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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2020
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2020
2020-01-08/2020-12-16
RC 07.22
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira (Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/22
2020-07-22/2020-07-22
001
Ordem do dia
2020-07-22/2020-07-22
002
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/07/22
2020-07-22/2020-07-22
003
Ata da reunião de câmara de 2020/07/22
2020-07-22/2020-07-22
Ata da reunião de câmara de 2020/07/22
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Ata da reunião de câmara de 2020/07/22
Description details
Record not reviewed.
Description level
Simple document
Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2020/RC 07.22/003
Title type
Atribuído
Production dates
2020-07-22
to
2020-07-22
Extents
1 Ficheiros
Geographic name
Vila Franca de Xira
Scope and content
Ordem do dia - Págs. 1 a 6
Rosto - Pág. 7
Técnicos - Págs. 8 e 9
Aod 1 - Informações do Sr. Presidente - Págs. 10 e 11
Aod 2 - Informação do Sr. Vereador Jorge Zacarias - Apresentação do Plano Municipal do Ambiente - Págs. 12 e 13
Aod 3 - Resultados desportivos - Pág. 14
Aod 4 - Realização da reunião de câmara e atualização da página da internet da Câmara Municipal - Págs. 15 e 16
Aod 5 - Resposta a pedidos feitos pela CDU no dia 9 de junho - Pág. 17
Aod 6 - Apoio às famílias em situação de carência económica - Pág. 18
Aod 7 - Número de pessoas que recebem ajuda alimentar - Pág. 19
Aod 8 - Apoio às associações de reformados - Pág. 20
Aod 9 - Computadores nas instituições para a terceira-idade - Pág. 21
Aod 10 - Transferência de competências - Pág. 22
Aod 11 - Sistema público de transportes - Lay-off nas empresas - Págs. 23 a 24
Aod 12 - Reforço de estacionamento na Póvoa de Santa Iria - Pág. 25
Aod 13 - Alternativa à Estrada Nacional 10 - Pág. 26
Aod 14 - Nó de acesso dos Caniços - Pág. 27
Aod 15 - Estrada Intermunicipal entre as Bragadas e os Monjões - Pág. 28
Aod 16 - Zona ribeirinha entre a Póvoa de Santa Iria e Alverca do Ribatejo - Pág. 29
Aod 17 - Proposta - Medida de apoio aos micro, pequenos e médios empresários do concelho, no âmbito da ocupação de via pública e da publicidade respetiva - Pág. 30
Aod 18 - Declaração de caducidade da 3 e 4 fases do Forte da Casa - Pág. 31
Aod 19 - Processo judicial no âmbito das construções e alvarás desenvolvidos por José Maria Duarte Júnior - Págs. 32 e 33
Aod 20 - Tubo de mastro junto à hospedaria Maioral - Vila Franca de Xira - Pág. 34
Aod 21 - Mouchão da Póvoa - Págs. 35 e 36
Aod 22 - Recolha de resíduos sólidos urbanos - Pág. 37
Aod 23 - Consolidação do parque de estacionamento próximo do mercado municipal do Forte da Casa - Pág. 38
Aod 24 - Poda de árvores - Forte da Casa - Pág. 39
Aod 25 - Criação de novos parques infantis - Forte da Casa - Pág. 40
Aod 26 - Reabilitação da mata dos Caniços - Pág. 41
Aod 27 - Apoio ao setor cultural - Pág. 42
Aod 28 - Recinto para atividades culturais na Póvoa de Santa Iria - Pág. 43
Aod 29 - Oratório de São Jerónimo e Lapa do Senhor Morto - Póvoa de Santa Iria - Pág. 44
Aod 30 - Requalificação da envolvente do Centro Interpretativo do Reduto nº 38-Forte da Casa - Pág. 45
Aod 31 - Espólio do antigo lagar de azeite - Forte da Casa - Pág. 46
Aod 32 - Estratégia de requalificação de equipamentos desportivos - Pág. 47
Aod 33 - Rotura do coletor da EPAL - Págs. 48 e 49
Aod 34 - Rotas das linhas de Torres Vedras - Pág. 50
Aod 35 - Assunto da anterior reunião de câmara - Abertura de negociação para aquisição de terreno na Póvoa de Santa Iria - Fornecimento de planta - Pág. 51
Aod 36 - Muro de contenção junto à EN 10 - Alhandra - Pág. 52
Aod 37 - Estudo do impacto ambiental da coincineração na Cimpor - Págs. 53 e 54
Aod 38 - Resposta às questões colocadas no período antes da ordem do dia e assuntos em que se pretende intervir na ordem do dia - Pág. 55
01 - Ata nº 14/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/06/24 - Pág. 56
02 - Atribuição de apoio à Divisão Policial de Vila Franca de Xira da Polícia de Segurança Pública no domínio dos equipamentos e materiais informáticos - Págs. 57 e 58
03 - Atribuição de apoio financeiro extraordinário ao funcionamento e às atividades - Cajixira - Centro de Apoio à Juventude e à Infância de Vila Franca de Xira - Págs. 59 e 60
04 - Atribuição de apoio financeiro extraordinário destinado à remodelação do elevador do edifício sede - Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense - Pág. 61
05 - Emissão de parecer favorável ao pedido de declaração de utilidade pública - Cegada - Grupo de Teatro - Págs. 62 a 64
06 - Programa de Apoio ao Movimento Associativo - Quota institucional 2020 - Págs. 65 e 66
07 - Regulamento Sobre Diversas Atividades Sujeitas a Controlo Prévio Municipal - Pág. 67
08 - Feira Anual de Outubro 2020 - Seleção de candidatos com lugar atribuído - Págs. 68 e 69
09 - Barco varino "Liberdade" - Candidatura à marca Natural.PT - Pág. 70
10 - Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal - Pág. 71
11 - Legislação-síntese e editais - Págs. 72 e 73
12 - Pagamentos autorizados - Pág. 74
13 - Balancetes - Pág. 75
14 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 76
15 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Áreas de reabilitação urbana - Pág. 77
16 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares - Págs. 78 e 79
17 - Prestação de serviços de contratação de serviços de inspeção, reinspeção e inspeção extraordinária de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes no Município - Liberação da caução - Pág. 80
18 - Prestação de serviços de limpeza das piscinas municipais, do Complexo Municipal de Desporto, Recreio e Lazer de Vila Franca de Xira e dos pavilhões desportivos municipais - Liberação da caução - Pág. 81
19 - Prestação de serviços de vigilância do Centro Comunitário de Vialonga - Liberação da caução - Pág. 82
20 - Aquisição de viaturas para recolha de RSU indiferenciados - Adjudicação e aprovação da minuta do contrato - Pág. 83
21 - Fornecimento de energia elétrica para o Município - Adjudicação e aprovação das minutas dos contratos - Pág. 84
22 - Aditamento ao protocolo do Viaduto dos Caniços - Póvoa de Santa Iria - Págs. 85 a 102
23 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 127, do loteamento Quinta da Ponte - São João dos Montes - Pág. 103
24 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 119, do loteamento Casal da Serra - Póvoa de Santa Iria - Pág. 104
25 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 1, do loteamento Casalinho - Vialonga - Pág. 105
26 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 23, do loteamento Casalinho - Vialonga - Pág. 106
27 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 49, do loteamento Casalinho - Vialonga - Pág. 107
28 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 54, do loteamento Casalinho - Vialonga - Pág. 108
29 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 63, do loteamento Fonte Santa - Vialonga - Pág. 109
30 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 324, do loteamento Fonte Santa - Vialonga - Pág. 110
31 - Execução da acessibilidade inclusiva - Requalificação da avenida Infante Dom Pedro - Alteração da data de conclusão da empreitada - Alverca do Ribatejo - Pág. 111
32 - Remodelação/conservação do Pavilhão Desportivo Municipal das Cachoeiras - Adjudicação, minuta do contrato e nomeação do coordenador de segurança em obra e diretor de fiscalização - Págs. 112 a 115
33 - Recargas de pavimentos 2014 - Concelho de Vila Franca de Xira - Conta final e auto de vistoria para efeitos de liberação da caução - Pág. 116
34 - Recargas de pavimentos 2020 - Concelho de Vila Franca de Xira - Lote 1 - Plano de segurança e saúde - Pág. 117
35 - Recargas de pavimentos 2020 - Concelho de Vila Franca de Xira - Lote 2 - Plano de segurança e saúde - Pág. 118
36 - Atribuição do topónimo "Largo João dos Santos Figueiredo Carreiro (Sensei/Professor)" - Alverca do Ribatejo - Págs. 119 e 120
37 - Atribuição do topónimo "Rua Dr. Magalhães Godinho" - Terra da Pastoria - Forte da Casa - Págs. 121 a 128
38 - Atribuição do topónimo "Praceta Dr. António Macedo" - Terra da Pastoria - Forte da Casa - Pág. 129
39 - Atribuição do topónimo "Rua Dr. Sousa Martins" - Terra da Pastoria - Forte da Casa - Pág. 130
40 - Doação de bens culturais para acervo do Museu do Neo-Realismo pela Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo - Pág. 131
41 - Doação de bens culturais para acervo do Museu do Neo-Realismo por António Mota Redol - Pág. 132
42 - Prémio de Teatro "Mário Rui Gonçalves" - Normas de edição 2020 - Pág. 133
43 - Edital da lista definitiva dos candidatos admitidos no concurso público de 2020, para atribuição em regime de arrendamento apoiado de 12 frações municipais no Concelho - Págs. 134 a 140
Público - Pág. 141
Público 1 - Colocação de espelho no entroncamento junto ao Farrobo - Estrada de Santa Sofia - Vila Franca de Xira - Págs. 142 e 143
Público 2 - Secretaria do cemitério - Vila Franca de Xira - Pág. 144
Público 3 - Apresentação do livro de Mário Coelho - Págs. 145 e 146
Público 4 - Limpeza das vias desde a Boiça até à entrada nas Cachoeiras - Vila Franca de Xira - Págs. 147 e 148
Público 5 - Feira e mercado da Póvoa de Santa Iria e do Forte da Casa - Pág. 149
Público 6 - Zona verde e bolsa de estacionamento na rua João Lopes Raimundo - Póvoa de Santa Iria - Pág. 150
Público 7 - Limpeza na zona do Vassalo, ao pé do bairro dos Avieiros - Vila Franca de Xira - Pág. 151
44 - Alargamento do período de pagamento de rendas municipais sem indemnização moratória - Situação de pandemia - Pág. 152
45 - Protocolo de Colaboração Técnica e Financeira e Promoção da Cogestão da Reserva Natural do Estuário do Tejo - Págs. 153 a 169
Final - Pág. 170
46 - Ata em minuta da reunião - Pág. 171
Encerra - Pág. 172
Transcription
ORDEM DO DIA
Pág. 1
Interessado Local
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
1 Ata nº 14/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/06/24 Aprovação
2 Atribuição de apoio à Divisão Policial de Vila Franca de Xira da Polícia de Segurança
Pública no domínio dos equipamentos e materiais informáticos
Aprovação
3 Atribuição de apoio financeiro extraordinário ao funcionamento e às atividades Cajixira - Centro de Apoio
à Juventude e à Infância
de Vila Franca de Xira
Vila Franca de
Xira
Aprovação
4 Atribuição de apoio financeiro extraordinário destinado à remodelação do elevador do
edifício sede
Sociedade Filarmónica
Recreio Alverquense
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
5 Emissão de parecer favorável ao pedido de declaração de utilidade pública Cegada - Grupo de Teatro Aprovação
APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO E JUVENTUDE
6 Programa de Apoio ao Movimento Associativo - Quota institucional 2020 Aprovação
APOIO AO MUNÍCIPE E ATIVIDADES ECONÓMICAS
7 Regulamento Sobre Diversas Atividades Sujeitas a Controlo Prévio Municipal Aprovação
TURISMO
8 Feira Anual de Outubro 2020 - Seleção de candidatos com lugar atribuído Aprovação
9 Barco varino "Liberdade" - Candidatura à marca Natural.PT Aprovação
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/22
Designação
Assunto
ORDEM DO DIA
Pág. 2
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/22
Designação
Assunto
GESTÃO ADMINISTRATIVA E JURÍDICA
. Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
10 Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal Conhecimento
11 Legislação-síntese e editais Conhecimento
12 Pagamentos autorizados Conhecimento
13 Balancetes Conhecimento
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
14 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
Conhecimento
15 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência – Áreas de
reabilitação urbana
Conhecimento
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
16 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Conhecimento
PLANEAMENTO E GESTÃO FINANCEIRA
17 Prestação de serviços de contratação de serviços de inspeção, reinspeção e inspeção
extraordinária de ascensores, monta-cargas, escadas mecâncias e tapetes rolantes no
Município - Liberação da caução
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 3
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/22
Designação
Assunto
18 Prestação de serviços de limpeza das piscinas municipais, do Complexo Municipal de
Desporto, Recreio e Lazer de Vila Franca de Xira e dos pavilhões desportivos
municipais - Liberação da caução
Aprovação
19 Prestação de serviços de vigilância do Centro Comunitário de Vialonga - Liberação da
caução
Vialonga Aprovação
20 Aquisição de viaturas para recolha de RSU indiferenciados - Adjudicação e aprovação
da minuta do contrato
Resitul - Equipamentos,
Serviços e Tecnologias
Ambientais, Ldª
Aprovação
21 Fornecimento de energia elétrica para o Município - Adjudicação e aprovação das
minutas dos contratos
Lotes 1, 2 e 4 - Axpo
Energia Portugal,
Unipessoal, Ldª
Lote 3 - Endesa Energia,
SA
Aprovação
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
22 Aditamento ao protocolo do Viaduto dos Caniços TD-Via - Sociedade
Imobiliária, SA
Póvoa de Stª
Iria
Aprovação
23 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 127, do loteamento
Quinta da Ponte
Maria Cristina Monteiro S. João dos
Montes
Aprovação
24 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 119, do loteamento
Casal da Serra
Luís Alberto Marques
Silva
Póvoa de Stª
Iria
Aprovação
25 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 1, do loteamento
Casalinho
José Santos China Vialonga Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 4
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/22
Designação
Assunto
26 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 23, do loteamento
Casalinho
José Santos China Vialonga Aprovação
27 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 49, do loteamento
Casalinho
José Santos China Vialonga Aprovação
28 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 54, do loteamento
Casalinho
José Santos China Vialonga Aprovação
29 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 63, do loteamento
Fonte Santa
Sofia Alexandra Simões
de Araújo Bernardo
Vialonga Aprovação
30 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 324, do loteamento
Fonte Santa
Litério Henrique Lourenço
Guerreiro
Vialonga Aprovação
OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
31 Execução da acessibilidade inclusiva - Requalificação da avenida Infante Dom Pedro -
Alteração da data de conclusão da empreitada
Topbet - Trabalhos de
Obras Públicas e
Pavimentos Betuminosos,
SA
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
32 Remodelação/conservação do Pavilhão Desportivo Municipal das Cachoeiras -
Adjudicação, minuta do contrato e nomeação do coordenador de segurança em obra e
diretor de fiscalização
OAPM - Construção Civil
Unipessoal, Ldª
Aprovação
33 Recargas de pavimentos 2014 - Concelho de Vila Franca de Xira - Conta final e auto de
vistoria para efeitos de liberação da caução
Construções Pragosa, SA Aprovação
34 Recargas de pavimentos 2020 - Concelho de Vila Franca de Xira - Lote 1 - Plano de
segurança e saúde
Pavizés - Comércio e
Transporte de Materiais
de Construção, Ldª
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 5
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/22
Designação
Assunto
35 Recargas de pavimentos 2020 - Concelho de Vila Franca de Xira - Lote 2 - Plano de
segurança e saúde
Topbet - Trabalhos de
Obras Públicas e
Pavimentos Betuminosos,
SA
Aprovação
CULTURA
36 Atribuição do topónimo "Largo João dos Santos Figueiredo Carreiro (Sensei/Professor)" Alverca do
Ribatejo
Aprovação
37 Atribuição do topónimo "Rua Dr. Magalhães Godinho" – Terra da Pastoria Forte da Casa Aprovação
38 Atribuição do topónimo "Praceta Dr. António Macedo" – Terra da Pastoria Forte da Casa Aprovação
39 Atribuição do topónimo "Rua Dr. Sousa Martins" – Terra da Pastoria Forte da Casa Aprovação
40 Doação de bens culturais para acervo do Museu do Neo-Realismo pela Associação
Promotora do Museu do Neo-Realismo
Aceitação
41 Doação de bens culturais para acervo do Museu do Neo-Realismo por António Mota
Redol
Aceitação
42 Prémio de Teatro "Mário Rui Gonçalves" - Normas de edição 2020 Aprovação
HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
43 Edital da lista definitiva dos candidatos admitidos no concurso público de 2020, para
atribuição em regime de arrendamento apoiado de 12 frações municipais no Concelho
Aprovação
44 Alargamento do período de pagamento de rendas municipais sem indemnização
moratória - Situação de pandemia
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 6
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/07/22
Designação
Assunto
AMBIENTE E GESTÃO DO ESPAÇO PÚBLICO
45 Protocolo de Colaboração Técnica e Financeira e Promoção da Cogestão da Reserva
Natural do Estuário do Tejo
Aprovação
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
46 Ata em minuta da reunião Aprovação
EI. Livro
_____________
FI.Ata 001
j Reunião de 2020/07/22
Ata n2 16/2020
MUNICÍPIO DE VILA FRAN4L DE XIRA
CÂMARA MUNICIP4L
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA E PÚBLICA DE 2020/07/22
Aos vinte e dois dias do mês de julho de dois mil e vinte, pelas 09h30, no Pavilhão
Multiusos de Vila Franca de Xira (Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, reuniu a Câmara
Municipal de Vila Franca de Xira, sob a presidência do Sr. Alberto Simões Maia
Mesquita, Presidente da Câmara Municipal, estando presentes os Srs. Vereadores:
• Regina Célia Gonçalves Agostinho Janeiro; -‘
• José António da Silva de Oliveira;
• Nuno Miguel Marques Libório;
• Helena Margarida Mendes Pereira de Jesus;
• Maria de Fátima Pires Antunes;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
• Jorge Manuel Nunes Zacarias;
• Alexandra Filomena Lopes Tavares;
• André Filipe Ildefonso Arrojado;
• Rui Miguel Borrego Perdigão.
Estiveram ausentes os Srs. Vereadores Maria Manuela Pacheco Ralha, António José
Sequeira Félix, Cláudia Sofia Oliveira Martins e Carlos Miguel Vilar Patrão, tendo sido
substituídos pelos Srs. Jorge Manuel Nunes Zacarias, Alexandra Filomena Lopes
Tavares, André Filipe Ildefonso Arrojado e Rui Miguel Borrego Perdigão.
A reunião foi secretariada por Fernando Paulo Serra Barreiros, Diretor do
Departamento de Gestão Administrativa e Jurídica, assessorado por Paula Cristina
Correia Antunes, Assistente Técnica.
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado:
rosto
_____
FI. Livro______________
Reunode 2020/07/22“37 Proc2 -
Vila Franca de Xira Deliberaçao no_____________
Câmara Municipal
Assunto: PRESENÇAS DO PESSOAL DIRIGENTE E TÉCNICOS —
GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA
• Chefe do Gabinete
Dr. Renato Gonçalves
GABINETEDEAPOIOÀVEREAÇÃO
• Adjuntos
Dr Andreia Revez
Dr. Luís Vasconcelos
• Secretário —
Osvaldo Pires
• Assessoria —
José António Silva
Dr Diana Serpins
Dr Mafalda Ramos —
DIVISÃO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO E JUVENTUDE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Anabela Pereira
DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM
• Técnica Superior, em substituição da Chefe da Divisão
DrAnaSofiaCoeIho
DIVISÃO DE AUDITORIA E QUALIDADE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr. Dinis Piriquito - —
DIVISÃO DE DESPORTO E LAZER
• Chefe da Divisão
Dr.VítorFélix
DIVISÃO DE TURISMO
• Técnico Superior, em substituição da Chefe da Divisão
Dr. Cláudio Lotra
DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA E jURÍDICA
Divisão de Recursos Humanos
• Chefe da Divisão
técnicos 1/2
_____
FI. Livro____________
Fl.Ata •903
j Reunião de 2020/07/22
Município 17
Vila Franca de Xira Deliberação n0_____________
Câmara Municipal
Dr. Paulo Alenquer
DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
Diretora do Departamento
Arqt? Teresa Laranjeira
—
DEPARTAMENTO DE OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
• Chefe da Divisão, em regime de substituição, em substituição da Diretora
Eng Vítor Viçoso
DEPARTAMENTO DE EDUCACÃO
• Diretor do Departamento, em regime de substituição
Dr.PedroMontes--— —
DEPARTAMENTO DE CULTURA E TURISMO
• Diretor do Departamento
Dr. Alexandre Sargento
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO
Divisão de Gestão Comercial e Atendimento
•Chefeda Divisão
Dr Vanessa Cirilo
Divisão de Águas e Saneamento
• Chefe da Divisão —
Eng António Novais
Divisão de Proietos e Cadastro
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Eng? Maria Raquel Borda d’Água
técnicos 2/2
_____
FI. Livro
______________
jhj3 Fl.Ata 004
Reunião de 2020/07/22
Município
Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA— —
INFORMAÇÕES DO SR. PRESIDENTE
Interveio o Sr. Presidente, dando início à reunião, dando os bons dias a todos e
cumprimentando o Sr. Vice-Presidente, Srs e Srs. Vereadores, dirigentes da
câmara municipal, trabalhadores e técnicos que ajudam nesta emissão on-line da
reunião de câmara de hoje, todos aqueles que estão presencialmente e aqueles
que a seguem on-line, dizendo que dará algumas informações da parte do
executivo e depois passará, como habitualmente, à CDU e ao Bloco de Esquerda,
para colocarem as questões que entenderem no âmbito do período antes da ordem
dodia.
Assim, queria, em primeiro lugar, referir uma iniciativa que houve no sábado
passado, de manhã, neste mesmo local, que foi a entrega de equipamentos de
proteção individual aos bombeiras do concelho. —
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira atribuiu às 6 corporações de bombeiros
voluntários do concelho mais de 6 000 unidades de EPI - Equipamentos de Proteção
Individual, para a Covid-19, tendo a entrega se realizado, como já disse, no
passado sábado.
No total foram atribuídas 4 500 máscaras cirúrgicas, 900 máscaras FFP2, 900 fatos
descartáveis e ainda 6 canhões de ozono, estes últimos destinados
especificamente à desinfeção das viaturas e dos espaços dos quartéis das
respetivas corporações de bombeiros.
A oferta destes equipamentos representa um contributo importante para o
equilíbrio dos stocks existentes em cada uma das corporações de bombeiros no
contexto do combate à Covid-19, com as necessárias condições de segurança.
Uma outra informação tem a ver com as 7 Maravilhas da Cultura Popular,
relativamente também às votações em curso. —
Assim, decorrem até dia 12 de agosto as votações para o Colete Encarnado, no
âmbito da eliminatória da região de Lisboa às 7 Maravilhas da Cultura Popular.
Reforça, por isso, o apelo à participação nesta iniciativa através do voto e da
divulgação e mobilização de outros para que também deem o seu contributo. O
telefone é o 760 207 828, e o contributo de todos é muito bem-vindo para
efetivamente reforçar este momento, que parece bastante significativo, da
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Câmara Municipal
promoção do concelho através deste grande evento, que é o Colete Encarnado.
Ao longo do dia 12 de agosto a RTP irá transmitir o programa dedicado ao distrito
de Lisboa, pelo que até essa data é possível votar. Conta-se com o apoio de todos
para levar o Colete Encarnado o mais longe possível neste concurso, que contribui
de forma muito positiva para, como disse, a promoção do concelho.
Da sua parte tem outra informação, que tem a ver com o vinho Encostas de Xira,
que foi premiado pela revista Paixão pelo Vinho. Assim, é com prazer que informa
que o vinho Encostas de Xira foi duplamente premiado na edição de julho desta
revista, tendo as medalhas sido atribuídas ao Encostas de Xira Blend Tinto de
2018, com a classificação de 16 valores, e também ao Encostas de Xira Monocasta
Arinto de 2018, que mereceu 17,5 valores.
É um reconhecimento do valor deste vinho produzido na Quinta Municipal de
Subserra, que se destaca também pela boa relação qualidade/preço.
Dá os parabéns aos enólogos Mário Louro e João Passarinho, à Regiplac, que
também é parceira da câmara municipal no desenvolvimento deste projeto, e
sobretudo também uma palavra que é muito justa a todos os trabalhadores
municipais que estão envolvidos no processo produtivo e promocional deste
excelente cartão de visita do município.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que os membros da CDU
gostavam de saber quando é que foi fixada a data para a marcação da entrega dos
EPI aos bombeiros e quando é que os bombeiros foram avisados. Gostavam de
saber isso da parte da câmara municipal.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÃO DO SR. VEREADOR JORGE ZACARIAS - APRESENTAÇAO DO PLANO
MUNICIPAL DO AMBIENTE
Interveio o Sr. Presidente, passando a palavra ao Sr. Vereador Jorge Zacarias, para
dar duas informações.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Jorge Zacarias, cumprimentando o Sr. Presidente,
Srs e Srs. Vereadores, dirigentes e munícipes presentes, trabalhadores do
município e todos aqueles que em casa acompanham esta reunião ordinária da
câmara municipal, desejando um bom dia e esperando que possam todos, em mais
uma reunião e ação do executivo municipal, trazer para a discussão um conjunto
de assuntos que são, de facto, importantes para a vivência no concelho.
Gostaria, em primeiro lugar, de falar do Plano Municipal do Ambiente, que na
última reunião de câmara foi aprovado para discussão pública, e irá ser feita a
apresentação e o lançamento dessa discussão pública na próxima sexta-feira, dia
24 de julho, às 10h00. na Praia dos Pescadores, na Póvoa de Santa Iria.
O documento, que irá estar em discussão pública até 31 de agosto, será
apresentado pelo Sr. Presidente da direção da Associação de Transferências,
Tecnologia e Conhecimento, para empresas e instituições, que é uma instituição
que está ligada ao Instituto Politécnico de Setúbal e que foi a entidade responsável
pela sua elaboração.
Ir-se-á ter a apresentação dum documento que é fundamental e estruturante para
aquilo que é o ambiente no concelho, mas também aquilo que irá contribuir para
os documentos estratégicos, nomeadamente o Plano Diretor Municipal.
Está também este Plano Municipal do Ambiente consignado ao cumprimento dos
objetivos de desenvolvimento sustentável 2030, e nesta mesma sessão irão ser
dados a conhecer os resultados que foram obtidos na primeira parte do estudo da
qualidade do ar no concelho de Vila Franca de Xira, que é um estudo que está a
decorrer em parceria com a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade
Nova de Lisboa, estando a apresentação desta primeira fase a cargo do Eng2
Francisco Ferreira.
Haverá também a participação nesta sessão do Professor Doutor Manuel Pinheiro,
do Instituto Superior Técnico, que é o responsável pelo sistema de certificação da
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sustentabilidade LiderA.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo-se a uma questão que
os membros da CDU colocaram ontem por escrito, a que naturalmente, se calhar,
não houve tempo de dar resposta: Porque é que a apresentação do Plano Municipal
do Ambiente não é feita neste pavilhão, com estas condições, que já se provou que
respeitam todas as regras, e que é possível, naturalmente, trabalhar?
Esta questão é muito importante, porque o Plano Municipal do Ambiente é muito
importante, e aqui até pensa que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira teve
um comportamento exemplar, pois houve apenas uma reunião on-line, todas as
outras foram presenciais, e crê que o debate político e democrático se tornou mais
rico, fruto das presenças.
Continuar a agendar iniciativas, que hoje está provado que são possíveis
acontecer, respeitando todas as regras, na opinião que têm é claramente
condicionar a democracia.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESULTADOS DESPORTIVOS
Tomou a palavra o Sr. Vereador Jorge Zacarias, referindo-se a uma informação que
tem a ver com a área desportiva.
Assim, numa semana em que se teve conhecimento que a Organização das Nações
Unidas apela aos estados-membros para que considerem o desporto nas políticas
de recuperação e de desconfinamento, parece fundamental e importante também
valorizar já o trabalho que atletas do concelho estão a fazer, nas modalidades onde
já foi possível fazer e ter competições.
Começa pelo Alhandra Sporting Club, com dois excelentes resultados, e em
primeiro lugar o Henrique Cerqueira, que se sagrou vice-campeão nacional de
canoagem, no Campeonato Nacional de Maratona, na modalidade de K1 sub-23
masculinos.
Merece ainda destaque o 39 lugar alcançado por Rui Pinheiro, um veterano do
Alhandra Sporting Club, da canoagem, que em K1 veteranos A obteve o 3Q lugar. A
competição realizou-se em Montemor-o-Velho, no Centro de Estágios da Federação
Portuguesa de Canoagem, e foi no dia 5 do presente mês. —
Como disse, nesta fase, o Alhandra Sporting Club, agora no duatlo cross, foi
campeão nacional de clubes em femininos, merecendo destaque individual o 1
lugar alcançado por Pauline Vie, numa equipa que também integrou Ana Ramos,
com um 49 lugar, e Ana Martinho, com um 10 lugar. Esta competição foi no
passado fim de semana e realizou-se em Abrantes.
Passando para o ténis, e para o Clube de Ténis de Alverca do Ribatejo, a atleta do
Ahead of Time, Angelina Voloshuchuk, sagrou-se vice-campeã nacional na
modalidade de ténis, na categoria de sub-14 femininos. A competição também foi
este fim de semana, em Setúbal.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
REALIZAÇÃO DA REUNIÃO DE CÂMARA E ATUALIZAÇÃO DA PÁGINA DA INTERNET
DACÂMARAMUNICIPAL
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dando os bons dias ao Sr. Presidente, Srs
e Srs. Vereadores, a todos os trabalhadores do município, dizendo que é para os
membros da CDU um grande gosto voltar a vê-los, já não os via há algum tempo,
pelo que se vai desconfinando com calma, com tranquilidade, com segurança, mas
tem, efetivamente, que se ir abrindo, pelo que hoje foi mais um passo do regresso
à democracia como querem e como a conhecem.
Também cumprimenta as pessoas do concelho que estão presentes, sendo
também mais um sinal desta retoma que se quer, desde que seja segura e
cumprindo todas as regras.
Continuou, mencionando que esta é a última reunião antes de férias, teoricamente,
até porque hoje há 2 vereadores em substituição, como o Sr. Vereador Jorge
Zacarias, que já esteve na última reunião, mas que lhe permitam que cumprimente
especialmente a Sr Vereadora Alexandra Tavares, tendo em conta que
normalmente só se veem de ano a ano, e também é um gosto tê-la presente.
Estava a dizer que se vai entrar em férias, e parece-lhe que é muito justo, por
parte dos vereadores e da câmara municipal, desejar a todos os munícipes e a
todos os trabalhadores umas boas férias, um merecido descanso, num ano que é
muito atípico, para o qual nenhum dos presentes estava, nem está ainda,
preparado. Assim, também por estas dificuldades que têm sido os últimos tempos,
são mais do que justas as férias e o merecido descanso. —
Não ia começar a sua intervenção como vai, mas vai ter de dizer, é preciso
atualizar a página da câmara municipal, relembra que hoje deveriam estar todos
na Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, e não estão, a página também não tem a
ligação para a transmissão on-line, e era importante que fosse corrigido.
Ia começar exatamente pelo facto desta reunião de câmara dever ser na Póvoa de
Santa Iria e Forte da Casa, tendo os vereadores da CDU, naturalmente, acedido
positivamente a uma sugestão do Sr. Presidente, de durante os meses de julho e
agosto fazer neste pavilhão as reuniões de câmara, tendo em conta que hoje é
preciso uma logística diferente daquela que era habitual, para não estar sempre a
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desmontar. Assim, não foi na Pávoa, é em Vila Franca de Xira.
Contudo, não deixaram de fazer aquilo que é a sua prática corrente, e foram visitar
esta união de freguesias na passada sexta-feira, estiveram em contacto direto com
as pessoas e com as instituições, e muitas das intervenções que vão fazer terão a
ver com esta visita.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTA A PEDIDOS FEITOS PELA CDU NO DIA 9 DE JUNHO
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, relembrando dois pedidos que fez no dia
9 de junho, a que o Sr. Presidente ainda não respondeu, dizendo que se está num
mês e meio depois e parecia aos membros da CDU que já deviam ter estas
respostas, até porque, naturalmente, estas respostas pressupõem intervenções da
parte dos mesmos. Não têm acesso a esta informação e sentem-se condicionados,
mas não podem deixar de reafirmar, volta a dizer, são questões que colocaram no
dia 9 de junho, da ata que já foi aprovada.
Uma primeira informação era quantos médicos de saúde pública se têm no
concelho, fizeram esta pergunta, está em ata, e o Sr. Presidente até respondeu que
depois lhe dava essa informação. —
A segunda questão, que também os preocupa, e que já colocaram, é o mapa de
acesso completo aos apoios da câmara municipal no âmbito da Covid-19.
Fizeram este pedido no dia 9 de junho, também continuam a não ter estas
respostas, e naturalmente que isso está a condicionar as intervenções que fazem.-
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
APOIO ÀS FAMÍLIAS EM SITUAÇÃO DE CARÊNCIA ECONÓMICA
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que se vive um momento
dramático, que se tornará mais dramático, na opinião dos membros da CDU, a
partir de setembro, mas gostavam de perceber quais são os apoios que estão a ser
prestados às famílias em situação de carência económica.
Tem-se a tarifa reduzida da água, e gostavam também de perceber até que ponto
é que está a ser divulgada e até que ponto se está a divulgar às pessoas que estão
a viver novas realidades, porque hoje há pessoas que sempre viveram do seu
trabalho, desconhecem completamente que há tarifas reduzidas em algumas
matérias, ou apenas se decidiu mas não se divulgou absolutamente nada, e as
pessoas, no âmbito da sua carência económica, das suas dificuldades, não o
reconhecem.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
NÚMERO DE PESSOAS QUE RECEBEM AJUDA ALIMENTAR
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que os membros da CDU
gostavam de perguntar quantas pessoas estão atualmente a receber ajuda
alimentar, bem como que isso fosse comparado com o que acontecia até fevereiro
deste ano.
Gostavam de perceber a evolução da situação social do concelho, e naturalmente
que já têm dito, e reafirmam, situações excecionais exigem medidas excecionais. --
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
APOIO ÀS ASSOCIAÇÕES DE REFORMADOS
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que se deliberaram, em reunião
de câmara, alguns apoios a IPSS, a alguns agentes culturais e desportivos, mas os
membros da CDU não se aperceberam que tenha havido qualquer tipo de apoio às
associações de reformados.
Estas associações estão privadas de terem receitas e, já agora, ainda não percebeu
por que é que os bares não são autorizados a reabrir, tendo em conta que há
regras que têm de ser cumpridas, mas estas instituições estiveram privadas
durante 4 meses de receberem qualquer receita e não deixaram de ter que pagar
água, luz, gás, elevadores, telecomunicações, alguns a própria senhora que os
ajuda, vulgo, empregada.
Portanto, consideram que deve haver um apoio a estas instituições, correndo riscos
claros, pois vão assumindo as despesas que têm de pagar porque têm algum
dinheiro no banco, mas esgota-se, naturalmente, e de futuro poderão precisar dele,
até porque algumas têm sedes próprias e têm de fazer obras e investimentos.
Entendem, pois, claramente, que as associações de reformados também devem
merecer uma atenção especial da câmara municipal, e receber um apoio
extraordinário, fruto da Covid-19.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
COMPUTADORES NAS INSTITUIÇÕES PARA A TERCEIRA-IDADE
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo, no âmbito da terceira-idade,
que, como se sabe, infelizmente, fruto dos tempos, muitas das famílias hoje estão
privadas de estar juntas, umas porque tiveram que ir para fora do país trabalhar,
outras porque estão em pontos distantes pelo país, em cidades distantes a
trabalhar, mas também a Covid-19 obrigou a que houvesse um afastamento das
famílias. —
Assim, os membros da CDU querem sugerir que a câmara municipal crie condições
para que em todas as instituições em que se trabalhe com a terceira-idade possa
haver computadores com acesso à Internet, onde seja dada formação naquilo a
que hoje se chama teleconferência, e vai dizer os termos mais condicionais, o
Zoom, o Skype, para que estas pessoas com mais idade possam, pelo menos, ver
os seus familiares.
Estão, claramente, a fazer uma proposta de combate ao isolamento dos idosos,
que é uma questão que crê que a todos preocupa, tendo de se ir dando passos
para diminuir este isolamento. —
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
TRANSFERÊNCIA DE COMPETÊNCIAS
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, perguntando como é que se está de
transferência de competências.
Os membros da CDU souberam que a saúde e a educação claramente ficaram
adiadas para março de 2022, mas estava prevista também a transferência de
competências para as juntas de freguesia, sendo que devia ter sido deliberada até
15 de julhoenão foi.
Assim, gostavam de perceber como é que vai acontecer. —
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SISTEMA PÚBLICO DE TRANSPORTES - LAY-OFF NAS EMPRESAS
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, renovando os cumprimentos a todos os
presentes, os que se encontram neste pavilhão, assim como todos aqueles que em
casa acompanham a reunião, dizendo que a questão dos transportes se mantém
na mesma, O sistema público de transportes, que serve o concelho de Vila Franca
de Xira, tem uma dimensão muito relevante, para além da económica, tem
também uma dimensão social, que deveria ser o garante para o quotidiano da vida
dos munícipes.
Como o Si-. Presidente sabe, sistematicamente, nas reuniões da câmara municipal,
os membros da CDU têm vindo a chamar à atenção para o facto de, recentemente,
o lay-off protagonizado pelas empresas de transportes ter como repercussão
imediata uma enorme falta de transportes públicos no concelho, na área
metropolitana, e também com implicação direta de que os trabalhadores destas
operadoras ficam com os seus salários cortados.
Entendem que não é aceitável que os grupos privados, que no essencial controlam
o sistema público de transportes rodoviários, continuem a anunciar tranquilamente
que continuarão a aproveitar o regime do lay-off, pois, de há uns tempos a esta
parte, parece que passou a ser normal estes operadores tomarem este tipo de
decisões, que tem como repercussão imediata dois aspetos amplamente negativos,
que atingem muito profundamente o concelho de Vila Franca de Xira. Se por um
lado se tem uma redução da oferta de transportes, por outro lado, do lado dos
trabalhadores dos transportes tem-se uma redução do seu salário, com gastos dos
dinheiros públicos, que servem para a manutenção e congelamento desta situação,
com prejuízo, como disse, do sistema público de transportes.
É importante referir, e gostariam de ouvir a câmara municipal sobre esta matéria,
que os argumentos utilizados não conseguem esconder uma verdade que já foi
aqui afirmada também pela CDU, é que as empresas continuam a receber dinheiro
daquilo que tinham acordado com as autoridades de transportes para a prestação
do serviço público, e nem tão pouco, como decorre do Decreto-Lei n2 14C/2020, de
7 de abril, se definem os procedimentos para atribuição de financiamento das
compensações aos operadores de transportes essenciais.
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Câmara Municipal
Portanto, toda e qualquer afirmação que diga que as operadoras de transportes
estão neste momento numa situação financeira difícil, não só não corresponde à
verdade, como da parte das autarquias e do sistema metropolitano de transportes
continuam a ser asseguradas as transferências financeiras para o efeito, bem como
as compensações previstas pelo decreto de emergência.
Nesse sentido, consideram que é muito oportuna uma tomada de iniciativa do PCP
na Assembleia da República, no passado dia 7 de julho, que colocou três questões
essenciais: A primeira é que determine a reposição da oferta de transportes
públicos, em particular do sistema rodoviário, para um nível de oferta existente
antes da pandemia; Por outro, que ponha fim a esta escandaleira do lay-off
simplificado em todas as empresas de transporte que ainda o aplicam, sem
qualquer tipo de justificação; Por fim, que se realizem inspeções ou ações
inspetivas, criteriosas, abrangentes, no sentido de avaliar o cumprimento das
orientações da Direção-Geral da Saúde, no que à lotação dos transportes respeita.-
Colocava também uma outra pergunta à câmara municipal: A Câmara Municipal de
Vila Franca de Xira revê-se nas afirmações do Sr. Ministro Pedro Nuno Santos, de
que a sobrelotação dos transportes públicos, também no concelho, é uma falsa
questão, e é um problema que não é problema e que não promove um problema
de saúde pública? A câmara municipal revê-se nas afirmações deste ilustre e
responsável ministro? Por outro lado, ainda, como é que está a ser feita no terreno
a contagem dos transportes? Se o ministro vem a admitir a desnecessidade da
norma de segurança do limite de 2 terços, alguma entidade está neste momento
no terreno a acompanhar esta situação?
Como já foi dito hoje, estiveram a acompanhar a realidade das freguesias da Póvoa
e do Forte da Casa, na passada sexta-feira, e podem também dar outro exemplo, a
partir das 19h00 quem vive no Forte da Casa quase que não tem, para não dizer
que não tem, ligações rodoviárias entre a estação dos caminhos de ferro da Póvoa
de Santa Iria e a freguesia extinta do Forte da Casa.
Estas são questões absolutamente lamentáveis, que continuam a arrastar-se, com
graves prejuízos, não só para a mobilidade das populações, mas também para o
problema de saúde pública que todos reconhecem existir também na Área
Metropolitana de Lisboa.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REFORÇO DE ESTACIONAMENTO NA PÓVOA DE SANTA IRIA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libário, referindo que os membros da CDU gostariam
de colocar à consideração da câmara municipal que por variadíssimas vezes têm
constatado que, se há local, urbanização ou freguesia que necessite dum reforço
da oferta de estacionamento público, essa freguesia é, por exemplo, a da Póvoa de
Santa Iria.
Há algum tempo a esta parte, por iniciativa dos mesmos, têm vindo a insistir com a
necessidade de se criar um plano suficientemente abrangente, integrado,
participado, que seja objeto duma auscultação e verificação do terreno, para oferta
de mobilidade e estacionamento nas zonas mais recentes da Póvoa de Santa Iria,
nomeadamente na Bolonha, Casal da Serra e P e 2 fases da Quinta da Piedade.
Neste sentido, perguntam se a câmara municipal está em condições de os
acompanhar neste sentimento e proposta que têm. Consideram que,
independentemente das dificuldades que se possam enfrentar no terreno,
naturalmente algumas de natureza financeira, é preciso a câmara municipal fazer
um mapeamento exato e rigoroso de quais são os terrenos eventualmente
disponíveis hoje, na parte nova da cidade da Póvoa de Santa Iria, no sentido de, ou
virem à posse do município, ou por via duma negociação serem utilizados
provisoriamente para estacionamento, desde que estejam garantidas duas
situações que consideram fundamentais: O envolvimento da população na
construção dessa mesma solução e, por outro lado, que isso não signifique
necessariamente a destruição de zonas verdes ou de zonas de recreio e lazer, que
muito fazem falta às populações, e esta, como é óbvio, também necessita delas.----
Assim, voltam novamente a perguntar, até na sequência da petição apresentada
pelos moradores da rua João Lopes Raimundo e da sua envolvente, que resposta
em concreto está a ser preparada, no sentido de, como o Sr. Presidente anunciou,
a obra estar suspensa, estar a ser feita uma reavaliação do seu projeto, e a
trabalhar para que toda e qualquer intervenção naquela matéria proteja a área
verde existente. Perguntam se estão a ser dados passos concretos sobre essa
matéria.
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Vila Franca de Xira Deliberaçao n_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ALTERNATIVA À ESTRADA NACIONAL 10
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que diz o Plano Diretor Municipal
que se precisa duma alterativa à EN1O, e neste momento já é ex-EN1O, no troço
que atravessa a Póvoa de Santa Iria e Alverca do Ribatejo, e os membros da CDU
perguntam se a intenção da câmara municipal é avançar sem mais demoras para
este projeto, mas com uma ressalva, tal como sempre propuseram, que se respeite
o valor paisagístico das zonas das salinas de Alverca e do Forte da Casa que, como
todos também sabem, está considerada internacionalmente como uma área
importante para a preservação das aves.
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Fl.Ata 021
Reunião de 2020107/22
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
NÓ DE ACESSO DOS CANIÇOS
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que os membros da CDU estão a
falar da zona sul do concelho, e inevitavelmente têm de colocar em cima da mesa
a discussào da importância do nó de acesso dos Caniços, que tem um atraso de
dezenas de anos. É absolutamente incrível como é que as autoridades públicas de
transportes, e neste caso o Governo, sucessivos governos, do P5, do PSD e do CDS,
têm perpetuado esta situação, de deixar uma grande margem de conforto à Brisa,
que detém a concessão sobre esta matéria.
São daqueles que consideram que este nó tem de existir, faz falta à mobilidade do
concelho, e precisa de ser uma realidade concreta, para uma melhor articulação
dos modos de transporte, até dentro da própria Área Metropolitana de Lisboa.
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Município proc2
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Vila Franca de Xira ‘\ Deliberaçâo n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ESTRADA INTERMUNICIPAL ENTRE AS BRAGADAS E OS MONJÕES
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo, sobre os transportes, que
aproveita para perguntar o que é que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
está a fazer, em articulação com a Câmara Municipal de Loures, no sentido de dar
algum avanço à estrada intermunicipal entre as Bragadas e os Monjões, que
também está prevista, como se sabe, no Plano Diretor Municipal.
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Municipio Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ZONA RIBEIRINHA ENTRE A PÓVOA DE SANTA IRIA E ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libário, referindo que muito provavelmente os
membros da CDU avançarão com uma proposta, porque consideram que a câmara
municipal não está a dar os devidos passos sobre essa matéria, no sentido de se
avançar com uma solução, do ponto de vista do ordenamento e do planeamento
urbanístico, para a zona ribeirinha entre a Póvoa de Santa Iria e Alverca do
Ribatejo, no sentido da sua reabilitação.
É no sentido da reabilitação para dois usos fundamentais: Por um lado, é recuperar,
do ponto de vista económico, o que é possível e desejável recuperar, havendo
naquela extensa frente ribeirinha áreas devolutas, do ponto de vista industrial, que
têm todas as condições, sobre legislação atual, de serem devolvidas para atividade
económica e para a retoma económica do concelho de Vila Franca de Xira; Depois,
há também áreas que precisam de ser protegidas, e há muito tempo que têm
vindo a insistir com a câmara municipal para utilizar os meios legais que tem ao
seu dispor, estudando, planeando e avançando com propostas em concreto para
acabar com aquele estado de devolução ou de caráter de abandono e de ruína,
como aquele que sucede, por exemplo, com a ex-vidreira ou a Eurofil, na Póvoa de
Santa Iria.
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Vila Franca de Xira Deliberação JQ
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
PROPOSTA - MEDIDA DE APOIO AOS MICRO, PEQUENOS E MÉDIOS EMPRESÁRIOS
DO CONCELHO, NO ÂMBITO DA OCUPAÇÃO DE VIA PÚBLICA E DA PUBLICIDADE
RESPETIVA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que os membros da CDU tinham
hoje a expectativa, porque assim o fizeram na última reunião de câmara, que
pudessem trocar mais algumas opiniões e, se possível, deliberar sobre uma
proposta apresentada pela CDU, no sentido da ocupação de via pública e
publicidade respetiva, para o tecido comercial do concelho, ser isentada até ao
final do presente ano económico.
Como assim não foi, e não fazendo disto um cavalo de batalha para que esta
proposta seja hoje deliberada pela câmara municipal, ainda assim colocam isso à
consideração do Sr. Presidente, apresentam uma proposta nesse sentido, de
acordo com o documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta
parte da ata, para, pelo menos, na próxima reunião, que será em agosto, ser feita
essa devida deliberação, que passa, em articulação com todas as juntas de
freguesia, e para os micro, pequenos e médios empresários, pela isenção de taxas
para a utilização e ocupação de via pública, assim como para a inscrição e afixação
de publicidade diretamente relacionada e no próprio local, com essa mesma
atividade.
Por outro lado, e não menos importante, a transferência de apoios financeiros
iguais às receitas em período homólogo para as juntas de freguesia, não
esquecendo, portanto, que estes fazem parte dos compromissos assumidos no
âmbito dos contratos de execução com as juntas de freguesia.
aod 17
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Reuno de 2020/07/22
Município
Proc2
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Vila Franca de Xira I\ Deliberação flQ____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
DECLARAÇÂO DE CADUCIDADE DA 3 E 4 FASES DO FORTE DA CASA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que depois da declaração de
caducidade, tomada por esta câmara municipal, os membros da CDU gostariam de
saber qual é o futuro que se perspetiva para o local onde esteve prevista a
urbanização da 3 e 4 fases do Forte da Casa.
Perguntam se do ponto de vista do desenvolvimento urbanístico e dos seus
compromissos existe algo que lhe tenha sucedido. Neste momento o terreno está
abandonado, tem algumas infraestruturas, mas, acima de tudo, o que importa
saber para a câmara municipal é qual é o desenvolvimento urbanístico dum local
que já teve um compromisso urbanístico.
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FI. Livro
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RAta 026
Reunião de 2020/07/22
Município Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PROCESSO JUDICIAL NO ÂMBITO DAS CONSTRUÇÕES E ALVARÁS DESENVOLVIDOS
POR JOSÉ MARIA DUARTE JÚNIOR
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que os membros da CDU leram
atentamente a informação prestada pela câmara municipal, designadamente do
seu relatório de atividades à assembleia municipal, e nele encontram,
sistematicamente, a lista de processos judiciais que envolvem a câmara municipal
com terceiros.
Um desses terceiros, que é uma situação do conhecimento público, é o “resgate”,
e diria mesmo que esta expressão não é muito jurídica, mas do ponto de vista
político faz todo o sentido, dos vários milhões de euros que são devidos à câmara
municipal, no âmbito das construções e dos alvarás desenvolvidos pelo antigo
construtorJosé Maria Duarte Júnior, na Póvoa de Santa Iria.
Gostariam de saber em que situação exatamente se encontra este conflito, este
processo judicial que prejudica a câmara municipal, e se o Sr. Presidente poderia
dar uma informação um pouco mais atualizada do que é que isto importa.
Pela memória que tem deste processo estar-se-á a falar de alguns milhões de
euros devidos à câmara municipal, de construção dalgumas infraestruturas
coletivas, como seja uma nova instalação para a junta de freguesia da então Junta
de Freguesia da Póvoa de Santa Iria, entre outras benfeitorias protocoladas e
assumidas entre os vários contratos de urbanização. Gostaria que o Sr. Presidente,
sobre isto que acabou de dizer, referisse se confirma que é isto que acabou de
dizer e se há alguma evolução relativamente a esta matéria, a bem da devolução
de muitos milhões de euros devidos a esta câmara municipal.
Referiu o Sr. Presidente, sobre a expressão “amiga”, que “amigo” é com o Sr.
Vereador, não é com o próprio. A expressão “amigo”, relativamente a esta
questão, é do Sr. Vereador, certamente não é consigo.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que não disse “amigo”.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que pensa que sim.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que acha que não, pede desculpa, mas não se
lembra de ter utilizado essa expressão. Não disse.
Referiu o Sr. Presidente que se apercebeu.
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El. Livro
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Reunião de 2020/07/22
Município
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Vila Franca de Xira Deliberaçao n_____________
Câmara Municipal
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que não disse, de todo não disse, nem com
ironia diria uma coisa dessas.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que então retira o que disse, porque nem
crê que seja do Sr. Vereador, nem seu. Era só para esclarecer.
Referiu o Sr. Vereador que não usou dessa expressão.
Interveio novamente o Sr. Presidente, referindo que se o Sr. Vereador não disse,
retira, foi má interpretação da sua parte.
Retomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libério, pedindo desculpa se pela sua
fonética poderá ter dito alguma coisa parecida a isso, mas, nem de perto, nem de
longe, tinha intenção de se referir a esse construtor como sendo amigo de quem
querqueseja.
Interveio de novo o Sr. Presidente, pedindo desculpa e dizendo que foi sua má
interpretação.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libério que o Sr. Presidente não tem de pedir desculpas,
é que, de facto, a audição também não é fácil neste pavilhão.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo 0K e agradecendo. —
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El. Livro
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Reunião áe2S2O/O7/22
Municipio Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
TUBO DE MASTRO JUNTO À HOSPEDARIA MAIORAL - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, dando os bons dias ao Sr. Presidente e
cumprimentando, na sua pessoa, todos os presentes, bem como quem ouve a
reunião em casa, referindo que dará, antes que lhe passe, uma pequena nota.
Assim, antes de vir para a reunião um senhor que é responsável pela hospedaria
Maioral chamou-lhe à atenção da queda que ontem uma senhora sofreu, mesmo
em frente à hospedaria, que tem a ver com um tubo do mastro que terá estado ou
sido colocado ali, que foi cortado. Até se nota, porque o corte ainda está novo, foi
feito por uma rebarbadora ou qualquer coisa, e a verdade é que tem ali 2 ou 3
milímetros, que até faz confusão como é que se tropeça ali, mas parece que a
senhora tropeçou mesmo e, ou se retira aquilo e põe-se uma pedra ou duas de
calçada, ou então tem que se ir lá mesmo rebaixar o corte do tubo, mais aqueles 2
ou 3 milímetros.
Assim, era só esta a nota, que lhe foi dada mesmo há pouco.
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RAta 029
Reunião de 2020/07/22
Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MOUCHÃO DA PÕVOA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que vai voltar, o que diz ao Sr.
Presidente e querido amigo, Alberto Mesquita, a uma questão que o incomoda
bastante, tendo em conta até aquilo de que foi acusado relativamente ao assunto.
Vai falar, mais uma vez, e infelizmente, do mouchão da Póvoa.
Numa reunião de câmara já quase há cerca de 4 anos, e lembrando-se que se está
a um ano e meio de terminar este mandato, era ainda presidente de junta, e o Sr.
Presidente bem se lembra, como alguns dos que estão presentes, alguns
vereadores que continuaram aqui a sua missão, foi acusado até quase de
criminoso relativamente àquela matéria. É uma coisa que lhe faz agora rir e chorar
ao mesmo tempo, porque, decorrido este tempo todo, assiste-se a nada em relação
à recuperação daquele mouchão e daquela riqueza natural do concelho.
Nunca mais ouviu as mesmas pessoas que o acusaram então de ser responsável
por aquilo que estava ali a acontecer, nunca mais ouviu nada sobre aquele
assunto, o Sr. Presidente já mais do que uma vez manifestou algumas
preocupações e as dificuldades que tem junto da entidade responsável por aquela
área, e a verdade é que se continua no mesmo registo, não acontece nada, e
assiste-se, paulatinamente, e infelizmente, à degradação contínua do mouchão da
Póvoa.
Gostaria de lembrar mais uma vez esta situação, e saber se de algum modo o Sr.
Presidente tem mais alguma notícia um bocadinho mais agradável em relação a
esta matéria.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Rui Perdigão, aproveitando a deixa do Sr. Vereador
Mário Calado para dar uma pequena nota acerca do mouchão da Póvoa.
Os únicos responsáveis ou os mormente responsáveis pelo estado do mouchão da
Póvoa são os proprietários ou os supostos, aqueles que se disseram ser
proprietários dos mouchões, como são sempre os proprietários dos imóveis que os
deixam apodrecer. Não se pode estar décadas sem fazer obras no imóvel, sem
fazer qualquer manutenção ou obras de conservação, e quando o prédio está
prestes a cair ou a arruinar-se dizer-se que não deixam pôr um pilar para o
segurar.
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(4 Reunião de 2020/07/22
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Vila Franca de Xira ( Deliberação n2
Câmara Municipal
Os principais responsáveis foram eles, porque deixaram o dique ruir e degradar-se,
e nunca tiveram nenhuma intenção de recuperar o dique, nem o mouchão, porque
o que sempre houve para ali foram apenas intenções especulativas imobiliárias,
nunca para uso do fim específico a que era destinado, que era agricultura.
Só para acrescentar, o mouchão da Póvoa, ao contrário do que foi aventado
algumas vezes, não tem nenhum problema ambiental, se o tem, que lhe digam
qual é em concreto, pois o mouchão da Póvoa é um sapal, ao redor do qual foi feito
um muro para o proteger da água, e foi enxuto, sendo que o que aconteceu foi que
esse muro, que é o dique, abriu uma brecha ou um buraco, a água entrou e o
mouchão voltou a ser aquilo que era, que era um sapal, paul, o que se quiser
chamar.
Do ponto de vista ambiental não tem contaminação de nada, não está poluído de
nada, não sabe qual é o problema ambiental, e se alguém insistir no contrário,
agradece que concretize qual é esse problema ambiental.
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Reunião de 2020/07/22
Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RECOLHA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo-se, mais uma vez, à recolha dos
resíduos sólidos urbanos, dizendo que o Sr. Vereador Jorge Zacarias, ainda na
última reunião, neste mesmo espaço e no mesmo lugar, fez uma intervenção
interessante do ponto de vista daquilo que são os objetivos da câmara municipal e
do executivo relativamente a esta matéria, mas a verdade é que os membros da
CDU continuam a verificar uma grande falta, pensam que sobretudo de meios,
sendo também verdade que as pessoas continuam a não ter um comportamento
de acordo com aquilo que devem ser as melhores práticas. A verdade é que
continuam a verificar, um pouco por todo o lado, e neste caso foi na visita que
fizeram à Póvoa, na semana passada, uma imensidão de espaços de recolha dos
resíduos sólidos com montanhas de lixo, de cartão, de plásticos, de toda a coisa, e
enquanto não houver um processo de controlo e monitorização destas ilhas, de
quais os contentores que já estão cheios, os que não estão, não sabe se não seria
boa uma situação, mas se calhar é um pouco impraticável ou não haverá gente
para isso.
já agora, antes de o dizer, lembra-se que ainda na segunda-feira reparou que na
rua Vasco Moniz estava um contentor de plástico completamente atulhado, e
estava um senhor seu amigo a querer pôr lá plástico, que se ria e chamava-lhe à
atenção daquilo, pois sabe que o próprio é vereador, e mais à frente, na rua, ou
mais na praceta Vida Ribatejana, também estava uma carrada de resíduos, uma
coisa complicada. —
Pensam os membros da CDU, e reiteram a ideia, de que há, de facto, necessidade
de reforçar os meios de recolha destes resíduos urbanos, pese embora o esforço
todo que são capazes até de reconhecer que o executivo tem feito nesta matéria,
mas é preciso fazer mais, claramente.
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Murcípio ‘1) Proc
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Vila Franca de Xira ‘ 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CONSOLIDAÇÃO DO PARQUE DE ESTACIONAMENTO PRÓXIMO DO MERCADO
MUNICIPAL DO FORTE DA CASA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo, muito rapidamente, que os
membros da CDU pensam há necessidade de consolidação do parque de
estacionamento próximo do mercado municipal do Forte da Casa.
É, de facto, um espaço interessante, mas precisa de ser melhorado e requalificado,
no sentido de dar melhores condições de estacionamento a quem dele faz uso.
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Município V)
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PODA DE ÁRVORES - FORTE DA CASA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que regista, no Forte da Casa, uma
poda de árvores claramente feita fora de tempo, porque não é tempo de fazer
podas a árvores em julho.
Portanto, há qualquer coisa que não está bem.
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Reunião de 2020/07/22
Município )4J1J Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CRIAÇÃO DE NOVOS PARQUES INFANTIS - FORTE DA CASA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo-se ao Forte da Casa, dizendo que
os membros da CDU propõem que seja, de facto, elaborado um plano de criação de
novos parques infantis para o Forte da Casa, que é uma necessidade premente
também naquela área do concelho.
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Reurãod O2O/O7/22
Município 4—) f fl A Proc2
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de / J4IVVila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal *
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REABILITAÇÃO DA MATA DOS CANIÇOS
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo-se a uma necessidade, que é a de
reabilitação paisagística da Mata dos Caniços, que claramente ficou danificada
após a construção do viaduto. Assim, é necessário que, tão breve quanto possível,
se reabilite paisagisticamente aquela zona.
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Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
APOIO AO SETOR CULTURAL
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, dando os bons dias ao Sr. Presidente, a
todos os que estão presentes, trabalhadores da câmara municipal e quem
acompanha a reunião em casa, dizendo que começaria por referir este momento
aflitivo que os trabalhadores do setor da cultura estão a passar, em primeira
instância pelos problemas criados, obviamente, pela epidemia, que só vieram pôr a
nu a precariedade do setor, e, em segundo lugar, pela inação do poder central, que
não foi capaz de arranjar nenhuma solução que abrangesse e protegesse todos os
setores culturais, que viram dum momento para o outro os seus rendimentos
reduzidos a zero.
Neste quadro, foi aberto um concurso para apoios à programação cultural em rede
no âmbito do Portugal 2020, ao qual as autarquias estão habilitadas a concorrer, e
cuja primeira fase se dará até ao próximo dia 8 de agosto. Estes apoios contarão
com uma taxa de financiamento de 100% no primeiro ano e de 95% no segundo,
caso a programação cultural tenha sido cumprida, podendo-se também ler na
informação destes concursos que é pretensão dos programas operacionais
regionais contribuírem para a preservação dos valores culturais, através da sua
conservação e valorização turística, enquanto fatores de competitividade no
modelo regional de desenvolvimento económico, apoiando essas mesmas
iniciativas culturais.
Querem os membros da CDU então perguntar que diligências é que a autarquia já
efetuou, de forma a se candidatar a estas verbas europeias, e assim apoiar os
agentes culturais do concelho, e se, de facto, já se candidatou, com o que é que se
candidatou.
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FI. Livro
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Reuniãoe2Ó2O,O7/22
Munkípio
1!)
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Vila Franca de Xira ‘ L Deliberaçao n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RECINTO PARA ATIVIDADES CULTURAIS NA PÓVOA DE SANTA IRIA
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, referindo-se à freguesia da Póvoa de Santa
Iria e à freguesia do Forte da Casa, mencionando que os membros da CDU têm sido
confrontados, nomeadamente por moradores da Póvoa de Santa Iria, com a
inexistência dum recinto de grandes dimensões para atividades culturais e até
outros eventos, que consiga responder às crescentes necessidades da zona.
É entendimento dos moradores e também da CDU que são precisas mais
condições, não só para os eventos que já existem, como até para projetar outros e
assim dar mais vida cultural e social àquela freguesia.
Tem o executivo da câmara municipal conhecimento desta carência dos
povoenses? O que é que tem planeado para dar resposta a isso?
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RAta 038
Til JjJ1 Reunião de 2020/07/22
Município AV Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ORATÓRIO DE SÃO JERÓNIMO E LAPA DO SENHOR MORTO - PÓVOA DE SANTA IRIA -
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, referindo que os membros da CDU voltam
a querer trazer um problema que já veio a reunião de câmara várias vezes, e em
várias alturas ao longo de muitos anos, mas que apesar disso carece de resolução.
É um assunto que foi empurrado desde o início do IPPAR - Instituto Português do
Património Arquitetónico, para o IGESPAR - Instituto de Gestão do Património
Arquitetónico e Arqueológico, para a DGPC — Direção-Geral do Património Cultural,
e, enfim, em 2020 ainda se está na mesma situação.
Está a falar, obviamente, da degradação do Oratório de São Jerónimo e da Lapa do
Senhor Morto e das sucessivas promessas de requalificação deste património.
Queriam então perguntar em que ponto está esta situação e qual o plano para a
preservação deste espaço.
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Reunod620/07/22
Municipio ) jjjV 1 Proc2
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de 1V
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REQUALIFICAÇÃO DA ENVOLVENTE DO CENTRO INTERPRETATIVO DO REDUTO N
38-FORTEDACASA
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, referindo-se ao tema da requalificação,
dizendo que um espaço de que há muito se tem falado é o largo do Forte da Casa,
a envolvente do centro interpretativo do Reduto n2 38, onde, mais uma vez, e
também pondo-se os vereadores da CDU ao lado das exigências da população,
voltam a trazer a proposta e a necessidade de mais dinamização deste
equipamento.
Este equipamento, nomeadamente o centro interpretativo, custou na altura cerca
de 186 000,00€, e continua a ter, como já tinha na altura, todo o potencial para ser
um marco determinante para a população do Forte da Casa, assim haja vontade de
envolver essa população, com a sua própria história enquanto gentes. A esta
dinamização não pode estar alheia também, por exemplo, a criação dum percurso
pedonal oficial, divulgado e dinamizado entre os Fortes ns 25, 36 e 39.
Sendo esta estrutura das Linhas de Torres um marco histórico da freguesia, é
indispensável que a autarquia, na prática, o reconheça, com intervenção, como
pilar fundamental da identidade deste concelho.
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FI. Livro --
a RãoMunicípio 1 Proc2
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de (
Iv -________Vila Franca de Xira Deliberaçao n°_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ESPÓLIO DO ANTIGO LAGAR DE AZEITE - FORTE DA CASA
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, referindo que uma preocupação que os
membros da CDU têm, relativamente à identidade da freguesia do Forte da Casa,
concerne à localização do espólio do antigo lagar de azeite, onde hoje existe o
centro comercial que alberga o IAC — Instituto de Apoio à Comunidade.
Queriam perguntar, até porque é uma preocupação também dos moradores, onde
éque está esse espólio. — —
Aproveitam para perguntar também qual o uso que se prevê dar aos terrenos que
foram cedidos ao IAC, no Forte da Casa, e que até hoje ainda não tiveram
utilização.
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• IIÂI
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Município JY’1 proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERIODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ESTRATÉGIA DE REQUALIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, referindo que finaliza abordando a
necessidade de ser criada uma estratégia de requalificação de equipamentos
desportivos, nomeadamente as necessidades de colocação de pisos sintéticos que
afetam 2 clubes do concelho, com consequências danosas, nomeadamente com o
fim das camadas jovens no Bragadense e o fim total da prática de futebol no caso
doAlhandra.
Sobre o Bragadense, não há nenhum apoio deliberado para a instalação do
sintético no campo do clube, portanto, os membros da CDU entendem que essa
deliberação é uma necessidade, neste caso, assim como nos outros casos
pendentes, até na sequência do que disseram na última reunião de câmara, para
que possa haver uma luz ao fundo do túnel para os clubes nesta situação, e não
apenas eventuais promessas, que acabam por ficar no ar, porque, como diz o
ditado, “palavras leva-as o vento”.
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FI. Livro
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RAta 042
ti ) Reunião de 2020/07/22
Município 14 1A Proc9
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de
Vila Franca de Xira / V Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ROTURA DO COLETOR DA EPAL
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, dando os bons dias a todos, referindo que
volta a insistir num assunto, o qual já havia indagado da última vez que esteve
numa reunião de câmara, tendo a ver com a conduta da EPAL.
O evento já ocorreu, salvo erro, há pouco mais de mês e meio, todavia ainda não
se sabe a razão daquela rotura, e o Bloco de Esquerda agradece, se a câmara
municipal já tiver uma explicação, que a dê, sobretudo porque o arrelia que este
evento se possa repetir, considerando que está sempre em causa a segurança de
pessoas e bens. Viu-se bem a violência do que aconteceu, mas felizmente não
ocorreu nada substancialmente mais grave.
Não entende porque é que a EPAL, até há pouco tempo, ainda não sabia a razão ou
o motivo da rotura, e se não sabia questiona porque é que assumiu, no mesmo dia
e de imediato, as responsabilidades. Uma pessoa assume as responsabilidades se
houver razão, se estiverem por apurar, diz que vai apurar, supõe o próprio.
Também, até hoje nunca ninguém deu uma explicação cabal do porquê de a
conduta do Alviela ter sido desativada, se é porque não faz falta para o
abastecimento da cidade de Lisboa, ou se é por ser antiga, ter perto de 140 anos, e
o seu custo de manutenção ou de recuperação ser extremamente caro.
Questiona também quais são as implicações que isto tem nas restantes condutas,
que por sua vez vão receber o volume de água que era levado a Lisboa nesta
conduta. Isto tem efeitos, ou pode ter, quer na pressão, quer no aumento do
volume de água nessas condutas, e dependendo do estado de conservação dessas
condutas podem ou não acontecer incidentes idênticos a este que ocorreu há
pouco tempo.
É importante saber porque é que a conduta do Alviela foi desativada, o Bloco de
Esquerda precisa de saber se foi de propósito ou não, para depois ser lá colocado o
oleoduto, se foi feito ad hoc para isso ou não.
A população do concelho tem manifestado receios e preocupações quanto à
instalação do oleoduto, por conseguinte é importante que seja esclarecida e, se for
caso disso, também tranquilizada acerca da segurança do oleoduto.
Tem a sua opinião pessoal, pode dizer que não o incomoda, ele até passa à sua
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FI. Livro
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Á) Reurâode 2&20/07/22
Município 7) Proc
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Vila Franca de Xira 1 Deliberaçâo n2____________
Câmara Municipal
porta, não é o caso de lhe poderem vir dizer que concorda porque não passa à sua
porta, o seu caso é esse, porque confia na técnica. Nunca existe 100% de
segurança, mas porque existem, da parte dos munícipes, receios e preocupações,
é importante que eles sejam esclarecidos, e a sua opinião pessoal aqui tem a
relevância que tem.
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FI. Livro —
W RAta 044fiji! Reunião de 2020/07/22
Município
Proc2
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de fiji
Vila Franca de Xira ‘ V Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ROTAS DAS LINHAS DE TORRES VEDRAS
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo, sobre as rotas das Linhas de
Torres Vedras, que o Bloco de Esquerda teve conhecimento que houve um projeto
da câmara municipal que foi submetido ao Turismo de Portugal para a criação de
percursos pedestres para inserir nas pequenas e grandes rotas pedestres, e a
informação que tem é que o projeto foi chumbado.
Neste sentido, perguntam se é, de facto, verdade, e quais as razões da reprovação.
Em alternativa, considera sempre e pergunta porque é que a câmara municipal não
poderá estabelecer essas rotas por si mesma, pois está a falar de coisas
relativamente simples, como a marcação de percursos e sinalética. A câmara
municipal não tem necessariamente de ficar dependente dos apoios do Turismo de
Portugal.
aod 34
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FI. Livro
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FI.Ata 045
Reunião de 2020/07/22
Município i li À Proc2
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de LIIV1
Vila Franca de Xira 4 y Deliberação ri2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ASSUNTO DA ANTERIOR REUNIÃO DE CÂMARA - ABERTURA DE NEGOCIAÇÃO PARA
AQUISIÇÃO DE TERRENO NA PÓVOA DE SANTA IRIA - FORNECIMENTO DE PLANTA---
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que na última reunião de câmara o
Bloco de Esquerda aprovou um documento que era, salvo erro, para abertura da
negociação para aquisição de um terreno na Pávoa de Santa Iria, perto da estação
de comboios.
Na altura o voto favorável foi quase com uma condição, que lhe fosse fornecida
uma planta com a delimitação exata, concreta, do terreno, pois o que foi fornecido
então foi uma descrição e o Bloco de Esquerda precisa de saber em concreto qual
é o terreno, o prédio que está em causa.-—
Foi-lhe dito que seria enviada no mesmo dia, e também não exigiria tanto, mas até
hoje ainda não recebeu esse documento e reitera o pedido.
aod 35
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a AI ReunodMunicípio AI/VI Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação nQ_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
MURO DE CONTENÇÃO JUNTO À EN1O - ALHANDRA
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo-se a um muro de contenção em
Alhandra. Para quem vem de sul para norte, a seguir ao viaduto da Cimpor, é o
muro que está junto duma moradia, do lado esquerdo, entre a EN1O e a
autoestrada, e esse muro apresenta sérias debilidades. Tem muitas rachas e
fissuras, está em cima da EN1O, tem cerca de 10 metros de altura, numa extensão
talvez de 10 metros.
Pede à câmara municipal que tome medidas preventivas, de segurança e, se
necessário, uma estabilização temporária, uma contenção temporária desse muro
até que seja reparado ou reconstruído, porque nunca se sabe quando é que pode
estar na iminência de ruir sobre a estrada nacional, pois confina mesmo com a
estrada nacional e tem uma ceda extensão e altura, como mencionou, podendo
provocar alguma tragédia que todos querem evitar.
Assim, no âmbito das responsabilidades da câmara municipal quer que isso seja
prevenido e evitar certas situações, como já aconteceram em certos pontos do
país, e não vai mencionar quais.
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FI. Livro
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RAta O47
li 1 Reunião de 2020/07/22
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ESTUDO DO IMPACTO AMBIENTAL DA COINCINERAÇÃO NA CIMPOR
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que há pouco tempo, salvo erro no
dia 29 de junho, foi apresentada uma síntese do estudo do impacto ambiental por
causa da coincineração na Cimpor, em Alhandra. —
Deu uma breve vista de olhos, mas recorda que a licença ambiental da
coincineração da Cimpor caducou em outubro de 2017, a legislação respetiva não
prevê a prorrogação da licença, é taxativa, a licença cessa quando acaba o prazo
dela, não há prorrogações.
O Bloco de Esquerda já indagou a APA — Agência Portuguesa do Ambiente, ou
entidade responsável, qual foi a fundamentação legal para a prorrogação do prazo
da licença, sendo que, no fundo, já está prestes a fazer 3 anos após o termo dessa
licença e a Cimpor continua a coincinerar resíduos, com uma licença que neste
momento já não seria aplicável, porque quando foi aprovada era de acordo com
uma outra legislação, que agora é mais rigorosa. Não sabe quando é que isto vai
acabar, se calhar é daqui a 10 anos.
Sobre aquilo que viu nesse documento, há algumas coisas que teme que a câmara
municipal tenha de acautelar, e a população também. Na altura, quando consultou
o processo, o que foi pedido pela Cimpor foi a renovação da licença, e o que está
aqui em causa é o aumento da queima de resíduos não perigosos, que é outra
coisa, isto implica uma alteração à licença, por isso é que ela está a ser mais
morosa na sua deliberação.
São 2 fornos que estão a ser utilizados na coincineração, e aquilo que é proposto é
um forno passar a usar 70% de resíduos na sua coincineração e outro forno, que é
o forno 7, 90% de resíduos como combustível. Isto já está mais perto da
incineração do que da coincineração. Um forno queima 90% de resíduos como
combustível, quer dizer que se “mete” ali um pozinho,. só para dizer que se está a
queimar mais qualquer coisa, logo, está a coincinerar e muda o enquadramento
legaL
Esta é uma coisa que o Bloco de Esquerda haverá de contestar.
Por outro lado, o mesmo relatório afirma que há alterações nas emissões
atmosféricas pela troca de combustível, e por outro, relativamente a impactos, é
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Município
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Câmara Municipal
alegado que não são expectáveis alterações expressivas nos valores para todos os
poluentes em estudo. Ora, não é a mesma coisa queimar carvão do que queimar,
por exemplo, borracha, como está previsto, entre outros resíduos. Dando um
exemplo, empiricamente tangível a todos, assam-se sardinhas com carvão e não
passa pela cabeça de ninguém assar sardinhas com borracha, até pelos químicos
que ficavam no alimento. São coisas diferentes. Portanto, não se pode concluir que
não há alterações, e isto duma maneira sensível e simples.
Também não está clara, nem fechada, a impossibilidade da importação de
resíduos, porque se fala, como medida de minimização do impacto, da utilização de
combustível a partir de resíduos nacionais, mas depois tem uma condicionante,
desde que disponíveis e compatíveis com as técnicas económicas deferidas.
Portanto, o Bloco não quer surpreendido, como o Sr. Presidente da Câmara
Municipal da Azambuja, quando licenciou um aterro, dizendo que não sabia, e está-
se a importar resíduos.
O Bloco volta a dizer que o concelho, e já o disse imensas vezes, não se cansa de
sublinhar, não é o caixote do lixo. Por isso, exige que a câmara municipal aqui
tenha algum cuidado na posição que venha a tomar.
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Vila Franca de Xira Deliberação nQ____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTA ÀS QUESTÕES COLOCADAS NO PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E
ASSUNTOS EM QUE SE PRETENDE INTERVIR NA ORDEM DO DIA
Interveio o Sr. Presidente, referindo, após a intervenção do Sr. Vereador Rui
Perdigão, que terminou o tempo, e tem a dizer que, não sendo record, foram mais
de 40 perguntas. Assim, se os Srs. Vereadores querem respostas claras,
inequívocas, objetivas, se calhar têm de repensar que este período antes da ordem
do dia tem de ser mais comedido.
Contudo, cada um fará aquilo que bem entender e o executivo responderá áquilo
que puder responder, na medida em que são muitas perguntas, e não se julgue
que, aqui, tem as respostas todas no imediato, Os Srs. Vereadores fizeram as
perguntas, e há algumas questões que certamente vão ficar por responder, mas é
oqueé.
Tendo o Sr. Vereador Rui Perdigão pedido para intervir, continuou o Sr. Presidente,
mençionando que agora está a falar, ouviu-se com toda a atenção, o Sr. Vereador
foi muito minucioso na apresentação das questões que quis colocar, ninguém o
interrompeu, e agora vai ter a bondade de o ouvir, pois é o próprio que está a
presidir à reunião.
Disse o Sr. Vereador Rui Perdigão que era só referente a essa exposição que o Sr.
Presidente fez agora, é só por isso, se lhe permitir falar.
Respondeu o Sr. Presidente que não dá a palavra, está a fazer uma constatação,
não está a dizer mais nada. Foram mais de 40 perguntas, algumas encadeadas
umas nas outras, são muitas, e aquilo que quer dizer é que efetivamente os Srs.
Vereadores não estejam à espera de que o presidente e os vereadores que estão a
gerir a câmara municipal tenham as respostas todas na ponta da língua. Enfim, é o
que é, e, mais uma vez, o que diz é que em próxima oportunidade tem de se
encontrar uma solução mais adequada para o efeito, porque não vai responder,
uma vez que o tempo já passou, e vai-se entrar na ordem do dia.
Continuou, referindo que na ordem do dia há pedidos de intervenção nos pontos 2,
3, 5, 6, 8, 16, 22, 32, 36, 37, 38, 39, 43 e 45.
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Vila Frar de Xira Deliberação n2 237
Câmara Municipal
Assunto: ATA N 14/2020, DA REUNIÃO DE CÃMARA ORDINÁRIA DE 2020/06/24
Presente para aprovação a ata n 14/2020, da reunião de câmara ordinária de
2020/06/24, com dispensa da sua leitura, por ter sido previamente distribuída a
todos os membros.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n9 14/2020, da reunião de câmara
ordinária de 2020/06/24, não tendo participado na votação os Srs. Vereadores
Jorge Zacarias, Alexandra Tavares, André Arrojado e Rui Perdigão, por não terem
estado presentes.
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FI.Ata
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Vila Franca de Xira Deliberaçao n2 2 XX
Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIO À DIVISÃO POLICIAL DE VILA FRANCA DE XIRA DA
POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA NO DOMÍNIO DOS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
INFORMÁTICOS
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/07/16, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
atribuição de apoio à Divisão Policial de Vila Franca de Xira da Polícia de Segurança
Pública no domínio dos equipamentos e materiais informáticos, cedendo e
disponibilizando, por doaçâo, g computadores Deli Optiplex 3070, Service Tags, 1
computador Deli Optiplex 5070, Service Tag e 10 monitores Deli E2220H,
integrando os mesmos atualmente o património e o inventário municipal de bens
móveis, transitando para o património e inventário de bens móveis da Polícia de
Segurança Pública, afeto à Divisão Policial de Vila Franca de Xira, sendo o valor
atribuído de 6 500,00€, e encontrando-se os bens móveis doados em estado novo.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que se está a deliberar sobre a
atribuição de 10 computadores à Polícia de Segurança Pública, tem-se uma
argumentação sólida para poder justificar esta atribuição, e naturalmente que a
CDU vai votar favoraveimente, mas parece-lhe, claramente, que esta é uma
competência muito mais do poder central do que do poder local.
Os membros da CDU lamentam que as autarquias, em permanência, se tenham de
substituir ao poder central para que aquilo que são as suas competências
funcionem da melhor forma possível. O voto é favorável, crê que isso é o mais
importante, mas naturalmente que também não podem deixar de olhar para este
ponto, exatamente fazendo a ponte com aquilo que propuseram no período antes
da ordem do dia, acham bem que se dê, acham que devia ser o poder central a
atribuir estes 10 computadores, mas não inviabilizam de forma alguma que a
câmara municipal dê este apoio, porque é ao concelho que a PSP está a proteger.
Contudo, isso quer dizer que nas câmaras municipais mais pobres, que não tenham
esta capacidade financeira, as outras pessoas não estarão tão protegidas ou não
serão tão bem servidas como neste concelho, e isso é uma coisa que nenhum dos
presentes defende.
Cada um tem de assumir as suas responsabilidades e esta é, claramente, do poder
central.
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Interveio o Sr. Presidente, mencionando que não pode estar mais de acordo,
efetivamente há matérias em que o Ministério da Administração Interna, que é
quem tutela esta matéria, mas é o Estado no seu todo, deveria ter um outro olhar.
Contudo, também diz à Sr Vereadora que ainda bem que a câmara municipal tem
condições de o fazer, porque, se não o fizesse, a população estava prejudicada na
ação dos agentes da PSP, que diariamente fazem um trabalho notável para que o
concelho seja reconhecido como um dos mais seguros, diria mesmo do país.
De facto, os municípios têm-se substituído em muitas matérias, não só nestas,
como em muitas outras, mas, apesar de dar toda a razão à Sr Vereadora, se se
estiver à espera as populações é que ficam a perder.
Pensa que este é um momento em que a própria PSP muito ficará reconhecida,
certamente, pelo voto de aprovação unânime desta câmara municipal a uma
necessidade que foi colocada, julgando o próprio que a PSP, através desta
aprovação, vem melhorar as suas condições de trabalho.
Se seguida, pôs o ponto à consideração da câmara municipal, perguntando quem
vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
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Vila Franca de Xira Deliberação n 289
Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO EXTRAORDINÁRIO AO
FUNCIONAMENTO E ÀS ATIVIDADES - CAJIXIRA - CENTRO DE APOIO À JUVENTUDE E
ÀINFÂNCIADEVILAFRANCADEXIRA
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/07/16, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
atribuição de um apoio financeiro extraordinário anual, na modalidade de
subvenção, à Instituição Particular de Solidariedade Social designada por Cajixira —
Centro de Apoio à Juventude e Infância de Vila Franca de Xira, no montante de
6 000,00€, com início no ano em curso, destinando-se ao apoio, ao custeio e
pagamento de despesas logísticas e materiais subjacentes ao seu funcionamento,
e bem assim à prossecução de atividades sociais, educativas, culturais, desportivas
e recreativas por parte da instituição, bem como da minuta do respetivo protocolo
decooperação.
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à CDU.
A Sr Vereadora Regina Janeiro interveio, pedindo desculpa e dizendo que quando
fez as bolas à volta dos pontos em que os membros da CDU iam falar não se estava
a guiar pela última versão, mas não quer intervir neste ponto. Pede desculpa, pensa
que é a última falha, mas não vão intervir.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que está muito bem e agradecendo, dando a
palavra ao Sr. Vereador Rui Perdigão.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Rui Perdigão, mencionando que, pelo que
percebeu, a câmara municipal irá dar um apoio que será para efeitos de
contratação de pessoal, porque a Segurança Social impôs a contratação dum
quadro mínimo. O Bloco de Esquerda considera que, se se está a dar esse apoio
extraordinário, que os contratos subsequentes, em contrapartida, deverão ter
também, pelo menos, a duração desse apoio, uma vez que será para esse fim.
Também quer perceber, em concreto, se for possível responder ou esclarecer, se
este quadro de pessoal que é imposto pela Segurança Social tem a ver com o
número de crianças, o número de voluntários ou o tipo de instituição.
Respondeu o Sr. Presidente que há um esclarecimento a fazer. Este apoio é única e
exclusivamente no âmbito da atividade social que a Cajixira desenvolve, na
especificidade da sua ação de há muitos anos a esta parte. É nesse contexto social
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Câmara Municipal
que este apoio é colocado à consideração da câmara municipal, e pensa que é um
apoio necessário, tendo em vista as dificuldades que se estão a atravessar, fruto da
pandemia. A situação já não era fácil anteriormente, mais difícil ficou e mais difícil
ainda ficou com algumas exigências, efetivamente, da Segurança Social.
Neste contexto todo, na reunião que teve com os órgâos diretivos da Cajixira foi-lhe
explicado muito bem, foi fundamentado, a documentação que foi entregue também
atesta justamente aquilo que acabou de dizer, e, das duas uma, ou havia este apoio
da parte da câmara municipal ou a Cajixira tinha de cessar a sua atividade.
Obviamente que quem ficava a perder eram as muitas dezenas de crianças que
veem na Cajixira uma possibilidade de desenvolver a sua atividade em termos de
estudos e de ajuda, neste Centro de Apoio à juventude e Infância.
Não é, pois, propriamente aquilo que o Sr. Vereador Rui Perdigão referiu, para
pagar recursos humanos, é, no contexto geral do apoio social que a Cajixira
desenvolve. Não sabe se respondeu concretamente à questão, mas o que está
subjacente a esta proposta é a atividade social que esta instituição desenvolve.
Terminou, pondo o ponto à consideração da câmara municipal, perguntando quem
vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. --
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Reunode d2!2722
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de VVila Franca de Xira Deliberação n2 290
Câmara Municipal
Assunto: ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO EXTRAORDINÁRIO DESTINADO À
REMODELAÇÃO DO ELEVADOR DO EDIFÍCIO SEDE - SOCIEDADE FILARMÓNICA
RECREIO ALVERQUENSE
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/07/16, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para aprovação da
atribuição de um apoio financeiro extraordinário à Sociedade Filarmónica Recreio
Alverquense, a título de subvenção e no montante de 2 800,00€, relativo à
remodelação do elevador existente no seu edifício sede, com modernização e
substituição integral do respetivo operador de portas.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
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Vila Franca de Xira Deliberação 291
Câmara Municipal
Assunto: EMISSÃO DE PARECER FAVORÁVEL AO PEDIDO DE DECLARAÇÃO DE
UTILIDADE PÚBLICA APRESENTADO PELA ASSOCIAÇÃO CULTURAL DESIGNADA POR
CEGADA - GRUPO DE TEATRO
Presente a proposta do Sr. Presidente, datada de 2020/07/16, documento que se
anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para reiterar o
parecer proferido por via da deliberação tomada por esta câmara municipal em 9
de novembro de 2016, e aprovação da emissão de novo parecer favorável ao
pedido de declaração de utilidade pública apresentado pelo Cegada — Grupo de
Teatro, na esteira da antecedente.
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, dizendo que antes de começar a falar do
ponto queria fazer só um pequeno reparo, e vai ser curto.
Assim, se há tantas perguntas no período antes da ordem do dia, é porque não há,
se calhar, a envolvência necessária dos outros eleitos...-
Interrompeu o Sr. Presidente, pedindo desculpa, mas dizendo que se está no ponto
5, se o Sr. Vereador tem alguma questão a colocar neste ponto, que faça o favor,
quanto ao período antes da ordem do dia, já lá se irá.
Retomou a palavra o Sr. Vereador André Arrojado, referindo que tudo bem, os
membros da CDU irão obviamente votar a favor, e não podem deixar de
reconhecer, mais uma vez, a resistência e a resiliência de há muitos anos deste
grupo de teatro pelo desenvolvimento do teatro no concelho e no país,
ultrapassando vários obstáculos que se foram pondo no seu caminho.
Porém, não podiam deixar de referir que esses mesmos obstáculos são,
infelizmente, colocados muitas vezes pelo próprio poder central, que não
reconhece o acesso à cultura como um direito básico e uma necessidade
fundamental e universal da população, o que leva a uma escassez na seriedade
com que se apoiam os agentes culturais, relegando-os, e à cultura, para segundo e
terceiros planos.
Um setor cultural saudável é, e pensa que toda a gente reconhece, um elemento
essencial para uma democracia saudável, aliás, como está consagrado na
Constituição. Portanto, a inexistência duma política para a cultura acaba por ser
uma opção polftica, de prioridades, demonstrada na prática pelo desinvestimento
gradual na cultura, posto em prática por sucessivos governos ao longo destes
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anos, e que tem posto os agentes culturais, do cinema ao teatro, e noutros
âmbitos, como é o caso do Cegada e de outros grupos de teatro e artísticos, numa
grave situação financeira, que lamentam. —
Esta opção política tem claramente um objetivo, que é o de mercantilizar e
industrializar a cultura, retirando-lhe a independência e subjugando-a a ideias
dominantes e a lógicas de mercado. O que vende mais é melhor, e assim reduz a
diversidade da oferta.
O PCP, na Assembleia da República, e os eleitos da CDU, nas autarquias, têm-se
oposto sempre a esta lógica, e fazem propostas, nomeadamente a exigência do
objetivo de 1% do orçamento ser disponibilizado para a cultura, e, nas autarquias,
propondo e lutando ao lado dos agentes culturais, para mais e melhor
programação cultural para as populações.
Por isso, estão e estarão ao lado do Cegada, bem como de outros grupos de teatro
do concelho, nas suas justas reivindicações, para que o acesso à cultura seja
universalizado, e todos aqueles que nela trabalham se vejam livres da
precariedade e incerteza que a sua profissão tem acarretado.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, mencionando que pensa que esta declaração
de utilidade pública será um passo mais para que o grupo Cegada obtenha o apoio
necessário da DGArtes — Direção-Geral das Artes, e para o Bloco de Esquerda a
utilidade pública é inquestionável, atendendo àquilo que sabe, O que pergunta é:
Como é que estão os restantes processos, relativamente à legalização do edifício?
São outros processos que estão a decorrer, que visam também solucionar esta
pequena quezília, equívoco, com a DGAftes ou a Ministra da Cultura, não sabe.
Enfim, gostaria de ter um balanço da situação, em que pé é que está tudo, para se
chegaraessefim. —
O Sr. Presidente interveio, dizendo que, efetivamente, a questão da cultura, em
Vila Franca de Xira, é vista, em termos daquilo que a câmara municipal tem feito,
como uma área de grande importância. Sobre o acesso à cultura, tem vindo a fazer
um esforço bastante grande para apoiar os agentes culturais, e pôs à consideração
também de toda a população uma agenda cultural muito diversificada, que permite
usufruir de bons espetáculos em vários domínios.
Assim, no que diz respeito a Vila Franca de Xira, no ponto de vista do executivo
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Câmara Municipal
está-se a fazer o trabalho que lhe compete realizar.
Quanto ao objetivo de 1% do Orçamento do Estado, tanto quanto sabe é uma meta
que este Governo quer atingir, não sabe se vai ser possível ou não, tendo em vista
agora as questões que se estão a atravessar, de qualquer modo, daquilo que sabe,
da informação que lhe chegou, o Governo tem intenção de ir até um pouco além
desse 1%, mas ver-se-á.
Sobre desta declaração de utilidade pública, já não é a primeira vez que vem à
reunião de câmara, é, salvo erro, a segunda vez que se traz esta declaração de
utilidade pública. Este processo já foi desencadeado uma vez, e nessa altura, está
a falar, se calhar, há cerca de 4 anos, por aí, a candidatura, por razões que a
câmara municipal não entendeu, não foi considerada.
O Cegada vai voltar a candidatar-se, para o efeito é essencial que todos aprovem
esta declaração de utilidade pública, como um documento fundamental para incluir
nessa mesma candidatura, e espera que desta vez seja reconhecida a utilidade
pública a este grupo teatral.
Relativamente ao espaço onde o Cegada desenvolve a sua atividade, é outra
questão, que nada tem a ver com o reconhecimento de utilidade pública, são
coisas completamente distintas. É evidente que se está a trabalhar no sentido
daquele espaço ter as condições exigíveis pela tutela, e é uma matéria que
também se tem vindo a conversar com o Sr. Presidente da junta de Freguesia da
União das Freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho, para se resolver uma
situação que ainda está pendente. Está convicto que haverá de se conseguir
ultrapassar uma questão que, do ponto de vista da câmara municipal, é uma
pequena questão relativamente ao contexto do processo que se tem entre mãos.--
Está-se a trabalhar na elaboração dum projeto que permita a certificação
necessária para o desenvolvimento da atividade, no atual espaço do teatro
Cegada.
Terminou, colocando, não havendo mais nenhuma questão, o ponto à
consideração, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é
aprovado por unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente. -
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Município / Proc2
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Câmara Municipal
Assunto: PROGRAMA DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO - QUOTA
INSTITUCIONAL2O2O
Presente a proposta da Sr Vereadora Fátima Antunes, datada de 2020/07/14,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata,
para aprovação do apoio às associações do concelho, através do pagamento da
quota institucional 2020, no âmbito do Programa de Apoio ao Movimento
Associativo. —
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que será muito breve, dizendo que
o Bloco de Esquerda verifica que agora são suspensas da listagem de quotização
institucional algumas associações e agremiações, por motivo da falta de
apresentação de relatórios de contas. Verifica que algumas já não apresentam
relatórios desde 2008, 2007, pelo que questiona se agora foi o tempo de averiguar
esta situação.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, dizendo que não ouviu bem a
questão. —
Mencionou o Sr. Vereador Rui Perdigão que o Bloco de Esquerda verifica que há
bastante tempo que havia entidades que não apresentavam relatórios de contas, e
agora essas entidades são suspensas da lista de quotização. A pergunta é se só de
tempos a tempos é que se faz a verificação destes factos, pois fala-se de factos de
há 14 ou 13 anos atrás, por exemplo.
Retomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, cumprimentando, em primeiro
lugar, todos os presentes, todos os que seguem a reunião em casa, referindo que
esta questão da quota institucional está prevista no regulamento do PAMA. e de
todas as questões que estão previstas nos seus artigos, uma das obrigações das
instituições, para poderem receber este valor da quotização, é fazerem todos os
anos a entrega dos relatórios de contas.
Todos os anos isto vem à reunião de câmara, e todos os anos é verificada esta
questão da entrega ou não dos relatórios de contas, assim como as outras
questões que vêm referidas. Há instituições que, entretanto, suspenderam a
atividade, eventualmente podem ter sido dissolvidas, e todos os anos se faz esta
atualização.
Este ano, em particular, quem não fez a entrega ainda do relatório de contas não é
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Municipio ( it 1\J\ Proc2
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Vila Franca de Xira F Deliberação fl2____________
Câmara Municipal
penalizado neste aspeto, como é óbvio, porque estes prazos foram prorrogados,
mas o que está em questão é que há uma série de instituições que já não fazem
esta entrega desde os anos que estão referidos, algumas desde 2006, 2007, 2010,
conforme está bem apontado e referido no documento.
Assim, pensa que esclareceu.
Interveio o Sr. Presidente, passando o ponto à votação, perguntando quem vota
contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da Sr Vereadora
Fátima Antunes. —
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Município Proc
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de Ali
Vila Franca de Xira V Deliberação n 293
Câmara Municipal
1. Assunto: REGULAMENTO SOBRE DIVERSAS ATIVIDADES SUJEITAS A CONTROLO
PRÈVIO MUNICIPAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 94/20, de
14/07, da DAMAE, para aprovação, após consulta pública, do Regulamento Sobre
Diversas Atividades Sujeitas a Controlo Prévio Municipal, e posterior remessa à
assembleia municipal para aprovação nos termos da lei.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 94/20, de 14/07, da
DAMAE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. —
5. Disposições legais aplicáveis: —
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente. —
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(1 Reurãodd i62o1o7/22
Município Proc2 DCTAE.00TM.030.
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2 4;, 4
Câmara Municipal
1. Assunto: FEIRA ANUAL DE OUTUBRO 2020 - SELEÇÃO DE CANDIDATOS COM LUGAR
ATRIBUÍDO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 196/20, de
09/07, da DT/SOE, para aprovação da seleção de candidatos com lugar atribuído na
Feira Anual de Outubro 2020, de acordo com o n2 6, do artigo 10 do Regulamento
de Feirantes, e com o n2 6, do artigo l2 do Regulamento de Equipamentos de
Diversões e de Outros de Natureza Lúdica da Feira Anual de Outubro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 196/20, de 09/07, da
DT/SOE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que este ponto é relativo à Feira de
Outubro, ainda se está a um pouco de lá, mas, uma vez que é um evento que
aglomera imensa gente, também previsivelmente, o Bloco de Esquerda pergunta
se neste momento a câmara municipal tem previstas algumas restrições ou
condicionantes, eventualmente limite de entrada de pessoas, regras de higiene e
essas coisas, ou se tem intenção de aguardar até um pouco mais, na véspera, para
verificar a situação do país e tomar, se necessário, medidas. —
Tomou a palavra o Sr. Presidente, mencionando que o Sr. Vereador já respondeu à
questão, que é justamente isso, é efetivamente avaliar se a situação que se vive,
nomeadamente na Área Metropolitana de Lisboa, vai evoluir favoravelmente, no
sentido da contenção da pandemia. Aparentemente, nos últimos 3 dias, a situação
está a diminuir, é um motivo de satisfação, mas continua a mesma preocupação de
sempre, o que é hoje, amanhã não se sabe. De qualquer modo, crê que as decisões
e os esforços que foram tomados por todas as entidades, autarquias, etc., que
08 FAO 2020 1/2
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FI. Livro
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FLAta 0li3
A Reunião de 2020/07/22
Município (Àft,4 Proc2 DCTAE.00TM.030.
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
estão mais envolvidas neste processo, na Área Metropolitana de Lisboa, estão a
surtir efeito.
Aquilo que pode dizer é, justamente, que até 15 de setembro, coisa que o valha,
têm de se tomar as decisões relativamente a esta matéria. Está-se a trabalhar,
neste momento, e já há uns meses a esta parte, aliás, como se estava a trabalhar
relativamente ao Colete Encarnado, para que a Feira de Outubro vá acontecer. Se
não houver nenhuma restrição vai-se ter uma Feira de Outubro como sempre se
teve, eventualmente com algumas restrições, que a Direção-Geral da Saúde
certamente vai impor.
Nesse contexto, certamente que há trajetos, as pessoas não se devem misturar,
têm de ir num determinado sentido, com circuitos próprios, com as desinfeções
necessárias das mãos, eventualmente, no que diz respeito ao Salão de Artesanato
as pessoas têm de usar máscara, enfim, é tudo isso.
Agora, está-se na expectativa de que a Feira de Outubro vá mesmo acontecer,
espera que não haja nenhuma surpresa negativa para se ter de anular também
este grande evento, e é isto que pode dizer.
Prosseguiu, pondo o ponto à consideração, perguntando quem vota contra, quem
se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
08 FAO 2020 2/2
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FI. Livro
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1) Reunião de 2020/07/22
Município 4J Proc2 DaAE.00TM,035.de 1$Vila Franca de Xira Deliberação n2 235
Câmara Municipal
1. Assunto: BARCO VARINO “LIBERDADE” - CANDIDATURA À MARCA NATURAL.PT
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna nQ 192/20, de
07/07, da DT, para aprovação da adesão do barco varino “Liberdade” à marca
Natural.PT, propriedade do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas,
IP, permitindo dar a conhecer o património natural e a biodiversidade existentes no
território do concelho, enquanto destino de Turismo, de Lazer e de Natureza.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 192/20, de 07/07, da DT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. —
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
09 barco
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El. Livro
FLAtalW
1JII) Reunião de 2020/07122
Munk(plo 111 Proc__________________de ‘IIVila Franca de Xira .: Deliberação n2____________
Câmara Municipal . -
1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO PRESIDENTE NA ÁREA DE PESSOAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com Informação n2 3294/20, de 10/07, do
DGAJ/DRH, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente na área de pessoal,
no período compreendido entre 2020/01/23 e 2020/07/07.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n° 3294/20, de 10/07, do DGAJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamenta): Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a), do n2 2, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
10 despachos
I
Ii. Livro
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RAta - 066
Reunião de200/07/22
Município
Proc2
___________________
de /ii
Vila Franca de Xira Deliberação n2
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Câmara Municipal
Assunto: LEGISLAÇÃO—SÍNTESE E EDITAIS
Foi dado conhecimento do que de seguida se indica:
1. Dos diplomas publicados em Diário da República com interesse para a
administração local: — —
Resolução do Conselho de Ministros n2 52-A/2020, de 1 de julho, 1 série, que cria o
Programa Bairros Saudáveis;
Portaria n2 164/2020, de 2 de julho 1 série, que procede à oitava alteração do
Regulamento Específico do Domínio da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de
Recursos, anexo à Portaria n2 57-B/2015, de 27 de fevereiro;
Despacho n2 6868-A/2020, de 2 de julho, 1 série, que determina a composição da
estrutura de monitorização da situação de alerta, contingência e calamidade;
Despacho n2 6906-N2020, 3 de julho, II série, que determina que, na Área
Metropolitana de Lisboa, os estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação
de serviços, bem como os que se encontrem em conjuntos comerciais, que estejam
autorizados a funcionar vinte e quatro horas por dia mas que, nos termos do artigo
52 do regime anexo à Resolução do Conselho de Ministros n2 51-A/2020, de 26 de
junho. estejam obrigados a encerrar às 20 horas, podem reabrir às 6 horas, bem
como os estabelecimentos de prestação de serviços de aluguer de veículos de
passageiros ou de mercadorias sem condutor estão excetuados do disposto no n2 1
do artigo 52 do regime anexo à Resolução do Conselho de Ministros n2 51-A/2020,
de 26 de junho, podendo, sempre que o respetivo horário de funcionamento o
permita, encerrar à 1 hora e reabrir às 6 horas;
Despacho n2 6906-B/2020, de 3 de julho, II série, que determina a aprovação dos
calendários, para o ano letivo de 2020-2021, dos estabelecimentos públicos de
educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e dos estabelecimentos
particulares de ensino especial, bem como o calendário de provas e exames dos
ensinos básico e secundário;
Despacho n2 6987-A/2020, de 7 de julho, II série, que determina os horários de
funcionamento dos postos de abastecimento de combustíveis e dos
estabelecimentos de comércio a retalho situados nas áreas de serviço na Área
Metropolitana de Lisboa;
Portaria n2 166/2020, de 8 de julho, 1 série, que regulamenta o procedimento de
llsíntedit 1/2
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FI. Livro --
A 1 t o ÏO0/O7/22
Município
Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira V Deliberação n2
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Câmara Municipal
atribuição do benefício previsto nos nos 27 a 30 do artigo 71 do Estatuto dos
Benefícios Fiscais (EBF);
Despacho n 7006-A/2020, de 8 de julho, II série, que autoriza o funcionamento de
equipamentos de diversão e similares mediante observância das regras sanitárias
e de segurança aplicáveis;
Decreto-Lei n2 37/2020, de 15 de julho, 1 série, que estabelece medidas de apoio
social no âmbito do Programa de Estabilização Económica e Social.
2. Dos editais publicados entre 2020/07/01 e 2020/07/14, que constam da lista
anexa, a qual se dá por inteiramente reproduzida nesta parte da ata.
Tomado conhecimento.
llsíntedit 2/2
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FI. Livro
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Reunod O20/07/22
Municipio
Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento da informação referente aos pagamentos
autorizados pelo Sr. Presidente, pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador
António Félix, no período compreendido entre 2020/07/01 e 2020/07/14,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do n2 1, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
12 pagamentos
Fi. Livro
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4 RAta 069
111! Reunião de 2020/07/22
Município ) Proc
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de ( /:jVila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
Câmara Municipal:
Dotações Orçamentais 26 960 380,36€
Dotações não Orçamentais 2 940 386,34€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 3 547 451,86€
Dotações não Orçamentais
—---- 633 413,48€
3. Informações/pareceres: — -
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento. ——--
13 balancetes
I
FI. Livro
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FI.Ata 070
% Reunião de 2020/07/22
Município
2 Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n9____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 344/20, de
07/07, do DGAj/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício do direito de preferência, no período compreendido
entre os dias 26 de junho e 01 de julho.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 344/20, de 07/07, do
DGAJ/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. -
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29 e 30 da Lei n 31/2014, de 30 de maio. --
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus submete o assunto à reunião
de câmara para conhecimento. —
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
14 SOP
FI. Livro
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4 FI.Ata 071
Reunião de 2020/07/22
Município / Proc2 26/15 RU-REURBde
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA-ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 347/20, de
13/07, da EMRU, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente, datados de
2020/07/03, relacionados com o não exercício do direito legal de preferência,
previsto no artigo 58 do Decreto-Lei n2 307/2009, de 23 de outubro, com a sua
atual redação, que aprovou o Regime jurídico da Reabilitação Urbana (RjRU),
referente às áreas de reabilitação urbana do concelho. —
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 347/20. de 13/07, da
EMRU, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento. —
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
15 EMRU
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FI. Livro
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od62 722
Município 7 *i,’V Proc2____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 22/20, de
10/07, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice-
Presidente, no período compreendido entre 2020/06/26 e 2020/07/09, no âmbito
do !icenciamento de obras particulares previstas no Regime Jurídico de
Urbanização e Edificação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 22/20, de 10/07, do
DPGU/SAPRE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libério, referindo-se a alguns esclarecimentos no
âmbito dos atos praticados no âmbito da delegação de competências no Sr. Vice-
Presidente, mais para informação dos membros da CDU. —
Assim, consta dos atos praticados um, o de autorização de utilização dum posto de
abastecimento de combustíveis na avenida Vilar Queirós, e partem do pressuposto
que se trata da renovação do posto existente, pelo que não haverá nada mais do
que isso. Em todo o caso, gostariam de colocar exatamente essa mesma questão.--
Depois, na estrada nacional, junto à CP da Castanheira do Ribatejo, há uma
autorização de utilização que tem como destino um pavilhão para serviços e
estacionamento, e gostariam de perceber um pouco melhor do destino a dar a este
empreendimento, no que à oferta de estacionamento e da sua proximidade com a
estação dos caminhos de ferro da CP, da Castanheira do Ribatejo, diz respeito.
16 DPGU 1/2
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FI. Livro
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Município ‘li proc2______________________de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, cumprimentando, na pessoa do Sr.
Presidente, todos os presentes, assim como quem segue a reunião via lnternet,
dizendo, sobre estas questões colocadas pelo Sr. Vereador Nuno Libório, e quanto
à primeira, do alvará de combustíveis na Vilar Queirés, em Alverca, que há uma
autorização de utilização também derivada a uma alteração à loja de apoio ao
posto, que obrigou a novos pareceres. É essa a questão.
Sobre o processo 208/18, é uma autorização de utilização da legalização duma
oficina que lá está, deste pavilhão, que só agora é que obteve os respetivos
pareceres.
A questão que não entendeu bem é se esta zona garante estacionamentos de
apoio à estação da REFER. Era essa a questão?
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libério que é, de certa forma, ou seja, se a
autorização de utilização confere ao requerente a possibilidade de fazer, por
exemplo, um parque de estacionamento pago, tarifado ou por avenças.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, mencionando que a câmara municipal não tem
conhecimento, e é o que pode dizer.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio novamente, mencionando que só está a
insistir com esta questão porque, efetivamente, no destino da obra a informação
que consta é, apenas e só, “pavilhão destinado a serviços e estacionamento”. Uma
oficina é uma oficina, estacionamento é estacionamento.
Respondeu o Sr. Presidente que certamente, e aquilo que se pode dizer neste
momento é que, na convicção do executivo, o estacionamento é para uso próprio.
Uma oficina que tenha 10 ou 15 lugares, não é isso que vai resolver nada, é, diga-
se, um espaço de utilização da própria atividade.
Referiu o Sr. Vice-Presidente que é isso, exatamente, afeto ao uso.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que é afeto ao uso, é a convicção do
executivo. De qualquer modo, o Sr. Vice-Presidente vai avaliar melhor, mas
certamente vai chegar a esta conclusão.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
16 DPGU 2/2
FI. Livro
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074
i/lÀ Reunião de 2020/07/22Municipio Proc______________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2 296
Câmara Municipal
1. Assunto: PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE INSPEÇÃO,
REINSPEÇÃO E INSPEÇÃO EXTRAORDINÁRIA DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS,
ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES NO MUNICÍPIO - LIBERAÇÃO DA
CAUÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 118/20, de
30/06, do DF/DGF, para aprovação da liberação da caução, no valor de 5 427,67€,
no âmbito do procedimento de contratação de serviços de inspeção, reinspecção e
inspeção extraordinária de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e
tapetes rolantes no município, prestada pelo ISQ — Instituto de Soldadura e
Qualidade.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 118/20, de 30/06, do
DF/DGF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigo 295v do Código dos Contratos Públicos.
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
17 ISQ
FI. Livro
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O U Reurãod O2O/O7/22Município 2 Proc2___________________de 1..
Vila Franca de Xira ‘ Deliberação nQ_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA DAS PISCINAS MUNICIPAIS, DO
COMPLEXO MUNICIPAL DE DESPORTO, RECREIO E LAZER DE VILA FRANCA DE XIRA
E DOS PAVILHÕES DESPORTIVOS MUNICIPAIS - LIBERAÇÃO DA CAUÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 119/20, de
30/06, do DF/DGF, para aprovação da liberação da caução, no valor de 8 921,59€,
correspondente a 5% da adjudicação, no âmbito do procedimento de prestação de
serviços de limpeza das piscinas municipais, do Complexo Municipal de Desporto,
Recreio e Lazer de Vila Franca de Xira e dos pavilhões municipais, prestada pela
jLSM — Serviços, Unipessoal, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 119/20, de 30/06, do
DF/DGF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigo 295 do Código dos Contratos Públicos.
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
18 J5LM
FI. Livro
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RAta 076
4 Reunião de 2020/07/22
2 3
Vila Franca de Xira 41] Deliberação n - - 292
Câmara Municipal
V
1
1. Assunto: PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA DO CENTRO COMUNITÁRIO DE
VIALONGA - LIBERAÇÃO DA CAUÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 120/20, de
30/06, do DF/DGF, para aprovação da liberação da caução, no valor de 5 018,60€,
no âmbito do procedimento de prestação de serviços de vigilância do Centro
Comunitário de Vialonga, prestada pela Vigiexpert — Prevenção e Vigilância
Privada, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 120/20, de 30/06, do
DF/DGF, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigo 295v do Código dos Contratos Públicos.
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
—
19 vlgiexpert
FI. Livro
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RAta
- 077
Reunião de 2020/07/22
Município Proc2 n2 3/20 APRV.CP.CJ.
de
Vila Franca de Xira Deliberação n 299
Câmara Municipal
1. Assunto: AQUISIÇÃO DE DUAS VIATURAS PARA RECOLHA DE RSU
INDIFERENCIADOS - ADJUDICAÇÃO E APROVAÇÃO DA MINUTA DO CONTRATO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna ri 417/20, de
14/07, do DF/DGF/SCPA, para aprovação do relatório preliminar e final, elaborado
pelo júri do procedimento, nos termos dos artigos 146 e 148 do Código dos
Contratos Públicos, com proposta de autorização da adjudicação ao operador
económico, Resitul, Equipamentos e Serviços Ambientais, Ld, pelo valor total de
349 490,00€, acrescido do IVA à taxa legal aplicável de 23%, relativo à aquisição
de duas viaturas para recolha de resíduos sólidos urbanos indiferenciados, bem
como da respetiva minuta do contrato.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 417/20, de 14/07, do
DFÍDGF/SCPA, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata. —
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. —
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
20 RSU
_____
FI. Livro
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‘3> ; Reunião d2o/O7/22
Município Proc2 n2 2/20 APRV.CP.cj.
Vila Frar de Xira Deliberação n2
- 300
Câmara Municipal
1. Assunto: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA PARA O MUNICÍPIO - ADJUDICAÇÃO
E APROVAÇÃO DAS MINUTAS DOS CONTRATOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 420/20, de
15/07, do DF/DGF/SCPA, para aprovação do relatório final, elaborado pelo júri do
procedimento, nos termos do artigo l48 do Código dos Contratos Públicos, com
proposta de autorização das adjudicações ao operador económico, Axpo Energia
Portugal, Unipessoal, Ld, dos lotes 1, 2 e 4, pelo valor global de 2 793 215,04€, e
ao operador económico Endesa Energia, SA, do lote 3, pelo valor de 2 514 861,96€,
ambos acrescidos do IVA à taxa legal aplicável de 23%, relativas ao fornecimento
de energia elétrica para o município, bem como aprovação das minutas dos
contratos, nos termos do n 21, do artigo 98 do citado código. —
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 420120, de 15/07, do
DF/DGF/SCPA, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-presidente.
21 energia
EI. Livro
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Mi FI.Ata - 079
1’) ,41vi Reunião de 2020/07/22
Município ( 1 ‘ Proc2 5/11 LOTEPDMde i
Vila Franca de Xira J Deliberação n2 301
Câmara Municipal 1
1. Assunto: ADITAMENTO AO PROTOCOLO DO VIADUTO DOS CANIÇOS - PÓVOA DE
SANTAIRIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação/despacho n9 5/20, de
16/07, do DPGU/Direção, para aprovação do aditamento ao protocolo celebrado
com a TD Via — Sociedade Imobiliária, SA, e assinado em 19 de julho de 2018,
prorrogando o prazo, pelo período de 12 meses, para efeitos de elaboração do
projeto de execução do viaduto dos Caniços, na Pávoa de Santa Iria.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação/despacho n 5/20, de 16/07, do
DPGU/Direção, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: — —
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que a câmara municipal coloca à
consideração dos restantes vereadores um pedido de prorrogação de um prazo
para, no âmbito dum contrato de urbanização e dum protocolo urbanístico, haver
mais tempo para construção dum viaduto.
Tendo sido interrompido para lhe ser prestada uma informação, o Sr. Presidente
pediu desculpa, referindo não ter nada a ver com o assunto, é outro, mas é da
vida, e dizendo ao Sr. Vereador para continuar.
Prosseguiu o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que achou, e acha bem,
tendo em conta a dimensão deste assunto, que o Sr. Presidente deveria estar
atento à intervenção da CDU, sem prejuízo, naturalmente, doutras intervenções
dos Srs. Vereadores.
Assim, e como estava a dizer, é colocado à consideração da câmara municipal um
pedido para, durante mais 12 meses, se definir em concreto onde vai ser
22 viaduto 1/la
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FI. Livro
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Reuno de 2020/07/22
Município tib Proc2 5/11 LOTEPDMde 1
Vila Franca de Xira J Deliberação n2______________
Câmara Municipal /
construído o novo viaduto dos Caniços. O novo viaduto dos Caniços aparece no
contexto da alteração e aprovação duma urbanização, denominada Vila Rio, que,
para além do seu contrato normal de urbanização, estabeleceu um protocolo que
coloca a câmara municipal diretamente responsável pela execução de determinado
tipo de infraestruturas desta urbanização.
Sem prejuízo da câmara municipal perceber, a curto prazo, que o atual viaduto que
serve o interface rodoferroviário da Póvoa de Santa Iria, e toda a utilização que
hoje já acontece, recreativa, social e desportiva da zona ribeirinha, merece uma
eventual reformulação, o estudo de tráfego, o impacto de 606 novos fogos e novas
atividades económicas decorrentes da urbanização Via Rio, impuseram a
construção desta nova infraestrutura rodoviária.
A câmara municipal vem agora alegar que precisa de mais 12 meses para definir
aspetos relevantes, como sendo a integração desta nova infraestrutura com a linha
do caminho de ferro e as suas naturais e consequentes condicionantes, a
necessidade de se compatibilizar a construção deste novo viaduto com as
infraestruturas hoje já existentes, e também a identificação ou o estabelecimento
de contactos com os proprietários dos terrenos a abranger no âmbito da
construção deste novo viaduto. —
Se fosse colocada à CDU uma proposta de alteração deste protocolo, que, para
além do aditamento dum prazo de mais 12 meses para motivos de acerto
planimétrico, da configuração ou instalação construtiva deste viaduto, por si só
justificasse este adiamento, e se ao mesmo tempo houvesse uma revisão do
conteúdo do protocolo inicial, os seus membros viabilizariam sem qualquer tipo de
dúvidas essa alteração. Contudo, não o fazem, não irão dar o voto favorável,
porque mantêm todas as questões que são preocupações da vereação da CDU, que
à data as apresentou e continuam como aspetos negativos deste protocolo.
Em primeiro lugar, a câmara municipal estima que a construção deste novo
viaduto tenha um valor de cerca de 3 milhões de euros, mas é no mesmo protocolo
que fica esclarecido que a TDVia, a empresa promotora da nova urbanização Vila
Rio, apenas suporta o limite de 2 650 000,00€, ou seja, há aqui uma diferença de
mais de 350 000,00€, que fica para a responsabilidade da câmara municipal.
Não concordam com este acréscimo de responsabilidade, e entendem que, em
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todo e qualquer empreendimento, seja para um fim habitacional, seja para um fim
de desenvolvimento económico, se os estudos que precedem à aprovação duma
licença de utilização, como sucedeu com este, indicam o aumento do tráfego
decorrente da sua utilização, é o promotor que deve assumir as responsabilidades,
designadamente financeiras, para que as infraestruturas, como sejam as
rodoviárias, sejam da sua responsabilidade direta. Continuam a não concordar que
a câmara municipal, com o seu orçamento, subsidie uma obra que, na opinião que
têm deveria ser assumida integralmente pelo promotor imobiliário.
Depois, outro aspeto que lhes suscita oposição é o facto de a câmara municipal
assumir-se como a dona de obra. Na opinião que têm continua a ser uma situação
errada, pois é uma obra que entra perfeitamente dentro dum contexto duma obra
de urbanização, aliás, como sucede com outras tantas obras feitas no concelho de
Vila Franca de Xira, em que os promotores imobiliários foram responsáveis pela
sua boa execução, e, para além de errado, coloca ainda um ánus de
responsabilidade bastante significativo sobre a câmara municipal, que é um plano
de pagamentos devido à mesma, que está dependente da emissão de autorizações
de utilização em cerca de 30%.
Isto coloca à câmara municipal responsável por ter de ter o dinheiro disponível, na
sua tesouraria, para avançar com a obra, e em função da emissão das licenças de
utilização receberá o montante estabelecido em função da comercialização ou da
libertação das autorizações de utilização para efeitos de comercializaçâo.
Entendem que a câmara municipal, também neste aspeto em concreto, não
deveria assumir uma responsabilidade que não é sua, ficando também obrigada a
responsabilidades financeiras que não são, de todo, corretas. —
Depois, um outro aspeto que é igualmente negativo, que continua e persiste neste
protocolo, é o de ficar responsável pela aquisição dos terrenos para o dito viaduto.
Neste sentido, perguntam quais são os terrenos, porque, efetivamente, não
conhecem da existência de terrenos municipais nesta zona, bem como a que custo
é que estes terrenos poderão vir à posse da câmara municipal. É uma pergunta
muito direta. Se os terrenos, que aparentemente estão disponíveis, que não estão
disponíveis coisa nenhuma, têm, todos, utilização, forem, por exemplo, próximos
ou dentro mesmo do perímetro industrial da fábrica Greif, perguntam se, com o
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impacto sobre esta unidade fabril, que é das poucas que sobrevive e resiste na
antiga zona industrial da Póvoa de Santa Iria, pode estar comprometida ou não a
laboração e a manutenção da sua atividade, tal como a conhecem.
Assim, não vão mudar o sentido de voto, consideram que os termos essenciais do
protocolo, que à data rejeitaram, sâo de rejeitar, e mais, entendem que a câmara
municipal se coloca numa posição errada do ponto de vista das suas obrigaçôes, e
muito lamentam que assim seja.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que o documento que está
em causa é o aditamento a um protocolo, o Bloco de Esquerda não tem o protocolo
original, e também não está plenamente esclarecido sobre o que é que
concretamente foi aditado ao protocolo antecedente. Por conseguinte, vai
pronunciar-se sobre o teor de todo o documento.
Começa por dizer que o Bloco não compreende porque é que a câmara municipal
se sujeita a pôr numa situação destas, assumir investimentos e riscos que não
competem senão ao promotor imobiliário. A Pávoa, naquele local, já tem um
viaduto, que liga um lado da Póvoa ao rio, aquele viaduto que lá existe é bastante
e sobejo para as necessidades que existem, e este viaduto que se pretende
construir resulta da sobrecarga proveniente da construção e concretização do
loteamento. O loteamento que vai ser lá construído vai provocar uma sobrecarga
nas redes rodoviárias, e cabe ao promotor imobiliário, aliás como está explícito, é
ler, neste caso a Teixeira Duarte, construir essas infraestruturas e as obras de
urbanização. —
Tanto é que nos considerandos do documento é dito que a TDVia, portanto, a
Teixeira Duarte Via, é a entidade promotora do loteamento, e fica, por
conseguinte, sob a sua responsabilidade, conforme a legislação aplicável, a lei, a
realização das obras de infraestruturas destinadas a servir diretamente o espaço
urbano e edificável da operação de loteamento, designadamente arruamentos
viários e pedonais. Aquilo é do interesse do promotor imobiliário e resulta das
consequências do que se vai ali construir.
Assim, o Bloco de Esquerda não compreende como é que a câmara municipal,
perante isto, assume a despesa de construção dum viaduto para a qual não é
chamada, porque uma coisa é certa, o custo que está estimado do viaduto são 3
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milhões de euros, e o promotor imobiliário apenas se compromete, o que é certo
para ele, é a pagar 2 650 000,00€. Estão em falta 350 000,00€, estima-se, que têm
de ser suportados pela câmara municipal, uma vez que é ela que vai abrir o
concurso público e executar a obra.
Este montante, os 3 milhões de euros, é incerto, porque o custo real do viaduto é
indeterminado, pois, como está dito, estima-se esse montante, mas só após o
projeto de execução do viaduto, com a consequente medição dos trabalhos e
fornecimentos a executar, é que se vai saber exatamente quanto custará.
Portanto, este valor pode eventualmente subir, e não sabe qual vai ser o custo, a
despesa real que a câmara municipal vai assumir na construção dum viaduto em
que não tem necessidade de se meter.
Por outro lado, assume depois a obrigação ou o compromisso de cobrar aos futuros
beneficiários da operação de loteamento, as pessoas que irão construir nos lotes, e
não se recorda de alguém ter visto nalgum loteamento a existência de
beneficiários, é a primeira vez que ouve falar de beneficiários da operação de
loteamento. A câmara municipal só vai cobrar as taxas, eventualmente recuperar o
dinheiro da construção do viaduto, após 30% do loteamento estar construído, e
põe-se no papel de cobradora do promotor imobiliário, vai cobrar uma sobretaxa
que é relativa a este viaduto aos construtores, não sabe a quem mais, e por sua
vez fica obrigada a devolver o dinheiro ao promotor imobiliário.
Portanto, está a fazer aqui o papel de cobradora, e isto exige da mesma um
sistema de controlo financeiro. Por outro lado, não sabe se isto foi feito pelo
promotor imobiliário e a câmara municipal apenas assinou, porque tudo isto está
modelado conforme o interesse do promotor. Só se começam a cobrar essas
quantias, é o que está determinado, apenas quando 30% do loteamento estiver
construído e com as devidas autorizações de utilização das casas, um terço.
Este é outro fator incerto, porque não se sabe quando é que estará 30% daquele
loteamento construído. Há vários loteamentos de exemplo, como a plataforma
logística, que está construída há mais de uma dezena de anos, e se houvesse uma
cláusula destas a câmara municipal ainda hoje estava à espera de obter o retorno
do investimento. Depois, estes beneficiários de que se fala são desconhecidos, não
se sabe quem vão ser. Ainda, em cima, se a câmara municipal não construir o
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viaduto num determinado prazo, até 10 anos após a concretização de 30% do
loteamento, ainda tem de devolver as despesas que a Teixeira Duarte teve com a
execução do projeto, os custos geotécnicos e tudo o mais.
Por outro lado, se o viaduto era necessário, e neste momento não há terrenos
assegurados para a sua construção, não havia traçado previsto senão na planta de
condicionantes do PDM - Plano Diretor Municipal, se eventualmente não se
conseguir comprar o terreno, como é que fica isto? Constrói-se aquilo e depois logo
sevê?
No entanto, este viaduto não vai resolver problemas nenhuns de trânsito do que
vai dali resultar, porque tudo isto vai fluir na EN1O. As vias primárias vão-se
manter, apenas está-se a acrescentar mais trânsito e carros. Com uma estimativa
breve, aquilo terá potencialmente 1 000 carros, vezes 5 metros, que é o lugar dum
carro, se saírem apenas metade dos carros numa hora de ponta, é uma fila de
2,5km.Ésó. — —-
Tomou a palavra o Sr. Presidente, dizendo que é se saírem todos ao mesmo tempo,
se não saírem todos ao mesmo tempo certamente que a fila é muito menor, se é
que há fila.
Referiu o Sr. Vereador Rui Perdigão que cá estarão depois para falar disso, assim
como falta o estacionamento hoje na Póvoa.
Disse o Sr. Presidente que certamente, se a vida permitir, com saúde, cá estarão.
Hoje fazer futurologia é difícil.
Continuou, referindo que o que se tem aqui é uma necessidade de efetivamente
construir uma outra passagem superior, e o Sr. Vereador Rui Perdigão diz que
aquela é mais do que suficiente, mas aí discorda, pensa que com Vila Rio ou sem
Vila Rio certamente se teria de fazer uma outra passagem superior, O que está em
causa é a necessidade de desenvolver um projeto diferente daquele que
inicialmente estava previsto, que era um projeto que ia ser desenvolvido no
sentido de nascer e terminar na rotunda dos Caniços, e aquele que agora se
pretende, porque parece ao executivo mais adequado, é uma passagem superior
que vai terminar na rotunda ao pé do IAC - Instituto de Apoio à Comunidade,
portanto, um pouco mais longe. Para isso é necessário, obviamente, encontrar uma
outra solução em termos de projeto, e é necessário mais tempo para execução
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desse mesmo projeto. Em termos gerais é isto que está em cima da mesa.
É evidente que as posições políticas sobre a Vila Rio já foram colocadas no passado
e mantiveram-se, em termos de coerência, no presente, mas a opinião do
executivo P5 não é essa, na medida em que, ao fim e ao cabo, consegue-se, com
este projeto do Vila Rio, diminuir consideravelmente aquilo que num determinado
contexto estava previsto naquela zona, que era, inclusivamente, construir na zona
do Forte da Casa, em zonas que hoje são tão amadas e aclamadas como de
proteção, mas num determinado contexto previa-se construir ali habitação e outras
atividades.
Enfim, felizmente conseguiu-se encontrar uma solução equilibrada, e parece-lhe,
se cá estiverem todos, com saúde, o que diz mais uma vez, que certamente se
encontrarão naquela urbanização num daqueles restaurantes ou cafés que lá vão
existir, a tomar um café e a fazer uma reflexão sobre aquilo que hoje estão a dizer
e aquilo que na realidade vai acontecer.
É provável que se vão manter as mesmas posições, não vem mal ao mundo, mas o
que quer dizer é que a Vila Rio permitiu, pelo menos, aquilo que lhe parece
significativo, que era a possibilidade de ter terreno para desenvolver o Parque
Linear Ribeirinho. Sem isso o Parque Linear Ribeirinho não existia. Crê que é um
ganho significativo em termos de requalificação da zona ribeirinha, de usufruto da
população, e se não se tivesse feito e não se tivessem produzido estes protocolos,
provavelmente o passeio ribeirinho não tinha acontecido.
Por outro lado, conseguiu-se também, através da requalificação da zona ribeirinha,
construir um bairro para os Avieiros, que viviam em condições paupérrimas, como
todos se recordarão. Agora, enfim, quando se chega lá admira-se o Tejo, admira-se
o passeio ribeirinho, é uma questão que foi adquirida por todos, já não se lembra
do que aquilo era, o problema dos esgotos a despejar naquela zona, as barracarias
que ali havia, tudo aquilo que afastava as pessoas do rio, que hoje, efetivamente,
se melhorou consideravelmente. É preciso também ter em consideração todos
estes ganhos.
Considera o executivo municipal que a urbanização Vila Rio pode ser uma
alteração significativa em termos de qualificação daquela zona, aliás como
aconteceu no Parque das Nações. É uma situação semelhante, com uma dimensão
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completamente distinta, mas com princípios semelhantes.
Depois, no que diz respeito àquilo que o Sr. Vereador Nuno Libério referiu, da Greif,
tentou-se negociar algum terreno que era necessário para o projeto inicial, que era
algum terreno na zona de entrada da empresa. Numa última reunião que se teve
solicitou uma proposta à Greif para aquisição desses mesmos terrenos, e aquilo
que a Greif coloca ou colocou é uma proposta que a câmara municipal não pôde
acompanhar e aceitar, e a partir daí começou-se a pensar noutra solução, solução
essa que acabou de explicitar, até porque o projeto inicial, a ideia inicial, era
aquela que parecia a mais adequada na altura, mas não era, se calhar, em termos
de mobilidade, segurança rodoviária, etc., a solução ideal. Esta solução que está
em cima da mesa parece muito mais adequada.
Por outro lado, quer dizer, e esta matéria já foi falada no período antes da ordem
do dia, quanto ao nó dos Caniços, que mais tarde ou mais cedo, e volta a dizer que
espera que estejam todos vivos, e os Srs. Vereadores estarão porque são novos, o
próprio não sabe se assistirá a isso, mas tem esperança que assista também, e não
demore assim tanto tempo, o nó há de se construir, porque é uma necessidade
absoluta, é tão evidente que nem se percebe porque é que ainda não foi feito.
Também tem a dizer que até um determinado contexto a Brisa nem queria ouvir
falar sobre esta matéria, a própria Estradas de Portugal, hoje lnfraestruturas de
Portugal, não queria ouvir falar de semelhante coisa, mas hoje em dia a Brisa já
manifestou interesse em falar sobre o assunto, porque já percebeu que todos os
movimentos pendulares para Alverca são duma dimensão cuja distribuição é
absolutamente necessária, em termos ambientais, de circulação, segurança
rodoviária, etc.
Desta forma, o nó dos Caniços há de se resolver, mais tarde ou mais cedo, é sua
convicção, e também este projeto tem todo o sentido nesse aspeto, ou seja, a
fluidez do trânsito para apanhar a Ai um pouco mais à frente.
Há também um aspeto importante no protocolo que o Sr. Vereador Rui Perdigão
tem na sua posse (pelo menos o próprio tem e o Sr. Vereador certamente também
tem, não sabe, se diz que não tem, alguma coisa aconteceu, pois aparentemente
todos têm, pelo menos o próprio tem, o Sr. Vice-Presidente tem, e pensa que todos
terão, não faz ideia), é que, de facto, naquilo que foi negociado, todos os
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intervenientes, todos os investidores, não só no que diz respeito à Vila Rio, como
também, posteriormente, outros investidores que vão investir naquela zona, em
zonas que estão ainda expectantes, vão ter de contribuir financeiramente para a
construção da passagem superior rodoviária.
Obviamente que há um terreno do lado do rio que a câmara municipal está a
negociar, porque foi essa a decisão que foi tomada e aprovada em reunião de
câmara. É uma pequena faixa que se está a negociar, porque foi isso que ficou
estabelecido e é isso que se está a fazer.
Em termos gerais, aquilo que pode dizer é que mais tarde ou mais cedo os Srs.
Vereadores vão achar que foi uma boa decisão que se tomou, de permitir a
construção daquela urbanização e também a construção deste viaduto, que parece
que é necessário, e que mais tarde vai fazer as interligações que estão previstas,
não só do nó dos Caniços, mas também com a V42, que liga, como se sabe, aquela
zona da Póvoa até Alverca. É um processo que eventualmente virá à próxima
reunião de câmara, que é o início, nas condições e na proposta que o executivo
trará a reunião de câmara, do desenvolvimento da V42, e também uma pequena
faixa necessária para a construção duma ciclovia naquela zona.
Contudo, esse é outro assunto que trará mais tarde, agora convém, de facto, tratar
da prorrogação deste processo, que tem a ver com a elaboração do projeto, nas
condições que acabou de referir.
Interveio novamente o Sr. Vereador Nuno Libório, perguntando ao Sr. Presidente se
porventura lhe passará pela imaginação que os membros da CDU não gostam
daquilo que encontram na zona ribeirinha da Póvoa de Santa Iria. É óbvio que não
pensa isso, e obviamente que concordará que são os primeiros a registar o esforço
que tem sido feito no tratamento e na requalificação da frente de rio, no sentido de
otimizar o usufruto da população, estimulando novos usos, ambientais, recreativos
e, acima de tudo, de contenção face a processos especulativos que impendem
também sobre o concelho de Vila Franca de Xira.
Para os membros da CDU essa é uma não questão, para além do aspeto
significativo, que o Partido Socialista, que há mais de 20 anos que gere a câmara
municipal, mal seria se não tivesse tido condições, incluindo financeiras, e que as
teve, no âmbito dos quadros de programação comunitários, para investir como
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investiu, no tratamento e requalificação das zonas ribeirinhas.
Estiveram do lado dessa solução, pugnarão pelo continuar desse mesmo tipo de
investimentos, até porque, e o Sr. Presidente que deixe que lhe faça duas a três
anotações sobre o que disse, quando fala da bondade de outros relativamente à
possibilidade que conferiram a este município para a construção do Parque Linear
Ribeirinho, é bom que fique esclarecido que essa faixa de terreno, onde hoje existe
um parque verde de referência do concelho e da Área Metropolitana de Lisboa: É,
simultaneamente, uma zona inundável; é, simultaneamente, uma zona de domínio
público hídrico; é, simultaneamente, uma zona de jurisdição restrita da
administração portuária de Lisboa; é, simultaneamente, uma área não apta à
construção; é, simultaneamente, uma área que, quer no anterior Plano Diretor
Municipal, quer no atual e, seguramente, no próximo, nunca poderia acolher outro
tipo de usos para além dos que hoje manifesta, de espaço verde.
Portanto, ninguém deu nada ao município de Vila Franca de Xira, aquele terreno
não tinha, não tem e nunca terá condições de edificabilidade previstas, pelo que o
que aconteceu é o que acontece no normal plano de urbanização, em que o
promotor deve assumir as suas responsabilidades, e no caso em apreço assumiu a
responsabilidade de entregar ao município um terreno onde ele próprio nem
sequer poderia construir qualquer tipo de casa ou edificação.
Desta forma, relativamente à bondade de terceiros, pensa que com esta
explicação fica demonstrado que o município o que fez, fez muito bem, e porque
era uma oportunidade para devolver à população um rio e uma frente ribeirinha
que estavam efetivamente degradados.—
Depois, o Sr. Presidente, muitas das vezes, quando aborda assuntos relacionados
com o futuro da zona ribeirinha do concelho, em jeito de comparação gosta de
socorrer-se de outros exemplos, designadamente da Expo. Os membros da CDU já
perceberam que o Partido Socialista tem esta visão, este modelo de
desenvolvimento, que é fazer com que a Expo, e aquilo que traz ou trouxe consigo,
seja um exemplo, uma cópia quase que linear para o concelho de Vila Franca de
Xira.
Não têm esse entendimento, em primeiro lugar porque deve dizer, e recordar, que
o Sr. Presidente, enquanto presidente do município, há escassos meses assumiu
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formalmente um compromisso ao qual se deu o nome de Plano Metropolitano de
Adaptação às Alterações Climáticas, que defende exatamente o contrário daquilo
que agora acabou de expressar nesta vez, uma vez mais em reunião de Câmara,
libertar de usos pesados a frente ribeirinha e. acima de tudo, suster movimentos
pendulares de novas construções habitacionais, que têm um forte pendor
especulativo.
O Sr. Presidente, de certa forma, desafiou-os a fazerem usufruto das boas
qualidades urbanísticas desta urbanização, e haverão todos de cá estar,
seguramente, com muita saúde, para usufruírem disso e doutra coisa, mas há uma
coisa que fica irremediavelmente comprometida, é que aquela zona, no âmbito do
Plano Diretor Municipal, como o Sr. Presidente sabe, e o próprio sabe que o Sr.
Presidente o sabe, é uma zona muito condicionada à construção, está próxima de
zona ameaçada pelas cheias, e se houvesse intenção de devolver e resolver do
ponto de vista urbanístico aquele tipo de solo e de localização, o Sr. Presidente que
não tenha dúvidas que da parte da CDU os seus membros fariam tudo o que
estivesse ao alcance para evitarem usos como este.
Efetivamente, para quem diz que é preciso habitação, é preciso habitação, mas
habitação a custos controlados, é preciso favorecer o mercado de arrendamento,
criar áreas urbanizáveis onde faz falta crescerem perímetros urbanos e
urbanizáveis, mas seguramente que não é numa zona ribeirinha, com os
conhecimentos políticos, técnicos, e com os compromissos nacionais e
internacionais que se assumiram, aos quais este município também está obrigado,
e necessariamente esta é uma posição que vem em contraciclo.
Sobre o passado, porque percebeu que há sempre uma intenção de querer falar do
passado, também fizeram a sua avaliação e reflexão, o Partido Socialista é que não
a faz, pois acusa outros de terem estragado o concelho de Vila Franca de Xira,
mas, na prática, o que consideram e registam é que, ao contrário do que o PS quer
fazer crer, quem está a aprovar urbanizaçôes para as frentes de rio é o Partido
Socialista e todos aqueles que lhe seguiram o sentido de voto.
Isso é que lamentam, porque no tempo atual que se vive, e nos desafios que se
têm pela frente, num concelho como o de Vila Franca de Xira, pegar em exemplos
como o da Expo 98 e importá-los para o concelho, é um modelo de
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desenvolvimento que obrigatoriamente, e nem é só a CDU, muitos concidadãos
rejeitam, do ponto de vista daquilo que é a potencialidade dum concelho com uma
frente de rio com esta dimensão, que fica condicionada todas as vezes que há
avanços de novos programas de habitação.
O Sr. Presidente que deixe dizer-lhe, para terminar, porque percebeu da
intervenção do mesmo que não quis responder à pergunta dos membros da CDU,
se concorda que a câmara municipal deve ser subsidiária ou responsável por obras
que são da responsabilidade do promotor imobiliário, seja ele Teixeira Duarte ou
quem quer que seja, que a questão não tem a ver com o interlocutor, tem a ver
com os objetivos a que se propõe a ocupação deste espaço. A câmara municipal,
quando solicitada pelos vereadores da CDU, e por outras forças, designadamente
as populaçôes, que reivindicam e bem necessidades alternativas à EN1O, diz
sempre que se está a falar de compromissos financeiros pesados, aos quais o
município, por si só, não tem capacidade para dar resposta, mas se se continuar
com este caminho, de se substituir a responsabilidades dos promotores privados,
tal como o Sr. Presidente disse, sem querer fugir-lhe a boca para a verdade, tal
como acontece com o viaduto dos Caniços, daqui a muitos anos, se tudo continuar
como está, não haverá alternativa à EN1O. Isto é porque os recursos, os recursos
financeiros do município, em vez de serem canalizados prioritariamente para as
obrigações que decorrem das competências da câmara municipal, servem para
alavancar projetos desta natureza.
Rejeitam este modelo, não ficam reféns daquilo que disseram há 3, 4 anos atrás,
não estão reféns de coisíssima nenhuma, a única coisa que apresentam sobre esta
matéria, e que deram oportunidade ao Partido Socialista, foi, à custa deste
aditamento, de se poderem rever alguns dos aspetos mais negativos desse mesmo
protocolo. — ——--
Não havendo essa intenção, vai-se a votos, seguramente que vai ser aprovado,
mas será chumbado, honestamente e coerentemente, pelos votos da CDU.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que, quer a bancada do
Bloco de Esquerda, quer a bancada da CDU, pelo menos da primeira intervenção,
comungaram da mesma apreciação acerca do documento do protocolo e até as
questões foram em tudo semelhantes. Contudo, antes de lá ir, pretende só rebater
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algumas coisas acerca do que foi dito.
O passeio ribeirinho que lá está na Póvoa não resulta de nenhum protocolo com o
promotor imobiliário, o espaço que lá está, verde, foi cedido obrigatoriamente por
lei, resultante das áreas de construção que vai haver no loteamento, que é fazer
cedências de espaços verdes para utilização coletiva. Portanto, esses espaços que
lá estão, verdes, resultam dessas parcelas que foram cedidas.
Todavia, seria possível fazer isso sem ser necessário lotear, há soluções, há
imaginação, há dinheiro para isso, a não ser que a câmara municipal, quando
considerar fazer a extensão do caminho ribeirinho de Vila Franca de Xira até à Vala
do Carregado, considere fazer o percurso ribeirinho enchendo aquilo tudo de
prédios, de Vila Franca de Xira até à Vala do Carregado, porque se precisa do
caminho ribeirinho e de áreas de cedência para isso. Portanto, há soluções.
Depois, também esteve ao alcance dos vários executivos que administraram a
câmara municipal a alteração do uso daquele solo onde está o loteamento. O
primeiro PDM permitia construir tudo, era tudo à grande, mas os PDM podem ser
alterados, já se deliberaram em reunião alterações a PDM. Quando se faz o
planeamento devem-se considerar os serviços que o solo presta, e recorda que ali
são salinas, eram salinas, umas marinhas junto do rio, e aquilo prestava vários
serviços, quer do ponto de vista ecológico, de habitat, de retenção de águas para
impedir cheias do rio, de infiltração, quer económico, as salinas tinham valor
económico. —
Neste momento está instalada uma empresa na Soda Póvoa que usa as marinhas
ou as salinas da fábrica para produção de algas, pelo que sabe, a fábrica queria
estender a implantação da atividade e estas marinhas seriam importantes para
isso. —--- —
Os terrenos não servem só para construir prédios, têm muitas funções, prestam
serviços à sociedade, pelo que aquilo não tem necessidade, e além do mais é área
inundável. O Sr. Presidente pensa que aquilo vai ficar muito bonito e vai ficar muito
bem, mas por estes motivos que o próprio atrás referiu, do ponto de vista do
planeamento e do ordenamento do território, das boas práticas e das boas regras,
é um enorme erro, basta ver o montão de terra, o volume de terra, de inertes, que
estão lá a pôr em cima daquilo, e que já constitui um piso. Aquilo tem de estar à
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cota de 3 metros, é pelo menos mais de um piso, de um andar, e ainda lá vão pôr
os prédios em cima.
Do ponto de vista do ordenamento do território aquilo é um grande erro, e o
território requer pensamentos, mais do que mimetizar coisas que são feitas noutro
sítio, como o caso da Expo. Não vale a pena o concelho estar a mimetizar a Expo, a
Expo é a Expo, o caso da Expo, comparativamente com este, é diferente, está-se a
falar duma área que estava de construção consolidada, contaminada,
industrializada, tratou-se ali duma regeneração urbana. Aqui é diferente, mas, já
que se pretende ou que se usa como referente a Expo, que se vá muito mais além
da imagem, há muito mais além da imagem, que é pôr prédios à beira do rio, pelo
que, já agora, também se mimetize o exemplo do planeamento, porque a Expo foi
objeto dum plano de pormenor.
O Bloco de Esquerda já sugeriu que seja feito um plano de pormenor para aquilo
que se vai fazer em termos de área de regeneração de Alhandra e Vila Franca de
Xira, e a câmara municipal rejeita, porque prefere os loteamentos.
Ainda, do ponto de vista do interesse público e da despesa pública, este protocolo
com o promotor imobiliário não tem interesse nenhum, a câmara municipal apenas
está a assumir despesas que não lhe competem, porque compete à Teixeira
Duarte, no âmbito da operação de loteamento e das obras de urbanização, ter a
despesa, e não precisa de se estar a sujeitar a este papel, a ter esta despesa, a ter
estes riscos.
Portanto, o Bloco de Esquerda vai votar contra. -—-----
O Sr. Presidente interveio, dizendo que não há nada de novo, as posições, hoje, e
antes, são as mesmas, a ideia de desenvolvimento é o que é, mas efetivamente os
terrenos que foram necessários para fazer o Passeio Linear Ribeirinho tinham dono.
Poderiam não ter capacidade edificativa, mas tinham dono, tinham de se comprar.
Pode ser que em alguns modelos de sociedade isso seja um pormenor menor, “é
tudo nosso”, mas aqui, em Portugal, têm que se respeitar as regras e, como tal,
isto quer dizer que, se se queria aquele terreno para desenvolver aquele grande
projeto que hoje toda a gente aclama, todos, até a CDU, efetivamente teve que se
lutar para isso e que encontrar soluções para o efeito.
É o que é, tanto mais que em outras situações é isso que é feito, de facto, em
22 viaduto 14f18
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FI. Livro
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W
Fl.Ata
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Reunião de 2020/07/22
Município Proc2 5/11 LOTEPDM
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
muitos municípios, para desenvolver muitos projetos.
O que diz ao Sr. Vereador Nuno Libério é que às vezes não gosta que se fale do
passado, mas o passado é bom para se avaliar o que se fez de bom, sem dúvida
nenhuma, e também aquilo que não se fez bem. Se for para Alverca, e se se
verificar, o próprio ainda é dum tempo, quando foi viver para Alverca, em que para
ir para a estação de comboio ia-se por umas zonas de canais que existiam, até com
salinas, que de repente foram todas utilizadas para a construção de urbanizações,
nomeadamente a Quinta das Drogas, foi isto que aconteceu. Aconteceu porque era
absolutamente imprescindível construir habitações para as pessoas que vieram
viver para o concelho, nomeadamente para Alverca.
Quando agora se diz isto e aquilo é preciso também pensar que no passado se
cometeram os mesmos, eventuais, diz o próprio, erros, para não falar doutras
coisas, que não vale a pena. Está-se numa questão de discussão político-partidária,
que os divide, mas depois, na volta, se se for ao baú da história verifica-se também
o que é que se fez. Se calhar, no baú da história, não se está assim tão bem na
consciência daquilo que foi feito, mas enfim.
Por último, aqueles terrenos que lá estão, e isto para o Sr. Vereador Rui Perdigão,
são terrenos de carga, como o Sr. Vereador sabe, que vão ser retirados, e diga-se
que quando as infraestruturas da urbanização começarem a ser desenvolvidas
naturalmente que aqueles terrenos irão sair de lá e ter-se-á uma outra ideia,
completamente diferente daquela que se tem hoje.
Quanto à questão da Expo, aquilo em que se tem muito interesse é numa ligaçâo
futura, da Póvoa de Santa Iria até ao Parque das Nações. Está absolutamente
convencido que isso vai acontecer, porque não acredita que o projeto que está a
ser desenvolvido pela Câmara Municipal de Loures não vá para a frente. Tem a
certeza-absoluta que vai, e daquilo que o Sr. Presidente da Câmara Municipal de
Lisboa também já, numa ou outra vez, referiu, que vai fazer a sua parte, que é a
construção duma ponte sobre o rio Trancão.
Tudo isto são matérias que demoram o seu tempo, sem dúvida nenhuma, mas que
vão beneficiar em muito toda aquela zona. Depois, quando tudo isto estiver
construído, certamente que a visão das coisas, na sua opinião, obviamente, vai ser
completamente distinta da que se tem hoje.
22 viaduto 15/18
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Fi. Livro
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Reurflãode 2&2O/07/22
Município ProcQ 5/11 LOTEPDMde
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Posto isto, vai pôr o ponto à consideração, e pergunta quem vota contra e quem se
abstém.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, pedindo para intervir.
Disse o Sr. Presidente que o Sr. Vereador tinha pedido a palavra, não reparou, pelo
que pede desculpa e retira a votação, sendo que obviamente foi só por distração
sua.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que não é preciso ir tomar
como referência modelos nacionais ou internacionais sobre como é que estas
coisas se fazem, no que à utilização de terrenos cujo superior interesse público
esteja demonstrado. —------ —
Vai repetir aquilo que disse na intervenção inicial, o uso da expropriação ou a
figura da expropriação é uma figura legal, que já foi utilizada por este município
quando as questões de negociação não são favoráveis ao interesse público. Como
também já aqui foi dito, os terrenos de que fala o Sr. Presidente, e que hoje são
motivo de orgulho para o concelho de Vila Franca de Xira, sem qualquer tipo de
ironia, porque efetivamente dá gosto fazer usufruto e dar a conhecer uma frente
ribeirinha renovada e requalificada, resultam dum compromisso imobiliário, como o
próprio disse, e, para além de nesse terreno existirem várias condicionantes do
ponto de vista da construção, aliás que proíbem a construção, seja ela de que
natureza for, resultam de compensações obrigatórias e nos termos legais
aplicáveis para o município. Portanto, não pode ficar aqui, e pensa que não terá
sido a intenção do Sr. Presidente, a imagem de que há promotores beneméritos ou
promotores que estão a fazer um serviço inigualável para o município.
Não, cumpriu-se a lei, não fez mais do que cumprir a lei e, no entendimento da
CDU. é pena que toda e qualquer nova utilização para aquela zona da frente de rio,
por exemplo, não tenha um olhar igualmente atento para a revitalização
económica, por exemplo para a zona da Previdente e da Eurofil. Por que razão é
que aqueles empreendimentos estão devolutos? Por que razão é que tudo o que
tem de ser novo, na zona ribeirinha, tem de estar associado a novas frentes
habitacionais?
Naturalmente, se se tiver de ir ao baú da história, no baú da história que é
relativamente recente, e que foi aprovado pelo Partido Socialista sobre esta
22 viaduto 16/18
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FI. Livro
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FI.Ata 095
1h Reunião de 2020/07/22
Município Proc 5/11 LOTEPDM
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
urbanização, mais de metade dos usos previstos para a urbanização Vila Rio são ou
não são de habitação? São de habitação, pelo que questiona por que razão é que
se está a discutir um viaduto novo, sem prejuízo de, a curto prazo, do ponto de
vista do tráfego existente, e com o aumento da necessidade de favorecer o
transporte público, o atual ou o existente viaduto ser uma necessidade de
requalificação, aliás, feita até no âmbito desta obra, agora, de construção da nova
ciclovia.
O novo viaduto só se justifica e aparece porque há um aumento da carga de
transporte rodoviário individual calculado em largas centenas de novos veículos
para aquela zona, pelo que é uma obrigação do promotor resolver estes
problemas, e não é uma obrigação do promotor deixar para a câmara municipal ser
a mesma, com dinheiro público, a ter de resolver estes problemas. —
Não vai dizer em jeito de aviso, mas é para que conste, que da próxima vez que o
Sr. Presidente, ou o Partido Socialista, disser nesta câmara municipal que não pode
avançar com esta obra no domínio das infraestruturas rodoviárias porque o
município não dispõe de condições para o efeito, os membros da CDU irão sempre
recordar-lhe que, no mínimo, são 350 000,00€ que se têm de pagar para uma obra
que não é da sua competência e, por outro lado, tem que se resolver um problema
de aquisição de terrenos, cujas consequências estão longe de estarem
definitivamente concretizadas. Haverão de ver no que é que isso irá dar, no que à
instalação fabril da Greif diz respeito.
Interveio o Sr. Presidente, pedindo ao Sr. Vereador que lhe diga se o atual viaduto
foi construído por uma necessidade absoluta, por causa da via férrea.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que foi feito com recurso a fundos
comunitários, logo na primeira geração de fundos comunitários, como o Sr.
Presidente sabe, o próprio também sabe, e outros aqui também saberão, crê que
se chamava fundo de coesão, qualquer coisa desse tipo.
Disse o Sr. Presidente que é certo, mas, como o Sr. Vereador sabe, a câmara
municipal teve de assumir pelo menos 50% do valor. Agora, pergunta: Havia ali
tantas empresas, tantas empresas, porque é que não contribuíram para isso? Não
sabe, se calhar foi mau negócio, porque as empresas que lá funcionavam vieram
em muito beneficiar daquela passagem superior, e certamente que deveriam ter
22 viaduto 17/18
FI. Livro
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• 4,4 ReurflãodMunicípio Ali Proc2 5/11 LOTEPDMde
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
contribuído para uma mais-valia importante que constituiu aquela passagem
superior rodoviária. Enfim, é o que é. — —
Como já referiu, as posições são claras, cada um assume-as como deve ser, numa
discussão construtiva em todas as matérias, e por isso nada resta do que pôr a
funcionar a democracia, ou seja, pôr o ponto à votação.
Assim sendo, pergunta quem vota contra.
Tendo o Sr. Vereador Rui Perdigão se manifestado, referiu o Sr. Presidente que
então o Sr. Vereador ainda quer falar.
Disse o Sr. Vereador Rui Perdigão que será muito rápido, não tinha intenção de
intervir, quando foi a votação, votou, mas é na sequência da intervenção do Sr.
Presidente.
Referiu o Sr. Presidente que tudo o que o próprio responda ao Sr. Vereador não vai
mudar a posição do mesmo.
Interveio novamente o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que não, no entanto
pode-se continuar com a dialética, a dialética também é um diálogo, e não se
perde por falar. É só para deixar uma coisa clara, é que a construção desse
viaduto, de que o Sr. Presidente falava agora, não é comparável com a construção
deste, nem a comparticipação que a câmara municipal fez nesse viaduto com este,
porque este de que se está a falar agora resulta duma operação de loteamento e,
como é dito nos considerandos, é a entidade promotora que está obrigada a fazer
isto. Quanto ao outro, quando foi construído encerrou-se uma passagem de nível e
construiu-se, em substituição, um viaduto para a população e empresas que já
existiam do outro lado. Está-se a falar de coisas diferentes.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que fica registado esse gesto de solidariedade,
sim senhor, é da vida.
Prosseguiu, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que o
ponto é votado por maioria, com os votos contra do Bloco de Esquerda e da CDU.--
7. Deliberação: Deliberado, por maioria, com os votos contra dos membros da CDU e
do Bloco de Esquerda, em conformidade com a proposta do Sr. Vice-Presidente.
22 viaduto 18/18
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FI. Livro
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‘1N jf”’ ãodeOlfl2Município / Proc2 30/20 CERTAUGI
Vila Franca de Xira Deliberação n2 392
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 127, DO LOTEAMENTO DA QUINTA DA PONTE - SÃO JOÃO DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 103/20, de 09/07, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 127 do loteamento da Quinta da Ponte, em São João dos
Montes, no valor de 2 614,84€, registada na 1 Conservatória do Registo Predial de
Vila Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n9 2/2015-AUGI, de
25/03, solicitado por Maria Cristina Monteiro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 103/20, de 09/07, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
23 ponte 127
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Fi. Livro
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Reurãode00/07/22
Murcípio 1/) )‘f Proc 24/20 CERTAUGI
Vila Franca de Xira Deliberação n 303
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 119, DO LOTEAMENTO DO CASAL DA SERRA - PÓVOA DE SANTA IRIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 97/20, de 09/07, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 119 do loteamento do Casal da Serra, na Póvoa de Santa
Iria, no valor de 4 006,35€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila
Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n 6/2010-AUGI, de
22/09, solicitado por Luís Alberto Marques Silva.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 97/20, de 09/07, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente. —
24 serra 119
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FI. Livro
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a
Município 1 /7 Proc 25/20 CERTAUGI
Vila Franca de Xira Deliberação n 394
Câmara Municipal
-
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 1. DO LOTEAMENTO DO CASALINHO - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 98/20, de 09/07, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 1 do loteamento do Casalinho, em Vialonga, no valor de
2 724,85€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira
aquando do registo do alvará de loteamento n2 4/2009-AUGI, de 06/10, solicitado
porjosé Santos China.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 98/20, de 09/07, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. —
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. — —---- --—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente. —
25 casaiinho 1
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FI. Livro
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1. q41
Município / Proc2 26/20 CERTAUGI
Vila Franca de Xira Deliberação n 305
Câmara Municipal
1
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 23, DO LOTEAMENTO DO CASALINHO - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n9 99/20, de 09/07, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 23 do loteamento do Casalinho, em Vialonga, no valor de
3 143,32€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira
aquando do registo do alvará de loteamento n2 4/2009-AUGI, de 06/10, solicitado
por José Santos China. —
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 99/20, de 09/07, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
26 casalinho 23
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FI. Livro
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jjtJ Reunod
Municipio ti Proc 27/20 CERTAUGI
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n - 396
Câmara Municipal j
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 49, DO LOTEAMENTO DO CASALINHO - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 100/20, de 09/07, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 49 do loteamento do Casalinho, em Vialonga, no valor de
4 119,75€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira
aquando do registo do alvará de loteamento n2 4/2009-AUGI, de 06/10, solicitado
porJosé Santos China.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 100/20, de 09/07, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente. —
27 casalinha 49
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EI. Livro
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9 RAta 102Reunião de 2020/07/22
Município
de Proc9. 28/2 O CERTAUGI
Vila Franca de Xira 1/ Deliberação n2. 337
Câmara Municipal
-
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 54, DO LOTEAMENTO DO CASALINHO - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 101/20, de 09/07, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 54 do loteamento do Casalinho, em Vialonga, no valor de
4 119,75€, registada na 2 Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira
aquando do registo do alvará de loteamento n2 4/2009-AUGI, de 06/10, solicitado
porjosé Santos China.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 101/20, de 09/07, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. — —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
—
28 casalinho 54
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FI. Livro
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e
Murc(pio VI Proc2 29/20 CERTAUGI
Vila Franca de Xira Deliberação n2 298
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 63, DO LOTEAMENTO DA FONTE SANTA - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 102/20, de 09/07, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 63 do loteamento da Fonte Santa, em Vialonga, no Valor de
7 122,95€, em nome de José João da Costa Andresson, registada na 2
Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira aquando do registo do
alvará de loteamento n9 1/2011-AUGI, de 23/03, solicitado por Sofia Alexandra
Simões de Araújo Bernardo.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 102/20, de 09/07, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
29 ft santa 63
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FI. Livro
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cípio
Reunode20O/O7/22
de 1 Proc 23/20 CERTAUGI
Vila Franca de Xira Deliberação n2 399
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 324, DO LOTEAMENTO DA FONTE SANTA - VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação ri2 96/20, de 09/07, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 324 do loteamento da Fonte Santa, em Vialonga, no valor de
4 290,25€, registada na 2? Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira
aquando do registo do alvará de loteamento n2 1/2019-AUGI, de 29/05, solicitado
por Litério Henrique Lourenço Guerreiro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 96/20, de 09/07, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6, Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente. ----——---- —
30 ft santa 324
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FI. Livro
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FI.Ata
- 105
Reunião de 2020/07/22
Município Proc2 75/19 DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n0 310
Câmara Municipal
1. Assunto: EXECUÇÃO DA ACESSIBILIDADE INCLUSIVA — REQUALIFICAÇÃO DA
AVENIDA INFANTE DOM PEDRO - ALVERCA DO RIBATEJO - FASE 1 - ALTERAÇÃO DA
DATA DE CONCLUSÃO DA EMPREITADA (DESVIO DE PRAZO)
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 761/20, de
13/07, do DOVI/DEI, para aprovação do plano de trabalhos e cronograma
financeiro, bem como da alteração da data da conclusão da empreitada de
execução da acessibilidade inclusiva — Requalificação da Avenida Infante Dom
Pedro — Fase 1, em Alverca do Ribatejo, adjudicada à Topbet — Trabalhos de Obras
Púbicas e Pavimentos Betuminosos, SA, até ao dia 2020/08/28, correspondente a
um desvio de prazo de mais 60 dias, sem encargos para o dono da obra, não
decorrendo da manutenção da vigência do contrato, para além do prazo
inicialmente previsto, qualquer prorrogação do mesmo, reservando-se a câmara
municipal no direito de exigir o pagamento de eventuais danos decorrentes do não
cumprimento do prazo e do plano de trabalhos, caso se venha a verificar posterior
ocorrência de desvio injustificado, quer no que respeita ao conteúdo da prestação,
quer no prazo da execução da obra, não tendo o empreiteiro direito a qualquer
acréscimo de valor de revisão de preços em relação ao prazo acrescido.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 761/20, de 13/07, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
31 D. Pedro
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FI. Livro
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unod 0O/07/22
Município j$!. Proc2 25/20 DOVSM-EMP
Vila Frar de Xira V Deliberação n’ 311
Câmara Municipal 1
1. Assunto: REMODELAÇÃO/CONSERVAÇÃO DO PAVILHÃO DESPORTIVO MUNICIPAL
DAS CACHOEIRAS - ADJUDICAÇÃO, MINUTA DO CONTRATO E NOMEAÇÃO DO
COORDENADOR DE SEGURANÇA EM OBRA E DO DIRETOR DE FISCALIZAÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n° 760/20, de
10/07, do DOVI/DEI, para aprovação do relatório final de análise de propostas,
elaborado pelo júri do procedimento, nos termos dos nos 3 e 4, do artigo 148 do
Código dos Contratos Públicos, relativo à empreitada de remodelação/conservação
do Pavilhão Desportivo Municipal das Cachoeiras, com proposta de adjudicação à
OAPM — Construção Civil Unipessoal, Ld, pelo valor de 150 388,40€, acrescido do
IVA, e prazo de execução de 150 dias, bem como da minuta de contrato, nos
termos do n2 1, do artigo 98 e do n2 1, do artigo 1002, ambas do citado código, da
nomeação da Eng Helena Henriques para a função de diretora de fiscalizaçâo, e
da Eng Cristina Monteiro para a função de coordenadora de segurança em obra,
assim como emissão das respetivas declarações de nomeação, acompanhadas
pelas declarações de aceitação subscritas pelas técnicas.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 760/20, de 10/07, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: —
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. —— —
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, mencionando que este ponto é referente ao
concurso para a execução da empreitada das obras do pavilhão desportivo
municipal. Foi feito o concurso público, concorreram 4 empresas, e é pretendido
entregar a obra à empresa que apresentou o preço mais baixo, mas a questão que
levanta é que as outras 3 empresas têm o preço nivelado, perto dos 200 000,00€,
mais euro, menos euro, e esta que venceu apresentou, relativamente às outras 3,
32 cachoeiras 114
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FI. Livro
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44)
L
Município Proc2 25/20 DOVSM-EMP
Vila Frar de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal J
um preço 25% mais baixo.
Isto levanta-lhe algumas dúvidas, não sabe se este preço está a ser esmagado, e
não quer dizer que a empresa não faça a obra, mas quanto à qualidade da obra, e
também em que condições é que a empresa consegue fazer a obra por este preço,
pois não se sabe em que condições é que os trabalhadores que lá irão trabalhar
estarão contratados.
Quando há várias empresas que apresentam um preço praticamente nivelado,
pensa que aí é que estará o real preço da obra. Não sabe como é que a outra
empresa consegue fazer tão mais baixo, e por esse motivo vai-se abster.
Atendendo a que isto é tudo legal, a câmara municipal pode preferir o preço mais
baixo, e em certos casos convém, como no ponto seguinte ou outro mais adiante,
referente ao fornecimento de eletricidade, é tudo igual, é energia, pensa que,
quanto a este tipo de coisas, pelo menos da sua experiência, daquilo que tem
observado, nem sempre quem oferece o preço mais baixo oferece mais qualidade
e também nem sempre as melhores garantias de trabalho dos trabalhadores, e por
esse motivo vai-se abster.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que muitas vezes, e já passa a palavra ao Sr.
Vice-Presidente para complementar o que vai dizer, tem-se alguma dificuldade,
depois, em providências cautelares que venham, de justificar porque é que se
adjudicou a uma empresa por um valor superior àquelas que estiveram em
concurso. Isso já aconteceu, e não quer dizer que o Sr. Vereador não tenha razão
naquilo que está a dizer, muitas das vezes o que é barato sai caro. —
já houve algumas situações, de facto, de ter que “levar empresas ao colo” para
acabarem as obras, é verdade, não foi fácil, foram experiências complicadas no
tempo da Troika, principalmente, em que apareceram duas ou três situações que
não foram nada simples, mas ajudaram-se as empresas e as obras, apesar de tudo,
foram concluídas. ——--
Contudo, aqui há algumas dificuldades, no outro dia houve uma situação
absolut?mente inacreditável, em que uma empresa ficou em 72 lugar, apresentou
uma providência cautelar, e esteve-se 4, 5 ou 6 meses à espera, que depois
houvesse uma decisão em tribunal, e isto, de facto, é uma coisa complicadíssima.
Há empresas que já deixaram de ter engenheiros ao seu serviço, têm advogados, e
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El. Livro
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Reunod &20/07/22
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Vila Franca de Xira Deliberação n2______________
Câmara Municipal
o Sr. Vereador, que conhece bem o meio, sabe que muitas vezes isto não é
simples. Não é assim tão linear como o Sr. Vereador referiu.
O Sr. Vice-Presidente tomou a palavra, dizendo que, como o Sr. Vereador sabe, e
todos, que leram esta documentação, o executivo limita-se a cumprir toda a
legislação, ou seja, o Código dos Contratos Públicos. A posição do Sr. Vereador, de
se abster, é uma posição que entende como a melhor, no entanto aqui a câmara
municipal tem de cumprir, em primeiro, com o caderno que foi a concurso, depois,
as 4 empresas, em audiência de interessados, não reclamaram, e tem-se uma
diferença que anda na ordem dos 45 000,00€ a 50 000,00€. Queria recordar uma
questão, e não ao Sr. Vereador, porque vem às reuniões de câmara pontualmente,
e quando entende a sua força política, é que já se tem tido o inverso, que são
concursos desertos, e por vezes tem que se reforçar, porque os valores que vão a
concurso, a que as empresas respondem, são superiores ao preço-base.
Tem que se saber do que é que se está também a falar, e já não é a primeira vez
que se trazem assuntos, e com o apoio unânime da câmara municipal, do
executivo, em reunião de câmara, tem que se reforçar a verba porque o mercado
entende que o valor que é proposto pela câmara municipal é baixo.
Como diz o Sr. Presidente, ao olhar para os números que aqui estão, o próprio,
quando determina e faz despachos para a reunião de câmara quando estes
assuntos lhe são colocados, faz a sua análise, mas, em primeira instância, tem que
cumprir a lei, e neste momento tem-se aqui, em primeiro, o cumprimento da lei,
senão todos os outros 3 concorrentes, e a própria empresa que ganha o
procedimento, imediatamente colocam uma ação contra a câmara municipal, por
incumprimento do código. —
Isto de que se está a falar é simples, pensa que é o esclarecimento, embora
ressalvando e por vezes até compreendendo as ressalvas do Sr. Vereador, pois há
procedimentos, como já foi exposto, e repete, pelo Sr. Presidente, que às vezes
criam algumas reservas. Contudo, tem de se cumprir a lei.
Interveio ainda o Sr. Vereador Rui Perdigão, referindo que compreende
perfeitamente a posição da câmara municipal, optando pelo preço mais baixo é
sempre incontestável, mas poderá haver também outros critérios, crê que a lei
permite, além do preço mais baixo. Não está a contestar a decisão da câmara
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FI. Livro -.
7R75
Murcípio Proc2 25/20 DOVSM-EMP
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2______________
Câmara Munícipal
municipal, nem o critério usado, não está a pôr isso em causa, o que quer dizer,
como já disse na sua intervenção, é que este preço é substancialmente mais baixo
relativamente aos restantes, nos quais lhe parece estar, se calhar, o valor real da
obra. Está-se a falar duma diferença de 150 000,00€ para 200 000,00€, não sabe
como é que a empresa está, nem como é que estão os trabalhadores, e esse
motivo permite-lhe abster-se, não contestando, todavia, a decisão da câmara
municipal.
O Sr. Presidente interveio, pondo o ponto à votação, perguntando quem vota
contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por maioria, com a abstenção
do Sr. Vereador Rui Perdigão, do Bloco de Esquerda.
7. Deliberação: Deliberado, por maioria, com a abstenção do membro do Bloco de
Esquerda, em conformidade com a proposta do Sr. Vice-Presidente.
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FI. Livro
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S
RAta ll0
‘44j2 Reunião de 2020/07/22
Município Proc2 16/14 DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RECARGAS DE PAVIMENTOS 2014 - CONCELHO DE VILA FRANCA DE XIRA
- CONTA FINAL E AUTO DE VISTORIA PARA EFEITOS DE LIBERAÇÃO DA CAUÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 701/20, de
13/07, do DOVI/DEI, para aprovação da conta final e do auto de vistoria, datado de
2020/06/15, bem como da liberação total da caução prestada, no valor de
47 700,00€, por terem decorrido 5 anos sobre a data do auto de receção
provisória, referentes à empreitada de recargas de pavimentos 2014, concelho de
Vila Franca de Xira, adjudicada à Construções Pragosa, SA, atendendo à
inexistência de defeitos da obra, nem qualquer situação que careça de correção.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 701/20, de 13/07, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.---—-—-—
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33 recargas 2014
FI. Livro
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FLAta til
Reunião de 2020/07/22
Município jïf Proc2 42/20 DOVSM-EMP
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2 313
Câmara Municipal
1. Assunto: RECARGAS DE PAVIMENTOS 2020 - CONCELHO DE VILA FRANCA DE XIRA
-LOTE 1-PL4NODESEGURANÇAESAÚDE
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 767/20, de
14/07, do DOVI/DEI, para aprovação do plano de segurança e saúde referente à
empreitada de recargas de pavimentos 2020 - Concelho de Vila Franca de Xira —
Lote 1, adjudicada à Pavizés — Comércio e Transporte de Materiais de Construção,
Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 767/20, de 14/07, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
34 recargas It 1
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FI. Livro
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%Município Proc° 42/20 DOVSM-EMP
Vila Frar de Xira 1 Deliberação n 314
Câmara Municipal
1
1. Assunto: RECARGAS DE PAVIMENTOS 2020 - CONCELHO DE VILA FRANCA DE X$RA
- LOTE 2 - PLANO DE SEGURANÇA E SAÚDE
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 764120, de
13/07, do DOVI/DEI, para aprovação do plano de segurança e saúde referente à
empreitada de recargas de pavimentos 2020 - Concelho de Vila Franca de Xira —
Lote 2, adjudicada à Topbet — Trabalhas de Obras Públicas e Pavimentos
Betuminosos, SA.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 764/20, de 13/07, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. —
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente. ———--
35 recargas It 2
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FI. Livro
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RAta 113
41 Reunião de 2020/07/22
Municipio
Proc
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2 -
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “LARGO JOÃO DOS SANTOS FIGUEIREDO
CARREIRO (SENSEI/PROFESSOR)” - ALVERCA DO RIBATEJO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 428/20, de
26/06, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo,
em Alverca do Ribatejo, ao arruamento que tem início na rua António Sérgio e
término sem saída, passando o mesmo a designar-se “Largo João dos Santos
Figueiredo Carreiro (Sensei/Professor)”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 428/20, de 26/06, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parte da ata.
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
Interveio o Sr. Presidente, passando, se lhe permitirem, para os pontos 36, 37, 38 e
39. Pode ser assim, ou a Sr Vereadora Regina Janeiro quer ponto a ponto?
Referiu a Sr Vereadora que as questões que os membros da CDU vão colocar são
um bocadinho diferentes, pelo que, se o Sr. Presidente lhe permitisse, sugeria que
se discutisse o ponto 36, depois o 37 e 38, e o 39.
Respondeu o Sr. Presidente que sim, depois vota-se ponto a ponto, naturalmente,
dando a palavra à Sr Vereadora.
Interveio novamente a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que o que se
está a fazer hoje é aprovar um topónimo, largo João dos Santos Figueiredo
Carreiro, que foi Sensei do Alverca durante cerca de 40 anos, e que só não veio à
última reunião de câmara porque crê que se aguardava o parecer, a autorização da
família, pelo menos foi o que conseguiu compreender.
É uma pessoa que é de Alverca, viveu pelo menos muitos e muitos anos em
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FI. Livro -
62O/O7/22
Município Proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Alverca, a própria fez ginástica no Alverca a partir do 6 ou dos 7 anos, e pensa que
sempre se lembra dele por lá, com uma ligação muito forte à terra, que influenciou
muitas gerações, e diria que se calhar, para além das boas características naquilo
que era a sua função essencial, Sensei, era um excelente ser humano, portanto,
também, como os membros da CDU têm feito sempre, não se sentiriam bem se
não fizessem esta referência muito positiva à atribuição do nome a uma pessoa
que a terra conhece, querida da terra e que tem sido agraciada, não só por
Alverca, mas também pela própria câmara municipal.
Assim, sobre este ponto era o que queria dizer.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando, relativamente a este ponto e ao João
Carreiro, pessoa que o próprio conheceu bem também, que, para além da
atividade que desenvolvia, e era reconhecido pelos seus pares como um dos
melhores, era, de facto, um ser humano ímpar, e na área da formação é
importante ter pessoas como estas, como ele. Infelizmente o João já cá não está,
mas fica esta referência e recordação, duma pessoa excelente, que infelizmente já
não está connosco, mas de que se haverá de recordar sempre, sendo que estas
pessoas são importantes na sequência da nossa vida. Assim, vai-se prestar a
modesta homenagem da câmara municipal ao João Carreiro, aprovando,
certamente por unanimidade, este ponto.
Prosseguiu, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é
aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
36 carreiro 2/2
1 FI. Livro
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1k Reo d i620/07/22
UflICIPIO 1 Proc2 DC — Toponimode
Vila Franca de Xira j Deliberação ri2 - -
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DR. MAGALHÃES GODINHO” -TERRA DA
PASTORIA-FORTEDACASA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 473/20, de
15/07, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo na
Terra da Pastoria, no Forte da Casa, ao arruamento que tem início na avenida Terra
da Pastoria e término na avenida Terra da Pastoria, passando o mesmo a designar-
se “Rua Dr. Magalhães Godinho”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 473/20, de 15/07, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
partedaata. —
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que vai fazer uma introduçâo
paraospontos37,38e39.
Respondeu o Sr. Presidente que está muito bem.
Prosseguiu a Sr Vereadora, mencionando que pensa que é importante para que as
pessoas em casa percebam o que é que estão a pedir aos membros da CDU para
votar. Estão-lhes a pedir para votar a atribuição de 3 nomes de ruas, na União das
Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, que foi aprovada pela própria
junta a 23 de setembro de 2015, aprovado pela comissão de toponímia no dia 8 de
junho de 2016, as placas foram colocadas e a câmara municipal nunca deliberou.---
Disse o Sr. Presidente que é verdade.
Interveio novamente a Sr Vereadora Regina janeiro, pedindo então ao Sr.
Presidente para explicar que trapalhada é esta, para perceber como é que é
possível que isto aconteça, pois naturalmente, pela informação que lhes foi dada,
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I
Fl. Livro
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RAta 116
Reunião de 2020/07/22
Município 1 Proc2 DC — Topónimo
de 1
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
não lhes é possível perceber como é que é possível uma discrepância de 5 anos.---
o Sr. Presidente interveio, referindo que é a discrepância do tempo em que as
coisas deveriam ser tratadas num determinado momento e não foram. Pior que
isso era, naturalmente, depois de detetada a situação, não a ter resolvido, que é
aquilo que se traz. Aquilo que pode dizer é justamente isso, deveria, num
determinado contexto, depois de todas as aprovações, faltar a aprovação final, que
é vir a reunião de câmara, por razões que lhe escapam não veio, foi detetado e
veio agora.
Não é trapalhada, nem deixa de ser, é qualquer coisa, internamente alguém
deveria ter dado sequência a este processo e trazê-lo, como agora veio, a reunião
de câmara, e julga que é o único processo que se tem com uma situação destas.
De vez em quando lá aparecem coisas ainda muito mais antigas, de outras
situações, e não vai dizer que foi uma trapalhada ou deixou de ser, foi uma
situação que deveria ter sido resolvida num determinado contexto, que não foi.
Isso não belisca a homenagem que se pretende dar a estas pessoas, que hoje são
homenageadas com estes topónimos, mas não tem justificação para o assunto a
não ser alguém que devia ter colocado isto na agenda do dia, não colocou, num
determinado contexto, e foi colocado agora.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que a primeira nota é sem
justificação. Como segunda nota, questiona: Porque é que, sendo isto aprovado no
mandato anterior, não deveria voltar aos respetivos órgãos para voltarem a
aprovar, quer na união de freguesias, quer na comissão de toponímia?
O problema já está colocado, porque as placas estão nas ruas, alguém aplicou
placas, o que também é uma coisa complicada de perceber, como é que uma união
de freguesias põe placas de toponímia sem que a câmara municipal delibere.
Portanto, primeiro, não veio à reunião de câmara, depois, se não veio, a câmara
municipal, diz a própria, não informou a junta de freguesia que foi aprovado, mas
as placas foram colocadas. Um terceiro problema é, tendo em conta que isto foi no
mandato anterior, porque é que esta proposta não volta aos órgãos, para que
venha devidamente, na sua opinião, conduzida. Este é outro tipo de questão, e
também gostava que a pudessem ajudar na resposta.
O Sr. Presidente interveio, referindo que, jurídica e tecnicamente, a avaliação que
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FI. Livro
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4 RAta
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4/É) Reunião de 2620/07/22
Município 1I’) Proc2 DC—Topónimode
Vila Franca de Xira ;1 Deliberação n2___________
Câmara Municipal
foi feita não justificava que assim fosse, a única coisa que justificava era resolver o
mais depressa possível a situação. Não havia necessidade nenhuma de ir
novamente aos órgãos, na medida em que os órgàos, os diversos órgãos, à
exceção da câmara municipal, já se tinham pronunciado. Não havia necessidade de
fazer toda esta nova aprovação, em órgãos que efetivamente se pronunciaram,
inclusivamente a comissão de toponímia da câmara municipal também aprovou
num determinado contexto. Houve, de facto, um lapso que não deveria ter
acontecido, mas, da análise que foi feita, chegou-se à conclusão que não era
necessário fazer novamente essas aprovações que a Sr Vereadora referiu.
Retomou a palavra a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que as análises que
quem desempenha cargos públicos e políticos faz, como é o caso dos eleitos, não
lhe parece que devam ser apenas jurídicas, está-se a falar da legitimidade dos
órgãos. Ficaria muito mais descansada se o árgão voltasse a aprovar, não pensa
que haja, como o Sr. Presidente diz, juridicamente, algum problema. Pensa que
tem só a ver com bom senso político, com a justiça daqueles que são eleitos, tem a
ver com o respeito por umas eleições, com o respeito das pessoas e os atores
serem diferentes, mas tudo bem.
Depois, queria colocar outra questão, e por isso é que preferia que o ponto 39
fosse tratado à parte, mas o voto dos membros da CDU é favorável, não estão cá
para inviabilizarem, até porque as placas estão colocadas.
Assim, há 15 dias elogiou as uniões de freguesias de Alverca do Ribatejo e
Sobralinho e de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz, pela forma como
traziam os nomes, iam buscar nomes como hoje se aprovou, do João Carreiro,
alguém da terra, alguém que as pessoas da terra conhecem, respeitam e admiram,
e, como gosta muito destas questões da toponímia, leu com muita atenção toda a
documentação que foi enviada, e foram enviadas impressões da Wikipédia.
É com base na Wikipédia que se pede que se validem os currículos das pessoas, e
descobriu, do António Cândido Miranda Macedo, com todo o respeito, que foi
advogado e um político português, e nas 6 linhas do seu currículo o que consta é
que foi fundador e presidente do Partido Socialista e foi iniciado em 1930 na loja
maçónica “A Revolta”, O currículo continua com a atividade maçónica que o Sr.
António Macedo teve, e não consegue, pelo menos com a informação que lhe veio
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FI. Livro
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RAta 118
À Reunião de 2020/07/22Município Ai! Proc2 DC—Topónimode
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
via Wikipédia, encontrar qualquer tipo de relação com o Forte da Casa,
provavelmente é problema seu.-———
A seguir, entra também na página de Vitorino Barbosa de Magalhães Godinho, que
é efetivamente um catedrático, que merece todo o respeito e consideração de
todos, e já disse que os membros da CDU votarão favoravelmente todos, não é
essa a questão que está em cima da mesa, é para esclarecimento dos mesmos, e é
para também perceberem o que é que está implícito nas decisões que são trazidas,
precisam de perceber quais são os raciocínios que são feitos. Desta forma, também
não consegue ver, na informação que lhes mandam, uma vez mais via Wikipédia,
nenhuma ligação ao Forte da Casa. Não sabe se se confirma, se não se confirma,
se estas pessoas tiveram ou não tiveram alguma ligação ao Forte da Casa e ao
concelho. —
Por isso é que queria que depois o ponto 39 fosse tratado à parte, pois está-se a
falar, aqui, sim, duma homenagem a alguém que engrandece o nome da freguesia
de Alhandra, mas todo o concelho, que projeta e muito o nome do concelho, a nível
nacional e a nível internacional, que é o Dr. Sousa Martins. Aqui, claramente, não
vão fazer pergunta nenhuma, apenas dizer que gostavam de não estar a votar
nesta situação, gostavam que o processo tivesse sido todo bem conduzido, para
prestar a homenagem que é justa e mais do que merecida a Sousa Madins.
O Sr. Presidente interveio, dizendo que na última reunião de câmara, sobre
toponímia e sobre os topónimos que apareceram, foram dadas muitas referências
elogiosas ao presidente e ao órgâo junta de freguesia, e bem, assim como também
o próprio não pode deixar de elogiar o presidente e o árgâo junta de freguesia da
União das Freguesias de Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa, na medida em que é
uma matéria que foi analisada no árgão próprio, foi colocada à câmara municipal e,
ou é manifestamente alguém que se recusa, e pensa que nestes anos todos, se
calhar, aconteceu uma ou outra vez, mas há alguma reflexão sobre os nomes na
comissão de toponímia, ou. de facto, na generalidade das situações respeita-se
aquilo que as juntas de freguesia colocam.
Muitas vezes também olha para topónimos que foram assumidos no passado e,
sinceramente, para a Sr Vereadora podem ser referências fantásticas, que estão
bem em qualquer ponto do mundo, mas não vê é a relação que têm com o
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FI. Livro --
RAta
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Reunião de 2020/07/22
Município ( 1 Proc2 DC — Topónimo
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2____________
Câmara Municipal 1
concelho, e não têm de ter, porque há pessoas, há personalidades que são
transversais, há pessoas que são transversais e não têm de ter uma relação direta
com o concelho em causa, que é o de Vila Franca de Xira.
Enfim, o António Macedo teve um trabalho e um processo, desgraçadamente, pelos
vistos, foi do Partido Socialista, se tivesse sido do Partido Comunista se calhar não
havia problema nenhum, até havia palmas e aclamaçôes, mas desgraçadamente
foi do Partido Socialista, e esse é, provavelmente, um empecilho, de ter uma
dificuldade de aceitar este topónimo.
As coisas não são assim, todas as pessoas foram importantes no contexto histórico
do país, principalmente após o 25 de Abril e também antes, e é o respeito que se
tem de ter por todos. Se fosse também analisar muitos topónimos que por aí
andam, perguntava, “por que carga de água?”, contudo, depois diz que há uma
carga política subjacente que tem de respeitar. Aquilo que desejava também é que
não se fizessem referências menos elogiosas por alguém que está identificado com
este topónimo “Dr. António Macedo”, em que uma das dificuldades de apreciação é
por ter sido do Partido Socialista.
Não aceita isso. —
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, mencionando que gostava, com toda a
sinceridade, e toda a frontalidade que o órgão e o Sr. Presidente lhe merecem, que
fossem todos frontais. Pode tentar recapitular a sua intervenção, para o Sr.
Presidente perceber que não foi isso que a própria disse?
É contra a revisão de qualquer história, e mais, só consegue pensar o futuro tendo
em conta o passado e o presente, portanto, é contra qualquer revisão da história,
seja ela em que campo for. Não compactua com isso nunca. Contudo, o que pediu
foi que pensa que não é justo que se sujeitem vereadores a votar o nome de
alguém numa passagem da Wikipédia. O Sr. Presidente não pensa que a
informação que vem à reunião de câmara, vinda da comissão de toponímia e das
próprias juntas de freguesia, devia trazer um currículo, que custa um bocadinho
copiar? Faça-se “copy-paste”, não lhes imprimam papéis da Wikipédia.
Disse o Sr. Presidente que nisso está de acordo com a Sr Vereadora.
Prosseguiu a Sr Vereadora, referindo que foi isso que disse.
Continuou o Sr. Presidente, mencionando que nisso está de acordo com a Sr
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FI. Livro
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RAta 120
LjiJ\ Reunião de 62o/o7J22
Município li Proc2 DC — Topónimode L’
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Vereadora, não pode é aceitar que uma das referências que a mesma fez foi que a
única coisa importante que o senhor foi é ter sido da maçonaria e do Partido
Socialista. Isso é que não pode aceitar. Da maçonaria, não tem nada a ver com
isso, agora, relativamente ao Partido Socialista, cuidado, tem de haver algum
respeito, assim como o próprio tem o máximo respeito pelos membros da CDU, em
termos políticos.
Quanto à questão que a Sr Vereadora referiu, também teve de ir fazer o trabalho
de casa, como a Sr Vereadora fez, porque, efetivamente, não tinha o documento
completo. Agora vai recomendar, na base desta conversa que estão a ter, e aliás a
Sr Vereadora Manuela Ralha está de férias, não quer estar a incomodá-la com isto,
que as coisas têm de vir com outra substância, para uma avaliação mais cuidada,
como é evidente. Nisso está de acordo, sobre isso subscreve, quanto ao resto, a
referência da única coisa importante que fez na vida foi ser do Partido Socialista, se
calhar também é importante, foi isso que o fez um democrata, um bom
republicano, e lutou sempre por esses princípios até ao final da sua vida.
Interveio novamente a Sr Vereadora Regina janeiro, pedindo mesmo ao Sr.
Presidente que não deturpe aquilo que a própria disse, porque o que disse foi com
base naquilo que o Sr. Presidente viu que vem, se leu o documento, e pede
desculpa, daquilo que é a descrição da biografia do António Macedo na Wikipédia.
Este é que é o erro, toda a gente sabe quem é o António Macedo, toda a gente
respeita o passado do António Macedo, identifique-se ou não politicamente com
ele, por isso, nem sequer é justo que o Sr. Presidente faça referências como
“empecilho”, quando os membros da CDU disseram que iam votar favoravelmente.
Agora, o António Macedo não merecia muito mais do que aparecer um resumo que
diz, opositor ao Estado Novo, fundador e presidente do Partido Socialista, foi
iniciado em 1930 na loja maçónica “A Revolta”, de Coimbra, com o nome simbólico
de “Fernão Vasquez”, pertenceu às lojas “José Falcão”, de Lisboa, e “Vitória” do
Porto, foi no escritório de Mário Cal Brandão e de António Macedo, conhecido como
“A Toca”? Considera-se isto normal?
Que não se ponham na sua boca palavras que não disse, e o Sr. Presidente que a
deixe terminar.
Disse o Sr. Presidente à Sr Vereadora que termine.
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JjIA Reurflãod OO/O7/22
Município Proc2 DC — Topónimo
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2
Câmara Municipal J
Continuou a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que o Sr. Presidente já estava
com o dedo esticado e apontado, ao que o mesmo respondeu que não estava a
apontar para a Sr Vereadora.
Interveio novamente a Sr Vereadora, referindo que isto é que não pensa que seja
justo, e questiona se o Sr. Presidente percebe, porque o respeito que o António
Macedo merece a todos é muito mais do que este, e foi o que estava a dizer.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que está muito bem.
Respondeu a Sr Vereadora Regina Janeiro que não acabou, ao que o Sr. Presidente
lhe disse que então acabe.
Prosseguiu a Sr Vereadora, dizendo que não fez nenhuma referência, nem aceita
que o Sr. Presidente tenha dito que fez referências menos elogiosas a alguém
como António Macedo. Não aceita, e pedia-lhe que retirasse isso, porque crê que
agora entendeu melhor a sua intervenção.
Disse o Sr. Presidente que muito bem.
Interveio ainda a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que tem ainda uma
questão de toponímia para colocar, pequenina, e questiona se pode.
Perguntou o Sr. Presidente se no âmbito destes pontos ou em termos gerais.
Respondeu a Sr Vereadora Regina Janeiro que é uma questão muito pequenina, de
toponímia, de que se apercebeu.
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra à Sr Vereadora.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina Janeiro, dizendo que é uma questão muito
pequenina, mas é muito antiga, tem a ver com a rua Eng Vaz Guedes, na
Malvarosa, com o antigo lote 10, que agora é o 14A, que cria perturbações
profundas às pessoas. Agora, no âmbito da Covid-19, então, foi uma desgraça,
porque se começaram a fazer muitas compras pela lnternet, é óbvio, as pessoas
não o encontram, e os Cfl por vezes não o encontram. È o antigo lote 10, aquilo
passou do 12 para o 14, é uma confusão, e pede desculpa de não estar a dizer os
termos exatos, o que pode fazer, mas já tem muito tempo, as pessoas estão fartas
de colocar a questão, e cria constrangimentos reais, pois as pessoas não recebem
as coisas.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que vai então passar ponto a ponto, à
votação, perguntando, sobre o ponto 37, quem vota contra, quem se abstém,
37 Mayalhães 7/8
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FI. Livro
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Reunião de 2620/07/22
Municipio 1 Proc2 DC — Toponimode 1
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal 1
concluindo que é aprovado por unanimidade, sobre o ponto 38, quem vota contra,
quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade, e sobre o ponto 39,
quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é aprovado por unanimidade.-
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
37 Magalhâes 8/8
1 FI. Livro
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• Reunião de 2020/07/22
Município d Proc2 DC — Topónimode• 1
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n 3]7
Câmara Municipal
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÕNIMO “PRACETA DR. ANTÓNIO MACEDO” - TERRA
DA PASTORIA - FORTE DA CASA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 474/20, de
15/07, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo na
Terra da Pastoria, no Forte da Casa, ao arruamento que tem início na avenida Terra
da Pastoria e término sem saída, passando o mesmo a designar-se “Praceta Dr.
António Macedo”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 474/20, de 15/07, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão deste assunto foi feita em conjunto com os pontos 37 e 39 da ordem
dodia.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha. —
38 Macedo
19. Livro
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RAta 124
Reunião de 2020/07/22
Município Proc DC — Topónimode “ —
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2__-
Câmara Municipal f
1. Assunto: ATRIBUIÇÃO DO TOPÓNIMO “RUA DR. SOUSA MARTINS” - TERRA DA
PASTORIA- FORTE DA CASA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna fl9 475/20, de
15/07, do DC/Setor de Toponímia, para aprovação da atribuição de um topónimo na
Terra da Pastoria, no Forte da Casa, ao arruamento que tem início na avenida Terra
da Pastoria e término na avenida Terra da Pastoria, passando o mesmo a designar-
se “Rua Dr. Sousa Martins”.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 475/20, de 15/07, do
DC/Setor de Toponímia, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sfl Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
A discussão deste assunto foi feita em conjunto com os pontos 37 e 38 da ordem
dodia.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha. —
39 S Mastins
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FI. Livro
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RAta
-. 125
Reunião de 2020/07/22
Município ( /111 ‘ Proc2 DC/Direção
de —
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n____________
Câmara Municipal
1. Assunto: DOAÇÃO DE BENS CULTURAIS PARA ACERVO DO MUSEU DO NEO-
REALISMO PELA ASSOCIAÇÃO PROMOTORA DO MUSEU DO NEO-REALISMO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 90/20, de
15/07, do DC/DCMPH/MNR, para aceitação da doação de um conjunto de bens
culturais (periódicos (revistas e jornais) e monografia), cuja lista descritiva se
anexa à minuta do contrato de doação, pertença da Associação Promotora do
Museu do Neo-Realismo, com valor patrimonial de 56 870,00€, para incorporação
no acervo documental do Museu do Neo-Realismo, e aprovação da minuta do
contrato de doação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 90/20, de 15/07, do
DC/DCMPH/MNR, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
daata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
40 APMNR
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El. Livro
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“2 6%j2Município ProcQ DC/Direção
Vila Frar de Xira j Deliberação n 220
Câmara Municipal 1
1. Assunto: DOAÇÃO DE BENS CULTURAIS PARA ACERVO DO MUSEU DO NEO-
REALISMO POR ANTÓNIO MOTA REDOL
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 89/20, de
15/07, do DC/DCMPH/MNR, para aceitação da doação de um conjunto de bens
culturais (espólio literário Alves Redol (2 entrega), catálogo e periódico (jornais)),
cuja lista descritiva se anexa à minuta do contrato de doação, pertença do Eng
António Mota Redol, com valor patrimonial de 13 785,00€, para incorporação no
acervo documental do Museu do Neo-Realismo, e aprovação da minuta do contrato
dedoação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 89/20, de 15/07, do
DC/DCMPH/MNR, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte
daata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
41 Redol
FLUvro
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Fl.A 127
‘lv ReunIão de 2020/07/22
Município 1 Proc° DC/Direção
Vila Frar de Xlra 1 Deliberação ri?i...............311.
Câmara Municipal
1. Assunto: PRÉMIO DE TEATRO “MÁRIO RUI GONÇALVES” - NORMAS DA EDIÇÃO
2020
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n0 96/20, de
15/07, do DQSAC, para aprovação das normas do Prémio de Teatro “Mário Rui
Gonçalves” - Edição 2020.
3. lnformaçôes/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 96/20, de 15/07, do
DWSAC, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. —
4. Dotação orçamental: Piano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Si’ Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Si’ Vereadora Manuela Ralha.
42 normas
El. Livro
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RAta 128
Reunjãode2o2o/07/22
Município 4 Proc2
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de V
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: EDITAL DA LISTA DEFINITIVA DOS CANDIDATOS ADMITIDOS NO
CONCURSO PÚBLICO DE 2020, PARA ATRIBUIÇÃO, EM REGIME DE ARRENDAMENTO
APOIADO, DE 12 FRAÇÕES MUNICIPAIS NO CONCELHO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna Q 639/20, de
13/07, do DHCS/DHIS, para conhecimento da lista definitiva dos candidatos
admitidos no concurso público de 2020 para atribuição, em regime de
arrendamento apoiado, de 12 frações municipais no concelho, a qual será
publicada por edital.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 639/20. de 13/07, do
DHCS/DHIS, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Présidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
Interveio o Sr. Vereador André Arrojado, dizendo que relativamente a este ponto os
membros da CDU podem ler no edital que houve um elevado número de
candidaturas, mesmo considerando só aquelas que foram aceites, estando-se a
falar de 179 candidaturas aceites para 12 vagas nestes fogos de habitação social.--
Esta diferença tão grande mostra que, de facto, esta atribuição fica aquém.das
necessidades das pessoas, e é preciso por isso, então, também procurar ojtras
soluções, até para aumentar a resposta, enquanto câmara municipal, a esta
problemática.
Neste sentido, queriam saber quantos fogos municipais é que estão devolutos e
quantos é que se podem recuperar para que possam ter gente a habitar o mais
rápido possível, e queriam ainda perguntar quando é que está prevista a abertura
dum novo concurso ddatribuiçào de frações municipais.
Aproveita o tema para perguntar no que é que resultou o pedido feito pelos
43 arrendamento 1/7
FI. Livro
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Reurãod 0O/O7/22
Município 11
“
Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n9______________
Câmara Municipal J
moradores do bairro social do Bom Retiro na última reunião de câmara.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Rui Perdigão, mencionando que, enfim, foram 491
candidaturas para 12 frações. Obviamente, como já foi aqui também sublinhado,
isto revela que no concelho existem quase 5 centenas de agregados familiares que
necessitam de casa de habitação a preços acessíveis. Pelo que o Bloco de
Esquerda sabe, o último concurso de arrendamento municipal ocorreu em 2017 e
houve então 290 candidaturas, o que implica que de lá para cá houve um aumento
de 60% da necessidade de habitação. Não sabe se todas são elegíveis, pensa que
nem todas foram elegíveis, pelo que não sabe se é ou não, concretamente, um
aumento, mas, atendendo ao número de candidaturas, aparentemente há pessoas
que sentem necessidade de habitação a preços acessíveis. Outra questão é se são,
de facto, elegíveis ou não, se cumprem os critérios, mas pelo menos procuraram
ter acesso a essa habitação.
Uma das questões que o Bloco de Esquerda tem a colocar é porque é que há este
hiato de 3 anos, se nesse intervalo não haveria habitação disponível para abertura
de concurso, que, entretanto, surgiu. Essa é uma questão simples.
Depois, sabe que em 2017 houve 8 candidaturas do casal dos Estanques e 5 da
lmprosit, há 2 núcleos precários de habitação no concelho, e uma vez que uma das
prioridades do IHRU - Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, é acabar
com a habitação precária, queria saber se também é ou se se mantém essa
intenção do município.
Gostaria ainda de perguntar em que pé é que está o programa local de habitação e
o 1Q Direito, que evolução tem tido isso, e também se a câmara municipal tem
previsão de reabilitar mais fogos para fazer mais concursos de habitação.
Neste âmbito, aproveita para falar da rua do Cais de Alhandra, em que as pessoas
têm arranjado os seus prédios, reabilitado aquilo, e a parte que está desdentada
da rua é onde estavam os prédios da câmara municipal, que a mesma demoliu. Por
conseguinte, pensa que a câmara municipal devia ser o exemplo para as outras
pessoas. Elas têm arranjado os seus prédios e melhorado a imagem da rua, e a
câmara municipal devia dar esse exemplo, e neste caso, porque já foram
demolidos, reconstruir e também, se calhar, eventualmente, disponibilizar
habitação a preços acessíveis. Sobre os fins, se apenas limitado a jovens, depende
43 arrendamento 2/7
FI. Livro
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o dá 2020/07/22
Município Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2______________
Câmara Municipal
da política que se adotar para também regenerar e rejuvenescer o núcleo antigo
de Alhandra.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que já passa, de seguida, a palavra à Sr
Vereadora Helena Pereira de Jesus, mas o que diz é que se adotou, no mandato
anterior, uma decisâo, que fez com que efetivamente o número de candidaturas
aumentasse. Antigamente o que acontecia é que num processo de candidatura,
que em alguns casos tem algumas especificidades, às vezes a candidatura não
estava bem elaborada e era motivo para ser excluída.
Aquilo que pediu foi que em circunstância nenhuma as pessoas fossem excluídas,
por mau preenchimento da candidatura ou de algum documento que seja
necessário, e isso trouxe duas situações, um aumento das candidaturas e também
um esforço maior para quem trata destas situações na área social.
Isto não invalida de referir que há necessidade de se terem mais casas disponíveis
e, tendo em vista o período que se atravessa, certamente que havia famílias que
tinham uma vida normal, sem problemas de habitabilidade, que de repente viram-
se confrontadas com problemas de pagamentos das rendas e outras situações
complicadas, o que quer dizer que a situação se está a agravar.
De qualquer forma, relativamente às questões que os Srs. Vereadores colocaram,
pede à Sr Vereadora Helena Pereira de jesus para responder.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, cumprimentando, na
pessoa do Sr. Presidente, todos os presentes, e também aqueles que seguem a
reunião via on-line, dizendo que vai tentar responder a todas as questões.
Relativamente a quantos fogos devolutos existem no concelho neste momento,
existem 48 frações devolutas, e das 48 têm de se tirar as 12 que vão ser agora
atribuídas. Portanto, fica-se com 36, e das 36 têm de se tirar 4 frações que estão
destinadas a realojamento excecional, por exemplo, a vítimas de violência
doméstica ou outras situações de emergência. Destas 4 uma encontra-se atribuída,
pelo que quando refere que está devoluta, neste momento não está devoluta
verdadeiramente, porque durante um período temporal em que a situação de
emergência se verificar esta fração, dentro destas 4, está ocupada, mas,
entretanto, quando a situação de emergência terminar ficará desocupada.
Sobram, pois, 32 frações, e dessas 32 frações está previsto que 18 frações sejam
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FI. Livro
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1
Reuno de 2020/01/22
Município
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Vila Franca de Xira Deliberação n2______________
Câmara Municipal
intervencionadas durante q próximos 6 meses, de modo a serem entregues aos
candidatos suplentes, naturalmente pela ordem das listagens que constam deste
ponto que vem a reunião de câmara. Quanto às restantes, ao longo dos outros 6
meses também sofrerão intervenções, para ficarem em condições de serem
ocupadas, nomeadamente serem entregues.
Coloca-se também a hipótese de, caso algum dos candidatos suplentes consiga, o
que já tem acontecido, aceitar uma fração que precisa de pequenas intervenções e
as consiga fazer, também poder ser entregue essa fração.
Relativamente à situação de para quando outro concurso de habitação, para já,
como disse, vão ser atribuídas todas as frações que estão devolutas.
Depois, queria dizer também que estas frações não estão totalmente prontas para
serem entregues nesta fase do concurso porque, como se sabe, foram ocupadas
pelos moradores da Quinta da Piedade, face às intervenções que foram feitas neste
mandato, no PER da Quinta da Piedade. Essas pessoas tiveram de ser alojadas e
foram alojadas em vários sítios, famílias, etc., o que já referiu noutras reuniões de
câmara, mas também nestas frações, nestas 32 frações que estão agora a ter de
ser recuperadas para poderem ser entregues de modo digno, que é assim que a
câmara municipal faz.
No que respeita à questão da insuficiência, é verdade, daí que também a câmara
municipal esteja a implementar a Estratégia Local de Habitação do Município de
Vila Franca de Xira, como é do conhecimento de todos. Contudo, como bem disse o
Sr. Presidente, das 491 candidaturas foram atendidos 126 candidatos para
completar as candidaturas com falta de documentos. Há candidaturas que foram
excluídas por variadíssimas razões, nomeadamente porque não residiam no
concelho há mais de 2 anos e outras razões, mas aquelas que tinham falta de
documentos foram 126 candidaturas ou pessoas/agregados, e foram chamadas
para serem atendidas. Desses 126 foram aos serviços 122, e dos 122,
completaram as candidaturas 86.
Como se deve imaginar, atender 122 pessoas, imaginando-se uma média de meia
hora, 30 minutos por cada uma, o que muitas vezes não dá, porque se está a
ajudar a pessoa a preencher aquilo que deveria ter preenchido no início, quando
entregou a candidatura, são mais de 60 horas. Isto é se se fizer uma média de
43 arrendamento 4/7
Fl. Livro
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1
Reuno de 2020/07/22
Município
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n9______________
Câmara Municipal
meia hora por pessoa, o que muitas vezes não é o caso, como se deve calcular.
De facto, como o Sr. Presidente disse, e bem, os serviços tiveram este cuidado,
fizeram este esforço, e este esforço adicional naturalmente que deu este número
de 179 candidaturas admitidas, ficando 167 suplentes, face às 12 atribuições que
vão ser feitas agora.
Sobre o 12 Direito, encontra-se na fase do plano de ação, que tem por base os
núcleos precários e os núcleos degradados, estando neste momento estas
situações a ser analisadas pela empresa que está a fazer este estudo.
Depois, neste mandato já houve um investimento, o que é sempre bom referir,
também para quem está a ouvir on-line, pois às vezes as pessoas não se
apercebem, de quase 4 milhões de euros em habitação municipal.
Relativamente ao Casal dos Estanques, não podia deixar de referir que nos últimos
anos foram realojados 12 agregados familiares provenientes do Casal dos
Estanques, e já foi aqui dito que ao realojar 12 agregados não se diminuiu o
número, porque vieram mais agregados a ocupar o espaço que estava a ser
ocupado por aqueles 12, e vieram de outros concelhos. Também foram alojados 5
agregados familiares provenientes dos antigos terrenos da empresa lmprosit. no
Sobralinho.
Assim, pensa que respondeu a todas as questões. Não sabe se lhe faltou alguma,
mas se lhe tiver faltado alguma está ao dispor para o que for necessário.
O Sr. Vereador André Arrojado interveio, mencionando que, de facto, facilitar a
candidatura através da não exclusão por falta de documentos de exclusão
automática não vem alterar em nada as necessidades que existem. Isso é de
louvar, uma medida normal, mas continua-se a ter 318 pessoas que ficaram de
foram, essas pessoas continuam a ter essa necessidade, das casas que a Sr
Vereadora falou que estão devolutas e vão ser reabilitadas, apenas para a lista que
foi aprovada. Continuam a ser 32 casas, para 135 pessoas. Portanto, a habitação
social no concelho está num nível de carência grande, como foi reconhecido, e é
preciso fazer muito mais.
Depois, de facto, referiu a Sr Vereadora que os serviços tiveram uma carga de
trabalho muito elevada para dar vazão a toda esta ajuda e, no fundo, acabou por
reconhecer, se calhar sem querer, que também nessa vertente do executivo
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Fl. Livro
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RAta 133
Reunião de 2020/07/22
Município 1 proc2
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de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2______________
Câmara Municipal
municipal faltam recursos para dar vazão a esta necessidade.
Faz ainda um aparte, porque parece que falta aqui uma política de proximidade
com os cidadãos. Fazê-los deslocarem-se aos serviços, em vez de serem os
serviços a estarem no terreno, que com certeza estarão, mas pelos vistos não
estarão em toda a sua abrangência, parece que afasta um pouco a relação com as
pessoas e com os munícipes.
Deixa, pois, este apontamento, e também o apontamento de que há muito, muito
por fazer, a nível de habitação social no concelho.
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, referindo que é uma questão
aritmética, face aos números, naturalmente que se percebe que as habitações são
insuficientes, daí que a câmara municipal, como disse, esteja a implementar a
Estratégia Local de Habitação, cujo caderno 1 é o diagnóstico global e atualização
das carências habitacionais existentes. A câmara municipal não está desatenta,
sabe estes números. Por outro lado, queria dizer que, curiosamente, muitas das
exclusões que ocorreram no âmbito do concurso de habitação têm a ver com
pessoas que se candidatam ao concurso de habitação e que são proprietárias de
imóveis no concelho de Vila Franca de Xira.
Queria assim deixar essa nota.
Depois, relativamente à sobrecarga e à falta de recursos, é uma situação que
levaria a uma discussão muito longa, o que quis dizer é que houve um esforço da
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e, se calhar, se se procurasse no país
inteiro não se encontrava câmara municipal nenhuma que chame os candidatos
para que voltem a preencher e entreguem os documentos. Lembra-se de estar a
falar neste assunto com uma pessoa da Segurança Social, e na Segurança Social
não fazem isto. O que quis dizer não é que havia falta de recursos, mas que houve
um esforço, de facto, da equipa, mais uma vez, que atendeu 122 pessoas ou
agregados, porque nem sempre vinham sozinhas, e conseguiu. Não há serviço
nenhum em atraso, não há papel nenhum por tratar, e o que queria era focar este
esforço que a equipa fez.
Por outro lado, também queria dizer que as pessoas não tinham de se dirigir a Vila
Franca de Xira, nos centros comunitários podiam ser atendidas neste âmbito, para
preenchimento ou entrega dos documentos que eram necessários. Não era
43 arrendamento 6/7
FI. Livro
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Municipio Proc
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Vila Franca de Xira Deliberação n______________
Câmara Municipal
necessário obrigatoriamente deslocarem-se a Vila Franca de Xira, agora, os
serviços não se vão deslocar à casa das pessoas, isso não pode ser. Naturalmente
que foi descentralizado, e as pessoas tiveram o acompanhamento que mereciam,
que fez com que não tivessem todas que se deslocar a Vila Franca de Xira.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
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El. Livro
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tj Liji, Reunodd20/07/22
Municipto ) ,4j!$ Proc
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de 1
Vila Franca de Xira Deliberação n2______________
Câmara Municipal
Pelas 12h48, após a discussão do ponto 43 da ordem do dia, interveio o Sr.
Presidente, dando a palavra ao público presente, prosseguindo posteriormente
com a discussão e Votação do ponto 45 da ordem do dia e com a aprovação da ata
em minuta.
publico
FI. Livro
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1
4i.f
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Município A Proc2
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Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
COLOCAÇÃO DE ESPELHO NO ENTRONCAMENTO JUNTO AO FARROBO - ESTRADA
DE SANTA SOFIA - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o munícipe, Sr. Mário Ferreira Vicente, dando as boas tardes e referindo,
em primeiro lugar, antes de apresentar as suas questões, que queria dizer uma
coisa que viu no Mirante há 15 dias, que o presidente do seu concelho tinha sido o
primeiro a prontificar-se a ajudar no programa da Covid-19. Dá-lhe os parabéns, e
fica muito satisfeito como vila-franquense.
Depois, voltando aos seus assuntos, agora faz com frequência a estrada de Santa
Sofia, que liga ao Farrobo, porque vai buscar as suas “fortunas” aos Bacelos todos
os dias, faz isso todos os dias, e quando se chega lá acima, ao Farrobo, como o Sr.
Presidente tem conhecimento, há um entroncamento, onde está o sinal de STOP, e
tem que se parar, para a direita vai-se para as Cachoeiras e Loja Nova, para a
esquerda vai-se para o Casal da Coxa.
Para o lado direito não há dúvidas que há bastante visibilidade, mas para o lado
esquerdo a visibilidade é muito curta, como o Sr. Presidente sabe, e certamente a
maior parte dos vila-franquenses que estão presentes são capazes de saber que é
assim.
Há dias, há coisa duns meses, antes da Covid-19 ou logo a seguir, já foi há uns
tempos, ia uma senhora à sua frente, que também ia buscar a filha, que só não
levou com o carro que vem do lado direito porque teve de entrar muito dentro do
entroncamento.
Por aquilo que teve conhecimento, em tempos já existiu ali um espelho,
infelizmente o vandalismo é tanto na nossa terra e no país, que aconteceu como o
de Povos, já houve uns 4 ou 5 espelhos naquele entroncamento e foram partidos,
mas não sabe se não será solução pôr lá novamente outro espelho, para que não
aconteça um dia um acidente grave.
Vai-se ali descansado, entra-se um bocadinho mais dentro da via, e como aquilo é
quase uma reta, certamente que as pessoas podem estampar-se e é uma carga de
trabalhos. Isto não é criticar, mas sim para que o Sr. Presidente dê solução áquilo,
e se calhar alguém já viu e já comunicou à câmara municipal.
Tomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que o Sr. Vice-Presidente tomou boa
publico 1 1/2
19. Livro
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11U Reuno de 2020/07/22
Município
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de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
nota, se eventualmente for necessário lá pôr o espelho, que se calhar é necessário,
mas, como já aconteceu noutras situações, e como o munícipe bem referiu,
colocam-se os espelhos e passado pouco tempo estão partidos.
Aquilo que costuma dizer é que se tem de ser mais teimoso que as pessoas que
andam a vandalizar aquilo que é de todos, mas enfim, é o que é. De qualquer
modo, os serviços irão lá para avaliar e ver o que é que é necessário fazer.
publico 1 212
FI. Livro
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1! ‘vi) Reuràod00/O7/22
Município
Proc2
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de
Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
SECRETARIA DO CEMITÉRIO - VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o munícipe, Sr. Mário Ferreira Vicente, referindo que se desloca com
alguma frequência ao cemitério, em Vila Franca de Xira, visitar a campa dos seus
pais e, qual não foi o seu espanto, agora, depois da Covid-19, de abrir novamente o
cemitério, quando ia a entrar vinha uma velhota a sair, muito chorosa, porque
queria tratar dum assunto relacionado com o cemitério, mas chegou lá e a
secretaria estava fechada. —
Disseram-lhe, um senhor qualquer, não sabe se era coveiro, se não era, que agora
a secretaria era nas instalações do Cevadeiro, o próprio sempre conheceu as
instalações ali, e não sabe porque é que retiraram de lá a secretaria, mas as
pessoas de idade têm que se deslocar tão longe para irem tratar dum assunto, e
deveria estar uma pessoa permanente lá. Aliás, estava lá um moço, que até
conhecia, trabalhou consigo na Citroën, e agora já lá não está. Foi despedido ou foi
embora para outro lado, ouviu qualquer coisa assim, sendo que, por sua vez, as
pessoas chegam ali e batem com o nariz na porta.
Gostaria que o Sr. Presidente verificasse ou lhe explicasse o porquê de não estar lá
a secretaria, que no seu entender devia estar, mas o executivo é que sabe o
motivo de lá ter tirado a secretaria.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que foi num determinado contexto da Covid-19,
mas vai avaliar com os serviços, no sentido, principalmente para aquelas pessoas
que têm mais dificuldade em se deslocarem ao Cevadeiro, da necessidade da
secretaria ter um horário, que permita que as pessoas tratem dos seus assuntos no
próprio cemitério.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
APRESENTAÇÃO DO LIVRO DE MÁRIO COELHO
Interveio o munícipe, Sr. Mário Ferreira Vicente, referindo-se a um assunto simples,
para o qual gostava de uma informação, porque o Sr. Presidente sabe, estava lá
presente, em fevereiro, quando houve a apresentação do livro do Mário Coelho, na
praça de touros do Campo Pequeno. O próprio também lá foi, e deu-lhe a
impressão de que o Sr. Presidente também lá estava, já o tem visto lá tanta vez.---
Disse o Sr. Presidente que por acaso não esteve, não teve oportunidade.
Prosseguiu o munícipe, mencionando que se lembra de ter visto o Sr. Presidente,
mas se calhar está a fazer confusão e não foi nessa altura.
O próprio estava lá, e qual não foi o seu espanto quando viu lá o livro do Mário
Coelho, pelo que se pôs precisamente na fila para o comprar, mas como já estava
em cima do acontecimento de começar o espetáculo e, por sua vez, o Mário
Coelho, que já lá está, demorava muito tempo a rubricar, saiu da fila e foi
informado que havia a apresentação em Vila Franca de Xira.
O livro lá custava, nada mais, nada menos, do que 20,00€, era o preço do livro que
um colega seu, duma tertúlia de Vila Franca de Xira, comprou, e foi aqui, em Vila
Franca de Xira, saber onde é que se vendia o livro, onde é que estava, e dizia-se
que era apresentado no dia 3 de maio, se não está em erro, no museu do Neo-
Realismo. —
Quando lá chegou o livro custava 22,00€, e questionou-se como é que no Campo
Pequeno era 20,00€ e em Vila Franca de Xira era 22,00€. Perguntou à empregada
se foi a deslocação do livro, esta respondeu-lhe que não sabia, foram as ordens
que lhe deram. Por sua vez, como há um responsável pelo departamento do museu
do Neo-Realismo, que é o Dr. Sargento, dirigiu-se ao mesmo, quando o encontrou,
perguntou-lhe, e a resposta do Dr. Sargento foi precisamente que não tinha
conhecimento, não sabia, mas ia averiguar e dava-lhe a resposta.
Até ao momento ainda não lhe deu resposta nenhuma, e vem perguntar ao Sr.
Presidente se sabe e porque é que é um preço aqui e outro em Lisboa. É um livro
vulgar, de tauromaquia, só compra quem quer, e está interessado em comprar o
livro, não é pela importância de 2,00€, mas em Lisboa, na apresentação, foram
20,00€, aqui 22,00€, pelo que fica a pensar. Realmente viu os livros na livraria a
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22,00€, mas uma livraria é uma livraria, agora, aquilo é um departamento da
câmara municipal, não sabe se é, se não é, pensa que está ligado à câmara
municipal, e ganham-se 2,00€.
Assim, era só, não é uma crítica, mas sim uma informação que gostava que o Sr.
Presidente lhe pudesse dar.
Interveio o Sr. Presidente, dizendo que o livro deve ter tido um preço de
lançamento, não sabe, não faz ideia, mas vai tentar saber, sendo que não esteve
na apresentação do livro.
Há um aspeto relativamente ao livro, a câmara municipal não ganha um cêntimo
com a sua venda. Há aqui a questão do valor que foi colocado na apresentação do
livro, e normalmente o valor é menor no lançamento do livro, sendo que os 2,00€ a
mais têm a ver com aquilo que se acordou com a editora. Assim, é a resposta que
pode dar neste momento, sem prejuízo de poder aprofundar melhor este assunto.--
Disse o munícipe que foi o Sr. Presidente a pessoa que informou, há tempos, numa
reunião, que se ia fazer a apresentação do livro do Mário Coelho na Semana da
Cultura Tauromáquica. Em virtude de não haver, o livro foi apresentado, pelo que a
apresentação, tanto em Vila Franca de Xira, como no Campo Pequeno, era a
mesmacoisa.
Mencionou o Sr. Presidente que a apresentação do livro foi adiada, pelas razões
que se conhecem.
Referiu ainda o munícipe que o livro continua lá, para vender.
Prosseguiu o Sr. Presidente, referindo que, como diz, sobre porque é que em Vila
Franca de Xira o livro valorizou 2,00€, não sabe, há de saber melhor.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
LIMPEZA DAS VIAS DESDE A BOIÇA ATÉ À ENTRADA NAS CACHOEIRAS - VILA
FRANCADEXIRA
Interveio o munícipe, Sr. José Inácio Rodrigues, dando as boas tardes, dizendo que
vem apresentar a sua revolta acerca da câmara municipal e da Junta de Freguesia
de Vila Franca de Xira, na limpeza que vai desde a Boiça até ao princípio da
freguesia das Cachoeiras, pois é de lamentar o estado em que aquilo está.
Esta semana, não sabe o dia, andou uma máquina da câmara municipal a fazer
cócegas ao lado esquerdo, quando se desce, e do lado direito, desde cima até
abaixo, é um matagal. As pessoas pagam os seus impostos para andarem na via
pública, e aquilo tem um matagal em que, quando se cruzam 2 carros, leva-se o
carro riscado.
Pergunta se é assim a limpeza que se faz, da câmara municipal, porque já o ano
passado dirigiu-se à junta de freguesia, apresentou o caso a um senhor, que lhe
disse que sim, que ia lá limpar. Fez “festas” o ano passado, este ano fez a mesma
coisa, e isto é fazer pouco das pessoas que vivem na aldeia das Cachoeiras, que
está desprezada do concelho. É vergonhoso a entrada nas Cachoeiras estar
naquele matagal, e mais, junto onde era a Bebecar as canas que estão num
terreno, que não lhe interessa de quem é, tombaram para a estrada, e para se
passar, cruzando-se 2 carros, não sabe como é que será.
Então a câmara municipal, que apregoa tanto as limpezas, deixa aquilo? Este é um
caso para a câmara municipal. Quanto à proteção civil, questiona o que é que faz a
proteção civil, uma vez que deve passar lá e não vê aquele matagal, que, se se
larga um cigarro ou qualquer coisa, pega fogo. Afinal o que é que faz a proteção
civil? Não faz nada. —
Assim, o seu voto para as próximas eleições é de vermelho, de alto a baixo, porque
nada fazem. —
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que está muito bem, o munícipe está no
seu direito, a democracia é isso mesmo, mas se for de alto a baixo fica nulo.
Respeita o seu estado de espírito, a revolta, como disse, e, nesse sentido, mais
uma vez vai-se falar com a junta de freguesia, para fazer aquilo que tem de fazer.
Caso não o faça, e se continuar, como o munícipe referiu, a fazer cócegas às ervas,
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Câmara Municipal
naturalmente que se tem de encontrar uma solução e melhorar a situação, na
medida em que há competências que são delegadas às juntas de freguesia, e essa
é uma delas.
Assim, vai-se tentar resolver o mais depressa possível.
Quanto à questão da proteção civil, a proteção civil tem andado pelo concelho, não
só agora, por este problema que se está a atravessar, da pandemia, mas sobretudo
também pela questão de se estar na época de fogos. Aquilo que a proteção civil
reporta ao próprio e aos serviços competentes da câmara municipal é, justamente,
assinalar determinados terrenos que precisam de ser desmatados.
O que tem acontecido é que os proprietários são notificados, muitas vezes limpam,
outras vezes não o fazem, e quando não o fazem, depois de várias notificações a
câmara municipal é que vai limpar esses terrenos, havendo depois uma ação
coerciva para ser ressarcida do valor. É um processo difícil, complicado, mas é isso
que acontece.
Espera, das iniciativas que se vão fazer, que resulte rapidamente que as valetas
sejam limpas, e agradece ao munícipe de ter vindo falar, pois desconhecia a
situação, na medida em que não passa por ali há muito tempo.
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FI.Ata 143
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
FEIRA E MERCADO DA PÓVOA DE SANTA IRIA E DO FORTE DA CASA
Interveio o munícipe, Sr. José Manuel dos Santos Lopes, dando as boas tardes a
todos os presentes, dizendo que o primeiro assunto que o traz à reunião de câmara
é referente à feira e mercado da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa.
Não sabe se será da responsabilidade da câmara municipal, mas mesmo que não
seja pensa que a câmara municipal terá uma palavra a dizer, e o que pergunta é
por que é que se mantém encerrada a feira e mercado da Póvoa de Santa Iria e
Forte da Casa, à sexta-feira, ao sábado e à quarta-feira, inclusive, nos géneros não
alimentares. Há feirantes a passar bastantes necessidades, precisam de trabalhar
e não lhes está a ser dada essa possibilidade.
A feira de Alverca já reabriu na totalidade há várias semanas, tal como muitas
outras feiras na zona da grande Lisboa, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
é a mesma, tanto na freguesia de Alverca como da Póvoa e Forte da Casa, o
delegado de saúde é o mesmo, pensa, na Pávoa e no Forte da Casa o perigo de
contágio é maior do que em Alverca? Esta é uma pergunta que deixa.
Quando for a reabertura das feiras e mercados destas duas localidades o que
sugeria é que houvesse uma isenção das taxas de ocupação, visto que há câmaras
municipais no país, tais como Cascais e outras, que o têm feito, devido ao facto dos
feirantes não trabalharem desde março de 2020.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que esta é uma matéria que tem de colocar ao
Sr. Presidente da junta, e perceber porque é que, de facto, não abriram ainda
completamente. Deve haver razões que não sabe explicar, só pode falar daquilo
cuja gestão é direta da câmara municipal, daquilo que não é da câmara municipal
não deve emitir opiniões.
Sabe que num determinado contexto, em Alverca, a feira abriu com a prudência
necessária, ou seja, eram só metade dos feirantes e noutra semana outra metade
dos feirantes, o munícipe agora diz que já está aberta totalmente, não tem essa
informação, é provável que assim seja, mas, como diz, vai avaliar com o Sr.
Presidente da junta, neste caso da Póvoa de Santa Iria.
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ReunodOO/O7/22
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
ZONA VERDE E BOLSA DE ESTACIONAMENTO NA RUA JOÃO LOPES RAIMUNDO -
PÓVOA DE SANTA IRIA
Interveio o munícipe, Sr. José Manuel dos Santos Lopes, referindo-se à zona onde
mora, onde o Sr. Presidente esteve, a zona verde e a bolsa de estacionamento na
rua João Lopes Raimundo, na Póvoa de Santa Iria.
O Sr. Presidente comprometeu-se a suspender a obra destinada à criação da bolsa
de estacionamento em causa, mas, se se comprometeu, porque é que ainda não
foi retirada a placa de adjudicação da obra que está na vedação das piscinas?
Quando foi para colocar foi quase à última da hora, quase na véspera da obra se ir
iniciar é que foi colocado esse placar, mas agora, para retirar, ainda não foi
retirado.
Gostava também de saber qual vai ser a solução da requalificação e da criação de
estacionamento, sem colocar em causa a zona verde existente.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que o compromisso que assumiu com os
moradores é para se manter, ou seja, vai-se encontrar uma solução. Já se avaliou
uma possibilidade, mas a solução é complicada em termos técnicos e a ocupação
de lugares de estacionamento não era muito significativa. Agora está-se a estudar
uma outra solução, que nada tem a ver com a zona verde, porque a zona verde é
para manter. —
Se houver maior conforto para os moradores, de lá tirar a placa, tira-se a placa, a
placa não é para irritar, pensa que a palavra do presidente da câmara
eventualmente ainda valerá alguma coisa. Se isso, só por si, não chegar, tira-se a
placa, sem problemas nenhuns.
Como diz, está-se a estudar uma outra solução, e quando essa solução estiver
encontrada os moradores serão informados da solução que se pretende ali colocar.
Vai-se pôr um comunicado, com um desenho, para poderem também ter
conhecimento.
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Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
LIMPEZA NA ZONA DO VASSALO, AO PÉ DO BAIRRO DOS AVIEIROS VILA FRANCA
DEXIRA
Interveio a munícipe, Sr Maria Clara Moreira, dando as boas tardes, referindo que
gostava de saber quem é que manda no Vassalo, ao pé do bairro dos Avieiros, em
Vila Franca de Xira, se é a câmara municipal, se é privado, porque os moradores
têm ali um perigo muito grave. Têm as casas de madeira, onde têm as redes de
pesca, o Vassalo está cheio de erva, e se há ali um fogo quem é que se
responsabiliza pelo que acontecer?
Têm ali muito valor, em redes de pesca e nos barcos, que são de gasolina, e
ninguém se preocupa em resolver aquela situação. Têm erva, têm ratos, têm
cobras, estão cheios de tudo, e a câmara municipal nem sequer fala na situação,
nem resolve ali nada.
O Governo está sempre a pedir para limparem, mas ali não limpam nada.
Esta é a sua situação, vem pedir que limpem, porque têm ali uma situação muito
grave.
Interveio o Sr. Presidente, mencionando que é como a munícipe dii, com o calor
que está e a situação de proximidade do mato, duma propriedade que é privada, é
certo, ao fim e ao cabo é privada, agora está na mão dum fundo imobiliário, já não
tem nada a ver com a antiga empresa Vassalo.
Disse a munícipe que o mato está junto às casas que têm as coisas de pesca.
Retomou a palavra o Sr. Presidente, referindo que se tomou boa nota e vai pedir
aos serviços, pelo menos na zona próxima das arrecadações, que se limpe aquilo.
De qualquer forma, vai-se notificar também o fundo imobiliário, que é quem toma
conta daquele assunto.
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71U? Reunod02O/07/22
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Vila Franca de Xira Deliberação n2 322
Câmara Municipal
1. Assunto: ALARGAMENTO DO PERÍODO DE PAGAMENTO DE RENDAS MUNICIPAIS
SEM INDEMNIZAÇÃO MORATÓRIA - SITUAÇÃO DE PANDEMIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 624/20, de
10/07, do DHCS/DHIS, para aprovação do alargamento do prazo para pagamento
de rendas municipais sem indemnização moratória, até ao dia 15 de cada mês.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 624/20, de 10/07, do
DHCS/DHIS, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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,411) RAta - 147
V1L4 Reunião de 2020/07/22
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Vila Franca de Xira Deliberação n’ 323
Câmara Municipal
Assunto: PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO TÉCNICA E FINANCEIRA E PROMOÇÃO DA
COGESTÃO DA RESERVA NATURAL DO ESTUÁRIO DO TEJO
Presente a proposta do Sr. Presidente, documento que se anexa e dá por
inteiramente reproduzido nesta parte da ata, para, com fundamento no disposto na
alínea c), do artigo 20 da Lei n2 50/2018, de 16 de agosto, que define o quadro da
transferência de competências para as autarquias locais, e na alínea b), do n2 1, do
artigo 2 e no n2 1, do artigo 32, ambos do Decreto-Lei n2 116/2019, de 21 de
agosto, que define o Modelo de Cogestão das Áreas Protegidas, conjugados com a
alínea bbb), do n° 1, do artigo 33°, do anexo 1 da Lei n° 75/2013, de 12 de
setembro, Regime jurídico das Autarquias Locais, aprovação da adesão ao
protocolo de colaboração técnica e financeira, e da respetiva minuta, a celebrar
com o Fundo Ambiental e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas,
IP, para candidatura ao apoio do Fundo Ambiental para promoção da Cogestão da
Reserva Natural do Estuário do Tejo.
Interveio o Sr. Presidente, dando a palavra aos Srs. Vereadores da CDU, não
sabendo quem é que vai falar, e também ao Bloco do Esquerda, que pediram para
intervir.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libério, mencionando que se está a falar
dum pedido de colaboração atípico, porque a administração pública tem as suas
competências, e a câmara municipal age e interage também com o seu quadro
legal.
Em abono da verdade, constatam os membros da CDU que, no caso da gestão do
P5 e do PSD em Vila Franca de Xira, ao abrigo da possibilidade criada pela Lei n9
50/2018, Vila Franca de Xira veio a receber e a aceitar, mesmo não sabendo os
impactos que tal decisão poderia acarretar na gestão camarária, um conjunto de
responsabilidades que cabem, por natureza, à administração pública central e aos
seus organismos.
São agora confrontados com uma situação de idêntico teor, da parte do Governo,
que se presume com a aceitação da presidência da câmara municipal, para a
Reserva Natural do Estuário do Tejo, mais conhecida pela RNET, que é composta
por dois terços de água estuarinas das mais relevantes do contexto ibérico e
internacional, foi classificada como Reserva Natural do Estuário do Tejo, tem sobre
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Vila Franca de Xira ‘: Deliberação n2
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si um conjunto muito vasto de características de natureza ecológica, mas também
de potencial económico e, acima de tudo, valor biológico, porque se traduz numa
zona de concentração de nutrientes, dos quais depende um conjunto de muita vida
marinha e biológica. A câmara municipal propõe-se assumir uma responsabilidade
que manifestamente não tem de assumir, não tem competências para tal, e com
isso propõe-se desresponsabilizar o ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e
das Florestas, duma parte fundamental daquilo que é a sua existência.
Este instituto tem como missão orgânica do Estado português gerir o património
natural e florestal, de envolver, naturalmente, os atores de desenvolvimento
territorial e, acima de tudo, com os seus próprios meios, incluindo os financeiros,
de avançar para medidas de conservação da natureza e de gestão da floresta, o
instituto é isto, e a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, ou o poder local, sobre
as questões do ordenamento territorial, no que às áreas protegias diz respeito, tem
um quadro de intervenção que é conhecido por todos, é da sua competência a
autoridade sobre as paisagens protegias de âmbito local ou concelhio, o que não
sucede com a RNET.
Quer isto dizer que a CDU entende que a reserva não precisa de medidas de
investimento, quer nas suas polfticas preventivas, quer nas suas políticas de
conservação, quer nas suas políticas de investimento, a bem da sua
sustentabilidade ambiental? Não, não quer dizer, o que a CDU quer dizer é que se a
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira avançar para a aceitação de mais uma
competência que não é obrigada a ter, e que não deverá ter, na sua opinião
desresponsabiliza, do ponto de vista formal, mas também do ponto de vista
financeiro, e fica obrigada a fornecer meios, para além dos humanos, técnicos,
para fazer uma situação de cogestão da RNET. Para os membros da CDU é um
sintoma duma conivência errada entre a câmara municipal e o Governo, no sentido
do esvaziamento, que é o que está em curso, de várias funções da administração
central, e destruição de responsabilidades e de organismos da administração
pública central.
Não se irá ficar, seguramente, mais bem protegido, se isso tiver que significar a
entrada da câmara municipal neste processo de cogestão, antes significa para a
mesma uma responsabilidade acrescida, para uma matéria sobre a qual não tem
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RAta 149
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Câmara Municipal
competência, sobre a qual não tem os meios necessários e sobre a qual o que
deveria fazer era, politicamente, exigir, da parte da administração central e do
Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, o reforço de meios para que
a RNET não esteja no estado em que se encontra, onde muitas das vezes o que
acontece depende, apenas e só, da lei da sobrevivência marinha e ambiental,
antes de depender, que é aquilo que defendem, duma política territorial, com
meios no terreno, com serviços desconcentrados, onde naturalmente as autarquias
locais envolventes poderiam e deveriam colaborar, mas nunca assumir a
responsabilidade que a câmara municipal pretende querer assumir.
Sabem que há aqui uma certa ambição dalgumas câmaras municipais, e pelos
vistos desta também, de quererem assumir competências para além daquilo que
são as suas competências obrigatórias, e não sabem se é por uma questão de
poder, de afirmação, mas o Sr. Presidente que deixe que lhe diga, em nome da
CDU, que se a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira avançar para este
processo, não se vão seguramente conseguir resolver os problemas da RNET,
antes, vão-se colocar sobre a autarquia responsabilidades, incluindo financeiras,
para além daquilo que é a sua obrigação. A sua obrigação é, do ponto de vista
ambiental, tratar daquilo que é a sua competência, a obrigação que tem não é
tratar de territórios, de áreas protegidas nacionais. Não tem meios e não tem de
ter complexo político em assumir que não tem meios, porque, efetivamente,
quando a autoridade nacional decretou a existência de uma reserva nacional
determinou igualmente a necessidade de criar meios da administração pública
central.
—
Este é um processo que pode resultar exatamente num efeito perverso e oposto
àquele que foi o decreto fundador para a instalação da Reserva Natural do Estuário
do Tejo. Portanto, irão votar contra. —
O Sr. Vereador Rui Perdigão interveio, mencionando que relativamente a este
documento o Bloco de Esquerda reitera a questão que foi levantada na última
reunião de câmara, que então fez adiar a sua deliberação.
Uma das questões tinha a ver com a cláusula 8, que impõe o dever de sigilo da
câmara municipal, e o Bloco entendeu que toda a informação e documentação
relativamente a este protocolo não tem que ser sigilosa, porque tudo o que seja
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RAta - 150
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Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
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relativo à administração pública, como foi dito entâo, é uma administração pública
aberta e os documentos têm que ser acessíveis, não apenas aos vereadores, como
também a qualquer munícipe ou cidadão, até do país.
A cláusula 16 fala que o protocolo tem duração de 36 meses, e questiona porquê
apenas 3 anos esta cogestão. Assenta tudo num documento, que é a estratégia
nacional de conservação, que é o documento base disto, há o regime do ICNF,
depois há esta estratégia, que está muito bonita, está cheia de princípios e de fins
idóneos, mas, analisando com atenção, não fica claro qual é o alcance disto, o que
é que se pretende exatamente com isto.
Fala-se em descentralização, mas o ICNF já tem entidades regionais, a nossa é a de
Lisboa e Vale do Tejo, esta entidade trata das áreas protegidas a nível nacional que
lhe competem, e a cogestão com os municípios é o que deixa o Bloco um bocado
de pé atrás. Por exemplo, não confia, nem uma pontinha, nos autarcas do país. Por
princípio seria bom haver essa questão da proximidade, mas no país não confia nos
autarcas para gerir qualquer que seja a área protegida. Se as áreas protegias a
nível nacional estivessem nas mãos dos autarcas, nem quer imaginar o que seria
nesta altura a ria Formosa, o parque sudeste, o Gerês e por aí fora.
Porque, como disse, não percebeu o alcance disto, e porque não quer que a
reserva do Tejo seja um conjunto de Expos, também o Bloco de Esquerda votará
contra, muito por causa do sigilo, pois não percebe porque é que uma coisa que se
apresenta como tão bem-intencionada tem documentos sigilosos.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que dará duas ou três notas e depois passa a
palavra ao Sr. Vereador Jorge Zacarias. —
Assim, presume que nesse lote de autarcas o Sr. Vereador Rui Perdigão não inclui
os do Bloco de Esquerda, porque se fosse com o Bloco de Esquerda isto era o
melhor dos mundos.—
Referiu o Sr. Vereador que são todos, não vale a pena, não excluiu ninguém, disse
todos.
Continuou o Sr. Presidente, dizendo ao Sr. Vereador que não julgue que é o único
santo ao cimo da terra, Os autarcas deste país fazem o melhor que podem, a todos
os níveis, seja qual for a força polftica, para desenvolver aquilo que pensam que é
o mais adequado a nível económico e social do concelho.
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Câmara Municipal
Referiu o Sr. Vereador Rui Perdigão que assume a sua incompetência na questão
das áreas protegidas.
O Sr. Presidente prosseguiu, referindo que os autarcas não andam aqui para dar
cabo da natureza, das zonas protegidas, nada disso. Efetivamente podem-se ter
opiniões diversas, mas aquilo que o Sr. Vereador disse foi um desabafo, não é
certamente sentido, na medida em que os autarcas deste país merecem todo o
respeito, todos. É evidente que quem prevarica lá estão os tribunais para ajuizar
alguém que prevaricou, mas isso é em todas as áreas da sociedade, não são só os
autarcas. Há, efetivamente, uma tentação de que os males do mundo são os
autarcas, mas também, quando as coisas correm para o torto é com os autarcas
que a população se encontra, nomeadamente na situação que se está a viver.
A primeira questão é então que considera aquilo que o Sr. Vereador Rui Perdigão
disse um desabafo, um mero desabafo, não é uma coisa sentida, porque se
apreender verdadeiramente aquilo que disse, então tem de deixar de ser autarca.
Também é autarca, também está aqui com uma responsabilidade política, e não
pode dizer isso de si próprio, que foi aquilo que disse.
Depois, relativamente a esta matéria, crê que as precauções e aquilo que o Sr.
Vereador Nuno Libório trouxe são chamadas de atenção importantes, mas,
sinceramente, pensa que há condições de fazer melhor trabalho que aquilo que é
feito, que em alguns casos é quase nulo. Quer dizer, por exemplo, e não vai ser o
caso, mas está a dar um mero exemplo, que para fazer uma dragagem, que era
absolutamente imprescindível em Vila Franca de Xira e em Alhandra, que não era
da competência da câmara municipal, levou-se 2 anos à espera duma licença e
pagou-se. Se se estivesse à espera de que o Estado e a entidade responsável
fizesse o trabalho que devia fazer, nenhum barco entrava, nenhum barco de
recreio já entrava em Vila Franca de Xira, na marina, e também na marina de
Alhandra.
Há alturas em que, de facto, não é por uma questão de ambição, de afirmação,
seja o que for, no seu caso não precisa de afirmação de coisa nenhuma, já tem o
tempo necessário e o poder interessa-lhe para poder ser um instrumento, para pôr
em prática ideias que acredita que são o melhor para a população. Às vezes estão
de acordo, outras vezes não estão, mas é a única coisa em que o poder lhe
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interessa, só para isso, para mais nada. Por uma questão de afirmação e ambição,
nada, zero, quer dizer que não é por nada disso. O Sr. Vereador pode crer que pode
ser para outros, para si não é.
Desta forma, crê que este protocolo tem também uma parte financeira que não é
de desprezar, e pode dar a possibilidade de desenvolver uma série de atividades,
nomeadamente muito ligadas à área das escolas, potenciando uma sensibilização
para aquilo que deve ser a proteção destas áreas protegidas. É isso que se
pretende fazer, não é muito mais do que isso, o executivo está convicto que é
capaz de fazer diferente, para melhor, e com este protocolo, certamente que com
os meios financeiros que são disponibilizados, vai-se conseguir fazer também um
bom trabalho. ---—---—
Tomou a palavra o Sr. Vereador Jorge Zacarias, começando por responder ao Sr.
Vereador Rui Perdigão, do Bloco de Esquerda, em relação às questões colocadas.
Sobre a observação que fez, da capacidade, honestidade, seriedade dos autarcas,
o Sr. Presidente já respondeu, e muito bem, que não são todos iguais. Se o Sr.
Vereador Rui Perdigão se sente nesse grupo de autarcas não confiáveis, terá de
rever, de facto, a sua postura e a sua posição nos momentos que assume
responsabilidades na câmara municipal e anteriormente também na assembleia
municipal. É bom, do ponto de vista daquilo que é a gestão da política, que não se
generalize, senão correm-se riscos de cair cada vez mais naquilo que é o
populismo, que tanto pode ser à direita, como ser à esquerda, e é extremamente
perigoso nos tempos que neste momento se atravessam.
Em relação às questões colocadas sobre a cláusula 8?, é óbvio que o que está em
causa não é o saber ou não saber o que é que a RNET vai fazer ou o que é que este
grupo de cogestão vai fazer no âmbito da Reserva Natural do Estuário do Tejo,
porque isso está salvaguardado, é uma competência definida, claramente, na
Constituição da República Portuguesa, e também no Código do Procedimento
Administrativo, O que está em causa é que os técnicos que vão estar a trabalhar
neste projeto têm o direito do dever de sigilo em relação os projetos e processos
que estão a acompanhar e em que estão a trabalhar, como aliás qualquer técnico
da administração pública tem de o fazer e é obrigado a fazê-lo.
Se o Bloco de Esquerda ou qualquer particular pretender saber o que é que a RNET
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está a fazer no âmbito desta ação, aquilo que tem a fazer é aquilo que muitas
vezes o Bloco de Esquerda faz, é pedir a consulta dos processos, é pedir
informações, e certamente que a entidade dará todas as informações, porque a
isso está obrigada do ponto de vista legal.
Respondendo às questões colocadas pela CDU, na pessoa do Sr. Vereador Nuno
Libário, em primeiro lugar regista a evolução no pensamento, na decisão e
discussão política da CDU, que da última reunião para esta demarcou uma posição
diferente, pois na última reunião não tinha sequer abordado esta questão da forma
tão imperativa como fez agora.
Recorda um aspeto que lhe parece importante, é que se está a discutir um
processo de cogestão no contexto daquilo que foi a descentralização de
competências. Está-se a falar da aplicação do Decreto-Lei n9 116/2019, ou seja, o
que está é a ser dada possibilidade de passar a aplicar aquilo que está definido
nesse decreto-lei. Sabe que a CDU, a seguir, vai dizer que a CDU de Vila Franca de
Xira é a única que defende os interesses dos trabalhadores, do povo, e, neste caso,
do Estuário do Tejo, mas gostaria, se o Sr. Presidente lhe permitisse, de
cumprimentar a CDU de Benavente, que aprovou por unanimidade fazer parte e
aceitar participar neste projeto de cogestão, que envolve 3 autarquias, Vila Franca
de Xira, Benavente e Alcochete. Apesar de não ter aceitado a descentralização de
competências nesta fase, aceitou fazer o protocolo a partir de 1 de janeiro de 2021
e também irá participar neste momento de cogestão,
Há um aspeto importante também que diferencia cada vez mais a CDU do Partido
Socialista, que é naquilo que é a defesa dos interesses, não só das populações, e aí
estão todos empenhados, mas na forma de lá chegar. Estão completamente em
barcos opostos, estão em margens completamente diferentes, e, aproveitando esta
questão da RNET, neste caso da margem sul do rio, mas está-se na margem norte.
já foi assim com as questões do hospital, foi assim com um conjunto de contratos
programa que esta câmara municipal tem assumido com a administração central,
com um objetivo único, de resolver os problemas das pessoas, de corresponder
politicamente àquilo que são as necessidades, os anseios e as ambições das
populações, havendo, claramente, por parte da CDU, uma oposição a tudo aquilo
que não tenha a ver com a competência estrita, do ponto de vista autárquico, e
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que deve ser feito fora do contexto da câmara municipal.
O Sr. Presidente disse-o há um ano, quando se iniciou a discussão sobre as
questões da descentralização, que a câmara municipal estaria sempre na primeira
linha e no primeiro momento de defesa daquilo que são, na opinião do executivo
P5, é claro, os interesses das pessoas e aquilo que a autarquia pode comparticipar
nessa medida.
Uma última questão que lhe parece também importante é que este protocolo que
vai agora ser votado, e que espera que seja aprovado, tem um apoio financeiro
até 100 000,00€, que permite às 3 câmaras municipais afetarem um funcionário a
esta rede, permite começar a desenvolver um trabalho importante no âmbito
daquilo que é a RNET, em que todos estão de acordo, e muito pouco tem sido feito
nos últimos anos, vai possibilitar que as autarquias mais interessadas neste espaço
possam, duma forma muito mais empenhada e colaborativa, dar os passos
necessários, os passos seguintes, para a concretização daquilo que é a
salvaguarda desta importante reserva do Estuário do Tejo.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que há uma normalidade na
discussão política, que, no caso de Vila Franca de Xira, é sistematicamente mal-
interpretada pelo Partido Socialista, que parte sempre com o preconceito que, se
vem da CDU, ou é mal estudada, mal ponderada ou é uma visão ultrapassada. Se
vem uma opinião da CDU, é uma visão ligada a questões ideológicas que não têm
sentido, ou não fez o trabalho de casa. Se vem da CDU é uma oposição de quem
não está na gestão ou no exercício de responsabilidades, ou não sabe o que diz, ou
diz só para marcar espaço, e o que mais faz é colocar mais de 40 perguntas no
período antes da ordem do dia, para ocupar tempo e não deixar o presidente da
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira falar.
Se a CDU fala é porque as eleições ditaram que o Partido Socialista ganhasse, que
já ganha as eleições há 20 anos, porque merece a confiança da população e que,
portanto, todas as vezes que a CDU fala, a CDU não pode falar, a CDU não tem
credibilidade para falar, a CDU é isto e outras coisas mais, que ao longo destes
anos os seus membros têm vindo a ouvir falar por vários intervenientes, sendo a
última intervenção o exemplo paradigmático do complexo, do preconceito em
relação às ideias da CDU.
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É pena que assim seja, porque se muitas das vezes o Partido Socialista ouvisse
com rigor, tivesse em linha de conta as preocupações da CDU e acolhesse algumas
das suas propostas, muito seguramente as 40 ou mais de 40 perguntas que coloca
no período antes da ordem do dia não teriam sido feitas. Não inventa problemas,
coloca problemas com base num conhecimento e numa realidade onde a CDU e os
seus eleitos intervém, com conhecimento de causa.
Depois, fica-se a saber, porque pela correlação de forças dificilmente este
protocolo será inviabilizado, que a câmara municipal passa a ser responsável pela
cogestão da RNET. Então, para a próxima reunião de câmara, que acontecerá em
meados de agosto, e a CDU ainda não fez a sua preparação, como é óbvio, mas
muito provavelmente, quando o Sr. Vereador Mário Calado se dirigir à câmara
municipal para que esta se dirija ao Ministério do Ambiente, relativamente aos
danos irreversíveis no mouchão da Póvoa de Santa Iria, vai é colocar a questão é
ao Sr. Vereador Jorge Zacarias e ao Partido Socialista.
Que não se tenha a mínima dúvida que, se se votar este plano, tal como está
proposto para ser votado, é ao Sr. Vereador e ao Partido Socialista que irão colocar
esta responsabilidade, porque o Sr. Vereador acha natural que a Câmara Municipal
de Vila Franca de Xira trate duma área protegida, e isto é, de facto, uma questão
de posicionamento político e ideológico, porque a preocupação do Sr. Vereador, a
preocupação do Partido Socialista, em relação à matéria de ambiente, era dar
resposta àquilo que os membros da CDU colocaram no período antes da ordem do
dia, a que, provavelmente, porque já são 13h37, já não há tempo para responder.--
Qual é a medida da câmara municipal em matéria de ambiente, para reforçar as
equipas que andam a fazer a recolha dos resíduos sólidos urbanos? Será que quer
dar a entender, como já o fez, que a CDU está a criticar os trabalhadores da
câmara municipal? A CDU não critica os trabalhadores da câmara municipal, a CDU
critica é o processo de desinvestimento relativamente a uma prioridade e uma
competência que é sua, que é a limpeza urbana.
Não resolvendo os problemas que dizem respeito à câmara municipal, assume-se,
a cada dia que passa, mais responsabilidades, é esta contradição que vai levar a
uma situação complicadíssima do ponto de vista da gestão dos recursos, porque,
nem esta câmara municipal tem competência para assumir esta responsabilidade,
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como nenhuma outra, ou então não sabe, e quer acreditar que a sua afirmação
será de natureza mais retórica e política do que afirmativa, que o Partido Socialista
não sabe, nem conhece o que é a complexidade da gestão duma área protegida
comoaRNET.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, pedindo para intervir.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que tem o braço levantado há algum tempo,
o Sr. Presidente não está a olhar, está a tirar notas.
Disse o Sr. Presidente que se calhar se vai ouvir primeiro o Sr. Vereador Rui
Perdigão.
Mencionou o Sr. Vereador Rui Perdigão que a Sr Vereadora Regina janeiro fala
primeiro.
Referiu o Sr. Presidente que o Sr. Vereador é um cavalheiro, dando a palavra à Sr
Vereadora, e perguntando se se está a falar das áreas protegidas.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina Janeiro, respondendo que sim.
Pediu o Sr. Presidente para se recentrar a discussão, pois não percebeu nada desta
intervenção, é da vida, já se vai nos caixotes do lixo, veja-se lá, mas pronto, é da
vida, percebe o incómodo, a Sr? Vereadora que continue.
A Sr Vereadora Regina Janeiro interveio, dizendo que quem demonstrou o primeiro
incómodo não foi a CDU, a CDU colocou a sua posição e teve como reação à sua
posição uma intervenção extremista, que os seus membros não podem fingir que
não ouviram e que o Sr. Presidente nem sequer disse, e estava ao lado, porque
também se falou do hospital de Vila Franca de Xira, e não se está a decidir sobre o
hospital de Vila Franca de Xira. — —
Interveio o Sr. Presidente, referindo à Sr Vereadora que diga.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina janeiro, mencionando que já pediu ao Sr.
Presidente várias vezes que haja critérios iguais na condução dos trabalhos, é isto,
apenas e só, senão não iria intervir, até porque, como é tradicional, dentro da CDU
cada vereador estuda o seu ponto e é o seu ponto que traz depois da discussão
coletiva.
Pensa que quem gere a câmara municipal, o Partido Socialista na câmara
municipal, tem de acabar com o discurso de cassete.
Interrompeu o Sr. Presidente, rindo e dizendo, essa agora, que nunca esperava
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ouvir uma coisa destas da Sr Vereadora, mas uma boa gargalhada também faz
bem ao espírito. Achou piada, não é nada mais do que isso. Efetivamente, não
estava à espera de ouvir semelhante coisa, mas a Sr Vereadora que continue.
Continuou a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que o Partido Socialista, na
câmara municipal, tem de acabar com o discurso de cassete, que a CDU votou
contra o hospital, a CDU votou contra isto, a CDU votou contra aquilo.
Sistematicamente, estar a dar exemplos ou a dar os mesmos exemplos, como se
uma mentira muitas vezes dita passasse a ser verdade, não lhe parece que seja
justo, nem aceitável. Desde 2017 que ouve exatamente os mesmos exemplos, são
quase 3 anos de mandato, e gostava que o Sr. Presidente conseguisse pedir aos
serviços para contarem a totalidade dos pontos que os membros da CDU
aprovaram nesta câmara municipal, e quantos é que votaram contra, e se aqueles
que votaram contra não foi por razões de princípio. O Sr. Presidente que lhe diga
qual foi o ponto em que votaram contra, sem ser por uma razão de princípio.
Têm princípios, têm orgulhosamente princípios, mal do mundo quando as pessoas
perderem os seus princípios, e agora vai-se para os discursos, que também ainda
há bocado se dizia, “dos esquerdistas”, dos discursos extremistas, à esquerda ou à
direita. A CDU tem uma posição congruente, que deve ser respeitada e deve ser
elogiada, a CDU não diz uma coisa aqui, para fazer outra lá fora, aquilo que diz
aqui é aquilo que diz lá fora. Não aceita que se façam ironias à volta da CDU, e não
foi pelo riso, o riso, como se percebeu, não levou nada a mal, não foi esse riso, mas
não aceita que não se respeite esta força política, que tem assumido sempre os
seus compromissos, e aquilo que assume é aquilo que pensa, porque pensa
convictamente que está a defender o melhor para o interesse do concelho.
Não aceitarão hoje, não aceitam que estas frases sejam ditas, sejam repetidas e,
volta a dizer, agora já não se diz cassete, não sabe como é que se diz muitas vezes
uma coisa que esteja gravada, há de haver um termo qualquer mais moderno, mas
não é por isso que a figura de estilo não é a mesma.
Referiu o Sr. Presidente que agora é mais CD.
Continuou a Sr Vereadora, dizendo que agora já ninguém tem CD, isso também já
passou há muito tempo, é outra coisa.
Disse o Sr. Presidente que já se está mais à frente.
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A Sr Vereadora Regina janeiro prosseguiu, mencionando, só porque ainda hoje se
está nesta reunião de câmara, e a reunião de câmara ainda não acabou, que vai
terminar aquilo que disse, para ilustrar o quão mentir é aquela cassete. O Sr.
Presidente, hoje, nesta reunião de câmara, aceitou uma sugestão feita pela CDU,
de toponímia, assumiu que o processo não estava bem conduzido, que é preciso
melhorar e que os seus membros tinham razão naquilo que colocaram.
Referiu o Sr. Presidente que isso é só para ver que o executivo PS não tem
complexos nenhuns.
Continuou a Sr Vereadora, dizendo que a própria é que não interrompe ninguém,
mas foi dito que não faziam sugestões nenhumas, e foi dito também que não
aceitavam nada cada vez que a câmara municipal assumia competências do poder
central, e um segundo exemplo é o ponto 2 da reunião de câmara, cedência de
computadores à PSP. Não deixaram de afirmar o princípio que têm, mas votaram a
favor. São dois exemplos, apenas da reunião de hoje, que claramente demonstram
que é um discurso cassete, que não leva nenhuma vantagem sobre a democracia,
nem sobre o concelho de Vila Franca de Xira.
Interveio o Sr. Vereador Rui Perdigão, dizendo, sobre a sua intervenção, que não é
defensor de interesses corporativos, quer de autarcas, quer de arquitetos,
reconhece as virtudes e defeitos de ambos e não se excluiu da qualidade de
autarca, porque é a qualidade em que está presente.
Aquilo que disse não foi nenhum desabafo, é a sua opinião, não confia nos autarcas
do país para gerir áreas protegidas de importância nacional, atendendo à história e
aos exemplos que se têm, de norte a sul, ponta a ponta, lés a lés, ao longo de
décadas. Os autarcas, ao longo destas décadas, não se fartaram de ceder
interesses a clientelas a nível local, com resultados que foram construções em
cima de leitos de cheia, ribeiras tapadas, tudo por aí fora.
É a sua opinião, com sobejos exemplos, e não excluiu ninguém, quando falou os
autarcas, não determinou que era este, aquele, eram os autarcas senão este ou
aqueloutro. Portanto, os autarcas, nem do Bloco, não têm competência, e é por
isso que estas áreas protegidas têm estado sob a tutela duma entidade que é o
ICNF, que é a entidade que tem competência técnica e científica para tratar destes
assuntos da proteção da natureza, determinar os limites destas áreas e as
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proteções.
Sobre as competências que a câmara municipal quer adquirir, a mesma já tem
competências, algumas, no território, inclusivamente dentro da área que está
inserida na RNET, inclusive os mouchões. No mouchão do Lombo do Tejo foram
executadas obras ilegais, aquilo está cheio de palmeiras, que são plantas
estranhas áquilo que é a reserva, plantas exóticas, e pergunta se a autarquia
alguma vez embargou as obras que foram lá executadas. Foram lá executadas
algumas obras ilegais, até existe ou existiu um processo na câmara municipal para
tentar legalizar em parte e noutras para fazer obras de ampliação ou de alteração,
e pretende saber se a câmara municipal, uma vez que isto ocorreu dentro da RNET,
que havia uma competência que estava ao seu alcance, que era embargar as
obras que estavam a ser executadas, com o conhecimento de toda a gente, em
que foi construído um cais numa das zonas mais sensíveis da ilha, executou essa
competência, que era ir lá fiscalizar e embargar a obra.
Depois, pode-se então discutir o acrescento de novas competências e de cogestão
da câmara municipal na RNET.
O Sr. Presidente interveio, referindo que esta questão é importante, das áreas
protegidas, e saber quem é que está em melhores condições de resolver ou não,
mas o que é um facto é que o passado diz que aconteceram muitas situações que
se calhar não deviam ter acontecido, havia entidades que poderiam ter tomado
uma atitude e não tomaram.
Relativamente aos mouchões, em termos gerais, evidentemente que esta questão
da cogestão não tem nada a ver com a câmara municipal ficar com a
responsabilidade plena e absoluta dos mouchões. Não tem, o Sr. Vereador Nuno
Libório sabe bem que essa é uma matéria que vai continuar a ficar no âmbito da
esfera do Ministério do Ambiente. Não vale a pena estar agora a colocar questões
só para ser uma boa tirada, mas que não correspondem à realidade. Há outro tipo
de matérias, que têm a ver com este protocolo de cogestão, que não têm nada a
ver com isso.
Relativamente ao mouchão do Lombo do Tejo, efetivamente, ao longo de muitas
décadas, está-se a falar de muitas décadas, não é de agora, têm-se tentado
encontrar soluções para a preservação dos mouchões, e quer dizer que aquilo que
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aconteceu, provavelmente, no mouchão do Lombo do Tejo, e neste não, mas no da
Pávoa, e se calhar também em Alhandra, foi o facto de não se ter conseguido
encontrar uma solução de equilíbrio entre os interesses que existiam para se
desenvolverem algumas atividades naqueles mouchões. Ter uma posição
absolutamente redutora fez com que no mouchão da Póvoa, se não lhe deitarem a
mão rapidamente, vai-se ter um problema grave.
Nestas questões há uma situação que se deve ter presente, que é o bom senso, e
quando esse bom senso não está presente acontecem estes problemas, e o
mouchão da Pávoa, curiosamente, parece que vai ser resolvido através da
construção do aeroporto do Montijo. Foi o que lhe disseram, foi aquilo que leu, não
sabe se vai ser assim, nem sabe tão pouco se vai haver aeroporto ou não, não faz
ideia, mais uma vez Portugal vai ficar para trás, porque não se tem tido a
capacidade de decidir. Quando não se decide, estão-se a perder oportunidades. O
aeroporto era para ficar na Ota, jamais ia para o outro lado, e o que é um facto é
que, nem na Ota, nem em lado nenhum, com prejuízo grave para o país.
Assim, às vezes anda-se nisto, não se decide e, de facto, ao não decidir têm-se
problemas graves. É como na ferrovia, o comboio de alta velocidade ou outra
alternativa de velocidade há muitas décadas que era necessário, e mais uma vez
ficou para trás, porque não se decidiu, porque mais isto, porque mais aquilo, mais
assim, mais assado, pronto, é o que é, mas, mais uma vez, agora há especialistas
que vêm dizer, a toda a força, comboio de alta velocidade. De facto, é verdade, se
não se tiver o comboio de alta velocidade, mais uma vez perde-se a
competitividade que outros têm, como Espanha, que não tinha comboios de alta
velocidade e agora começa a ter. Chega-se à fronteira e ainda se tem a bitola
ibérica, que é da 2 Guerra Mundial, e anda-se nisto. Portanto, não se decide, é por
causa disto, é por causa daquilo, é por causa dos autarcas serem uns malandros, é
mais assim, é mais assado.
É o que é, e aquilo que pode dizer é que às vezes se sente um bocadinho frustrado,
de situações estruturais que não são feitas num determinado contexto, e depois
perde-se tempo e mais tempo para recuperar. Agora, dizem, e bem, que se tem de
voltar à produção, se calhar não se devia ter feito o desmantelamento da indústria
no país, não se devia ter feito o desmantelamento da agricultura, não se devia ter
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feito o desmantelamento da reparação e construção naval, etc. Para recuperar isto
tudo é uma coisa de todo o mundo, e estas coisas têm problemas.
Assim, nesta questão do mouchão, se calhar, se a câmara municipal tivesse
condições financeiras e tomasse conta daquilo, provavelmente não tinha
acontecido o que aconteceu. Disso não tem dúvidas nenhumas, agora, está-se a
falar de meios financeiros, e a câmara municipal tem de investir em outras
prioridades.
Por fim, o Sr. Vereador Jorge Zacarias pediu-lhe para ainda dizer alguma coisa, e
dá-lhe a palavra, mas pede-lhe para não incendiar mais, pois não vale a pena.
Interveio o Sr. Vereador Jorge Zacarias, referindo que se está a falar de ambiente,
e o ambiente tem de ser preservado.
Disse o Sr. Presidente que o ambiente com fogo é sempre aquela coisa complicada.
Continuou o Sr. Vereador Jorge Zacarias, mencionando que, de facto, a Sr
Vereadora Regina Janeiro tentou apagar o fogo, só conseguiu pôr um bocadinho
mais de petróleo, mas pronto, passa à frente, ficando-se a saber agora que a CDU
é uma apoiante, ou tem apoiado tudo aquilo que é a passagem de
responsabilidades descentralizadas da administração central para a câmara
municipal, e não é verdade o que foi dito.
Pensa que há um aspeto que é importante, e gostaria, do ponto de vista retórico,
de dizer que não se pode confundir populismo com extremismo, correm-se riscos
profundamente complicados e complexos, do ponto de vista ideológico, ao
confundir estes dois conceitos.
Passando à frente, e situando-se só nestas questões relacionadas com o protocolo
de cogestão, há duas situações. Em primeiro lugar, pede desculpa ao Sr. Vereador
Nuno Libório, porque se calhar não se fez entender, quando o Sr. Vereador diz que
para o PS parte do princípio que é tudo mal estudado, que a CDU não estuda os
assuntos, tem preconceitos, complexos, e não é verdade. Aliás, começou por dizer
que a CDU estudou novamente o dossiê, tanto que mudou de opinião, o que é
natural, às vezes quando se faz a revisão da matéria dada depois têm-se outras
opiniões em relação áquilo que foi uma primeira leitura, numa segunda leitura
veem-se as coisas duma outra forma.
Aqui a CDU pensa que não é importante o município participar no modelo de
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cogestão com o ICNF, com o fundo ambiental, com a Câmara Municipal de
Benavente e com a Câmara Municipal de Alcochete, naquilo que é a gestão
estratégica da RNET. Pensa que não é importante que o município de Vila Franca
de Xira participe ativamente na definição dos compromissos estratégicos entre
todos aqueles que, de facto, intervêm nesta área, assim como também não é
importante ter a possibilidade de ter um técnico a trabalhar, as 3 câmaras
municipais, neste caso, terem técnicos a trabalhar e suportados pelo Orçamento do
Estado, através do fundo ambiental, durante 3 anos, e. de certa forma, conseguir
cumprir aquilo que está definido nesta autarquia. Quer os Srs. Vereadores queiram,
quer não queiram, os órgãos municipais do concelho de Vila Franca de Xira
aceitaram a descentralização, aceitaram que era bom para o concelho, era bom
para a sua população, era bom para as pessoas, para a sua comunidade, era bom
para o ambiente, que fosse a câmara municipal a ter uma ação ativa naquilo que
diz respeito ao seu território.
É isto que se está a concretizar, da mesma forma que Benavente já concretizou, e
por isso há pouco teve oportunidade de saudar mais uma vez Benavente, que deu
mais um exemplo daquilo que é a importância que tem também o seu território e
participar ativamente naquilo que são as definições estratégicas do seu território,
em detrimento daquilo que é a opinião da CDU no concelho de Vila Franca de Xira.
Não vem mal ao mundo, é a opinião e, como tal, o executivo PS, como á óbvio,
respeita, toda a gente respeita, nunca ninguém pôs em causa a opinião da CDU.
Agora, permite ao executivo estar em desacordo com aquilo que é o conjunto de
retórica política que o Sr. Vereador Nuno Libório colocou nesta discussão.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que vai passar à votação.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro perguntado se pode dizer só uma
frase. Tinha direito de resposta, mas vai abdicar dela, porque não merece chatear-
se com isto.
O Sr. Presidente interveio novamente, mencionando que o Sr. Vereador Jorge
Zacarias agora até teve em consideração aquilo que o próprio lhe pediu.
Respondeu a Sr Vereadora Regina Janeiro que sim, o Sr. Presidente é que só ouviu
metade. O Sr. Presidente tem uma surdez seletiva, só ouve o que lhe interessa.
Contudo, vai abdicar, os membros da CDU abdicam, não vão continuar.
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Disse o Sr. Presidente que deve ser da audição, e continuou pondo o ponto à
consideração, perguntando quem vota contra, quem se abstém, concluindo que é
aprovado por maioria, com os votos contra do Bloco de Esquerda e da CDU.
Deliberado, por maioria, com os votos contra dos membros da CDU e do Bloco de
Esquerda, em conformidade com a proposta do Sr. Presidente.
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No final da reunião interveio o Sr. Presidente, referindo faltarem 2 ou 3 minutos
para as 14h00, pelo que não tem condições de responder a todas as matérias que
foram colocadas no período antes da ordem do dia, e eventualmente vai fazer
algum esforço de responder por escrito, na medida em que só há reunião de
câmara no dia 26 de agosto.
Quer aproveitar a circunstância para desejar, às Srs e Srs. Vereadores que
eventualmente forem de férias, boas férias, e que se cuidem, protejam-se, porque
ao se estarem a proteger estão-se a proteger a si próprios e a todos os que os
rodeiam. Não há outra forma de resolver, ou pelo menos de estar em contacto com
esta situação que se vive.
A todos aqueles que estão também a seguir via on-line, e para aqueles que vão de
férias, deseja umas excelentes férias e, sobretudo, muita saúde, que é o principal. -
final
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FI. Uvro_________
[S] 41% RAta ÍBS
L flÀ Reunião de 62oIo7j22Município 4.1 Proc2
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de ‘a
Vila Franca de Xira Deliberação nk_h4_
Câmara Municipal
Assunto: ATA EM MINUTA DA REUNIÃO
Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensa da sua leitura.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presente reunião de
câmara.
46 ata minuta
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Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
Encerramento às 14h00.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2020/09/09, não tendo
participado na votação os Srs. Vereadores Maria Manuela Pacheco Ralha, António
José Sequeira Félix e Carlos Miguel Vilar Patrão, por não terem estado presentes,
tendo sido dispensada a sua leitura, por ter sido previamente distribuída a todos os
membros. ——--
E Fernando Paulo Serra Barreiros,
Diretor do Departamento de Gstã Administrativa ejurídica, a subscrevi.
O Presidente da Câmara Munici9al,
Alberto Simões Maia esquita
encerra