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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2020
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2020
2020-01-08/2020-12-16
RC 06.24
Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/06/24
2020-06-24/2020-06-24
001
Ordem do dia
2020-06-24/2020-06-24
002
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/06/24
2020-06-24/2020-06-24
003
Ata da reunião de câmara de 2020/06/24
2020-06-24/2020-06-24
Ata da reunião de câmara de 2020/06/24
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Ata da reunião de câmara de 2020/06/24
Description details
Record not reviewed.
Description level
Simple document
Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2020/RC 06.24/003
Title type
Atribuído
Production dates
2020-06-24
to
2020-06-24
Extents
1 Ficheiros
Geographic name
Vila Franca de Xira
Scope and content
Ordem do dia - Págs. 02 a 04
Rosto - Pág. 05
aod 1 - Período antes da ordem do dia - Informação do Sr. Vereador António Félix - Colete Encarnado - Pág. 06
aod 2 - Período antes da ordem do dia - Informação da Srª Vereadora Manuela Ralha - Sexta exposição do ciclo Cosmo/Política - Pág. 07
aod 3 - Período antes da ordem do dia - Informações do Sr. Presidente - Assinatura do acordo de colaboração da deslocação da passagem de nível - Vila Franca de Xira - Págs. 08 e 09
aod 4 - Período antes da ordem do dia - Informações do Sr. Presidente - Reuniões de câmara - Pág. 10
aod 5 - Período antes da ordem do dia - Declaração política - Por um concelho e um país tolerante e inclusivo - Págs. 11 a 20
aod 6 - Período antes da ordem do dia - Posição política - Sobre a criação de bolsas de estacionamento na rua João Lopes Raimundo e rua Vieira da Silva - Págs. 20 a 31
aod 7 - Período antes da ordem do dia - Abolição de portagens A1 - Págs. 32 e 33
aod 8 - Período antes da ordem do dia - Limpeza de mato junto à praceta João José ferreira do Amaral - Povos - Vila Franca de Xira - Págs. 34 e 35
aod 9 - Período antes da ordem do dia - Tubo de esgoto junto ao posto náutico - Vila Franca de Xira - Pág. 36
aod 10 - Período antes da ordem do dia - Estacionamento da Vala do Carregado - Castanheira do Ribatejo - Pág. 37
aod 11 - Período antes da ordem do dia - Espaços multiusos - Castanheira do Ribatejo- Pág. 38
aod 12 - Período antes da ordem do dia - Ilhas ecológicas - Castanheira do Ribatejo - Pág. 39
aod 13 - Período antes da ordem do dia - Ponto de situação do passeio ribeirinho - Castanheira do Ribatejo - Pág. 40
aod 14 - Período antes da ordem do dia - Depósito de entulho junto à antiga Betecna - Sobralinho - Pág. 41
aod 15 - Período antes da ordem do dia - Pagamento de espetáculos cancelados ou adiados - Págs. 42 a 45
aod 16 - Período antes da ordem do dia - Falta de equipamentos desportivos no concelho - Págs. 46 a 50
aod 17 - Período antes da ordem do dia - Falta de pagamento aos trabalhadores das atividades de enriquecimento curricular - Págs. 51 e 52
aod 18 - Período antes da ordem do dia - Informação sobre a situação da habitação no concelho - Págs. 53 e 54
aod 19 - Período antes da ordem do dia - Lojas dos CTT sem funcionar nas delegações da Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira - Págs. 55 e 56
aod 20 - Período antes da ordem do dia - Informação sobre espólio e arquivos da Vida Ribatejana - Págs. 57 e 58
aod 21 - Período antes da ordem do dia - Obras de conservação da ponte de Vila Franca de Xira - Pág. 59
aod 22 - Período antes da ordem do dia - Falta de iluminação no caminho ribeirinho em Alhandra - Pág. 60
aod 23 - Período antes da ordem do dia - Efeméride da travessia de Baptista Pereira entre Peniche e as Berlengas - Págs. 61 e 62
aod 24 - Período antes da ordem do dia - Resposta às questões colocadas no período antes da ordem do dia e assuntos em que se pretende intervir na ordem do dia - Pág. 63
01 - Ata nº 11/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/05/27 - Pág. 64
02 - Voto de pesar pelo falecimento de José Manuel Câncio Macieira - Pág. 65
03 - Representação do Município na associação de direito privado sem fins lucrativos designada por ALU - Associação de Limpeza Urbana - Parceria para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis - Pág. 66
04 - 7ª alteração permutativa ao orçamento, plano plurianual de investimentos e plano de atividades e funcionamento municipal da Câmara Municipal para 2020 - Págs. 67 a 71
05 - Aquisição e disponibilização, mediante doação, de equipamentos de proteção individual e de desinfeção às Associações Humanitárias de Bombeiros do Concelho - Pág. 72
06 - Apoio financeiro destinado ao reforço dos Grupos de Intervenção Permanente e alteração de protocolos- Págs. 73 e 74
07 - Apoio ao emprego e ao desenvolvimento económico - Prorrogação da isenção do pagamento de rendas e taxas municipais- Pág. 75
08 - Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal - Pág. 76
09- Legislação-síntese e editais - Pág. 77
10 - Pagamentos autorizados - Págs. 78 a 82
11 -Balancetes - Pág. 83
12 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 84
13 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares - Págs. 85 e 86
Público - Pág. 87
Público 1 - Questões diversas relativas a Alverca do Ribatejo - Urbanização da Malvarosa - Págs. 88 a 91
Público 2 - Campo de ténis do parque de campismo de Vila Franca de Xira - Pág. 92
14 -Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (pintor) - Pág. 93
15 - Aquisição de um autocarro de 53 lugares para o Município - Início do procedimento- Pág. 94
16 - Contratação de serviços de vigilância para o Município - Autorização para a reposição do equilíbrio do contrato - Págs. 95 a 105
17 - Contratação de serviços de limpeza, manutenção e reabilitação de espaços públicos no Concelho - Lotes 2 e 9 - Liberação da caução - Pág. 106
18 - 2ª revisão do Plano Diretor Municipal de Vila Franca de Xira - Prorrogação de prazo- Págs. 107 a 111
19 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 121, do loteamento Fonte Santa - Vialonga - Pág. 112
20 - Desafetação de parcela de terreno do domínio privado do Município para o domínio público do Município - Estrada Nacional 1 - Vila Franca de Xira/Castanheira do Ribatejo - Págs. 113 a 116
21 - Desafetação de parcela de terreno do domínio privado do Lidl & Companhia, Lojas Alimentares para o domínio público do Município - Estrada Nacional 1 - Vila Franca de Xira/Castanheira do Ribatejo - Pág. 117
22 - Acordo de terceiro, para transferência de parcelas de terreno do domínio público do Município para o domínio público da Infraestruturas de Portugal, SA - Estrada Nacional 1 - Vila Franca de Xira/Castanheira do Ribatejo - Pág. 118
23 - Remodelação do Parque de Campismo Dr. Jaime Marques Dias Simão - Bungalows e zona envolvente - Auto de vistoria e receção provisória - Vila franca de Xira - Pág. 119
24 - Remodelação da Escola Álvaro Guerra - Plano de segurança e saúde - Vila Franca de Xira - Pág. 120
25 - Alteração da cobertura das piscinas municipais de Vila Franca de Xira - Plano de segurança e saúde - Vila Franca de Xira - Pág. 121
26 - Recargas de pavimentos 2020 - Vila Franca de Xira - Adjudicação, minuta de contrato e nomeação do coordenador de segurança em obra e diretor de fiscalização - Pág. 122
27 - Alteração ao Regulamento de Trânsito do Concelho de Vila Franca de Xira - Anexo para União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho - Consulta pública - Pág. 123
28 - Fundo de maneio - Alteração de titularidade - Pág. 124
29 - Plano Municipal para a Integração de Migrantes no Concelho de Vila Franca de Xira - Págs. 125 a 135
30 - Plano Municipal de Saúde e Bem Estar de Vila Franca de Xira - Pág. 136
31 - Moção - Transportes - Págs. 137 a 141
32 - Ata em minuta da reunião - Pág. 142
Encerra - Pág. 143
Related material
Vídeo da reunião de câmara:
https://www.youtube.com/watch?v=aWIr4zbgloU&feature=youtu.be
Transcription
ORDEM DO DIA
Pág. 1
Interessado Local
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
1 Ata nº 11/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/05/27 Aprovação
2 Voto de pesar pelo falecimento de José Manuel Câncio Macieira Aprovação
3 Representação do Município na associação de direito privado sem fins lucrativos
designada por ALU - Associação de Limpeza Urbana - Parceria para Cidades +
Inteligentes e Sustentáveis
Aprovação
4 7ª alteração permutativa ao orçamento, plano plurianual de investimentos e plano de
atividades e funcionamento municipal da Câmara Municipal para 2020
Aprovação
5 Aquisição e disponibilização, mediante doação, de equipamentos de proteção
individual e de desinfeção às Associações Humanitárias de Bombeiros do Concelho
Aprovação
6 Apoio financeiro destinado ao reforço dos Grupos de Intervenção Permanente e
alteração de protocolos
ABV de Alhandra, ABV de
Castanheira do Ribatejo e
ABV de Vialonga
Aprovação
7 Apoio ao emprego e ao desenvolvimento económico - Prorrogação da isenção do
pagamento de rendas e taxas municipais
Aprovação
GESTÃO ADMINISTRATIVA E JURÍDICA
. Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
8 Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal Conhecimento
Objetivo
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por
videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/06/24
Designação
Assunto
ORDEM DO DIA
Pág. 2
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por
videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/06/24
Designação
Assunto
9 Legislação-síntese e editais Conhecimento
10 Pagamentos autorizados Conhecimento
11 Balancetes Conhecimento
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
12 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
Conhecimento
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
13 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Conhecimento
. Outros assuntos
14 Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de
emprego público por tempo indeterminado para assistente operacional (pintor)
Aprovação
PLANEAMENTO E GESTÃO FINANCEIRA
15 Aquisição de um autocarro de 53 lugares para o Município - Início do procedimento Aprovação
16 Contratação de serviços de vigilância para o Município - Autorização para a reposição
do equilíbrio do contrato
Aprovação
17 Contratação de serviços de limpeza, manutenção e reabilitação de espaços públicos
no Concelho - Lotes 2 e 9 - Liberação da caução
EB Jardins, Ldª Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 3
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por
videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/06/24
Designação
Assunto
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
18 2ª revisão do Plano Diretor Municipal de Vila Franca de Xira – Prorrogação de prazo Aprovação
19 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 121, do loteamento
Fonte Santa
Ana Maria da Silva Paulo
de Andrade Sabbo
Vialonga Aprovação
20 Desafetação de parcela de terreno do domínio privado do Município para o domínio
público do Município - Estrada Nacional 1 - Vila Franca de Xira/Castanheira do Ribatejo
Município de Vila Franca
de Xira
Aprovação
21 Desafetação de parcela de terreno do domínio privado do Lidl & Companhia, Lojas
Alimentares para o domínio público do Município - Estrada Nacional 1 - Vila Franca de
Xira/Castanheira do Ribatejo
Lidl & Companhia, Lojas
Alimentares
Aprovação
22 Acordo de terceiro, para transferência de parcelas de terreno do domínio público do
Município para o domínio público da Infraestruturas de Portugal, SA - Estrada Nacional
1 - Vila Franca de Xira/Castanheira do Ribatejo
Município, Infraestruturas
de Portugal, SA e Lidl &
Companhia, Lojas
Alimentares
Aprovação
OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
23 Remodelação do Parque de Campismo Dr. Jaime Marques Dias Simão - Bungalows e
zona envolvente - Auto de vistoria e receção provisória
Manuel José Soares, Ldª Vila Franca de
Xira
Aprovação
24 Remodelação da Escola Álvaro Guerra - Plano de segurança e saúde Pinto Miranda -
Engenharia e Construção,
Unipessoal, Ldª
Vila Franca de
Xira
Aprovação
25 Alteração da cobertura das piscinas municipais de Vila Franca de Xira - Plano de
segurança e saúde
Pinto Miranda -
Engenharia e Construção,
Unipessoal, Ldª
Vila Franca de
Xira
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 4
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Salão Nobre dos Paços do Município (presencial e por
videoconferência), pelas 9h30, do dia 2020/06/24
Designação
Assunto
26 Recargas de pavimentos 2020 - Vila Franca de Xira - Adjudicação, minuta de contrato
e nomeação do coordenador de segurança em obra e diretor de fiscalização
Lote 1 - Pavizés -
Comércio e Transp. de
Materiais de Construções,
Ldª; Lote 2 - Topbet -
Trabalhos de Obras Púb e
Pav. Betuminosos, SA
Aprovação
27 Alteração ao Regulamento de Trânsito do Concelho de Vila Franca de Xira - Anexo
para União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho - Consulta pública
Junta de Freguesia da
União das Freguesias de
Alverca do Ribatejo de
Sobralinho
Aprovação
CULTURA
28 Fundo de maneio - Alteração de titularidade Aprovação
HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
29 Plano Municipal para a Integração de Migrantes no Concelho de Vila Franca de Xira Aprovação
30 Plano Municipal de Saúde e Bem Estar de Vila Franca de Xira Aprovação
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
31 Moção - Transportes Aprovação
32 Ata em minuta da reunião Aprovação
EI. Livro
_____________
FI.Ata 001
Y lIA Reunião de 2020/06/24
1V Ata n2 14/2020
MUNICÍPIO DE VILAJ FRANCA DE XIRA
CÂMARA MUNICIPAL
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DE 2020/06/24
Aos vinte e quatro dias do mês de junho de dois mil e vinte, pelas 09h30, no Salão
Nobre dos Paços do Município, reuniu a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, sob a
presidência do Sr. Alberto Simões Maia Mesquita, Presidente da Câmara Municipal,
estando presentes os Srs. Vereadores:
• Regina Célia Gonçalves Agostinho Janeiro;
.joséAntóniodaSilvadeOliveira;
• Nuno Miguel Marques Libório;
• Helena Margarida Mendes Pereira de Jesus;
• Maria Manuela Pacheco Ralha;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
• António José Sequeira Félix; —
• Maria de Fátima Pires Antunes;
• Cláudia Sofia Oliveira Martins;
• Carlos Miguel Vilar Patrão.
Saiu, no decurso da reunião, a Sr Vereadora Regina Célia Gonçalves Agostinho
Janeiro, pelas 14h23, durante a discussão do ponto 31 da ordem do dia.
A reunião foi secretariada por Fernando Paulo Serra Barreiros, Diretor do
Departamento de Gestão Administrativa e Jurídica, assessorado por Paula Cristina
Correia Antunes, Assistente Técnica.
—
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado: —
rosto
_____
FI. Livro
______________
002
Reunião de 2020/06/24
Município
Proc
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DO SR. VEREADOR ANTÓNIO FÉLIX - COLETE ENCARNADO
Interveio o Sr. Presidente, dando início à reunião, cumprimentando o Sr. Vice
Presidente, Srs e Srs. Vereadores, técnicos que acompanham esta reunião e que
permitem que se faça on-line, bem como todos aqueles que a seguem via on-line,
solicitando ao Sr. Vereador António Félix que dê uma informação sobre questões
que têm a ver com o Colete Encarnado, e dizendo que depois a Sr Vereadora
Manuela Ralha e o próprio darão também algumas informações. —
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, dando os bons dias e
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, bem como
todos aqueles que assistem a mais uma reunião de câmara via Internet, referindo
que vai dar uma informação sobre o Colete Encarnado.
As tradicionais festas do Colete Encarnado iriam realizar-se nos próximos dias 3, 4
e 5 de julho e, tal como se afirmou publicamente em momento anterior, embora
não seja possível a realização deste grande evento, que anualmente tem trazido
milhares de pessoas a Vila Franca de Xira, a câmara municipal não pode deixar de
prestar homenagem ao campino, a figura principal da festa. Nesse sentido ter-se-á,
na manhã de sábado, 4 de julho, um momento simbólico de deposição de uma
coroa de flores no Monumento ao Campino, marcando desta forma a continuidade
da ligação às tradições do campo e da festa brava, obviamente tendo em
consideração as orientações da DGS — Direção-Geral da Saúde.
Recorda também que as festas do Colete Encarnado são candidatas, na região de
Lisboa, às 7 Maravilhas da Cultura Popular, e nesse sentido a câmara municipal
conta com todos para uma forte participação na fase de votações, a partir do dia
28 de junho, como afirmação das tradições do concelho.
aod 1
_____
Ft. Livro
_____________
FI.Ata
- 003
Reunião de 2020/06/24
Município ‘fr) 44J Proc2
_________________
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DA SR VEREADORA MANUELA RALHA - SEXTA EXPOSIÇÃO DO CICLO
COSMO/POLÍTICA
Interveio a Sr Vereadora Manuela Ralha, dando os bons dias e cumprimentando,
na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes e todos os que seguem a reunião
on-line, dizendo que abre ao público, no próximo dia 27 de junho, no Museu do
Neo-Realismo, a sexta e última exposição do ciclo — COSMO/POLÍTICA, da Biblioteca
COSMOS, com trabalhos originais de Elisa Pâne, Filipe Pinto, Francisco Pinheiro,
João Fonte Santa, Marta Leite, Nuno Barroso e Sofia Gonçalves.
Partindo do espólio editorial da Biblioteca COSMOS, que se encontra conservado no
Museu do Neo-Realismo, e sob a curadoria de Sandra Vieira jürgens e Paula Loura
Batista, os artistas foram desafiados a refletir sobre as séries e os ramos do
conhecimento representados nesta coleção, e a apresentar projetos artísticos
originais, pensados de uma forma livre, não literal, em relação às áreas e aos
títulos que compõem este cosmos temático.
A última exposição deste ciclo de arte contemporânea estará patente até dia 31 de
janeirode2o2l.
aod 2
19. Livro
______________
FI.Ata 004
t 11 11! Reunião de 2020/06/24
Município ‘b— jIjJV\ proc2
____________________
de j/I1IVila Franca de Xira J Deliberação ri2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DO SR. PRESIDENTE - ASSINATURA DO ACORDO DE COLABORAÇÃO
DA DESLOCAÇÃO DA PASSAGEM DE NÍVEL - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Presidente, referindo que no próximo dia 30, pelas 15h00, no
auditório da Fábrica das Palavras, irá realizar-se uma cerimónia pública de
assinatura do acordo de colaboração entre esta câmara municipal e a
lnfraestruturas de Portugal, visando a deslocação da passagem de nível de Vila
Franca de Xira do local onde está.
A cerimónia contará com um número limitado de presenças no local, sendo
transmitida publicamente, através do canal YouTube e do Facebook da Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira.
——
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo só uma dúvida em
relação ao protocolo que vai ser assinado, em que está certa, que depois vão
mandar alguma coisa aos membros da CDU. Na discussão em reunião de câmara
fizeram algumas propostas de alteração, que o Sr. Presidente até disse que
ficavam em ata, e queriam perceber se o protocolo as vai ou não refletir.
Disse o Sr. Presidente que as questões que foram colocadas estão reproduzidas no
protocolo. A lnfraestruturas de Portugal respondeu que aceitava essas alterações, e
é esse protocolo que veio a reunião de câmara, com a inclusão das questões
colocadas. — —
O Sr. Vereador Carlos Patrão interveio, perguntando, relativamente a uma questão
que o Bloco de Esquerda colocou na última reunião de câmara, que a Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira iria assumir o pagamento dos acessos à nova
passagem de nível, que será deslocada da zona do cais de Vila Franca de Xira para
200m mais a sul: Se a câmara municipal vai assumir os acessos à nova passagem
de nível do lado do cais, qual é que é o papel do promotor do loteamento que lá
está, contíguo à biblioteca municipal? Vai caber ao promotor também pagar
alguma coisa ou é a câmara municipal que assume esses custos?
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que se a câmara municipal não tivesse
celebrado, ou vai celebrar, com a assinatura no dia 30, o protocolo que se aprovou
em reunião de câmara, provavelmente não sabe quantos anos mais se estava sem
resolver o problema da passagem de nível. Aquilo que pode dizer ao Sr. Vereador
aod 3 1/2
_____
FI. Livro
____________
Fl.Ata - 005
Reunião de 2020/06/24
Município
Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
Carlos Patrão é que a população o que quer é o problema resolvido, quer é que
aquelas tragédias que têm acontecido ao longo destas décadas deixem de
acontecer, ou pelo menos se encontrem soluções de mais segurança para que não
voltem a acontecer.
Esta câmara municipal não se pode escudar, dizendo que o problema não é seu, o
problema é da lnfraestruturas de Portugal, e a lnfraestruturas de Portugal que
resolva. Infelizmente a situação não é essa, a situação é que a lnfraestruturas de
Portugal não tem condições financeiras, ou pelo menos diz que não tem, e
provavelmente até nem tem, na medida em que foi descapitalizada e certamente o
próprio Estado devia injetar meios financeiros para fazer face às muitas
necessidades que a lnfraestruturas de Portugal tem.
Assim, de facto, se não se constituísse esta parceria certamente estar-se-ia muito
mais anos à espera de resolver um problema que já devia ter sido resolvido há
muito tempo, que ainda não foi e vai ser agora.
O papel da lnfraestruturas de Portugal é, no fundo, tentar, com a câmara
municipal, encontrar uma solução, que é aquela que se vai fazer. Pode dizer que o
caminho percorrido até aqui não foi nada fácil, porque a celebração daquele
protocolo não foi simples, foi muito difícil, mas enfim, de qualquer modo vai-se
resolver a questão. — —
aod 3 212
FI. Livro
______________
1 4 ah Reurãod020/O6/24
Município MIIJ\ Proc2
____________________
de (.11Vila Franca de Xira .w V Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DO SR. PRESIDENTE - REUNIÕES DE CÂMARA
Interveio o Sr. Presidente, referindo uma questão de que se falou na última reunião
de câmara, que tem a ver com as reuniões de câmara a partir de 1 de julho.
Assim, a partir de 1 de julho deixa de estar em vigor a norma contida no n2 2, do
artigo 32 da Lei n9 1-A/2020, de 19 de março, que suspendeu a obrigatoriedade de
realização pública das reuniões e sessões dos órgâos colegiais dos municípios, pelo
que as reuniões da câmara municipal poderão voltar a realizar-se com a presença
depúblico.
Vai assim ser retomado o calendário anteriormente aprovado para as reuniões
públicas de câmara, decorrendo a próxima reunião no dia 8 de julho, em Vila
Franca de Xira, a 22 de julho na União das Freguesias de Pávoa de Santa Iria e
Forte da Casa, e a 26 de agosto em Vila Franca de Xira.
—-
Os locais específicos para a realização destas reuniões serão oportunamente
divulgados, e terão sempre em conta as regras de saúde e segurança
estabelecidas pelo Governo e pela DGS - Direção-Geral da Saúde.
É evidente que hoje tem-se a possibilidade de voltar ao calendário anterior, como
já referiu, em termos de reuniões presenciais, mas se esta situação que está a
acontecer na Área Metropolitana de Lisboa não melhorar é provável, esperam
todos que não, mas pode acontecer, que haja, através de decisões
governamentais, algumas restrições. No entanto, não vale a pena também estar a
antecipar algo que pode não vir a acontecer, aquilo que quer dizer é que se vai
voltar, finalmente, ao fim destes meses todos, a reuniões presenciais, de acordo
com as recomendações e orientações da DGS.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, dando os bons dias ao Sr.
Presidente, Srs e Srs. Vereadores, trabalhadores do município e todos aqueles que
acompanham em casa a vida democrática do concelho, através da lnternet,
dizendo que a sua primeira intervenção era exatamente sobre isto, reforçar esta
ideia, que a normalidade vai ter que, paulatinamente, ir chegando, não era possível
continuar a fazer reuniões fechadas, é preciso abrir as reuniões, mas o Sr.
Presidente já referiu, pelo que, naturalmente, deixa de fazer sentido.
aod 4
El. Livro
_____________
RAta - 007
Reunião de 2020/06/24
Município Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
DECLARAÇÃO POLÍTICA - POR UM CONCELHO E UM PAÍS TOLERANTE E INCLUSIVO--
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que tem uma declaração
política, que pediu ajuda para poder ser distribuída, de acordo com o documento
que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, que é proposta
pela CDU, mas crê que é unânime e podia ser subscrita por todos.
Prosseguiu, lendo a proposta, chamando-lhe: “Declaração Política — Por um
concelho e um país tolerante e inclusivo”.
Terminou, referindo que, como disse, foram os membros da CDU que
apresentaram, mas, tendo em conta que crê que o tema é demasiado abrangente
e a opinião é de todos, estão disponíveis, para, se assim se quiser, poder ser
subscrita por toda a câmara municipal.
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo e referindo que já se falará mais adiante
sobre esta matéria.
Interveio novamente, mencionando que o PS está muito de acordo com a
declaração política que os membros da CDU fizeram. Pensa que se está numa fase
um bocadinho estranha, e aquilo que fizeram às obras do Vile é uma vilanagem. É
uma situação incompreensível e, para além de terem desrespeitado vultos da
nossa literatura e personalidades muito importantes no contexto democrático e da
implementação da democracia no país, também tiveram uma atitude anticultural
no que diz respeito à tauromaquia, que está muito na moda agora, “morte a toda a
gente”. Escreveram uma palavra, que o próprio não vai reproduzir, e depois “morte
aos toureiros”. Pensa que esta é uma situação complicada.
Referiu o Sr. Vereador Carlos Patrão que foi tudo a eito, não foi só da tauromaquia,
foi tudo a eito, foi o padre Moniz, o bispo da igreja anglicana, foi tudo.
Respondeu o Sr. Presidente que sim. —
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que por isso é que escreveu que não foi um
ato isolado, é porque no dia 12 aconteceu no país inteiro, não foi aqui, foi no país
inteiro, focando-se em diferentes questões, mas foi no país inteiro.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que o Partido Socialista, e não sabe o que é
que a Coligação Mais sobre esta matéria quer referir, está de acordo com esta
declaração política, porque se cada força polftica, sobre estas matérias, não vai
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tendo posições, não sabe onde é que esta situação vai parar.
Aquilo que se sabe é que para combater o vandalismo é recuperar imediatamente
o que foi vandalizado, foi o que se fez, e aqui quer dar um abraço ao Vile e o
reconhecimento da câmara municipal por rapidamente ir recuperar o seu trabalho.
O próprio telefonou-lhe e ele disponibilizou-se imediatamente para ir fazer esse
trabalho, o que fez com muita rapidez e profissionalismo.
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, mencionando que a Coligação
Mais, naturalmente, concorda com todo o teor da declaração política,
nomeadamente com os princípios que vêm veiculados, apenas não concorda com a
totalidade duma frase, que é a seguinte. “Este ato de vandalismo sobre a obra e a
memória dos escritores Alves Redol, Soeiro Pereira Gomes e Álvaro Guerra ofende
a memória de todos os que deram a cara pela luta antifascista”.
Considera a Coligação Mais que se esta declaração vai ser da câmara municipal
toda, do executivo todo, não deverá ser eminentemente política relativamente a
esta frase e configurar aqui uma frase eminentemente da CDU. Sugeria uma
alteração, até de acordo com o que o Sr. Presidente agora acabou de dizer: “Este
ato de vandalismo sobre a obra e memória dos escritores Alves Redol, Soeiro
Pereira Gomes e Álvaro Guerra, ofende a memória de grandes vultos da nossa
literatura”. É esta a sugestão da Coligação Mais, para que abrangesse todas as
forças políticas. —
Não pode concordar com esta frase, concorda com tudo o resto, e mostra a sua
solidariedade para com o Vile e a gratidão pelo facto de ter resolvido a situação.
Agora, a Coligação Mais não pode concordar com esta frase, só com o termo desta
frase.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que esta declaraçâo não é para votação.
Referiu a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que sabe que não é para votação,
mas, do que entendeu, a Sr Vereadora Regina janeiro disse que seria uma
declaração, não da CDU, mas de toda a câmara municipal.
Respondeu o Sr. Presidente que sim, certamente era mais interessante a câmara
municipal, no seu todo, apoiar esta declaração política, e pensa que talvez se
consiga encontrar uma outra redação, ficando todos confortáveis nesta declaração
política. Às vezes a arte da política é aquilo que é possível fazer.
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A Sr? Vereadora Regina janeiro interveio, mencionando que uma coisa com que
tem muita dificuldade é desrespeitar aqueles que já não estão entre nós, e retirar
“resistentes antifascistas” ao Soeiro Pereira Gomes, ao Álvaro Guerra e ao Alves
Redol é desrespeitar a sua memória.
Há um problema ideológico que os tem dividido sempre, como já disse foi eleita a
primeira vez em 1997, e o único sítio onde, em toda a sua vida, não viu aprovadas
por unanimidade saudações e moções sobre o 25 de Abril foi nesta câmara
municipal, e felizmente sempre esteve em câmaras com outros militantes do
Partido Social Democrata. Não é um problema do PSD, é um problema psicológico
e uma resistência psicológica do eleito do PSD na câmara municipal com a palavra
“fascista”. Como não vai violar a memória de quem morreu, como foram eles que
estão naquela obra e só por terem sido, além de escritores, resistentes
antifascistas, retirar esta palavra era completamente desrespeitar a sua memória.
Pede desculpa ao Sr. Presidente, com toda a flexibilidade que tem, e se o Sr.
Presidente disser “... que deram a cara e outros”, até pode aceitar. Agora, não a
obriguem a retirar o “antifascista” dum sítio onde é impossível retirar. —
Os membros da CDU apresentaram a declaração, estão bem com ela, foi por boa
vontade que acharam que podia ser subscrita pela câmara municipal, e estão
disponíveis, eventualmente, para alterar qualquer outra coisa. Sobre esta, a Sr
Vereadora Helena Pereira de jesus ainda não tinha dito o que é que ia dizer e a
própria disse em off “antifascista”, sabia que era aqui, é previsível a este ponto.
Numa coisa em que podiam e deviam estar todos unidos, em lutar contra os
extremismos, aquilo que se está a procurar é branquear a memória e a história
destes 3 homens, que lhes pintaram, e bem, um mural em Vila Franca de Xira, por
um artista tão conceituado como é o Vile. Mudará quase tudo, “antifascista” os
membrosdaCDünâovâotirar. — —
Interveio o Sr. Presidente, referindo que a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus
tem o direito de expressar a sua opinião sobre um determinado parágrafo da
declaração polftica, porque disse que no contexto geral está de acordo. A Sr
Vereadora Regina Janeiro diz que, efetivamente, esta questão da expressão “que
deram a cara pela luta antifascista” é uma matéria que é importante que fique,
agora, não sabe se não se pode acrescentar algo que possa, de facto, permitir que
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a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus também fique confortável relativamente a
esta declaração política. Confessa que de momento não lhe ocorre nada
particularmente criativo, mas ver-se-á, sendo que se podia acrescentar que esta
vandalização não atingiu somente estes escritores.
Disse a Sr Vereadora Regina Janeiro que se podiam acrescentar todas as outras
pinturas, está de acordo com isso. Assim, a “... ofende a memória de todos os que
deram a cara pela luta antifascista” pode-se acrescentar “de todas as figuras
que .
Referiu o Sr. Presidente que poderá ser “... de muitas figuras, que muito deram
pelo concelho, na área cultural, na área solidária, etc., e também puseram em
causa a memória dos escritores Alves Redol, Soeiro Pereira Comes e Álvaro Guerra,
com este ato ofenderam a memória destes que deram a cara pela luta
antifascista.”
Perguntou ainda à Sr Vereadora Helena Pereira de jesus se a expressão
“antifascista”, no todo, não é possível, pois poder-se-iam acrescentar outras
grandes personalidades na área cultural, na área da solidariedade, que muito
deram ao nosso concelho, e também foram atingidas por este vandalismo.
Depois, não se poderá, de modo nenhum, deixar de verificar que estes escritores
muito deram para que a implantação da liberdade e democracia tivesse
acontecido. Não há dúvida nenhuma que, goste-se ou não, não se sabe bem como
é que se há de identificar o Estado Novo, mas enfim. —
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, dizendo que a expressão
“luta antifascista” é uma expressão politizada. eminentemente da CDU. portanto, a
Coligação Mais não pode jamais aceitar.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro: “Isto é duma ignorância!”
Prosseguiu a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, pedindo desculpa, mas a Sr
Vereadora está a interrompê-la.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que não percebeu que o micro estava
ligado, pede desculpa.
Disse a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus que mesmo não estando ligado,
porque os Srs. Vereadores da CDU não gostam e estão sempre a comentar o que
se faz do outro lado, portanto, também têm de cumprir com aquilo que dizem, não
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é só mandar as bolas para o outro lado. -----
Interveio o Sr. Presidente, referindo que na última reunião de câmara, por causa
destas matérias teve-se uma pequena troca de impressões, e agora, “no melhor
pano cai a nódoa”, pedindo à Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus para
continuar.
Prosseguiu a Sr Vereadora, mencionando que estava a dizer que em todas as
declarações que a Coligação Mais efetuou, seja do 25 de Abril, seja do Dia das
Mulheres, não as politizou. Quando quer que essas declarações sejam aprovadas
por unanimidade, compreende que existem várias ideologias no executivo, pelo
que não as politiza e também o podia fazer.
Agora, no seu ver não se podem reduzir estes escritores a esta expressão “luta
antifascista”, quando até disse há pouco que se poderia acrescentar “grandes
vultos da nossa literatura”. Não percebe que mal vem ao mundo desta declaração
retirar essa frase e colocar “grandes vultos da nossa literatura” ou ainda, como o
Sr. Presidente disse “figuras que deram muito pelo nosso concelho, em termos de
cultura”. Não entende sequer que se “bata o pé” nesta expressão e com isto se
queira fazer com que a declaração não seja unânime, até porque, se a Sr
Vereadora Regina janeiro disse que sabia, quando a própria falou, que iria referir
isso (e não é uma posição só da própria, a Sr Vereadora que fique sabendo, é uma
posição do PSD de Vila Franca de Xira, pelo menos), e se vem para aqui com uma
declaração a dizer que quer que seja a câmara municipal toda a aprovar, sabendo
antecipadamente que a própria não ia gostar desta frase, se é que pode utilizar a
palavra “gostar”, que vai contra os seus princípios ideológicos, então não pode vir
para aqui fazer uma declaração e dizer que quer que seja o executivo todo a
subscrevê-la. Assim não pode ser, a Sr Vereadora sabia de antemão e assumiu
que sabia de antemão que isso não ia acontecer.
Assim sendo, não pode subscrever, e depois a Coligação Mais fará uma declaração
à parte sobre este assunto, é só o que pode dizer.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que pensa que está a haver um
equívoco desde o início da discussão, não pediu para ninguém subscrever.
Referiu o Sr. Presidente que sabe.
Continuou a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que se calhar não se ouvem uns
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aos outros, têm algum problema de audição. A própria não disse isso, os eleitos da
CDU assumem sozinhos aquilo que está escrito.
Terminou, pedindo desculpa ao Sr. Presidente, que queria falar, mas quando ouviu,
Sr Vereadora Regina Janeiro, achou que era para falar.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que está a fazer um esforço para que isto
seja consensual.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que sabe, mas há coisas que não podem
ser.
Continuou o Sr. Presidente, pedindo calma e referindo que vai fazer um último
esforço e depois cala-se. Assim, diria que deveria ser expresso neste parágrafo
“vultos da nossa literatura, que muito deram para a implementação da democracia
e liberdade no nosso país, e que muito contribuíram também para que acontecesse
a Revolução do 25 de Abril de 1974”. E cala-se!
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que é exato, a própria não reescreve a
história, e tem muita pena da falta de consciência política e histórica do país
manifestada por um eleito nesta câmara municipal, e não vai generalizar. O termo
“fascista” não é utilizado pelo Partido Comunista Português, o termo “fascismo” é
utilizado por toda a gente que classifica 48 anos de retrocesso na história do país
de “estagnação”, é assim que se chama. Se a Sr Vereadora se sente muito
ofendida porque acha que o Salazar não foi o Hitler, até consegue perceber,
reescrever a história não aceita, nem à Sr Vereadora, nem a ninguém.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que está muito bem.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que não terminou.
O Sr. Presidente interveio, pedindo desculpa, a Sr Vereadora ainda não acabou,
está embalada, vá até ao fim.
Disse a Sr Vereadora ao Sr. Presidente que não diga que está embalada, porque
ninguém o interrompeu. O Sr. Presidente falou de seguida lh2Om, ninguém o
interrompeu, pelo que a deixe ter o seu bocadinho. Só leu a intervenção, não fez
mais nada.
Disse o Sr. Presidente que então para a próxima fala muito menos. Fala este tempo
todo por muito respeito que tem pelos Srs. Vereadores, para explicar tudo certinho
e não ficar nenhuma dúvida, mas a Sr Vereadora que continue e pede desculpa de
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aterinterrompido.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que o Sr. Presidente falou e
percebeu que ninguém o interrompeu. A própria não percebeu que tinha o
microfone ligado, falou para si, e só para si, com a mão à frente da boca. Assim
que deu conta que o microfone estava ligado desligou-o automaticamente e pede
desculpa por ter interrompido, pois não era essa a sua intenção.
Depois, há aqui uma correção histórica, que é para saberem todos daquilo que se
está a falar e perceber, o dia chama-se Dia Internacional da Mulher, não é Dia das
Mulheres, isso não existe, existe um Dia Internacional da Mulher. Esta é a primeira
correção histórica.
Ainda, este é um órgão polftico, não vieram jogar às cartas e não são amigos. Este
é um órgão político, se num órgão político não se pode politizar, então onde é que
se politiza? Outra coisa bem diferente é partidarizar, são dois termos
completamente diferentes.
Os membros da CDU assumem, estavam disponíveis, e a própria estava a tentar
encontrar um parágrafo para que fosse mais abrangente, para este ato de
vandalismo ao longo do passeio ribeirinho, entre Vila Franca de Xira e Alhandra, foi
aqui, no fundamental, que aconteceu, para tentar incorporar o resto, mas não vai
deixar de dizer aquilo. Pensa que estes 3 autores devem estar aos saltos onde quer
que estejam por estarem a ouvir a ofensa que aqui lhes está a ser proferida.
Portanto, pergunta ao Sr. Presidente se fica então só em nome da CDU.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que certamente neste parágrafo escreveria
doutra forma, mas também não há nenhum desconforto da parte do PS
relativamente à declaração.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que o Partido Socialista, nas suas
intervenções políticas, fala do fascismo, nunca teve problema, nem o PS, nem o
Bloco de Esquerda, nem o PSD, por muitos eleitos que a própria conhece, em
diferentes sítios, e alguns até deputados da nação. Aqui, o PSD, em Vila Franca de
Xira, na figura da Sr Vereadora ou na figura de outras pessoas, tem um problema
com o termo, mas encontra “n” intervenções de militantes do Partido Social
Democrata a dizer “fascismo”. Aqui é um problema.
Referiu o Sr. Presidente que, como a Sr Vereadora disse, e bem, cada um assume
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as suas responsabilidades políticas.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que é claro.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que foi aquilo que a Sr Vereadora HeLena
Pereira de jesus fez, e tem de ser respeitada nesse sentido.
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4,
Declaração política
Na passada noite do dia 12 de Junho o espaço público valorizado pelas intervenções do
reconhecido artista vila-franquense VILE foi alvo de actos de vandalismo. Na mesma noite vários
outros equipamentos públicos, um pouco por todo o país, foram alvo de acções semelhantes, o que
nos permite concluir que não se tratou de um acto isolado, antes uma manifestação organizada de
ódio e intolerância, a todos os níveis reprovável numa sociedade democrática, em que se
preservam os valores da liberdade e da tolerância.
do recrudescimento de discursos extremistas e de ódio,
acções. Aproveitando as dificuldades e a insatisfação de
com o agravamento das desigualdades e as insuficientes
estes sectores procuram capitalizar descontentamentos com
é diferente ou minoritário.
Este acto de vandalismo sobre a obra e a memória dos escritores Alves Redol, Soeiro Pereira Comes
e Álvaro Guerra, ofende a memória de todos os que deram a cara pela luta anti-fascista.
Vila Franca de Xira é desde sempre um concelho que se orgulha da sua diversidade cultural, étnica
e religiosa, que consideramos ser uma riqueza. A forma como temos dinamizado processos de
ern.olvimento e participação cívica das diferentes comunidades em projectos comuns e o êxito de
qu4 estes se têm revestido são a prova de que, em respeito 6elas nossas diferenças, podemos viver
em paz, incentivando a troca de saberes e experiências.
As manifestações de intolerância, merecem o nosso mais firme repúdio. Estamos convictos de que
tais manifestações não reflectem o sentimento generalizado da população do nosso concelho.
CDU
Pcp.pEvt*
CAMARAMUN RA
Por um concelho e um país tolerante e inclusivo
Tais acções surgem no contexto
motivadores destas e de outras
importantes faixas da população
condições de vida e de trabalho,
afirmações populistas, contra o que
GABINETE DE APOIO AOS VEREADORES DA CDU NA CMVFX
Assim, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, na sua reunião de 24 de Junho ordinária condena
veementemente todas as manifestações extremistas, radicais, de ofensa ao espaço público e outras
práticas de incitamento ao ódio, como as levadas a cabo no passado dia 12.
Em Vila Franca de Xira, dizemos n5o ao racismo e à xenofobia.
Vila Franca de Xira, 24 de Junho de 2020
(\
(Regina Janeiro)
CDU
pcp-PEv
CAMARAMU
Os Vereadores eleitos pela CDU na Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
4 1% ,. /
i’L—. .C’c /4/12o ,‘/t/í k/’t
(Nuno Libório) (Mário Calado) (Cláudia Martins)
GABINETE DE APOIO AOS VEREADORES DA CDU NA CMVFX
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Vila Franca de Xira / y 141[,j Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal V
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO IA
POSIÇÃO POLÍTICA - SOBRE A CRIAÇÃO DE BOLSAS DE ESTACIONAMENTO NA RUA
JOÃO LOPES RAIMUNDO E RUA VIEIRA DA SILVA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Ubório, renovando os cumprimentos a todos os
presentes nesta reunião de câmara, assim como a todos aqueles que a
acompanham, dizendo que também, com a autorização do Sr. Presidente, pedia se
o gabinete de apoio poderia fazer a distribuição dum documento, que é uma
posição política, que os membros da CDU gostariam que fosse acompanhada pelos
restantes vereadores, designadamente pelo Sr. Presidente, de acordo com o
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
Os membros da CDU gostariam de afirmar uma posição de natureza política, como
é óbvio, sobre a criação das bolsas de estacionamento na rua João Lopes Raimundo
e rua Vieira da Silva, na Póvoa de Santa Iria. —
Como é do conhecimento, crê, de todos, a população destas 2 artérias da cidade
mais densamente povoada, a Póvoa de Santa Iria, juntou-se no passado sábado
contra a construção de uma bolsa de estacionamento naquele que é considerado
por essa população, e acompanhado pelos membros da CDU, num espaço verde
consolidado, que está precisamente próximo das suas habitações, e onde, perante
o desenvolvimento duma intenção de obra, desenvolveu também um abaixo-
assinado reclamando pela sua preservação.
Gostariam de dizer ao Sr. Presidente que a CDU acompanha totalmente o
sentimento desta população, até porque, recordando aquela polémica com a
construção da ciclovia na urbanização da Quinta da Piedade, foi assumido pela
câmara municipal que seria efetuado um levantamento de necessidades, que seria
feito um levantamento dos terrenos disponíveis para novas bolsas de
estacionamento, e que, acima de tudo, seria corrigido um problema, de falta de
envolvimento das populações.
A esse respeito gostariam de voltar a chamar à atenção para o facto de que desde
2018 que solicitam essa informação, o que até à data ainda não foi efetivamente
entregue, e também gostariam de colocar uma outra questão, é que, apesar de
eleitos no mesmo órgão, a câmara municipal, só foram conhecedores do
desenvolvimento desta obra após o alerta da população e por uma consulta que
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fizeram ao portal base.gov, que confirma a adjudicação dessa obra, por um valor
de cerca de 130 000,00€.
Gostariam, a este propósito, de recordar que em outubro de 2018 apresentaram,
nesta mesma câmara municipal, uma proposta de planeamento de modos suaves
de mobilidade, que contemplava a audição da população, de modo a serem
encontradas soluções para a construção de bolsas de estacionamento, proposta
essa que, como os presentes se recordam, foi chumbada por maioria.
Nesse sentido, consideram que é muito justa a luta desta população, que teve
concentração no local e, como disse, desenvolveu um abaixo-assinado que exige
do executivo da câmara municipal a suspensão da obra.
Gostariam de colocar as seguintes questões, a este propósito:
É verdade, tal como se difunde na comunicação social, que a obra foi efetivamente
suspensa?
Se foi efetivamente suspensa, quem é que determinou essa suspensão, e o que é
que a câmara municipal fará de seguida após essa suspensão? Anula-se o
procedimento administrativo e, consequentemente, abandona-se esta obra?
Mantém-se a intenção de apresentação dum plano de mobilidade e de
estacionamento para a urbanização Quinta da Piedade, Bolonha e Casal da Serra, a
discutir com as populações dos respetivos bairros e, na medida do possível, porque
pensam que não estão a pedir nada que escape às competências e respeito pelo
funcionamento colegial, com o conhecimento de todos os eleitos da câmara
municipal?
Para terminar, gostariam de reiterar aquilo que sempre dizem relativamente a
questões desta natureza, não é só por uma questão de convicção, é porque fazem
mesmo questão de fazê-lo de forma concreta, no exercício das funções que têm, o
caminho a trilhar pela câmara municipal é o do envolvimento, o da participação,
além de construir soluções para um problema de mobilidade, trânsito e
acessibilidades, que sabem todos que existe nesta particular zona da Póvoa de
Santa Iria, que é um problema que precisa de uma resolução e de um consequente
investimento, e que terá, como sempre teve, da parte dos eleitos da CDU na
câmara municipal, disponibilidade para se encontrarem as soluções que se
considerem corretas e, acima de tudo, participadas, para se encontrarem
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consensos, a bem da mobilidade, do estacionamento e do ordenamento do
território.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrào, referindo que já foi falada a questão dos
espaços verdes na Póvoa, e o Bloco de Esquerda gostaria de saber se houve
alguma evolução e qual é que vai ser a solução que se vai encontrar, tendo em
conta que, de facto, não deve ser fácil arranjar bolsas de estacionamento para
aquelelocal.
Também gostaria de lembrar que é uma prática desta câmara municipal aceitar
compensações em troca de cedências de espaços, o Bloco de Esquerda tem vindo
a assistir a isto em vários loteamentos que são aprovados em reunião de câmara.--
Depois, como é evidente, quando as coisas são aprovadas desta forma não nos
podemos surpreender que estes problemas ocorram. Pensa que é muito curioso
que algumas forças políticas que fazem parte do executivo da câmara municipal, e
que a governam, até fazem comunicados como se fossem da oposição, a dizer que
estão muito surpreendidas com aquela situação, que graças a elas é que todo
aquele processo de criação da bolsa de estacionamento na zona de espaços verdes
parou, mas depois, essas mesmas forças políticas aprovam todos os loteamentos,
nunca as viu votar contra nenhum. São todos aprovados por essa força política,
inclusive na cidade da Póvoa, onde se sabe que as coisas não são fáceis e que se
tem a EN1O completamente atafulhada de carros, sem qualquer hipótese de
criação de bolsas de estacionamento.
No entanto, aprovou-se o loteamento da Solvay, e também foram aceites
compensações em troca da cedência de espaços. Portanto, não poderia deixar de
revelar esta crítica sobre aquilo que são as políticas da câmara municipal em
matéria de urbanismo.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que há aqui intervenções políticas à volta desta
matéria, e sobre a questão colocada pelo Sr. Vereador Carlos Patrão, da rua João
Lopes Raimundo, não o referindo especificamente, mas é disso que se está a falar,
quer dizer que não vale a pena o Sr. Vereador dizer que a falta de estacionamento
é porque, muitas das vezes, se prefere a compensação por falta de
estacionamento, naquilo que é a avaliação do executivo em termos urbanísticos.
Faz-se isso duma forma que se justifica, numa situação muito particular, não é
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propriamente em grandes urbanizações. O que muitas vezes acontece é que,
relativamente à legalização ou ao pedido de autorização para a instalação dum
pequeno comércio, às vezes a dificuldade é existir estacionamento para o efeito, e
aí, de facto, muitas vezes há a compensação, e mesmo assim através de uma
alteração que se fez, salvo erro, ao artigo 35-A, que foi uma matéria que ainda foi
tratada pelo próprio, por isso é que tem isto presente, da redução muito
significativa do pagamento dessas mesmas compensações. Se não se apoiar o
pequeno comércio que se quer instalar em determinadas zonas das cidades e das
vilas, isso vai criar grandes dificuldades.
O problema é outro, no que diz respeito à Póvoa de Santa Iria e àquelas
urbanizações que foram construídas na década de 70. O que foi construído na
década de 70, na zona em causa, foi num planeamento que não teve em linha de
conta a necessidade de construir garagens, havendo torres naquela zona em que
não foi autorizado ter garagens.
Por outro lado, a ausência de estacionamento em muitas zonas é manifesta, ora,
quando se faz isto vão-se criar problemas para o futuro, e o que se anda a fazer
hoje é correr atrás do prejuízo, é encontrar soluções para criar estacionamento.
Para o estacionamento, como o Sr. Vereador disse, e bem, o terreno não abunda,
pelo que se têm de encontrar soluções que compatibilizem os interesses da
população, da manutenção dalgumas zonas verdes, e a necessidade de haver
estacionamento. Se naquela urbanização, que foi desenvolvida pela empresa José
Maria Duarte Júnior, nessa altura se tivesse exigido esse estacionamento, que não
existe, provavelmente não se estava com a dificuldade que se tem hoje.
Também é verdade, e tem de se ter sobre esta matéria uma atitude rigorosa, uma
visão e reflexão rigorosas, que não é possível ter estacionamento para toda a
gente, aliás, a própria sociedade evoluiu, o número de carros que existiam era
significativamente menor daquele que é hoje. Contudo, já naquele tempo
efetivamente era necessário haver estacionamento, que não existe, e agora está-
se a tentar colmatar estes problemas. Por outro lado, também há muitas pessoas
que utilizam as garagens para tudo e mais alguma coisa, e não para garagem. São
decisões que também prejudicam o coletivo da população.
Sobre os partidos, o que diz ao seu amigo, Sr. Vereador Carlos Patrão, é que o
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mesmo é político, andam todos cá, todos tentam ser o menos ingénuos possíveis
sobre esta matéria, logicamente que há questões que são importantes na
discussão polftica, e, como se está já perto de novas eleições autárquicas, é
natural que estas coisas comecem a ter uma certa acuidade. É da vida, quem anda
cá há muitos anos sabe disto, e agora vai ser uma situação que vai acontecendo.
De qualquer modo, aquilo que compete a quem está a gerir uma câmara municipal
é ter uma atitude adequada perante as dificuldades que surgem, e já se está a
adiantar relativamente à posição polftica que foi colocada pelo Sr. Vereador Nuno
Libério, mas enfim, já lá chegará.
Aquele projeto de estacionamento não nasceu porque apeteceu, “agora vamos
fazer aqui um estacionamento”. É evidente que isso não é assim, nunca será
assim, nem nunca deve ser assim, O que acontece é que numa auscultação feita
pela junta de freguesia, de acordo com aquilo que a junta enviou, efetivamente
havia falta de estacionamento naquela zona e falta de reorganização do próprio
estacionamento. Então, fez-se aquele projeto, que foi analisado pela própria junta
de freguesia, que deu o seu parecer favorável, e, de facto, os moradores
manifestaram-se contra o projeto e a execução daquela obra.
A câmara municipal acompanhou todo este processo, como é evidente, no dia 20
houve uma situação em que também houve algum aproveitamento político-
partidário, mas faz parte do jogo político, e então o próprio esteve em contacto
pelo menos com um dos moradores, que lhe escreveu uma carta que lhe pareceu,
no contexto de todas as reclamações que lhe chegaram, aquela a que deveria
imediatamente responder. Telefonou ao senhor, disse-lhe que ia falar com os
moradores, e assim fez, no sábado à tarde.
No sábado à tarde lá esteve, não sabe se estiveram mais ou menos pessoas do que
aquelas que estiveram de manhã, estiveram as que quiseram estar, e ouviu todas
as pessoas que quiseram intervir. Foi um momento em que as pessoas se puderam
exprimir, tirando uma situação ou outra, mas depois as coisas correram todas bem,
foi uma análise elevada, correta, e aquilo que pôde constatar, daquilo que lhe
informaram, foi que afinal não há necessidade de estacionamento, o
estacionamento existente é suficiente. Esta é a primeira constatação.
Uma segunda constatação é que as pessoas não queriam que aquela zona verde
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fosse alterada. Aquilo que assumiu com os moradores foi, em primeiro, que a obra
está suspensa para reavaliação do projeto, podendo-se eventualmente encontrar
uma outra solução, e aliás o compromisso foi justamente no sentido de se reavaliar
o projeto, e essa reavaliação nunca iria pôr em causa a zona verde.
Foi isto que transmitiu aos moradores, é isso que vai ser feito, e é desta forma que
lhe parece que as coisas devem evoluir. Verificou que havia ali necessidade de
perceber o sentimento das pessoas relativamente àquele espaço, e agora o que se
vai fazer é reanalisar e ver se se encontra uma solução que seja adequada, e já há
algumasideias.
Em resposta ao Sr. Vereador Nuno Libório, e à posição política, parte das coisas já
as disse respondendo ao Sr. Vereador Carlos Patrão, e, com toda a serenidade do
mundo, porque não vale a pena sobre esta matéria tecer muitas considerações, em
primeiro, quer dizer que o abaixo-assinado foi entregue ontem. A junta de
freguesia veio entregar à câmara municipal o abaixo-assinado, que tem algumas
considerações que estão desatualizadas no tempo, na medida em que é um
abaixo-assinado com a data de 18 de junho.
É um abaixo-assinado correto, que se leu com muita atenção, que diz o seguinte:
“Face aos motivos apresentados, sugerimos as seguintes medidas: Visita de V. Ex
(e deve estar a referir-se ao próprio) ao espaço em questão; Interrupção provisória
dos trabalhos de conversão do espaço até uma decisão que considere a opinião
dos moradores; Avaliação do impacto ambiental e urbano na comunidade de
moradores em redor do espaço verde; Avaliação das áreas da União das Freguesias
de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, em que o problema de falta de
estacionamento é mais marcado e que necessitam de intervenção.”
Tem, pois, um abaixo-assinado com muitas assinaturas, bastantes assinaturas,
também tem todas as reclamações que chegaram à junta de freguesia e chegaram
também à câmara municipal, e algumas fotografias onde se evidencia que as
pessoas, muitas das vezes, estão a estacionar em zonas que não são
estacionamento, mas por vezes é necessário estacionar e é preciso encontrar as
soluções adequadas. Vê uma carrinha em cima duma zona verde, e isso é porque
não tinha mais espaço nenhum e foi ali que teve de estacionar.
Aquilo que pode dizer ao Sr. Vereador é o que foi a iniciativa da câmara municipal
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em avançar com estas bolsas de estacionamento, conforme se referiu num
determinado contexto, e sobre esta matéria não há milagres, o espaço não
abunda. Como não abunda têm de se encontrar as soluções mais equilibradas e
sensatas possíveis. Agora, não se pode é querer o melhor de dois mundos, ou seja,
manter tudo como está e criar estacionamento. —
Certamente que se têm vindo a analisar uma série de possibilidades, até em zonas
que, em termos de tratamento de zona verde, não têm tido esse mesmo
tratamento, que não é o caso, de facto nâo é o caso, havendo zonas em que se
calhar essas bolsas de estacionamento são mais necessárias e não criam
problemas à população. —
Repete que criar bolsas de estacionamento é sempre ocupar terreno, como o Sr.
Vereador sabe, têm é que ser criadas as condições em que nas bolsas de
estacionamento sejam plantadas árvores, haja condições, sempre que possível, em
grelhas de enrelvamento, etc.
Depois, vai-se situar, naquilo que é referido no fim da posição política: No ponto 1
questiona-se: “Tal como se difunde na comunicação social, a obra foi suspensa?”.
Foi,jáodisse;
No ponto 2: “Se foi, o que é que a câmara municipal fará de seguida com essa
suspensão? Anula-se o procedimento administrativo e abandona-se esta obra?”.
Vai repetir aquilo com que se comprometeu com os moradores, que se ia
suspender a obra e reavaliar o processo, situação que se está a fazer, e que nessa
reavaliação do projeto não se ponha em causa a zona verde existente;
No ponto 3: “Mantêm a intenção de apresentação de um plano de mobilidade e de
estacionamento para a urbanização Quinta da Piedade? (...)“. Aquilo que quer dizer
ao Sr. Vereador e o que foi manifestado numa outra vez, é que a questão da
ciclovia veio acentuar aquilo que é, de facto, a falta de estacionamento. Houve
duas posições, as pessoas que estavam a favor da ciclovia e as que estavam
contra a ciclovia, e na reunião que teve com as pessoas que quiseram estar
presentes o compromisso que assumiu foi que só se avançaria com a conclusão
das ciclovias quando se tivessem alternativas em termos de estacionamento. É
nisso que se está a trabalhar, há uma série de espaços em que se pensa vir a criar
estacionamento, e há zonas em que a bolsa de estacionamento é diminuta, 6 ou 10
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estacionamentos, pouco mais, porque também não há condições. Contudo, 6
carros aqui, mais 10 noutro sítio, etc., vai dando algum conforto para as
necessidades.
A conversa que teve com os moradores foi uma conversa elevada, com a
tranquilidade possível no início, porque na parte da manhã a reunião se calhar não
foi tão pacífica assim, mas sobre isso não faz comentários, e aquilo que ficou foram
estes compromissos, que se vão assumir.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libério, mencionando que a informação é do Sr.
Presidente, os membros da CDU subscrevem-na, pensa que revela objetividade, e
está a falar da questão da suspensão da obra na rua João Lopes Raimundo e rua
Vieira da Silva. O Sr. Presidente diz que a obra está suspensa, que a câmara
municipal vai reavaliar o processo, e que dessa reavaliação do processo não se
porá em causa a zona verde existente. Pensam que é uma correta decisão.
O que têm a lamentar, e não tem nada a ver com o facto de o próprio ser dum
partido político diferente daquele do Sr. Presidente, tem a ver com uma conceção
própria que assiste ao exercício de poder da CDU, é que na opinião dos seus
membros isto poderia também ter sido evitado se se tivesse dado cumprimento a
uma orientação também expressa por esta câmara municipal em 2018, aquando
daquela polémica, que era de envolver as pessoas antes das tomadas de decisão
sobreestasmatérias.
Para terminar, reconhecem que o problema do estacionamento é um problema
difícil de resolver nesta urbanização, mas o Sr. Presidente que deixe que lhe
precise uma afirmação do mesmo, até porque não é a primeira vez que o diz.
Efetivamente, a construção da primeira fase da Quinta da Piedade tem um alvará,
como o Sr. Presidente sabe, anterior à existência do poder local democrático no
concelho de Vila Franca de Xira, e, por outro lado, tudo aquilo que se lhe seguiu, do
ponto de vista da aprovação, foi feito num conjunto de legislação em que tudo foi
cumprido. À data, ou à época, as necessidades de estacionamento ou a existência
do parque automóvel, eram completamente diferentes, a situação evoluiu para
pior, não têm dúvidas nenhumas sobre essa matéria.
Contudo, também é justo reconhecer que aqueles que estiveram a seguir ao 25 de
Abril, nos primeiros anos de gestão democrática desta câmara municipal, não
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Câmara Municipal 1 ‘
praticaram nenhuma ilegalidade, antes, cumpriram os planos, mesmo não
havendo, como o Sr. Presidente sabe, responsabilidade muito própria, específica e
regulamentar por parte das autarquias locais relativamente às questões do
urbanismo.
O Plano Diretor Municipal foi aprovado muitos anos depois, e só depois disso é que,
do ponto de vista do planeamento e operativamente, a Câmara Municipal de Vila
Franca de Xira teve condições, e ainda assim conseguiu o que conseguiu, do ponto
de vista do resgate de terrenos privados para usufruto da população da Póvoa de
Santa Iria, o que enche a todos certamente de muito orgulho.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que não desconhece nada disso, não falou em
ilegalidades, falou foi de bom senso, porque o bom senso é o que deve presidir a
todas as atitudes que se têm, e não ter previsto estacionamento para todos
aqueles habitantes, para todos aqueles moradores que foram para a Quinta da
Piedade, naquela zona, efetivamente veio a verificar-se que não foi uma boa
solução, e agora aquilo que se está a fazer é tentar resolver.
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Sobre a criação de bolsas de estacionamento
na Rua João Lopes Raimundo e Rua Vieira da Silva
A população da Rua João Lopes Raimundo, na Póvoa de Santa Iria, juntou-se, no passado Sábado,
contra a construção de uma bolsa de estacionamento num espaço verde consolidado junto às suas
habitações e está a desenvolver um abaixo-assinado onde reclama pela sua preservação.
A CDU acompanha este sentimento da população, até porque, na sequência da polémica com a
construção da ciclovia na Urbanização da Quinta da Piedade, foi assumido pela gestão camarária
que seria efectuado um levantamento de necessidades, de terrenos possíveis para novas bolsas de
estacionamento e de um envolvimento efectivo das populações.
Desde 2018 que a CDU solicita essa informação, o que até à data nunca nos foi entregue. Apesar de
eleitos no órgão Câmara Municipal só fomos conhecedores do desenvolvimento desta obra após
alerta da população e por uma consulta que fizemos ao portal base.gov, que confirma a
adjudicação dessa obra por um valor de cerca de 130 mil euros.
Recordamos novamente que, em Outubro de 2018, apresentámos uma proposta de planeamento
de modos suaves de mobilidade, que contemplava a audição da população, de modo a serem
encontradas soluções para a construção de bolsas de estacionamento, proposta essa que foi
chumbada.
Após a justa luta da população local, com a concentração no local e a criação do abaixo-assinado
que ainda decorre, o executivo camarário PS/PSD suspendeu a obra.
CDU
PcP.PEvi[3
CAMARAMU
Posição política
GABINETE DE APOIO AOS VEREADORES DA CDU NA CMVFX
CDLI
PCP-PEV
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CAMARA MUNICIPAL DE VILA FRAN DE XIRA
Os eleitos pela COU pretendem questionar o executivo:
1. Se, tal como se difunde na Comunicação Social, a obra foi suspensa?
2. Se foi, o que é que a Câmara Municipal fará de seguida com essa suspensão? Anula-se o
procedimento administrativo e abandona-se esta obra?
3. Se mantêm a intenção de apresentação de um plano de mobilidade e de estacionamento
para a urbanização Quinta da Piedade, Bolonha e Casal da Serra, na Póvoa de Santa Iria, a
discutir com as populações dos respectivos bairros ou locais e com o conhecimento de
todos os eleitos na Câmara Municipal?
É convicção da CDU que o caminho a trilhar pela Câmara é o do envolvimento e da participação das
populações, além do construir de soluções para um problema de mobilidade, trânsito e
acessibilidades que, efectivamente, existe na urbanização da Quinta da Piedade, Bolonha e Casal da
Serra.
Vila Franca de Xira, 24 de Junho de 2020
Os Vereadores eleitos pela CDU na Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
(\5: Ll
- 1. . Á /4/Lo
(Regina Janeiro) (Nuno Libério) (Mário Calado) (Cláudia Martins)
GABINETE DE APOIO AOS VEREADORES DA CDU NA CMVFX
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Município  ti,, Proc2
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ABOLIÇÃO DE PORTAGENS NAA1
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que um assunto que os membros
da CDU gostariam de colocar à câmara municipal, não porque seja novo, e não
porque crie alguma surpresa do ponto de vista daquilo que é expectável por parte
da câmara municipal, nos termos da sua resposta, tem a ver com a abolição de
portagensnaAl.
Sistematicamente, quando a câmara municipal é confrontada com a incapacidade,
após a intransigência de sucessivos governos, P5, PSD, CDS, de criar condições
efetivas, de ordem política, para a suspensão e eliminação de portagens na
autoestrada, ouve-se dizer que em Vila Franca de Xira existe um largo consenso
sobreestamatéria.
Disso já estão habituados a ouvir, mas o que não estão habituados a ouvir é, por
parte de quem hoje gere a câmara municipal, medidas que tomou ou pensa tomar,
suficientemente defensivas e reivindicativas no sentido de cumprir aquilo que é
uma injustiça imposta ao concelho de Vila Franca de Xira há mais de 20 anos de
desenvolvimento. A manutenção de portagens no concelho, não se tenham dúvidas
nenhumas sobre esta matéria, é um entrave ao desenvolvimento socioeconómico,
e acrescentam, à mobilidade da própria região metropolitana.
Não podem continuar a tolerar que a ganância das parcerias público-privadas
sistematicamente se imponha sobre os interesses coletivos e os interesses
públicos. As obras de estabilização do talude vieram a demonstrar aquilo que
sempre disseram sobre esta matéria. É tempo de pôr cobro a esta situação de
injustiça, é tempo de exigir à concessionaria Brisa uma medida alternativa face aos
constrangimentos atuais e, acima de tudo, é tempo do Governo assumir a sua
responsabilidade, enquanto entidade concessionária, no sentido da eliminação das
portagens, porque, como sabem, há poucos meses houve aquele incidente no
Parlamento, em que os que em Vila Franca de Xira diziam ser a favor da abolição
de portagens, uma vez investidos como deputados do Partido Socialista na
Assembleia da República esqueceram-se desse compromisso que assumiram com
a população de Vila Franca de Xira.
Fala, naturalmente, de eleitos do Partido Socialista, mas, independentemente
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Câmara Municipal
destas contradições insanáveis, há uma coisa pela qual se continuarão a bater,
pela abolição de portagens, e na opinião que têm a câmara municipal tem de ter
uma palavra muito mais exigente sobre esta matéria.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que dá jeito ao Sr. Vereador falar duma
situação em que efetivamente as pessoas, quando estavam com uma determinada
responsabilidade polftica, tinham uma posição, e agora, que estão noutra
responsabilidade política, têm outra. Sobre isso não comenta, a única coisa que
quer dizer é que, enquanto presidente da câmara, tomará sempre a mesma
posição. Como não tem ambições de ser deputado, será sempre assim.
Contudo, como o Sr. Vereador sabe, e como várias vezes fala no coletivo, muitas
das vezes é difícil separar as questões de decisão coletiva e de disciplina partidária
relativamente a algumas matérias, e os membros da CDU, como são dum partido
que leva isto muito a rigor, sabem que é mesmo assim, ou seja, às vezes é difícil
ultrapassar determinadas diretrizes, por muito que isso por vezes seja complicado.
Crê que é uma matéria que tem a ver com isso.
Agora, não tem dúvida nenhuma que esta é uma insistência que deve ser feita, e o
executivo tem feito as insistências que pensa que deve fazer, e vai continuar a
fazer, porque entende que era uma solução adequada, apesar de haver quem
refira que quando as portagens forem abolidas vai haver uma maior concentração
de veículos na própria Ai, mas enfim, essa é outra questão. Aquilo que lhe parece,
enquanto não houver alternativas à EN1 e à Ai, é que obviamente a abolição das
portagens no território do concelho era uma situação absolutamente
imprescindível.
Há questões que têm a ver com os contratos que foram celebrados, há questões
em que o Governo, para uma situação destas tinha de alterar esses mesmos
contratos que foram feitos com a Brisa, e há situações que lhe parece que têm
mais peso se forem tratadas no sítio certo, que é a Assembleia da República, onde
esse combate político se calhar tem mais expressão, apesar de que a
responsabilidade de cada um também é fazer aquilo que deve fazer, e cada
partido, na Assembleia da República, fará o que achar oportuno.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
LIMPEZA DE MATO JUNTO À PRACETA JOÃO JOSÉ FERREIRA DO AMARAL - POVOS -
VILAFRANCADEXIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dando os bons dias a todos e
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, bem como
todos em casa que estão a ouvir a reunião, dizendo que ontem foi chamado a
Povos por uma pessoa amiga, por causa duma situação que o Sr. Presidente bem
conhece, pois fez questão, era o próprio presidente de junta, de tomar uma posição
que considerou muito correta, e aliás foi a posição que desencadeou depois,
imediatamente, a limpeza de todos os terrenos adjacentes, neste caso, e em
particular, ao prédio situado na praceta João José Ferreira do Amaral, n9 1, o
primeiro prédio junto à rotunda, que quando se sobe para o parque residencial de
Povosficaàesquerda.
Está tudo bonito, tudo arranjado, aliás ontem verificou, e não tinha reparado ainda
nisso, um jardim muito bonito, pequeno, mas bonito, nas traseiras do prédio. Está
muito bonito, está lindo mesmo, só que o espaço antes era limpo pela junta, o
próprio mandava-o limpar, porque não fazia sentido estar a limpar as zonas
públicas e depois as pessoas ficarem com aquele mato à volta, mas, resultando da
ação que o Sr. Presidente na altura tomou, há uns 4 ou 5 anos, aquilo foi tudo
imediatamente limpo, mas os proprietários dos lotes vedaram aquilo. —
A junta foi lá recentemente, limpou aquilo, e muito bem, mas há lá mato da altura
das bandeiras que estão por detrás do Sr. Presidente. É um prédio isolado, com um
jardim nas suas traseiras, uma calçada toda limpa, tudo bonito à volta, mas as
pessoas estão ali com mato, 2 lotes de feno na barreira virada para a estrada
nacional e, do outro lado, virados para a zona onde foi feito agora um parque de
estacionamento novo, e muito bem.
Vai dizer uma coisa, que o Sr. Vereador António Félix e o Sr. Vice-Presidente já o
ouviram dizer, é absolutamente defensor da importância do Conselho Municipal de
Segurança, às vezes coloca situações que têm a ver com estas matérias, e lembra-
se de o Sr. Comandante António Carvalho ter dito que parecia que o próprio não
estava a entender muito bem quais eram as responsabilidades, mas está, entende
muito bem as coisas todas.
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Município / 17? 11K Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
Hoje foi levar a sua mulher ao trabalho, até passou e viu novamente uma limpeza,
e muito bem, na antiga vivenda do Or. Esguelha, estava lá um bulidozer a limpar
aquilo tudo. Foi uma coisa que foi ouvindo, que foi lutando anos, em que nunca
aconteceu nada, agora está a acontecer, e muito bem. Aquilo que quer dizer é que
não pode haver uma lei que diz que não pode haver mato substancial à volta das
residências, e depois, tal como tem fotografias que pode mostrar ao Sr. Presidente,
a 1,5m há mato da altura das bandeiras. Não pode ser, os homens foram lá limpar
aquilo, aquilo é deles, sabem que têm de limpar todos os anos e se não limparem
tem a câmara municipal que limpar e imputar-lhes os custos, que é aquilo que
pensa que na maioria das vezes, quase sempre, ou sempre, fará.
Relativamente a esta questão, gostava que a câmara municipal fizesse cumprir os
regulamentos e obrigasse à limpeza destas situações, que são absolutamente
inadmissíveis.
Assim, agradece a maior atenção sobre isto. — — —
Interveio o Sr. Presidente, referindo, sobre esta questão da limpeza de 2 lotes em
que os proprietários não fazem aquilo que devem fazer, que é cuidar da sua
propriedade, que o que se tem vindo a fazer é avançar com ações coercivas, e
depois disso, na esperança da câmara municipal vir a ser ressarcida dos gastos.
Estas matérias estão com a Divisão de Assuntos jurídicos, que está a desenvolver
todos estes processos, e fica a nota, para se verificar se com alguma insistência
isto se faz com naturalidade, ou então têm de se tomar decisões de ação coerciva.
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Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
TUBO DE ESGOTO JUNTO AO POSTO NÁUTICO - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que vai tentar ser telegráfico, vai
ser rápido, mencionando que há uns dias mandou uma mensagem, uma fotografia
no Messenger para o Sr. Vereador António Félix, pois não tinha o contacto do
vereador e vice-presidente, Sr. António Oliveira, que tinha a ver com o tubo de
esgoto que está a aparecer em maré vazia, im ou 2m fora da água, na lateral ao
posto náutico, em Vila Franca de Xira, que é uma coisa um bocado complicada. Na
maré cheia fica coberto, mas torna-se um perigo à navegação às pessoas por ali, o
que vale é que os Avieiros conhecem mais ou menos a zona e têm algum cuidado. -
Ontem mesmo foi chamado à atenção mais uma vez para a necessidade de se ver,
e o que diz ao Sr. Vice-Presidente é que não sabe se aquele coletor, aquele tubo de
esgoto, está desativado ou não, o que sabe é que importa verificar aquilo porque é
perigoso, para além de ter um aspeto um bocadinho esquisito quando a maré está
vazia.
Disse o Sr. Vice-Presidente que já lá está há muito tempo.
Prosseguiu o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que sim, há muito tempo, agora,
ele aparece fora de água em vez de estar mergulhado, quando a maré está vazia,
quase a 45°. O Sr. Vereador António Félix deve ter a fotografia, e o próprio
também, não tem é o contacto do Sr. Vice-Presidente.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, mencionando que é uma situação antiga, pediu
uma informação aos serviços e pede ao Sr. Vereador que lhe faça chegar a
fotografia, sendo que se terá de fazer ali uma intervenção também com a APL -
Administração do Porto de Lisboa. Se é aquele cano que está a pensar, está
identificado, acontece principalmente na maré baixa. —
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Víla Franca de Xira 1 Deliberação n_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ESTACIONAMENTO DA VALA DO CARREGADO - CASTANHEIRA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que volta a falar da necessidade
urgente de se ver aquela história do estacionamento da Vala do Carregado, porque
a situação mantém-se tal qual como os membros da CDU conheceram até aqui.
Agora, segundo informações dum senhor morador, Sr. Inverno, a situação está-se a
agravar, porque a oficina que lá se encontra a laborar perto vai aproveitando e
espalha os carros portodoo lado.
Há, de facto, mesmo necessidade de olhar para aquela zona do concelho, para a
Vala do Carregado, de acordo até com aquilo que se foi discutindo nas reuniões de
câmara, e ver aquela questão de criar alguns lugares de estacionamento.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o estacionamento vai avançar, de acordo
com aquilo que foi também o parecer do Sr. Presidente da junta. Agora, há uma
coisa que o Sr. Vereador refere que, lá está, é a questão do estacionamento, não
se consegue ter estacionamento para tudo e mais alguma coisa. Se este senhor
anda a espalhar carros por tudo quanto é sítio, é o que é.
Referiu o Sr. Vice-Presidente que a fiscalização já lá foi a semana passada.
Perguntou o Sr. Presidente se foi relativamente a este estacionamento abusivo, e
se o Sr. Vice-Presidente quer referir mais alguma questão, da própria obra.
O Sr. Vice-Presidente interveio, dizendo que sim, e que a obra está pronta para se
iniciar. A pedido dos moradores, nomeadamente a jusante do pontão, logo ali, vai
ser iniciada brevemente uma nova zona de estacionamento, fez-se ali um
enquadramento, mas teve de se aguardar por causa do período de obra que foi
candidatado. Teve de se aguardar pelo projeto que foi aprovado antes de se poder
mexer naquela estrutura, mas agora já se pode e avançar-se-á com essa
empreitada.
Aproveita para informar, a reboque da Castanheira, que foi resolvida uma questão
de saneamento no bairro da Atrai Cipan, que era muito antiga, estando já feita a
estação elevatória e já está na rede. È uma situação que se trouxe várias vezes
para informação, porque todo aquele saneamento ia para o rio Grande da Pipa e
hoje já entra na rede para tratamento.
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/.. ÃJ Reuniãode2O2o/06/24
Município
‘ V
‘? Proc
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Vila Franca de Xira J - Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ESPAÇO MULTIUSOS - CASTANHEIRA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que os membros da CDU voltam a
lembrar, mais uma vez, a questão do espaço multiusos ou a sua necessidade, na
Castanheira do Ribatejo, que continua sem espaço multiusos para a prática
desportiva e outras atividades.
Assim, reiteram novamente essa necessidade.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que não sabe se o Sr. Vereador se está a
referir ao desporto propriamente dito, se está a falar doutro tipo de multiusos,
porque, em termos de desporto, estão-se a fazer algumas iniciativas, não
propriamente na Castanheira, e pensa-se vir a fazer, mas nas Quintas e noutros
locais em que está prevista a construção de espaços para atividade desportiva.
Se o Sr. Vereador lhe está a falar, e não sabe se era essa a ideia, do espaço
multiusos versus auditório cultural, é uma matéria em que ainda não está fixado o
espaço, porque a câmara municipal, com a junta de freguesia, tinham evoluído
para uma determinada solução, mas a própria assembleia de freguesia, que num
determinado contexto também está por dentro deste processo, não sabe se a
liderar se não, colocou outras hipóteses de espaço. Em termos financeiros esses
espaços são muito onerosos, em vez da solução que se tinha, que é um espaço
junto à atual sede da junta de freguesia, em que não se tinha de investir nenhum
dinheiro para a compra de terrenos.
Enfim, é uma situação para, quando houver condições, ir falar com o Sr. Presidente
da junta e com o Sr. Presidente da assembleia de freguesia, para se acertarem à
volta desta matéria.
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Município
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de ‘1Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal /
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ILHAS ECOLÓGICAS - CASTANHEIRA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dizendo que por acaso até assistiu, e é
sempre com agrado que os membros da CDU verificam e constatam essas coisas, à
referência, abertura ou inauguração de ilhas ecológicas na Castanheira do Ribatejo,
mas a questão é que ainda na quarta-feira passada aquelas ilhas ecológicas
encontravam-se com a película à sua volta, fora de serviço.
Assim, queriam perguntar ao Sr. Presidente para quando é que está prevista a
cabal utilização das ilhas ecológicas.
Interveio o Sr. Presidente, referido que também não sabe responder porque é que
as ilhas ecológicas não estão a funcionar. Já deviam estar, se não estão vai saber
porquê, pois aquilo é para funcionar, não é para embelezar. Se fosse para pôr um
bibelot tinha arranjado um monumento numa ilha ecológica, num sftio qualquer, e
punha-olá,masnãoéisso.
Aquilo foi informado no sentido de criar condições para que a recolha se faça com
melhor qualidade e mais capacidade, e vai saber porque é que ainda tem lá o
celofaneàvolta.
Continuou, dizendo que recebeu agora uma informação, e é curioso, não sabe se
foi pela conversa que está a ter ou não, mas as ilhas ecológicas começaram a
trabalharestanoite.
A chamada de atenção do Sr. Vereador e a do próprio, pelos vistos, já resultaram,
fazpaftedistotudo.
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de ‘AliVila Franca de Xira iv Deliberaçao n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PONTO DE SITUAÇÃO DO PASSEIO RIBEIRINHO - CASTANHEIRA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, perguntando qual é o ponto de situação
sobre o caminho ribeirinho entre a Vala do Carregado e Vila Franca de Xira, e se o
Sr. Presidente tem alguma coisa para dizer acerca deste assunto.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que se está a fazer um trabalho de
parceira com a Câmara Municipal de Alenquer, como já referiu em vários
momentos, e há determinado tipo de informações que a câmara municipal também
precisa de saber para desenvolver o seu próprio trabalho, porque, no que diz
respeito ao território do concelho já há um pensamento e uma área de intervenção.
Na área de Alenquer esse processo ainda está a ser consolidado, e está-se a
aguardar que tudo isso esteja concluído para a candidatura avançar e fazer-se
então o caminho ribeirinho intermunicipal, entre Vila Franca de Xira, Vala do
Carregado e a zona ribeirinha de Alenquer. —
É um processo em que se está a trabalhar.
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Município Ali Proc
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
DEPÓSITO DE ENTULHO JUNTO À ANTIGA BETECNA - SOBRALINHO
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que o Sr. João Caeiro Velasquez
mandou aos membros da CDU, e o executivo deve ter conhecimento também, no
dia 29 de abril de 2020, um e-mail reclamando e lamentando a existência dum
depósito de entulho que está a ser criado na estrada da Arruda, depois do
cruzamento do Sobralinho, junto à antiga Betecna. Estão lá telhas de fibrocimento,
alcatifas velhas, outros entulhos ao abandono, a malta aproveita isto tudo, é uma
desgraça, e o senhor pede que tão rapidamente quanto possível seja resolvido
aquele problema pela câmara municipal ou que a câmara municipal trate de falar
comalguémparaasuaremoçâo.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que a informação que tem é que várias
vezes já se foi recolher o lixo, a última foi no início deste mês, mais propriamente
foi-se lá limpar no dia 6 de junho. Contudo, este é um trabalho inglório, limpa-se,
suja-se, limpa-se, suja-se, é uma coisa difícil, mas também não há outra volta a
dar, como o Sr. Vereador bem sabe, melhor que ninguém.
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Vila Franca de Xira Deliberação ri2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PAGAMENTO DE ESPETÁCULOS CANCELADOS OU ADIADOS
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, dando os bons dias e cumprimentando,
na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, cumprimentando também todos
aqueles que seguem a reunião através da transmissão on-line, mencionando que a
sua primeira questão se prende com os agentes artistas e culturais.
Os membros da CDU sabem que existe um decreto-lei de 26 de março, que
entretanto foi revisto em abril, que regula os espetáculos cancelados ou adiados,
sendo que o mesmo, no seu artigo 112, refere que as entidades públicas devem
garantir, e agora passa a citar, o pagamento de todos os valores devidos em razão
da atividade que venha a ser cancelada, a todas as pessoas, singulares ou
coletivas, incluindo autores, artistas, trabalhadores e prestadores de serviço, pelo
montante total contratado ou previsto, como se a atividade fosse realizada na data
prevista para o efeito.
Diz ainda que a realização dos pagamentos, nos casos de adiamentos ou
reagendamentos, será nas datas previstas antes do cancelamento ou adiamento, e
que, o mais tardar, na data que se encontrava inicialmente agendada, é pago um
mínimo de 50% do valor acordado, sem prejuízo de negociação com vista à
recalendarização da atividade.
Posto isto, os membros da CDU gastariam de saber se a Câmara Municipal de Vila
Franca de Xira está a cumprir com o que está regulamentado, e se está pelo menos
a fazer o pagamento no mínimo de 50% do valor acordado a todos os agentes
culturais com os quais já tivesse feito um contrato. —
Aproveitam também para questionar: Que contratos se têm até à data? Qual o
valor dos mesmos? Com que artistas se tem contrato e para que eventos? Qual vai
ser a sua recalendarização?
Querem também questionar qual o custo da programação cultural adicional que a
câmara municipal nestes últimos tempos tem vindo a desenvolver.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a Sr Vereadora referiu a questão do
pagamento dos espetáculos e dos contratos que foram celebrados, está-se a
cumprir religiosamente aquilo que é o despacho que saiu, e sobre isto, tanto a Sr
Vereadora Manuela Ralha, como o Sr. Vereador António Félix, podem acrescentar
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
algo.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, referindo, para além daquilo que
o Sr. Presidente já disse e que, de facto, reflete o que se está a fazer, que se estão
a manter todos os compromissos que se tinham, e há duas situações de custos
acrescidos: O programa que se criou, dos Músicos do Concelho em Casa, que
perfaz um valor global de 25 830,00€, que são 7 rondas, 8 concertos de meia hora
cada ronda, portanto, são 25 830,00€, foi o que na altura se acordou com o Paulo
Brissos, e é ele que depois gere com os respetivos músicos; Depois, o concerto do
Ateneu do Dia de Portugal, que foi um custo também acrescido, que se decidiu
levar a cabo. O Dia de Portugal não é normalmente uma efeméride comemorada
pela câmara municipal, mas entendeu-se que Vila Franca de Xira, concelho,
merecia, de facto, um espetáculo que elevasse e animasse as hostes um
bocadinho assim, e custou 15 129,00€.
Há também a Cosmopolítica, em que se decidiu manter a última exposição, num
valor total que se pagou aos artistas de 7 470,00€, mais ou menos, e depois os
contratos-programa que se têm com o Conservatório Silva Marques, o Inestética e
o Cegada. Cumpriu-se tudo o que se tinha para cumprir, já se efetuaram os
respetivos pagamentos, tem-se tudo em dia, mantendo-se todos os acordos que se
tinham, e isto na cultura.
—
Para além disso são as despesas normais que se têm com as exposições que se
mantiveram, as curadorias que se têm estabelecidas, e a alteração que se vai fazer
ao Museu do Neo-Realismo, em que se contratualizou o designer museográfico,
estando-se a fazer já a alteração toda do segundo piso, e brevemente haverá
novidades, o próprio museu vai levar uma reestruturação.
Quis-se manter precisamente tudo isto, porque, não só os músicos, os atores ou os
bailarinos necessitam de viver, também os artistas plásticos, e sobretudo os
curadores e os designers museográficos. Portanto, têm-se mantido até aqui todos
os compromissos.
Sobre os contratos’programa, independentemente de terem sido ou não
cumpridos, porque, por exemplo, há iniciativas que não foram cumpridas, têm de
ser reprogramadas, e outras que não têm hipótese de serem cumpridas, decidiu-se
manter tudo isto, porque as próprias estruturas, o Cegada ou a Inestética, e o
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de auVila Franca de Xira d’/I Deliberação n2____________
Câmara Municipal
próprio Conservatório Silva Marques, e no caso do conservatório havia uma série
de iniciativas como a Clássica na Fábrica, fazem depois toda a contratação e têm
que manter todos esses compromissos. Quiseram-se manter, efetivamente, os
contratos-programa, por forma às estruturas poderem manter os compromissos
que tinham assumido também à época.
É o que lhe apraz dizer neste momento, da parte da cultura.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, dizendo que não tem muito mais a
acrescentar, aliás o importante já foi dito, está-se a cumprir exatamente com
aquilo que a lei estabeleceu, e dá só uma achega relativamente aos
reagendamentos. Os reagendamentos vão depender muito da evolução que toda a
situação tiver, O que se está a pensar, obviamente, e especificamente quanto ao
Colete Encarnado, é toda a programação que estava prevista este ano passar para
o próximo ano, mas isso vai depender do que é que acontecer, da evolução que
toda esta situação tenha, sendo que ainda agora houve um pouco este andar para
trás na Área Metropolitana de Lisboa, e não se sabe o que é que vai acontecer.
Está-se muito dependente, mas a ideia é, aqueles em que for possível, passá-los
paraopróximoano.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que é o que é, tem de se ir avaliando a cada
dia a situação complicada que se vive.
A Sr Vereadora Cláudia Martins interveio, dizendo que os membros da CDU
gostariam de questionar, relativamente ao pagamento aos artistas e agentes
culturais, se também os técnicos estão incluídos, por exemplo, os técnicos de
audiovisuais, neste grupo.
—
Respondeu a Sr Vereadora Manuela Ralha que, em tudo o que concerne a
concertos e eventos, obviamente que quando falava no pagamento dos concertos
está anexo o pagamento aos técnicos de audiovisuais. Para além do mais têm-se
mantido os compromissos com várias empresas relativamente à manutenção, por
exemplo, do sistema de som do Museu do Neo-Realismo, que foi todo
reestruturado, continuaram-se a manter todos esses compromissos. Tem-se
também trabalhado com empresas de audiovisuais inclusivamente nesta nova
forma de fazer as reuniões de câmara, houve que recorrer a empresas externas
para o conseguir.
—
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Camara Municipal
A preocupação, volta a dizer e a reforçar, não foi só manter os compromissos que
estavam anteriormente assumidos, foi-se mais além do que está plasmado na lei,
quis-se criar uma programação muito específica, que permitisse dar trabalho. Não
sabe se a Sr Vereadora teve ocasião de ver, mas este programa dos Músicos do
Concelho em Casa vai muito para além, por exemplo, das iam, em que estava só
um grupo muito restrito. Tudo o que é músico profissional que se quis envolver e
trabalhar com a câmara municipal esteve englobado.
Há pouco não falou nas iam, mas mantiveram-se os compromissos das iam,
reagendaram-se e está-se a tentar perceber como é que se pode fazer até ao fim
do ano, com estes avanços e recuos. Tem havido uma preocupação muito efetiva e
premente relativamente aos nossos agentes culturais, sobretudo porque se
percebeu que é uma área que está muito fragilizada e deu-se aquilo que se pôde
dar em todo o apoio, inclusivamente deu-se às famílias.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
FALTA DE EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS NO CONCELHO
Interveio a Sr? Vereadora Cláudia Martins, referindo-se a uma questão que já foi
demasiadas vezes debatida nesta câmara municipal, mas que os membros da CDU
têm de continuar a debater e a questionar, porque as situações não estão
resolvidas, e prende-se com a falta de equipamentos desportivos no concelho.
Infelizmente continuam a ter de vir falar destas situações, porque têm vindo a
piorar.
Neste momento há um clube centenário que tinha uma prática grande de futebol,
um clube que chegou a ter o seu escalão sénior na 2? Divisão Nacional, e que hoje
em dia está sem qualquer escalão de futebol. Fala, como se sabe, do Alhandra
SportingClub.
Há agora outro clube no concelho, o Clube desportivo e Recreativo Bragadense,
que teme que o seu destino seja igual ao do Alhandra, aliás, caminha para lá a
passas largos, já que o intuito na próxima época desportiva é não ter também
qualquer escalão no futebol.
Estão a falar de clubes, sabem, que têm os únicos campos pelados, que não têm
qualquer condição de prática desportiva neste momento.
Depois, tem-se a UDV, a equipa que está a jogar na divisão nacional, que se vê
obrigada a jogar fora do concelho, em Rio Maior, pois não tem condiçôes de
receber jogos profissionais na sua casa, devido, como se sabe, à falta de
infraestruturas que a Liga obriga a ter.
Todas estas situações não dignificam em nada o concelho e, acima de tudo, o que
diz ao Sr. Presidente, falando dos clubes que deixaram ou estão em vias de deixar
de ter esta modalidade desportiva, é que deixam de poder dar a mão a dezenas de
jovens, que veem neste desporto um escape às suas situações de vida. Acima de
tudo, sabe-se que a prática desportiva é um momento de crescimento saudável, de
uma vida completa, daí os membros da CDU entenderem que há necessidade de
intervenção da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.
Para si este é um assunto triste, jogou no Alhandra, treinou no Alhandra Sporting
Clube, passaram-lhe muitas dezenas de jovens pela mão, e é muito triste perceber
a quantidade de jovens, dezenas de jovens, a quem se deixa de dar a mão,
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de tINIAVila Franca de Xira ‘1 Deliberação n9
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Câmara Municipal
percebendo-se claramente, não todos, mas que uma grande parte que estava ali
fazia daquele campo quase a sua casa. Muitos deles às vezes até era ali que se
alimentavam, infelizmente.
Posto isto, gostariam de saber o que é que está a ser feito para se resolver cada
um destes problemas, relativamente ao campo do Alhandra, ao Bragadense e
também à União Desportiva Vilafranquense.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que todos sabem que o futebol tem uma
expressão muito forte no país e em todo o mundo, mas a atividade desportiva no
concelho não se cinge só ao futebol, sendo que, num determinado contexto, de
facto havia muita falta de equipamentos e hoje em dia está-se bem apetrechado,
com muitos equipamentos para o desenvolvimento de várias modalidades.
No que concerne ao futebol, e ao Alhandra, não tem sido um processo simples,
fácil, mas tem-se vindo a falar com o Alhandra no sentido de encontrar uma
solução, como já referiu, que passa também por uma entidade terceira, para
resolver, não definitivamente, mas pelo menos provisoriamente, o problema da
falta de campo de futebol para a prática, principalmente, da área da formação.
Depois, quanto à situação definitiva, será no terreno que foi disponibilizado ao
Alhandra Spofting Club, mas para isso é preciso tirar o passivo ambiental que lá
está, e tem que se ver como é que se há de resolver, o que não é simples, aliás,
sempre disse que aquele espaço não era o adequado, mas a insistência foi muita e
a câmara municipal anuiu à compra e à cedência do espaço em causa. Não vale a
pena falar muito disso, já se falou tanta vez, o que interessa agora é encontrar
uma solução que seja, pelo menos, provisória durante algum tempo.
Relativamente ao Bragadense, é o que é, vieram notícias a público que não
correspondem, as pessoas dizem algumas questões e os jornalistas interpretam as
questões que são ditas da forma que entendem. O próprio e o Sr. Vereador António
Félix tiveram uma reunião com os responsáveis, nomeadamente o presidente do
Bragadense, no sentido de tentar esclarecer o que é que se estava a passar, na
medida em que nunca houve intenção, de modo nenhum, de criar problemas ao
clube. Aliás, o clube tem vindo a evoluir ao longo dos anos, com dificuldade, numa
zona de bairro importante também, e em termos desportivos tem feito esse
trabalho. —
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de 411’Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
Vai-se avançar agora com a requalificação do polidesportivo, com a colocação dum
piso sintético no âmbito do Orçamento Participativo, mas não se vai conseguir
fazer tudo o que estava previsto, que eram também balneários, etc. Vai-se,
conforme estava previsto e já tinha sido dito à direção, colocar um piso sintético no
campo de futebol de 11 do Bragadense.
Chegados aqui, é preciso ter em consideração que o terreno do Bragadense é
propriedade do clube, e o terreno onde está o campo de futebol não é no território
de Vila Franca de Xira, é no território de Loures, o que cria uma situação curiosa,
mas não é por isso, pois sabe-se que administrativamente, e nos perímetros que
existem, há determinados territórios que, apesar de não fazerem parte do
património do próprio concelho, têm mais a ver com aquele concelho do que com
qualquer outro, pelo que aquilo tem muito pouco a ver com Loures ou não tem
nada quase a ver com Loures. —
já teve oportunidade de falar com o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Loures,
Bernardino Soares, dizendo-lhe o que se vai fazer, perguntando se há algum
inconveniente que se coloque lá o piso sintético, e ele disse que não há, pelo que
quando se começar agora o trabalho, pensa que no início de 2021, ou se se
conseguir avançar com o procedimento ainda este ano, naturalmente que vai pôr
por escrito essa intenção, na sequência da conversa que já teve, que da parte do
Sr. Presidente Bernardino Soares não houve dificuldade absolutamente nenhuma.--
Quis só contar uma curiosidade, que o terreno é do Bragadense, é propriedade do
Bragadense, mas não é no território do concelho. Num determinado contexto
julgou que era só parte, mas é a totalidade. Pensou que meio campo era Loures e o
outro meio campo era Vila Franca de Xira, mas não, praticamente todo o campo
está no território de Loures. Contudo, isso nunca invalidou que para a câmara
municipal o Bragadense pertence ao concelho, e é isso que interessa.
Portanto, quanto ao Bragadense, estão falados, houve de facto qualquer questão
de comunicação que não funcionou convenientemente, a intenção é criar as
condições ao Bragadense como a todos os clubes, para que possa desenvolver a
sua atividade desportiva, nomeadamente naquilo que é mais importante, que é a
formação.
Quanto à UDV, há muitos e muitos anos que desenvolve a sua atividade num
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Câmara Municipal
complexo desportivo, num campo, que é o campo da UDV, onde sempre
desenvolveu a sua atividade, que é propriedade da câmara municipal.
Inclusivamente fez um campo de treinos ao lado, que também é propriedade da
câmara municipal.
Aquilo que pode dizer, e vai-se repetir, mas é inevitável, é que a relação
institucional com os clubes deve ser sempre com os clubes. Os clubes tomam
decisões de criar SAD, a UDV tem, como habitualmente acontece, assento na SAD,
que tem propósitos de desenvolvimento de atividades desportivas na área do
futebol profissional, e a câmara municipal sobre essa matéria tem de ter algum
cuidado, para não acontecer como já aconteceu com outros concelhos, em que,
principalmente os presidentes de câmara, tiveram que responder sobre alguns
investimentos que foram feitos às SAD, e em termos legais às vezes é difícil
fundamentar esses mesmos apoios.
Chegados aqui, tem-se vindo a falar, ao contrário do que para aí às vezes se diz,
mas diz-se muita coisa, é o que é, tem que se ter a compreensão do que é o amor
ao clube, aquilo que os sécios desejariam que fosse, que a câmara municipal
construísse um estádio, etc. Compreende tudo isso, toda essa paixão pelo clube,
entende e respeita, mas têm de se criar as condições para que isto assim seja.
Um primeiro ponto que lhe parece excessivo é que quando uma equipa está no
Campeonato de Portugal não sabe se vai subir de divisão, pelo que, quando a Liga
disse à UDV que tinha 6 meses para se adaptar à legislação, às regras instituídas
pela Liga, pensa que é absolutamente não querer ajudar, não querer apoiar um
clube que, com esforço, conseguiu passar para a 2 Divisâo e para um campeonato
profissional. Disse isto aos representantes da Liga, de facto não é ajudar os clubes.
Poderia haver uma situação que lhe parece que era a mais adequada, dar um
período mais alargado para o clube se poder adaptar às necessidades exigidas.
Não foi possível, e a UDV teve de encontrar outra solução, que não é boa, mas foi
aquela que conseguiu, dos seus jogos serem realizados em casa alheia, e longe.
Então havia um responsável pela SAD, com quem se conversou, hoje há outro
responsável pela SAD, com quem se tem vindo a conversar ultimamente, que
parece que está muito disponível para encontrar soluções.
Ao contrário do que aí se diz, cada vez que se faz uma reunião, cada vez que se
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Câmara Municípal /41
desenvolve alguma iniciativa, não se anda ecessariamente a pôr no Facebook ou
a dizer na comunicação social que se fez isto, aquilo ou aqueloutro, porque só se
deve dizer seja o que for quando as coisas têm alguma consistência, quando estão
já com alguma possibilidade de evolução.
Aquilo que pode dizer é que foi mostrado ao executivo um estudo, não é um
projeto, de uma possibilidade de construir um estádio, e pode dizer que aquilo que
lhe foi apresentado agradou, porque é uma coisa interessantíssima, ao nível do
melhor que se faz no país. Não é com uma dimensão dum grande estádio, mas
com uma dimensão adequada para aquilo que são as necessidades da UDV.
Com esta coisa da pandemia o processo teve alguma paragem, mas antes, porque
estas reuniões foram antes da pandemia, aquilo com que o executivo se
comprometeu foi com a disponibilidade para encontrar soluções, que passavam
sempre pelo clube, e o clube tinha de se entender com a SAD, é assim que isto tem
que ser. Foram pedidos à câmara municipal levantamentos topográficos, que se
fizeram, bem como avaliações geológicas que tinha na zona, a mesma forneceu
todo esse material técnico, e supõe que o próprio clube em breve estará a solicitar
uma reunião com os técnicos que estão a elaborar o projeto do estádio, para
verificar juridicamente como é que tudo isto pode evoluir.
Assim, é o que pode dizer relativamente a esta matéria. Não está esquecido, tem-
se vindo a trabalhar e espera que se encontre uma solução.
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Mar-Uns, perguntando, relativamente à UDV, se
para a próxima época desportiva terá ou não condições para continuar a participar
na LigaPro ou no estádio municipal do Cevadeiro.
Queria só dar uma nota, para os membros da CDU também não existe só o futebol,
longe disso, existem outras tantas modalidades desportivas, mais importantes que
o futebol, inclusive, mas estes clubes também têm direito a ter a sua prática
desportiva, a terem o futebol.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que a Sr Vereadora faz uma pergunta a
que não sabe responder, mas, para ser honesto, duvida. Podia dizer “fique
descansada”, mas não pode dar-lhe uma resposta destas. A única coisa que pode
responder é aquilo que já disse, está-se a trabalhar no sentido de ver qual é o
melhor caminho a seguir e como é que se vai resolver o problema da UDV.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
FALTA DE PAGAMENTO AOS TRABALHADORES DAS ATIVIDADES DE
ENRIQUECIMENTOCURRICULAR
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo que os membros da CDU
tiveram conhecimento de que existem várias entidades no concelho que não estão
a fazer os pagamentos salariais aos trabalhadores das AEC — Atividades de
Enriquecimento Profissional, em tempo devido.
Sabem que muitos destes trabalhadores neste momento têm salários em atraso, e
querem saber se a câmara municipal está a honrar com os pagamentos às
entidades, se tem conhecimento desta situação, destes atrasos salariais aos
trabalhadores, e quais são as medidas que tem tomado junto das direções para
garantir esses pagamentos, e que medidas de urgência vai tomar para garantir que
os trabalhadores recebam justamente os seus salários, a tempo e horas.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que, de facto, também chegaram queixas à
câmara municipal, e o Departamento de Educação está a contactar as várias
entidades para saber o que é que está a acontecer. Como a Sr Vereadora se
recorda, o processo das medidas de apoio foi aprovado numa das últimas reuniões
de câmara, para também abranger o mês de junho, esse mês está a pagamento,
mas as queixas já vinham antes disso. Está-se a avaliar, porque aquilo com que a
câmara municipal se comprometeu foi um apoio no sentido de preservar os postos
de trabalho, e não o contrário, senão é uma coisa que tem um nome feio, que
agoranãovaidizer.
Decidiram-se situações na base da boa fé e agora, se o processo não está a ser
cumprido, tem de se avaliar e é isso que se está a fazer.
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo que só há uma preocupação
muito grande, que é necessário realmente agir com urgência relativamente à falta
de pagamento dos salários aos trabalhadores das AEC, sabendo os membros da
CDU que já há trabalhadores a passar por situações complicadas, tendo que se agir
com urgência nesta situação.
O Sr. Presidente interveio, mencionando que a única coisa que a Sr Vereadora
está a dizer é repetir aquilo que já referiu, e o que o próprio disse é que o
executivo municipal tem queixas também, e está a avaliar se é assim ou não,
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II A ReunodO0/O6/24
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Vila Franca de Xira / Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
porque aquilo que veio à última reunião de câmara, salvo erro, foi também incluir o
mês de junho, e sempre no pressuposto que as entidades tinham que salvaguardar
os postos de trabalho. Se assim não é, tem de se avaliar, em última análise vão ter
de restituir o dinheiro à câmara municipal.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO SOBRE A SITUAÇÃO DA HABITAÇÃO NO CONCELHO
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dando os bons dias a todos, começando a
suas intervenção por um pedido de informações que já foi feito na última reunião
de câmara ordinária, pelo seu substituta, Rui Perdigão, acerca da situação da
habitação no concelho, se há algum desenvolvimento sobre a mesma, até porque
infelizmente também se têm no concelho as questões da habitação e da habitação
precária. Apesar de não se terem situações tão graves como existem em concelhos
vizinhos, o concelho também tem esse problema, e o Bloco de Esquerda sabe que
esse problema também está na ordem do dia, por causa da pandemia de Covid-19
e da dificuldade da erradicação da pandemia também por causa das questões da
habitação precária.
Portanto, gostaria de ouvir o executivo sobre essa situação.
No dia 24 de março o Bloco de Esquerda colocou questões também relativas a
habitação, através do Gabinete de Apoio à Oposição, e até agora não recebeu
qualquer feedback. As informações que o Bloco solicitou, e que agradece que lhe
sejam enviadas, têm a ver com os últimos concursos às bolsas de habitação social
da câmara municipal, pelo que gostaria de saber quantas famílias concorreram, a
sua distribuição por freguesia, se destas famílias algumas pertencem à
comunidade dos Estanques e ao bairro da Improsit, no Sobralinho.
Certamente que o Sr. Presidente tem conhecimento do e-mau que foi enviado a 24
de março, que o Bloco de Esquerda gostaria que fosse respondido o mais
rapidamente possível.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que aquilo que pode dizer, e
comungando aquilo que o Sr. Vereador referiu, é que, tendo algumas pontas e
problemas localizados, está-se longe de ter as dificuldades que alguns concelhos
vizinhos têm, e não é porque certamente não tenham feito os investimentos e as
iniciativas para resolver esses problemas.
O que acontece é que em Vila Franca de Xira, de há muitos anos a esta parte,
provavelmente desde o 25 de Abril, e com maior amplitude nas décadas seguintes,
tem-se feito um investimento bastante grande naquilo que foi o programa PER, que
começou nesta câmara municipal nos anos 90 e qualquer coisa, foi quando estes
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El. Livro
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RAta 046
/ -‘ m li Reunião de 2020/06/24
Município
/ / Proc
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Vila Franca de Xira ‘7 til Deliberação n2Câmara Municipal 1
programas apareceram, e têm-se vindo ao longo de muitos anos a construir estes
bairros.
Estes bairros permitiram encontrar soluções de acolhimento de pessoas em
habitações dignas e adequadas, e é isso que se tem vindo a fazer ao longo do
tempo, aliás, pode dizer, como pessoa atenta que o Sr. Vereador é, que o
investimento que se tem feito em relação à habitação, na requalificação das
habitações, tem sido bastante avultado e vai continuar a ser. Aquilo que interessa
é este concelho, obviamente, mas também é com agrado que se verifica que a
estratégia, em termos de habitação, conhecida como habitação social, é um trajeto
que deve orgulhar a todos.
Relativamente à questão do concurso, não sabe se a Sr Vereadora Helena Pereira
de jesus depois quererá acrescentar mais alguma coisa, mas o que pode dizer é
que neste momento ainda se está na fase de receber reclamações relativamente à
listagem, que é pública. Só depois dessa análise é que a lista final virá a reunião de
câmara para conhecimento.
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, cumprimentando, na sua
primeira intervenção, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes e também
aqueles que seguem a reunião via on-line, dizendo, relativamente a esta situação
do concurso de habitação, que foram apresentadas 491 candidaturas. Quanto à
fase em que o concurso se encontra, já saíram e estão publicadas as listas das
candidaturas que foram admitidas e das candidaturas que foram excluídas,
estando a decorrer, como o Sr. Presidente bem referiu, o prazo para apresentação
de reclamações.
—
Queria também deixar nota que as listas que saem e são publicadas não têm
ordenação de admissão, mas sim por ordem alfabética. Uma pessoa que fique em
primeiro lugar nessa lista é só porque simplesmente o nome começa por A, não
quer dizer que seja admitida ou seja a primeira pessoa a ser admitida em concurso.
Quanto às informações que o Sr. Vereador Carlos Patrão pediu por e-mail, elas
estão a ser devidamente trabalhadas, até porque, como sabe, pediu informações
muito específicas, sobre 3 concursos de habitação, com divisão pelas freguesias
todas do concelho. Esse trabalho está a ser finalizado, juntamente com as outras
questões que também levantou.
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FI. Livro
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li Reunião de 2020/06/24
Município /‘N flfJ Proc2
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de } ir’:Vila Franca de Xira ( qf Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
LOJAS DOS CTT SEM FUNCIONAR NAS DELEGAÇÕES DA JUNTA DE FREGUESIA DE
VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, passando para as questões que o Bloco de
Esquerda preparou hoje para o período antes da ordem do dia desta reunião de
câmara, dizendo que uma delas, em que talvez o executivo possa ajudar, é que foi
constatando, através de vários pedidos que lhe foram chegando, que há serviços
dos CU a funcionar em algumas delegações de juntas, por causa da parceria que
existe entre as delegações de juntas do concelho e os CYY.
Sabe que este serviço é muito importante, porque algumas dessas delegações de
junta estão em locais isolados, quando se fala destas delegações de junta no
território, mais no interior do concelho e nas zonas mais rurais, estão bastante
afastadas dos centros das suas freguesias, e também em Vila Franca de Xira.
Sabe, pelas informações que o Bloco tem, que, por exemplo, em São João dos
Montes e Cotovios estas lojas dos crr estão a funcionar nas delegações da junta,
nas Cachoeiras igualmente, mas aqui, em Vila Franca de Xira, as informações que
tem é que não estão a funcionar, nem em Povos, nem no Bom Retiro, e gostaria de
perceber porque é que existe esta discrepância, tanto mais que na ANAFRE o que
se diz é que neste momento não há nenhuma justificação para que as lojas dos
CTr não estejam a funcionar.
Assim, o Bloco de Esquerda gostaria de ter algum esclarecimento sobre isto, na
medida do possível.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que o Sr. Vereador coloca uma
questão sobre o funcionamento dos Cfl e, como se sabe, em termos gerais os CrE
têm tido ciclos de trabalho que se pode considerar normal, e a maioria das vezes
dum trabalho que reputa de má qualidade do serviço prestado à população. Essa é
a questão de fundo.
Sobre a questão de pormenor que o Sr. Vereador colocou, não sabe responder,
porque, se as lojas de Cachoeiras e São João dos Montes e Cotovios estão a
funcionar, não tem resposta para a questão de Povos e do Bom Retiro.
Disse o Sr. Vereador Carlos Patrão que lhe estão a dizer que na Calhandriz também
está a funcionar. — —
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RAta
-. 048
1 n 4) Reunião de 2020/06/24
55 bulA
Vila Franca de Xira 4)1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Continuou o Sr. Presidente, referindo que pensa que na Calhandriz também está a
funcionar, mas sobre Povos e Bom Retiro não tem informação, vai, junto do Sr.
Presidente da junta, pedir esclarecimentos relativamente à questão.
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Fl.Ata 949
1 li Reunião de 2020/06/24
/í, m1,Município / Ir) fl j Proc2
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de ( “flui -Vila Franca de Xira v Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal /
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO SOBRE ESPÕUOS E ARQUIVOS DA VIDA RIBATEJANA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que uma questão que o Bloco de
Esquerda gostaria de trazer prende-se com uma que já falou há umas semanas,
sobre os espólios e os arquivos que existem no concelho.
Trocou algumas informações e ideias sobre este assunto, sobre o espólio da Vida
Ribatejana, e na altura a Sr Vereadora responsável pelo pelouro informou que no
museu municipal e na biblioteca existirão as coleções da Vida Ribatejana. O Bloco
pediu alguma informação sobre isto aos serviços da câmara municipal, aliás
informação que cruzou com outras entidades e especialistas, de facto existem
essas coleções, mas algumas estão bastante incompletas. A publicação é de 1917,
e logo em 1917 não há qualquer número, de 1920 a 1922 também não há, em
1930 também não, e relativamente aos outros anos também não sabe se as
coleções estão ou não completas.
Portanto, perante esta informação o Bloco de Esquerda julga que é do maior
interesse para a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira que o arquivo que existe,
e que julga que está na posse da Fundação CEBI, da antiga Vida Ribatejana,
dalguma forma passe à sua posse, porque seria importante, se calhar, para
colmatar a falta destes exemplares, até porque não se sabe, de facto, em que
condições é que esse arquivo está. julga que a câmara municipal será a entidade
que terá as melhores condições para preservar e tratar este arquivo e colocá-lo à
disposição de quem quer investigar a história do concelho.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que passa a palavra à Sr
Vereadora Manuela Ralha, para dar mais alguma informação para além daquela
que já prestou anteriormente.
Interveio a Sr Vereadora Manuela Ralha, dizendo, resumidamente, que o Sr.
Presidente já referiu, a própria já prestou informações, inclusivamente foram
entregues através da eleita Maria José Vitorino, do Bloco de Esquerda, na
assembleia municipal. Foi pedida formalmente uma relação de todos os números
da Vida Ribatejana, da revista Voz Ribatejana e do Mirante que a câmara municipal
tem, informou-se, exatamente, que na Fábrica das Palavras é onde se encontram
mormente todas as reservas que se têm relativamente às publicações regionais.
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El. Livro
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FLAta 030
Reunião de 2020/06/24
Município ,jn 1 Proc2
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de ‘li 4n
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Vila Franca de Xira
RMI
Deliberação n____________
Câmara Municipal f
Têm-se estado a completar as lacunas q e existem com doações de particulares
relativamente a esta matéria, e pensa-se que o espólio que ficou na Fundação
CEBI, que foi doado à Fundação CEBI, é da Fundação CEBI, nunca houve qualquer
interesse da fundação propor à câmara municipal ficar com o mesmo, pois tem um
valor intrínseco para a cidade de Alverca e para a própria Fundação CEBI, devido,
sobretudo, ao grande nome que esteve ligado a essa publicação, que foi o Adriano
Gabriel, que fez toda essa doação quando aquilo encerrou.
Quer-lhe parecer que se está continuamente a dar as mesmas informações, já se
fez por escrito, já se voltou a referir na reunião de câmara, e pensa que é uma não
questão neste momento. É o que lhe apraz dizer.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, pedindo para fazer um apontamento.
Referiu o Sr. Presidente que no final, se o Sr. Vereador tiver alguma questão a
colocar, pode colocá-la.
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FI. Livro
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RAta
- Oal
li Reunião de 2020/06/24
Municipio
‘jJN fifi 1 ProcQ
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de 1 jJIIAVila Franca de Xira 1 Deliberação n____________
Câmara Municipal 1
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
OBRAS DE CONSERVAÇÃO DA PONTE DE VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo, sobre o concelho, que o Bloco de
Esquerda tem tido algum feedback sobre problemas de conservação na ponte de
Vila Franca de Xira. Regularmente traz este assunto, as coisas não melhoraram,
estão cada vez pior, também há algum vandalismo sobre a ponte, até o nome está
vandalizado, e gostaria de saber se há alguma novidade ou evolução relativamente
às obras de conservação que estavam previstas para 2017, que até agora não
ocorreram.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que sobre a ponte Marechal
Carmona ou de Vila Franca de Xira, conforme seja mais cómodo, passa a palavra
ao Sr. Vice-Presidente, para informar do ponto da situação.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente,
todos os presentes, assim como quem segue a reunião via on-line, referindo que
sobre esta situação pouco poderá adiantar, nos pendentes que se têm com a
lnfraestruturas de Portugal e o seu diretor, Dr. António Rodrigues, que é com quem
se trabalha a nível do concelho.
—
Nos vários pendentes está este, e o que disse na última intervenção sobre este
processo foi que todo o procedimento teve de ser refeito, dado a estimativa inicial
que a IP tinha na sua planificação, e esta conversa foi há cerca de 3 semanas, indo
ao conselho de administração, segundo lhe informaram, no final deste mês.
A verba é avultada, tendo o próprio ficado, no início do próximo mês, de questionar
novamente o diretor da IP, para saber qual foi a decisão.
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052
Reunião de 2020/06/24
Murcípio 7 cL Proc2
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Vila Franca de Xira ) i/L/ Deliberação n2____________
Câmara Municipal “ 1’
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
FALTA DE ILUMINAÇÃO NO CAMINHO RIBEIRINHO EM ALHANDRA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo-se a uma questão que se prende
com a freguesia de Alhandra, a falta de iluminação no passeio ribeirinho em
Alhandra, entre o Boia e o restaurante Cais 14. — —
Assim, o Bloco de Esquerda gostaria de ser informado se, de facto, esta situação
teve alguma evolução.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que sobre esta questão da
iluminação passa a palavra ao Sr. Vice-Presidente, para informar do ponto da
situaçào.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, referindo que foi feito um novo procedimento pela
câmara municipal, considerando que aquela zona não se encontrava inserida no
contrato de concessão, está feito, está pedido à EDP, está pago, estando-se a
aguardar a execução.
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FI. Livro
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FI.Ata O?2
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Reunião de 2020/06/24
Municipio
) frIJ\ Proc2
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de ( j/Vila Franca de Xíra 1 Deliberaçao n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
EFEMÉRIDE DA TRAVESSIA DE BAPTISTA PEREIRA ENTRE PENICHE E AS BERLENGAS
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que gostaria de fazer uma
evocação duma data que julga que é histórica, que é a data de hoje, 24 de junho.
Em 1954 o Baptista Pereira, num treino que fez para a travessia do canal da
Mancha, que se veio a realizar no dia 21 de agosto, fez a travessia entre Peniche e
as Berlengas, onde estabeleceu um record nacional, que julga que ainda hoje será
record nacional, porque a travessia que hoje em dia se faz não é nesse sentido, é
no sentido Berlengas/Peniche.
—
julga que é uma efeméride que se deve relevar, não há muitos campeões no
concelho da dimensão do Baptista Pereira, que foi recordista mundial, e será
sempre bom lembrar estas datas.
A propósito disto, julga que há pouca informação sobre esse campeão, que tem
uma clara dimensão nacional e popular, como também não há muitos do concelho
que tenham, e que este assunto devia ser mais estudado e investigado pelos
departamentos da câmara municipal mais ligados a estas questões, o
departamento do desporto ou o da cultura. Não sabe, porque, relativamente aos
records estabelecidos pelo Baptista Pereira, não é fácil encontrar essa informação
e há divergências de informação que se encontram em várias fontes.
Por exemplo, não se sabe, há fontes que dizem que a travessia da Mancha foi
record mundial, outras omitem, e era importante também esta figura ser mais
estudada e essa informação estar mais disponível, para se poder dalguma forma
dar a mostrar ao mundo esse campeão e, já agora, também era importante para
aquilo que se chama a marca Vila Franca de Xira. Pensa que era bastante
importante que a marca Vila Franca de Xira também fosse enriquecida com estas
particularidades ligadas ao mundo do desporto, porque Vila Franca de Xira também
é uma terra que deu alguma coisa e que dá alguma coisa ao desporto.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que falar do Baptista Pereira, de
facto, é falar dum dos grandes campeões do país, e nunca é demais homenageá-lo
e se calhar a câmara municipal tem-no feito, atribuiu-se um prémio na Gala do
Desporto com o seu nome. É a manifestação clara e inequívoca que este campeão
está sempre no pensamento.
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I
FI. Livro
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U Fl.Ata - 0p44 Reunião d 2020/06/24
Município
Proc2
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Vila Franca de xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Se o Sr. Vereador lhe disser que se calhar deveria haver mais investigação, até
diria que se poderá fazer, mas deveria haver uma exigência nacional também,
porque muitas das vezes fala-se do que deu um pontapé de bicicleta, que é uma
coisa fantástica, mais isto e mais aqueloutro, mas se calhar não se dá o devido
valor a este e outros campeões, de várias modalidades, que às vezes estão um
pouco no esquecimento. Hoje em dia aquilo que tem mais relevo são outras coisas
se calhar mais secundárias, mas é o que é, é o momento que se vive na sociedade.
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I
EI. Livro
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Fl.Ata 055
4, Reunião de 2020/06/24
Município Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTA ÀS QUESTÕES COLOCADAS NO PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E
ASSUNTOS EM QUE SE PRETENDE INTERVIR NA ORDEM DO DIA
Interveio o Sr. Presidente, após as questões colocadas pelos Srs. Vereadores,
dizendo que hoje vai começar a responder às questões colocadas pelo Sr. Vereador
Carlos Patrão, que colocou só 9 questões, não foram demais, já tem sido pior, ou
melhor, depende do ponto de vista.
Após as respostas dadas às questões colocadas pelos Srs. Vereadores, referiu o Sr.
Presidente que o Sr. Vereador Carlos Patrão queria dizer qualquer coisa e dá-lhe 2
segundos.
O Sr. Vereador Carlos Patrão interveio, dizendo que não vai fazer nenhuma
intervenção, depois, noutra reunião de câmara, voltará ao tema.
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo.
A Sr Vereadora Cláudia Martins interveio, referindo que tinha umas questões para
falar, e não sabe se pôderá falar no final.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo para se ir agora para a ordem do dia, mas
dizendo que, se forem breves, responde já.
Disse a Sr Vereadora Cláudia Martins que são breves.
Interveio novamente o Sr. Presidente, dando a palavra à Sr Vereadora.
Após algumas respostas, referiu ainda o Sr. Presidente que o Sr. Vereador Nuno
Libério pediu para intervir, e se é uma intervenção rápida dá-lhe a palavra, senão
aguarda-se, mas duvida que seja rápida.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que pensa que é rápida.
Disse o Sr. Presidente que as conceções são diferentes, da rapidez da coisa.
Após a intervenção do Sr. Vereador e respetiva resposta, o Sr. Presidente passou à
ordem do dia, informando que há pedidos de intervenção nos pontos 3, 4, 6, 10,
13, 16, 18, 20, 21, 22, 29 e 31, estando todos os que não referiu aprovados por
unanimidade. —
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FI. Livro -.
74 Fl.Ata 0a6
1 Á Reunião de 2020/06/24
Município
Proc2
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de
Vila Franca de Xira DeHberaçào n2____________
Câmara Municipal
-
Assunto: ATA N 11/2020, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA DE 2020/05/27
Presente para aprovação a ata n 11/2020, da reunião de câmara ordinária de
2020/05/27, com dispensa da sua leitura, por ter sido previamente distribuída a
todososmembros.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n2 11/2020, da reunião de câmara
ordinária de 2020/05/27, não tendo participado na votação os Srs. Vereadores
Nuno Libório e Cláudia Martins, por não terem estado presentes.
01 ata 11
FI. Livro
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RAta 057
Reunião de 2020/06/24
Município 4111 Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2 220
Câmara Municipal
Assunto: VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DE JOSÉ MANUEL CÂNCIO MACIEIRA -
Presente para aprovação o voto de pesar, datado de 2020/06/24, apresentado pelo
Sr. Presidente, pelo falecimento de José Manuel Câncio Macieira, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
Interveio o Sr. Presidente, passando a ler o voto de pesar.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que não queria deixar
de prestar a sua homenagem ao saudoso Sr. Macieira, dizendo que teve a honra de
participar em alguns movimentos cívicos em Vila Franca de Xira que contaram com
a sua presença e com a sua crítica. Apesar das suas convicções e da sua militância
política nunca deixou de ser um crítico da situação, e pensa que isso merece que o
próprio lhe preste essa homenagem.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que pode atestar que sempre foi muito crítico,
uma imagem de marca, sem dúvida nenhuma, mas isso revela também muito da
sua personalidade, do seu caráter, de independência perante as coisas. É uma
referência que se perdeu, naturalmente.
Durante a discussão do ponto 4, interveio ainda o Sr. Presidente, referindo que
tomou a liberdade de achar que o ponto era aprovado por unanimidade. Não pôs à
votação como devia, mas efetivamente achou que os presentes iam considerar o
voto por unanimidade. Assim é, e fica registado na ata.
Deliberado, por unanimidade, aprovar o voto de pesar.
02 pesar
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FI. Livro
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Fl.Ata 058
/4
Reunião de 2020/06/24
Município C[_-. ji Proc9
____________________
de / 11LI
Vila Franca de Xira Deliberação n 221
Câmara Municipal 4/
Assunto: REPRESENTAÇÃO DO MUNICÍ lO NA ASSOCIAÇÃO DE DIREITO PRIVADO
SEM FINS LUCRATIVOS DESIGNADA POR ALU - ASSOCIAÇÃO DE LIMPEZA URBANA -
PARCERIA PARA CIDADES + INTELIGENTES E SUSTENTÁVEIS
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/06/18, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
designação da diretora do Departamento de Ambiente e Gestão do Espaço Público,
Arqt Paisagista Catarina Gonçalves Rodrigues Vieira Conde, como representante
titular e efetiva do município na associação de direito privado sem fins lucrativos,
designada por ALU — Associação de Limpeza Urbana — Parceria para Cidades +
Inteligentes e Sustentáveis, sendo substituída nas suas ausências, faltas ou
impedimentos, pela chefe da Divisão Municipal de Higiene Pública, Ambiente e
Cidadania, Eng do Ambiente Carla Sofia Silva Gamboa, na qualidade de suplente
legal.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, só para salientar e sugerir que quando haja
este tipo de pontos, de representação do município em associações de que faz
parte, viesse informação sobre, neste caso, esta Associação de Limpeza Urbana -
Parceria para Cidades ÷ Inteligentes e Sustentáveis, um pequeno memorando
sobre quais são os objetivos da associação, o objeto social, esse tipo de
informação.
O Sr. Presidente interveio, relembrando que veio a reunião de câmara a aprovação
para o município ser associado, e pode enviar aquilo que veio, já não se recorda
em que reunião de câmara veio, mas pedirá aos serviços para lhe recuperarem
esse ponto, onde tudo está identificado, quais são os propósitos desta associação. -
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
03 ALU
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El. Livro
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4 A Reunião de 2020/06/24
Município f}li t Proc2
____________________
Vila Frar de Xira Deliberação n9 222
Câmara Municipal 1
1. Assunto: 7 ALTERAÇÃO PERMUTATIVA AO ORÇAMENTO, PLANO PLURIANUAL DE
INVESTIMENTOS E PLANO DE ATIVIDADES E FUNCIONAMENTO MUNICIPAL DA
CÂMARAMUNICIPALPARA2O2O
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 32/20, de
18/06, do DF/DPF, para aprovação da 7 alteração permutativa ao orçamento,
plano plurianual de investimentos e plano de atividades e funcionamento municipal
da câmara municipal para 2020.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 32/20, de 18/06, do
DF/DPF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação. —
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que os membros da CDU
gostariam de obter alguns esclarecimentos antes de poderem decidir, mais
concretamente, o sentido de voto dos mesmos, que têm a ver com algumas das
alterações propostas nesta alteração permutativa ao orçamento, que tem
implicações no plano plurianual de investimentos e também no plano de atividades
e funcionamento municipal. São alterações num valor muito superior, cerca de
1 700 000;oo€, e há algumas questões que gostariam que pudessem ser um pouco
mais precisas, até porque têm algum destaque na justificação que acaba, sem
querer, por não conseguir justificar coisa alguma:
No PPI, para projetos diversos, são 100 000,00€, e gostariam de saber de que
natureza e com que consequência;
Para serviços de inspeção a obras de arte, supondo que se está a falar de
infraestruturas niveladas ou desniveladas, são 91 000,00€, e queriam sabe um
pouco mais sobre isto;
04 7 alt orç 1/5
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FI. Livro
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RAta - 080
/‘1 jfJ Reunião de 2020/06/24
Município ‘) 111V Proc2
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de ( •iIVila Franca de Xira ‘7? Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Para substituição de coberturas em estabelecimentos escolares há um valor de
65 000,00€, e questionam se isto tem a ver ou não com uma situação que há
muito é reclamada pela CDU, da remoção das placas de fibrocimento;
Depois, no PAFM, e na contratação de serviços, há um valor de 120 000,00€ para
sondagens técnicas de natureza geológica ou geotécnica, para passagens
superiores, e perguntam se poderá ter alguma coisa a ver com o recente anúncio
do projeto ribeirinho que liga Alverca, e que muito justamente faz falta à
população, na transição entre a zona do Adarse e a zona ribeirinha propriamente
dita;
Há também um reforço no subsídio de férias de cerca de 70 000,00€, e perguntam
se a necessidade de reforço tem a ver com o eventual reforço do mapa de pessoal,
ou seja, de mais trabalhadores ao serviço do município.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, referindo que há duas ou três situações que
são várias, não sabe especificar, nomeadamente a inspeção nas obras de arte, e
talvez depois o Sr. Vice-Presidente possa dar uma ajuda, sendo que, quanto à
substituição das coberturas, também não sabe especificar quais são, são várias.
Relativamente à questão das sondagens técnicas, tem exatamente a ver com o
que o Sr. Vereador disse, das passagens superiores, são trabalhos que têm de ser
feitos para depois se poderem fazer essas passagens.
Quanto aos projetos diversos, é o projeto da estrutura de contenção da rua da
República, no Forte da Casa, é a revisão de outros projetos, é a estabilização dum
talude na Póvoa, portanto, são vários projetos. Por isso é que depois não vem
especificado, como são vários é difícil especificar.
No que respeita ao subsídio de férias, obviamente que tem a ver com isso, sendo
que, como o Sr. Vereador sabe vai-se atualizando e ajustando à medida das
necessidades. Quando o orçamento é feito, o que é sempre em setembro do ano
anterior, não se sabe quais é que vão ser as necessidades do ano seguinte. Este
ano, particularmente, como se tem visto, tem havido necessidade de fazer várias
alterações, é um pouco navegar mais à vista do que navegar à distância. Aqui, se o
Sr. Vereador for ver o montante que lá está é elevadíssimo, são só 70 000,00€ de
reforço, e é para fazer face exatamente a alguns trabalhadores que entraram.
Também, como se soube, houve uma subida do salário mínimo, e isso também
04 7 alt orç 2/5
FI. Livro
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FI.Ata 061
½ A li Reunião de 2020/06/24
liii! Proc
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
/
provocou um aumento destes valores, sendo pois o ajustamento que foi feito, no
sentido de se poder corrigir, até porque ele foi pago agora, neste mês.
Terminou, mencionando que não sabe se o Sr. Vice-Presidente poderá ajudar nesta
questão das inspeções das obras de arte e na substituição das coberturas. Da sua
parte crê ter respondido, mas se houver mais alguma dúvida estará à disposição
para esclarecer.
Tomou a palavra o Sr. Vereador, referindo, sem prejuízo de outras questões que
possam vir a ser suscitadas ou respondidas, que os membros da CDU perguntam
se, por exemplo, na proposta de contratação de serviços de sondagens geológicas
ou geotécnicas está prevista a verificação da estabilização ou não do talude, no
âmbito da obra de construção da ciclovia entre a Póvoa e Alverca do Ribatejo,
exatamente na zona próxima à antiga ADP. No sentido de quem vai de Alverca
para a Póvoa de Santa Iria, à esquerda, o antigo muro de suporte desse talude está
pelo menos inclinado, e para quem não percebe nada da coisa deixa exposta ali
alguma fragilidade. Assim, pergunta se esta questão está a ser devidamente
acompanhada pela câmara municipal, tendo em conta o facto de que está a levar
uma obra de grande envergadura e deveria ser prevista alguma situação, se se
confirmar aquilo para que está a alertar.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que efetivamente passa-se lá com alguma
frequência, e já se detetou, mas quem está no dia a dia a seguir a obra são os
técnicos do DOVI — Departamento de Obras, Viaturas e lnfraestruturas, e o Sr. Vice-
Presidente certamente sobre isso tem alguma informação para prestar.
O Sr. Vice-Presidente interveio, referindo que efetivamente esteve-se no local,
passa-se lá diariamente, fez-se um levantamento, mas está-se a falar duma
propriedade particular, em que deu indicações aos serviços para notificar, porque a
empresa andou lá agora a fazer umas pinturas, uma cosmética. Naquela parte há
que notificar a ADP, que é a proprietária daquela situação, responsabilizando-a
pelo que venha a acontecer naquele troço. Teve-se, a montante, o cuidado de fazer
esse trabalho de sustentação no talude junto às bombas de gasolina, o que não foi
nada barato, mas esteve-se lá, andou-se a fazer um levantamento à via toda, e
sobre a inclinação daquele muro, que já não é novo, já se contactou a ADP para
tomar as devidas atitudes.
Município
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Município ‘)Jf/t4 Proc
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Vila Franca de Xira 47/ Deliberação n2
Câmara Municipal
Interveio ainda o Sr. Vereador Nuno Libério, só para um complemento de
informação e de preocupação, e pedindo desculpa, pois não entendeu, mas pode
ter sido dificuldade sua, questionando se o valor que está disponível, proposto
nesta alteração permutativa relativamente à substituição das coberturas em
estabelecimentos escolares, diz ou não respeito ao programa de remoção de
coberturas em fibrocimento. Questiona ainda se este programa fica
definitivamente arrumado, do ponto de vista da responsabilidade ou da
competência da câmara municipal, com este reforço de verba de 65 000,00€.
Respondeu o Sr. Presidente que não. Essa é uma outra matéria, 65 000,00€ não dá
para tirar a cobertura de um telheiro.
Aquilo que pode dizer, agora fugindo um pouco à situação, e falando da questão de
fundo, é que ontem mesmo o Governo e a ANMP - Associação Nacional de
Municípios Portugueses, celebraram um protocolo, relativamente às questões que
têm a ver com a retirada das coberturas de fibrocimento nas escolas. Ainda não
sabe os contornos exatos, porque há legislação que tem de sair para identificar
determinadas regras, mas sabe-se que as câmaras municipais vão estar envolvidas
e o investimento vai ser pago a 100% pelo Governo. Como os presentes sabem, já
há muitos anos que o município enviou um pedido de retirada das coberturas de
fibrocimento das escolas que não são da sua competência, e mais uma vez, na
reunião que o próprio teve com a Sr Secretária de Estado da Educação, foi dito
que a câmara municipal está disponível para a celebração dum contrato-programa
para o efeito. Nessa sequência, a Sr Secretária de Estado referiu-lhe que ia sair
este aviso, destas candidaturas, e vai-se aguardar para ver como é que se vai
evoluir
Tem algumas preocupações, que inclusivamente ontem mesmo, na reunião do
conselho diretivo da ANMP, teve oportunidade de expressar, que é saber como é
que se vai fazer este trabalho com o ano letivo a decorrer. Como é que se vai
conseguir cumprir o prazo que está definido, que lhe parece muito apertado? Não
quer dizer que não seja possível, mas parece-lhe muito apertado.
Não consegue dizer muito mais do que isto, porque está a aguardar informação
mais concreta para depois também na câmara municipal se poder decidir o que for
necessário decidir. A única coisa que pode expressar, por último, é que é uma boa
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RAta - 063
Reunião de 2020/06/24
Município / h q Proc2
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Vila Frar de Xira 1 z;lh’ Deliberação n2___________
Camara Municipal
oportunidade para finalmente resolver este problema.
Os 65 000,00€ são outra coisa, que agora, de cabeça, não sabe o que é, depois
também vai tentar saber, mas não tem nada a ver com isto, pois 65 000,00 é nada,
para uma dimensão deste tipo.
De seguida, passou à votação do ponto, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
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Fl.Ata - 064
4 Reuniâode2o2o/06/24
Município
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de
‘IvVila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
Assunto: AQUISIÇÃO E DISPONIBILIZAÇÃO, MEDIANTE DOAÇÃO, DE EQUIPAMENTOS
DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E DE DESINFEÇÃO ÀS ASSOCIAÇÕES HUMANITÁRIAS DE
BOMBEIROS DO CONCELHO
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/06/18, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
aquisição e consequente disponibilização, por doação, de equipamentos de
proteção individual e de desinfeção às Associações Humanitárias de Bombeiros
Voluntários de Alhandra, Alverca do Ribatejo, Castanheira do Ribatejo, Póvoa de
Santa Iria, Vialonga e Vila Franca de Xira, no caso 900 máscaras FFP2, 900 fatos
descartáveis e 6 canhões de ozono, no valor global de 20 384,27€, com IVA
incluído às taxas legais em vigor.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
05 bombeiros
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- 065
Reunião de 2020/06/24
Municipio
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de À!Vila Franca de xira ‘1k Deliberação n 224
Câmara Municipal 1
Assunto: APOIO FINANCEIRO DESTINADO AO REFORÇO DOS GRUPOS DE
INTERVENÇÃO PERMANENTE E ALTERAÇÃO DE PROTOCOLOS
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/06/18, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
atribuição de um apoio financeiro às Associações Humanitárias de Bombeiros
Voluntários de Alhandra, Castanheira do Ribatejo e Vialonga, destinado ao reforço
dos respetivos Grupos de Intervenção Permanente, no valor anual de 73 274,60€,
abrangendo as retribuições periódicas mensais de 7 bombeiros voluntários, assim
como os respetivos subsídios de férias e de Natal, com um valor unitário
remuneratório de 747,70€ por bombeiro e por mês, sendo considerados 14 meses
por ano, bem como das minutas que consubstanciam a segunda alteração dos
protocolos celebrados com as respetivas associações, que produzem efeitos a 1 de
junho.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que são contempladas com um
apoio financeiro as corporações de bombeiros de Alhandra, Castanheira e Vialonga,
por causa dos Grupos de Intervenção Permanente, e o Bloco de Esquerda gostaria
de ser esclarecido se as restantes corporações também têm estas atribuições e se
já foram apoiadas neste âmbito ou não, com apoios.
Respondeu o Sr. Presidente que sim, já foram, mas o Sr. Vereador António Félix
tem acompanhado este processo e vai responder.-----—
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, mencionando que, fazendo um
pouco de história, já todas as corporações do concelho têm Grupos de Intervenção
Permanente, os chamados GIP, e cada corporação tem 5 elementos. Por via dum
decreto, duma portaria, crê que foi uma portaria do Ministério da Administração
Interna, foram criadas as chamadas EIP — Equipas de Intervenção Permanente, o
concelho foi contemplado com 3 dessas equipas, e foram dadas às 3 maiores
corporações, Vila Franca de Xira, Póvoa de Santa Iria e Alverca. —
Face a esta realidade, após várias reuniões que o próprio e o Sr. Presidente tiveram
com o secretariado dos bombeiros, o secretariado entendeu que, não tendo estas 3
corporações que estão em causa neste momento, Alhandra, Castanheira do
Ribatejo e Vialonga, tido estas EIP, que os GIP deveriam ser reforçados de forma a
serem compensados, não apenas por não terem tido estas equipas, mas também
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/2 Rãod £Oo/O6/24
Município proc2
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de - -
Vila Franca de Xira Deliberaçao no
Câmara Municipal
pelas necessidades do trabalho que tinham.
A proposta que o secretariado fez à câmara municipal foi exatamente esta, que
vem à reunião, ou seja, o reforço de 2 elementos para uma, 3 elementos para
outra e 2 para a outra. É exatamente isso que se está a aprovar.
Crê que explicou, em termos genéricos, aquilo que se está a passar, e agradece ao
Sr. Presidente pela oportunidade.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que é claro que no início do próximo ano volta-
se a este tema, porque há outras questões que ficaram combinadas tratar nessa
altura, e pondo à consideração o ponto, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
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RAta 067
q41 Reunião de 2020/06/24
Município qç ‘L4 Proc2
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de 1
Vila Franca de Xira ( ‘iv Deliberação n2 225
Câmara Municipal
Assunto: APOIO AO EMPREGO E AO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO -
PRORROGAÇÃO DA ISENÇÃO DO PAGAMENTO DE RENDAS E TAXAS MUNICIPAIS
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/06/18, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
prorrogação da vigência e eficácia da isenção integral do pagamento das rendas
relativas à locação, utilização e funcionamento de estabelecimentos comerciais
sitos em bens imóveis municipais até 30 de setembro de 2020, bem como da
prorrogação da vigência e eficácia da isenção total do pagamento de taxas e
rendas pelos comerciantes instalados nos mercados retalhistas municipais até 30
de setembro de 2020, e posterior remessa à assembleia municipal para aprovação
daisençãodastaxas.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
07 isenção
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FI. Uvro
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e Fi.Ata - 088Reunião de 2020/06124
Município •fifi 3 poc2
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Vila Franca de Xira IR Deliberação n____________
Câmara Municipal 77
1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO PRESIDENTE NA ÁREA DE PESSOAL --____
2. Resumo: Presente o processo instruído com lnformaçâo n2 2789120, de 12106, do
DGAyDRH, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente na área de pessoal
no período compreendido entre 2020106/03 e 2020/06/04.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 2789/20, de 12/06, do DGAJ/DRH,
documento que se dá por Inteiramente reproduzido nesta parte da ata.-
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a), do n2 2, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
08 despachos
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RAta 069
4J Reunião de 2020/06/24
Município 141V Proc2
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de AliVila Franca de Xira 1Y Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: LEGISLAÇÃO—SÍNTESE E EDITAIS
Foi dado conhecimento do que de seguida se indica: —
1. Dos diplomas publicados em Diário da República com interesse para a
administração local:
Declaração de Retificação n2 23-A/2020, de 4 de junho, 1 série, que retifica a
Resolução do Conselho de Ministros n2 40-A/2020, de 29 de maio, que prorroga a
declaração da situação de calamidade, no âmbito da pandemia da doença COVID
19, publicada no Diário da República, 1 série, 1 suplemento, n2 105, de 29 de maio
de 2020;
Despacho n2 6134-A/2020, de 5 de junho, li série, que determina que o
funcionamento e utilização de piscinas ao ar livre obriga a que os responsáveis
pela gestão destes espaços implementem procedimentos de prevenção e controlo
da infeção, assegurando o cumprimento de regras de ocupação, permanência,
higienização dos espaços e distanciamento físico entre utentes;
Resolução do Conselho de Ministros n2 43-A/2020, de 12 de junho, 1 série, que
prorroga a reposição, a título excecional e temporário, do controlo de pessoas nas
fronteiras, no âmbito da pandemia da doença COVID-19;
Resolução do Conselho de Ministros n9 43-B/2020, de 12 de junho, 1 série, que
prorroga a declaração da situação de calamidade, no âmbito da pandemia da
doença COVID-19;
Portaria n 141/2020, de 16 de junho, 1 série, que procede à definição dos aspetos
relativos às ações de formação contínua obrigatória para a revalidação do título
profissional de treinador de desporto (TPTD);
Resolução do Conselho de Ministros n2 45-A/2020, de 16 de junho, 1 série, que
aprova o Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais:
Resolução do Conselho de Ministros n2 45-A/2020, de 16 de junho, 1 série, que
aprova o Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais;
Decreto-Lei n 27/2020, de 17 de junho, 1 série, que altera a orgânica das
comissões de coordenação e desenvolvimento regional.
2. Dos editais publicados entre 2020/06/02 e 2020/06/16, que constam da lista
anexa, a qual se dá por inteiramente reproduzida nesta parte da ata.
Tomado conhecimento.
09 sint edit
FI. Livro% FI.Ata 070
4 Reunião de 2020/06/24
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Vila Franca de Xira 4j1 Deliberação n2
Câmara Municipal
1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento da informação referente aos pagamentos
autorizados pelo Sr. Presidente, pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador
António Félix, no período compreendido entre 2020/06/02 e 2020/06/16,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do n9 1, do artigo 352, do anexo 1, da Lei n9
75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que a sua intervenção
tem a ver com as despesas autorizadas, uma delas já está esclarecida, foi resolvida
no âmbito da discussão do período antes da ordem do dia, e a segunda não é tanto
pelo montante, 18 870,00€, um ajuste para a contratação dum serviço para a
elaboração dum estudo geotécnico na urbanização Malvarosa, datado de 28 de
maiode2o2o.
Mesmo correndo o risco de ser criticado pelo Sr. Presidente, que estão a aproveitar
a circunstância para colocarem assuntos doutra natureza, os membros da CDU
perguntam se lhes pode dizer alguma coisa relativamente ao incumprimento,
também agora da câmara municipal, para a construção das obras de urbanização
que não foram feitas em tempo devido pelo promotor, o que obrigou a câmara
municipal a ter que se assumir e resgatar o fundo de garantia, designadamente o
acionamento das garantias bancárias.
O que está em causa, como é reconhecido por toda a câmara municipal, são
infraestruturas de natureza rodoviária, infraestruturas de natureza coletiva, de
equipamentos desportivos, sociais e de utilização pública, e uma passagem
desnivelada, de ligação da urbanização com a zona próxima da grande superfície
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Reunião de 2020/06/24
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de
Vila Franca de Xira ‘fV Deliberação n2____________
Câmara Municipal
comercial que se encontra próximo da urbanização Malvarosa.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que já está habituado, não diz a este tipo
de aproveitamento, mas a que, numa situação que nada tem a ver, se fale doutras
coisas, e aqui até se justifica. Aqui dá de barato a situação, na medida em que se
justifica, até porque o estudo geotécnico de que o Sr. Vereador fala tem a ver
justamente com as infraestruturas da urbanizaçâo, que é necessário, crê, por
causa duma estrada, aquela que passa por trás e vai ter, ou irá ter, ver-se-á, à
rotunda do Alambique. É necessário perceber como é o comportamento daquele
talude antes de começar a fazer seja o que for, porque poder-se-á estar ali com
uma situação de escorregamento da estrada que se vai construir. É necessário, de
facto, ter cautelas, e perceber exatamente o que é que é necessário fazer.
Assim, sobre esta matéria estão vistos.
Quanto à questão mais geral, também se desenvolveu um projeto para terminar as
infraestruturas do que tinha a ver com as zonas verdes, com arranjos de caráter de
espaço público naquela urbanização, e já se está em condições de começar, num
concurso que é complexo, pois é a totalidade, infelizmente a lei exige que todos os
itens vão num único concurso, porque se pudesse ser caso a caso já se poderia ter
começado este trabalho.
Depois o Sr. Vice-Presidente poderá falar sobre essa matéria com maior detalhe,
mas se não fossem estas necessidades de preparar o concurso num todo,
provavelmente já se tinha começado a fazer algum trabalho, e espera que até ao
final deste ano se consiga trazer a reunião de câmara a aprovação do
procedimento concursal para a empreitada da construção das infraestruturas que
não foram acabadas. É um processo complicado, sem dúvida, mas está certo que
depois de tudo acabado será bastante importante para a população que ali reside.-
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dizendo ao Sr. Vereador Nuno Libório que se há
processo a que a legislação veio criar algumas complicações, como sabe muito
bem, pelas consultas que faz ao base.gov, embora compreensíveis na tramitação
jurídica, este é um deles, porque se se pudesse utilizar a garantia bancária para a
execução dalguns trabalhos, já se tinha feito e já estava tudo executado. Fazendo
um pouco de cronologia, a legislação obriga, no acionamento da garantia do valor
que a câmara municipal solicitou, a fazer a identificação dos trabalhos não
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RAta - 072
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Município
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Vila Franca de Xira Deliberaçao n2
Câmara Municipal
executados, o que já foi dito e redito, tanto na reunião de câmara, como na
assembleia municipal, aos moradores, à associação de moradores, com quem o
próprio reuniu, na câmara municipal e na escola, e também com a população, em
que apareceram os que entenderam e foi explicado.
Em primeiro, o que aconteceu foi os técnicos identificarem o que havia a fazer. Em
segundo, dividir a sua execução por lotes. Em terceiro, fazer a revisão a que a
legislação obriga, um concurso internacional desta envergadura, de mais de 1,5
milhão de euros. Assim, tem de se ver do que é que se está a falar, porque se a
câmara municipal tivesse a possibilidade de já ter lançado procedimentos
“avulsos” e a utilização daquela verba, já o tinha feito.
Como diz o Sr. Presidente, e bem, neste caso em concreto que o Sr. Vereador
abordou, felizmente que se está na parte concreta, final, e até tem algum receio
nisto, porque teve de se ir trabalhando com a revisão do projeto. É mais uma que a
lei veio a obrigar, esperando-se sempre que a revisão do projeto não obrigue a que
regresse novamente ao projetista. Agora, nesta ponta final teve de alocar uma
equipa só para acompanhar este projeto, nada mais do que isso, para ir
acompanhando projetista/revisor, projetista/revisor, para ver se sai tudo certinho. --
Como o Sr. Presidente disse, e bem, o executivo quer é trazer a reunião de câmara
rapidamente este procedimento, porque também quer andar rapidamente. Vão-se
fazendo algumas coisas pontuais, como agora, em que terminou a requalificação
duma via junto à superfície comercial McDonald’s, as marcações rodoviárias foram
pintadas ontem, que não está inserida neste processo, mas tinha de ser feita.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que tudo aquilo que o Sr. Vice-
Presidente disse é rigoroso, corresponde à verdade, os membros da CDU
conhecem também, mas que deixe que lhe acrescente, sobre o que disse, um
outro aspeto que também teve as suas implicações, a alteração do alvará de
loteamento e o reposicionamento ou alteração das áreas de localização das
infraestruturas, do ponto de vista do desenvolvimento do projeto e da sua
calendarização, não veio hoje dar a este processo, como deverá reconhecer.
Houve, efetivamente, uma situação de suspensão por parte da câmara municipal
para acomodar uma alteração para a nova localização dos equipamentos, e sobre
essa matéria ainda haverão de cá estar todos, com muita saúde e toda a
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Município ffiijjj Proc2
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Vila Frar de Xira 14’ Deliberação n2
Câmara Municipal
disponibilidade, para verificar se a disponibilidade da garantia bancária, por si só, é
suficiente para concretizar os equipamentos coletivos que estão agora previstos
noutra área de localização, ou se não terá de obrigar a câmara municipal, com o
seu próprio orçamento, a assumir uma responsabilidade financeira que à data da
elaboração do contrato inicial nem de perto, nem de longe, estava determinada ou
obrigava esta câmara municipal. Cá estarão para ver isso, porque não é uma
questão de memória ou antiguidade, é uma questão de apenas se fazer uma
relação entre os custos iniciais, o que foi acionado e aquilo que será o custo desse
procedimento concursal de nível internacional.
Uma segunda questão é que esperam, muito sinceramente, que esse estudo
geotécnico dê tranquilidade e garantias para a reposição da funcionalidade duma
infraestrutura rodoviária que desde início deveria estar ao serviço daquela
população, mas os presentes também se recordam, e isto não tem nada a ver com
a antiguidade, a memória ou o conhecimento, da CDU, na altura, e julga que há 2
mandatos atrás, é uma “chatice”, o tempo vai passando, estão todos um
bocadinho mais velhos, ter dito que tinha muitas dúvidas que a câmara municipal
desse legitimidade a uma infraestrutura rodoviária que tinha, em muitas áreas da
sua zona de construção, declives superiores a 12%. Na altura, tem perfeitamente
presente ver um vereador desta câmara municipal a acusar a CDU, uma vez mais,
de alarmismo.
Perguntou o Sr. Presidente se foi o próprio.
Respondeu o Sr. Vereador que não foi, a pessoa já não está, mas foi do partido do
Sr. Presidente, para o devido efeito é o mesmo, e pede desculpa pela franqueza, é
quem geria e gere a câmara municipal: “Lá está a CDU a levantar problemas onde
eles não existem”. Passaram estes anos todos, a obra ainda não está feita, veio-se
a descobrir ou a perceber, pelo menos no que à CDU diz respeito, que era só para
ter 1 sentido de trânsito, e agora têm dúvidas, e ainda bem que se vão esclarecer
essas dúvidas, se o aumento da capacidade de carga para 2 vias, que pressupõe
que seja essa a intenção da câmara municipal, é ou não acomodada pela
capacidade de carga possível do terreno.
Neste processo, efetivamente, e para terminar, não pode estar mais de acordo com
aquilo que o Sr. Vice-Presidente disse, que era bom que terminasse, e terminasse o
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Vila Franca de Xira J Deliberação n2
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quanto antes, para bem daqueles que lá vivem, que investiram o que investiram e
não têm o retorno do ponto de vista da qualidade que lhe prometeram, em termos
urbanos e urbanísticos.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que se está a falar, apesar das
dificuldades, provavelmente da melhor urbanização, não só do concelho, como
também doutros concelhos vizinhos, e aquilo que pode dizer é que só neste
momento é que a urbanização está completa. Como o Sr. Vereador sabe, havia “n”
lotes por construir, neste momento só falta construir 1 lote, e duvida que vá ser
construído, que é aquele que está em frente ao McDonald’s, que não sabe se o Sr.
Vereador está a visualizar, pois por aquilo que sabe do proprietário, não está
interessado tão depressa em construir.
Isto quer dizer que a urbanização tem os seus ritmos próprios de evolução, de
construção, e isto também faz com que muitas das vezes as infraestruturas da
urbanização tenham o seu próprio andamento, porque não vale a pena estar a
fazer passeios, etc., quando se sabe de antemão que ali vão ser construídos
prédios que estão previstos no alvará de Ioteamento.
Por isso, não pode o Sr. Vereador, na sua opinião, dizer que os moradores estão
muito prejudicados, na medida em que aquilo que se sabe é que cada fração que é
posta à venda é muitas das vezes com um valor superior àquilo que foi o preço
inicial de compra dos próprios moradores. Isso revela que há uma grande procura e
uma oferta que não é a necessária, e quem adquiriu frações naquela urbanização
só pode estar contente por terem ficado muito valorizadas, e certamente mais
valorizadas ficarão quando as infraestruturas estiverem completas.
É uma urbanização com vida própria, às vezes os próprios moradores queixam-se
que com vida a mais, mas o que é um facto é que é uma urbanização que lhe
parece bastante interessante, e, pese embora uma ou outra questão que por vezes
chega, em termos gerais as pessoas sentem-se bem e confortáveis em viver lá.
Contudo, está-se a trabalhar para que ainda se sintam melhores, sem dúvida
nenhuma, e vai-se tentar, como já disse, fazer o trabalho que é necessário o mais
rapidamente possível.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
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Reunião d O2OfO6/24
Município ‘LiN ]JJ Proc2
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de f/jVila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto:BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
CâmaraMunicipal:
Dotações Orçamentais 20 808 072,20€
Dotações não Orçamentais 2 976 710,57€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 3 273 617,14€
Dotações não Orçamentais 628 625,48€
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
11 balancetes
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Município R 4? Proc2
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Vila Franca de Xira 1 Deliberaçao n2
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA — —
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 307/20, de
15/06, do DGAj/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício do direito de preferência, no período compreendido
entreosdias28demaioel5dejunho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 307/20, de 15/06, do
DGAj/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. -
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29 e 3QQ da Lei n9 31/2014, de 30 de maio. --
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus submete o assunto à reunião
de câmara para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
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4:j. ‘I4 Reunião de 2020/06/24Município
4? Proc_____________________Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2
Câmara Municipal /
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 13/20, de
15/06, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice-
Presidente, no período compreendido entre 2020/05/28 e 2020/06/12, no âmbito
do licenciamento de obras particulares previstas no Regime jurídico de
Urbanização e Edificação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 13/20, de 15/06, do
DPGU/SAPRE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
—
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libério, no sentido de os membros da CDU
compreenderem um ato praticado dentro da responsabilidade do Sr. Vice-
Presidente, se corresponde áquilo que pensam ser o objeto desta decisão.
Lê-se, nos atos praticados, que foi feita uma autorização para um alvará de ruído
de obras de infraestruturas na EN1O, entre a rua da República e a Póvoa de Santa
Iria, e a pergunta que fazem é se isto tem a ver com a chamada urbanização da
Solvay, que já foi falada nesta reunião de câmara. Se sim, se corresponde,
gostariam de saber se a câmara municipal teve em linha de conta algumas das
preocupações que têm, que à data foram expressas, no domínio das
acessibilidades e da importância de haver, na opinião que têm, uma revisão da
estrutura de acessibilidades que confluía diretamente para a EN1O, já de si
bastante saturada, independentemente da utilização agora futura, a partir da
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FI. Lívro
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nÃI RAta - 078(/%\ J41j4 Reunião d 2020/06/24
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Vila Franca de Xira J Deliberação n2
Câmara Municipal /
urbanização que será edificada no local.
—
Interveio o Sr. Vice-Presidente, referindo, em relação ao objetivo desse ato, tido
através dum alvará de licença especial de ruído, é isso que está na relação de atos
que o Sr. Vereador referiu, o n2 3/2020, que tem à sua frente, que se deve a umas
intervenções feitas aos sábados, das 8h00 às 18h00, nomeadamente para
implantação das infraestruturas de redes de água e saneamento. É objetivamente
este ponto, para aquilo que o Sr. Vereador mencionou, das antigas vivendas da
Solvay. É esse ato objetivamente.
Em relação ao resto, não está no seu despacho, não está nesse âmbito, não sabe
se o Sr. Presidente quer responder, e o próprio também poderá fazê-lo, mas em
relação ao ato está esclarecido. Em relação ao resto, foi tomada na altura a devida
nota, foram feitas essas correções, considerações, inclusivamente, sobre algumas,
tem que dizer que se tiveram que impor, porque não podia ser de outra forma,
nomeadamente quando estava em causa a segurança de pessoas e bens, mas
também tudo foi acautelado, pelas exigências técnicas do próprio departamento de
urbanismo. — —
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
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/a.. MAl
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Câmara Municipal
Pelas 12h35, após a discussão do ponto 13, interveio o Sr. Presidente, dizendo que
vai passar agora a responder a 3 pedidos de intervenção, de colocação de
questões da parte do público, cumprimentando a todos e referindo que vai
procurar responder.
Após as respostas, deu continuidade à ordem do dia, com a discussão e votação
dos restantes pontos e a aprovação da ata em minuta.
publico
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FI. Livro
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Reunião de 2020/06/24
Município
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
QUESTÕES DIVERSAS RELATIVAS A ALVERCA DO RIBATEJO - URBANIZAÇÃO DA
MALVAROSA
O Sr. Presidente interveio, dizendo que o munícipe, Sr. Bruno Miguel Martins
Oliveira, colocou uma série de questões, e à medida que as for lendo vai
respondendo.
Diz o munícipe: “A entrada sul de Alverca faz-se através do ramo de saída da Ai,
que conflui numa rotunda onde foi instalado um monumento ao centenário da
aeronáutica, que veio valorizar em muito o espaço. No entanto, a rotunda mantém-
se numa encruzilhada, em que a manutenção da ilha de ramos de saída é, supõe
se,daBrisa”.
Aquilo que responde é que, de facto, é da responsabilidade da Brisa a manutenção
daquela ilha, e a câmara municipal, com alguma regularidade, chama a atenção da
Brisa para fazer a manutenção daquilo que é da sua responsabilidade.
Aliás, não está aqui a questão, mas pode acrescentar que há outra questão em que
a própria Brisa muitas vezes se faz esquecida, que é naquela zona sob a sua
jurisdição a iluminação pública não funcionar, estar apagada, e é preciso, mais
uma vez, insistir para que a iluminação seja retomada. Se se reparar, quando se
chega um pouco mais abaixo, que é já sob a responsabilidade do município, a
iluminação pública está acesa. Ao pé das portagens não está, e isso cria,
naturalmente, um desconforto, e até insegurança a todos quantos ali transitam à
noite. A última vez que lá passou à noite pensa que aquilo estava apagado. Por
vezes telefona ao Sr. Vice-Presidente para fazer a insistência com a Brisa, porque
está apagado, e é assim desta forma, que não é a mais correta, mas é neste tipo
de insistência que se vai tentando resolver o problema.
Relativamente à manutenção da ilha, mais uma vez também se vai chamar a
atenção, pois o próprio já lá passou e efetivamente as ervas já estão bastante
altas. — —
Diz ainda o munícipe que da ilha de acesso à EN116, supõe que da Estradas de
Portugal, hoje da lnfraestruturas de Portugal, antiga Estradas de Portugal, é
também da sua responsabilidade, neste caso da lnfraestruturas de Portugal, e que
nas bermas da rotunda da autarquia, no entanto, não acontece.
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Câmara Municipal
Aqui, o que lhe responde é que a EN116 vai até à rotunda conhecida por rotunda
do jumbo, de maneira que há ali zonas de espaço de manutenção que também são
da responsabilidade da Brisa. Normalmente a câmara municipal ou a junta de
freguesia também limpam as bermas, porque a infraestruturas de Portugal não o
faz, e aliás a autarquia já se disponibilizou, junto da Infraestruturas de Portugal,
para celebrar protocolos de manutenção dos espaços junto às estradas nacionais,
para ser a câmara municipal a fazê-lo, mas sem sucesso até ao momento.
Depois, o munícipe refere: “Acresce que a envolvente do espaço está assoberbada
com 20 outdoors, algo que constitui apenas poluição visual e desvirtua o que se
pretende seja uma entrada nobre de Alverca do Ribatejo. A proliferação de
outdoors sufoca a identidade histórica, dissolve a memória e retira a perceção do
espaço público, o que é indesmentível no espaço identificado”.
O que responde ao Sr. Bruno Oliveira é que tem toda a razão, e há 2 entidades que
têm responsabilidade nesta matéria: Uma é a lnfraestruturas de Portugal, que
autorizou a colocação das estruturas, outra, da publicidade que é desenvolvida
nesses outdoors, é a junta de freguesia, na sequência duma transferência de
competências que esta câmara municipal atribuiu já há uns anos a esta parte.
Quer referir que no âmbito da descentralização de competências, que também
neste âmbito já devia ter evoluído e não evoluiu, algumas das infraestruturas
viárias passarão para a câmara municipal, obviamente com a requalificação
necessária e os meios financeiros adequados. Nessa transferência de
competências é possível que depois se retirem os outdoors. junto da
lnfraestruturas de Portugal vai-se manifestar o desgosto do munícipe por aquilo
que lá está, que a câmara municipal partilha, mas neste momento a mesma não
tem condições de fazer muito mais do que isso.
O munícipe refere, por fim: “Face ao exposto, importa saber: 1 — Quando vai a
autarquia retirar todos aqueles outdoors que empobrecem e não dignificam o
ponto da entrada principal de Alverca?”
Já respondeu, só se conseguirá fazer no âmbito da transferência de competências. -
Refere ainda o munícipe: “2 - Para quando a alteração da toponímia para a rotunda
da aeronáutica de Alverca, conferindo a importância devida ao espaço?”
Aquilo que responde é que é uma sugestão que se vai avaliar, mas queria dizer ao
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Câmara Munícipal
Sr. Bruno Oliveira que em Alverca do Ribatejo já existem 15 topónimos referentes a
vultos da aviação, também a algumas áreas ligadas à aviação, e na próxima
reunião de câmara vêm mais 2 topónimos que têm a ver com a aviação em
Alverca. Um é a estrada do Campo Internacional de Aterragem, e outro é o largo
Heróis da Aviação. Portanto, são mais 2 topónimos que referem e acentuam a
importância do que foi e é a aeronáutica em Alverca.
De qualquer modo, sobre a sugestão que coloca, ver-se-á se é possível
desenvolver, e a Sr Vereadora Manuela Ralha vai, com os seus serviços de
toponímia, avaliar se se pode ali fazer uma toponímia referindo a praça, não a
rotunda, mas a praça. Se houver condições, acolher-se-á com todo o gosto a
sugestão que o munícipe aqui faz.
Refere ainda o munícipe, por último: “3 — Quando vai a autarquia fazer a
manutenção adequada na zona envolvente da rotunda?” —
Crê que o munícipe se refere à zona onde estão os outdoors e, mais uma vez, o
que lhe diz é que de vez em quando a câmara municipal, às vezes até a própria
junta de freguesia, vão fazer ali alguma intervenção. Contudo, mais uma vez diz
que uma intervenção regular só pode ser feita quando todo aquele espaço passar
para a responsabilidade da câmara municipal.
Por último, o munícipe, Sr. Rui Miguel de Sousa Soares, diz o seguinte: “Foi criado
na Malvarosa um acesso pedonal à EN1O que não dispõe de passadeira e nem
mesmo passeio, colocando em risco a segurança dos munícipes que a utilizam
diariamente para atravessar a EN1O para irem ao hipermercado Auchan. A Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira tem na sua posse garantias bancárias para a
construção da ponte pedonal que ligará a Malvarosa à Auchan. Em que data será
disponibilizado aos munícipes o acesso pedonal?”
Aquilo que responde ao Sr. Rui Soares é que existe uma passadeira junto ao
McDonald’s para ter acesso ao hipermercado Auchan, e o que se fez foi melhorar
um caminho que existia, em que as pessoas iam por cima de um muro, pondo a
sua integridade física em perigo. O que se fez foi, de facto, melhorar aquele
espaço, mas não era para atravessar a EN1O, era para poderem ir até à EN1O,
depois andarem mais um pouco e irem atravessar a EN1O na passadeira mais à
frente.
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Câmara Municipal
A questão que o munícipe coloca vai ser resolvida efetivamente, quando se
construir a passagem superior pedonal, uma matéria que, curiosamente, hoje se
acabou de estar a analisar no âmbito das infraestruturas daquela urbanizaçào. É
um espaço que muito vai beneficiar todos aqueles que queiram ir às compras em
segurança.
Assim, é o que pode referir.
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41 .4 fi4) Reunode2O2WOW24
Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal 1
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
CAMPO DE TÉNIS DO PARQUE DE CAMPISMO DE VILA FRANCA DE XIRA
O Sr. Presidente interveio, mencionando que o munícipe, Sr. João Ramos, colocou a
seguinte questão: “Quando irão abrir as instalações desportivas da Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira, nomeadamente referindo-me ao campo de ténis
inserido no parque de campismo de Vila Franca de Xira? Este é um desporto em
espaço aberto, que concentra poucas pessoas, e onde é fácil manter a distância
social, não se justificando, do meu ponto de vista, permanecer encerrado,
principalmente quando outras infraestruturas desportivas privadas, como é o caso
dos ginásios, já foram autorizadas a abrir e concentram muito mais pessoas”.
Aquilo que diz ao munícipe, João Ramos, é que sobre esta matéria é muito
cauteloso, e não quer ter razão, antes não tivesse. Ao fim e ao cabo, como se
verificou, o próprio Governo teve que recuar nas medidas de desconfinamento.
Aquilo que pode dizer é que fica o compromisso de que no final deste mês vai-se
reavaliar.
Sabe que há juntas de freguesia que abriram e algumas atividades de caráter
desportivo estão em desenvolvimento, mas está-se numa fase, na Área
Metropolitana de Lisboa, que ainda exige muita cautela de todos, e não quer que
uma abertura geral de equipamentos desportivos venha a fazer com que haja
algum problema, dum descontrolo de infetados.
Compreende o que o munícipe está a dizer, mas tem-se a obrigação de, ao nível da
câmara municipal, e com todos os parceiros, ir minimizando os problemas que
existem. O concelho tem algumas dificuldades já. não tantas como noutros, mas
aquilo que é hoje amanhã não se sabe, porque esta pandemia está longe de estar
controlada, e cada um tem de fazer aquilo que tem de fazer para que esta
transmissão de infeção seja o menor possível.
Assim, no final deste mês é provável que já se esteja em condições de abrir a
maioria dos equipamentos desportivos.
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4i Reuniãode2O2o/06/24
Município
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proc2
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de !iVi
Vila Franca de Xira 4V Deliberação n2 226
Câmara Municipal
1. Assunto: ABERTURA DE PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA A
CONSTITUIÇÃO DE RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO
INDETERMINADO PARA ASSISTENTE OPERACIONAL (PINTOR)
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n 2750/20, de 09/06, do
DGAj/DRH, para aprovação da abertura de um procedimento concursal comum
para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo
indeterminado para o preenchimento de um posto de trabalho previsto no mapa de
pessoal do corrente ano, para a categoria de assistente operacional (área de
pintor), com possibilidade de admissão de candidatos sem vínculo de emprego
público previamente constituído. —
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 2750/20, de 09/06, do DGAJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: —
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto á reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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Fl.Ata
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7) Reunião de 2020/06/24
Município IDIN ii7ftj Proc2 n2 4120 APRV.CP.Cj
Vila Fran de Xira
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? Deliberação n2 227
Câmara Municipal
1. Assunto: AQUISIÇÃO DE UM AUTOCARRO DE 53 LUGARES PARA O MUNICÍPIO -
INÍCIO DO PROCEDIMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 323/20, de
17/06, do DF/DGF/SCPA, para autorização da decisão de contratar, da escolha e
início do procedimento, por concurso público, do constituição do júri, da nomeação
do gestor do contrato, da respetiva despesa, bem como aprovação das peças do
procedimento, nos termos dos artigos 36, 38, 67, 290-A e n9 2 do artigo 40,
todos do Código dos Contratos Públicos, relativamente à aquisição de 1 autocarro
de 53 lugares para a frota automóvel do município, pelo preço-base de
230 000,00€, acrescido do IVA à taxa legal aplicável.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 323/20, de 17/06, do
DF/DGF/SCPA, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
—
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
15 autocarro
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NAta 087
i Reunião de 2020/06/24
Município ki iij\ Proc2 n2 08/18 APRV.CP.Ci.de )Aii —
Vila Franca de Xira ( ‘ Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA PARA O MUNICÍPIO -
AUTORIZAÇÃO PARA A REPOSIÇÃO DO EQUILÍBRIO FINANCEIRO DO CONTRATO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 109/20, de
17/06, do DF/DGF, para autorização do pedido de reposição do equilíbrio financeiro,
na ordem dos 11%, sobre os valores do contrato atualmente em vigor, da
contratação de serviços de vigilância para o município, com o operador económico
PSG - Segurança Privada, SA, nos termos do artigo 282 do Código dos Contratos
Públicos, com efeitos à data da manifestação de interesse, 18 de março de 2020.----
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 109/20, de 17/06, do
DF/DGF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que a CDU e o Bloco de Esquerda pediram
intervenção, e dá a palavra à CDU.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Mário Calado, mencionando, em relação a este
ponto e a esta empresa, que pensa que já é a terceira vez, no mínimo, que faz
intervenções ou se debruça sobre algo relacionado com a mesma.
Gostava de dizer que estas questões e o que vai hoje apresentar tocam-lhe
particularmente, com alguma profundidade, pois foi um sindicalista, foi dirigente
sindical, pertenceu a comissões de trabalhadores, foi assessor a comissões de
negociadores da EDP, e é isso que também vai tentar demonstrar hoje, a sua
preocupação, a preocupação dos membros da CDU com este tipo de situações.
Aquilo que se coloca é, como se intitula o ponto, o reequilíbrio da posição da
empresa PSG, solicita-se esta reposição do equilíbrio financeiro do contrato, e esta
empresa, quando fez a negociação da contratação coletiva com as entidades
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FI. Livro
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fl 4] Reunião de 2020/06/24
Município / 14ft4 Proc9 nQ 08/18 APRV.CP.CJ.de 4iiVila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
representativas dos trabalhadores, os sindicatos, sabia à partida que já tinha
naturalmente assumido compromissos antes do concurso a que concorreu. É
estranho para os membros da CDU que a empresa venha depois alegar este tipo
de situações, quando o sabia de antemão, a revisão parcial do contrato coletivo de
trabalho foi feita em 2018, a 29 de dezembro, publicada no BTE - Boletim do
Trabalho e Emprego, o contrato com a câmara municipal foi firmado em 2019, em
20 de março, uma data posterior à publicação do BTE e com os referidos aumentos
salariais, que sabem que seriam para realizar, durante 2 anos, em 4 vezes, 4
momentos distintos.
Portanto, é fácil concluir que estes senhores, quando foram a concurso, foram e
fizeram-no só com o objetivo de ganhar, nada mais, pois já sabiam que tinham
aquele compromisso anterior. Até deve dizer, duma forma muito simples, que eles
até foram um bocadinho desleais em termos de concorrência, e quiçá com outros
seus concorrentes, porque, de facto, esta coisa de concorrer a concursos com
preços muito reduzidos, apenas com o objetivo de o ganhar, e depois não cumprir
aquilo que já se sabia à partida, e antes, que se tinha de cumprir, os aumentos
salariais com os trabalhadores, é uma situação que roça um pouco a
desonestidade, para não chamar outra coisa.
Por outro lado, lembram que nada impedia que a empresa até tivesse feito
aumentos salariais, nada impedia que o tivesse feito, mas não teve essa
preocupação, queria mesmo era ganhar o concurso a todo o custo, e depois,
posteriormente, pedir que a ajudassem noutras situações, como é o caso que aqui
sevê.
Pensam, havendo a publicação de tabelas anteriores ao contrato, que não
há mesmo nenhuma e qualquer justificação que suporte a atribuição destes
45 000,00€ para a empresa em questão.
Relativamente a isto lembra-se perfeitamente da intervenção do Sr. Presidente e
até do Sr. Vereador António Félix, em momentos anteriores, os membros da CDU
lembravam-se e por isso foram à procura duma ata da reunião de 29 de agosto de
2018, e encontraram algumas citações que gostava de sublinhar e de lembrar,
porque a CDU, e o próprio, particularmente, no momento ficou muito satisfeito por
as ver manifestadas pelo Sr. Presidente da câmara, que em determinada altura
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Fl.Ata - 11139
“ nu 1 Reunião de 2020/06/24
Município ._4/1.ií Proc2 n2 08/18 APRV.CP.CJ.
Vila Franca de Xira / Deliberação n2______________
Câmara Municipal
disse, e vai citar: “Há determinadas situações em que, num ou noutro momento no
passado, se interveio junto de empresas, na medida em que a contratação que
rege esta atividade não estava a ser cumprida. Por outro lado, inclusivamente
havia pagamentos em atraso. Aí, a câmara municipal tem obrigação, porque está a
pagar, que estas matérias sejam resolvidas convenientemente. Isto tem-se feito e
vai continuar a fazer-se, caso chegue algum outro aspeto”.
Mais à frente, continuou o Sr. Presidente: “já interveio numa determinada ocasião
em que havia pagamentos em atraso, e que disse que, ou era pago
imediatamente, ou o contrato era cancelado imediatamente também”.
Entendem, e o próprio entende, particularmente, pelas razões que aduziu há
pouco, que era exatamente isso que a câmara municipal devia fazer para proteger
os interesses dos trabalhadores, porque faria todo o sentido. Quem está a exercer
uma função e não recebe atempadamente aquilo que lhe é devido obviamente tem
de agir, e neste caso a empresa que contratou, que é a câmara municipal, deve
exigir exatamente que o pagamento se faça de imediato.
O Sr. António Félix, seu colega vereador, também reforçou a intervenção do Sr.
Presidente, e disse, em determinado momento, que: “No caderno de encargos
impõem-se as exigências da câmara municipal, agora compete à ACT — Autoridade
para as Condições do Trabalho, já não pode ser a autarquia a fazer. Não pode ser a
câmara municipal a fiscalizar, se a outra empresa cumpre com os seus
trabalhadores. São trabalhadores da empresa, não são da câmara municipal, que
cumpre com exigências que estão previstas. A empresa tem é que cumprir junto
dos seus trabalhadores, e é o acordo coletivo de trabalho relativamente a essa
matéria e a esse ramo de trabalho que tem de fazer esta fiscalização”. Isto foi dito
pelo Sr. Vereador António Félix, e os membros da CDU, sinceramente, e o próprio,
particularmente, gostou, e recorda-se perfeitamente destas intervenções, que
sublinharam, de facto, algumas preocupações manifestadas então.
Havendo estas questões em aberto, e estando de acordo com as palavras do Sr.
Presidente de então, e do Sr. Vereador António Félix, entendem que se impõem
medidas práticas e conducentes à resolução deste problema e, nesse sentido,
apelam, havendo estas recorrentes referências ao incumprimento por parte da
empresa, e propõem que a câmara municipal requeira a intervenção da ACT, com
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FI.Ata (190
Reunião de 2020/06/24
Município 7 Proc2 n2 08/18 APRV.CP.CJ.de ‘‘viVila Franca de Xira 1/ Deliberação nQ_____________
Câmara Municipal
caráter de urgência, aliás como foi sugerido pelo Sr. Vereador António Félix em
momentos anteriores, porque a verdade é esta, numa ou duas reuniões anteriores
o Sr. Presidente disse-lhe, em resposta a uma questão que colocou, que parece
que o problema já estava resolvido com os trabalhadores, mas não está.
Para a ata, querem que conste exatamente o seguinte: “Não têm nenhuma outra
solução que não votar contra, reafirmam, aliás, a total solidariedade para com os
trabalhadores, e reafirmam também o empenho dos mesmos, sempre na procura
da sua melhoria de condições de trabalho. Como facilmente se prevê, vão votar
contra esta proposta.”
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que o Bloco de Esquerda
também ficou um pouco perplexo com esta proposta. já não sabe quem é que foi o
autor da afirmação que agora vai proferir, do executivo, mas já ouviu algures que
“a câmara municipal deve ser gerida como uma empresa privada”. Por acaso não
está de acordo com isso, mas neste caso até pensa que se devia gerir como uma
empresa privada. A empresa, quando concorreu, sabia ao que ia, não pode fugir
disso. Nem percebe como é que isto é legalmente permitido, não faz a mínima
ideia se é ou não é, está só a demonstrar a sua perplexidade, porque não é normal
uma empresa vir solicitar mais dinheiro porque houve um aumento da massa
salarial, e então solicita ao fornecedor que lhe resolva o problema.
Não é normal, e seguramente que há aqui uma justificação muito forte para haver
este pedido, que pensa que é estranho: Assim, pergunta: Não seria mais claro, e
vai falar em claro, não quer falar em transparência, quer falar em claro, resolver o
contrato e fazer um novo concurso? Também, se se aprovar esta proposta, os
outros concorrentes não vão impugnar isto? É assim tão difícil contratar uma
empresa de vigilantes que não se possa contratar outra, se esta não cumpre?
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que já passa a palavra ao Sr. Vereador
António Félix, e a primeira questão que quer referir é que a reposição de equilíbrio
do contrato é uma figura legal que pode ser usada. Não se está a trazer nada que
na própria legislação não esteja previsto.
A segunda questão é que, efetivamente, estar a lançar um novo concurso é estar
também a criar um problema de alguma perturbação interna relativamente à
segurança das instalações.
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Fl.Ata 091
1 44, Reunião de 2020/06/24
Município
. Proc2 n2 08/1BAPRV.CP.Cj.
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n_____________
Câmara Municipal
A informação que se tem é que, depois da intervenção da câmara municipal, de
facto as questões colocadas pelo Sr. Vereador Mário Calado tinham sido resolvidas.
Melhor do que ninguém o Sr. Vereador António Félix poderá responder a todas
essas matérias, mas a informação que tem é que não há nenhuma questão
relativamente ao pagamento aos trabalhadores destas empresas.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, dizendo, quanto áquilo que o Sr. Presidente
acabou de dizer, e ouvido, não apenas o Sr. Vereador Mário Calado, mas também o
Sr. Vereador Carlos Patrão, que levantaram a questão do incumprimento, que o
que fez foi exatamente aquilo que disse nessa reunião e aquilo que muito bem o
Sr. Vereador acabou por ler. Tem-se estado sempre em contacto com a ACT, e as
informações que se têm é que neste momento a empresa está a cumprir
escrupulosamente com os trabalhadores a todos os níveis, quer em termos dos
salários, quer em termos dos horários. Essa é outra questão, que não vai falar, mas
também foi referida e resolvida.
Relativamente áquilo que são as atualizações, o acordo coletivo de trabalho foi
atualizado em janeiro, mas há um outro fator, que a empresa não controla e
também se veio a verificar, que foi o aumento do salário mínimo nacional. Esse
também teve um impacto direto no custo que a empresa tinha face ao contrato.----
Apesar de estar prevista na lei, a reposição do equilíbrio financeiro está prevista no
n2 3, do artigo 282v, do Código dos Contratos Públicos, para si também foi
estranho, e o que responde ao Sr. Vereador Carlos Patrão é que foi o próprio que
disse o que disse, e não mudou de ideias, só que, única e exclusivamente,
aprendem-se 2 tipos de eficiência, e uma é a eficiência produtiva, cujo objetivo
numa empresa é o lucro, e na câmara municipal o objetivo é a utilidade máxima
dos seus cidadãos. A autarquia tem de ser gerida como se fosse uma empresa
privada, visando a utilidade máxima dos seus cidadãos. O caminho não é a
produção máxima, é a utilidade máxima, mas deve ser gerida assim.
Contudo, fazendo-se uma avaliação daquilo que é o aumento do custo que está
aqui previsto, e o custo que a câmara municipal vai ter, da empresa renunciar o
contrato, de abrir outro concurso neste período, de ir pagar muito mais do que os
11% que a empresa está a pedir, porque o mercado já não está assim, e de,
durante este período em que não se tem o concurso feito, ter de se fazer um ajuste
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Ii Fl.Ata — 092
‘1k. a 1H Reunião de 2020/06/24
Proc2 n2 08/18 APRV.CP.Cj.
Vila Franca de Xira Wjj Deliberação n2______________
Câmara Municipal
direto para se manter a segurança, esse custo que a autarquia vai ter é muito
superior àquele que terá se fizer este ajustamento. Foi nessa base, partindo dessa
premissa da análise que se fez, uma análise, não só da eficiência e da necessidade
que a câmara municipal tem de manter a segurança, e do custo ser inferior àquele
que vai ser, que o executivo propôs este reequilíbrio financeiro. —
Foram ponderados todos os fatores, e deve dizer que ao próprio, pessoalmente,
também não lhe agrada, até porque é, como já o ouviram várias vezes falar, não é
segredo, defensor do mercado, pensa que o mercado deve funcionar, não deve
haver intervenções. Se calhar a escola onde andou foi isso que lhe ensinou, pensa
que ninguém deve interferir no mercado. O mercado de concorrência perfeita é
aquele em que não há qualquer espécie de intervenção, e se não houver qualquer
espécie de intervenção, esse mercado está equilibrado. Os mercados equilibram-se
por si só, é a lei da oferta e da procura, equilibra-se, ninguém perde, nem ninguém
ganha nestas coisas. É como tudo, e quando se fazem contratos é exatamente a
mesma coisa, um contrato só é bom se for bom para as duas partes, se não for
bom para as duas partes o contrato não é bom.
Depois, aquilo que empresa pedia era mais do que aquilo que se está disponível a
dar. A empresa pedia 15%, mas o executivo fez as suas contas e disse, face à
realidade do mercado atual, e consultou-se o mercado, que eram 11%, os 11%
permitem que a empresa tenha o reequilíbrio financeiro. Esta foi a análise, agora,
se esta câmara municipal entender que é preferível à empresa renunciar e abrir
outro concurso, far-se-á, com prejuízo financeiro, obviamente, para a câmara
municipal, mas é uma opção que se tem de tomar. No entanto, tem de se tomar
tendo-se noção do que o próprio está a dizer, se se fizer a câmara municipal vai ser
prejudicada, mas é uma decisão que se tem de tomar.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo, sobre a questão que gostava de
colocar, que lhe podem dizer, “Ó Mário Calado, eu não tenho que saber isso”, e
também o admite, mas questiona se a câmara municipal sabia que na altura em
que este contrato foi estabelecido com esta empresa já tinha havido ou havia o
acordo para pagar aumentos em 4 momentos durante 2 anos. A câmara municipal
tinha esse conhecimento, com certeza, não?
Respondeu-lhe o Sr. Vereador António Félix que sim.
Município
de
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El. Livro
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RAta 093
Reunião de 2020/06/24
Município /t71 A/j) Proc n2 08/18 APRV.CP.Cj.
Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal /1
Prosseguiu o Sr. Vereador Mário Calado, mencionando, ao Sr. Presidente e ao Sr.
Vereador António Félix, que não se pode escamotear este tipo de situações, a
empresa PSG, por muito que isso custe a admitir, participou no concurso e
concorreu ao concurso, tal como já disse anteriormente, até prejudicando outros
concorrentes. Apresentou um preço baixo, sabendo de antemão que já tinha
assumido compromissos de aumentos salariais, e se o tivesse feito se calhar não
era esta a empresa que ganhava o concurso, seria outra empresa concorrente.
Assim, não parece aos membros da CDU uma cena honesta, e agora vir,
posteriormente, pedir que a câmara municipal reponha uma coisa que, na opinião
que têm, não está correta, faz-lhes alguma confusão, e daí irem, naturalmente,
como Já disse, votar contra esta proposta.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que isto não agrada ao
Bloco de Esquerda, mas compreende as questões de ordem prática e o
pragmatismo do Sr. Vereador António Félix, que tem essa responsabilidade. Uma
vez que foi afirmado que as obrigações salariais, todas as obrigações da empresa,
estão a ser cumpridas, e não tem nenhuma razão para não acreditar que seja
verdade, não vai votar contra, como tinha previsto, mas também não vai votar a
favor, porque isto vai contra os seus princípios, pelo que se vai abster no ponto e
espera que corra tudo bem.
É essa a posição do Bloco de Esquerda, e espera que em futuros concursos onde
esta empresa entre este episódio seja lembrado, e aí não pode ser feita uma
análise puramente pelo preço, esta situação tem de ser tida em conta no histórico
de próximos concursos. Afinal esta empresa, quando concorre, não é bem verdade
o preço que lá vem. Assim, vai estar atento também a essa questão.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, pedindo só um segundo.
Referiu o Sr. Presidente que o Sr. Vereador tem de pedir licença à sua camarada,
Sr Vereadora Regina janeiro, que já tinha pedido a palavra.
Respondeu o Sr. Vereador que é só para referir, e o Sr. Presidente vai dizer, “lá
está este a aproveitar”, mas é raro fazer isso, que se lembrou agora duma história,
é que isto remete sempre para aquela história: Agora o aumento do salário dos
trabalhadores, por exemplo, da junta, não tem que ser atualizado? Não tem de se
ter essa preocupação? É por isto que nestas coisas às vezes “não joga a bota com
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- 094
Reunião de 2020/06/24
Município Proc2 n2 08/18 APRV.CP.CJ.
de
Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
a perdigota”.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que, conhecendo
todos relativamente bem a legislação sobre a contratação pública, e o se poder,
efetivamente, como o Sr. Vereador António Félix disse, e bem, alterar e fazer o
reequilíbrio dos diferentes contratos, a questão está na argumentação utilizada. Se
for ao tribunal a argumentação utilizada perde, porque a empresa, quando
concorre, sabe que o Boletim do Trabalho e Emprego, que tem o valor da lei, já
previa aumentar estes trabalhadores em 2 anos, e por 4 vezes progressivamente,
ou seja, não tem nada a ver com o salário mínimo nacional, está-se a justificar dar
mais dinheiro a uma empresa com base nos aumentos salariais, quando ela já
concorreu sabendo que estes aumentos salariais iam acontecer. Está-se a justificar
isto com razões que não são, de todo, nem verdadeiras, e muito menos legais, e
esta é uma questão essencial, que vai comprometer quem votar a favor, não
compromete quem votou contra. Só quem votou a favor é que ficará
comprometido.
Uma segunda questão, também para saberem todos, é que estas empresas têm
um contrato com a câmara municipal, e se saírem antes são obrigadas a
indemnizar a câmara municipal. Sendo obrigadas a indemnizar, a autarquia não
pode ser prejudicada em sede de fazer outro concurso. Dá trabalho fazer outro
concurso, é verdade, mas as instalações não ficam sem vigilância, como todos
sabem, a lei não permite, nem as empresas de limpeza, nem as empresas de
segurança, nem as empresas dos refeitórios, poderem sair sem que haja quem as
substitua.
Volta a dizer que só está a reforçar, para quem vai votar a favor estar consciente,
só quis reforçar e tornar mais objetivo aquilo que o Sr. Vereador Mário Calado
colocou, e muito bem, há uma coisa que se chama o Boletim do Trabalho e
Emprego, que tem a figura de lei, que em dezembro de 2018, preto no branco,
dizia que estes trabalhadores, crê que se chamam de portarias e vigilâncias, se
não está em erro é assim a categoria profissional, vão ser aumentados, em 2 anos,
por 4 vezes, até atingir este valor.
Volta a dizer que não tem nada a ver com o salário mínimo, porque felizmente eles
ganham acima do salário mínimo.
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e fi Reunião de2020/06/24Município
“/ f4/V Proc2 n2 08/18 APRV.CP.cJ.
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
/
Interveio o Sr. Presidente, dizendo, antes de passar a palavra ao Sr. Vereador
António Félix, que pensa que os Srs. Vereadores perceberam o que é que está aqui
em jogo. Em cada momento tem de se ver quais são as decisões mais adequadas
para defender os interesses da entidade câmara municipal, e nesta discussão, não
pondo em causa nada do que foi dito, esta deve ser a situação a ter em linha de
conta: Não fazendo isto o que vai acontecer para a câmara municipal? Que
prejuízos é que a câmara municipal vai ter? Vai ter, agora, é só uma questão de
perceber se se querem assumir esses prejuízos ou não.
A Sr? Vereadora interveio ainda, mencionando que o risco que o Sr. Presidente
corre, ao tomar esta decisão favoravelmente, é tornar-se uma decisão nula. O risco
que a câmara municipal pode correr é esta tornar-se uma decisão nula, e isso traz
também prejuízos para a autarquia. Portanto, são esses equilíbrios. O PS está no
poder e está na gestão, eventualmente até pode ter feito essas ponderações todas,
e se calhar até sabia isto do BTE, está-se a justificar o reequilíbrio com uma falsa
argumentação. Se o mais importante é isso, e se o executivo o considera, na
opinião da própria, dos vereadores da CDU, que se arranjem justificações
verdadeiras, porque esta, em qualquer tribunal, torna a decisão nula. —
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que aquilo que pode dizer é que esta
matéria, conforme o Sr. Vereador António Félix referiu, foi sobejamente analisada,
aténoâmbitojurídico.
Tomou de novo a palavra o Sr. Vereador António Félix, dizendo que ia começar por
aí, aliás está na documentação um parecer jurídico, e contrariamente àquilo que a
Sr Vereadora disse, as razões são todas verdadeiras e legais, e há alguns
trabalhadores que ganham o salário mínimo, sabe-se que sim.
Voltando a esta questão, há outro constrangimento, que a câmara municipal
também tem tido, e não o referiu há pouco, é que por via do Orçamento do Estado
não se pode aumentar o custo com os serviços, ou seja, quando se lançou este
concurso foi com base no custo do concurso anterior. Em 2019 fez-se um preço-
base que era a base, provavelmente, e pode estar a cometer um erro, pois não
tem a certeza, de 2016, porque deve ter sido feito por 3 anos. É um preço que
naquele momento está completamente desajustado ao mercado, agora, há uma
coisa com que pode concordar com os Srs. Vereadores, e não tem dificuldade em
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Fl.Ata 098
/7d fJfl J Reunião de 2020/06/24
Município 7 Proc2 n2 08/18 APRV.CP.cJ.
Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal J
concordar, há uma concorrência feroz entre estas empresas. Aliás, isto é muito
daquilo que disse há pouco sobre o que são os processos de concorrência, nesta
área ela é uma concorrência feroz, é verdade, mas também se estava muito
limitado em termos de preço.
Deve dizer à Sr Vereadora que a mesma não anda neste mundo, porque há 3 anos
houve um contrato com uma empresa de segurança para um determinado evento,
e na véspera a empresa disse que não mandava ninguém, que não tinha pessoas.
Pode-se pôr o processo em tribunal, mas não se têm cá seguranças Não é a mesma
coisa, mas a empresa não manda as pessoas e a câmara municipal não tem
pessoas. Pode pôr um processo em tribunal e vai ser indemnizada, mas as pessoas
não vêm, a câmara municipal não tem ninguém, e a Sr Vereadora sabe que é
verdade aquilo que o próprio está a dizer. Portanto, as pessoas depois não vêm e a
câmara municipal não tem as pessoas para fazer a segurança.
Sabe o que é que tem acontecido, e a Sr Vereadora está a dizer que não diz isto,
mas já disse, sendo que, como o próprio diz, este também é um assunto que não
lhe agrada, já o referiu, os Srs. Vereadores sabem muito bem, já o ouviram várias
vezes falar qual é a sua linha de pensamento em termos de gestão, mas ponderou.
Pediu um parecer jurídico, e perguntou se era legal face àquilo que é a
argumentação da empresa, se podia fazer isto, a jurista avaliou e disse que podia. -
Agora, que se façam contas: Isto é preferível a denunciar este concurso, com este
contrato, fazer um ajuste direto até ter novo contrato, e no novo contrato pagar
aquilo que o mercado está a pagar?
Tendo-lhe sido dito que é o que o mercado está a pedir, prosseguiu, dizendo que
normalmente fala-se que é o que o mercado está a pagar. O que é que é melhor?
Esta proposta é mais vantajosa, em termos financeiros, e foi isso que se ponderou,
porque se os Srs. Vereadores lhe perguntarem se isto lhe agrada, pessoalmente, e
explicou-o aos seus camaradas, também não lhe agrada. Contudo, há uma
situação em que se tem de decidir, e a melhor decisão, na sua opinião e na opinião
das pessoas que trataram deste processo, é que é esta, foi por isso que o
executivo trouxe este processo à câmara municipal, para avaliar.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que não vai passar à votação sem antes dizer
ao Sr. Vereador Mário Calado que, relativamente às juntas de freguesia, a câmara
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FI. Livro
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FI.Ata - - 037
4 Reunião de 2020/06/24
Município Proc2 n2 08/18 APRV.CP.CJ.
Vila Franca de Xira / Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
municipal tem o compromisso, e tem-no honrado, como é evidente, da atualização
da transferência para as juntas de freguesia das alterações salariais. É o
compromisso que se tem e é isso que se vai continuar a fazer.
Assim, as questões estão colocadas, cada um expressou as questões que queria
colocar, ao executivo parece, sinceramente, que apesar de ser uma situação que
não é normal, tem a consciência que se se for por outro caminho a câmara
municipal vai ser prejudicada. Como, efetivamente, as decisões têm de ter em
linha de conta o interesse público e o interesse da câmara municipal, é por isso
que este ponto vem à reunião, e agora cada um tomará as decisões que achar
adequadas.
De seguida, colocou o ponto à votação, perguntando quem vota contra.
Disse o Sr. Vereador Mário Calado que desta votação deve fazer parte a declaração
de voto da CDU, que o mesmo fez.
Referiu o Sr. Presidente que está na ata, e repetindo a votação, perguntando quem
vota contra, quem se abstém, concluindo que o ponto é aprovado por maioria, com
os votos contra da CDU e a abstenção do Bloco de Esquerda.
7. Deliberação: Deliberado, por maioria, com os votos contra dos membros CDU e a
abstenção do membro do Bloco de Esquerda, em conformidade com a proposta do
Sr. Vereador António Félix.
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FI. Livro
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RAta 098
Reunião de 2020/06/24
Município fi proc2______________________de ft IR - -Vila Franca de Xira /1 j Deliberação n______________
Câmara Municipal V
1. Assunto: CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA, MANUTENÇÃO E
REABILITAÇÃO DE ESPAÇOS PÚBLICOS NO CONCELHO - LOTES 2 E 9 - LIBERAÇÃO
DACAUÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 107/20, de
18/06, do DF/DGF, para aprovação da liberação da garantia bancária
962300488021278, do Banco Santander Totta, SA, no valor de 40 484,00€,
correspondente a 5% do valor da adjudicação, do contrato escrito n2 4/2017, no
valor de 809 680,14€, no âmbito do procedimento de contratação de serviços de
limpeza, manutenção e reabilitação de espaços públicos no concelho, prestada
pela EBjardins, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 107/20, de 18/06, do
DF/DGF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
paraaprovaçâo. — —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
17 caução
FI. Livro
RAta
- 099_
fi I Reunião de 2020/06/24Município £lId Proc2 1/20 PMOTPDM
de AU
Vila Franca de Xira Deliberação n2 230
Câmara Municipal
j
1. Assunto: 2 REVISÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA -
PRORROGAÇÃO DE PRAZO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 46/20, de
16/06, do DPGU/DPOT, e proposta do Sr. Vice-Presidente, datada de 2020/06/16,
para aprovaçào, nos termos do disposto no n2 6 do artigo 76 do Regime jurídico
dos Instrumentos de Gestão Territorial, da prorrogação de prazo inicialmente
previsto para o procedimento da 2 Revisão do Plano Diretor Municipal de Vila
Franca de Xira, até ao dia 14 de julho de 2022, a qual está sujeita a ponderação se
houver eventual decisão do Governo ou da Assembleia da República de, por sua
vez, prorrogar o prazo legalmente previsto no n2 2, do artigo l99 do referido
regime jurídico, ou qualquer outro artigo, diploma ou entendimento de entidade
competente que possa afetar estes prazos.
3. Informações/pareceres: Anexam-se comunicação interna n2 46/20, de 16/06, do
DPGU/DPOT, e proposta do Sr. Vice-Presidente, datada de 2020/06/16, documentos
que se dão por inteiramente reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo duas breves notas, e a primeira é
que é convicção dos membros da CDU, aliás opinião, que a situação de saúde
pública, que obrigou a uma paragem de 3 meses, por si só não justifica um
adiamento de uma 2 revisão do Plano Diretor Municipal. Não é por 3 meses de
suspensão que se pode pôr em causa o trabalho de 2 anos. Entendem que esse é
um não argumento. Contudo, e achando e percebendo que o trabalho não vai
concretizar-se dentro do prazo definido por esta câmara municipal, entendem que
é correto que se utilize a possibilidade legal para, por mais 2 anos, realizar-se e
18 rev POM 1/5
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EI. Livro
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Reunode2O2O/06/24
Municipio Proc9 1/20 PMOTPDMde rVila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
concluir-se este processo de revisão, a 2 revisão do Plano Diretor Municipal.
Só queriam, para terminar ou rematar, repor três questões que para os mesmos
são premissas estruturantes para a implementação de um processo desta
natureza:
A garantia do envolvimento das populações, do movimento associativo popular,
das instituições particulares de solidariedade social, do setor empresarial, das
autarquias, municipais e naturalmente de freguesia;
Que se faça, destes 2 anos, um trabalho para propor um efetivo ciclo de
desenvolvimento, que determine orientações para a resolução de problemas que
há muito não têm resolução à vista, como sejam, por exemplo, nas acessibilidades,
a persistência de problemas de reabilitação urbana, a reconversão de áreas de
génese ilegal, concluindo o processo, e o acesso à habitação, um problema que
tem vindo a ganhar particular expressão nos últimos anos, no concelho;
Por fim, é o entendimento que a CDU tem para que, deste processo de revisão se
criem medidas diferentes, mais concretas, aliás como os seus membros o disseram
aquando da discussão do Plano de Desenvolvimento Estratégico, para se terem
mais áreas de vocação e de aptidão económica, porque é preciso, efetivamente,
mais empresas, mais emprego, e ser um emprego qualificado e com direitos, que é
uma situação infelizmente que começa a escassear, neste concelho e também na
Área Metropolitana de Lisboa, por força do desastre de políticas nacionais sobre
estamatéria.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que depois já passa ao Sr. Vice-Presidente,
mas diz só que quando foi exigido, por decreto-lei, que os PDM fossem concluídos
até, salvo erro, 14 de julho deste ano, o próprio disse, mais do que uma vez, em
reunião de câmara, que era absolutamente irrealista uma situação dessas.
Portanto, veio-se a verificar que isso era mesmo assim e, por exemplo, não se vai
referir à entidade, mas houve uma entidade que demorou 1 ano a dar um parecer,
e as outras entidades que também já deram pareceres demoraram meses. Há
uma, em particular, que demorou mais de 1 ano, ora, não é fácil cumprir
calendários.
Entretanto, este surto de pandemia veio atrasar todo o processo e permitiu a
suspensão do prazo estabelecido em 180 dias, mas também o Regime jurídico dos
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Fi. Livro
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RAta
- 101
1. li Reunião de 2020/06/24
Murcípio 9j VI Proc2 1/20 PMOTPDM
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Instrumentos de Gestão Territorial refere que se pode deliberar a prorrogação por
uma única vez, por prazo igual ao período desde que o processo foi iniciado. Pensa
que isto é muito mais prudente e vai ao encontro daquilo que o Sr. Vereador Nuno
Libório referiu, duma auscultação o mais abrangente possível, e isso só se faz
tambémcomtempo.
Por último, tem a dizer que se começaram a fazer estudos antes da pandemia, e
havia estudos de campo que eram necessários fazer e são necessários fazer, como
por exemplo estudos de medição de tráfego. Quando se foi para fazer esses
estudos de tráfego, o tráfego não existia, ninguém andava na rua, foi no período de
confinamento, e agora já há mais trânsito, ontem foi para Coimbra e já viu muito
trânsito na autoestrada, mas mesmo assim estes trabalhos de campo vão ser
sempre prejudicados porque a economia não vai avançar tão depressa como se
gostaria, vai demorar tempo, e vai levar também tempo a ter os mais rigorosos
estudos possíveis.
Está só a dar um exemplo, pois quando o Sr. Vereador Nuno Libório refere que a
pandemia não é justificação, uma das justificaØes já a disse, que o prazo inicial
era irrealista. Aliás, tem ouvido isto por muitos colegas na Associação Nacional de
Municípios Portugueses e também na Área Metropolitana de Lisboa quando se fala
desta matéria, que estão de acordo que o prazo era irrealista. Sabe-se bem que a
conclusão de uma revisão do PDM demora muito tempo e a pandemia veio
dificultar ainda mais a situação.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, mencionando que o essencial o Sr.
Presidente já o disse, mas a observação do Sr. Vereador Nuno Libório, que a
pandemia não serve para tudo, neste caso para a revisão do PDM, serve, e é uma
das causas. Já basta a causa que aflige a todos, como na execução de quem está
por dentro das revisões do POM, que são os trabalhos de campo, que não se fazem.
Um deles, como o Sr. Vereador sabe perfeitamente, é a mobilidade, acessibilidade
e ruído, e assenta precisamente nas oscilações e movimentos das escolas: Ora, se
eles não existiram, como é que os trabalhos podiam ser feitos, sob pena dos dados
saírem errados? Vai-se pôr aqui uma taxa de desvio de erro em cima? À nascença
já está a nascer torto, pelo que, ou se fazem as coisas com bom senso e
conscientemente, ou então não se fazem.
18 rev PDM 3/5
FI. Livro
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/1 IA4 ão Je2b2JoZMunicípio t4R $ib\ Proc2 1/20 PMOTPDMVila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
j
Usando as palavras do Sr. Vereador, que é corretíssimo, aí sim, espera que os
municípios estejam todos atentos, tem que se aproveitar a disposição legal que é
colocada à disposiçào, que é poder fazer a prorrogação por igual período, e tem
que se fazer com calma, com tranquilidade e, como diz o Sr. Presidente, ouvindo
todos os intervenientes.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que os membros da CDU sabem
bem o que é lidar com a burocracia do Governo e das administrações públicas
centrais, sabem bem o que é que isso significa, têm consciência disso, não haja
dúvidas nenhumas sobre essa matéria. Sabem que há entidades que pouco têm
em conta a autonomia do poder local, que pouco se dispõem para, em concertação
com os municípios, que é um exercício de poder qualificado e mais próximo e
conhecedor dos problemas sentidos pelas populações, a assumir compromissos
relativamente a necessidades, investimentos ou estabelecimento de projetos desta
envergadura, e alias isto não é um projeto, é um documento orientador demasiado
importante para uma câmara municipal, para ser, ou desvalorizado, ou adiado.
Contudo, na verdade, e para todos, até ouvindo aquilo que foram as grandes
orientações do Governo, que sempre ia dizendo que o país estava em ON e para
não se abdicar dos meios tecnológicos, é justo reconhecer que, não desvalorizando
os impactos muito negativos deste problema de saúde pública, e reconhecendo
que os dados, designadamente os levantamentos no terreno ou observação dos
comportamentos urbanos e urbanísticos no terreno, estavam condicionados em
face do estado de emergência e de calamidade, a administração pública nunca
deixou de funcionar. A administração pública continuou a funcionar, pelo que
efetivamente esta decisão já estava orientada, e aliás após algumas questões ficou
cada vez mais claro para os membros da CDU que iria acontecer, com ou sem
estado de emergência e/ou de calamidade, e das últimas vezes que colocaram o
ponto de situação à câmara municipal da evolução dos trabalhos ia-se já
avançando com a possibilidade da prorrogação do prazo.
Referiu o Sr. Presidente que isto só veio agravar.
Prosseguiu o Sr. Vereador, mencionando que esta situação veio confirmar, na
opinião que têm, que o prazo não era suficiente, e, do ponto de vista do que está a
ser feito, termina, dizendo que a CDU, como força responsável, que intervém no
18 rev POM 4/5
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À Reunião de 2020/06/24
Município / cttN 1 fi Proc2 1/20 PMOTPDMde
Vila Franca de Xira 1 / Deliberação n2
Câmara Municipal
quadro da oposição na câmara municipal, alerta para, de entre três, uma situação
que até à data não a reconhecem neste processo, que é a do envolvimento das
pessoas.
O Sr. Presidente fala de estudos técnicos, da importância de se estar conhecedor
dos relatórios, dos diagnósticos, tudo isso é verdade, tudo isso é importante, mas
também é muito importante convocar o concelho de Vila Franca de Xira para um
processo de participação, que é aquilo que ainda não viram para este processo.
Que fique claro que vão votar a favor, estarão cá para assumirem as suas
responsabilidades sobre esta matéria.
Referiu o Sr. Presidente que o executivo também, e ao estar a trazer este ponto é
um sentido de responsabilidade, porque se insistisse num prazo mais curto era
efetivamente ser irresponsável, pois tem a consciência que há muito trabalho para
fazer e certamente não havia tempo suficiente para o concluir. Esta é uma atitude
de responsabilidade.
Prosseguiu, pondo o ponto à consideração da câmara municipal, perguntando
quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.-
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
18 rev PDM 515
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FI. Livro
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RAta 1041
Reunião de 2020/06/24Município “çii U Proc2 21/20 CERTAUGIVila Franca de Xira Iv Deliberação n2 231Camara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 121, DO LOTEAMENTO DA FONTE SANTA-VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação flQ 85/20, de 15/06, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 121 do loteamento da Fonte Santa, em Vialonga, no valor de
7 122,95€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira
aquando do registo do alvará de loteamento flQ 1/2011-AUGI, de 23/03, solicitado
por Ana Maria da Silva Paulo de Andrade Sabbo.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n 85/20, de 15/05, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: — —
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
—
19 fonte santa
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Fl.Ata 105
1 1 Reunião de 2020/06/24
Município /j Jj,4 Proc2 275/18 ONEREDPDMde À!
Vila Franca de Xira Deliberação n2
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Câmara Municipal
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1. Assunto: DESAFETAÇÃO DE PARCELA DE TERRENO DO DOMÍNIO PRIVADO DO
MUNICÍPIO PARA O DOMÍNIO PÚBLICO DO MUNICÍPIO - ESTRADA NACIONAL 1 - VILA
FRANCA DE XIRA/CASTANHEIRA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação/despacho n2 3/20, de
18/06, do DPGU/Direção, para aprovação da desafetação de parcela de terreno do
domínio privado do município para o domínio público do município, com área de
93,30m2, situada na EN1, em Povos, permitindo a posterior transferência para o
domínio público ferroviário do Estado, e posterior remessa à assembleia municipal
para aprovação nos termos da lei.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação/despacho n9 3/20, de 18/06, do
DPGU/Direção, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação e posterior envio à assembleia municipal.
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra ao Bloco de Esquerda e referindo que
não sabe se o Sr. Vereador Carlos Patrão quer falar do ponto 20 ao 22, porque
estão relacionados. --—
Respondeu o Sr. Vereador Carlos Patrão que sim, pois estão todos relacionados e
aquilo que vai dizer, o que faz sentido, é relativamente aos pontos todos.
Prosseguiu, referindo ter algumas questões sobre a rotunda do LidI, em Povos, e a
primeira é se foi feito algum estudo de tráfego, uma vez que a opção da rotunda
seguramente que advém de impacto significativo que o LidI terá na EN1.
Por outro lado, seguramente que esta opção foi devidamente estudada e avaliada,
mas também parece ao Bloco de Esquerda que por este caminho se vai encher a
EN1 de rotundas e também provocar alguns problemas por excesso de rotundas.--
20 desafetaço 1/4
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A. Livro
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ReuniâodeOO/O6/24
Município ‘ V Proc2 275/18 ONEREDPDMVila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Depois, gostaria de saber quem é que vai pagar a rotunda, uma vez que também é
feita para conveniência do LidI. São os impactos e as necessidades do Lidi que
criam a necessidade de se construir a rotunda, pelo que gostaria de saber se é o
LidI que a vai pagar, até porque a câmara municipal vai fazer também cedência
dum terreno que é seu, ou uma parte dum terreno que é seu, para permitir a
construção da rotunda.
Traria ainda uma outra questão, que já trouxe em tempos, do arranjo deste novo
LidI, porque já lá havia outro, Uma vez que foi feito praticamente um novo
empreendimento do LidI naquele local, na altura criticou o facto de não haver
árvores no desenho e, de facto, essa é uma questão importante. Sabe-se que são
precisas árvores, são precisas para haver mais oxigénio nas cidades, porque são
moderadoras da temperatura e dos efeitos de variação da temperatura nos
espaços onde se vive, são precisas por causa dos pássaros, que estão num declínio
muito acentuado, o que também não é um bom sintoma para o ambiente e para os
humanos, que precisam que o ambiente seja preservado, seja bom e seja
saudável, e por isto tudo condicionaria o voto favorável do Bloco de Esquerda a
esta solução se fosse contemplada a questão das árvores neste novo desenho,
neste novo empreendimento do LidI naquele local.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, mencionando que este processo se iniciou há cerca
de 5 anos, e conseguiu-se hoje trazê-lo a reunião de câmara por fortes exigências
da câmara municipal junto do operador. Contudo, teve também outro início, que foi
a identificação da IP - lnfraestruturas de Portugal, daquele cruzamento como ponto
negro. Foi daí o despoletar do processo.
A rotunda será custeada pela superfície comercial, está nos documentos,
nomeadamente no acordo e no ponto 22, e a câmara municipal já tomou as
necessárias cautelas, se assim for necessário, mas também por tramitação legal,
tem em seu poder já uma garantia bancária para salvaguardar esta execução, ou
melhor, esta boa execução. Partindo do princípio de que a lP identificou pontos
negros, logicamente que se teve de juntar o útil ao agradável, com a necessidade
deexecuçãodesta rotunda.
O que vem também a reunião é a cedência de 93,3Cm2 de uma área das oficinas
municipais, com outra área que o próprio operador tem de ceder ao domínio
20 desafetação 2/4
FI. Livro
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0 1 AI Uã0 de 2020/06/24Município / bN JV\ Proc2 275/18 ONEREDPDMde )JiI
Vila Franca de Xira ( 7 Deliberação n2
Câmara Municipal
público, ao IMT - Instituto da Mobilidade e dos Transportes, para esta execução.
Relembra, e os Srs. Vereadores podem verificar as plantas que estão no processo,
que várias vezes se colocou a questão, naquela obra que lá apareceu, da paragem
dos autocarros não ter sido concluída e, se repararem com atenção, na planta toda
a faixa envolvente a essa paragem também vai ter que ser cedida ao domínio do
IMT.
Pensa que com esta aprovação, o Sr. Presidente, em nome da câmara municipal,
vai subscrever este acordo de terceiros, remetê-lo à IP e ao LidI, e depois será
licenciado pela entidade para esta execução.
O processo demorou 5 anos, em primeiro porque foi muito difícil um entendimento
com a superfície comercial para custear esta obra, por motivos óbvios, e depois
pelas fortes exigências da IP em regras de segurança, o que também foi muito
difícil.
Os Srs. Vereadores poderão pensar que a IP e o domínio público vão ficar com uma
rotunda sem custas, e é verdade, só que se está a falar duma via nacional, que faz
uma interseção com um caminho municipal. Portanto, entendem todos que está
em presença um processo que traz mais-valia para todos, principalmente a nível
de segurança daquela via.
Não concorda com o Sr. Vereador quando diz que se poderá estar aqui a semear
rotundas, pois tem que se ver o que é que está na sua génese, que são os pontos
negros que são identificados pelo instituto e pela IP, não é pelo município, porque a
via principal não é do domínio municipal. —
Assim, pensa que estão reunidas as condições para esta boa execução, assim ela
seja tão célere como foi este processo técnico e administrativo.
Em relação às árvores, foi bem observado pelo Sr. Vereador Carlos Patrão, e já se
fez sentir junto da superfície comercial. Até pode dizer que não se está de acordo
com o desenho exterior daquela superfície, mas já se foram ver outros locais e é
um modelo tipo que o LidI tem. Inclusivamente, salvo erro, inaugurou uma loja em
Sacavém que é exatamente a mesma planta. Já se fez sentir que não se concorda
com aquela frente para a estrada nacional, e que deveria levar exatamente mais
verde, a começar pelas árvores.
Após esta aprovação terá de chamar o LidI para dar conhecimento, e passar-se-á, o
20 desafetação 3/4
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FI. Livro
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108
‘1 1 Reunião de 2020/06/24
Município 4’ 3 Proc2 275/18 ONEREDPDM
Vila Franca de Xira Deliberação n2
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Câmara Municipal
que já se fez, mais uma vez, por escrito, a recomendação, porque esta aprovação é
da câmara municipal em conjunto com a IP. Tomou-se boa nota da preocupação do
Sr. Vereador, que já se tinha, e vai-se reforçar.
Interveio o Sr. Presidente, passando à votação do ponto 20, perguntando quem
vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade, bem
como do ponto 21, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo
que é aprovado por unanimidade, e do ponto 22, perguntando quem vota contra,
quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
20 desafetação 4/4
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FI. Livro
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i Reurão d O0/O6/24
Município V) f Proc2 275/18 ONEREDPDMde i’jVila Franca de Xira
•.
Deliberação n2
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Câmara Municipal
1. Assunto: DESAFETAÇÃO DE PARCELA DE TERRENO DO DOMÍNIO PRIVADO DO LIDL
& COMPANHIA, LOJAS ALIMENTARES PARA O DOMÍNIO PÚBLICO DO MUNICÍPIO -
ESTRADA NACIONAL 1 - VILA FRANCA DE XIRA/CASTANHEIRA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação/despacho n2 2/20, de
18/06, do DPGU/Direção, para aceitação da cedência de uma parcela de terreno do
domínio privado do LidI & Cia para o domínio público do município, com área de
710,69m2, situada na EN1, em Povos, confrontando a norte com o CM1237, a sul e
a este pelo LidI&Cia, e a oeste pela EN1, permitindo assim a posterior transferência
para o domínio público rodoviário do Estado, e posterior remessa à assembleia
municipal para aprovação nos termos da lei.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação/despacho n2 2/20, de 18/06, do
DPGU/Direção, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
—
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação e posterior envio à assembleia municipal.
A discussão deste assunto foi feita em conjunto com os pontos 20 e 22 da ordem
dodia.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente. ——---—
21 lidi
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FI. Livro
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. RAta 110
4% Reunião de 2020/06/24
Municípío (i IIj\ Proc2 275/18 ONEREDPDM
Vila Frar de Xira Ali Deliberação n 234
Câmara Municipal j
1. Assunto: ACORDO COM TERCEIROS, PARA TRANSFERÊNCIA DE PARCELAS DE
TERRENO DO DOMÍNIO PÚBLICO DO MUNICÍPIO PARA O DOMÍNIO PÚBLICO DA
INFRAESTRUTURAS DE PORTUGAL, SA - ESTRADA NACIONAL 1 - VILA FRANCA DE
XIRA/CASTANHEIRA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação/despacho n2 4/20, de
18/06, do DPGU/Direçâo, para aprovação da minuta do acordo com terceiros a
celebrar com a Infraestruturas de Portugal, SA e o LidI&Cia, que estabelece as
obrigações e contrapartidas pelas partes relativamente à obra de requalificação da
EN1, em Povos, entre o km 25,950 e o km 26,000, que prevê o estabelecimento de
uma ligação da rede viária ao empreendimento do LidI, na execução de uma
rotunda, passeios e materialização de uma gare de transportes públicos, bem
como a mutação dominial das parcelas de terreno necessárias à obra, e posterior
remessa à assembleia municipal para aprovação nos termos da lei.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação/despacho n2 4/20, de 18/06, do
DPGU/Direção, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação e posterior envio à assembleia municipal.
A discussão deste assunto foi feita em conjunto com os pontos 20 e 21 da ordem
dodia.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
22 Acordo
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FI. Livro
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FI.Ata til
1 Reunião de 2020/06/24Município uilV Proc2 55/19 DOVSM-EMP
Vila Frar de Xira 1 Deliberação 235
Câmara Municipal
1. Assunto: REMODELAÇÃO DO PARQUE DE CAMPISMO DR. JAIME MARQUES DIAS
SIMÃO - BUNGALOWS E ZONA ENVOLVENTE - VILA FRANCA DE XIRA - AUTO DE
VISTORIA E RECEÇÃO PROVISÓRIA —
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 613/20, de
08/06, do DOVI/DEI, para aprovação do auto de vistoria para receção provisória,
datado de 2020/05/26, referente à empreitada de remodelação do parque de
campismo Dr. Jaime Marques Dias Simão — Bungalows e zona envolvente, em Vila
Franca de Xira, adjudicada à Manuel José Soares, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 613/20, de 08/06, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
23 pq campismo
FI. Livro
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112
Reunião de 2020/06/24
Município jijJ[4 ProcQ 96/19 DOVSM-EMP
Vila Frar de xira 1 ‘1? Deliberação n 238
Câmara Municipal
1. Assunto: REMODELAÇÃO DA ESCOLA ÁLVARO GUERRA - VILA FRANCA DE XIRA -
PLANO DE SEGURANÇA E SAÚDE
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 650/20, de
15/06, do DOVI/DEI, para aprovação do plano de segurança e saúde referente à
empreitada de remodelação da Escola Álvaro Guerra, em Vila Franca de Xira,
adjudicada à Pinto Miranda — Engenharia e Construção, Unipessoal Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 650/20, de 15/06, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: — —
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
24 Álvaro Guerra
FI. Livro
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RAta 113
A A Reunião de 2020/06/24
Município ê’ fiji 1 Proc2 30/20 DOVSM-EMP
Vila Frar de Xira ( Deliberação n 237
Câmara Municipal
-
1. Assunto: ALTERAÇÃO DA COBERTURA DAS PISCINAS MUNICIPAIS DE VILA FRANCA
DEXIRA—PLANODESEGURANÇAESAÚDE
—
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 649/20, de
15/06, do DOVI/DEI, para aprovação do plano de segurança e saúde referente à
empreitada de alteração da cobertura das piscinas municipais de Vila Franca de
Xira, adjudicada à Pinto Miranda — Engenharia e Construção, Unipessoal LP.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 649/20, de 15/06, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente. —
25 piscinas
_____
FI. Livro
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/ Reunode2O2OmW24
Município
?,uhi Proc2 42/20 DOVSM-EMP
Vila Franca de Xira V Deliberação n2 23 S
Câmara Municipal
1. Assunto: RECARGAS DE PAVIMENTOS 2020 - VILA FRANCA DE XIRA —
ADJUDICAÇÃO, MINUTAS DOS CONTRATOS E NOMEAÇÃO DO COORDENADOR DE
SEGURANÇA EM OBRA E DIRETOR DE FISCALIZAÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 651/20, de
15/06, do DOVI/DEI, para aprovação do relatório final de análise de propostas,
elaborado pelo júri do procedimento relativo à empreitada de recargas de
pavimentos 2020 — Vila Franca de Xira, a executar por 2 lotes, com proposta de
adjudicação do lote 1, à Pavizés — Comércio e Transportes de Materiais de
Construção, Ld, pelo valor de 164 907,00€, acrescido do IVA e prazo de execução
de 90 dias, e do lote 2, à TOPBET — Trabalhos de Obras Públicas e Pavimentos
Betuminosos, SA, pelo valor de 178 986,10€, acrescido do IVA e prazo de execução
de 90 dias, bem como das minutas dos contratos respeitantes a cada lote, nos
termos do artigo 982 do Código dos Contratos Públicos, da nomeação para ambos
os lotes do Eng2 Élio Piriquito para a função de diretor de fiscalização, e do Eng2
Hélder Rito para a função de coordenador de segurança em obra, e da emissão das
respetivas declarações de nomeaçâo, acompanhadas pelas declarações de
aceitação, subscritas pelos técnicos.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 651/20, de 15/06, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
26 recargas
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FI. Livro
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RAta 115
L 4 fi J Reunião de 2020/06/24
Município
‘
(4J{/\ Proc9 2/17 DOVI-RTde (41!Vila Franca de Xira II Deliberação n9 229
Câmara Municipal
1. Assunto: PROJETO DE ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO DE TRÂNSITO DO CONCELHO
DE VILA FRANCA DE XIRA - ANEXO PARA A UNIÃO DAS FREGUESIAS DE ALVERCA
DO RIBATEJO E SOBRALINHO — CONSULTA PÚBLICA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 644/20, de
12/06, do DOVI/DEI, para aprovação da submissão a consulta pública, pelo período
de 30 dias, de acordo com o disposto no artigo 101 do anexo ao Decreto-Lei
n2 4/2015, de 7 de janeiro (Código do Procedimento Administrativo), do projeta de
alteração ao Regulamento de Trânsito do Concelho de Vila Franca de Xira — Anexo
para a União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, respeitante à rua
Soeiro Pereira Gomes, em Alverca do Ribatejo, e à rua José Aleixo, no Sobralinho.--
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 644/20, de 12/06, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
27 reg trânsito
FI. Livro
FI. Ata
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Reunião de 2020/06124
Proc9
___________________
Vila Franca de Xira Deliberação n2 240
Câmara Municipal
1. Assunto: FUNDO DE MANEIO DA DIVISÃO DE BIBLIOTECAS E ARQUIVO, DO
DEPARTAMENTO DE CULTURA - ALTERAÇÃO DA TITULARIDADE — —______
2. Resumo: Presente o processo Instruído com comunicação interna nQ 71120, de
16106, do DC/D, para aprovação, na sequência da aposentação do responsável pelo
fundo, da alteração de titularidade do fundo de maneio afeto à Divisão de
Bibliotecas e Arquivo, do Departamento de Cultura, passando a ficar à
responsabilidade da chefe da divisão, em regime de substituição, Dr Maria Isabel
Santos.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 71/20, de 16/06, do
DCID, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: -____________________
6. Propostas: A Sr’ Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação. - - -- -_____________________________
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sfl Vereadora Manuela Ralha. -_______________________
28 fundo
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FI. Livro
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ReunodO0/06/24
Município ‘b- 1ff Proc2
____________________
de j j,
Vila Franca de Xira ( 1 Deliberaçao n_____________
Câmara Municipal j
1. Assunto: PLANO MUNICIPAL PARA A INTEGRAÇÃO DE MIGRANTES NO CONCELHO
DEVILAFRANCADEXIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 42/20, de
18/06, do DHCS/DSS, para aprovação do Plano Municipal para a Integração de
Migrantes no Concelho de Vila Franca de Xira, o qual vigorará até 30 de abril de
2022, e posterior remessa à assembleia municipal para aprovação nos termos da
leL
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 42/20, de 18/06, do
DHCS/DSS, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.-
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr? Vereadora Fátima Antunes submete o assunto à reunião de
câmara para aprovação.
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, dizendo, relativamente à aplicação do
Plano Municipal para a Integração de Migrantes, que se tem de futuro tempo para
ver e avaliar a sua aplicação e os resultados que poderá vir a ter, que os membros
da CDU esperam que sejam bastante positivos.
Contudo, para já têm uma dúvida, parece-lhes que foi a câmara municipal que
elaborou este plano, mas quando se vai à base.gov percebe-se que houve um
contrato no âmbito deste plano, e queriam perceber qual é o objetivo deste
contrato, porque a técnica que aparece não é já uma técnica da câmara municipal.
Assim, é esta a dúvida que têm.
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à Sr Vereadora Fátima Antunes, para
responder à Sr Vereadora e, já agora, dizer algo sobre a pertinência deste plano. --
Tomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, cumprimentando, na pessoa do
Sr. Presidente, todos os presentes e os que seguem a reunião em casa, com a
transmissão on-line, dizendo que vai começar por fazer uma apresentação do que
29 plana 1/11
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FI. Livro
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Fl.Ata - liS
Reunião de 2020/06/24
Município
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
é este plano, e se calhar, no decorrer daquilo que vai dizer, a Sr Vereadora terá
também a resposta à questão, mas irá complementar.
Este ponto vem para aprovação do Plano Municipal para a Integração de Migrantes
no Concelho de Vila Franca de Xira, o qual representa um compromisso claro da
câmara municipal relativamente áquilo que são as políticas locais de acolhimento e
de integração de imigrantes, reforçando a articulação com os parceiros locais e
rentabilizando aquilo que são os recursos disponíveis, no sentido de maximizar a
efetividade das respostas que são necessárias dar.
Constitui por isso uma visão estratégica e estruturante da intervenção que, por um
lado, já tem vindo a ser desenvolvida, porque neste processo não se parte do zero,
e também dando a resposta áquilo que são as necessidades e lacunas que foram
entretanto identificadas, para dar também e desenvolver outras estratégias, outras
intervenções, que é necessário desenvolver para a frente.
Este plano municipal vem na sequência, e surge nesta altura, duma candidatura
que a câmara municipal submeteu ao FAMI — Fundo para o Asilo, a Migração e a
Integração, e contempla áreas de intervenção em 3 eixos, o que está contemplado
ao longo daquilo que é o plano e o documento que é trazido.
São eles, de uma forma resumida: Primeiro, o acolhimento, que trabalha uma série
de áreas, nomeadamente a questão da habitação, da saúde, das respostas sociais,
entre outras; Segundo, a integração e participação, onde irão ser trabalhadas as
áreas do emprego, do empreendedorismo, da cidadania, da participação cívica,
entre outras; Terceiro, a interculturalidade, onde são abordadas todas as questões
relacionadas com a cultura.
A elaboração deste plano teve também por base um diagnóstico que foi
previamente elaborado, e neste caso a entidade que o elaborou foi o IGOT -
Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, tendo recebido os contributos,
nomeadamente, dos parceiros locais e daqueles que são parceiros formais desta
candidatura. —
Com a questão da pandemia e da Covid-19 houve alguns passos deste disgnóstico
que poderiam ter sido mais completos, no entanto, sendo este um documento
também dinâmico, sobre algumas das coisas que não foi possível neste momento
já estarem concluídas, ainda se estão a receber contributos e serão depois
29 piano 2/11
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El. Livro -
‘ Reunião d0O/O6/24
Município tN1 11J Proc2
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de
Vila Franca de Xira ‘If Deliberação n2
Câmara Municipal
incluídas, naquilo que são as medidas que já estão previstas no plano de
implementação. Não se esperou que estes contributos fossem todos dados porque,
sendo uma candidatura, há prazos a cumprir.
Pediu-se, na altura, um parecer ao Alto Comissariado para as Migrações no sentido
de ver se era possível prorrogar o prazo, não foi dada essa abertura, e então
decidiu-se trazer o plano com aquilo que está feito, e tem uma grande base de
sustentação desses dados estatísticos, há contributos que foram recolhidos pelos
parceiros e também um outro documento que foi elaborado pelo Alto Comissariado
para as Migraçôes, que é o Relatório das Políticas Locais de Acolhimento e
Integração de Migrantes e seus Descendentes no Município de Vila Franca de Xira,
um trabalho também de diagnóstico que já tinha sido feito. Por isso, pareceu que o
documento que estava já feito e que se traz hoje não ficava aquém.
Como disse, não se partiu do zero nestas matérias, importa referir, frisar e reforçar
todo o trabalho que já tem vindo a ser feito nos últimos anos, e exemplo disso é o
facto de se terem uns níveis de segurança elevados no concelho, e não se terem
alguns problemas que muitas vezes se veem na comunicação social, que
felizmente no concelho não acontecem, especialmente naquelas freguesias onde a
concentração de pessoas naturais de países terceiros é maior e, com o trabalho
que tem vindo a ser feito em várias áreas, permite que se tenham bairros calmos,
com as pessoas perfeitamente integradas.
Há que referir a questão de Vila Franca de Xira ter sido um dos municípios
pioneiros na implementação dos CLAIM — Centros Locais de Apoio à Integração de
Migrantes, que desde logo tratam de uma série de questões e permitem serviços
de proximidade a esta população, desde tratar da documentação, legalização no
país, entre uma série de serviços que são disponibilizados, que também estão
referidos ao longo do documento.
Uma outra questão e outro projeto também muito importante nestas matérias da
integração, que já foi feito há alguns anos, são os programas especiais de
realojamento, de que até o Sr. Presidente já falou hoje, no decorrer da reunião, um
trabalho muito importante que foi feito, que permitiu, desde logo, garantir o direito
à habitação, que é peça fundamental para as questões da integração social, que
permitiu um ordenamento do território que em alguns outros locais não se verifica,
29 plano 3/11
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FI. Livro
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120
111 Reunião de 2020/06/24
Município ) (,iii t Proc2
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de (iii! VIVila Franca de Xira 4/ Deliberação n2
Câmara Municipal
e o município congratula-se com isto.
A par disto têm vindo também a ser desenvolvidos alguns programas sociais. No
passado tem a referir, por exemplo, o “Viver o Bairro” e o “Animar o Bairro”, que
decorreram na freguesia de Vialonga, o projeto da Orquestra Geração, outro
projeto neste âmbito, e atualmente a questão do atendimento integrado, que visa
dar respostas às questões de carência económica, emprego, cidadania, entre
outras. —
Por isso, no entender do executivo municipal, com este plano ir-se-á melhorar e
reforçar aquilo que tem sido a intervenção na área do combate à pobreza e da
exclusão social, procurando desta forma gerir a diversidade como uma mais-valia
para o território.
Sobre a questão em concreto que a Sr Vereadora colocou, sendo este plano o
resultado também duma candidatura, na candidatura estão previstos
financiamentos e contratação de técnicos para elaborar o diagnóstico. Naquilo que
a Sr Vereadora viu no base.gov há, de facto, alguns técnicos que foram
contratados para elaborar o plano, e também do IGOT, que fez já o diagnóstico.
São tudo questões que estão previstas naquilo que foi a candidatura, e recebeu-se
financiamento para o efeito.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que crê que as questões foram
respondidas, e vai passar à votação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, pedindo desculpa, mas dizendo que tinha
pedido para intervir.
O Sr. Presidente interveio, pedindo desculpa e lamentando não ter visto.
Continuou o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo, antes de mais, que queria
saudar o Plano Municipal para a Integração de Migrantes no Concelho de Vila
Franca de Xira, que julga que é uma boa iniciativa e um instrumento que é de
saudar
Começa por dizer que o documento refere que a vigência é de 2019 a 2022, e
2019 já foi, pelo que não sabe se isto é um lapso, mas seguramente que a vigência
não será de 2019 até 2022.
O Bloco de Esquerda realça que participaram deste plano alguns parceiros que
parecem importantes, como a Associação Cabo-Verdiana Finabrava e a Associação
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dos Africanos do Concelho de Vila Franca de Xira, e gostaria de perguntar se não
teria sido útil também incluir outras associações, que, mesmo não sendo do
concelho, de certa forma representavam outros migrantes, provenientes de outras
regiões do mundo. Por exemplo, a maior comunidade de imigrantes que existe no
concelho é do Brasil, e não estão representados por nenhuma associação. Os
imigrantes asiáticos, especialmente do Industão, estão a aumentar, pelo menos
veem-se muito a circular pelo concelho, e também não há nenhuma associação de
imigrantes asiáticos. Não sabe se tal é possível de alterar, e de alguma forma
serem associadas associações destes migrantes a este plano, de qualquer forma
fica a sugestão ou o comentário sobre isso.
Pede desculpa, não se vai alongar muito mais, mas vai colocar mais duas ou três
questões, sendo que, em primeiro, o Bloco fica a saber que a média de imigrantes
no concelho é de 7,8% da população, o que é superior à média de imigrantes no
país, e será normal, tendo em conta que Vila Franca de Xira será um concelho com
mais desenvolvimento e potencial desenvolvimento que a média nacional. De
qualquer forma, gostaria de saber se o executivo tem ideia de quantos
trabalhadores estão a viver e a trabalhar nas Lezírias, porque sabe que há nas
Lezírias um contingente forte de trabalhadores migrantes provenientes do
Industão, Bangladesh, Paquistão, Índia, Nepal. De vez em quando aparecem por
Vila Franca de Xira, e era importante perceber, de facto, o que é que se passa com
esses trabalhadores.
As informações que tem é que eles vivem de forma bastante precária, em
contentores e instalações que não são propriamente habitação, e já vai mais à
frente falar sobre as questões de habitação relacionadas com trabalhadores
migrantes, sabendo que é também uma das dificuldades.
Tendo consciência que a Companhia das Lezírias e muitas das empresas que fazem
a exploração agrícola no território da Lezíria não estão sediadas no concelho de
Vila Franca de Xira, o território faz parte do concelho, pelo que, a partir do
momento em que faz parte do concelho de Vila Franca de Xira, pensa que quem lá
trabalha também deve estar nas preocupações do município e seria importante ter
uma noção do que é que se está ali a passar
Relativamente aos problemas da habitação, os trabalhadores migrantes,
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infelizmente, vieram agravar a situação, que já não era propriamente brilhante,
sabe-se que há falta de casas no concelho, e estes trabalhadores migrantes vêm
agravar o problema. Se por um lado são bem-vindos, porque são uma força de
trabalho importante, por outro lado há este problema, que agrava as condições de
habitação. Ainda por cima, sabe-se que muitos destes trabalhadores migrantes de
certa forma foram expulsos do centro de Lisboa e mais uma vez está-se a levar
com os problemas da especulação imobiliária da capital, problemas esses que são
sobejamente conhecidos, contra os quais pensa que se devia lutar, mas
infelizmente não, todas as medidas que existem para combater aquilo a que se
chama o processo de gentrificação da capital são um bocado cosméticas e, depois,
como são cosméticas, na periferia leva-se com o agravamento dos problemas de
habitação.
Assim, julga que deve ser tida em conta esta realidade e deve ser contemplada nos
planos de habitação para o concelho, até porque a Covid-19 veio também realçar
que estes problemas de habitação depois pagam-se quando há estes problemas de
pandemias e de saúde. Infelizmente, pensa que estes problemas de pandemias e
de saúde vieram para ficar, não está muito otimista de que o problema vá
desaparecer facilmente, nem está otimista em relação ao futuro, de que não se
vão ter outras vagas de pandemias no futuro, e esta questão ganha até, por aí,
uma outra relevância.
Para terminar, gostaria só de realçar que a população escolar de origem
estrangeira triplicou nos vários graus de ensino no concelho, de 2016 até 2019, e
isto exige também uma resposta nas escolas do concelho, e não só nestas, porque
a questão do ensino do português é muito relevante para a integração destas
pessoas no concelho. Portanto, o Bloco de Esquerda entende que a formação de
adultos e de cursos de português, não só nas escolas, mas também fora das
escolas, devia ser reforçada pelo Ministério da Educação e pelo Ministério da
Solidariedade Social e do Trabalho, enquadrada também neste plano para o
acolhimento de trabalhadores migrantes.
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, só para ver se percebeu bem a situação
da técnica a que se referiu. Ela foi contratada 2 vezes, para fazer o plano e agora
para aplicar o plano? O nome dela já vem no plano, mas só agora é que está a ser
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contratada. Gostaria que lhe respondessem à questão, porque o nome da técnica
está no plano, como fazendo parte dele, mas só agora é que está a ser contratada,
pelo que não está a perceber.
O Sr. Presidente interveio, mencionando que a Sr Vereadora Fátima Antunes já
responderá, de qualquer modo quer dizer que este plano tem toda a pertinência,
na medida em que sem este instrumento se calhar era muito mais difícil esta
atitude que se tem de ter, e tem-se em Vila Franca de Xira, mas tem que se ter a
nível do país, duma integração clara, inequívoca, dos migrantes que vêm para
Portugal.
Não se tenham dúvidas absolutamente nenhumas, e não sabe, relativamente a
esta questão da pandemia, o que é que vai dar para a economia, mas há uns
tempos atrás um estudo dizia que se não houver alterações relativamente à
demografia, as questões da natalidade, Portugal em 2050, em vez de ter 10
milhões de habitantes, terá 7,5 milhões de habitantes. Alguém tem de suprir as
necessidades de postos de trabalho, de mão de obra, e isto é o que tem feito há
muitos anos a Alemanha, o Reino Unido e outros países, que depois esquecem-se
que estas pessoas são muito necessárias.
O que é um facto é que aquilo que o Sr. Vereador Carlos Patrão referiu é uma
necessidade que este plano vai ter em linha de conta, o acolhimento e a integração
em vários domínios, não só na área do trabalho, dum trabalho adequado e digno,
como na área escolar. Lembra-se duma escola que tinha crianças de 23
nacionalidades no concelho, e o que é um facto é que se conseguiu, muito fruto do
trabalho dos professores desse agrupamento de escolas.
Lembra-se duma curiosidade, uma iniciativa que houve do 25 de Abril, em que
alunos do agrupamento de escolas Alves Redol vieram cantar canções do Zeca
Afonso à câmara municipal, e quem estava a cantar eram crianças chinesas. Isto é
tudo muito curioso, quer dizer que a integração se faz naturalmente, mas tem de
se preparar. Pode-se dizer que estas crianças chinesas são naturais de Portugal,
nasceram cá, vão cá continuar, e vão certamente ajudar ao seu desenvolvimento
económico e social, não tem dúvida nenhuma. Agora, evidentemente que se têm
de ter cuidados, de acolher convenientemente estas pessoas com a dignidade que
têm de ter, e o plano tem essas preocupações.
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Agora, quando o Sr. Vereador fala, por exemplo, destes que estão na Lezíria, o
próprio não sabe quantos são.
Disse o Sr. Vereador Carlos Patrão que nem ninguém sabe.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo que nem sabe em que condições é que estão,
a Sr Vereadora e o próprio vão procurar saber, mas são pessoas que não vêm de
Lisboa, a Lezíria só existe aqui, pelo que estes tinham mesmo de vir para Vila
Franca de Xira, não tinham de ir para Lisboa e depois virem para aqui. Há
necessidade desta mão de obra, porque os empresários dizem que têm falta de
mão de obra, em vários domínios, pelo que aquilo que se pode dizer a estas
pessoas é que todos aqueles que vierem por bem, são bem-vindos, e têm que se
acolher convenientemente e integrarem-se como qualquer cidadão que já cá está. -
Interveio a Sr Vereadora Fátima Antunes, mencionando, relativamente às
questões colocadas pelo Sr. Vereador Carlos Patrão, e no que se refere à questão
da vigência de 2019/2022, que não é, de facto, um lapso, está até referido na
metodologia, na página 8, logo no início, porque a candidatura já decorreu e foi
aprovada o ano passado, e esta conceção do plano, desde logo do diagnóstico e
uma série de trabalho que foi feito, foi iniciado em dezembro de 2019 e agora
concluído, no final de maio/junho, por isso se traz o trabalho já feito. Ele, de facto,
ainda foi iniciado em 2019, e no fim deste documento ser aprovado seguirão as
fases de implementação, já vindo escrito no documento quais são as questões e as
ações que se vão desenvolver, pese embora se possam ainda acrescentar outras,
conforme aquilo que sejam os contributos.
Relativamente à questão dos parceiros, a candidatura tem, de facto, alguns
parceiros formais, que vêm indicados no início do documento, no entanto não
prejudica a inclusão de contributos e a participação doutras associações ou não,
porque há grupos de imigrantes ou dalgumas nacionalidades que não têm
associações constituídas, mas não quer dizer que esses contributos e essa
participação não venham a ser incluídos no plano. Por exemplo, há a colaboração
da Associação Rotas da Lusofonia, que inclui uma série de países e parcerias com
pessoas de uma série de nacionalidades, que não é parceira formal na candidatura,
pese embora até se lhe tenha feito o convite. Na altura a associação entendeu que
não tinha condições para estar formalmente na candidatura, mas tem estado a
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colaborar.
Na questão dos trabalhadores e das condições de trabalho, às vezes, menos
convenientes, a câmara municipal não tem os números, e às vezes há empresas de
contratação de trabalho temporário que têm trabalhadores que têm tudo legal,
tudo em condições, outras vezes nem por isso.
Sobre aquilo que se tem feito, dentro do que é o atendimento que se faz nos
CL4IM, muitas vezes as pessoas falam de determinadas situações, que se tentam
resolver e, se for o caso, denunciam-se, quer ao SEF — Serviço de Estrangeiros e
Fronteiras, quer às entidades competentes para o efeito, no sentido das questões
serem repostas. Muitas vezes é a habitação, e também se tem conhecimento que,
estando a passar dificuldades, desde logo de alimentação, há questões sociais que
se colocam, e têm-se tentado resolver minimizando toda essa situação, mas
articulando, quer com o SEF, quer com as forças de segurança, para que essas
entidades competentes façam e tomem as diligências necessárias para o efeito.
No que se refere à população escolar, é claro que a permanência e o aumento de
migrantes no concelho trará questões que têm de ser resolvidas, e ser dada a
resposta conveniente pelos agrupamentos de escolas, que tem sido dada. Causou
algumas questões, até na área metropolitana, embora o concelho tivesse também
um aumento que não é alheio a isso, mas lembra-se que mais ou menos há um ano
a questão do aumento da população até foi referida em termos dos municípios da
Área Metropolitana de Lisboa, em que até já havia algumas escolas, dalguns
agrupamentos, que tinham encerrado. Estas coisas têm fases de aumento, outras
em que as pessoas voltam aos países de origem ou são deslocadas para outro
lado, é um bocadinho flutuante, pelo que há que se adequar e dar a resposta
necessária para o efeito. Contudo, os agrupamentos do concelho também têm
estado a responder.
Sobre a formação do português, concorda, os agrupamentos de escolas também
estão preparados para o efeito, e uma das medidas para ser implementada no que
ao plano diz respeito é esta questão dos cursos de formação de português, não só
para as crianças que se têm nas escolas, e essa será uma resposta que terá de ser
dada nas escolas, mas também para adultós, e o IEFP — Instituto do Emprego e
Formação Profissional, com quem também se articula, tem cursos de português
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dirigidos para esta população.
Quanto à questão que a Sr? Vereadora Cláudia Martins referiu, os processos de
contratação das pessoas que estão contempladas no plano já decorreram ou estão
em fase de conclusão, e os efeitos são no início de maio. É desde essa altura que
têm estado a colaborar com a câmara municipal.
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, mencionando que pode não ter
percebido, o contrato daquela técnica é a partir do dia 19 de maio, vem no
base.gov, e as duas pessoas devem estar na mesma situação, não vale a pena
estar a falar de nomes. Esta técnica então começou a trabalhar neste plano a partir
desta data, que é o dia 19 de maio de 2020, não veio antes?
Respondeu a Sr Vereadora Fátima Antunes que são as datas que estão
contempladas, não há nenhuma irregularidade nesse aspeto.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que a dúvida subsiste. Como é que alguém
que só começou a trabalhar para a autarquia no dia 19 de maio traz o seu nome
plasmado num plano que se acabou de aprovar? Este plano foi feito em 15 dias?
Num mês?
Respondeu a Sr Vereadora Fátima Antunes que há todo um trabalho de
diagnóstico que foi feito pelo IGOT, que é outra instituição que não as técnicas que
fizeram este trabalho, o trabalho delas baseou-se também em toda a informação
que é proveniente do diagnóstico. As pessoas não começaram agora e terminam a
sua intervenção, em toda esta fase de implementação estarão presentes e
acompanharão a implementação.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que aconselhava a Sr?
Vereadora a ver a primeira página do documento que deu agora para aprovar. A
Sr Vereadora está-lhe a dizer que viu tudo, e acredita que sim, mas vai-lhe dizer
que a pessoa que acabou de ser contratada pela câmara municipal aparece como
sendo técnica da divisão, que não é, é sempre uma assessoria, diz a própria, é uma
prestação de serviços, não pode ser técnica da divisão, e como coordenadora do
plano.
Por isso é que se suscita a dúvida, que surgiu na sexta-feira, quando os membros
da CDU receberam os assuntos da reunião de câmara e quando olharam para o
base.gov, porque as coisas saíram ao mesmo tempo. Há aqui qualquer coisa, que
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pode ser muito simples para quem conhece o processo todo, mas não para quem
está agora a aprovar um plano, pois, obrigatoriamente, para chegar a esta fase o
plano teve muito trabalho por trás, não é uma coisa que se faça dum dia para o
outro, mas depois aparece uma pessoa com coordenação que não pertence a uma
divisão, que aparece como pertencente a essa divisão, e foi contratada apenas no
dia 19 de maio.
Não sabe se a Sr Vereadora teve acesso também à publicação no base.gov, se
calhar poderia ajudar para perceber qual é a dúvida.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo à Sr Vereadora Fátima Antunes para intervir,
para terminar.
Referiu a Sr Vereadora Fátima Antunes que já respondeu à questão, as pessoas
foram contratadas e foram incluídas no plano, há um trabalho que foi feito antes, e
há outro que ainda irá ser feito até 2022, que é na vigência do plano, e há várias
pessoas que estão envolvidas no processo. Pensa que já esclareceu o que havia
para esclarecer.
Interveio o Sr. Presidente, pondo o ponto à consideração, perguntando quem vota
contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Fátima Antunes.
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1. Assunto: PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE E BEM ESTAR DE VILA FRANCA DE XIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 43/20, de
18/06, do DHCS/DSS, para aprovação do Plano Municipal de Saúde e Bem Estar de
Vila Franca de Xira, o qual vigorará até ao termo do ano de 2022, e posterior
remessa à assembleia municipal para aprovação nos termos da lei.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 43/20, de 18/06, do
DHCS/DSS, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.-
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Fátima Antunes submete o assunto à reunião de
câmaraparaaprovação.
—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Fátima Antunes.
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Assunto: MOÇÃO - TRANSPORTES
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Presente para aprovação a moção intitulada “Transportes”, datada de 2020/06/24,
apresentada pelos membros da CDU, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
Interveio o Sr. Presidente, perguntando se ainda se pode prolongar o tempo um
pouco para fazer a discussão desta moção, sendo que os membros do PS podem
prolongar e falar sobre este processo. Pensam que a questão não é complicada,
solicitam umas alterações muito pequenas, e no fundamental estão de acordo, mas
o Sr. Vereador Nuno Libório que faça o favor de colocar o ponto.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que estas são propostas que para os
membros da CDU são consensuais, integráveis, e essa questão está resolvida da
partedosmesmos.
O problema é que nos últimos dias chegaram ao seu gabinete, à sua força política,
informações como estas, e não está a citar as pessoas: “É urgente que os
autocarros voltem a passar na Calhandriz; No bairro do Paraíso deixaram de passar
autocarros há bastantes semanas; Trabalho no hospital, e nos fins de semana não
tenho autocarro para ir trabalhar; Moro em Alverca, tenho de estar no hospital às
7h30, e não há autocarro nesse horário, como também tiraram o horário das
23h30; Por dentro do Forte da Casa são quase inexistentes os autocarros; É
vergonhoso o que se passa quando tento ir trabalhar para o hospital, já tive de ir
muitas vezes de táxi, não obstante ter o passe comprado; No Sobralinho mandei
um e-mail, e deram-me como resposta o risco de mitigação do coronavírus quando
confrontei a empresa da inexistência de ligações rodoviárias; Trabalho em Vila
Franca de Xira, mas moro em Alenquer, a partir das 23h30 não tenho autocarros
para deslocar-me para o meu domicílio; Moro em Vila Franca de Xira e isto cada
vez está pior, as ligações do Bom Retiro até ao centro da cidade de Vila Franca de
Xira são feitas em autocarros sem o mínimo de condições de segurança de saúde
pública; As ligações para o hospital quase que deixaram de existir, são muitas as
vezes que tenho de recorrer ao táxi.”
São várias as reclamações relativamente ao estado do funcionamento dos
transportes no concelho de Vila Franca de Xira, pelo que, se antes da pandemia já
se tinha um problema em mãos, e por isso mesmo se trabalhou no sentido de
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reforço da oferta que já à data se impunha, com a situação de saúde pública e de
controlo desta pandemia, esta é uma situação que tem de ser resolvida pelas
entidades competentes, designadamente Autoridade Metropolitana de Transportes,
a quem o município delegou responsabilidades sobre esta matéria, em articulação
estreita com todos os municípios, onde se inclui, naturalmente, o de Vila Franca de
Xira, mas exige também do Governo uma atitude completamente diferente em
relação à matéria. Exige uma atitude de exigência, mas também reivindicativa,
porque para além do problema da falta de mobilidade para quem quer trabalhar,
deslocar-se ou movimentar-se dentro ou para o concelho de Vila Franca de Xira,
neste momento, repete, é um problema de saúde pública que está em causa.
Não estão a participar num cenário de alarmismo, todos, duma forma quase
regular, utilizam transportes públicos, e sabem que estas preocupações expressas
pela população do concelho de Vila Franca de Xira, não só são justas, como
impôem, por parte da câmara municipal, uma atitude correspondente, no sentido
de, ao abrigo da delegação de competências junto da AML - Área Metropolitana de
Lisboa, não abdique de nenhum do seu esforço para exigir a reposição daquilo que
existe.
—-
Há quase um mês atrás falou-se na reunião de câmara do problema da Rodoviária
de Lisboa, uma das outras operadoras, que também está em lay-off, e não
conseguia assegurar um trajeto correto para as necessidades de mobilidade entre
a estação de Alverca e Arcena/Bom Sucesso. Continua tudo na mesma, e esta é
uma coisa que para os membros da CDU, enquanto eleitos no órgão câmara
municipal, é absolutamente insustentável. As empresas não podem invocar
questões económicas, porque não lhes assiste razão absolutamente nenhuma. Em
abril os municípios, através da Área Metropolitana de Transportes da AML,
delegaram uma média histórica de transferências por forma a não prejudicar
exatamente o serviço prestado e contratualizado com estas empresas.
Portanto, que não peçam responsabilidades ao poder local, porque ele honrou com
os seus compromissos, assumiu uma responsabilidade de financiamento muito
para além daquilo que é a sua razoabilidade, mas isso seria uma outra discussão
no âmbito do plano de financiamento à redução tarifária.
Assim, e para terminar, é preciso, é urgente, que o Governo assuma
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responsabilidades políticas sobre esta matéria, porque não basta dizer que se tem
de regressar do confinamento. Para regressar do confinamento têm de se resolver
estes problemas, e o problema da falta de transportes públicos na AML,
designadamente no concelho de Vila Franca de Xira, é um problema que potencia a
propagação de saúde pública que todos têm.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que, como o Sr. Vereador sabe, o município
delegou competências na AML, umas totais, as inter-regionais, e algumas delas o
Sr. Vereador focou, e outras municipais, e aquilo que se tem vindo a falar com a
AML é chamar à atenção para o incumprimento daquilo que, do ponto de vista da
câmara municipal, deveria estar ao serviço das pessoas.
É verdade que quando apareceu o passe único, passe metropolitano, a procura foi
imensa, e diga-se que as questões da receita não se colocavam. Sabe que há
situações muito graves, nomeadamente na margem sul, e inclusivamente os
operadores ameaçam não fazer transporte. Aqui ainda não chegou a isso, e espera
que nunca chegue, até porque, das reuniões que houve com os operadores,
sempre se foi conseguindo resolver esta ou aquela situação, e numa relação
também estreita com a AML tem-se vindo a resolver um ou outro aspeto.
Agora, é evidente que a pandemia veio colocar questões de saúde pública
complicadas. Aliás, na reunião que houve entre o Sr. Primeiro-Ministro e alguns
ministros, relativamente às questões que se passam na AML uma das que foi
muito focada foi justamente a necessidade de encontrar soluções para a melhoria
da mobilidade, de mais transportes públicos ao serviço da população. Está convicto
que muitas das infeções que estão a acontecer se calhar são provenientes disso
mesmo. Não sabe se são, se não são, não é especialista na matéria, mas essa é
uma questão de reflexão sobre as coisas, e se calhar não é difícil de perceber que
menos transportes, com muitas pessoas, cujo afastamento social não é cumprido,
logicamente que pode trazer problemas graves.
Tem-se vindo sempre a falar com a AML para estar atenta, e exercer a sua função
enquanto gestor de toda esta matéria, para a qual, convictamente, o município
delegou as competências.
Relativamente à moção em si, os membros do PS gostariam que se pudessem
incluir as alterações que referiram. Assim sendo, votavam a favor da moção,
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naturalmente.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, pedindo desculpa, dizendo que tem
mesmo de se ausentar, tem uma reunião às 15h00, pensa que é permitido deixar o
sentido de voto, e pede desculpa por não ficar até ao fim.
Referiu o Sr. Presidente que sim, quando a Sr Vereadora quiser ausentar-se, que
façaofavor.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, sublinhando o que disse o Sr. Presidente neste
aspeto, e pensa que o Sr. Vereador Nuno Libério já o disse na reunião, a câmara
municipal tem vindo a falar na AML, no grupo de vereadores da área de mobilidade
e transporte, sobre a questão dos financiamentos, as dificuldades e os operadores
na área metropolitana, e na margem sul, como disse o Sr. Presidente, neste
momento estão-se a ter muitos problemas com os operadores. Em Vila Franca de
Xira adotou-se, e foram as indicações que deu aos serviços, que toda e qualquer
reclamação que surja no âmbito daquilo que o Sr. Vereador acabou de expor, e o
próprio também acabou de ler isso numa rede social há momentos, faz-se chegar
imediatamente à AML e ao operador.
Porque entendeu que podia ser abordado eventualmente o caso da carreira 345,
de Alverca/Arcena e Arcena/Alverca, ontem, pelas 16h00, recebeu um e-mail, que
irá remeter ao Sr. Presidente, que, se o entender, remeter-se-á ao Sr. Vereador
para conhecimento, que vem do administrador da Rodoviária de Lisboa, pois o
próprio, a câmara municipal, fez-lhe sentir as dificuldades desta carreira e que
tinha tido algumas manifestações de desagrado. Leu a exposição do administrador
duas vezes, pois conhece a pessoa, tem vindo a reunir com a câmara municipal, e
chegou à conclusão de que na ótica da Rodoviária de Lisboa não há problema
nenhum.
Isto vale o que vale, tem de respeitar o que está escrito à sua frente, que diz que
as carreiras a partir do dia 1 de junho foram reforçadas, e neste momento
Arcena/Alverca e Alverca/Arcena têm 84 circulações. Está a limitar-se a ler, até
sublinhou aquilo que o senhor escreveu, e depois, face aos imperativos legais, dos
2/3 de lotação de viatura, o excesso que será admitido nas viaturas é de 51
passageiros para viaturas de 76 lugares.
Teve de se comprovar isso, porque tiveram de se fazer algumas alterações no
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terminal de Alverca por causa da rotação destes autocarros, que derivado às obras
antigas não estavam direcionados para 76 lugares. A empresa disse que queria pôr
autocarros maiores derivado a esta contingência, mas que eles não rodavam, e até
lhes foi dito que o problema não era esse, que se faziam imediatamente as obras,
e foram lá os técnicos fazer os testes, dos pilaretes, afastar aquilo, e isso foi feito.--
Depois, o senhor da Rodoviária informou-o que no mês de junho, sabendo que a
carga máxima é de 30 passageiros por viatura, às 6h35 estiveram 34 passageiros,
às 8h30 uma média de 31, e 34 às 20h00. Isto não chega aos 51 do excesso
admitido nas viaturas, pelo que há aqui qualquer coisa, e agora vai agarrar nisto e
vai mandar para a AML. Quis ser esclarecido, e tem o esclarecimento do senhor,
como tem outro, que foi escrito por um munícipe que o abordou na Póvoa, que aos
fins de semana, com o devido respeito, não havia viaturas para transporte da
estação para o Casal da Serra.
No domingo, eram 14h00, estava lá um autocarro estacionado, e não foi ninguém
que lhe veio dizer, foi ao Casal da Serra e estava lá, mesmo em frente. Se calhar
não é à hora que o munícipe pretendia, aceita, mas ia só à procura se ao sábado e
ao domingo não estava lá. Isso é que o preocupava saber, e não perguntou a
ninguém, foi lá de propósito. Ficou dentro da sua viatura à espera, para ver o
autocarro, e o autocarro estava lá. Há aqui qualquer coisa, e de certeza que não
era à hora que o munícipe queria.
Portanto, isto vai ser imediatamente enviado para a AML, tem de se saber o que é
quesepassa.
Interveio o Sr. Presidente, pondo o ponto à consideração da câmara municipal,
perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por
unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a moção apresentada pelos membros da
CDU, com as propostas de alteração, em anexo, apresentadas pelo Sr. Presidente. -
31 moção 5/5
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EI. Livro
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134
1 A Reunião de 2020/06/24Município t’)
Proc
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Vila Frar de Xira Deliberação n 244
Câmara Municipal
Assunto:ATAEMMU’JUTADAREUNIÃO —
Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensadasualeitura.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presente reunião de
câmara.
32 ata minuta
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A. Livro
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Fl.Ata 135
Reunião de 2020/06/24
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
Encerramento às 14h28.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2020/07/22, não tendo
participado na votação os Srs. Vereadores Jorge Zacarias, Alexandra Tavares,
André Arrojado e Rui Perdigão, por não terem estado presentes, tendo sido
dispensada a sua leitura, por ter sido previamente distribuída a todos os membros.
E eu,-j/ - , Fernando Paulo Serra Sarreiros,
Diretor do Departamento de Gest,$iministrativa e jurídica, a subscrevi.
O Presidente da Câmara Municipal,
Alb rto Simões Maia Mesquita
encerra