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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2020
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2020
2020-01-08/2020-12-16
RC 07.08
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira (Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/08
2020-07-08/2020-07-08
001
Ordem do dia
2020-07-08/2020-07-08
002
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/07/08
2020-07-08/2020-07-08
003
Ata da reunião de câmara de 2020/07/08
2020-07-08/2020-07-08
Ata da reunião de câmara de 2020/07/08
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Ata da reunião de câmara de 2020/07/08
Description details
Record not reviewed.
Description level
Simple document
Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2020/RC 07.08/003
Title type
Atribuído
Production dates
2020-07-08
to
2020-07-08
Extents
1 Ficheiros
Geographic name
Vila Franca de Xira
Scope and content
Ordem do dia - Págs. 01 a 05
Rosto - Pág. 06
Técnicos - Págs. 07 e 08
aod 1 - Período antes da ordem do dia -Realização da reunião de câmara- Págs. 09 e 10
aod 2 - Período antes da ordem do dia - Voto de pesar pelo falecimento de Mário Coelho- Pág. 11
aod 3 - Período antes da ordem do dia - Passagem de nível de Vila Franca de Xira - Págs. 12 a 21
aod 4 - Período antes da ordem do dia - Revisão da carta educativa do concelho de Vila Franca de Xira - Págs. 22 e 23
aod 5 - Período antes da ordem do dia - Ferramenta Virtual Sign no site da câmara municipal - Págs. 24 e 25
aod 6 - Período antes da ordem do dia - Centro de Apoio à Vítima - Declarações de Inês Sousa Real - Págs. 26 e 27
aod 7 - Período antes da ordem do dia - Homologação das camas montadas no pavilhão do Cevadeiro - Vila Franca de Xira - Pág. 28
aod 8 - Período antes da ordem do dia - Colete Encarnado - Págs. 29 e 30
aod 9 - Período antes da ordem do dia - Serviço Nacional de Saúde - Cuidados primários de saúde - Págs. 31 a 39
aod 10 - Período antes da ordem do dia - Sobrelotação dos transportes rodoviários no concelho de vila Franca de Xira - Págs. 40 a 44
aod 11 - Período antes da ordem do dia - Medidas de apoio ao comércio - Isenção de ocupação de via pública - Págs. 45 a 47
aod 12 - Período antes da ordem do dia - Programa de reabilitação da zona histórica de Vila Franca de Xira - Págs. 48 e 49
aod 13 - Período antes da ordem do dia - Obras da Brisa na A1 - Vila Franca de Xira - Pág. 50
aod 14 - Período antes da ordem do dia - Canas na estrada de santa Sofia - Vila Franca de Xira - Pág. 51
aod 15 - Período antes da ordem do dia - Paragem de transportes junto ao Lidl - Vila Franca de Xira - Págs. 52 e 53
aod 16 - Período antes da ordem do dia - Trânsito no Jardim Municipal de Vila Franca de Xira - Págs. 54 e 55
aod 17 - Período antes da ordem do dia - Higiene pública - Combate às pragas- Págs. 56 a 58
aod 18 - Período antes da ordem do dia - Instalação de parques infantis na freguesia de Vila Franca de Xira - Pág. 59
aod 19 - Período antes da ordem do dia - Instalação de lombas na rua José Carlos Ary dos Santos - Vila Franca de Xira - Pág. 60
aod 20 - Período antes da ordem do dia - Hortas urbanas - Centro gastronómico - Bairro de Povos - Vila Franca de Xira - Págs. 61 e 62
aod 21 - Período antes da ordem do dia - Obras no parque escolar - Págs. 63 a 66
aod 22 - Período antes da ordem do dia - Rotura da conduta da EPAL em Vila Franca de Xira - Pág. 67
aod 23 - Período antes da ordem do dia - Arquivo da Vida Ribatejana na Fundação CEBI - Págs. 68 a 71
aod 21 - Período antes da ordem do dia - Respostas às questões colocadas no período antes da ordem do dia e assuntos em que se pretende intervir na ordem do dia - Pág. 72
01 - Atas nº 12/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/06/09 e nº 13/2020 da reunião de câmara extraordinária e privada de 2020/06/19 - Págs. 73 e 74
02 - Atribuição de apoio financeiro extraordinário relativo a obras interiores e exteriores a realizar no edifício sede - Vila Franca de Xira - Clube Vilafranquense - Págs. 75 e 76
03 - Designação de juízes sociais, com proposta de nomeação oficiosa por parte do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte, no âmbito da jurisdição de menores - Págs. 77 e 78
04 - Remodelação da rede de abastecimento de água e saneamento na rua da Juventude (parte) - Alverca do Ribatejo - Concurso público - Compromisso plurianual - Abertura de procedimento - Pág. 79
05 - Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal - Pág. 80
06 - Legislação-síntese e editais - Págs. 81 a 83
07 - Pagamentos autorizados - Pág. 84
08 - Balancetes - Pág. 85
09 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 86
10 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Áreas de reabilitação urbana - Pág. 87
11 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares - Pág. 88
12 - Abertura de concurso externo de ingresso para provimento de um lugar de marinheiro de tráfego fluvial, na modalidade de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado - Carreira não revista - Págs. 89 e 90
13 - Pedido de autorização para o estabelecimento de negociações contratuais conducentes à aquisição de imóvel sito junto à Estação Ferroviária da Póvoa de Santa Iria, abrangido por alvará de loteamento urbano e integrando dois lotes de terreno - Págs. 91 a 96
14 - Reabilitação de fogos do PER de Povos - Vila Franca de Xira - Conta Final - Págs. 97 e 98
15 - Reabilitação de fogos do PER da Quinta da Piedade - Lotes 1 a 6 - Póvoa de Stª Iria - Conta final - Pág. 99
16 - Execução da Escola Básica do 1º Ciclo do Sobralinho - Sobralinho - Auto de vistoria e receção definitiva parcial e liberação da caução - Pág. 100
17 - Remodelação e ampliação do Núcleo Museológico de Alverca - Alverca do Ribatejo - Reparação de deficiências - Acionamento de garantias bancárias - Pág. 101
18 - Refeições Escolares - Mês de julho - Continuidade do fornecimento de refeições aos alunos beneficiários de Ação Social Escolar das escolas do Concelho - Pág. 102
19 - Moção sobre o reinício da atividade tauromáquica 2020 - Págs. 103 a 107
20 - Atribuição do topónimo "Rua do Vale Outeirinho" - São Romão - São João dos Montes - Págs. 108 a 114
21 - Atribuição do topónimo "Rua da Ermida de São Romão" - São Romão - São João dos Montes - Pág. 115
22 - Atribuição do topónimo "Rua da Fonte" - São Romão - São João dos Montes - Pág. 116
23 - Atribuição do topónimo "Rua do Casal Velho" - São Romão - São João dos Montes - Pág. 117
24 - Atribuição do topónimo "Caminho da Fonte dos Cavaleiros" - São João dos Montes - Pág. 118
25 - Atribuição do topónimo "Estrada de São Romão" - Trancoso de Cima - São João dos Montes - Pág. 119
26 - Atribuição do topónimo "Rua da Junqueira" - Trancoso de Cima - São João dos Montes - Pág. 120
27 - Atribuição do topónimo "Rua António Brandão de Revoredo" - Alverca do Ribatejo - Pág. 121
28 - Atribuição do topónimo "Largo Heróis da Aviação" - Alverca do Ribatejo - Pág. 122
29 - Atribuição do topónimo "Praceta Agostinho Teixeira Rodrigues (Maniá)" - Alverca do Ribatejo - Pág. 123
30 - Atribuição do topónimo "Rua 1 de Setembro de 1939" - Alverca do Ribatejo - Pág. 124
31 - Atribuição do topónimo "Travessa dos Estudantes" - Alverca do Ribatejo - Pág. 125
32 - Atribuição do topónimo "Rua José Saramago" - Alverca do Ribatejo - Pág. 126
33 - Atribuição do topónimo "Beco da Ter-Tir" - Alverca do Ribatejo - Pág. 127
34 - Atribuição do topónimo "Estrada do Campo Internacional de Aterragem" - Alverca do Ribatejo - Pág. 128
35 - Atribuição do topónimo "Largo 5 de Maio de 1986" - Alverca do Ribatejo - Pág. 129
36 - Atribuição do topónimo "Rua Damásio Albino Gaspar Rodrigues" - Alverca do Ribatejo - Pág. 130
37 - Atribuição do topónimo "Beco do Metalúrgico" - Alverca do Ribatejo - Pág. 131
38 - Atribuição do topónimo "Rua dos Fundadores do Futebol Clube de Alverca" - Alverca do Ribatejo - Pág. 132
39 - Atribuição do topónimo "Rua Pedro Custódio Pires Martins" - Pinhal das Areias - Alverca do Ribatejo - Pág. 133
40 - Atribuição do topónimo "Rua Grupo Coral Unidos do Baixo Alentejo" - Bom Sucesso - Alverca do Ribatejo - Pág. 134
41 - Atribuição do topónimo "Rua Carmina da Conceição Eugénio Augusto" - Bom Sucesso - Alverca do Ribatejo - Pág. 135
42 - Atribuição do topónimo "Rua Vasco Libânio Esteves Simões" - Arcena - Alverca do Ribatejo - Pág. 136
43 - Atribuição do topónimo "Rua Maria Fernanda Curado" - Sobralinho - Pág. 137
44 - Atribuição do topónimo "Rua Bairro Novo da Figueira" - Sobralinho - Pág. 138
45 - Atribuição do topónimo "Rua da Nora" - Sobralinho - Pág. 139
46 - Atribuição do topónimo "Praceta do Olival" - Forte da Casa - Pág. 140
47 - Filmagens no Cemitério Municipal de Vila Franca de Xira - Isenção do pagamento de taxa - Pág. 141
48 - Protocolo de Colaboração Técnica e Financeira e Promoção da Cogestão da Reserva Natural do Estuário do Tejo - Págs. 142 e 143
49 - Plano Municipal do Ambiente - Consulta Pública - Pág. 144
Final od - Págs. 145
Período de intervenção do público - Pág. 146
Período de intervenção público 1 - Animais abandonados - Págs. 147 e 148
Período de intervenção público 2 - Obras no PER do Bom Retiro - Vila Franca de Xira - Págs. 149 a 152
50 - Ata em minuta da reunião - Pág. 153
Encerra - Pág. 154
Related material
Vídeo da reunião de câmara:
https://www.youtube.com/watch?v=KEx4BTSoJds&feature=youtu.be
Transcription
ORDEM DO DIA
Pág. 1
Interessado Local
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
1 Atas nº 12/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/06/09 e nº 13/2020 da
reunião de câmara extraordinária e privada de 2020/06/19
Aprovação
2 Atribuição de apoio financeiro extraordinário relativo a obras interiores e exteriores a
realizar no edifício sede
Clube Vilafranquense Vila Franca de
Xira
Aprovação
3 Designação de juízes sociais, com proposta de nomeação oficiosa por parte do
Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte, no âmbito da jurisdição de menores
Aprovação
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO
4 Remodelação da rede de abastecimento de água e saneamento na rua da Juventude
(parte) – Concurso público – Compromisso plurianual – Abertura de procedimento
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
GESTÃO ADMINISTRATIVA E JURÍDICA
. Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
5 Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal Conhecimento
6 Legislação-síntese e editais Conhecimento
7 Pagamentos autorizados Conhecimento
8 Balancetes Conhecimento
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
9 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
Conhecimento
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/08
Designação
Assunto
ORDEM DO DIA
Pág. 2
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/08
Designação
Assunto
10 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência – Áreas de
reabilitação urbana
Conhecimento
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
11 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Conhecimento
. Outros assuntos
12 Abertura de concurso externo de ingresso para provimento de um lugar de marinheiro
de tráfego fluvial, na modalidade de relação jurídica de emprego público por tempo
indeterminado – Carreira não revista
Aprovação
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
13 Pedido de autorização para o estabelecimento de negociações contratuais
conducentes à aquisição de imóvel sito junto à Estação Ferroviária da Póvoa de Santa
Iria, abrangido por alvará de loteamento urbano e integrando dois lotes de terreno
Funsita – Fundo Especial
de Investimento
Imobiliário Fechado
Póvoa de Stª
Iria
Aprovação
OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
14 Reabilitação de fogos do PER de Povos – Conta Final Ariepe - Construções Civis
e Obras Públicas, Ldª
Vila Franca de
Xira
Aprovação
15 Reabilitação de fogos do PER da Quinta da Piedade – Lotes 1 a 6 – Conta final Zerca, Ldª Póvoa de Stª
Iria
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 3
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/08
Designação
Assunto
16 Execução da Escola Básica do 1º Ciclo do Sobralinho – Auto de vistoria e receção
definitiva parcial e liberação da caução
Construtora UDRA, Ldª Sobralinho Aprovação
17 Remodelação e ampliação do Núcleo Museológico de Alverca – Reparação de
deficiências – Acionamento de garantias bancárias
L. N. Ribeiro -
Construções, Ldª
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
EDUCAÇÃO
18 Refeições Escolares – Mês de julho – Continuidade do fornecimento de refeições aos
alunos beneficiários de Ação Social Escolar das escolas do Concelho
Aprovação
CULTURA
19 Moção sobre o reinício da atividade tauromáquica 2020 Conhecimento
20 Atribuição do topónimo "Rua do Vale Outeirinho" – São Romão S. João dos
Montes
Aprovação
21 Atribuição do topónimo "Rua da Ermida de São Romão" – São Romão S. João dos
Montes
Aprovação
22 Atribuição do topónimo "Rua da Fonte" – São Romão S. João dos
Montes
Aprovação
23 Atribuição do topónimo "Rua do Casal Velho" – São Romão S. João dos
Montes
Aprovação
24 Atribuição do topónimo "Caminho da Fonte dos Cavaleiros" – São Romão S. João dos
Montes
Aprovação
25 Atribuição do topónimo "Estrada de São Romão" – Trancoso de Cima S. João dos
Montes
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 4
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/08
Designação
Assunto
26 Atribuição do topónimo "Rua da Junqueira" – Trancoso de Cima S. João dos
Montes
Aprovação
27 Atribuição do topónimo "Rua António Brandão de Revoredo" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
28 Atribuição do topónimo "Largo Heróis da Aviação" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
29 Atribuição do topónimo "Praceta Agostinho Teixeira Rodrigues (Maniá)" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
30 Atribuição do topónimo "Rua 1 de Setembro de 1939" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
31 Atribuição do topónimo "Travessa dos Estudantes" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
32 Atribuição do topónimo "Rua José Saramago" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
33 Atribuição do topónimo "Beco da Ter-Tir" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
34 Atribuição do topónimo "Estrada do Campo Internacional de Aterragem" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
35 Atribuição do topónimo "Largo 5 de Maio de 1986" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
36 Atribuição do topónimo "Rua Damásio Albino Gaspar Rodrigues" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
37 Atribuição do topónimo "Beco do Metalúrgico" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
38 Atribuição do topónimo "Rua dos Fundadores do Futebol Clube de Alverca" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
39 Atribuição do topónimo "Rua Pedro Custódio Pires Martins" - Pinhal das Areias Alverca do
Ribatejo
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 5
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/08
Designação
Assunto
40 Atribuição do topónimo "Rua Grupo Coral Unidos do Baixo Alentejo" – Bom Sucesso Alverca do
Ribatejo
Aprovação
41 Atribuição do topónimo "Rua Carmina da Conceição Eugénio Augusto" – Bom Sucesso Alverca do
Ribatejo
Aprovação
42 Atribuição do topónimo "Rua Vasco Libânio Esteves Simões" – Arcena Alverca do
Ribatejo
Aprovação
43 Atribuição do topónimo "Rua Maria Fernanda Curado" Sobralinho Aprovação
44 Atribuição do topónimo "Rua Bairro Novo da Figueira" Sobralinho Aprovação
45 Atribuição do topónimo "Rua da Nora" Sobralinho Aprovação
46 Atribuição do topónimo "Praceta do Olival" Forte da Casa Aprovação
AMBIENTE E GESTÃO DO ESPAÇO PÚBLICO
47 Filmagens no Cemitério Municipal de Vila Franca de Xira – Isenção do pagamento de
taxa
Bruno Teixeira Aprovação
48 Protocolo de Colaboração Técnica e Financeira e Promoção da Cogestão da Reserva
Natural do Estuário do Tejo
Aprovação
49 Plano Municipal do Ambiente – Consulta Pública Aprovação
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
50 Ata em minuta da reunião Aprovação
RETIRADO
EI. Livro -
FI.Ata 001
Reunião de 2020/07/08
Ata flQ 15/2020
MUNICÍPIO DE VILA FRANC DE XIRA
CÂMARA MUNICIPAL
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA E PÚBLICA DE 2020/07/08
Aos oito dias do mês de julho de dois mil e vinte, pelas 09h30, no Pavilhão Multiusos
de Vila Franca de Xira (Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, reuniu a Câmara Municipal
de Vila Franca de Xira, sob a presidência do Sr. Alberto Simões Maia Mesquita,
Presidente da Câmara Municipal, estando presentes os Srs. Vereadores: —
• Regina Célia Gonçalves Agostinho Janeiro;
• José António da Silva de Oliveira;
• Nuno Miguel Marques Libório;
—
• Helena Margarida Mendes Pereira de Jesus;
• Maria Manuela Pacheco Ralha;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
• Maria de Fátima Pires Antunes;
• Jorge Manuel Nunes Zacarias;
• Cláudia Sofia Oliveira Martins;
• Carlos Miguel Vilar Patrão.
Esteve ausente o Sr. Vereador António José Sequeira Félix, tendo sido substituído pelo
Sr. Jorge Manuel Nunes Zacarias.
A reunião foi secretariada por Fernando Paulo Serra Barreiros, Diretor do
Departamento de Gestão Administrativa e Jurídica, assessorado por Leopoldino Filipe
Nunes Barata, Assistente Técnico.
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado:
rosto
_____
FI. Livro______________
:oJe-2a2/?!o8
Município
Proc
__________________
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PRESENÇAS DO PESSOAL DIRIGENTE E TÉCNICOS
GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA
• Chefe do Gabinete
Dr. Renato Gonçalves
GABINETEDEAPOIOÀVEREACÂO —
• Secretário
Osvaldo Pires
• Assessoria
Dr Diana Serpins
Dr Mafalda Ramos-—-- -—
DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Susana Santos
DIVISÃO DE TURISMO
.Chefeda Divisão
Dr Maria João Carraça
DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA E IURÍDICA
Divisão de Recursos Humanos —
•Chefeda Divisão
Dr. Paulo Alenquer —
DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
• Diretora, em regime de substituição
Arqt Teresa Laranjeira
Divisão de Planeamento e Ordenamento do Território
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Urb Ricardo Ramalho
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO
• Diretor do Departamento, em regime de substituição
Dr. Pedro Montes
DEPARTAMENTO DE AMBIENTE E GESTÃO DO ESPAÇO PÚBLICO
• Diretora do Departamento
Arqt Catarina Conde
técnicos 1/2
_____
FI. Livro_____________
Reunocie2d2O/O7/O8
Município
Proc2
___________________
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao fl2_____________
Câmara Municipal \
SERVICOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO
Divisão de Águas e Saneamento
Chefe da Divisão
Eng2 António Novais
técnicos 2f2
FI. Livro
______________
004
Reunião de 2020/07/08
Município Proc
_____________________
de
Vila Franca de Xira Del;beraçao n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
REALIZAÇÃO DA REUNIÃO DE CÂMARA —
Interveio o Sr. Presidente, dando início à reunião, dando os bons dias a todos e
cumprimentando o Sr. Vice-Presidente, Sr?s e Srs. Vereadores, todos aqueles que
seguem esta reunião via on-line, bem assim como trabalhadores e dirigentes que
nela se encontram, e também um cumprimento à empresa que hoje está a
assegurar o som, que doutra forma não se conseguiriam ouvir uns aos outros
convenientemente.
Prosseguiu, dizendo que esta é uma reunião diferente de todas as que se têm feito
ao longo de tantos e tantos anos, mas é fruto do momento que se atravessa em
termos de saúde pública, que levará a refletir como é que em próximas reuniões se
vão resolver estas questões de caráter logístico. Contudo, uma coisa de cada vez,
cada dia é um dia diferente, todos têm de se ir adaptando às circunstâncias.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, dando os bons dias ao Sr.
Presidente, Srs e Srs. Vereadores, técnicos do município, os que apoiam nas
reuniões de câmara e os dirigentes que hoje voltaram a estar de volta, e os
jornalistas, que também voltaram a poder participar. —
Continuou, felicitando a equipa que está presente e que permite até que a reunião
seja mais democrática, porque agora conseguem-se fazer planos de toda a gente e
não apenas do Sr. Presidente, dando pois as boas vindas e dizendo esperar que se
sintam bem, pensando, claramente, que este é um bom contributo para um bom
funcionamento democrático das reuniões.
Depois, está-se no pavilhão do Cevadeiro, um pavilhão de muitas histórias e
memórias, um pavilhão de que qualquer um conseguiria falar horas a fio, de bons
momentos que aqui todos passaram, e que comprova efetivamente que no
concelho há imensas soluções para a realização de reuniões, respeitando todas as
regras da Direção-Geral da Saúde, mas onde aquilo que é a razão de existência do
poder local, que são as pessoas, possam participar.
Quis dar esta nota muito positiva sobre a riqueza dos equipamentos, sejam eles do
movimento associativo, sejam municipais, e que permitem, sem medos, que se
continue a fazer aquilo a que a câmara municipal se propôs, que é fazer reuniões
descentralizadas nas diferentes freguesias, mantendo a segurança de todos. Pensa
aad 1 1)2
_____
FI. Livro
______________
•jb /1 Ode2õm
Município
( Proc2
____________________
Vila Franca de Xira t’ Deliberação n2____________
Camara Municipal
que se tem também esta obrigaçào, de passar esta confiança para as pessoas que
queiram vir à reunião de câmara.
Aliás, queria fazer uma sugestão, pensa que as redes sociais deviam anunciar as
reuniões de câmara. Todos têm conhecimento que as redes sociais hoje chegam às
pessoas duma forma muito célere, toda a gente tem acesso, e pensa que se se
divulgar este bem democrático que se tem, que é o pluralismo democrático na
gestão do concelho, ajudava a todos.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem do dia, dizendo que este,
efetivamente, é um pavilhão magnífico, onde se pode fazer muita coisa,
inclusivamente uma reunião como esta. Nunca passou pela cabeça vir a realizar
uma reunião de câmara neste pavilhão, mas é o que é.
aod 1 2/2
FI. Livro
_____________
FI.Ata “ 006
Reunião de 2020/07/08
Município Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DE MÁRIO COELHO
Interveio o Sr. Presidente, referindo, conforme foi enviado aos Srs. Vereadores, que
vai ler um voto de pesar pelo falecimento de Mário Coelho, conforme documento
que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
Após a leitura, interveio novamente, referindo não saber se alguém se quer
pronunciar sobre o voto de pesar, dando a palavra ao Sr. Vereador Mário Calado.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dando os bons dias e cumprimentando, na
pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, bem como quem ouve a reunião em
casa e todos aqueles que contribuíram para a sua realização, dizendo que
naturalmente a CDU se junta a este voto de pesar com muita veemência, Mário
Coelho não era uma figura do consenso absoluto, isso também é difícil na vida,
reunir um consenso absoluto à nossa volta, mas merece por inteiro esta
lembrança, este voto de pesar que se está a fazer.
A CDU, na circunstância, tem uma pequenina alteração a propor, que tem a ver
com o “ironicamente”. Pensa que não fica muito bem no texto, era talvez melhor
pôr “por coincidência” ou “infeliz coincidência”, porque o “ironicamente” não
parece muito correto aos membros da CDU neste voto.
Assim, para já é só o que gostava de propor, e naturalmente que estão
absolutamente de acordo com este voto de pesar.
Tomou de novo a palavra o Sr. Presidente, referindo que não sabe se mais alguém
se quer pronunciar, e que, de facto, os membros do P5 não veem nenhum
inconveniente em retirar a expressão “ironicamente” e colocar “por coincidência”.
Assim, vai-se alterar o voto, de acordo também com aquilo que o Sr. Vereador
Mário Calado propâs.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PASSAGEM DE NÍVEL DE VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Presidente, referindo-se à passagem de nível de Vila Franca de Xira,
informando que se realizou, no passado dia 26 de junho, uma reunião com
moradores e comerciantes na zona do cais de Vila Franca de Xira, destinada à
apresentação das soluções a estabelecer entre o município e a lnfraestruturas de
Portugal, no sentido de resolver os graves problemas de segurança que se
verificam na atual passagem de nível, e que têm conduzido, como se sabe, à
ocorrência de dezenas de mortes nos últimos anos.
Compareceram nesta reunião cerca de 15 moradores e comerciantes do cais de
Vila Franca de Xira, na sequência do convite que lhes foi dirigido. Verificou-se, no
decorrer da mesma, que os moradores e comerciantes efetivamente ligados àquela
zona da cidade não concordam com a deslocação da passagem de nível em cerca
de 25Cm para sul. Em virtude das opiniões e justificações apresentadas pelos
munícipes concluiu-se não estarem reunidas as condições para proceder à
assinatura do acordo de colaboração com a lnfraestruturas de Portugal, o qual foi
aprovado na reunião de câmara de 27 de maio passado.
No seguimento desta reunião com comerciantes e moradores na zona do cais de
Vila Franca de Xira contactou a lnfraestruturas de Portugal, no sentido de que o
acordo de colaboração fosse dividido em dois protocolos, um dos quais relativo à
colocação dum vigilante na passagem de nível. Estabeleceu esse contacto com a
lnfraestruturas de Portugal nesse mesmo dia, e remeteu-lhe uma proposta de
acordo de colaboração que considera e consagra exclusivamente a questão do
vigilante.
Assim, informa que até ao momento ainda não se obteve resposta da parte da IP
sobre esta proposta, e vai-se continuar a acompanhar, naturalmente, esta
situação.
Tomou a palavra Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que na sequência da reunião
que houve com os moradores, comerciantes e todos aqueles que participaram
quanto ao futuro da passagem de nível de Vila Franca de Xira, os membros da CDU
gostariam de tecer alguns comentários e de fazer uma proposta em concreto.
Em primeiro lugar, valorizam a ação da população, e registam a sua correçào, da
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maneira como o fez, como participou e como se expressou. Aliás, é a prova
provada que no exercício de funções desta natureza a proximidade e a ligação às
populações é a verdadeira condição para melhorar as decisões que se tomam. Se
esta audição à população já tivesse sido feita há muito tempo, provavelmente
também já teria a câmara municipal ganhado muito tempo, por antecipação, em
relação a constrangimentos criados sobre esta matéria.
Depois, crê que o Sr. Presidente reconhecerá que da parte do PCP não ficaram
apenas na fase da constatação e da análise da situação, aliás, como sabe, não só
no plano da Assembleia da República foram sucessivas as vezes que interpelaram
o Governo nas modalidades regimentais, para questionar do ponto de situação da
realização duma solução para a passagem de nível de Vila Franca de Xira, como
interpelaram diretamente o Governo e apresentaram medidas concretas, que
sistematicamente foram boicotadas pela maioria, onde se inclui também o partido
que o Sr. Presidente representa na câmara municipal, o Partido Socialista.
Queriam também assinalar que do ponto de vista do concelho levantaram um
abaixo-assinado, que recolheu cerca de 1 200 assinaturas, entregue ao então
Ministério das lnfraestruturas, ao qual, infelizmente não foi dada a devida
importância por parte do Governo.
O que queriam ainda assinalar é que é muito importante este compromisso do
presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, que aliás corresponde a
uma justa aspiração que a CDU muitas vezes tem colocado nos órgãos autárquicos,
que é a da reposição do guarda de linha ou duma segurança presencial.
Indo ao concreto da proposta, e para terminar, fazem uma proposta muito concreta
à câmara municipal e ao presidente, que a representa: A câmara municipal deve
estabelecer uma conversação direta com a lnfraestruturas de Portugal, no sentido
de se encontrar uma solução desnivelada para a atual passagem de nível. A
câmara municipal não pode abdicar desta reivindicação e desta exigência. Só não
há solução para a morte, há soluções que podem e devem ser estudadas técnica e
financeiramente, e consideram que a câmara municipal tem todas as condições,
aliás, deve ser sua obrigação, estabelecer uma conversação direta com a
lnfraestruturas de Portugal, no sentido de se encontrar uma solução desnivelada
para o atual local, para o restabelecimento das condições de segurança para quem
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vive, para quem habita, para quem dinamiza comercialmente e para quem utiliza
recreativamente e desportivamente todo aquele local, que é uma ligação franca do
rio com a cidade de Vila Franca de Xira.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dando os bons dias a todos, dizendo que
gostaria de começar a sua intervenção por uma questão que já foi colocada,
relativamente ao cancelamento do protocolo que a câmara municipal pretendia
assinar com a lnfraestruturas de Portugal para a mudança da passagem de nível
que dá acesso ao cais de Vila Franca de Xira, para uma posição mais a sul e mais
segura.
Assim, o Bloco de Esquerda sabe que o protocolo foi cancelado ou a pretensão de
se fazer esta alteração foi suspensa, na medida em que foi contestada por uma
parte da população, que se serve e de alguma forma tem ligações àquela zona, à
zona do cais, e a questão que coloca é que, pelo menos neste mandato, já
aconteceram várias vezes recuos desses, deste género, e contestação por parte de
movimentos de cidadãos a algumas obras que são promovidas pela câmara
municipal ou que se pretendem promover. Essas obras são até imbuídas dum
espírito construtivo e de melhoria da qualidade de vida e da segurança dos
concidadãos, mas depois esbarram com alguma relutância da parte destes.
Recorda a questão das ciclovias na Póvoa e do estacionamento, a do abate das
árvores e da remoção da zona de convívio na avenida Baptista Pereira, em
Alhandra, e agora também a movimentação da passagem de nível para um ponto
mais a sul.
A questão que o Bloco coloca é se não seria melhor contemplar algum mecanismo
de participação pública nestes projetos de requalificação por forma a evitar estas
situações. Julga também que muitas vezes estas situações têm a ver com
problemas de comunicação entre o executivo da câmara municipal e as
populações. Se calhar, no caso da avenida Baptista Pereira, se se fosse explicar à
população porque é que as árvores tinham que ser abatidas, e na opinião do Bloco
de Esquerda também não foram tidos os devidos cuidados no abate das árvores, se
houvesse esse cuidado, e houvesse o cuidado também de se explicarem os
projetos às populações, evitavam-se estas questões e encontravam-se desenhos e
soluções melhores para os projetos que se pretendem implementar.
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Assim, deixa esta observação e sugestão, para ser contemplado algum mecanismo
de participação das populações nos projetos de reabilitação da câmara municipal.-
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, dizendo que julga
que é consensual que a tragédia que tem acontecido naquela passagem de nível
tem de ser minimizada ou acabar. Portanto, só se consegue acabar com a
supressão da passagem. Compreende as manifestações dos moradores, e doutras
pessoas que lá estiveram, que não eram residentes, mas enfim, sobre isso não vai
fazer grandes comentários, é o que é, compreende que as pessoas, algumas,
vivem ali há mais de 60 anos e que tenham alguma dificuldade agora de encontrar
outra solução, que era a passagem superior de acesso à biblioteca, e não lhe
parece que a ligação rodoviária fosse a grande questão. Essa não é, na sua
opinião, grande questão, a questão era justamente em termos pedonais.
Quer dizer ao Sr. Vereador Nuno Libério, e fica-se por aqui, que a CDU fez aquilo
que entendeu fazer, a câmara municipal, no que concerne ao Partido Socialista,
tem feito aquilo que lhe parece o mais adequado na base das informações técnicas
que a IP tem colocado, porque, em termos das questões de segurança, concluiu-se
que aquela curva ali não tem visibilidade. Ao não ter visibilidade, cria aquelas
dificuldades às pessoas que atravessam, e muitas morreram ao fazer o
atravessamento. —
Há outra mortalidade, provavelmente, por outras razões, essas infelizmente
existirão sempre, certamente, mas aquilo que a lnfraestruturas de Portugal diz é
que aquela solução, que era provisória, iria melhorar consideravelmente as
questões de visibilidade, portanto, minimizar os problemas e melhorar a
segurança. —-----—
Comprometeu-se, efetivamente, quanto ao protocolo existente, que foi aprovado
na reunião de câmara de 27 de maio, que pudesse ser desdobrado e fossem
constituídos dois protocolos. Um era sobre a vigilância, e assim que saiu daquela
reunião telefonou para o responsável desta área da IP, e deu-lhe conta que não
haveria condições objetivas para se assinar o protocolo na terça-feira seguinte.
Explicou as razões, e disse-lhe que nesse mesmo dia, e assim o fez, ia enviar uma
proposta sobre as questões da vigilância.
Até este momento está-se a aguardar resposta, e quer dizer, “olhos nos olhos”, ao
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Sr. Vereador Nuno Libório, que o Partido Socialista tem, ao longo deste tempo,
tentado ser parceiro naquilo que são soluções para resolver o problema da
sinistralidade e da mortalidade que tem acontecido naquela zona, tem a sua
consciência tranquila sobre essa matéria, e espera que ninguém, em termos
políticos, fique com a consciência pesada daquilo que pode vir a acontecer mais
tarde.
Para terminar, diz ainda que no dia 22 de setembro de 2010, numa reunião de
câmara, foi aprovado por unanimidade um ponto que dizia “Supressão da
passagem de nível ao km29+887 da Linha do Norte — Protocolo com a REFER EP e
Obriverca”. O Sr. Vereador recorda-se?
Respondeu o Sr. Vereador que sim.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que o que dizia era “supressão da
passagem de nível”, o que quer dizer que aquela passagem de nível ia ser
eliminada e as pessoas tinham de encontrar outras soluções de acesso ao cais,
seja quem for. Isto foi em 2010, aprovado por unanimidade, e agora não vai falar
muito do que foram as várias intervenções, o que é um facto é que a única coisa
que havia, da parte da CDU, era que a passagem superior, pedonal e rodoviária,
em vez duma via só, devia ter duas, no que o PS anuiu, entendeu que, de facto,
havia razão nesse sentido, sobretudo por uma questão de segurança no que diz
respeito aos veículos prioritários, carros de bombeiros, ambulâncias, etc. lstofoi
aprovado por unanimidade pela CDU, de maneira que agora crê que, ou mudou de
opinião, ou efetivamente naquela altura não se preocupou muito com os problemas
das pessoas que residiam naquela zona.
Pensa, sinceramente, que há dificuldades para encontrar soluções para as
questões de segurança, procurou-se encontrá-las, neste momento a situação está
em análise da lP, vai-se aguardar e depois logo se verá como é que este processo
vai evoluir, sendo que, no que se refere ao Partido Socialista, tem a consciência
muito tranquila à volta desta matéria.
Respondendo ao Sr. Vereador Carlos Patrão, sobre a passagem de nível já falou o
que julga que era pertinente falar, se bem que também lhe tem a dizer que só
quem está muito desatento é que não percebeu o que é que estava em causa.
Aliás, desde 2010 que se anda nisto. Portanto, das duas uma, ou as pessoas não
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andam muito atentas ao que se vai falando na comunicação social, naquilo que se
passa nas reuniões de câmara, ou naquilo que se vai falando, mas sabia-se ou
sabe-se, diz o próprio, que um dia aquela passagem de nível tem de ser suprimida.
Pode não ser este ano, pode não ser para o ano ou não sabe quando, mas tem de
ser suprimida, e depois há de haver alguém que decida que é assim, e esse
alguém é a lnfraestruturas de Portugal.
Há uma questão que é claríssima, são as questões de segurança, e em termos
técnicos isso foi falado muito com os técnicos municipais também, pelo que há de
haver um momento, como noutras circunstâncias, noutros países, se a mortalidade
continuar, em que alguém tem que decidir, para que não continue, com vigilantes
ou sem vigilantes. O vigilante certamente que é um fator importante, não tem
dúvidas, mas não quer dizer que resolva todos os problemas, mas enfim.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, após o período de intervenção do público,
mencionando que o Sr. Presidente usou duma expressão popular, que “olhos nos
olhos” tinha algo para dizer ao próprio, que entendeu naturalmente como à
bancada da CDU, e o Sr. Presidente pode olhar de frente para si quando quiser
falar sobre este assunto, ou qualquer outro, como também o próprio sempre o faz.
Queria dizer-lhe, com muita franqueza e muita objetividade, que não foi o PCP que
não deu sequência ao protocolo de 2010, não foi o PCP que determinou a retirada
do guarda de linha na passagem de nível e não foi o PCP que se recusou a assumir
responsabilidades na Assembleia da República, quando suscitou este assunto, que
perante a resposta do Governo voltou a insistir, e sobre essa insistência de nada
teve, nem foi o PCP que se recusou a dar resposta a um abaixo-assinado que foi
subscrito por vila-franquenses com mais de 1 200 assinaturas. O PCP e a CDU, quer
na câmara municipal, quer nos órgãos onde estão representados, sempre foram
parte da solução, e a parte da solução é, desde já, exigir a reposição do guarda de
linha e, por outro lado, não abdicar do estudo e da exigência duma passagem de
nível estruturada para o mesmo local, a discutir com a câmara municipal, a discutir
com as autarquias e, acima de tudo, a discutir com as populações, porque também
não foi o PCP que quis tomar uma posição de aparente envolvimento e audição
com as populações, escassos dias antes da assinatura dum protocolo.
Assim, o PCP e a CDU não têm a consciência pesada sobre esta matéria, nenhuma
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mesmo, antes pelo contrário, estão é muito preocupados com o arrastar da
situação e a incapacidade da câmara municipal defender, tal como os membros da
CDU entendem que deveria defender, um processo que já de si é difícil, mas que
tem de ter uma resposta obrigatória por parte de todas as entidades públicas.
O Sr. Presidente interveio, referindo que o PCP, ou a CDU, como se quiser, fez o
número que fez, político, por causa da passagem de nível, o próprio até recebeu
um telefonema a dizerem-lhe que era responsável, ou a insinuaram que
eventualmente sabia, deu ordens ou sabe lá o quê, para tirar uma tarja que estava
lá, que nem a conhecia, viu-a no momento em que foi lá para a reunião.
Pode ser acusado de muita coisa, é da vida, o que é que se há de fazer, mas, de
facto, jamais faria uma coisa dessas. Se o Sr. Vereador lhe perguntar se há muita
publicidade política do PCP, e não só, pelos passeios, etc., que efetivamente não
devia estar, não devia. Se o Sr. Vereador lhe perguntar se tem acontecido um
pouco de vandalização de equipamentos, que estão nas cidades do concelho, pelo
PCP, a fazer propaganda, pintando armários da EDP, etc., é uma constatação.
Agora, nunca, por nunca, o próprio tem uma posição, em termos democráticos, que
jamais lhe permitiria dar instruções para tirar isto ou tirar aquilo, jamais. Mesmo
que isso acontecesse, primeiro falava com quem de direito, a dizer: “Vamos fazer
uma obra, precisamos de tirar este outdoor, esta tarja, seja lá o que for”.
Assim, e para clarificar esta questão, independentemente de pensar que algumas
coisas são um exagero, efetivamente a tarja estava lá e não teve interferência
absolutamente nenhuma sobre o assunto.
O que está em causa é aquilo que o PCP fez e aquilo em que o PCP tomou uma
decisão em 2010. Em 2010, queira ou não queira, há um facto político
indesmentível, factual, que está na ata da reunião de câmara, que os Srs.
Vereadores votaram a favor da supressão daquela passagem de nível. Isso é
indesmentível, está ali, se a passagem superior não foi feita, paciência, não foi
feita, mas agora há aqui um dado claro, inequívoco, de que os Srs. Vereadores
votaram a favor da supressão da passagem de nível.
Outra coisa é aquilo que se tem hoje, e aquilo que se tem hoje é efetivamente o
que já referiu, a situação que está em mente há anos é a construção duma via,
superior ou inferior, que dê acesso ao outro lado, para a zona do cais, para fechar
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aquela passagem de nível. Qualquer solução que seja construir uma passagem
superior ou inferior, é justamente para suprimir aquela passagem de nível, e o PCP,
em 2010, esteve de acordo com este princípio. Isso é indesmentível, agora pensa
duma maneira diferente, quer manter aquela solução de insegurança.
Dizem os membros da CDU, e aí concorda, que ter lá um vigilante poderia melhorar
a situação, é provável que sim, e isso subscreve.
Tendo o Sr. Vereador Nuno Libério falado, prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que
o Sr. Vereador já teve o seu tempo de antena, não se vai eternizar isto, aquilo que
lhe diz é que tudo se fará e está-se a fazer para que o vigilante vá para lá.
Contudo, tem de ser assumido pela lP. Há um protocolo, que aí é completamente
claro, a câmara municipal assume a colocação dum monobloco para melhor
conforto das pessoas que lá vão exercer as suas funções, em termos de vigilância,
é aquilo que a câmara municipal assumiu. Quanto ao pagamento do vigilante, terá
de sera lnfraestruturas de Portugal.
Concorda que com vigilante as coisas podem correr bem melhor em termos de
segurança, mas não sabe é se vai evitar os problemas que havia no passado.
Interveio ainda, dando a palavra ao Sr. Vereador Nuno Libório, pedindo-lhe a
máxima síntese possível.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libério, referindo que nem estava a
compreender o porquê de ser chamada aqui uma faixa política do PCP, da CDU,
mas já entendeu. Já agora, deve esclarecer que a faixa foi retirada pela lP, que a
devolveu à sua força política, depois da mesma lhe exigir isso, mas a IP também
informou a CDU que essa faixa foi retirada a pedido da câmara municipal, para ali
instalar uma campanha publicitária.
O Sr. Presidente terá de esclarecer isso com a Infraestruturas de Portugal. Por uma
questão de relacionamento institucional, é uma coisa que terá de ser agora
esclarecida com a IP, mas isto foi o que a lnfraestruturas de Portugal informou a
força polftica PCP sobre essa matéria.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo ao Sr. Vereador que o oiça.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório: “Queria terminar, por favor!”
Continuou o Sr. Presidente, referindo que é bom que se esclareça já.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libério que não é consigo, aquilo que está a dizer é
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verdade.
Referiu o Sr. Presidente que acredita naquilo que o Sr. Vereador está a dizer. O que
diz ao seu caro amigo e vereador é que acredita no que está a dizer, agora, não
vale a pena chutar responsabilidades para quem não as tem. O próprio é
completamente alheio, só viu a faixa quando foi para a Fábrica das Palavras, e
ficou muito incomodado com aquilo tudo.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que não, a própria é que lhe telefonou.
Prosseguiu o Sr. Presidente, dizendo que foi antes, porque a Sr Vereadora falou-
lhe numa faixa, que nem sabia...-
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo ao Sr. Presidente que queria
continuar, para terminar mesmo, ao que o Sr. Presidente lhe disse que fizesse o
favor
Continuou o Sr. Vereador, dizendo que foi exatamente isso que transmitiram aos
membros da CDU e, como é óbvio, está aqui também sob compromisso de honra
perante todos e perante informações que sabe que lhes foram transmitidas.
Depois, não vale a pena continuar a lavrar no mesmo equívoco, o PCP, a CDU,
sobre esta matéria não mudaram de opinião, desde sempre que reafirmaram que a
atual passagem de nível precisa de ser reposta do ponto de vista da sua
segurança: Guarda de linha, já! Por outro lado, ou ao mesmo tempo, exigir da
lnfraestruturas de Portugal, que à data era a REFER, o estudo e o desenvolvimento
duma solução desnivelada, para a qual nunca os membros da CDU tiveram uma
opinião se deveria ser pela direita, pela esquerda, por cima ou por via inferior, mas
que se estude e apresente à população uma solução que sirva a cidade e, acima de
tudo, que responda aos desafios de segurança e às necessidades que se têm hoje
presentes.
Sobre tudo aquilo que o Sr. Presidente tentou agora aqui fazer, que foi, por um
lado, desresponsabilizar o Partido Socialista relativamente a essa matéria, crê que
lhe fica bastante mal ter feito a afirmação que fez, que o PCP, sobre esta matéria, é
bom que não fique com consciência pesada. O PCP não tem consciência pesada,
mas tem a consciência que lamentavelmente este processo não está a ser
corretamente desenvolvido e implementado pelo Partido Socialista. Com estes
ziguezagues todos, se se ouvissem mais os vereadores da oposição, se, acima de
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tudo, se ouvissem as populações e se se tivesse uma postura reivindicativa,
diferente daquela que se tem vindo a ter, provavelmente hoje haveria de se estar
aqui a discutir outra solução.
Todo aquele relato histórico que disse, ainda bem que o Sr. Presidente não ousou
pô-lo em causa, porque aquilo que os membros da CDU disseram, e que aqui o
próprio repetiu, foi a circunstância temporal de tudo quanto aconteceu, e que
corresponde a toda a verdade sobre todo este processo.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que aquilo que se sabe e é indesmentível, a
verdade, é que qualquer solução, como aquela que estava (e os Srs. Vereadores
têm o conhecimento total de toda esta informação, não podem dizer que não têm,
têm), de passagem superior ou inferior, como se quiser, tem em vista a supressão
daquela passagem de nível, Os Srs. Vereadores sabem disso, e é a única coisa que
diz, é indesmentível.
Portanto, os Srs. Vereadores sabem que qualquer solução tem em vista a
supressão daquela passagem de nível, pelo que se calhar o melhor é avisar os
residentes que a situação é mesmo esta, e aquela situação não se pode eternizar,
por segurança e conforto de quem ali passa diariamente.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REVISÃO DA CARTA EDUCATIVA DO CONCELHO DE VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Presidente, referindo que vai ter início neste mês de julho o trabalho
de revisão da Carta Educativa do Concelho de Vila Franca de Xira, documento
estratégico na área da educaçáo, que foi aprovado em junho de 2006.
A necessidade de revisão deste documento decorre das inúmeras alterações
verificadas desde então nesta área, nomeadamente o alargamento da escolaridade
obrigatória, alterações na estrutura organizacional das escolas, alterações
demográficas e a própria descentralização de competências na área da educação,
assumida pelo município de Vila Franca de Xira.
A revisão da carta educativa estará a cargo do CESUR, Departamento de
Engenharia Civil, Arquitetura e Georrecursos do Instituto Superior Técnico, em
estreita articulação com os serviços da câmara municipal.
Recorda que o CESUR já colaborou com a câmara municipal no desenvolvimento da
Carta Escolar, aprovada em 2000.
Prevê-se que o trabalho decorra durante cerca de 1 ano, iniciando-se com a
apresentação do plano de trabalho e as metodologias a adotar em cada fase
seguinte, contando diversos momentos de consulta e participação, não só às
entidades diretamente implicadas, mas também dirigida a toda a comunidade.
A Carta Educativa do Concelho de Vila Franca de Xira constitui-se como ponto de
partida para a elaboração do plano estratégico para a área da educação.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo, na sequência da intervenção do
Sr. Presidente, que a carta educativa já devia ter sido revista há vários anos, todos
sabem, mas a revisão das cartas educativas tem sido difícil, por falta de
orientações por parte do Ministério da Educação, nomeadamente relativamente
aos equipamentos escolares, que devem ser orientadores.
já se teve pré-escolar só, depois houve pré-escolar e primeiro-ciclo, já houve
segundo e terceiro ciclos, já há básicas integradas, já há básicas integradas até ao
secundário, já se teve a fase dos centros escolares, e gostava de saber qual é a
orientação do Ministério da Educação relativamente àquilo que são os
equipamentos que se defendem como equipamentos de futuro para a área da
educação.
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Câmara Municipal
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem do dia, referindo que, de
facto, há um decreto-lei, que é o Decreto-Lei n2 21/2019, onde estas matérias de
orientação do ministério lá estarão, e que se vão seguir, sem prejuízo, como é
evidente, de, no seguimento deste trabalho que se vai realizar, a par e passo ir
falar sempre com a DGEstE e, em alguns casos até, mais que isso, com a própria
secretaria de Estado, se houver necessidade de alguma orientação na sequência
do trabalho que se vai desenvolver.
De qualquer modo, o decreto-lei poderá ajudar bastante.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
FERRAMENTA VIRTUAL SIGN NO SITE DA CÂMARA MUNICIPAL
Interveio a Sr Vereadora Manuela Ralha, dando os bons dias e cumprimentando,
na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, assim como todos os técnicos da
câmara municipal presentes nesta reunião pela primeira vez desde que iniciou esta
pandemia, e todos aqueles que a seguem via on-line, mencionando que já está em
funcionamento, no site da câmara municipal, uma nova ferramenta, que dá mais
um passo importante em termos de comunicação acessível no contexto da política
de inclusão que vem sendo desenvolvida pela autarquia.
O Virtual Sign é um avatar que traduz automaticamente os textos presentes na
página da lnternet do município para língua gestual portuguesa, sendo que, com
recurso a esta ferramenta tecnológica, fica assim assegurada a acessibilidade da
informação municipal para as pessoas com deficiência auditiva, num passo muito
importante para reduzir problemas de integração e as suas consequências a nível
social e emocional.
Esta funcionalidade junta-se à quejá tinha sido implementada anteriormente, de
conversão em áudio desses mesmos textos, a ReadSpeaker, que assegura a
comunicação acessível para as pessoas com deficiência visual.
O objetivo é que gradualmente esta ferramenta esteja disponível nas demais
páginas eletrônicas do município, onde isso seja tecnicamente possível.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, dando os bons dias e
cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, e também
todos aqueles que seguem a reunião através da transmissão on-line, começando
por pegar na informação que a Sr Vereadora Manuela Ralha deu, dizendo ser com
agrado que os membros da CDU veem a ferramenta da comunicação acessível
para língua gestual a acontecer. Sem dúvida que é importante a integração de
todos, mas mais importante que a integração é a sua inclusão na vida comum do
dia a dia de todos.
Realmente, as pessoas com deficiência ou incapacidade só serão incluídas se
tiverem acesso às mesmas, se não tiverem acesso às mesmas não têm essa
inclusão, que é tão necessária, e que ainda está muito longe de a verem acontecer.
Deixam uma sugestão, que também é uma ferramenta de comunicação acessível,
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que é a leitura fácil. É uma ferramenta que permite que todas as pessoas consigam
perceber aquilo que está escrito nos documentos, através de uma linguagem mais
simplificada, inclusivamente aqueles que têm deficiência intelectual. As pessoas
com deficiência intelectual são muitas vezes esquecidas, não têm uma deficiência
física, não é visível, e, não propositadamente, como é lógico, são muitas vezes
esquecidas, mas também têm deficiência e também têm de ser incluídas na
sociedade.
Assim, deixam esta sugestão.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, referindo que a Sr
Vereadora Cláudia Martins falou da integração de pessoas com deficiência e
ferramentas de comunicação, e a Sr Vereadora Manuela Ralha depois fará o favor
de desenvolver esta matéria.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, após o período de intervenção
do público, mencionando, relativamente à sugestão que os membros da CDU deu,
dos documentos serem escritos em leitura fácil, que a Sr Vereadora deve-se ter
esquecido, ficou de responder e não respondeu.
Referiu o Sr. Presidente que a Sr Vereadora Manuela Ralha não respondeu, mas
vai responder. —
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RAta 021
Reunião d O2O/O7/O8
Município Proc
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
CENTRO DE APOIO À VÍTIMA - DECLARAÇÕES DE INÊS SOUSA REAL
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, cumprimentando, na pessoa do
Sr. Presidente, todos os presentes e todos aqueles que seguem a reunião via on
une, dizendo que a nota que tem para referir tem a ver com o Centro de Apoio à
Vítima, e gostaria de começar por informar que efetuou uma nota de imprensa
sobre as afirmações proferidas por Inês Sousa Real, do PAN - Partido Pessoas—
Animais-Natureza.
Assim, com efeito, no dia 6 de julho de 2020, no jornal das 9, da Wl, foi discutida
com a deputada do PAN, Inês Sousa Real, a temática do fim do financiamento
público às touradas, e importa referir que a deputada Inês Sousa Real teve a
ousadia de, em direto, faltar à verdade relativamente às afirmações proferidas
sobre Vila Franca de Xira, nomeadamente quando afirma que o município não tem
sequer uma sala de atendimento de apoio à vítima.
Mais, importa referir que o aproveitamento político, a instrumentalização de
questões sérias, que afetam a vida das populações, e as afirmações tortuosas e de
caráter duvidoso, são vergonhosas e de má-fé, promovendo o afastamento da
sociedade daquilo que são os partidos polfticos e os seus intervenientes.
Face à falta de conhecimento da deputada Inês Sousa Real, teve de se repor a
verdade dos factos. O município de Vila Franca de Xira tem um Centro de Apoio à
Vítima, e o mesmo é dirigido a todas as vítimas de crime, sejam elas de que
enquadramento criminal forem. —
O Centro de Apoio à Vítima é constituído por 2 psicólogos, 1 assistente social e 1
jurista, sendo que até à existência deste centro nunca nenhuma vítima de crime de
crime ficou sem apoio social, psicológico ou de qualquer outro âmbito, na medida
em que os técnicos municipais sempre fizeram o devido acompanhamento, em
articulação com toda a rede de apoio às vítimas de crime. —
Perante todos estes factos, no seguimento de todas as afirmações proferidas,
desafiou-se o PAN a retratar-se de imediato, corrigindo publicamente as falsidades
caluniosas que foram proferidas, na pessoa da sua deputada, exigindo desta forma
um pedido de desculpas formal, quer ao município, à vereadora, a própria, e a
todos os técnicos que ao longo dos anos têm feito o seu trabalho neste âmbito.
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RAta - 022
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Também se solicitou à Wl que repusesse desta forma a verdade dos factos,
relativamente ao município de Vila Franca de Xira e ao Departamento de Habitação
e Coesão Social, que tutela, e que ao longo dos anos tem vindo a atuar de forma
exemplar nesta área.
Queria ainda dar uma nota, acrescentando aquilo que foi agora dito, para que fique
devidamente conhecido, ou seja, o e-mail do Centro de Apoio à Vftima é
apoiovitimac&cm-vfx.pt, o contacto telefónico é o 966 686 053, o Centro de Apoio à
Vítima está a funcionar já no Centro Comunitário de Vialonga, já lá está instalado, e
os atendimentos no âmbito do acompanhamento, que forem considerados
necessários pelo gabinete, poderão ser itinerantes, procurando locais que facilitem
o acesso dos munícipes.
Para encaminhamento e articulação foram criados o indicado e-mau e o indicado
atendimento telefónico, que são específicos para esta situação, sendo que o
encaminhamento das situações para o Centro de Apoio à Vítima deverá ser
efetuado em ficha própria e articulado na reunião de atendimento integrado
correspondente à zona de residência da vítima, de forma a que a técnica do Centro
de Apoio à Vítima possa ficar com o máximo de informação possível.
Interveio o Sr. Presidente, agradecendo à Sr Vereadora e dizendo que comunga da
sua preocupação, de se ser sério na intervenção polftica, porque se se for
certamente que se vai mais longe naquilo que é a construção dum país mais
democrático, mais justo.
Intervenções como aquela que se ouviu na 1V) não vão nesse caminho, aquilo que
a Sr? Vereadora disse tem todo o sentido, e espera que seja reposta a verdade dos
factos.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
HOMOLOGAÇÃO DAS CAMAS MONTADAS NO PAVILHÃO DO CEVADEIRO - VILA
FRANCADEXIRA
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, aproveitando o facto de se estar no
Cevadeiro, em Vila Franca de Xira, e de se ter anunciado que se usou ou se teve
aqui, durante algum tempo, camas à espera de um dia serem usadas, o que
felizmente não aconteceu, para perguntar, porque os membros da CDU nunca
chegaram a perguntar, se essas camas estavam homologadas.
Efetivamente, se houvesse uma necessidade extrema de utilizar, a questão é se se
poderiam utilizar as camas, se estavam homologadas.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem do dia, mencionando que
as camas foram certificadas por quem tem de certificar, que é a proteção civil
distrital, que ainda mantém o plano de emergência ativo. Enquanto o plano de
emergência estiver ativo, têm de se ter as camas no pavilhão, aliás, elas estão lá
atrás, como os presentes se aperceberam, e assim que terminar esta reunião
voltam outra vez para o lugar.
Foi solicitado ou exigido, melhor dizendo, que houvesse centros de acolhimento
temporário, e é isso que se mantém, porque têm de se cumprir essas regras.
Ainda não foi necessário, felizmente, acolher pessoas no pavilhão devido à
pandemia, mas mantêm-se 2 centros de acolhimento, um aqui, e outro no pavilhão
do Olival de Fora, em Vialonga.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
COLETE ENCARNADO
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que hoje seria uma reunião em
que todos estariam muito orgulhosos e começariam todos as intervenções a falar
daquilo que é a festa maior do concelho de Vila Franca de Xira e do Ribatejo, que é
o Colete Encarnado.
Não se fez, ou até agora não foi feito, pelo que quer fazer uma referência. Em
primeiro, quer agradecer ao Sr. Presidente o telefonema que fez à CDU, indicando
que apenas um dos seus membros podia estar presente na homenagem ao
campino, para que se pudessem cumprir as regras da Direção-Geral da Saúde para
a Área Metropolitana de Lisboa, ou seja, no máximo 10 pessoas. Portanto,
agradece o convite do Sr. Presidente, mas crê que se ficou muito aquém daquilo
que eram as obrigações para com a população de Vila Franca de Xira.
O Largo da Câmara devia estar iluminado, crê que as janelas não tinham que
apenas ser engalanadas depois de haver várias críticas nas redes sociais, até
porque a tradição nunca foi sexta-feira à tarde, foi sempre muito mais cedo, e não
se conseguiu dar resposta a isto. Crê que se podia ter utilizado a salva de
morteiros, que era sempre o sinal para a população da vila que o Colete Encarnado
estava a acontecer. Também crê que as músicas nas ruas deveriam ter acontecido,
bem como algumas coisas pontuais, como a passagem de 2, 1 ou 3 campinos pelas
ruas, apenas para que as pessoas percebessem que não se podia fazer a festa para
que se cumprissem todas as orientações (que os membros da CDU defendem que
sejam cumpridas e, aliás, em momento algum a CDU defendeu a ausência do
respeito da lei, não podem, nem admitem ser acusados disso), mas que se desse
algo à população desta freguesia, que passa um ano inteiro à espera deste
acontecimento, que infelizmente, fruto da pandemia, não pôde acontecer, e que se
pudesse ir mais longe.
Ainda por cima, uma semana antes tinha acontecido Benavente, e Benavente tinha
encontrado muitas formas criativas, que se poderiam ter utilizado para não deixar
de assinalar aquilo que é, e volta a referir, porque lhe parece que é muito
importante, a festa maior de Vila Franca de Xira e a festa maior do Ribatejo.
Ficam tristes com o facto de praticamente não se ter sentido esta festa, até porque
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também já se tinha a experiência do 25 de Abril, em que as comemorações
tradicionais não se realizaram, mas as pessoas não deixaram de ir à janela bater
palmas. Que haja criatividade, haja vontade de fazer criatividade, que se
encontrem formas de assinalar momentos tão importantes da história do concelho.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem do dia, referindo que
muitas pessoas se manifestaram, que se devia ter feito assim, que se devia ter
feito assado ou feito daquela maneira, enfim, sobre esta matéria os consensos
nunca serão conseguidos, e fez-se aquilo que se tem que fazer. Fez-se, e aliás no
dia em que informou publicamente que se ia cancelar o Colete Encarnado disse
logo que havia um momento com os campinos, que era justamente a homenagem
aos campinos, que crê que é um momento alto de afirmação daquilo que é o
Colete Encarnado, que são os campinos, e foi aquilo que se fez.
Fizeram-se, pois, as iniciativas que se entenderam que se deviam fazer, sem
prejuízo de, particularmente, a população ter feito aquilo que achou que devia
fazer. Espera que para o ano se esteja no Colete Encarnado a festejar e a afirmar
aquilo que é importante, que é a vida, estar a conviver, a confraternizar, que é
aquilo que este ano não se pôde fazer
Relativamente aos campinos, esta matéria foi muito conversada, a opinião deles foi
absolutamente respeitada, só lá estiveram 2 campinos, foi isso que eles decidiram
que tinha de ser, e nunca iriam fazer desfile de campinos nas ruas, porque não era
essa a sua intenção. Eles estavam alinhados, não havia Colete Encarnado, a única
coisa que anuíram fazer foi estarem presentes na homenagem ao campino, no
respetivo monumento.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE - CUIDADOS PRIMÁRIOS DE SAÚDE
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que, como o Sr. Presidente
sabe, a CDU, desde que se apresentou às eleições, e no exercício do seu mandato,
tem feito sempre questão de cumprir com aquilo que assumiu no seu compromisso
eleitoral, e uma das questões que para os seus membros é central tem a ver com o
contacto com a população, com as instituiçôes, a proximidade, e nesse sentido
fizeram mais uma reunião com o ACES — Agrupamento de Centros de Saúde.
O Sr. Presidente também sabe que a CDU se pauta por defender aquilo que são as
funções essenciais do Estado, e defender as funções essenciais do Estado é
defender também o Serviço Nacional de Saúde, sendo que, num momento
particularmente difícil do país, em que mais do que nunca as liberdades, as
garantias, os direitos, têm sido lesados, o que crê que não se pode permitir, é
urgente também defender as funções sociais do Estado.
Quanto à saúde, como se veio a comprovar o Serviço Nacional de Saúde foi
essencial, foi determinante para que a resposta à Covid-19 não tivesse uma
dimensão tão grande e tão dramática.
Assim, ao visitarem o ACES perceberam que, a nível dos cuidados primários de
saúde, mantêm-se exatamente os mesmos números de há vário tempo a esta
parte, continua-se com 9 000 utentes sem médicos de família em todo o concelho.
Destes 9 000, 7 350, ou seja, 80,5%, e hoje não está o Sr. Vereador António Félix
para a corrigir nos números, mas, para que isso não aconteça, 80,41% dos utentes
estão concentrados na Póvoa de Santa Iria, Alverca e Vialonga. É neste conjunto
das 3 freguesias que se situam 75,2% dos casos confirmados da Covid-19, ou seja,
os 705. em 931, pertencem exatamente a estas 3 freguesias, e está a falar com os
números de segunda-feira, 6 de julho. Também gostavam de dizer que os utentes
da Póvoa de Santa Iria, Alverca e Vialonga representam 47,75% do total dos
utentes do concelho. —
Falam sempre em médicos de família, mas a verdade é que Continuam a faltar
enfermeiros, auxiliares de saúde, assistentes técnicos, assistentes operacionais, há
uma série de profissionais que estão em falta e crê que se tem de reforçar a
atenção a este problema que abrange, como já disse, 9 000 utentes sem médico
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de família, fora todos os outros profissionais que estão em falta.
Os membros da CDU também ficaram com uma preocupação relativamente à UCCI
- Unidade de Cuidados Continuados Integrados, que tem funcionado
exclusivamente com recurso a horas extraordinárias, que tem 40 camas ou dá
resposta a 40 camas, o que lhes parece claramente um número insuficiente, tendo
em conta a dimensão do concelho e o número de população, que ainda por cima
está permanentemente com 100% de ocupação.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem do dia, dizendo que
depois pede à 5 Vereadora Fátima Antunes para falar. —
A Sr Vereadora Fátima Antunes interveio, após o período de intervenção do
público, referindo, quanto a esta questão dos centros de saúde e a algumas
dificuldades e carências de profissionais de saúde, nomeadamente médicos de
família, que, de facto, neste momento ainda não se têm as dotações ideais de
profissionais de saúde, de médicos, no concelho.
Depois, a Sr Vereadora que lhe permita que discorde da opinião da mesma
relativamente aos números, que são sempre os mesmos.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que não percebeu, pede desculpa.
Prosseguiu a Sr Vereadora Fátima Antunes, dizendo que discorda que os números
são sempre os mesmos, pois não são sempre os mesmos. A questão da saúde dos
munícipes é para o executivo municipal ponto fuicral, e tem feito um investimento
e uma constante ação no sentido de pugnar pela melhoria contínua da prestação
de cuidados aos munícipes do concelho de Vila Franca de Xira.
Importa também referir outras questões que concorrem para que a prestação de
cuidados seja de qualidade e melhore a sua efetividade, como seja ter
equipamentos de saúde, que os vários executivos da câmara municipal, sob a
gestão do Partido Socialista, têm vindo a fazer ao longo dos anos, na renovação e
construção de novos equipamentos de saúde, nomeadamente os centros de saúde,
que muito contribuíram para a melhoria da acessibilidade das pessoas aos
mesmos, e também das condições de trabalho dos vários profissionais que aí
trabalham todos os dias.
Por outro lado, importa dizer que a câmara municipal tem tido uma intervenção
sempre proativa, em articulação constante, quer, desde logo, com o ACES, com a
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Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, e com o Governo e a
administração central, no sentido de reforçar as necessidades de dotação de
médicos de família e de outros profissionais de saúde.
Relativamente aos números, fez algum apanhado daquilo que tem sido a evolução.
Em 2015 tinha-se uma situação bastante complicada em termos de médicos de
família, e tem o registo apenas para o ACES, em que Vila Franca de Xira tem um
número de inscritos sempre superior, havendo, para o concelho, mais ou menos,
por base de referência, 149 655 utentes inscritos, e em 2015, para o ACES, havia
72 000 pessoas que não tinham médico de família.
De registos do concelho, e em 2016, havia 36 269 utentes que não tinham médico.
Em 2017 passou-se para 30 107. Em 2018 passou-se para 20 697. O ano passado,
em 2019, mais ou menos há cerca de 1 ano, e todos os anos existem 1 ou 2
concursos para colocação de médicos, registou-se o número mais baixo em agosto,
com a colocação de 10 médicos e para o ACES todo vieram 17. Assim, havia 9 548
utentessemmédico. — ——
Houve cerca de 26 700 pessoas/utentes, que de 2016 para 2019 ficaram com
médico de família, o que certamente melhora aquilo que é a resposta que se pode
dar, embora o ACES tenha sempre, e não é a questão ideal, mas para minimizar
alguns problemas, a colocação de médicos das empresas, que dão resposta a
situações de doença aguda.
Pelos dados que tem já deste ano, do início do ano, aumentou um pouco, havendo
o registo de 13 276 sem médico de família. Há sempre esta questão da
volatilidade, os médicos são colocados, entretanto há questões de aposentação, de
mobilidade, e muitas vezes há estas oscilações, mas tem-se vindo a fazer um
esforço sempre constante para que as dotações de pessoal se aproximem daquilo
que é adequado.
Depois, há outros fatores que também se têm de referir, e que constituem uma
mais-valia para os cuidados que são prestados, nomeadamente a criação das USF —
Unidades de Saúde Familiares. De 2018 para a altura atual, passou-se de 5 USF
para 9 USF, em que na prestação de cuidados, além dos utentes que pertencem à
USF terem quase todos médicos de família, há outras equipas e valências que são
criadas nestas circunstâncias, como os higienistas orais ou a introdução e criação
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de programas e projetos de intervenção comunitária, feitos em articulação até com
a câmara municipal e o hospital de Vila Franca de Xira, que vão ao encontro
daquilo que são as problemáticas de saúde dominantes do concelho. São
programas que atuam na questão do exercício físico, na alimentação saudável, na
literacia em saúde.
Houve também um investimento e a criação duma reposta mais adequada, embora
seja muito aquém, dos cuidados paliativos, isto através das equipas da UCC -
Unidade de Cuidados na Comunidade, o investimento nos rastreios,
nomeadamente de oftalmologia, que permite minimizar muitos problemas
decorrentes de complicações da Diabetes, por exemplo, os rastreios na área da
dermatologia, do cancro do útero, do colon e do reto.
Quando às vezes passa ou se faz tentar passar a ideia de que tudo é caótico, nem
tudo é assim, como disse no início, não se está com as dotações ideais, no entanto
muito tem vindo a ser feito e a situação é, de todo, diferente daquilo que era há
uns anos a esta parte.
A Sr Vereadora Regina Janeiro também referiu a questão de algumas perturbações
neste tempo de pandemia, da Covid-19, todos os centros de saúde e os
equipamentos têm-se vindo a adaptar àquilo que também são as novas realidades
e do confinamento, e houve um grande esforço para que houvesse uma
minimização destes incómodos para as pessoas.
Depois, houve uma questão que não percebeu, quando a Sr Vereadora referiu as
40 camas de cuidados continuados. Estava-se a referir ao ACES ou à Unidade de
Cuidados Continuados Integrados - UCCI da ABEl?
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que pensa que a Sr Vereadora Fátima
Antunes não entendeu várias coisas daquilo que a própria disse, por isso é que
está a fazer esta intervenção. Percebe, porque estão muito longe, o som pode não
ser, eventualmente, o melhor.
Respondeu a Sr Vereadora Fátima Antunes que percebeu bem aquilo que a Sr
Vereadora disse.
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que as respostas da Sr Vereadora Fátima
Antunes são quase todas ao lado.
Esclareceu a Sr Vereadora Fátima Antunes que as respostas são áquilo que a Sr
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Vereadora Regina janeiro perguntou.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que isto não é propriamente futebol.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que não, as respostas são
muito paralelas, não têm a ver com a sua intervenção, pede desculpa, mas é um
“discurso chiclete”, porque não tem nada a ver com a sua intervenção, sendo que
faloudauCCL
Disse a Sr Vereadora Fátima Antunes que o ACES não tem a unidade de cuidados
continuados.
Respondeu a Sr? Vereadora Regina Janeiro que tem, as pessoas que o ACES vai
visitar a casa, tem 40 vagas, só consegue dar resposta a 40 pessoas, é isto que
está a dizer. Está tudo ocupado, e chamou-lhe camas, mas pode chamar pessoas,
se a Sr Vereadora entender melhor assim, mas foi isto que disse, e está a ser feito
à custa de horas extraordinárias.
Referiu a Sr Vereadora Fátima Antunes que só não percebeu a questão das
camas, que, de facto, não estava coincidente, porque não tem camas.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que camas, pessoas, pensa que o número é o
mesmo, exatamente.
Respondeu a Sr Vereadora Fátima Antunes que sim, é através da Unidade de
Cuidados na Comunidade, entendeu.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que nem sempre se têm as respostas que
se gostaria de ter, e se efetivamente houver alguma questão ainda a esclarecer,
depois há condições de o fazer. O Sr. Vereador Nuno Libório, o Sr. Vereador Carlos
Patrão e a Sr Vereadora Cláudia Martins pediram para intervir, agora também,
naturalmente, a Sr Vereadora Regina Janeiro, e depois terminará, pois já vai longo
este período de respostas.
A Sr Vereadora Regina janeiro interveio, só para esclarecer algumas questões que
lhe parecem pertinentes. Assim, os comunistas e a CDU podem ser acusados de
quase tudo, mas de não defenderem o Serviço Nacional de Saúde crê que não
passará pela cabeça de ninguém de os acusar. Foram os únicos que resistiram até
nos tempos mais difíceis da Troika a que se cortasse o que quer que seja.
Portanto, quando a CDU eleva e elevou a discussão às funções sociais do Estado e
à importância dum bom Serviço Nacional de Saúde, pensou que iriam estar todos
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de acordo, nunca pensou que, a seguir, a Sr Vereadora Fátima Antunes
conseguisse falar 10 minutos de seguida acusando-a de coisas que a própria não
disse.
O que disse foi que os números são os mesmos da última reunião em que a CDU
falou. No dia 4 de março de 2020 eram exatamente estes os números, mas
também na reunião do relatório da assembleia municipal de 18 de dezembro de
2019 eram os mesmos números. Foi isto que disse, não disse que eram sempre os
mesmos números, disse que são os mesmos números. Tem as atas, não sabe se a
Sr Vereadora já percebeu, mas os vereadores da CDU trabalham mesmo antes de
virem para a reunião, fazem trabalho de casa. Não vêm porque pensam que isto é
giro, vêm porque têm um compromisso com a população e trabalham, mas
trabalham em outros sftios, não trabalham só aqui. —
Os membros do executivo P5 estão a tempo inteiro aqui, esse é o seu trabalho, os
membros da CDU têm a sua profissão e têm também isto, que fazem
voluntariamente, com toda a convicção, em defesa do Serviço Nacional de Saúde,
em defesa dos interesses da população do concelho de Vila Franca de Xira.
Não percebeu aquilo que a Sr Vereadora Fátima Antunes disse, na sua opinião a
mesma estaria de acordo com tudo, é preciso reforçar os cuidados primários de
saúde, é preciso ter mais 5 médicos de família, é preciso ter mais enfermeiros, é
preciso ter mais assistentes operacionais, mais assistentes técnicos, pensou
mesmo que isto nem mereceria comentários, porque estariam todos de acordo.
Pareceu que não, o facto de a própria estar a fazer uma afirmação pública com
base numa reunião que teve recentemente, é uma verdade de La Palice, é
evidente que está a dizer a verdade, e veio uma conversa que confessa que não
conseguiu perceber, as vezes que a Sr? Vereadora Fátima Antunes até, inclusive,
pôs em causa aquilo que a própria estava a dizer. —
Assim, não conseguiu perceber, em momento algum disse a palavra “caótico”, a
palavra “caótico” saiu da boca da Sr Vereadora Fátima Antunes, e só da boca da
Sr Vereadora, não da boca de mais ninguém, porque era incapaz de dizer
“caótico” quando se refere ao Serviço Nacional de Saúde, mais ainda, num
momento em que comprovadamente se teve a reação que se teve ao momento
mais difícil da história recente do país, por causa do Serviço Nacional de Saúde.
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É defensora, a CDU é defensora do Serviço Nacional de Saúde, e não é hoje,
porque não estão na câmara municipal, é hoje, como foram sempre, desde que foi
criado, e mesmo antes de ter sido criado.
Depois, há só uma correção que pensa que é muito importante, para que toda a
gente entenda o que é que os membros da CDU estão a dizer. Hoje um médico
duma unidade de saúde familiar tem 1 900 utentes, um médico dum centro de
saúde tinha 1 100, ou seja, nem o número de horas que o médico trabalha por
semana, nem o número de utentes, é igual.
Se a Sr Vereadora Fátima Antunes tiver, fica a pergunta feita, se não tiver não tem
que lhe responder agora, pode responder na próxima reunião de câmara ou depois
enviar-lhe, a própria não tem nenhum problema com isso, mas gostava de saber o
número de médicos que havia, se se quiser, no dia 18 de outubro de 2017, e o
número de médicos que há hoje.
Pensa que a Sr Vereadora está de acordo e não consegue pôr em causa o que a
própria disse, faltam 5 médicos de família, há 9 000 utentes sem médicos de
família, 7 350 são na Póvoa, Alverca e Vialonga, ou seja, 80%. Foi isto que disse,
não crê que tenha cometido nada, não tenha dito nenhuma asneira, para que a
resposta que a Sr Vereadora deu ter sido dada nesse tom, e até é sincera,
estranha mais ser da Sr Vereadora que doutras pessoas, porque nunca tinha
falado assim para a própria, e não percebeu, pois, sinceramente, não colocou nada
para provocar a reação que teve.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que, sem prejuízo da Sr Vereadora Fátima
Antunes ainda poder dizer mais alguma coisa sobre esta matéria, o que diz é que o
executivo aprecia muito que os Srs. Vereadores da CDU trabalhem, nem vale a
pena fazer propaganda disso, porque sabe, todos trabalham muito, uns mais,
outros menos, de acordo com as suas disponibilidades. Portanto, sobre essa
matéria, nem vale a pena falar sobre ela, e aliás fazem a obrigação que têm,
porque os eleitos estão presentes como servidores públicos e a obrigação que têm
é fazer o melhor que sabem e podem, de acordo com as conceções políticas que
têm, do trabalho que têm de desenvolver em prol da população. Não fazem, nem
mais, nem menos, pelo que, se os Srs. Vereadores trabalham muito ou trabalham
pouco, ou, por outro lado, se trabalham muito, é aquilo que o executivo espera dos
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mesmos, bem como de todos. —
Relativamente aos números, àquilo que a Sr Vereadora Fátima Antunes disse, dos
números serem sempre os mesmos, crê que é preciso fazer uma retrospetiva de
anos anteriores. Se a Sr Vereadora lhe perguntar se é satisfatório que haja 9 000
utentes sem médico de família, não é, não é nada satisfatório, é mau, dever-se-ia
ter conseguido resolver esta situação, quem de direito devia ter resolvido já esta
situação, agora, é bom voltar a 2016, 2017, 2018, e verificar que a situação era
muito diferente, para pior.
Isso tem-se vindo a resolver, e aliás, por coincidência, na sexta-feira vai ter uma
reunião com a coordenadora do ACES, por outras razões que não estas, e no
decorrer da conversa também certamente esta matéria será abordada, mas está
em absoluto acordo com a defesa intransigente do Serviço Nacional de Saúde.
Nisso estão, e ninguém é detentor da salvaguarda do Serviço Nacional de Saúde,
senão também diria que se calhar o maior património de defesa do Serviço
Nacional de Saúde foi quem o criou, mas não é. Ninguém deve ser detentor de
coisa nenhuma, o Serviço Nacional de Saúde foi adquirido pela população no seu
todo, é de todos e não é de ninguém em particular.
Contudo, houve alguém que contribuiu para que isto acontecesse, e está-se muito
grato por isso, mas o Serviço Nacional de Saúde, de facto, é importante, na medida
em que numa situação tão grave como aquela que se está a atravessar, se não
houvesse um Serviço Nacional de Saúde como se tem, se calhar a dificuldade era
bem maior.
Interveio a Sr Vereadora Fátima Antunes, só para esclarecer que não acusou a Sr
Vereadora Regina Janeiro de nada, a Sr Vereadora fez a sua intervenção, expôs as
suas questões, e em relação aos números que referiu, a própria começou por dizer
que ainda falta fazer um caminho para chegar às dotaçôes ideais, no entanto,
disse-o, e tem toda a legitimidade de discordar daquilo que a Sr Vereadora disse,
e a Sr Vereadora de discordar daquilo que a própria disse.
Depois, referiu que os membros da CDU vêm para a reunião, fazem trabalho, e não
tem nada a referir relativamente a isso, nem está a contradizê-lo, no entanto,
aquilo que depois acabou por ser a sua intervenção foi expor também o trabalho
que a câmara municipal tem feito ao longo destes anos, para, de facto, chegar
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àquilo com que as duas concordam, que é ter os melhores cuidados de saúde
possíveis, prestados aos munícipes. É só.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SOBRELOTAÇÃO DOS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS NO CONCELHO DE VILA
FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, renovando os cumprimentos a todos os
presentes, saudando também a presença dos trabalhadores da câmara municipal e
o regresso a esta normalidade do funcionamento, dizendo que os membros da
CDU, na última reunião de câmara, voltaram a colocar o problema da sobrelotação
dos transportes nas carreiras que servem o concelho de Vila Franca de Xira.
Não é por uma qualquer embirração, é porque têm mesmo necessidade de voltar a
suscitar este assunto, porque voltaram-lhes a chegar evidências mais do que
suficientes, evidências claras e inadiáveis para uma tomada de posição deste
município, que deve dirigir-se à autoridade Metropolitana de Transportes e, numa
concertação estreita com esta, exigir a reposição das condições de segurança no
transporte rodoviário. —
Voltam a dar exatamente os mesmos exemplos, o exemplo da ligação da Boa
Viagem entre Torre de Cima e Capelas com destino ao hospital, com muitos
horários ainda por cumprir, mas, acima de tudo, aquilo que mais os preocupa é
exatamente a sobrelotação e a não adequação do modo de transporte em função
da situação atual de pandemia.
Voltam também a dar, pelas piores razões, o exemplo da carreira da Rodoviária de
Lisboa, do trajeto da estação de Alverca até Arcena, em que o Sr. Vice-Presidente
disse, na última reuniâo, que da parte da Rodoviária de Lisboa os rácios estavam a
ser cumpridos. Deve dizer ao Sr. Vice-Presidente que não estão a ser cumpridos,
continuam a não ser cumpridos, e ainda ontem, às 18h15, no trajeto entre Alverca
e Arcena, o percurso foi feito, mas com uma sobrelotação completamente
inaceitável do ponto de vista do controlo da situação de saúde pública. Assim, de
duas uma, o reforço anunciado não está a ser cumprido ou é insuficiente, ou é
preciso tomar mais medidas sobre esta matéria.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem do dia, mencionando que
pedirá ao Sr. Vice-Presidente para falar das iniciativas que se fizeram, se bem que
quem tem efetivas responsabilidades nesta matéria é a AML - Área Metropolitana
de Lisboa, sem prejuízo daquilo que o município faz internamente, junto dos
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operadores. Assim, o Sr. Vice-Presidente já falará das iniciativas que foram
tomadas pela Área Metropolitana de Lisboa.
O Sr. Vice-Presidente interveio, após o período de intervenção do público, referindo
que o Sr. Presidente já focou esta questão, particularmente e na generalidade. Em
relação, mais uma vez, ao que o Sr. Vereador aborda, o próprio tem de tomar boa
nota, embora em relação à carreira 345, de Alverca a Arcena, recebeu há
momentos informações do administrador, Dr. João Cunha, da Rodoviária de Lisboa,
que lhe mandou os horários, as especificações dos autocarros. É como São Tomé,
há que ver para crer, e recebeu o documento, questionou o Dr. João Cunha, que lhe
mandou o horário, as regras do desconfinamento, os 2/3, a redução da lotação, e
informou-o que a partir de 1 de junho tem 84 circulações, que é o máximo
permitido no sistema de verão alargado.
Se o Sr. Presidente autorizar, posteriormente, via Gabinete de Apoio à Presidência,
pode fazer chegar as informações ao Sr. Vereador, e não duvida daquilo que lhe
está a mandar. Pensa que foi claro naquilo que disse, não duvida. Aliás, numa rede
social, que o próprio não tem, alguém já tinha partilhado a fotografia que o Sr.
Vereador tem consigo. Às vezes não se têm redes sociais, mas também se sabe ler
aquilo que muitos escrevem em determinados momentos, e vai abrir agora um
parêntese, sabe que não é Photoshop, pelo que o Sr. Vereador que não leve para
ai.
A questão que o Dr. João Cunha coloca é que neste momento tem as circulações de
verão ajustadas. Sobre aquela situação de que falou na última reunião de câmara,
das viaturas de 76 lugares, em que a empresa, após terminar as obras no terminal
de Alverca, disse que não fazia a rotação, o próprio questionou se o problema era
esse, e o que referiu foi que a câmara municipal ia fazer a obra para que os
autocarros fizessem a circulação.
Em resumo, sobre as manifestações e aquilo que o Sr. Vereador Nuno Libório disse,
de que tomou boa nota, quanto às reclamações que chegam à câmara municipal,
as indicações que deu foi que imediatamente sejam reportadas ao operador, e ao
primeiro-secretário da Área Metropolitana de Lisboa. Presume que o operador
tenha conhecimento, pois por vezes vem num e-mail que também recebeu essa
informação, mas a câmara municipal reporta imediatamente essa reclamação junto
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do operador e ao primeiro-secretário da AML. Agora questionou-o, recebeu esta
informação, logicamente que irá abordá-la junto dos serviços porque, a confirmar-
se o que o Sr. Vereador expôs, que tem de o confirmar, alguma coisa tem de ser
alterada.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, aproveitando a circunstância do meio
audiovisual o possibilitar para dar conta à câmara municipal que a imagem que
tem, que lhe fizeram chegar, é da Rodoviária, duma carreira de Alverca de ontem,
às 18h15, da ligação que a Rodoviária diz que cumpre as condições sanitárias.
Portanto, é tudo menos cumprir com as questões sanitárias, com a obrigação do
contrato de serviço público, e os utentes que diariamente utilizam a carreira entre
a estação de Alverca e Arcena têm mais que fazer do que estar, obviamente, a
manipular imagens ou a fornecer informações falsas para criar o alarme, para além
da situação já difícil, de saúde pública, que infelizmente se está também a
atravessar na Área Metropolitana de Lisboa.
O que tem de ser dito à Rodoviária de Lisboa é que, para garantir a manutenção do
contrato o qual está obrigada a manter, uma de duas, ou assume a
responsabilidade de cumprir com os critérios de segurança, fazendo
desdobramentos, aumentando os horários ou as carreiras, ou assume a sua
incapacidade e desiste deste contrato, que, nos termos do concurso público
internacional, se der capacidade de resposta idêntica ou parecida a esta que
presentemente acontece no concelho de Vila Franca de Xira, seguramente, se essa
fosse a eventual decisão do concurso público, ficaria o concelho muito mal servido.
São imagens reais, e é a situação que há várias semanas os utentes dos
transportes públicos vêm a dar conta, duma forma bastante preocupada.
Quanto à carreira da Boa Viagem, e os membros da CDU apenas localizaram dois
aspetos e deram hoje particular enfoque à carreira de Vila Franca de Xira, nos
termos da visita que fizeram a esta freguesia, a carreira 49, que é a denominada
Torre de Cima e Capelas, com destino ao hospital de Vila Franca de Xira, com os
ditos ajustamentos de 4 de julho, tem horários apenas nesta frequência, e é bom
que isto fique também em ata, porque, ao ouvir-se o vereador da CDU, se não
houver prova documental daquilo que está a dizer, pode ficar a sensação que há
aqui uma qualquer implicação com esta ou aquela operadora. Não é nada disso, é
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porque esta população, a população do Bom Retiro, para ir trabalhar tem um
autocarro às 6h55, depois tem outro às 8h30, volta a ter às 9h30, às 10h30, às
11h30, às 12h30, portanto, está a falar, no total, de 10 carreiras que são
asseguradas àquele que é o núcleo populacional mais expressivo da freguesia de
Vila Franca de Xira.
Se quisesse dar conta do que é o retorno do hospital de Vila Franca de Xira para
Torre de Cima e Capelas, passando pelo circuito interno da cidade de Vila Franca
de Xira, concluiriam facilmente todos que este ajustamento, o ajustamento de 4 de
julho, como disse na intervenção inicial, ou não se adequa às necessidades, ou
precisa de ser amplamente melhorado, até tendo em conta também as exigências
para o cumprimento das orientações da Direção-Geral da Saúde.
A câmara municipal, e particularmente, na sequência da intervenção do Sr. Vice-
Presidente, para além de tomar nota, de certa forma, se calhar, tem de endurecer
a sua tomada de posição, porque, se todos se recordarão, a CDU tem vindo a
colocar este problema há largas semanas, e não o faz para marcar posição no
período antes da ordem do dia, faz porque estão todos a constatar que o problema
não se resolve e as entidades que são responsáveis diretas por esta situação, que
são os concessionários privados, estão a fazer “ouvidos de mercador” em relação
àquilo que é um problema que acontece no concelho.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que depois desta segunda ronda vai dizer, em
primeiro, e já passa a palavra ao Sr. Vice-Presidente, que sabe que está “para
apanhar a carreira”, que o Sr. Vice-Presidente em momento nenhum disse que
estava a pôr em causa aquilo que o Sr. Vereador disse. É bom que se diga isso,
quando um vereador fala tem de se acreditar que está a falar verdade, se não está
a falar verdade, isso é que é um problema. Depois, como já numa ocasião ou outra
o próprio teve lapsos, que pela informação que tinha não correspondiam,
humildemente pediu desculpa, é assim que isto funciona.
Desta forma, até prova em contrário, os membros do P5 acreditam naquilo que o
Sr. Vereador Nuno Libério disse. Isto é para ficar claro como a água, mas depois o
Sr. Vice-Presidente continuará esta questão.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, mencionando que é muito rápido, está-se em cima
da hora, e pede desculpa. Há questões de fundo que desde sempre dividem o P5
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da CDU, para isso é que existe a democracia, e por isso é que se têm de respeitar e
defender as posições de cada um, com um fim último, que é o bem-estar das
populações.
Agora, como não é a primeira vez e não há de ser a última, teve muito cuidado na
introdução, e o Sr. Presidente já o disse, pelo que o Sr. Vereador não tente, não se
canse, porque não consegue, nunca há de conseguir, colocar na boca do próprio
aquilo que queria ouvir. É estranho, mas para o executivo estes processos já
passam ao lado, que o Sr. Vereador, na sua intervenção, nunca tenha referido a
Área Metropolitana de Lisboa como responsável pelo sistema.
O Sr. Vereador que não encolha os ombros, porque é mesmo assim, o primeiro-
secretário da AML, a quem reconhece capacidades para gerir todo este processo,
dignou-se, em primeiro, a vir ao concelho, numa reunião, salvo erro, na
Castanheira, onde todas as questões nesta área lhe foram colocadas, por
videoconferência veio e participou numa questão, e o Sr. Vereador creia que não é
por mostrar a fotografia, e tentar dizer que o próprio fez a afirmação do Photoshop.
Depois, o que diz ao Sr. Vereador é que não vale a pena, ouviu-o com atenção, não
o interrompeu, que esteja tranquilo, com serenidade isto resolve-se. De certeza
que aquilo que o Sr. Vereador quer é o que a câmara municipal defende desde o
primeiro momento, é o cumprimento integral daquilo que o próprio lê e que a
autarquia lê, que é os operadores dizerem que fazem, e o próprio entrega à Área
Metropolitana de Lisboa, mas também há meios para verificar se as coisas são
cumpridas ou não. O Sr. Vereador que creia que não se perseguem os operadores,
quer-se é rigor e que cumpram aquilo que escrevem.
Quando disse que às vezes há Fhotoshops que se fazem, não é o caso em apreço,
porque já tinha conhecimento disso, mas a afirmação do Sr. Vereador levou
exatamente ao contrário e à interpretação que todos ouviram. Se não foi essa, fica
o esclarecimento, e era só.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MEDIDAS DE APOIO AO COMÉRCIO LOCAL - ISENÇÃO DE OCUPAÇÃO DE VIA
PÚBLICA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que é preciso, do ponto de vista da
dinamização económica no concelho de Vila Franca de Xira, retirar algumas ilações
dos últimos tempos. Os últimos tempos têm sido tempos muito difíceis,
designadamente para o tecido comercial, o pequeno comércio cada vez mais lida
com dificuldades extremas.
Ainda há poucos dias, na Assembleia da República, por iniciativa do Partido
Comunista Português, voltaram a ser chumbadas um conjunto de medidas de apoio
para a tesouraria, para o subsídio aos sócios-gerentes, medidas efetivas de
eliminação do pagamento especial por conta ou mesmo a sua suspensão,
infelizmente travadas também pelo Partido Socialista.
Quanto às responsabilidades possíveis desta câmara municipal, lançam a seguinte
proposta: Na opinião que têm faz todo o sentido que a câmara municipal tivesse,
numa articulação estreita com as juntas de freguesia, porque nelas foi delegada
essa responsabilidade, uma medida de isenção de ocupação de via pública que
incluísse os toldos, as esplanadas ou os reclames, até ao final do presente ano
económico.
Da visita que fizeram à cidade de Vila Franca de Xira e à sua freguesia na última
sexta-feira, sentiram que da parte dos comerciantes poucas forças lhes restam
para continuarem a sobreviver na cidade, e têm a opinião que esta situação
dramática, com a qual continuam a lidar, é uma situação amplamente extensiva à
realidade do concelho.
A haver esta medida, obviamente que da parte da CDU haveria também toda a
disponibilidade para compensar as juntas de freguesia, no que à perspetiva de
receita, que nelas também foi delegada, diz respeito.
Entenderam não formalizar por agora esta proposta, pelo que de hoje a 15 dias
gostariam de voltar ao assunto, no sentido de saberem se se está em condições de
aprovar uma medida desta natureza, que teria como principal objetivo a retoma da
dinamização económica do concelho.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, referindo que tem
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uma reunião marcada um destes dias com a associação, para analisar algumas
possibilidades de apoio, que se ajustem.
Da informação que tem, algumas juntas de freguesia já assumiram a isenção do
pagamento da ocupação de espaço público, nomeadamente a questão das
esplanadas.
Agora, quer dizer ao Sr. Vereador Nuno Libório que se tem de perceber do que é
que se está a falar. Há muitos anos, para que as juntas de freguesia tivessem
capacidade financeira para desenvolver o seu trabalho, para além da
descentralização de competências em outras matérias, descentralizou-se a
publicidade e também a ocupação do espaço público. Portanto, em alguns casos
estes valores são valores bastante importantes para as juntas de freguesia.
Quando o Sr. Vereador diz que a câmara municipal deverá depois ter em
consideração e reforçar os apoios às juntas de freguesia, tem de se saber do que é
que se está a falar, e não se sabe. É uma matéria em que, antes de tomar qualquer
decisão, tem de se saber o volume financeiro do que está em causa.
Crê que a maioria dos comerciantes já terá pago a ocupação de espaço público,
principalmente na questão das esplanadas, etc., mas não sabe se é assim, se não,
e aquilo que a câmara municipal tem vindo a fazer é apoiar os comerciantes que
têm arrendamento em espaços municipais, em que na última reunião de câmara
prolongou-se esse mesmo apoio.
Contudo, ver-se-á como é que isto pode evoluir, ficando a sugestão e a análise
dessa mesma sugestão.
Interveio ainda o Sr. Vereador Nuno Libório, após o período de intervenção dom
público, mencionando que esta medida das ocupações de via pública, porque crê
que não o terá dito na intervenção inicial, não é para isentar de pagamento de
taxas, por exemplo, de outdoors na via pública ou nas estradas, está a falar de
ocupações de esplanadas, de toldos, para o comércio tradicional. Colocou isto com
a devida cautela, porque a CDU tem a consciência que neste momento existe um
contrato interadministrativo com todas as juntas de freguesia, para que estas não
fiquem prejudicadas, do ponto de vista financeiro e da sua expectativa de receita,
sobre esta matéria.
O Sr. Presidente disse que é preciso saber do que é que se está a falar, e parece
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correto, dos dados que os membros da CDU têm, tendo em conta as isenções que
já foram efetuadas pelas juntas de freguesia, pelo menos pelo apuramento que
fazem, têm o entendimento que, não só esta medida é justa e necessária para
aliviar o comércio tradicional do concelho de Vila Franca de Xira, como uma
medida compensatória consêquente para as juntas de freguesia seria uma medida
extraordinária, perfeitamente compatível com o atual orçamento da câmara
municipal, eventualmente suscetível de alguma alteração modificativa.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que está de acordo, tem de se avaliar,
e depois logo ver o que é que se há de fazer.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PROGRAMAS DE REABILITAÇÃO DA ZONA HISTÓRICA DE VILA. FRANCA DE XIRA -
HABITAÇÃO JOVEM
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que dos contactos que os membros
da CDU tiveram na cidade de Vila Franca de Xira, nos últimos dias, voltaram a
receber informação e apreensão por parte dos proprietários da zona mais histórica
ou antiga da cidade, que os programas de reabilitação existentes e disponíveis por
esta câmara municipal não estão a surtir o devido efeito.
Sobre as questões que no essencial as pessoas colocam, os proprietários queixam-
se de burocracia, e gostavam de ouvir a câmara municipal sobre esta matéria.
Muitos dizem-lhes que são tantas as complicações ou tantas as dificuldades, que
acabam por desistir das condições de pedidos de apoio para a reabilitação.
Há um dado, é que, de facto, quando olham para a cidade de Vila Franca de Xira e
para o seu núcleo histórico, continuam a verificar que há graves problemas no que
à conservação do mesmo diz respeito. Portanto, perguntam se a câmara municipal
sente esta dificuldade e o que é que pensa para poder ultrapassá-la, até tendo em
conta o horizonte de 2020, que está quase a terminar, que é o momento a partir do
qual terminam os programas de apoio para a reabilitação.
Aproveita para colocar a outra questão de que há mais de 10 anos que se fala pelo
Partido Socialista, na câmara municipal, que tem a ver com a habitação jovem ou a
custos controlados.
Seria uma medida que, quando fosse uma realidade, atrairia jovens casais para o
centro da cidade de Vila Franca de Xira, uma medida que combateria o
envelhecimento dos prédios, e também uma medida para combater o estado de
devolução a que alguns estão sujeitos. No que aos edifícios municipais respeita,
que também ainda há alguns no centro da cidade, permitiria uma regeneração
efetiva do tecido urbano.
A verdade é que há mais de uma década ou sensivelmente há uma década, que
ouvem, quer a anterior presidente de câmara, quer o atual, a falar com muita
bondade sobre esta medida, mas a não verem medidas em concreto.
Assim, perguntam se a câmara municipal está em condições de poder responder a
uma situação que, como é do conhecimento de todos, passou a ser também um
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Reunião d iO5O/07/08
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problema do concelho de Vila Franca de Xira, que é o acesso à habitação e os
preços especulativos no que ao arrendamento diz respeito.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, mencionando que a
câmara municipal cumpre também algumas regras e a legislação que suporta todo
este trabalho da requalificação e regeneração urbanas, e o programa “Reabilitar
Consigo”. De qualquer modo, tem-se vindo na tentativa de melhorar a relação com
as pessoas que querem reabilitar os seus imóveis, encontrando outras
metodologias mais adequadas, para que não se sintam desmotivadas quando
querem dar um passo no sentido de reabilitar os seus imóveis.
Aquilo que se quer é justamente o contrário, é que o programa seja o arranque, o
empurrão, se se quiser, para que as pessoas tomem decisões nesse sentido, e há
muitos imóveis que estão a ser recuperados através destes benefícios fiscais que a
câmara municipal promove.
Relativamente à habitação jovem, está-se a preparar um conjunto de matérias
sobre estas questões, que se vai tentar o mais depressa possível trazer a reunião
de câmara, porque o executivo concorda com o Sr. Vereador, em algumas zonas do
território do concelho têm que se injetar pessoas, sobretudo casais jovens, que
constituam a sua família e possam trazer mais dinamismo a determinadas zonas,
que estão mais desocupadas e precisam de estímulos para se vir para as mesmas.
Contudo, trar-se-ão algumas propostas nesse sentido.—
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
OBRAS DA BRISA NA Ai - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libério, referindo que com a proximidade da Feira de
Outubro, e não só, mas também com a proximidade deste grande evento, que atrai
muita gente ao concelho de Vila Franca de Xira, os membros da CDU voltam a
chamar à atenção para a obra que se tem mesmo em frente ao local onde se está
hoje a realizar a reunião de câmara, para que a Brisa, que aparentemente retomou
a obra, vê-se já uma certa movimentação no estaleiro, conclua, e nesta altura da
Feira de Outubro sejam tomadas as medidas necessárias de suspensão da obra,
para não criar mais problemas para além daqueles que já existem.
Obviamente que não podiam deixar passar em claro a importância do fim das
portagens, e muito já se disse, muito ainda continuará a dizer-se, o problema é que
quem tem de tomar essa decisão, o Governo, tem receio, se calhar, das retaliações
da Brisa.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, mencionando que o
Sr. Vice-Presidente trará mais alguma informação e depois falará sobre isso.
Sobre a abolição das portagens, é aquilo de que já se falou várias vezes, tem de
haver uma decisão a nível governamental junto da Brisa para que este processo
possa avançar, numa alteração contratual daquilo que existe em termos do que foi
analisado, proposto e aceite pelas partes. Qualquer alteração a este nível tem
repercussões financeiras, e é ao Governo que compete tomar essas decisões,
sendo que a câmara municipal tem colocado esta questão em muitos momentos,
em vários governos, com vários responsáveis de secretarias de Estado nesta área,
e vai continuar a insistir
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CANAS NA ESTRADA DE SANTA SOFIA - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que vai tentar ser sucinto e
objetivo nas questões que vai colocar, são cerca de meia dúzia delas, e começa
pela primeira, que lhe parece de resolução muito fácil.
Todos os dias passa mais do que uma vez, como os presentes sabem, na estrada
de Santa Sofia, em Vila Franca de Xira, e há muito tempo que não via o canavial a
saltar ou a tomar de assalto, se se quiser, a estrada de Santa Sofia daquela
maneira, sobretudo nas 2 curvas mais perigosas e já conhecidas de todos.
Nesta altura é junto à fonte de Santa Sofia que isso se faz mais sentir, as canas já
estão mais de 1,5m a ir para dentro da estrada, as pessoas ali tendem a desviar-se
das canas e é perigosa a circulação automóvel naquele ponto. Em cima, onde
também há uma curva muito apertada, uma equipa de 2 ou 3 pessoas, no máximo
numa hora limparia aquelas canas, pelo menos naqueles sftios mais perigosos. É
apenas uma sugestão.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, pedindo à Arqt
Catarina Conde que faça o favor de dizer à empresa que faz as desmatações para
ir lá, porque parece que as canas já tombam para dentro da via e criam
dificuldades de circulação. Assim, é retirar aquilo rapidamente, para melhor
conforto de quem ali passa.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PARAGEM DE TRANSPORTES JUNTO AO LIDL - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que lembra, sobretudo ao Sr. Vice-
Presidente, e vereador, António Oliveira, a abordagem do problema existente junto
à paragem de transportes públicos do LidI, em Vila Franca de Xira. Está-se a 3
meses de eventualmente começar a aconteçer o cair das chuvas pluviais e a
situação mantém-se inalterável.
Apenas como sugestão e informação, até porque teve curiosidade de ir ver no
local, informa, e se calhar está a falar de uma coisa que não é muito fácil de
resolver, que na caixa junto ao abrigo, ali a lOm, 12m, podia acontecer a ligação à
instalação que o LidI tem no seu parque de estacionamento, que diria era uma
coisa relativamente fácil. É só uma sugestão que está a lançar, porque era a
solução mais fácil para se resolver a acumulação da água junto àquele abrigo de
transportes públicos.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, referindo que o Sr.
Vereador falou que quando vierem as chuvas há empoçamentos de água, há obras
que vão ser feitas, mas o Sr. Vice-Presidente depois poderá aprofundar este
assunto.
O Sr. Vice-Presidente interveio, após o período de intervenção do público, referindo
que o Sr. Vereador Mário Calado colocou a questão, mais uma vez, do LidI, e o
próprio recorda a drenagem na zona da paragem, bem como que veio à última
reunião de câmara e à assembleia municipal a cedência das parcelas, tanto da
câmara municipal, como do LidI, ao domínio público, para a execução da rotunda, e
deve-se ter verificado nas plantas que há uma área de intervenção pública que
colide exatamente com toda aquela frente onde está inserida a paragem
É claro que já se fez notar junto dos responsáveis do LidI, mas colide-se com algo
que também já o disse neste órgão. Apesar de se estar atento, foi
terminantemente proibido, tanto à câmara municipal, como ao LidI, pela
fiscalização da lnfraestruturas de Portugal, de fazer qualquer intervenção naquela
zona. Não dirá que era fácil, mas teria sido feito, e a câmara municipal colocou a
questão várias vezes por escrito à lnfraestruturas de Portugal, antes deste
processo de intervenção naquela zona, porque as pessoas não compreendem
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porque é que há betuminoso em determinada zona e depois há uma faixa de cerca
de 60m que não tem qualquer intervenção.
As preocupações que chegam aos membros da CDU também chegaram ao
executivo, na altura, quando se iniciou este processo, e recorda-se de já ter dito
neste árgão e na assembleia municipal que isto foi um culminar processual, não de
execução, mas que se iniciou há 5 anos, ainda com vários outros gestores. Ainda
hoje teve há momentos uma informação do Dr. Fernando Sarreiros, que tem tido,
mais a Arq Teresa Laranjeira, um papel muito importante no desenrolar
processual e técnico junto do LidI e da lnfraestruturas de Portugal, em que
sublinha, e é responsável por aquilo que diz, que é preciso ter muita paciência, e
os técnicos têm muita paciência. Às vezes tem de se ir buscar paciência onde ela
não existe para que este processo se conclua.
Assim, a informação que tem é que hoje, tanto o LidI, como a câmara municipal,
irão às Finanças para registar as parcelas, e posteriormente virá o documento que
se aprovou em reunião, autorizando o Sr. Presidente a subscrever o acordo, e
espera que para a semana, finalmente, mas já tem algum receio nisto, o acordo
seja remetido à lnfraestruturas de Portugal, pela câmara municipal e o LidI, e então
aí, sim, começará uma nova fase, porque crê que o LidI neste momento também
está interessadíssimo em fazer, não só a rotunda, como executar aquilo tudo.
A nível nacional o LidI nunca teve uma dor de cabeça como esta, e o próprio deu
um exemplo duma loja que a empresa fez no concelho de Loures e foi
extremamente rápido. Tinha uma facilidade, salvo erro não colidia com estradas
nacionais, o processo foi diferente. ——
Agora, os Srs. Vereadores creiam que da parte do executivo não há um abrandar
de força em relação a este processo. Aquilo que o Sr. Vereador Mário Calado disse
está consignado na obra e, se não estiver, a câmara municipal está cá para
fiscalizar a obra, através do departamento de urbanismo, principalmente aquela
questão da drenagem. Há ali uma linha de água, sabe isso tudo e está-se a
acompanhar esse desenvolvimento.
Pensa, se estiver em obra, pois sabe perfeitamente que o LidI quer avançar com a
intervenção, que no período chuvoso pelo menos seja garantido o escoamento
daquilo dali para fora.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
TRÂNSITO NO JARDIM MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que vai falar duma questão,
daquelas que vai falar, das que mais o preocupa, que tem a ver com o
absolutamente inadmissível trânsito que se faz verificar no jardim municipal.
Lembra que já por mais do que uma vez colocou esta situação e, de facto, isto
atinge níveis absolutamente preocupantes, e espera que um dia destes não vá um
miúdo pequeno andar ali de bicicleta e seja apanhado por um carro, porque as
pessoas já se dão ao luxo de até andarem ali a velocidades que são um bocadinho
complicadas.
Pensa que está na hora de, ou com cartão, ou com um sistema qualquer, hoje não
há nada que não se resolva, limitar claramente o acesso ao jardim municipal via
automóvel, e só terem acesso a ele as pessoas que têm obrigatoriamente que lá ir.
Está-se a lembrar, por exemplo, do barco Liberdade, e dos funcionários da câmara
municipal que estão a tomar conta daquele serviço, terem essa capacidade.
Lembra também que há uma inusitada utilização do transporte público de acesso
ao posto náutico, e lembra que há um acesso, que é esse que devia ser
privilegiado, e foi a própria Polícia de Segurança Pública, acompanhada pelo
próprio, com a colocação de sinais que a mesma sugeriu, que lhe disse que ficasse
descansado que agora estava entregue à PSP e não ia haver problema, mas há
problema. O portão está fechado, as pessoas tendem a estacionar os seus carros
onde não devem, e o acesso privilegiado ao posto náutico da União Desportiva
Vilafranquense é aquele que não devia ser, que é aquele que obriga à entrada pelo
jardim municipal adentro.
Portanto, gostava imenso que o Sr. Presidente conseguisse duma vez por todas
terminar com aquela coisa inadmissível que é o trânsito, parece que se está a
passear numa rua mais comum da cidade de Vila Franca de Xira. Isso, de facto,
preocupa-o imenso, e agradece a melhor atenção do Sr. Presidente para este
assunto.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, referindo que se
têm de tomar medidas para evitar o trânsito dos veículos que entram dentro do
Jardim Municipal Constantino Palha, mas, mais uma vez, está-se perante uma
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situação de civismo, aquilo é para os meninos andarem ali, para as pessoas
andarem ali tranquilamente, não é para andarem lá com carros, nem é preciso.
Esta coisa é tão óbvia que até dói, como é que é possível que as pessoas não
compreendam, mas enfim, vão ter de se tomar medidas, tomar decisões para que
isto não aconteça.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
HIGIENE PÚBLICA - COMBATE ÀS PRAGAS
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo, em relação à higiene pública, que
os membros da CDU continuam a registar muitas queixas, avolumam-se as queixas
sobre este serviço, e naturalmente que o problema não está na capacidade de
trabalho, nem na disponibilidade dos trabalhadores municipais, como todos sabem,
entendem que há, antes, a necessidade de reforçar talvez as equipas e os meios
de trabalho ao dispor da câmara municipal.
Nesta altura, e a propósito disto, como se sabe está-se numa época em que as
pragas das baratas, dessas coisas todas, dos ratos, estão a aparecer por aí, e
aproveitam para reiterar a importância do combate a essas pragas, das baratas e
roedores, sobretudo.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, mencionando que
pede depois ao Sr. Vereador Jorge Zacarias para intervir, pois ajuda-o nestas
matérias. Não é só nestas, trabalha com o próprio em muitas matérias, como se
sabe, mas também trabalha nesta área e tem dados mais precisos, que pode trazer
para o efeito.
Interveio ainda, após o período de intervenção do público, dizendo ao Sr. Vereador
Jorge Zacarias que fale das questões da desbaratização, desratização e higiene.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Jorge Zacarias, dando as boas tardes a todos os
presentes e a todos os que acompanham a reunião on-line, dizendo que dará
algumas informações mais precisas.
De facto, como o Sr. Presidente já disse em reuniões anteriores, os trabalhadores
deste setor da higiene pública têm estado a trabalhar em espelho, ou seja, têm
estado a trabalhar 7 dias uma equipa e 7 dias a outra equipa. Mesmo neste
contexto de trabalho em espelho, entre janeiro e junho aumentou a recolha nos
resíduos indiferenciados em 4% em relação a 2019, 14% no vidro, 10% no papel
recolhido e 12% nas embalagens recolhidas.
No que se está a falar em relação à higiene pública, não se notou o confinamento
ou uma baixa do ponto de vista da produção de resíduos. Conseguiram-se manter
os mínimos, em termos daquilo que eram as necessidades das populações, e
conseguiu-se manter o concelho limpo, no entanto, nota-se efetivamente a partir
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de agora, quando foi aliviado este confinamento, um aumento muito grande da
produção de resíduos e de reciclados.
Neste sentido, o Sr. Presidente deu orientações para que a partir da próxima sexta-
feira termine o trabalho em espelho e se passe a fazer a atividade em horário
desfasado, ter-se-ão os trabalhadores todos, as equipas todas, a trabalhar ao
mesmo tempo, só que um grupo de trabalhadores entra às 22h00 e sai às 04h00 e
a outra equipa entra às 00h00 e sai às 07h00. Julga-se que com esta medida ir-se-á
novamente normalizar a recolha dos resíduos indiferenciados e dos reciclados.
Continua-se com um problema grande ao nível dos monos nalgumas das
freguesias, e está-se a procurar criar outro tipo de condições no sentido dessa
recolha, mas nota-se também que há alguma indisciplina por parte das pessoas na
colocação dos monos, quer em relação aos dias, quer em relação aos locais e à
forma como os coloca.
Em relação às desinfestações, houve uma alteração significativa naquilo que era o
procedimento da câmara municipal de 2019 para 2020, e pode dizer que neste
momento, em relação ao número de desinfestações já feitas, há um aumento de
184% em relação a 2019. já se fizeram este ano 5 629 intervenções na área das
desinfestações, o ano passado tinham-se feito, nesta altura, 1 980.
Nota-se também, e é uma questão que já vem de anos anteriores, um aumento da
produção de pragas e ultimamente, para além das pragas tradicionais, que tinham
a ver com as baratas, o concelho está a ser invadido pelas pragas do pinheiro, pela
Processionária. Apesar de já se terem tomado algumas medidas, nota-se de ano
para ano um aumento deste “ataque” aos pinheiros.
Situando-se nas desinfestações, agora, nos meses de julho e agosto, está em curso
uma nova campanha, que o Sr. Vereador Mário Calado, enquanto presidente de
junta, no mandato passado, acompanhava também muito ao pormenor, através da
aplicação de inseticida na rede de coletores. Ver-se-á o que é que vai acontecer, o
tempo está a aquecer duma forma drástica, hoje já não há temperaturas amenas,
há muito frio, há muito calor e também se têm procurado acompanhar estas
situações, o que, acima de tudo, não tem sido fácil, mas há um esforço neste
sentido.
Em complemento às questões de higiene pública, está-se à espera, e já deviam ter
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sido entregues, não foram porque as empresas de fabrico tiveram alguns
problemas de poderem cumprir todos os prazos, que em setembro sejam
entregues 2 viaturas para a higiene pública para os biodegradáveis, sendo que o
projeto-piloto na Póvoa de Santa Iria arrancará nessa altura, em setembro, assim
como a recolha no resto do concelho.
Está-se à espera também da entrega, até ao final do ano, novembro, dezembro, de
2 carros de 26 toneladas, que é uma alteração significativa naquilo que era a
política municipal, a compra de carros com maior capacidade para também
aumentar a recolha. Dado que se estão a instalar ilhas ecológicas nas diferentes
freguesias, aumentando essa capacidade de deposição, também é importante para
a câmara municipal poder aumentar a capacidade de recolha.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INSTALAÇÃO DE PARQUES INFANTIS NA FREGUESIA DE VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, lembrando que há uns anos chegou mesmo
a propor num documento, e fê-lo até numa assembleia municipal, lembra-se
perfeitamente, a necessidade da instalação de alguns parques infantis na freguesia
de Vila Franca de Xira, que sobretudo era aquela que conhecia e conhece melhor,
naturalmente.
Refere, como absolutamente necessário, um deles ser na Torre de Cima e Capelas,
pois, de facto, era muito importante que se conseguisse, o Sr. Presidente
particularmente, e a sua equipa, resolver este assunto, porque as pessoas sentem
a necessidade absoluta da construção de um parque infantil, sobretudo naquela
zona do Bom Retiro.
Em baixo, nas torres, existe um parque infantil que também merecia talvez ser
melhorado, mas ainda assim existe aquele. Em cima, onde há muita gente a viver
e muito casal jovem, muitas crianças, há necessidade absoluta da construção, tão
rápido quanto possível, de um parque infantil.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, mencionando que o
Sr. Vereador faz uma proposta, de instalar um parque infantil na Torre de Cima e
Capelas, e vai-se avaliar.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INSTALAÇÃO DE LOMBAS NA RUA JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS - VILA FRANCA
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Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, lembrando, em relação à rua José Carlos Ary
dos Santos, em Vila Franca de Xira, que na assembleia de freguesia já foi aprovada
há muito a construção de lombas para aquela rua.
Assim, e para terminar, pergunta para quando é que está prevista a sua
concretização.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, referindo que não
sabe se o Sr. Vice-Presidente tinha isto no seu caderninho, o próprio não se
recorda, mas certamente que já se falou da colocação de lombas nesta rua, e não
sabe se a matéria já foi avaliada ou não.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
HORTAS URBANAS - CENTRO GASTRONÓMICO - BAIRRO DE POVOS - VILA FRANCA
DEXIRA
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, dizendo que os membros da CDU, na
sexta-feira, fizeram uma visita ao bairro de Povos, em Vila Franca de Xira, e além
da necessidade de reforço de meios para limpeza e higiene do espaço público,
como o Sr. Vereador Mário Calado já referiu, ouviram também os moradores a
lamentar o atraso na entrega das hortas urbanas, não se percebendo o que é que
está a acontecer.
Por tal facto, solicitam o devido esclarecimento e ponto de situação das hortas
urbanas.
Tendo em conta as características e as potencialidades daquele bairro, é
importante que seja concretizado ali um amplo programa de atividades de
dinamização social de base comunitária, até para estreitar laços na comunidade e
de pertença ao bairro. As pessoas sentem falta disso, e referem isso, sobretudo os
mais jovens.
Gostariam também de perceber o que é que está a ser feito ou se há algum projeto
para aquele antigo centro gastronómico, que fim é que se vai dar.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, mencionando que
isto das hortas tem um critério, tem regras e um sorteio, e questiona quando é o
sorteio destas hortas.
Respondeu o Sr. Vereador Jorge Zacarias que é até ao final do mês, sendo que tem
a data para as inscrições.
Disse o Sr. Presidente que o Sr. Vereador Jorge Zacarias falará desta matéria, mas,
como se sabe, há um critério, não é aleatório, nem deve ser. Quem tinha hortas lá
tem preferência, essas pessoas têm preferência, depois, para as sobrantes, as
pessoas candidatam-se e há um sorteio. Normalmente ficam sempre pessoas de
fora, que ficam suplentes, e já têm sido recuperadas, pois há pessoas que depois
não querem continuar com o talhão, por razões diversas, e ele é disponibilizado a
outra pessoa.
Contudo, o Sr. Vereador Jorge Zacarias também já desenvolve mais esta matéria.--
Sobre o centro gastronómico, costuma-se dizer que há coisas que às vezes são
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difíceis de responder, e esta é uma delas.
Como a Sr Vereadora sabe, aquele centro gastronómico inicialmente nem era
centro gastronómico, era um espaço que tinha um bar, que foi disponibilizado a
uma associação desportiva que havia, que depois acabou. Por razões que não vêm
ao caso, as atividades acabaram e a partir dali o espaço foi completamente
vandalizado, e para recuperar aquilo está-se a falar em algumas centenas de
milhares de euros.
Aquilo que pensa é que há ali associações que desenvolvem, apesar de tudo,
alguma atividade, e valerá a pena apoiá-las, porque têm um trabalho social
importante. Independentemente de se recuperar aquele espaço, crê que há outros
espaços, para já, que se poderão pôr à disposição, para que essas entidades
tenham um espaço de reunião e possam desenvolver as suas atividades.
É nisso que se está a trabalhar, na medida em que o espaço gastronómico, como é
chamado, era uma intenção que não teve sequência, e neste momento ainda não
se tomou uma decisão se é uma prioridade o investimento que é ali necessário
fazer, que é muito avultado, porque aquilo foi completamente vandalizado, de tal
modo que se tiveram de tapar os vãos para não se entrar lá dentro.
Interveio o Sr. Vereador Jorge Zacarias, após o período de intervenção do público,
referindo, só para precisar em relação às questões das hortas de Povos, que estão
previstas 31 hortas, 27 irão a concurso e 4 já são de antigos moradores que tinham
lá as suas hortas.
A abertura das inscrições começará no período de 13 de julho, próxima segunda-
feira, até dia 24 de julho, e logo de seguida far-se-á o sorteio, dado que o
regulamento já veio à reunião de câmara em fevereiro deste ano, e os processos
praticamente estão todos em dia, para que as coisas possam avançar.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
OBRAS NO PARQUE ESCOLAR
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo-se à educação e às obras no
parque escolar, dizendo que os membros da CDU já viram o documento que tinham
hoje, relativamente a obras que vão ser realizadas no parque escolar do concelho,
mas suscitou-lhes algumas dúvidas que gostariam de esclarecer.
Assim, gostaria de perguntar se a câmara municipal conhece o ponto de situação
da obra na Escola Secundária Gago Coutinho e qual é a data de conclusão da
mesma.
Relativamente à tão necessária intervenção na EB2 de Alhandra, conhecida por
Escola das Meninas, gostaria de saber qual o projeto da mesma, pois não veem
neste documento que ela estará incluída, e esperam que haja alguma obra, pois
sabem da sua urgência.
Também gostaria de saber quanto ao início das obras na escola Álvaro Guerra,
porque queriam perceber se a câmara municipal confirma que vão decorrer já no
início do ano letivo. Segundo informação dos pais que estão a efetuar agora as
matrículas, no ato das matrículas estão a ser informados que os alunos irão
frequentar a escola Dr. Vasco Moniz, e queriam saber se isto se confirma e, se se
confirma, de que forma é que a câmara municipal está a assegurar o transporte
para estas crianças diariamente, da escola Álvaro Guerra para a escola Dr. Vasco
Moniz. —
Relativamente a todas estas obras escolares, gostariam de saber se têm sido
discutidas com toda a comunidade escolar.
Chegou-lhes também uma questão, por parte de alguns habitantes de A-dos-
Bispos, que a escola está a necessitar duma urgente intervenção na parte exterior,
e tem a ver com mato, com ervas secas que ali se estão a aglomerar, pelo que
gostariam de deixar também esta informação, e que se faça então a devida
limpeza daquele espaço.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que não apanhou a pergunta anterior, sabe
que era qualquer coisa sobre se o assunto teria sido discutido com a comunidade.
É concretamente o quê?
Referiu a Sr Vereadora Cláudia Martins que é sobre as obras que vão ser
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realizadas no parque escolar.
Disse o Sr. Presidente que então são as obras em termos gerais.
Respondeu a Sr Vereadora Cláudia Martins que sim.
Interveio de novo o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia,
mencionando que crê, quanto à escola Gago Coutinho, que pese embora o esforço
que está a ser feito para o cumprimento do prazo, e era no sentido de,
eventualmente, no próximo ano letivo as obras estarem concluídas, neste
momento não sabe se isso vai ser possível, apesar de que tem passado por lá e vê,
mesmo ao fim de semana, trabalhadores a desenvolverem as várias atividades na
requalificação e ampliação daquela escola. Espera que, efetivamente, o prazo seja
cumprido.
Sobre a Escola das Meninas, não sabe qual foi a pergunta em concreto, mas aquilo
que quer dizer é que se está a desenvolver um projeto que tem em vista a
ampliação da escola, criar mais condições para a escola ter, salvo erro, mais 4
salas, com refeitório, etc., para permitir que deixe de ter horário duplo, pois é a
única escola que ainda se tem em horário duplo. É, pois, o trabalho que se está a
fazer.
Quanto à escola Álvaro Guerra, teve uma reunião há poucos dias com a associação
de pais, onde deu a conhecer o que é que se iria fazer no arranque das obras
daquela escola, e a associação de pais também esteve de acordo com o facto de
as obras começarem e as crianças iniciarem e terminarem o ano letivo na Vasco
Moniz, e depois então, no próximo ano letivo 21/22, voltarem à escola Álvaro
Guerra.
Sobre o transporte, hoje os pais também levam as crianças àquela escola, e essa
matéria foi colocada pela associação de pais. De facto, há uma regra, deve, por
exigência de lei, a câmara municipal ser responsável pelo transporte das crianças,
dos alunos, que estejam a 3 ou mais quilómetros de distância da própria escola.
Esta é a exigência que se deve fazer à câmara municipal.
Se antigamente a maioria dos pais ia levar as crianças à escola Álvaro Guerra,
provavelmente também estão disponíveis para fazer o mesmo, agora, na Vasco
Moniz. É provável até que haja pessoas que estejam mais perto da Vasco Moniz
que propriamente da Álvaro Guerra, não sabe, e aquilo que disse à associação de
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pais é que era necessário fazer um levantamento, para perceber do que é que se
está a falar.
Depois, todas as intervenções nas escolas têm sido comunicadas, em primeiro
lugar, às próprias associações de pais, depois também, em primeira linha, aos
agrupamentos de escolas, sobre aquilo que se pretende fazer. Portanto, diga-se
que a comunicação e a informação, para além daquela que também sai
publicamente, são feitas.
Relativamente a A-dos-Bispos e à limpeza do exterior da escola, vai-se lá ver como
é que aquilo está e vai-se limpar
Interveio o Sr. Vereador Jorge Zacarias, após o período de intervenção do público,
dizendo, para completar a informação que o Sr. Presidente deu em relação à EB1
n2 2 de Alhandra, que serão 8 salas, a ampliação da escola passará para uma
escola com 8 salas de aulas.
Uma informação que se obteve hoje em relação à Gago Coutinho é que a atual fase
de obra estará concluída no início do ano letivo e prevê-se que o resto da obra será
no final do ano civil, final de 2020, início de 2021. Todos os blocos estão neste
momento em obra, nomeadamente o edifício central já estará em condições de
funcionar no arranque do próximo ano letivo.
Interveio ainda a Sr Vereadora Cláudia Martins, mencionando, sobre a Escola das
Meninas, que os membros da CDU gostariam de saber então para quando é que é o
arranque desta obra e de terem também acesso ao projeto.
Quanto aos alunos da escola Álvaro Guerra, quando os pais fazem a inscrição na
escola os alunos são colocados em escolas dentro da sua área de residência. Não
está aqui a falar, quanto à escola Álvaro Guerra e à Dr. Vasco Moniz, de escolas
que sejam próximas, e julga que aqui terá de reinar o bom senso. Sabem
perfeitamente bem que a lei diz que a câmara municipal tem obrigação de
assegurar o transporte dos alunos que vivam a mais de 3km da escola, mas esta é
uma situação pontual, em que os alunos vão estar 1 ano letivo inteiro numa escola
fora da sua área de residência, e com certeza que haverá pais que poderão fazer
esse transporte, mas haverá outros tantos que não têm essa possibilidade e não
poderão ser prejudicados.
Deve-se ver qual é o número de alunos que terão de ter transporte, porque haverá
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certamente.
O Sr. Presidente interveio, referindo que só haverá condições de iniciar as obras da
escola de Alhandra, a Escola das Meninas, para o ano. Está-se a finalizar o projeto,
e depois haverá todo o gosto de o mostrar aos membros da CDU, e, se tudo correr
bem, haverá eventualmente condições de lançar a obra ainda este ano, mas não
se compromete com prazos, na medida em que a contratação pública é o que é,
demora o tempo que demora, e teme que não seja possível começar antes do final
deste ano ou no início do próximo.
Sobre o transporte, a Sr Vereadora já respondeu à questão, que ao fim e ao cabo
o próprio já tinha referido, tem que se avaliar do que é que se está a falar, depois
fazer uma análise, porque não se pode agora, de repente, em que nunca se pagou
transporte para os meninos que estavam na Álvaro Guerra, começar a pagar a toda
a gente. Há aqui uma incongruência, porque, ao fim e ao cabo, o que se está a
fazer é melhorar as condições daquela escola, e os meninos vão para uma outra
escola, que é a Vasco Moniz, que tem muito melhores condições que tem a Álvaro
Guerra neste momento.
Assim, é preciso também ter, sobre esta matéria, uma avaliação adequada.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ROTURA DA CONDUTA DA EPAL EM VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que o Bloco de Esquerda gostaria
de questionar o executivo se já tem alguma informação da EPAL sobre porque é
que se deu a rotura da conduta em Vila Franca de Xira há umas semanas atrás,
que provocou grande alarido e avultados prejuízos materiais.
julga que é importante saber as razões de porque é que se deu esta rotura e deve-
se uma explicação às populações sobre o que é que se passou, pelo que volta a
insistir nesta questão. Não sabe se o executivo tem mais alguma informação sobre
isto e, se não tiver, julga que seria importante insistir junto da EPAL para se ter a
devida explicação sobre o que é que se passou.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, mencionando que o
Sr. Vice-Presidente poderá falar sobre este assunto. — —
O Sr. Vice-Presidente interveio, após o período de intervenção do público, dizendo
que depois do que aconteceu logicamente que foram feitas, e ainda estão em fase
de conclusão, algumas intervenções. A câmara municipal questionou a EPAL
também, como o Sr. Vereador Carlos Patrão disse, e corretamente, para tentar
perceber, tecnicamente, depois de o próprio e o Sr. Presidente terem estado no
local e acompanhado os trabalhos, qual teria sido a questão que originou aquele
problema, independentemente de já ter pessoalmente uma opinião, mas no ponto
de vista da câmara municipal.
Do ponto de vista da EPAL ainda está a fazer uma averiguação à fase de toda a
infraestrutura que vem desde a Castanheira, para tentar perceber o colapso
naquela zona. Entende e utiliza “colapso”, porque é por aí mesmo o seu parecer,
colapsou, embora haja razões, e agora escusa-se de dizer porque é que colapsou.
já se abordou isso um bocadinho, “en passant”, numa das reuniões de câmara,
mas está a aguardar que essa informação chegue.
Logicamente, se ela demorar voltar-se-á a insistir para que se possa também
informar o órgão.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ARQUIVO DA VIDA RIBATEJANA DA FUNDAÇÃO CEBI
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que gostaria de voltar a uma
questão que já tinha levantado na última reunião de câmara. já se estava com
pouco tempo, acabou por prescindir da sua intervenção para falar sobre o assunto,
mas agora vai voltar outra vez ao mesmo, que é a questão do arquivo da Vida
Ribatejana, que a Sr Vereadora com o pelouro considera um não assunto.
O Bloco de Esquerda não sabe se é ou não é um não assunto, e gostaria então de
saber em que condições é que o arquivo está preservado na Fundação CEBI, se
está garantida a preservação do arquivo, se está tratado e está acessível a
investigadores e cidadãos interessados na história do concelho.
Se, de facto, estas condições que acabou de elencar estão garantidas, então, de
facto, é um não assunto, se não estiverem julga que é um assunto bastante
pertinente, e gostaria que alguém esclarecesse sobre estas questões.
Quanto à questão de a câmara municipal resolver adquirir ou, dalguma forma,
tomar posse do arquivo, o Bloco de Esquerda nem sequer pensa que essa seja a
questão principal, a questão principal é mesmo saber se está preservado, se está
garantida a sua preservação, e a questão do tratamento da informação do mesmo
e da disponibilização dessa informação. A questão da aquisição é uma questão
secundária, e essa deve ser equacionada, na medida em que se pretendem atingir
os objetivos que anteriormente referiu. Se é por aquisição, se é por cedência, se é
um protocolo que se estabelece com a Fundação CEBI para que o arquivo fique na
fundação, mas seja preservado, tratado e disponibilizado, também lhe parece que
é uma boa solução.
Essa não é, de facto, a questão principal, que é mesmo saber se ele está
preservado, porque lhe parece que é importante para complementar aquilo que já
existe e está na posse da câmara municipal, e a questão do tratamento da sua
informação e da sua acessibilidade.
Interveio o Sr. Presidente, depois da discussão da ordem o dia, mencionando que a
Sr Vereadora Manuela Ralha falará.
A Sr Vereadora Manuela Ralha interveio, após o período de intervenção do
público, referindo, para terminar definitivamente este assunto do arquivo da Vida
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1 RAta 0644 Reunião de 2020/07/08
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Ribatejana e da Voz Ribatejana, que vai só limitar-se a ler um pequeno excerto de
quais são as funções e atribuições do arquivo municipal: “O arquivo municipal é um
serviço da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, integrado organicamente na
Divisão de Bibliotecas e Arquivo. Enquanto arquivo municipal está ao serviço do
município, dos munícipes e dos demais utilizadores da informação que conserva.
Faz parte da sua missão promover a conservação, organização e a difusão da
informação de que é detentor, bem como a identidade a história das comunidades
e do território de Vila Franca de Xira”.
Assim, o arquivo da Fundação CEBI é, volta a referir, da Fundação CEBI, não lhe
parece que a câmara Municipal de Lisboa vá perguntar qual é o estado de
conservação dos arquivos da Fundação Gulbenkian, da Fundação Mário Soares ou
de qualquer outra fundação.
Está-se aqui a pôr em causa uma entidade idónea do concelho, a Fundação CEBI,
para além de ter independência, ser uma instituição em que muito se reconhece a
sua identidade e a sua capacidade de trabalho e de organização, é uma estrutura
independente, não cabe à câmara municipal e ao seu arquivo ir bater à porta da
Fundação CEBI para saber em que estado é que está a conservação do espólio da
Vida Ribatejana e da Voz Ribatejana, que não é pertença da câmara municipal.
Desta forma, é só isto. — —
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que quer ver se
percebe bem o que é que a Sr Vereadora tentou dizer ou disse sobre o arquivo da
Vida Ribatejana. Pensa que é do interesse do município completar as coleções que
estão à posse da câmara municipal e que, eventualmente, o espólio do arquivo da
Vida Ribatejana, que está na posse da Fundação CEBI, terá interesse para isso.
Portanto, pensa que as responsabilidades da câmara municipal, em termos de
património, e está a falar de património, vão muito para além daquilo que é o que
está ao seu cuidado, aquilo que está na sua posse. Se houver património, mesmo
que seja privado, que tenha interesse para a investigação da história do município,
julga que é dever da autarquia também zelar pela sua proteção.
Não compreende muito bem o que é que a Sr Vereadora tentou dizer, a menos
que lhe diga que não tem interesse nenhum o que está na Fundação CEBI. Se for
isso, têm uma divergência de fundo, porque pensa que tem interesse, tanto mais
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que já todos admitiram aqui que há pouco conhecimento sobre várias matérias da
história do século XX e que era importante essas fontes estarem disponíveis para
serem estudadas por investigadores do concelho e de fora do concelho, pois essa
também é uma forma do concelho se promover.
Há dúvidas sobre a história do Colete Encarnado, já foram expostas várias
divergências, há dúvidas, por exemplo, sobre o que é que aconteceu em 1918
durante a pandemia, essas fontes históricas são importantes e é importante o
acesso a elas. Não estando as coleções da Vida Ribatejana na posse da câmara
municipal completas, é do maior interesse, pensa, que a mesma saiba onde é que
estão as edições que podem completar essas coleções e se elas estão, de facto,
bem preservadas, se estão tratadas e se estão disponíveis.
A Sr Vereadora citou outras fundações privadas como exemplo de comparação,
que era o que faltava a Câmara Municipal de Lisboa agora andar a fazer perguntas
sobre a Fundação Mário Soares e sobre a Fundação Gulbenkian, e o próprio não
sabe se a Fundação CEBI está ao nível dessas que a Sr Vereadora citou, em
termos de preservação do património, mas sabe que essas fundações, que são das
mais importantes do país em termos de património, em termos de arquivo
documental, por acaso têm um trabalho público bastante completo sobre o
tratamento dos arquivos, a disponibilização desses arquivos para investigação, o
que desconhece se a Fundação CEBI faz ou não faz.
Não está a pôr em causa a idoneidade da Fundação CEBI, quem é o próprio para
tal, agora, gostava de saber se, de facto, as coleções que estão na sua posse, o
arquivo que está na sua posse, está em boas condições de preservação, o que
desconhece, se esse arquivo está tratado e está disponível para poder ser
estudado e para se poder colmatar algum défice de fontes que existe no concelho,
para tirar algumas dúvidas e promover o concelho e a sua história.
Assim, é só isto.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, referindo que pensa que estão todos de
acordo, dito de uma forma, ou dito de outra, pensa que estão todos de acordo, a
câmara municipal, no quadro da orgânica vigente, tem as suas obrigações, tem
sim senhor, e tem feito um trabalho notável na preservação de muitos documentos
históricos que estão na sua posse, e vai continuar a fazer esse trabalho.
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Felizmente, neste momento tem uma equipa que tem dado um novo elã àquela
área, tem preservado e vai continuar a preservar aquilo que está à sua guarda,
para avaliação e investigação de investigadores que queiram analisar este ou
aquele documento.
Agora, a relação que se tem com a Fundação CEBI é uma relação que foi sempre
boa, e aquilo que a Sr Vereadora disse é que há uma fronteira, não se pode
chegar por ali dentro e dizer, “mostre-me lá isso a ver se está bem, se não está
bem”. Há sempre uma questão de bom senso, que é a relação institucional que
tem de presidir a todas estas coisas.
Não tem dúvida nenhuma que a Sr Vereadora irá falar, e aliás já falou certamente,
na sequência de todas estas conversas, com a Fundação CEBI, para, de facto,
alguém da câmara municipal, técnico, poder avaliar o que lá está, e eventualmente
celebrar um protocolo de colaboração no sentido daquele espólio poder estar ao
serviço de quem deseje analisá-lo.
Assim, não sabe se é isto que está na perspetiva da Sr Vereadora, mas, para
fechar este processo, não vale a pena arrastá-lo, a sua proposta era esta.
Interveio a Sr Vereadora Manuela Ralha, mencionando que, não arrastando mais
este processo, só respondeu às questões que o Sr. Vereador Carlos Patrão colocou,
sobre o estado, se poderia ou não ser consultado, se se podia deixar consultar, e se
a câmara municipal teria ou não interesse.
Depois, há uma fronteira, e tem obviamente de se confiar na idoneidade das
instituições.
Relativamente às fontes históricas, a câmara municipal tem todas as fontes
históricas que possam servir de apoio e de estudo on-line, e qualquer um dos
munícipes pode consultar, sendo que já no passado o arquivo municipal tratou
dalguns espólios de arquivo e organizou alguns arquivos, sempre a pedido das
instituições, como por exemplo da Santa Casa da Misericórdia, estabelecendo
protocolos.
Tomado em boa linha de conta aquilo que o Sr. Presidente sugere, vai-se analisar
esta questão duma forma mais fina.
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RAta 087
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTAS ÀS QUESTÕES COLOCADAS NO PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E
ASSUNTOS EM QUE SE PRETENDE INTERVIR NA ORDEM DO DIA
Interveio o Sr. Presidente, referindo que as respostas às questões colocadas neste
período antes da ordem do dia ficam para depois. Vai-se entrar na ordem do dia,
na medida em que o tempo deste período se esgotou, e depois haverá
oportunidade de responder a todas as matérias que foram colocadas, e foram mais
de3O.
Assim, e entrando na ordem do dia, queria referir que há pedidos de intervenção
nos pontos 1, 2, 3, 12, 13, 14, 19, do 20 ao 46, e 48, estando todos os outros que
não mencionou aprovados por unanimidade.
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Reunod2OO/O7/O8
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Câmara Municipal
Assunto: ATAS N 12/2020, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA DE 2020/06/09, E
13/2020, DA REUNIÃO DE CÂMARA EXTRAORDINÁRIA E PRIVADA DE 2020/06/19
Presente para aprovação a ata n2 12/2020, da reunião de câmara ordinária de
2020/06/09, e a n2 13/2020, da reunião de câmara extraordinária e privada de
2020/06/19, com dispensa da sua leitura, por terem sido previamente distribuídas
a todos os membros.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que se estão a aprovar
novamente duas atas num ponto só. Já tinha chamado à atenção, e os membros da
CDU continuam a insistir, porque a votação pode ser claramente diferente e esta é
uma preocupação, sendo que por acaso desta vez não foi confirmar se os
participantes na reunião eram os mesmos.
Para além desta referência, percebe a falha, erro, engano ou lapso de quem fez a
ata n2 13/2020, na página 66/68, em que se refere que a própria “só pediu que o
Sr. Vereador António Félix ligasse o micro”. Percebe que esta falha tenha
acontecido, mas desta vez pediu foi ao Sr. Vereador António Oliveira que ligasse o
micro. Não foi ao Sr. Vereador António Félix, foi ao Sr. Vereador António Oliveira.
Percebe que se tenha achado que foi ao Sr. Vereador António Félix, mas não, desta
vez foi mesmo ao Sr. Vereador António Oliveira.
Assim, pedia que se corrigisse, e era só esta nota que queria dar.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que, de facto, o seu a seu dono, quem foi
o visado não foi o Sr. Vereador António Félix, foi o Sr. Vice-Presidente, António
Oliveira, agradece a correção e, sendo assim, vai pôr o ponto à aprovação.
Prosseguiu, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que o
ponto é aprovado, por unanimidade, com a correção eferida e pedida pela Sr
Vereadora Regina Janeiro, que, no fundo, traduz aquilo que efetivamente se
passou.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n2 12/2020, da reunião de câmara
ordinária de 2020/06/09, não tendo participado na votação os Srs. Vereadores
Jorge Manuel Nunes Zacarias, Cláudia Sofia Oliveira Martins e Carlos Miguel Vilar
Patrão, por não terem estado presentes.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n2 13/2020 da reunião de câmara
extraordinária e privada de 2020/06/19, com a correção indicada pela Sr
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Câmara Municipal
Vereadora Regina Janeiro, não tendo partIcipado na votação o Sr. Vereador Jorge
Manuel Nunes Zacadas, por não ter estado presente.
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n 246
Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO EXTRAORDINÁRIO RELATIVO A OBRAS
INTERIORES E EXTERIORES A REALIZAR NO EDIFÍCIO SEDE - VILA FRANCA DE XIRA
— CLUBE VILAFRANQUENSE
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/07/02, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, nos termos da
alínea e), do n2 2, do artigo 23, e das alíneas o) e u), do n2 1, do artigo 332, do
anexo 1, da Lei n2 75/2013, de 12 de setembro, que aprovou e consagrou o Regime
Jurídico das Autarquias Locais, com as alterações legislativas subsequentes e na
redação em vigor, bem como do n2 1, do artigo 1012 do regulamento
administrativo conformador do Programa de Apoio ao Movimento Associativo,
aprovação da minuta do protocolo de colaboração a celebrar com o Clube
Vilafranquense, que define a atribuição de um apoio financeiro extraordinário, na
modalidade de subsídio, no valor de 26 290,00€, no âmbito do apoio ao custeio de
obras interiores e exteriores a realizar no edifício sede da associação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que o Bloco de Esquerda
reconhece a importância do Clube Vilafranquense na cidade e no concelho, já
organizou muitos eventos no Clube Vilafranquense, e agrade sempre a
disponibilidade do clube para a organização de eventos de índole social e cultural
na cidade de Vila Franca de Xira e no concelho, agora, não está patente no sítio
web do clube o seu relatório de contas e o relatório de atividades, e pensa que era
importante ter acesso a esses elementos. Pensa que quando vêm pedidos destes,
esse tipo de informação devia ser também disponibilizado no ponto que se está a
analisar
O Bloco de Esquerda vai votar favoravelmente, mas agradece que lhe sejam
remetidos então o relatório de contas e o relatório de atividades, os últimos que
existam disponíveis.
O Sr. Presidente interveio, referindo que, como o Sr. Vereador sabe, uma das
exigências que se fazem no regulamento do PAMA é justamente serem apoiadas as
associações e as entidades que apresentam em tempo oportuno o relatório de
contas e atividades, principalmente o relatório de contas, mas também o de
atividades.
Este ano é um ano absolutamente anormal, e efetivamente, de acordo com aquilo
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
que ficou estipulado, pode ser mais prolongada a apresentação do relatório de
contas. De qualquer modo, questiona à Sr Vereadora Fátima Antunes, sobre o
Clube Vilafranquense em particular, se já se recebeu o relatório de contas.
Respondeu a Sr Vereadora que tem de verificar, não tem presente, mas pode
ainda, no decorrer desta reuniâo, informar. No entanto, o período para o
apresentar era até 30 de junho, foi prorrogado até 30 de setembro, pelo que o
clube ainda o pode fazer.
Interveio novamente o Sr. Presidente, solicitando, de qualquer modo, que sejam
preparados os elementos que se tiverem, ainda que não deste ano, que
provavelmente não existem, mas dos anos anteriores, de 2018, para enviar ao Sr.
Vereador Carlos Patrão, porque o de 2019 provavelmente não existirá.
Disse o Sr. Vereador Carlos Patrão que esta é uma questão que está a acontecer
com quase todas as associações, que ainda não têm disponíveis os relatórios do
ano passado, mas vai-se ter de viver com mais esta dificuldade. Compreende, são,
de facto, elementos importantes, mas vai-se ter de aguardar que eles sejam
fornecidos com a maior brevidade possível.
Interveio o Sr. Presidente, pondo o ponto à votação, perguntando quem vota
contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
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Câmara Municipal 1
Assunto: DESIGNAÇÃO DE JUIZES SOCIAIS, COM PROPOSTA DE NOMEAÇÃO
OFICIOSA POR PARTE DO TRIBUNAL JUDICIAL DA COMARCA DE LISBOA NORTE, NO
ÂMBITO DA JURISDIÇÃO DE MENORES
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/07/02, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
designação, como juízes sociais, dos cidadãos António José Guimarães Castela
Fernandes, Esperança Flávia dos Santos Gerardo Câncio e Paulo Alexandre
Coutinho Casaca, com proposta de nomeação oficiosa por parte do Tribunal Judicial
da Comarca de Lisboa Norte, enquanto não é organizada e votada a competente
lista, no âmbito de processos judiciais de promoção e proteção de menores, das
causas submetidas à jurisdição de menores legalmente previstas.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que o Bloco de Esquerda só tem
uma dúvida, é que na proposta que foi fornecida aos vereadores às tantas é dito:
“enquanto não é organizada e votada a competente lista”. Portanto, isto levanta
umas dúvidas, se se vai agora votar por esta lista e depois vai-se votar por outra. --
Agradecia algum esclarecimento sobre a questão, sendo que se está a falar da
nomeação dos juízes sociais, para a qual o Bloco de Esquerda indicou o nome
duma pessoa, que aparece, que é Ant6nio Castela. Pensava que esta seria a lista
definitiva, mas tem esta dúvida e agradecia então o esclarecimento.
Referiu o Sr. Presidente que a questão tem pertinência, e só se traz esta proposta
num procedimento excecional, pois tem havido da parte do Tribunal Judicial da
Comarca de Lisboa Norte uma insistência muito grande para apresentar os nomes.
Como não se tem conseguido resolver a listagem completa em tempo oportuno,
que são 30 elementos, 19 da assembleia municipal e 11 da câmara municipal, vão-
se enviar estes nomes, para que os debates judiciais, que necessitam, de acordo
com aquilo que o tribunal refere, de juízes sociais, pelo menos tenham a
possibilidade de ter estes 3 nomes, e procederem excecionalmente sobre esta
matéria.
Depois, ir-se-ia continuar o processo junto do Sr. Presidente da assembleia
municipal, numa próxima oportunidade de reunião da assembleia, para as forças
políticas indicarem os nomes e, na câmara municipal, encontrar também mais
nomes para o efeito. —
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Fl.Ata - 073
Reunião de 2020/07/08
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Câmara Municipal
De facto, o critério que se tem sempre seguido na câmara municipal é este, que os
juízes sociais são indicados, justamente, pela câmara municipal e pela assembleia
municipal, o que não quer dizer que, se as dificuldades se mantiverem, não se
tenha de trazer a reunião de câmara uma outra proposta, de encontrar uma
solução para indicação de juízes sociais. Há várias metodologias que podem ser
usadas, há municípios que, devido à dificuldade que se está aqui a ter, fazem de
outras formas, e se nos próximos tempos, até ao final deste ano, não se conseguir
ter a listagem completa, então trará a reunião de câmara uma proposta de
solução, para se indicar a listagem completa dos 30 nomes.
Agora é para obviar esta dificuldade que o tribunal está a colocar, que assim já tem
a possibilidade de notificar um destes nomes para participar nestes debates
judiciais, pois no entender do Sr. Juiz estes juízes sociais são importantes nestes
mesmos debates.
Assim, é o que pode dizer, agora dever-se-á, excecionalmente, indicar estes 3
nomes, e continuar a trabalhar para se terem mais 27 nomes o mais rapidamente
possível.
De seguida solicitou a urna e a distribuiçâo dos respetivos papéis para a votação,
uma vez que se faz por voto secreto.
Concluiu, mencionando que o ponto foi aprovado, com 10 votos a favor e uma
abstenção. —
Deliberado, por maioria e por escrutínio secreto, com 10 votos a favor e 1
abstenção, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
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$ Reuno d 2OO/O7/O8
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Assunto: REMODELAÇÃO DA REDE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO
NA RUA DA JUVENTUDE (PARTE) — ALVERCA DO RIBATEJO — CONCURSO PÚBLICO —
COMPROMISSO PLURIANUAL - ABERTURA DE PROCEDIMENTO
Presente o processo instruído com deliberação tomada pelo Conselho de
Administração dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento, em
2020/07/01, documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta
parte da ata, para aprovação da abertura e escolha do procedimento, por concurso
público, para a execução da empreitada de remodelação da rede de abastecimento
de água e saneamento na rua da juventude (parte), em Alverca do Ribatejo, com o
valor base de 161 771,50€, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, com um prazo
de execução de 120 dias, das peças do procedimento, da composição do júri,
designação do gestor do contrato, autorização de contratar e da despesa, bem
como da delegação, no Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de
Água e Saneamento, ao abrigo do n9 1, do artigo 109 do Código dos Contratos
Públicos, das demais competências reservadas legalmente ao órgão competente
para a decisão de contratar.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a abertura e escolha do procedimento, as
peças do procedimento, a composição do júri, designar o gestor do contrato,
autorizar a contratação e a despesa, e a delegação no Conselho de Administração
dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento.
04 rede SMA5
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FLUvro
FI. Ata
Reunião d OOIO7IO8
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Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO PRESIDENTE NA ÁREA DE PESSOAL
2. Resumo: Presente o processo Instruído com informação n9 3044/20, de 26106, do
DGAj/DRH, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente na área de pessoal,
no período compreendido entre 2020106115 e 2020/06/23.
3. Informações/pareceres: Mexa-se Informaç&o n2 3044/20, de 26/06, do DGAJ/DRH,
documento que se dá por InteIramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a), do n° 2, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
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Vila Franca de Xira 1 Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: LEGISLAÇÃO—SÍNTESE E EDITAIS
Foi dado conhecimento do que de seguida se indica:
1. Dos diplomas publicados em Diário da República com interesse para a
administração local:
Portaria n2 148/2020, de 19 de junho, 1 série, referente à terceira alteração à
Portaria n2 64/2009, de 22 de janeiro, que estabelece o regime de credenciação de
entidades para a emissão de pareceres e para a realização de vistorias e de
inspeções das condições de segurança contra incêndio em edifícios;
Portaria n2 149/2020, de 22 de junho, 1 série, que define e regulamenta os termos
em que é efetuada a demonstração da quebra de rendimentos para efeito da não
suspensão do fornecimento de água, energia elétrica, gás natural e comunicações
eletrónicas;
Resolução do Conselho de Ministros n 45-8/2020, de 22 de junho, 1 série, que
define regras especiais para a Área Metropolitana de Lisboa no âmbito da situação
de calamidade declarada pela Resolução do Conselho de Ministros n2 40-A/2020,
de 29 de maio, na sua redação atual;
Despacho n9 6573-A/2020, de 23 de junho, II série, que identifica equipamentos
escolares para intervenções de remoção e substituição do amianto;
Resolução do Conselho de Ministros n2 49/2020, de 24 de junho, 1 série, que cria o
Programa de Transformação da Paisagem;
Despacho n2 6608-8/2020, de 24 de junho, II série, que determina os horários de
funcionamento dos estabelecimentos autorizados a funcionar 24 horas e dos
postos de abastecimento de combustíveis na Área Metropolitana de Lisboa;
Resolução do Conselho de Ministros n2 51/2020, de 25 de junho, 1 série, que aprova
as linhas estratégicas do Projeto Nunca Esquecer - Programa Nacional em torno da
Memória do Holocausto;
Resolução da Assembleia da República n2 30/2020, de 26 de junho, 1 série, que
recomenda ao Governo que promova boas práticas de deposição de resíduos de
materiais e equipamentos de proteção individual, para efeitos de prevenção do
contágio do novo coronavírus (SARS-C0V-2);
Declaração de Retificação n2 24/2020, de 26 de junho, 1 série, que retifica o
Decreto-Lei n 27/2020, de 17 de junho, da Modernização do Estado e da
O6síntedit 1/3
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Fl.Ata 077
Reunião de 2020/07/08
Município Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Administração Pública, que altera a orgânica das comissões de coordenação e
desenvolvimento regional, publicado no Diário da República, 1 série, n2 116, de
17 de junho de 2020;
Portaria n 159/2020, de 26 de junho, 1 série, que define as normas aplicáveis à
requisição, emissão, funcionamento e utilização do cartão de acesso a zona com
condições especiais de acesso e permanência de adeptos (ZCEAP),
abreviadamente designado «cartão do adepto», bem como aprova os respetivos
modelo e características;
Portaria n 160/2020, de 26 de junho, 1 série, que alarga o prazo de vigência da
medida excecional relativa às comparticipações financeiras da segurança social,
aprovado através da Portaria n2 85-N2020, de 3 de abril:
Decreto-Lei n2 28-A/2020, de 26 de junho, 1 série, que estabelece o regime jurídico
da reconversão da paisagem; —
Decreto-Lei n2 28-B/2020, de 26 de junho, 1 série, que estabelece o regime
contraordenacional, no âmbito da situação de calamidade, contingência e alerta;
Resolução do Conselho de Ministros n9 51-A/2020, de 26 de junho, 1 série, que
declara a situação de calamidade, contingência e alerta, no âmbito da pandemia
da doença COVID-19;
Portaria n 161/2020, de 30 de junho, 1 série, que atualiza o valor da unidade de
referência constante da tabela anexa à Portaria n 1386/2004, de 10 de novembro,
na sua redação atual;
Portaria n9 162/2020, de 30 de junho, 1 série, que procede à primeira alteração à
Portaria n2 82-C/2020, de 31 de março, que criou a medida de Apoio ao Reforço de
Emergência de Equipamentos Sociais e de Saúde;
Lei n 20/2020, de 1 de julho, 1 série, que procede à primeira alteração ao
Decreto-Lei n 14-G/2020, de 13 de abril, que estabelece as medidas excecionais e
temporárias na área da educação, no âmbito da pandemia da doença COVID-lg;---
Decreto-Lei n2 32/2020, de 1 de julho, 1 série, que altera o regime jurídico a que
estão sujeitas, no território continental, as ações de arborização e rearborização
com recurso a espécies florestais;
Resolução do Conselho de Ministros n2 52/2020, de 1 de julho, 1 série, que
determina a fixação de prazos para a conclusão dos procedimentos referentes ao
06 sínt edit 2/3
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FI. Livro
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Município
Proc2
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Vila Franca de Xira ( Deliberação n2____________
Câmara Municipal
programa de regularização extraordinária dos vínculos precários na Administração
Pública;
Portaria n9 163/2020, de 1 de julho, 1 série, que procede à sétima alteração ao
Regulamento Específico do Domínio da Inclusão Social e Emprego, aprovado em
anexo à Portaria n 97-A/2015, de 30 de março;
Resolução do Conselho de Ministros n 52-A12020, de 1 de julho, 1 série, que cria o
Programa Bairros Saudáveis.
2. Dos editais publicados entre 2020/06/17 e 2020/06/30, que constam da lista
anexa, a qual se dá por inteiramente reproduzida nesta parte da ata.
Tomado conhecimento.
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FI. Livro
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Ri5 :ooo?o8
Municipio
Proc°
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de -
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento da informação referente aos pagamentos
autorizados pelo Sr. Presidente, pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador
António Félix, no período compreendido entre 2020/06/17 e 2020/06/30,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do fl2 1, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
07 pagamentos
FI. Livro
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Reunod0WO7/O8
Município
Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
Câmara Municipal: —-—
Dotações Orçamentais 27 607 717,12€
Dotações não Orçamentais 2 925 952,58€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 3 412 133,04€
Dotações não Orçamentais 802 096,60€
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas:
7. Deliberaçâo: Tomado conhecimento.
08 balancetes
FI. Livro
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Reunod200/07/08
Município Proc° -____________
Vila Franca de Xira Deliberaçao n°_____________
Câmara Municipal 1
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n° 328/20, de
29/06, do DGAJ/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício do direito de preferência, no período compreendido
entre os dias 18 e 23 de junho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 328/20, de 29/06, do
DGAJ/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. -
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29° e 30° da Lei n2 31/2014, de 30 de maio. --
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus submete o assunto à reunião
de câmara para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
09 SOP
I
El. Livro
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RAta -- 082
1 Reunião duioio/07/08
Município Proc2 2 6/15 RU-REURB
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA-ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 316/20, de
29/06, da EMRU, para conhecimento do despacho do Sr. Presidente, datado de
25/06/2020, relacionado com o não exercício do direito legal de preferência,
previsto no artigo 58 do Decreto-Lei n2 307/2009, de 23 de outubro, com a sua
atual redação, que aprovou o Regime Jurídico da Reabilitação Urbana (RJRU),
referente às áreas de reabilitação urbana do concelho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 316/20, de 29/06, da
EMRU, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
10 EMRU
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P1. Uvro
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P1. Ata
Reunião d ÍOOIO7/O8
Município pa
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Vila Frart de Xira Deliberação n2___________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
UCENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n0 14/20, de
26/06, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice
Presidente, no período compreendido entre 2020/06/15 e 2020/06/25. no âmbito
do licenciamento de obras particulares previstas no Regime Jurídico de
Urbanização e Edificação. -
3. informações!pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 14/20, de 26/06, do
DPGU/SAPRE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.—
4. Dotação orçamentai: Piano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
11 DPGU
FI. Livro
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/1 Reunod00/O7/08
Municipio
/ proc
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de ‘-p i’ -
Vila Franca de Xira V ) Deliberação n2_-
Câmara Municipal
1. Assunto: ABERTURA DE CONCURSO EXTERNO DE INGRESSO PARA PROVIMENTO DE
UM LUGAR DE MARINHEIRO DE TRÁFEGO FLUVIAL, NA MODALIDADE DE RELAÇÃO
JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO INDETERMINADO — CARREIRA NÃO
REVISTA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação nQ 3037/20, de 26/06, do
DGAJ/DRH, para aprovação da abertura de um concurso externo de ingresso para a
constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado, para
o preenchimento de um posto de trabalho previsto no mapa de pessoal do corrente
ano, na categoria de marinheiro de tráfego fluvial (carreira não revista), com
possibilidade de admissão de candidatos sem vínculo de emprego público
previamente constituído.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n 3037/20, de 26/06, do DGAj/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que o Bloco de Esquerda sabe que
é uma dificuldade a contratação de marítimos para as embarcações tradicionais,
que a abertura deste concurso é importante, e aproveita a ocasião para reforçar
um desafio e uma ideia que já aqui tem falado e trabalhado até, que era
importante ter uma escola náutica a funcionar no concelho, se calhar nas
instalações ao lado das antigas escolas da Armada, porque, sendo uma dificuldade
a contratação de marítimos, isto também é uma oportunidade para explorar uma
área onde se sabe que existem grandes necessidades, não só no concelho, mas
noutros concelhos, que também têm estas embarcações tradicionais e também
partilham das mesmas dificuldades que o município de Vila Franca de Xira tem
12 marinheiro 112
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FI. Livro
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Reurãode½biO/O7/O8
Município / q_ A Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal 1
tido, na contratação deste tipo de profissionais.
O Sr. Presidente interveio, mencionando que está de acordo, de facto, em se
encontrarem marinheiros para este trabalho, tendo que se renovar a equipa da
câmara municipal e preparar a equipa para dar continuidade ao trabalho que se
faz, com o barco varino Liberdade.
Aquilo que o Sr. Vereador diz tem razão de ser, de encontrar soluções, não só na
formação de marinheiros, para poderem estar ao serviço dos municípios,
principalmente para estarem a navegar no rio Tejo, mas se calhar também a nível
da própria reparação e construção destes barcos. Aquilo que se sabe é que
também nos grandes mestres, nos grandes sábios, daquilo que conhece não lhe
parece que haja grande renovação, e um dia que se perca esta sabedoria, que é
única, também se perde um património fantástico.
Assim, é uma ideia, de que já falou num outro momento com o Sr. Vereador, e
poder-se-á voltar a esse tema.
De seguida pôs o ponto à votação, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
12 marinheiro 2/2
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FI. Livro
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Reunod 0O/0]fO8
Município Proc -
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Vila Franca de Xira 1 Deliberaçao _____________
Câmara Municipal
Assunto: PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO PARA O ESTABELECIMENTO DE NEGOCIAÇÕES
CONTRATUAIS CONDUCENTES À AQUISIÇÃO DE IMÓVEL SITO JUNTO À ESTAÇÃO
FERROVIÁRIA DA PÓVOA DE SANTA IRIA, ABRANGIDO POR ALVARÁ DE
LOTEAMENTO URBANO E INTEGRANDO DOIS LOTES DE TERRENO - PÕVOA DE
SANTAIRIA
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/07/02, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, nos termos do
artigo 2, do n2 1 e das alíneas c), k), m) e n), do n9 2, do artigo 23, da alínea i),
do n 1, do artigo 25 e das alíneas g) e ccc), do n2 1, do artigo 332, do anexo 1, da
Lei n9 75/2013, de 12 de setembro, que aprovou e consagrou o Regime Jurídico das
Autarquias Locais, e na inaplicabilidade do Código dos Contratos Públicos,
conforme o disposto na alínea c), do n2 2, do seu artigo 42, aprovação da
manifestação, ao Funsita - Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado, da
intenção de procederá aquisição patrimonial, mediante compra e venda, do imóvel
descrito na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira sob o n2
140/20080109, o qual integra 2 lotes de terreno para construção, inscritos sob os
artigos n2s 1653 e 1654 da matriz predial urbana da União das Freguesias de
Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, bem como da autorização do estabelecimento
de negociações contratuais com o Funsita, tendentes à aquisição patrimonial pelo
município, e desencadeamento do procedimento administrativo necessário à
contratação de um eventual empréstimo bancário, destinado a suportar o preço da
mencionada compra e venda. ——------ —
Interveio o Sr. Presidente, referindo que, se o Sr. Vereador Carlos Patrão lhe
permitir, poderia dar alguma informação à volta desta matéria, dizendo que, como
os Srs. Vereadores sabem, para aquele terreno foi aprovado há uns anos um
projeto com alvará, no qual foi cedida uma parte do terreno para fazer a
requalificação da zona ribeirinha no último troço do passeio ribeirinho, que liga até
Loures.
Tem-se vindo a trabalhar com o banco e com o fundo imobiliário, que é o Funsita,
para deixar a câmara municipal utilizar aquele espaço para estacionamento,
protocolo que veio a reunião de câmara, e na base dessa reunião de câmara
também o próprio Funsita se comprometeu, e cumpriu, à demolição dum imóvel
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Município Proc
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Câmara Municipal
que existia, uma construção duma antiga fábrica, moinhos da Póvoa, que estava
em ruína e poderia a qualquer momento ruir, bem assim como a fachada dos
antigos bombeiros da Pávoa de Santa Iria.
Esta matéria tem sido desenvolvida, nesta relação de parceria com o Funsita, e a
câmara municipal tem feito ali investimentos que o Funsita tem autorizado. Aquilo
que se sabe é que, de facto, o próprio banco foi informando a câmara municipal de
algumas intenções de aquisição do terreno, o que fez o executivo trazer esta
proposta, na medida em que quer manter, aliás, como se disse várias vezes,
estacionamento naquela zona.
Assim sendo, a proposta que se traz é a autorização para a negociação da compra
do terreno em causa, e também a autorização para eventual necessidade de
contrair um empréstimo bancário para o efeito.
Pensa que aquilo que se traz hoje é uma questão de interesse público, e sobretudo
precaver o futuro, para mais tarde o terreno não poder ser adquirido por alguma
entidade, o que poderia criar algumas dificuldades relativamente ao
estacionamento. Nessa visão de interesse público pensa que tem sentido precaver
o futuro, adquirir o terreno e fazer as melhorias necessárias naquele
estacionamento, semelhante àquilo que se fez em Alverca.
Assim, era só esta nota, também de justificação, deste ponto que traz hoje a
reunião de câmara.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que provavelmente o Bloco de
Esquerda estará de acordo sobre isso, no entanto não queria deixar de referir que
pensa que o ponto vem mal instruído, porque não traz a planta de localização do
terreno, e essa é uma questão que é relevante e é importante, não sabendo se, de
facto, o Bloco de Esquerda está em condições de votar. Em princípio sabe qual é o
terreno, mas essas coisas deviam vir instruídas sem falhas para se poderem tomar
decisões sem qualquer réstia de dúvida.
O Sr. Presidente interveio novamente, dizendo que todos são conhecedores, como
se disse, e bem, do terreno em causa, mas isso não quer dizer que até durante o
decorrer desta reunião não se traga a planta. Assim, agradece ao Sr. Vice
Presidente que comunique aos serviços para fazerem chegar a planta, e far-se-á
mais à frente a aprovação do ponto, na posse desse elemento.
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FI. Livro
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Reunod&i00/07/08
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de q.I_ -
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal
Efetivamente havia necessidade de tratar deste assunto hoje, de qualquer modo,
pergunta ao Sr. Vereador: Com o compromisso de ainda hoje as plantas serem
entregues, está em condições de poder votar o ponto?
Respondeu o Sr. Vereador Carlos Patrão que sim.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, mencionando que os membros da CDU têm
presente que em 2007, quando este alvará foi aprovado pela câmara municipal.
manifestaram algumas dúvidas relativamente ao mesmo, que tinham a ver com os
impactos decorrentes dum processo de urbanização sobre uma área total de cerca
de mais de 50 00Dm2, dos quais tem presente que havia a reter mais de 150 000m2
de construção. Portanto, era uma dimensão construtiva bastante significativa, que
à época foi aprovada, em que a CDU teve também algumas dúvidas. Tinha
dúvidas, que vieram a confirmar-se com a localização, e já hoje em pleno processo
de desenvolvimento das obras de urbanização para a construção duma grande
urbanização em plena zona ribeirinha da Póvoa de Santa Iria.
Sempre se foi dizendo que este projeto teria uma inquestionável mais-valia para o
município, tendo em conta que num dos seus lotes, salvo erro o lote 1, havia a
disponibilidade para, no âmbito dum eventual acordo de urbanização, vir à posse
da câmara municipal área suficiente para se construir um terminal rodoferroviário.
Tem também presente que na altura, quando questionaram a então presidente da
câmara se esse terminal seria público, gratuito e de qualidade, nunca lhes foi dada
essa garantia.
Desta forma, quis só fazer um contexto, que, de facto, trata-se dum processo que
teve várias vicissitudes e agora está nas mãos dum fundo imobiliário, que se
chama Funsita, e que, na sua génese, tem como objetivo a aplicação de poupanças
dos que participam neste fundo imobiliário, num investimento que tem como
objetivo a rentabilidade no mercado imobiliário.
Portanto, é com este tipo agora de interface que o município se está a relacionar,
já não se está propriamente a falar com os autores materiais da ideia para a
construção duma área de multiusos e duma área para a denominada gare da
Póvoa de Santa Iria, que, como disse atrás, teria como pressuposto a entrega duma
área para a construção dum terminal rodoferroviário, cuja garantia do
estacionamento público, gratuito e de qualidade não estava dada como adquirida
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Reunião de 2020/07/08
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Câmara Municipal
por esta câmara municipal.
Dito isto, os vereadores da CDU entendem que, efetivamente, tendo em conta o
interesse público que está subjacente à necessidade muito importante, que há
muito tempo também é colocada pelos mesmos, da Póvoa de Santa Iria e o Forte
da Casa dotarem-se dum parque de estacionamento em condições condignas, que
atualmente não têm, a aprovação desta medida de autorização para
desenvolvimento de negociações tem todo o sentido, e, da leitura que fizeram aos
documentos anexos, têm uma apreensão, que tem a ver com os valores tributários
e os valores de património constantes nas respetivas cadernetas prediais.
Está-se a falar de propriedades que, do ponto de vista tributário, estão avaliadas
em cerca de 6 milhões de euros, é disto que se está a falar, e crê que o Sr.
Presidente, respeitando naturalmente a possibilidade de haver reserva
relativamente às negociações que estão em curso, poderá dar à câmara municipal
uma perspetiva de quanto é que pode importar esta operação financeira. A ter em
conta, por um lado, a dimensão do valor patrimonial destas duas propriedades e,
por outro lado, o facto de deterem ainda um alvará, que era uma situação que para
a CDU não estava suficientemente clara, tendo em conta o tempo decorrido, de
2007 até à presente data, adivinham-se negociações difíceis. Agora, com esta
outra informação por parte do Sr. Presidente, que a câmara municipal não disporá
de fundos próprios e terá, eventualmente, caso seja autorizada, que avançar para
uma operação de contração de empréstimo, é uma situação que tem de ser
devidamente ponderada, não pondo em causa, que fique muito claro, a proposta
que a CDU há muito defende sobre este terreno e esta situação em concreto, o
desenvolvimento de todos os procedimentos com vista à sua aquisição, porque
entende que o terreno, se tiver de ter alguma utilidade, que tenha uma utilidade
para fins públicos, designadamente para a construção dum terminal, que muita
falta faz à população da Póvoa e do Forte da Casa, bem como a todos os
utilizadores dos transportes públicos daquela zona sul do concelho de Vila Franca
de Xira, com a ressalva que esse parque de estacionamento, à semelhança do que
acontece também em Alverca, seja público, gratuito e com qualidade, o que hoje
infelizmente ainda não tem.
O Sr. Presidente tomou a palavra, dizendo que o Sr. Vereador recordou o princípio
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Reunião de 2020/07/08
Municipio Proc2
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Câmara Municipal
deste processo, e quer-lhe dizer que nestas coisas, quando se tem uma relação
que se quer, de lealdade entre entidades, e neste caso com o Funsita, deve-se
também cumprir a nossa parte dessa mesma lealdade e duma atitude ética que se
deve ter sempre em linha de conta. Da parte do Funsita houve sempre toda a
disponibilidade de ir ao encontro daquilo que se pediu, porque se assim não fosse
não se tinha aquele parque de estacionamento, mesmo provisório, e mesmo nas
condições em que está, pese embora as muitas intervenções que a câmara
municipal já lá fez, e também pelo facto de ter disponibilizado à câmara municipal
um terreno para fazer aquilo que era necessário fazer, em termos da requalificação
da zona ribeirinha na Póvoa, até ao limite do território do concelho.
Chegados aqui, há que tomar decisões. As decisões que hoje se vão tomar são
decisões importantíssimas, e o que diz ao Sr. Vereador é que, pelo valor que o
mesmo falou, nem pensar, nem pouco mais ou menos. Aquilo com que se
compromete com todos é, como sempre, ir fazer aquilo que estiver ao seu alcance
para que o valor seja substancialmente inferior àquele que o Sr. Vereador referiu.
Não vai agora dizer e falar em números, a única coisa que pode dizer é que o valor
terá de ser sempre muito inferior àquilo que o Sr. Vereador acabou de dizer.
Não se sabe ainda, neste momento, se há necessidade ou não de recorrer ao
empréstimo, mas, como se sabe, felizmente a câmara municipal tem capacidade
de endividamento, porque se assim não fosse nem sequer podia ter trazido esta
proposta a reunião de câmara. De qualquer modo, ir-se-á adquirir este terreno por
um valor que parece o mais adequado possível, em reuniões que se vão encetar de
imediato após a aprovação o ponto, como espera. Pensa que estão todos de acordo
que se deve salvaguardar o interesse público, e se não se tomar esta decisão esse
interesse público pode estar em causa.
Concluiu, referindo que se não houver nenhuma questão vai pôr o ponto à votação,
e prosseguiu, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é
aprovado por unanimidade.
Perguntou ainda ao Sr. Vereador Carlos Patrão se está feita a votação ou se o
mesmo quer falar antes da votação.
Referiu o Sr. Vereador Carlos Patrão que queria fazer uma declaração de voto.
Respondeu o Sr. Presidente que está muito bem, de repente julgou que o Sr.
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FI. Livro — --
RAta 091
1 Reunião de 2020/07/08
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Vila Franca de Xira ( Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Vereador não tivesse reparado que se estava em período de votação.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libério que a CDU também quer fazer depois uma
declaração de voto.
Respondeu o Sr. Presidente que com certeza, primeiro será o Sr. Vereador Carlos
Patrão, que foi quem pediu essa intenção, e depois o Sr. Vereador Nuno Libério.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, fazendo a declaração de voto, dizendo que o
Bloco de Esquerda votou favoravelmente o ponto porque considera que, de facto, é
de interesse público, O que votou foi uma autorização para se dar início a
negociações e, como é evidente, a questão do preço aqui não é irrelevante, mas
essa questão será colocada mais à frente. Agora o que se limitou a fazer, apesar de
não ter a planta de localização, que o Sr. Presidente disse que lhe seria endossada,
apesar de todas estas questões, foi votar a autorização, a questão do preço não é
irrelevante, e essa será decidida mais tarde, caso estas negociações sejam
conduzidas a bom porto.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, fazendo a declaração de voto,
dizendo que a CDU votou a favor, e é importante recordar que já em outubro de
2016, aquando da autorização proviséria, propôs que a aquisição deste terreno
fosse uma prioridade da câmara municipal, e até já o tinha dito muito tempo antes,
além de também proposto. A aquisição, em moldes e valores obviamente a aferir e
a aprovar, que terá de ter a competente deliberação da câmara municipal, tem de
ter em conta a necessidade de se dotarem as freguesias da Pévoa de Santa Iria e
do Forte da Casa de uma interface de transportes públicos que sirva os utentes,
bem como a importância de que se reveste o transporte público e a sua oferta
pública, gratuita e com qualidade, para os moradores e utilizadores.
A ser uma medida garantida, os membros da CDU não têm dúvidas que poderá
garantir as melhores condições de acesso ao terminal rodoviário e aos seus
circuitos ferroviários, atualmente existentes na zona sul do concelho de Vila Franca
de Xira.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
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Município 7 (Ji Ai Proc2 132/17 DOVSM-EMP
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Câmara Municipal
1. Assunto: REABILITAÇÃO DE FOGOS DO PER DE POVOS - VILA FRANCA DE XIRA —
CONTAFINAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 706/20, de
30/06, do DOVI/DEI, para aprovação da conta final referente à empreitada de
reabilitação de fogos do PER de Povos, em Vila Franca de Xira, adjudicada à Ariepe
- Construções Civis e Obras Públicas, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 706/20, de 30/06, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que o Bloco de Esquerda
gostaria de saber o que é que ficou por fazer da obra, sendo que se está a falar
duma obra de reabilitação de fogos do PER de Povos.
Interrompeu o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vice-Presidente vai fazer uma
precisão, de um número.
O Sr. Vice-Presidente interveio, cumprimentando, na pessoa do Sr. Presidente,
todos os presentes, assim como quem segue a reunião via Internet, dizendo, em
relação a este ponto, que tem só uma questão de precisão, porque depois o auto
vai ser assinado pelas entidades. Trata-se duma questão de simpatia, que consta
na folha 1/1, em que se menciona que o valor sem IVA é de 609 540,42€, e depois,
mais abaixo, por extenso, fala-se em 609 540,21€. O que está incorreto é “21”,
não é “21”, tem de ser “42”, para estar em conformidade.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que pensa que é importante ficar tudo
esclarecido, dando a palavra ao Sr. Vereador Carlos Patrão, para prosseguir.
Interveio novamente o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que,
14 PER Povos 1/2
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FI. Livro
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FLAta 093
Reunião de 2020/07/08
Município Proc2 132/17 DOVSM-EMP
de 7
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
relativamente a este auto de aprovação da obra da reabilitação dos fogos do PER
de Povos, é informado que houve trabalhos não realizados, de cerca de 10% do
valor total da obra, na ordem dos 60 000,00€, e o que gostaria de saber é porque é
que estes trabalhos não foram realizados, se, de facto, são ou não são importantes,
se vão ficar por fazer ou se serão feitos à posteriori, numa nova empreitada.
O Bloco de Esquerda gostaria, pois, de ter algum esclarecimento sobre esta
questão.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que a questão é pertinente, e deve-se,
inclusivamente, aos trabalhos não realizados no âmbito da reabilitação das
cozinhas, que já tinham sido feitas anteriormente. Esses trabalhos a menos já
tinham vindo a reunião de câmara e tinham sido aprovados.
Interveio o Sr. Presidente, pondo, não havendo mais nenhuma questão, o ponto à
aprovação, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é
aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
14 PER Povos 2/2
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FI. Livro
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ReutãodO0/07/O8
Município & /1 J Proc2 144/17 DOVSM-EMPde ii
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n9 252
Câmara Municipal
1. Assunto: REABILITAÇÃO DE FOGOS DO PER DA QUINTA DA PIEDADE - LOTES 1 A 6
- PÓVOA DE SANTA IRIA- CONTA FINAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 707/20, de
30/06, do DOVI/DEI, para aprovação da conta final referente à empreitada de
reabilitação de fogos do PER da Quinta da Piedade, lotes 1 a 6, na Póvoa de Santa
Iria, adjudicada à Zerca, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 707/20, de 30/06, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
15 Qta Piedade
A. Livro
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W Fl.Ata 095
“1 Reunião de 2020/07/08
Município Proc2 35/13 DOVSM-EMP
de —
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: EXECUÇÂO DA ESCOLA BÁSICA DO 1 CICLO DO SOBRALINHO - AUTO DE
VISTORIA E RECEÇÃO DEFINITIVA PARCIAL E LIBERAÇÃO DE CAUÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna ii 709/20, de
29/06, do DOVI/DEI, para aprovação do auto de vistoria para receção definitiva
parcial, datado de 2020/05/19, correspondente aos elementos construtivos não
estruturais, cujo valor importa em 1 199 308,92€, acrescido do IVA, bem como da
liberação de todas e quaisquer quantias retidas como garantia ou a qualquer outro
tftulo a que o empreiteiro tiver direito, e da extinção da caução prestada, nos
termos do n9 5, do artigo 295, do Código dos Contratos Públicos, na sua atual
versão, republicado no Decreto-Lei n2 111-B/2017, de 31 de agosto, referentes à
empreitada de execução da Escola Básica do 1 ciclo do Sobralinho, adjudicada à
Construtora UDRA, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 709/20, de 29/06, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
16 sobralinho
FI. Livro
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1 Reuãod2O2O/O7/O8
Município Proc2 DOVSM.02.01.12.
de —
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: REMODELAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO NÚCLEO MUSEOLÓGICO DE ALVERCA -
REPARAÇÃO DE DEFICIÊNCIAS - ACIONAMENTO DE GARANTIAS BANCÁRIAS
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 632/20, de
09/06, do DOVI/DEI. para aprovação, nos termos do disposto no n2 2, do artigo
112 do Regime Jurídico das Empreitadas de Obras Públicas, aprovado pelo
Decreto-Lei n2 59/99, de 2 de março, do acionamento e execução das garantias
bancárias n2s 0759002661293, no valor de 5 499,96€, e 0133007098993, no valor
de 6 375,08€, detidas pelo município, ambas da Caixa Geral de Depósitos, que
foram prestadas pela L. N. Ribeiro Construções, Ld, para o exato e pontual
cumprimento das obrigações legais e contratuais assumidas no âmbito do contrato
da empreitada de remodelação e ampliação do Núcleo Museológico de Alverca,
bem como do recurso à contratação de terceiros para a execução dos trabalhos de
correção e reparação dos defeitos detetados no âmbito da garantia, nos termos
dos n2s 1 e 4 do artigo 218 e n2 3 do artigo 227, do citado regime jurídico.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 632/20, de 09/06, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
17 núcleo
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EI. Livro -
ReurâodO0/O7/08
Municipio N Proc2 EDUCA.00SE.006.
de ( —Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_-
Câmara Municipal
1. Assunto: REFEIÇÕES ESCOLARES - MÊS DE JULHO - CONTINUIDADE DO
FORNECIMENTO DE REFEIÇÕES AOS ALUNOS BENEFICIÁRIOS DE AÇÃO SOCIAL
ESCOLAR DAS ESCOLAS DO CONCELHO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 123/20, de
29/06, do DE, para aprovação da continuidade do fornecimento de refeições
escolares aos alunos que beneficiam de escalão A e 8 da Ação Social Escolar,
durante o mês de julho, em regime de takeaway, nas condições do protocolo
celebrado com as Instituições Particulares de Solidariedade Social, no ano letivo
2019/2020. —
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 123/20, de 29/06, do DE,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano 2019-A-18 Orçam. DEO5/020105
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente. —-— —
18 refeições
FI. Livro
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/1
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Município / 1K\i Proc2 -de 1V
Vila Franca de Xira ( Deliberação n 256
Câmara Municipal
Assunto: MOÇÃO SOBRE O REINÍCIO DA ATIVIDADE TAUROMÁQUICA 2020
Presente para aprovação a moção apresentada pelo Sr. Presidente, intitulada
“Reinício da atividade tauromáquica 2020”, datada de 2020/07/02, documento que
se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, mencionando que os membros da CDU, em
relação a esta moção sobre a tauromaquia, naturalmente vão votar a favor,
pensam que é fundamental e reiteram até a importância do Governo legislar a
retoma plena desta atividade, ao contrário, e isso já foi referido hoje mais do que
uma vez, daquilo que foi referido por uma senhora deputada nas televisões
portuguesas, particularmente na Wl, que só pode ser um pleno desconhecimento,
e até tem dúvidas que seja desconhecimento, é intencional aquela omissão da
importância e da existência da atividade e de pessoas que dependem
absolutamente desta atividade.
Não só culturalmente, mas também economicamente, é importante que a
atividade retome em pleno, como disse, e estão absolutamente de acordo com
esta moção sobre a tauromaquia. —
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que a primeira dúvida que
o Bloco de Esquerda tem sobre esta moção é se ela é para conhecimento ou para
votar.
Disse o Sr. Presidente que é para conhecimento.
Prosseguiu o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo, de qualquer forma, que gostaria
de fazer algumas considerações, sendo que não acompanha totalmente o espírito
desta moção.
Toda a gente sabe que tem posições divergentes com o Bloco de Esquerda sobre
estas matérias, não alinha com aquilo a que chama de fundamentalismos ligados à
causa animal, pensa que muitos deles têm a ver com lobbies económicos,
nomeadamente da soja, e o partido que aqui tem sido citado, e já foi citada aqui
uma deputada, está muito ligado a esse lobby, e não gosta disso. Pensa que é um
partido que, de certa forma, é um pouco hipócrita, faz críticas, vende-se como um
partido antissistema, mas na realidade convive muito bem com o capitalismo, que
devasta o planeta, pelo que tem posições que o próprio considera bastante
hipócritas.
19 tauromóquica 1/5
f
El. Livro
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a RAta 099
Reunião de 2020/07/08
Município
Proc
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de AI -Vila Franca de Xira / Deliberaçao n2
Câmara Municipal
Posto isto, não acompanha totalmente esta posição da câmara municipal porque,
de facto, pensa que existe uma emergência sanitária e a tauromaquia, no concelho
de Vila Franca de Xira e na região onde está inserida, é um espetáculo de massas,
provavelmente o maior espetáculo de massas que tem, mais do que, por exemplo,
o futebol. Há mais assistências a corridas de touros do que do futebol, isto tendo
em conta os dados que são conhecidos pela Inspeção-Geral dos Espetáculos, que
diz quais são as assistências nas praças da região e do concelho. Portanto, existe
essa crise sanitária, tem de haver cuidados nessa matéria, e há espetáculos de
massas que estão, de facto, proibidos nesse âmbito.
Ainda hoje se esteve a fazer um voto de pesar dum conhecido artista da
tauromaquia, que morreu vítima da Covid-19, e pensa que é um alerta que
também aqui fica, até porque as posições da Câmara Municipal de Vila Franca de
Xira nesta matéria têm sido bastante cautelosas.
Portanto, não acompanha totalmente as posiçôes da câmara municipal, por causa
destas questões sanitárias, sabendo-se, por exemplo, que em relação ao futebol
foram retomados os campeonatos da 1 Liga, sem público, e sabe-se também que,
relativamente à tauromaquia, isso não seria possível, não faria sentido haver
tauromaquia sem público. Se calhar também não fazia sentido haver campeonatos
de futebol sem público, e também se sabe perfeitamente porque é que existem
esses campeonatos de futebol sem público.
Agora, a tauromaquia é uma atividade legal, tem tanto direito a existir como todas
as outras, e não pode ser também discriminada relativamente a outras. Sabe-se
que houve aquele espetáculo no Campo Pequeno com um humorista, que diria do
regime, onde esteve o poder político em peso a caucionar aquilo, numa praça de
touros, o que achou um bocado provocatório, e também não se pode aceitar esse
tipo de discriminação, ainda por cima quando se sabe que esse espetáculo foi
patrocinado por um grande empresário de espetáculos, que foi levado ao colo pelo
cavaquismo, que se fez no cavaquismo e hoje aparece como um grande
empresário privado na área dos espetáculos, mas que montou toda a sua atividade
à custa de dinheiros públicos, pago, nomeadamente, pela RTP, quando era sócio do
genro dum ex-presidente da República, numa empresa que era bastante apoiada
pela RTP, portanto, por fundos públicos.
19 tauromáquica 2/5
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FI. Livro
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Fl.Ata - 100
Reunião de 2020/07/08
Município
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Agora vê-se isto tudo aqui misturado, não é bonito, e aí acompanha esta moção da
câmara municipal. Só não acompanha na totalidade, porque pensa, de facto, que
existe uma emergência de saúde pública, ela deve ser acautelada e, por muito que
custe, não é a melhor altura para que se realizem os espetáculos de massas. Aí
não pode acompanhar esta moção.
Interveio o Sr. Presidente, fazendo uma correção, o ponto não é para
conhecimento, mas para aprovação, aliás como a própria moção refere, sendo que
há pouco induziu os Srs. Vereadores em erro. É efetivamente para aprovação, e
cada um tomará as decisões que achar mais adequadas.
Depois, o que está em causa é o princípio, está-se a falar, goste-se ou não, que os
espetáculos taurinos são espetáculos culturais. Podem-se dar as voltas que se
quiserem, ou então assume-se definitivamente que não é assim, mas é, a cultura
tauromáquica.
Portanto, se é a cultura tauromáquica, e é, tem de ter avaliação igual a todos os
outros tipos de espetáculos, e não está a ter. Essa é que é a questão, e não põe em
causa aquilo que o Sr. Vereador está a dizer, pois não se sabe o que é que o futuro
reserva. A Austrália não tinha nada, de repente é o que se está a ver. Porquê?
Como é que a contaminação é feita? Agora já dizem que é de diversas formas, não
sabe.
Estas matérias exigem de todos uma perspetiva de grande cautela, no sentido de
que cada um tem de cumprir as regras que, apesar de tudo, estão instituídas, para
que o contágio seja o menor possível. Agora, o que está em causa é que se tem,
relativamente aos espetáculos tauromáquicos e à cultura tauromáquica, de exigir o
mesmo tratamento que para todas as outras áreas culturais, é isso que está na
moção, porque não está, pois o que refere a Direção-Geral da Saúde para os
espetáculos taurinos, para as corridas de touros, é que é um terço da lotação. Ora,
um terço da lotação não dá para alguém assumir, em termos financeiros, um
desastre, com tão poucas pessoas a assistirem ao espetáculo. Assim, ou as regras
são iguais para todas as áreas culturais, ou então, a manter-se esta situação, é
mais uma vez um ato discriminatório, aquilo que, no ponto de vista do executivo, é
uma afronta para todos os municípios com atividade taurina, é uma grande
afronta.
19 tauromáquica 3/5
FI. Livro
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Reunião d 2OO/O7IO8
Município i ‘ proc2
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Vila Franca de xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Mais uma vez, como aquilo que o Sr. Vereador já referiu, alguns partidos fazem
daqui uma grande bandeira, mas depois vai-se ver noutras situações, e o que é um
facto é que isto começa no quererem abolir os espetáculos taurinos em todas as
suas expressões, porque tauromaquia não é só corridas de toiros. Há outro tipo de
expressões de caráter cultural pelo país fora, como as nossas esperas de toiros,
como a corrida de corda nos Açores, como muitos espetáculos que existem ao
longo do país.
Se isto acabar acaba-se um pouco daquilo que é a nossa tradição, o nosso
património cultural, e é isso que querem fazer. Portanto, hoje exigem, obrigam ou
querem obrigar, com estas iniciativas de acabar com os espetáculos taurinos,
acabar com a tauromaquia, agora já dizem que não se pode comer carne, e por aí
fora. Depois, também uma conduta para vestir, uma conduta para ter uma série de
atitudes sociais que se acha que são as adequadas e, de passo em passo, não sabe
onde é que isto vai parar.
Referiu o Sr. Vereador Carlos Patrão que é o chamado ecofascismo.
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que o Sr. Vereador já disse, o próprio
não ia tão longe, mas também diz ao Sr. Vereador que as leis mais progressistas
de defesa do animal foram no tempo do governo do Hitler, é só uma questão de
ver. Ele tanto fazia festinhas à cadela que lá tinha em casa como depois fazia o
que fazia, as atrocidades que fazia. Não está a fazer comparações, só está a dizer
que, de situação em situação, não sabe onde é que isto vai parar. Tem-se
democracia, tem-se liberdade e quer-se ser livre de pensar como se quer e, com as
atitudes dentro da conduta que a Constituição impõe, não se ser obrigado a não
gostar daquilo que se gosta. Estão a obrigar a não gostar daquilo que se gosta, é
ditadura do gosto, que infelizmente é acompanhada por algumas outras forças
políticas, inclusivamente do seu próprio partido, na Assembleia da República, o que
o desgosta profundamente, e não pode deixar de o dizer. —
Sendo assim, vai pôr o ponto à votação e não para conhecimento.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que na generalidade está tudo
dito, e pensa que o que é urgente é que as regras, quando são definidas, sejam
para todos, não se pode ter drive in para uns, Campo Pequeno para outros, estádio
nacional para outros, e depois haver expressões culturais que são proibidas. Têm
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FI. Livro
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ReurãodoiO/O7/O8
Município
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Vila Franca de Xira / 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
de se fazer respeitar as regras, e pensa que isto é essencial.
O Sr. Presidente disse agora que fica muito triste com o seu partido na Assembleia
da República, a própria fica muito triste por várias coisas, nomeadamente porque a
anterior presidente da câmara e o atual presidente da assembleia municipal têm o
mesmo sentido de voto, mas também na Câmara Municipal de Lisboa, e é muito
importante que se tenha isto em conta, o PS e o PSD consideram que no regresso à
normalidade não deve haver touradas, não é só na Assembleia da República. Sobre
estas incongruências do “penso aqui assim”, “penso ali , ao contrário daquilo
que às vezes se utiliza para dizer que se tem liberdade de expressâo, como se
sabe só se tem quando é permitido, pois não acredita que certas pessoas do PS e
do PSD votem duma maneira na Assembleia da República, votando no concelho,
sobre o mesmo assunto, doutra maneira, é só por disciplina, mas na câmara
Municipal de Lisboa também é de relevar que os eleitos, quer do P5, quer do PSD,
são contra o regresso das touradas.
Na sua opinião as touradas é como em tudo, tem de haver regras, e quando há
regras é igual para toda a gente. Se tem de haver distanciamento físico, tem de
haver distanciamento físico, se só podem estar 10, só podem estar 10, não se pode
é continuar a estar dependente de interpretações, às vezes até de delegados de
saúde ou da saúde pública, e a Assembleia da República não deve permitir essa
discriminação.
É a opinião dos membros da CDU e, como o seu camarada, Sr. Vereador Mário
Calado, já disse, votarão favoravelmente.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, pondo o ponto à votação, perguntando quem
vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por maioria, com a
abstenção do Sr. Vereador Carlos Patrão.
Deliberado, por maioria, com a abstenção do membro do Bloco de Esquerda, em
conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
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FI.Ata 103
Reunião de 2020/07/08
Município
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2 O
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1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DO VALE OUTEIRINHO” - SÃO ROMÃO -
SÂOJOÃODOSMONTES —
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 414/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
São Romão, em São João dos Montes, ao arruamento que tem início na estrada de
São Romão e término na rua de São Romão, na freguesia de Santiago dos Velhos,
concelho de Arruda dos Vinhos, passando o mesmo a designar-se “Rua do Vale
Outeirinho”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 414/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovaçâo. — —
Interveio o Sr. Presidente, referindo que não sabe quem é que vai intervir, da CDU,
nos pontos2oa46.
Respondeu a Sr Vereadora Regina janeiro que é a própria.
Prosseguiu o Sr. Presidente, sugerindo que quem for falar fale em termos globais. --
Referiu a Sr Vereadora Regina janeiro que os riscos que colocou queriam dizer
exatamente isso, a intervenção é uma só, e na opinião dos membros da CDU até se
pode votar na generalidade, não é preciso ir ao concreto, a cada uma das votações.
O voto vai ser favorável para todos os pontos.
Disse o Sr. Presidente que se vai ter de votar ponto a ponto.
Interveio novamente a Sr Vereadora, dizendo que o Sr. Presidente melhor decidirá,
não é essa a questão, a questão é que queriam intervir como um todo, porque é uma
intervenção não sobre um ou outro ponto, mas sobre a generalidade.
Estão-se hoje a atribuir 26 topónimos, 26 nomes a ruas, becos, estradas, etc., no
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FI. Livro
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Reunião de 2020/07/08
Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
fundamental de 3 freguesias, e diz que são 3 freguesias porque é Alverca, Sobralinho
e São João dos Montes. É uma das coisas que depois se percebem, aproveitou-se a
Troika para reduzir o número de freguesias, depois, nesta legislatura, o Governo
anunciou que iria rever esta medida, e o que é verdade é que ainda não se mexeu,
pelo que se continua com estes casamentos entre partes que nem sequer disseram
que sim no altar ou à mesa de qualquer juiz. Vai continuar a tratar como pensa que
deviam ser, 3 freguesias. Alhandra é uma união de 3 freguesias, Alhandra, São João
dos Montes e Calhandriz, mas os pontos presentes são única e exclusivamente de
São João dos Montes, portanto, falará novamente, e reforçando, 3 freguesias.
A primeira nota que os membros da CDI.) gostavam de dar é elogiar e valorizar a
forma como as respetivas juntas propuseram estes topónimos. Não foi numa reunião
meramente do executivo das juntas, os Srs. Presidentes de junta e os seus
executivos foram para a rua, falaram com as populações e ouviram o movimento
associativo.
É assim que a CDU assumiu o seu compromisso eleitoral em 2017, e é assim que
continua a gerir, ao lado das pessoas, não há poderes públicos que façam sentido se
não envolverem pessoas, se se tiver medo de as ouvir, e já hoje foram ditos vários
exemplos, do “anda para a frente” e “anda para trás”, porque efetivamente a
população não é ouvida no momento certo. Elegeram como um grande pilar do seu
compromisso eleitoral a participação, e a sugestão destes 26 topónimos, como já
disse, vem exatamente reforçar esta vontade imensa de estar ao lado da população.
Portanto, quer reforçar, quer dar os parabéns aos Srs. Presidentes de junta, dar os
parabéns aos seus executivos por esta forma de trabalhar.
Depois, hoje têm-se diferentes tipologias de topónimos, há alguns que são
referências populares, meramente populares, sugeridos pelas próprias populações.
Está a falar da rua do Vale do Outeirinho, da rua da Ermida de São Romão, da rua da
Fonte, da rua do Casal Velho, do caminho da Fonte dos Cavaleiros, da estrada de
São Romão, da rua da Junqueira, da rua Bairro Novo da Figueira, da rua da Nora ou
da praceta do Olival. Foi assim que as pessoas ao longo da história foram tratando
os seus lugares, pelo que é assim que as juntas as trazem para deliberação da
câmara municipal.
Depois, tem-se também uma outra tipologia de nomes de ruas, que é homenagear
20 out&rnho 2/7
FI. Livro -
FI.Ata 1OE
ItJ\ Reunião d ÍOO/O7/O8
Municipio Proc2
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n9
Câmara Municipal
pessoas, pessoas que vão ficar eternizadas para sempre nestas ruas, nestas
freguesias, através do seu nome colocado numa pedra. Está-se a falar, por exemplo:
Duma rua José Saramago, Prémio Nobel da Literatura, como todos sabem;
Dum Agostinho Teixeira Rodrigues, que todos conheceram por Maniá, que era, para
além de massagista do Futebol Clube de Alverca, bombeiro, pessoa muito conhecida
em Alverca;
Do Damásio Albino Gaspar Rodrigues, que para além de trabalhador das OGMA foi
um grande jogador de futebol, que teve um acidente gravíssimo dentro de campo
que o levou a afastar-se, e não se pode dizer dos relvados, na altura dos pelados,
pessoa também que vai ficar eternizada;
Do Pedro Custódio Pires Martins, um homem que em A-dos-Loucos é uma pessoa
muito querida, e que a população, com toda a convicção, vem dizer que acha que o
nome dele deveria ser o nome da rua;
Do Vasco Libânio Esteves Simões, que foi fundador da Casa do Povo e foi músico de
diferentes orquestras durante 40 anos, de 1955 a 1995;
Da Maria Fernando Curado, fundadora da Comissão Unitária das Mulheres do
Sobralinho;
Da Carmina da Conceição Eugénio Augusto, que tinha uma retrosaria no Bom
Sucesso, e que, para além de militante do Partido Comunista Português, dirigiu
durante muitos anos os processos de alfabetização a seguir ao 25 de Abril de 1974.
Todos se lembrarão que era um país com muitos, muitos analfabetos, e que várias
pessoas lançaram campanhas de dinamização para tentar atenuar, pelo que davam
aulas à noite aos adultos, depois de sair do trabalho, sendo a Carmina um excelente
exemplo disto;
Também do nome do século XVII, António Brandão de Revoredo, que foi militar no
período da Guerra da Restauração, foi também Cavaleiro da Ordem de Cristo e ainda
governador da praça de Vila Nova de Famalicão.
Sobre este conjunto de nomes o que diz ao Sr. Presidente é que gostava de perceber
o que é que vai surgir na placa, e os membros da CDU podem-lhe dizer já que na
opinião que têm é obrigatório vir porque é que têm o nome de rua, justificar isto, e
também a data de nascimento e de falecimento. Parece-lhes que é essencial, se
calhar já é assim, parece-lhes que é determinante que assim seja, senão daqui por
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FI. Livro
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Reunião d 2020/07/08
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Vila Franca de Xira / Deliberação n2
Câmara Municipal
30 anos nenhum miúdo vai saber quem é a Carmina, porque é que ela teve direito a
um nome de rua, parecendo-lhes, pois, que é central que isto aconteça.
Depois, também gostavam de ver e analisar um outro grupo de sugestões de
topónimos, que têm a ver com a história de Alverca. Como já disse, muitas das ruas
são de Alverca, há também do Sobralinho e de São João dos Montes, e estes nomes
vêm falar da história da Mague:
Rua dos Metalúrgicos, crê que dificilmente haveria uma melhor homenagem aos
milhares de trabalhadores da extinta Mague, perpetuando-se assim a memória duma
empresa que tanto deu à freguesia e ao concelho. Diz ao concelho por tudo, porque
havia pessoas que trabalhavam na Mague que eram de todo o concelho, e já disse,
noutros momentos, que crê que se vai no quinto presidente, o Vaz, o Veríssimo, o
Daniel, a Maria da Luz, agora o presidente Mesquita, e em 5 presidentes de câmara,
3 trabalharam na Mague, o Fernando Vaz, o primeiro, o Daniel...-
Referiu o Sr. Presidente que era uma grande escola.
Continuou a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que este nome de rua vem
exatamente trazer essa grande escola, de trabalho, de vida e de luta.
Também não se deixam de ter em conta os estudantes e homenageiam-se as
gerações anteriores, as atuais e as vindouras, havendo também uma travessa dos
Estudantes.
Não se deixa de ter em conta o berço da aviação em Portugal, e vai-se ter o largo
Heróis da Aviação ou a estrada do Campo Internacional de Aterragem, exatamente
onde foi o primeiro aeroporto internacional português.
Tem-se também a homenagem ao movimento associativo, e o Futebol Clube de
Alverca sugere o nome de rua com a data da sua fundação, 1 de setembro de 1939,
e uma outra rua, com o nome de fundadores do Futebol Clube de Alverca.
Tem-se ainda o Grupo Coral Unidos do Baixo Alentejo, grupo fundado em janeiro de
1974, que também vai merecer o nome duma rua, e crê que é difícil ter ou fazer uma
melhor homenagem aos imensos alentejanos que vieram na década de 70 para o
concelho, à procura de uma vida melhor.
Não se esquece também de empresas mais recentes, e o beco da Ter-Tir.
Por último, porque não tem muitos anos, mas tem quase 49, crê que o momento
mais difícil do concelho, e diria que foi o dia que alterou a sua vida para sempre e a
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Município
Proc9
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
de muitos milhares de pessoas, passa a ter uma justa homenagem, e não sabe se
se pode dizer homenagem, porque pensa que não é homenagem, mas é o justo
reconhecimento dum dia que marcou para sempre o concelho, onde houve luto, que
foi o 5 de maio de 1986, e o acidente de comboios da Póvoa, onde morreram mais
de 2 dezenas de jovens, muitos deles de Alverca, muitos conhecidos de todos, alguns
seus amigos pessoais, e crê que é mais do que justa esta atribuição de nome.
Os membros da CDU não se sentiriam bem, ao fazer esta intervenção, de não fazer
esta referência à forma como foi feito, ao respeito pelas tradições das pessoas, ao
respeito pela história, mas também o respeito a pessoas que, pela sua vivência,
merecem ter nome de ruas.
Portanto, a CDU vota favoravelmente todos os pontos.
Interveio o Sr. Presidente, passando a palavra à Sr Vereadora Manuela Ralha e
dizendo somente que é o que se pretende com estes topónimos, e se calhar
caberiam outros, outras referências. É sempre assim, e poderá, noutras
circunstâncias, haver possibilidade de evidenciar outras pessoas, outras entidades,
que também foram importantes no contexto do desenvolvimento económico e social
destes territórios. De qualquer modo, há uma questão concreta que gostava que a
Sr Vereadora pudesse responder, e mais alguma questão que queira colocar, sobre
o desenvolvimento, de como é que se chegou na discussão. Isto não é só com a
população e as juntas de freguesia, é também com a câmara municipal, e gostava
que a Sr Vereadora falasse sobre esse mesmo trabalho.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, referindo que isto não aparece por
acaso, não vem diretamente à reunião do executivo da câmara municipal, existe
uma comissão de toponímia na câmara municipal, onde estão presentes uma série
de elementos que têm responsabilidade nesta área, desde logo os Srs. Presidentes
de junta, um cidadão de mérito nomeado pela câmara municipal, vários técnicos, de
vários departamentos municipais, onde estes assuntos são sempre discutidos antes
de virem à reunião de câmara.
Existe um regulamento de toponímia, e relembra que muitas das questões que às
vezes são colocadas em reunião estão respondidas nesse mesmo regulamento. Tem
sido efetivamente apanágio, desde o início deste mandato, para já, ouvir os
executivos das juntas de freguesia, porque é a eles que compete inicialmente
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Município
Proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
trazerem até à câmara municipal a proposta duma série de nomes para as vias deste
concelho. Depois, deve-se congratular e dizer que tem sido praticamente sempre
unânime a atribuiçâo dos nomes por todos os elementos da comissão de toponímia.
Está a olhar em frente e a ver um dos elementos, a Arqt Teresa Laranjeira, que
também faz parte, como diretora do departamento de urbanismo.
De facto, ainda existem muitas vias neste concelho que não têm nomes, isso tem
trazido alguns problemas junto da população, mas tem sido apanágio do executivo,
neste mandato, resolver estas questões.
Ainda, relativamente aos nomes propostos, a Sr Vereadora Regina Janeiro falou que
são nomes tradicionais, e também tem sido uma das diretrizes emanadas na
comissão de toponímia, por este município, que todos os topónimos devam manter,
o mais possível, a relação com o concelho, com as freguesias e com a tradição, a
história, e aquilo que diz alguma coisa às populações. Em vez de se irem buscar
nomes que nada têm a ver, como era no passado e aconteceu no passado, que
tinham a ver, por exemplo, com ativistas políticos internacionais, é ir buscar nomes
que são referência para as freguesias e que dizem tanto respeito às tradições e às
pessoas que lá vivem.
Nesse sentido, deve dizer que se tem feito um caminho muito profícuo, têm-se
resolvido muitos problemas à população, aos munícipes que se viam privados de
poderem receber a sua correspondência, porque as vias onde residiam, os seus
becos, as suas travessas, as suas ruas e as suas avenidas, ainda não tinham nome
atribuído. Tem-se, junto dos executivos das juntas de freguesia, e com os serviços
camarários, feito um levantamento exaustivo daquilo que ainda falta fazer.
Relativamente às placas de toponímia, no artigo 14 do regulamento da comissão
de toponímia, existente, estão contempladas todas as sugestões que a Sr
Vereadora apresentou, desde logo, diz o artigo que a primeira linha contém a
denominação do tipo de via, depois, a segunda linha, contém o nome, na terceira, o
título honorífico, académico, militar ou facto biográfico pelo qual foi conseguida a
notoriedade, portanto, o motivo daquela pessoa ou aquela data ser consagrada e lhe
ser atribuída aquela rua, e na quarta linha constará o ano de nascimento e do óbito
e mais tudo aquilo que é relevante. É tudo isto, e todas as juntas de freguesia têm
consciência que tudo deve ser inscrito nas placas que serão colocadas nos novos
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Município 7 Proc2
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Câmara Municipal
topónimos.
Ainda, aproveita para dizer que têm chegado algumas questões por munícipes, por
saberem que algumas ruas já têm nome, têm número de polícia, mas ainda não têm
placa, o que tem causado algumas questões. As juntas de freguesia em que isso
aconteceu já foram devidamente notificadas, e espera que, dentro da possibilidade
de cada junta de freguesia, as placas toponímicas sejam colocadas atempadamente
nas vias, porque esse é um assunto que já não diz respeito à câmara municipal. No
regulamento de atribuição da toponímia está devidamente regulamentado que é
uma das atribuições das juntas de freguesia a colocação das placas toponímicas.
Interveio ainda a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que houve um lapso na sua
intervenção, não ter feito referência à comissão de toponímia, e valoriza-a
claramente, com esta ideia que a própria Sr Vereadora Manuela Ralha colocou, é a
sugestão da junta, que depois é validada pela comissão de toponímia. Era à génese
do processo que se referia, estando todos conscientes que antes de chegar à reunião
tem de passar por uma comissão de toponímia concelhia.
Assim, era só para fazer esta referência, que por lapso lhe falhou.
O Sr. Presidente interveio, mencionando que internamente também se ajustou
melhor aquilo que era o trabalho desta área. Estava dividido em duas áreas, no
urbanismo e na área da cultura, o próprio entendeu que devia estar numa área só,
porque não era prático, e neste mandato transferiu essas responsabilidades para a
área da cultura, também à responsabilidade da Sr Vereadora Manuela Ralha, e a
situação está a funcionar melhor, na medida em que já não há tantos interlocutores
neste processo, apesar de que o urbanismo, num ou outro caso, naturalmente tem
de dar parecer sobre algumas matérias.
Prosseguiu, dizendo, se lhe permitirem, que porá à votação os pontos todos,
questionando se o Sr. Vereador Carlos Patrão vê algum inconveniente.
Respondeu o Sr. Vereador Carlos Patrão que não vê.
Continuou o Sr. Presidente, pondo à votação os pontos 20 a 46, perguntando quem
vota contra, quem se abstém, concluindo que são aprovados por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
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Município
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Vila Franca de Xira j Deliberação 258
Câmara Municipal 1
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DA ERMIDA DE SÃO ROMÃO” - SÃO
ROMÃO - SÃO JOÃO DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 415/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
São Romão, em São João dos Montes, ao arruamento que tem início na rua da Fonte
e término sem saída, passando o mesmo a designar-se “Rua da Ermida de São
Romão”. —
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 415/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A SrVereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
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Reuno d OO/O7/O8
Municipio Proc2
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Vila Frar de Xira Deliberação nr - 259
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DA FONTE” - SÃO ROMÃO - SÃO JOÃO
DOSMONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 416/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
São Romão, em São João dos Montes, ao arruamento que tem início na estrada de
São Romão e término sem saída, passando o mesmo a designar-se “Rua da Fonte”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 416/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
22 fonte
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El. Livroe Fi.AtaReunião d 2020107108
Município É Proc2
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de ‘lv.
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VOa Franca de Xira Deliberação nd’
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DO CASAL VELHO” - sÃo ROMÃO - sÃo
JOÃO DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n° 417/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
São Romão, em São João dos Montes, ao arruamento que tem início na rua de São
Romão, na freguesia de Santiago dos Velhos, concelho de Arruda dos Vinhos, e
término na estrada dos Tojais, na Calhandriz, passando o mesmo a designar-se “Rua
do Casal Velho”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 417/20, de 29106, do
DCjSetor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. --_______________
5. Disposições legais aplicáveis: -____________
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação. --_________
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha. -
23 velho
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El. Livro
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Reunião de 2020/07/08
Município ‘ts Iv Proc2 —
Vila Franca de Xira ) Deliberação n 261
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “CAMINHO DA FONTE DOS CAVALEIROS” - SÃO
ROMÃO-SÃOjOÃODOSMONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 418/20, de
29/06, do DCfSetor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
São Romão, em São João dos Montes, ao arruamento que tem início na estrada de
São Romão e término na rua das Derregadas, na freguesia de Santiago dos Velhos,
concelho de Arruda dos Vinhos, passando o mesmo a designar-se “Caminho da Fonte
dos Cavaleiros”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 418/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
partedaata. —
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
24 cavaleiros
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FI. Livro -
ReunodiOi0/O]/O8
Municipio
Proc2
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de 1
Vila Franca de Xira j Deliberaçao n -
Câmara Municipal 1
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “ESTRADA DE SÃO ROMÃO” - TRANCOSO DE
CIMA-SÃOjOÃODOSMONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 419/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Trancoso de Cima, em São João dos Montes, ao arruamento que tem início na rua 28
de Maio e término na rua dos Lameiros, na freguesia de Santiago dos Velhos,
concelho de Arruda dos Vinhos, passando o mesmo a designar-se “Estrada de São
Romão”. — —
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 419/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
partedaata. —
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr?
Vereadora Manuela Ralha.
25 5 Rornão
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FI. Livro
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Reunod0O/O7/08
Município Ptf Proc2 -de
Vila Franca de Xira Deliberação n 263
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DA JUNQUEIRA” - TRANCOSO DE CIMA -
SÃOJOÃODOSMONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 420/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Trancoso de Cima, em São João dos Montes, ao arruamento que tem início na rua 28
de Maio e término sem saída, passando o mesmo a designar-se “Rua da Junqueira”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 420/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
partedaata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: —
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação. — —
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
26 junqueira
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FI. Livro
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RAta - 116
Reunião d 2020/01/08
Municipio ‘ ‘ proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n - - 2 o4
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA ANTÓNIO BRANDÃO DE REVOREDO” -
ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 421/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início na rua da Quinta das Cotovias e
término sem saída, passando o mesmo a designar-se “Rua António Brandão de
Revoredo”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 421/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
partedaata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação. —--—
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr?
Vereadora Manuela Ralha.
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P1. Livro
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Fi.Ata
Reunião de 2020/07/06
Município A Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação nb___________
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “LARGO HERÓIS DA AVIAÇÃO” - ALVERCA DO
RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo Instruído com comunicação Interna n 422/20, de
29/06, Dqsetor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Alverca do Ribatejo, ao largo que tem início na rua Irene Lisboa e término sem saída,
passando o mesmo a designar-se “Largo Heróis da Aviação”.
3. informações/pareceres: Mexa-se comunicação interna n° 422/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. - -_________
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação. —-- - --
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sra
Vereadora Manuela Ralha. — -—
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El. Livro
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Reuno de 2020/07/08
Município
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Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberaçao n -
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “PRACETA AGOSTINHO TEIXEIRA RODRIGUES
(MANIÁ)” - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 423/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início na rua João Mantas e término na
EN1O, passando o mesmo a designar-se “Praceta Agostinho Teixeira Rodrigues
(Maniá)”.
—
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 423/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr? Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha. —
29 Maniá
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119
Reunião de 2020/07/08
Município 1? i ( Proc2
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VUa Fra de Xira ) Deliberação n - 267
Camara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA 1 DE SETEMBRO DE 1939” - ALVERCA
DORIBATEjO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 424/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início na rua César Augusto Gonçalves
Ferreira e término sem saída, passando o mesmo a designar-se “Rua 1 de Setembro
de 1939”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 424/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
partedaata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação. — —
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
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Reunião de 2020/07/08
Município Proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “TRAVESSA DOS ESTUDANTES” -ALVERCA DO
RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 426/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início no largo Heróis da Aviação e
término sem saída, passando o mesmo a designar-se “Travessa dos Estudantes”.---
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 426/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
partedaata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
31 estudantes
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Reunião de 2020/07/08
Município • roc
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Vila Frar de Xira Deliberação n 289
câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA josÈ SARAMAGO” - ALVERCA DO
RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 427120, de
29/06, do Dc/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início na rua Irene Lisboa e término na
avenida Eng° Vilar Queirós, passando o mesmo a designar-se “Rua José Saramago.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 427/20, de 29/06, do
DCjSetor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parte da ata. --___________________
4. Dotação orçamental: Plano -- Orçam. —______________________
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Si4 Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto. —_______
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr*
Vereadora Manuela Ralha.
32 Saramago
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Reunião de 2020/07/08
Municipio 14’ Proc2
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Vila Erar de Xira Deliberação nô’ 270
câmarïjnicipaI
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “BECO DA TER-TIR” - ALVERCA DO RIBATEJO -
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 429/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início na rua Coronel Edgar Pereira da
Costa Cardoso e término na porta de acesso à Ter-Tir, passando o mesmo a designar-
se “Beco da Ter-Tir”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 429/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr?
Vereadora Manuela Ralha.
33 Ter-Tir
FI. Livro
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FI.Ata ‘ 123
Reunião de 2020/07/08
Município j1 Proc
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n -
Câmara Municipal 1
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “ESTRADA DO CAMPO INTERNACIONAL DE
ATERRAGEM” - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 430/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início na rua Coronel Edgar Pereira da
Costa Cardoso e término no final da passagem superior da linha férrea, passando o
mesmo a designar-se “Estrada do Campo Internacional de Aterragem”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 430/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
34 campo
_____
FI. Livro
______________
ReunodiO0/O7/08
Município H1, Ai Proc9
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação nr
Câmara Municipal 1
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “LARGO 5 DE MAIO DE 1986” - ALVERCA DO
RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 431/20, de
29/06, do DCISetor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início na rua Irene Lisboa e término na
rua Coronel Edgar Pereira da Costa Cardoso, passando o mesmo a designar-se
“Largo 5 de Maio de 1986”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 431/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr?
Vereadora Manuela Ralha.
35 maio
_____
El. Livro
______________
ReunodO0/O7/O8
Município
Proc9
__________________
de
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2’ 272
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DAMÁSIO ALBINO GASPAR RODRIGUES”
- ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 432/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início na Estrada Nacional 10 e término
na avenida Fernando Jorge de Carvalho Ferreira, passando o mesmo a designar-se
“Rua Damásio Albino Gaspar Rodrigues”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 432/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
36 Damásio
_____
FI. Livro
______________
Reunod&i0O/O7/O8
Município “l Proc2 -
Vila Frar de Xira Deliberação rir - - - 274
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “BECO DO METALÚRGICO” - ALVERCA DO
RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 433/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início na avenida da Mague e término
sem saída, passando o mesmo a designar-se “Beco do Metalúrgico”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 433/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. —
5. Disposições legais aplicáveis:
—
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
paraaprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
37 metalúrgico
____
El. Livro
____________
“3 FLAta 127
Reunião di 2bí 0/07/08
Municipio
Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DOS FUNDADORES DO FUTEBOL CLUBE
DE ALVERCA” - ALVERCA DO RIBATEJO —
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 434/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início no cruzamento da rua César
Augusto Gonçalves Ferreira com a rua 1 de Setembro de 1939 e término na porta de
acesso ao estádio do Futebol Clube de Alverca, passando o mesmo a designar-se
“Rua dos Fundadores do Futebol Clube de Alverca”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 434/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata. — —
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
38 FCA
FI. Livro
_____________
FI.Ata - 118
Reunião d& OO/O7/O8
Município
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n 276
Câmara Municípal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA PEDRO CUSTÓDIO PIRES MARTINS” —
PINHAL DAS AREIAS - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 435/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo no
Pinhal das Areias, em Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início na rua do
Pinhal das Areias e término sem saída, passando o mesmo a designar-se “Rua Pedro
Custódio Pires Martins”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 435/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
39 Pedro
FI. Livro
______________
•
_____________
Município proc2
___________________
de 1
Vila Franca de Xira 1 Deliberação nw 277
Câmara Municipal 1
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA GRUPO CORAL UNIDOS DO BAIXO
ALENTEJO” — BOM SUCESSO - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 436/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo no
Bom Sucesso, em Alverca do Ribatejo, à artéria que tem início na rua da Esperança
e término na rua da Fonte de São Romão, passando o mesmo a designar-se “Rua
Grupo Coral Unidos do Baixo Alentejo”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 436/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
partedaata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
40 grupo
_____
FI. Livro
______________
Reuno d 2020/07/08
Municipio
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n 278
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA CARMINA DA CONCEIÇÃO EUGÉNIO
AUGUSTO” - BOM SUCESSO - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 437/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo no
Bom Sucesso, em Alverca do Ribatejo, à artéria que tem início na rua da Esperança
e término na rua da Horta, passando o mesmo a designar-se “Rua Carmina da
Conceição Eugénio Augusto”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 437/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
partedaata.
4. Dotação orçamental: PIano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
41 Carmina
FI. Livro
______________
131
!c Itt\ Reunião de 2020/07/08
Aki
__________________
‘4
Vila Franca de Xira Deliberação n - 279
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA VASCO LIBÂNIO ESTEVES SIMÕES” -
ARCENA - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 438/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo em
Arcena, em Alverca do Ribatejo, à artéria que tem início na rua das Faias e término
na rua Luísa de Gusmão, passando o mesmo a designar-se “Rua Vasco Libânio
Esteves Simões”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 438/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
42 vasco
_____
FI. Livro
______________
Fl.Ata 132
t\ \ Reunião d 2020/07/08
Municipio
Proc2
_______________________
de
Vila Franca de Xira J) 1W Deliberação n2____________
Câmara Municipal
)
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA MARIA FERNANDA CURADO” -
SOBRALINHO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 439/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo no
Sobralinho, à artéria que tem início na rua 12 de Maio e término sem saída, passando
o mesmo a designar-se “Rua Maria Fernanda Curado”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 439/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
43 curado
_____
F[. Livro
_____________
133
Reunião de 2020/07/08
Municipio A Proc -de
Vila Franca de Xira j Deliberação n -
Câmara Municipal 1
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA BAIRRO NOVO DA FIGUEIRA” -
SOBRALINHO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 440/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo no
Sobralinho, à artéria que tem início na estrada do Miradouro e término sem saída,
passando o mesmo a designar-se “Rua Bairro Novo da Figueira”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 440/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
partedaata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: —
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
44 figueira
_____
FI. Livro
______________
RAta 134
ÇJi Reuniãod&iOjO/07/08
Vila ::‘:xira Deleração n 2R2
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DA NORA” - SOBRALINHO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 441/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo no
Sobralinho, à artéria que tem início no largo 25 de Abril e término sem saída,
passando o mesmo a designar-se “Rua da Nora”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 441/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
45 nora
_____
FI. Livro
_____________
Reunod00/O7/08
Município Proc2
____________________
de / LIVila Franca de Xira 1 Deliberação n2 283
Câmara Municipal
1. Assunto: APROVAÇÃO DO TOPÓNIMO “PRACETA DO OLIVAL” - FORTE DA CASA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 442/20, de
29/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo no
Forte da Casa, à artéria que tem início na rua do Olival e término sem saída,
passando o mesmo a designar-se “Praceta do Olival”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 442/20, de 29/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
partedaata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
paraaprovação.
A discussão dos pontos 20 a 46 da ordem do dia foi feita em conjunto.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr
Vereadora Manuela Ralha.
46 olival
_____
El. Livro
_____________
RAta
_________
Reunião dâ iOiO/07/08
Município
Proc°
_____________________
Vila Frar de Xira Deliberação n2 284
Câmara Municipal
1. Assunto: FILMAGENS NO CEMITÉRIO MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA -
ISENÇÃO DO PAGAMENTO DE TAXA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 266/20, de
17/06, do DAGEP, para aprovação da isenção do pagamento de taxa de emissão de
licença, no valor de 53,20€, para a realização de filmagens no Cemitério Municipal
de Vila Franca de Xira, no âmbito do projeto final do Mestrado em Cinema, ano
letivo 2019/2020, solicitada por Bruno Teixeira.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 266/20, de 17/06, do
DAGEP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Proposta: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
47 filmagens
El. Livro
______________
FI.Ata 137
1
Reunião de 2020/07/08
Município %__) Proc2
____________________
de J
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO TÉCNICA E FINANCEIRA E PROMOÇÃO DA
COGESTÃO DA RESERVA NATURAL DO ESTUÁRIO DO TEJO —
Presente a proposta do Sr. Presidente, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, com fundamento no disposto na
alínea c), do artigo 20 da Lei n 50/2018, de 16 de agosto, que define o quadro da
transferência de competências para as autarquias locais, e na alínea b), do n9 1, do
artigo 2 e no n2 1, do artigo 32, ambos do Decreto-Lei n2 116/2019, de 21 de
agosto, que define o Modelo de Cogestão das Áreas Protegidas, conjugados com a
alínea bbb), do n° 1, do artigo 33°, do anexo 1 da Lei n° 75/2013, de 12 de
setembro, Regime jurídico das Autarquias Locais, aprovação da adesão ao
protocolo de colaboração técnica e financeira, e da respetiva minuta, a celebrar
com o Fundo Ambiental e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas,
IP, para candidatura ao apoio do Fundo Ambiental para promoção da Cogestão da
Reserva Natural do Estuário do Tejo.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que este protocolo, na opinião
do Bloco de esquerda, enferma de alguns problemas.
O problema mais relevante que vê, objetivamente, é a questão do dever de sigilo.
Tem dúvidas quanto à legalidade desta questão do dever de sigilo, porque, pela
interpretação do Bloco tem-se uma administração aberta no país, nomeadamente
uma administração local aberta, e não percebe porque é que se deve ter um dever
de sigilo relativamente a este protocolo. Até tem algumas dúvidas sobre a
legalidade desta questão.
Se o protocolo é entre o Fundo Ambiental, o ICNF - Instituto da Conservação da
Natureza e das Florestas, e as câmaras municipais, de Vila Franca de Xira,
Benavente, Alcochete, porque é que há de haver sigilo sobre a informaçâo, a
documentação relativa à execução do presente protocolo?
Não pode votar favoravelmente um protocolo que vai implicar um sigilo
relativamente à informação que é produzida, por exemplo, pela Câmara Municipal
de Vila Franca de Xira, e pensa que isto é um pouco até contraditório.
Considera também que parece que se está perante um protocolo que mais parece,
em muitos aspetos ou em certos aspetos, um plano de negócios da RNET - Reserva
Natural do Estuário do Tejo, do que um plano que visa a sua preservação, e para o
48 RNET 1/2
_____
FI. Livro
_____________
utod OO/O7/O8
Município ProcQ
___________________
Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
Bloco de Esquerda isto é importante.
Parece-lhe que a questão da transparência, do acesso à informação, e a questão
da preservação deste ecossistema, que é gerido pela RNET, devem ser os objetivos
primordiais, o Bloco não está confortável em votar favoravelmente este protocolo e
irá votarcontra.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que há uma questão que não tem presente, é
se se está sujeito a prazos por causa desta candidatura. —
Referiu o Sr. Vereador Jorge Zacarias que pode vir à próxima reunião.
Prosseguiu o Sr. Presidente, mencionando que não tem a certeza, e é pena que não
esteja presente a Arqt Catarina Conde, pois a opinião da arquiteta era importante,
mas estão-lhe a dizer e tem de acreditar, que não há problema do assunto ser
adiado para se tentar avaliar esta questão do sigilo ou então perceber melhor o
alcance do que se pretende, que se calhar até tem sentido. Não sabe, agora não
consegue responder, mas fazendo a leitura que faz concorda com o Sr. Vereador.
Agora, precisa .é de pedir informação à RNET para perceber em melhor detalhe
esta questão.
Por isso, este assunto passa para a próxima reunião, depois do próprio perceber
melhor, e com maior conforto de esclarecimento na próxima reunião de câmara
volta-se ao ponto.
Desta forma, o ponto é retirado da ordem do dia e passa para a próxima reunião
de câmara. — — —
Retirado da ordem do dia, passando para a próxima reunião de câmara.
48 RNET 2/2
FI. Livro -
Reunod±OiO/O7/O8
Município
Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2 285
Câmara Municipal
Assunto: PLANO MUNICIPAL DO AMBIENTE - CONSULTA PÚBLICA
Presente a proposta do Sr. Presidente, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da submissão a
discussão pública do relatório final preliminar do Plano Municipal do Ambiente.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que esta é uma matéria que vai para discussão
pública, um trabalho que foi moroso, teve muita auscultação, de muitos inquéritos
que foram feitos, que estiveram também disponíveis on-line.
Este Plano Municipal do Ambiente foi elaborado por uma associação que pertence
ao Instituto Politécnico de Setúbal, e está convicto que vai ao encontro daquilo que
é necessário para o diagnóstico das necessidades, que contribuirá para a definição
da hierarquia dos objetivos estratégicos, sobretudo das medidas a implantar.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
49 ambiente
FI. Livro
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- 140
Reunião de 2020/07/08
Município
Proc2
__________________
Vila Franca de Xira Deliberação n2
,n
Câmara Municipal
Interveio o Sr. Presidente, após a discussão da ordem do dia, referindo que vai
passar às respostas às questões colocadas no período antes da ordem do dia, e
que às 12h30 é o período do público, de maneira que, se algum público que esteja
presente quiser intervir, poder-se-á inscrever.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que gostava de fazer
uma pergunta sobre o período de intervenção do público, porque acabou de assistir
a uma coisa que não pensa que seja aceitável.
Todos viram, e é possível ver através da imagem geral da sala, que estavam 3
pessoas cá dentro, que vinham para intervir, e estão lá fora. Gostava de perceber
como é que alguém faz com que as pessoas saiam da reunião de câmara e não
coloquem os seus problemas junto do órgão máximo para onde vêm.
A pergunta não é para o Sr. Presidente, que se calhar nem sabe de nada, mas há
nesta sala quem tenha pelouros, quem saiba, quem tenha dado ordens, e pensa
que o órgão câmara deveria ser informado do que é que aconteceu.
Após falar com a Sr Vereadora, interveio novamente o Sr. Presidente, dizendo que
vai então passar às respostas, e depois também haverá vereadoras e vereadores
que responderão a algumas das questões.
final od
FI. Livro
_____________
ReuniãodiOáO/O7/O8
Murncipio Proc2
___________________
Vila Franca de Xira ) Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Pelas 12h34, após a resposta a algumas questões colocadas no período antes da
ordem do dia, interveio o Sr. Presidente, dando a palavra ao público presente,
prosseguindo-se posteriormente com as restantes respostas, dadas pelo Sr.
Vereador Jorge Zacarias, Sr. Vice-Presidente, Sr Vereadora Manuela Ralha e Sr
Vereadora Fátima Antunes, bem como com outras intervenções, e com a
aprovação da ata em minuta.
publico
, FI. Livro -
U RAta 142Reunião de 2020/07/08
Município ( Proc2
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Vila Francea de Xira / Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
ANIMAIS ABANDONADOS
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dando a palavra, desde já, à Sr Vitória Maria
Correia Nunes, para intervir.
Interveio a munícipe, dando as boas tardes e dizendo que continua na sua luta
contra os animais abandonados.
Pediu à câmara municipal, numa reunião também como esta, mas no edifício da
câmara municipal, que lhe castrassem 4 gatas, e foram castradas 3, mas uma veio
sem ser castrada, só veio passear. Em conclusão, o animal já pariu 5 animais.
Voltou a pedir para que castrassem mais gatas que estavam numa horta no bairro
onde mora, pediu imenso, fez várias vezes pedidos, diziam-lhe que se iria tratar do
assunto, mas não se tratou do assunto e agora tem 18 animais pequenos no seu
quintal, porque os animais, como lhes dava de comer, procuraram o sítio para
poderem parir. —
Como conclusão disto tudo, está a sustentar animais de rua, poder-se-ia ter evitado
que estes 4 animais parissem tantos animais, mas nada foi feito.
Pede que a consigam ajudar e a ajudem novamente com esta gata, que veio para
ser castrada e não foi. Pensou que estivesse, tem a orelha cortada como fazem na
câmara municipal, pois quando castram os animais cortam-lhe uma das orelhas,
mas não estava. Está muito aflita com este assunto, porque é reformada e está a
gastar muito dinheiro com os animais, que já têm 2 meses e meio e precisam de
cuidados médicos, que é uma coisa que não pode fazer. Se levar 14 animais a
uma clínica, só se ficar lá também a tratar deles, sendo que, como o Sr. Presidente
vê, isto é muito complicado.
Já escreveu ao Sr. Presidente, sabe que tem muita coisa para fazer e não está para
estar a aturar as bicharadas, mas pede-lhe que a ajude, porque são muitos
animais. Há muitos animais no bairro e não consegue ver animais com fome, são
cães, são gatos, enfim.
Terminou, agradecendo ao Sr. Presidente e pedindo-lhe que a ajude.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que se vai procurar ajudar e dando um
bem-haja à munícipe pela sua humanidade, referindo que a Sr Vereadora Fátima
Antunes tomou boa conta, e agradece que a veterinária municipal entre em
publico 1 112
____
FI. Livro -
Fl.Ata 143
Reunião de 2020/07/08
Município
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
contacto com a munícipe para ver o que é que se pode fazer.
Interveio a Sr Vereadora, dizendo que, de facto, tem-se estado a dar seguimento
ao assunto, e Vila Franca de Xira foi dos primeiros municípios a aderir ao programa
CED — Captura-Esterilização-Devolução de animais, aplicado nomeadamente aos
gatos, de que pensa que a munícipe tem conhecimento. A munícipe já tem tido
algumas ligações com os serviços, que, como disse, foram buscar essas gatas,
fizeram a esterilização, e vai ver qual é a situação relativamente ao animal de que
falou.
Há imensas colónias sinalizadas no concelho, as pessoas estão mais despertas
para esta causa, têm vindo também a colaborar com a câmara municipal nesta
sinalização, e há um protocolo com a Associação Animais de Rua, que pensa que a
munícipe também conhece, que ajuda, com uma equipa de voluntários, a fazer as
capturas e depois a devolver, sendo os serviços responsáveis pela realização da
esterilização.
Têm-se feito muitas esterilizações, em termos do concelho, mas muitas vezes não
se consegue chegar, e com a rapidez que se calhar seria desejável, a todos os
locais. Nomeadamente, nos últimos anos até a Direção-Geral de Alimentação e
Veterinária tem vindo a lançar candidaturas que dão algum apoio económico aos
municípios para realizarem estas esterilizações, e o Centro de Recolha Oficial tem
bastantes boas condições, fruto dum grande investimento que se tem vindo a fazer
ao longo dos últimos anos, na ampliação e melhoria de instalações, mas ainda não
tem bloco operatório, o que também é uma dificuldade.
Contudo, tem-se recorrido a procedimentos com algumas clínicas do concelho para
realizar as esterilizações, só que não se consegue chegar de uma vez só a todas
elas. Tem-se feito um esforço e uma evolução grande neste sentido, e logo que
seja possível será essa colónia, sendo que por e-mails trocados com a munícipe já
se fez chegar esta questão.
Tomou de novo a palavra o Sr. Presidente, sugerindo à Sr Vereadora, de qualquer
modo, que a veterinária entre em contacto com esta senhora.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
OBRAS NO PER DO BOM RETIRO -VILA FRANCA DE XIRA —
Interveio o Sr. Presidente, referindo que tem 3 pedidos de intervenção, que
aparentemente são todos pelas mesmas questões, e passa a palavra ao Sr. Filipe
Manuel do Rosário Rodrigues Nunes.
O munícipe interveio, cumprimentando todos os presentes, dizendo que a
urbanização do PER, no Bom Retiro, está em obras, sendo que, em relação às
marquises, vão ser postas estruturas de alumínio por dentro, com os quadrados
por fora, e não vê cabimento nenhum nisso. Vão ser postas umas janelas por
dentro, a abrir por dentro e, entretanto, ficam lá os quadrados por fora.
Pediu o Sr. Presidente ao munícipe que lhe explique em detalhe, pois não
percebeu. —
Referiu o munícipe que as marquises têm aqueles quadrados e vai ser posta uma
estrutura de alumínio por dentro, com janelas a abrir por dentro, mas os quadrados
mantêm-se lá, e não vê cabimento nenhum naquilo. A janela abre por dentro, mas
depois como é que uma pessoa põe a cabeça para fora?
Depois, os telhados estão a ser arranjados, já se pôs FlintCoat, porque também
estão uma miséria, sendo que mora num 2 andar, e são infiltrações atrás de
infiltrações, com água no sítio da luz.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que o que o munícipe sugere é que
efetivamente as obras que estão a ser feitas também deveriam ter em linha de
conta aquilo que está a dizer.
O munícipe interveio novamente, mencionando que pensa que podia ser
modificado. Mora num 2 andar, aquilo faz um L, depois tem o quadriculado, e
podia levar uma parede, mesmo que fosse de tijolo de 7, até à cintura, por cima
levava a janela e anulavam-se aqueles quadrados.
Interveio o Sr. Presidente, passando a palavra ao Sr. Carlos Manuel dos Santos
Ferreira.
—
Tomou a palavra o munícipe, cumprimentando os presentes, dizendo que mora no
mesmo edifício, do bairro do PER, e a situação é praticamente a mesma, mas
queria acrescentar mais alguma coisa.
Está completamente de acordo com a intervenção que a câmara municipal está a
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fazer naquele bairro, é um bom trabalho que está a fazer, só que há aquele
pormenor que o seu vizinho já falou, vai haver um revestimento da parte de dentro
da marquise, deixando à mesma os blocos.
Mora no r/c, se for à varanda da parte de trás, que dá ligação com a estrada
nacional que vai para Arruda, não vê nada, porque estão lá as árvores, que já estão
muito grandes, mas não vem falar das árvores, só vem falar na questão da vista,
pois não vê nada nas varandas da parte de trás. Depois, vai à marquise, abre as
janelas que supostamente vão ser postas, mas também não vê nada, vê o
quadriculado que lá está, faz de conta que está “preso” dentro da sua própria casa.
Portanto, fazer aquela intervenção, sim senhor, concorda com isso, mas dever-se-ia
fazer meia parede, daí nascia então o alumínio, com as supostas janelas, sem o
quadriculado, fazendo como estão os outros prédios de frente. Há muitos anos
atrás foi prometido aos moradores, a outros, quando lhes deram a chave, que
aquilo ia ser deitado abaixo e ia-se fazer precisamente igual aos prédios que estão
de frente, mas isso foi retardando, foi retardando, até hoje.
já se está a intervir, e bem, tirando este e aquele pormenor, concorda com a
intervenção, pelo que era só esse simples pormenor, para melhor conforto de
todos, e para quem tem lá prateleiras, como é o seu caso e o caso de muitos. A
marquise é pequena e estreita, tem lá prateleiras para pôr coisas, e agora
questiona onde é que vai pôr isso.
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à Sr Francelina da Luz Matos.
Tomou a palavra a munícipe, dando as boas tardes a todos, dizendo que tinha uma
casa, morava no bairro de Santa Sofia e pagava a renda daquela casa. A câmara
municipal comprou-a já consigo lá dentro, e disseram-lhe que a câmara municipal
tinha de lhe dar uma casa quando de lá saísse.
Assim, mora neste bairro, e há 21 anos que a Sr Presidente disse a todos os
moradores que ia mudar a marquise, mas era tapada por dentro. O que lhe
disseram é que aquilo não se podia tirar, porque fazia parte do prédio.
O que está escrito, e ainda falou com uma senhora anteontem, é pôr meia parede
de tijolo por dentro e por cima vidro, mas agora já foram 3 senhores à sua casa,
ainda na segunda-feira foram lá, a dizer que se põe vidro até abaixo, 3 portas de
vidro até abaixo, e não se põe uma parede de cimento, só que as portas são
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abertas para dentro. Não foi assim que lhe disseram sempre, já lá está há 21 anos
e nunca lhe falaram em portas corridas até abaixo.
Tem lá um móvel grande, que comprou para pôr as loiças e essas coisas, e
disseram-lhe que aquele móvel não podia lá estar, nem as flores. As suas amigas
são as suas flores, não tem mais ninguém, e questiona como é que fica. São os
homens que lá vão arranjar aquilo que mandam, ou é o projeto da câmara
municipal feito como estava? É isso que gostava de saber, porque cada um manda
uma coisa, e fica sem saber nada. Tem um filho deficiente, com 47 anos, e se é
vidro até abaixo, o seu filho um dia “está com a telha”, dá um pontapé ao vidro e
corta-se, pelo que o vidro não devia vir até abaixo.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que depreende que a munícipe o que quer é
que haja um muro e não vidro até abaixo.
Interveio novamente a munícipe, pedindo desculpa, mas está muito nervosa, e é
isso, disseram-lhe sempre que era meio tijolo para baixo, como se fosse uma
varanda, e por cima vidro.
O Sr. Presidente interveio de novo, mencionando que estas são questões muito
específicas, que exigem uma ida dos técnicos ao prédio, para perceber, porque
agora não vai dizer que vai ser assim ou assado. Fala para todas as pessoas que
intervieram, e o que diz é que não se vai comprometer com nada, na medida em
que se está a falar de questões de caráter técnico, que têm de ser reavaliadas,
mas não quer dizer que os munícipes não tenham razão, e se tiverem razão altera-
se. Agora, os técnicos têm de ir lá e informarem quem de direito sobre o que é que
pensam do assunto, sendo que não sabe se os munícipes já falaram com alguém
ouéaprimeiravezqueestãoafalar.
A munícipe está-lhe a dizer que estiveram lá 3 pessoas da câmara municipal e não
conseguiram acertar o ritmo, cada um tocou a sua música, e a pior coisa que pode
acontecer é não haver uma opinião única sobre as matérias, mas também haver
opiniões diversas pode levar a concluir que uma dessas opiniões se calhar é a mais
correta.
Por isso, aquilo que diz é que se vai inteirar do assunto e vai tentar perceber se é
possível ir ao encontro daquilo que os munícipes colocaram. Não pode dizer mais
do que isto, não se pode comprometer com nada, pois precisa de mais elementos
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e, neste caso, de elementos mais técnicos para poder decidir. É isso que se vai
fazer. — —
Terminou, dizendo que se vai reavaliar este assunto para ver o que é que se pode
fazer, e agradece aos munícipes por terem vindo.
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Deliberação n 286
Assunto: ATA EM MINUTA DA REUNIÃO
Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensa da sua leitura.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presente reunião de
câmara.
50 ata minuta
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Fl.Ata 149
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Encerramento às 14h00.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2020/08/26, não tendo
participado na votação os Srs. Vereadores António Félix, André Arrojado, Luisa
Fajardo e Rui Perdigão, por não terem estado presentes, tendo sido dispensada a
sua leitura, por ter sido previamente distribuída a todos os membros.
E , Fernando Paulo Serra Barreiros,
Diretor do Departamento de G tã Administrativa e jurídica, a subscrevi.
O Presidente da Câmara Municipt(
A erto Simões Maia esquita
encerra