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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2020
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2020
2020-01-08/2020-12-16
RC 06.09
Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/06/09
2020-06-09/2020-06-09
001
Ordem do dia
2020-06-09/2020-06-09
002
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/06/09
2020-06-09/2020-06-09
003
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/06/09
2020-06-09/2020-06-09
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/06/09
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Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/06/09
Description details
Record not reviewed.
Description level
Simple document
Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2020/RC 06.09/003
Title type
Atribuído
Production dates
2020-06-09
to
2020-06-09
Geographic name
Vila Franca de Xira
Scope and content
Ordem do dia - Págs. 1 a 4
Rosto - Pág. 5
Aod 1 - Informação da Srª Vereadora Helena Pereira de Jesus - Testes à Covid-19 às pessoas em situação de sem-abrigo - Pág. 6
Aod 2 - Informação do Sr. Vereador António Félix - Colete Encarnado - Finalista distrital às 7 Maravilhas da Cultura Popular - Pág. 7
Aod 3 - Informação da Srª Vereadora Manuela Ralha - Comemorações do dia 10 de junho - Pág. 8
Aod 4 - Informação do Sr. Presidente - Rotura do adutor de Telheiras - Págs. 9 a 13
Aod 5 - Situação na Área Metropolitana de Lisboa - Criação de equipa multidisciplinar na Câmara Municipal - Págs. 14 a 17
Aod 6 - Situação nos lares - Pág. 18
Aod 7 - Situação dos trabalhadores do município - Pág. 19
Aod 8 - Reuniões de câmara com público - Pág. 20
Aod 9 - Mapa dos apoios extraordinários com base nas medidas da Covid-19 - Pág. 21
Aod 10 - Moção - Transportes - Págs. 22 a 26
Aod 11 - Obras da Brisa de estabilização do talude da A1 em Vila Franca de Xira - Págs. 27 e 28
Aod 12 - Unidade de tratamento de resíduos na antiga Cimianto - Vila Franca de Xira - Pág. 29
Aod 13 - Barreiras arquitetónicas - Situações na Póvoa e em Vila Franca de Xira - Págs. 30 a 33
Aod 14 - Mato e canavial junto ao nº 3 da Quinta da Seta - Vila Franca de Xira - Págs. 34 e 35
Aod 15 - Horário do Cemitério de Vila Franca de Xira - Págs. 36 e 37
Aod 16 - Materiais de limpeza, desinfeção e proteção individual nos estabelecimentos escolares - Pág. 38
Aod 17 - Refeições escolares nas férias do verão - Pág. 39
Aod 18 - Grupo de Teatro Gruta Forte - Pág. 40
Aod 19 - Programa de financiamento para erradicação do problema das escolas com amianto - Pág. 41
Aod 20 - Iniciativa de protesto no CBEI - Centro de Bem Estar Infantil de Vila Franca de Xira - Págs. 42 a 47
Aod 21 - Relatório do IHRU - Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana - Famílias com necessidade de realojamento - Pág. 48
Aod 22 - Concurso de habitação social - Pág. 49
Aod 23 - Propriedade do Teatro Ildefonso Valério - Pág. 50
Aod 24 - Projeto de requalificação da EN248-3 - Pág. 51
Aod 25 - Resposta às questões colocadas no período antes da ordem do dia e assuntos em que se pretende intervir na ordem do dia - Pág. 52
01 - Ata nº 10/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/05/13 - Pág. 53
02 - 6ª alteração permutativa ao orçamento e plano de atividades e funcionamento municipal da Câmara Municipal para 2020 - Pág. 54
03 - Atribuição de apoio financeiro extraordinário relativo a obras a realizar no salão da coletividade - São João dos Montes - União Desportiva e Columbófila Adoslouquense - Págs. 55 e 56
04 - Atribuição de apoios financeiros extraordinários no âmbito da Escola a Tempo Inteiro - Entidades do Movimento Associativo - Págs. 57 a 65
05 - Atribuição de apoios financeiros extraordinários referentes à prestação de serviços sociais a pessoas em situação de vulnerabilidade - Instituições Particulares de Solidariedade Social - Pág. 66
06 - Alterações ao Regulamento Administrativo do Conselho Municipal de Segurança - Aprovação e remessa à Assembleia Municipal - Pág. 67
07 - Programa de Apoio ao Movimento Associativo - Apoio ao investimento - Págs. 68 a 78
08 - Salão de Artesanato - Vila Franca de Xira - Alteração de edital - Págs. 79 e 80
09 - Postais 2020 - Fixação de preço de venda ao público - Pág. 81
10 - Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal - Pág. 82
11 - Legislação-síntese e editais - Págs. 83 e 84
12 - Pagamentos autorizados - Pág. 85
13 - Balancetes - Pág. 86
14 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 87
15 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares - Pág. 88
16 - Abertura de procedimento para recrutamento do cargo de direção intermédia do 2º grau - Chefe da Divisão de Bibliotecas e Arquivo - Aprovação e remessa à Assembleia Municipal para aprovação da constituição do júri - Págs. 89 e 90
17 - Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para técnico superior (área de arquiteto) - Pág. 91
18 - Procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para técnico superior (área de direito) - Recrutamento - Pág. 92
19 - Consolidação de contas de 2019 do grupo municipal - Págs. 93 e 94
20 - Aquisição de equipamentos para deposição de resíduos urbanos biodegradáveis (RUB) para o Município - Adjudicação e aprovação da minuta do contrato do lote 1 e não adjudicação e revogação da decisão de contratar do lote 2 - Págs. 95 a 97
21 - 3ª alteração ao Plano Diretor Municipal de Vila Franca de Xira - Início do procedimento de discussão pública - Págs. 98 a 103
22 - 3ª alteração ao loteamento denominado por Fonte Santa - Parcela 1, titulado pelo alvará de loteamento nº 01/2011-AUGI, de 23/03 - Vialonga - Abertura de consulta pública - Pág. 104
23 - 2ª alteração ao loteamento denominado por Enxordeiros, titulado pelo alvará de loteamento nº 01/2012-AUGI, de 27/07 - Alverca do Ribatejo - Abertura de consulta pública - Pág. 105
24 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 80, do loteamento Fonte Santa - Vialonga - Pág. 106
25 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 15, do loteamento Bom Jesus - Sobralinho - Pág. 107
26 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 16, do loteamento Bom Jesus - Sobralinho - Pág. 108
27 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 137, do loteamento Casal da Serra - Póvoa de Santa Iria - Pág. 109
28 - Alteração ao loteamento denominado por Lavradios, titulado pelo alvará de loteamento urbano nº 01/2020, de 3 de abril - Castanheira do Ribatejo - Aceitação de princípio e abertura de consulta pública - Págs. 110 a 121
Público - Pág. 122
Público 1 - - Págs. 123 e 127
29 - Remodelação das instalações do Departamento de Obras, Viaturas e Infraestruturas - Vila Franca de Xira - Alteração da data de conclusão da empreitada (desvio de prazo) - Pág. 128
30 - Arranjos exteriores da EB de Arcena - Lote 1 - Alverca do Ribatejo - Plano de segurança e saúde - Pág. 129
31 - Arranjos exteriores da EB/JI da Vala do Carregado - Lote 2 - Castanheira do Ribatejo - Plano de segurança e saúde - Pág. 130
32 - Proposta - Requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista Pereira e zona envolvente - Alhandra: Remoção de amianto de coberturas de edificações; obras de conservação do Posto de Socorro a Náufragos dos Bombeiros Voluntários de Alhandra; criação de zona de estadia com pérgula - Págs. 131 a 140
final - Págs. 141 e 142
33 - Ata em minuta da reunião - Pág. 143
Encerra - Pág. 144
Related material
Video da reunião de câmara:
https://www.youtube.com/watch?v=Bw20g3LlBac&feature=youtu.be
Transcription
ORDEM DO DIA
Pág. 1
Interessado Local
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
1 Ata nº 10/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/05/13 Aprovação
2 6ª alteração permutativa ao orçamento e plano de atividades e funcionamento
municipal da Câmara Municipal para 2020
Aprovação
3 Atribuição de apoio financeiro extraordinário relativo a obras a realizar no salão da
coletividade
União Desportiva e
Columbófila
Adoslouquense
S. João dos
Montes
Aprovação
4 Atribuição de apoios financeiros extraordinários no âmbito da Escola a Tempo Inteiro Entidades do Movimento
Associativo
Aprovação
5 Atribuição de apoios financeiros extraordinários referentes à prestação de serviços
sociais a pessoas em situação de vulnerabilidade
Instituições Particulares
de Solidariedade Social
Aprovação
6 Alterações ao Regulamento Administrativo do Conselho Municipal de Segurança –
Aprovação e remessa à Assembleia Municipal
Aprovação
APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO E JUVENTUDE
7 Programa de Apoio ao Movimento Associativo – Apoio ao investimento Aprovação
TURISMO
8 Salão de Artesanato – Alteração de edital Vila Franca de
Xira
Aprovação
9 Postais 2020 – Fixação de preço de venda ao público Aprovação
Objetivo
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por
videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/06/09
Designação
Assunto
ORDEM DO DIA
Pág. 2
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por
videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/06/09
Designação
Assunto
GESTÃO ADMINISTRATIVA E JURÍDICA
. Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
10 Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal Conhecimento
11 Legislação-síntese e editais Conhecimento
12 Pagamentos autorizados Conhecimento
13 Balancetes Conhecimento
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
14 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
Conhecimento
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
15 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Conhecimento
. Outros assuntos
16 Abertura de procedimento para recrutamento do cargo de direção intermédia do 2º
grau - Chefe da Divisão de Bibliotecas e Arquivo - Aprovação e remessa à Assembleia
Municipal para aprovação da constituição do júri
Aprovação
17 Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de
emprego público por tempo indeterminado para técnico superior (área de arquiteto)
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 3
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por
videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/06/09
Designação
Assunto
18 Procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego
público por tempo indeterminado para técnico superior (área de direito) –
Recrutamento
Aprovação
PLANEAMENTO E GESTÃO FINANCEIRA
19 Consolidação de contas de 2019 do grupo municipal Aprovação
20 Aquisição de equipamentos para deposição de resíduos urbanos biodegradáveis (RUB)
para o Município – Adjudicação e aprovação da minuta do contrato do lote 1 e não
adjudicação e revogação da decisão de contratar do lote 2
Sotkon Portugal Sistemas
de Resíduos, SA
Aprovação
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
21 3ª alteração ao Plano Diretor Municipal de Vila Franca de Xira – Início do procedimento
de discussão pública
Aprovação
22 3ª alteração ao loteamento denominado por Fonte Santa - Parcela 1, titulado pelo
alvará de loteamento nº 01/2011-AUGI, de 23/03 – Abertura de consulta pública
Vialonga Aprovação
23 2ª alteração ao loteamento denominado por Enxordeiros, titulado pelo alvará de
loteamento nº 01/2012-AUGI, de 27/07 – Abertura de consulta pública
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
24 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 80, do loteamento
Fonte Santa
Manuel Simões Vicente Vialonga Aprovação
25 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 15, do loteamento
Bom Jesus
José Farinho Rico Sobralinho Aprovação
26 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 16, do loteamento
Bom Jesus
José Farinho Rico Sobralinho Aprovação
27 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 137, do loteamento
Casal da Serra
Nuno Ricardo Silva
Barrinha
Póvoa de Stª
Iria
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 4
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por
videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/06/09
Designação
Assunto
28 Alteração ao loteamento denominado por Lavradios, titulado pelo alvará de
loteamento urbano nº 01/2020, de 3 de abril – Aceitação de princípio e abertura de
consulta pública
Promovinte -
Investimentos
Imobiliários, SA
Castanheira do
Ribatejo
Aprovação
OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
29 Remodelação das instalações do Departamento de Obras, Viaturas e Infraestruturas –
Alteração da data de conclusão da empreitada (desvio de prazo)
AECI - Arquitectura,
Construções e
Empreendimentos
Imobiliários, SA
Vila Franca de
Xira
Aprovação
30 Arranjos exteriores da EB de Arcena – Lote 1 – Plano de segurança e saúde Perene, SA Alverca do
Ribatejo
Aprovação
31 Arranjos exteriores da EB/JI da Vala do Carregado – Lote 2 – Plano de segurança e
saúde
Perene, SA Castanheira do
Ribatejo
Aprovação
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
32 Proposta - Requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista Pereira e zona
envolvente – Alhandra: Remoção de amianto de coberturas de edificações; obras de
conservação do Posto de Socorro a Náufragos dos Bombeiros Voluntários de Alhandra;
criação de zona de estadia com pérgula
Alhandra Aprovação
33 Ata em minuta da reunião Aprovação
Ii. Livro
_____________
FI.Ata gol
7
) Reunião de 200/06/09
Ata n2 12/2020
MUNICÍPIO DE VILA FRAI\JCA DE XIRA
CÂMARA MUNIdIPAL
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DE 2020/06/09
Aos nove dias do mês de junho de dois mil e vinte, pelas 09h30, no Salão Nobre dos
Paços do Município, reuniu a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, sob a
presidência do Sr. Alberto Simões Maia Mesquita, Presidente da Câmara Municipal,
estando presentes os Srs.Vereadores:
• Regina Célia Gonçalves Agostinho Janeiro;
• José António da Silva de Oliveira;
• Nuno Miguel Marques Libório;
• Helena Margarida Mendes Pereira de Jesus;
• Maria Manuela Pacheco Ralha;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
• António José Sequeira Félix;
• Maria de Fátima Pires Antunes;
• André Filipe Ildefonso Arrojado;
• Rui Miguel Borrego Perdigão.
Estiveram ausentes a Sr Vereadora Cláudia Sofia Oliveira Martins e o Sr. Vereador
Carlos Miguel Vilar Patrão, tendo sido substituídos pelos Srs. André Filipe Ildefonso
Arrojado e Rui Miguel Borrego Perdigão, respetivamente.
Saiu no decurso da reunião a Sr Vereadora Helena Margarida Mendes Pereira de
Jesus, pelas 13h20, após a conclusão da análise e votação dos pontos constantes da
ordem do dia.
A reunião foi secretariada por Fernando Paulo Serra Barreiros, Diretor do
Departamento de Gestão Administrativa e Jurídica, assessorado por Paula Cristina
Correia Antunes, Assistente Técnica.
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado:
rosto
_____
FI. Livro
_____________
002
Reunião de 2020/06/09
Município j Proc2
_____________________
de
[
________
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
j
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
INFORMAÇÃO DA SR VEREADORA HELENA PEREIRA DE JESUS - TESTES À COVID
19 ÀS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE SEM-ABRIGO
Interveio o Sr. Presidente, dando início à reunião, cumprimentando o Sr. Vice
Presidente, Srs e Srs. Vereadores, técnicos que acompanham tecnicamente esta
reunião de câmara, e também uma saudação a todos aqueles que a acompanham
on-line, dizendo que se darão algumas informações, e começa pela Sr Vereadora
Helena Pereira de Jesus.
Interveio a Sø Vereadora Helena Pereira de Jesus, dando os bons dias a todos,
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos aqueles que estão presentes
e os que seguem a reunião via on-line, mencionando que queria dar nota que
foram feitos os testes à Covid-19 a pessoas em situação de sem-abrigo.
A câmara municipal fez recentemente o teste à Covid-19 às 6 pessoas em situação
de sem-abrigo que se encontram atualmente alojadas no centro de acolhimento
temporário, e todos os testes deram negativo.
No que respeita às pessoas em situação de sem-abrigo que até ao momento não
aceitaram a intervenção social do município, a câmara municipal continua a
acompanhar a situação de vida destas pessoas, desenvolvendo todos os esforços
considerados pertinentes no que respeita a essa mesma intervenção social.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que a Sr Vereadora Helena
Pereira de jesus já informou que foram feitos os testes da Covid-19 e que no
momento que foram feitos não houve nenhum resultado positivo, não quer dizer
que não haja no dia a seguir, como a qualquer um dos presentes, mas os membros
da CDU gostavam de perceber também, para além destes, quais estão a ser as
opções neste momento, no concelho.
A câmara municipal tem de saber esta informação, para além desta população em
concreto, quais é que estão a ser as prioridades neste momento na realização
destes testes à população.
aod 1
FI. Livro
______________
Fl.Ata 002
Reunião de 2020/06/09
Município
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira d Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DO SR. VEREADOR ANTÓNIO FÉLIX - COLETE ENCARNADO -
FINALISTA DISTRITAL ÀS 7 MARAVILHAS DA CULTURA POPULAR
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra ao Sr. Vereador António Félix, para dar
uma informação.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes e também todos aqueles que assistem, via Internet,
a mais uma reunião de câmara, mencionando que as festas do Colete Encarnado
estão na final regional do distrito de Lisboa, no concurso das 7 Maravilhas da
Cultura Popular
Depois da organização das 7 Maravilhas de Portugal ter recebido 504 candidaturas
ao seu concurso de 2020, dedicado à cultura popular, um painel de especialistas,
composto por 7 elementos de cada um dos 18 distritos e 2 regiões autónomas,
elegeu 7 patrimónios de cada região, num total de 140 finalistas regionais, que
participarão nas respetivas eliminatórias regionais, em antena a partir do dia 6 de
julho, na RTP1 e RTP Internacional.
Vila Franca de Xira está grata e orgulhosa por esta sua festa grande, que presta
homenagem ao campino, estar entre os finalistas duma iniciativa que engrandece
a cultura e as tradições do país, e apela desde já a toda a população do concelho
para que participe de forma expressiva nas votações, sendo que o número de
telefone deverá ser divulgado pela RTP ainda neste mês de junho.
Disse o Sr. Presidente que é uma boa notícia, sem dúvida nenhuma, honra
bastante o município de Vila Franca de Xira já ser finalista nesta fase distrital.
Depois, o resto logo se verá, depende das pessoas e está convicto que a população
de Vila Franca de Xira não deixará de corresponder de acordo com as melhores
expectativas.
aod 2
____
FI. Livro
_____________
/‘ Reuno de 2020/06/09
Município
/ 1 Proc2
____________________
Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DA SR VEREADORA MANUELA RALHA - COMEMORAÇÕES DO DIA 10
DEJUNHO
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à Sr Vereadora Manuela Ralha, para
dar uma informação. —
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, cumprimentando, na pessoa do
Sr. Presidente, todos os que estão presentes, os Srs. Vereadores, técnicos do
município, e também todos aqueles que seguem a reuniào via Internet,
mencionando que amanhã, dia 10 de junho, comemora-se o Dia de Portugal, de
Camões e das Comunidades Portuguesas, e esta data vai ser celebrada em Vila
Franca de Xira, pela primeira vez, com o concerto Ligações Fortes, sob a direção
musical de Teimo Lopes. Com início às 22h00, no auditório do Ateneu Artístico
Vilafranquense, o espetáculo já estará aberto à presença de espectadores, embora
com lugares limitados, de acordo com as normas da Direção-Geral da Saúde.
Será também transmitido em direto através do canal YouTube da Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira, e do Facebook do Ateneu Artístico Vilafranquense,
numa parceria entre esta coletividade e a câmara municipal. Todo o concerto está
concebido com base nas raízes culturais do concelho, contando com a participação
de cerca de uma dezena de artistas em palco. O evento é de entrada livre, com
lugares limitados.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que crê que todos receberam o convite para
assistirem a este concerto, e quem puder ir é manifestar a sua intenção para estar
neste momento, que parece que vai ser bastante interessante.
aod 3
I
Fl. Livro
_____________
Fl.Ata 005
. A i Reuniào de 2020/06/09
Município 1111 1 Proc2
____________________
de WIIAVila Franca de Xira V 3 Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DO SR. PRESIDENTE - ROTURA DO ADUTOR DE TELHEIRAS
Interveio o Sr. Presidente, referindo que queria só informar uma questão que foi
profusamente informada nos órgâos de comunicação social, que foi a rotura do
adutor de Telheiras, que aconteceu no dia 3 deste mês, pelas 14h30.
Este adutor, como se sabe, abastece, não só Vila Franca de Xira, como Loures e
Lisboa, e de facto aquele acidente provocou uma quantidade imensa de água,
milhares de metros cúbicos, e apesar da EPAL rapidamente ter interrompido o
abastecimento de água isso não evitou estragos bastante avultados, quer em
habitações, quer nas vias, calçadas, e também prejuízos importantes numa
empresa próxima, sendo que aliás a rotura foi mesmo paredes-meias com essa
mesma empresa. Foi uma situação complicada, na medida em que a zona baixa de
Vila Franca de Xira ficou inundada de lama e pedras.
Quer dizer que foram mobilizados os trabalhadores dos serviços municipais, quer
da câmara municipal, quer dos serviços municipalizados, também com a
colaboração de trabalhadores da junta de freguesia, bombeiros, PSP e da própria
EPAL, que rapidamente limparam a maior parte daquilo que ficou dos estragos, e
permitiu que as pessoas circulassem com segurança.
Desde o primeiro momento que a EPAL esteve também no local com os
responsáveis técnicos, para fazer a avaliação dos estragos, nomeadamente
também com a própria empresa seguradora, e foi dito, pelos responsáveis da
administração da EPAL, que ia assumir todos os prejuízos. —
A EPAL tem vindo a colaborar com a câmara municipal e a trabalhar no sentido de
repor a normalidade da situação, têm sido feitos muitos trabalhos, a fiscalização
técnica municipal também fez um levantamento muito circunstanciado das
situações, e espera que rapidamente a normalidade aconteça.
É verdade que o trabalho podia ter evoluído mais rapidamente, mas, por
precaução, solicitou-se à EPAL para não intervir nas vias, na medida em que foram,
como já referiu, muitos milhares de litros de água, inundaram o subsolo, e estar
neste momento a pôr betuminoso em cima das vias era a mesma coisa que dizer
que rapidamente aquilo ia abater. Isso foi compreendido e aceite, e está-se à
espera que os terrenos sequem para então depois fazer esse mesmo trabalho.
aod 4 lis
_____
FI. Livro
_____________
RAta
- 006
A A 1 Reunião de 2020/06/09
Município M I\j\ Proc2
_____________________
de II!Vila Franca de Xira / Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Compreende-se que a EPAL queria rapidamente resolver o problema, mas
certamente resolveria parte, e depois, mais tarde, haveria um outro problema se
calhar ainda mais complicado.
Dentro da dificuldade de uma situação inesperada, conseguiram, todos, os que
tiveram interferência neste processo, resolvê-la com rapidez. O abastecimento de
água à população de Vila Franca de Xira não foi afetado, há questões de caráter
técnico que a própria EPAL está a fazer a avaliação, do porquê de acontecer esta
situação. — —
Assim, era o que queria transmitir, uma situação que poderia ter consequências
muito mais gravosas, se de facto não tivesse havido uma intervenção rápida de
todos aqueles que deveriam intervir.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que o Sr. Presidente já falou,
foi uma coisa que trouxe um transtorno tremendo ao concelho, particularmente à
freguesia de Vila Franca de Xira. Os membros da CDU percebem as questões e até
ficam satisfeitos pela forma como as ações foram desenvolvidas, no sentido de
minimizar os efeitos deste problema.
Contudo, não podem deixar de referir que isto provavelmente poderá ter também
alguma coisa a ver com questões de manutenção. Têm informação que há bem
poucos anos haveria 150 ou mais trabalhadores na EPAL a fazer o serviço que
agora é feito por 30 trabalhadores, e pelas informações que têm é capaz de ter
havido alguma coisa relacionada com falta de pessoal, falta de manutenção e
doutras coisas.
Sobre aquilo que lhes oferecia agora perguntar da intervenção do Sr. Presidente
pareceu-lhe dar a entender que a EPAL está a assumir as coisas todas, deve
acionar seguros e essas coisas todas, se isso está tudo garantido, muito bem, mas
queriam deixar esta nota, pelo conhecimento e as informações que têm.
Aliás, esta situação já aconteceu nos últimos anos, em 4 ou 5 locais, no Ralis, nas
Bragadas, junto ao centro equestre da Póvoa, e não teve o impacto mediático que
esta teve, porque houve o azar disto acontecer dentro de Vila Franca de Xira, ainda
por cima num sítio alto, e depois desabou a água toda por aí abaixo. Isto poderá
muito provavelmente ter a ver com alguma falta de manutenção nestes
equipamentos, e naturalmente também, se calhar, por excessiva redução de
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pessoal na EPAL
—
O Sr. Vereador Rui Perdigão interveio, referindo que o Bloco de Esquerda também
tem uma questão relativamente à EPAL à rotura do adutor, que causou inundações
naQuintadaGrinja.
O Sr. Presidente, há pouco, na sua intervenção, referiu que a EPAL já fez um
levantamento ou uma avaliação dos danos, e o Bloco pretende saber se essa
avaliação já quantificou o valor pecuniário ou monetário dos danos, só para ter
uma relação em termos de quanto é que isso poderá ser, pois também lhe dá um
avaliação do impacto que houve naquela ocorrência.
Relativamente ao adutor do Alviela, e ao oleoduto, a pretexto desta questão, há
uma questão que ainda não está esclarecida, que é o porquê do adutor do Alviela
estar desativado ou vir a ser desativado, atendendo a que notícias na comunicação
social, de setembro de 2017, informavam que a EPAL pretendia reparar este adutor
com alguma brevidade, o que indiciava que havia uma previsão ou uma intenção
de continuidade desse adutor fornecer água a Lisboa. Pensa que era importante
aclarar esta questão, o porquê de ser desativado, pois toda a discussão
subsequente, se se deve ou não fazer o oleoduto, depende muito do porquê deste
adutor ser desativado.
Quer lembrar que este adutor foi muito importante para o abastecimento de água
de Lisboa, foi construído perto de 1880, e o abastecimento das águas sempre foi
muito importante para o crescimento e para a vida das cidades. Até então em
Lisboa o fornecimento de água era feito através de bicas e fontanários, servidos
pelo Aqueduto das Águas Livres.
Está a falar duma estrutura que já tem mais dum século, e é natural que esteja
degradada, mas se Lisboa precisa do fornecimento de água, não sabe se a solução
é desativar este adutor, pois pode ter consequências para os outros adutores. O
seu receio é que, por exemplo, esta rotura que ocorreu possa ser um indício de que
água que era fornecida a Lisboa através de 3 condutas esteja agora apenas a ser
conduzida através de 2 condutas, que isso provoque um aumento da pressão da
água e que a estrutura dos canos não esteja capaz de resistir a essa pressão.
Pelas imagens que viu, e não foram plenamente percetíveis, aparentou que a
rotura não foi numa união das condutas, mas terá sido uma rotura mesmo do tubo.
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Coloca essa questão, porque se for o caso questiona se não irá haver no futuro
casos idênticos, e se a solução de facto não é, em vez de encerrar a conduta, fazer
uma intervenção profunda como ela necessitará, uma vez que é uma estrutura
muito antiga.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo, sobre a questão da falta
de manutenção, que também já ouviu muita coisa sobre isto, mas não se
pronuncia, na medida em que tem de ser a EPAL a informar a câmara municipal
sobre o que é que aconteceu. Ainda não se sabe, já se pediu informação, não faz
ideia, mas alguma coisa foi e foi alguma coisa grave, porque uma conduta
daquelas, que é revestida a muito ferro, é difícil rebentar como rebentou, tem lá
um buracão, que só quem viu.
Disse o Sr. Vereador Mário Calado que aquilo deve ter sido uma má manobra.
O Sr. Presidente prosseguiu, mencionando que ouviu dizer isso, mas a EPAL é que
se tem de pronunciar. O Sr. Vice-Presidente se calhar sabe tanto como o próprio, e
não podem agora estar a dizer foi disto, foi daquilo, foi daqueloutro.
Mencionou o Sr. Vice-Presidente que só sobre o que sabem e o que viram.
Continuou o Sr. Presidente, referindo que é o que ficou daquilo que lhes parece,
daquilo que viram, e duns uns sapatinhos que foram para o lixo, pois ficaram
cheios de lama, mas enfim, paciência, é da vida.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que o Sr. Presidente pode ter dinheiro para
comprar outros sapatos, mas se calhar houve pessoas que ficaram sem sapatos e
não têm dinheiro para comprar esses sapatos.
Referiu o Sr. Presidente que é exatamente, mais valia estar calado, está certo.
Respondeu a Sr Vereadora Regina janeiro que não, porque o que pensa é que a
EPAL tem mesmo de indemnizar toda a gente.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que é claro que sim, e foi a todas as casas. As
pessoas chamaram-no, pois não sabia quais eram as casas, e recomendou-lhes
aquilo que deviam fazer, sendo que o compromisso que tem da companhia
seguradora da EPAL é, mesmo em situação de dúvida, substituir aquilo que tem
que se substituir e ressarcir o que tem que ser ressarcido.
Disse o Sr. Vice-Presidente que há umas dúvidas grandes.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que a EPAL assumiu efetivamente que
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RAta 009
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Câmara Municipal
vai ressarcir a câmara municipal, as pessoas e a empresa que também lá ficou com
problemas, e fica-se a aguardar informações da EPAL.
Quanto às questões do Sr. Vereador Rui Perdigão, do adutor, reparação e
avaliação, o Sr. Vice-Presidente falará. O Sr. Vereador também perguntou porque é
que o adutor do Alviela está a ser desativado, e o Sr. Vice-Presidente poderá falar. -
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, dizendo que o Sr. Presidente já focou a
situação da EPAL e das roturas na Grinja.
Quanto ao adutor do Alviela, atravessam o concelho de Vila Franca de Xira 4
adutores, circunvalação, Alviela, Telheiras e Tejo, e há 10 anos que a EPAL
perspetiva a anulação do adutor do Alviela, e diz 10 anos porque é o conhecimento
que tem. Contudo, não tem sido fácil, ao longo do trajeto do Alviela até Lisboa,
porque há vários concelhos que são abastecidos por este adutor. Até agora, e no
caso de Vila Franca de Xira, do concelho, havia 9 situações em que os coletores
são abastecidos por este adutor, já se chegou a 2, e a própria EPAL tem de arranjar
soluções, porque Vila Franca de Xira tem a sua rede de distribuição montada, de
reservatórios, de acordo com as cotas do Alviela, e não é estalar os dedos, e depois
não há reservatórios.
Não está em causa a questão técnica, de a EPAL querer anular o Alviela, tem é que
garantir aos municípios soluções com os outros adutores, pelo que não é tão fácil
como o próprio estar aqui a falar. Os técnicos da EPAL e dos SMAS têm andado
nesta conversação, pensa que faltam 2 coletores e a EPAL garantir a cota
suficiente, mas depois tem de fazer e garantir todo o trajeto, de Telheiras, do Tejo
ou da circunvalação, para os reservatórios de Vila Franca de Xira, anulando o
Alviela.
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FI.Ata 010
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SITUAÇÃO NA ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA - CRIAÇÃO DE EQUIPA
MULTIDISCIPLINAR NA CÂMARA MUNICIPAL
Interveio a Sr? Vereadora Regina janeiro, dando os bons dias ao Sr. Presidente, Srs
e Srs. Vereadores, trabalhadores do município que permitem que a reunião se
realize e que lhe dão apoio, e também todos aqueles que a partir de casa
conseguem aceder a mais esta reunião de câmara, dizendo que os membros da
CDU não podem deixar de falar nas questões que os preocupam relativamente ao
estado de pandemia que se vive, e naturalmente que a intervenção que fazem
nunca se limitou a isso, falarão doutras questões também, mas não podem deixar
de, sobre este assunto, continuar a intervir.
Crê que todos têm estado preocupados e a acompanhar atentamente aquilo que se
está a passar na AML - Área Metropolitana de Lisboa, e pensa que a câmara
municipal, por estar dentro da AML, tem de dar uma atenção àquilo que parece
que hoje, no resto do país, pode estar mais atenuado. É hoje, hoje só se sabe
aquilo que se está a dizer agora, daqui por um tempo pode aparecer um concelho
qualquer, mas neste momento a grande preocupação do país inteiro é com a AML
e a sensação ou a opinião que têm, e que gostavam de sugerir, é que fosse criada
uma equipa multidisciplinar, liderada pela câmara municipal, que tivesse também
os serviços de saúde e Segurança Social, e está a dizer destas entidades, liderado
pela câmara municipal, porque pensa que estas 3 instituições juntas poderão fazer
um melhor trabalho de acompanhamento.
Pensa que é necessário perceber onde é que estão os focos, e isso não é nunca
dizer onde é que estão, mas é quem está no terreno perceber onde é que estão
estes focos, se estão circunscritos, se não estão, onde é que estão a aumentar,
para se poder intervir mais ativamente. Volta a referir que é nunca dizer onde é
que estão, essa é uma coisa que só a estas 3 entidades diz respeito, nem aos
vereadores, nem os membros da CDU querem, e só está a sublinhar para não
haver qualquer tipo de mal-entendido.
Agora, parece-lhes que a criação destas equipas mistas deve ser liderada pela
câmara municipal, porque crê que a Saúde, como se tem vindo a perceber, tem
muitas dificuldades, fruto do desinvestimento, e podia dar o exemplo daquilo que é
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
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considerado na Europa mais desenvolvida o número de médicos de saúde pública
por 100 000 habitantes, que são cerca de 30. Em Portugal ronda-se os 5,5, e se o
Sr. Presidente quiser, pode partilhar com a própria quantos é que se têm em Vila
Franca de Xira, médicos de saúde pública, para se ter uma ideia. Não é isso que
determina o que é que está a querer dizer, que é que estas entidades estão algo
debilitadas, tem sido muito intenso, muitas horas sem dormir, e não têm um
diagnóstico tão correto do concelho. A câmara municipal, até porque tem a ação
social escolar, sabe efetivamente, e hoje diz-se que as populações mais
desfavorecidas estão a ser mais afetadas, pelo que o que estava a querer dizer era
apenas que estas entidades têm todas informação que, se se cruzar, será possível
fazer uma melhor prevenção.
junto destas áreas mais fragilizadas crê que está na hora da Câmara Municipal de
Vila Franca de Xira fazer distribuição de máscaras cirúrgicas. Está na hora, já o
defendem há algum tempo, agora pensa que não se deve adiar mais.
Não estão a sugerir que sejam distribuídas máscaras cirúrgicas à população toda, a
própria, como todos os que estão presentes, têm capacidade de comprar, agora,
há efetivamente pessoas que vivem abaixo daquilo que é considerado o limiar de
pobreza, e propõem que estas pessoas tenham acesso a máscaras cirúrgicas,
comunitárias, o que se considerar melhor para se poderem prevenir situações
futuras.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que a Sr Vereadora
Regina Janeiro coloca umas quantas questões e, de facto, a comissão restrita da
proteção civil tem reunido, onde estão representadas uma série de entidades, e
vão fazendo a avaliação do problema da pandemia no concelho de Vila Franca de
Xira.
—
Aquilo que também tem a dizer é que a ligação, principalmente aos delegados de
saúde, ao ACES — Agrupamento de Centros de Saúde, e também à Segurança
Social, tem sido permanente, não há dia nenhum que não estejam a conversar
para resolver e tentar encontrar soluções a alguns problemas que têm surgido.
Esse trabalho é feito muito pela Sr? Vereadora Fátima Antunes, que muitas vezes
não tem descanso, o próprio não tem, mas ela também não tem, para se irem
resolvendo alguns problemas que vão surgindo, e faz-se isto com o recato que
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todas estas matérias têm de ter.
Está-se numa situação, na Área Metropolitana de Lisboa, que está longe de estar
resolvida. Está com muita expectativa daquilo que vai ser referido no dia 15 pelo
Sr. Primeiro-Ministro, para saber se há desconfinamento, se não há.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que já foi anunciada agora
a abertura dos centros comercias. —
Disse o Sr. Presidente que isso ainda não ouviu.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que foi durante a reunião de câmara.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que não ouviu, mas têm de ter cautelas para
perceber, porque as decisões do município têm de ser muito bem fundamentadas,
na base dos despachos que vão saindo. Não é porque apetece, é porque
efetivamente é a Direção-Geral da Saúde que informa.
É evidente que se está numa fase um bocado complicada, porque quer-se
contribuir para que a população tenha um comportamento social adequado, de
acordo com as regras que estão instituídas, mas depois vê-se determinado tipo de
coisas que são incompreensíveis. Está muito de acordo com o princípio sobre as
manifestações contra o racismo, não é isso que está em causa, não pode é estar
de acordo com todo aquele amontoado de pessoas, que pode ser um fator de
transmissão do vírus. Estas coisas é que o perturbam bastante, mas enfim, vai-se
avaliando e tentando criar as condições com o bom senso que tudo isso tem.
É verdade que se está perante uma situação para a qual ninguém estava
preparado, e hoje está-se melhor preparado do que se estava quando isto se
iniciou, mas aquilo que pode referir é que os autarcas deste país, sobre esta
matéria, têm contribuído para, em algumas das situações, até se substituírem a
algumas entidades que deveriam estar na primeira linha de resolução das
questões.
Está a falar, por exemplo, na questão dos testes que foram feitos de rastreio nos
lares. Se a câmara municipal não tivesse avançado ainda hoje se estava à espera
dos testes. Assim, houve determinado tipo de situações que poderiam ter corrido
melhor, apesar de que, na altura, se calhar não havia testes suficientes, não faz
ideia.
Sobre a distribuição de máscaras, a câmara municipal vai distribuir mais máscaras,
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Câmara Municipal
daquelas que já distribuiu, já distribuiu bastantes e vai continuar a distribuir, mas
são máscaras para as pessoas mais vulneráveis, as pessoas que mais precisam.
Têm de se distribuir máscaras a quem precisa, não se vão distribuir máscaras sem
nenhuma referência de coisa nenhuma. Ontem viu uma coisa na televisão que é
desagradável, porque efetivamente toda a gente está a fazer aquilo que Loures
fez, mas Loures é que foi visada, e não percebe. Uma coisa discreta ainda tem
algum sentida, agora, uma coisa garrafal que às vezes vê, enfim, é o que é, por
isso é que às vezes diz que se tem de ter algum cuidado com estas matérias,
porque é-se mal-interpretado. —
A Sr Vereadora Regina Janeiro interveio, referindo que está de acordo, mas
também tem de se ter coragem, ou seja, não se pode condicionar a intervenção
que se tem.
Continuou a Sr. Presidente, mencionando que não está condicionado a coisa a
nenhuma. Agora, o concelho tem uma população de 140 000 habitantes, dever-se-
iam distribuir pelo menos 2 a 3 máscaras por fração, por caixa de correio, e está-se
a falar de muita máscara, se calhar de 600 000,00€, 700 000,00€ ou 800 000,00€.
Há, felizmente, pessoas que podem perfeitamente adquirir as máscaras e há para
todos os preços. Há máscaras caríssimas, há máscaras baratíssimas, e a função se
calharéa mesma.
Assim, para além das muitas máscaras que já se distribuíram, vão-se continuar a
distribuir para as pessoas mais vulneráveis, as pessoas que mais precisam.
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iii Reurflâo de 2020/06/09
Mun(pio Proc - -
Vila Franca de Xira Deiiberaçao no
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SITUAÇÃO NOS LARES
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que gostaria de fazer uma
pergunta que tem preocupado a todos, e crê que ao executivo também, se nos
lares continua tudo controlado, se não há nenhuma novidade.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que sobre esta questão dos
lares já falou. Felizmente, neste momento, a informação que se tem, e a Sr
Vereadora Fátima Antunes pode também referir-se a isso, é que se está bem.
Duma situação complicada que o concelho teve está-se numa fase tranquila, todas
as decisões que foram tomadas foram corretas e surtiram o seu efeito. Continuam-
se a ajudar as instituições de acordo com aquilo que está previsto, e vai-se fazendo
o caminho.
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Reunod00/06/O9
Município JflJVl Proc2
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Vila Franca de Xira L 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SITUAÇÃO DOS TRABALHADORES DO MUNICÍPIO
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que os membros da CDU
gostavam de saber se os trabalhadores do município estão a ser monitorizados, se
os procedimentos estão todos a ser cumpridos, se não há nenhuma situação que
seja necessário estar com mais atenção.
O Sr. Presidente interveio, no final da reunião, mencionando que sempre que há
uma situação dalguma suspeita imediatamente os trabalhadores vão a Lisboa, ao
laboratório, para fazerem os testes. É assim que têm acontecido, e felizmente
todos os trabalhadores que foram fazer os testes deram negativo.
Portanto, se houver alguma situação, cá se está para proteger e tranquilizar os
trabalhadores.
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1 FI.Ata 016Reunião de 2020/06/09
Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REUNIÕES DE CÂMARA COM PÚBLICO
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que uma nota final que gostaria
de referir é saber para quando é que se volta às reuniões de câmara com público.
Os membros da CDU pensam que já passou tempo suficiente, e desde que a lei
seja respeitada há espaços no concelho que permitem que haja público. Não tem
de se estar no salão nobre da câmara municipal, pode-se estar na sede do
movimento associativo, num outro espaço. Há muitos no concelho, felizmente, e
acreditam que é fundamental que se volte à normalidade democrática, e que as
pessoas possam intervir.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, mencionando, quanto a esta questão
de tornar as reuniões públicas, que só se poderá fazer, na medida em que estão
suspensas até ao dia 30 de junho, a partir de 30 de junho, e na próxima reunião de
câmara trará uma proposta sobre esta matéria. Não sabe como é a questão dos
ajuntamentos, se passam a ser mais de 10 pessoas, se não, não sabe, tem de se
avaliar como é que isso vai decorrer. De qualquer modo, na próxima reunião de
câmara trará uma proposta nesse sentido.
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017
Reunião de 2020/06/09
Município / Proc2
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Vila Franca de Xira 4] Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MAPA DOS APOIOS EXTRAORDINÁRIOS COM BASE NAS MEDIDAS DA COVID-19
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo, por último, e em figura de
requerimento, que os membros da CDU querem ter acesso ao mapa detalhado de
todos os apoios extraordinários com base nas medidas da Covid-19.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, mencionando, quanto a este mapa
detalhado das despesas, que sim senhor vai-se fazer chegar.
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RAta
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41 Reunião de 200/O6/O9
Município IA IV\ Proc2
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de Ali
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MOÇÃO - TRANSPORTES
Interveio o Sr. Presidente, perguntando, antes de dar a palavra ao Sr. Vereador
Nuno Libério, se o mesmo vai apresentar uma moção ou uma recomendação. Se
for moção, tem de estar na própria ordem do dia, e se tivesse chegado em tempo
oportuno naturalmente que se tinha incluído na ordem do dia, pelo questiona como
é que se vai avaliar esta situação neste período antes da ordem do dia. Se é para
ser moção, ela transitará para a próxima reunião de câmara, e nesse sentido o Sr.
Vereador faria uma apresentação, porque não se pode votar nesta altura, como se
sabe. Era só para esclarecer a questão, de qualquer modo vai pedir para ser
distribuída, ejá fica com uma.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, dando os bons dias a todos, referindo
que não tinha intenção de iniciar a sua intervenção exatamente com esse assunto,
de qualquer forma a intenção dos membros da CDU é que a câmara municipal vote
sobre este documento, que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta
parte da ata, seja numa modalidade de recomendação, seja numa forma de
proposta. Se o Sr. Presidente estivesse de acordo, o próprio faria uma muito
genérica apresentação do seu conteúdo, daria tempo e oportunidade para a
câmara municipal, e particularmente o Sr. Presidente, que está a dirigir a reunião,
poder ainda convocar para uma deliberação no dia de hoje, tendo em conta a
urgência do que está exposto no conteúdo desta proposta da CDU.
Se assim não for remeterá para o próximo agendamento, daqui a 15 dias, e
naturalmente com algum prejuízo, tendo em conta uma opinião que têm, que é da
necessidade da câmara municipal se pronunciar e deliberar sobre a problemática
da falta de transportes públicos no concelho de Vila Franca de Xira.
Disse o Sr. Presidente que então o Sr. Vereador faça o favor de fazer a
apresentação.
Retomou a palavra o Sr. Vereador, dando novamente os bons dias a todos e aos
trabalhadores da câmara municipal que estão a garantir persistentemente os
trabalhos e a vida essencial do concelho, começando desde logo por esta reunião
de câmara, dizendo que a preocupação não é de agora, aliás a CDU, sobre esta
matéria, infelizmente e pelas piores razões, tem vindo a colocar a cada reunião que
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44J Reuno de 2020/06/09
Municipio
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
passa situações relacionadas com a falta de oferta de transportes públicos no
concelho de Vila Franca de Xira.
Esta situação é tanto mais grave que foi agravada pelo regime de lay-off parcial,
declarado por muitos dos operadores que operam no concelho, e ainda se mantém,
não obstante sucessivas tomadas de posição da AML - Área Metropolitana de
Transportes, bem como da câmara municipal, e, acima de tudo, do protesto dos
utentes de serviços públicos, a supressão de várias carreiras e horários por parte
das operadoras privadas. —
Estas situações têm como consequência sérios riscos para a propagação da vaga
pandémica que todos conhecem, e é por isso que os membros da CDU entendem
que a câmara municipal tem de intervir, continuar a intervir, e deliberar sobre uma
proposta de resolução que colocam à consideração de todos. Vão dar duas
situações muito específicas, que ilustram o retrato da falta de transportes públicos
no concelho, o grau de lotação e o risco que isso mesmo representa.
Um exemplo é o percurso entre a estação de Vila Franca de Xira e o hospital, para
além do percurso entre o Bom Retiro e também o hospital, que são dos percursos
mais concorridos no concelho. As pessoas viajam, desculpem-lhe o termo, em
verdadeiras “sardinhas em lata”, e num universo de utilizadores também
caracterizado como debilitado e fragilizado. Dever-se-iam exigir mais percursos,
mais carreiras, horários mais reforçados, de 15 em 15 minutos ter-se-ia uma
resposta acessível e em condições de higiene, para além doutra dimensão da frota
disponível. São minibus que neste momento, na situação atual, não se ajustam e
são um perigo para a saúde pública. O operador é a Boa Viagem.
Outra situação é, por exemplo, a carreira 345 da Rodoviária de Lisboa, que liga
Arcena à estação da CP em Alverca, em que os horários são neste momento os
chamados horários de verão ajustados. São horários de hora a hora, para ligar dois
dos bairros da maior cidade do concelho, de ligação a um dos maiores interfaces
rodoferroviários, e é também, ao mesmo tempo, a única carreira urbana que serve
a necessidade de mobilidade da freguesia de Alverca. Portanto, é necessário, por
exemplo, reforçar de 20 em 20 minutos, nas horas de ponta, e sugeriam até de 40
em 40 minutos no restante horário.
Nestes termos, caso persista e se justifique a necessidade acrescida de
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compensação dos operadores para a prestação do serviço público a que estão
obrigadas no âmbito das condições registadas no regime provisório vigente, e que
reconduziu à concessão governamental original, a opinião que têm é que a câmara
municipal deveria deliberar sobre dois aspetos em particular, que constam da
proposta que deram agora a conhecer:
Um é reclamar do Governo que considere tal encargo, no âmbito orçamental, à
semelhança e a par de demais compensações à retoma da atividade económica,
tendo em conta que o transporte público é fator estruturante daquela, e não
deixando apenas e só o ánus nas autarquias locais ou na Área Metropolitana de
Transportes, do financiamento, tendo em conta o esforço financeiro que este e
todos os municípios da Área Metropolitana de Lisboa já hoje desenvolvem e
percorrem no sentido de assegurar a prestação dum contrato público de
transportes;
Por outro lado, é continuar a intervir, em conjunto com a área metropolitana, pelo
reforço da oferta de transportes públicos junto dos operadores, com contrato em
vigor.
Este é um problema que persiste, e que deve continuar a exigir, na opinião dos
membros da CDU, uma tomada de posição, tal como propuseram para deliberação,
caso se entenda hoje ou, o mais tardar, daqui a 15 dias. Pensam que deveria ser
hoje.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, mencionando, sobre os transportes, que para
as Cachoeiras há apenas uma carreira de autocarro até Vila Franca de Xira, às
10h00. depois há um retorno às 14h00, e a questão do Bloco de Esquerda é como
é que se transportam as crianças e jovens que precisam de ir para a escola, uma
vez que, por exemplo, se têm as escolas secundárias a funcionar. A questão é
como é que ficam estes alunos que vivem num aglomerado urbano isolado do
concelho.
O Sr. Presidente interveio, no final da reunião, mencionando que aquilo que sugere
é que este ponto seja agendado para a próxima reunião de câmara, sendo que,
efetivamente, esta matéria foi muito refletida no dia 26 do mês passado, na
assembleia municipal, onde esteve o primeiro-secretário da AML e onde foram
colocadas muitas matérias, do desconforto que existe, de muitos operadores não
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Reunião de 2020/06/09
Município çv.-l Proc2
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2
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estarem a desenvolver o trabalho para o qual estão a ser pagos.
É verdade que os operadores, num determinado contexto, tiveram um problema
grave, que foi não haver procura. A procura foi reduzida drasticamente, em maio já
houve 30% de procura, prevê-se que em junho haja 65% de procura, o que quer
dizer que financeiramente a situação vai melhorar. Espera que a breve trecho tudo
aquilo que acontecia em termos de procura, antes da pandemia, possa vir para os
números que estavam e os operadores não terem razões, ou para terem
trabalhadores em lay-off, ou não fazerem ao trabalho que devem fazer.
Apesar de tudo houve a preocupação de se pagar o mínimo para que os
operadores pudessem trabalhar, e o mínimo são 42%, à volta disso, do que
recebiam, pelo que, se recebem 42%, têm que fazer pelo menos 42% do trabalho,
coisa que em alguns casos não faziam.
Questionou a Sr Vereadora Regina janeiro se o Sr. Presidente a deixa fazer um
parêntese, ao que o mesmo anuiu.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que pensa que se
deviam fazer as contas, ou o Governo tinha a obrigação de fazer as contas entre
aquilo que pagou pelo lay-off e quanto é custaria ter metido o dinheiro que está a
gastar no lay-off nos transportes, para os operadores cumprirem com tudo. Se
calhar ainda se vai perceber que o país ou o Governo perdeu dinheiro com isto.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que é provável. Como dizia alguém, era uma
questão de fazer contas.
Houve um período em que efetivamente a procura era quase diminuta, e se os
operadores continuassem a trabalhar as carreiras andavam a fazer-se sem
ninguém, vazias ou praticamente vazias. De qualquer modo essa avaliação, essa
reflexão que a Sr Vereadora faz, é interessante, porque também se compreende
que os operadores, de repente, ficando sem receita, logicamente que têm alguma
dificuldade de fazer o seu trabalho, apesar de que há operadores e operadores,
neste sentido.
Em Vila Franca de Xira, através do Sr. Vice-Presidente, tem havido reuniões
variadas no sentido de se irem aceitando algumas matérias que era necessário
acertar, e aquilo que pode dizer é que a conversa que se tem tido tem sido muito
construtiva e vai-se tentando melhorar ao longo deste tempo.
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44) Reunode2OO/06/O9
Município ,fIJVI
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Vila Franca de Xira 1’ Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
O Sr. Vereador Nuno Libório falou sobre algumas carreiras que são necessárias
melhorar, o Sr. Vice-Presidente tomou boa nota e vai também falar com os
operadores do concelho, para perceber o que é que se está a passar, apesar de
que a AML, numa relação de trabalho que se faz, também sobre esta matéria tem
que se pronunciar.
Quanto ao que disse o Sr. Vereador Rui Perdigão sobre as Cachoeiras, também se
vai falar com o operador, da necessidade de alterar o número de frequência da
carreira.
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Ali RAta 023
111(4 Reunião de 2020/06/09
Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
OBRAS DA BRISA DE ESTABILIZAÇÃO DO TALUDE DA Ai EM VILA FRANCA DE XIRA-
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo-se às obras da Brisa, de
estabilização do talude da Ai em Vila Franca de Xira, dizendo que, ou muito os
membros da CDU se enganam, ou aparentam estar paradas, e nesse sentido
perguntavam: Se estão paradas, quais os motivos? Já agora, qual é a informação
que a câmara municipal dispõe no sentido da retoma e finalização dessa mesma
obra?
Enquanto o estaleiro se encontrar na forma como está, e o constrangimento se
mantiver tal como hoje persiste, continuam os constrangimentos na circulação da
ENiO há já mais de i ano. É preciso também precisar temporalmente esta questão.
Sobre esta matéria a CDU tem o entendimento que não se pode adiar por muito
mais tempo ou continuar a adiar a abolição de portagens. As portagens, no
concelho de Vila Franca de Xira, continuam a ser um entrave ao desenvolvimento
do concelho, para além das consequências de natureza ambiental e de mobilidade
que isso acarreta para o bom funcionamento dum concelho que está posicionado a
poucos quilómetros da Área Metropolitana de Lisboa, e que precisa duma nova
estrutura de mobilidade, que há muito é negada sistematicamente pelos governos
do Partido Socialista, bem como governos de iniciativa do PSD e do CDS.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que o Sr. Vice-Presidente vai
falar, porque há informações que justificam este atraso e as obras paradas. Assim,
já lhe passa a palavra para falar sobre isto.
O Sr. Vice-Presidente interveio, referindo que a informação que solicitou em 29 de
maio, que tem por escrito, e também já solicitou uma reunião com a Brisa na
câmara municipal, é que se esteve a aguardar os testes de ancoragem e de
estacaria em toda em zona da colina.
Os Srs. Vereadores recordam-se de ter informado que, por comunicação da Brisa, a
situação foi mais grave ou é mais grave do que aquilo que pensava numa fase
inicial, portanto, tem-se toda a condescendência em relação aos constrangimentos.
Pensa que eles foram, na medida do possível, salvaguardados com a retirada dos
“new jersey” para o alinhamento da estrada, e que está a iniciar-se esta fase.
Uma coisa são os documentos, os papéis aceitam tudo o que se quer escrever, e já
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Fl.Ata 024
A 1 Reunião de 2020/06/09
Murcípio / L4jJ4 Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
solicitou que a Brisa venha à câmara municipal de viva voz esclarecer algumas
dúvidas que se têm.
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RAta
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Município /ct. Proc2
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Vila Franca de Xira
- ) Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
UNIDADE DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS NA ANTIGA CIMIANTO - VILA FRANCA DE
XIRA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libério, referindo que chegou a informação aos
membros da CDU que na antiga Cimianto haverá intenção de instalar uma unidade
de tratamento de resíduos, e perguntam, na falta de informação mais precisa do
que esta que lhes fizeram chegar, se a câmara municipal confirma esta alteração
de atividade.
Efetivamente era uma área industrial que colapsou, do ponto de vista económico,
que precisa dum novo arejamento urbano e urbanístico, mantém-se, nos termos do
Plano Diretor Municipal, como área destinada às atividades económicas, mas
gostariam que a câmara municipal confirmasse se o destino a dar é um local para o
tratamento de resíduos.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que da antiga Cimianto não
tem nenhuma informação sobre aquilo que o Sr. Vereador Nuno Libério lhe referiu.
Aliás, a informação que tem do próprio proprietário era em sentido completamente
diferente daquele, até porque esta questão do tratamento de resíduos naquela
zona a câmara municipal não vai aceitar, não vai permitir.
Vão-se permitir, sim, algumas propostas e questões que o proprietário colocou à
câmara municipal, em que disse que estava disponível para avançar. Agora, o
tratamento de resíduos nunca foi colocado, nem a câmara municipal vai aceitar.
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A FI.Ata - 026
/‘J 3 Reunião de 2020/06/09
Município / D) Proc2
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
BARREIRAS ARQUITETÓNICAS - SITUAÇÕES NA PÓVOA E EM VILA FRANCA DE XIRA -
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dando os bons dias e cumprimentando todos
os presentes, bem como quem ouve a reunião em casa, dizendo ter 4 ou 5
questões, e vai tentar ser tão rápido quanto possível.
A primeira delas prende-se com barreiras arquitetônicas e questões de mobilidade
reduzida. —
Os membros da CDU receberam, e o Sr. Presidente deve ter também
conhecimento, da Sr Cristina Mota, da Póvoa, um documento onde a mesma
lamenta o profundo desagrado que está a ter e os problemas grandes que está a
ter, por causa de ser uma pessoa com essa problemática, infelizmente.
A munícipe considera que, quer a sinalização que é pedida pelos deficientes ou
pessoas com mobilidade reduzida, neste caso, quer a sinalização colocada pela
câmara municipal, não estão a ser devidamente respeitadas, e talvez não sejam a
melhor solução para a resolução do problema.
A senhora enumera algumas questões, que o próprio, rapidamente, vai passar a
ler:
“Lugares reservados identificados unicamente com a placa de portador de
mobilidade reduzida, lugares reservados com placas adicionais de matrícula de
viatura, lugares reservados ocupados por veículos sem dístico de identificação de
portador de mobilidade reduzida, táxis e particulares, em que provavelmente a
única deficiência (diz a senhora) será em caráter e respeito dos condutores que
fazem isso, lugares reservados ocupados por veículos com dísticos que não
pertencem ao condutor, nem a pessoas do seu agregado familiar, nem por
visitantes, ocupados pelo chamado (diz mais uma vez a senhora) chico-esperto”.
A senhora reconhece genericamente que a lei estará a ser cumprida, mas apela,
junto do Sr. Presidente, ao bom senso, e diz também que a PSP, na maioria dos
casos, faz que não vê, fecha os olhos e olha para o lado, permitindo depois a
continuação daquele estado de coisas, e diz que até há casos, já soube dum
conhecido que teve de mudar de habitação porque não conseguia conviver com a
problemática da dificuldade para ocupar um lugar de estacionamento para pessoa
deficiente.
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RAta 027
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2
Câmara Municipal
Está apenas a transmitir o sentimento da senhora, crê que o Sr. Presidente e esta
câmara municipal já têm conhecimento também daquilo que escreveu esta
senhora Cristina Mota, ficando, pois, o seu apelo.
Continuou, mencionando que vaí falar dum caso ou assunto em que até já tem
vergonha de ouvir falar, e o Sr. Presidente vai já perceber porquê, pois está
convencido, se conhece o Sr. Presidente como pensa que conhece, que também
pensará o mesmo.
Vai falar novamente, porque a Sr Manuela Madeira mandou aos membros da CDU
novamente um e-mail sobre o assunto, daquela coisa absolutamente incrível, de
impossibilidade de resolver uma coisa tão simples, na sua opinião, e pede desculpa
por este seu pretensiosismo ou contundência. Aquilo é uma coisa tão simples de
resolver que, conhecendo como conhece o Sr. Presidente, se o mesmo for lá não
vai admitir que aquilo continue por mais tempo.
Está-se a falar de uma coisa com 1 metro de largura, onde o mais difícil já foi feito,
uma rampa com 2 pilaretes, e muito bem, e o próprio até diria que provavelmente,
quanto à solução daquilo, e agora fala também para a Sr Vereadora Manuela
Ralha, nem era ali que era resolvido o problema, era resolvido no topo da rua João
José Nascimento Costa, logo a sair à praceta Jornal Vida Ribatejana, no enfiamento
do passeio que fica do lado onde a senhora mora, pondo ali um pequeno
equipamento urbano.
O Sr. Presidente sabe do que é que o próprio está a falar, vê por aí equipamentos
urbanos, que de acordo com a lei até parece que são proibidos de colocar nas vias
públicas, colocados em sítios em que até tem muitas dúvidas, e da legalidade não
tem dúvidas nenhumas, mas até da sua utilidade também tem muitas dúvidas.
Até em relação a trabalhadores da câmara municipal isso já foi feito, e não lhe
parece que seja difícil fazer o que está a dizer, no topo do passeio da rua João josé
Nascimento Costa pôr 2 pequenas floreiras ou 2 pilaretes, a senhora entrava no
topo do passeio, não entrava onde está agora a querer entrar e não pode, porque
os carros não respeitam aquilo, pois nem sequer lá está marcada uma zebra para
dizer às pessoas para não se porem lá em cima.
Esta é uma coisa absolutamente incrível, até se pode dizer que a senhora está
sempre na reunião, mas tem razão, porque quer entrar em casa e tem direito a
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Fl.Ata 028
Reunião de 2020/06/09
Município Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
isso. Quer se queira, quer não, ela tem toda a razão nisto, e não lhe parece que
aquilo seja uma coisa difícil de resolver. Se o Sr. Presidente for lá ver aquilo, vai
chegar com certeza à mesma conclusão do que o próprio.
Está a falar desta forma acalorada, mas já o conhecem, não está zangado com
ninguém, é a sua forma de se expressar, e pensa que estas coisas não fazem
sentido. A senhora chegou a solicitar estes pilaretes e esta cena ainda o próprio
era presidente da junta, anda nisto há 6 anos, e é um bocado complicado.
Agora, para terminar este assunto até sugeria uma situação, no passeio da rua
João José Nascimento Costa, que para quem desce fica do lado direito, do lado da
casa da senhora, que tem uma largura que é raro um passeio em Vila Franca de
Xira ter. As pessoas até estacionam indevidamente em segunda fila, mas sabe-se
que os estacionamentos ali são difíceis, e quem quer voltar para cima, à esquerda,
para a rua António Sérgio, como o próprio faz todos os dias, e agora não faz por
causa da obra da EPAL tem de estar à espera numa fila, porque ninguém deixa
passar para a rua António Sérgio. Pensa que aquele passeio dava para fazer um
recorte junto à passadeira, em baixo, quase ao pé da farmácia, permitia o
estacionamento, chegando-se um bocadinho mais ao lado, permitindo uma maior
fluidez do trânsito naquela via. É a sua opinião, o passeio até está um bocado
degradado, era aproveitar para resolver uma situação que também está um
bocadinho degradada, e duma cajadada matavam-se 2 coelhos só.
Fica o seu apelo para que o Sr. Presidente tome, na devida conta, esta situação,
porque a senhora vem a reunião de câmara tanta vez, escreve tantos e-mails para
a CDU. para o executivo, que não faz qualquer sentido, e é uma coisa tão simples
de resolver, pensa o próprio.
Vai continuar, e pede desculpa por este bocadinho a mais.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que sobre as questões das
barreiras arquitet6nicas, a sinalização, a câmara municipal também tem recebido
algumas questões.
Sobre a rua João José Nascimento Costa, não tinha muito presente esta matéria,
mas o Sr. Vice-Presidente tomou boa nota.
Da Sr Manuela Madeira, das duas uma, ou não se sabe o que é que se anda a
fazer ou então há uma situação em que já não sabe bem o que é que se há de
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Município Ali V Proc
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Vila Franca de Xira J Deliberação n_____________
Câmara Municipal
fazer. A câmara municipal colocou a sinalização de acordo com aquilo que os
técnicos dizem que é a sinalização adequada, a senhora diz que não. A senhora já
lhe escreveu, escreve aos membros da CDU, escreve à câmara municipal e deve
escrever a muito mais pessoas, efetivamente começa a ser um bocadinho penoso
tudo isto, e pediu mais uma vez ao Gabinete de Acessibilidades para, duma vez por
todas, fazer um relatório, e também ao próprio DOVI - Departamento de Obras,
Viaturas e lnfraestruturas, para poder falar sobre isso.
Contudo, depois, a Sr Vereadora Manuela Ralha ou o Sr. Vice-Presidente também
podem complementar
Sobre a rua, o Sr. Vice-Presidente tomou boa nota e vai-se avaliar o que é que se
podefazerlá.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, mencionando, sobre a questão da Sr Manuela
Madeira, que pode dizer que efetivamente, e também quando o Sr. Vereador Mário
Calado foi presidente de junta, recolheram-se todos os pareceres, até para ver se
se resolve isto duma vez, e agora remeteu-se à junta, única e exclusivamente para
dar o seu parecer final. Pensa que está reunida toda a situação para se resolver.
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Reunião d 2OO/O6/O9
Município 4j jj Proc2
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Vila Franca de Xira A’!! ‘ Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MATO E CANAVIALJUNTO AO N 3 DA QUINTA DA SETA-VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo-se a um problema na Quinta da
Seta, em Vila Franca de Xira, em que uma munícipe, Sr jaqueline, só desabafa
porque tem de desabafar, sente-se prejudicada, e o próprio conhece este problema
como as suas mãos, como o Sr. Presidente também conhece, com certeza.
A senhora lamenta o facto de estar a viver rodeada de mato, de canavial e dessas
coisas todas, é evidente que a câmara municipal aqui não tem qualquer
responsabilidade, a única que terá é chamar à atenção dos proprietários dos lotes
que estão neste momento ao abandono, onde se desenvolvem as canas, os
arbustos, e que partem a vedação em madeira bonita que lá estava, que agora
está toda destruída, como aliás bem se pode ver nas fotografias que foram
apresentadas aos membros da CDU, e que o executivo também conhece. O que há
a fazer aqui é, de facto, tentar, junto dos proprietários, fazer com que façam aquilo
que é a sua obrigação, que é limpar os espaços que são sua propriedade e não o
estão a fazer.
A senhora faz uma série de lamentações, diz que falou para a junta, a junta aqui,
se calhar, também pouco pode fazer, ou nada, mas fica o apelo, porque a senhora
pediu-lhes que intercedessem junto do Sr. Presidente, no sentido de alguém pôr
mãos naquilo e resolver. De facto, há uma fotografia, em frente à vivenda da
senhora, que o próprio conhece, com o canavial, os arbustos e aquilo tudo partido,
em que parece que caiu uma bomba, e é desagradável para quem apostou ali fazer
casas. É um sítio muito bonito, uma zona residencial espetacular, mas assim é
complicado.
Desta forma, fica então o apelo da senhora para que alguém faça alguma coisa na
Quinta da Seta, nomeadamente junto ao seu n9 3.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, mencionando que o executivo
também recebeu essa reclamação, e efetivamente enviou para o serviço respetivo,
que trata destas matérias, que é a Divisão de Assuntos Jurídicos, e também para o
urbanismo, através da fiscalização, para identificar os proprietários, no sentido de
rapidamente fazerem aquilo que lhes compete fazer, que é limparem a sua própria
• propriedade. Em alguns casos o que já tem acontecido é a câmara municipal fazer,
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Município i1iV Proc2
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Vila Franca de Xira 4v Deliberação n2
Câmara Municipal
depois haverá de ser ressarcida, não se sabe é quando, mas enfim. Contudo, há
uma contraordenação, há isso tudo, e pode ser que sim.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, mencionando que o Sr. Presidente já focou,
a fiscalização municipal já identificou os proprietários, o Dr. Fernando Barreiros
está a liderar também a fiscalização municipal, a nível das contraordenaçóes e
execuções fiscais, e vai-se para a fase de identificação desses proprietários. Como
disse o Sr. Presidente, provavelmente a câmara municipal ter-se-á de se substituir
aos proprietários nessa limpeza.
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RAta 032
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Vila Franca de Xira 9 Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
HORÁRIO DO CEMITÉRIO DE VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo-se ao cemitério de Vila Franca de
Xira, dizendo que o Sr. Presidente já deu alguns esclarecimentos, que os membros
da CDU agradecem, que fazem todo o sentido, sendo que têm também
conhecimento que parece que o horário diário que havia de permissão de entrada
eradelhoraepassoupara2.
Ainda assim, até porque à hora de começar esta reunião foi-lhe informado que já
estavam 9 a 10 pessoas à entrada do cemitério, não lhes parece, com a grandeza,
a dimensão, a área tremenda que este cemitério tem, com dois portões, podendo
ser um só para entrada e outro só para a saída, é um cemitério enorme, que não
haja uma melhor solução para a sua gestão.
De facto, até já houve questões de conflito, das pessoas quase se pegarem umas
com as outras por causa da história do acesso e das entradas, não lhes parece que
isto seja razoável, e apelam ao Sr. Presidente e à câmara municipal, para além
doutros aspetos que possam ser melhorados, que tão breve quanto possível
passasse dum horário reduzido a um horário normal, naturalmente com a
exigência de que as pessoas cumpram as regras de distanciamento, o que também
não lhe parece que seja difícil acontecer, tendo em conta a área de que se está a
falar.
Portanto, fica também o apelo para que o Sr. Presidente e a câmara municipal
tentem, tão rápido quanto possível, fazer regressar o cemitério, à semelhança do
que acontece com os outros, em Alverca, Alhandra e por aí fora, ao seu horário
normal.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que não é porque não se
pense que as pessoas não tenham razão no sentimento de quererem ir, sem
horário, ao cemitério, e no momento que houver um desconfinamento é no mesmo
momento em que faz outro despacho no sentido de abrir.
Neste momento aumentou-se mais uma hora, parece que é insuficiente. Pode
agora dizer que também à tarde se pode ir, porque há pessoas que lhes dá mais
jeito irem à tarde, e ok, faz-se, pode alterar o despacho, não tem problema
absolutamente nenhum.
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Município )ÃIV\ Proc2
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Vila Franca de Xira ( V Deliberação n____________
Câmara Municipal
Agora, sobre estas matérias é muito cauteloso, não é medroso, é cauteloso, porque
se está, como já disse, na Área Metropolitana de Lisboa, numa situação que está
longe de estar controlada, apesar de ontem, no lnfarmed, os cientistas terem dito
que as coisas não estão assim tão mal como à primeira vista parecem, mas pelo
sim pelo não, é preciso tomar as cautelas necessárias.
Se as medidas de desconfinamento forem de abrir os cemitérios, é claro, abram-se
os cemitérios, mas é preciso ter alguma cautela sobre isso.
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n 1 Reunião de 2020/06/09
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MATERIAIS DE LIMPEZA, DESINFEÇÃO E PROTEÇÃO INDIVIDUAL NOS
ESTABELECIMENTOS ESCOLARES
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, dando os bons dias a todos os presentes e
àqueles que estão a acompanhar a reunião em casa, dizendo que vai começar por
questionar o Sr. Presidente, pois antes da reabertura do pré-escolar garantiu que
iria haver materiais de limpeza e desinfeção, materiais de proteção individual para
todas as educadoras e auxiliares, bem como formação específica agora, para os
constrangimentos que esta situação toda criou. Aquilo que os membros da CDU
queriam saber é como é que correram esses procedimentos e se as desinfeções
correram todas como planeado.
O Sr. Vereador Rui Perdigão interveio, mencionando que o Bloco de Esquerda
também pretende saber como está a decorrer a desinfeção das escolas no ensino
secundário do concelho, jardins de infância e creches, se todos os funcionários,
docentes e não docentes, acaso foram testados, e se houve algum caso positivo ou
não.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que aquilo que pode dizer
ao Sr. Vereador André Arrojado sobre o pré-escolar é que tudo o que estava
previsto ser feito da parte da câmara municipal foi feito. Portanto, todos os
materiais que eram necessários foram colocados à disposição.
Como já disse há pouco, há neste momento cerca de 30 % de frequência, no início
ainda era menos, as coisas estão a correr com grande tranquilidade, sem questão
nenhuma.
Depois, quanto à questão do Sr. Vereador Rui Perdigão, se as pessoas tinham sido
testadas e o rastreio, o rastreio foi feito de acordo com aquilo que a Direção-Geral
da Saúde preconizou, e a área em que foram feitos testes ao pessoal, auxiliares e
educadoras, foi nas creches, através da Segurança Social, que é quem
superintende esta área. Nas outras não foi necessário, na medida em que não
havia recomendação nesse sentido.
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Vila Franca de Xira
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REFEIÇÕES ESCOLARES NAS FÉRIAS DO VERÃO
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, referindo que os membros da CDU
queriam saber quantas refeições escolares estão a ser servidas e se se vão manter
para as férias de verão.
O Sr. Presidente interveio, no final da reuniáo, dizendo, quanto às refeições após a
pausa letiva, que é como diz, neste momento está-se a pedir aos agrupamentos,
como aliás se faz todos os anos, a identificação dos alunos que necessitam de
apoio alimentar.----—
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
GRUPO DE TEATRO GRUTA FORTE
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, referindo que os membros da CDU
queriam lançar um alerta para a situação em que o grupo de teatro Gruta Forte se
encontra. É um grupo de teatro que está ativo desde 2003, e desde a sua criação
que tem alertado também para a necessidade de haver um espaço cultural no
Forte da Casa onde possa “performar”.
Sendo um dos grupos de teatro mais antigos do concelho, também é o único que
ainda não tem casa própria, são 17 anos em que conta apenas com a solidariedade
e o apoio logístico dado por outros. Somando a isso, com toda esta situação, desde
o dia 1 de junho, quando foi permitida a retoma da atividade cultural, o grupo não
a pôde retomar porque não consegue ensaiar no espaço que tem previsto, pois não
consegue garantir o respeito pelas normas sanitárias, e irá continuar de portas
fechadas.
A pergunta que fazem é se a câmara municipal, nomeadamente a vereadora com o
pelouro da cultura, tem conhecimento desta situação e se a tem acompanhado, de
modo a tentar encontrar uma solução para este grupo de teatro.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, mencionando que esta é uma
matéria que efetivamente este grupo já colocou à câmara municipal, num ou
noutro momento, e ver-se-á se se encontra uma solução, espaço não é coisa que
abunde por aí, mas haverá de se tentar encontrar uma solução.
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Reunião de 2020/06/09
Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
PROGRAMA DE FINANCIAMENTO PARA ERRADICAÇÃO DO PROBLEMA DAS ESCOLAS
COMAMIANTO
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, referindo que ainda esta semana os
membros da CDU souberam que vai ser lançado um programa de financiamento
dos municípios, com fundos europeus, no valor de 60 milhões de euros, com o
objetivo de erradicar de vez o problema das escolas com amianto.
No concelho há 8 escolas que ainda carecem de intervenção, a escola do Bom
Sucesso, Alves Redol, Aristides de Sousa Mendes, EB de Vialonga, Pedro Jacques de
Magalhães, EB Padre José Rota, Forte da Casa e D. António de Ataíde. São 8 escolas
que têm ainda coberturas e materiais com amianto, e queriam saber o que é que
está planeado para estas escolas, se o município vai estar abrangido por esse
programa, e quando é que se vai dar início à remoção. —
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que sobre o amianto e as
escolas efetivamente vai sair, provavelmente em breve, um aviso, de fundos
comunitários para a retirada do amianto.
A câmara municipal já enviou todas as informações que lhe foram pedidas
relativamente às escolas do concelho que têm amianto. Teve uma conversa com a
Secretária de Estado da Educação sobre esta matéria, outras matérias, mas
também esta, e fica a aguardar o aviso para perceber aquilo que se pretende da
câmara municipal.
A câmara municipal já fez o seu trabalho, sabe qual é o valor que está previsto,
1 milhão de euros e qualquer coisa para Vila Franca de Xira, nâo sabe se é
suficiente, se não é suficiente, tem dúvidas, mas pelo menos foi essa a indicação
que lhe foi dada. Tem dúvidas que seja suficiente, mas enfim, ver-se-á.
De qualquer modo é um princípio daquilo que se anda a lutar há muitos anos, a
retirada do amianto das escolas do concelho. já se fez, como se sabe, nas escolas
da responsabilidade da câmara municipal e urge efetivamente resolver nas outras
escolas do concelho.
É um trabalho que se pretende que esteja concluído ainda este ano, mas ver-se-á
como é que se consegue resolver isto neste espaço de tempo.
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Município
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INICIATIVA DE PROTESTO NO CBEI - CENTRO DE BEM ESTAR INFANTIL DE VILA
FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, referindo que no passado sábado houve
uma iniciativa de protesto à volta do CBEI - Centro de Bem Estar de Vila Franca de
Xira, que desde já os membros da CDU saúdam, com o objetivo de exigir eleições
nesta instituição, de forma a resolver uma situação que chegou a um ponto a que
não devia ter chegado.
Solidarizam-se também com os trabalhadores do CBEI, alguns que ainda continuam
em lay-off, como os do jardim de infância e da creche, e também se solidarizam
com os pais e crianças, especialmente aquelas a quem foi negada a entrada, uma
situação embaraçosa, que em nada dignifica uma instituição que representa o que
representa em Vila Franca de Xira.
Sendo a câmara municipal um parceiro social desta instituição, acreditam que tem
uma acrescida responsabilidade política, não só com a instituição, mas também
com os trabalhadores e os pais e crianças que a frequentam. Portanto, gostariam
de apelar que a câmara municipal desempenhe um papel na resolução deste
problema à altura da sua responsabilidade polftica, porque estão muito
preocupados com o futuro desta instituição com 46 anos, pela qual já passaram
incontáveis famílias, às quais prestou um apoio fundamental nas valências da
infância.
Sobre esse futuro, que parece também depender muito das verbas do Fundo de
Socorro Social, querem perguntar se a câmara municipal já tem conhecimento e
tem informação se essas verbas já chegaram à instituição.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que a câmara municipal só
se deve meter nestas coisas se a situação se degradar de tal forma..., e se for
solicitada para esse efeito a partir dos órgãos diretivos destas associações, e quer
dizer ao Sr. Vereador André Arrojado que esta questão do CBEI não é nova, é
antiga, tem-se vindo a agravar, mas é antiga, e não é só no CBEI, é noutras
instituições.
Cada um faz aquilo que acha que deve fazer, sendo que, por aquilo que ouve, por
aquilo que lê, acha-se que o mal dos mundos é esta direção e quer-se correr com a
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Câmara Municipal
direção. Retirando o “correr”, quer-se, democraticamente, substituir esta direção.
Se essa é a solução é uma questão que tem a ver com os sécios, tem a ver com a
direção, porque a câmara municipal não se deve intrometer em conflitos internos
das associações, senão às duas por três está misturada no meio daquilo tudo, é
uma grande barafunda e já ninguém se entende.
Quanto à questão do Fundo de Socorro Social, pensa que é assim que se chama,
aquilo que sabe é que esse pedido já foi feito. Já foram pedidos mais
esclarecimentos por parte da Segurança Social e aquilo que sabe é que este fundo
irá permitir, como permitiu noutras circunstâncias a outras instituições, resolver os
problemas complicados, em termos financeiros, que o CBEI tem.
Agora, o que vai acontecer é aquilo que os sécios acharem que deve acontecer. A
câmara municipal não se deve imiscuir muito na situaçâo, a não ser apoiando e
mantendo as parcerias que tem com o CBEI. Quanto ao mais, é uma matéria que é
do foro interno do CBEI, na opinião do executivo.
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, mencionando que o Sr. Presidente referiu
que a situação tinha que se degradar até um ponto tal, e o próprio não sabe até
onde é que vai a sensibilidade do Sr. Presidente, mas já houve 2 meses de salários
em atraso, crianças cuja entrada foi barrada, e nem sequer foi referida a hipótese
de a câmara municipal se meter diretamente em assuntos internos da instituição.
Há é uma responsabilidade política, e pode fazer a pressão que tiver de fazer.
Depois, ainda bem que o Sr. Presidente corrigiu, este grupo de pais não quis correr
com a direção de uma maneira não democrática. O que pediu foi exatamente isso,
eleições e, como o Sr. Presidente disse, e bem, é aquilo que os sécios decidiram,
que pelos vistos não é o que tem acontecido.
Interveio de novo o Sr. Presidente, dizendo que sobre essa matéria não comenta
nada, a não ser que já houve muitas situações tão graves como esta e nunca
houve este alarido, é a única coisa que diz. Se se acha que o alarido que se faz à
volta desta matéria resolve os problemas económicos e financeiros da instituição,
pode ser um caminho, mas aquilo que pensa é que neste momento o que resolve o
problema do CBEI é o Fundo de Socorro Social, que efetivamente é um instrumento
que muitas instituições têm usado ao longo dos anos, mas que tem de ter
premissas.
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Quem está à frente das instituições tem de fazer compromissos de reorganização
dos serviços, determinado tipo de estratégias que tem de ter, para que não seja
dinheiro que vai para ali e que resolva um problema no momento. Aquilo que se
pretende é que aquele apoio financeiro permita ter uma estratégia a longo ou a
médio prazo, para que situações destas não Voltem a acontecer. Agora, que
também no CBEI já aconteceu, já, também já houve atrasos em pagamentos de
salários, a fornecedores, já lá aconteceu tudo isso e nunca teve esta expressão.
Enfim, é o que é. Se calhar alguém sabe mais que o próprio porque é que é esta
expressão pública do que está a acontecer. Não sabe, francamente não sabe. A
única coisa que sabe é que se está perante uma situação grave, que se tem de
resolver. Se é pela substituição da direção, que seja, assim os sócios o queiram.
Contudo, só isso, por si, neste momento não chega, pois podem chegar lá outras
pessoas muito bem-intencionadas, não tem dúvidas nenhumas que sim, mas se
não houver meios financeiros para resolver os problemas, também ficam numa
situação um bocado difícil. Mudar só de pessoas não é suficiente, é preciso muito
maisâfrente.
A câmara municipal tem cumprido religiosamente com as parcerias que tem com o
CBEI, que têm permitido, apesar de tudo, que continue a trabalhar, apesar das
dificuldades.
Perguntou a Sr Vereadora Regina janeiro se pode dizer só uma coisa, ao que o Sr.
Presidente anuiu.
Prosseguiu a Sr Vereadora, referindo que o Sr. Presidente tinha dado conta que
inclusive reuniu com a Segurança Social e, como o mesmo disse, o que é
fundamental nesta fase é que venha o Fundo de Socorro Social. A Segurança Social
já assumiu o Fundo de Socorro Social há mais de 2 meses, porque é que ainda não
chegou? O Fundo de Socorro Social é exatamente uma emergência, ou seja, a
entidade tem de entregar uma série de documentos para poder receber esse
Fundo de Socorro Social.
Disse o Sr. Presidente que é exatamente.
Continuou a Sr Vereadora Regina janeiro, questionando, como o Sr. Presidente
também esteve envolvido, o que é que pode partilhar sobre o que é que está aqui
a falhar.
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A segunda questão é que, percebendo a autonomia das instituições, crê que
qualquer eleito nesta câmara municipal fica indignado sabendo que houve crianças
que foram barradas à porta da instituição.
Disse o Sr. Presidente que o porquê não sabe.
Prosseguiu a Sr Vereadora, referindo que não há porquês em certas coisas, como
se sabe. Primeiro mata-se a fome e depois, a seguir, pergunta-se porquê.
Agora, ao permitir-se ficar indiferente, a saber que crianças não podem entrar na
instituição donde fazem parte, pensa que há aqui alguma coisa que não está bem
contada.
Sobre os movimentos, o Sr. Presidente vê o mesmo que a própria ou vê mais,
porque está mais por Vila Franca de Xira, e o que é público é que aquilo que se
está a pedir são assembleias-gerais, com o número de assinaturas necessárias
segundo a lei, e a direção não está a responder. Alguma coisa de estranho se está
a passar, efetivamente, como o Sr. Presidente diz.
Referiu o Sr. Presidente que há uma tutela.
Continuou a Sr Vereadora, só para terminar, dizendo que não consegue criticar
ninguém por lutar por aquilo que pensa que é o que defende melhor os seus
interesses, o que não consegue perceber é a falta de “feedback” do outro lado,
isso é que tem dificuldade em perceber.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que há uma tutela sobre estas matérias, que
não é a câmara municipal, não pode ser a câmara municipal, é a Segurança Social.
A Segurança Social é que é a entidade que tutela estas instituições, e pode, a cada
momento, avaliar.
Teve uma reunião com a Segurança Social, falou com todas as pessoas que
quiseram falar consigo, todas, sindicatos, Segurança Social, associados, direção,
falou com todos, disse o que pensava sobre a matéria e pediu muito à Segurança
Social que resolvesse o problema financeiro rapidamente, porque se está numa
situação de emergência, como aliás a Sr Vereadora referiu. Se ainda não está
resolvido, não sabe, é porque falta algum documento ainda, coisa que o valha,
porque este Fundo de Socorro Social tem de ser bem instruído, não é: “Olha, dá cá
o dinheiro”.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que conhece bem, o Sr. Presidente também
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conhece bem, não andam aqui de hoje.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que tem de ser bem instruído, e não só
tem de ser bem instruído, como tem de haver a assunção duma série de
compromissos de reorganização para evitar situações futuras. Há muitas situações,
não vale a pena agora estar a comentar, mas as instituições do concelho são
pequenas e médias empresas, mais médias que pequenas empresas, e
provavelmente cada vez mais têm de ter uma gestão mais profissional.
O movimento associativo, como se conhecia há uns anos atrás, provavelmente
está-se a alterar. Aquela pessoa que sai do trabalho e depois está até às tantas da
manhã a organizar a vida da própria instituição, etc., ainda há, mas não é simples.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que também sabem todos,
vamos lá ser honestos, que há diretores técnicos em cada uma das instituições,
não há nenhuma administração que não tenha diretor técnico. Aliás, não há
nenhuma instituição que possa ter as portas abertas sem que haja um diretor
técnico, como se sabe.
Questionou o Sr. Presidente: Mas quem é que manda? São os técnicos ou é a
direção? Pelos vistos quem está a ser visado é a direção, não é mais ninguém.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina Janeiro, pedindo desculpa, mas tem de estar de
acordo, pois, tal e qual como na câmara municipal, há técnicos, mas quem decide
é o executivo. Um técnico tem obrigação de preparar um documento para que seja
decidido por uma administração, agora, quem decide são as administrações.
Respondeu o Sr. Presidente que sim, sobre essa matéria podem-se fazer reflexões
muito grandes, mas enfim.
Para finalizar esta questào, a Segurança Social, no seu entender, já devia ter
avançado ou dizer o porquê do Fundo de Socorro Social ainda não ter aparecido,
quando é tão necessário, seja para estas pessoas que lá estão, seja para outras
que venham a seguir.
A câmara municipal sobre isto vai fazendo o trabalho que deve fazer, e é aquilo
que tem feito, não se fechou, falou com toda a gente. Agora, não vai para a rua,
quem quiser que vá, não é o presidente da câmara municipal que vai para a rua,
há outras formas de resolver. Com a responsabilidade que o presidente da câmara
municipal tem, há outras formas de resolver. Agora, efetivamente, vê com muita
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Câmara Municipal
preocupação a situação que está a acontecer, sem dúvida nenhuma, como é
evidente. Não está desatento, pelo contrário, e sempre que pode, no limite das
suas competências, cá está.
já disse o que tinha a dizer a todas as pessoas, à Segurança Social, aos sindicatos,
aos sácios que quiseram falar consigo, aos pais, representantes dos pais e à
própria direção. já disse o que tinha a dizer e aquilo que pensava sobre o assunto. -
Portanto, sempre que se precisar da câmara municipal, cá se está para verificar o
queéquesepodefazer.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RELATÓRIO DO IHRU - INSTITUTO DA HABITAÇÃO E DA REABILITAÇÃO URBANA -
FAMÍLIAS COM NECESSIDADE DE REALOJAMENTO
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigâo. dando os bons dias e dizendo trazer algumas
questões para colocar ao executivo.
A primeira é sobre o último relatório do IHRU - Instituto da Habitação e da
Reabilitação Urbana, de fevereiro de 2018, em que estavam identificadas 44
famílias no concelho com necessidade de realojamento. O Bloco de Esquerda
pretende saber, passados estes 2 anos, se já houve alguma evolução
relativamente a estes números.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que infelizmente não está
presente a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, que lhe pediu para sair mais
cedo para um compromisso pessoal, sendo que, relativamente a esta matéria, a
questão que foi colocada fica prejudicada, mas será respondida provavelmente por
escrito.
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Fl.Ata 015
Reunião de 2OO/O6/O9
Município ‘IV •proc
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Câmara Municipal J
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CONCURSO DE HABITAÇÃO SOCIAL
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que em 24 de março passado o
Bloco de Esquerda colocou questões através do Gabinete de Apoio à Oposição
relativamente aos concursos de habitação social, das quais ainda não obteve
qualquer resposta, apesar de já terem decorrido 2 meses.
O Bloco de Esquerda pretende saber se é possível, com alguma brevidade, ou se já
está previsto enviarem-lhe estas respostas, e, já agora, as questões incidiam em
saber quantas famílias concorreram às habitações da câmara municipal, a sua
distribuição por freguesia, quantas frações de habitação social possui a Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira, também a sua distribuição por freguesias, número
de habitações sociais envolvidas nos concursos, quantas habitações foram
atribuídas às famílias concorrentes nos últimos 3 concursos, a sua localização, etc.-
Até entendem que estas informações deviam estar publicadas, disponíveis ao
público, e se por equívoco o Bloco não deu conta e estão publicadas, gostaria de
saber onde consultá-las.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, referindo que infelizmente não está
presente a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, que lhe pediu para sair mais
cedo para um compromisso pessoal, sendo que, relativamente a esta matéria, a
questão que foi colocada fica prejudicada, mas será respondida provavelmente por
escrito.
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RAta 046
Reunião de 2020/06/09
Município /11 Proc
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de ( 1Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PROPRIEDADE DO TEATRO ILDEFONSO VALÉRIO
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que o Bloco de Esquerda foi
informado que a questão da propriedade do teatro Ildefonso Valério, em Alverca,
terá sido resolvida entre a câmara municipal e a junta de freguesia, e pretende
saber se isso tem algum efeito na resolução da obtenção dos subsídios que a
entidade pretende, nomeadamente relativos à linha de apoio ou emergência Covid
19.
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que sobre o diferendo,
segundo percebeu, entre a junta de freguesia e a câmara municipal, não é isso que
prejudica a tentativa de encontrar uma solução para o grupo de teatro Cegada.
Aquilo em que se está a trabalhar é para avançar com a adjudicação dum projeto
para que o Teatro Ildefonso Valério tenha as condições exigidas pela IGAC —
Inspeção-Geral das Atividades Culturais, que é quem superintende estas matérias,
e que já esteve lá. Falou com a câmara municipal, mostrou-se muito disponível
para ajudar, e a câmara municipal vai fazer com que aquele espaço esteja
acreditado perante a IGAC e o Ministério da Cultura.
Há aqui outro trabalho, que já falou como Sr. Presidente da junta, pois num
determinado contexto desatou-se ali a construir coisas em espaço público e aquele
espaço é público.
Questionou o Sr. Vereador Rui Perdigão se é mesmo público.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que é mesmo público, tem de se fazer uma
alteração para resolver tudo isto, e a junta de freguesia diz que tudo aquilo que lá
está é sua propriedade.
Há muita coisa que se fez no passado que não se consegue entender muito bem.
Aquela é uma delas, mas o que pode dizer neste contexto é que o problema tem
de se resolver. Está convicto que da parte do Sr. Presidente da junta haverá
certamente a compreensão de ser parte da solução e não prejudicar este processo.
Está convencido disso.
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Vila Franca de Xira / V Deliberação n9____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PROJETO DE REQUALIFICAÇÃO DA EN248-3
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo-se à estrada que liga Alhandra a
Arruda, a EN248-3, dizendo que como todos sabem houve um aluimento ou
derrocada dum segmento do troço, que desde então tem condicionado e
constrangido a circulação do trânsito, e aquilo não é de resolução imediata, está-se
a falar de colocar ali um novo revestimento, aquilo implica uma solução estrutural.-
Contudo, já há algum tempo que estaria previsto, estava em execução ou em
conclusão um projeto para a requalificação daquela rodovia, e o Bloco de Esquerda
pretende saber em que pé é que esse projeto está, se já está consumado, e para
quando é que a câmara municipal estima que seja lançado o concurso da execução
da obra. Pensa que prioritariamente será da reparação daquele troço. —
Interveio o Sr. Presidente, no final da reunião, dizendo que o Sr. Vice-Presidente
falará, por causa da reparação. —
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, referindo que dada aquela situação foi feito
o enrocamento inicial para fazer uma contenção do talude, mas teve de se avançar
com o projeto daquela zona, que obriga a 3 fases. A primeira foi a contenção, a
segunda vai ser, agora, a construção do próprio muro de contenção, que vai
obrigar, e também já informou em reunião de câmara, a fazer mais 2 muros de
contençâo, à esquerda e à direita, de quem estiver de frente para a zona do
enrocamento.
É uma obra que não vai ser barata, tem que ser feita, e neste momento está-se a
terminar esta primeira fase, para ver se se consegue, e os técnicos terão de lhe
entregar o relatório, abrir a faixa que está alternada com a sinalização semafórica.
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Município / VN Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTA ÀS QUESTÕES COLOCADAS NO PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E
ASSUNTOS EM QUE SE PRETENDE INTERVIR NA ORDEM DO DIA
Interveio o Sr. Presidente, após as questões colocadas pelos Srs. Vereadores,
dizendo que se está quase no final do período antes da ordem do dia, e aquilo que
sugere é que se entre já imediatamente na ordem do dia e depois passará às
respostas, senão responderá a duas ou três questões e fica a maioria por
responder. Crê que será mais favorável, no final da ordem do dia, voltar a este
tema.
Depois, não referiu, mas os Srs. Vereadores já têm conhecimento, marcou uma
reun!ão extraordinária privada para apresentação da estratégia de
desenvolvimento do concelho de Vila Franca de Xira, para efetivamente não se
estar muito mais tempo à espera. Recorda que no dia 23 de março tinha-se uma
apresentação pública desta estratégia, que pelas razões que se sabem teve de ser
cancelada, pelo que lhe parece que é muito mais eficaz a câmara municipal, e
depois seguidamente a assembleia municipal, terem conhecimento do trabalho.
Aliás, alguns elementos, não só da câmara municipal, como da assembleia
municipal, participaram em pelo menos duas reuniões, e depois este trabalho
segue para uma avaliação pública.
O executivo entendeu que não deveria protelar por mais tempo, senão perde a
oportunidade, e decidiu de facto convocar esta reunião de câmara.
Prosseguiu, referindo quais são os pontos onde há pedidos de intervenção, que são
o2,4, 5, 7, 8, 16, 19, 20, 21e28.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que é também o 32.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que o 32 é também, por todas as razões, mas
como os membros da CDU não o indicaram, esqueceu-se. Assim é o 32 também,
naturalmente.
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, dizendo que julga que deve ter sido um
pequeno lapso, porque é o ponto 3, não é o ponto 2.
Disse o Sr. Presidente que então é o ponto 3, em vez do 2, e vai repetir, pontos 3,
4, 5, 7, 8, 16, 19, 20, 21, 28 e 32, estando todos os outros que não referiu
aprovados por unanimidade.
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,Município 1 tlPJ Proc2
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de
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n
- 132
Câmara Municipal
Assunto: ATA N 10/2020, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA DE 2020/05/13
Presente para aprovação a ata n2 10/2020, da reunião de câmara ordinária de
2020/05/13, com dispensa da sua leitura, por ter sido previamente distribuída a
todos os membros.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n2 10/2020, da reunião de câmara
ordinária de 2020/05/13, não tendo participado na votação os Srs. Vereadores
André Arrojado e Rui Perdigão, por não terem estado presentes.
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1 RAta
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Vila Franca de Xira V Deliberação n2 193
Câmara Municipal
1. Assunto: 6 ALTERAÇÃO PERMUTATIVA AO ORÇAMENTO E PLANO DE ATIVIDADES E
FUNCIONAMENTO MUNICIPAL DA CÂMARA MUNICIPAL PARA 2020
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 30/20, de
02/06, do DFIDPF, para aprovação da 6 Alteração permutativa ao orçamento e
plano de atividades e funcionamento municipal da câmara municipal para 2020,
visando exclusivamente a concessão de um apoio financeiro extraordinário à UDCA
- União Desportiva e Columbófila Adoslouquense, para as obras de requalificação a
executar no seu salão associativo.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 30/20, de 02/06, do
DF/DPF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
02 6 alt orç
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• 41 4 J Reunião de 2020/06/09
Município EUIIL/j Proc2
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de AU -Vila Franca de Xira Deliberação n9____________
Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO EXTRAORDINÁRIO RELATIVO A OBRAS
A REALIZAR NO SALÃO DA COLETIVIDADE - UNIÃO DESPORTIVA E COLUMBÕFILA
ADOSLOUQUENSE
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/06/03, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, nos termos das
alíneas e) e f), do n2 2, do artigo 23, e das alíneas o) e u), do n2 1, do artigo 332,
do anexo 1, da Lei n2 75/2013, de 12 de setembro, que aprovou e consagrou o
Regime jurídico das Autarquias Locais, com as alterações legislativas subsequentes
e na redação em vigor, bem como do n2 1, do artigo 1012 do regulamento
administrativo conformador do Programa de Apoio ao Movimento Associativo,
aprovação da minuta do protocolo de colaboração a celebrar com a União
Desportiva e Columbófila Adoslouquense, que define a atribuição de um apoio
financeiro extraordinário, no valor de 72 000,00€, no âmbito do apoio ao custeio e
realização das obras a executar no salão da coletividade.
Tomou a palavra o Sr. Vereador André Arrojado, dizendo que a sua intervenção vai
ser relativamente curta, os membros da CDU queriam congratular-se por este
apoio financeiro extraordinário, pois tem sido uma necessidade, já de há muito,
desta coletividade.
Sendo uma necessidade que já tinha algum tempo, queriam aproveitar também
para perguntar se foi feito um levantamento das necessidades do restante
movimento associativo do concelho.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que este é um apoio que se tem vindo a
conversar com a instituição. Como o Sr. Vereador sabe, têm-se vindo a apoiar as
instituições numa equidade e no seu todo, mas, relativamente à UDCA. têm-se
feito obras importantes, nomeadamente naquilo que diz respeito ao seu pavilhão
desportivo. Faz-se na convicção de que estas obras e requalificações são
importantes para usufruto da população, e estas reparações e obras que vão ser
feitas têm vários motivos de necessidade.
Em primeiro lugar, é retirar o amianto duma cobertura enorme, que é do salão de
festas da UDCA. sendo que, como se sabe, é um pavilhão com uma dimensão
expressiva, e foi construído, como muito foi construído ao longo de décadas atrás,
com um material que se achava que era bom, era mais barato, era mais leve.
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Câmara Municipal
Foram-se construindo muitas coberturas com esse material, hoje em dia, com a
consciência que se tem, logicamente que se tem que ir tratando desta situação,
que vai demorar muitos anos.
Por outro lado, não é só a retirada da cobertura de fibrocimento, é também
melhorar as condições das próprias instalações.
Através disto também, e o Sr. Vereador não referiu, mas o próprio pensa que é
relevante, é permitir que nos próximos 5 anos letivos as crianças, os alunos da
escola de A-dos-Loucos, a EB1 de A-dos-Loucos, possam ter atividades, não só no
salão, como no próprio pavilhão, considerando o executivo que, de facto, é uma
solução de parceria importante.
Aquilo que pode dizer é que se têm vindo a trazer a reunião de câmara este tipo de
apoios, porque parecem absolutamente necessários e decisivos para a melhoria da
qualidade das atividades que são desenvolvidas em muitas instituições do
concelho. Vai-se continuar, e chegou a vez da UDCA, neste grande
empreendimento. Sabe-se também que se candidatou ao PAMA para obras, e no
ponto 7 da ordem do dia essa matéria também poderá vir a ser analisada.
Desta forma, julga que é com satisfação de todos que se vai apoiar por
unanimidade este ponto.
Prosseguiu, pondo o ponto à consideração, perguntando quem vota contra, quem
se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
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R1 RAta 053
111111 Reunião de 2020/06/09
Município
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de
Vila Franca de Xira Deliberaçao ri2_-
Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS EXTRAORDINÁRIOS NO ÂMBITO DA
ESCOLA A TEMPO INTEIRO - ENTIDADES DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/06/03, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
concessão de apoios financeiros extraordinários às entidades concelhias que
celebraram e outorgaram com o município protocolos de parceria e cooperação no
domínio da prossecução e do funcionamento da Escola a Tempo Inteiro, nos
termos, montantes e condições objeto de identificação e enumeração no
documento anexo, destinando-se a contribuir para a manutenção da
sustentabilidade destas entidades, assegurando a continuidade da sua existência e
do seu funcionamento, e permitindo que, após o período de emergência de saúde
pública e de calamidade pública em curso, e com a progressiva, gradual e
prudente normalização da vida social e comunitária no pós-pandemia, possam
retomar a prossecução das suas atividades no domínio da Educação e da Escola a
Tempo Inteiro, em prol do interesse público municipal e com o compromisso da
garantia dos respetivos postos de trabalho.
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, pedindo para juntar este ponto ao ponto 5.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que a votação pode ser em separado, mas
poder-se-ão discutir em conjunto.
O Sr. Presidente interveio, mencionando que está muito bem, então são os pontos
4 e 5 para discussão.
Retomou a palavra o Sr. Vereador André Arrojado, dizendo que os membros da
CDU precisavam de alguns esclarecimentos, nomeadamente quanto aos apoios
financeiros extraordinários para a escola a tempo inteiro que foram aprovados na
reunião do dia 15 de abril, e que tinham valores de AEC — Atividades de
Enriquecimento Curricular e de AAAF - Atividades de Animação e Apoio à Família,
protocolados, que não estavam discriminados por mês. Assim, queriam entender
se estes valores já compreendiam o final do ano letivo, isto é, até ao mês de junho,
porque depois aparecem os valores para as outras atividades discriminados e o
que se está agora a aprovar, que é a extensão para o mês de junho.
Juntamente com isso queriam também questionar o porquê de não ter aparecido
um prolongamento e uma extensão destes apoios financeiros extraordinários no
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âmbito da cultura e desporto.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que se concluiu que efetivamente esta
questão deveria ser prolongada para o mês de junho, que, ao fim e ao cabo, é
quando termina o ano letivo. Pode dizer que, em termos de AAAF são perto de mais
11 000,00€, e relativamente à CAF — Componente de Apoio à Família, são um
pouco mais de 98 000,00€, o que perfaz um valor total de 109 000,00€.
Esta é a possibilidade de manter estas atividades, e manter também os postos de
trabalho de muitas pessoas que nelas desenvolvem a sua atividade.
Quanto à cultura e desporto, como os Srs. Vereadores se lembram foi um apoio
global, único, e pago imediatamente, não houve extensão, não houve um período
temporal. Houve um apoio que foi pago imediatamente, num valor para cada uma
das instituições, mas não tinha as mesmas características destes. Foi um apoio que
era, do ponto de vista do executivo, necessário, e foi pago imediatamente, sem
nenhum período temporal.
O Sr. Vereador André Arrojado interveio novamente, pedindo outro esclarecimento.
O único valor que mudou, relativamente à deliberação do dia 15 de abril, foi o do
Centro Social do Sobralinho, que passou de 384,00€ para 2 232,00€, e, como não
estavam explicitados os motivos, os membros da CDU queriam só entender
porquê, e de certeza que são os mais justos. já agora, aproveitavam para
esclarecer também isso.
Referiu o Sr. Presidente que não percebeu a questão.
Prosseguiu o Sr. Vereador André Arrojado, dizendo que o único valor que mudou
nestes apoios, da deliberação de 15 de abril para agora, foi o do Centro Social do
Sobralinho, que passou de 384,00€ para 2 232,00€.
Disse o Sr. Presidente que não consegue responder agora, vai avaliar porque é que
é esta alteração, conforme o Sr. Vereador diz. Não tem informação de memória
sobre isso, vai procurar saber e depois responde. Em princípio as situações
deveriam ser semelhantes, na medida em que o apoio é constante, nos meses a
que se refere. A única questão foi o prolongamento agora a junho, de maneira,,que
vai ver se, como o Sr. Vereador diz, e acredita, há uma diferenciação, mas não
sabe responder agora.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que não conseguiu
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entender a resposta do Sr. Presidente. O Sr. Vereador André Arrojado colocou,
claramente, pensa a própria que a pergunta estava clara, porque é que o apoio às
atividades que estavam protocoladas, que na deliberação de 15 de abril diziam
protocolo, e está a falar de AAAF e de AEC, não veio a esta reunião. No dia 15 de
abril deliberou-se a atribuição de subsídio, que veio por inteiro do Ministério da
Educação, e deu-se até ao final do ano? Os membros da CDU não conseguem
perceber esta questão.
Depois, relativamente, pelo menos, ao teatro, a deliberação que se tomou foi
explícita, porque dizia que era relativamente a 3 meses, ou seja, cada grupo de
teatro recebia 200,00€ por mês. Não parou no tempo, o Sr. Presidente não diga
que foi um apoio global, foi um apoio por mês, foi assim que foi apresentado e é
assim que o documento está colocado. O que se está a dizer é que já não se
considera que o teatro deve ser apoiado a partir de junho? Pede desculpa, mas
precisam de perceber estas questões. É dito, período temporal correspondente aos
meses de abril, maio e junho, pelo que são 3 meses, 200,00€ por cada mês.
Respondeu o Sr. Presidente que foram pagos integralmente.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que são 200,00€ por cada mês, pelo que a
pergunta que estão a fazer é: Então, a partir de agora já não se dá este apoio? É
isso? É o que estão a perguntar.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que esta não é uma matéria estanque, como se
sabe, infelizmente, e, como já referiu num outro momento, tem-se sempre a
necessidade de reavaliar as situações. Se for necessário, assim se fará.
Quanto à questão do Centro Social do Sobralinho, não sabe se há alguma questão
de acerto que foi necessário fazer, mas depois, quando tiver essa informação,
responderá.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que a mesma coisa se coloca a
nível do desporto, o que se deliberou na reunião foi 10,00€ por mês, por cada
atleta. Foi esta a deliberação que o Sr. Presidente trouxe. Foi isto que se decidiu,
nunca foi um valor global, foi um valor que estava relacionado com isso.
Referiu o Sr. Presidente que se pagou globalmente.
Continuou a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que é claro, também era
melhor estar-se a deliberar para depois não se pagar.
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Disse o Sr. Presidente que não é isso.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina janeiro, pedindo calma e desculpa, mas dizendo
que este é um órgão em que aquilo que decide tem de ser cumprido, e é o Sr.
Presidente que tem de fazer cumprir.
Referiu o Sr. Presidente que não está a perceber essa observação, pois podia-se
pagar mensalmente ou pagar globalmente, e pagou-se globalmente, porque os
Valores não eram, em alguns casos, muito expressivos, e estar a pagar
mensalmente talvez, na opinião do executivo, não ia resolver grande coisa às
entidades em causa. Assim, resolveu-se pagar duma só vez, porque assim
certamente que se ajudou essas entidades.
Interveio novamente a Sr Vereadora, mencionando que se deliberou 10,00€ por
mês, vezes 3 meses. Foi isto que se deliberou, e a pergunta, objetiva, não é se se
pagou, que não tem dúvidas que se pagaria, e ainda bem que foi tudo junto,
porque os valores efetivamente eram irrisórios, o valor mais alto era na ordem dos
7 000,00€, 3 500,00€. Agora, quanto ao que os membros da CDU estão a
perguntar, já chamaram há 15 dias a atenção para isto, porque há 15 dias
lembraram que as decisões que se tinham tomado eram apenas até final de maio.
Estas decisões que hoje se estão a tomar já deviam ter vindo em maio, não vieram,
ok, estão a vir na primeira reunião de junho, tudo bem, mas continuam sem
perceber se se vai ou não continuar a apoiar a atividade cultural e a atividade
desportiva.
—
Sobre aquilo que veio na reunião do dia 15 de abril, das AAAF e AEC. ou seja, o
protocolado com o Ministério da Educação, que na altura veio sob um título de
apoio extraordinário, e que na intervenção que fizeram disseram logo que não era
um apoio extraordinário, era um apoio protocolado que vinha do Ministério da
Educação, e basta consultar as atas, perguntam se este era o valor global até ao
final do ano. É só aquilo que querem perceber. Apareciam em bloco e os outros
apareciam por mês.
Questiona se se está a fazer entender, sendo que pode dar ao Sr. Presidente os
documentos de 15 de abril, se não os tiver, e a questão é só porque efetivamente
são diferentes.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que aquilo que pode referir é o que já disse
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inicialmente.
Prosseguiu a Sr Vereadora, dizendo que um vem como valor global, o outro vem
com março, abril e maio. Hoje está-se a discutir este, só com o mês de junho, mas
quanto ao outro, que não tinha referenciação aos meses, não conseguem perceber.
É só isso, estão a fazer a pergunta.
Referiu o Sr. Presidente que efetivamente no outro mapa foi uma falha, de não pôr
os meses, porque aquilo que se está aqui a fazer é o prolongamento até ao final do
ano letivo, ou seja, junho, que não estava contemplado inicialmente, e agora
justamente tem que se incluir também o mês de junho.
A Sr Vereadora interveio, mencionando que pensa que não é isso, e vai dizer
porquê, porque nuns documentos de dia 15 de abril diz-se protocolado, e noutros
nãodiz.
Interveio de novo o Sr. Presidente, referindo que o protocolado tem a ver,
justamente, com aquilo que são as parcerias que se têm, que é o protocolo.
Disse a Si-? Vereadora que tudo aquilo que se está a atribuir está protocolado,
estão protocolados, uns com as associações de pais, outros com as IPSS, mas crê
que aquele que se chama de protocolado é com o Ministério da Educação.
Disse o Sr. Presidente que é o protocolado, em que uma parte é assumida pela
câmara municipal e outra assumida pelo Ministério da Educação, através da
DGE5tE, em que uma parte depois é transferida, em termos de receita, para a
câmara municipal. Quando se indica no mapa protocolado é para identificar que
verbas é que são, mas estava perfeitamente identificado que não abrangia o mês
de junho. Por isso mesmo agora incluiu-se, e muito justamente, na opinião do
executivo, o mês de junho. É isso que se tem.
Respondeu a Sr? Vereadora Regina janeiro que não, pede desculpa, deliberaram-se
4 coisas sobre a educação. No mesmo ponto traziam-se 4 mapas, um que dizia
“valor AAAF protocolado”, outro que dizia “valor AEC protocolado”, um que dizia
“CAF (ATLIOTL) março, abril e maio”, e outro que também era março, abril e maio.
Portanto, o que se está aqui hoje unicamente a deliberar é sobre os que já diziam
março, abril e maio, em que faltava o junho. Os outros, que não tinham referência
ao mês, não aparecem, e por isso é que os membros da CDU estão a tentar
perceber se efetivamente, logo na altura, o Ministério da Educação passou dinheiro
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para a câmara municipal, a câmara municipal passou automaticamente e veio para
deliberação só para se pagar, e foi o valor global até ao final do ano letivo. Se não,
houve aqui qualquer falha.
Os mapas são diferentes, os que dizem março, abril e maio estão agora corrigidos,
traz-se o junho para deliberação, e tudo bem, tirando a dúvida que o Sr. Vereador
André Arrojado já colocou, os outros é que não tinham mês no dia 15 de abril, e
continuam a não aparecer mais. Pode ser que seja até ao final do ano, está a
própria a perguntar, pois não sabe. — —
Depois, há uma questão também, é que já há 2 anos colocaram a necessidade de
manter os refeitórios escolares abertos durante o final do ano letivo, durante as
férias grandes, por causa das crianças carenciadas. Se calhar mais do que nunca
se vai ter um maior número de crianças carenciadas, tudo aquilo que se ouve dizer
é que vai ser a maior crise depois da 2 Guerra Mundial, e efetivamente tem que se
estar preparado para aquilo que pode vir a acontecer, e querem saber, por parte
da câmara municipal, se se vão ou não manter os refeitórios abertos durante este
final do ano letivo até ao início do próximo.
Uma segunda questão é se se podia partilhar com a CDU quantas refeições é que
em média estão a ser distribuídas diariamente.
Perguntou o Sr. Presidente se é agora.
Respondeu a Sr Vereadora Regina janeiro que sim, agora, claro, ainda não se
consegue antecipar.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que, relativamente àquilo que se trouxe do
1 ciclo e do pré-escolar, era o valor das salas e essas foram pagas de acordo com
os protocolos que se tinham. Hoje o que se traz é outra coisa, que tem a ver com a
inclusão do mês de junho.
Relativamente à questão da cultura e do desporto, aquilo que quer referir, mais
uma vez, é que numa situação como a que se vive não se tem capacidade, nem os
grandes investigadores conseguem avaliar o que é que vai acontecer amanhã ou
depois, e por aí fora, de saber o que vai acontecer, e a necessidade ou não da
câmara municipal poder ainda avaliar alguns apoios relativamente à cultura, ao
desporto, e a outras áreas eventualmente. Sempre disse que é uma questão
evolutiva, e poder-se-á, em cada momento, avaliar a necessidade de ampliar o
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esforço financeiro da câmara municipal, em termos de apoio.
RelatiVamente às refeições que se estão a fornecer, são 30% daquilo que
normalmente se fornecia. São à volta de 200 ou 300 refeições que se estão a dar
às crianças do concelho, neste momento.
Como resposta à questão que o Sr. Vereador André Arrojado há pouco referiu,
quanto ao pré-escalar há uma afluência de crianças de cerca de 30% e estão-se a
fornecer as refeições que são solicitadas. São algumas centenas, mas um número
muito mais baixo que aquele que efetivamente se fornecia. Muitas das refeições
destas instituições que têm parcerias com a câmara municipal são também para
apoiar pessoas carenciadas, que necessitam dessa mesma refeição.
Quanto às refeições das férias de verão, neste momento o que se está a fazer, e é
o que se faz todos os anos, é pedir uma avaliação aos agrupamentos de escolas,
para se saber quantas crianças é que necessitam de apoio alimentar nesta altura.
Essas refeições são disponibilizadas de acordo com a relação de crianças cujas
famílias pedem esse mesmo apoio. Nem todas as escolas têm pedidos e,
normalmente, aquilo que se faz é tentar encontrar soluções para que a refeição,
diariamente, chegue a essas mesmas crianças, em termos da logística para o
efeito. Esta foi uma pergunta que o Sr. Vereador André Arrojado colocou, que a Sr
Vereadora Regina Janeiro também colocou.
Assim, agora passaria ao ponto 5.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que é tudo junto. Os membros da CDU não
querem intervir nos dois pontos, mas como o assunto é global, são quase
inseparáveis, é só por isso.
Continuou, referindo que têm perguntado sempre, e esta questão do número de
refeições não é por qualquer razão, é porque o número de refeições em Vila Franca
de Xira é muito baixo comparado com os municípios à volta, da área
metropolitana. Vila Franca de Xira não estará, de certeza absoluta, melhor
financeiramente que os outros concelhos, e os membros da CIX) tentam perceber
porque é que há tão pouca procura das refeições escolares, quando sabem que a
situação é muito complicada para muita gente.
Disse o Sr. Presidente que Vila Franca de Xira não se está a retrair em coisa
nenhuma.
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A Sr Vereadora prosseguiu, mencionando que não está a dizer que se está a
retrair, mas, se calhar, mais do que retrair, tem de ser é proativa, diz a própria.
Está-se a ir aos bairros sociais explicar que se têm estes serviços nas escolas?
Pensa que a situação efetivamente é dramática, e depois ouvem e leem que
noutras câmaras, de outros partidos e do Partido Socialista também, não tem nada
a ver com partidos, estão a distribuir 800, 1 200, por dia, e em Vila Franca de Xira
têm-se estes números, que são completamente irrisórios, faz-lhes confusão, e não
está para entrar em “campeonite” absolutamente nenhuma.
Referiu o Sr. Presidente que aquilo que a Sr Vereadora diz é aquilo que o próprio
também vê e ouve.
Disse a Sr Vereadora que aquilo que os membros da CDU estão a sugerir é que se
divulgue esta oferta de refeições junto daqueles que se sabe que são socialmente
mais frágeis, é só isso.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que junto dos agrupamentos estão sinalizadas
todas as crianças que precisam de alimentação. Junto da área social há informação
de quantas pessoas necessitam de alimentação, inclusivamente pode dizer que há
pessoas que não são deste território, não são de Vila Franca de Xira, e vêm
também usufruir das refeições. Não há problema nenhum, ajuda-se toda a gente
que precisa, seja de cá ou não seja. —
Está-se a falar de pessoas vulneráveis, que aliás nem eram pessoas vulneráveis, de
repente passaram a ser, tinham uma vida tranquila, normal, de repente deixaram
de ter emprego, as suas vidas estão completamente destroçadas e agora precisam
mesmo de ajuda, e em vários capítulos. Não é só no reforço alimentar, é também
tentar que venham até cá pois às vezes têm alguma dificuldade de chegar e pedir.
Há também este trabalho de caráter psicológico, que se faz, e por isso é que a via
telefone tem ajudado muito a resolver muitas situações.
Sobre esta questão da alimentação, as instituições estão prontas para
disponibilizar as refeições que forem necessárias, por isso é que se está a ter este
apoio, que agora se está a identificar, principalmente no ponto 5, justamente para
as instituições terem condições para confecionar e a possibilidade de disponibilizar
essas mesmas refeições, para quem delas necessita.
Também ouve muitos colegas seus, e nestas matérias não se manifesta, que falam
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em milhares e milhares, e o que o próprio diz é que então é a população toda que
está absolutamente faminta, pelo que por vezes tem algumas dúvidas.
A Sr Vereadora Regina janeiro interveio, mencionando que, como o Sr. Presidente
sabe perfeitamente, tão bem como a própria, as crianças carenciadas na Área
Metropolitana de Lisboa são em média 40%.
Disse o Sr. Presidente que nem está a falar da Área Metropolitana de Lisboa.
Prosseguiu a Sr Vereadora, referindo que os membros da CDU estão a falar, e o
Sr. Presidente sabe que 40%, escalão A e escalão 8, é a média da Área
Metropolitana de Lisboa, que naturalmente se vai agravar. Esta era a média.
Referiu o Sr. Presidente que sim, e aquilo que pode dizer é que ninguém fica
esquecido, ninguém fica para trás.
Prosseguiu, dizendo que lhe fizeram agora o favor de lhe virem trazer um mapa
com o número de refeições que neste momento se estão a distribuir no que diz
respeito às escolas, que de seguida mostrou à Sr Vereadora.
Perguntou a Sr Vereadora Regina Janeiro se o número é por dia, o que lhe foi
respondido afirmativamente, dizendo ainda que 323 não é o mesmo que 100, e são
mais 340 do pré-escolar. Afinal há muito mais.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que é o que é, sobre essa matéria dizem-se
quais são as necessidades e a câmara municipal distribui. Ninguém fica sem
lanche, ninguém fica sem almoço, e se alguém precisar de repetir, repete, não há
problema nenhum, porque às segundas-feiras a situação não é fácil, como a Sr?
Vereadora sabe.
Terminou, ponto o ponto 4 à votação, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade, e pondo o ponto 5 à votação,
perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por
unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
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Vila Franca de Xira
‘ V Deliberação n 196
Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS EXTRAORDINÁRIOS REFERENTES À
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS SOCIAIS A PESSOAS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE
- INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/06/03, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
concessão de apoios financeiros extraordinários às Instituições Particulares de
Solidariedade Social que celebraram e outorgaram com o município protocolos de
parceria e cooperação no domínio das refeições e dos refeitórios escolares, nos
termos, montantes e condições objeto de identificação e enumeração nos
documentos anexos, visando promover e assegurar a prestação de serviços sociais
a pessoas em situação de vulnerabilidade.
A discussão deste assunto foi feita em conjunto com o ponto 4 da ordem do dia.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
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1 aiu u0de020i061!9Município 7 AII ‘ Proc2
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de ‘1Vila Franca de Xira Deliberação n 197
Câmara Municipal
Assunto: ALTERAÇÕES AO REGULAMENTO ADMINISTRATIVO DO CONSELHO
MUNICIPAL DE SEGURANÇA - APROVAÇÃO E REMESSA À ASSEMBLEIA MUNICIPAL
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/06/03, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação,
decorrido o período de consulta pública, do Regulamento Administrativo do
Conselho Municipal de Segurança, e posterior remessa à assembleia municipal
para efeitos de aprovação final, ou, em alternativa, introdução de alterações e
elaboração de nova proposta regulamentar a remeter ao Conselho Municipal de
Segurança para parecer, nos termos da alínea 1), do n9 2, do artigo 25 e das
alíneas ccc) e k), do n2 1, do artigo 339, do anexo 1, da Lei n9 75/2013, de 12 de
setembro, do Regime jurídico das Autarquias Locais, com as demais alterações
legislativas subsequentes e na redação atual, e dos n2s 1 e 2, do artigo 6 da Lei
n2 33/98, de 18 de julho, alterada e republicada pelo Decreto-Lei n9 32/2019, de 4
de março, na redação atual. —
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
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Município ÀII VI Proc2
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de
LvVila Franca de Xira Deliberaçào n 198
Câmara Municipal
Assunto: PROGRAMA DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO
- APOIO AO
INVESTIMENTO
Presente a proposta da Sr Vereadora Fátima Antunes, datada de 2020/06/03,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata,
para aprovação da atribuição de um apoio ao movimento associativo, no montante
global de 500 000,00€, 5 000,00€ para aquisição de pequenos equipamentos,
155 000,00€ para viaturas e 340 000,00€ para obras de construçâo, conservação,
remodelação e grandes equipamentos, nos termos dos anexos II, III e IV, no âmbito
do Programa de Apoio ao Movimento Associativo — Apoio ao Investimento.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, dizendo que o que o Bloco de Esquerda tem
a dizer sobre os valores atribuídos que nos 4 apoios maiores foram contemplados 3
clubes de futebol, com o valor de cerca de 82 000,00€. É para a modalidade de
apoio ao futebol, e coloca a questão se o futebol não está a ser uma prioridade do
concelho em termos desportivos, não obstante saber que as candidaturas são
provenientes dos clubes. —
Diz isto atendendo a este caso, e o Bloco de Esquerda questiona se não se estão a
inverter as prioridades de apoio às associações, quando a Associação Promotora de
Apoio à Terceira Idade, na Castanheira, a Casa de São Pedro, de Alverca, e a
Cercitejo, em Alverca, não têm apoio atribuído, e apenas 3 clubes de futebol
recebem 1/5 do valor global atribuído para a execução de obras, considerando
ainda a circunstância da Covid-19, que desnudou as dificuldades e deficiências das
condições de tantos lares para albergar idealmente os seus utentes.
No caso da Cercitejo, ainda na última reunião de câmara se falou do
prolongamento dos horários, e questiona se também não será necessário este
apoio, para que de alguma maneira a instituição tenha estas condições.
Quanto à UDCAS, que pediu um apoio de 3 394,00€ para requalificação de janelas,
da zona de troféus, pintura de muros e portões, pergunta se neste montante total
de 500 000,00€ de apoios não é possível, de algum jeito, uma vez que a quantia
não é muito substancial, prover 3 394,00€ para este fim.
Voltando à questão do apoio aos clubes de futebol, vai apontar um caso que já
tem, de alguma maneira, sido muito falado na reunião de câmara pelo outro
vereador do Bloco de Esquerda. Assim, este apoio que vai ser concedido será para
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a construção das bancadas do centro de formação, e a questão é: No caso do
centro de formação do Futebol Clube de Alverca está-se a apoiar o quê, em
concreto? Os atletas da modalidade de futebol que jogam nas várias camadas ou
escalões do clube representando o clube, ou está-se a apoiar a construção dum
negócio que visa fazer do centro de formação um aviário de jogadores para o
mercado especulativo de transação de jogadores de futebol? Esta é uma questão
que coloca. Quem é, ao cabo, o último beneficiário da construção deste
equipamento, avultadamente pago pelo erário público? O clube diz que tem, salvo
erro, cerca de 400 jogadores de futebol, e 400 jogadores de futebol é um número
sobejamente largo para caberem todos os escalões de futebol de competição do
clube.
Uma vez que a câmara municipal cedeu o terreno para equipamento, pagou ou
contribuiu para a execução do sistema de drenagem de águas pluviais e a bacia de
retenção, a construção dos campos e das infraestruturas, e agora também suporta
as bancadas, faltando o mais que está por vir, pois falta um conjunto de
instalações que estão previstas, não está este equipamento sendo construído com
o dinheiro do município e, por conseguinte, não faria sentido que fosse um
equipamento municipal e disponibilizado aos munícipes e associações desportivas
doconcelho?
Se não for o caso, o Bloco de Esquerda solicita à câmara municipal o envio duma
relação dos montantes investidos e executados neste equipamento, pagos pela
câmara municipal e pelo clube.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que efetivamente há uma questão de
fundo, e já passa a palavra à Sr Vereadora Fátima Oliveira, que são os critérios
que este programa tem. É claro que o programa é sempre suscetível de ser
melhorado e alterado, mas os critérios são importantes, para que ninguém se sinta
lesado na atribuição dos investimentos.
Se o Sr. Vereador lhe disser, olhando para aquilo que foi a atribuição dos
montantes, se não se deveria chegar mais longe, é provável que sim, mas para
isso tinham que se aumentar consideravelmente as verbas. Agora, os critérios são
os critérios, houve entidades que ficaram de fora na medida em que tiveram o
apoio o ano passado, e logicamente que na pontuação ficaram mais atrás, o que
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Câmara Municipal
não quer dizer que para o ano não se voltem a candidatar e provavelmente já
serão incluídas.
Há matérias para as quais provavelmente um dia se tem que olhar e verificar se
não há um aspeto ou outro que não se possa melhorar, e quer dizer que, por
exemplo, no que diz respeito aos grandes equipamentos, questão que é uma
inovação, e às obras, todo o valor que sobrou dos outros programas foi investido
nas obras, para se chegar o mais longe possível aos pedidos que foram feitos.
Quanto à questão do futebol, seja o Futebol Clube de Alverca ou qualquer outro
clube que se dedique ao futebol, existem protocolos, e é na base desses mesmos
protocolos que se trabalha. Da análise que o executivo faz não parece que
efetivamente haja algum problema de transparência, rigor, na atribuição destes
valores.
Quando o Sr. Vereador fala na bacia de retenção, esse é um problema que ainda
está pendente, ou seja, quem pagou a bacia de retenção foi o Futebol Clube de
Alverca, e era muito justo que um dia a câmara municipal ressarcisse o Futebol
Clube de Alverca deste valor, na medida em que, e é bom que se recue para
perceber a história, o centro de formação do clube foi construído com uma
exigência do então INAG - Instituto da Água, que teria de ser feita ali uma bacia de
retenção. Entretanto fez-se a requalificação do rio Crós-Cós, e diga-se que a
exigência dessa bacia de retenção talvez não fosse assim tão necessária. De
qualquer modo, não seria ao Futebol Clube de Alverca que essa exigência devia ser
colocada, ou era o INAG que tinha de fazer a bacia de retenção, ou essa exigência
devia ter sido feita à câmara municipal. O que é um facto é que sem a construção
da bacia de retenção o complexo desportivo do centro de formação do Futebol
Clube de Alverca não avançava.
Desta forma, é uma matéria que ainda se tem para resolver, e o que é um facto é
que a bacia de retenção, em duas ou três vezes ao longo destes anos, já deu muito
jeito. Se não fosse a capacidade de encaixe daquela bacia de retenção se calhar
ter-se-iam problemas muito mais complicados naquela zona da rua da Estação.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, cumprimentando, na pessoa do
Sr. Presidente, todos os presentes e os que seguem a reunião em casa pela
transmissão on-line. recordando que o que se traz à reunião é o apoio ao
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investimento, no âmbito do PAMA, e este apoio ao investimento traduz-se na
atribuição de meio milhão de euros às associações, e sublinha que o que se está a
apoiar não são as pessoas, ou o que se queira falar relativamente às insinuações
que o Sr. Vereador fez, estão-se a apoiar as várias associações do movimento
associativo.
O PAMA tem um regulamento próprio, que foi aprovado em reunião de câmara, é
sobejamente conhecido pelas instituições, e é com base no regulamento que as
candidaturas são submetidas pelas várias instituições, e também avaliadas com
todo o rigor pelos serviços da câmara municipal, sendo depois refletidas nesta
avaliação que se traz.
Há que destacar também os apoios no âmbito das obras e grandes equipamentos,
o apoio à aquisição de viaturas e à aquisição de pequenos equipamentos, conforme
as várias candidaturas que as instituições depois submetem.
Este ano houve 61 associações que se candidataram, algumas candidataram-se a
mais do que um apoio, e as candidaturas depois também são ordenadas pelas
instituições por ordem de prioridades, tendo-se sempre presente que, por exemplo,
instituições que foram apoiadas um ano em obras, no ano seguinte não têm tanta
prioridade como outras que eventualmente não foram no ano anterior, para se
tentar ser o mais justo possível e para que os apoios cheguem a todos e sejam
igualmente distribuídos. Este ano, em termos dos pequenos equipamentos, como
vem contemplado na proposta, há um apoio de 5 889,00€, para as viaturas 106
685,00€, para as obras e grandes equipamentos um montante de 387 348,00€.
Relativamente ao que o Sr. Vereador depois veio a insinuar, de facto não percebe
essas observações, uma vez que as candidaturas são avaliadas com o máximo de
rigor possível, como tem sido sempre e não podia ser doutra forma.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Rui Perdigão, dizendo que não veio insinuar nada,
a sua intervenção incidiu sobre os elementos que possui, e os elementos que
possui não fundamentam a decisão. É claro que há um regulamento, e com base
nesse regulamento foram tomadas as decisões. No documento estão explanadas
as decisões, que estas entidades vão ser apoiadas, pediram, vão receber, outras
não recebem, e é natural, havendo qualquer fundamento que esclareça do porquê
da decisão, que o próprio coloque a questão neste órgão, de porque é que estas
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entidades que referiu, que não têm apoio, não vão ter, e porque é que outras vão
ter. — —
É apenas isso, não insinuou nada, pensa que foi claro na questão, perguntou
porquê, e considerou, com base nessa informação, com a mesma legitimidade que
todos têm na reunião, de colocar a questão se não se está, perante isto, a inverter
as prioridades, atendendo à circunstância em que se está. Estava a falar
essencialmente de entidades que prestam apoio à terceira idade e cidadãos
inadaptados, que não tinham qualquer apoio, é natural, se não fizesse a questão é
que seria um bocado preocupante, por negligência.
Depois, para contestar a opinião do Sr. Presidente relativamente à bacia de
retenção, sinceramente não vê porque é que a câmara municipal tenha de
ressarcir o Futebol Clube de Alverca pela bacia de retenção, porque a bacia de
retenção foi exigida pelo INAG, e bem, pois toda aquela superfície onde foi
construído o centro de formação era uma zona altamente permeável. Ela já
funcionava anteriormente como uma bacia de retenção, aqueles solos são
aluvionares e de grande infiltração no solo. As águas, quando chegavam ali,
provindo dos montes, infiltravam-se e ficavam ali retidas antes de irem para o rio.-
Ao se construir impermeabilizou-se o solo, e quando chove aquelas águas precisam
de ser escorridas para algum lado. Obviamente, para não provocar uma
sobrecarga na ribeira Crós-Cós, que ali passa, a bacia foi exigida pelo INAG nessa
condição, senão aquilo não cumpriria funcionalmente as condições de drenagem.
Foi exigida porque era necessária para se executar aquela obra, era o resultado da
construção do centro que ia provocar problemas de drenagem e de inundações se
a bacia não fosse construída.
Neste âmbito, não vê porque é que a câmara municipal há de considerar que deve
ressarcir o Futebol Clube de Alverca. ----— —
Solicita, então, nesta ocasião, que a câmara municipal envie, e já agora a todos os
vereadores, não apenas à bancada do Bloco de Esquerda, uma relação dos
montantes dos investimentos que foram executados neste equipamento, quer pela
câmara municipal, quer pelo clube. O Bloco de Esquerda não tem nada contra o
apoio da câmara municipal aos clubes de futebol, nem às associações desportivas,
mas neste momento o concelho tem vários clubes que têm aspirações a entrar no
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futebol profissional, e o Bloco precisa de definir bem os contornos desta relação da
câmara municipal com as SAD e esta parte profissional.
Isto transpassa, transcende o associativismo, que visa estabelecer ou fomentar as
relações sociais entre as pessoas, fomentar o desporto em si, e atrás disto todos
sabem que há um negócio, e o futebol, sobretudo, é muito hábil na sua capacidade
de estabelecer relações, e não está a dizer com a câmara municipal, mas ainda a
semana passada se viu, dum clube com outro do norte, de pouca claridade legal ou
dualidade, que permitem depois um enquadramento em diferentes critérios. Cabe
ali muita coisa, cabe lá tudo e não cabe lá nada, e nessa notícia até havia dúvidas
acerca de questões legais. —
Desta forma, quer sublinhar que é preciso o município tomar precauções e
medidas de maneira a deixar estas questões sempre bem definidas, perante esta
circunstância relativamente nova.
Tomou a palavra o Sr. Preidente, referindo que não sabe se é justo e, aliás,
encontrar uma solução que seja consensual é uma arte que não é fácil. Aquilo que
se pretende fazer, que se pretende sempre fazer, e à medida que as coisas vão
evoluindo, é tentar encontrar soluções que sejam as mais adequadas no ponto de
vista do executivo, e que vão ao encontro daquilo que o movimento associativo
solicita. Estar a fazer um PAMA direcionado a instituições ligadas aos idosos,
instituições ligadas a outras áreas, um PAMA só para os bombeiros, um PAMA para
outra situação qualquer, é um bocado complicado.
Na situação em que se está aquilo que o Sr. Vereador referiu parece-lhe justo, pois
hoje em dia há situações graves devido à pandemia, que têm a ver com os lares,
também com a Cercitejo, Cercipóvoa, etc., e têm-se vindo a apoiar, mas
provavelmente esse apoio que necessitam não será através do PAMA que se
resolverá. De qualquer forma, como já disse, está-se sempre disponível para
analisar os critérios e os apoios que são concedidos.
Quanto ao Futebol Clube de Alverca há um aspeto que é preciso também referir e
não referiu, e se calhar aquilo que vai dizer faz toda a diferença para atestar o que
disse, ou seja, quando a bacia de retenção foi construída o mesmo INAG veio
referir que afinal não era necessária construir. Inclusivamente, a cota a que ficou o
centro de formação, que num determinado momento era bastante elevada, depois
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passou a ser muito menos, tendo havido vicissitudes e alterações que fizeram com
que num determinado contexto fosse necessário fazer determinado tipo de obras,
e noutro contexto afinal já não era necessário.
—
Isto quer dizer que, de facto, as alterações de posição que o INAG teve levam-no a
crer que a bacia de retenção poderia ser necessária.fazer, mas provavelmente não
era necessária fazer para a construção do centro de formação. É isso que é bom
que se refira, na medida em que há uma evolução ou uma alteração da posição do
INAG então. Depois da bacia estar construída, afinal o INAG veio dizer que não era
necessária,masenfim.
Quanto aos clubes de futebol, é preciso ter muita cautela com a posição que a
câmara municipal deve ter sobre essa matéria, e o executivo tem vindo a falar,
sempre que a matéria se coloca, duma forma que lhe parece muito objetiva, que é
a de que a posição relativamente à modalidade de futebol é única e
exclusivamente aquela que está ligada à formação. Nada mais do que isso, pelo
que os apoios da câmara municipal vão nessa área.
Contudo, isso não impede que os clubes tenham ambição de irem mais longe em
termos de competições profissionais, mas aí a câmara municipal não pode, nem
deve avançar com apoios. As questões das SAD são matérias que dizem respeito
aos clubes, os clubes acharam que deveriam evoluir para SAD, SAD essas que
depois podem vir a suportar desporto profissional, mas isso é uma ambição que os
clubes têm, e aí já não podem contar com o apoio da câmara municipal, na medida
em que o desporto profissional, neste caso o futebol, tem incidências, e as
autarquias não devem ter nenhuma comparticipação. Veja-se que onde algumas
autarquias tiveram influência decisiva houve problemas, e a câmara municipal não
quer, de facto, ter esses mesmos problemas, porque não é justo. Quem quer
desporto profissional tem de o assumir através das respetivas entidades que
superintendem o desporto profissional no nosso país.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, só para uma última intervenção sobre o
assunto, mencionando que, relativamente às SAD, o Sr. Presidente já teve essa
experiência, aparece um fulano, que diz que é investidor, vem investir na SAD, e
depois a primeira coisa que faz é vir bater à porta da câmara municipal para
construir um campo de futebol, para construir um estádio. É um investidor, mas
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nunca entra com o dinheiro, e depois vem pedir à câmara municipal. O
investimento dele é vir bater à porta da câmara municipal a pedir se pode investir
nas estruturas do clube. Depois desaparecem, vão e vêm.
Ainda, numa última intervenção relativamente ao centro de estágios, o Bloco de
Esquerda não tem nada contra o Futebol Clube de Alverca, que fique claro, a
questão é o centro de estágios.
Referiu o Sr. Presidente que acredita que da parte do Bloco de Esquerda não haja
nenhuma obsessão com o Futebol Clube de Alverca. Serve sempre de exemplo,
mas não crê que haja nenhuma obsessão relativamente ao clube. Quando fala
destas matérias é em termos gerais, e por acaso fala no Futebol Clube de Alverca,
mas é só por acaso, não há nenhuma obsessão, julga o próprio.
Disse o Sr. Vereador Rui Perdigão que não, o próprio até é do Benfica, faz aqui uma
declaração de interesses, é benfiquista ferrenho, mas está na reunião na qualidade
de vereador e tem de defender é aquilo para o qual está presente.
O centro de estágios, quando está a formar 400 atletas, não está a formar atletas
para os escalões do clube, no fundo aquilo é uma fábrica de fazer atletas, de fazer
jogadores de futebol, é ter ali uma grande quantidade de jogadores de futebol, e
está-se a garimpar à espera de se achar um Ronaldo. O clube põe-se ali ao
garimpo à espera que apareça uma pepita de ouro. A questão que deixa o Bloco de
Esquerda de pé atrás é se se deve estar a apoiar, porque isto talvez não seja apoio
ao associativismo. Não sabe se isto será associativismo ou será um negócio
inserido no associativismo.
Tem a ver com aquelas ambiguidades, aquelas zonas cinzentas, e depois tudo se
mistura, permitindo que a câmara municipal, por esta via, acabe por financiar
estruturas, investidores, especuladores, “tipos” que tiram proveito de tudo isto, de
todas estas estruturas, e à custa do erário público.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que compreende, em alguns aspetos
acompanha, e aquilo que se deve fazer é perceber qual é o papel da câmara
municipal em tudo isto, e ir até ao limite daquilo que é possível ir e é desejável ir.--
Aquilo que pode dizer é que se sabe que o futebol profissional é um veículo de
promoção das terras, traz muitas pessoas a determinados territórios, tem uma
influência também importante na economia local, e não se pode estar alheio a
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todas estas questões, tendo que se ter também, sobre isso, um olhar muito
abrangente e cauteloso, e tentar encontrar as soluções que parecem mais
adequadas, transparentes, com rigor, e de acordo com a lei.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que estava a tentar
não intervir, mas custa-lhe um bocadinho. Há uma lei maior no país, que se chama
a Constituição da República Portuguesa, e a Constituição da República Portuguesa
diz que todos têm que ter acesso à cultura e ao desporto, ou seja, o Estado chama
a si esta competência, que, como se sabe, infelizmente, não é, nem uma oferta
universal, nem democrática, e o Estado devia intervir no sentido de regular esta
oferta universal e democrática.
—
o poder central não assume esta responsabilidade, pelo contrário, o que faz é ir
buscar dinheiro aos clubes que fazem aquilo que o Estado devia estar a fazer, e
muitas das vezes dinheiro que vem das autarquias, que vem do próprio bolso dos
pais, vem através das inscrições, das arbitragens e da segurança e, como é
fundamental, num mundo desenvolvido, a formação integral dos indivíduos, é
também essencial que tenham acesso à cultura e ao desporto. Num país
organizado, como Portugal, quem tem esta oferta é o movimento associativo.
Não se queria pronunciar, já expressou muitas vezes a sua opinião sobre os
critérios de apoio ao movimento associativo, pensa que, tendo em conta a sua
situação financeira, a câmara municipal devia ir muito mais longe, mas também
está esclarecida sobre isto, o próprio Sr. Presidente diz todos os anos que se pode
reavaliar, os membros da CDU estão esclarecidos política e ideologicamente sobre
esta matéria.
Contudo, o que se passa é que, se não houvesse os 200 clubes, as 200 associações
no concelho, e está-se a falar, se calhar, também já de associações de pais, etc.,
portanto todo o movimento associativo, e não vai excluir porque pensa que
também são muito importantes, o que é que seria do concelho de Vila Franca de
Xira? O que é que seria do concelho se não houvesse movimento associativo?
Como é que as crianças do concelho tinham acesso à cultura e ao desporto? É
sobre esta questão que todos se têm de questionar. Há ou não há obrigação, na
câmara municipal, tendo em conta que o Estado não assume, de eleger o
movimento associativo como um pilar central do desenvolvimento do concelho, por
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aquilo que provoca às crianças e aos jovens, por aquilo que permite? No dia 10 de
junho, amanhã, haverá um concerto a assinalar o Dia de Portugal, que é um clube
da terra que faz, e pensa que é nesta lógica que se tem de olhar para o movimento
associativo.
Sobre as centenas de crianças, quem lhe dera que fossem milhares, porque na
cultura, na educação e no desporto, o que é essencial é haver uma base muito
alargada, todas as crianças deviam ter acesso à prática do desporto, até de
diferentes desportos, para que consigam efetivamente decidir. Quem dera a todos
ter a certeza que todas as crianças do concelho de Vila Franca de Xira praticavam
nem que fosse um desporto.
Fica muito contente por haver uma base muito alargada. Não conseguem chegar
todos ao topo, e em nada na vida, não conseguem chegar todos a atletas de alta
competição, não conseguem chegar todos a atores profissionais, a músicos
profissionais, a jogadores de futebol profissionais, é assim tudo na vida. Quando
maior for a base, quanto melhor for o trabalho desenvolvido na base, não é porque
sejam todos ou tenham que ser, nem um terço deles, bons jogadores de futebol,
mas tem a certeza absoluta que até por aquilo que o desporto traz às convivências
coletivas e às formas de estar, que tornará estas crianças e jovens melhores
pessoas. Isso, sim, é essencial no concelho de Vila Franca de Xira.
Está-se a falar de formação de pessoas.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo ao Sr. Vereador Rui Perdigão, que pediu para
intervir, que se tem de sair do ponto, senão, já que se está a falar de futebol, está-
se no prolongamento e tem de se ir a “penaltis”.
Referiu o Sr. Vereador Rui Perdigão que é muito rápido, também não tem muito
mais intervenções, tinha pretendido que a sua anterior intervenção fosse a última,
mas tem de esclarecer que o futebol não é o único desporto.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que pois não, nem o Futebol Clube de Alverca
é só futebol, nunca foi, e se calhar os maiores títulos do Futebol Clube de Alverca
nem sequer são na área do futebol.
Continuou o Sr. Vereador Rui Perdigão, dizendo à Sr Vereadora que depois da sua
intervenção, se a mesma quiser, dá-lhe a palavra. O futebol não é o único
desporto, e obviamente que o Futebol Clube de Alverca, felizmente, não é só
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futebol, mas o que se está aqui a aprovar é a construção das bancadas para o
centro de formação, e é por isso que está a falar disso. Porque o futebol não é o
único desporto, também se deve e tem-se a obrigação de diversificar a oferta e a
apoiar a diversidade da oferta disponível.
Veem-se os resultados do país quando há jogos Olímpicos, têm-se os melhores
craques, as melhores seleções de futebol, mas quanto ao resto muitas vezes é uma
miséria. Isso tudo se evidencia quando se chega aos jogos Olímpicos, salvo
honrosas exceções.
—
O Sr. Presidente interveio, mencionando que há tradição no concelho de ser muito
eclético, com campeões em muitas modalidades, para além do futebol. O futebol é
um fenómeno que é o que é, cada um, quando fala em futebol, fala naquilo que é a
sua natureza, de gostar muito que o seu clube ganhe, quem tem clube, e aliás
pensa que não há ninguém que não tenha. Às vezes há pessoas que dizem, para
não se comprometerem, que são do Belenenses ou da Académica, mas é o que é.--
De •facto, o futebol é um fenómeno completamente diferente de todas as outras
modalidades, isso é verdade. Agora, no concelho, felizmente, o movimento
associativo cria condições para que os jovens pratiquem muitas modalidades, onde
são campeões até europeus, chegam os jogos Olímpicos, etc. Isso deve encher
todos de grande orgulho.
Prosseguiu, referindo que pensa que já se fez a discussão necessária sobre o ponto
e passando à votação, perguntando quem vota contra e quem se abstém, dizendo
que é aprovado por maioria, com a abstenção do Sr. Vereador Rui Perdigão, do
Bloco de Esquerda.
Deliberado, por maioria, com a abstenção do membro do Bloco de Esquerda, em
conformidade com a proposta da Sr Vereadora Fátima Antunes.
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Município Proc2 DCTAE.00TM.039de
Vila Franca de Xira Deliberação n - -
Câmara Municipal
1. Assunto: SALÃO DE ARTESANATO - ALTERAÇÃO DE EDITAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 154/20, de
01/06, da DT, para aprovação da alteração da redação dos artigos 1, 32, 42, 52 e 92,
constantes no edital n2 111/20, relativos a questões de organização e
procedimentos, do Salão de Artesanato de 2020, tendo em conta a alteração da data
de início da Feira Anual de Outubro, que terá lugar entre os dias 1 e 11 de outubro,
decorrente da situação de pandemia do vírus designado por novo Coronavírus SARS
CoV-2.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 154/20, de 01/06, da DT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara para
aprovaçâo.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que na hipótese, que o Bloco de
Esquerda espera que seja remota, da Feira de Outubro não se realizar, pretende
saber se poderão estar previstas algumas medidas de apoio aos aftesãos do
concelho, uma vez que aquela feira é-lhes útil para às vezes fazerem alguma receita.
Algumas dessas pessoas vivem disso também.
O Sr. Vereador António Félix interveio, mencionando que, para responder muito
sinceramente, essa é uma hipótese que não quer colocar, porque aquilo que mais
quer, até porque, infelizmente, já não foi possível a realização do Colete Encarnado,
é que se possa realizar a Feira de Outubro.
Se eventualmente venha a não ser possível a sua realização, é uma situação que se
terá que na altura avaliar, até porque, como se sabe, no Salão de Artesanato a
grande maioria dos artesãos que lá estão nem são do concelho. Pode-se, de alguma
forma, avaliar a possibilidade de um apoio aos artesàos do concelho, é algo que no
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Reunião d 2020/06109
Município Proc2 DaAE.00TM.o39de
Vila Franca de Xira / Deliberação flQ
Câmara Municipal
futuro se pode avaliar. -- —
Interveio o Sr. Presidente, pondo o ponto à votação, perguntando quem vota contra,
quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.—--- -______________
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U77
Reunião de 2020/06/09
Município Proc2 DCTAE-TM-001
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: POSTAIS 2020 - FIXAÇÃO DE PREÇO DE VENDA AO PÚBLICO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 153/20, de
01/06, da DT, para aprovação da fixação do preço de venda ao público de postais
com imagens de Vila Franca de Xira, no valor unitário de 0,50€ para postais avulso
e de 2,00€ para a coleção, composta por 6 postais mais capa.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 153/02, de 01/06, da DT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
09 postais
—
e
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
FI. Uvro
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RAta 078
Reunião de 20±0/06109
Proc2
Deliberação n2____________
1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO PRESIDENTE NA ÁREA DE PESSOAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 2579/20, de 29105, do
DGAJ/DRH, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente na área de pessoal,
no período compreendido entre 2020/05/11 e 2020/05/25.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n9 2579/20, de 29/05, do DGAJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.-
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. -_____________
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a). do n2 2, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n9 75/2013. de 12 de setembro. —
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento. —-_______________________________________________
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
10 despachos
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S
Fl.Ata 079
Reunião de 2020/06/09
Município
Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: LEGISLAÇÃO—SÍNTESE E EDITAIS
Foi dado conhecimento do que de seguida se indica:
1. Dos diplomas publicados em Diário da República com interesse para a
administração local:
Despacho n 5638-C/2020, de 20 de maio, II série, que determina a prorrogação da
suspensão de ações de formação presenciais, no âmbito da pandemia da doença
COVID-19, entre o dia 1 e o dia 17 de maio de 2020;
Resolução do Conselho de Ministros n2 39/2020, de 21 de maio, 1 série, que
procede à reprogramação da despesa relativa ao fornecimento de refeições em
refeitórios escolares;
Portaria n9 122/2020, de 22 de maio, 1 série, que procede à terceira alteração ao
Regulamento que criou o Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao
Emprego (SI2E), aprovado pela Portaria n2 105/2017, de 10 de março;
Portaria n2 128/2020, de 26 de maio, 1 série, que procede à primeira alteração ao
Regulamento do Sistema de Apoios ao Emprego e ao Empreendedorismo -
+CO3SO Emprego, aprovado em anexo à Portaria n2 52/2020, de 28 de fevereiro;--
Lei n2 16/2020, de 29 de maio, 1 série, que altera as medidas excecionais e
temporárias de resposta à pandemia da doença COVID-19, procedendo à quarta
alteração à Lei n 1-A/2020, de 19 de março, à primeira alteração à Lei n9 9/2020,
de 10 de abril, e à décima segunda alteração ao Decreto-Lei n 10-A/2020, de 13
de março;
Lei n2 17/2020, de 29 de maio, 1 série, que altera o regime excecional para as
situações de mora no pagamento da renda devida nos termos de contratos de
arrendamento urbano habitacional e não habitacional, no âmbito da pandemia
COVID-19, procedendo à primeira alteração à Lei n 4-C/2020, de 6 de abril;
Lei n 18/2020, de 29 de maio, 1 série, que prorroga os prazos das medidas de
apoio às famílias no contexto da atual crise de saúde pública, procedendo à
primeira alteração à Lei n9 7/2020, de 10 de abril, que estabelece regimes
excecionais e temporários de resposta à epidemia SARS-CoV-2;
Lei n2 19/2020, de 29 de maio, 1 série, que estabelece medidas excecionais e
temporárias de resposta à pandemia da doença COVID-19 no âmbito cultural e
artístico, procedendo à segunda alteração ao Decreto-Lei n2 10-1/2020, de 26 de
11 sint edit 1/2
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19. Livro
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Municipio
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
março;
Declaração de Retificação n° 23/2020, de 29 de maio, 1 série, que retifica a Lei
n2 2/2020, de 31 de março, <(Orçamento do Estado para 2020»;
Decreto-Lei n2 24-A/2020, de 29 de maio, 1 série, que altera as medidas
excecionais e temporárias relativas à pandemia da doença COVID-19;
Resolução do Conselho de Ministros n° 40-A/2020, de 29 de maio, 1 série, que
prorroga a declaração da situação de calamidade, no âmbito da pandemia da
doença COVID-19;
Portaha n2 135/2020, de 2 de junho, 1 série, referente à alteração ao Regulamento
Técnico de Segurança contra Incêndio em Edifícios (SCIE), aprovado pela Portaria
n2 1532/2008, de 29 de dezembro.
2. Dos editais publicados entre 2020/05/19 e 2020/06/01, que constam da lista
anexa, a qual se dá por inteiramente reproduzida nesta parte da ata.
Tomado conhecimento.
11 sínt edit 2/2
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FI. Livro
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/7 Reuno de 2020/06/09
Murcípio 2 4l Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação r1_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento da informação referente aos pagamentos
autorizados pelo Sr. Presidente, pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador
António Félix, no período compreendido entre 2020/05/19 e 2020/06/01,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do n2 1, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
12 pagamentos
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JVU Reurâode2o2o/O6/og
Município Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n°_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
Câmara Municipal:
Dotações Orçamentais 24 348 151,56€
Dotações não Orçamentais 2 959 818,76€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 3 534 760,59€
Dotações não Orçamentais —— 689 953,60€
3. Informações/pareceres:
—
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
13 balancetes
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FI. Livro
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11111 RAta 083
‘tN )j/i.4 Reunião de 2020/06/09
Município / ‘IV Proc2
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de jVila Franca de Xira Deliberaçao nQ____________
Câmara Municipal J
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCíCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 290/20, de
29/05, do DGAj/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício do direito de preferência, no período compreendido
entreosdias22e27demaio.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 290/20, de 29/05, do
DGAj/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. -
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. —
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29 e 3Q2 da Lei n 31/2014, de 30 de maio. --
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus submete o assunto à reunião
de câmara para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
14 SOP
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FI. Livro
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Reuno de 2020/06/09
Municipio Proc°
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 16/20, de
28/05, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice-
Presidente, no período compreendido entre 2020/05/14 e 2020/05/27, no âmbito
do licenciamento de obras particulares previstas no Regime Jurídico de
Urbanização e Edificação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 16/20, de 28/05, do
DPGU/SAPRE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
15 DPGU
i 41 FI. Livro
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Reuno de 2020/06/09
Município 1 Proc
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de 1 —
Vila Franca de Xira J Deliberação n2_- - -
Câmara Municipal
1. Assunto: ABERTURA DE PROCEDIMENTO PARA RECRUTAMENTO DO CARGO DE
DIREÇÃO INTERMÉDIA DO 2 GRAU - CHEFE DA DIVISÃO DE BIBLIOTECAS E
ARQUIVO - APROVAÇÃO E REMESSA À ASSEMBLEIA MUNICIPAL PARA APROVAÇÃO
DACONSTITUIÇÃODOjÚRI
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 2673/20, de 03/06, do
DGAJ/DRH, para aprovação da abertura de um procedimento para recrutamento do
cargo de direção intermédia do 2 grau, Chefe da Divisão de Bibliotecas e Arquivo,
e posterior remessa à assembleia municipal para aprovação da constituição do júri
do concurso. —
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 2673/20, de 03/06, do DGAj/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, só para fazer uma referência que lhe
parece mais do que justa. Hoje está-se a abrir um concurso para um dirigente de
2 grau para as bibliotecas, e não se sentiria bem consigo, crescendo como
cresceu nesta casa, se não fizesse uma referência ao Vítor Figueiredo, que se
reformou, e que foi um elemento central no desenvolvimento das bibliotecas desde
a década de 80. Não ficaria bem consigo, cresceu muito nas bibliotecas, partilhou
muita coisa com o Vftor, era muito menina, naturalmente, mas crê que é também a
altura de valorizar o trabalho que o mesmo fez, e queria fazer apenas esta
referência.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que pensa que é muito oportuno aquilo
que a Sr Vereadora referiu, sem dúvida nenhuma. O Dr. Vítor Figueiredo esteve na
câmara municipal mais de 30 anos, provavelmente desde 1987.
16 bibliotecas 1/2
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FI. Livro
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‘vi,!
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Município cor? 1 :f Proc2
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de
Vila Franca de Xira j / Deliberação n2
Câmara Municipal 1
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que por aí, ou menos, a própria começou a
frequentar a biblioteca em 1985, 1986, tinha 14 anos.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que sim, e pedindo desculpa ao Sr.
Vereador Rui Perdigão, mas já lhe dá a palavra, dizendo ainda que pensa que era
importante, de facto, fazer esta nota ao Dr. Vítor Figueiredo, um excelente
profissional, uma pessoa que já no fim de carreira teve uma incumbência que não
foi fácil, que foi a transferência da anterior biblioteca para a Fábrica das Palavras, e
com todo o profissionalismo, competência e qualidade de liderança da sua equipa,
conseguiu fazer essa transferência e montar a biblioteca, Fábrica das Palavras, que
não é coisa simples, como todos têm consciência.
Uma vez o Dr. Vftor Figueiredo disse, e noutro dia o próprio comentou isto com
alguém, com a Sr Vereadora Manuela Ralha, no lançamento dum livro em que
estava presente, quando foi a apresentação do escritor, “eu estou aqui e tenho
esta formação de bibliotecário, com muito gosto, mas é a forma mais próxima que
eu tenho de estar junto dos livros, que eu amo, que eu gosto, e porque, como não
tive talento para ser escritor, sou bibliotecário”, e achou um “piadão”, porque, ao
fim e ao cabo, manifesta a sua grandeza, profissionalismo, e o reconhecimento que
o seu trabalho também permitiu que muitos escritores passassem por Vila Franca
de Xira no lançamento dos seus próprios livros, O Dr. Vítor Figueiredo também teve
muita responsabilidade nisso.
Se estiver a ouvir, mas se não estiver alguém lhe há de transmitir, envia-lhe da
parte da câmara municipal um grande abraço, muitas felicidades e desejos de que
a sua vida continue ligada aos livros, certamente com tempo para ler as centenas
que tem em casa, que ficaram por ler e que agora certamente vai ler.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, mencionando que tinha apontado que iria
intervir, mas não pretende intervir, há um equívoco na informação que tem,
agradecendo e pedindo desculpa.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
16 bibliotecas 2/2
FI. Livro
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1 f1tLI ReUflO de OO/06/O9
Município t V Proc°
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de --
Vila Franca de Xira Deliberação ri2 -
Câmara Municipal J
1. Assunto: ABERTURA DE PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA A
CONSTITUIÇÃO DE RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO
INDETERMINADO PARA TÉCNICO SUPERIOR (ÁREA DE ARQUITETO)
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 2623/20, de 01/06, do
DGAJ/DRH, para aprovação, nos termos do disposto no n2 1, do artigo 42 do
Decreto-Lei n2 209/2009, de 3 de setembro, conjugado com os n2s 3 e 4, do artigo
30 da Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas, da abertura de um
procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego
público por tempo indeterminado para o preenchimento de um posto de trabalho
previsto no mapa de pessoal do corrente ano, para a categoria de técnico superior
(área de arquiteto), com possibilidade de admissão de candidatos sem vínculo de
emprego público previamente constituído.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 2623/20, de 01/06, do DGAJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
17 arquiteto
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FI. Livro
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1.-. dl
Município L/ Á1Iv) Proc°
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de ‘1WVila Franca de Xira 1’ Deliberação n9____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA A CONSTITUIÇÃO DE
RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO INDETERMINADO PARA
TÉCNICO SUPERIOR (ÁREA DE DIREITO) - RECRUTAMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n° 2625/20, de 01/06, do
DGAj/DRH, para aprovação, nos termos do disposto no n° 1, do artigo 49 do
Decreto-Lei ri9 209/2009, de 3 de setembro, conjugado com o n° 4, do artigo 30°
da Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas, do recrutamento da última
candidata posicionada na lista unitária de ordenação final do procedimento
concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público por
tempo indeterminado para técnico superior (área de direito), tendo em vista o
preenchimento de um posto de trabalho previsto no mapa de pessoal do corrente
ano.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n° 2625/20, de 01/06, do DGAJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente. — —
18 direito
FI. Livro
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RAta 089
/1 (411 Ã Reunião de 2020/06/09
Proc2
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de (Vila Franca de Xira Deliberação n - -
Câmara Municipal
1. Assunto: CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS DE 2019 DO GRUPO MUNICIPAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna ri9 28/20, de
28/05, do DF/DPF, para aprovação da consolidação de contas de 2019 do grupo
municipal de Vila Franca de Xira, composto pela câmara municipal e Serviços
Municipalizados de Água e Saneamento, e posterior remessa à assembleia
municipal, juntamente com a certificação legal das contas consolidadas, para
apreciação e votação nos termos da lei.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 28/20, de 28/05, do
DF/DPF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação e remessa à assembleia municipal.--—
Tomou a palavra o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que as dívidas de terceiros
baixaram de 11 milhões de euros para 4 milhões de euros, de 2018 para 2019, e
questiona se foi porque se conseguiu cobrar este valor.
Respondeu o Sr. Vereador António Félix que são movimentos meramente
contabilísticos. O que está em questão é que no final do ano, em alguns anos,
devido a atrasos que por vezes ocorrem na cobrança dos impostos, a câmara
municipal é obrigada a considerá-los como dívida. Não são dívida, mas como ainda
não os recebeu e são referentes ao ano anterior, consideram-se. Não aconteceu
isso neste ano, e por isso há essa redução de um ano para o outro.
Assim, e basicamente, o que este documento representa é o somatório dos dois
documentos que foram apresentados, a seu tempo, relativamente às contas, quer
da câmara municipal, quer dos serviços municipalizados. Sendo um somatório, são
expurgadas aquelas que são as relações entre uma entidade e outra, que existem
ao longo do ano, como todos sabem. Este é o resultado final do grupo económico
Município
19 contas 1/2
Fi. Livro__________
Fl.Ata - 090
Reunião d 2020/06/09
Município A Proc0
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
de Vila Franca de Xira.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que depois o Dr. Fernando Barrelros vai
passar os documentos para serem assinados pelas Srs e Srs. Vereadores, e
passando à votação do ponto, perguntando quem vota contra, quem se abstém,
concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
19 contas 22
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• Reuno de 2020/06/09
Município 1 1 Proc2 01/20 APRV.CP.CJ.
de 1
Vila Franca de Xira 1 Deliberação flÇ_- -
Câmara Municipal 1
1. Assunto: AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA DEPOSIÇÂO DE RESÍDUOS URBANOS
BIODEGRADÁVEIS (RUB) PARA O MUNICÍPIO - ADJUDICAÇÃO E APROVAÇÃO DA
MINUTA DO CONTRATO DO LOTE 1 E NÃO ADJUDICAÇÃO E REVOGAÇÃO DA
DECISÃO DE CONTRATAR DO LOTE 2
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 297/20, de
02/06, do DF/DGF/SCPA, para, no âmbito da aquisição de equipamentos para
deposição de resíduos urbanos biodegradáveis (RUB), autorização da adjudicação
do lote 1 à Sotkon Portugal - Sistemas de Resíduos, SA, pelo valor total de
302 542,00€, acrescido do IVA à taxa legal de 23%, da não adjudicação e
revogação da decisão de contratar do lote 2, nos termos da alínea c), do n2 1, do
artigo 792 e artigo 80 do CCP - Código dos Contratos Públicos, e obrigação de
reabertura de um novo procedimento para adjudicação do contrato com o mesmo
objeto, no prazo máximo de 6 meses a contar da data da notificação da decisão de
revogação, quanto ao lote 2, nos termos do n2 3, do artigo 792 do CCP, bem como
aprovação do relatório final, elaborado pelo júri do procedimento, nos termos do
artigo 1482 do citado código, e da minuta do contrato quanto ao lote 1, nos termos
do n2 1, do artigo 98 do referido código.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 297/20, de 02/06, do
DF/DGF/SCPA, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: ——--
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que se trata da aquisição de
contentores, um dos lotes não vai ser adjudicado, pelo que percebeu foi por
incumprimento da parte do único concorrente a esse lote, que aparentemente não
20 RUB 1/3
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FI. Livro
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ReurflãodOíO/O6L
Município Proc 01/20 APRV.CP.CJ.
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
cumpria as condições do caderno de encargos. Ele propunha contentores de 1 100
litros, a câmara municipal pretendia contentores de 1 000 litros, O concorrente
alegava que não haveria no mercado contentores de 1 000 litros, e eram assim
designados, não obstante serem de 1 100 litros. Era mais ou menos isso.
O próprio, em breve pesquisa na lnternet, encontrou contentores de 1 000 litros,
mas pretende saber, pois o que se encontra na lnternet pode não existir na
realidade, se de facto é assim, de acordo com o que a câmara municipal entende,
que esses contentores existem, ou se é como o concorrente diz.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que as peças de procedimento diziam
1 000 litros, e não se podem alterar as peças do procedimento. O senhor insistia
que 1 100 litros é que era bom, queria fornecer de 1 100 litros, mas o que a
câmara municipal pretendia era de 1 000 litros. Até pode ser num próximo
procedimento, não sabe, tecnicamente os serviços vão avaliar, o que é um facto é
que não se podiam alterar as peças do procedimento, era ilegal, como é evidente.
Poder-se-ia ter um problema grave, e não se pode, nunca se fez, não se vai fazer
nunca, com o prejuízo de, efetivamente, estes equipamentos chegarem mais tarde,
mas vai-se tentar resolver a situação o mais depressa possível, para ter estes
equipamentos ao serviço da população. —
No fundo, foi aquilo que o Sr. Vereador referiu, havia esta dificuldade, não se podia
alterar o procedimento, que referia 1 000 litros, e há empresas que têm estes
equipamentos para fornecer. Assim, é o que pode dizer.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, dizendo que, basicamente, o Sr.
Presidente já explicou a situação. Como o Sr. Vereador sabe, as regras da
contratação pública são muito rígidas, e não se pode, obviamente, alterá-las. O que
está definido no caderno de encargos tem de ser integralmente cumprido, até para
não se ter algum problema relativamente a alguma inspeção que possa ocorrer.
O que se vai fazer, e vai-se fazer já rapidamente, até porque esta é uma situação
que faz falta e quer-se que evolua, é refazer essas peças, no sentido de permitir
que sejam de 1 100 litros, de 1 000 litros, é uma situação que se tem que ver,
daquilo que seja mais fácil e também se enquadre no que se quer e se encaixe no
que já se tem. Por isso, provavelmente continuarão a ser só de 1 000 litros porque
são os espaços que se têm para serem colocados.
20 RUB 2/3
FI. Livro
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• dÁ
Município Au ‘ Proc2 01/20 APRV.CP.CJ.de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Interveio o Sr. Presidente, passando o ponto à consideração da câmara municipal,
colocada que está a questão e esclarecida, perguntando quem vota contra, quem
se abstém concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
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I
i
FI. Livro
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AflI RAta M4
Reunião de 2020/06/09
Município N Proc2 1/20 PMOTPDMde 4 1 naVila Franca de Xira Deliberação n - [Jfi
Câmara Municipal j
1. Assunto: 3 ALTERAÇÃO AO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA -
INÍCIO DO PROCEDIMENTO DE DISCUSSÃO PÚBLICA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 43/20, de
22/05, do DPGU/DPOT, para aprovaçâo, nos termos do disposto no n2 2, do artigo
12 do Decreto-Lei n2 165/2014, de 5 de novembro, do início do procedimento de
discussão pública, por um período de 15 dias, anunciado com a antecedência
mínima de 5 dias, da 3 alteração ao Plano Diretor Municipal de Vila Franca de Xira.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 43/20, de 22/05, do
DPGU/DPOT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que se trata da terceira
proposta de alteração do Plano Diretor Municipal, e o que vem para deliberação é o
início do procedimento de discussão pública. Os membros da CDU têm o
entendimento que, cumprindo administrativamente o procedimento, seria muito
mais interessante que efetivamente a câmara municipal, para este e sobre todos
os outros aspetos que dizem respeito ao ordenamento do território, incentivasse as
populações a participarem nas decisões públicas. Isso agora levaria para uma outra
discussão, que infelizmente não é o que está em apreço, sendo que este
procedimento, como dizia no início, é obrigatório, após a deliberação dos órgãos
municipais e depois também de recolhidos os pareceres obrigatórios.
É um processo que tem um enquadramento legislativo de natureza especial, que
tem a ver com a regularização de atividades económicas em contexto de
fundamento social e económico de inquestionável interesse para o concelho de Vila
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FI. Livro
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Reunod2020/06/09
Município 1 Proc9 1/20 PMOTPDMde 1Vila Franca de Xira J Deliberação n_____________
Câmara Municipal j
Franca de Xira, e por isso mesmo mereceu, da parte da CDU, à época, e no devido
tempo, os respetivos votos favoráveis.
Contudo, há uma pergunta para a qual sistematicamente os seus membros
continuam a não ter resposta: Ainda assim, e até de acordo com as sucessivas
alterações ao PDM para acomodar este tipo de iniciativas igualmente excecionais,
mantém-se, no território do concelho, alguma atividade, ou entenda-se empresa,
insuscetível de legalização ao abrigo da legislação aplicável? A câmara municipal
dispõe, neste momento, de um mapeamento efetivo sobre se há ou não há mais
alguma empresa suscetível de ser enquadrada por esta via ou por via da revisão
do PDM, designadamente a sua segunda revisão?
Sobre essa matéria, gostariam também de perguntar à câmara municipal em que
fase se encontra a segunda fase de revisão do Plano Diretor Municipal.
Também iriam hoje perguntar como é que estão os trabalhos para a conclusão do
plano estratégico, sendo que o Sr. Presidente, no início da presente reunião
informou que efetivamente vai-se ter uma reunião extraordinária, privada, e não
entendem o porquê de ser privada, para apresentação da estratégia de
desenvolvimento do concelho de Vila Franca de Xira 2030. Neste sentido,
perguntam se aquilo a que inicialmente se denominou de plano estratégico, e no
qual a CDU participou com vereadores e uma opinião fundamentada e de proposta
relativamente ao seu conteúdo, é aquilo que se pretende que se tenha
conhecimento na reunião de câmara prevista para o dia 19 de junho.
Se assim é, se se está a falar do mesmo documento, embora haja uma alteração
da sua identificação ou do seu nome propriamente dito, chama também à atenção
que o executivo ficou de fazer chegar aos membros da CDU informação sobre esta
matéria, até para perceberem se foram tidos em conta os seus contributos, porque
a participação da CDU, sempre que seja solicitada, aparecerá.
A força política CDU nunca se põe à parte das discussões fundamentais e
estruturantes do desenvolvimento do concelho, só se não a convidarem ou não
quiserem a sua presença, mas também seria interessante, até dia 19, perceber, e
repete, se se trata do mesmo documento, até que ponto o Partido Socialista
incorporou ou não algumas das propostas que fizeram e refletiu sobre algumas das
dúvidas que têm. Como se sabe, aquele plano tinha um conjunto muito grande de
21 3 alt PDM 2/6
I
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FI.Ata 096
Reunião de 2020/06/09
Município 1 Proc9 1/20 PMOTPDMde
Vila Franca de Xira Deliberação n0____________
Câmara Municipal
ideias que, na opinião que têm, e não querendo suscetibilizar nada, nem ninguém,
eram um pouco vagas, imprecisas até, do ponto de vista do desenvolvimento, o
que se proporia era um conjunto notável de pressupostos, que tanto se aplicavam
em Vila Franca de Xira como em qualquer outro concelho, com características
sociourbanísticas idênticas ou parecidas ao de Vila Franca de Xira, na área
metropolitana.
Por fim, porque sabem e acreditam que é também uma preocupação de toda a
câmara municipal, continuam a receber feedback dos moradores das AUGI - Áreas
Urbanas de Génese Ilegal, e particularmente dos moradores da Quinta do Alferes.
Recordando as últimas iniciativas que a câmara municipal tomou sobre essa
matéria, em que a CDU acompanhou uma deliberação proposta pelo Partido
Socialista, e o contrário já não aconteceu em relação à proposta da CDU,
perguntam se houve mais algum desenvolvimento, até porque não continuam
indiferentes, nem podem, e entendem que seria razoável que a câmara municipal
não ficasse indiferente, à situação destes comproprietários continuarem
sistematicamente a ser notificados pela comissão de AUGI para pagarem avultadas
somas de comparticipação financeira para a construção das respetivas
infraestruturas, não tendo, infelizmente, ainda a garantia de que a propriedade, ou
a manutenção definitiva das habitações habitadas, é uma garantia no âmbito da
reconversão urbanística, também a ser aprovada por esta câmara municipal.
Portanto, são estas as questões que gostariam de colocar, a propósito do ponto em
apreço.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vereador, à boleia do ponto
propriamente dito traz uma série de outras questões, importantes também, mas
que nada têm a ver como ponto.
Relativamente à Quinta do Alferes, efetivamente tomou-se a posição que se tomou
para salvaguardar os interesses dos 17 moradores, das pessoas que lá têm as suas
moradias, e teve-se o cuidado de dizer que são moradias de primeira habitação.
Não tem dúvidas nenhumas que a posição que todos tomaram vai ter em
consideração esses mesmos interesses, e não é possível, através da decisão que
se tomou, que aquelas construções sejam demolidas.
Não quer dizer que sejam legalizadas, e elas só podem ser legalizadas se
21 3 alt PDM 3/6
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FI. Livro
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Reuno de 2020/06/09
Município Proc2 1/20 PMOTPDMde til
Vila Franca de Xira V .7 Deliberação n2____________
Câmara Municipal
efetivamente, no quadro do PDM, se conseguirem incluir dentro da própria AUGI.
Agora, há um fator que era absolutamente decisivo, de intranquilidade das
pessoas, se de hoje para amanhã algum tribunal, a CCDR — Comissão de
Coordenação e Desenvolvimento Regional, seja quem for, tomasse uma posição de
demolição das moradias. Isso não é possível fazer depois da posição que se tomou,
e esta é a primeira grande questão.
A segunda questão que o Sr. Vereador coloca é sobre a comissão, e sobre ela o
próprio tem uma opinião, mas quem manda não é o presidente da câmara, nem é
a câmara municipal, que pode moderar e, de facto, opinar sobre estas questões,
tentando ajudar, é uma questão que todos aqueles que fazem parte desta AUGI
têm de resolver.
Tem uma opinião sobre essa matéria, que já exprimiu, que é ter alguma cautela, e
enquanto isto não estiver completamente resolvido estas 17 pessoas deveriam ser
dispensadas para já de qualquer pagamento. É a sua opinião, mas o conjunto dos
comproprietários daquela AUGI é que sobre essa matéria pode opinar. É o que
julga, já o referiu numa outra ocasião, e agora manifesta também essa mesma
opinião, mas, como diz, é uma matéria que diz respeito aos interessados.
Sobre a estratégia de desenvolvimento do concelho, vai enviar os CD, e aliás já
tinha pedido para os enviarem, e pensa que ainda hoje eles estarão à disposição
dos Srs. Vereadores, para no dia 19 já terem possibilidade de analisar o conteúdo
do documento.
Não tem a mesma ideia de que seja um documento que podia ser rebatido aqui,
noutro sítio qualquer do país ou em qualquer outro país. Não tem essa ideia, na
medida em que se fez um trabalho muito aturado, não só nas reuniões que se
tiveram, mas também muitas reuniões com as forças vivas do território, onde foi
referida uma série de matérias, daquilo que é a ideia dos empresários, dos
trabalhadores, duma série de entidades, em 4 reuniões, 4 workshops que foram
feitos, que foram muito ricos, e aliás as próprias técnicas que estiveram neste
trabalho disseram que era raro encontrar pessoas tão disponíveis para participar,
como participaram.
Crê que num ou outro aspeto eventualmente não estarão de acordo, mas aquele
documento, esta visão de desenvolvimento estratégico, conseguiu abarcar, do seu
21 3 alt POM 4/6
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FI. Livro
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pj4)
Município Ai Proc2 1/20 PMOTPDMde
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
ponto de vista, a maioria das opiniões que foram produzidas. Contudo, depois ter-
se-á ocasião de avaliar isso mesmo.
Sobre o ponto da situação do PDM o Sr. Vice-Presidente falará.
Também, sobre a questão se existe alguma empresa e atividades que ainda sejam
suscetíveis de ser enquadradas, sobre este regime jurídico excecional já não,
porque já terminou, a não ser que haja alguma prorrogação a esta lei, que neste
caso era ligada às instalações afetas a atividades económicas, e que tão útil foi
para resolver problemas que de outra forma não se conseguiriam resolver. No
quadro da revisão do PDM, sim, identificou-se um ou outro aspeto que urge
resolver. Não são muitos casos, mas mesmo assim ainda se têm algumas
situaçôes.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes, assim como quem segue a reunião via lnternet,
dizendo que o PDM tem tido o seu desenvolvimento, também com base neste
trabalho que está a ser feito e vai ser presente à reunião de câmara privada, para
análise e conhecimento. Como disse o Sr. Vereador Nuno Libório, e bem, é uma
súmula da participação de todos os intervenientes à data, desde os workshops até
à própria reunião que se teve nesta sala, portanto, a situação política e os vastos
apoios. Sublinha que os documentos já estão prontos para entregar às forças
políticas, hoje, para conhecimento.
Efetivamente, sobre o plano, os pareceres e reuniões com os vários intervenientes
a nível de CCDR e outras instituições já estão ser realizados, mas, como disse o Sr.
Presidente, e bem, trar-se-á, para garantia do processo, na próxima reunião de
câmara, o pedido de prorrogação de prazo da sua conclusão, considerando a
disposição legal que se encontra em vigor, e também face à pandemia. A
pandemia não deve ser utilizada para tudo, mas para algumas coisas é um facto,
como as reuniões presenciais, o trabalho, nomeadamente de campo, que estava
para ser feito nas diversas vertentes, e os diversos estudos, estando-se a
relembrar do estudo do ruído e o impacto de algumas situações, que tiveram que
ser suspensos pelas diversas equipas, mas neste momento já começaram a ser
retomados.
Dentro da calendarização possível está a ser executado, mas este período veio
21 3 ait PDM 516
FI. Livro
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099
Reunião de 2020/06/09
Proc 1/20 PMOTPDM
Deliberação M____________
criar este impacto, e trar-se-á, salvo erro, à próxima reunião de câmara, uma
proposta de prorrogação de prazo.
Interveio o Sr. Presidente, passando à votação do ponto, perguntando quem vota
contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
A)
7.7
21 31 alt PDM 616
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FI. Livro
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Reuno de 2020/06/09
Município AU V !• Proc2 FUC/78-020 LOTE
Vila Francea de Xira 1 Deliberação n2 - - - 207
Câmara Municipal
1. Assunto: Y ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO DENOMINADO POR FONTE SANTA -
PARCELA 1, TITULADO PELO ALVARÁ DE LOTEAMENTO N 01/2011-AUGI, DE 23/03
- VIALONGA - ABERTURA DE CONSULTA PÚBLICA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação nQ 72/20, de 27/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação da abertura de consulta pública, pelo período de
15 dias, nos termos do n 2, do artigo 22, do Decreto-Lei n 555/99, de 16 de
dezembro, com as alterações em vigor, conjugado com o n9 3, do artigo 6g do
Regulamento Municipal de Urbanização, Edificações e Taxas por Operações
Urbanísticas, do projeto da 3 alteração ao loteamento denominado por Fonte
Santa — Parcela 1, em Vialonga, titulado pelo alvará de loteamento n2 1/2011-AUGI,
de23/03.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 72/20, de 27/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.—
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. —
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
22 fonte santa
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FI. Livro
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FI.Ata 101
i1 Reunião de 2020/06/09
Município 141$J\ Proc2 FUC/79-005 LOTEde AU
Vila Franca de Xira V Deliberação n - - - 208
Câmara Municipal
1. Assunto: 2 ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO DENOMINADO POR ENXORDEIROS,
TITULADO PELO ALVARÁ DE LOTEAMENTO N 01/2012-AUGI, DE 27/07 - ALVERCA
DO RIBATEJO - ABERTURA DE CONSULTA PÚBLICA —
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 73/20, de 27/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação da abertura de consulta pública, pelo período de
15 dias, nos termos do n2 2, do artigo 22 do Decreto-Lei n9 555/99, de 16/12, com
as alterações em vigor, conjugado com o n2 3, do artigo 6 do Regulamento
Municipal de Urbanização, Edificações e Taxas por Operações Urbanísticas, do
projeto da 2 alteração ao Ioteamento denominado por Enxordeiros, em Alverca do
Ribatejo, titulado pelo alvará de loteamento n9 01/2012-AUGI, de 27/07.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informaçâo n 73/20, de 27/O5 do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
23 Enxordeiros
FI. Livro
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RAta 102
(4Jlj\ Reunião de 2020/06/09
Município AU Proc2 16/20 CERTAUGIde 1
Vila Franca de Xira Deliberação n9_-
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 80, DO LOTEAMENTO DA FONTE SANTA - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 68/20, de 27/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 80 do loteamento da Fonte Santa, em Vialonga, no valor de
8 860,71€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira
aquando do registo do alvará de loteamento n2 1/2011-AUGI, de 23/03, solicitado
por Manuel Simões Vicente.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 68/20, de 27/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovaçâo.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente. — — —
24 lote 80
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FI. Livro
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RAta 103
Reunião de 2020/06/09
Município Proc2 18/20 CERTAUGIde
Vila Franca de Xira Deliberação n2 - 210
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 15, DO LOTEAMENTO DA QUINTA DO BOM JESUS - SOBRALINHO
2. Resumo: Presente o processa instruído com informação n2 70/20, de 27/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 15 do loteamento da Quinta do Bom Jesus, no Sobralinho, no
valor de 2 758,78€, registada na 2 Conservatória do Regista Predial de Vila Franca
de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n2 1/2007-AUGI, de 18/06,
solicitado por José Farinho Rico.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 70/20, de 27/05, do DPGU/DPOT,
documenta que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: —
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
25 lote 15
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FI. Livro
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4J1.ik Reurão de 2020/06/09
Município 4 Proc2 17/20 CERTAUGIde
-
Vila Franca de Xira Deliberaçao n_- -
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 16, DO LOTEAMENTO DA QUINTA DO BOM JESUS - SOBRALINHO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 69/20, de 27/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 16 do loteamento da Quinta do Bom jesus, no Sobralinho, no
valor de 3 553,55€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca
de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n2 1/2007-AUGI, de 18/06,
solicitado porJosé Farinho Rico.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 69/20, de 27/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
26 lote 16
Município / Proc2 19/20 CERTAUGIde
-
Vila Franca de Xira Deliberaçao n_-
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 137, DO LOTEAMENTO DO CASAL DA SERRA - PÓVOA DE SANTA IRIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n 71/20, de 27/05, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 137 do loteamento do Casal da Serra, na Póvoa de Santa
Iria, no valor de 3 213,50€, em nome de Francelina Neves Rodrigues, registada na
2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira aquando do registo do
alvará de loteamento n2 6/2010-AUGI, de 22/09, solicitado por Nuno Ricardo Silva
Barrinha. — —
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 71/20, de 27/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. — —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
27 lote 137
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A. Livro
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/1 Reuno de 2020/06/09
Município 4 N /!
L
Proc2 11/11 LOTEPOM
Vila Fran de xira ( 1 Deliberação n 213
Câmara Municipal
1. Assunto: ALTERAÇÃO AO LOTEAMENTO DENOMINADO POR LAVRADIOS, TITULADO
PELO ALVARÁ DE LOTEAMENTO URBANO N 01/2020, DE 03/04 - CASTANHEIRA DO
RIBATEJO - ACEITAÇÃO DE PRINCÍPIO E ABERTURA DE CONSULTA PÚBLICA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação técnica n2 703/20, de
02/06, do DPGU/DGU, para aceitação de princípio e abertura de consulta pública,
pelo período de 10 dias úteis, por ultrapassar o limite definido na alínea a), do n9 2,
do artigo 22 do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, e nos termos do
artigo 6 do RMUETOU — Regulamento Municipal de Urbanização, Edificações e
Taxas por Operações Urbanísticas, do projeto de alteração ao loteamento
denominado por Lavradios, na Castanheira do Ribatejo, titulado pelo alvará de
loteamento n2 1/20, de 03/04, promovido pela Promovinte — Investimentos
Imobiliários, SA.
3. Informações/pareceres: Anexam-se informação técnica n2 703/20, de 02/06, do
DPGU/DGU, memória descritiva e justificativa, plantas de localização, de síntese e
de cedências, documentos que se dão por inteiramente reproduzidos nesta parte
daata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. —
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que se trata duma alteração a um
loteamento já aprovado na câmara municipal, salvo erro entre a zona de expansão
da plataforma logística e a Vala do Carregado, crê que se chama zona do Lavradio,
na Castanheira do Ribatejo, se a memória não o estiver a atraiçoar.
É importante registar que estas alterações cumprem o regulamento do PDM - Plano
Diretor Municipal, embora no limiar da sua admissibilidade, e os membros da CDU
querem dizer sobre esta matéria que, sob todos os pontos de vista, será sempre
28 Lavradios 1/12
El. Livro
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RAta - 107
: ) Reunião de 2020/06/09
Município 1 Proc2 11/11 LOTEPDMde
Vila Franca de Xira Deliberação ri2
Câmara Municipal
mais prudente, do ponto de vista da gestão urbanística, não esgotar as vias de
negociação com os promotores, negociação entenda-se no âmbito da
responsabilidade que cabe a uma câmara municipal, de decidir, dentro do seu
enquadramento legal, o que melhor se oferece e deve ser aprovado no seu
território, de não atingir, ou os índices máximos de impermeabilização, os índices
máximos de construção ou ficar com os índices mínimos admissíveis para oferta de
estacionamento, no âmbito da alteração de uso do solo, que, não sendo uma
rigorosa alteração de uso do solo, propõe uma modificação bastante significativa,
que é alteração de comércio e serviços para atividades multiusos.
Portanto, há aqui uma nuance que não pode, nem deve ser desvalorizada, antes
pelo contrário. Diga-se que se antevê que determinado tipo de atividades,
dependentes da contemporização ou do transporte rodoviário, venham a ser o
mote duma ocupação futura deste projeto de loteamento.
Assim, gostariam que a câmara municipal refletisse um pouco sobre esta
preocupação que têm, que aliás não é exclusiva a este loteamento, é a todos os
loteamentos que possam confinar num aumento muito significativo do transporte
rodoviário pesado no concelho de Vila Franca de Xira.
Por isso, terminam dizendb que na opinião da CDU começa a ser cada vez mais
notória a diferença, o que vem dar razão àqueles que na altura diziam não estar
contra a instalação duma plataforma logística no concelho, antes estavam contra,
como a CDU sempre o disse, a localização da plataforma propriamente dita, nuns
terrenos altamente produtivos, férteis, que deveriam ser protegidos do ponto de
vista ambiental, os terrenos da zona da Castanheira. Aliás, sobre esse aspeto
recorda que se trata da zQna dum aquífero, duma reserva de água doce das mais
relevantes da Península Ibérica, e este projeto, e todos os projetos que começam a
aparecer na sua envolvente mais próxima, não podem continuar dependentes, tal
como têm vindo a assistir, do transporte rodoviário pesado.
A câmara municipal tem que se confrontar com as suas responsabilidades sobre
esta matéria, porque, em primeiro lugar, participou economicamente na
construção deste projeto, e quer recordar que a câmara municipal, nesta parceria
público-privada, assumiu a aquisição de terrenos para a construção das
infraestruturas rodoviárias, e para aqueles que possam não ter presente,
28 Lavradios 2112
I
El. Livro
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RAta 108
Reunião de 2020/06/09
Município / 1 Proc2 11/11 LOTEPDMde 1’Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
efetivamente, o dinheiro que esteve envolvido, o dinheiro público, foram valores
muito significativos, na ordem dos 2 milhões de euros.
Para além disso foi a suspensão do PDM, uma situação absolutamente inédita no
contexto de Vila Franca de Xira.
Depois, também havia a promessa e a intenção de fazer com que esta plataforma
funcionasse como uma plataforma giratória de novo tipo, apostando na ferrovia e
no seu prolongamento. Alguns diziam que aquele só poderia ser o local para a
instalação da plataforma porque beneficiava da proximidade com a construção da
nova estação ferroviária da Castanheira do Ribatejo, mas onde é que anda esse
projeto, o projeto de expansão da ferrovia, e da ligação ao parque industrial
logístico da futura plataforma logística?
Também, durante muito tempo, e ainda hoje se diz, que está no Tejo a salvaguarda
duma nova acessibilidade, garantindo a navegabilidade, desassoreando o rio, e
pondo no rio, através do transporte de barcaças e de contentores, o transporte
necessário, desanuviando a carga contentorizada nas estradas do concelho de Vila
FrancadeXira.
Simplificando as coisas, promessas estão todos fartos de ouvir, e com isso os
membros da CDU querem dizer que, se já tinham dúvidas sobre esta matéria, as
inações, indecisões e falta de pressão desta câmara municipal para que
efetivamente estes projetos passem a ser uma realidade, para garantir aquilo que
faz falta garantir para o bom desenvolvimento do concelho, as infraestruturas em
falta, terão que, de hoje em diante, avaliar caso a caso, tendo em conta os
impactos que isto poderá significar para o concelho de Vila Franca de Xira, se se
continuarem a aprovar novos loteamento ou alterar novos loteamentos sem que
este tipo de infraestruturas estejam garantidas.
Termina, dizendo só mais uma preocupação, e o Sr. Presidente que não lhe venha,
por favor, colocar a questão de que à boleia do projeto de alteração dum
loteamento colocaram outras tantas coisas, é porque, de facto, elas confundem-se,
sendo que, ao contrário daquilo que possa ser a sua intenção relativamente ao
novo parque logístico e industrial que poderá vir a nascer no Sobralinho, ao lado da
antiga Colgate, ele, quando existir, vai colocar uma pressão nunca dantes vista
sobre a EN1O, que ainda não tem, por exemplo, nós de acesso, que há muitos
28 Lavradios 3/12
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FI. Livro
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Reunião de 2020/06/09
Município 4 1 Proc2 11/11 LOTEPDMde
Vila Franca de xira Deliberação n2
Câmara Municipal
anos, aliás, há demasiados anos são pedidos e reivindicados pelo concelho.
Portanto, estas preocupações deveriam ser preocupações também de toda a
câmara municipal.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Rui Perdigão, mencionando, sem embargo do
Bloco de Esquerda, não neste órgão, mas noutro, onde apenas tinha representação
autárquica, ter votado contra e se oposto à execução deste loteamento, por
motivos sobejamente conhecidos, porque o loteamento está concretizado no papel,
e se pretende a sua alteração, irá aprovar que essa alteração seja submetida à
discussão pública.
O Bloco, se tiver oportunidade, irá pronunciar-se no âmbito dessa discussão por
escrito, mas queria só aproveitar as palavras do Sr. Vereador Nuno Libório acerca
da ferrovia, e também já teve oportunidade de falar dessa questão num outro local
e noutro contexto, porque, de facto, era importante, se fosse possível nesta
alteração, integrá-la no loteamento, até porque, se se está a falar duma plataforma
logística, que é para guardar e distribuir bens, tem que se pensar como é que
esses bens chegam, como é que partem e como é que são distribuídos a partir
daqui.
Talvez, até por causa da questão ambiental e climática a que se tem dado
bastante relevo neste momento, seja uma boa ocasião para se tentar integrar
nesta alteração uma rede ferroviária interna ao loteamento, e até com a
possibilidade de ligar a linha do Norte ao cais portuário que se pretende também
fazer
Isto não é novidade nenhuma no concelho, porque já existiu, há inúmeras fábricas
no concelho que tiveram dentro delas essa linha ferroviária, algumas ainda têm,
como a Cimpor ou a ADP, e havia outras que tinham também, que ligavam os cais
ao interior da fábrica. Era uma questão relevante, porque pensa que tornaria,
eventualmente, mais viável economicamente e atrativa a integração duma rede
ferroviária interna na plataforma. —
É preciso saber como é que os produtos chegam, por exemplo, da Europa para
aqui, e como é que saem daqui para a Europa, se vão de camião ou se se põe um
conjunto de vagões atrelados a uma locomotiva e vai tudo duma só vez, por
exemplo.
28 Lavradios 4/12
FI. Livro
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110
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Reunião de 2020/06/09
jt n‘ti Proc 11/11 LOTEPDM
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal j
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que, independentemente das questões
que dividem o PS da CDU relativamente, não à necessidade da plataforma
logística, pois a CDU sempre disse que não estava contra a plataforma logística,
estava era contra o local, para uma plataforma logística com aquelas
características e dimensão não havia outro espaço no território senão aquele.
Assim, era difícil encontrar uma outra solução.
O próprio sempre disse, e continua a afirmar, que a zona económica importante
que o território tem e vai ter no futuro é justamente aquela zona norte, na
Castanheira do Ribatejo, e se já se passou por lá há pouco tempo podem-se
verificar as naves que estão a ser construídas, e que certamente não estão a ser
construídas só porque se querem construir. Vão ser construídas porque há
apetência e procura de instalação de empresas. ——
No que diz respeito ao ponto propriamente dito, no fundo refere aquilo que o Sr.
Vereador Nuno Libário disse no início da sua intervenção, têm que se conseguir
encontrar, no quadro daquilo que a lei permite, dentro dos instrumentos
urbanísticos que se têm ao dispor, as soluções necessárias para que os
empresários possam desenvolver determinado tipo de projetos, que é o caso.
Nesta zona, que é a zona de expansão da plataforma logística, está muito perto de
avançar um empreendimento, de uma empresa de referência internacional que vai
ali ser colocada. Ora, da parte da câmara municipal aquilo que compete a todos é
encontrar as soluções que acomodem e possam ir ao encontro desses mesmos
objetivos.
Há um fator que é absolutamente decisivo no meio disto tudo, que é uma matéria
muito falada agora, está-se com um problema grave de saúde pública, e se não se
tiver uma estratégia clara, inequívoca, de reanimação da economia, a situação vai
ser muito mais grave do que aquilo que se pensa que possa vir a ser. Neste
sentido, em cada momento tem de se estar disponível para ajudar, apoiar os
empresários que querem investir no concelho. É isso que se tem vindo a fazer, e é
aquilo que se pretende com a aprovação deste ponto que está em análise.
As questões em apreço são relativamente simples, não há nada de complicado,
sendo que, de facto, o Sr. Vereador Nuno Libório explanou uma série de matérias,
e em algumas delas está de acordo, que se deve ir em dois sentidos.
25 Lavradios 5/12
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FI. Livro
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RAta 111
4 Reunião de 2020/06/09
Município /9 /‘! Proc2 11/11 LOTEPDMde / / 1Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Em primeiro é repensar o transporte ferroviário, repensar o que é que se quer
fazer, e é bom que se tenha memória, pois hoje está-se como se está
relativamente à degradação do material circulante porque não houve investimento
há muitos e muitos anos a esta parte, e inclusivamente fechou-se uma das
melhores empresas da Europa de construção de comboios. Hoje Portugal poderia
ser autossuficiente se a empresa em causa se mantivesse ao serviço, e escusava-
se de estar a alugar comboios em segunda mão aos espanhóis, e mesmo assim
ainda não estão ao serviço porque ainda vão demorar tempo a serem recuperados.
Há, pois, questões de estratégica que, num determinado contexto, quando se
tomam, vão ter repercussões favoráveis ou desfavoráveis, e neste caso,
desfavoráveis. Aquilo que espera é que o Estado tenha em consideração aquilo que
é absolutamente indispensável, que é a melhoria da ferrovia a nível nacional. É
uma linha inconstante, ou seja, em vários troços anda-se a uma velocidade
razoável, noutros tem de se reduzir a velocidade, e isso, em termos económicos, é
complicado.
A linha do Norte tem de ser repensada, tem de ser requalificada, e tem de haver
uma oferta completamente diferente daquela que se tem hoje, aliás na sequência
daquilo que já se falou sobre a questão dos transportes.
Esta é uma matéria sensível, tem de ser resolvida, e esta expansão da ferrovia é
absolutamente necessária, bem assim como a questão do rio Tejo. O rio Tejo, no
território do concelho, é uma autoestrada, uma autoestrada fluvial, está ali à
espera, mas para isso é preciso tapar os buracos, como numa via ou numa
autoestrada têm de se tapar. Isto quer dizer que se tem de desassorear o rio, para
permitir que navios de grande calado possam vir até ao território do concelho sem
problemas, poderem navegar sem problemas. Esse é o futuro, e é o futuro também
daquilo que tem a ver com a plataforma logística.
O PS e a CDU podem estar em desacordo com o local, podem, sobre essa matéria,
estar em desacordo, mas o que é um facto é que a plataforma logística tem uma
visão de desenvolvimento futuro bastante importante, que vale a pena ter em
consideração.
É verdade que há décadas e décadas que se fala em alternativas à EN1O e à EN1, e
o que é um facto é que há décadas e décadas que não se conseguem resolver
28 Lavradios 6/12
FI. Livro
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ReunodeOO/O6/O9
Município Proc2 11/11 LOTEPDMde
Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
estes problemas, na medida em que estas são matérias que deve ser o Estado a
resolver no seu plano de investimentos de obras públicas. Há intenções num ou
outro momento, mas o que é um facto é que não passam disso mesmo. Não se
pode exigir a uma câmara municipal estar a investir centenas de milhões de euros
para construir estas infraestruturas, é o Estado que o tem de fazer, e tem que,
relativamente também ao Tejo, rapidamente resolver estes problemas.
Quanto ao que diz o Sr. Vereador Rui Perdigão, efetivamente a plataforma logística
foi pensada numa interligação fluvial e ferroviária, e por isso é que lá está aquela
estação, que tinha e tem uma intenção de ser o ponto de confluência para este
trabalho. Foi uma visão que provavelmente só pecou porque apareceu numa altura
em que a economia a nível mundial estava em desaceleramento, e só agora é que
começa a ter a expressão que se desejaria que já tivesse há bastante tempo.
De qualquer modo, quanto ao investimento que a câmara municipal fez na
construção daquele viaduto, mesmo que não houvesse plataforma foi uma decisão
acertada, na medida em que permite o acesso ao rio, o acesso à autoestrada,
sendo que as pessoas da Castanheira, se bem todos se recordam, tinham que ir
até Vila Franca de Xira para apanharem a autoestrada, e hoje em dia, com todo o
conforto e segurança, apanham a autoestrada, ou para norte ou para sul, ali
mesmo na Castanheira. Se não houvesse esse viaduto mais uma vez a Castanheira
do Ribatejo estava privada duma infraestrutura tão importante como o viaduto,
que a câmara municipal ajudou e apoiou na sua construção.
Assim sendo, é o que se lhe oferece dizer, o Sr. Vereador Nuno Libério pediu a
palavra, e o Sr. Vereador Rui Perdigão parece que tinha pedido primeiro.
O Sr. Vereador Rui Perdigão interveio, sobre a questão da rodovia e da ferrovia,
dizendo que a estação que foi feita na Castanheira é para passageiros, e quando
fala da ferrovia dentro da plataforma logística tem a ver com o transporte de
carga. A estação que lá se fez foi para passageiros, para eventualmente virem da
periferia de Lisboa, da Amadora e esses sítios assim, como tantos vêm para a
Azambuja, como se tem visto.
Privilegiou-se o transporte rodoviário, com isso agravam-se os constrangimentos
do trânsito de pesados no concelho, e já de si as principais rodovias estão
congestionadas. Pensa que devia, neste caso, ter-se privilegiado o transporte
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal 1
ferroviário de carga, até porque muitas linhas ferroviárias do país, sobretudo do
interior, quando são encerradas são encerradas com a desculpa ou o motivo de
que são inviáveis ou não têm rentabilidade. Ora, o transporte de carga, além do
transporte de passageiros, ajuda a que essas linhas tenham rentabilidade e
permaneçam, umas vezes transportando carga, outras as pessoas, mas as pessoas
nesses locais têm transporte ferroviário para passageiros. Não havendo esse
complemento da carga implica que o transporte de passageiros é insuficiente, a
linha não seja rentável e encerre. Isto tem a ver também, no fundo, com o conjunto
e o modo como se pensa na mobilidade do país, e era apenas o que pretendia
acrescentar relativamente àquilo que foi dito acerca das ferrovias.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que se os romanos não
tivessem povoado a Península Ibérica, e particularmente o concelho, hoje não se
gostaria, se calhar, tanto de azeite como se gosta, pelo menos o próprio gosta
muito de azeite. Assim, há sempre um contexto histórico na forma como se deverá
olhar para as coisas, como também muito provavelmente, sobre aqueles que
olharam para os terrenos de reserva agrícola e ecológica da plataforma logística na
altura, se esses terrenos continuassem com condicionantes que deveriam ter
continuado a manter-se sob proteção do desenvolvimento ambiental e sustentável
do concelho, o município de Vila Franca de Xira não teria dado o seu aval para
alteração e suspensão do PDM, destruindo solos de altíssima produtividade e de
reserva estratégica nacional, e não teria posto as contas da câmara municipal a
financiar a construção do viaduto, como o Sr. Presidente referiu, os acessos, e
também a disponibilização dos terrenos para o efeito, quer em sede de revisão,
quer em sede da sua aquisição.
Há sempre um olhar histórico sobre as coisas, e o Sr. Presidente que deixe que lhe
diga que no meio do que disse e do seu otimismo, pensa que foi uma grande
infelicidade afirmar que ainda bem que a câmara municipal financiou o que
financiou, num projeto privado, cuja utilidade pública ainda está por demonstrar.
A prova disso mesmo é que já passaram 12 anos e tem de dizer, com toda a
franqueza e consideração, que o Sr. Presidente mantém a sua coerência, porque há
12 anos que diz exatamente o mesmo, mas também é nos mesmos 12 anos que os
membros da CDU continuam a não ver essa chamada plataforma logística, e aquilo
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Deliberação n2
que estão a chamar à atenção há exatamente 12 anos a esta parte é que há um
conjunto de pressupostos que ano após ano são negligenciados, são ignorados, e
sobre os quais a câmara municipal tem de ter uma atitude diferente. Passados 12
anos ainda continuam a ter a esperança, com a presidência do Sr. Presidente, que
possa olhar para a plataforma logística, que faz falta no concelho de Vila Franca de
Xira, numa perspetiva mais prudente, cautelosa e, acima de tudo, reivindicativa,
porque é isso que faz falta ao concelho. —
Aquilo que não se precisa é de transportar problemas doutros concelhos para o de
Vila Franca de Xira, o que se precisa é de retomar um ciclo de desenvolvimento
económico, porque o Sr. Presidente representa um partido que quando chegou a
esta câmara municipal olhava com desdém para a frente industrial do concelho,
que efetivamente tinha problemas, mas tinha as suas infraestruturas, e as poucas
infraestruturas de natureza comunicante e até sustentável ainda são dessa época.-
Nada tem a ver com uma questão de deriva ideológica, tem a ver com uma
estratégia de desenvolvimento. A CDU não fez tudo bem feito, nem quer estar
agora a voltar a 20 ou 30 anos, mas o que é absolutamente incrível é ver,
passados estes anos todos, continuar a apostar numa lógica de desenvolvimento,
num concelho já há várias décadas penalizado com o transporte rodoviário pesado,
exatamente a incidir sobre o mesmo, porque de boas intenções, e acredita que o
Sr. Presidente também as tenha, não ficam descansados.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que se não tivesse boas intenções não
estava nas funções em que está, para estar nestas funções tem de haver uma
série de fatores imprescindíveis, e um deles é acreditar naquilo que se faz. Se
assim não for, de facto estão-se a desenvolver ideias e projetas que não vão ao
encontro das necessidades da população. É aquilo que o Partido Socialista tem
feito ao longo destes anos.
Nâo quer fazer comparações, a CDU esteve cá, fez aquilo que achou que devia
fazer, e foi julgada por isso mesmo, sendo que o PS está a fazer o que está a fazer,
e tem feito ao longo dos anos aquilo que já fez, e fez muito em termos ambientais.
Não quer voltar muito atrás, mas antigamente era impossível chegar ao rio, chegar
ao rio não era coisa que se recomendasse, e foi com o P5 que todas essas matérias
melhoraram consideravelmente.
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Assim, essas são matérias que serão avaliadas democraticamente, em cada
momento, e quem é soberano são as pessoas, as pessoas é que são soberanas na
avaliação que fazem e naquilo que pretendem, e se o projeto político de
desenvolvimento duma força política é aquilo que lhes convém ou não. Até agora
aquilo a que se tem assistido é que as pessoas têm acreditado que é com o Partido
Socialista, e não é propriamente com o Partido Socialista, é com os projetos que
são apresentados, de desenvolvimento, que se reveem e acreditam. É aquilo que o
P5 tem vindo a fazer.
—
Como o Si-. Vereador disse, numa pergunta que fez a si próprio, se o P5 fez tudo
bem, não, é impossível não haver uma ou outra coisa que não tenha corrido como
desejaria que corresse, mas agora, efetivamente, o P5, que está a fazer a
requalificação da zona ribeirinha, é que viu as dificuldades e os obstáculos que tem
por vezes que resolver para poder fazer o seu trabalho. Isto não tem nada a ver
com a CDU, as grandes empresas estão sediadas naquilo que era a estratégia de
então, de pôr as grandes empresas ao pé do rio, porque naquele tempo a maioria
do transporte era fluvial, e é curioso que agora está-se a voltar a esse pensamento.
Contudo, isto traz dificuldades acrescidas quando se querem requalificar as zonas
ribeirinhas.
Crê que este ponto que se está hoje a pôr à consideração da câmara municipal vai
criar muitos postos de trabalho, vai desenvolver a economia local, e vai
eventualmente fazer com que a Castanheira vá ter mais pessoas, que vão fazer
com que o seu projeto de vida passe por viverem na Castanheira ou naquela zona,
porque as infraestruturas são boas, e estas empresas que lá se vão fixar vão criar
condições para que as pessoas venham trabalhar para o concelho, para a
Castanheira, e aí necessitam de outras infraestruturas, que já lá estão e que o PS já
construiu.
Quando o Sr. Vereador diz algo como “estamos a acolher aquilo que os outros não
querem”, é porque sabe alguma coisa que o próprio não sabe, e se sabe de alguma
coisa que o próprio não sabe, se calhar deveria, não num contexto duma reunião
como esta, mas informá-lo, “prepare-se, porque o vizinho do lado, ou não sei mais
quem, quer fazer isto ou fazer aquilo”. Ouve muita coisa, mas o conhecimento de
factonãotem.
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Assim, o executivo vai fazendo o seu trabalho, vai fazendo as suas avaliações, e o
que é preciso é caminhar e criar as condições necessárias para que as pessoas se
sintam bem em viver e trabalhar no concelho, e é isso que tem acontecido ao
longo destes anos.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, mencionando que pensa, como disse o Sr. Vereador
Nuno Libério, que se tem de fazer um olhar histérico sobre as coisas, e o Sr.
Presidente acabou de o fazer em relação a este assunto. Por vezes tem de se ir
buscar a memória, e o próprio ficou admirado, no início da intervenção do Sr.
Vereador Nuno Libério, com o que o mesmo disse, e não é admirado, porque lhe
reconhece, não um olhar, mas uma memória histórica dos processos. O Sr.
Vereador faz o seu trabalho polftico, a sua análise política, pela sua força política,
como o executivo faz pelo Partido Socialista, e os projetos do PS são como os da
CDU, são colocados a sufrágio, e procura cumpri-los na íntegra, tendo consciência
que não é possível, por várias vicissitudes. No início da sua intervenção o Sr.
Vereador Nuno Libério disse, e bem, que se tem de ter presente e ter equilíbrio,
nos processos que vêm à câmara municipal, numa procura de desenvolvimento do
concelho. Foram estas as palavras do Sr. Vereador, e é efetivamente isso que
norteia o executivo, é o desenvolvimento do concelho nesta área.
Tem alguma dificuldade, pelos contactos que tem na Área Metropolitana de Lisboa,
das diversas áreas em que representa a câmara municipal, em identificar uma área
com cerca de 100 hectares, servida por autoestrada, rio e ferrovia. Tem muita
dificuldade.
É certo que ao longo deste processo várias vicissitudes têm surgido, mas com o
dinamismo da economia vários interessados têm surgido e, como disse o Sr.
Presidente, seria bom fazer, e não diz que o Sr. Vereador não o tenha feito,
provavelmente fez e acredita que o faça, uma visita à plataforma, para verificar o
que está lá a ser feito. Por vezes podem não se trabalhar bem os documentos,
mas, como se costuma dizer, os nossos olhos servem também para uma análise do
processo. Era bom, por aquilo que o Sr. Vereador disse, o desenvolvimento do
concelho, tem de se estar desperto para ele, acarinhá-lo, ajudar a resolver,
também foram as palavras do Sr. Vereador, pese embora depois o
desenvolvimento que fez ao assunto.
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Câmara Municipal
Só pediu a palavra ao Sr. Presidente porque ficou preocupado exatamente com
uma afirmação que o Sr. Vereador fez, que conhece algo que o executivo não
conhece, que quer vir para o concelho. Seria duma boa ajuda ao órgão câmara
municipal, e ao município, provavelmente, como diz o Sr. Presidente, não aqui e
não agora, mas numa conversa com o Sr. Presidente, que identificasse algo que
pudesse ajudar, porque no âmbito das funções que o próprio tem faz diversas
reuniões com interessados na área do concelho, nos seus desenvolvimentos
económicos, de que o Sr. Presidente tem conhecimento, mas uma ajuda é sempre
uma ajuda, venha de onde vier, e neste caso, como dizia o poeta, venha por bem,
e pensa que é o caso do Sr. Vereador, embora esteja a olhar para o lado e não lhe
esteja a dar atenção.
Interveio o Sr. Presidente, passando à votação do ponto, perguntando quem vota
contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
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Câmara Municipal
Pelas 12h37, após a discussão e votação do ponto 28, interveio o Sr. Presidente,
dizendo que vai passar agora ao público, e a responder a 3 pedidos, de 3
munícipes, que levantaram 3 questões.
Após as respostas, deu continuidade à ordem do dia, com a discussão e votação do
ponto 32, bem como com as respostas às questões colocadas no período antes da
ordem do dia e a aprovação da ata em minuta.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
URBANIZAÇÃO DA MALVAROSA
O Sr. Presidente interveio, começando por ler a questão que o munícipe, Sr. Pedro
Faria, colocou: “O McDonald’s, da Malvarosa, é uma atividade económica, mais
concretamente de restauração. Este uso está em conformidade com a classificação
do solo definida no PDM para o local da Malvarosa, onde o McDonald’s se encontra
edificado?”
Continuou, cumprimentando o munícipe e passando à resposta, mencionando que
o licenciamento construtivo do estabelecimento comercial em causa observou o
alvará de loteamento, a legislação e a regulamentação administrativa em vigor, e é
aquilo que pode responder.
De seguida, leu a questão do munícipe, Sr. Bruno Miguel Martins Oliveira: “Assiste-
se frequentemente, na Malvarosa, ao abate de árvores. A manutenção dos espaços
verdes na Malvarosa, na qual se inclui a poda de árvores, é aliás deficitária há
muitos anos, algo que tem sido amplamente reclamado pelos moradores. Face à
marcação de várias árvores, para corte na urbanização, questiono: Quantas
árvores e em que data vão fazer a substituição, mesmo noutro local?”
Prosseguiu, saudando o munícipe e passando à resposta, referindo que na
urbanização da Malvarosa foram abatidas 8 árvores, estando identificadas e
monitorizadas para abate 9 árvores. Os abates de árvores em questão prendem-se,
e estão relacionados, com o respetivo porte, características e proximidade em
relação ao edificado, aliás questões que também o munícipe coloca, visando evitar
a ocorrência de danos materiais nos edifícios. Serão plantadas 50 árvores nesta
urbanização, no mês de novembro.
Terminou, lendo a última questão, colocada pelo Sr. Rui Miguel de Sousa Soares, e
dizendo que depois o Sr. Vice-Presidente responderá: “Na Malvarosa os bombeiros
têm dificuldade em aceder com as viaturas aos edifícios, em circular com os
veículos com mais de 3500kg, e não conseguem operar em vias com largura
reduzida. Acresce a preocupação de que na proposta de permuta apresentada as
vias apresentam um declive superior a 12%, e nas vias de impasse a distância a
percorrer pelas viaturas e a largura das vias não cumpre o Decreto-Lei
n2 220/2008. Venho, por este meio, reforçar a preocupação já apresentada em
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A il Reuno d 2biO/06/09
Município 1 proc
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Câmara Municipal
reunião com o Sr. Vice-Presidente, no dia 20/03/2018, e na questão colocada em
reunião de câmara de 20/11/2019, pedindo que seja apresentada uma solução que
permita melhorar as condições de segurança do acesso dos bombeiros aos
edifícios, e na prestação de auxílio aos munícipes.”
Tomou a palavra o Sr. Vice-presidente, referindo, em relação à questão, que não é
propriamente uma pergunta à câmara municipal, é sim o reforçar duma
preocupação, e também é a preocupação da câmara municipal nesse aspeto.
Poderá informar que no âmbito destas reuniôes que foram feitas o Serviço
Municipal de Proteção Civil, à data, fez um levantamento exaustivo de algumas
questões levantadas pelo munícipe, Sr. Rui Soares, todas elas identificadas pela
proteção civil, pelos bombeiros voluntários de Alverca, que colaboraram nesta
análise da urbanização. As situações estão todas identificadas, algumas já foram
iniciadas, e tiveram de aguardar tramitação administrativa, nomeadamente a
praça situada junto à rua José Martins Româo, que é o chamado estacionamento
que tinha as floreiras. As floreiras já foram retiradas, aumentou-se a zona de
parqueamento, mas, principalmente, as zonas de acesso ao lote 44, que era uma
das preocupações. O trabalho que estava a ser feito com a pandemia teve de ser
suspenso, mas irá ser retomado, nomeadamente com alguma sinalética, que
inclusivamente o munícipe solicitou, e o Serviço Municipal de Proteção Civil
confirmou. Na rua Engenheiro Vaz Guedes também se terá de fazer uma ligeira
pequena intervenção,
Pensa que estes trabalhos irão ser desenvolvidos principalmente até ao final do
primeiro semestre ou no início do segundo semestre.
Interveio novamente o Sr. Presidente, mencionando que agradece as questões
colocadas pelos 3 moradores da Malvarosa.
publico 1 2/2
Paula Cristina Correia Antunes
De: Bruno Oliveira <brunomartinsol eira@gmail.com>
Enviado: 5 de junho de 2020 21:07
Para: CM V. F. Xira - Presidência; DG#FJ
Assunto: Reunião CM - Pergunta período aberto ao público 2020.06.09
Eu, Bruno Miguel MarUns Oliveira, número de CC 1150 1215 autorizo a Assembleia a utilizar esses dados para
identificação na transmissão streaming da reunião de 2020.06.09
Pergunta:
Assiste-se frequentemente na Malvarosa ao abate de árvores. A Manutenção dos espaços verdes da
Malvarosa (na qual se inclui a poda das árvores) é aliás deficitária há muitos anos, algo que tem
sido amplamente reclamado pelos moradores.
Face à marcação de várias árvores para corte na Urbanização questiono quantas árvores e em que
vãofazer a substituição mesmo que noutro locaL
Bruno Oliveira
Telemável: +351 96 038 6284 1 brunomaftinsoIiveira(pmaiI.com
Paula Cristina Correia Antunes
De: Pedro Faria cpedrolimafaria@netcaj.pt>
Enviado: 7dejunhode2O2000:17 JPara: DGAFJ; CM V. E. Xira - Presidência
Assunto: Questão para a reunião de câmara de 09/06/2020
Exmos. Srs.,
Eu, Pedro Faria, morador na Praça Malva Rosa, venho pelo presente solicitar a leitura da questão infra na reunião de
câmara de 09/06/2020 e respetiva resposta, tendo como assunto o McDonald’s instalado na Urbanização Malva
Rosa.
“O McDonald’s é uma atividade económica, mais concretamente restauração. Este uso está em conformidade com a
classificação do solo definida no PDM para o local da Malva Rosa onde o McDonald’s se encontra edificado?”
Com os melhores cumprimentos,
Pedro Faria
Paula Cristina Correia Antunes 1
De: Rui Soares <soaresrui72@gmail.com>1
Enviado: 8 de junho de 2020 10:07
Para: DGAFJ; CMV. F. Xira - Presidência
Cc: Rui Soares
Assunto: CMVFX - Reunião 2020/06/09 - Pergunta período aberto ao público
Eu, Rui Miguel de Sousa Soares, número de CC 9849878, venho por este meio apresentar uma questão que
pedia que seja colocada na próxima reunião de 2020/06/09 da câmara municipal de vila franca de xira. Pelo
que autorizo a assembleia a utilizar estes dados para identificação na transmissão streaming da reunião.
Pergunta:
Na Malvarosa os bombeiros têm dificuldade em aceder com as viaturas aos ediflcios, em circular com
veículos com mais de 3500 quilos e não conseguem operar em vias com largura reduzida.
Acresce a preocupação de que na proposta de permuta apresentada as vias apresentam um declive
superior a 12% e nas vias de impasse a distância a percorrer pelas viaturas e a largura das vias, não
cumpre o decreto Lei n.° 220/2008.
Venho por este meio reforçar a preocupação já apresentada em reunião com o sr. Vice-Presidente, no
dia 20/03/2018, e na questão colocada em reunião de câmara de 2019/11/20. Pedindo que seja
apresentado uma solução que permita melhorar as condições de segurança do acesso dos bombeiros
aos edificios e na prestação de auxílio aos munícipes.
Com os melhores cumprimentos
Rui Miguel Soares
Tim : (+351) 963 470 840
Mau: SoaresRui72@GMail.Com
Skype ID: SoaresRui72
Antes de imprimir este e-maU pense bem se tem mesmo que o fazer. Há cada vez menos árvores.
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RAta 121
Reunião de 2020/06/09
Município Proc2 6119 DOVSM-EMP
de
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Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: REMODELAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE OBRAS,
VIATURAS E INFRAESTRUTURAS - VILA FRANCA DE XIRA - ALTERAÇÃO DA DATA DE
CONCLUSÃO DA EMPREITADA (DESVIO DE PRAZO)
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 590/20, de
01/06, do DOVI/DEI, para aprovação do plano de trabalhos e cronograma
financeiro, bem como da alteração da data da conclusão da empreitada de
remodelação das instalações do Departamento de Obras Viaturas e Infraestruturas,
em Vila Franca de Xira, adjudicada à AECI - Arquitectura, Construções e
Empreendimentos mobiliários, SA, até ao dia 2020/08/03, correspondente a um
desvio de prazo de mais 90 dias, sem encargo para o dono da obra, não
decorrendo da manutenção da vigência do contrato, para além do prazo
inicialmente previsto, qualquer prorrogação do mesmo, reservando-se a câmara
municipal no direito de exigir o pagamento de eventuais danos decorrentes do não
cumprimento do prazo e do plano de trabalhos, caso se venha a verificar posterior
ocorrência de desvio injustificado, quer no que respeita ao conteúdo da respetiva
prestação, quer no prazo da execução da obra, não tendo o empreiteiro direito a
qualquer acréscimo de valor de revisão de preços em relação ao prazo acrescido. --
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 590/20, de 01/06, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
29 DOVI
Município
de
Vila Franca de Xlra
Câmara Municipal
19. Livro_________
FLAta - 122
Reunião de 2020106/09
Proc2 11/20 DOVSM-EMP
Deliberação n 215
1. Assunto: ARRANJOS EXTERIORES DA EB DE ARCENA - LOTE 1 - ALVERCA DO
RIBATEJO - PLANO DE SEGURANÇA E SAÚDE
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 584/20, de
29105, do DOVI/DEI, para aprovação do piano de segurança e saúde referente à
empreitada de arranjos exteriores da EB de Arcena, lotei, em Alverca do Ribatejo,
adjudicada à Perene, SA.
3. Informações/pareceres: Mexa-se comunicação interna n° 584/20, de 29105, do
DOVI/DEI, documento que se dá por Inteiramente reproduzido nesta parte da ata. —
4. Dotaçâo orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovaçâo.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente. -______________________________
30 Arcena
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EI. Livro
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RAta 123
12 /41[J1 Reunião de 2020/06/09
Município ‘3)
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Proc2 11/20 DOVSM-EMP
Vila Frar de Xira j Deliberação n 216
Câmara Municipal 1
1. Assunto: ARRANJOS EXTERIORES DA ER/JI DA VALA DO CARREGADO - LOTE 2 -
CASTANHEIRA DO RIBATEJO - PLANO DE SEGURANÇA E SAÚDE
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicaçâo interna n 588/20, de
29/05, do DOVI/DEI, para aprovação do plano de segurança e saúde referente à
empreitada de arranjos exteriores da EB/JI da Vala do Carregado, lote 2, na
Castanheira do Ribatejo, adjudicada à Perene, SA.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 588/20, de 29/05, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
31 ES JI
FI. Livro
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4’
Reurào de 2020/06/09
Município
,,
.‘I Proc2
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Vila Frar de xira ‘2 / V - Deliberação n - 217
Câmara Municipal
Assunto: PROPOSTA - REQUALIFICAÇÃO URBANA E PAISAGÍSTICA DA AVENIDA
BAPTISTA PEREIRA E ZONA ENVOLVENTE - ALHANDRA: REMOÇÃO DE AMIANTO DE
COBERTURAS DE EDIFICAÇÕES; OBRAS DE CONSERVAÇÃO DO POSTO DE
SOCORRO A NÁUFRAGOS DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ALHANDRA; CRIAÇÃO
DE ZONA DE ESTADIA COM PÉRGULA— —
Presente para aprovação a proposta de requalificação urbana e paisagística da
avenida Baptista Pereira e zona envolvente — Alhandra: Remoção de amianto de
coberturas de edificações; obras de conservação do Posto de Socorro a Náufragos
dos Bombeiros Voluntários de Alhandra; criação de zona de estadia com pérgula,
datada de 2020/05/20, apresentada pelo Bloco de Esquerda, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra ao proponente, Sr. Vereador Rui
Perdigão.
O Sr. Vereador Rui Perdigão interveio, dizendo que o proponente é o Bloco de
Esquerda, nãoé o Rui.
Disse o Sr. Presidente que é, quando o Sr. Vereador está presente.
Prosseguiu o Sr. Vereador, respondendo que sim, exatamente, e referindo que não
vai ler a fundamentaçâo, vai só ler aquilo que é proposto: —
Assim, é proposta a remoção do amianto das coberturas dos edifícios do Voltar ao
Cais e do posto de socorro a náufragos dos bombeiros de Alhandra, e de um
particular, de maneira a integrá-los no âmbito das obras de requalificação da zona
ribeirinha de Alhandra;
Também se propõe que sejam feitas as obras de conservação do mesmo posto de
socorro a náufragos, da rampa de acesso das embarcações de salvamento ao rio e
a execução duma vedação junto desta rampa, porque aquele local permite a
intrusão de estranhos;
Por fim, que ainda seja incluída a alteração do projeto, em fase de obra, para ser
incluído naquele local um conjunto de elementos que já lá existiam, que era
constituído por uma pérgula, uma mesa, um assador e um espaço que no fundo
era de apoio, para as pessoas conviverem ali, e que vai deixar de existir, pela
proposta que vai ser executada. Muitos alhandrenses usavam aquele espaço, até
pela proximidade do rio, já têm saudades desse espaço e reclamam que gostariam
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de ver ali algo semelhante. —
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo ao Sr. Vereador do Bloco de Esquerda, Rui
Perdigão, mencionando que esta matéria já tinha sido apresentada na reunião
anterior, e o próprio pediu ao Sr. Vereador Carlos Patrão para fazer o favor de fazer
a apresentação, como agora aliás também foi feita, e tinha-lhe dito para que este
documento não fosse uma proposta, fosse uma recomendação, mas deu a
possibilidade de se agendar o ponto para esta reunião de câmara, e é isso que se
está afazer.
Começando pela génese da questão, o que se pretende na avenida Baptista
Pereira é a requalificação de um espaço que há muito tempo necessitava dessa
mesma requalificação, pelo que se fez um projeto, que parece muito interessante,
e que vem, de facto, qualificar uma zona que estava de algum modo esquecida
naquela ponta da vila. Houve preocupações de caráter ambiental com a retirada,
que está prevista no projeto e na empreitada, que aliás já aconteceu, da cobertura
de fibrocimento do clube náutico que era da Cimpor.
O projeto tem uma coerência, e ao introduzir outros fatores que não se acomodam
naquele projeto de requalificação vem perturbar esse mesmo projeto, e o Sr.
Vereador, como arquiteto, percebe perfeitamente, muito melhor do que o próprio,
tudo isso, é a mesma coisa que ter um projeto e vir alguém dizer “o que fica aqui
mesmo bem é mais esta coisinha”, e é claro que no ponto de vista do Sr. Vereador,
e bem, certamente, não fica bem.
Uma coisa é aquilo que o Bloco de Esquerda coloca no ponto 1, que é abranger na
empreitada a retirada de algumas coberturas de fibrocimento que ainda por lá
andam, que é uma situação que não influi em nada o projeto de requalificação. e
melhora em termos ambientais, com a qual o executivo concorda, mas já vai falar
sobre isso, outra coisa é aquilo que se pretende no ponto 3, com o qual o executivo
não está absolutamente nada de acordo. —
Se este ponto continuar nesta proposta o PS não tem outra situação senão votar
contra, porque, efetivamente, não querer perceber que se está a melhorar,
modernizar o território, é qualquer coisa que aflige e preocupa. Quando não se
tinha o passeio ribeirinho junto àquela zona do Cais 14 e um pouco mais para a
frente, o Sr. Vereador recorda-se que havia um senhor que tinha uma série de
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camiões ali, fazia ao ar livre a sua oficina e aquilo era um lamaçal de óleo, das
mudanças de óleo que ele fazia ali, era uma coisa absolutamente horrível, que nem
tinha pés nem cabeça. Era a pouca compressão de quem utilizava o espaço público
daquela forma.
Hoje já ninguém se lembra disso, nem ninguém deseja uma coisa destas, assim
como não se deseja aquilo que lá existia, num determinado contexto, que agora foi
transportado para outro lado. Quer dizer que foi construído, ao pé das piscinas, um
parque de merendas, que inclusivamente teve, da parte do 5r. Presidente do
Alhandra Sporting Club, toda a anuência, e foi também uma solução que ele
colocou e a câmara municipal, com muito gosto, criou ali aquela zona de estar, de
parque de merendas.
Aquilo já lá está, não é preciso pôr lá mais nada, as pessoas, se quiserem, têm lá
todas as condições para conviverem como conviviam na zona ribeirinha, na
avenida Baptista Pereira.
O P5 não está nada de acordo em pôr um fogareiro, mais água para lavagens, etc.,
não é para isto que se vai trabalhar ali, vai-se trabalhar para que todas as pessoas
possam lá ir e não só algumas poderem usufruir daquele espaço. É para todos.
Para fazer esse tipo de trabalho já existe o parque de merendas, pelo que, quanto
a este ponto 3, o P5 não está nada de acordo.
Relativamente ao ponto 1, ainda há uma questão a colocar, o executivo P5 está de
acordo em incluir na empreitada a retirada da cobertura de fibrocimento do posto
de socorro a náufragos dos bombeiros voluntários de Alhandra, no entanto está-se
a falar de questões do foro privado e tem que se falar com os bombeiros para
autorizarem. Não crê que vá haver problema desse tipo, e logicamente que estão
todos de acordo certamente em retirar a cobertura de fibrocimento.
Há uma questão que não lhe parece correta, e não quer dizer que não esteja, mas
pensa que há aqui qualquer lapso, porque quando é referido, “de um particular,
Deolinda Apolinário e Filhos”, as coberturas das construções que lá estão são em
telha, não são em fibrocimento. Só se há para lá algum galinheiro ou uma coisa
qualquer que não se consiga ver, porque a cobertura propriamente dita é em telha,
de que não se recorda o nome, telha antiga. É em telha, não é cobertura de
fibrocimento.
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Assim, sobre o ponto 1 o P5 está de acordo, e é claro que sempre com a
necessidade de falar com os bombeiros, para darem autorização para fazer o
trabalho de retirada da cobertura e a substituição de outra.
Quanto às questões do ponto 2, obras de conservação de ambas as fachadas do
posto de socorro a náufragos dos bombeiros e da rampa de acesso às
embarcações de salvamento, é uma questão que se pode avaliar, tem é que se
saber. No que diz respeito à fachada, tem que se perceber do que é que se está a
falar, quanto custa, o que é que se pretende fazer, e tem que se falar com os
bombeiros. Quanto à rampa, não sabe se há necessidade de algum pedido a
entidades que superintendem estas matérias, e tem de se ver como é que isto se
pode fazer.
De maneira que, com estas cautelas e observações que fez, o PS está em
condições de aprovar o ponto 1 e o ponto 2, o ponto 3 não tem condições. Se o
Bloco de Esquerda tiver condiçôes de retirar o ponto 3, aprova esta proposta, com
as questões que acabou de referir, que se tem de falar com os bombeiros, e
também perceber, relativamente à rampa, do que é que se está a falar. Não
percebe bem que obra é, e quando se está a falar duma rampa dentro de água tem
de se perceber do que é que se está a falar. Aquilo, aparentemente, pode ser
simples, como pode ser uma obra de grande envergadura.
Desta forma, o que diz ao Sr. Vereador Rui Perdigão é que esta é a posição do
executivo P5.
Tomou de novo a palavra o Sr. Vereador Rui Perdigão, acrescentando que a
informação que tem acerca da cobertura dentro do prédio dessa pessoa particular,
dita a si pelo próprio, pois informou-se, é que tinha cobertura em amianto. Agora,
se não é, baseia-se nisso.
Disse o Sr. Presidente que a fotografia atesta que não é.
Prosseguiu o Sr. Vereador, referindo que não foi ao local, entretanto, mas a
informação que tem, diretamente do proprietário, é essa, mas ele pode-se ter
equivocado. Baseou-se nessa informação.
Assim, quanto à remoção das coberturas do amianto estão entendidos, e
obviamente que não haverá intrusão da propriedade privada, terá de se perguntar
aos proprietários se concordam ou não.
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Quanto ao posto de socorro a náufragos, o que é pedido são obras de conservação,
e geralmente as obras de conservação são para manter o edifício no estado
original à sua construção. Não haverá assim grandes problemas, grandes
impedimentos de qualquer entidade. A rampa é muito pequena, é menor do que a
do posto náutico da Cimpor. Desta forma, sobre o ponto 2 também estão
entendidos.
Relativamente ao ponto 3, e o que é proposto, questiona se o Sr. Presidente por
acaso falou com os projetistas se é possível, porque obviamente inicialmente foi
feita uma solução, e o próprio leu a memória descritiva que estava na proposta
daquilo que foi submetido a concurso para a execução da obra, e lá falava-se que
os projetistas tinham ido ao local e aperceberam-se disto, que havia lá aquilo e que
as pessoas usavam.
Pensa que este conjunto de elementos é integrável, agora, a solução que foi
adotada obviamente que há de ter uma unidade e uma coerência, mas isso não
impede que não possa ser alterada de modo a integrar novos elementos sem que
perca essa integridade e unidade, até porque acredita que os projetistas tenham
arte para isso. Seria importante se o Sr. Presidente lhes perguntasse se seria
possível resolver esta questão.
Como técnico nem sempre faz o que quer, não pode fazer, se se quiser armar em
artista tem que ser artista com o seu dinheiro, não pode ser artista com o dinheiro
dos seus clientes, tem de atender à pretensão dos clientes, e se as coisas não são
viáveis do ponto de vista legal informa “isto não vai passar na câmara, agora é
consigo, não diga que não informei”.
Aquilo que lá estava era de construção precária, era uma mesa, um pequeno
abrigo, tinha uma sombra, essas coisas todas, e até então não havia lá mais nada.
As pessoas queriam estar junto do rio, aquilo até era inundável pelo rio quando a
maré subia, e era o que tinham ali. Não obstante haver o arranjo ribeirinho a norte
do cais as pessoas juntavam-se ali, várias gerações, jogavam às cartas,
conversavam, por aí fora. As pessoas que iam à casa de Sousa Martins também se
aglomeravam ali, os peregrinos a caminho de Fátima, chegavam de autocarro e
alguns faziam ali as suas merendas, é um local de que as pessoas se habituaram a
desfrutar e usar na proximidade do rio, sem terem apenas um banco para estarem
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a olhar defronte para o rio, que é de certo modo o que é proposto, além de ter
umas sombras. Hoje querem-se as cidades muito acéticas, tudo muito limpinho,
tudo bem, mas às vezes tem de se ver como é que as pessoas se apropriam desses
espaços e tentar dar respostas a isso. —
Não sabe se há de tirar este ponto ou não, mas pensa que talvez o vá manter, para
que a câmara municipal tenha uma decisão, e pensa que não vai estorvar o Sr.
Presidente de tratar do resto, consequentemente a isso. Se a proposta chumbar
não impedirá o Sr. Presidente de, à revelia da proposta, tratar da remoção das
coberturas do amianto e propor as obras de conservação dos bombeiros. Desta
forma, irá manter a proposta.
Contudo, tem ainda uma questão acerca da Cimpor, uma vez que trouxe a situação
do amianto porque estes prédios ficaram excluídos da área de intervenção das
obras de requalificação da avenida Baptista Pereira e da zona ribeirinha, mas foi
incluído o prédio do posto náutico.
A câmara municipal recebeu, através de protocolo com a APL — Administração do
Porto de Lisboa, a gestão do domínio hídrico, o posto náutico era da Cimpor, que,
por sua vez, por protocolo, salvo erro, transmitiu a utilização, o direito de superfície
ou como se quiser, a usufruição dos equipamentos desportivos que pertenciam ao
grupo desportivo da Cimpor, entre os quais este, o clube náutico. No entanto, não
percebeu a quem é que aquilo pertence, o Sr. Presidente respondeu ao vereador
do Bloco há um mês que vai fazer as obras porque recebeu a gestão, mas não ficou
determinado se foi a gestão de todo o prédio, dos edifícios ou se se refere só à
gestão do domínio hídrico. —
Pretende esclarecer esse contorno, pois há um conjunto de sobreposição de
direitos e de entidades no mesmo prédio, e pretende saber a quem pertence o quê.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que então, segundo entende, o Sr.
Vereador quer manter a proposta integralmente.
Respondeu o Sr. Vereador que sim. A proposta foi feita para que a câmara
municipal se pronuncie.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que tem pena que assim seja, pois assim
obriga o PS a votar contra. Há 2 pontos que são importantes, os quais acompanha,
de acordo com aquilo que acabou de referir, o ponto 3 é uma situação que não se
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compadece, não se articula com aquilo que lá se quer fazer, pelo que o PS não
pode acompanhar. De qualquer modo, sobre os pontos 1 e 2 vai-se avaliar, mas se
efetivamente a ideia é manter o ponto 3, o P5 tem de votar contra a proposta no
seu todo.
Disse o Sr. Vereador Rui Perdigão que é porque o PS é contra esse ponto, mas
apesar disse pretende manter a proposta. Não é que seja intransigente, só que
neste caso será, pois, como disse, isto não estorva que à revelia de não aprovação
da proposta a câmara municipal concretize os pontos 1 e 2, por sua iniciativa e não
por força da aprovação de uma proposta.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que não é à revelia, nem deixa de ser,
é o que é. O Sr. Vereador está a tomar uma posição polftica que o próprio respeita,
não concorda é com ela. Agora, há 3 pontos, 2 deles importantes, com os quais o
PS concorda, um outro, do seu ponto de vista, desvirtua aquilo que se quer lá fazer.
Assim das duas, uma, ou o Sr. Vereador arranja outra redação qualquer para o
ponto 3, que não esta, ou então não resta outra solução senão o P5 votar contra, o
que lamenta, sinceramente. Contudo, não pode, quer é modernizar, não quer
manter a situação que lá estava, com todo o respeito e consideração pelas
pessoas, sendo que mais a norte tem-se um parque de merendas com todas as
condições, onde as pessoas podem conviver e estar junto ao rio.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, dizendo que há 10 anos estava na
assembleia municipal, e apresentou uma proposta para que o que fosse aqui
executado fosse apresentado aos órgãos da freguesia, à população, para que fosse
discutido e recebesse contributos. Obviamente que nem sempre todos os
contributos serão os melhores, mas haverá certamente também contributos
válidos, e se isso tivesse havido, na fase da conceção da proposta, as pessoas
teriam oportunidade de se ter pronunciado e isto ter sido até integrado na fase da
conceção.
Também, muitas vezes a câmara municipal tem sido alvo de críticas, aquando da
execução das obras, não apenas aqui, pode-se falar nas ciclovias na Póvoa, um
conjunto de situações que ocorre com alguma frequência, ou porque cortou as
árvores, fez isto, fez aquilo, fez assado, está tudo mal, e depois vem o presidente
da câmara a correr um bocado atrás da despesa, a dizer: “Meus amigos, isto no
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final, quando estiver feito, vai ficar tudo bem”. As pessoas às vezes criticam, como
neste caso desta obra, por causa das árvores, mas se a câmara municipal tivesse
feito uma apresentação da proposta, dizer que se iam cortar as árvores, que estão
em mau estado, estão em cima das fachadas, são árvores exóticas, não têm a ver
com o local, e por aí fora, as pessoas, quando começassem a ver aquilo tudo
truncado e decepado percebiam, “olha, é por causa disto”. Assim, não sabem de
nada, chegam ali, veem tudo cortado e começam a dizer, “o presidente da câmara
é isto, a câmara é aquilo, isto é aquilo e aqueloutro”, andando depois o Sr.
Presidente a tentar explicar que não é assim.
Esses processos de participação não têm de ser em todos os projetos, em todas as
obras, mas há obras que pela sua relevância, pela relevância dos locais, pela
escala e pela influência e afetação que vai ter na vida das pessoas, podiam
proporcionar isso, era um mês de discussão, mas está-se a falar de obras duma
coisa que o próprio propôs em 2010, já se anda a falar disto há anos. Nâo seria um
mês de discussão pública que comprometeria a execução da obra, e as pessoas
ficariam satisfeitas porque se sentiam envolvidas nas decisões e da construção do
lugarondevivem.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que já percebeu que efetivamente não há
condições do Sr. Vereador alterar ou retirar o ponto 3, e depois fará uma
declaração de voto, no fim.
Relativamente ao posto náutico, aquilo que passou para a câmara municipal foi a
gestão do domínio hídrico, como aliás o Sr. Vereador referiu. É essa a gestão que a
câmara municipal está a fazer, e o posto náutico já estava a ser usado pela
Sociedade Euterpe Alhandrense, vai continuar a ser usado, e vai passar a pagar
taxa, não à APL, mas sim à câmara municipal. Isso tem de vir a reuniâo de câmara
no âmbito das taxas, aliás como a Sr Apolinário e os filhos também têm de pagar
astaxasdeocupação.
Aquilo que pode dizer é que tem pena de não poder votar favoravelmente a
proposta, mas este ponto 3 divide o P5 do Bloco de Esquerda, na medida em que,
conforme já referiu, quer é modernizar os territórios do concelho. Não é aquilo que
o Sr. Vereador disse, de ficar tudo bonitinho, as coisas alteram-se, a situação
muda, e por essa ordem de ideias nunca se tinha feito o trabalho que se tem vindo
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a fazer de requalificação da zona ribeirinha, em que hoje é inquestionável que as
pessoas usufruem do rio, coisa que não usufruíam no passado.
Está-se a falar no contexto geral das pessoas, e estas pessoas que normalmente lá
estavam, naquela zona, têm outros locais, já sugeriu que vão para o parque de
merendas, mas isso agora é uma questão que não interessa para o caso.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, para uma última questão, perguntando se o
Sr. Presidente indagou a equipa projetista sobre a possibilidade de fazer isto ou
não é apenas pretensão do executivo. —
Referiu o Sr. Presidente que se indagou o projetista nas questões que parecem ao
executivo que são adequadas. Se não concorda com isto, não vai colocar nada ao
projetista. Colocaram-se ao projetista as questões de pormenor, aspetos que têm a
ver com infraestruturas e questões que vão lá ser colocadas, O executivo não está
de acordo, o cliente é a câmara municipal, como o Sr. Vereador há pouco referiu, e
é claro que não vai dizer-lhe que ponha lá uma pérgula, que faz lá muito bem, mais
um fogareiro e mais nem sabe o quê. Não está de acordo, não vai colocar essa
questão ao projetista.
Assim sendo, vai pôr à consideração o ponto, proposta apresentada pelo Bloco de
Esquerda, perguntando quem vota contra, quem se abstém, quem vota a favor.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que a CDU gostaria de fazer uma declaração de
voto.
Disse o Sr. Presidente que o PS também, dando a palavra ao Sr. Vereador Nuno
Libério.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libério, mencionando que os membros da
CDU acompanham a preocupação da população, que sistematicamente critica a
câmara municipal de que é pouco envolvida nas tomadas de decisão sobre as
questões quotidianas e do seu dia a dia. Parece-lhes que o Partido Socialista e o
PSD continuam a lavrar num equívoco, que é o de desvalorizarem a importância do
contributo dos cidadãos, dos munícipes, para tomadas de decisão que, num
contexto duma gestão autárquica, deve ser cada vez mais estimulado do ponto de
vista da participação e de integração das opiniões.
Votam a favor, com a consciência que poderão resultar desta proposta algumas
dificuldades, de natureza processual ou mesmo técnica, quanto à acomodação das
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expectativas das populações da vila de Alhandra, mas na certeza de que se a
câmara municipal, cumprindo a lei, e acima de tudo ouvindo as pessoas,
encontrará as soluções necessárias para ir ao encontro das expectativas dum
processo de requalificação que há muito é exigido e pugnado por Alhandra.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que o Partido Socialista se revê em
parte da proposta, como aliás já foi referido, e relativamente ao ponto 1 e ao ponto
2 é uma matéria que está disponível, no âmbito da empreitada, a reavaliar. Quanto
ao ponto 3, não pode acompanhar, na medida em que desvirtua aquilo que é o
projeto que foi apresentado em termos de candidatura a fundos comunitários, com
oqualconcorda.
De modo que é com pena que os membros do PS não votam a favor, como já disse,
mas este ponto 3 separa-os completamente. Fizeram a avaliação, inclusivamente
com os órgãos autárquicos locais, e efetivamente o projeto era um projeto com o
qual estavam de acordo, reviam-se no mesmo e queriam era que a obra
terminasse o mais depressa possível. Foi essa a avaliação que se fez junto de
quem também representa os fregueses daquela união de freguesias.
Deliberado, por maioria, com os votos contra dos membros do Partido Socialista e
da Coligação Mais, reprovar a proposta apresentada pelo Bloco de Esquerda.
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Interveio o Sr. Presidente, após a discussão da ordem do dia, passando a dar
respostas às questões colocadas no período antes da ordem do dia.
Após as respostas interveio novamente, dizendo ao Sr. Vice-Presidente que pensa
que há 3 ou 4 matérias para responder, obras da brisa, barreiras arquitetónicas,
também a questão da rotura do adutor e crê que mais nada.
Disse o Sr. Vice-Presidente que irá ser rápido e telegráfico, considerando que se
está perto da 14h00, mas ainda gostaria, se o Sr. Presidente lhe permitisse, de
fazer uma ressalva em relação à reunião de 28 de agosto, em que o Sr. Vereador
Rui Perdigão esteve presente, o próprio estava de férias, e o Sr. Vereador fez
algumas afirmações a seu respeito. Traz isso à colação porque desde essa data o
Sr. Vereador não veio e, como tem como regra dizer as coisas quando as pessoas
estão presentes, e estava ausente, se o Sr. Presidente lhe der depois 30 segundos,
irá expor essa situação.
Após as respostas às questões colocadas, interveio novamente, dizendo ao Sr.
Presidente que pensa que as questões estão respondidas e, se o mesmo lhe
permitir, nestes 30 segundos falará para o Sr. Vereador Rui Perdigão, mas não
quer, com o que vai trazer, alimentar questões no desempenho de funções de
vereador do Sr. Rui Perdigão.
Assim, na reunião de 28 de agosto o Sr. Presidente permitiu-lhe fazer uma
exposição, porque o Sr. Vereador, na ausência do próprio, fez afirmações que
colocaram em causa o seu bom nome. Ouviu, viu pela lnternet tudo o que disse, e
que escreveu posteriormente às várias reuniões de câmara seguintes, quando o
seu camarada usou da palavra e o Sr. Vereador Rui Perdigão, via redes sociais,
estava a escrever. Aquilo que escreveu foi impresso, levou o caminho que tem de
levar, irá seguir, e depois, um certo dia, num certo local, haverão de se encontrar
para justificar aquilo que escreveu e disse.----—
Em relação à reunião de câmara, sobre aquilo que o Sr. Vereador expôs,
convidava-o a ler a ata da reunião de 25 de setembro, e as palavras do seu
camarada, Carlos Patrão, porque ele efetivamente percebeu que existiu uma
confusão de interpretação. Sugeria-lhe que lesse a página 4, de 7, quando tiver
oportunidade, que esclarece aquilo que o camarada do Sr. Vereador entendeu.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, perguntando se pode intervir.
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Perguntou o Sr. Presidente se tem a ver com isto.
Respondeu o Sr. Vereador Rui Perdigão que tem, é só muito sucintamente.
Assim, aquilo que ouviu numa reunião de câmara foi o Sr. Vice-Presidente dizer que
já possuía um parecer da DGPC — Direção-Geral do Património Cultural, sobre os
trabalhos que estavam aí a ser feitos, e por acaso, ao mesmo tempo estava ao
telefone com a mesma entidade, que dizia que não havia nada, jamais havia sido
emitido parecer nenhum, e até perguntou: “Então, podem-me enviar essa resposta
por e-mail?” Foi-lhe enviada por e-mail, e tem o e-mau que comprova que à data
em que isso foi afirmado, foi declarado na reunião de câmara, não havia emitido
nenhum parecer, o processo estava a ser apreciado.
Portanto, onde se tiverem de encontrar, encontrar-se-ão e falarão.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que se é responsável por tudo aquilo que se diz,
às vezes com boa intenção, outras vezes com má intenção. —
Disse o Sr. Vereador Rui Perdigão que não ofendeu ninguém, disse mentir, que não
e...
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que todos são responsáveis pelo que
dizem.
Referiu o Sr. Vereador Rui Perdigão que são.
Interveio novamente o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vice-Presidente disse o
que disse, sentiu-se ofendido, e com razão, porque efetivamente, naquilo que lhe
parece, o Sr. Vereador disse o que disse.
Disse o Sr. Vereador Rui Perdigão que isso ainda está por ver, isso ver-se-á.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que agora, de acordo com aquilo que o
Sr. Vice-Presidente disse, há de haver um momento em que se há de dirimir esta
questão e vai-se avançando na vida.
Concluiu, referindo que a ata em minuta está aprovada, terminando a reunião e
desejando um resto de dia bom, um bom feriado, um bom 10 de junho e que os
presentes se cuidem.
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Assunto: ATA EM MINUTA DA REUNIÃO -______________
Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensa da sua leitura.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presente reunião de
câmara.
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Encerramento às 14h10.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2020/07/08, não tendo
participado na votação os Srs. Vereadores Jorge Manuel Nunes Zacarias, Cláudia
Sofia Oliveira Martins e Carlos Miguel Vilar Patrão, por não terem estado presentes,
tendo sido dispensada a sua leitura, por ter sido previamente distribuída a todos os
membros.
E euç7 r_ya__—__CA?_-< ‘ Fernando Paulo Serra Barreiros,
Diretor do Departamento de Gesp4dministrativa e Jurídica, a subscrevi.
O Presidente da Câmara Munic ai,
AI erto Simõe Maia Mesquita
encerra