos Patrão se manifestado, prosseguiu o Sr. Vice
Presidente, referindo que não se lembra de o ter interrompido quando usou da
palavra, e agradece que o Sr. Vereador não o faça também.
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Interveio o Sr. Vereador, pedindo desculpa.
O Sr. Vice-Presidente interveio de novo, agradecendo e mencionando que isso fica
bem ao Sr. Vereador. —
Continuou, dizendo, sobre os reptos, que o que os eleitos fazem aqui, no
desempenho das suas funções, tanto públicas, como privadas, ou na sua vida,
quando têm empresas, têm empregados, reflete-se nos trabalhadores que ouvem,
veem, não só aqueles que estão em teletrabalho, mas também os que estão nos
seus locais de trabalho, e sobre as questões levantadas pelo Sr. Vereador vai
repetir aquilo que disse na anterior reunião. Elas deveriam ser devidamente
fundamentadas, e não com uma base de insinuação, e essa base fundamentada
era num documento, como fazem as outras forças políticas. Está correto,
questionam o Sr. Presidente, assinam um documento e juntam a fundamentação. É
assim que se procede, é assim que as outras forças polfticas fazem.
O Sr. Vereador insinua nas reuniões de câmara, depois manda documentos que
não estão subscritos ou não estão identificados, e o próprio disse, e repete o que já
disse há nem sabe quantas reuniões atrás, “identifiquem-se, para verificar a
tramitação dos processos”. São as informações que lhe chegam via rede, porque
os trabalhadores estão a ouvir, os técnicos estão a ouvir, gostavam de ser
esclarecidos, bem como o próprio, que pode informar a câmara municipal que não
tem um pedido de reunião pendente. Pode dizer, pois tem os registos, que remete
sempre ao Sr. Presidente para ter conhecimento, não só dos atendimentos, como
do assunto, porque entende que o Sr. Presidente tem de ter essa informação, que
não tem um atendimento pendente. Ajusta sempre a sua agenda aos pedidos, pois
sabe-se que há decisões que os técnicos não podem tomar, e o próprio, quando
tem dúvidas, porque as tem, recorre-se do Sr. Presidente, por isso é que uns são
vereadores e outros são presidentes de câmara.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, rindo.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, solicitando, relativamente ao assunto que o Sr.
Vereador insinuou há momentos, que lho faça chegar, presume que com a
calendarização que informou à câmara municipal, sendo que os serviços o
informaram agora, pois têm andado, desde que o Sr. Vereador fez a sua
intervenção, a ver a calendarização, que se conseguiu detetar um caso de
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tramitação ao longo desse período.
A ser esse caso, pois também não o pode objetivar, porque o Sr. Vereador não o
fez, é um caso de domínio público. A ser esse caso, é uma parcela de terreno que
está encravada e não tem acesso público. Está a ser estudado, para que a câmara
municipal resolva a vida das pessoas, criando e vindo a reunião de câmara uma
proposta de cedência duma faixa de terreno para que a pessoa tenha acesso a
essa parcela. A ser esse caso, a pessoa comprou a parcela, sabia ou não sabia,
mas não tinha acesso, contudo, o Sr. Vereador não objetivou, como é seu hábito e
costume.
—
O Sr. Vereador Carlos Patrão tomou a palavra, mencionando que queria só
devolver o piropo ao Sr. Vice-Presidente, que não faz insinuações, aliás, o Sr. Vice-
Presidente tem já experiência de que não faz insinuações. O que expôs foi um caso
que foi público, veio a reunião de câmara, tem até a ata, que vai enviar para ser
endossada ao Sr. Vice-Presidente, tratando-se do munícipe Jorge Humberto
Baixinho dos Santos, que, de facto, levou 6 meses para ser recebido pelo
departamento de urbanismo.
Aqui a questão nem sequer se prende com qual foi o problema ou a solução, se é
que tem solução, a questão é ser preciso o munícipe andar a pedir sucessivas
reuniões, ninguém lhe dizer nada, não lhe ligarem nenhuma, e veio então expor o
caso publicamente, na reunião, e aíjá lhe resolveram o problema.
Isto indicia que há um problema qualquer, e este caso até é relativamente recente,
mas há mais, há queixas, há e-mails a fazer denúncias de que os serviços não dão
resposta, uns que são anónimos, outros que não são, e é essa questão que gostava
de ver esclarecida, que medidas é que estão a ser tomadas para que os problemas
se resolvam.
O Sr. Presidente até já disse que pelos vistos o teletrabalho tem melhorado
bastante a eficiência dos serviços, fica contente por isso, mas gostaria, de facto, de
ver estas questões esclarecidas, e o Sr. Vice-Presidente escusa de vir com essa
retórica das insinuações, porque isto não foi insinuação nenhuma, o Bloco de
Esquerda e o Carlos Patrão, em concreto, não fazem insinuações, e o Sr. Vice
Presidente até sabe disso, que o próprio, em concreto, não faz insinuações.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vereador pode não fazer por querer,
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Câmara Municipal
mas que parece, parece, é um estilo de intervenção.
Aquilo que lhe quer dizer, e já disse na reunião anterior, é que cada força política
faz a sua intervenção conforme entende, e há um fator que é extrapolítico, são os
trabalhadores desta câmara municipal, que dão todos os dias o seu melhor em prol
da população, e os do urbanismo não são exceçâo.
Se o Sr. Vereador lhe perguntar se gostava de ter uma outra forma de trabalhar,
que pudesse ainda ir ao encontro mais direto, mais rápido, de quem procura a
câmara municipal, com certeza que sim, nunca se está satisfeito. Quando um dia
se disser “isto é o melhor dos mundos”, é uma ilusão, é sempre possível melhorar,
e por isso, conforme já foi referido, está em curso avançar com ferramentas
digitais de interligação com quem procura a câmara municipal, em termos de
investimento a vários níveis, na área do urbanismo. É isso que se vai fazer.
Sobre as pessoas que se sentem lesadas, há um aspeto, o de que “quem espera,
desespera”, e às vezes nem se percebem muito bem as dificuldades e
necessidades de análise que um determinado processo pode ter. As instruções que
são dadas, tanto pelo próprio, como pelo Sr. Vice-Presidente, são as de se ajudar
toda a gente a conseguir resolver o problema.
Tantas vezes tem ido a reuniôes, e esforça-se, junto dos técnicos, a questionar
“não há nenhuma saída?”, “se se fizer de outra forma não há condições de ajudar a
pessoa?”, e às vezes consegue-se, outras não é possível, porque o PDM e a
legislação em causa não o permitem. Agora, que a câmara municipal se esforça,
esforça-se, e refere mais uma vez que não há aqui perseguição seja a quem for,
todos são importantes, seja a pessoa que quer construir a sua casa, quer
requalïflcar a sua casa, seja o empresário que quer fazer um grande investimento
no concelho. O princípio é este, não se afasta ninguém, querem-se é todos a
contribuir para o desenvolvimento económico e social do concelho.
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nA) ReutãodeO2O/05/13
Município Mh1f proc
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de /Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CORTE DE ÁRVORES NA AVENIDA BAPTISTA PEREIRA - ALHANDRA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo-se àquilo a que chama um
espetáculo não muito bonito a que assistiu na avenida Baptista Pereira, em
Alhandra, no âmbito do projeto de requalificação, em que foram cortadas ali julga
quel2árvoresfrondosas.
Não sabe exatamente o estado destas árvores, pede alguma informação sobre
isso, e gostaria também de ter algum esclarecimento sobre porque é que não
foram poupadas, já que as árvores fazem muita falta nas cidades, se era
absolutamente necessário o corte destas árvores e se elas, uma vez que eram
árvores feitas e frondosas, a não poderem estar naquele local, não poderiam ter
sido transplantadas para outro local.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que sobre o espetáculo, como o Sr. Vereador
referiu, falará no ponto 17 da ordem do dia. Ter-se-á oportunidade de falar sobre o
espetáculo, e sobre o espetáculo tem muita coisa para dizer.
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Fl.Ata 053
Reunião de 2020/05/13
Município Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INUNDAÇÕES NA RUA DA ESTAÇÃO - ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo-se a uma situação de que o Bloco
de Esquerda teve conhecimento, que o próprio presenciou pessoalmente e tem
vídeos sobre isso, as inundações na rua da Estação de Alverca do Ribatejo há umas
semanas atrás, quando choveu mais. Quando houve umas chuvadas um bocado
maiores a rua da Estação ficou completamente cheia de água, e após aquelas
obras todas que se fizeram gostaria que houvesse algum esclarecimento sobre
este assunto, já que é um problema que acontece com alguma frequência.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que o Sr. Vereador Carlos Patrão falou
dum problema, salvo erro, de cheia, em Alverca. —
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, dizendo que vai esclarecer. Assim, depois
das intervenções que foram feitas no terminal rodoferroviário, e as obras que já
começaram, não com o ritmo que se queria, também derivada à pandemia, na
avenida Infante D. Pedro, há uma situação, e o serviço de proteção civil já está
devidamente informado desses contactos, que está relacionada com a estação
elevatória da Águas do Tejo Atlântico, que se encontra junto à escola, paralela à
linha do comboio, e que transporta toda a afluência líquida para a ETAR.
Tem um sistema de bombagem suportado em 2 bombas, e com a intensidade
pluvial que se fez sentir as bombas dispararam, deixou de haver escoamento. Na
altura os piquetes, rápidos, da Águas do Tejo Atlântico, demoraram, se calhar,
algum tempo a chegar, mas resolveram a situação, e logo que puseram as bombas
a trabalhar isso foi resolvido.
No entanto, já se fez chegar junto da Águas do Tejo Atlântico, como não podia
deixar de ser, que aquela situação não pode voltar a acontecer, tem de investir na
reorganização daquela estação elevatória, porque a montante a câmara municipal
está a fazer o seu trabalho, a empresa tem de fazer o dela, e já se fez chegar essa
questão.
Houve ali também a questão da bacia de retenção, de que falou, que ainda bem
que lá está, que conteve uns elevados metros cúbicos de água, e já se fez sentir
também esta situação junto da Águas do Tejo Atlântico.
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/L Ali
Município ‘ ) 1.41(4 Proc2
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de AI!Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SUGESTÕES A ADOTAR PARA O DESCONFINAMENTO
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que fazia duas sugestões para o
desconfinamento, como agora se diz, e uma primeira é que se equacionasse, se
calhar, a existência de pontos de lavagem de mãos nos sítios mais movimentados
das cidades do concelho, para ajudar um bocado a manter a higiene e a preservar
asaúde.
A outra é uma ajuda ao comércio local e à restauração, através de permitir que
haja mais esplanadas em espaços públicos, pois, uma vez que é mais difícil estar
nos restaurantes, talvez fosse mais fácil que a sua atividade passasse para
esplanadas e, dalguma forma, incentivar e facilitar isso. Não sabe se será através
até da isenção de taxas, se é que já não está prevista, porque esse assunto até já
foi abordado em reunião de câmara. Deixa esta sugestão, até porque está a ser
tomada em algumas cidades europeias, que também já começam a fazer o
desconfinamento.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que o Sr. Vereador Carlos Patrão fez aqui
sugestões, uma das quais das esplanadas, das quais já tem falado com os Srs.
Presidentes de junta, porque é uma matéria que lhes diz respeito, na medida em
que lhes está delegada. já sugeriu que efetivamente pudessem alargar os espaços,
autorizar os espaços de esplanada ou eventualmente inventarem outros espaços,
para que o comércio de restauração, sobretudo, possa fazer face à sua entrada em
funcionamento.
A restauração só com as mesas que tem vai conseguir trabalhar, mas vai conseguir
trabalhar de uma forma muito reduzida, e se calhar têm de se encontrar outras
soluções, como seja criar esplanadas onde for possível.
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li RAta 055
Reunião de 2020/05/13
Município
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de iiiiVila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTAS ÀS QUESTÕES COLOCADAS NO PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E
PONTOS EM QUE SE PRETENDE INTERVIR NA ORDEM DO DIA
Interveio o Sr. Presidente, após as questões colocadas pelos Srs. Vereadores,
dizendo que já se está quase no final deste período antes da ordem do dia, e vai
responder, de qualquer modo, a algumas questões, talvez mais 10 minutos ou um
quarto de hora, e depois passa à ordem do dia.
Às 11h40, após as respostas às questões colocadas pelos Srs. Vereadores,
interveio novamente, mencionando que vai dar mais 2 ou 3 minutos para se fechar
este período antes da ordem do dia.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, questionando se pode só fazer uma
pergunta, pois queria voltar a intervir e já percebeu que o Sr. Presidente não a vai
deixar: Se sobrar tempo na reunião, pode-se voltar ao período antes da ordem do
dia?
Respondeu o Sr. Presidente que não, queria fechar este período, entrava na ordem
do dia e quando terminasse, terminava a reunião. Já se leva mais 1 hora, pelo que,
se a Sr Vereadora quer falar, que fale agora, depois vai-se para a ordem do dia e
termina.
A Sr Vereadora quer falar, a Sr Vereadora Cláudia Martins quer falar, foi a
primeira a pedir a palavra, e o Sr. Vereador Carlos Patrão quer falar, pelo que se
fechaestemomento.
—
Após as intervenções, interveio novamente o Sr. Presidente, dizendo que se vai
para a ordem do dia, havendo pedidos de intervenção nos pontos 3, 12, 17 e 25,
estando todos os demais que não referiu aprovados por unanimidade.
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42 4/1 Reunode2ci2Q/D5/13
Município (7) 11V) Proc2
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de 1 /111Vila Franca de Xira Deliberação ri2____________
Câmara Municipal
Assunto: ATA N 8/2020, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA DE 2020/04/15
Presente para aprovação a ata n2 8/2020, da reunião de câmara ordinária de
2020/04/15, com dispensa da sua leitura, por ter sido previamente distribuída a
todosos membros. —
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n2 8/2020, da reunião de câmara
ordinária de 2020/04/15.
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Reunião de i020/05/13
Município
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n 141
Câmara Municipal
1. Assunto: 4 ALTERAÇÃO PERMUTATIVA AO ORÇAMENTO E PLANO DE ATIVIDADES E
FUNCIONAMENTO MUNICIPAL DA CÂMARA MUNICIPAL PARA 2020
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 24/20, de
06/05, do DF/DPF, para ratificação do despacho que aprovou a 4 alteração
permutativa ao orçamento e plano de atividades e funcionamento municipal da
câmara municipal para 2020, bem como que a deliberação retroaja e reporte os
seus efeitos jurídico-financeiros ao dia 7 de maio, nos termos da alínea a), do n9 2,
do artigo 156 do Código do Procedimento Administrativo, e do n9 3, do artigo 35,
do anexo 1 da Lei n2 75/2013, de 12 de setembro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 24/20, de 06/05, do
DF/DPF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
—
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
ratificação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
02 4 alt orç
I
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li. FI.Ata 058
1
Üfl1 Reunião de 2020/05/13
Município
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2__- -
Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS EXTRAORDINÁRIOS - ASSOCIAÇÕES
HUMANITÁRIAS DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DO CONCELHO
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/05/07, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, nos termos do
disposto do n° 3, do artigo 352, do anexo 1, da Lei n° 75/2013, de 12 de setembro,
o qual aprovou o Regime Jurídico das Autarquias Locais, com as demais alterações
legislativas subsequentes e na redação atual, aprovação da ratificação
confirmativa do seu despacho que define a atribuição de apoios financeiros
extraordinários, no valor de 150 000,00€, às associações humanitárias de
bombeiros voluntários do concelho, sendo atribuído à Associação Humanitária de
Bombeiros Voluntários de Alhandra o valor de 17 511,63€, à Associação
Humanitária de Bombeiros Voluntários de Alverca do Ribatejo o valor de
35 g42,09€, à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Castanheira do
Ribatejo o valor de 15 912,10€, à Associação Humanitária de Bombeiros
Voluntários de Póvoa de Santa Iria o valor de 30 666,01€, à Associação
Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vialonga o valor de 23 981,39€ e à
Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vila Franca de Xira o valor de
25 986,78€, visando apoiar as associações e respetivos corpos de bombeiros das
situações de falta de liquidez em termos de tesouraria e de acréscimos de custos,
em decorrência da pandemia da doença Covid-19.
interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que se está a falar dum apoio
aos bombeiros do território, e começa por dizer que considera que esta é
claramente uma responsabilidade do Estado. A quem compete a proteção civil e a
quem compete o apoio aos bombeiros é ou deveria ser, no fundamental, o Estado.
As autarquias, umas mais, outras menos, vão tentando dar apoios para que estes
bombeiros ou estas corporações possam cumprir com aquilo que é a sua missão.--
O que hoje se está aqui a decidir é um adiantamento das verbas que estavam
previstas acontecer, no valor de 125 000,00€, ao que a câmara municipal juntou
25 000,00€ a mais. Já se tinha previsto dar os 125 000,00€? Já tinham sido
comunicados aos bombeiros os valores exatos?
Referiu o Sr. Presidente que sim.
Continuou a Sr Vereadora, dizendo que, tanto quando os membros da CDU
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FLAta O59
/ Ii Reuniãode2o2o/05/13
Município VI
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Vila Franca de Xira
/ V ( Deliberação n2
Câmara Municipal
conseguiram perceber, quer das intervenções do Sr. Presidente, quer das
conversações que tiveram com algumas corporações de bombeiros, claramente,
aquilo que é o apoio extraordinário é 25 000,00€, e o que percebem também é que
há corporações de bombeiros que vão receber menos do que aquilo que tinham
previsto receber, e isto é grave.
Pediu o Sr. Presidente à Sr Vereadora para explicar, pois não percebeu.
Disse a 5r Vereadora Regina Janeiro que, face àquilo que tinha sido anunciado
passar para as corporações de bombeiros fruto daquilo que seria o aumento para
os efetivos, aumento da contribuição da câmara municipal para os efetivos, há
corporações que vão receber menos do que aquilo que estava previsto.
Disse-o claramente na última reunião de câmara, há 15 dias que disse ao Sr.
Presidente qual era a opinião dos membros da CDU, houve 15 dias para refletir e
mantiveram-se exatamente as mesmas propostas, há 15 dias disseram que
achavam que era pouco, que consideravam que o apoio aos bombeiros deveria ser
superior àquele que estava previsto já na altura, que já tinham todos ouvido falar,
até porque o Sr. Presidente tinha feito uma reunião on-line ou vídeo-reunião com
as corporações, em que anunciava os tais 150 0000,00€, os 125 000,00€ mais
25000,00€. — —
Assim, adianta já que o voto da CDU não é favorável, porque entendem que se está
muito aquém daquilo que são as necessidades das corporações de bombeiros, e
diria que este é um daqueles assuntos que os difere do executivo em dois sentidos.
Muitas das vezes é apenas a forma, e aqui têm uma diferença clara em relação
àquilo que lhes estão a propor, em relação à forma e em relação ao conteúdo.
É em relação à forma, porque entendem que o Sr. Presidente é o responsável
máximo da proteção civil do concelho e devia ter estado em reunião com as
corporações de bombeiros, a fazer esta divisão e a definir os critérios claros para
esta distribuição. Aliás, sabem também que houve corporações e bombeiros,
várias, que, sobre aquilo que o Sr. Presidente disse na vídeo-reunião, e aquilo que
depois efetivamente veio a acontecer, não tiveram o mesmo entendimento.
Entenderam outras coisas das palavras do Sr. Presidente, que depois não foi
aquilo.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que quando aparecer dinheiro entendem-se
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EL Ata - 060
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Vila Franca de Xira Deliberação n
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sempre.
Referiu a Sr? Vereadora Regina janeiro que não está a falar de ninguém que vai
gastar o dinheiro que a câmara municipal dá para comprar um automóvel de luxo
ou um bem alimentar de luxo, está a falar dos bombeiros, que não podem ser
apenas os soldados da paz e os heróis quando há fogos.
Também, depois disto não podem voltar todos a achar que se pode cortar no
Serviço Nacional de Saúde. Todos têm de assumir as suas responsabilidades
políticas, e não se pode estar, numa determinada fase, a bater palamas aos
bombeiros e a seguir diz-se “não, vocês não vão receber aquilo”.
Assim, quanto à forma, uma vez mais demonstra-se aqui uma grande diferença na
forma de intervenção, pensam que, não só a câmara municipal devia ter definido
as regras, como o Sr. Presidente, enquanto responsável máximo da proteção civil,
devia ter estado presente na reunião e assumir as responsabilidades.
Relativamente ao conteúdo, claramente consideram que é insuficiente face às
necessidades. Têm todos a noção daquilo que foi o decréscimo de receitas por
parte dos bombeiros nestes últimos tempos, todos têm noção que haverá fases em
que se vai voltar a precisar dos bombeiros, consciente que se está que eles já eram
poucos o ano passado, e naturalmente que a CDU não poderá votar
favoravelmente esta posição, porque entende que a atribuição de apoio
suplementar aos bombeiros devia ser muito mais do que aquela que está prevista.-
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que o seu pedido de
intervenção prende-se, de facto, com a urgência e a necessidade de dar este apoio
extraordinário aos bombeiros. O Bloco de Esquerda sabe que passam por uma
situação muito complicada, porque o número de serviços que faziam e que lhes
garantia receita, diminuiu bastante, no entanto continuam a prestar serviços da
maior relevância à comunidade e às populações.
Não tem elementos para dizer se este apoio chega, se é suficiente, mas,
normalmente, quando se está em crise todo o apoio é pouco, e apela a que esta
situação seja acompanhada e eventualmente reforçada com outros apoios, mas vai
votar favoravelmente, porque pensa que, de facto, é um apoio que é bastante
necessário e urgentemente necessário, independentemente de outros que venham
a ser equacionados e dados no futuro.
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V i FLAta - 061A Reunião de 2020/05/13
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Câmara Municipal
O Sr. Presidente interveio, dizendo que depois passa a palavra ao Sr. Vereador
António Félix, mas o que diz é que há aqui um equívoco bastante grande, e é bom
esclarecer
Em primeiro, na reunião por videoconferência que teve com todos os bombeiros,
com todas as direções dos bombeiros, esta matéria foi aprovada por unanimidade,
não lhe pareceu que alguém não tivesse percebido o que disse. Se alguém tivesse
alguma dificuldade, tinha toda a possibilidade de lhe telefonar, escrever ou seja o
quefor.
Em segundo, é a maturidade que os bombeiros já conseguiram ao longo dos anos,
que é a deles próprios conseguirem resolver, entre todos, as matérias que lhes
dizem respeito. Esse repto foi-lhes lançado há uns anos atrás, e todas as
corporações de bombeiros conseguiram entender-se em como é que deveriam ser
divididos os valores. Os critérios que foram então criados são os que foram agora
também aplicados nesta distribuição do valor em causa.
Se o secretariado dos bombeiros e os bombeiros lhe vierem dizer, “olhe, a gente já
não quer esses critérios”, então terá que ser o presidente da câmara a, mais uma
vez, dizer “então pronto, uma vez que vocês já tinham atingido uma determinada
maturidade e uma capacidade de entendimento, que se desvaneceu, pois então
voltamos à estaca zero”. Não crê que os bombeiros queiram isso, na medida em
que já fizeram um grande avanço, que sempre enalteceu e volta a enaltecer.
O que diz às Srs e Srs. Vereadores é que o apoio aos bombeiros é sempre
insuficiente, não tem dúvidas disso, que as câmaras se substituem ao Estado, não
há dúvida absolutamente nenhuma, e que uma fatia importante do orçamento da
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira é destinada aos bombeiros, é um facto, os
números são os números.
Sobre aquilo que foi dito do compromisso que estava estabelecido inicialmente,
para que a equiparação entre os elementos das EIP - Equipas de Intervenção
Permanente, e os GIP — Grupos de Intervenção Permanente, se concretizasse a
partir de 1 de junho de 2020, o que disse é que esse apoio é anual, no valor de 125
500,00€, salvo erro, e o que os bombeiros iam receber este ano era metade desse
valor, que era um semestre. Portanto, as contas têm de ser bem-feitas, quem quer
fazer contas bem-feitas tem de as saber fazer, não é usar os números para depois
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A Á J Reunião de 2020/05/13
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Vila Frar de xira V , Deliberação n2
Câmara Municipal
vir dizer coisas que não são rigorosas.
Aquilo que pode dizer é que há uma situação de emergência, o executivo trouxe a
reunião uma solução de emergência, está convicto que provavelmente vai-se ter
de, aqui e acolá, ainda voltar a este tema, em termos de apoio, e cá se estará para
analisar. Agora, não se fez, pelas circunstâncias que se sabem, o Dia Municipal do
Bombeiro, mas atribuíram-se 55 000,00€ para a compra duma ambulância que é
justamente para a corporação de Alhandra, pelo que se tem de contar a história
toda.
Tem que se contar tudo, mesmo que agora se diga que o aumento foi só
25 000,00€, não é verdade, se se quiserem fazer contas, o apoio extraordinário é
substancial, a única coisa que se disse foi: “Compreendo a vossa frustração, mas,
se me permitem, a equiparação passa para janeiro de 2021”. Foi isto que foi
aprovado, pelo que foram 150 000,00€ para distribuir por todos os corpos de
bombeiros.
Se perguntarem a cada um deles se queriam um valor mais substancial, com
certeza que sim, agora, o executivo, duma forma rigorosa, consciente, atribuiu
aquilo que parecia mais adequado neste momento de grande aflição. Por isso, é o
queestáemcimadamesa.
Se houver outras necessidades, cá se estará para ver, aliás, como se fez agora
também à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vialonga.
Terminou, dando a palavra ao Sr. Vereador António Félix, para explicar também
algumas questões que têm a ver com esta matéria, e sobretudo os números.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, dizendo, na essência, que o Sr. Presidente já
explicou o que é que, de facto, está em questão neste ponto, e apenas irá precisar
os números, até para que não haja dúvidas relativamente àquilo que é o apoio
extraordinário que está a ser aprovado ou para aprovação. O apoio não é mais
25 000,00€, é mais 82 132,86€, este é o aumento que o apoio refere.
Tal como o Sr. Presidente tinha referido, os cerca de 125 000,00€ da equiparação
era um apoio anual, e como isto só iria ter efeitos num semestre, aquilo que, de
facto, se está a adiar para janeiro corresponde a 67 867,14€, é um pouco mais,
porque, como começava em junho, não eram 6 meses, eram 7, estando-se a falar
de 67 867,14€, que, juntando e fazendo a diferença para os 150 000,00€ que estão
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aprovados para o apoio extraordinário, dá esta diferença de 82 132,86€.
Depois, não é verdade que alguém vá receber menos, ninguém vai receber menos,
todos vão receber mais, e pode, especificamente, dizer o que é que vão receber a
mais, Vila Franca de Xira vai receber mais 14 675,59€.
Pediu a Sr Vereadora Regina Janeiro ao Sr. Vereador António Félix para dizer mais
devagar, pois gosta de fixar os números. Pede desculpa, mas gosta de fazer o
trabalhodecasa.
Continuou o Sr. Vereador, dizendo que está perfeito e referindo que Vialonga são
12 670,20€. Pode depois variar uns cêntimos, mas, à partida, estes são os valores,
e aliás, não varia, porque já foram pagos. Depois, a Póvoa de Santa Iria são
19 354,92€ e a Castanheira são 4 600,91€. —
Perguntou a Sr Vereadora se isto é o que vai ser a mais.
Prosseguiu o Sr. Vereador, confirmando que é a mais, e depois dirá qual é o valor
total que receberam, sendo que Alverca vai receber 24 630,90€ a mais e Alhandra
vai receber a mais 6 200,44€.
Assim, o que a Sr Vereadora Regina Janeiro estava a dizer, que havia gente que ia
receber menos, ninguém vai receber menos, todos vão receber mais, sendo esta a
primeira questão.
Depois, como a Sr Vereadora também muito bem sabe, o dinheiro, hoje, não é a
mesma coisa que amanhã, receber estes 67 867,14€ em 7 prestações, a última
das quais, como é óbvio, seria em dezembro, não é a mesma coisa como já o ter
recebido ontem. Ele fará face a necessidades que obviamente compreende, e aliás
já foi amplamente difundido, o executivo está completamente solidário para as
necessidades que as corporações de bombeiros têm e para o aumento de
despesas, mas tem pena que nenhuma corporação de bombeiros nunca tenha
falado na redução de despesas que também tem. Isso nunca ouviu ninguém falar,
mas pronto, também percebe que quando se está do lado em que se está a pedir,
nunca nos lembramos que há despesas a menos, só nos lembramos que há
receitas a menos, o que também pensa que é natural.
Sobre o aumento de apoio que este ano a câmara municipal vai suportar
relativamente às medidasque o Sr. Presidente muito bem falou, relembra muito
sumariamente que é o aumento para a compra do novo veículo, que também já foi
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Reunião de 2020/05/13
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Vila Franca de Xira Deliberação n9
Câmara Municipal
pago à corporação de Alhandra, de 15 000,00€, o aumento dos 7 novos GIP, e o
apoio extraordinário, e isso representa um aumento de despesa para a câmara
municipal de 204 178,56€. Assim, é importante também referir que são mais de
204 000,00€ com que a câmara municipal está a apoiar a mais relativamente ao
ano anterior
Sabe que as corporações podem achar pouco, compreende, aliás é uma máxima de
todos, quem recebe, recebe sempre pouco, quem paga, paga sempre muita, é
sempre muito difícil encontrar um ponto de equilíbrio entre quem paga e quem
recebe.
Esta, de facto, é a realidade, e aquilo que queria deixar bem claro, resumindo, é
que o aumento do apoio não é de 25 000,00€, mas sim de cerca de 82 000,00€, e
ninguém, o que é muito importante, nenhuma das corporações vai receber menos.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que há algumas questões
que lhe parecia importante esclarecer e partilhar. Tem vários documentos em
aberto, quer ver se não se perde, se não se baralha no meio dos documentos, e
começa pelo fim, que é esta ideia sistemática dos apoios extraordinários.
Os apoios que estavam contemplados no orçamento não são extraordinários, não
vale a pena andar a meter números e mais números para chegar a coisas que já
estavam previstas. Uma coisa é dizer-se “aumentámos o investimento face ao ano
passado”, outra coisa é dizer-se “apoio extraordinário”. São dois termos
completamente diferentes, e não sabe se se continua à procura ou a tentar chegar
aos 3 milhões de euros, que já todos perceberam que não são reais como apoio
extraordinário ou como investimento extraordinário, são despesas que se têm, e
volta a dizer que o ordenado dos trabalhadores estava previsto.
Interveio o Sr. Presidente, referindo-se às receitas que se deixaram de ter.
Prosseguiu a Sr Vereadora, dizendo que isso é outra coisa, entra noutro número
que o Sr. Presidente ainda não consegue dizer neste momento. Vai conseguir dizer
isso no final de dezembro, não consegue dizer. Ninguém ainda consegue saber
quanto é que, efetivamente, vai ter a menos. Provavelmente, o município vai ter
menos receita, mas entre aquilo que são apoios extraordinários e o que é
diminuição de receita, são coisas diferentes, que não se devem misturar, porque
tem que se ser claro e objetivo quando se comunica com a população. Não se
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Câmara Municipal
podem deixar dúvidas, nem permitir que se levantem dúvidas.
Depois, não é sobre esta matéria, mas diz, porque esta coisa dos 204 000,00€
extraordinários tem de ser claramente objetivada, e volta a dizer que a obrigação
de qualquer eleito autárquico e de qualquer pessoa que exerça funções públicas,
com responsabilidades políticas, tem de ser clara e firme.
Perguntou o Sr. Presidente: Uma situação que não estava prevista é o quê?
Respondeu a Sr Vereadora Regina Janeiro que isso é um apoio extraordinário, mas
está-se a pôr aqui o novo veículo de Alhandra, que já se sabia que se ia comprar,
ou os novos GIP, que já estavam previstos em orçamento.
Disse o Sr. Presidente que não estavam, esse é que é o problema. Sabe que a Sr
Vereadora tem necessidade de ir por aí, mas a realidade dos factos é outra.
Continuou a Sr Vereadora, referindo que não tem necessidade de ir por lado
nenhum sem ser pelo da verdade, só tem necessidade de ir pelo lado da verdade,
e já colocou também essa questão ao Sr. Presidente, discutiu-se isso no período
antes da ordem do dia, é que não se tem no outro prato da balança também aquilo
que não se está a gastar. Aí nunca se mete. Está a dizer alguma mentira, que não
se está a fazer uma série de iniciativas? É objetivo. Tem de se ser muito claro.
Referiu o Sr. Presidente que há quem mande foguetes para o ar.
Continuou a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo, quanto a “foguetes para o ar”,
que o Sr. Presidente não se deve estar a referir a nenhum eleito da CDU.
Referiu o Sr. Presidente que não é preciso ir muito longe, a Sr Vereadora logo vê.--
Interveio a Sr? Vereadora, mencionando que crê que não é aos membros da CDU
que o Sr. Presidente se está a referir, e o que estão todos a falar é de situações
completamente extraordinárias que, como há pouco disse, em lado nenhum
estavam previstas, mas há umas entidades que têm uma maior capacidade de
resposta, até porque têm a capacidade de poder decidir o que fazer e o que não
fazer, do que outras que não têm essa capacidade.
Em meados de abril já se sabia que a corporação de bombeiros de Alhandra tinha
menos 11 000,00€ de receita, que a corporação de bombeiros de Alverca do
Ribatejo tinha menos 7 000,0€ de receita, que a corporação de bombeiros da
Castanheira tinha menos 3 523,00€ de receita, que a da Póvoa de Santa Iria tinha
menos 9 049,00€, que a de Vialonga tinha menos 33 367,00€, que a de Vila Franca
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RAta
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Município
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de Xira tinha menos 3 943,00€, ou seja, volta a dizer, a meados de abril já se sabia
que a receita que as corporações de bombeiros, na totalidade, tinham a menos no
concelho, era de 67 769,98€. Isto são dados, não são dados que ninguém está a
manipular, não tem a capacidade de manipular cêntimos, nem dívidas dos
bombeiros. Isto é aquilo que já se sabe, a meados de abril, a pandemia está longe,
não vai terminar até que haja vacina, não, não vai ficar tudo bem, vão ter todos
problemas sérios, vai-se precisar, se calhar, mais do que nunca, das corporações
de bombeiros, o calor vai apertar e vai continuar a haver fogos, pelo que uma
entidade como a câmara municipal...
Interrompeu o Sr. Presidente, dizendo que há uma responsabilidade do Estado, e
efetivamente não pode também, consecutivamente, quando as situações estão
complicadas, continuar a ser sempre a autarquia a resolver. Há muitos fogos a
resolver nesta situação, e está a falar em termos gerais, não é só os bombeiros. Há
muitas pessoas em grande dificuldade, como já hoje se referiu, e referiu-se
anteriormente, pelo que se está a tentar minimizar um problema que os bombeiros
têm, já referiu que provavelmente tem de se voltar ao tema, e já não sabe o que é
quehádedizermais.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que aquilo que o Sr. Presidente acabou de
dizer foi a primeira frase da própria sobre o tema. A responsabilidade é do poder
central.
Referiu o Sr. Presidente que com certeza.
Quando um carro dos bombeiros avaria, vai combater um fogo para o Norte, para o
Centro, ou nem sabe para onde, vem com problemas nos pneumáticos, nisto,
naquilo, naqueloutro, etc., depois fica com problemas para reparar as viaturas,
mais uma vez, quem é que se chega à frente? São as câmaras municipais, e está-
se, ao fim e ao cabo, a investir para o país todo. Vila Franca de Xira não tem
grande floresta, o ano passado houve problemas de fogos, efetivamente, anormais,
em Vialonga, de resto tem pequenas situações, o grosso da intervenção dos
bombeiros do concelho é para o resto do país. Quando os bombeiros têm
problemas, são problemas provocados por essa mesma intervenção, e isto é tudo
muito complicado.
Estas conversas, quando são feitas entre pares dão sempre no mesmo, chega-se
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. RAta -067Reunião de 2020/05/13
Município Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação f2
Câmara Municipal
sempre ao mesmo. Agora, verdade se diga, também, se não forem as câmaras
municipais a tentarem resolver estes problemas, então a dificuldade era bem
maior. Por isso, pensa que neste momento é aquilo que é possível, não quer dizer
que não se possa vir a falar sobre o assunto. É o que pode dizer, termina, e pede
desculpa, pois voltou a interromper a Sr Vereadora.
Continuou a Sr Vereadora, mencionando que, como o Sr. Presidente se recordará,
desde o primeiro dia que se falou da Covid-19 que a CDU tem feito uma
intervenção sobre os bombeiros, sempre, tem sido sempre uma preocupaçâo, não
foi uma preocupação de agora porque está o ponto a votação, como o Sr.
Presidente sabe, há 15 dias já a colocaram.
Depois, todos receberam os documentos para a reunião de câmara, bem como o
documento que envia as conclusões da reunião tida com as corporações de
bombeiros, e volta a dizer que pensa que o Sr. Presidente devia estar nestas
reuniões, mas não disse que alguém tenha dito que o Sr. Presidente não tenha dito
a verdade, o que as corporações entenderam foi uma coisa diferente daquela que
lhes foi comunicada. Está plasmado no documento que foi enviado.
Pede desculpa, pede ao Sr. Presidente que a deixe terminar, sendo que no dia 5 de
maio o mesmo recebeu um e-mail em que dizia isto: “Por fim, dar-lhe também nota
que estes critérios foram aprovados por maioria, com 4 votos a favor (e não vai
dizer quem), e 2 contra, sendo que as corporações que votaram contra o fizeram
por se sentirem prejudicadas e não encararem esta verba como sendo um subsídio
extraordinário”.
O que pergunta é se o Sr. Presidente, perante esta informação, não achou que
deveria telefonar e tentar exatamente perceber as razões destas corporações. É
isto quer pergunta.
Respondeu o Sr. Presidente que não vai fazer comentários relativamente a
algumas coisas que leu e ouviu. Não vai fazer comentários.
Disse a Sr Vereadora que este é um documento oficial.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que estes critérios que foram adotados agora
foram os critérios que todos os bombeiros acordaram entre si. O que é que mudou?
Foram as direções? Talvez, e, se é isso, então que se juntem todos, e digam: “Olha,
aquilo que nós combinámos aqui há uns tempos atrás, isso fica tudo sem efeito”.
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Vila Franca de Xira Deliberação n9
Câmara Municipal
Então, vai-se à estaca zero, porque, quando o próprio disse, quanto aos critérios,
que era uma matéria que as corporações tinham condições de resolver, de acordo
com os critérios que já tinham definido anteriormente, julgou que as coisas iam ser
tranquilas. Afinal! E não se está a tirar, está-se a dar, se fosse a tirar, então!
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que não está a dar nenhuma informação
confidencial, está a partilhar extratos do documento que o Sr. Presidente mandou,
no âmbito da preparação daquilo que é a discussão do ponto.
Disse o Sr. Presidente que sabe tudo, sobre essa matéria está por dentro, e enviou
todos os documentos que eram absolutamente imprescindíveis para os Srs.
Vereadores fazerem o seu juízo e reflexão.
Referiu a Sr Vereadora, mesmo para concluir, porque não era para se ir tão longe
e teria acabado há muito mais tempo, que os membros da CDU reafirmam aquilo
que disseram. A própria disse aqui os valores que os bombeiros têm recebido a
menos, e se se juntarem aqueles que vão receber, vai-se perceber que ficam em
défice negativo, muito negativo. Reafirmam que não votarão favoravelmente este
ponto, tendo em conta que discordam com ele naquilo que diz respeito ao
conteúdo .e à forma. Acham que a câmara municipal, neste momento, tinha
obrigação, enquanto entidade mais próxima, e por ausência de respostas por parte
do Estado, de ir mais longe, tal e qual como está a fazer com muitas outras
entidades, que também não são da sua responsabilidade.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que está muito bem, respeita, como é
evidente, democraticamente respeita o que a Sr Vereadora acabou de dizer,
questionando se o Sr. Vereador António Félix quer ainda intervir.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, só para dar dois esclarecimentos,
porque provavelmente foi o próprio que não se fez entender bem. Não falou em
204 000,00€ de extraordinários, mas, de facto, depois da Sr Vereadora ter falado,
são extraordinários e vai explicar porquê, é que o orçamento foi aprovado em
novembro do ano passado e esta decisão só foi tomada em janeiro deste ano,
depois de reunião com os bombeiros. Portanto, são todos extraordinários, nenhum
estava previsto no orçamento.
Contudo, não falou nisso, a Sr Vereadora é que falou em extraordinários, o próprio
não disse que eram 204 000,00€ extraordinários. Se a Sr Vereadora quiser dizer,
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Vila Franca de Xira ( Deliberação n2
Câmara Munícipal
82 000,00€ são extraordinários, porque não estavam sequer previstos na proposta.
Se a Sr Vereadora quiser ver por esse prisma, fantástico.
Depois, disse outra coisa muito engraçada, que achou curioso, que a câmara
municipal não diz que também há coisas onde está a gastar menos, O que diz à Sr
Vereadora é que os bombeiros também não dizem, e pensa que tinha falado nisso,
também ficaria bem referir que, de facto, também houve despesas, por via da
redução dos serviços, que não tiveram. Pensa que as contas devem ser feitas na
sua plenitude.
Agora, o que acontece é que, face ao que estava previsto, e foi isso que disse, e ao
que receberiam no final do ano passado, este ano vão receber, até este momento,
mais 204 000,00€, e nenhuma corporação vai receber menos do que aquilo que
estava previsto receber. Todas vão receber mais, e isto é que é importante, é que
éfundamentalequeéaverdade.
—
Interveio o Sr. Presidente, passando à votação do ponto, perguntando quem vota
contra, quem se abstém, concluindo que é votado por maioria, com a abstenção
das Srs e Srs. Vereadores da CDU.
A Sr Vereadora Regina janeiro interveio novamente, solicitando que a sua
intervenção conste como declaração de voto.
Referiu o Sr. Presidente que está muito bem, questionando se o Dr. Fernando
Barreiros ouviu. —
Respondeu o Dr. Fernando Sarreiros afirmativamente.
Deliberado, por maioria, com a abstenção dos membros da CDU, em conformidade
com a proposta do Sr. Presidente.
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1111]Município 1 Is JIIVI Proc2
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Vila Frar de xira
V/ / V .. Deliberação n’ 143
Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO EXTRAORDINÁRIO REFERENTE AOS
PROJETOS DE OBRA DE AMPLIAÇÃO DA ÁREA TÉCNICA E OPERACIONAL DO
QUARTEL - ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE
VIALONGA
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/05/07, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, nos termos do
disposto do ri2 3, do artigo 359, do anexo 1, da Lei n° 75/2013, de 12 de setembro,
o qual aprovou o Regime jurídico das Autarquias Locais, com as demais alterações
legislativas subsequentes e na redação atual, aprovação da ratificação
confirmativa do seu despacho que define um apoio financeiro extraordinário, no
valor de 24 000,00€, à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de
Vialonga, no âmbito do apoio ao custeio dos projetos de arquitetura e das
especialidades da obra de ampliação da área técnica e operacional do seu quartel.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
04 AHBW
‘PxJawP El. Livro__________e RAta - - 071Reunião de 2020/05/13
Município 4 pçç2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n°____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO PRESIDENTE NA ÁREA DE PESSOAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 2243/20. de 30/04, do
DGAJ/DRH, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente na área de pessoal
no período compreendido entre 2020/04/06 e 2020/04/26. - -_______
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n° 2243/20, de 30/04, do DGAJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. -
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a), do n2 2, do artigo 350, do anexo 1, da Lei
n0 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
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Município fl il proc2
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de 1.
Vila Franca de xira Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal
Assunto: LEGISLAÇÃO—SÍNTESE E EDITAIS
Foi dado conhecimento do que de seguida se indica:
1. Dos diplomas publicados em Diário da República com interesse para a
administração local:
Declaração de Retificação n2 17/2020, de 23 de abril, 1 série, relativa à Declaração
de Retificação à Lei n2 10/2020, de 18 de abril, «Regime excecional e temporário
quanto às formalidades da citação e da notificação postal, no âmbito da pandemia
da doença COVID-19»;
Decreto-Lei n2 18/2020, de 23 de abril, 1 série, que estabelece medidas excecionais
e temporárias relativas à pandemia da doença COVID-19;
Decreto-Lei n9 18-N2020. de 23 de abril, 1 série, que estabelece as medidas
excecionais e temporárias na área do desporto, no âmbito da pandemia da doença
COVID-19;
Despacho n2 4946-A/2020, de 23 de abril, II série, que procede ao alargamento do
universo dos destinos admissíveis para os produtos retirados, de modo que, a par
das organizações caritativas, possam também beneficiar da referida ação as
instituições penitenciárias, as colónias de férias infantis, os hospitais e os lares de
idosos;
Despacho n2 5023-C/2020, de 27 de abril, II série, que altera a alínea g), do n9 4 do
Despacho n° 3547-A/2020, de 22 de março, sobre prestação de serviços de
atendimentoao público;
Declaração de Retificação n2 18/2020, de 30 de abril, 1 série, que retifica a Lei
n2 7/2020, de 10 de abril, «Estabelece regimes excecionais e temporários de
resposta à epidemia SARS-CoV-2, e procede à primeira alteração ao Decreto-Lei
n2 10-1/2020, de 26 de março, e à quarta alteração à Lei n2 27/2007, de 30 de
julho»;
Decreto-Lei Q 19/2020, de 30 de abril, 1 série, que estabelece um regime
temporário e excecional de apoio às associações humanitárias de bombeiros, no
âmbito da pandemia da doença COVID-19;
Declaração de Retificação n2 18-A/2020, de 30 de abril, 1 série, que retifica o
Decreto n2 2-C/2020, de 17 de abril, da Presidência do Conselho de Ministros, que
regulamenta a prorrogação do estado de emergência decretado pelo Presidente da
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Reunod 62O/05/13
Município
Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
República, publicado no Diário da República, 1 série, 12 suplemento, n2 76, de 17 de
abrHde2O2O;
Decreto-Lei n2 19-A/2020, de 30 de abril, 1 série, que estabelece um regime
excecional e temporário de reequilíbrio financeiro de contratos de execução
duradoura, no âmbito da pandemia da doença COVID-19;
Decreto-Lei n2 19-8/2020, de 30 de abril, 1 série, que altera o regime da
organização e funcionamento do XXII Governo Constitucional;
Decreto n2 2-D/2020, de 30 de abril, 1 série, que regulamenta o estado de
emergência e o estado de calamidade para o período entre 1 e 3 de maio de 2020;-
Resolução do Conselho de Ministros n2 33-A/2020, de 30 de abril, 1 série, que
declara a situação de calamidade, no âmbito da pandemia da doença COVID-19;----
Resolução do Conselho de Ministros n2 33-C/2020, de 30 de abril, 1 série, que
estabelece uma estratégia de levantamento de medidas de confinamento no
âmbito do combate à pandemia da doença COVID-19;
Decreto-Lei n2 20/2020, de 1 de maio, 1 série, que altera as medidas excecionais e
temporárias relativas à pandemia da doença COVID-19;
Resolução n2 1/2020, de 4 de maio, II série, 1 secção, referente à utilização de
meios eletrônicos nos processos de fiscalização prévia;
Portaria n9 107-A/2020, 4 de maio, 1 série, que estabelece a lotação máxima no
transporte em táxi e no transporte em veículo descaracterizado a partir de
plataforma eletrónica, no âmbito das medidas excecionais e temporárias relativas
à pandemiaCOVlD-19;
Declaração de Retificação n2 18-C/2020, de 5 de maio, 1 série, que retifica o
Decreto-Lei n2 20/2020, de 1 de maio, da Presidência do Conselho de Ministros,
que altera as medidas excecionais e temporárias relativas à pandemia da doença
COVID-19, publicado no Diário da República, 1 série, n2 85-A, de 1 de maio de 2020;
Declaração de Retificação n2 18-8/2020, de 5 de maio, 1 série, que retifica o
Decreto-Lei n2 19-8/2020, de 30 de abril, da Presidência do Conselho de Ministros,
que altera o regime da organização e funcionamento do XXII Governo
Constitucional, publicado no Diário da República, 1 série, 32 suplemento, n2 85, de
30 de abrfl de 2020.
2. Dos editais publicados entre 2020/04/22 e 2020/05/05, que constam da lista
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FI. Livro
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71 nA] Reunod5OO/O5/13Município t) ,41JV1 Proc
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Vila Franca de Xira JV Deliberação n2____________
Câmara Municipal
anexa, a qual se dá por inteiramente reproduzida nesta parte da ata.
Tomado conhecimento.
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1 aR Reunode 620/O5/13Município 2 1V Proc
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Vila Franca de Xira J Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento da informação referente aos pagamentos
autorizados pelo Sr. Presidente, pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador
António Félix, no período compreendido entre 2020/04/22 e 2020/05/05,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do n2 1, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
07 pagamentos
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A A Reunoje 62O/O5/13
Município “R2 jjjij Proc2
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Vila Franca de Xira 4V Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
Câmara Municipal:
Dotações Orçamentais 25 303 910,72€
Dotações não Orçamentais 2 981 798,77€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 4 320 334,66€
Dotações não Orçamentais 715 496,50€
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
08 balancetes
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aAÂ
Município ) ‘T Proc2
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 242/20, de
30/04, do DGAJ/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício do direito de preferência, no período compreendido
entre os dias 21 e 30 de abril de 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 242/20, de 30/04, do
DGAj/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. -
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29 e 30 da Lei n2 31/2014, de 30 de maio. --
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus submete o assunto à reunião
de câmara para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
09 50P
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1 ah Reunoje2d20/O5/l3
Município
Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal 1
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 9/20, de
30/04, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice-
Presidente, no período compreendido entre 2020/04/16 e 2020/04/29, no âmbito
do licenciamento de obras particulares previstas no Regime jurídico de
Urbanização e Edificação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 9/20, de 30/04. do
DPGU/SAPRE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano ----— Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento. — —
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
10 DPGU
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RAta - 079
IA Reunião de 2020/05!13
Município
Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n 144
Câmara Municipal
1. Assunto: PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA A CONSTITUIÇÃO DE
RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO INDETERMINADO PARA
TÉCNICO SUPERIOR (ÁREA DE ENGENHARIA FLORESTAL) - RECRUTAMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 2278/20, de 06/05, do
DGAJ/DRH, para aprovação, nos termos do disposto no n2 1, do artigo 42 do
Decreto-Lei n2 209/2009, de 3 de setembro. conjugado com o n2 4, do artigo 3Q2
da Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas, do recrutamento excecional de 2
candidatos, posicionados na lista unitária de ordenação final do procedimento
concursal comum, para a constituição de relação jurídica de emprego público por
tempo indeterminado para técnico superior (área de engenharia florestal), tendo
em vista o preenchimento de 2 postos de trabalho previstos no mapa de pessoal
de 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 2278/20, de 06/05, do DGAJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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11 florestal
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Ah RAta - 080
/3. ÜhIÂ Reunião de 2020/05/13
Município L Proc2
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de ( eVila Franca de Xira 1’ Deliberação n 145
Câmara Municipal
1. Assunto: ARRENDAMENTO DO R/C DO PRÉDIO SITO NA RUA LUIS DE CAMÕES, N
41 A 49-VILA FRANCA DE XIRA - MINUTA DO CONTRATO DE ARRENDAMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n9 250/20, de 07/05, do
DGAj/SOP, para aprovaçâo da celebração do contrato de arrendamento do r/c do
prédio sito na rua Luís de Camões, n2s 41 a 49, em Vila Franca de Xira, destinado à
instalação de serviços da câmara municipal, pela renda mensal de 1 400,00€, a
outorgar com a Sociedade Investilage — Administração Imobiliária, SA, e da
respetiva minuta, nos termos da alínea dd), do n2 1, do artigo 352, do anexo 1 da
Lei nQ 75/2013, de 12 de setembro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 250/20, de 07/05, do DGAj/SOP,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamenteI: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
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Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que é em duas reuniões de
câmara seguidas que se estão a alugar edifícios para albergar serviços do
município. Desta vez está-se a alugar um rés do chão na rua Luís de Camões, n2
45, a uma sociedade imobiliária de Alenquer.
Fizeram-se, em 2 anos de mandato, 2 revisões de macroestrutura, e aproveitava
para pedir ao Sr. Presidente aquilo que lhe pediu, se não está em erro, em
fevereiro, quando se discutiu a macroestrutura, que são os custos acrescidos com
esta nova macroestrutura, que nunca lhes foram enviados. Fez-se uma
macroestrutura, que tem um novo departamento, 4 novas divisões, em que
consegue ter uma divisão que tem apenas 2 trabalhadores, ou seja, o chefe de
divisão e provavelmente, diz a própria, o administrativo, tendo em conta que não
lhes foi dito qual era a função da segunda pessoa. O chefe de divisão é o segundo
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Reunião de 2020/05/13
Município Proc2
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Câmara Municipal
cargo mais alto que existe numa câmara municipal, tem como objetivo coordenar
grandes equipas, e a câmara municipal consegue ter uma divisão que tem 2
pessoas, o próprio chefe e um secretário.
Está a dizê-lo, porque neste segundo arrendamento que se traz, e há 15 dias foi a
um particular, desta vez é uma sociedade imobiliária de Alenquer, pelo que o estar
a ajudar o comércio local hoje parece-lhe que não se pode utilizar como se utilizou
há 15 dias, está-se a aprovar mais 1 400,00€ por mês, há 15 dias aprovou-se mais
1 600,00€ por mês. O que se está a aprovar neste momento é que se vai gastar
todos os meses mais 3 000,00€ por mês em arrendamentos, segundo o Sr.
Presidente a opção gestionária custaria 70 000,00€, pelo que meia opção
gestionária está gasta.
Os bombeiros não vão ter, por enquanto, e a própria leu...
Interrompeu o Sr. Presidente, mencionando que há boas novidades sobre isso.
Continuou, referindo que se há, ainda bem, gosta de boas novidades,
principalmente se aos trabalhadores disser respeito, e também fica contente por
ouvir dizer que o apoio aos bombeiros não é o definitivo, é o atual, mas que está
claramente aberta a porta para se voltar a atribuir mais apoios. Contudo, o que se
está a decidir hoje é que se aluga um edifício a uma sociedade imobiliária de
Alenquer por 1 400,00€ por mês, há 15 dias alugou-se um por 1 600,00€ por mês,
e a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira vai ter, em rendas, mais 3 000,00€ a
pagar todos os meses.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que, se fosse possível,
gostaria que dessem mais informação ao Bloco de Esquerda sobre que serviços é
que vão para estas lojas. Até compreende o argumento de que a descentralização
dos serviços tem um papel importante na vida da cidade, não descura essa
questão, mas, como se costuma dizer, nem tanto ao mar, nem tanto à terra, e não
sabe se é aqui o caso. Se, por um lado, compreende esse argumento e até o apoia,
por outro, a pulverização, se é que se pode usar este termo, dos serviços um pouco
por todo o lado, também não parece ao Bloco que seja positivo.
Portanto, se lhe pudessem elucidar um pouco mais sobre a necessidade de alugar
estas lojas, gostaria de ouvir o executivo sobre isso, e também perguntar porque
não instalar alguns dos serviços nas escolas da Armada. Também é preciso
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082
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Município Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
revitalizar aquele espaço, e se calhar até seria interessante deslocar alguns
serviços para lá, na medida em que possa faltar espaço noutros locais para serem
albergados.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que a Sr Vereadora misturou situações,
de qualquer modo também tem a dizer que, relativamente à opção gestionária,
mobilidades, consolidação de mobilidades, etc., é uma matéria que nos últimos
dias tem estado a analisar. Provavelmente trará em breve uma proposta nesse
sentido. São coisas diferentes, de qualquer modo a Sr Vereadora fez um
paralelismo, mais uma vez, que reconhece que é inteligente, de fazer a avaliação
financeira duma coisa e doutra.
Aquilo que refere é que o que se pretende é deixar de pagar rendas em alguns
sítios onde se está, e vai-se tentar que os novos arrendamentos que se vão fazer
sejam cobertos por esses espaços que hoje estão arrendados. Provavelmente não
se vai conseguir na sua plenitude, porque, provavelmente, para não dizer de
certeza, vão-se trazer mais arrendamentos à reunião de câmara. Efetivamente
está-se numa situação em que a continuidade do trabalho em espelho, a
continuidade do trabalho em teletrabalho, é bem provável que, mais tarde ou mais
cedo, termine, e vai ter de terminar, porque a organização da câmara municipal
exige muito de trabalho presencial.
Está-se numa situação absolutamente excecional, no entanto, se todas as pessoas
regressassem agora ao trabalho, não havia condições para assumir as exigências
que a Direção-Geral da Saúde coloca, o distanciamento social. Não há, é um facto,
tem que se assumir, e como se querem criar as melhores condições possíveis aos
trabalhadores no âmbito deste problema de pandemia que se tem, e esta matéria
da pandemia vai-se prolongar não sabe bem por quanto tempo, pois apesar de
obviamente a situação estar melhor neste momento, está longe de estar bem, há
decisões e tomadas de decisão que se têm de ter, que têm a ver com o conforto e
as condições de saúde que se têm de preservar aos trabalhadores.
É por isso que em alguns espaços em que, de facto, as pessoas estão muito
próximas umas das outras, se tenham de encontrar soluções para resolver essa
situação, senão provavelmente não era necessário estar a trazer estas opções. Por
outro lado, também diz que haver muitas lojas pela cidade vazias não será uma
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Ãi RAta -- - 883
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Município 1 VI Proc2
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situação muito agradável.
Aquilo que quer dizer é que este arrendamento que agora está à consideração da
câmara municipal é para a Divisão de Inclusão e Igualdade, que tem como
responsável político a Sr Vereadora Manuela Ralha, e também para o
Departamento de Habitação e Coesão Social, que é dirigido politicamente pela Sr
Vereadora Helena Pereira de jesus. Está-se também, na área da saúde, e da
responsabilidade da Sr Vereadora Fátima Antunes, a tentar encontrar outra
solução para deixar o espaço onde hoje os serviços estão, que é um mau espaço,
era já um mau espaço antes da pandemia, e é um mau espaço que veio ainda a
acentuar as dificuldades que existem. Naquele espaço onde os serviços estão não
se podem cumprir as exigências da Direção-Geral da Saúde, e como os membros
do executivo são pessoas conscientes, responsáveis, estas medidas que estão a
tomar têm em vista exclusivamente esse bem-estar, que os motiva a estas
tomadas de decisão.
Crê que terá respondido às questões, mas pensa que a Sr Vereadora Regina
Janeiro quer dizer mais qualquer coisa.
Interveio novamente a Sr Vereadora, pedindo muita desculpa, mas dizendo que
nunca tinha ouvido o termo, para si é novo, e queria perceber o que é isso do
trabalho em espelho, se é ou não é a jornada contínua, mas o Sr. Presidente já lhe
responde.
Referiu o Sr. Presidente que em boa verdade é.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que de trabalho em
espelho nunca tinha lido nada, e não é advogada, como já hoje alguém disse, mas
jornada contínua é um termo jurídico que está definido, para uma determinada
tipologia.
Perguntou o Sr. Presidente se a Sr Vereadora nunca ouviu falar de trabalho em
espelho.
Respondeu a Sr Vereadora que não, por acaso não, não interessa, e trabalha
muito em recursos humanos, como o Sr. Presidente sabe.
Disse o Sr. Presidente que deve ser alguma coisa que o executivo aqui inventou,
em Vila Franca de Xira, tem de registar a patente, certamente.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que por acaso também nunca ouviu.
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RAta 084
(4 Reunião de 2020/05/13Município Proc2
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Câmara Municipal
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina Janeiro, após intervenções da Sr Vereadora
Manuela Ralha e do Sr. Presidente, referindo que só queria perceber se era a
jornada contínua, é licenciada em psicologia das organizações e do trabalho, diga-
se que sobre trabalho, até por formação, e porque sempre trabalhou na área, tem
algumas competências, nunca tinha ouvido, e não está a fazer nenhuma crftica,
nem está a dizer que foi o executivo que inventou, não está a dizer nada, foi para
perceber do que é que se estava a falar.
Referiu o Sr. Presidente que este é um termo usado pela Direção-Geral da Saúde. --
Respondeu a Sr Vereadora que não está a dizer que não, está a dizer que nunca
tinha ouvido, não tem problema nenhum, há coisas que se calhar algum dia vai
dizer que o Sr. Presidente nunca ouviu, nem está a tecer comentários.
Uma segunda questão, sobre aquilo que o Sr. Presidente disse, é que acabou por
insinuar, e não é insinuar, aqui não se está a falar de insinuar, foi objetivo naquilo
que disse na intervenção anterior, que estes edifícios estão também a ser alugados
por causa da Covid-lg, por causa das regras de trabalho e de não se ter espaço, e
pede desculpa, mas os membros da CDU receberam os documentos de preparação
para a discussão dos pontos, e em lado nenhum isto está escrito.
Claramente, na proposta que têm, que se traz à câmara municipal e que se
preparou, e pede que o Sr. Presidente a deixe terminar, para não se prolongar a
discussão, em lado nenhum está escrito, nem hoje, nem há 15 dias, que tem
alguma coisa a ver com a Covid-19, Contudo, também não quer acreditar que se
estejam a tomar estas decisões à pressa, e não quer utilizar nenhuma expressão
popular, por causa da Covid-19. Vão votar favoravelmente este ponto, mas vão
votar favoravelmente este ponto porque desde o início deste mandato, que é
aquele pelo qual pode falar, o seu camarada, Sr. Vereador Nuno Libório, poderá
falar sobre outros, a própria só pode falar sobre este, que defendem que é
fundamental, essencial, fazer um estudo sobre aquilo que são as dificuldades dos
serviços da câmara municipal, para depois, naturalmente, se fazer um plano de
ação. Desde o início que dizem que os trabalhadores têm de trabalhar em boas
condições para servir melhor os munícipes. Vão votar favoravelmente este ponto,
exclusivamente e só porque não querem condicionar as melhores condições de
trabalho para alguns trabalhadores, para que se possa prestar melhor o serviço
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Fl.Ata —085
Reunião de 2020/05/13
Município
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Câmara Municipal
público.
Agora, se o Sr. Presidente lhe permite, apoiar o comércio local é uma coisa, apoiar
sociedades imobiliárias é outra.
Referiu o Sr. Presidente que não esteve no espírito do executivo estar a escolher,
fez as suas opções por três motivos: Melhorar as condições de trabalho para as
pessoas, que é um primeiro ponto e essencial; Em segundo, um valor aceitável em
termos de renda, porque antes da pandemia este valor que está em cima da mesa
era muito superior, e que estes espaços fossem os adequados às necessidades
específicas dos serviços que há pouco referiu; Por último, de facto, se se puderem
ter lojas com movimento em vez de estarem como estão, abandonadas, é um fator
essencial. Portanto, não se escolheu alugar aquela loja ou esta loja pela escolha de
quem é, é porque oferecem condições para o efeito, em termos de espaço e do
valor do próprio arrendamento. Foram estes os critérios.
De seguida, passou à votação do ponto, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
Pediu ainda a Sr Vereadora Regina Janeiro para fazer um aparte, ao que o Sr.
Presidente anuiu, perguntando se é sobre o espelho.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que é, porque essa é a orientação para os
lares, não é para o trabalho.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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086
Reunião de 2020/05/13
Município Proc2 33/19 ARU
de /
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Vila Franca de Xira Deliberaçào n 146
Câmara Municipal
1. Assunto: CEDÊNCIA PARA INTEGRAÇÃO NO DOMÍNIO PÚBLICO - RUA DO OUTEIRO,
N6-ALVERCADORIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação técnica n2 192/20, de
30/04, do DPGU/DF/SFT para aceitação da cedência de terreno para o domínio
público, na rua do Outeiro, n 6, em Alverca do Ribatejo, pertença de José Gomes
de Jesus Alves, com área de 153,36m2, no valor atribuído de 153,36€,
confrontando a norte com arruamento municipal, a sul com a rua do Outeiro, a
nascente e a poente com o próprio, e posterior remessa à assembleia municipal
para aprovação nos termos da lei.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação técnica n2 192/20, de 30/04, do
DPGU/DF/SFT, plantas de localização e planta de cedências, documentos que se
dão por inteiramente reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação e seguimento à assembleia municipal, como proposto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
13 Outeiro
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j1iJJ Reod
Município 7 V Proc9 15/20 CERTAUGI
Vila Fran de Xira Deliberação riQ - -
- 147
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 217, DO LOTEAMENTO DA QUINTA DA PONTE - SÃO JOÃO DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 63/20, de 30/04, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 217 do loteamento da Quinta da Ponte, em São João dos
Montes, no valor de 2 624,84€, registada na P Conservatória do Registo Predial de
Vila Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n2 2/2015-AUGI, de
25/03, solicitado por TRXMS — Gestão, Manutenção e Serviços a Empresas, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 63/20, de 30/04, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
14 Ponte 217
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,/1 Reunode2OWR3
Município / Proc 14/20 CERTAUGIde Ali
Vila Franca de Xira Deliberação n2 -
- 148
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 268, DO LOTEAMENTO DA QUINTA DA PONTE - SÃO JOÃO DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 62/20, de 30/04, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 268 do loteamento da Quinta da Ponte, em São João dos
Montes, no valor de 1 964,29€, registada na )fl Conservatória do Registo Predial de
Vila Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n2 2/2015-AUGI, de
25/03, solicitado por Ana Maria Simões Baptista da Silva.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n9 62/20, de 30/04, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
15 Ponte 268
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FI. Livro
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Reuniãod 020/o5R3
Município V Proc 13/20 CERTAUGIVila Franca de Xira Deliberação ríÓ - -
- 149
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 269, DO LOTEAMENTO DA QUINTA DA PONTE - SÃO JOÃO DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n 61/20, de 30/04, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 269 do loteamento da Quinta da Ponte, em São João dos
Montes, no val& de 2 310,93€, registada na P Conservatória do Registo Predial de
Vila Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n9 2/2015-AUGI, de
25/03, solicitado por Ana Maria Simões Baptista da Silva.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 61/20, de 30/04, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
16 Ponte 269
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RAta 090
JÁ Reunião de 2020/05/13
Município Proc 76/19 DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n j59
Câmara Municipal
1. Assunto: REQUALIFICAÇÃO URBANA E PAISAGÍSTICA DA AVENIDA BAPTISTA
PEREIRA E ZONA ADJACENTE - ALHANDRA — PLANO ESPECÍFICO DE SEGURANÇA
PARAREMOÇÃODEAMIANTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 493/20, de
30/04, do DOVI/DEI, para aprovação do plano específico de segurança, nos termos
do disposto do n2 1, do artigo 12 do Decreto-Lei n2 273/2003, de 29 de outubro,
para remoção de amianto, a integrar no plano de segurança e saúde da obra
referente à empreitada de requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista
Pereira e zona adjacente, em Alhandra, adjudicada à Cordivias - Engenharia, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 493/20, de 30/04, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
—
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que deve dizer que lhe custa um
pouco voltar a questões como aquela que vai colocar, o Sr. Presidente bem sabe
que tem por si o maior respeito e consideração, tiveram sempre um
relacionamento, e vão continuar a ter, nessa matéria, mas esta coisa das árvores e
a relação que a câmara municipal tem tido com as árvores é uma coisa que,
sinceramente, deve confessar que o incomoda sobremaneira.
A questão já foi aqui aflorada, da requalificação da avenida Baptista Pereira, e
aquilo que vem fazer, e os membros da CDU vêm fazer, é exatamente lamentar
mais uma vez o corte e o abate das árvores duma forma que lhe parece um pouco
esquisita, de repente as árvores em Vila Franca de Xira começaram “a cair como
tordos”. Lamenta e, ao mesmo tempo, gostaria de saber também se vão ser ou
não repostas algumas árvores, ou se estas vão ser substituídas por outro tipo de
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FI. Livro
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091
IA Reunião de 2020/05/13
Município Proc2 76)19 DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
árvore.
—
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que a questão das árvores
já o Bloco de Esquerda a levantou no período antes da ordem o dia, mas tem mais
algumas questões acerca da requalificação urbana, que até foi aprovada pelo
Bloco, entretanto há alguns detalhes para os quais gostaria de ser esclarecido.
Em primeiro, está incluída nesta requalificação a remoção do amianto de
equipamentos da náutica da Cimpor. Sabe que estes equipamentos desportivos
foram cedidos à Sociedade Euterpe Alhandrense mediante um protocolo, e gostava
que o elucidassem, porque confessa que não conseguiu apurar esse facto, se esta
cedência foi definitiva ou não ou se tem algum prazo de usufruto para a Sociedade
EuterpeAlhandrense.
Assim, para já são as questões que lhe suscita este ponto.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que vai começar pelas árvores, e o
que diz aos Srs. Vereadores, e mais para o Sr. Vereador Carlos Patrão, é que não é
cliente das redes digitais, mas há sempre amigos, umas vezes para lhe
infernizarem o juízo, outras para lhe mostrarem coisas interessantes, alguns
vídeos, por exemplo, que aí aparecem e dão vontade de rir, o que é agradável, e
vieram-lhe mostrar uma coisa que apareceu no Facebook, e vai citar: “Carlos
Patrão - Que raio de obras de requalificação são estas, que arrasaram uma dezena
de árvores, frondosas, na avenida Daptista Pereira, em Alhandra. Estavam a
incomodar alguns dos consultores ambientais e da organização de espaços
públicos da câmara municipal, que não põem lá os pés”.
Esta é a pergunta, a reflexão ou a insinuação, é aquilo que se quiser, e então fica
pela pergunta, detém-se, e na resposta vai responder ao Sr. Vereador Carlos
Patrão e ao Sr. Vereador Mário Calado, que não tem nada a ver com isto, mas
também falou de abate de árvores.
Referiu o Sr. Vereador Mário Calado que fala sempre.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que não tem nada a ver com isto, são coisas
distintas, mas, já agora, fala da mesma forma e assim responde aos dois.
É preciso referir, em primeiro lugar, que, ao contrário do que alguns dizem, o
executivo não é assassino de coisa nenhuma, muito menos de árvores, e a
democracia tem isto, cada um diz o que lhe vem à cabeça, a democracia até
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AU El. Ata 092
[4 Reunião de 2020/05/13Município
* Proc2 76/19 DOVSM-EMPde j
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
permite o direito ao disparate, a dizer disparates. “Aqueles gajos são assassinos”.
Pronto, está feito, está dito, e alivia-se se calhar nem sabe o quê, mas dizem-se
coisas absolutamente absurdas, que não têm contexto absolutamente nenhum.
Por isso, queria dizer que, como já sabia que esta matéria vinha a ser falada,
queria fazer uma retrospetiva e vai fazê-la duma forma muito clara, muito serena,
pedagógica, que tem a Ver com a requalificação urbana e paisagística da avenida
Baptista Pereira e zona adjacente, em Alhandra, referindo a cronologia deste
procedimento.
No dia 25 de setembro de 2019, em reunião de câmara, no ponto 21 da respetiva
ordem do dia, este ponto foi aprovado por unanimidade, naturalmente com o voto
a favor do Sr. Vereador Carlos Patrão. Nessa informação, para além de muitas
outras coisas estava lá também uma memória descritiva, que referia claramente o
que se pretendia fazer. Se o Sr. Vereador Carlos Patrão tiver paciência, e já
percebeu que tem, porque é um entusiasta de avaliar coisas históricas, como há
pouco referiu sobre o Colete Encarnado, tem interesse por essas coisas, então é
recuperar essa memória descritiva e fazer o favor de se deter na página 11, que
certamente lhe ia responder a muitas das suas preocupações. —
Depois, no dia 26 de setembro de 2019, em assembleia municipal, realizada nas
Quintas, na sua ordem do dia, no ponto 16, relativo ao procedimento de
autorização do compromisso plurianual, este ponto foi aprovado por unanimidade,
o que quer dizer também que com os votos dos elementos do Bloco de Esquerda. --
No dia 4 de dezembro de 2019, em reunião de câmara, esta realizada na
Calhandriz, no ponto 25 da respetiva ordem do dia, foi aprovada a adjudicação
desta obra, no valor de 730 700,00€, com um prazo de execução de 180 dias, por
unanimidade, também com o voto a favor do Sr. Vereador Carlos Patrão.
No dia 8 de janeiro de 2020, em reunião de câmara, no ponto 24 da respetiva
ordem do dia, foi aprovado o diretor da obra e coordenador de segurança em obra,
por unanimidade, com o voto favorável também, naturalmente, do Sr. Vereador
CarlosPatrão.
No dia 5 de fevereiro de 2020, em reunião de câmara, no ponto 28 da respetiva
ordem do dia, foi aprovado o plano de segurança e saúde, por unanimidade,
também com o voto favorável do Sr. Vereador Carlos Patrão.
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FI. Livro
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1 Ah Fl.Ata 093IA Reunião de 2020/05/13Município
-. Proc2 76/19 DOVSM-EMP
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Chegados aqui, na tal página 11 que há pouco referiu, diz o seguinte, e não é
extenso, não vai demorar muito tempo: “Árvores — A norte da intervenção na rua
Vasco da Gama encontram-se as 4 graviolas, com os já referidos problemas de
implantação. A sul desta interseção encontram-se os choupos, freixos e plátanos,
que foram sendo alvo de podas intensas e sucessivas, que contribuíram para que
apresentem, além de deformações severas da sua estrutura e estatura, problemas
fitossanitários evidentes, observando-se em quase todas podridões extensas. As
podridões maiores revelam, de forma evidente, por retração dos lábios periféricos,
que não podem ser resolvidas. O fecho das feridas já não será possível, facto que
conduzirá a um declínio progressivo da sua estabilidade, podendo originar
situações perigosas para as pessoas e de esgalhamento ou queda da árvore.
Porém, o principal desafio que o espaço público na avenida Baptista Pereira
apresenta, em termos de projeto, é confrontado ciclicamente, está relacionado
com a sua proximidade com o rio Tejo, mais precisamente com a baixa cota em
que se desenvolve, entre as cotas 3,50 e 2,40, aproximadamente. Tal situação
geográfica altimétrica torna esta área particularmente vulnerável à ondulação do
rio e a inundações, sendo que as águas chegam a atingir mais de 3 metros durante
as marés vivas, próprias das épocas de equinócios, segundo os registos históricos
e relatos da população local”.
Continuou, mencionando que isto é o mais importante que vem na memória
descritiva, na página 11, no entanto já em 5 de fevereiro de 2013, em 5 de abril de
2016 e em setembro de 2019, se tinha enviado à junta de freguesia de Alhandra
parecer sobre muitas daquelas árvores, que o Sr. Vereador referiu que não
compreendia porque é que iam ser abatidas, porque eram muito frondosas. Eram
muito frondosas, mas estavam todas podres por dentro e com problemas, como
acaboudereferir.
Assim, foi enviado ao Sr. Presidente da junta parecer sobre todos estes problemas,
com o respetivo suporte técnico, que identificava os problemas que aquelas
árvorestêm.
—
Desta forma, aquilo que pode dizer ao Sr. Vereador, compreendendo a sua
preocupação, e referindo que esta requalificação é muito importante naquela zona,
ao fim e ao cabo para dar continuidade ao passeio ribeirinho, é que é necessário
17 Baptista 4/10
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RAta - 094
Reunião de 2020/05/13
Município ProcQ 76/19 DOVSM-EMP
Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
encontrar soluções arbóreas adequadas e não aquelas que lá se têm, pelas razões
que já referiu. Vão ser abatidas 16 árvores, mais 17 arbustos, vão ser plantadas 46
árvores, mais 1029 arbustos, mais 2079 trepadeiras, mais 78m2 de relva, e há uma
pergunta que talvez esteja no espírito do Sr. Vereador, não sabe se a fez, se não
fez: Porquê não aproveitar as árvores e transplantá-las?
Referiu o Sr. Vereador Carlos Patrão que fez.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que pensa que terá feito essa pergunta,
e diz-lhe que aquelas árvores não têm condições de ser transplantadas, já em
muitas vezes se tentou e não se conseguiu, porque efetivamente secam.
Disse o Sr. Vereador Mário Calado que têm um porte muito grande.
Interveio novamente o Sr. Presidente, dizendo que as árvores, pelo seu tamanho,
pelas raízes que têm, etc., não resistem a um transplante. As únicas árvores em
que efetivamente se tem conseguido, com sucesso, o transplante, são palmeiras e
oliveiras.
Confirmou o Sr. Vereador Mário Calado que sim.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que mais nada, o resto seca tudo, não há
condições, e, por isso, o que diz ao Sr. Vereador Carlos Patrão, com toda a
consideração que tem pelo mesmo e amizade, é que se está a fazer um trabalho
sério, um trabalho assente e fundamentado com pareceres adequados, e quando
terminar aquela obra certamente que terá todo o gosto de ir lá com o Sr. Vereador,
e olhar par e passo, perguntando-lhe: Oiça, valeu a pena ou não? —
Tem a certeza absoluta de que o Sr. Vereador vai-lhe dizer que tinha razão, e que,
de facto, esta artéria ficou com outras características que não tinha, que era uma
zona, em alguns casos, abandonada, foi-se dar vida e foi-se devolver aquele
espaço às pessoas.
—
É preciso alguma cautela quando se chama “assassino” a alguém, porque se estão
aabaterárvores.
Referiu o Sr. Vereador Carlos Patrão que não foi o próprio.
Disse o Sr. Presidente que são os outros que vão na onda, que são do mesmo
clube. Há pedagogias que se têm de fazer, se o Sr. Vereador não está de acordo
com aquilo que é dito, é dizer: É pá, não vás tão longe, que isto não está correto.
Está-se aqui num trabalho polftico, que se quer o mais sério possível, e o executivo
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I
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RAta - 095
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Município VI Proc9 76/19 DOVSM-EMP
Vila Franca de Xira ( Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
também deve ser respeitado, não lhe podem chamar aquilo que vai na cabeça. São
assassinos? Por que carga-d’água? Só porque apetece? Não pode ser assim.
Enfim, é a vida, e agora já referiu aquilo que lhe parecia que era essencial, que é
dizer que se vão plantar muito mais árvores do que aquelas que se vão abater, val
se tornar aquele espaço um espaço extremamente agradável, requalificador duma
zona limite da freguesia, e tem a certeza absoluta, e também é um excesso, mas é
a sua convicção, melhor dizendo, que o Sr. Vereador vai-se rever naquilo que se
vai lá fazer. Era o que queria dizer.
Quanto ao Sr. Vereador Mário Calado, não se anda a cortar porque apetece cortar,
é porque é necessário. É questionável, sendo que, por exemplo, noutro dia
cortaram-se amoreiras no palácio da Quinta da Piedade, que, mais dia, menos dia,
iam cair em cima de alguém. Quando se cortaram estavam todas podres por
dentro, mais dia, menos dia, com um vento forte, iam, e aparentemente estavam
boas. Agora, o próprio olha para a árvore, o Sr. Vereador olha para a árvore, diz
que está frondosa, está bonita, mas quem percebe destas coisas, quem estuda
estas matérias, conhece, por determinadas características, de feridas, doutros
aspetos, e vê que a árvore não está em condições e pode vir a cair em cima de
alguém, com grande prejuízo para quem leve com um ramo ou com a árvore em
cima. Já para não dizer outros problemas associados, alguns problemas de caírem
em cima de carros, como já aconteceu, mas isso é, do mal, o menos, que é o
seguro que resolve.
—
Portanto, duma forma que quis que fosse pedagógica, correta, aquilo que move o
executivo é fazer um bom trabalho em prol da população, e fica-se por aqui.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando, antes de mais, que queria
esclarecer que colocou o “post”, e assume completamente aquilo que escreveu,
mas nâo pode assumir aquilo que outros escrevem, porque, a propósito desse
“post”, ou, se o Sr. Presidente quiser, dessa denúncia, também recebeu alguns
insultos.
Disse o Sr. Presidente que é por isso que não é adepto disso.
Continuou o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que aquilo que quer que fique
claro é que não chamou “assassino” a ninguém, apenas colocou a questão de
porque é que aquelas árvores foram abatidas.
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ali FLAta - 096
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Município Proc2 76/19 DOVSM-EMP
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Câmara Municipal
Referiu o Sr. Presidente que, como é pessoa muito próxima do Sr. Vereador, já
agora lhe diga que não deve dizer aquilo, que é um bocadinho a regra. É uma
sugestão.
Disse o Sr. Vereador que isso não está posto de parte, e aliás já teve até essa
conversa, está de acordo que deve haver moderação nos termos que são usados
para se fazer a luta política, e também devolve o pedido ao Sr. Presidente e à
bancada que representa, nesse sentido.
Referiu o Sr. Presidente que só se pode responsabilizar por aquilo que diz, ao que o
Sr. Vereador respondeu que é como o próprio, está a devolver exatamente o
mesmo repto.
Disse ainda o Sr. Presidente que não se responsabiliza por mais nada, vêm-lhe
dizer, porque o seu tempo já é muito escasso para ainda estar 2 ou 3 horas à
frente do computador a ver as fofoquices, não tem tempo, nem paciência. Pensa
que a política é das atividades mais nobres que conhece, então em termos de
autarquia, e distingue autarquia do resto, pois é tudo muito nobre, mas a autarquia
é outra coisa, aliás muita gente devia passar por cá para ver o que é a realidade
das coisas. Como atividade nobre que é, tem de se estar sujeito à crftica,
obviamente, não se pode é estar sujeito a coisas que as pessoas acham que devem
dizer. Era a sugestão que dava, e a pessoa pode continuar a chamar o que quiser,
até um dia se exceder de tal modo que vai parar ao tribunal, certamente, não
sabe,logosevê.
—
Prosseguiu o Sr. Vereador, referindo que, retirando essa parte de que se está a
falar, queria dizer mais duas ou três coisas. Em primeiro, de facto o Bloco de
Esquerda aprovou a requalificação, e o próprio teve o cuidado, por acaso, de antes
de vir para a reunião ler isso, pois já esperava que esse argumento fosse
levantado, mas confessa que muitas das vezes leem-se estes projetos e, por culpa
própria, admite que sim, não se tem bem a noção de todas as implicações, todas
as questões técnicas que estão subjacentes, até porque a apreciação é política e
nãoétécnica.
Disse o Sr. Presidente que aí concorda com o Sr. Vereador.
Continuou o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que, enquanto apreciação política
não tem a menor dúvida de que é a favor da requalificação daquela área, e
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RAta - 1197
Reunião de 2020/05/13
Município
Proc9 76/19 DOVSM-EMP
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
mantém, apesar daquilo que foi feito, que pensa que não está muito correto, a
mesma apreciação política.
Contudo, esta crítica sobre o corte das árvores não é só sobre esta requalificação,
pois o Bloco de Esquerda tem vindo a encontrar um certo padrão, e se calhar faz
um apelo a que haja mais atenção a isso, pois, e em primeiro, quando leu essa
memória descritiva não ficou com a sensação de que todas as árvores iam ser
cortadas. Foram todas as árvores, não ficou uma única em pé. Depois, ok, há um
parecer técnico que diz que todas essas árvores estão doentes, admite que sim,
mas teve o cuidado de ir ver os troncos que foram cortados, e não detetou, mas
também não é técnico, que as árvores estivessem em tão mau estado como está
descrito. Também, o que está descrito não diz que são as árvores todas, diz que
são algumas das árvores que lá estavam, e o que é verdade é que foram todas
cortadas. Sobre isso pensa que tem de haver mais atenção, essas árvores em
questão não são transplantáveis.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que nas plantas estavam identificadas as
árvores que iam ser cortadas, se o Sr. Vereador for lá outra vez ver, se tiver
condições para isso, estão lá.
Referiu o Sr. Vereador que confessa que na altura, quando aprovou a
requalificação, e quando o Bloco analisou, não teve a noção, ao ler o projeto, que
todas as árvores iam ser cortadas, porque, se calhar, continuava a votar a favor da
requalificação, pois pensa que é necessária, mas tinha levantado essa questão, e
se calhar até se tinha encontrado uma outra solução, não sabe, está agora a
especular. Portanto, também está a dizer aquilo que pensa que deve ser
ponderado nestes casos. A questão é, de facto, saber se todas as árvores tinham
deserabatidasounão.
—
Pelo que o Sr. Presidente lhe está a dizer era essa a questão, o Bloco de Esquerda
continua a entender que há um certo défice de árvores no concelho e nos locais
públicos, e já uma vez falou que, por exemplo, tiveram que ser cortadas, até
porque provocaram problemas, árvores que estavam no Largo da Câmara, falou-se
que ia haver uma reposição de árvores e essa reposição até ao momento não
aconteceu.
julga que tem de haver mais cuidado e um trabalho mais proativo nessa questão
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RAta 098
/Jfl 1 Reunião de 2020/05/13
Município
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Vila Franca de Xira / 1’ Deliberação n____________
Câmara Municipal
das árvores, até para não suscitar o tipo de comentários que o próprio fez, que
admite, se calhar, que foram feitos um bocado a quente, pois passou lá, viu aquilo
ereagiumal.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que leu e interpretou muito bem aquilo que o Sr.
Vereador escreveu, e fica-se por aqui.
Referiu o Sr. Vereador “ok”, mas continua com a questão do amianto e o resto das
questões. Não era só essa das árvores, também gostava de saber da questão do
amianto, e se, de facto, o edifício da náutica que vai ser recuperado no âmbito da
requalificação é da Euterpe ou é uma cedência temporária. Pensa que é importante
esclareceressaquestão.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que, conforme está no procedimento, prevê-se
efetivamente a retirada das chapas de fibrocimento. No que diz respeito ao posto
náutico em si, todas as requalificações que serão feitas no espaço do posto náutico
são da responsabilidade de quem está a gerir o espaço, que neste caso é a
Euterpe, sendo que se aproveitou esta intervenção para retirar mais uma cobertura
de fibrocimento que ali se tinha, o resto é com a Euterpe. Não sabe em que moldes
é que está escrito, não teve ocasião ainda de ler, mas está referido no próprio
procedimento.
Referiu o Sr. Vereador Carlos Patrão que sobre esse assunto então coloca uma
outra questão, e com isto encerra a sua intervenção, é que infelizmente não é a
única estrutura com amianto naquela avenida, também há amianto no barracão
dos bombeiros de Alhandra, no bar que pertence ao restaurante Voltar ao Cais e
num prédio particular que também está naquela avenida. Assim, pergunta: Não se
deveria ter também avançado para retirar o amianto de todas estas estruturas?
0k, há aqui casos distintos. Num caso está-se a falar dum edifício dos bombeiros, e
aí pensa que está ao mesmo nível da Euterpe, e depois há outra questão, dos
edifícios que são particulares, eventualmente serão particulares, não tem absoluta
certeza se o bar do restaurante Voltar ao Cais é ou não é particular, mas pelo
menos o dos bombeiros julga que estará ao nível do da Euterpe. Então, porque é
que não se equacionou também remover o amianto desse barracão?
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que efetivamente a esplanada do
restaurante Voltar ao Cais está arrendada pela junta de freguesia, que
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RAta 099
Reunião de 2020/05/13
Município / Proc2 76/19 DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira ( Deliberação n2
Câmara Municipal
provavelmente terá muitas dificuldades, julga o próprio, para retirar as chapas de
fibrocimento que lá estão na cobertura, que vão ter de ser tiradas, mas este é um
processo longo, não é imediato, e pretende-se fazer.
Depois, há um aspeto que é preciso realçar, de que se estava a esquecer e é bom
que se corrija. Aquele posto náutico já não é da Cimpor, é da câmara municipal,
sendo que, como os Srs. Vereadores se recordam, veio, na última reunião de
câmara, ou nas últimas reuniões de câmara, a passagem daquele espaço para a
gestão da câmara municipal. Aquele edifício está cedido à Euterpe, mas é da
câmara municipal. Por essa razão também é que se vai retirar aquela cobertura de
fibrocimento, pois se não fosse da autarquia certamente que se ia exigir que outros
ofizessem.
Agora, quanto a todo o espaço de fibrocimento que por ali existe, nomeadamente a
questão da esplanada, a câmara municipal terá, com a junta de freguesia, que é
quem está a receber a renda, mas é uma renda que certamente não dará para
fazer a obra da retirada da cobertura, mais tarde ou mais cedo, que o fazer, não
sabe se no âmbito desta intervenção ou não, ver-se-á. Também só esta semana é
que teve conhecimento, ou seja, nunca tinha reparado, é o que é, que ali havia
uma cobertura em fibrocimento, que se vai ter de tirar.
Referiu o Sr. Vereador que há o barracão dos bombeiros.
Disse o Sr. Presidente que se vai ter de tirar, a par e passo, ver-se-á se no âmbito
desta intervenção se vai conseguir fazer. Se se tiver condições de fazer, faz-se,
porque, de facto, tem-se é que, a par e passo, se ir libertando destas situações.
De seguida, pôs o ponto à aprovação, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
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fiA! Reunião de 2020/05113
Município 11 11h Proc2 11/20 DOVSM-EMP
Vila Frar de Xira ‘lv Deliberação n 151
Câmara Municipal
-
1. Assunto: ARRANJOS EXTERIORES DA EB DE ARCENA - ALVERCA DO RIBATEJO E EB/Jl
DA VALA DO CARREGADO - CASTANHEIRA DO RIBATEJO - ADJUDICAÇÃO, MINUTA
DO CONTRATO E NOMEAÇÃO DOS COORDENADORES DE SEGURANÇA E DIRETORES
DEFISCAUZAÇÃOEMOBRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 464/20, de
27/04, do DOVI/DEI, para aprovação do relatório final, elaborado pelo júri do
procedimento, nos termos dos n2s 3 e 4, do artigo 148 do Código dos Contratos
Públicos, com proposta de adjudicação relativa à empreitada de arranjos exteriores
da EB de Arcena - Alverca do Ribatejo e EB/Jl da Vala do Carregado - Castanheira
do Ribatejo, por lotes, ao operador económico Perene, SA, sendo o lote 1 referente
à EB de Arcena, pelo valor de 154 800,98€, e o lote 2 referente à EB/Jl da Vala do
Carregado, pelo valor de 151 839,67€, ambos acrescidos do IVA e prazo de
execução de 70 dias, bem como da minuta de contrato, da nomeação da Eng
Cristina Monteiro e do Eng2 Helder Rito para a função de coordenadores de
segurança em obra, lotes 1 e 2, respetivamente, e da Eng Helena Henriques e da
Eng Cristina Monteiro para a função de diretoras de fiscalização da obra, lotes 1 e
2, respetivamente, e da emissão das respetivas declarações de nomeação,
acompanhadas pelas declarações de aceitação subscritas pelos técnicos.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 464/20, de 27/04, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: —
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
18 escolas
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FI. Livro
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RAta 101
• t IA Reunião de 2020/05/13
Município VI Proc2 133/li DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n2 152
Câmara Municipal
1. Assunto: REQUALIFICAÇÃO DE ÁREAS DE ESTACIONAMENTO DISSUASORAS E
INTERFACE RODOFERROVÁRIO/TRANSPORTES PARTI LHADOS - ALVERCA DO
RIBATEJO - PROCESSO DE REVISÃO DE PREÇOS DEFINITIVA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 497/20, de
05/05, do DOVI/DEI, para aprovação do procedimento de revisão de preços
definitiva, no valor de 28 466,25€, acrescido do IVA, à taxa em vigor, referente ao
período de julho de 2018 a junho de 2019, bem como do ressarcimento à câmara
municipal do montante de 4 657,28€, acrescido do IVA, à taxa em vigor,
correspondente à diferença entre o valor ora apurado e o valor já liquidado de
33 123,53€, acrescido do IVA, à taxa em vigor, aquando do processo provisório de
revisão de preços aprovado na reunião de câmara de 2019/12/18, referentes à
empreitada de requalificação de áreas de estacionamento dissuasoras e interface
rodoferroviário/transportes partilhados, em Alverca do Ribatejo, adjudicada à
Constradas,SA. — —
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 497/20, de 05/05, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
19 interface
EI. Livro
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li FI.Ata —- - 102
Reunião de 2020/05/13
Município Proc2 25/20 DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação ri 153
Câmara Municipal
1. Assunto: REMODELAÇÃO/CONSERVAÇÃO DO PAVILHÃO DESPORTIVO MUNICIPAL
DAS CACHOEIRAS - ABERTURA DO PROCEDIMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 488/20, de
30/04. do DOVI/DEI, para autorização da escolha, da realização da despesa, da
abertura e do desenvolvimento do procedimento, por concurso público, em
conformidade com o disposto na alínea b), do artigo 19, do Código dos Contratos
Públicos, referente à empreitada de remodelação/conservação do Pavilhão
Desportivo Municipal das Cachoeiras, com o preço-base de 215 100,00€, acrescido
do IVA e prazo de execução de 150 dias, da prestação da caução, bem como
aprovação das peças do procedimento e da designação do júri respetivo, do
consultor, dos secretários e do gestor do contrato.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 488/20, de 30/04, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: — —--—
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
20 cachoeiras
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FI. Livro
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W AáI FLAta - 103Ldlj4 Reunião de 2020/05113
Murcípio 4V ProcQ 54/16 DOVSM-EMPVila Franca de Xira Deliberação rí - 154
Câmara Municipal
1. Assunto: DEMOLIÇÃO DOS LOTES 1 E 2 - RUA QUINTA DE SANTO AMARO, BLOCO 8
- MONTE GORDO - VILA FRANCA DE XIRA - AUTO DE VISTORIA PARA EFEITOS DE
LIBERAÇÃO PARCIAL DE CAUÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 494/20, de
30/04, do DOVI/DEI, para aprovação do auto de vistoria, datado de 2020/04/30,
bem como da liberação total da caução prestada respeitante aos trabalhos de
demolição, no valor de 46 517,35€, e liberação parcial de 30% da caução prestada,
respeitante aos trabalhos/elementos construtivos realizados não estruturais, no
valor de 915,50€, por terem decorrido 2 anos sobre a data do auto de receção
provisória, referentes à empreitada de demolição dos lotes 1 e 2, na rua Quinta de
Santo Amaro, bloco 8, Monte Gordo, em Vila Franca de Xira, adjudicada à HCI -
Construções, SA, atendendo à inexistência de defeitos da obra, nem qualquer
situação que careça de correção.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 494/20, de 30/04, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
21 demoIçào
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FI. Livro
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.41) FLAta 104
[,4 Reunião de 2020/05/13Município Proc2 132/17 DOVSM-EMPde /Vila Franca de Xira Deliberação n 155
Câmara Municipal
1. Assunto: REABILITAÇÃO DE FOGOS NO PER DE POVOS - VILA FRANCA DE XIRA -
PROCESSO DE REVISÃO DE PREÇOS DEFINITIVA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 471/20, de
28/04, do DOVI/DEI, para aprovação do processo de revisão de preços definitiva, no
valor de 10 341,72€, acrescido do IVA, referente ao período de abril de 2018 a
março de 2019, bem como do pagamento ao contratante, Ariepe, Ld, do valor de
1 878,04€, acrescido do IVA, valor remanescente resultante da diferença entre o
valor ora obtido e o já anteriormente pago no processo provisório de revisão de
preços, aprovado na reunião de câmara de 2019/10/09, de 8 463,68€, acrescido do
IVA, respeitantes à empreitada de reabilitação de fogos no PER de Povos, em Vila
Franca de Xira.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 471/20, de 28/04, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: —
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
22 PER Povos
EI. Livro
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1 7%) iM Rode62&?313Município Proc2 142/17 DOVSM-EMPde 1Vila Franca de Xira 1 Deliberação ri - 156
Câmara Municipal J
1. Assunto: EIXO POVOS - QUINTA DA GRINJA - VILA FRANCA DE XIRA -
REQUALIFICAÇÂO DO ESPAÇO PÚBLICO — PROCESSO DE REVISÃO DE PREÇOS
PROVISÓRIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 485/20, de
04/05, do DOVI/DEI, para aprovação do procedimento de revisão de preços
provisória da empreitada de requalificação do eixo Povos - Quinta da Grinja -
Requalificação do espaço público, em Vila Franca de Xira, adjudicada à Unikonstrói,
SA, no valor de 59 603,67€, acrescido do IVA, referente ao período de dezembro de
2018 a dezembro de 2019
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 485/20, de 04/05, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano —--- Orçam. — — —
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
23 Qta Ghnja
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El. Livro
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A,) RAta 1OR
LA Reunião de 2020/05/13Município Proc2 143/17 DOVSM-EMPde 4Vila Franca deXira Deliberação n2 -
- 157
Câmara Municipal
1. Assunto: REQUALIFICAÇÃO DO EIXO SANTA SOFIA/QUINTA DA MINA - VILA FRANCA
DE XIRA- PROCESSO DE REVISÃO DE PREÇOS PROVISÓRIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 473/20, de
28/04, do DOVI/DEI, para aprovação do processo de revisão de preços provisória da
empreitada de requalificação do eixo Santa Sofia/Quinta da Mina, em Vila Franca
de Xira, adjudicada à AECI - Arquitectura, Construção e Empreendimentos
Imobiliários, SA, no valor de 22 949,66€, acrescido do IVA, referente ao período de
outubro de 2018 a setembro de 2019.
3. Informaçbes/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 473/20, de 28/04, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. — — —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
24 Qta Mina
I
FI. Livro
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AÃI RAta 107
A [Á Reunião de 2020/05/13Município Proc2 147/17 DOVSM-EMPde VfVila Franca de Xira Deliberação n 158
Câmara Municipal
1. Assunto: REQUALIFICAÇÃO DA EN1O - REDE ESTRUTURANTE CICL6VEL E PEDONAL -
PÓVOA DE SANTA IRIA/FORTE DA CASA/ALVERCA DO RIBATEJO - 1 FASE - 2
PROCESSO DE REVISÃO DE PREÇOS PROVISÓRIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 482/20, de
29/04, do DOVI/DEI, para aprovação do 2 processo de revisão de preços provisória
da empreitada de requalificação da EN1O — Rede estruturante ciclável e pedonal —
Póvoa de Santa Iria/Forte da Casa/Alverca do Ribatejo - 1? fase, adjudicada à
Construções Pragosa, SA, no valor de 113 013,42€, acrescido do IVA, referente ao
período de setembro de 2018 a março de 2020, procedendo-se,
consequentemente, ao pagamento do montante respeitante à diferença entre o
valor da revisão de preços provisória já liquidada de 31 572,87€ e o valor ora
apurado, no valor remanescente de 81 440,55€, acrescido do IVA.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 482/20, de 29/04, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que os membros da CDU já
colocaram a questão por mais do que uma vez, e aliás até já houve, por parte da
câmara municipal, sensibilidade para analisar a questão da circulação nova que
decorrerá no âmbito da empreitada daquela estrutura ciclável e pedonal que
atravessa o eixo Póvoa de Santa Iria, Forte da Casa e Alverca do Ribatejo. Repetem
agora algumas das questões que têm vindo a colocar sempre que algum assunto
desta natureza é suscitado para apreciação e deliberação da câmara municipal,
pois cada vez mais têm vindo a registar, não só observações, fotografias ou
questões em concreto que recebem enquanto vereadores na câmara municipal,
mas porque também são utilizadores desta importante infraestrutura rodoviária,
25 EN1O 1/8
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que serve o concelho de Vila Franca de Xira e a zona mais densamente povoada do
concelho, que é a antiga EN1O, no eixo desclassificada que hoje é da competência
da câmara municipal, entre a Póvoa de Santa Iria e Alverca do Ribatejo.
Continua a não estar em causa a importância da obra, não desvalorizam a
importância de reduzir impactos rodoviárias e, acima de tudo, são uma força
política bastante sensível e proponente de inúmeras propostas relativamente à
remoção de barreiras arquitetônicas e promoção de acessibilidades integradas,
onde se incluem alguns aspetos fundamentais desta empreitada. Porém, de todas
as vezes que atravessam ou lhes dão a conhecer que há atravessamento
rodoviário desta obra, e pela colocação de pinázios ao longo de todos os seus eixos
longitudinais, ficam cada vez mais com a sensação que se uma viatura tiver que
fazer uma paragem forçada, de emergência, ou ceder espaço para ultrapassagem
de emergência duma outra viatura, como ontem sucedeu, através de fotografias
que lhes fizeram chegar, não há espaço disponível na margem para o
estacionamento seguro dessa viatura, que, ou tem de abrandar a velocidade para
dar lugar a uma viatura em situação de emergência ou, pura e simplesmente,
parar, para resolver um problema de urgência ou de emergência, até porque há
um traço contínuo constante em todo o percurso, com a exceção feita nas zonas de
rotunda ou de entroncamento para inversões de marcha.
—
A câmara municipal, da última vez que colocaram isto, deu-lhes a garantia que
iriam ser feitos ou estavam em curso ensaios, testes, para esta situação. Não sabe
se os testes concluíram aquilo que já é hoje uma evidência, não estão contra a
instalação de meios que reforcem a segurança pedonal, dos peões ou dos ciclistas,
antes pelo contrário, agora, o que pensam é que uma obra desta natureza, que
custa mais de 5 milhões de euros à câmara municipal, e atravessa um dos
corredores rodoviárias mais relevantes do próprio concelho de Vila Franca de Xira,
tem de ter em conta os impactos previsíveis, antes de se terem de tomar medidas
de remendo para uma obra que queriam e querem que continue a ter um bom
desenvolvimento, que termine o mais rapidamente possível, e que, acima de tudo,
corresponda às expectativas de mobilidade do concelho.
Este aspeto é para os membros da CDU muito relevante, e entendem que não
estão garantidas as questões de segurança necessárias para o estacionamento nas
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bermas, em situação de urgência ou de emergência, ou para a ultrapassagem de
viaturas quando estiverem em situação de urgência, como sejam, por exemplo,
bombeiros, para além de que, no âmbito do reperíilamento da via, ao longo de
todo o seu eixo, há zonas que têm algum estrangulamento, exatamente para fazer
face à construção da nova estrutura pedonal e ciclável.
Não se querem armar em entendidos de obra, não são, nem nunca serão os
projetistas, agora, como responsáveis por decisões que tomaram, não podem ficar,
enquanto grupo político, indiferentes a uma situação que está nos olhos de todos,
que também, ao mesmo tempo, são utilizadores desta infraestrutura.
Assim, este é o continuar da preocupação que têm, porque parece-lhes fazer
sentido que a câmara municipal reflita sobre isto e tome algumas medidas, ainda
dentro da empreitada em curso, antes que seja tarde.
Por fim, uma questão também de algum pormenor tem a ver com a entrada dos
moradores provenientes da rua Maria Lamas, na zona do Forte da Casa contígua à
Verdelha, já na transição da freguesia do Forte da Casa para Alverca do Ribatejo,
que se quiserem fazer a sua deslocação para norte têm forçosamente de ir à
primeira rotunda do Forte da Casa. O Sr. Vice-Presidente está a dizer que já não,
mas ontem, pelo menos, constatou, pensa que ainda eram obrigados a ir até lá.
Referiu o Sr. Presidente que o Sr. Vice-Presidente adivinhou que o Sr. Vereador ia
colocara questão.
—
Continuou o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que às vezes há
coincidências desse tipo, ou então está-se atento, o que também é obrigação de
todos, relativamente às questões que são da gestão da câmara municipal.
Nesse sentido, os moradores da rua Maria Lamas, salvo melhor opinião, ou
alteração nas últimas 24 horas, são obrigados a terem que ir à rotunda do Forte da
Casa, e os membros da CDU pensam que tem de haver alguma avaliação sobre
esta matéria, até porque se encontrou, e bem, a possibilidade de as empresas que
operam na empresa Alliance Healthcare poderem fazer inversão de marcha em
condições de segurança junto às colunas dos Padrões do Termo de Lisboa.
Portanto, perguntam se esta questão não pode e não deve ser também
imediatamente remediada, antes de se estar já noutra fase.
Depois, mesmo para terminar, muitas das vezes o Sr. Presidente diz, e na opinião
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que têm, sem razão, que aproveitam os pontos para colocar, à boleia deles,
assuntos que nada têm a ver, e deixe que lhe diga que muitas das vezes não tem
razão...
Referiu o Sr. Presidente que algumas vezes.
Continuou o Sr. Vereador Nuno Libório, pedindo ao Sr. Presidente que lhe deixe
dizer que do que se está hoje a tratar é do segundo processo de revisão de preços,
já se está a tratar da fase final dum processo de obra que já tem muito mais de 1
ano, e a preocupação que têm é, obviamente, que se resolva, enquanto dura a
empreitada, aquilo que pode ser resolvido dentro deste compromisso também
financeiro.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que tem todo o sentido que o Sr. Vereador, hoje,
coloque estas questões, sem dúvida nenhuma. Agora, que acusa os membros da
CDU de irem à boleia, é à boleia e às vezes a correr atrás do carro, mesmo
pendurados, para apanharem a boleia.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que esta
requalificação já se arrasta há muito tempo, julga que já vai para além de 1 ano do
prazo inicial, ela tem causado bastantes perturbações na circulação dentro do
concelho, e o Bloco de Esquerda tem tido também algumas queixas dos semáforos
colocados na rotunda do lntermarché. Há muitos munícipes que se queixam que
eles provocam alguns engarrafamentos e, nesse sentido, pede que seja analisada a
questão deste semáforo, para dalguma forma melhorar a circulação na EN1O, neste
troço.
O Sr. Presidente tomou a palavra, referindo que já passa a palavra ao Sr. Vice-
Presidente, que é quem está a seguir este grande projeto, mas dirá, como já tem
dito, que uma obra com esta envergadura, num espaço tão (imitado como aquele
que se tem, não é nada simples, e só quem tem estado envolvido em obras é que
percebe o que está a dizer. Muitas vezes acontecem surpresas, que fazem com que
haja necessidade de fazer alterações ao próprio projeto, porque foram feitas
análises no terreno e depois, na realidade, as coisas são bem diferentes, pelas
características dos próprios terrenos, e tem de se encontrar outro tipo de soluções.
Está-se ali perante um troço cuja exiguidade do espaço é a que é, e o princípio
daquela obra foi a mobilidade suave e, sobretudo, encontrar soluções de melhoria
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para os peões e ciclistas.
Queria também falar duma matéria que hoje não foi falada, o que é bom sinal,
porque é um assunto que está resolvido, que era o abate das árvores, hoje já
ninguém fala disso, pois aquilo que dizia, que por cada árvore que era abatida iam-
se plantar 2, lá está. Aquelas árvores já têm alguma expressão, porque foram
adquiridas com algum espaço de folhagem, hoje passa-se por lá e já se gosta de
ver aquilo que lá está. Quando se está numa obra no seu início não se tem a
perceção das coisas, e por isso a questão das árvores está ultrapassada, pois vai-
se ficar muito melhor do que aquilo que se tinha. —
Esta matéria do Sr. Vereador Carlos Patrão é uma questão que se pode analisar, os
técnicos podem analisar e, eventualmente, melhorar o tempo de semaforização ou
coisa que o valha, agora, há matérias que foram colocadas pelo Sr. Vereador Nuno
Libário que pensa que serão muito difíceis de resolver, pelo espaço que se tem, no
entanto há uma ou outra situação que se está a analisar e vai-se melhorar.
Há muitas situações que foram colocadas, de sugestões, reclamações que
chegaram e questões que foram colocadas nestas reuniões de câmara, que, de
facto, fizeram com que se resolvessem alguns problemas que efetivamente
existiam, e vai-se continuar a fazer. Este é um troço, agora vai-se para um grande
desafio, que se calhar ainda é maior, que é na zona de Alverca. Esse,
provavelmente, vai ser um grande desafio também, mas, enfim, haverá também
de se resolver.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, referindo-se a duas situações.
Em relação ao Sr. Vereador Carlos Patrâo, na semaforização junto ao Intermarché,
na rotunda que vem de Santa Iria, a temporização está em testes. À semelhança
da outra sinalização existente no concelho, efetivamente já foram ali detetados
problemas com as temporizações, no período, salvo erro, entre as 07h00 e as
08h00, e entre as 19h00 e as 20h00, a empresa está a trabalhar nelas, estando a
situação identificada.
Em relação à situação que o Sr. Vereador Nuno Libório colocou, na rua Maria
Lamas, na Verdelha, quando fez o sinal ao Sr. Vereador é porque efetivamente não
está pintado, mas a questão foi colocada doutra maneira, não foram só os
moradores da Maria Lamas que colocaram a situação, e essa parece-lhe que vai
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ser pacífica, fazer o tracejado descontínuo para evitar irem abaixo, à rotunda do
FortedaCasa.
—
Quanto à situação que foi para parecer, foi porque o laboratório fez o mesmo
pedido, e, por segurança, é impossível, pois os carros saem imediatamente da
empresa e estão em cima da rotunda, para viragem à esquerda. É impossível, têm
de ir à rotunda, mas mandou-se para parecer técnico, para que, a nível rodoviário,
se analisem as questões, embora parecendo à câmara municipal que é
extremamente difícil essa aprovação. Aquilo está ali a 10 metros, viram à direita,
fazem a rotunda e seguem, se quiserem ir para Lisboa. Fazer uma viragem à
esquerda, à saída do laboratório, em plena saída da rotunda, é muito complicado,
até porque se tem a rua da Verdelha mesmo em frente.
Quanto à situação dos moradores, já se verificou que há toda a justificação para se
avançar, e se não foi ainda executada essa pintura é derivado a esta situação em
que se está à espera do parecer técnico para o laboratório.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo, para que fique claro, que os
membros da CDU insistem nesta opinião, não se querem substituir aos técnicos da
câmara municipal, ao projetista, à empreitada, mas que se pondere, ao longo do
troço, a retirada de alguns daqueles pinázios, para se criarem zonas de
estacionamento em situações de urgência. Que se pondere isto, e têm vindo a
insistir com esta questão, sendo que, por exemplo, no troço entre o Forte da Casa
e Alverca do Ribatejo, um troço linear de mais de 1km, se uma viatura tiver que
fazer uma ultrapassagem de emergência, ou o faz em transgressão rodoviária, ou
o faz pondo em perigo a circulação biunívoca das viaturas.
É preciso analisar isto, a obra ainda está em curso e pode ser perfeitamente
melhoradasobreesseaspeto.
Depois, quando os membros da CDU falaram do abate das árvores no Forte da
Casa, não foi só pelo abate, foi porque, efetivamente, eram árvores saudáveis, não
apresentavam, aparentemente, nenhuma patologia sanitária que justificasse o seu
abate.
Referiu o Sr. Presidente que se precisava de espaço.
Continuou o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que na opinião que têm poderia
ter sido feito, provavelmente, um esforço maior de compatibilização para a sua
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permanência dentro do novo projeto, mas a outra preocupação que tinham era, e
é, da escassez de estacionamentos. Na penúltima reunião de câmara, em que a
CDU colocou esta questão, no ponto de vista da sua realização temporal, não foi na
anterior, já não houve tempo, no fim da reunião, para mostrar ao Sr. Presidente a
imagem do Google Earth, que mostrava claramente que os estacionamentos
existentes à data do início da obra, naquele polígono de atividades comerciais do
Forte da Casa, não só existiam, como estavam perfeitamente delineados e
pintados.
Portanto, mantêm aquilo que disseram à época, houve efetivamente eliminação de
estacionamento no polígono das atividades do Forte da Casa, que muita falta faz
para a dinamização daquela área, sem prejuízo de todo o reporte de intervenção
paisagística que, naturalmente, quem não tem boas intenções, ou não sabe
interpretar o que vê, pode concluir que o que está feito está mal feito, e não pode
concluir uma coisa dessas.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que na zona que vai ter ao Parque Tejo, onde
estão sedeadas muitas empresas, quando se faz a curva, à entrada da Greif, o Sr.
Vereador vai ver uma bolsa de estacionamento que lá se pôs, para 32 veículos.
Criou-se ali uma bolsa de estacionamento de mais 32 lugares, com acesso rápido
para as pessoas, por escadaria, e se se conseguir encontrar outras soluções, de
arranjar mais bolsas de estacionamento, com certeza que sim. Estão lá 32, e
certamente que vão ser utilizados. Pensa que a obra terminou ou está a terminar,
há 2 ou 3 dias passou por lá para ver como é que estava, e praticamente estava
terminada, pelo que são mais 32 lugares de estacionamento para obviar algumas
dificuldades que ali estão. De qualquer modo, o que diz ao Sr. Vereador Nuno
Libório é que a sugestão que deu não “cai em saco roto”, porque avaliar-se-á tudo,
ese for possível resolver-se-á.
O Sr. Vice-Presidente tomou a palavra, reforçando a exposição do Sr. Presidente e
do Sr. Vereador Nuno Libório, em relação ao projeto inicial e aos pilaretes
colocados, dizendo que se o Sr. Vereador analisar, na memória descritiva inicial a
colocação dos pilaretes não era aquela que está. O Sr. Vereador repare que hoje já
há um distanciamento pilarete a pilarete, e no projeto inicial, nesse flanco de
pilarete a pilarete, estavam 2 pilaretes. Agora, que repare no projeto todo, e
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El. Ata
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retiraram-se já para criar escapatória. O Sr. Vereador que verifique, sendo que.
salvo erro, pensa que foram 1000 e tal pilaretes retirados à obra.
Referiu o Sr. Presidente que era o dobro do que lá está.
Disse o Sr. Vereador António Félix que passou lá de bicicleta, no fim de semana, e
há muitos espaços onde dá para meter um carro.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, mencionando que foram retirados, não é só
porque os membros do executivo fazem aquilo todos os dias, costumam, em
período da noite, para não haver problemas, fazer a prova dos 9, põem lá o carro
para ver se o que vem atrás passa ou não, e passou. Se se for ao projeto inicial vê-
se que tudo aquilo eram pilaretes, o próprio abordou o assunto com o Sr.
Presidente e disse-lhe que era impossível.
Perguntou o Sr. Presidente se o projetista é flexível.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que sim, até se colocou a questão do corredor de
emergência central, da ambulância, pois normalmente a ambulância usa o
corredor central e as pessoas afastam-se, tendo sido isso que levou o executivo a
decidir que os pilaretes tinham de sair, e retiraram-se. Se o Sr. Vereador reparar,
aquele distanciamento, na planta inicial, não era o que existia.
Referiu o Sr. Presidente que se pode estudar se eventualmente se pode deixar um
espaço ainda maior entre pilaretes em determinadas zonas.
Disse o Sr. Vereador António Félix que há zonas em que o distanciamento é maior
do que em outras, e diz isto porque foi lá de bicicleta este fim de semana, andou
por lá, às vezes está 1 pilarete, depois há 1 espaço, depois há 1 pilarete, e no
mesmo espaço a seguir estão 2 pilaretes, onde anteriormente não tem nenhum, e
mesmo assim já estão mais separados, é mais fácil, dá perfeitamente para passar,
mas não se pode esquecer que aquilo só tem aquela faixa mais, da bicicleta, o
restoéopasseio.
Referiu o Sr. Presidente que já dá para encostar.
Prosseguiu, pondo à votação o ponto, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
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Município
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de / ‘IVVila Franca de Xira Deliberação n’2____________
Câmara Municipal j
1. Assunto: COMPRA E VENDA DA FRAÇÃO MUNICIPAL DESIGNADA PELA LETRA G,
SITA NA RUA DR. VASCO MONIZ, N2 1, 32 DT, CASTANHEIRA DO RIBATEJO
Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 2/20, de 06/01, do
DHCS/DHIS, para aprovação da venda da fração de habitação municipal designada
pela letra “G”, sita na rua Dr. Vasco Moniz, n2 1, 12 dt, na Castanheira do Ribatejo,
descrita na P Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira, sob o n2 850
da freguesia de Castanheira do Ribatejo, e inscrita na matriz predial, sob o artigo
1719 da União das Freguesias de Castanheira do Ribatejo e Cachoeiras, a Alexina
Mónica Robalo Rosa Mendes, avaliada em 43 014,25€. com dedução
correspondente a 20%, na modalidade de pronto pagamento, sendo o valor final de
venda de 34411,40€.
2. Informações/pareceres: Anexa-se infoimação n2 2/20, de 06/01, do DHCS/DHIS,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Dotação orçamental: Plano Orçam.
4. Disposições legais aplicáveis:
5. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
6. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
26 letra G
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FI. Livro
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A tiAI ReunodO2O/O5fl3Município / ,f1JVI Proc2
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Vila Franca de Xira ..• Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Interveio o Sr. Presidente, após a discussão da ordem do dia, referindo que está
terminada a ordem do dia, e também a ata em minuta está aprovada, terminando
a reunião desejando um resto de dia bom e um bom almoço, dando um abraço
para todos, também para aqueles que estão a ver a reunião.
final
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EI. Livro
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MfU Reunode õ2O/O5/13
Município é’ V Proc2
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Vila Frar de Xira Deliberação ri - -
- 160
Câmara Municipal
Assunto: ATA EM MINUTA DA REUNIÃO
Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensadasualeitura.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presente reunião de
câmara.
27 ata minuta
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1 El. Ata 118Reunião de 2020/05/13
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
Encerramento às 13h30.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2020/06/09. não tendo
participado na votação os Srs. Vereadores André Arrojado e Rui Perdigão, por não
terem estado presentes, tendo sida dispensada a sua leitura, por ter sido
previamente distribuída a todos os membros.
E - f Fernando Paulo Serra Barreiros,
Diretor do Departamento de Ge tão ministrativa e jurídica, a subscrevi.
O Presidente da Câmara Municip
AIbeZttuita
encerra