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Classification scheme
AAL/CMVFX
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
1795
B
Órgãos do Município
A
Câmara Municipal
003
Atas das reuniões
2020
Atas das reuniões da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira no ano de 2020
2020-01-08/2020-12-16
RC 10.07
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira (Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/10/07
2020-10-07/2020-10-07
001
Ordem do dia
2020-10-07/2020-10-07
002
Ata em minuta da reunião de câmara de 2020/10/07
2020-10-07/2020-10-07
003
Ata da reunião de câmara de 2020/10/07
2020-10-07/2020-10-07
Ata da reunião de câmara de 2020/10/07
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Ata da reunião de câmara de 2020/10/07
Description details
Record not reviewed.
Description level
Simple document
Reference code
PT/MVFX-ARQ/AAL/CMVFX/B-A/003-2020/RC 10.07/003
Title type
Atribuído
Production dates
2020-10-07
to
2020-10-07
Extents
1 Ficheiros
Geographic name
Vila Franca de Xira
Scope and content
Ordem do dia - Págs. 1 a 4
Rosto - Pág. 5
Técnicos - Pág. 6 a 8
Aod 1 - Apresentação da nova Diretora do Departamento de Habitação e Coesão Social - Pág. 9
Aod 2 - Informações da Srª Vereadora Fátima Antunes - Dia Mundial da Saúde Mental, Dia da Alimentação, drive-in para a realização de testes da Covid-19 - Pág. 10 e 11
Aod 3 - Informações da Sr Vereadora Manuela Ralha - Vencedor do Prémio Carlos Paredes e falecimento de Quino - Pág. 12 a 14
Aod 4 - Prémio Ciências do Desporto - Eduardo Félix - Pág. 15
Aod 5 - Resultados desportivos - Pág. 16
Aod 6 - Triatlo Internacional de Alhandra - Pág. 17 a 19
Aod 7 - Taxas de execução do Portugal 2020 em Vila Franca de Xira - Pág. 20
Aod 8 - Reuniões de câmara mistas - Pág. 21 a 23
Aod 9 - Descentralização de competências - Pág. 24 a 28
Aod 10 - Reuniões descentralizadas, questões colocadas pela população sem resposta da câmara municipal - Pág. 29 a 33
Aod 11 - Estacionamento junto à estação de Alhandra - Pág. 34 a 36
Aod 12 - Trânsito e mobilidade - Pág. 37 a 41
Aod 13 - Augi do Casal Cabreiro - Alverca do Ribatejo - Pág. 42 a 44
Aod 14 - Obras no mercado de Alhandra - Pág. 45
Aod 15 - Solvay - Póvoa de Santa Iria - Pág. 46 e 47
Aod 16 - Vinda para a Tertir de parque de contentores na zona de Camarate - Pág. 48
Aod 17 - Chafariz do Alegrete - Largo Carlos Pato - Vila Franca de Xira - Pág. 49
Aod 18 - Reunião com a Cimpor - Pág. 50 e 51
Aod 19 - Limpeza da ribeira de Santo António - Alhandra - Pág. 52
Aod 20 - Questões relacionadas com a Escola Soeiro Pereira Gomes - Alhandra - Pág. 53
Aod 21 - Calçadas levantadas em A-dos-Loucos - Pág. 54
Aod 22 - Associação Desportiva os Pestinhas de Povos -Vila Franca de Xira - Pág. 55 e 56
Aod 23 - Reabertura dos equipamentos desportivos, piscinas municipais e parque de campismo - Pág. 57 a 60
Aod 24 - Recuperação do Teatro Salvador Marques - Alhandra - Pág. 61
Aod 25 - Funcionamento dos centros de saúde - Pág. 62 a 66
Aod 26 - Caixas multibanco em A-dos-Loucos e Calhandriz - Pág. 67
Aod 27 - Reabertura da agência da Caixa Geral de Depósitos em Alhandra - Pág. 68
Aod 28 - Atendimento telefónico da Loja do Munícipe - Pág. 69 a 70
Aod 29 - Situação de churrasqueira na urbanização da Malvarosa - Alverca do Ribatejo - Pág. 71
Aod 30 - Reposição dos postes de iluminação na rua General Humberto Delgado - Vila Franca de Xira - Pág. 72
Aod 31 - Habitação municipal na Castanheira do Ribatejo - Pág. 73
Aod 32 - Efeitos da pandemia no concelho - Pág. 74
Aod 33 - Respostas às questões colocadas no período antes da ordem do dia e pontos em que se pretende intervir na ordem do dia - Pág. 75
01 - Ata nº 18/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/09/09 - Pág. 76
02 - Programa de Apoio ao Movimento Associativo - Apoio para o fomento da vida associativa - Frequência de ações de formação - Pág. 77
03 - Merchandising para venda no posto de turismo - Fixação de preço de venda ao público - Pág. 78
04 - Feira Anual de Outubro/Salão de Artesanato - Atribuição de lugares - Edição 2021 - Pág. 79 a 81
05 - Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal - Pág. 82
06 - Legislação-síntese e editais - Pág. 83
07 - Pagamentos autorizados - Pág. 84
08 - Balancetes - Pág. 85
09 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Pág. 86
10 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência - Áreas de reabilitação urbana - Pág. 87 e 88
11 - Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares - Pág. 89
12 - Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado para técnico superior (solicitador) - Pág. 90 e 91
13 - Aquisição de novas versões de software Medidata - Aplicações SIGMA - Câmara Municipal e Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Vila Franca de Xira - Início do procedimento - Pág. 92 e 93
14 - Aditamento nº 4 ao loteamento denominado por Casal da Serra, titulado pelo alvará de loteamento nº 2/92, de 30 de julho - Póvoa de Santa Iria - Pág. 94 a 98
15 - 3ª alteração ao Plano Diretor Municipal - Revogação da deliberação nº 34, tomada em 22 de janeiro de 2020 - Pág. 99
16 - 3ª alteração ao Plano Diretor Municipal - Relatório de ponderação da discussão pública - Pág. 100
17 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 26F, da rua do Tejo, do loteamento da Quinta da Piedade (2ª fase) - Póvoa de Santa Iria - Pág. 101
18 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 64, do loteamento Quinta da Nossa Senhora de Fátima - São João dos Montes - Pág. 102
19 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 38, do loteamento Quinta da Nossa Senhora de Fátima - São João dos Montes - Pág. 103
20 - Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 163, do loteamento Quinta da Coutada - Vila Franca de Xira - Pág. 104
21 - Reabilitação - Habitação social - Eficiência energética - Bairro PER do Bom Retiro - Vila Franca de Xira - Alteração da data de conclusão da empreitada - Pág. 105 e 106
22 - Remodelação da Escola Álvaro Guerra - Vila Franca de Xira - Plano específico de segurança para montagem, utilização e desmontagem de grua torre - Pág. 107
23 - Execução de muro de contenção do talude a tardoz dos lote 1 e 3, da rua 9 de Agosto de 1990 - Alverca do Ribatejo - Plano de Contingência (COVID-19) - Pág. 108
24 - Requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista Pereira e zona adjacente - Alhandra - Plano de contingência (COVID-19) - Pág. 109
25 - Adaptação do edifício "Ninho de Empresas" para instalação da Unidade de Saúde de Vialonga - Orçamento de trabalhos a menos - Pág. 110 a 114
26 - Adaptação do edifício "Ninho de Empresas" para instalação da Unidade de Saúde de Vialonga - Trabalhos complementares para suprimento de erros/omissões do projeto - Pág. 115 e 116
27 - Escola a tempo inteiro ano letivo 2020/2021 - Alteração de compromisso de verbas - Pág. 117
28 - Protocolo de cooperação na área dos transportes escolares - Associação de Bem-Estar Infantil de Vialonga - Aprovação e compromisso de verbas - Pág. 118
29 - Transferência financeira no âmbito do pagamento do apoio aos refeitórios escolares - CASBA - Centro de Apoio Social do Bom Sucesso e Arcena - Alverca do Ribatejo - Pág. 119 a 122
30 - Concurso Internacional José Massarrão - Edição 2020 - Apoio Extraordinário - Pág. 123
31 - Prémio Literário Alves Redol - Prazo de candidaturas (inscrições, apresentação dos trabalhos concorrentes, local para a devolução dos trabalhos e data de cerimónia) - Pág. 124
32 - Compra e venda da fração municipal designada pela letra A, sita na rua José Augusto Gomes, nº 1 (ex-lote 18), r/c dtº - Arcena - Alverca do Ribatejo - Alteração da deliberação tomada em 2019/04/03 - Pág. 125
33 - Compra e venda da fração municipal designada pela letra G, sita na rua Dr. Vasco Moniz, nº 1, 3º dtº - Castanheira do Ribatejo - Alteração da deliberação tomada em 2020/05/13 - Pág. 126
respostas aod - Pág. 127 a 131
Público - Pág. 132
Público 1 - Questões relativas ao condomínio da Quinta dos Anjos, lote 38 - Castanheira do Ribatejo - Pág. 133 a 137
Público 2 - Mouchão da Póvoa - Pág. 138 a 144
34 - Ata em minuta da reunião - Pág. 145
Encerra - Pág. 146
Related material
Vídeo da reunião de câmara:
https://youtu.be/WRhgiPp2uGo
Transcription
ORDEM DO DIA
Pág. 1
Interessado Local
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
1 Ata nº 18/2020, da reunião de câmara ordinária de 2020/09/09 Aprovação
APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO E JUVENTUDE
2 Programa de Apoio ao Movimento Associativo – Apoio para o fomento da vida
associativa – Frequência de ações de formação
Aprovação
TURISMO
3 Merchandising para venda no posto de turismo - Fixação de preço de venda ao público Aprovação
4 Feira Anual de Outubro/Salão de Artesanato - Atribuição de lugares - Edição 2021 Aprovação
GESTÃO ADMINISTRATIVA E JURÍDICA
• Assuntos apresentados para conhecimento
Competência do Presidente da Câmara Municipal
5 Relação dos despachos do Presidente na área de pessoal Conhecimento
6 Legislação-síntese e editais Conhecimento
7 Pagamentos autorizados Conhecimento
8 Balancetes Conhecimento
Competências da Câmara Municipal delegadas no Presidente
9 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência
Conhecimento
10 Relação de atos da competência da Câmara Municipal delegados e praticados pelo
Presidente relacionados com o exercício de direito de preferência – Áreas de
reabilitação urbana
Conhecimento
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/10/07
Designação
Assunto
ORDEM DO DIA
Pág. 2
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/10/07
Designação
Assunto
Competências da Câmara Municipal, delegadas no Presidente e subdelegadas
no Vice-Presidente
11 Relação de atos da competência da Câmara Municipal subdelegados e praticados pelo
Vice-Presidente no âmbito do licenciamento de obras particulares
Conhecimento
• Outros assuntos
12 Abertura de procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de
emprego público por tempo indeterminado para técnico superior (solicitador)
Aprovação
PLANEAMENTO E GESTÃO FINANCEIRA
13 Aquisição de novas versões de software Medidata - Aplicações SIGMA - Câmara
Municipal e Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Vila Franca de Xira -
Início do procedimento
Aprovação
PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
14 Aditamento nº 4 ao loteamento denominado por Casal da Serra, titulado pelo alvará
de loteamento nº 2/92, de 30 de julho
Póvoa de Stª
Iria
Aprovação
15 3ª alteração ao Plano Diretor Municipal - Revogação da deliberação nº 34, tomada em
22 de janeiro de 2020
Aviário "Casal dos
Planetas"
Aprovação
16 3ª alteração ao Plano Diretor Municipal - Relatório de ponderação da discussão pública Aviário "Casal dos
Planetas"
Aprovação
17 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 26F, da rua do Tejo,
do loteamento da Quinta da Piedade (2ª fase)
Sociatos - Construções
Civis, Ldª
Póvoa de Stª
Iria
Aprovação
18 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 64, do loteamento
Quinta da Nossa Senhora de Fátima
João André de Matos S. João dos
Montes
Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 3
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/10/07
Designação
Assunto
19 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 38, do loteamento
Quinta da Nossa Senhora de Fátima
António Azinheira Pedro
Dias
S. João dos
Montes
Aprovação
20 Cancelamento da hipoteca legal a favor do Município sobre o lote 163, do loteamento
Quinta da Coutada
Cristina Alexandra
Fernandes Monteiro
Caxias
Vila Franca de
Xira
Aprovação
OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
21 Reabilitação - Habitação social - Eficiência energética - Bairro PER do Bom Retiro -
Alteração da data de conclusão da empreitada
ARIEPE, Construções Civis
e Obras Públicas, Ldª
Vila Franca de
Xira
Aprovação
22 Remodelação da Escola Álvaro Guerra - Plano específico de segurança para
montagem, utilização e desmontagem de grua torre
Pinto Miranda -
Engenharia e Construção
Unipessoal, Ldª
Vila Franca de
Xira
Aprovação
23 Execução de muro de contenção do talude a tardoz dos lote 1 e 3, da rua 9 de Agosto
de 1990 - Plano de Contingência (COVID-19)
Cordivias - Engenharia,
Ldª
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
24 Requalificação urbana e paisagística da avenida Baptista Pereira e zona adjacente -
Plano de contingência (COVID-19)
Cordivias - Engenharia,
Ldª
Alhandra Aprovação
25 Adaptação do edifício "Ninho de Empresas" para instalação da Unidade de Saúde de
Vialonga - Orçamento de trabalhos a menos
Pinto Miranda -
Engenharia e Construção
Unipessoal, Ldª
Vialonga Aprovação
26 Adaptação do edifício "Ninho de Empresas" para instalação da Unidade de Saúde de
Vialonga - Trabalhos complementares para suprimento de erros/omissões do projeto
Pinto Miranda -
Engenharia e Construção
Unipessoal, Ldª
Vialonga Aprovação
ORDEM DO DIA
Pág. 4
Interessado Local
Objetivo
Reunião ordinária e pública da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
(Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, pelas 9h30, do dia 2020/10/07
Designação
Assunto
EDUCAÇÃO
27 Escola a tempo inteiro ano letivo 2020/2021 - Alteração de compromisso de verbas Aprovação
28 Protocolo de cooperação na área dos transportes escolares - Aprovação e
compromisso de verbas
Associação de Bem-Estar
Infantil de Vialonga
Vialonga Aprovação
29 Transferência financeira no âmbito do pagamento do apoio aos refeitórios escolares CASBA - Centro de Apoio
Social do Bom Sucesso e
Arcena
Alverca do
Ribatejo
Aprovação
CULTURA
30 Concurso Internacional José Massarrão - Edição 2020 - Apoio Extraordinário Aprovação
31 Prémio Literário Alves Redol - Prazo de candidaturas (inscrições, apresentação dos
trabalhos concorrentes, local para a devolução dos trabalhos e data de cerimónia)
Aprovação
HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
32 Compra e venda da fração municipal designada pela letra A, sita na rua José Augusto
Gomes, nº 1 (ex-lote 18), r/c dtº – Arcena - Alteração da deliberação tomada em
2019/04/03
Epifânia Silva Có Alverca do
Ribatejo
Aprovação
33 Compra e venda da fração municipal designada pela letra G, sita na rua Dr. Vasco
Moniz, nº 1, 3º dtº - Alteração da deliberação tomada em 2020/05/13
Alexina Mónica Robalo
Rosa Mendes
Castanheira do
Ribatejo
Aprovação
ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
34 Ata em minuta da reunião Aprovação
FI. Livro
____________
EI. Ata 00].
Reunião de2&20/10/07
Ata fl0 20/2020
MUNICÍPIO DE VILA FRANCA DE XIRA
CÂMARA MUNICIPAL
ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA E PÚBLICA DE 2020/10/07
Aos sete dias do mês de outubro de dois mil e vinte, pelas 09h30, no Pavilhão
Multiusos de Vila Franca de Xira (Cevadeiro), em Vila Franca de Xira, presencial e por
videoconferência, reuniu a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, sob a presidência
do Sr. José António da Silva de Oliveira, Vice-Presidente da Câmara Municipal, estando
presentes os Srs. Vereadores:
• Regina Célia Gonçalves Agostinho janeiro;
• Maria Manuela Pacheco Ralha;
• Nuno Miguel Marques Libório;
• Helena Margarida Mendes Pereira de Jesus;
• António José Sequeira Félix;
• Mário Manuel Calado dos Santos;
• Maria de Fátima Pires Antunes;
• Jorge Manuel Nunes Zacarias;
• Cláudia Sofia Oliveira Martins;
• Carlos Miguel Vilar Patrão (por videoconferência).
Esteve ausente o Sr. Presidente, Alberto Simões Maia Mesquita, tendo a vaga sido
preenchida pelo Sr. Jorge Manuel Nunes Zacarias.
A reunião foi secretariada por Fernando Paulo Serra Barreiros, Diretor do
Departamento de Gestão Administrativa e Jurídica, assessorado por Leopoldino Filipe
Nunes Barata, Assistente Técnico.
Declarada aberta a reunião, foram tomadas as seguintes deliberações sobre o
expediente apresentado:
rosto
FI. Livro______________
Reurâodi2Õ2O/1O/O7
Município ‘—i Proc2
_____________
______
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PRESENÇAS DO PESSOAL DIRIGENTE E TÉCNICOS
GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA
.ChefedoGabinete
Dr. Renato Gonçalves
.Adjunta
Dr Filomena Serrazina
GABINETE DE APOIO À VEREAÇÃO
.Adjuntos
Dr Andreia Revez
Dr. Luís Vasconcelos
• Secretário
Osvaldo Pires
• Assessoria
Dr Diana Serpins
Dr Mafalda Ramos
DIVISÃO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO E IUVENTUDE
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Anabela Pereira
DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Susana Santos
DIVISÃO DE INFRAESTRUTURA TECNOLÓGICA
.Chefeda Divisão
Eng2 Clemente Rocha
DIVISÃO DE ALIMENTAÇÃO E VETERINÁRIA
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Ana Leonardo
DIVISÃO DE DESPORTO E LAZER
• Chefe da Divisâo
Dr.VítorFélix
DIVISÃO DE TURISMO — —
• Chefe da Divisão
técnicos 2/3
FI. Livro______________
P1. Ata 003
‘
‘
Reunião de 2020/10/07
Município li — Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
‘É
Dr Maria João Carraça
DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA E IURÍDICA
Divisão de Recursos Humanos
• Chefe da Divisão
Dr. Paulo Alenquer
DEPARTAMENTO DE PLANEAMENTO E GESTÃO URBANÍSTICA
• Diretora do Departamento
Arqt Teresa Laranjeira
Divisão de Planeamento e Ordenamento do Território
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Urb Ricardo Ramalho
Divisão de Gestão Urbanística
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Arqt Bruno Vitorino
DEPARTAMENTO DE OBRAS, VIATURAS E INFRAESTRUTURAS
• Chefe da Divisão, em substituição da Diretora
Eng2 Vitor Viçoso
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO
• Diretor do Departamento, em regime de substituição
Dr. Pedro Montes
DEPARTAMENTO DE CULTURA
• Diretor do Departamento
Dr. Alexandre Sargento —
DEPARTAMENTO DE HABITAÇÃO E COESÃO SOCIAL
• Diretora do Departamento, em regime de substituição
Dr Teresa Teixeira
Divisão de Saúde e Solidariedade
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Manuela Sousa
Divisão de Habitacão e Intervenção Social
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr? Maria Manuela Pires —
técnicos 2/3
FI. Livro_____________
•
_____________
Município / ‘/1’ Proc2
___________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
DEPARTAMENTO DE AMBIENTE E GESTÃO DO ESPACO PÚBLICO
• Diretora do Departamento
Arqt Catarina Conde
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO
Divisão Administrativa e Financeira
• Chefe da Divisão, em regime de substituição
Dr Sónia Leitão
Divisão de Gestão Comercial e Atendimento —
• Técnica Superior, em substituição da chefe
DrAna Isabel Fernandes
Divisão de Águas e Saneamento
• Técnico Superior
Eng Nuno Quelhas, em substituição do chefe
Divisão de Proietos e Cadastro
• Técnica Superior —
Eng Ana Rita Gonçalves, em substituição da chefe
técnicos 3/3
FI. Livro
_____________
lA
RAta - - 005
Reunião de 2020/10/07
Município
Proc
____________________
de ¶4Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
APRESENTAÇÃO DA NOVA DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE HABITAÇÃO E
COESÃO SOCIAL
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dando início à reunião e dando, em nome da
câmara municipal, saudações de bons dias, referindo que na ausência do Sr.
Presidente, por motivo de férias, irá orientar os trabalhos, cumprimentando os Srs.
Vereadores, funcionários da câmara municipal e SMAS, técnicos que apoiam esta
reunião, assim como aqueles que a acompanham via lnternet, com votos de um
bom dia e muita saúde na situação que se continua a viver, dizendo ainda que o Sr.
Vereador Carlos Patrão acompanha a reunião via on-line, o público não o pode ver,
mas ele está nos 2 ecrãs à sua frente.
Continuou, referindo que iria passar a algumas informações, nomeadamente da
câmara municipal, neste período antes da ordem de trabalhos, e dará a palavra,
pela ordem que vai dizer, à Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, Sr Vereadora
Fátima Antunes, Sr Vereadora Manuela Ralha, Sr. Vereador Jorge Zacarias, Sr.
Vereador António Félix e, no fim, o próprio também terá informações.
Assim, dá a palavra à Sr Vereadora Helena Pereira de jesus.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, agradecendo e
aproveitando, para, na pessoa do Sr. Vice-Presidente, cumprimentar todos os
presentes e também aqueles que seguem a reunião via on-line, dizendo que só
queria dar nota que há uma nova diretora do Departamento de Habitação e Coesão
Social, a Dr Teresa Teixeira, que está presente hoje, hoje é a primeira reunião de
câmara em que está, e queria desejar-lhe as boas vindas e as maiores felicidades e
sucessos no desempenho das suas funções.
aod 1
FI. Livro
_____________
EI. Ata 006
Reunião de 2020/10/07
Município Proc2
_____________
_______
de
Vila Franca de Xira V Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DA SR VEREADORA FÁTIMA ANTUNES - DIA MUNDIAL DA SAÚDE
MENTAL, DIA DA ALIMENTAÇÃO, DRIVE-IN PARA A REALIZAÇÃO DE TESTES DA
COVID-19
Interveio a Sr Vereadora Fátima Antunes, cumprimentando, na pessoa do Sr. Vice-
Presidente, todos os presentes e os que seguem a reunião em casa através da
transmissão on-line, dizendo que o Dia Mundial da Saúde Mental assinala-se no
próximo dia 10 de outubro, uma data que foi instituída com o objetivo de centrar a
atenção na saúde mental global, defendendo-se a valorização da saúde mental,
criando uma paridade entre esta e a saúde física nas prioridades das opções
governativas dos países, alertando-se também para as necessidades específicas
das pessoas com doenças mentais. Em Portugal estas perturbações são uma das
principais causas de incapacidade para o trabalho, expressa, por exemplo, pelo
elevado número de baixas médicas.
Assim, e para assinalar esta data, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira irá
realizar as seguintes iniciativas: —
Projeção do filme Ordem Moral, alusivo à temática da saúde mental, no auditório
do museu do Neo-Realismo, no dia 10 de outubro, pelas 21h30, sendo a
participação mediante a inscrição prévia dos espectadores, através do envio de e
mail. A lotação máxima é de 67 lugares, tendo em consideração as orientações da
Direção-Geral da Saúde;
Irá também proceder-se à realização, no dia 14 de outubro, pelas 15h00, duma
sessão de informação e sensibilização on-line, com transmissão através dos canais
digitais da autarquia, no âmbito da campanha Amigos da Demência, da Associação
Alzheimer Portugal. A inscrição é gratuita, dirigida preferencialmente aos
profissionais das (P55 das áreas da infância, idosos e deficiência, mas também
aberta à comunidade em geral.
Prosseguiu, referindo que no próximo dia 16 de outubro comemora-se o Dia da
Alimentação, instituído pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e
Agricultura, tendo esta efeméride como objetivo consciencializar a população para
as questões relacionadas com a alimentação a nível global.
Este ano a organização reconhece a importância do direito à alimentação, um bem
aod2 1/2
FI. Livro
______________
-. 007
IA Reunião de 2020/10/07
Município
Proc9
____________________
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
essencial a que muitas pessoas perderam o acesso devido aos devastadores
impactos causados por esta pandemia, lançando o tema “Cultivar, Alimentar,
Preservar. juntos”.
No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Alimentação o município irá
realizar um showcooking sobre alimentação saudável e sustentável, através duma
demonstração culinária realizada pelo chefe Luís Machado e uma nutricionista, com
recurso a ingredientes saudáveis, havendo lugar à transmissão de aspetos
nutricionais relacionados com a preparação culinária, assim como uma alimentação
saudável e sustentável.
O showcooking será realizado no Palácio do Sobralinho e será transmitido on-line
nas plataformas digitais da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no dia 16 de
outubro.
Por fim, informa também que entrou em funcionamento, no passado dia 6 de
outubro, um drive-in para a realização de testes da Covid-19, estando este centro
de colheitas a funcionar nas instalações dos bombeiros voluntários de Vialonga,
nos dias úteis, das 10h00 às 12h00, e das 14h30 às 17h30, por ordem de chegada.
O objetivo é aumentar a capacidade de diagnóstico de Covid-19 no concelho, como
forma de controlo da pandemia.
A realização do teste neste centro só é possível mediante a prescrição médica
correspondente, emitida pela unidade de saúde pública ou por médico do ACES —
Agrupamento de Centros de Saúde.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
INFORMAÇÕES DA SR VEREADORA MANUELA RALHA - VENCEDOR DO PRÉMIO
CARLOS PAREDES E FALECIMENTO DE QUINO
Interveio a Sr Vereadora Manuela Ralha, dando os bons dias e cumprimentando,
na pessoa do Sr. Vice-Presidente, todos os presentes, todos os técnicos do
município, todos os técnicos que dão apoio a esta reunião e todos aqueles que a
seguem via on-line, dizendo que a Companhia do Canto Popular, grupo de música
tradicional portuguesa, venceu a edição de 2020 do prémio Carlos Paredes, com o
disco “Rebento”.
A 18 edição deste prestigiado prémio, promovido pela Câmara Municipal de Vila
Franca de Xira, registou um aumento significativo de obras a concurso, num total
de 21 candidaturas, mais 10 que na edição anterior, marcadas pela diversidade,
qualidade, cuidado técnico e originalidade.
Para o júri, composto por José Jorge Letria, representante da Câmara Municipal de
Vila Franca de Xira, Pedro Campos, compositor e músico, Carlos Alberto Moniz,
representante da Sociedade Portuguesa de Autores, e Rui Filipe Reis, crítico
musical, a quem muito agradece desde já, a obra “Rebento”, da Companhia do
Canto Popular, apresenta uma riqueza musical muito grande, com elementos que
trabalham há décadas em Portugal, sendo exemplo dum trabalho de colaboração e
partilha, assim como a consagração de vários elementos que fizeram parte de
grupos de música portuguesa. A Companhia do Canto Popular é um projeto
transversal da música de raiz portuguesa, que reúne músicos com reconhecido
percurso na música nacional.
Por fim, faleceu, no passado dia 30 de setembro, com 88 anos de idade, o
pensador, historiador, gráfico e criador de banda desenhada, Joaquín Salvador
Lavado, mais conhecido como Quino. Nascido a 17 de julho de 1932, em Mendoza,
na Argentina, Quino estará para sempre ligado à sua mais conhecida criação, a
personagem Mafalda, a contestatária, cujas tiras de banda desenhada
permanecem atuais nos nossos dias.
Para além desta personagem, Quino desenhou e publicou vários livros de desenho
gráfico para o público adulto, onde sempre se pode encontrar um humor corrosivo
e negro sobre a realidade social e política.
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Em 2014, os 50 anos da criação de Mafalda foram assinalados com exposições
realizadas em Portugal, na Amadora BD, em França, no Festival Internacional de
Banda Desenhada de Angoulême.
Em 2017, já com uma saúde debilitada, Quino foi o cartoonista convidado da
exposição Cartoon Xira, assinalando, em Vila Franca de Xira, um percurso de 60
anos dedicados ao humor, que permitiu dar a conhecer a imensa obra deste
notável artista plástico.
Para além da personagem que mais o notabilizou, Quino é reconhecido
internacionalmente como um dos maiores cartoonistas do mundo. O seu trabalho
inspirou muitas gerações de pessoas, e inspirou também muitos cartoonistas
depois dele, que o tiveram como um mestre, e este legado irá perpetuar-se no
tempo, ainda que fisicamente já não esteja entre nós.
A câmara municipal associa-se, por isso, às manifestações de pesar expressas por
todo o mundo, pelo seu falecimento.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que uma questão que os
membros da CDU queriam colocar, fazia parte da intervenção, tem a ver com
felicitar o Cartoon Xira, em que tiveram oportunidade de estar presentes, e é
sincera, crê que hoje a Sr Vereadora Manuela Ralha conseguiu homenagear o
Quino, e pensa que o Quino tinha de ter sido obrigatoriamente homenageado no
sábado, sendo quase impossível realizar o Cartoon Xira 2 dias depois do Quino ter
morrido e não ter havido uma única referência ao Quino.
já passou, hoje, de alguma forma, esta homenagem foi feita, por tudo aquilo que a
Sr Vereadora disse, mas queria valorizar muito os excelentes cartoons e a
excelente exposição. Também pensa que a Sr Vereadora já o fez, mas que não lhe
leva a mal se o fizer também, pensa que é mesmo daquelas exposições que são
obrigatórias. Passar no Celeiro, entrar e visitar. É muito bonita, está muito bonita,
muito interessante, mas também diz que no sábado, e ainda ontem também,
sente-se nas ruas de Vila Franca de Xira o espírito da Feira de Outubro, e sentiu-se
ao longo de todos estes dias. Hoje passou na vila, só que vinha a caminho da
reunião, não conseguiu sentir, mas, efetivamente, o espírito da Feira de Outubro
tem estado presente, e crê que isso também é de valorizar.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia, mencionando
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que está de acordo, e reconhece, nas palavras da Sr Vereadora, o reconhecimento
à iniciativa do Cartoon Xira.
Referiu a Sr Vereadora que então já há mais coisas positivas.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, referindo que custa muito reconhecer, mas, como
dizia alguém que conhece, “devagarinho, devagarinho, vão lá”. Custa muito, e não
é o caso do que apontou antes. Assume aquilo que diz, e não é o caso, mas custa.
Sabe que custa, porque também recorda que o Sr. Vereador Nuno Libório, numa
das últimas reuniões, e pessoalmente fiquei admiradíssimo, reconheceu, e está em
ata, pois tem o cuidado de ir ler, a intervenção no passeio ribeirinho como um dos
melhores trabalhos desenvolvidos no município. Isto é positivo.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libério que está quase a chorar com as palavras do Sr.
Vice-Presidente.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que não vale a pena chorar, porque o Sr. Vereador
anda a chorar desde 1997.
Tendo a Sr Vereadora Regina janeiro se manifestado, referiu o Sr. Vice-Presidente,
com a consideração que pensa que a Sr Vereadora sabe que o próprio tem, e não
é preciso andar agora sempre aos abraços, com o confinamento e a distância, que
o Sr. Vereador Nuno Libório tem um traçado no trajeto político que necessita desse
constante apoio, dos apartes, que, como a Sr Vereadora disse, fazem parte da
politica, as palavras foram da Sr Vereadora, na Assembleia da República há 2
funcionários só para fazer as atas dos apartes. Nunca se esquece que no início do
mandato a Sr Vereadora disse isso.
Assim, quando disse que o Sr. Vereador Nuno Libério anda a chorar desde 1997, é
porque anda, em todas as reuniões de câmara chora, mas é da vida.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
PRÉMIO CIÊNCIAS DO DESPORTO - EDUARDO FÉLIX
Interveio o Sr. Vereador Jorge Zacarias, dando os bons dias e cumprimentando, na
pessoa do Sr. Vice-Presidente, todos as Srs e Srs. Vereadores, um cumprimento
especial para os técnicos da câmara municipal, através dos seus dirigentes
presentes, também para a equipa técnica que assessoria a realização desta
reunião de câmara e, no fundo, para todos aqueles que em casa a acompanham
via on-line, mencionando que iria falar sobre um prémio com o qual foi distinguido
um jovem alhandrense.
Eduardo FéIix, aluno do Instituto Superior Técnico, foi distinguido pelo Prémio
Ciências do Desporto, pelo projeto de desenvolvimento duma unidade de medida
inercial de baixo custo para controlo de evolução do treino de nadadores.
É um prémio que foi atribuído na categoria de treino desportivo, tendo o trabalho
sido elaborado em parceria com o docente do Instituto Politécnico de Leiria, Pedro
Moroso, e orientado pelos docentes Paulo Correia e Hugo Silva.
Eduardo Félix é um jovem alhandrense, eclético, começou e participou, na sua
formação enquanto homem, no movimento associativo alhandrense, sendo atleta
do Alhandra Sporting Club de triatlo e também aluno do Conservatário Regional
Silva Marques, no instrumento de violino.
Estes Prémios Ciência do Desporto são atribuídos anualmente pelo Comité
Olímpico de Portugal e pela Fundação Millennium BCP, em parceria com a revista
Visão.
Assim, resta à câmara municipal agradecer e felicitar o Eduardo Félix pelo seu
trabalho de investigação que coloca o conhecimento científico e a tecnologia ao
serviço duma melhor performance desportiva, como também felicitar os seus pais,
e neste caso o progenitor, que está ao seu lado nesta reunião de câmara, sendo,
de facto, um orgulho ter também no concelho alguém que se distingue pela ciência
e liga a ciência ao desporto. No fundo, educação e desporto como fatores vitais
para o crescimento do ser humano.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESULTADOS DESPORTIVOS
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, agradecendo ao Sr. Vice-Presidente,
referindo que este é um momento um pouco difícil para si, para aquilo que vai
dizer a seguir, felicitando todos os presentes, bem como todos aqueles que em
casa assistem a mais uma reunião de câmara, e dizendo que iria dar algumas
informações sobre resultados desportivos.
Assim, os atletas do Alhandra Sporting Club estiveram em destaque no
Campeonato Nacional de Canoagem de Mar, merecendo destaque individual
Henrique Cerqueira, que foi campeão nacional em SS1 sub-23 masculino, Fábio
Cameira, vice-campeão nacional em SS1 sénior masculino, Ana Rodrigues, vice-
campeã nacional em 551 sénior feminino, e ainda Rui Pinheiro, que também foi
vice-campeão nacional em 551 veterano A masculino. Coletivamente o clube foi 3
classificado e a competição realizou-se em Sesimbra, no dia 4 de outubro.
Também a equipa sénior masculina de hóquei em patins da União Desportiva
Vilafranquense subiu à 2 Divisão Nacional, ao garantir um dos 3 lugares do play
off de acesso, ao somar 3 vitórias e 2 derrotas. O golo decisivo foi marcado nos
últimos 2 segundos do último jogo do play-off, frente ao Marítimo, do Funchal,
juntando-se assim na subida ao Hockey Club de Sintra e ao Hóquei Clube da
Mealhada. O jogo realizou-se no Pavilhão Desportivo José Mário Cerejo, em Vila
Franca de Xira, no passado dia 26 de setembro.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
TRIATLO INTERNACIONAL DE ALHANDRA
Interveio o Sr. Vereador António Félix, salientando a realização do Triatlo
Internacional de Alhandra, dizendo que numa parceria estabelecida entre a
Federação de Triatio de Portugal, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e o
Alhandra Sporting Club, Alhandra receberá, no fim de semana de 10 e 11 de
outubro, 3 competições internacionais muito significativas para o triatlo, que
contam com diferentes características.
O fim de semana, dedicado à modalidade, inicia pela Taça do Mundo de Paratriatlo,
a 10 de outubro, uma competição de distância sprint que integra atletas de alto
nível e que ocorre pela terceira vez no nosso país. A prova conta com cerca de 61
atletas de 7 categorias, mais 18 atletas guias da categoria PWI, pertencentes a 19
nacionalidades além de Portugal.
O Campeonato do Mediterrâneo de Triatio realiza-se também a 10 de outubro,
recebendo cerca de 30 atletas femininas e 50 atletas masculinos, num total de
cercadelsnações.
Finalmente, o Campeonato Europeu de Clubes de Triatio, na categoria elite e
júnior, prova realizada no dinâmico formato de estafetas mistas, realiza-se no dia
lldeoutubro.
O segmento da natação é realizado no rio Tejo, o ciclismo percorre o troço da EN1O
entre Alhandra e o Sobralinho, e o passeio ribeirinho, entre Alhandra e Vila Franca
de Xira, será o palco do segmento de corrida.
Tomou a palavra a Sr? Vereadora Cláudia Martins, dizendo que os membros da
CDU sabem que nos dias 10 e 11 de outubro irá acontecer, na vila de Alhandra, a
Taça do Mundo de Paratriatlo, e ainda bem, é uma prova, sem dúvida, de grande
importância para a freguesia e para o concelho de Vila Franca de Xira, mas
gostariam de saber que medidas estão a ser tomadas para que não aconteça o que
aconteceu na última prova do Campeonato do Mundo de Triatlo, em que a vila
ficou fechada durante várias horas. Ninguém entrava, ninguém saía de carro, e
gostariam de saber o que é que está a ser feito para que a população não sofra de
novo este constrangimento.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, depois da discussão da ordem do
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Câmara Municipal
dia, mencionando que só não provoca constrangimentos quando não se faz. Se não
se fizer, não há constrangimentos. Agora, deve dizer que para a equipa, quer da
câmara municipal, quer da Federação de Triatlo de Portugal, e para o Alhandra
Sporting, Club, que também tem um papel muito importante na organização deste
evento, e é justo dizê-lo, foi muito gratificante o reconhecimento que a federação
europeia teve, da organização e do trabalho que foi feito em Alhandra. Deve dizer
que se pôs Alhandra no mapa europeu, pois muita gente não a conhecia.
Agora, há sempre constrangimentos, de qualquer forma a vila não esteve isolada,
na ponte norte houve sempre um corredor de saída para situações urgentes, e no
próximo fim de semana vai ser pior, até porque para estes atletas do paratriatlo
tem de se ter ainda mais cuidado com a sua segurança, e tem que se estar, em
primeiro lugar, a assegurar estas questões dos atletas que estão na estrada. Esse
trabalho vai ser feito da mesma forma, vai haver um corredor, sempre que for
necessário as pessoas poderão sair, não podem é sair quando quiserem. Se a
prova está a decorrer, a pessoa não vai poder sair na altura em que estão os
atletas a passar, obviamente que não é possível.
Todas as provas que se realizem, que utilizem o espaço público, provocam
constrangimentos, teve-se, por exemplo, a passagem da Volta a Portugal, que
causou constrangimentos. Durante um determinado tempo não se pôde passar, os
carros não puderam circular. É assim mesmo, não há hipótese.
Agora, mais uma vez, reforça a ideia que é um motivo enorme de orgulho para a
câmara municipal a federação internacional ter querido voltar à vila de Alhandra e
ao concelho, para o município é um grande motivo de orgulho, e é uma forma clara
de manifestar que gostou da organização, ficou satisfeita com ela e quis voltar.
Isso, para a câmara municipal, Federação de Triatlo de Portugal e Alhandra
Sporting Club, é muito gratificante.
Como já referiu, e nunca é demais dizê-lo, vai ser a única Taça do Mundo de
Paratriatlo a realizar este ano, em todo o mundo, e vão-se ter os melhores atletas
mundiais, até porque este era um ano de jogos olímpicos e não houve jogos
olímpicos, pelo que todos estes atletas estavam preparados. Mais uma vez, espera
que o próximo fim de semana corra tão bem como correu o ano passado, em que
no escalão de juniores o Alhandra foi campeão europeu, e espera que se volte a
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Câmara Municipal
conseguir este campeonato europeu.
Se nas elites algum dos clubes portugueses participantes puder ganhar, também
se ficará muito satisfeito, porque ganhar um clube português, em Portugal, é
sempre importante. É importante em qualquer parte do mundo, mas então, quando
é em Portugal, ainda mais importante é, porque significa que se está a trabalhar no
bom sentido e no sentido do desenvolvimento duma modalidade que é tão querida
em Alhandra, e em que o Alhandra tem feito um trabalho brilhante, a todos os
níveis, particularmente na formação.
Se se reparar, grande parte dos melhores atletas, neste momento, nas elites,
saíram da escola de formação do Alhandra, isso é muito gratificante para o
município e, obviamente, muito gratificante para o Alhandra Sporting Club e para a
vila de Alhandra.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
TAXAS DE EXECUÇÃO DO PORTUGAL 2020 EM VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dizendo que Vila Franca de Xira destaca-se nas
taxas de execução dos planos estratégicos de desenvolvimento.
Notícias recentemente vindas a público dão conta que Vila Franca de Xira ocupa
um lugar de destaque a nível nacional no que respeita às taxas de execução dos
fundos comunitários do Portugal 2020.
O balanço de 31 de agosto último dá conta duma taxa média de execução em
Portugal de 33%, no caso dos Planos Estratégicos de Desenvolvimento Urbano das
cidades de maior dimensão. Em Vila Franca de Xira a taxa de execução é de 88%,
a mais elevada em todo o país.
Recorda que em 2019 Vila Franca de Xira já registava uma taxa de execução de
70%, sendo, por isso, nessa altura, o município com melhor desempenho à escala
da Área Metropolitana de Lisboa. Estes excelentes resultados colocam agora o
município em primeiro lugar em termos nacionais.
Cabe, por isso, aqui, uma palavra de felicitação à EMRU - Equipa Multidisciplinar de
Reabilitação Urbana, pelo trabalho que desenvolve, quer ao nível da preparação
das candidaturas a fundos comunitários, quer ao nível da sua concretização, assim
como o reconhecimento a todos os serviços da câmara municipal que contribuíram
para este nível de execução.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REUNIÕES DE CÂMARA MISTAS
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, dando os bons dias ao Sr. Vice
Presidente, Srs e Srs. Vereadores, trabalhadores do município que acompanham e
permitem que a reunião se realize, e que, tal como acabou de ser referido, as
obras aconteçam e também as atividades, bem como aos outros técnicos que, não
sendo da câmara municipal, estão a acompanhar e tornam possível visualizar esta
reunião, este ato democrático que é a reunião de câmara. Também dá os seus
bons dias ao público e aos jornalistas, que felizmente, mesmo tendo a possibilidade
de acompanhar em casa, se deslocam para poderem acompanhar na sala a
reunião.
Prosseguiu, mencionando que os membros da CDU vão começar com uma
intervenção que fizeram no dia 29 de abril.
De toda a legislação que conhecem, mesmo aquela que saiu por causa da
pandemia, em nenhum sítio se diz que as reuniões podem ser mistas, uns em casa,
outros na sala de reuniões. Já disseram isto no dia 29 de abril, porque já é a
segunda vez que acontece, e não lhes parece de todo ajustado, até porque há a
figura da substituição, até porque é possível faltar, já houve uma reunião em’ que
da CDU só estiveram 3 vereadores. Por acaso foi a própria que adoeceu durante a
noite e não pôde vir, e a reunião aconteceu.
Para os membros da CDU não parece respeitoso para com o órgão, para com os
outros eleitos, que uns estejam na sala e outros não, independentemente de todas
as razões, e volta a dizer que todas as razões estão previstas na lei e todas as
soluções são possíveis. Uma reunião em que uns estão na sala e outros estão em
casa, sinceramente, não lhes parece o mais adequado ao funcionamento e a um
órgâo que se quer colegial e democrático.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, dando os bons dias a todos,
esperando que o estejam a ouvir bem e dizendo que gostaria de começar a sua
intervenção por um esclarecimento sobre porque é que não está na reunião
presencialmente, está só através de meios à distância, neste caso fazendo a
emissão on-line através duma plataforma, uma vez que essa questão foi levantada.
Ontem à tarde recebeu um telefonema da sua cunhada a dizer que tinha testado
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Covid-19, e como tem algum contacto familiar com ela achou por bem que hoje
não devia ir. Como foi muito em cima da hora é difícil para os eleitos do Bloco de
Esquerda, que não estão a tempo inteiro ou não são vereadores com pelouro,
desmarcarem toda a sua vida profissional para estar na reunião presencialmente. --
Compreende a preocupação da Sr Vereadora Regina Janeiro, que gostaria de o ter
presencialmente, e, de facto, presencialmente é sempre melhor, mas, devido a
toda esta situação, não foi possível ao bloco garantir a substituição, sugeriu ao Sr.
Presidente fazer a reunião desta forma e o mesmo concordou.
Do ponto de vista político o Bloco de Esquerda não vê qualquer problema que haja
vereadores que participem nestas reuniões on-line, quando tal se justifique, não vê
que isto diminua a participação ou a democracia, antes pelo contrário, e diz o
mesmo relativamente a todas as outras forças políticas. Pensa que é preferível
fazer assim do que haver faltas às reuniões, e não percebeu qual é o alcance da
crítica que a Sr Vereadora Regina Janeiro fez. É claro, como já disse, que da sua
parte e da parte do Bloco de Esquerda não vê que tenha sido posta em causa a
democracia ou a participação ou, de alguma forma, esta participação do Bloco de
Esquerda esteja diminuída pelo facto de estar a ser feita de forma on-line.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, após a discussão da ordem do dia, mencionando
que a Sr Vereadora começou a sua intervenção sobre a questão da presença ou a
participação do Sr. Vereador Carlos Patrão via on-line, sendo que, como sabe, e
tem conhecimento disso, a Lei n2 1-A/2020, de 19 de março, permite este tipo de
participação.
Está lá escrito, teve o cuidado de pedir aos serviços e esteve a confirmar. Gosta de
ler, como a Sr Vereadora, pediu para lhe mandarem, e a Lei n9 1-A/2020, de 19 de
março, permite a participação mista na sua redação atual. No entanto, além de
que a legislação o permite, teve conhecimento, porque não pode ser de outra
forma, o Sr. Presidente teve o cuidado de o informar que contactou a Sr
Vereadora, e se a mesma o disse, o próprio não ouviu, pede desculpa.
Referiu a Sr Vereadora Regina Janeiro que disse ao Sr. Presidente que não estava
de acordo, ou seja, no telefonema do Sr. Presidente disse-lhe isso, já sabia o que os
membros da CDU disseram em abril, não iam dizer de forma diferente.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, mencionando que o Sr. Presidente teve o cuidado
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de lhe dizer, porque estava com ele, estavam a trabalhar, entre os dois foi
acordado esse procedimento, mas a legislação permite, independentemente de se
ter de respeitar a posição que a Sr Vereadora expôs.
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Assunto; PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA—
DESCENTRALIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS
Interveio a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que questão que vai colocar
tem a ver com a confirmação e a certeza das razões dos membros da CDU
levantarem as questões.
Assim, recentemente, nos últimos meses, tornou-se público o adiamento da
descentralização de competências para março de 2022, e tornou-se público
através de quem tinha de tornar, que é a responsável pela tutela. Também se
tornou público através dum comunicado da ANMP - Associação Nacional de
Municípios Portugueses, onde claramente se afirma que não estão reunidas as
condições para que haja a descentralização de competências, ou seja, haverá
câmaras, pelo país fora, que até 2022 estarão a negociar certamente melhores
condições do que aquelas que hoje existem em Vila Franca de Xira.
Em 2022, se se chegar a uma solução final, a Câmara Municipal de Vila Franca de
Xira vai ser ressarcida das despesas que fez e que não estão contempladas? Vai
ser abrangida e vão ser atualizados os protocolos, e os protocolos não, porque a
câmara municipal aceitou mesmo as competências?
O que sentem e disseram desde a primeira hora é que se está a discutir isto há
praticamente 3 anos, e é ‘o facto de as soluções não estarem consolidadas, de
haver muitas divergências e muitas dúvidas, e aliás o comunicado da Associação
Nacional de Municípios Portugueses é expresso, quando diz que a comissão de
acompanhamento da descentralização reuniu no dia 03/09/2019 e em 15/09/2020,
portanto, duas vezes, O grupo de trabalho para a execução da descentralização,
que pensa que é neste que a câmara municipal estará representada, reuniu no dia
17/12/2019 e no dia 19/02/2020, e a comissão técnica de desenvolvimento reuniu
apenas no dia 12/09/2019.
Assim, pelo número de reuniões que os grupos de trabalho que deviam estar a
aprofundar estas matérias realizaram, claramente se comprova a falta de
consolidação naquilo que tão apressadamente se recebeu, e em que
provavelmente se estará a prejudicar o município e, no fundamental, as crianças e
jovens.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia, referindo,
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sobre a descentralização de competências, da ANMP, se a câmara municipal irá ser
ressarcida pela questão de tão apressadamente as receber, que desde o primeiro
momento o executivo municipal transmitiu à câmara municipal, e neste momento,
que não foi apressadamente, foi conscientemente, o que custa a muitos. Foi muito
confuso no início a câmara municipal ter assumido, mas os factos reais e o dia a
dia provam que foi uma decisão corretíssima. O que muitos procuravam que fosse
oscilante, como os ventos, não aconteceu, e quanto ao ressarcir de eventuais
alterações, cá se está para ver se existem alterações legislativas. Como sempre o
município de Vila Franca de Xira está atento, e uma das formas de mostrar que
está atento foi aquilo que o próprio disse no início da reunião, com os fundos
comunitários. A linha de pensamento não se altera, podem-se mudar os
procedimentos, fazer análises à sociedade que nos envolve e, quanto às defesas
dos interesses da câmara municipal, se surgirem eventualmente alterações
legislativas na questão das descentralizações, cá se estará.
Quanto à palavra “se”, noutras vertentes, e na vertente desportiva, que a Sr
Vereadora conhece, e muito bem, “se a bola tem entrado”, mas não entra, chega-
se ao fim e o que interessa é o resultado, e o resultado às vezes não é aquilo que
se pretende. Aqui não há “se”, há factos, se surgir alguma alteração o executivo cá
estará, com calma, tranquilo, para analisar e defender os interesses do concelho,
como sempre tem feito.
A Sr Vereadora Regina janeiro interveio, após a intervenção do público, dizendo
que está de acordo com o Sr. Vice-Presidente, a descentralização são factos. Facto
é que o Governo decidiu adiar a descentralização para março de 2022. É um facto,
não é discutível, é factual, e há um comunicado da Associação Nacional de
Municípios Portugueses. O Governo adiou a descentralização para 2022, facto, a
Associação Nacional de Municípios Portugueses fez um comunicado, onde disse
que estava pouco debatido, e fizeram-se as atas que a própria referiu na sua
intervenção inicial, escusa de as dizer agora, de as voltar a repetir agora, a dizer
que não há amadurecimento e que precisa de continuar a ser negociada.
Portanto, é disto que está a falar, ou seja, só o disse porque o Sr. Vice-Presidente
disse que quer factos da descentralização e dá-lhe os factos da descentralização. O
Sr Vice-Presidente também anda nisto há muitos anos, e sabe que cada vez que
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houve uma renegociação no âmbito da descentralização...-
Interrompeu o Sr. Vice-Presidente, pedindo desculpa por interromper, mas a Sr
Vereadora que leve como sentido positivo aquilo que acabou de dizer, que já cá
anda há muitos anos.
Respondeu a Sr Vereadora que anda há um bocadinho mais do que o Sr. Vice-
Presidente.
Disse o Sr. Vice-Presidente que se calhar não.
Respondeu a Sr Vereadora que anda, já o disse, tomou posse no mesmo dia que o
Sr. Presidente, era eleita na assembleia municipal. Pede muita desculpa se o Sr.
Vice-Presidente não sabe.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que não vão agora ver as fichas, não interessa.
Prosseguiu a Sr Vereadora Regina janeiro, dizendo que não interessa, e ainda por
cima o Sr. Vice-Presidente sabe que a própria também teve muitos anos a
responsabilidade da educação.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que sabe.
Continuou a Sr? Vereadora, mencionando que o que queria dizer, e este é outro
facto, e um facto objetivo, é que cada vez que houve negociação no âmbito da
descentralização de competências quem recebeu mais tarde ganhou sempre mais.
Desde o primeiro pacote negocial, que tem 12 anos, das primeiras câmaras que
fizeram o protocolo de descentralização de competências, depois todas a seguir
vieram pedir mais, porque as do segundo pacote levaram mais, as do terceiro
levaram mais, e não está errada se disser que estas levaram mais do que os 3
primeiros processos, mas também não está errada se disser que aquelas que vão
receber em março de 2022 vão receber mais do que Vila Franca de Xira.
O receber mais melhora ou cria condições para melhorar claramente a vida do
concelho, que é isso que os membros da CDU pretendem.
Não vivem de “achómetros”, cuidado com os “achómetros”, nâo há “achómetros”
na decisão política, há legislação, que tem e deve ser cumprida, e há opiniões das
entidades com responsabilidade, naturalmente, que decidem. Não “acham”, é
possível ou não é possível, querem ou não querem, e pensa que levantar
eventualmente polémicas sobre “achómetros” pode ser altamente negativo, na sua
opinião, em democracia.
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Interveio o Sr. Vice-Presidente, dizendo que para quem pretendia só uma
coisinha....
Prosseguiu, perguntando ao Sr. Vereador Jorge Zacarias se em relação à
descentralização de competências quer ou entende completar alguma questão da
Sr Vereadora, já que se está neste debate, que é a política que decide a nossa
vida, como disse a Sr Vereadora.
Referiu o Sr. Vereador Jorge Zacarias que vai só precisar algumas questões,
dizendo que o que foi adiado para março de 2022 foi a adesão dos municípios ao
protocolo da descentralização na educação e na saúde. Não houve mais nenhum
adiamento das questões da descentralização, e o que está em cima da mesa é
exatamente a universalidade destes dois decretos, ou seja, eles, quando forem
aplicados, aplicar-se-ão a todos os municípios e a todo o país. É disto que se está a
falar, não há aqui aqueles que foram à frente, os que vão atrás e os que ganham
mais que os outros. Há, de facto, um processo claro de igualdade para todos os
municípios, e é uma das vantagens desta descentralização que está neste
momento a ser feita.
Uma outra questão que gostaria de dizer é da justeza que houve na decisão do Sr.
Presidente em aderir e fazer a proposta para que o município de Vila Franca de
Xira pudesse aceitar desde já todas as transferências de competências. Olha-se
para a educação e para os problemas que se teriam no concelho se não fosse
efetivamente a câmara municipal, neste momento, um elemento de proximidade
dos agrupamentos de escolas, que em muito tem colaborado e ajudado naquilo
que tem sido o arranque deste ano letivo, mas também desde há muitos anos a
esta parte, em que nunca o rácio do pessoal não docente, sejam os assistentes
operacionais ou assistentes técnicos, tinha sido cumprido nos estabelecimentos de
ensino do concelho, o que hoje, não só está a ser cumprido como, inclusivamente,
se puderam reforçar e ajudar alguns agrupamentos que tinham maior dificuldade
na sua colocação.
É para isto que a descentralização foi feita, é para as pessoas, e é por isso que a
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira aderiu à atribuição de competências, para
poder estar mais perto das populações e, acima de tudo, poder colaborar mais com
as comunidades, neste caso a comunidade educativa, que é o processo que
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Câmara Municipal
efetivamente está mais adiantado em relação aos outros todos.
Interveio o Sr. Presidente, referindo que iria continuar.
A Sr Vereadora Regina janeiro interveio, pedido só ao Sr. Vice-Presidente que lhe
permita que mostre uma imagem.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que muito bem, agradecendo e dizendo que se vai
continuar.
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nAta 025
Ii Reunião de i020/1O/07
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REUNIÕES DESCENTRALIZADAS, QUESTÕES COLOCADAS PELA POPULAÇÃO SEM
RESPOSTA DA CÂMARA MUNICIPAL
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo que a CDU se apresentou, em
2017, com um compromisso eleitoral, onde fazia muita questão de reafirmar que
uma das questões que assumia e com que se queria comprometer com as
populações era o contacto direto com elas. Os seus membros têm-no estado a
fazer desde que tomaram posse, farão até ao final do mandato, porque não
conseguem imaginar outra forma de gerir sem ser ao lado da população. Não
conseguem imaginar fazer gestão sem que haja proximidade, sem que possam
conhecer o buraco, o passeio, as pessoas, e é assim que pensam que a gestão do
poder local faz sentido.
Esta reunião era para ser em Alhandra, ou pelo menos na União das Freguesias de
Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz, uma vez mais não se está a realizar,
embora já toda a gente tenha comprovado que, havendo regras, é possível, é
fundamental que as coisas continuem a acontecer, e continuam a entender que as
reuniões devem ser descentralizadas, de proximidade, todas as regras têm de ser
cumpridas e respeitadas, mas que é possível continuar a fazer uma gestão de
proximidade, permitindo assim também que as pessoas estejam mais próximas de
quem decide sobre a vida delas.
Portanto, estiveram, na sexta-feira passada, na União das Freguesias de Alhandra,
São João dos Montes e Calhandriz, e as várias intervenções que se vão seguir dos
seus camaradas serão referentes a esta visita.
Ainda, neste âmbito da participação e da necessidade de envolver a população, vai
colocar algumas questões que são antigas, algumas não é a primeira vez que sâo
colocadas, mas os membros da CDU não podem deixar de fazer aquilo que
disseram perante as pessoas, que é dar-lhe voz, dar-lhes eco, e preocupa-os cada
vez mais o número de e-maus que chega ao gabinete dos vereadores da CDU, cada
vez mais os pedidos de reuniões que têm, cada vez mais a forma como são
abordados, tendo em conta que não há feedback na câmara municipal em relação
às questões que as pessoas colocam. São problemas antigos, mas não são
resolvidos, não se fala com as pessoas, não se responde nada às pessoas, as
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situações protelam-se anos e continuam por resolver.
Vai dizer, sumariamente, porque o executivo conhece, mas as pessoas
contactaram a CDU e não tem nenhum problema de dizer o nome das pessoas: É a
questão da cafetaria da Fábrica das Palavras e da situação a que se chegou com a
Sr Maria de Fátima Mirão Clemente; são os abates de árvores na Quinta da
Piedade, são as queixas relativamente a um estabelecimento de restauração na
urbanização da Malvarosa, que continuam com documentos e mais documentos
anexos e continua-se a não responder; são as questões relacionadas com
contentores de RSU, resíduos sólidos urbanos, no bairro municipal do Bom Retiro,
que também continuam; a iluminação, ainda no bairro do Bom Retiro, em que se
continua sem dar resposta às pessoas, que já lhes enviam o e-mail do e-mail, a
pedir, por favor, que coloquem as questões porque não têm qualquer tipo de
resposta; é a recolha de monos junto ao cemitério, em São João dos Montes.
Não se vai alargar mais, para não ser acusada de ocupar muito tempo, mas os
membros da CDU estão mesmo convencidos que quem contacta tanto com a
câmara municipal tem direito a ter uma resposta, e não é possível, não é
respeitoso para com as populações, não responder aos seus contactos e às
questões que são colocadas. Protela-se no tempo para resolução de questões tão
urgentes, sempre, como a higiene urbana ou como a recolha de monos, numa
altura em que se devia ter, mais do que nunca, essa preocupação, até pelas
questões da Covid-19 e a situação que todos vivem, não sendo possível continuar a
adiar; a adiar, a adiar e a não resolver as situações.
Da parte dos vereadores da CDU continuarão a colocar na reunião as questões que
lhes vão chegando, e esperam, sinceramente, que não vão sendo cada vez mais,
para que a intervenção que fazem, um dia, seja apenas sobre os contactos que as
pessoas fazem com a câmara municipal e que não merecem resposta.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia, referindo-se
às situações que se protelam há muitos anos, a que não se responde, como a
cafetaria da Fábrica das Palavras, abates de árvores na Quinta da Piedade,
restauração da Malvarosa, RSU, iluminação pública no Bom Retiro e recolha de
monos, dizendo que sobre a cafetaria da Fábrica das Palavras tem um
esclarecimento, mas preferia que a Sr Vereadora Manuela Ralha falasse. Tem um
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extenso esclarecimento, e pensa que com calma é melhor, duma vez por todas,
esclarecer este processo.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Manuela Ralha, dizendo que achou curioso, mas
as coisas valem o que valem, ter sido dito que nunca foi respondido à senhora,
quando a verdade é que, e tem consigo o relatório de todas as trocas de e-mails,
que lhe foram enviadas, foi sempre respondido à senhora sobre toda a situação
que se passa relativamente à cafetaria, desde o pedido de apoio pelo facto de a
Fábrica das Palavras estar fechada e não ser ressarcida ou ter algumas
dificuldades financeiras por esse facto, e de se indicar que a situação estava
resolvida, porque está isenta do pagamento da renda, conforme se aprovou em
reunião de câmara.
Dêpois, quanto à situação que a senhora tem colocado, relativa à mudança do
balcão, porque o balcão que lá está não estava previsto inicialmente ser para
aquele fim, todo o procedimento foi tratado com o Arqt° Miguel Arruda, tentou-se
encontrar uma solução, a senhora esteve sempre, a par e passo, a acompanhar
toda esta situação, foi sempre posta ao corrente.
Abriu-se o procedimento para aquisição do referido balcão, que ainda importa num
valor muito grande, mas acontece que o primeiro concurso que se abriu ficou
deserto, houve necessidade de abrir outro e informou-se a senhora que não se
conseguia cumprir os prazos que inicialmente se tinham indicado, precisamente
porque o concurso ficou deserto. Abriu-se um segundo concurso, e neste momento
estão-se a desenvolver todos os procedimentos para aquisição do balcão, no
sentido de provir todos os equipamentos necessários para a senhora ter todas as
condições que necessita para executar o seu serviço e ter o seu negócio aberto.
Deve dizer também que todas as solicitações da proprietária da empresa que está
a explorar a cafetaria da Fábrica das Palavras foram sempre tidas em atenção, na
base do diálogo aberto permanente com a própria e com o diretor, Dr. Alexandre
Sargento.
Desta forma, ficou muito intrigada com toda esta situação, visto que todas as
comunicaçôes, tanto com o Sr. Presidente, como com o Departamento de Cultura,
foram sempre todas respondidas atempadamente e a senhora foi sempre posta ao
corrente, a par e passo, de todos os passos que foram dados, no sentido de
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resolver a situação da cafetaria, que inicialmente, como bem os Srs. Vereadores se
recordam, estava no 1 andar, e depois foi colocada no rés do chão, para permitir
até que houvesse uma ampliação para a zona de esplanada da própria cafetaria.
Estranha muito ter ouvido a senhora ter-se queixado que nunca foram respondidas
todas as suas solicitações, quando não é verdade, e pode fazer prova disso, porque
todos os e-mails que se receberam foram respondidos.
Tomou de novo a palavra o Sr. Vice-Presidente, mencionando que tomou a devida
nota na questão dos RSU no Bom Retiro, e pede ao Sr. Vereador Jorge Zacarias o
favor de tomar a devida nota.
Quanto à iluminação pública, a informação que tem, e pensa que já informou na
altura a câmara municipal, é um trabalho que está pago à EDP há muito tempo
para a sua execução, e lá se volta à conversa dos empreiteiros e subempreiteiros.
É aquilo que os Srs. vereadores já estão um bocadinho, e desculpem-lhe o termo,
“fartos de o ouvir”, mas é um facto, pressiona-se imenso a EDP e o diretor-regional,
que está situado em Loures, operacional, só que as pessoas não têm culpa
nenhuma. Terminaram-se 4 artérias em Vila Franca de Xira, que estavam,
nalgumas zonas, completamente com iluminação desligada, a semana passada
terminou a execução desse trabalho em 4 artérias, mas tomou-se a devida nota,
embora esta questão também esteja já no seu desenvolvimento.
Interveio a Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus, mencionando, relativamente à
Malvarosa, que a Sr Vereadora Regina Janeiro referiu que foi buscar assuntos
antigos, se calhar o mal foi esse, porque os assuntos são tão antigos que não se
apercebeu que foram resolvidos. A Sr Vereadora diz que continuam queixas num
restaurante da Malvarosa, que nada foi resolvido e não há respostas, mas não é
verdade.
A situação a que a Sr Vereadora se está a referir, se é a que a própria está a
prever, porque não há mais nenhuma situação relativamente a um restaurante na
Malvarosa, foi devidamente resolvida, o restaurante tudo fez para melhorar a nível
do ruído, fez várias obras, comprou vários equipamentos que efetivamente
conseguiam que o ruído não se propagasse, e foi feita uma reunião com o
condomínio, que referiu que não havia mais nenhuma queixa e estava tudo agora a
funcionar de modo perfeitamente normal.
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Portanto, a informação que a Sr Vereadora Regina Janeiro tem está perfeitamente
desatualizada.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ESTACIONAMENTO JUNTO À ESTAÇÃO DE ALHANDRA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, aproveitando para renovar os cumprimentos
a todos os presentés, dizendo que, como já foi dito, os membros da CDU fizeram
uma visita à União das Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz,
e uma das principais preocupações que uma vez mais chegou à bancada da
vereação da CDU é a necessidade de a câmara municipal olhar duma forma mais
planeada e, quem sabe, até um pouco mais atenta, do ponto de vista da regulação
do estacionamento automóvel na envolvente mais próxima à estação dos
caminhos de ferro, na vila de Alhandra.
Na opinião da CDU, até tendo em conta a dinâmica bastante positiva com a
entrada em funcionamento do passe intermodal, há que, do ponto de vista da
competência da câmara municipal, implementar um plano que favoreça a
interligação de todos os modos de transporte. Isto quer dizer que do ponto de vista
da CDU é preciso olhar para a atual zona de estacionamento, que na fotografia que
mostra fica bastante bem ilustrada, no sentido de perceber onde é que se poderão
encontrar novas e mais bolsas de estacionamento.
Com isto querem também reafirmar o compromisso com toda a população que
utiliza a estação do caminho de ferro, é que a solução não passa, nem nunca
passou, pela introdução de parquímetros, ou seja, a solução não passa pela criação
de zonas de parqueamento pago ou tarifado. A solução passa pela criação de
soluções de estacionamento próximas da estação dos caminhos de ferro, que
resolvam, por exemplo, problemas relacionados com o próprio embarque de
passageiros, como sucede na Augusto de Assis, também na vila de Alhandra, em
que os utilizadores da concessionária da Boa Viagem queixam-se, muitas das
vezes, da inexistência de condições para o efeito.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia, referindo que
o Sr. Vereador colocou a questão de Alhandra, junto à estação, novamente, de
mais bolsas de estacionamento, e por ironia do destino ontem, durante a tarde, o
próprio e o Sr. Presidente estiveram junto à estação, com a presença do Sr.
Presidente da junta e do executivo, a analisar esta questão do estacionamento.
Efetivamente, dentro da premissa com que se iniciou na Castanheira, e que se
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abordou agora com a aquisição do terreno na Póvoa de Santa Iria, dos terminais
rodoferroviários, Alhandra também tem de estar na preocupação do executivo, daí
se ter deslocado lá, embora sabendo, e já aqui foi exposto, que grande parte do
parque de estacionamento já utilizado junto à EN248.3, debaixo da passagem
superior, não é de residentes da freguesia, os carros vêm, principalmente, também
já da zona de Arruda.
Analisou-se a questão, que tem toda a premência, não se vai estar a dar a volta ao
texto, porque tem toda a premência e toda a justificação, mas, como se sabe, há
ali toda uma zona habitacional e depois há aquela questão das árvores, cá se volta
à questão das árvores. Verificou-se com a praça de táxis, por 3 árvores, é da vida,
está-se a falar de 25 metros para uma frota de 8 táxis, e em permanência estão 5.-
Ontem também se esteve reunido com os representantes dos taxistas para
resolver aquela questão, sendo que na praça são 8, mas normalmente só estão 5,
e tem que se criar ali uma situação de resolução daquela questão, que se vai
resolver a contento de todas as partes.
Agora, a jusante, a zona envolvente ao terminal e à estação é de grande
dificuldade, pela própria geografia do terreno, a questão urbanística que está ali,
mas está-se seriamente empenhado em tentar, se não se resolver do lado jusante,
resolver a montante.
O Sr. Vereador disse, e bem, sobre as bolsas, mas tem-se aqui outra entidade, e
nâo é outra, agora apareceu mais uma nova entidade, e tem de se cumprir a
legislação, lá está. Se anteriormente se trabalhava com a Estradas de Portugal e
sabia-se diretamente com quem é que se trabalhava, e não estão em causa as
pessoas, de maneira nenhuma, já o ouviram dizer na câmara municipal, mas
agora, para todos os acordos que se fazem com a IP - lnfraestruturas de Portugal, o
protocolo tem de ir à aprovação do IMT — Instituto de Mobilidade e Transportes.
Não lhe perguntam para quê, mas recebeu-se ontem a informação da aprovação,
pelo IMT, do acordo feito entre a câmara municipal e a IP referente à rotunda junto
ao LidI, ao pé do hospital. Veja-se há quanto tempo é que se deliberou na câmara
municipal. Ontem é que foi finalmente aprovado, mas também é verdade, a
pandemia não é só para alguns, infelizmente. Tem-se ali a EN248.3, a estrada
nacional, a questão da rotunda, a questão das rotundas de Alverca e esta, como se
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tem a da ponte da Couraça, junto à estrada do rio Grande da Pipa, assumida pela
IP, mas, para tudo isto, primeiro tem de se fazer um protocolo com a IP e depois vai
à aprovação do IMT, que é a entidade reguladora.
Contudo, nesta questão do estacionamento provavelmente, e o Sr. Vereador disse
bem, colocar ali bolsas de estacionamento é uma solução.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, após a intervenção do público,
referindo que perguntava e fazia chegar uma fotografia: No âmbito daquele
processo da eventual requalificação da envolvente à estação dos caminhos de
ferro, em Alhandra, o edifício, de cuja fotografia dispõe, localizado no largo Moisés
do Carmo, tem algum tipo de serventia, de utilidade e está a ser utilizado pela
câmara municipal? Os membros da CDU têm a informação que sim, mas custa-lhes
acreditar que este edifício, no estado em que se encontra, e pelas suas
características, possa ter qualquer tipo de atividade. Como não têm a certeza
sobre o que acabaram de dizer, gostariam de perguntar se efetivamente o Sr. Vice
Presidente confirma que este edifício, sendo da propriedade da câmara municipal,
está a ser utilizado pela mesma, e com que fim ou objetivo é que constitui
serventia para o município de Vila Franca de Xira.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
TRÂNSITO E MOBILIDADE
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libário, referindo, já que os membros da CDU estão a
falar de trânsito e de mobilidade, que gostariam de perguntar à câmara municipal:
Afinal de contas, em que fase é que se encontra o projeto de reabilitação da EN1O,
designadamente naquele cruzamento problemático com a antiga EN248-3, que é,
ao fim e ao cabo, a principal via de distribuição de tráfego para uma das partes
rurais mais significativas e densamente povoadas do concelho de Vila Franca de
Xira?
Está, obviamente, a falar das ligações para A-dos-Loucos, para Cotovios e para a
Subserra, sendo que há muitos anos, há anos demasiados, que se fala duma
alternativa e da construção inclusive de soluções desniveladas por debaixo da
autoestrada. Será desta que a câmara municipal, conjuntamente com a
lnfraestruturas de Portugal, consegue perspetivar uma obra pública que resolva
aqueles problemas, que são as filas intermináveis às horas de ponta para quem
quer regressar aos seus domicílios?
Chamam também à atenção para a necessidade de a câmara municipal investir na
reabilitação da estrada da Cochoa, que serve a população da Subserra, que tem
tanto direito à mobilidade e a uma via de trânsito em condições aceitáveis como
outra qualquer população. Há muitos anos, aliás, há demasiados anos, que se fala
também na necessidade de reabilitação desta mesma estrada.
Também aproveitam para perguntar em que fase se encontra a fase posterior de
reabilitação da ex-EN248-3. Crê que todos os presentes lembrar-se-ão das
advertências da CDU, à data, há um bom par de anos, em que disse que seria um
erro para a câmara municipal assumir a responsabilidade pela conservação desta
estrada nacional, e infelizmente a realidade veio demonstrar-lhes que a CDU tinha
bastante razão. Não é só porque a via foi recebida com problemas estruturais, que
agora estão a ser resolvidos pela câmara municipal, e recorda-se que à data da
última vez que intervieram sobre esta matéria foi avançado que para fazer a
reformulação e o completar do processo de reabilitação desta via seriam precisos
nunca menos de 20 milhões de euros.
Assim, é caso para perguntar: Onde é que a câmara municipal, neste momento,
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dispõe dos meios financeiros para completar o processo de reabilitação da antiga
EN248-3? Hoje, o Governo e a lnfraestruturas de Portugal obviamente não têm
responsabilidades sobre esta matéria.
Aproveitam para reiterar uma proposta que há muito fazem, é preciso que a
câmara municipal tenha um levantamento do estado das estradas municipais, e
hoje deram alguns desses exemplos, porque com a aproximação da época de
chuvas é provável que o desgaste e a deterioração de algumas das principais vias
do concelho estejam cada vez mais iminentes. É preciso ter um plano operacional
suficientemente oleado e dotado dos meios para reabilitar aquilo que faz falta
reabilitar
Ainda na última quinta-feira, em conversa com alguns presidentes de junta, tinham
acesso à informação que neste momento o plano de recargas ou de investimento
nas vias municipais está atrasado, e não compreendem o motivo desse atraso. Se
lhes vierem dizer que é outra vez por conta da pandemia, pode-se dizer isso, mas a
pandemia não pode, nem deve justificar tudo aquilo que sucede também no
concelho de Vila Franca de Xira.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, após a discussão da ordem do dia,
referindo, quanto à EN248-3, que o Sr. Vereador Nuno Libório falou novamente na
reabilitação e tem-se o projeto feito. O Sr. Vereador falou em 20 milhões de euros
e, que se recorde, nem o próprio, nem o Sr. Presidente, disseram esta verba,
disseram é que era 1 milhão de euros ao quilómetro.
Contudo, a questão de se receber a EN248-3 levava a outra discussão mais
profunda, e o Sr. Vereador creia que, por exemplo, com a Lisboagás, sobre aquilo
que lhe disse, desde Arruda, se não se defendesse o território hoje tinha-se um
problema muito complicado até São João dos Montes, ao cruzamento da junta.
Tinha-se 60 centímetros de vala aberta, a 1,4 metros, e desde Arruda até ao
cruzamento de São João dos Montes uma vala de 60 centímetros com tapamento, e
isso nunca foi permitido. Andou-se 1 ano e não se autorizou o operador do gás a
fazer a obra, até que teve de assumir aquilo que foi feito, o pavimento todo, com
tudo fotografado, registado no cartório, como estava antes e como ficou depois,
com muros, estradas, tudo. No fim foi feita uma inspeção das partes para verificar
como estava. Portanto, já existiu uma grande preocupação nesse troço.
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Interveio de novo, após a intervenção do público, mencionando, sobre o plano de
recargas, que já se iniciou e os Srs. Presidentes de junta não estão a dar a
informação toda ao Sr. Vereador, bem precisa, a execução é para terminar até
dezembro.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, referindo que o Sr. Vice-Presidente não se
referiu à estrada da Cochoa, e crê que fará parte também do levantamento de que
falou.
já agora, e para terminar mesmo, efetivamente presidentes de junta do concelho
disseram-lhe que estão neste momento a avançar recargas previstas em 2019, ou
melhor, definidas pelo trabalho de levantamento de 2019.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, dizendo que já se sabe do que é que se está
a falar neste momento, e não tem dificuldade em responder, porque tem muita
consideração pelos presidentes de junta, os 6, mas ultimamente tem tido algumas
surpresas, exatamente por aquilo que disse o colega do Sr. Vereador Nuno Libório,
e vereador, Sr. Mário Calado, que às vezes as pessoas têm um determinado
comportamento à nossa frente, mas depois alteram o comportamento.
Não tem qualquer questão, porque o que está a acabar de dizer lê nos jornais,
comunicação, nomeadamente local, e não é o próprio, basta ler os jornais, e não é
pela informação, é pela facilidade com que o Sr. Vereador transporta a informação.
Para quem não o conheça, o Sr. Vereador transporta a informação do estilo “aquilo
que eu estou a acabar de dizer é verdade”. O Sr. Vereador que pergunte aos Srs.
Presidentes de junta quando é que eles têm reuniões com os técnicos para indicar
as vias. Agora vão começar reuniões já para 2021, e depois vão dizer que são de
2020. Agora vão começar reuniões com os Srs. Presidentes de junta, para
indicarem artérias para 2021, e depois vão dizer que são de 2020.
Não coloca em causa aquilo que o Sr. Vereador acabou de dizer, mas,
sinceramente, há aí muita alteração de informação, mas não se admira, por aquilo
que lê. Os Srs. Vereadores leem, têm fotografias, têm jornais, mas o executivo
também lê, é público. Portanto, tem alguma dificuldade em perceber algumas
atitudes, mas como se está a um ano de determinada situação isto já começou, em
algum caso, a vir tudo cá tara fora, basta ler. Em freguesias onde se fazem
investimentos, se a memória não lhe falha, de repente, na casa dos 10/12 milhões
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de euros, nos últimos 5 anos, dizer que os orçamentos da câmara municipal,
quando chegam a determinada localidade, param lá, à entrada da freguesia, é um
bocado estranho. Podem dizer e fazer, mas o que está escrito, está escrito, é
público, é na comunicação social.
Quando não sabemos das áreas de que se está a falar temos de nos abster,
procurar quem sabe e transmitir a informação, agora, quando se está consciente
daquilo que se está a falar, admite-se tudo já. É o combate político, como diz a Sr
Vereadora Regina janeiro, e bem. São factos, o combate polftico é o combate
político, pronto, se se está nesta vida tem de se assumir. Agora, factos com
parangonas nos jornais, dizer que os investimentos da câmara municipal param à
entrada da freguesia! Basta fazer as contas aos últimos 5 anos, não é preciso ir
mais longe.
Prosseguiu, pedindo ao Sr. Vereador para ter calma, que já lhe vai pôr o nome.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que não falou de nada disso, nem está a
perceber o contexto da intervenção do Sr. Vice-Presidente, e pede imensa
desculpa. O Sr. Vice-Presidente está a falar de alguma circunstância que o está
pafticularmente a afetar, mas o próprio confessa que não está a conseguir
acompanhá-lo no seu raciocínio.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente: Não está? Não está porque não quer.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que não é uma questão de não querer, não está,
e não se referiu a nada estranho ao funcionamento desta câmara municipal.
Disse o Sr. Vice-Presidente ao Sr. Vereador que não o interrompa, porque o próprio
não o interrompeu.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, pedindo desculpa por ter interrompido, e
referindo que o Sr. Vice-Presidente escusa de estar a levantar a voz. Que não
levante a voz, só lhe está a dizer que não está a acompanhar o seu raciocínio.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, dizendo que não é levante a voz, o Sr. Vereador
que não o interrompa, porque o próprio não o interrompeu.
Respondeu o Sr. Vereador que não é preciso gritar.
Referiu o Sr. Vice-Presidente que é porque o Sr. Vereador Nuno Libório não ouve à
primeira. Além de estar a chorar desde 1997, também não ouve à primeira.
Continuou, mencionando que sobre a estrada da Cochoa vai repetir aquilo que
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Câmara Municipal
disse o Sr. Presidente, e está a recordar-se exatamente das palavras que o Sr.
Presidente disse ao Sr. Vereador, que é a segunda vez que coloca a questão. É
uma estrada que tem uma situação particular, tem de ser revista por causa dos
muros todos que tem, e vai-se tentar fazer o que for possível, nomeadamente nas
zonas de curva, de viragem, pois é uma estrada com forte investimento. Foram
estas as palavras, sendo que não se podem estar a expor situações que não são.
É uma particularidade do Sr. Vereador, e bem, coloca em várias reuniões as
mesmas questões, nomeadamente já se verificou quando está o Sr. Presidente, e
quando não está, em que é o próprio que dirige os trabalhos, para ver se o Sr.
Presidente diz uma coisa e o próprio diz outra, mas isso é dos livros.
O Sr. Vereador que não olhe para o próprio, porque é mesmo assim, como diz a Sr
Vereadora, e muito bem, já cá andam há muito tempo.
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RAta 038
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
AUGI DO CASAL CABREIRO-ALVERCA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que no passado fim de semana os
membros da CDU voltaram a falar com as populações da AUGI do Casal Cabreiro,
em Alverca do Ribatejo, e tiveram a oportunidade de reler a informação que o Sr.
Vice-Presidente lhes dirigiu, a última das quais, designadamente em meados de
fevereiro, dava conta que o estudo prévio ou os projetos para a execução dos
arruamentos, da rede de abastecimento, da água e de drenagem, já teria sido
adjudicado e estava numa fase de revisão obrigatória.
Assim, faz duas perguntas muito simples, pois a população, que infelizmente não
está organizada numa associação de coproprietários, não tem para si a consciência
que a responsabilidade pela execução das infraestruturas é da sua competência.
Insistem, pois, com esta pergunta: O Sr. Vice-Presidente consegue garantir à
câmara municipal que depois de elaborado este plano de revisão a obra será
desencadeada no terreno pela responsabilidade dos coproprietários? Não querendo
passar nenhum atestado, nem de menoridade, nem de competência ou falta dela a
quem quer que seja, consideram e reiteram que não é uma matéria de fácil
tradução no terreno, e só uma câmara municipal é que tem de ter as condições
necessárias para levar à prática uma obra desta natureza.
Portanto, sem prejuízo das informações que o Sr. Vice-Presidente possa prestar a
esta câmara municipal sobre o bom andamento da execução desta obra, reiteram
a proposta: Esta obra, a da execução das infraestruturas que estão em falta, para
além de não terem uma noção clara de quando é que se realizará, deve ser
assumida integralmente pela câmara municipal.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, após a intervenção do público, dizendo que são
13h21, ainda queria concluir algumas respostas, nomeadamente esta, do Casal
Cabreiro, e vai referir ao Sr. Vereador Nuno Libório exatamente aquilo que lhe
disse numa outra reunião de câmara, nem mais, nem menos. Não pode dizer de
outra maneira, é o que está escrito, pode repetir “n” vezes e o Sr. Vereador vai
ouvir sempre a mesma coisa.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que o próprio, na última vez, sem querer e sem
dar conta disso, referiu uma outra AUGI, daí ter tido também a necessidade de
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reafirmar a questão em apreço. Contudo, crê que, quer o Casal da Bica, quer este
casal, relativamente à obrigação pela execução das infraestruturas, e faz a
pergunta, cabe à comissão de coproprietários.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que é com quem tem contactado a câmara
municipal, porque a informação que se tem, e está presente o Urb Ricardo
Ramalho, é que não têm comissão.
Referiu o urbanista que o Cabreiro é a câmara municipal.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, dizendo que então o Casal Cabreiro é a câmara
municipal, o Casal da Colher são os proprietários.. Dos casais Cabreiro e Carcaça é
a câmara municipal.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que são muitos nomes e trocam-se sempre.
Interveio novamente o Sr. Vice-Presidente, referindo que já se conhecem há tanto
tempo que não sabe se o Sr. Vereador se engana.
Respondeu o Sr. Vereador Nuno Libório que sim, enganou-se, queria falar duma
coisa, falou doutra.
Continuou o Sr. Vice-Presidente, pedindo então ao Urb Ricardo Ramalho que
ponha as coisas no sítio.
Tomou a palavra o Urbe Ricardo Ramalho, referindo que são 3 AUGI. Na Colher são
os proprietários que vão fazer a obra e a câmara municipal comprometeu-se em
dar o projeto, oferecer o projeto. Não tem comissão, há pessoas que contactam a
câmara municipal, e a todas as que contactam com a câmara municipal, quer
pessoalmente, quer por escrito, informa-se sempre que a responsabilidade da obra
é deles. Nas outras duas, Cabreiro e Carcaça, os projetos estão em curso e é a
câmara municipal que vai fazer.
Perguntou o Sr. Vice-Presidente ao Sr. Vereador Nuno Libório se está esclarecido.
Referiu o Sr. Vereador Nuno Libório que é o timing.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, dizendo que o Sr. Vereador agora já lhe está a
falar de timing, é outra coisa, sendo que os projetos estão os três feitos.
Esclareceu o urbanista que pensa que o estudo prévio foi concluído e já se está na
fase do estudo de execução mesmo.
Referiu o Sr. Vice-Presidente que é a fase dos projetos irem para revisão. Depois,
quanto à AUGI da Bica, solicita a intervenção do urbanista.
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Câmara Municipal
Esclareceu o Urb Ricardo Ramalho que a AUGI da Bica é a da Colher.
Disse o Sr. Vereador Nuno Libório que é mesmo da Bica.
Referiu o urbanista que não há nenhuma que é mesmo da Bica, mas sabe que é o
nome que é conhecido. Contudo, na zona alta de Arcena o que estava em falta são
estes três. O resto está tudo feito.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dizendo que, sobre a execução, ainda está na
revisão e não sabe.
Interveio novamente o Sr. Vereador Nuno Libório, mencionando que os membros
da CDU gostariam também de ser informados por escrito, ainda sobre a questão
das AUGI, porque, efetivamente, quando disse que se enganou fé-lo sem qualquer
tipo de intenção, na penúltima reunião de câmara. Falava do Casal da Bica, quando
queria, na verdade, falar do Casal Cabreiro, que do ponto de vista da reorganização
da área de génese ilegal está integrado no Casal da Carcaça e da Colher, para a
qual existem duas metodologias relativamente à execução das infraestruturas.
Portanto, para não haver mais dúvidas sobre esta matéria, os membros da CDU
solicitavam à câmara municipal um ponto de situação escrito relativamente a estas
duas AUGI. Umas delas, Cabreiro, Carcaça e Colher, o Cabreiro foi objeto de
integração na Carcaça e da Colher recentemente, e o Casal da Bica, até porque,
consultando o site da câmara municipal, ao contrário do que era hábito, esta
informação não está atualizada, o que também dificulta, da parte dos mesmos, o
acompanhamento e evolução da situação.
Desta forma, pedia se até à próxima reunião de câmara esta questão podia ser
suficientemente esclarecida, para não haver, de parte alguma, qualquer tipo de má
interpretação.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA —
OBRAS NO MERCADO DE ALHANDRA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que na semana passada os
membros da CDU contactaram com os comerciantes do mercado de Alhandra, e
ficaram preocupados com um sentimento que perpassava entre todos, o de que
estão naturalmente preocupados com o eventual atraso na obra, e percebe-se,
justifica-se esse sentimento, mas também o sentimento de que não estarão a ser
devidamente ou permanentemente envolvidos em todas estas fases, e este é um
problema estrutural, infelizmente, que têm vindo a diagnosticar sobre a gestão da
câmara municipal.
Outra situação que também os deixou preocupados foi o de lhes terem dado a
informação, para a qual solicitavam a respetiva confirmação, que a parte das
infiltrações do telhado da nave central, da que não tem ou não tinha materiais em
fibrocimento, é também objeto de intervenção desta obra da responsabilidade da
câmara municipal. —
Fazem esta pergunta porque há escassos dias e semanas basta uma qualquer
chuva para se sucederem infiltrações pelo edifício adentro. Está-se numa fase da
obra, mas ainda é possível resolver esta questão.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia, dizendo que o
Sr. Vereador falou num eventual atraso, mas, pelas informações que tem, não há
atraso, o planeamento é para dezembro. A questão de eventuais infiltrações na
nave central, que não estaria considerada, também chegou ao conhecimento do
executivo, mas foi dada indicação e neste momento está em orçamentação para
reparartudo.
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de 1Vila Franca de Xira ( Deliberação n_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SOLVAY- PÓVOA DE SANTA IRIA
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, referindo que os membros da CDU tiveram
conhecimento, pela comunicação social, que a empresa Solvay mudou de mãos.
Assim, gostariam de colocar à câmara municipal, no essencial, duas preocupações,
e a primeira é que não seja esta alteração de propriedade do capital social que
leve à saída desta unidade de referência industrial do concelho de Vila Franca de
Xira, que pressupõe, naturalmente, que a câmara municipal tenha de estar atenta
coletivamente à defesa desta área como área económica e produtiva, mas também
à defesa dos postos de trabalho existentes. Também há necessidade de a câmara
municipal, do ponto de vista das suas responsabilidades, acompanhar o processo
de reformulação que está em curso, no âmbito dos estudos urbanísticos da câmara
municipal para esta zona em apreço.
Recorda que no âmbito da futura construção do parque de estacionamento há ou
havia a possibilidade de alteração da rede viária, com a possibilidade eventual de
utilização dum dos canais rodoviários da Solvay, assim como, do ponto de vista do
ordenamento e do PDM - Plano Diretor Municipal, salvo melhor opinião, há
necessidade de acautelar e continuar a reservar as áreas necessárias para o
prolongamento do futuro 1C2 ou duma alternativa à EN1O.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia, dizendo que o
Sr. Vereador Nuno Libório referiu que a Solvay mudou de mãos, mas não mudou de
mãos, do que é dado conhecimento pela própria Solvay, os proprietários passaram
foi de donos maioritários da parcela de terreno para minoritários, pois a Solvay
continua a existir. O executivo também teve essa preocupação, derivado ao
desenvolvimento da empresa de microalgas, e uma das preocupações que o
próprio e o Sr. Presidente tiveram, na reunião com as duas entidades, foi
exatamente aquilo que o Sr. Vereador focou, a ligação ao 1C2.
Não é só a passagem superior, que é conhecida por passagem da Solvay, o
processo do lC2, até ao cruzamento do hotel de Santa Iria, à data entendeu-se que
era uma boa solução, mas hoje a câmara municipal verifica que é uma péssima
solução, aquilo jamais devia ser um cruzamento, devia ser uma rotunda. Depois,
verifica-se que os problemas podem ser no cruzamento do lntermarché, em Santa
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Vila Franca de Xira 1 Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Iria, para a autoestrada, que chega às vezes à igreja da Póvoa, mas tem que se ir a
jusante, de manhã, às 7h00 ou às 7h30, estar dentro do carro ali no cruzamento,
ver onde é que começa, e começa precisamente naquele cruzamento, e no outro
antes que vai para Santa Iria, que dá acesso à autoestrada.
Nesta reunião com a Solvay e com a empresa das microalgas teve-se o cuidado de
dizer que efetivamente, e com a compra do terreno do terminal rodoferroviário,
aquela via tem de ter seguimento. Isto, no âmbito do departamento de urbanismo,
está garantido. A sua execução é outra situação, mas está garantido, já mesmo
para o projeto do terminal, e não pode ser de outra forma. Respeita-se a opinião de
todos, mas não pode ser de outra forma. O terreno está lá, a via está lá, beneficia
todos, não só alguns, beneficia a todos, principalmente a população.
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Vila Franca de Xira ( Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
VINDA PARA A TERTIR DE PARQUE DE CONTENTORES NA ZONA DE CAMARATE
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libério, referindo que os membros da CDU tiveram
conhecimento que no concelho vizinho, por decisão dum tribunal, a câmara
municipal respetiva, de Loures, tomou posse administrativa dum parque de
contentores na zona de Camarate, mas ao mesmo tempo que tiveram
conhecimento desta situação foram conhecedores que esse parque de contentores
poderá vir a ser transportado para a cidade de Alverca do Ribatejo,
designadamente para o terminal Tertir. A ser verdade, e a confirmar-se esta
situação, isto resultará, inquestionavelmente, num grande prejuízo ambiental e de
ordenamento do tráfego para o concelho de Vila Franca de Xira.
Portanto, a proposta que fazem é que a câmara municipal apure esta situação o
quanto antes, e que tome todas as medidas preventivas no sentido de não se fazer
no parque da Tertir um terminal que foi despejado doutro concelho e que,
obviamente, não deverá ser o concelho de Vila Franca de Xira a receber aquilo que
por decisão do tribunal não tinha condições para funcionar noutro concelho.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia, mencionando
que o Sr. Vereador Nuno Libório fez uma afirmação que Loures tomou posse dum
parque de contentores em Camarate, que poderá vir a ser transferido para a Tertir,
falou nas medidas preventivas, e o próprio tomou a devida nota, mas desconhece
esta situação. Logo que a ata seja aprovada tem força o que lá está escrito, tomou
a devida nota e irá tomar as providências, mas, na câmara municipal, e no
urbanismo, desconhece esta situação.
Contudo, tomou a devida nota e aceita como boa a intervenção.
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II Reunode ‘2Ó2O/iO/O7
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Vila Franca de Xira Deliberaçao n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CHAFARIZ DO ALEGRETE - LARGO CARLOS PATO - VILA FRANCA DE XIRA —
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, cumprimentando, na pessoa do Sr. Vice-
Presidente, todos os presentes, bem como quem ouve a reunião em casa, dizendo
que tem 7 questôes, que pensa que vão ser muito rápidas, e começava
exatamente por uma, que tem a ver com o chafariz do Alegrete, no largo Carlos
Pato, em Vila Franca de Xira.
Há uns meses atrás, numa das reuniões de câmara que se fizeram, chamava, em
nome da CDU, e do próprio, a atenção para alguns aspetos relacionados com
aquele lindíssimo chafariz, e os membros da CDU concluíram rapidamente que vale
a pena fazerem a abordagem destas questões. Assim, e sem qualquer problema,
diz ao Sr. Vice-Presidente que está e estão satisfeitíssimos com o trabalho
altamente profissional que foi ali elaborado. De facto, o chafariz está Iindíssimo, o
próprio teve oportunidade, duas ou três vezes, de visitar discretamente, como um
cidadão normal que é, o que estava ali a acontecer, acompanhar aquelas obras, e
vale a pena ver o desfecho final da mesma, tal a qualidade que encerra.
Desta forma, manifesta a satisfação dos membros da CDU por isso mesmo,
reiterando, mais uma vez, que falta apenas ver correr a água. Sugeria então que
fosse possível fazê-lo através de circuito fechado, pois hoje é fácil fazer uma coisa
dessas, sem gastos exagerados de energia e mesmo de água, senão apenas
aquela que se evapora. Para aquele espaço ficar absolutamente lindo e com a
dignidade máxima, falta apenas essa questão.
Exortava a câmara municipal, através do Sr. Vice-Presidente, que aliás é o
responsável por essa área, a fazer o mesmo, por exemplo, em relação ao
fontanário de Povos, que está por baixo das piscinas de Vila Franca de Xira. É, de
facto, também um elemento importantíssimo e dos mais belos do concelho de Vila
Franca de Xira, e mereceria também ele um tratamento àquele nível e
desenvolvido com aquele profissionalismo.
Assim, em relação ao chafariz, é apenas isto.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia,
mencionando que já falou hoje do chafariz do Alegrete, para o fontanário de Povos
o Sr. Vereador solicita um tratamento igual, e tomou a devida nota.
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Reunião de 2020/10/07
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REUNIÃO COM A CIMPOR
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo, muito rapidamente, que gostaria
de saber quais foram os resultados da reunião havida com a Cimpor acerca das
questões relacionadas com aquela unidade.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia,
dizendo que, independentemente de terem lá estado os representantes, ontem a
direção da fábrica, mais uma vez, esteve presente e esclareceu as questões
técnicas, das intervenções de todos os que entenderam, e não vai particularizar,
colocar as suas questões.
A direção esclareceu, através das projeções e da documentação que o próprio
solicitou, para ser distribuída aos elementos da comissão, em vários slides, mas
também tecnicamente, com intervenções de vários presidentes de junta,
nomeadamente de mais perto, tanto de Alhandra, como de Alverca, e pensa que
ficaram esclarecidos, pelo menos foi esse o sentimento com que ficou, que a
situação desenrolada a 6 e a 16, e mais a 6, deveu-se tecnicamente a uma
situação interna do forno 7.
Foram 3 minutos daquelas poeiras, do chamado pó de pedra, que dá origem ao
clínquer, em que se entra na fase das poeiras, a chamada farinha, foi o termo
utilizado, da destruição da pedra, por causa dum sistema de segurança que
trabalhou, em que o operador rapidamente teve de parar o forno. Estava
relacionado com a velocidade do forno, pelo que se abrandou a velocidade e
passados 3 minutos estava resolvido.
Foram colocadas questões se aquela situação poderia voltar a acontecer, e a
direção da fábrica disse que não, que foram tomadas medidas internas para que
não voltasse a acontecer. O próprio fez uma sugestão à fábrica, tal como já se fez
duas vezes, na visita às pedreiras e à fábrica, em que se colocou ao dispor o
transporte e fizeram-se duas visitás, para todos os membros da comissão, no
sentido de que, se necessário e se chegar à câmara municipal esse pedido de
interesse, facilitar a visita aos fornos, principalmente ao forno 7.
Sobre a questão dos cheiros, por todos foi aceite o trabalho feito pelo Instituto
Superior Técnico, que está na fase de conclusão, dos inquéritos à população e
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1 4 Reunode 62W1O/O7
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Alhandra e de Alverca, que se prontificou a responder, que não associa os cheiros à
fábrica.
Sobre os pneus queimados, que entram nos CDR, que é uma matéria utilizada na
fábrica para queima, a palavra que foi utilizada pela direção da fábrica foi que não
cheira, e convidou a visitar a zona de fabrico, da borracha utilizada na queima.
Foi isto, na altura ficou tudo esclarecido, mas convida os Srs. Vereadores a também
fazerem uma abordagem junto dos elementos da comissão sobre esta situação.
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
LIMPEZA DA RIBEIRA DE SANTO ANTÓNIO - ALHANDRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que da visita que os membros da
CDU fizeram na semana passada a Alhandra verificaram a necessidade urgente da
ribeira de Santo António ser limpa, porque vem aí o inverno e é preciso desobstruir
a ribeira, sobretudo em alguns pontos, onde se verifica mais a intensidade daquele
canavial e daquele mato todo que se desenvolve ali.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia,
mencionando que tinha a ideia, e confirmaram-lhe há momentos, que esta linha de
água foi limpa em maio. Como o Sr. Vereador sabe, e pelas funções que
desempenhou como presidente da junta de Freguesia de Vila Franca de Xira, há
um plano da limpeza das linhas de água, anualmente, e a linha foi limpa em maio. -
Contudo, não é só após a limpeza, elas são vistoriadas, e nào quer dizer que as
próprias linhas de água, por isso é que têm de voltar a ser limpas, não apresentem
novamente vegetação.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
QUESTÕES RELACIONADAS COM A ESCOLA SOEIRO PEREIRA GOMES - ALHANDRA--
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo que chegaram aos membros da
CDU algumas questões relacionadas com a escola Soeiro Pereira Comes, em
Alhandra, nomeadamente as obras que dali resultam na estrada 248-3. Há
passeios muito estreitos e com algumas barreiras, que, de facto, não são, na
opinião que têm, o melhor para quem necessita de ali passar.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia,
mencionando que o Sr. Presidente, já na anterior reunião de câmara, tinha
explicado a questão dos passeios, em que se está a verificar a possibilidade, senão
nos dois, pelo menos num, no sentido de Alhandra, de poder fazer um
alargamento, mas tem que se fazer o estreitamento da via, que de si já é pequena.
É a questão dos passeios nestas zonas antigas, e vai buscar a Póvoa de Santa Iria,
e Vialonga, aquilo que também se falou na anterior reunião de câmara, na rua
central de Vialonga, com a possibilidade de alargamento dos passeios. Se as
correções forem feitas têm de ser feitas ao longo dos anos, nos projetos
urbanísticos que se forem desenvolvendo para aquela artéria. Gradualmente, ao
longo dos anos, tem de se ir à propriedade buscar para o alargamento, pois não se
pode ir para o interior da via, senão há um estreitamento.
Há outra opção, e isso é muito discutível, é colocar só um sentido, para um lado ou
para o outro, e fazer uma via circular. Contudo, é muito discutível, o próprio está a
dizê-lo, pelo que tem de ser no plano urbanístico, e ao longo dos anos tem de se
fazer a correção das linhas de simetria da urbanização.
Quer ir buscar um exemplo, junto ao tribunal de Vila Franca de Xira, em que há
aquelas vivendas antigas, com os prédios, e recuou-se para alargamento do
passeio. Não se conseguiu na zona do café, está lá, o tempo, no futuro,
provavelmente permitirá isso. Depois, há os chamados direitos adquiridos, que têm
de ser confrontados com o Plano Diretor Municipal. —
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CALÇADAS LEVANTADAS EM A-DOS-LOUCOS
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo-se, rapidamente, à calçada ou ao
chão levantado no parque infantil de A-dos-Loucos, havendo a possibilidade de
alguém se poder ali magoar.
Também no largo José António Veríssimo há calçada levantada junto aos
ecopontos, e convinha que fosse reparada aquela situação.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia,
mencionando que tomou a devida nota destas questões da calçada.
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Vila Franca de Xira Deliberaçao n2
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA OS PESTINHAS DE POVOS -VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, referindo, rapidamente, que os membros da
CDU foram abordados pela associação os Pestinhas, o clube de Povos, que tem
como prática principal o futsal, que solicitou que junto da câmara municipal
fizessem sentir a necessidade que o clube tem em ser mais e melhor apoiado.
Os Pestinhas não têm espaço próprio, não têm uma sede que desejam há muito
tempo, dizem até que a melhor solução seria aquele famigerado centro
gastronómico para a sua sede, que também já foi a sede, em tempos, do clube de
Povos. Não têm um espaço próprio de treinos, e isso obriga-os a fazerem grandes
deslocações e dispendiosas também, e pedem, exatamente, que a autarquia
considere o apoio, no sentido de verem minimizadas as dificuldades que têm para
desenvolver a sua atividade, sobretudo ao nível das camadas jovens. Dizem-lhes
mesmo que a situação que melhor os serviria era exatamente a utilização do
pavilhão municipal da Castanheira, até pela proximidade com Povos, mas também
aí sentem muitas dificuldades para poderem fazer os seus treinos.
No fundo, rapidamente e resumidamente, o que querem mesmo é que a câmara
municipal efetivamente lhes dê o apoio que minimize as suas dificuldades.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia,
mencionando que o Sr. Vereador António Félix tomou a devida nota desta questão,
no âmbito das suas competências.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, referido que poderia dar mais alguma
informação. Este é um assunto que tem estado a ser tratado entre a direçâo do
clube dos Pestinhas de Povos e a câmara municipaL, na sua pessoa e na do Sr.
Presidente. Estão a tratar desta questão da sede, e já se encontrou o espaço. Há
um espaço que está a ser preparado para lhes ser cedido e para que sirva de sede,
que ainda não está em condições, pois necessita de algumas intervenções, e é isso
queseestáafazer.
Relativamente à outra questão do pavilhão do Juventude da Castanheira, como se
sabe a gestão é da responsabilidade do Juventude da Castanheira, pelo que a
câmara municipal não pode impor ao clube que ceda algum tempo de treino para
os Pestinhas. Também deve dizer que esta questão nunca foi posta em cima da
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mesa, é a primeira vez que está a ouvir que a questão ideal era a do juventude da
Castanheira, até porque quando os Pestinhas colocaram esta questão a solução
que se encontrou, que era a que se tinha disponível, foi no pavilhão municipal de
Alverca, cedeu-se espaço e conseguiu-se encontrar espaço para que eles
pudessem lá treinar. Era a situação mais próxima que se tinha, de qualquer forma
é uma questão que se pode, de alguma forma, se for necessário, intermediar,
relativamente ao pavilhão da Castanheira, mas obviamente que a última palavra
será sempre do juventude da Castanheira, até porque é quem gere o espaço.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REABERTURA DOS EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS, PISCINAS MUNICIPAIS E PARQUE
DE CAMPISMO
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, dando os bons dias e cumprimentando
todos os presentes e também todos aqueles que seguem a reunião através da
transmissão on-line, dizendo que a primeira questão que coloca tem a ver com a
reabertura dos equipamentos desportivos, das piscinas municipais e do parque de
campismo do concelho, em que os membros da CDU gostariam de saber para
quando será a reabertura destes equipamentos, até tendo em conta a importância
que tem para a população a prática desportiva, o sair de casa, e já hoje a Sr
Vereadora Fátima Antunes assinalou o Dia Mundial da Saúde Mental, com a
projeção de filmes, mas há muito mais para fazer relativamente à saúde mental.---
Sabe-se que a doença mental tem vindo a aumentar substancialmente nos últimos
tempos, e não há dúvida nenhuma que estes equipamentos desportivos para a
população são de extrema importância, ainda por cima tendo em conta o que hoje
em dia se vive.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia,
mencionando que se o Sr. Vereador António Félix puder esclarecer, agradece.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, dizendo, muito sinceramente, que não tem
nenhuma certeza relativamente a esta matéria. Tem muitas dúvidas, e o que tem
acontecido nos últimos tempos, face a um aumento gradual e significativo do
número de casos de Covid-19 em Portugal, deixa-lhe ainda mais dúvidas. Por isso,
não tem nenhuma data que possa adiantar para a abertura das piscinas, sendo que
em alguns casos esse problema está resolvido.
É o caso da piscina de Vila Franca de Xira, que, como se sabe, está a sofrer neste
momento uma intervenção grande e muito importante, não apenas na sua
melhoria, mas também naquilo que será o conforto, nomeadamente em termos de
espaço, da cobertura, que todos sabem que tinha alguns problemas de infiltração
de água. Ao mesmo tempo da resolução desse problema da cobertura e das suas
infiltrações aproveita-se para que seja mais eficiente energeticamente, até porque
os consumos nas piscinas são significativos, e não tanto no aquecimento da água.
O sítio onde consome mais energia é o aquecimento do ar, segundo as regras o ar
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terá de estar 2 graus acima da temperatura da água, e custa muito a aquecer,
particularmente quando há fugas. Como todos sabem, o calor sobe, quando há
fugas ele sai e isso consumia muita energia.
Esta questão estará pronta no final do ano e, se tudo melhorar, se houver
condições, espera, mas é algo que muda todos os dias, abri-Ia em janeiro, assim
como outras. Contudo, não se sabe, não tem nenhuma data, nem nenhuma certeza
de qual será a data para abertura das piscinas, até porque pensa que são os
equipamentos mais problemáticos.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, após a intervenção do público, dizendo que pede
desculpa se lhe falhou alguma coisa, mas pensa que não.
Referiu a Sr Vereadora Cláudia Martins que falhou.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que então é humano, errar é humano, a Sr
Vereadora que faça o favor.
Referiu a Sr Vereadora que não se respondeu à questão da reabertura do parque
de campismo. Falou-se nas piscinas, mas não se falou no parque de campismo e
também colocou essa questão.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, pedindo desculpa, mas mencionando que a Sr
Vereadora não falou em parque de campismo, falou em equipamentos.
Disse a Sr Vereadora: “E parque de campismo”. Falou em equipamentos
desportivos, piscinas e parque de campismo.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que não, que a Sr Vereadora pensou, mas não
disse, e é só para corrigir, pedindo-lhe para continuar.
Prosseguiu a Sr Vereadora Cláudia Martins, aproveitando para questionar,
relativamente às piscinas, o que é que a delegada de saúde diz relativamente à
sua abertura, porque os membros da CDU sabem que a legislação prevê que desde
maio as piscinas possam ter reaberto. Portanto, qual é o parecer aqui da delegada
de saúde?
Uma outra questão, também relativamente às piscinas de Vila Franca de Xira, é
que sabem que estão em obras, e ainda bem, finalmente, mas também se tem o
ginásio, que também continua encerrado. Portanto, para quando esta reabertura,
visto que também os ginásios, todos eles, já estão abertos?
Interveio o Sr. Vice-Presidente, referindo que se vai ver, e que, como diz a Sr
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Vereadora, que por vezes utiliza a palavra “errou” com muita facilidade, só não
erraquemnâofaznada.
Disse a Sr Vereadora Cláudia Martins que só utilizou a palavra do Sr. Vice-
Presidente, O Sr. Vice-Presidente disse, “espero que não tenha errado”.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que, para já, a Sr Vereadora tem uma
particularidade, e têm todos, é como os ventos.
Continuou, dizendo ao Sr. Vereador António Félix para referir a questão do ginásio,
do parque de campismo, das piscinas, a posição da delegada de saúde, que é a
preocupação da Sr Vereadora.
Interveio o Sr. Vereador António Félix, referindo que a abertura do ginásio,
obviamente, como ele está incluído no complexo das piscinas, está dependente da
obra da piscina. Estando-se a fazer obras, tem que se ter a garantia, e ainda não se
tem, porque ainda não foi possível, que a partir dum determinado momento as
obras que estão a ocorrer na cobertura da piscina não interferem com esse espaço.
Só se pode abrir a partir do momento que não houver interferência das obras com
o espaço, e esse, para si, é mais pacífico abrir do que as piscinas propriamente
ditas.
Relativamente às piscinas, obviamente que podem abrir, e é do conhecimento que
o município vizinho as abriu. As piscinas tinham condições para ser abertas, mas
não as abrir foi uma opção da câmara municipal. Por uma questão de saúde optou-
se por não se terem aberto ainda, mas é uma questão que se avalia todos os dias e
podem-se abrir. Foi uma opção, depois de ponderado e particularmente analisado o
crescimento que tem havido. Já se andava com alguma expectativa e, neste
momento, este crescimento que houve deixou o executivo com mais dúvidas, mas
vai-se avaliar. Se calhar é aceitar que isto vai ser assim, que se vai ter de ter tudo
a funcionar e que se vai contribuir, talvez, para que os casos ainda aumentem
mais, mas tem que se avaliar.
Relativamente ao parque de campismo, está a funcionar, e também entrarão em
funcionamento brevemente, já estão concluídas as obras, agora está a fase de os
preencher com os equipamentos necessários, os bungalows, que irão também
aumentar um pouco mais a capacidade, ainda que muito pouco, mas é mais um
acrescento à capacidade de alojamento no concelho, que tem sido uma das
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grandes pechas, mas o próprio não se cansa e não desiste de lutar para que num
futuro próximo se possam ter no concelho mais alojamentos e mais capacidade
para receber todos aqueles que cada vez mais o querem visitar, conhecer, e
conhecer, não apenas a cultura, mas também a gastronomia, os monumentos e os
espaços emblemáticos.
Esse é um trabalho que, diz muitas vezes, não é de um velocista, é o trabalho de
um fundista, cujos frutos só se vão vendo a médio e longo prazo, mas tem-se vindo
a trabalhar arduamente nesta área, tem-se vindo a divulgar cada vez mais, pelo
país todo, o concelho, e aos poucos isso vai tendo resultados. Aliás, este trabalho
que toda a equipa e toda a câmara municipal fizeram na promoção e na conquista
do galardão para o Colete Encarnado como uma das 7 Maravilhas foi mais um
passo no sentido de promover o território e chamar a ele mais gente, a reboque
desta festa, que é única, e que se transformou numa festa nacional.
Este é todo um trabalho, e poderia referir mais áreas, que se está a fazer e
continuar-se-á a fazer.
Interveio a Sr Vereadora Regina Janeiro, referindo-se a uma resposta de sim ou
não, que é só uma pergunta. Não se abriram as piscinas, mas abriu-se para a
competição, não foi?
Respondeu o Sr. Vereador António Félix que sim.
O Sr. Vice-Presidente interveio, referindo-se a esta facilidade democrática de
trabalhar, nesta ponta final da reunião de câmara, mas dando a palavra ao Sr.
Vereador António Félix, já agora, para responder.
Prosseguiu o Sr. Vereador António Félix, mencionando que havia algumas
dificuldades, nomeadamente dum clube que tem feito um trabalho brilhante em
termos da natação e, cumprindo todas as regras, até porque a quantidade de
atletas não é muito significativa, permitiu-se que fosse possível ao clube continuar
a trabalhar, até porque havia o risco de se estarem a perder imensos atletas, que
se estariam a deslocar para outros clubes de fora do concelho. Assim, abriu-se essa
possibilidade a mais do que um clube do concelho, abriu-se a todos aqueles que
tinham competição.
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RECUPERAÇÃO DO TEATRO SALVADOR MARQUES - ALHANDRA
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo-se a uma questão antiga, com
barbas grandes, compridas e brancas, já de tanto falar sobre o assunto, que tem a
ver com a recuperação do Teatro Salvador Marques, em Alhandra.
Os membros da COU sabem que já foi variadíssimas vezes debatido em reunião de
câmara, mas não há vez que se vá a Alhandra e que a população não fale da
recuperação do Teatro Salvador Marques ou da falta desta recuperação.
Sabem que esta recuperação ou esta intenção tem estado sempre nos programas
eleitorais do Partido Socialista, mas “palavras leva-os o vento”, e o certo é que há
mais de 20 anos que o Partido Socialista está no poder nesta câmara municipal, e
há mais de 20 anos que a recuperação do Teatro Salvador Marques não tem sido
opção, não tem sido prioridade, e quanto mais tempo passa, mais degradado fica.--
Tomou a palavra a Sr Vereadora Cláudia Martins, após a intervenção do público,
referindo que o Sr. Vice-Presidente não respondeu à questão.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, mencionando que também repete o que a câmara
municipal já disse anteriormente, tal e qual como está, o seu projeto, e como está
em desenvolvimento, obriga a uma grande reformulação, e, sobre os custos
envolvidos, neste momento pensa que é fácil de compreender do que é que se está
afalar.
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Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
FUNCIONAMENTO DOS CENTROS DE SAÚDE
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo-se a uma questão que é de
extrema importância e preocupante, que tem a ver com os centros de saúde.
Os utentes do Serviço Nacional de Saúde no concelho continuam a enfrentar
grandes dificuldades no acesso aos cuidados primários de saúde, e os membros da
CDU sabem que continua a haver no concelho quase 10 000 utentes sem médico
de família, sabem que existe falta de enfermeiros, de auxiliares, de
administrativos, e estes são problemas que já existiam, mas que o surto epidémico
veio a evidenciar e ainda agravar.
Os utentes têm-se visto à perna com o cancelamento generalizado das consultas,
com a falta de acompanhamento, e está a falar incluindo idosos e doentes
crónicos, com a impossibilidade de muitos utentes acederem a consultas de
recurso, incapacidade de resposta às inúmeras solicitações e pedidos de
esclarecimento.
Têm visto uma concentração de serviços gerando confusão e situações de
aglomeração de utentes, com filas na rua e filas em que há utentes com máscara,
outros sem máscara, com distanciamento físico ou sem, e esta situação é
preocupante.
Outra questão é que sabem, pelo menos no centro de saúde de Alhandra está a
acontecer, que os utentes não podem pagar as suas consultas ou os seus
tratamentos, não estão a ser feitas faturas, as administrativas não mexem em
dinheiro, e o que é certo é que isto vai ter de ser pago.
Sabem que há pessoas, utentes, que fazem tratamentos, por exemplo, duas vezes
por semana, e desde março até esta parte que não podem fazer esse pagamento.
Portanto, quando a fatura vier o valor há de ser bastante elevado e questionam
como é que as pessoas irão pagar estas faturas.
Com isto questionam o que é que tem sido feito e o que é que se pensa fazer, para
que haja, de facto, uma reabertura e um funcionamento pleno de todas as
extensões e centros de saúde do concelho, com horários mais alargados,
implementando, como é lógico, as medidas e procedimentos de prevenção, de
segurança e mitigação do risco de contágio de Covid-19, e também a contratação
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de mais médicos de família e outros profissionais, que continuam em falta.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Carlos Patrão, mencionando que o Bloco de
Esquerda gostaria de alertar e vincar uma situação que parece bastante
problemática sobre o atendimento nos centros de saúde no concelho de Vila
FrancadeXira.
Como o atendimento é feito fora de portas, isto tem provocado algumas
altercações, nomeadamente na Castanheira do Ribatejo. Em Vila Franca de Xira
também sabe que isto causa muitos problemas, porque há uma percentagem
muito elevada de pessoas idosas que recorrem ao centro de saúde e, de facto,
estarem todos ali na rua à espera é muito penoso para eles e seria bom
encontrarem-se outras soluções.
Bem sabe que a situação da pandemia obriga a isso e que são ordens superiores
que os centros de saúde têm para o fazerem assim, mas pensa que se devia
analisar bem esta situação, por causa dos inconvenientes que está a causar, até
porque em muitos locais, e bem sabe que não ligados à área da saúde, as pessoas
podem frequentar espaços interiores, com as devidas restrições e proteções, mas
podem-no fazer, e se calhar também o poderiam fazer nos centros de saúde.
A acrescentar a esta questão há a questão de que não se consegue, é muito difícil,
telefonar para os centros de saúde, para os números fixos, que são os números de
atendimento geral destas unidades. O Bloco de Esquerda sabe que existem, em
muitas delas, telemóveis, que suprem esta dificuldade, mas estes números de
telemóveis são pouco divulgados, e se calhar fazia sentido a câmara municipal
ajudar ou fazer um esforço na divulgação destes telemóveis, que podem ser uma
alternativa ao contacto através dos números fixos.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, após a intervenção do público, dizendo que a Sr
Vereadora Cláudia Martins falou dos centros de saúde, de que faltam enfermeiros,
auxiliares, e gostaria que a Sr Vereadora Fátima Antunes fizesse um ponto de
situação em relação à informação que chegou ontem.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Fátima Antunes, referindo que aproveita, se o Sr.
Vice-Presidente concordar, para responder à Sr Vereadora Cláudia Martins e ao Sr.
Vereador Carlos Patrão, que também colocou questões que são comuns.
Assim, como já teve oportunidade de referir noutras reuniões, onde estas questões
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foram colocadas, a pandemia Covid-19 trouxe vários constrangimentos ao
funcionamento dos serviços em geral, a que os centros de saúde não são alheios, e
que têm a responsabilidade acrescida da promoção da saúde e do controlo ainda
mais efetivo da pandemia de Covid-lg.
Importa, por isso, não descurando aquilo que são as necessidades dos cuidados de
saúde da população, proporcionar condições de segurança, quer para os utentes,
quer para os profissionais de saúde, a quem aproveita para fazer um
reconhecimento público do seu trabalho. Dão todos os dias o seu melhor em prol
da saúde dos cidadãos e dos munícipes do concelho de Vila Franca de Xira, e a
todos eles um muito abrigado. Passando esta ressalva, há que acautelar estas
condições de segurança, quer dos profissionais, quer dos utentes, para que, por
exemplo, ao irem ao centro de saúde não vão lá tratar dum problema e depois
venham de lá infetados com Covid-19, o que não seria de todo desejável.
Além disso, houve nesta sequência a necessidade de fazer adaptações dos
circuitos em cada uma das unidades, e também da marcação, quer das consultas,
quer de outros procedimentos que são necessários fazer. Muitos já funcionavam
assim, sendo que, por exemplo, na questão da vacinação não havia agendamento,
e atualmente tem de se fazer também o agendamento, o que vai congestionar as
linhas telefónicas.
Passa também a informação de que a ARSLVT — Administração Regional de Saúde
de Lisboa e Vale do Tejo, está neste momento a substituir, faseadamente, as
centrais telefónicas dos equipamentos, o que irá melhorar também estas questões,
e tem-se feito um esforço contínuo para que todos os constrangimentos que têm
surgido se venham a resolver, para melhorar a qualidade da prestação de cuidados
de saúde. A câmara municipal está sempre, certamente, ao lado do ACES —
Agrupamento de Centros de Saúde, e da ARS, no sentido de procurar soluções que
venham melhorar a prestação de cuidados de saúde.
Acontece, por exemplo, na disponibilização ou procura de instalações para
determinados procedimentos, que numa situação normal são feitos nas unidades
de saúde, é o caso do drive-in que há bocado referiu, em que, havendo
necessidade do alargamento do espaço para que haja um melhor controlo da
pandemia, são feitos noutros locais. Em relação à vacinação da gripe, também se
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está a estudar com cada uma das unidades eventuais necessidades de fazer essa
vacinação noutros locais, com os agendamentos prévios que são necessários, e há
uma procura sempre constante da câmara municipal, junto, quer da administração
do ACES, quer da ARS, no sentido de resolver determinadas questões que vão
surgindo.
Depois, foi colocada a questão dos médicos de família, e muitas vezes é tentada
passar sempre a ideia de que as coisas estão sempre muito mal e que têm vindo a
piorar, o que não é de todo verdade. Dá nota de que na semana passada foram
colocados no ACES do Estuário do Tejo, nomeadamente no concelho, mais 6
médicos de família, 1 na Póvoa de Santa Iria, 2 em Alverca do Ribatejo, 2 em Vila
Franca de Xira e 1 na Castanheira do Ribatejo.
Dando só conta do panorama atual, do universo que se tem, de 150 114 utentes
inscritos, há neste momento, no concelho, 6 858 pessoas que não têm médico de
família, o que corresponde a aproximadamente 5% dos mesmos. Tem vindo a
fazer-se um caminho, e ainda não se está nas dotações que são as desejáveis, o
desejável será tendencialmente 0, e muitas vezes não é possível que esteja
sempre 0 porque, como também já outras vezes referiu, há uma mobilidade dos
profissionais de saúde, que muitas vezes ou se aposentam ou vão em mobilidade
para outras unidades. Haverá sempre um período temporal em que é necessário
fazer essa substituição, e haver O pessoas que não tenham médico de família é
difícil que aconteça. No entanto, e para recordar, há uns anos atrás Alverca tem
sido das freguesias que tem registado maiores dificuldades, e com a colocação
agora, a semana passada, destes 2 médicos de família, neste momento todos os
utentes têm médico de família atribuído.
Para se ver a evolução, pelos dados de 2016 que se têm havia, na altura, 36 268
pessoas que não tinham médico de família, e, se se comparar com os dados de
hoje, são mais 30 000 pessoas que vieram a ter médico de família, o que é de
facto, não sendo ainda os números o ideal, uma evolução que regista de muito
positiva.
Além disso, acrescenta e destaca o trabalho constante que tem sido feito também
da parte da câmara municipal, quer no desenvolvimento e na celebração de
protocolos com a administração central, no sentido de fazer novas unidades de
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saúde ou ampliação e melhoria das mesmas, e ao fazer isto também chama
profissionais de saúde para virem trabalhar para os centros de saúde do concelho.
A câmara municipal tem sido anualmente convidada pela direção do ACES a fazer
esta receção dos médicos e, nos últimos anos, todos os anos tem havido concursos
e vêm novos profissionais.
Há uns anos atrás, mesmo havendo vagas, não havia essa procura, por muitas
diligências que, quer a ARS fizesse, quer as direções do ACES, não era de facto
possível obrigar as pessoas a virem para as unidades do concelho, o que
felizmente nesta altura não se verifica. Além disso, também têm vindo a ser
criadas, o que é um facto muito positivo, mais USF - Unidades de Saúde Familiares
no concelho, o que melhora a prestação de cuidados à população.
Todas estas diligências que têm vindo a ser feitas têm melhorado as condições de
trabalho dos profissionais, as condições de conforto dos utentes, têm melhorado a
acessibilidade, e isto numa constante procura da melhoria contínua dos cuidados
de saúde no concelho, que é este o apanágio da câmara municipal, na promoção
da melhoria dos cuidados de saúde e da defesa do Sistema Nacional de Saúde, e
das pessoas que são os munícipes, para quem todos os dias trabalha.
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Município Proc
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Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
CAIXAS MULTIBANCO EM A-DOS-LOUCOS E CALHANDRIZ
Interveio a Sr Vereadora Cláudia Martins, referindo-se às caixas Multibanco de A-
dos-Loucos e Calhandriz, questionando como está o ponto de situação, pois
continuam lá os sftios mas caixas Multibanco, nem vê-Ias.
Portanto, os membros da CDU questionam o que é que está a ser feito, de facto, e
sabem a problemática com a questão da segurança, mas alguma solução tem de
haver e gostariam de saber que solução é esta.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, após a intervenção do público, dizendo que
vai repetir aquilo que, com mais um pormenor, disse o Sr. Presidente na última
reunião.
Assim, e fazendo um pouco de cronologia, a câmara municipal criou condições, que
lhe exigiram, para a colocação dos Multibancos. Tudo fez, desde a obra, ligações à
lnternet, iluminação pública, tudo criou. Há um parecer da GNR contrário à
localização, em que o próprio ministério se diz surpreendido, então a câmara
municipal ainda muito mais, e numa reunião que o próprio e o Sr. Presidente
tiveram com o Sr. Secretário de Estado da Administração Interna fizeram-lhe sentir
essa preocupação.
Como foi já transmitido, esse parecer foi devolvido novamente à GNR para nova
análise, e não tem qualquer informação até à data.
A situação é esta, a câmara municipal está à espera da resposta do Sr. Secretário
de Estado em relação ao parecer da GNR.
Quanto às palavras, nestes casos não tem que se ter qualquer prurido nelas,
porque já foi dito a quem de direito, não é admissível que depois das exigências
feitas à câmara municipal surja um parecer desta forma, e o executivo estará cá
para tomar as atitudes e os procedimentos que entender por melhores.
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Vila Franca de Xira Deliberação n9____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REABERTURA DA AGÊNCIA DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS EM ALHANDRA
Interveio a 5r Vereadora Cláudia Martins, referindo que os membros da CDU
perguntam sobre a reabertura da Caixa Geral de Depósitos em Alhandra. Viram
uma notícia que a CGD irá retirar também os Multibanco daquele espaço que ainda
está alugado por esta agência, e gostariam de saber que veracidade, se é ou não
verdade, e, se for, o que é que está a ser feito para remediar esta situação.
Alhandra não pode ficar com uma caixa Multibanco apenas, tendo em conta que é
de extrema importância exigir por parte da administração da Caixa Geral de
Depósitos a reabertura desta agência, pois já é mais do que visto a falta que faz à
população de Alhandra, e não só, à população também das freguesias vizinhas.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, após a intervenção do público, dizendo, em relação
ao Multibanco, que a câmara municipal já fez chegar, junto do presidente da CGD,
esta preocupação, se eventualmente tal vier a acontecer, criando uma condição,
de que se a questão é o local, e ter que se retirar, que crie condições para colocar
o Multibanco no mercado, em frente das instalações do mercado.
A situação é esta, a câmara municipal preocupou-se, está à espera da resposta da
Caixa Geral de Depósitos em relação à caixa.
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Município / 9- Proc
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Vila Franca de Xira ( Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
ATENDIMENTO TELEFÓNICO DA LOJA DO MUNÍCIPE
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que gostaria de trazer algumas
questões, e uma delas prende-se com a Loja do Munícipe, em que pelo seu
telefone de atendimento geral, o 263 285 600, quando os munícipes tentam obter
informações do departamento de urbanismo não conseguem obter essas
informações.
Quando é para marcar atendimento presencial consegue-se fazer, mas quando é só
para obter informações sobre processos que estão em curso, os munícipes estão
muitos minutos, às vezes chegam a estar uma hora à espera, acabam por desistir e
não obterem informação sobre o que pretendem.
Assim, gostaria que alguém do executivo lhe pudesse prestar algum
esclarecimento sobre esta situação.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, após a intervenção do público, referindo
que pensa, pelo que está a ver, e agradece que o Sr. Vereador o corrija, que as
questões que colocou, e algumas tomou a devida nota, nomeadamente no
atendimento telefónico, foram respondidas.
Respondeu o Sr. Vereador Carlos Patrão que tinha colocado a questão por causa do
atendimento na Loja do Munícipe, relativamente ao departamento de urbanismo,
em que os munícipes, quando querem obter informações sobre os seus processos
que estão em curso, não conseguem ser atendidos.
Referiu o Sr. Vice-Presidente que conseguem marcar o atendimento presencial.
Respondeu o Sr. Vereador Carlos Patrão que isso conseguem, não conseguem é
obter informações dos processos. Ficam pendurados no telefone e não conseguem
obter resposta, e agradecia um esclarecimento sobre esta questão.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dizendo que tomou a devida nota e irá, tanto o
próprio, como a diretora, verificar, se se marca o atendimento presencial, porque é
que pelo menos o atendimento não tem seguimento a nível de informação do
processo.
Referiu o Sr. Vereador Carlos Patrão que sim, até porque essa questão pode aliviar
o atendimento presencial nos serviços, o que nesta fase se calhar até é importante.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que é isso que ia dizer, no entanto, neste
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Vila Franca de Xira Deliberaçao n°
Câmara Municipal
momento estão a aumentar os atendimentos presenciais, porque há questões em
que por via telefone não é possível fazer o esclarecimento. Então, os técnicos estão
a preferir chamar as pessoas, é essa a questão e a informação que tem.
De toda a maneira tomou a devida nota, e agradece a observação do Sr. Vereador.
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Município Proc
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Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
SITUAÇÃO DE CHURRASQUEIRA NA URBANIZAÇÃO DA MALVAROSA - ALVERCA DO
RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo-se um pouco à volta dos
problemas das respostas do departamento de urbanismo ou das suas não
respostas, dizendo que gostaria de colocar uma questão que chegou ao Bloco de
Esquerda por e-mail, de um morador na urbanização da Malvarosa, por causa
duma churrasqueira.
Este e-mau chegou no dia 11 de setembro, foi enviado com conhecimento para
todos os vereadores da câmara municipal, e por isso é que está a falar na situação.
Este munícipe não teve, até agora, qualquer resposta sobre este problema, e o que
se passa é que, aparentemente, há contaminação de odores e de fumos da
conduta da churrasqueira com as condutas domésticas do prédio.
Existe um auto nos bombeiros que identifica este problema, existe também um
relatório da delegada de saúde a falar do mesmo, a dizer que as extrações de fumo
devem ser independentes, e o Bloco de Esquerda gostaria de saber um ponto de
situação desta questão, pois parece importante, até porque há aqui problemas de
segurança. Diga-se que esta conduta de fumo da churrasqueira acumula muita
gordura, isso pode criar riscos de incêndio, e gostaria de saber o que pretende a
câmara municipal fazer sobre esta situação.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, depois da discussão da ordem do dia, mencionando
que pedia a colaboração da Sr Vereadora Helena Pereira de jesus para esta
questão.
A Sr Vereadora Helena Pereira de Jesus interveio, mencionando que esta questão
da churrasqueira já tem uma troca intensa de e-mails e ofícios com este munícipe.
Esta situação tem a ver com um problema de construção, que está agora a ser
acompanhado pelo urbanismo, e o senhor já está devidamente informado. A
situação está a ser tratada, está a ser efetivamente acompanhada, e não percebe
a dúvida do munícipe relativamente a esta questão.
aod 29
FLLivro
_________
Município /
—. Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira ( Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
REPOSIÇÃO DOS POSTES DE ILUMINAÇÃO NA RUA GENERAL HUMBERTO DELGADO
- VILA FRANCA DE XIRA
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo-se a uma quantidade ainda de
postes de iluminação na rua General Humberto Delgado, em Vila Franca de Xira, no
bairro do Bom Retiro, que estão fundidos ou não funcionam há vários meses, junto
à escola Sousa Martins.
Assim, o Bloco de Esquerda gostaria de alertar a câmara municipal para esta
situação, e de pedir informações sobre a mesma e saber quando é que esta
iluminação pública poderá ser reposta.
aod 30
FI. Livro
_____________
/1
_______________
Município 7 Proc2
___________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
HABITAÇÃO MUNICIPAL NA CASTANHEIRA DO RIBATEJO
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que Bloco de Esquerda gostaria de
colocar uma questão e de obter esclarecimentos, que se prende com uma
habitação na Castanheira do Ribatejo, da câmara municipal, na rua Casa São José,
n2 7, 2 dto, que tem muitos problemas de conservação e necessita de obras com
urgência.
A munícipe alertou a câmara municipal sobre esta situação já há algum tempo, as
informações que tem é que foi a 9 de março, solicitou uma reunião com alguém
para expor esta situação, para resolver o seu problema, e a informação que dá ao
Bloco é que não teve até agora qualquer desenvolvimento, pelo que gostaria de
saber, de facto, o que é que se passa com esta fração.
A informação que tem também é que aqui não há qualquer condomínio envolvido,
a câmara municipal será a proprietária de todas as frações envolvidas.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Helena Pereira de jesus, após a discussão da
ordem do dia, dizendo que o Sr. Vereador referiu que a casa tem muitos
problemas, que a munícipe alertou a câmara municipal, e a senhora, de facto,
pediu um atendimento à câmara municipal, à Divisão de Habitação e Intervenção
Social, foi atendida mais do que uma vez, e foi acompanhada pela técnica do local,
no sentido de perceber o que estava a suceder.
Entretanto, as queixas eram de infiltrações provenientes do telhado, foi dada
continuidade a esta situação no sentido da limpeza dos algerozes do bairro em
causa, e estão em causa 13 prédios, não é só o prédio desta senhora. Esta limpeza
já foi entregue ao empreiteiro, e está previsto que durante o mês de outubro esta
limpeza seja totalmente terminada.
Pensa que esta situação será resolvida ainda durante este mês de outubro, sem
qualquer transtorno para a senhora que o Sr. Vereador Carlos Patrão referiu.
aod 31
FI. Livro
_____________
4 Reunião de 62O/1O/O7
Município / ‘tN Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n9
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
EFEITOS DA PANDEMIA NO CONCELHO
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que Bloco de Esquerda gostaria de
saber quais são, de facto, os efeitos da pandemia do Coronavírus no concelho, se
tem havido mais pedidos de apoio social por parte das famílias à câmara
municipal, nomeadamente por causa da abertura do ano escolar. Sabe que a
situação de cada família, o facto de pertenceram ao escalão A ou escalão B, tem
impacto nos apoios, e por aí poder-se-á ter uma ideia dos impactos no concelho.---
Aproveita para colocar novamente a questão se há dados sobre o desemprego no
concelho, fecho de empresas, de empresas em lay-off, para se ter uma perceção
melhor e poder atuar em conformidade relativamente aos impactos da pandemia
no concelho.
Interveio ainda, após a intervenção do público, dizendo que uma questão que tinha
colocado e que ainda não foi respondida é sobre os dados do aumento de apoio
social pedido pelos munícipes à câmara municipal, nomeadamente com a questão
da abertura do novo ano escolar, se se têm esses números já para se poderem
analisar. Também sobre a situação do desemprego no concelho, do fecho de
empresas e de empresas em lay-off, que são dados que julga serem importantes
para se poder avaliar o impacto da pandemia na economia e no tecido social do
concelho.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, mencionando que essa observação tem toda a
justificação, e sugeria que esta resposta fosse, a todos, feita por escrito, porque os
dados que tem são demasiado extensos.
Interveio o Sr. Vereador, agradecendo e referido que acabou de colocar essa
questão por escrito, e agradece que lhe seja respondida.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, solicitando ao Dr. Renato Gonçalves para ordenar
a informação, como é hábito, através do Gabinete de Apoio à Presidência, para se
poder responder aos Srs. Vereadores.
aod 32
FI. Livro
______________
li.- FI.Ata 071
Reunião de 2020/10/07
Município 14 Proc2
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA
RESPOSTAS ÀS QUESTÕES COLOCADAS NO PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA E
PONTOS EM QUE SE PRETENDE INTERVIR NA ORDEM DO DIA
Interveio o Sr. Vice-Presidente, referindo que são 10h33, e considerando que o
pedido de uso de palavra não é tão extenso hoje, quanto à ordem do dia, iria
reservar para a parte final algumas respostas às questões colocadas pelos Srs.
Vereadores.
Posto isto, vai-se entrar na ordem do dia, foi pedida a palavra para os pontos 4, 10,
12, 13, 14, 21, 25, 26 e 29, estando os restantes pontos aprovados por
unanimidade.
aod 33
FI. Livro
_____________
IA RAta - 972
Reunião de 2020/10/07
Município 711 Proc°
____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2 -
Câmara Municipal
Assunto: ATA N° 18/2020, DA REUNIÃO DE CÂMARA ORDINÁRIA E PÚBLICA DE
2020/09/09
Presente para aprovação a ata n9 18/2020, da reunião de câmara ordinária e
pública de 2020/09/09, com dispensa da sua leitura, por ter sido previamente
distribuída a todos os membros.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata n2 18/2020, da reunião de câmara
ordinária e pública de 2020/09/09, não tendo participado na votação as Sras.
Vereadoras Fátima Antunes e Cláudia Martins, por não terem estado presentes.
01 ata 18
4J Reunião de O0/10/07
Município Proc2
____________________
Vila Frar de Xira Deliberação n’ -
- 424
Câmara Municipal
1. Assunto: PROGRAMA DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO - APOIO PARA O
FOMENTO DA VIDA ASSOCIATIVA - FREQUÊNCIA DE AÇÕES DE FORMAÇÃO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 159/20, de
25/09, da DAMAj, para aprovação da minuta do contrato-programa de apoio para o
fomento da vida associativa, no âmbito do Programa de Apoio ao Movimento
Associativo, a celebrar com a União juventude Alverquense, para apoio financeiro
da participação de um treinador no curso de treinadores de andebol de grau 3,
organizado pela Federação Portuguesa de Andebol.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 159/20, de 25/09, da
DAMAJ, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Fátima Antunes submete o assunto à reunião de
câmara para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Fátima Antunes.
02 UJA
FI. Livro
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aJ /4 Reunode 620/10/07
Município / /11’ Proc DCTAE.00TM.009
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n - -
Câmara Municipal
1. Assunto: MERCHANDISING PARA VENDA NO POSTO DE TURISMO - FIXAÇÃO DE
PREÇO DE VENDA AO PÚBLICO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 249/20, de
07/09, da Divisão de Turismo, para aprovação do preço de venda ao público de
artigos de merchandising no Posto de Turismo.
3. Informaçëes/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 249/20, de 07/09, da
Divisão de Turismo, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
partedaata
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
03 merchandising
Fi. Livro
______________
RAta 075
Reunião de 2020/10/07
Município / Proc2 DCTAE.00TM.030de
Vila Franca de Xira Deliberação ri 426
Câmara Municipal
1. Assunto: FEIRA ANUAL DE OUTUBRO/SALÃO DE ARTESANATO — ATRIBUIÇÃO DE
LUGARES-EDIÇÃODE2O21
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n 248/20, de
25/09. da Divisão de Turismo, para aprovação da atribuição, na edição de 2021 da
Feira Anual de Outubro e do Salão de Artesanato, dos mesmos lugares atribuídos a
cada um dos participantes na edição de 2020, desde que seja do interesse dos
mesmos estarem presentes, devendo estes, até 2021/04/30, prestar, de novo,
caução de valor idêntico ao pago no ano de 2020, de modo a permitir que a
câmara municipal tenha alguma garantia de que os lugares ficam atribuídos, sem
prejuízo de, não acontecendo, poderem efetuar-se diligências para a ocupação dos
lugares deixados vagos, nos termos dos respetivos regulamentos.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 248/20, de 25/09, da
Divisão de Turismo, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta
parteda ata
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que o Bloco de Esquerda, tendo
em conta que o evento não se realizou em 2020 e que tradicionalmente o salão é
uma das montras da feira, que tem uma elevada procura por parte de artesãos que
se candidatam a estar no certame, pergunta, com vista à sua realização, para que
em 2021 se garanta que ocorra ou se tente garantir que ocorra, se não poderia ser
desdobrado, para que o risco de não realização fosse menor.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, referindo, se bem percebeu o Sr. Vereador,
que a questão é a Feira de Outubro e o Salão de Artesanato serem executados em
momentos diferentes.
04 FAO 1/3
FI. Livro
______________
1 c4fr Reunode620/1O/07
Município
/ Proc DCTAE.00TM.030de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
Respondeu o Sr. Vereador Carlos Patrão que, pelo menos, era o Salão de
Artesanato poder ter dois momentos, para que, se voltasse outra vez a haver os
problemas que houve na edição de 2020, ele se pudesse realizar. Se for
desdobrado a probabilidade de não se realizar seria menor, pelo que é, de alguma
forma, desdobrar então o Salão de Artesanato, que pensa que seria mais fácil,
apesar de tudo, de gerir em termos de pandemia, do que o Salão de Artesanato
dentro da feira no seu todo, que será sempre mais complexo de gerir.
Interveio de novo o Sr. Vice-Presidente, dizendo, pese embora sublinhar a
proposta, e antes de dar a palavra ao Sr. Vereador António Félix, para eventual
esclarecimento, que é uma situação que no momento da sua programação os
serviços deverão equacionar.
Tomou a palavra o Sr. Vereador António Félix, respondendo que obviamente é
sempre uma hipótese que é possível, mas não se justifica, e vai dizer porquê, e por
duas ordens de razão, sendo também esse um dos fatores que levou a que não se
tivesse feito este ano. A generalidade dos artesãos, não diria todos, mas grande
parte, já são pessoas com alguma idade, e isso reflete-se também no receio que
têm de virem a este tipo de eventos, e muitos não estavam disponíveis para virem,
por isso mesmo.
Depois, há outra questão que não adianta muito, que é a quantidade de pessoas
que ao mesmo tempo pode estar dentro do pavilhão face às regras que estão
definidas para organizações em recintos fechados, eram pouquíssimas pessoas.
Como se sabe, estes artesãos não vêm só mostrar os seus trabalhos, aquilo é a
vida deles, para muitos é o seu negócio, e virem só lhes ia trazer prejuízos, não
iam retirar qualquer rendimento, porque têm muito poucas pessoas a visitar e com
probabilidades de fa2er as compras. Por isso, é muito difícil fazer isso e ser aceite
pelosartesãos.
Obviamente que se sabe que cada dia é um dia, as coisas vão evoluindo, não se
sabe como é que vai estar no próximo ano, e no momento em que se avalie dia a
dia qual é a evolução da pandemia, é uma questão que também se pode colocar
junto dos artesãos, e ver qual é a receção e a ideia dos mesmos relativamente a
essa sugestão.
Todas as sugestões são boas, todas as sugestões são de analisar, mas, analisando
04 FAO 2/3
EI. Livro
_____________
• cJfrMunfpio 1 / ![ Proc2 DCTAE.00TM,030Vila Franca de Xira / Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
friamente, neste momento não lhe parece que seja uma solução. No entanto, como
disse, cada dia as coisas são diferentes, as coisas estão a evoluir, pode ser que no
próximo ano se chegue a uma determinada altura em que se fale com os artesãos
e eles digam “sim senhor, é uma boa ideia”, e avançar-se-á com ela sem qualquer
problema.
Retomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, dizendo que pensa que se está em
condições de fazer a votação, questionando quem Vota contra, quem se abstém,
concluindo que o ponto é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, po? unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix.
04 FAO 3/3
Município
de
Vila Franca de Xira
Câmara Municipal
ri. Livro
__________
FLAta - 078
Reunião de 2020/10/07
1. Assunto: RELAÇÃO DOS DESPACHOS DO PRESIDENTE NA ÁREA PESSOAL
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 4823120, de 28/09, do
DGAJ/DRH, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente na área de pessoal,
no período compreendido entre 2020/09/10 e 2020/09/22.
3. Informações/pareceres: Mexa-se Informação n° 4823/20, de 28/09, do DGAJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam. -_________________________
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea a), do n 2, do artigo 35Q, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
Proc
________
Deliberação n
05 despachos
• 4 Reunião de 20flW07
Município Proc2
_____________________
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Assunto: LEGISLAÇÃO—SÍNTESE E EDITAIS
Foi dado conhecimento do que de seguida se indica:
1. Dos diplomas publicados em Diário da República com interesse para a
administração local:
Despacho Normativo n2 10-A/2020, de 15 de setembro, II série, que prorroga os
prazos previstos no n2 4 do artigo 32 e no n9 2 do artigo 52 do Despacho Normativo
n2 18/2019, de 21 de junho;
Despacho n2 8998-C/2020, 18 de setembro, II série, que fixa a interpretação dos
princípios e orientações aplicáveis à realização de eventos corporativos, nos
termos e para os efeitos da Resolução do Conselho de Ministros n2 70-A/2020, de
ildesetembro;
Despacho n2 8998-D/2020, de 18 de setembro, II série, que fixa a interpretação das
regras relativas aos horários de funcionamento dos estabelecimentos, nos termos
da Resolução do Conselho de Ministros n2 70-A/2020, de 11 de setembro;
Resolução do Conselho de Ministros n2 81/2020, de 29 de setembro, 1 série, que
prorroga a declaração da situação de contingência, no âmbito da pandemia da
doença COVID-19;
Decreto-Lei n2 78-A/2020, de 29 de setembro, 1 série, que altera as medidas
excecionais e temporárias relativas à pandemia da doença COVID-19.
2. Dos editais publicados entre 2020/09/12 e 2020/09/28, que constam da lista
anexa, a qual se dá por inteiramente reproduzida nesta parte da ata.
Tomado conhecimento.
06 sínt edit
FI. Livro
______________
1
Reunode 2020/10/07
Município U Proc
___________________
Vila Franca de Xira Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: PAGAMENTOS AUTORIZADOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação da Divisão de Gestão
Financeira, para conhecimento da informação referente aos pagamentos
autorizados pelo Sr. Presidente, pelo Sr. Vice-Presidente e pelo Sr. Vereador
António Félix, no período compreendido entre 2020/09/15 e 2020/09/28,
documento que se anexa e dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Alínea g), do n 1, do artigo 352, do anexo 1, da Lei
n2 75/2013, de 12 de setembro.
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
07 pagamentos
FI. Livro
_____________
1
Reode O20/1WO7
Município ?
‘‘
Proc
____________________
Vila Franca de Xira Deliberação n
Câmara Municipal
1. Assunto: BALANCETES
2. Resumo: Apresentados os balancetes os quais acusam o seguinte saldo em
dinheiro:
Câmara Municipal:
Dotaçôes Orçamentais 28 073 701,49€
Dotações não Orçamentais 2 947 777,93€
Serviços Municipalizados de Água e Saneamento:
Dotações Orçamentais 4 088 304,87€
Dotações não Orçamentais 822 231,23€
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano — Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas:
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
08 balancetes
FI. Livro
_____________
IA Fl.Ata - 082
Reunião de 2020/10/07
Município 1’) / Proc9
____________________
Vila Franca de Xira Deliberação nQ
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DO DIREITO DE PREFERÊNCIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 481/20, de
24/09, do DGAJ/SOP, para conhecimento dos despachos do Sr. Presidente
relacionados com o exercício do direito de preferência, no período compreendido
entre 2020/09/16 e 2020/09/18.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 481/20, de 24/09, do
DGAj/SOP, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.--
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: Artigos 29 e 30 da Lei n° 31/2014, de 30 de maio. --
6. Propostas: A Sr Vereadora Helena Pereira de jesus submete o assunto à reunião
de câmara para conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
09 SOP
FI. Livro
______________
/7’] c4fr Reunode2620/10/07
Município Proc2 26/15-RU-CERTARU
de )
Vila Franca de Xira t Deliberaçao n2_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
DELEGADOS E PRATICADOS PELO PRESIDENTE RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO
DE DIREITO DE PREFERÉNCIA - ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 474/20, de
28/09, da EMRU, para conhecimento do despacho do Sr. Presidente, datado de
2020/09/21, relacionado com o não exercício do direito legal de preferência
previsto no artigo 58 do Decreto-Lei n2 307/2009, de 23 de outubro, com a sua
atual redação, que aprovou o Regime Jurídico da Reabilitação Urbana (RJRU),
referente às áreas de reabilitação urbana do concelho. —
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 474/20, de 28/09, da
EMRU, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que crê que o Sr. Vice-Presidente
terá presente, assim como toda a câmara municipal, que os membros da CDU
solicitaram informação, quer oralmente, em sucessivas reuniões de câmara, quer
já por escrito, na forma de requerimento, sobre a dimensão dos apoios, a
quantidade dos requerentes e a sua distribuição por freguesia, e até à data essa
informação ainda não lhes foi remetida. Há alguma razão em particular? Esta é
uma primeira pergunta.
A segunda questão, que é uma preocupação que sabe que é reconhecida por
outros, para além da CDU, é que a extensão temporal das operações de
reabilitação urbana termina, de acordo com o prazo legal, no presente ano 2020.
Qual é a intenção ou a estratégia da câmara municipal para continuar com a
vigência deste tipo de apoios que, não obstante não terem, infelizmente, o mesmo
20 EMRV 2/2
_____
FI. Livro
_____________
_
Reunode2d2O/iO/O7
Murcípio Proc 26/15-RU-CERTARU
Vila Franca de Xira Deliberação n____________
Câmara Municipal
sinal para efeitos de reabilitação, em todas as freguesias onde tais ARU existam,
ainda assim, foi, é e deverá ser um instrumento de polftica, que deve continuar por
parte da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira?
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, dizendo, quanto à primeira questão, e não
colocando em causa, de maneira nenhuma, mesmo de maneira nenhuma, aquilo
que o Sr. Vereador acabou de dizer, que os elementos do requerimento não lhe
foram transmitidos, que irá tentar saber porque é que não foi dado esse
seguimento, pois, efetivamente, recorda-se que nas informações à assembleia
municipal dos atos do Sr. Presidente essas informações vão lá. Sinceramente, não
entende, se estão num documento, porque é que não poderão estar noutro.
Sobre a reabilitação, a estratégia de comparticipação, melhor que ninguém o Sr.
Vereador sabe perfeitamente a interligação destes processos com as questões
orçamentais. A política do executivo não é alterada ao sabor dos ventos, porque
por vezes os ventos sopram duma maneira, mas as ideias não se alteram, e a ideia
que o executivo tem de apoio, nesta fase, a nível das ARU, mostrou bons
resultados, principalmente na vila de Alhandra, como é notório, na área do
concelho, e é uma questão que continua presente.
Neste momento também se está interligado com a política que possa vir da própria
administração central para estas áreas, como o Sr. Vereador sabe, melhor que
ninguém.
Assim, é o que neste momento pode dizer.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
10 EMRu 212
Ei. Livro
______________
4N
Reunode2d2O/iD/o]
Município ) Proc2
____________________
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
1. Assunto: RELAÇÃO DE ATOS DA COMPETÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL
SUBDELEGADOS E PRATICADOS PELO VICE-PRESIDENTE NO ÂMBITO DO
LICENCIAMENTO DE OBRAS PARTICULARES
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 28/20, de
25/09, do DPGU/SAPRE, para conhecimento dos atos praticados pelo Sr. Vice-
Presidente, no período compreendido entre 2020/09/14 e 2020/09/25, no âmbito
do licenciamento de obras particulares previstas no Regime jurídico de
Urbanização e Edificação.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n 28/20, de 25/09, do
DPGU/SAPRE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis;
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
conhecimento.
7. Deliberação: Tomado conhecimento.
11 DPGU
El. Livro
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RAta 086
Reunião de 2020/10/07
Município Proc2 14/20-RH-CQNC-TI
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n’_____________
Câmara Municipal
1. Assunto: ABERTURA DE PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM PARA A
CONSTITUIÇÃO DE RELAÇÃO JURÍDICA DE EMPREGO PÚBLICO POR TEMPO
INDETERMINADO PARA TÉCNICO SUPERIOR (SOLICITADOR)
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 4775/20, de 24/09, do
DGAJ/DRH, para aprovação, nos termos do disposto no n2 1, do artigo 4 do
Decreto-Lei n 209/2009, de 3 de setembro, conjugado com os n2s 3 e 4, do artigo
3O da Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas, da abertura de procedimento
concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público por
tempo indeterminado para o preenchimento de um posto de trabalho previsto no
mapa de pessoal do corrente ano, na categoria de técnico superior (área de
solicitador), com possibilidade de admissão de candidatos sem vínculo de emprego
público previamente constituído.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 4775/20, de 24/09, do DGAJ/DRH,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. —
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrâo, dizendo que a questão que coloca, e que
julga que deverá ter sido ponderada, é porque não há bolsa de recrutamento, pois
tem-se assistido que em muitos concursos, só para uma pessoa, só para um
contratado, muitas vezes há problemas, e questiona se aqui não deveria ter sido
acautelado, com a constituição duma bolsa de recrutamento.
Tomou a palavra o Sr. Vice-Presidente, referindo, sobre a situação em si, que neste
caso foi entendido, pelos documentos que tem, e é uma questão no âmbito do Sr.
Presidente, que este procedimento fosse para a abertura de um lugar de técnico
superior solicitador. Foi entendido, no momento, não criar a bolsa de recrutamento,
12 solicftador 1/2
EI. Livro
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Município Proc9 14/20-RH-CONC-TIde
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
embora em outras situações já tenha sido considerada, como o Sr. Vereador sabe. -
Prosseguiu, passando à votação, perguntando quem vota contra, quem se abstém,
concluindo que o ponto é aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
12 solicitador 2/2
FI. Livro
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Reunião de 2020/10/07
Município 7 Proc2 20/20-APRV.AD.CM
Vila Franca de Xira Deliberação n 428
Câmara Municipal
1. Assunto: AQUISIÇÃO DE NOVAS VERSÕES DE SOFTWARE MEDIDATA - APLICAÇÕES
SIGMA - CÂMARA MUNICIPAL E SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E
SANEAMENTO DE VILA FRANCA DE XIRA - INÍCIO DO PROCEDIMENTO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 637/20, de
29/09, do DF/DGF/SCPA, para autorização da decisão de contratar, da escolha e
início do procedimento por ajuste direto em regime geral, por critério material, da
nomeação dos técnicos que irão conduzir o procedimento, da nomeação do gestor
do contrato, da respetiva despesa, bem como aprovação das peças do
procedimento, nos termos dos artigos 36, 38, 125, 290-A e n 2 do artigo 40,
todos do Código dos Contratos Públicos, relativamente à aquisição de novas
versões de software Medidata — Aplicações SIGMA, pelo preço-base de
214 056,86€, acrescido do IVA à taxa legal aplicável, sendo o valor de 154 251,19€
para a câmara municipal e de 59 803,67€ para os Serviços Municipalizados de
Água e Saneamento.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 637/20, de 29/09, do
DF/DGF/SCPA, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: —
6. Propostas: O Sr. Vereador António Félix submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que uma das questões é que não
conseguiu perceber, pela documentação que foi facultada, qual é o número de
licenças do software envolvidas, se é que funciona por licenças de software, mas
julga que sim, pois apesar de tudo fala-se dum valor que tem algum significado, à
volta dos 200 000,00€ em licenças de software, para fazer a atualização deste
conjunto de aplicações que é usado na câmara municipal e nos SMAS.
Depois, há uma outra questão, é que nos documentos apresentados pela Medidata,
13 software medidata 1/2
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Ii. Livro
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Reunode OO/1O/O7
Murcípio Proc2 20/20-APRV.AD.CM
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
na consulta prévia, uns dos softwares, uma das aplicações que é mencionada e
que faz parte do pacote a fornecer, é uma aplicação de SI, de pesquisa de dados,
para se trabalhar a pesquisa de dados e relatórios, vindo toda a informação sobre
esta aplicaçâoem inglês.
Bem sabe que é uma formalidade, que todos os técnicos percebem inglês, que na
informática é normal haver informação em inglês, mas, apesar de tudo, num
concurso público, e não deixa de ser um concurso público, mesmo sendo um ajuste
direto, está no universo dos concursos públicos, é obrigatório que toda a
informação esteja em português.
Fica, portanto, este reparo, para que em futuros concursos e futuros ajustes
direitos estas formalidades sejam cumpridas, que a informação esteja disponível
na língua portuguesa. Todos têm obrigação de defender a nossa língua, e isso
também se faz muito através da administração pública e da administração local.----
Para além desta questão, do estar em inglês, o que se fez foi pôr essa informação
sob a forma de imagem dentro do documento e a sua qualidade é muito má. Aqui
já não é só a questão do estar em inglês, é o facto de praticamente não se
conseguir ler, e pensa que também devia haver algum cuidado neste tipo de
informação. Se se está a prestar a informação, tem-se a obrigação de se prestar de
forma clara para que todos a possam entender.
Assim, são estas as questões que gostaria de ver esclarecidas.
O Sr. Vice-Presidente interveio, dizendo que fica a sugestão da tradução ou da
documentação, quando vier à câmara municipal, venha em português.
Quanto às questões das licenças e implementação do sistema, convidava o Sr.
Vereador a ler a página 29 do documento da Medidata, que fala e responde às suas
questões, segundo o próprio pensa e segundo está a ler. A documentação
distribuída, na página 29, tem lá os elementos onde se referem os custos do
projeto, definindo-se todos os indicadores.
Prosseguiu, passando à votação o ponto, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que está aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vereador António Félix. —
13 soítware medidata 2/2
FI. Livro
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• i’tZe
Município Proc9 FU/81-021 LOTEde
AVila Franca de Xira Deliberaçao fl2 - 29
Câmara Municipal
1. Assunto: LOTEAMENTO DENOMINADO POR CASAL DA SERRA - PÓVOA DE SANTA
IRIA - ADITAMENTO N° 4 AO ALVARÁ DE LOTEAMENTO N 2/92, DE 30 DE JULHO
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação Q 27/20, de 29/09, do
DPGU/DGU, para aprovação do aditamento n2 4 ao alvará de loteamento n2 2/92,
de 30 de julho, referente ao loteamento denominado por Casal da Serra, sito na
Pávoa de Santa Iria, nos termos do artigo 27 do Decreto-Lei n 555/99, de 16 de
dezembro.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n 27/20, de 29/09, do DPGU/DGU,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio a Sr? Vereadora Cláudia Martins, dizendo que relativamente a este ponto
os membros da CDU vão só recuar uns anos, mais precisamente ao ano de 1995,
em que, através da iniciativa de pais e da então associação de pais, foi feito um
abaixo-assinado a reclamar pela construção duma escola de raiz, uma escola
secundária na Póvoa de Santa Iria, que conseguiu à data cerca de 9 mil
assinaturas, e tinha a Pávoa, na altura, cerca de 20 mil habitantes.
Por essa luta conseguiu-se aprovar, pela Direção-Regional de Educação de Lisboa,
a então DREL, a consagração da necessidade da construção duma escola de raiz, o
que foi consagrado na denominada carta escolar concelhia.
À data reviu-se o PDM, definiu-se o local como local de equipamento de utilização
coletiva para acolher a dita escola.
A carta educativa, aprovada em 2006, identifica o local como um local para a
construção duma escola secundária a construir de raiz. Contudo, o Partido
Socialista optou pela remodelação, ampliação da escola Dom Martinho, que ainda
14 casal Serra 1/5
FI. Livro
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7Município Proc9 FU/81-021 LOTEde
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
assim nunca absorveu e continua a não absorver as necessidades das populações
residentes na Póvoa de Santa Iria.
Sobre a carta educativa, que se encontra em revisão, nada fará crer que se altere
esta necessidade, porque a escola Dom Martinho dispõe de oferta de secundária,
mas de forma insuficiente. Tem atualmente 18 turmas de secundário, cerca de 540
alunos no total, divididos em 6 turmas do 10 ano, 6 turmas do 11° ano e 6 turmas
do 12 ano. Muitos alunos residentes na Póvoa têm de ir para outras escolas
secundárias do concelho e outras freguesias, nomeadamente Forte da Casa e
Alverca do Ribatejo. No ano letivo anterior, ou seja, no ano letivo 2019/2020, na
Póvoa, no 92 ano existiam 14 turmas, cerca de 360 alunos, mas só se criaram na
Dom Martinho 6 turmas de secundário. Portanto, 8 turmas tiveram de encontrar
respostas noutras escolas secundárias do concelho, mais ou menos, cerca de 240
estudantes.
Nada fará crer que a Póvoa não continue a mesma dinâmica populacional que tem
tido até à data, aliás, até terá uma nova grande urbanização, a “Vila Rio”, com 600
fogos, e, se a Dom Martinho não tem condições para acolher todos os alunos, não
terá certamente nos próximos tempos, e a escola Aristides de Sousa Mendes
precisaria de grandes obras para acolher todos estes alunos.
Com este aditamento aquilo que os membros da CDU veem é que a construção
duma escola de raiz na Póvoa de Santa Iria ficará comprometida, sabe-se lá mais
durante quanto tempo, sendo que isto, como é lógico, não obsta a que o espaço
seja limpo e conservado, o que de facto não tem acontecido. Por estes motivos
todos que acabaram de mencionar, a CDLI votará contra este aditamento.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dizendo, usando as palavras da Sr Vereadora, que
é um facto que se tem de recuar no tempo, e o que vem hoje à reunião de câmara
não é, nada mais, nem nada menos, que a mesma questão que se tratou no dia
05/06/2013, no ponto 13 da ordem de trabalhos, em que um terreno destinado à
Fábrica da Igreja, em Vialonga, tinha essa finalidade no PDM, que foi alterado, e
bem, de acordo com todas as partes, para o atual quartel dos bombeiros de
Vialonga. Portanto, é recuar no tempo, tem de se ter memória, porque estas coisas
sãooquesão.
Continuando, e numa primeira questão, teve o cuidado de estudar e ir ver as
14 casal Serra 2/5
FI. Livro
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Reunode 02O/1D/O7
Município Proc9 FU/81-021 LOTEde
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
resoluções, e esse ponto foi aprovado por unanimidade. Independentemente da
votação que os membros da CDU e a Sr Vereadora já verbalizaram, tem de se ter
memória, e há o princípio da coerência nas decisões.
Quanto à segunda questão, a Sr Vereadora falou na urbanização “Vila Rio”, e se
tiveram cuidado em falar da “Vila Rio”, também sabem que no plano e no projeto
de construção da “Vila Rio” se encontra destinada uma parcela de terreno para a
construção duma escola.
A terceira questão é que, com os documentos que vêm à reunião de câmara,
ninguém está a dizer que a eventual construção doutro estabelecimento escolar
não possa ser ali, naquele local, o que se está a alterar é a denominação do
equipamento. Para sossegar quem possa ter mais dúvidas nestas três questões,
pode dizer à Sr Vereadora e aos Srs. Vereadores que a finalidade que se tem ali é
tentar fazer uma requalificação daquele espaço, porque o que está lá hoje não é
nada digno daquela zona central da Póvoa.
Precisa-se duma figura jurídica, a aprovação da câmara municipal alterando a
finalidade, para poder fazer essa intervenção. Repete que é uma figura idêntica à
deliberação que foi tomada na câmara municipal em 05/06/2013, e foi aprovada
por unanimidade. Nem mais, nem menos, é exatamente igual. Tem dificuldade em
perceber, mas há os ventos e têm de se respeitar os ventos. Sinceramente, tem
dificuldade.
Fez-se uma análise ao enquadramento todo da Póvoa de Santa Iria, e não só, aos
impactos habitacionais, escolares, e está garantida, no futuro, por uma parcela de
terreno da “Vila Rio”, esta construção, se eventualmente vier a ser necessária,
porque a futurologia, nestes casos, não se sabe fazer, tem é que se prever.
O executivo tem dificuldade em perceber as intenções de voto, numa situação
idêntica em 2013, que hoje é diferente, mas respeita, é o princípio democrático.
Contudo, o que diz, porque a Sr Vereadora lhe colocou a questão, é que não
entendeu, e pensa que esclareceu.
Interveio novamente a Sr Vereadora, referindo que pensa que todos, ao longo da
vida, fazem a evolução do pensamento, e quem não o faz, muito mal estará,
certamente. Contudo, neste momento aquilo que se está a aprovar é um
14 casal Serra 3/5
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FI. Livro
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4 Reunode2d2O/jo/O7Município
/ 9 Proc2 FU/81-021 LOTEVila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
aditamento ao alvará do Casal da Serra, na Póvoa de Santa Iria, é disso que se está
afalar,nãoédemaisnada.----
Tendo em conta aquilo que o Sr. Vereador disse, que a “Vila Rio” irá ter uma
escola, ainda bem, foi como a situação da Malvarosa, mal seria se assim não fosse,
sendo que, tendo em conta que irá ter 600 fogos, tendo em conta que existem
ainda muitos alunos da Póvoa de Santa Iria a estudar fora do concelho, como é
lógico, nem é uma questão de futurologia, é só uma questão de pensar, continua a
haver necessidade urgente da construção desta escola secundária, que está na
carta educativa e que está no PDM, como equipamento de utilização coletiva. É
disso que se está a tratar, fazer este aditamento, e não está em causa que não se
limpe aquele terreno, que não se conserve aquele terreno, mas é para ser feita
uma escola secundária, que foi para isso que se aprovou este terreno. —
Interveio ainda o Sr. Vice-Presidente, mencionando que não vai repetir aquilo que
disse anteriormente, a evolução dos tempos leva à mudança das decisões e dos
pensamentos, e ter-se-ia aqui uma discussão filosófica ou técnica, que não vem ao
caso. O executivo está na reunião de câmara para ser prático, tem a consciência
plena, correta, legal, do que está a colocar à câmara municipal, e tem dificuldades
em perceber o rigor numa determinada freguesia, numa aprovação por
unanimidade, mas até entende, pois já anda nisto há muito tempo, o tempo que o
eleitorado deixa e que entende que o executivo deva estar. Até entende porque é
que numa determinada freguesia se votou duma maneira, e noutra freguesia se
vota doutra. A vida é assim, a democracia também, tem de se respeitar, mas isto é
só para perceber do que é que se está a falar, porque as decisões que a Sr
Vereadora apresentou estão justificadas, da parte do executivo, estão entendíveis.
Respeita o voto, mas, sinceramente, é conforme se muda de freguesias, e não lhe
venham dizer o contrário, porque é o facto, e o facto está à sua frente. A Sr
Vereadora pode dizer e argumentar que se mudam os tempos, mas, “por amor de
Deus”, a situação é o que é. Tecnicamente é exatamente a mesma coisa e, com
sinceridade, pensava numa aprovação por unanimidade desta questão, mas, mais
uma vez, não diz que foi surpreendido, pois até compreende, os territórios são
diferentes.
Prosseguiu, dizendo que as posições estão assumidas e passando à votação,
14 casal serra 4/5
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El. livro
El. Ata
Reunião de 2020/10/07
Município
Proc2 FU/81-021 LOTE
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
perguntando quem vota contra, referindo que a CDU vota contra, e concluindo que
o P5, Coligação Mais e Bloco de Esquerda votam a favor, sendo o ponto aprovado
por maioria.
De seguida, pedIu a condescendência aos Srs. Vereadores para 5 minutos de
intervalo, suspendendo os trabalhos por 5 minutos.
7. Deliberação: Deliberado, por maioria, com os votos contra dos membros da CDU,
em conformidade com a proposta do Sr. Vice-Presidente. -__________
14 Casal Sena 515
FI. Livro
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Reunode &20/1O/07
Municipio Proc2 1120 PMOTPDMde
Vila Franca de Xira Deliberação n2
- 430
Câmara Municipal
1. Assunto: 3 ALTERAÇÃO AO PLANO DIRETOR MUNICIPAL - REVOGAÇÃO DA
DELIBERAÇÃO N 34, TOMADA EM 22 DE JANEIRO DE 2020 — AVIÁRIO “CASAL DOS
PLANETAS’
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 6/20, de
28/09, do DPGU/DPOT, para aprovação da revogação da deliberação de câmara
n2 34, tomada em 22 de janeiro de 2020, referente ao início do procedimento da
3 alteração ao Plano Diretor Municipal, nos termos n2 1, do artigo 762 e da alínea
c), do n2 4 do artigo 1912, do Decreto-Lei n2 80/2015, de 14 de maio.
3. Informações/pareceres: Anexa-se com comunicação interna n2 6/20, de 28/09, do
DPGU/DPOT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
15 aviário
Município ) Proc2 1/20 PMOTPDMde
Vila Franca de Xira Deliberação n2 - - 431
Câmara Municipal
1. Assunto: 3? ALTERAÇÃO AO PLANO DIRETOR MUNICIPAL - AVIÁRIO CASAL DOS
PLANETAS”
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna nQ 5/20, de
28/09, do DPGU/DPOT, para aprovação da 3 alteração ao Plano Diretor Municipal,
bem como do respetivo relatório de ponderação da discussão pública, e posterior
remessa à assembleia municipal, nos termos do n9 1, do artigo 902 do Decreto-Lei
n° 80/2015, de 14 de maio.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 5/20, de 28/09, do
DPGU/DPOT, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
16 Planetas
FI. Livro
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- 097
cJJfr’ Reunião de 2020/10/07
Município é Proc 98/18 ONEREDALVde
Vila Franca de Xira Deliberação ri
- 4 2
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 26F, DA RUA DO TEJO, DO LOTEAMENTO DA QUINTA DA PIEDADE (2 FASE) -
PÓVOADESANTAIRIA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação/despacho n 28/20, de
29/09, do DPGU/DGU, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor
do município sobre o lote 26F, sito na rua do Tejo, do loteamento da Quinta da
Piedade (2 Fase), na Póvoa de Santa Iria, no valor de 136 390,00€, registada na 2
Conservatória do Registo Predial de Vila Franca de Xira sob o n2 1776/20130116 e
inscrito na matriz com o n2 1876, natureza urbana, solicitado pela Sociatos -
Construções Civis, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação/despacho n2 28/20, de 29/09, do
DPGU/DGU, documento comprovativo da liquidação e planta de localização.
documentos que se dão por inteiramente reproduzidos nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas; O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
17 lote 26F
El. Livro
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RAta 098
Reunião de 2020/10/07
Município / / Proc2 41/20 CERTAUGI
Vila Franca de Xira Deliberação rí 433
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 64, DO LOTEAMENTO QUINTA DA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA - SÃO JOÃO
DOSMONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 150/20, de 24/09, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 64, do loteamento da Quinta da Nossa Senhora de Fátima,
em São João dos Montes, no valor de 4 958,49€, registada na P Conservatória do
Registo Predial de Vila Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento
n2 2/2006-AUGI, de 24/02, solicitado por João André de Matos.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação flQ 150/20, de 24/09, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
18 lote 64
FI. Livro
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099
Reunião de 2020/10/07
Munkípio ? Proc2 44/20 CERTAUGI
Vila Franca de Xira Deliberação n2 41 4
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 38, DO LOTEAMENTO QUINTA DA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA - SÃO JOÃO
DOS MONTES
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 151/20, de 25/09, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 18, do loteamento da Quinta da Nossa Senhora de Fátima,
em São João dos Montes, no valor de 5 358,58€, registada na 1 Conservatória do
Registo Predial de Vila Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento
n2 2/2006-AUGI, de 24/02, solicitado por António Azinheira Pedro Dias.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação Q 151/20, de 25/09, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
19 lote 38
1
Município Proc 45/20 CERTAUGI
de
Vila Franca de Xira Deliberaçao n -
Câmara Municipal
1. Assunto: CANCELAMENTO DA HIPOTECA LEGAL A FAVOR DO MUNICÍPIO SOBRE O
LOTE 163, DO LOTEAMENTO QUINTA DA COUTADA - VILA FRANCA DE XIRA
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 154/20, de 28/09, do
DPGU/DPOT, para aprovação do cancelamento da hipoteca legal a favor do
município sobre o lote 163, do loteamento Quinta da Coutada, em Vila Franca de
Xira, no valor de 11 473,73€, registada na 1 Conservatória do Registo Predial de
Vila Franca de Xira aquando do registo do alvará de loteamento n2 2/2011-AUGI, de
04/05, solicitado por Cristina Alexandra Femandes Monteiro Caxias.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 154/20, de 28/09, do DPGU/DPOT,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
20 lote 163
FI. Livro
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1 /4 4 uode62W?)7Município ‘t) / Proc9 91/19-DOVSM-EMP
Vila FrancCa de Xira 1’ Deliberação n 4
Câmara Municipal
1. Assunto: REABILITAÇÃO - HABITAÇÃO SOCIAL - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA - BAIRRO
PER DO BOM RETIRO - VILA FRANCA DE XIRA - ALTERAÇÃO DA DATA DE
CONCLUSÃO DA EMPREITADA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 986/20, de
29/09, do DOVI/DEI, para aprovação do plano de trabalhos e cronograma
financeiro, e da alteração do prazo de conclusão da empreitada de reabilitação —
Habitação social — Eficiência energética — Bairro PER do Bom Retiro, em Vila Franca
de Xira, adjudicada à Ariepe - Construções Civis e Obras Públicas, Ld, até ao dia
2020/12/17, correspondente a um desvio a título gracioso de mais 75 dias, sem
encargos para o dono da obra, não decorrendo da manutenção da vigência do
contrato, para além do prazo inicialmente previsto, qualquer prorrogação do
mesmo, reservando-se a câmara municipal o direito de exigir o pagamento de
eventuais danos decorrentes do não cumprimento do prazo e do plano de
trabalhos, caso se venha a verificar posterior ocorrência de desvio injustificado,
quer no que respeita ao conteúdo da respetiva prestação, quer ao prazo da
execução da obra.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n° 986/20, de 29/09, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o •assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, após o reinício dos trabalhos, dizendo que
vai colocar apenas uma questão muito simples, mas um pouco estranha na opinião
dos membros da CDU: Tendo em conta que o empreiteiro, diga-se, aceitou esta
obra em abril, depois vem justificar o atraso com o estado de emergência, que era
uma coisa que já estava declarada desde meados de março. Acham um pouco
21 PER 1/2
FI. Livro
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1 4 ão1e 007Município ) C5I{ Proc9 g1/1g-DoVs-Erv1pVila Franca de xira ( Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
estranha esta justificaçâo do atraso da obra, tendo em conta exatamente o que
acaboudedizer.
O Sr. Vice-Presidente interveio, referindo que tem o Sr. Vereador como uma pessoa
atenta e perspicaz, sendo que, se se olhar para a cronologia, o cronograma da
obra, o contrato foi celebrado a 6 de março, a pandemia foi a 16, e a consignação a
6 de abril. Portanto, pensa que está explicado.
Continuou, passando à votação do ponto, perguntando quem vota a favor, quem se
abstém, concluindo que está aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
21 PER 2/2
FI. Livro
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RAta - 103
‘
‘ cJt” Reunião de 2020/10/07
Município 1 Proc2 96/19-DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação h2
- 437
Câmara Municipal
1. Assunto: REMODELAÇÃO DA ESCOLA ÁLVARO GUERRA - VILA FRANCA DE XIRA -
PLANO DE SEGURANÇA E SAÚDE - PLANO ESPECÍFICO DE SEGURANÇA PARA A
MONTAGEM, UTILIZAÇÃO E DESMONTAGEM DE GRUA TORRE
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 980/20, de
28/09, do DOVI/DEI, para aprovação do plano específico de segurança para
montagem, utilização e desmontagem de grua torre, correspondente a uma
atualização e ao desenvolvimento do plano de segurança e saúde da obra,
referente à empreitada de remodelação da Escola Álvaro Guerra, em Vila Franca de
Xira, adjudicada à Pinto Miranda — Engenharia e Construção, Unipessoal Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 980/20, de 28/09. do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
22 Álvaro Guerra
• (a EL
Município ‘7 Proc2 92/19-DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n2 -
- 438
Câmara Municipal
1. Assunto: EXECUÇÃO DE MURO DE CONTENÇÃO DO TALUDE A TARDOZ DOS LOTES
1 E 3, DA RUA 9 DE AGOSTO DE 1990 - ALVERCA DO RIBATEJO - PLANO DE
SEGURANÇA E SAÚDE - PLANO DE CONTINGÊNCIA (COVID-19)
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 984/20, de
28/09, do DOVI/DEI, para aprovação do plano de contingência (COVID-19), a incluir
no plano de segurança e saúde da obra, referente à empreitada de execução de
muro de contenção do talude a tardoz dos lotes 1 e 3, da rua 9 de Agosto de 1990,
em Alverca do Ribatejo, adjudicada à Cordivias — Engenharia, Ld.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 984/20, de 28/09, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
23 talude P55
___
FI. Uvro
FI.AtafcI
Reunião de 2020/10/07
Município Pmc 76/19-DOVSM-EMP
Vila Frari de XIra Deliberação rik_.......411....
Câmara Municipal
1. Assunto: REQUAUFICAÇÃO URBANA E PAISAGÍSTICA DA AVENIDA BAPTISTA
PEREIRA E ZONA ADJACENTE - ALHANDRA - PLANO DE SEGURANÇA E SAÚDE -
PLANO DE CONTINGÈNCIA (COVID-19)
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 987/20, de
28/09, do DOVI/DEI, para aprovação do plano de contingência (COVID-19), a incluir
no plano de segurança e saúde da obra, referente à empreitada de requalificação
urbana e paisagística da Avenida Baptista Pereira e zona adjacente, em Alhandra,
adjudicada à Cordivias — Engenharia, L&. -____________
3. Informações/pareceres: Mexa-se comunicação interna n2 987/20, de 28/09, do
DOV1/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. —
4. Dotação orçamental: Plano --- Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis: —-——---—-- -_______________________
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. — --
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente. - -______
24 Av Bapdsta Pereira
FI. Livro
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:o1e o7
Município Proc 45/19-DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação
- 440
Câmara Municipal
1. Assunto: ADAPTAÇÃO DO EDIFÍCIO “NINHO DE EMPRESAS” PARA INSTALAÇÃO DA
UNIDADE DE SAÚDE DE VIALONGA - ORÇAMENTO DE TRABALHOS A MENOS
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 982/20, de
28/09, do DOVI/DEI, para aprovação da listagem e do orçamento de trabalhos a
menos, no valor de (-) 5 638,50€, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, e
dedução deste valor ao preço contratual, nos termos do n2 2, do artigo 379Q do
Código dos Contratos Públicos, referente à empreitada de adaptação do edif(cio
“Ninho de Empresas” para instalação da Unidade de Saúde de Vialonga. adjudicada
à Pinto Miranda — Engenharia e Construção Unipessoal, Ld, não assistindo ao
empreiteiro o direito de indemnização previsto no n9 1, do artigo 381v do referido
código.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n9 982/20, de 28/09, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano ---— Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação, sugerindo, como a CDU pediu os pontos 25 e 26, e sendo a mesma
situação, para se usar da palavra nos dois pontos, se os seus membros estiverem
interessados.
Respondeu a Sr Vereadora Regina Janeiro que o ponto 26 foi o Bloco de Esquerda
que solicitou intervenção.
Interveio de novo o Sr. Vice-Presidente, dizendo que a CDU não utiliza da palavra
no ponto 26, portanto, dá-lhe a palavra neste ponto 25.
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, mencionando que o projeto “Ninho de
Empresas” foi fundado no ano de 1995, no âmbito do projeto “Viver o Bairro”, e crê
que muitos dos que se encontram presentes ainda se recordam desta iniciativa
municipal. Foi uma iniciativa que conseguiu garantir para o Bairro Residencial de
25 ninho 1/5
FI. Livro
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107
4. Reunião de 2020/10/07
Município /11’ Proc2 45/19-DOVSM-EMPde 1Vila Franca de Xira Deliberação n9_____________
Câmara Municipal
Vialonga um conjunto extraordinário de mais-valias, do ponto de vista da
construção de equipamentos sociocomunitários, de formação e reconhecimento de
qualificações, por via da aprendizagem, assim como da disponibilização de meios
municipais para um sentimento efetivo de pertença e identidade, construídos a
partir da vontade expressa das populações locais.
Este “Ninho de Empresas” deixou de funcionar, mais ou menos, na altura em que a
Associação para o Desenvolvimento também deixou de existir, não tem agora
suficientemente precisa a data, mas estará a falar nunca menos de 7 a 8 anos a
esta parte. Desde sempre foi assumido pela câmara municipal que, não obstante a
falência ou a extinção da Associação para o Desenvolvimento, que foi a sucedânea
do projeto municipal “Viver o Bairro”, era intenção do município criar todas as
condições para a reativação do projeto “Ninho de Empresas”. O mesmo foi dito
aquando da aprovação da obra de empreitada para a deslocação do centro de
saúde atual para estas instalações, por via da adaptação do seu edifício.
Portanto, a pergunta que coloca é: No âmbito dos compromissos assumidos, qual é
a perspetiva de nova localização para o “Ninho de Empresas”, e em que moldes ou
em que condições o mesmo funcionará em Vialonga, designadamente para
albergar iniciativas empresariais embrionárias, que é o fundamento da existência
de um ninho como aquele que já existiu nesta freguesia?
Referiu o Sr. Vice-Presidente que fácil será fazer uma retrospetiva, o executivo
acompanhou na altura a instalação do “Ninho de Empresas”, e tem acompanhado
o seu desenvolvimento, o número de iniciativas que esta zona teve, e ocupação.
Tem de se ter consciência disso, passada aquela fase inicial, de qual foi a taxa de
ocupação e desenvolvimento a nível das infraestruturas que utilizaram aquele
espaço.
Sabe-se perfeitamente que os efeitos da economia têm um espelho no
desenvolvimento destas iniciativas, e sabe-se perfeitamente, quando surgiu, e
depois, como o Sr. Vereador disse, com a Associação para o Desenvolvimento, que
a ocupação do “Ninho de Empresas”, interligada a vários fatores, mas
principalmente o desenvolvimento económico na altura, decaiu totalmente.
Recorda-se de quando o “Ninho de Empresas” foi requalificado para uma escola, do
período em que aquele edifício esteve inativo, chegando-se ao ponto duma
25 ninho 2/5
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FI. Livro
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Reunode O2O,1WO7
Município / Proc 45/19-DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
degradação e um investimento para colocar lá a escola. A câmara municipal
entendeu, e bem, na perspetiva do executivo, e já reconhecido na localidade, pelas
informaç6es que têm chegado, que o centro de saúde devia ter ido para ali há
muito tempo. São os ecos que chegam daquela freguesia, pela facilidade de mais
transporte, acessos, mobilidade, tudo, e também dar um incremento àquela zona
habitacional.
Contudo, o Sr. Vereador coloca uma questão correta, que está no espírito da
câmara municipal, e no futuro cá estará o executivo, não com promessas vãs, mas
com factos, que é o que o leva a trabalhar, que é estar atento ao desenvolvimento
da zona, porque não é só aquela zona, o “Ninho de Empresas” não se pode estar a
cingir à freguesia de Vialonga, tem que se alargar ao concelho, não se pode estar
objetivamente a pensar só naquela zona. Portanto, há hoje essa perspetiva, porque
essa questão também assolou o executivo, e se no futuro surgir, cá estará, pois,
como o Sr. Presidente tem dito, o atual centro de saúde terá de ter ocupação,
depois de alguma requalificação, e já está no espírito alguma ocupação, mas não
toda. Pensa, pois, que esta questão estará salvaguardada com a ocupação do atual
centro de saúde, face aos eventuais interesses que surjam, e com toda a
sinceridade diz à câmara municipal que não têm surgido. Acredita que tenham
surgido aos Srs. Vereadores, informalmente, mas, formalmente, à câmara
municipal não têm surgido.
O executivo cá estará para analisar as questões per si, agora, sobre aquele edifício
e aquela zona, tem uma consciência perfeitamente tranquila, e não se trata aqui
de ganhar ou perder, que Vialonga vai ter um desenvolvimento. já não fala na
estrutura de saúde, mas tudo o que envolve os movimentos, os pendulares,
aqueles movimentos todos da freguesia, com uma ocupação, e é com alguma, não
dirá satisfação, mas que sublinha, que têm chegado informações de que ali, nesse
aspeto, esta já devia ter sido uma solução há muito tempo, só que não podia
porque estava lá a escola, o que relembra. Para aqueles que estão um pouco mais
desfasados, em 2 anos teve de se demolir uma escola e construir duas, num
espaço de 1 000 metros, praticamente.
Assim, é o que lhe oferece neste momento di2er, e dá a palavra ao Sr. Vereador
NunoLibório.
25 ninho 3/5
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RAta 109
Reunião de 2020/10/07
Município ‘14’ ProcQ 45/19-DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
Interveio o Sr. Vereador Nuno Libério, dizendo que não era, nem é intenção dos
membros da CDU, transpor para esta discussão a importância de novas instalações
para o centro de saúde. Essa é uma discussão que foi feita, com a qual estiveram
de acordo, estão de acordo, não é esse o foco da intervenção. Não obstante o
ponto ser relacionado diretamente com o novo centro de saúde, não é essa a
questãodefundo.
A questão de fundo tem a ver com a iniciativa da câmara municipal, de deixar de
existir uma resposta, ou deixou de existir há algum tempo a esta parte, e crê que o
Sr. Vice-Presidente não poderá dissociar isto de algumas das dificuldades da então
Associação para o Desenvolvimento, que culminou num processo algo tumultuoso,
do ponto de vista da sua extinção, e que deixou, dum momento para o outro, a
câmara municipal sem parceiros locais, ou sem um parceiro local suficientemente
capacitado para dar continuidade a um conjunto muito significativo de projetos.
Por alguma razão será que a câmara municipal se prepara, e na opinião da CDU
corretamente, para, no âmbito da obra que está a desenvolver no mercado de
Alhandra, aproveitar uma parte para instalação exatamente de iniciativas
económicas de pequena dimensão, que, duma forma embrionária ou de início da
sua atividade empresarial, precisam de um certo apoio por parte do município, e
muitas das vezes o apoio é um espaço com infraestruturas para terem um
determinado tipo de apoio, de backoffice, de retaguarda, uma certa alavanca, para
se consolidarem naquelas que são sempre as fases derradeiras, difíceis e iniciais
de toda e qualquer iniciativa empresarial.
Na verdade, deve dizer ao Sr. Vice-Presidente que à CDU chegam manifestações de
preocupação de muito jovens empresários do concelho de Vila Franca de Xira, que
colocam, através do Gabinete do Investidor, e pede compreensão se o termo não
for exatamente esse, exatamente essa questão, que é a da necessidade de haver
no concelho, e a partir da resposta da câmara municipal, uma iniciativa de apoio
para empresas com estas características.
Portanto, o que diz ao Sr. Vice-Presidente e à câmara municipal é que a CDU insiste
com esta proposta, que à data funcionou, e está a falar de há 15 anos atrás, em
que houve uma lavandaria, houve pelo menos 2 restaurantes que saíram desse
“Ninho de Empresas”. Se lhe perguntarem qual foi a evolução dos mesmos, não
25 ninho 4/5
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RAta - 110
Reunião de 2020/10/07
Município / ProcQ 45/19-DOVSM-EMP
Vila Franca de Xira Deliberação n_____________
Câmara Municipal
sabe, mas cumpriu-se o papel enquanto autarquia, que até se desviou um pouco
das suas competências diretas, porque este tipo de apoios é, na sua génese e no
seu fundamento, da competência da administração central. Contudo, por ser um
projeto inovador, interessante e com mais-valias inquestionáveis, continuam a
entender que o “Ninho de Empresas” deve ser um projeto, não necessariamente
ali, mas a servir também a população de Vialonga, deve ser reanimado, estimulado
e, no âmbito dos novos contratos de desenvolvimento urbano, há seguramente
linhas de financiamento para suportar iniciativas desta natureza.
Reafirma, por fim, que não está em causa a questão do centro de saúde. Seja por
adaptação do edifício atual, fosse pela construção de um edifício de raiz, peca por
tardia a situação que se tem no centro de saúde, e há muitos anos que precisava
deserresolvida.
O Sr. Vice-Presidente interveio, mencionando, como diz o povo, que “mais vale
tarde do que nunca” e, para não cansar muito, só repete aquilo que o Sr. Vereador
acabou de dizer, a câmara municipal efetivamente está atenta, esteve, está e
continuará a estar, mais que não fosse com essa ação que entendeu por bem
desenvolver no mercado de Alhandra. Se dúvidas existissem, a melhor resposta
está nessa situação que o Sr. Vereador apontou, e muito bem. É sinal de que a
câmara municipal está atenta ao desenvolvimento económico e ao apoio no início,
e continuará a dizer que, como o Sr. Vereador disse, cumpriu o seu papel como
autarquia, em Alhandra, e também irá cumprir o papel como autarquia em
Vialonga, assim surjam, através do Gabinete ao Investidor, solicitações, e depois
de analisadas se verificarem, perante aquilo que o próprio disse.
A situação de Vialonga poderá ser específica, mas referiu-se a todo o concelho,
como em Alhandra, e o executivo estará atento. O Sr. Vereador disse, e bem, que
são situações diferentes, e o próprio registou também que aquilo de que se está a
falar não tem objetivamente nada a ver neste momento com o centro de saúde.
Prosseguiu, passando à votação, perguntando quem vota contra, quem se abstém,
concluindo que o ponto está aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
25 ninho 5/5
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6 RAta til
Reunião de 2020/10/07
Município Proc2 45/19-DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
1. Assunto: ADAPTAÇÃO DO EDIFÍCIO “NINHO DE EMPRESAS” PARA INSTALAÇÃO DA
UNIDADE DE SAÚDE DE VIALONGA - TRABALHOS COMPLEMENTARES PARA
SUPRIMENTO DE ERROS E OMISSÕES DO PROJETO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna ri 981/20, de
29/09, do DOVI/DEI, para aprovação do valor dos trabalhos complementares para
suprimento de erros e omissões do caderno de encargos, apurados para a
empreitada de adaptação do edifício “Ninho de Empresas” para instalação da
Unidade de Saúde de Vialonga, adjudicada à Pinto Miranda — Engenharia e
Construção Unipessoal, Ld, e necessários à sua correta execução e conclusào, no
valor total de 68 472,74€, acrescido do IVA, bem como do valor dos erros e
omissões a pagar pelo dono da obra ao empreiteiro, de 56 353,95€, acrescido do
IVA, sendo da responsabilidade do empreiteiro assumir o valor referente a
12 118,79€, acrescido do IVA, por força da aplicabilidade do n2 3, do artigo 378 do
Código dos Contratos Públicos.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 981/20, de 29/09, do
DOVI/DEI, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata. --
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação. —
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que para o Bloco de Esquerda a
questão não está na adaptação do edifício para centro de saúde, está de acordo
com esse destino, a questão que salta um bocadinho à vista é o desvio de 10% no
custo da obra, apesar de tudo são cerca de 60 000,00€, e gostaria que lhe dessem
mais alguma explicação. O que é que falhou, foi o caderno de encargos, foi outra
razão qualquer? Sendo fornecida na documentação do ponto uma tabela de
trabalhos a mais, há um deles, no fim da tabela, que se chama “alterações RIA”, e
26 USvialonga 1/2
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EL Livro
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Rode2620/1O/07
Município / Proc2 45/19-DOVSM-EMPde
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
gostaria também que lhe explicassem o que é que são estas alterações RIA, o que
quer dizer o acránimo RIA.
O Sr. Vice-Presidente interveio, referindo, sobre esta situação dos trabalhos
complementares, e não trabalhos a mais, que o Sr. Vereador abordou, do valor que
vem à reunião de câmara, que efetivamente, se está recordado, este projeto é da
responsabilidade da Administração Regional de Saúde - ARS. Os serviços, a
fiscalização, têm estado, ao longo da obra, a corrigir um projeto que se recebeu, e
tudo isto, em reunião de obra, é feito de acordo com a ARS.
Contudo, para quem conhece o executivo e, nos termos legais em vigor, esta
responsabilidade tem de vir a reunião de câmara para aprovar, e vai-se imputar à
ARS, não há outra forma a dar, e os senhores da ARS já sabem isso, já se teve o
cuidado de os chamar à câmara municipal e de lhes dizer exatamente isto, porque
ao longo da obra têm surgido várias vicissitudes. Não é pelo valor em si, e tudo é
importante, um cêntimo é um cêntimo, alguém o dizia, e com toda a razão, agora,
neste momento, depois desta aprovação e de fechadas as contas, logicamente que
a ARS será notificada para este acerto de contas, porque não pode ser de outra
forma, nem para a câmara municipal, nem legalmente.
Quanto à denominação RIA, é o regulamento de incêndio.
Prosseguiu, passando à votação o ponto, perguntando quem vota contra, quem se
abstém, concluindo que está aprovado por unanimidade.
—
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
26 usvialonga 2/2
• Re
Município Proc9 EDUCA.00SE.003.
de
Vila Franca de Xira Deliberação n 442
Câmara Municipal
1. Assunto: ESCOLA A TEMPO INTEIRO - ANO LETIVO 2020/2021 - ALTERAÇÃO DO
COMPROMISSO DE VERBAS
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 162/20, de
22/09, do DE, para aprovação da alteração do compromisso de verbas, a acrescer à
verba já aprovada, no âmbito do protocolo da Escola a Tempo Inteiro, para o ano
letivo 2020/2021, nas áreas de atividades de animação e apoio à família, a atribuir
à Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB N 1 de Vila Franca de
Xira — Dr. Sousa Martins e ao Centro Social para o Desenvolvimento do Sobralinho. -
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 162/20, de 22/09, do DE,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano 2019-A-34 Orçam. DEOS/040701
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
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RAta - 114
Reunião de 2020/10/07
Município /9’ Proc2 EDUCA.00SE.009.
Vila Franca de Xira Deliberação n’ 443
Câmara Municipal
1. Assunto: PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO NA ÁREA DOS TRANSPORTES ESCOLARES -
ASSOCIAÇÃO PARA O BEM ESTAR INFANTIL DE VIALONGA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n9 167/20, de
28/09, do DE, para aprovação da minuta do protocolo de cooperação a celebrar
com a Associação para o Bem Estar Infantil de Vialonga, no âmbito dos circuitos
especiais dos transportes escolares dos alunos que, devido à inexistência de vaga,
frequentam escolas fora da área de residência, no ano letivo 2020/2021, bem
como da autorização da despesa e respetivo compromisso de verbas.
3. Informações/pareceres:
4. Dotação orçamental: Plano 2019-A-27 Orçam. DEO5/040701
5. Disposições legais aplicáveis: Anexa-se comunicação interna n2 167/20, de 28/09,
do DE, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
28 TE
FI. Livro
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iA RAta 115
Reunião de 2020/10/07
Município / V Proc2 EDUCA.00SE.005.
Vila Franca de Xira Deliberação ri2__- -
Câmara Municipal
1. Assunto: TRANSFERÊNCIA FINANCEIRA NO ÂMBITO DO PAGAMENTO DO APOIO AOS
REFEITÓRIOS ESCOLARES - CASBA - CENTRO DE APOIO SOCIAL DO BOM SUCESSO
EARCENA
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 172/20, de
30/09, do DE, para aprovação de uma transferência financeira adicional, no valor
de 8 000,00€, para o CASBA - Centro de Apoio Social do Bom Sucesso e Arcena, no
âmbito do protocolo celebrado, atinente às refeições escolares e ao apoio aos
refeitórios escolares, referente aos custos adicionais com a afetação de recursos
humanos pela instituição ao apoio ao funcionamento do refeitório da Escola Básica
doBomSucesso.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 172/20, de 30/09, do DE,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotaçãoorçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
Interveio o Sr. Vereador Carlos Patrão, dizendo que o Bloco de Esquerda gostaria
de ter alguma explicação quanto ao que se deve o aumento dos custos que foram
pedidos à câmara municipal, estando-se a falar de mais 8 000,00€, que justificam
estatransferência.
—
O Sr. Vice-Presidente interveio, referindo que neste ponto daria a palavra ao Sr.
Vereador Jorge Zacarias, para o esclarecimento que for entendido.
Interveio o Sr. Vereador Jorge Zacarias, informando que esta proposta que vem à
câmara municipal tem a ver com o facto de que, quando foi feito o protocolo inicial
para o fornecimento das refeições no agrupamento de escolas do Bom Sucesso,
nomeadamente com o CASBA, não foi considerado que havia trabalhadores da
antiga empresa que explorava os refeitórios que estavam protegidos por uma
29 cASBA 1/4
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RAta
. 116
Reunião de 2020/10/O]
Município / lE Proc9 EDUCA.00SE.006.de
Vila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
legislação em que, no fundo, o seu vínculo laboral passa para quem assume o
refeitórioaseguir.
Há jurisprudência da parte da União Europeia em relação a esta questão e o que se
passa aqui é ressarcir o CASBA da integração duma trabalhadora que não estava
previsto que viesse a integrar os quadros da câmara municipal, neste caso, ou da
instituição, porque, no fundo, é a instituição que assume esta responsabilidade.
Perguntou o Sr. Vice-Presidente se o Sr. Vereador Carlos Patrão está esclarecido.
Respondeu o Sr. Vereador Carlos Patrão que está esclarecido.
Interveio de novo o Sr. Vice-Presidente, pedindo desculpa e dando a palavra ao Sr.
VereadorNunoLibório.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Nuno Libório, dizendo que o próprio é que pede
desculpa, porque não estava sinalizado, e referindo que esta justificação dada pelo
Sr. Vereador Jorge Zacarias suscita-lhe uma outra questão, se existem outras
instituições que no plano da atuação, parecido ou idêntico, poderão ou não ser
igualmente ressarcidas, e pelo menos tem presente uma, que é a APAC, na Póvoa
deSantalria.
O Sr. Vereador Jorge Zacarias interveio, mencionando que havia mais 3 situações
no concelho. Uma delas é, de facto, esta da APAC, em que a informação que a
instituição deu é que ia receber a pessoa porque necessitava de contratar alguém,
e aproveitava a pessoa para compensar essa falta de recursos humanos que tinha.
Esta seria da Dom Martinho, outra era na Pedro Jacques de Magalhães, em que a
instituição que estava em causa, o IAC, não necessitava de nenhuma pessoa para
integrar o seu quadro de pessoal, e chegou-se a acordo com a funcionária, que
integrou os quadros da câmara municipal enquanto assistente operacional. A outra
situação é na Padre José Rota, da Casa do Povo de Vialonga, instituição que tem
uma parceria com a Uniself, em que a funcionária ficou a trabalhar com a
instituição, na Padre josé Rota.
Esta foi uma questão que se colocou à câmara municipal no início do ano letivo, e
foi um trabalho feito em conjugação com as diferentes instituições que estavam,
efetivamente, no terreno.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, perguntando se o Sr. Vereador Nuno Libório ficou
esclarecido.
29 CASBA 2/4
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Reunião de O2O/1O/O7
Município / Proc2 EDUCA.00SE.006.
de
Vila Franca de Xira Deliberação n2_____________
Câmara Municipal
O Sr. Vereador Nuno Libório interveio, respondendo que está esclarecido, a CDU
está totalmente de acordo com este apoio ao CASBA, porque esta situação não
estava suficientemente esclarecida no protocolo. Esta preocupação levantou-se
aquando da entrada do novo modelo de funcionamento no fornecimento das
refeições, e aliás foi suscitada, inclusivamente, pelos vereadores da CDU, mas há
uma dúvida que os assalta, apesar de não terem sido sinalizados ou suscitados a
levantar essa questão, é se estas entidades, efetivamente, soubessem que havia
disponibilidade da câmara municipal para as ressarcir desta despesa, com um
recurso a mais, que não estava previsto, poderiam ou não poderiam ser objeto de
idêntica deliberação, em termos de compensação, por força da aquisição ou da
incorporação de mais um meio humano, que não estava efetivamente previsto no
protocolo.
Esta é uma preocupação que deixam, que não deve passar disso mesmo.
Seguramente houve um diálogo com estas instituições, e seguramente que todas
sabem que este apoio está a ser atribuído, com muito justa causa, para esta
instituição. Não queriam era estar a levantar um processo em que possam existir
instituições que fiquem numa situação de competição em relação a outras ou que
se sintam desprotegidas relativamente aos apoios municipais.
O Sr. Vereador Jorge Zacarias interveio ainda, dizendo, só para precisar uma
questão, em relação ao CASBA, que não tinha necessidade deste recurso, tinha o
quadro de pessoal completo e não tinha necessidade. Este é um recurso, diga-se,
excedentário em relação áquilo que eram as necessidades de trabalho do CASBA. --
Em relação à APAC, que é outra instituição que está em causa, porque as outras
duas senhoras estão enquadradas duma forma diferente, uma enquadrou-se
dentro da câmara municipal, quanto à outra a Uniself, e a Casa do Povo de
Vialonga, recolheram-na, está a trabalhar nesta instituição, aquilo que foi
informado é que a APAC necessitava dum recurso humano, e então aproveitava
este recurso humano, ou seja, não há aqui um excedente como há no CASBA.
O executivo coloca esta proposta em relação ao CASBA por esta razão, que é um
excedente em relação áquilo que era já a previsão e, acima de tudo, porque o
CASBA já se tinha precavido antes com o quadro de pessoal necessário para fazer
face áquilo que era o protocolo da câmara municipal.
29 CA5BA 3/4
____
El. Livroe FLAtaReunião de 2020/10/07
Município /1 Proc2 EDUCA.00SE.006.
Vila Franca de xira Deliberação n2____________
camara%Zsnicipai
O Sr. Vice-Presidente interveio, referindo que pensa que se está em condições de
votar o ponto, perguntando quem vota contra, quem se abstém, conduindo que
está aprovado por unanimidade.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
- - —
29CA58A 414
FI. Livro
_______________
119
/ - Reunião de 2020/10/07
Municipio Proc° DCTAE.ODAC.001de
Vila Franca de Xira Deliberação n 445
Câmara Municipal
1. Assunto: CONCURSO INTERNACIONAL JOSÉ MASSARRÃO - EDIÇÃO DE 2020 - APOIO
EXTRAORDINÁRIO
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 122/2020, de
10/09, do DC/DCMPH/SAC, para aprovação da atribuição de um apoio
extraordinário, no valor de 1 100,00€, para comparticipação do denominado
“Prémio Câmara Municipal de Vila Franca de Xira”, no âmbito da 3 edição do
Concurso Internacional José Massarrão, promovido pelo Conservatório Regional
Silva Marques.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 122/20, de 10/09, do
DC/DCMPH/SAC, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da
ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: A Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta da
Sr Vereadora Manuela Ralha.
30 Massarrao
1 Reunião de 20/10/07
Município Proc2 DCTAE.00DB.1O8.001.de
Vila Franca de Xira Deliberação n’ 446
Câmara Municipal
1. Assunto: PRÉMIO LITERÁRIO ALVES REDOL - PRAZOS DE CANDIDATURA
(INSCRIÇÕES, APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS CONCORRENTES, LOCAL PARA A
DEVOLUÇÃO DOS TRABALHOS E DATA DA CERIMÓNIA)
2. Resumo: Presente o processo instruído com comunicação interna n2 91/20, de
29/09, do DC/DBA, para aprovação, no âmbito do Prémio Literário “Alvos Redol”, do
prazo de entrega das inscrições e apresentação dos trabalhos concorrentes, bem
como da data, hora e local da cerimónia de entrega dos prémios e do prazo e local
para a devolução dos trabalhos recebidos, nos termos previstos nas alíneas a) e b),
do artigo 8 do respetivo Regulamento.
3. Informações/pareceres: Anexa-se comunicação interna n2 91/20, de 29/09, do
DC/DBA, documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental:
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr Vereadora Manuela Ralha submete o assunto à reunião de câmara
para aprovação. —
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do
Sr Vereadora Manuela Ralha.
31 Alves Redol
FI. Livro
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IA FLAta 121
Reunião de 2020/10/07
Município /1)’ Proc2 30370025-DHS-MORADORde
Vila Franca de Xira Deliberação n2 -
Câmara Municipal
1. Assunto: COMPRA E VENDA DA FRAÇÃO MUNICIPAL DESIGNADA PELA LETRA A,
SITA NA RUA JOSÉ AUGUSTO GOMES, N 1 (EX-LOTE 18), R/C DT, ARCENA -
ALVERCA DO RIBATEJO - ALTERAÇÃO DA DELIBERAÇÃO TOMADA EM 2019/04/03----
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n2 15/20, de 04/08, do
DHCS/DHIS, para aprovação da alteração da deliberação tomada em 2019/04/03,
referente à compra e venda da fração de habitação municipal designada pela letra
“A”, sita na rua José Augusto Gomes, n 1 (ex-lote 18), r/c dt, em Arcena, Alverca
do Ribatejo, no sentido de ser autorizada a venda da fração à moradora municipal,
Epifânia Silva Cá e ao companheiro, Germano Alfredo António da Silva, mantendo-
se as restantes condições de venda anteriormente deliberadas.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 15/20, de 04/08, do DHCS/DHIS,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Vice-Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Vice-Presidente.
32 letra A
FI. Livro
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1 í% Rode620/i0o7
Município / / Proc2 30300265-DHS-MQRADQR
Vila Franca de Xira Deliberação n - 448
Câmara Municipal
1. Assunto: COMPRA E VENDA DA FRAÇÃO MUNICIPAL DESIGNADA PELA LETRA G,
SITA NA RUA DR. VASCO MONIZ, N 1, 3 DT - CASTANHEIRA DO RIBATEJO -
ALTERAÇÃO DA DELIBERAÇÃO TOMADA EM 2020/05/13
2. Resumo: Presente o processo instruído com informação n 16/20, de 01/09, do
DHCS/DHIS, para aprovação da alteração da deliberação tomada em 2020/05/13,
referente à compra e venda da fração de habitação municipal designada pela letra
“G”, sita na rua Dr. Vasco Moniz, n 1, 3Q dt, na Castanheira do Ribatejo, no
sentido de ser autorizada a venda da fração à moradora municipal, Alexina Mónica
Robalo Rosa Mendes e ao companheiro, Celestino Monteiro, mantendo-se as
restantes condições de venda anteriormente deliberadas.
3. Informações/pareceres: Anexa-se informação n2 16/20, de 01/09, do DHCS/DHIS,
documento que se dá por inteiramente reproduzido nesta parte da ata.
4. Dotação orçamental: Plano Orçam.
5. Disposições legais aplicáveis:
6. Propostas: O Sr. Presidente submete o assunto à reunião de câmara para
aprovação.
7. Deliberação: Deliberado, por unanimidade, em conformidade com a proposta do Sr.
Presidente.
33 letra G
FI. Livro
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FLAta 123
IA Reunião de 2020/10/07
Município ,—,.fr” ‘roc2
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de
Vila Franca de Xira / Deliberação n2____________
Câmara Municipal
Interveio o Sr. Vice-Presidente, após a discussão da ordem do dia, dizendo que são
11h42, chegou-se ao fim dos pontos de intervenção da ordem de trabalhos, e irá
tentar responder a algumas questões do período antes da ordem do dia. Haverá o
período do público às 12h30, pelo que por volta das 12h15 solicitará, a quem
pretender depois usar da palavra, o favor de se inscrever, como é hábito.
Irá socorrer-se aos Srs. Vereadores em relação a algumas questões, se, entretanto,
lhe surgir alguma questão dos Srs. Vereadores, contudo, as folhas que tem na mão
são brancas, só que aquilo que ouviu, à exceção dum senhor vereador, foi tudo
negro, tudo mau, mas já está habituado e compreende, agora, pois entra-se mais
numa questão política, pelos períodos que se avizinham.
Não tem de se ter medo das palavras, nem receio nestas situações, é tudo negro, à
exceção dum senhor vereador, e não é a primeira vez. Tem de ter um cuidado com
a palavra que vai utilizar, “reconhece” a posição do Sr. Vereador Mário Calado, que
reconhece e tem a coragem de vir dizer em reunião de câmara, sic, salvo a rede de
televisão, “que reconhece o bom trabalho feito pela câmara municipal”.
É correto da parte do Sr. Vereador e, mais uma vez, se preciso fosse, o próprio
fortalece, pessoalmente, a ideia que tem a respeito do mesmo. Bastou o exemplo
da fonte do alegrete, e não é a fonte do alegrete em si, é a posição do Sr.
Vereador, o reconhecimento, como noutras atividades, que já irá responder. Mais
uma vez a câmara municipal regista a posição do Sr. Vereador, de reconhecimento,
como aliás o próprio teve a particularidade de ver e ouvir, por ironia do destino, na
reunião da assembleia de freguesia de Alverca esta semana.
Está lá, basta ir ver e ouvir, o Sr. Presidente da junta reconhece e felicita a câmara
municipal pelos investimentos feitos em Alverca e Sobralinho. Isto demonstra que
há mais coisas para além da política, é um facto. Verificou isso ontem, e também já
irá responder, na reunião da comissão de acompanhamento da Cimpor, onde, salvo
erro, estavam presentes 15 pessoas, e onde tudo foi esclarecido, o dia 6 e o dia 16,
tudo tirou dúvidas, tudo ficou esclarecido, tudo perguntou o que tinha a perguntar,
e as dúvidas. Todos os representantes políticos estavam lá, e estas informações
podem ser transmitidas aos Srs. Vereadores independentemente do próprio, daqui
a pouco, fazer referência a isso.
Este foi um parêntese que fez destas duas situações, e ninguém lhe disse. Esta
respostas aod 1/5
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FI. Livro
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IA Fl.Ata 124
Reunião de 2020/10/07
Município
proc
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Vila Franca de Xira Deliberação n°_____________
Câmara Municipal
ouviu-a hoje, a outra, viu e ouviu, está na lnternet. Efetivamente, o que diz é que
há coisas para além da política, quando começou por dizer que tudo aqui é negro,
é uma escuridão o que ouviu nas intervenções, tudo é mau, não se faz nada, os
Srs. Vereadores têm quantidades de informações, e-maus, reclamações. Não diz
que não têm, mas só sugere algo, que é o favor, utiliza a palavra “favor”, e
sublinha, que reencaminhem essas reclamações, já o disse mais do que uma vez,
porque os serviços, dos quais estão presentes diretores e técnicos, e os que não
estão presentes estão a ver e a ouvir, têm indicações dos vereadores para estarem
nos serviços a verem e a ouvirem, e alguns que estão em teletrabalho também
estão neste momento em sintonia, para que possam atuar, ver os casos.
Não diz que os Srs. Vereadores não recebem, mas o executivo tem reuniões entre
os vereadores, analisam as situações, cada um a nível das responsabilidades que
tem na câmara municipal. O próprio, no que lhe diz respeito, e está a falar porque
a questão foi abordada, não diz que não recebe, e imediatamente entra em
contacto com os responsáveis de divisão, diretora de departamento, que está à sua
frente, e procura imediatamente saber o que é que se passa.
As pessoas apontam as suas razões, tecnicamente, e, inclusivamente, embora aí
entenda que deve ser assim, neste momento está a fazer atendimentos no
departamento de urbanismo praticamente 2/3 dias por semana, porque entende
que as pessoas precisam do desenvolvimento dos processos. Depois há a situação
dos atendimentos, estas questões, que todos sabem.
Desta forma, registou estas duas situações, foi um mero sublinhado, porque afinal,
como disse alguém, ainda há uma luz no meio disto que foi aqui dito, tudo negro,
tudo mau, mas é da vida, e vai passar à frente, para algumas das questões
levantadas, e outras passará, se necessário, também aos Srs. Vereadores.
Após a intervenção do público, interveio novamente, dizendo que vai retomar os
esclarecimentos às questões colocadas, mas a Sr Vereadora Regina janeiro tinha
pedido a palavra, não se esqueceu, e dá-lha seguidamente.
Tomou a palavra a Sr Vereadora Regina janeiro, referindo que quis o legislador, e
por enquanto é assim que se mantém, que este seja um órgão colegial, presidido,
é certo, mas é um órgào colegial, o que quer dizer que as pessoas que estão à
volta da mesa têm, todas elas, oportunidade de falar e de participar nas centenas
respostas aod 2/5
A. Livro
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1 IA Fl.Ata 125cJfr’ Reunião de 2020/10/07
Munkípio /9’ Proc2
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Câmara Municipal
ou milhares de decisões que já se tomaram desde outubro de 2017.
Se há coisa que se aprende em democracia é crescer quando se conversa com
outros, aprende-se, evolui-se, melhora-se o desempenho sempre que se fala ou se
reúne com outras pessoas. Portanto, pensa que o debate político é um debate
saudável, faz bem à saúde da democracia debater, ter opiniões diferentes, crescer
às vezes uns com os outros e, tendo isso, a única coisa com que tem dificuldade, e
já por mais do que uma vez teve de o dizer, é na pessoalização, tem muita
dificuldade na pessoalização. Tem muita dificuldade quando se ferem pessoas,
referem-se nomes de pessoas em vão, tentam-se destratar, agora, quanto ao resto
do debate político, o que diz ao Sr. Vice-Presidente é que na opinião dos
vereadores da CDU é a única forma de se poder estar nestes cargos, até porque a
palavra política é aquilo que faz parte e é inerente à vida do dia a dia, é a politica
que faz a nossa vida. Tudo são decisões políticas, o que se recebe, o que se paga,
os impostos que se têm, os transportes que se têm, a saúde que se tem, a
educação que se tem, tudo é política, e não vê nenhum mal em que se diga que se
vem para a reunião colocar questões políticas.
É óbvio que a função que têm é colocar questões políticas, de todos, é esta a
função que têm, aliás, diria que a obrigação de todos, pelo menos na conceção que
têm que deve ser a democracia, é obrigatório que haja um debate elevado, é
obrigatório que se consiga elevar a discussão, que não se achincalhe, não se
desrespeite, que se possa, dentro da divergência de opiniões, elevar sempre aquilo
que são os conteúdos das mesmas.
Ser vereador sem pelouros é vir a esta câmara municipal de 15 em 15 dias e
poderem falar, 4 pessoas, no máximo 30 minutos. O Sr. Vice-Presidente começou
com uma intervenção a dizer que só diziam mal, e sem ninguém lhe ter dito nada
foi logo buscar dois exemplos de elogios que recebeu hoje por parte dos
vereadores da CDU, e durante a sua própria intervenção ainda foi buscar mais um.
isto é para contrariar, e crê que o Sr. Vice-Presidente, conforme foi fazendo a sua
intervenção, também cresceu com ela e percebeu que, se calhar, o que disse
inicialmente não corresponde, de todo, à realidade.
Crê que compreende também que, além de terem uma visão estratégica diferente
de quem ganhou as eleições, todos, à sua maneira, querem o melhor para o
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IA RAta 126
Reunião de 2020/10/07
Município 9’ Proc9
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Câmara Municipal
concelho, e também é obrigatório que tragam as questões, pois não podem,
enquanto vereadores, receberem e-maus e não o fazerem, sendo que não houve
nenhum e-mail que tivessem recebido que os vereadores com pelouro não tenham
recebido, nenhum. Também não vale a pena insinuar que aqui anda alguém
distraído, a dormir, porque está a falar de e-maus, do e-mail da avenida da Mague,
que foi um e-mau do dia 22 de setembro, às 10h00. Não vale a pena vir dizer que a
gente sabe tudo, e que os outros vereadores, como não estão na câmara
municipal, as coisas se calhar até já estão resolvidas, porque este e-mali é do dia
22 de setembro. Não vale a pena, não é bonito, não é bonito fazer este tipo de
insinuações.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, pedindo desculpa por interromper e perguntando
quaiéaquestão.
Disse a Sr Vereadora Regina janeiro que um dos exemplos que o Sr. Vice-
Presidente hoje deu foi da intervenção do Sr. Vereador Mário Calado, a propósito
da fonte do largo Carlos Pato, e pode-lhe dizer que se teria resolvido na mesma,
eventualmente até pode acreditar, mas quem trouxe o assunto para a ordem do
dia foram os vereadores da CDU, e pede ao Sr. Vice-Presidente que a deixe só
terminar.
Na sua opinião, o que se tem de fazer é, quando se trazem os assuntos, aquilo que
o Sr. Vice-Presidente disse, e não pensa que o mesmo deva pedir-lhe para
reencaminhar e-mails, porque lhos vai dar todos, o Sr. Vice-Presidente tem-nos
todos ou a câmara municipal. Contudo, questiona qual é o problema de se ouvir
aquilo que os vereadores sem pelouro estão a dizer, e perceber que aquilo que
querem é melhorar apenas o desempenho da câmara municipal.
Pensa que não tem problema nenhum, deu o exemplo da fonte do largo Carlos
Pato, e podia dar outros, não é, de todo, nem deve ser entendido da parte de quem
gere a câmara municipal, a crítica pela crítica, é o pedido, o dar eco, e neste caso o
que fez foi ler e-mails, e disse que são problemas antigos, porque o e-mail é de 22
de setembro, mas o primeiro e-mail que a pessoa enviou se calhar tem um ano. No
caso da Fábrica das Palavras o e-mau também é recente, mas o caso tem 4 anos.
Por isso é que disse que são e-mails antigos, são quase todos, não trouxeram a
recolha de monos pela primeira vez, houve um e-mail, em concreto, onde não
respostas aod 4/5
Município Proc9
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Câmara Municipal
houve uma resposta e onde o assunto continuou por resolver.
Pensa que isto não é cumprir o papel que têm? Não estão a dizer que está tudo
mal, fizeram até questão de dizer que estavam a dar eco áquilo que as pessoas
lhesdizem.
Assim, esta foi a introdução, só para tentar contextualizar.
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Municípío Proc
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Câmara Municipal
Pelas 12h32, após algumas respostas às questões colocadas pelos Srs. Vereadores
durante o período antes da ordem, interveio o Sr. Vice-Presidente, dando a palavra
ao público presente, prosseguindo posteriormente com as restantes respostas às
questões colocadas pelos Srs. Vereadores e com a aprovação da ata em minuta.---
publico
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Reunião de 2020/10/07
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÂO DO PÚBLICO
QUESTÕES RELATIVAS AO CONDOMÍNIO DA QUINTA DOS ANJOS, LOTE 38 -
CASTANHEIRA DO RIBATEJO
Interveio o munícipe, Sr. Nuno Miguel da Costa Amaral, dando os bons dias,
cumprimentando em primeiro lugar o Sr. Presidente em exercício, todos os Srs.
Vereadores e os restantes presentes, dizendo, para começar, que gostaria de
agradecer a todo o executivo a intervenção que foi feita recentemente na Quinta
dos Anjos, em especial no lote 38, onde foi requalificado todo o espaço através da
criação do parque infantil e áreas envolventes, que, de consenso, e de forma geral,
agradou a todos os moradores.
No entanto, e referente a esse mesmo lote, queria colocar uma questão: Para
quando, eventualmente, se é que já existe algum tipo de previsão, a continuação
dessa mesma intervenção, visto a intervenção estar dividida em 2 fases, por ter
sido conclu(da a 1 fase e a 2 fase estar ainda em aberto, com a consequente
degradação do espaço subjacente à área onde foi intervencionado e criado um
novo espaço infantil?
Uma segunda questão, e crê que talvez a mais importante, é saber se já existe
alguma informação adicional refente à questão do acesso rodoviário à urbanização
Quinta dos Anjos. já é um tema recorrente, com alguma projeção ao longo dos
últimos anos, e também sabe que a câmara municipal tem intentado alguns
esforços no sentido de procurar alternativas. No entanto, embora seja para a
câmara municipal apenas só um tema, para os moradores da urbanização é um
tema que é de extrema importância, visto levantar questões, principalmente na
ordem da segurança, porque o acesso está condicionado e é um tema que tem
vindo a ser levantado.
Se eventualmente existir a necessidade urgente de acesso de meios de socorros,
através de veículos pesados à urbanização, esse mesmo acesso está condicionado,
principalmente se for nos meses de inverno, que são agora aqueles que os
moradores vão enfrentar, porque o único acesso passa através do mato, em que os
veículos têm dificuldade em circular, pelo estado natural em que os acessos se
encontram, e ficam com lamas e com águas, que em algumas circunstâncias
podem até mesmo impedir, de todo, o acesso de meios de socorro àquela
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RAta 130
II— Reunião de 2020/10/07
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Vila Franca de Xira Deliberação n2
Câmara Municipal
urbanização, razão que crê que seja a suficiente para ser considerado de extrema
importância e urgência. Nesse sentido, gostaria de saber se já existiu mais algum
desenvolvimento.
Por outro lado, em seguimento a uma reunião que os moradores tiveram
recentemente, no mês de julho, com o Arqt Bruno Vitorino, refere-se à questão do
acesso pedonal ao miradouro, que é feito entre o lote 30 e 31, em que os terrenos
a montante têm vindo a empurrar, diga-se assim, toda a infraestrutura em termos
do muro que rodeia o lote 31, colocando em risco, crê que de derrocada, toda
aquela zona. É também importante este tema, porque já tem vindo a ser
levantado, não é a primeira vez que é abordado, o próprio, pessoalmente, já teve
também uma reunião com o Sr. Presidente, que neste momento está ausente, já
esteve no local com a proteção civil, e crê ser também um tema de alguma
urgência, que de alguma forma tem vindo a ser arrastado no tempo, porque já tem
alguns anos, como referiu.
Outros aspetos de menor dimensão, mas crê que igualmente importantes, e que já
foram também levantados por si, em missiva dirigida à câmara municipal, já
remontam à altura em que os moradores tiveram uma infestação dos escaravelhos
das palmeiras.
Nessa altura participou, e não foi participação, foi uma informação à câmara
municipal, porque uma palmeira caiu e foi recolhida pelos serviços da junta de
freguesia. A câmara municipal fez uma análise à zona, para verificar se as
restantes palmeiras estariam ou não em segurança para serem mantidas, e
recebeu um e-malI da câmara municipal a dizer que já tinha dado indicação para a
junta de freguesia, para que as ditas palmeiras fossem abatidas.
Até ao momento continuam lá, e pão tem particular interesse que sejam
removidas, mas gostaria de se certificar que se encontram em segurança, porque
já sâo palmeiras com alguma dimensão e, já para não considerar que
eventualmente, se caírem, podem causar danos avultados, porque estão junto à
zona de estacionamento, estão também junto à entrada do lote 31, e se por acaso
caírem na altura que alguém for a passar é garantidamente um dano fatal, porque
já têm uma dimensão bastante considerável.
Há alguns anos, conforme referiu, a câmara municipal deu indicação de que seriam
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‘7 Reunião de 2020/10/07
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de tilVila Franca de Xira Deliberação n2____________
Câmara Municipal
para abater, não foram, sabe que esse ónus foi transmitido da câmara municipal
para a junta de freguesia, e agora já soube também que foi novamente transmitido
da junta de freguesia para a câmara municipal esse tipo de intervenção, sendo um
ponto que pensa que também merece alguma atenção.
De resto, conforme já tinha dito inicialmente, quer enaltecer, agradecer a
intervenção que foi feita no lote 38, porque era uma situação que já se arrastava
há bastantes anos e vem contribuir de forma muitíssimo significativa para o bem-
estar dos moradores, que naquela urbanização por vezes têm vindo a sofrer. É uma
urbanização que não cresceu da melhor forma, mas não deixam também de ser
moradores do concelho e crê que merecem também a atenção da câmara
municipal. Embora já estejam volvidos cerca de 14 anos desde que lá moram, este
ano aconteceu e queria agradecer à câmara municipal por isso.
Concluiu, agradecendo e desejando um bom dia.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dizendo que responderá, na medida do possível, às
questões que foram colocadas.
O munícipe colocou 4 questões e, quanto à primeira, agradecendo a intervenção
que a câmara municipal fez, o que diz é que a intervenção, como disse, e bem, é a
P fase, e a câmara municipal tem tido, através do Arqt2 Bruno Vitorino, que
também reuniu com o munícipe, respostas à intervenção que fez, e o sentimento
foi de agrado na generalidade dos moradores. Como o munícipe disse, a obra está
dividida em 2 fases, e logo que possível ir-se-á fazer a conclusão.
Sobre o acesso à urbanização, como também disse, e bem, tem sido uma questão
ao longo dos tempos, a Quinta dos Anjos cá está e há que tentar resolver, mas não
tem sido fácil, porque, se fosse fácil, como costuma dizer, estavam outros para
resolver,enãoéessaaquestão.
O próprio, por indicação que deu aos serviços, já fez, com 2 entidades diferentes, 2
reuniões, uma com a EPAL, para ver se se consegue resolver o acesso pelos
adutores, mas tecnicamente não é possível, segundo lhe dizem os técnicos,
embora quem o conheça saiba que é também um bocadinho teimoso, porque as
coisas têm que ser fundamentadas. O próprio, mais o Sr. Presidente, estiveram no
local, fizeram a pé e de carro todo o caminho pelo próprio pinhal que vem sair às
instalações da EPAL, perto do complexo desportivo do Juventude da Castanheira, e
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Reuãode 62o/1o/o7
Município Proc2
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Câmara Municipal
num período de chuva, por ironia do destino, para saberem até que ponto é que se
poderia trabalhar com os proprietários dos terrenos naquela via que lá está, mas
também há zonas muito perigosas naquele caminho.
No entanto, fizeram-se alguns melhoramentos naquela estrada, com uma empresa
que trabalhou para a câmara municipal, a nível do piso, e porque no próprio pinhal
há uma zona que se fecha. Criaram-se ali condições, já se lá foi depois e
efetivamente é circulável. É uma via alternativa num caso de emergência.
Também se trabalhou com o proprietário de 6 lotes que estão lá inacabados, para
a encosta da Cevadeira, aquela urbanização da Cevadeira que vem dar à escola da
Cevadeira, porque a ideia, pura e simplesmente é, daqueles 6, 3 lotes serem
demolidos e fazer-se uma via de acesso, pois do outro lado está lá a urbanização
inacabada. Tem vias, tem rede de saneamento pluvial e iluminação. Sabe-se quem
é o proprietário, que é uma entidade bancária, assim como os proprietários
daqueles lotes, e pode dizer que, das reuniões que teve, só há um caminho, o da
via judicial, é a reposição da legalidade, porque é difícil o entendimento entre a
câmara municipal e a entidade detentora da propriedade. Quando se pensa que se
tem ali, como diziam os antigos, a “árvore das patacas”, a conversa está logo feita
à partida.
Portanto, o munícipe creia que há uma grande preocupação da câmara municipal
num entendimento, e ainda tem alguma esperança que venha a acontecer, porque
irá chamar novamente o proprietário, a entidade bancária, para saber se já refletiu
naquilo que lhe foi dito na última reunião. Toda esta situação que se tem estado a
viver também tem dificultado esta resolução, sendo que, com toda a frontalidade,
foi transmitido que a construção daqueles 6 lotes é impossível. Há 3 lotes que lá
estão em que, ou a entidade se entende com a câmara municipal para construir
uma via alternativa, ou, pura e simplesmente, tem de ser reposta a legalidade, que
é aquilo ter de vir tudo para a cota de soleira. —
Foi esta a questão que se transmitiu à entidade, que ficou de pensar, irá ser
convidada novamente a reunir com a câmara municipal, porque quer resolver
aquela situação e pensa que por aqueles lotes se resolvia a via alternativa à Quinta
dos Anjos.
É claro que depois tinha de fazer mais um investimento, que é criar a via de
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ligação à Quinta da Cevadeira, mas tudo isso está planeado e assumido, sabe-se o
que é que se tem de fazer, porque o próprio e o Sr. Presidente, mais os serviços,
fizeram todo aquele caminho a pé, verificaram todas as alternativas e sabem do
que é que estão a falar. O executivo não vai ao Google Maps para fazer ajuda, mas
para fazer grandes conjeturas. Não é isso, vai ao terreno para saber do que é que
se está a falar. Há quem diga que não precisa de ir ao terreno para formar opinião,
o executivo precisa, para mais na área urbanística então é que tem mesmo de se ir
aoterreno.
Desta forma, está neste espírito esse processo do acesso, e não poderá dizer ao
munícipe que se vai chegar a entendimento, pois pode-lhe dizer, com toda a
frontalidade, que os valores que estão em cima da mesa são os valores como se
aquelas vivendas estivessem feitas, e já está a entender o que é que o próprio está
a dizer. Quando se parte para uma conversa com estas ideias, não há
entendimento possível, não há mesmo. Ou há entendimento com a câmara
municipal ou aqueles 3 lotes têm de ir para o châo, foram os termos utilizados na
reunião, porque se entende, no projeto, que é a melhor opção.
Nos ativos da entidade bancária também há ali um problema para resolver, a
câmara municipal sabe isso e ver-se-á se este tempo deu hipótese de pensar na
melhor solução. A câmara municipal sabe o que é que quer, principalmente para a
população.
Depois, tomou a devida nota dos lotes 30 e 31, e irá abordar com o Arqt Bruno
Vitorino esta questão, sendo que sabe do que é que se está a falar.
Em relação à vegetação, aos escaravelhos, às palmeiras, pede que o Sr. Vereador
Jorge Zacarias e a Arqt Catarina Conde tomem a devida nota, vejam bem do que é
que se está aqui a falar junto ao lote 31, das palmeiras, pois, se é para abater, é
para abater. Vai para a junta, da junta vem para a câmara municipal, e agradece
que tomem a devida nota, porque, como disse o munícipe, se a palmeira cai têm
se mais problemas. Agradece, pois, ao Sr. Vereador Jorge Zacarias, que tome a
devida nota sobre esta questão e a Arqt Catarina Conde também, que está
presente.
Terminou, agradecendo ao munícipe, mais uma vez, pela sua intervenção em
relação aos trabalhos que já foram feitos pela câmara municipal.
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Assunto: PERÍODO DE INTERVENÇÃO DO PÚBLICO
MOUCHÃO DAPÓVOA — —
Interveio o Sr. Vice-Presidente, dando a palavra ao munícipe, Sr. Rui Rei, que é
morador na Póvoa de Santa Iria, sobre o mouchão da Póvoa.
Tomou a palavra o munícipe, Sr. Rui Ribeiro Rei, cumprimentando o Sr. Vice
Presidente, Sr. Presidente em exercício, Srs. Vereadores e todos os presentes.
Interrompeu o Sr. Vereador Carlos Patrão, referindo que o munícipe devia era ir
falarparaasuaterra.
Pediu o Sr. Vice-Presidente o favor, ao Sr. Vereador Carlos Patrão, de desligar o
som, agradecendo e dando de novo a palavra ao munícipe.
Prosseguiu o munícipe, agradecendo e referindo que, efetivamente, é morador na
Póvoa de Santa Iria e vê, de facto, o mouchão da Póvoa, todos os dias, do seu
terraço, e portanto não tem uma perspetiva colonialista, nem nunca teve, do
mouchão, e está a intervir, com o regimento aprovado nesta câmara municipal,
neste mandato, nomeadamente no artigo 8, com o respeito integral pelo ponto n
4 desse mesmo regimento aprovado pela câmara municipal.---—
Sobre o mouchão, de facto é algo que devia envergonhar a todos, e deveriam estar
todos a remar para o mesmo lado, para resolver um problema em que, como disse
o Sr. Presidente de câmara há uma reunião atrás, envergonhava-o o facto de
aquele mouchão, aquele pedaço de terra do concelho de Vila Franca de Xira, e
pertencente à freguesia de Vila Franca de Xira, estar ao abandono como está.
Se se olhar para os mouchões, até se pode tirar a conclusão que se naquele
mouchão se tivesse feito a intervenção que foi feita no mouchão de Alhandra,
absolutamente ilegal, e que da anterior junta de freguesia não se ouviu nunca uma
única palavra, quer sobre um mouchão, quer sobre o outro, estar-se-ia
eventualmente com um mouchão protegido.
Em relação a todas as atividades que foram desenvolvidas, ou os processos que
foram sendo desenvolvidos pela câmara municipal, gostava de eventualmente ser
informado sobre os desenvolvimentos que foram tidos, até porque a câmara
municipal fez entretanto algumas intervenções na margem ribeirinha,
nomeadamente no caminho ribeirinho entre a Pávoa de Santa Iria e o Forte da
Casa.
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Fez ali uma intervenção, e bem, de proteção de toda aquela zona da freguesia,
neste caso do Forte da Casa, e gostava de saber que tipo de intervenção a APA -
Agência Portuguesa do Ambiente, ou que autorização a APA deu à câmara
municipal para fazer aquela intervenção, porque, eventualmente, com o mesmo
tipo de autorização poder-se-ia fazer exatamente a mesma intervenção no caso do
mouchão, e temporariamente estancar aquela entrada de água que está a causar
enormes problemas, quer ao mouchão da Póvoa, quer à agricultura em todo este
Estuário do Tejo, em que hoje a água salgada passa muito para lá da ponte de Vila
Franca de Xira e vai criar problemas a prazo, em termos agrícolas, no concelho,
além de criar variadíssimos problemas de assoreamento e à navegabilidade,
implicando maiores investimentos de desassoreamento no rio.
Em relação às intervenç6es do passado, está aqui, de facto, com muito gosto,
porque o chamaram cá, e ao terem-no chamado, vem sempre com muito gosto a
este tipo de reuniões, e desde 2016 até ao dia de hoje variadíssimas vezes se falou
sobre o mouchão. Deve haver um anterior presidente de junta, da cidade de Vila
Franca de Xira, que deve ter um problema de memória, e o próprio traz
Memofante, se for necessário, que depois faz chegar para avivar a memória de tal
figura, e eventualmente também traz uns clamantes, se for necessário acalmar a
respetiva pessoa, porque o que devia envergonhar...-
Interrompeu o Sr. Vice-Presidente, dizendo, por favor, ao munícipe, que agradecia
que se centralizasse na questão que quer colocar à câmara municipal.
Disse o munícipe, Sr. Rui Rei, que está no estrito cumprimento do artigo 8, n 4,
do regimento que a câmara municipal aprovou.
Respondeu o Sr. Vice-Presidente que o próprio está no estrito cumprimento da
orientação da reunião de câmara, e o munícipe que se centralize na questão.
Prosseguiu o munícipe, mencionando que está no estrito cumprimento do que um
cidadão pode fazer nesta câmara municipal, está aqui no cumprimento total desse
registo. A única coisa que um cidadão aqui não pode fazer é opinar sobre uma
intervenção que tenha sido feita por um eleito no período da ordem do dia, é o que
diz no regimento, e em nenhum dos casos se verifica. Então, continua.
Assim, em relação a este facto, o que devia envergonhar tal figura não era ser
mais “papagaio” ou mais “pardal de telhado”. O que deveria envergonhar tal figura
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é que, enquanto no exercício da sua função, nunca fez nenhuma démarche oficial à
câmara municipal, à APA, a nenhuma dessas entidades, até porque tem consigo
uma carta, em que fez um pedido à junta de Freguesia de Vila Franca de Xira, e foi-
lhe respondido que registos na junta de freguesia, “bola”, como diz o tal treinador
do Sport Lisboa e Benfica, “bola”, não existe nenhuma intervenção.----
Mais, o que devia envergonhar tal figura, que vem para aí falar sobre esta questão
do mouchão, é que só passado mais de 3 meses, e quem viu a intervenção da
reunião de câmara passada ouviu, se dignou a ir ao mouchão fazer uma visita, qual
comparável ao presidente Carmona, do antigo regime. Só que na altura, quando
ele visitou Angola tinha milhares de pessoas à espera dele.
Interveio o Sr. Vereador Mário Calado, perguntando ao Sr. Vice-Presidente se quem
dirige os trabalhos na reunião de câmara é o Sr. Rui Rei ou o Sr. Vice-Presidente.
Pediu o Sr. Vice-Presidente calma, e que se esteja tranquilo, e referindo, aos Srs.
Vereadores, e ao caro elemento do público, que a reunião de câmara está
suspensa, por sua indicação, neste momento, e só reabre por sua indicação.
Perguntou o munícipe se isso quer dizer que não pode continuar no uso da palavra.
Repetiu o Sr. Vice-Presidente que a reunião está suspensa e o munícipe usará a
palavra quando o próprio reabrir a reunião.
Interveio de novo o Sr. Vice-Presidente, dizendo que, reiniciados os trabalhos, está
reaberta a sessão, dando a palavra ao munícipe, no tempo que lhe resta.
Tomou a palavra o munícipe, Sr. Rui Rei, agradecendo e referindo querer lembrar
que, ao abrigo do regimento em vigor, os munícipes têm 60 minutos para intervir,
e o tempo é dividido pelos intervenientes, nunca mais do que 10 minutos a cada
interveniente.
Portanto, voltando ao respeito integral pelo regimento aprovado pelos Srs.
Vereadores, e se não estão contentes devem alterá-lo, volta a dizer que o que
devia envergonhar tal presidente de junta era que só passado 3 meses foi de
embarcação à Póvoa de Santa Iria, ao mouchão, visitar uma coisa que ele diz, e
passa a citar, que “só tinha 80 metros de extensão a entrada de água que lá
estava”. Só tinha 80 metros, mas não é “só tinha”, é tinha 80 metros, inundou o
mouchão na íntegra, e o tal presidente de junta não fez nada para defender o
mouchão, que é parte integrante da cidade de Vila Franca de Xira.
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Reunode O2O/1O/07
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Imagine-se só, e termina, que a cidade de Vila Franca de Xira estava inundada 6
meses de água até à rua Alves Redol. Imagine-se que estava, e que o Sr.
Presidente de junta não ia fazer nada, porque a câmara municipal está a fazer
tudo. Ia lá visitar, de embarcação, ao fim de 3 meses, tirava umas fotografias, fazia
um vídeo, entregava, está aqui. Este foi o trabalho que tal personalidade fez e que
se arroga no direito de fazer umas cantigas e vir a reunião de câmara dizer um
chorrilho de mentiras, um chorrilho de aldrabices sobre esta matéria.
Terminou, dizendo que as intervenções que foram feitas sobre o mouchão estão
todas registadas, desde 2016 até 2020, e volta a dizer que tem Memofante para
dar à tal personalidade, para que possa ver todas as intervenções que foram feitas
sobre esta matéria e, dela, poucas ou nenhumas existem sobre esta matéria,
porque o “seu amigo” teve uma atitude profundamente colonialista sobre o
mouchão e nunca defendeu aquela terra como parte integrante da freguesia a que
presidiu, que perdeu as eleições e o seu delfim não as ganhou.
Interveio o Sr. Vice-Presidente, agradecendo e dizendo que o munícipe já deixou a
sua mensagem, já se percebeu a questão do mouchão, e já responderá, e dará, nos
termos da legislação, o direito de defesa da honra a um único vereador.
Disse o munícipe que não se dirigiu a nenhum vereador.
Referiu o Sr. Vice-Presidente que agora agradece ao munícipe que não o
interrompa, e também, nos termos da lei, ninguém o interrompeu quando falou.
Interveio o munícipe, Sr. Rui Rei, dizendo que se dirigiu a um fadista.
Prosseguiu o Sr. Vice-Presidente, referindo que quem dirige os trabalhos é o
próprio, o munícipe pode falar o tempo que entender, mas agora quem está a falar
é o próprio. Por muito que lhe custe, agora é o próprio que está a falar.
Interveio de novo, dizendo, em relação à questão colocada pelo munícipe, sobre o
mouchão da Póvoa, na primeira parte, que informará exatamente na mesma
questão que foi já exposta pelo Sr. Presidente, O Sr. Presidente fala pela câmara
municipal e diz que está envergonhado, e o próprio sublinha, porque esteve
presente em vários momentos com entidades governamentais, uma delas com o
Sr. Presidente da APA, onde lhe foi transmitida já a atual situação, que o mesmo
conhece,domouchão.
O mouchão da Póvoa é uma história, tem que se dizer que é história, e no dia em
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que o Sr. Presidente foi com o Sr. Ministro do Ambiente, de barco, ao local do
rombo, na altura, salvo erro, eram 14 metros de rombo, e foi sugerido o imediato
despejo, como já foi dito, por barcaças de pedra, tentando-se minimizar a situação,
pois estava-se a falar de 14 metros na altura. Nada foi feito, porque havia erros no
projeto, voltou para trás e a situação está como está.
No âmbito do conselho de administração da Valorsul, em representação da câmara
municipal, de que faz parte, já se iniciou o ano passado com problemas na
captação de água, porque os níveis de água salgada já começam a ser captados no
sistema de refrigeração. Já existem problemas na central, mas, por ironia do
destino, a própria empresa também está inserida no processo, à data da
elaboração do projeto.
É uma situação que, nomeadamente, o Sr. Presidente tem vindo a acompanhar
com o Sr. Ministro, e ultimamente, numa iniciativa onde esteve, fez-lhe sentir essa
preocupação. O Sr. Ministro diz que também, mas o facto é que, de lamentação,
em lamentação, o rombo vai aumentando e a água salgada já fez provavelmente
osseusestragosparaofuturo.
Em relação à segunda parte da intervenção, não comenta, e daria a resposta,
considerando possível, porque o munícipe não falou em nomes, depois da
intervenção da reunião de câmara, mas não comenta as partes finais, e questiona
se da bancada da CDU alguém pretende usar da palavra.
Prosseguiu, dando a palavra ao Sr. Vereador Mário Calado.
Tomou a palavra o Sr. Vereador Mário Calado, agradecendo e dizendo, em primeiro
lugar, que gostava exatamente de dizer e agradecer ao Sr. Vice-Presidente, em
nome da CDU, a forma corretíssima como geriu este momento.
Depois, também gostava de dizer que lamenta profundamente toda esta situação,
mas, de facto, esta notícia que veio uma vez mais no Mirante suscitou a sua
intervenção na passada reunião de câmara, e fé-lo porque nunca se esqueceu dum
momento que aconteceu exatamente há cerca de 4 anos, quase 4 anos, e tem
consigo, na sua frente, a ata da reunião, faltam 5 dias para completar exatamente
4 anos do momento em que aconteceu. Esta ata e a intervenção, então, como
vereador, do munícipe Rui Rei, é toda ela um chorrilho completo de coisas
absolutamente inacreditáveis.
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Deve dizer, com toda a clareza, que cada vez mais tem a ideia que não nasceu
para isto, não é político, de forma nenhuma, e o que lhe custa mais, pensa até que
já o disse às pessoas que estão na câmara municipal consigo, é que não o podem
tratar como amigo, chamá-lo amigo e dizer que é um indivíduo, passa o termo,
porreiro, uma boa pessoa, e a seguir estarem a chamá-lo de criminoso,
colonizador, tudo e mais alguma coisa. É impossível fazerem-lhe isto.
Daí que acha que não tem jeito para isto e, se calhar, um dia destes vai-se embora,
vai-se reformar, que também já está quase nessa idade. Contudo, gostava só de
lembrar uma coisa que a si indigna-o profundamente, e aliás deve dizer que pensa
que até tem muito mais respeito pelo munícipe, Sr. Rui Rei, do que ele terá alguma
vez tido por si, e gostava de citar exatamente o que o mesmo lhe disse em
determinado momento: “Contudo, é da vida, a verdade é que a água continua lá e
o problema continua por se resolver, naquela situação. Está ali, e da junta de
freguesia continua a haver zero”.
É vereador desta câmara municipal já há 3 anos, tem assistido a todas as
assembleias municipais, e em todas as sessões nunca ouviu um comentário,
apenas um único, uma única frase, em que este mesmo senhor munícipe, agora
nessa condição aqui, Rui Rei, eleito na assembleia municipal, mas noutros
momentos, nos 3 anos que se seguiram, uma palavra a perguntar sobre o mouchão
ao atual presidente da junta, o Dr. João Santos, que aliás é completamente
impotente, tal como o próprio era, ou foi, para resolver esta situação, até o
Governo é, até a câmara municipal se está a revelar incapaz de resolver este
problema, porque não é dela que depende em absoluta a questão. Nunca ouviu
uma palavra sobre a questão, a perguntar ao Sr. Presidente João Santos: Sr.
Presidente, o que é que fez, que démarches encetou no sentido de evitar aquela
história?
Nunca ouviu, à mulher de César não basta ser séria, e estas coisas fazem-lhe
alguma confusão. De facto, não nasceu para isto, não aceita este tipo de situações
e, diga-se, em determinado momento admite mesmo que se sentiu ofendido e
maltratado por uma pessoa que pensava que não era capaz de o fazer. Como foi
capaz, obviamente que perdeu, e ainda tem algum, mas perdeu muito do respeito
quetinhaporele.
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Concluiu, referindo que o que quer dizer é que lamenta toda esta situação e, mais
uma vez, agradecer ao Sr. Vice-Presidente a forma corretíssima como geriu este
momento.
O Sr. Vice-Presidente interveio, agradecendo.
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Assunto: ATA EM MINUTA DA REUNIÃO
Presente para aprovação a ata em minuta da presente reunião de câmara, com
dispensa da sua leitura.
Deliberado, por unanimidade, aprovar a ata em minuta da presente reunião de
câmara.
34 ata minuta
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Encerramento às 13h57.
Esta ata foi aprovada, por unanimidade, na reunião de 2020/11/04, não tendo
participado na votação os Srs. Vereadores Alexandra Tavares e André Arrojado, por
não terem estado presentes, tendo sido dispensada a sua leitura, por ter sido
previamente distribuída a todos os membros.
Diretor do Departamento de Gstdministrativa e Jurídica, a subscrevi.
O Vice-Presidente da Câmara Municipal,
de Oliveira
encerra